Proposta de Adaptação do Webvox a Internet com XML

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Proposta de Adaptação do Webvox a Internet com XML"

Transcrição

1 Proposta de Adaptação do Webvox a Internet com XML Tatiana B. de Oliveira, Márcia Lilian Sandri, Fabiano Fagundes Centro Universitário Luterano de Palmas Palmas TO Brasil Resumo. Este artigo tem como objetivo apresentar uma proposta de leitura de páginas em XML para deficientes visuais, comparando com a leitura realizada pelo Webvox em páginas HTML. Serão apresentadas as dificuldades encontradas na interpretação das tags da linguagem XML, e como a utilização de ontologias poderá auxiliar na problemática apresentada. 1. Introdução Em uma sociedade que cobra a igualdade de direitos, é importante ressaltar a igualdade de acesso às informações dispostas na Internet. Possibilitar a um deficiente visual o acesso a estas informações é dar-lhe as mesmas oportunidades que um vidente tem. O desenvolvimento de sistemas que permita esta inclusão é mais um obstáculo transposto na integração dos portadores de necessidades de especiais. A Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CORDE é o órgão de Assessoria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, responsável pela gestão de políticas voltadas para integração da pessoa portadora de deficiência, tendo como eixo focal a defesa de direitos e a promoção da cidadania [CORDE 2000]. Esta coordenação possui um sistema de informação, SICORDE, que apresentou em seu site os resultados da Tabulação Avançada do Censo Demográfico que indicam que aproximadamente 24,5 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total, apresentam algum tipo de incapacidade ou deficiência. Incluem-se nessa categoria as pessoas com ao menos alguma dificuldade de enxergar, de ouvir, locomover-se ou com alguma deficiência física ou mental. A Tabela 1 apresenta a porcentagem para cada tipo de deficiência da população brasileira de acordo com o censo do IBGE de Deficiência pode ser definida como perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano, conforme Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, que Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, e que dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. Outros documentos oficiais vêm regulamentar iniciativas para a inclusão de pessoas portadoras de deficiência, assim como normas para facilitar seu acesso a informações e equipamentos de comunicação. Alguns projetos oficiais têm a

2 finalidade de inserir na sociedade pessoas carentes portadores de deficiência visual e dar assistência as instituições que auxiliam pessoas portadores de deficiência. Tabela 1 - Percentual dos casos de deficiência. Deficiência Porcentagem Deficiência Mental Permanente 8,3% Deficiência Física 4,1% Deficiência Motora 22,9% Deficiência Auditiva 16,7% Deficiência Visual 48,1% Total 100% Iniciativas como Dosvox vêm ajudar na integração dos deficientes visuais, uma vez que foi desenvolvido com a finalidade de amenizar as necessidades de um deficiente visual. O Dosvox é um sistema com intuito de possibilitar o acesso ao computador por pessoas portadoras de deficiência visual. Esta acessibilidade é permita devida a principal característica do sistema: se comunicar com o usuário através de recursos sonoros. Esta característica contribui para atenuar as dificuldades encontradas por pessoas privadas do sentido da visão na operacionalização do computador. Desenvolvido para diminuir os empecilhos, e em alguns casos permitir, o acesso à internet por deficientes visuais, o Webvox também interage com o usuário por áudio. O Webvox é um dos programas que entregam o sistema Dosvox. 2. Dosvox e Webvox O sistema Dosvox, desenvolvido no Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1994, foi pioneiro no Brasil no auxílio ao deficiente visual na interação com o computador. O sistema foi inicialmente preparado para ajudar os estudantes cegos da UFRJ a realizarem seus trabalhos de forma convencional, escrevendo e lendo de forma que os professores pudessem interagir com eles mais facilmente [Borges 2004]. O Dosvox é um sistema que se comunica com o usuário através de um sintetizador de voz, ou seja, ele descreve para o usuário a interface e apresenta os comandos que possibilitarão que o usuário se comunique com o sistema. O Dosvox foi o primeiro ambiente desenvolvido em língua portuguesa voltado para o deficiente visual, o que se tornou um dos principais fatores de aceitação no Brasil e nos países de língua portuguesa, pois mesmo existindo programas semelhantes conforme apresentado na Tabela 2 [Porto 2001]. Quase todos os sintetizadores utilizavam a língua inglesa, o que dificultava o uso do equipamento, já que a maioria dos cegos brasileiros não fala inglês, além de que, ouvir um texto em português lido com uma pronúncia em inglês é bastante desconfortável [Pinheiro 2004]. Outro motivo da grande aceitação do Dosvox é ter a interface amigável e ser gratuito, por ter sido financiado por órgãos sem fins

3 lucrativos. Já existe uma versão (simplificada) em espanhol, na intenção de atender uma crescente demanda advinda de outros países da América Latina [Porto 2001]. Leitores de Tela Navegadores Tabela 2: Outros sistemas computacionais para Deficientes Visuais Ambiente VIRTUAL VISION BRIDGE JAWS LYNX HOME PAGE READER WEBSPEAK País Brasil Canadá Estados Unidos da América Estados Unidos da América Estados Unidos da América Estados Unidos da América Durante todo o seu desenvolvimento o Dosvox vem ampliando seu leque de opções e suprindo as necessidades que vão se apresentando às novas aspirações de um portador de deficiência visual. O ambiente Dosvox conta com diversos aplicativos que auxiliam o usuário desde preencher um cheque, editar um texto até acessar uma página da Internet. Este último será apresentado com mais detalhes. Em 1994 o sistema continha doze programas [Borges 2004] e na sua versão 3.0 já somava mais de 70 programas [Porto 2001]. Sua última versão 3.2 conta com aproximadamente 100 aplicativos. Os programas que compõem o Dosvox podem ser divididos em 4 grupos sendo: menu principal, jogos, multimídia, aplicativos e acesso à rede e Internet. O ambiente Dosvox é desenvolvido na linguagem Pascal e seu código é aberto possibilitando a qualquer pessoa ver o código com seus comentários, o que facilita o estudo e entendimento de seu desenvolvimento. Na Figura 2 é possível ver parte no código e seus comentários. Não existe um registro formal da evolução do número de usuários, mas estimase que o número de usuários DOSVOX em era de pessoas em uso efetivo, sendo que acessando a Internet [Borges 2004]. Atualmente o ambiente conta com mais de usuários em todo o Brasil [Uliana 2005].

4 Figura 2 Parte do Código do Dosvox Dentre os aplicativos disponibilizados pelo Dosvox está o navegador Webvox, desenvolvido com a finalidade de diminuir as limitações dos deficientes visuais no acesso à Internet. Esse navegador, na exibição de uma homepage, carrega a página HTML (HyperText Markup Language), os arquivos webtags e webtags2 identificam as tags e através do webleit é feita a interpretação do HTML. Após essa interpretação o dvwin transforma o código HTML em fonemas e os envia para o arquivo dvwav para que o mesmo possa ser reproduzido no formato sonoro. Tag é uma marcação de um elemento, que permite que o navegador ou browser interprete as instruções que devem ser realizadas. Para permitir delimitação de uma instrução é necessário que seja utilizada uma tag no início e outra no fim de cada instrução, dessa forma o navegador consegue interpretar que o conteúdo compreendido entre estas tags tem a mesmo formato. Por exemplo, em uma página que contenha o código <TITLE> Projeto Dosvox</TITLE>, o Webvox carrega a página e então é feita a identificação das tags <TITLE> e </TITLE> para que o webleit consiga interpretar estas instruções e estão ser transformadas em fonemas para serem reproduzidas. Os arquivos webtags, webtags2, webleit, dvwin e dvwav são arquivos que contém parte do códigos do desenvolvidos pela equipe Dosvox, cada um com determinada responsabilidade na execução correta do sistema Dosvox. Uma das dificuldades encontradas na leitura de páginas para deficientes visuais é a falta de cuidado demonstrada por alguns desenvolvedores de páginas quando grande parte da página é composta por informações visuais e as mesmas, em sua implementação, não contém nenhum comentário referente à figura apresentada, o que se torna um obstáculo na leitura. Outra barreira encontrada para a acessibilidade a Internet pelos deficientes visuais é a falta de padronização no desenvolvimento das páginas. A adoção de técnicas de acessibilidade na concepção das páginas e aplicações para a Internet não são limitações, antes, pelo contrário, tornam-nas mais robustas, flexíveis, rápidas e fáceis de usar para usuários em geral [Rodrigues et al 2000]. O W3C é um órgão responsável em estabelecer diretrizes e padrões para a Web. Entre as diversas frentes de atuação do W3C, pode-se destacar o grupo de trabalho sobre acessibilidade na Web, o WAI (Web Accessibility Initiative) [W3C 2005a], cuja missão é promover a acessibilidade na WWW para pessoas com deficiência [Porto 2001]. Sem uma tecnologia de acesso adequada, os deficientes visuais podem ficar gravemente limitados quanto a quantidade e a qualidade das informações que podem acessar, o que inibe, ou até mesmo impossibilita, que eles utilizem plenamente as potencialidades deste meio de comunicação [Rodrigues et al 2000]. Seguindo as regras de acessibilidade é possível que o Webvox interprete e apresente ao usuário todos os componentes da página. Na Figura 4 é demonstrada uma página interpretada por um navegador convencional e a mesma página, porém interpretada pelo navegador Webvox.

5 Figura 4 Navegador convencional e Navegador Webvox 3. HTML e XML Utilizado no desenvolvimento das maiorias das páginas dispostas na Internet, o HTML surgiu a partir do SGML (Standard Generalized Markup Language) que é, na verdade, uma metalinguagem, ou seja, uma linguagem para descrever outras linguagens [Souza e Alvarenga 2004]. A linguagem HTML não pode ser considerada uma linguagem de programação como Java, por exemplo, o HTML é uma linguagem que delimita a estrutura das informações em uma página. O HTML é considerado linguagem estática, por não permitir a criação de novas tags. A criação de novas tags, para o HTML, só é possível se sua DTD (Document Type Definition) for alterada e os navegadores atualizados para que o mesmo possa interpretar as novas tags. Como já mencionado, o W3C é o responsável pela padronização na Web, e ela também o responsável por realizar estas atualizações. A versão 4.0 foi última atualização realizada na linguagem HTML [W3C 2005b]. O DTD é um arquivo em que são definidas as limitações de um arquivo, seja HTML ou XML. No DTD são especificados quais os elementos, atributos, tipo de dados que formarão um arquivo HTML ou XML, e a seqüência permitida para eles. O DTD pode ser definido como um conjunto de regras que valida um determinado tipo de documento. O navegador, ao ler um documento HTML, interpreta instruções das tags que compõem este documento, para decidir como serão exibidos os dados nele contidos. Os navegadores atuais interpretam o HTML porque o DTD para definição do HTML é fixo, e é conhecido a priori pelo interpretador do navegador [Souza e Alvarenga 2004]. Na Figura 5 é apresentado um trecho de código desenvolvido em HTML.

6 Figura 5 Código HTML Também originado do SGML, o XML (extensible Markup Language) [W3C 2005c] advém da necessidade de suprir algumas limitações encontradas no HTML e não com o objetivo de substituí-lo. O XML é uma linguagem dinâmica, pois esta, ao contrário do HTML, permite a criação de tags de acordo com a necessidade e critério do desenvolvedor. Esse benefício permite que se desenvolva um código mais peculiar a um determinado domínio. O DTD de um documento XML deve ser construído de forma que valide as tags utilizadas no desenvolvimento; como as tags do HTML são definidas a priori seu DTD não sofre alterações, isso não acontece com o documento XML, pois suas tags são definidas pelo desenvolvedor. Quando um código XML corresponde a seu DTD é chamado de um documento bem formado. Na Figura 6 é apresentado trecho de um código XML. Figura 6 Código em XML Enquanto o HTML preocupa-se com a forma com que o conteúdo vai ser exibido, o XML é voltado para a descrição do conteúdo. Outra diferença encontrada entre o HTML e o XML é que o primeiro aceita a ausência de uma tag de fechamento e atributos sem aspas enquanto o segundo é rígido nesse sentido. A especificação oficial da XML proíbe as aplicações de tentar inferir a intenção do autor de um arquivo defeituoso; se um defeito é encontrado, a aplicação é obrigada a parar ali mesmo e sinalizar um erro [W3C 2001]. Para que seja possível a leitura de uma página HTML, o navegador interpreta as tags, pois as mesmas já foram definidas, e carrega a página de acordo com as suas instruções. O Webvox ainda não consegue realizar a leitura de páginas em XML, pois os elementos utilizados no desenvolvimento destas páginas ficam a critério do desenvolvedor impossibilitando que o mesmo transforme o código em um arquivo de áudio. Na seção 2 é demonstrado o processo que o Webvox executa para fazer a leitura de uma página para um invisual.

7 Como as tags em XML ficam a critério do desenvolvedor o Webvox ainda não consegue fazer a interpretação das mesmas, pois não há nenhum recurso que possibilite a relação dos termos utilizados que possuem o mesmo significado, ou seja, ainda não é possível dizer que, por exemplo, a tag <author> poderiam ter o mesmo significado da tag <autor>. O projeto no qual este trabalho está baseado estuda um caminho para possibilitar a leitura dessas páginas pelo Webvox, que seria a utilização de ontologias (conforme apresentado a partir da próxima seção), pois esta possibilita a criação de um dicionário de termos que identifica palavras destintas, porém semanticamente iguais, ou seja, ela é capaz de relacionar palavras diferentes que contém o mesmo significado. Com a criação desta ontologia é possível identificar qual som deverá ser reproduzido para o usuário correspondente ao comando solicitado em uma tag XML. 4. Ontologias Uma ontologia é uma especificação explícita e formal de uma conceitualização compartilhada [Struder et al 1998]. A ontologia é utilizada para representar qualquer domínio do mundo real. A ontologia surgiu então com a necessidade de haver uma representação do conhecimento, ou seja, uma representação que fosse capaz de solucionar diferentes questões de todo o domínio e que estivesse compartilhada e independente, podendo assim ser utilizada por diversas aplicações [Silva 2004]. Outro recurso que a ontologia oferece é a possibilidade de relacionar termos de acordo com a sua semântica. Neste contexto, ontologias fornecem um vocabulário comum de uma área e definem, com níveis distintos de formalismos, o significado dos termos e dos relacionamentos entre eles [Gómez-Pérez e Benjamins 1999]. De maneira geral, as ontologias suportam as especificações de termos, conceitos e restrições de implementação de sistemas computacionais independendo da sua complexidade, garantindo assim uma padronização que pode ser utilizada nas mais diversas aplicações e por diferentes equipes de desenvolvimento de sistemas, servindo a propósitos distintos no decorrer do tempo, tornando-se uma peça fundamental para o desenvolvimento da Web Semântica. A OWL (Web Ontology Language) [OWL, 2004] é uma das ferramentas que pertencem à relação de tecnologias recomendadas pela W3C (World Wide Web Consortium) para o desenvolvimento da Web Semântica. Ela apresenta mecanismo para representar a ontologia de forma que o conteúdo das informações possa ser processado e seu significado compreendido, independente da sintaxe utilizada nos documentos [Silva 2004]. Nos últimos anos, diversas linguagens para definição de ontologias vêm sendo desenvolvidas, como por exemplo, a OIL (Ontology Inference Layer), SHOE (Simple HTML Ontology Extensions), XOL (XML-based Ontology ExchangeLanguage), DAML (DARPA Agent Markup Language), DAML+OIL, dentre outras [Lustosa apud Oil, Shoe, Xol, Damil e Owl 2003]. A ontologia formaliza o conhecimento através da utilização de cinco componentes [Novello 2002]: conceitos, relacionamentos, funções, axiomas, e instâncias. A criação de uma ontologia requer um estudo aprofundado sobre o domínio com intuito de definir de forma coerente e satisfatória todos os componentes que estruturam as ontologias. A formalização do conhecimento em uma ontologia deve ser

8 projetada de forma a abranger o domínio da aplicação e ainda ser extensível, incluindo o máximo de conhecimento acerca do domínio com o objetivo de poder ser reutilizável em outras aplicações. 5. Esquema do Navegador Com o uso da ontologia será possível criar um dicionário semântico que será capaz de relacionar palavras diferentes, mas com o mesmo significado. Com o desenvolvimento desse dicionário poderá ser solucionada a problemática encontrada na dificuldade de acesso dos deficientes visuais às páginas desenvolvidas em XML. O esquema proposto, demonstrado na Figura 7, apresenta a resolução do problema com a transformação de um código XML para HTML utilizando os recursos semânticos oferecidos pela Esquema Webvox Atual ontologia. Como essa transformação é possível realizar o mesmo processo já realizado pelo Webvox. Página HTML Identificação das tags Interpretação do HTML Transformação do HTML para fonemas Reprodução sonora dos fonemas Esquema Proposto Página XML Identificação das tags na página XML Na ontologia é feita uma relação das tags encontradas no XML para um tag corresponden te no HTML. Geração da página HTML corresponden te à página XML Executa o mesmo esquema já desenvolvido no Webvox. Figura 7 Esquema Webvox e Esquema Proposto Como já mencionado, a criação de uma ontologia demanda um conhecimento sobre o domínio que se deseja representar. A criação de um dicionário, através de uma ontologia, que relacione os termos com o mesmo significado, não é algo trivial, pois o mesmo exige que se tenha conhecimento de diversos termos utilizados com a mesma finalidade no desenvolvimento de páginas. Na Figura 8 parte do código de uma ontologia. Figura 8 Simulação de uma ontologia. Depois da conexão das tags do XML que correspondam às mesmas instruções das tags do HTML, será possível construir uma página virtual do HTML, ou seja, será simulada a construção de uma página em HTML que corresponda à página XML que se deseja ler. A partir página HTML simulada, o Webvox poderá realizar a leitura da

9 página, utilizando os recursos criados em seu desenvolvimento. Na figura 9 é possível visualizar a uma página HTML gerada a partir de uma página XML. Figura 9 Simulação da criação da página HTML virtual a partir na página XML A fim de que seja realizada a relação das tags, é necessário que as identifiquem na página XML, para que seja feita uma busca na ontologia por uma tag que tem a mesma função na página HTML. Com a simulação da página HTML será possível que o Webvox realize o processo já executado para a leitura página HTML para deficientes visuais. 6. Considerações Finais As iniciativas que são tomadas para ajudar portadores de deficiência devem ser tornar cada vez mais constantes, a fim de lhes oferecer igualdade de direitos. A proposta apresentada neste trabalho está sendo desenvolvida com a finalidade de reduzir as restrições de acessibilidade a Internet pelos deficientes visuais. A finalidade de sensibilizar os desenvolvedores na criação de páginas XML é argumentada pela oportunidade de proporcionar a qualquer usuário o direito de acessar a uma informação independente de suas limitação física. Mesmo com a criação de uma ontologia para realizar a relação semântica entre termo, isto só será possível se houver uma colaboração no sentido de evitar termos fora do contexto definido. Esta restrição não estaria limitando os recursos do XML e sim possibilitando que um deficiente visual possa acessar uma página sem obstáculos. Outro ponto que poderia ser estudado é a criação de algumas diretrizes pela W3C que auxiliassem e direcionassem os desenvolvedores para a criação de páginas XML que permitam a acessibilidade de um usuário privado do sentido da visão. A forma de convivência entre um cidadão comum com portadores de deficiência seria conveniente, se a visão que sem tem do segundo fosse: nem coitadinho, nem super-herói, apenas uma pessoa comum, com potencialidades de desenvolvimento e

10 algumas dificuldades específicas" [Porto apud Silva 2001]. As limitações de uma pessoa não devem ser colocadas como empecilho no desempenho de suas potencialidades e muito menos como barreira para realizarem tarefas que limitem sua integração social. 7. Referências Borges, J.A.S (2004) O sistema Dosvox e seu impacto sobre a evolução social dos Deficientes Visuais no Brasil, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro Brasil. Chaves, M.S. (2001) Um estudo sobre XML, Ontologias e RDF(S), Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, Rio Grande do Sul - Brasil. Gómez-Pérez, A. e Benjamins, V. R. (1999) Overview of knowledge sharing and reuse components: Ontologies and problem-solving methods. In: International Joint Conference on Artificial Intelligence (IJCAI-99), Workshop on Ontologies and Problem- Solving Methods (KRR5),Editors. Stockolm, Sweden. Lustosa, P.A. (2003) OWL e Protégé: estudo e aplicação de conceitos para exemplificação da definição da camada de esquema da Web Semântica em um determinado domínio, Trabalho de Conclusão de Curso, CEULP/ULBRA, Tocantins - Brasil. Novello, T.C. (2002) Ontologias, Sistemas baseados em conhecimento e modelos de banco de dados, Disponível em: <http://www.inf.ufrgs.br/~clesio/cmp151/cmp /artigo_taisa.pdf> Pinheiro, M. L. P. (2004) "EDIVOX Editor de Textos Para Deficientes Visuais, Trabalho de Conclusão de Curso, UFRJ, Rio de Janeiro Brasil. Porto, B.C. (2001) WEBVOX Um Navegador para a World Wide Web Destinado a Deficientes Visuais, Dissertação, UFRJ IM/NCE, Mestrado em Informática, Rio de Janeiro Brasil. Rodrigues, A.S., Filho, G.L.S. e Borges, J.A. (2000) Acessibilidade na Internet para Deficientes Visuais, FARN, Rio Grande do Norte - Brasil. Silva, N.N.A. (2004) Proposta de um modelo de desenvolvimento de ontologias e sua utilização na definição e integração de ontologias em OWL, Trabalho de Conclusão de Curso, CEULP/ULBRA, Tocantins, Brasil. Souza, R.R. e Alvarenga, L. (2004) A Web Semântica e suas contribuições para a ciência da informação. Revista Ciência da Informação, Vol. 33, No. 1. Struder, R., Benjamins, R., Fensel, D. (1998) Knowledge Engineering: Principles and Methods, Data and Knowledge Engineering, p Uliana, C.C. (2005) Manual do Sistema Operacional Dosvox. Disponível em: W3C (2001) XML in 10 points, Tradução - Fabrício Rogério Santos Santana, Universidade Federal de Sergipe, Sergipe - Brasil. Disponível em: Formatado: Português (Brasil)

11 W3C (2005a) The Web Accessibility Initiative - WAI, Disponível em: W3C (2005b) HyperText Markup Language (HTML) Home Page Disponível em: W3C (2005c) Extensible Markup Language (XML) Disponível em:

Deficiências. Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla. Tem dificuldade para:

Deficiências. Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla. Tem dificuldade para: Deficiências Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla Tem dificuldade para: ver a tela usar o mouse usar o teclado ler um texto ouvir um som navegar

Leia mais

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais.

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Tales Henrique José MOREIRA 1 ; Gabriel da SILVA 2 ; 1 Estudante de Tecnologia em Sistemas para

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 Eduardo Laguna Rubai, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR- Brasil eduardorubay@gmail.com, bonetti@unipar.br Resumo.

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Arquitetura da Informática e Automação MBA Gestão em Tecnologia 1 da Informaçao 2 Figura: Tela do IBM Mainframe Fonte: Arquivo próprio

Leia mais

Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web

Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web Sergio N. Ikeno¹, Késsia Rita da Costa Marchi¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sergioikn@gmail.com, kessia@unipar.br Resumo.

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 14/2012

ESTUDO TÉCNICO N.º 14/2012 ESTUDO TÉCNICO N.º 14/2012 MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DO ARQUIVO EM FORMATO XML PARA IMPORTAÇÃO DOS DADOS DO REGISTRO MENSAL DE ATENDIMENTOS DOS CRAS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE

Leia mais

XHTML 1.0 DTDs e Validação

XHTML 1.0 DTDs e Validação XHTML 1.0 DTDs e Validação PRnet/2012 Ferramentas para Web Design 1 HTML 4.0 X XHTML 1.0 Quais são os três principais componentes ou instrumentos mais utilizados na internet? PRnet/2012 Ferramentas para

Leia mais

XML (extensible Markup Language)

XML (extensible Markup Language) Sumário 1. Introdução a Aplicações Não-Convencionais 2. Revisão de Modelagem Conceitual 3. BD Orientado a Objetos (BDOO) 4. BD Objeto-Relacional (BDOR) 5. BD Temporal (BDT) 6. BD Geográfico (BDG) 7. BD

Leia mais

Monday, January 23, 12. Introdução sobre Acessibilidade na web

Monday, January 23, 12. Introdução sobre Acessibilidade na web Introdução sobre Acessibilidade na web Acessibilidade na web é o consumo da informação por qualquer pessoa por qualquer tipo de meio de acesso. Para que serve a web? A web serve para compartilhar informação.

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com No início A Web é criada em 1989, para ser um padrão de publicação e distribuição de textos científicos e acadêmicos.

Leia mais

Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4

Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4 Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4 Guilherme Miranda Martins 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1 1 Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

ENGENHARIA DE USABILIDADE Unidade V Acessibilidade à Web. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com

ENGENHARIA DE USABILIDADE Unidade V Acessibilidade à Web. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Conteúdo Programático Conceitos e Importância Projeto e desenvolvimento de Web acessível Acessibilidade É o processo e as técnicas usadas para criar

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Técnicas Assistivas para Pessoas com Deficiência Visual

Técnicas Assistivas para Pessoas com Deficiência Visual Técnicas Assistivas para Pessoas com Deficiência Visual Aula 15 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE.

Leia mais

Acessibilidade na Web

Acessibilidade na Web Acessibilidade na Web Departamento de Computação - UFS Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Lucas Augusto Carvalho lucasamcc@dcomp.ufs.br Prof. Rogério Vídeo Custo ou Benefício? http://acessodigital.net/video.html

Leia mais

Acessibilidade no SIEP (Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica) Módulo de Acessibilidade Virtual CEFET Bento Gonçalves RS Maio 2008 ACESSIBILIDADE À WEB De acordo com Cifuentes (2000),

Leia mais

Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. 215 Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. www.governoeletronico.gov.br Recomendações de Acessibilidade para

Leia mais

Técnicas e processos de produção. Profº Ritielle Souza

Técnicas e processos de produção. Profº Ritielle Souza Técnicas e processos de produção Profº Ritielle Souza INTRODUÇÃO HTML Sigla em inglês para Hyper Text Markup Language, traduzindo daria algo como Linguagem para marcação de Hipertexto. E o que seria o

Leia mais

Tecnologia para Sistemas Inteligentes Apontamentos para as aulas sobre. Introdução à Representação e Processamento de Ontologias: Framework O3f

Tecnologia para Sistemas Inteligentes Apontamentos para as aulas sobre. Introdução à Representação e Processamento de Ontologias: Framework O3f Tecnologia para Sistemas Inteligentes Apontamentos para as aulas sobre Introdução à Representação e Processamento de Ontologias: Framework O3f Luís Miguel Botelho Departamento de Ciências e Tecnologias

Leia mais

Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG

Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG Adoniran Dias Ribeiro Andrade, Renato de Freitas Bulcão Neto Instituto de Informática Universidade Federal

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

1o. Seminário Gestão de Informação Jurídica em Espaços Digitais. Acessibilidade. Prof. José Antonio Borges NCE/UFRJ Fev / 2007

1o. Seminário Gestão de Informação Jurídica em Espaços Digitais. Acessibilidade. Prof. José Antonio Borges NCE/UFRJ Fev / 2007 1o. Seminário Gestão de Informação Jurídica em Espaços Digitais Acessibilidade Prof. José Antonio Borges NCE/UFRJ Fev / 2007 Entendendo o problema: Porque desenvolver sistemas que permitam o acesso a pessoas

Leia mais

UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB

UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB Alan Francisco de Souza¹, Claudete Werner¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil alanfsouza.afs@gmail.com,

Leia mais

Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT

Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT Maurício Covolan Rosito Gerente do Núcleo de Bento Gonçalves do projeto de Acessibilidade Virtual da RENAPI Everaldo Carniel Pesquisador

Leia mais

XML. 1. XML: Conceitos Básicos. 2. Aplicação XML: XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata XML

XML. 1. XML: Conceitos Básicos. 2. Aplicação XML: XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata XML 1 1. : Conceitos Básicos 2. Aplicação : XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata 2 é um acrônimo para EXtensible Markup Language é uma linguagem de marcação muito parecida com HTML foi designada para descrever

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores FORMANDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARA O ACESSO A INTERNET: O CURSO DE WEB DESIGN E A

Leia mais

MANUAL DOSVOX INTRODUÇÃO

MANUAL DOSVOX INTRODUÇÃO MANUAL DOSVOX INTRODUÇÃO O DOSVOX é um sistema para microcomputador da linha PC que se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando, o uso de computadores por deficientes visuais INICIANDO

Leia mais

Tecnologias de Informação voltadas para pessoas com deficiência visual

Tecnologias de Informação voltadas para pessoas com deficiência visual Tecnologias de Informação voltadas para pessoas com deficiência visual (Technologies of Information destined to peoples with visual deficiency) Daniela Ragazzi dos Santos 1 ; Sérgio Ricardo Borges 2 1

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO

A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Resumo: Dolores Follador Secretaria de Estado da Educação do Paraná e Faculdades Integradas do Brasil - Unibrasil doloresfollador@gmail.com

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes Desenvolvimento Web Introdução a XHTML Prof. Bruno Gomes 2014 Introdução HTML e XHTML Estrutura básica do documento DTDs Validação do documento Exercícios HTML e XHTML HTML (Hipertext Markup Language)

Leia mais

Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot.

Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot. Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot.com/ 2 Agenda Conceitos Acessibilidade Web Cenários Estudos de

Leia mais

A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL

A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL Manoel Theodoro Fagundes Cunha Sergio Scheer Universidade Federal do Paraná, Setor de Tecnologia, Centro de Estudos de Engenharia

Leia mais

RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias

RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias Darley Passarin 1, Parcilene Fernandes de Brito 1 1 Sistemas de Informação Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP/ULBRA) Palmas TO Brasil darley@centralrss.com.br,

Leia mais

Website desenvolvido como peça de apoio para uma proposta de campanha acessível para redes de restaurantes do segmento fast-food 1

Website desenvolvido como peça de apoio para uma proposta de campanha acessível para redes de restaurantes do segmento fast-food 1 Website desenvolvido como peça de apoio para uma proposta de campanha acessível para redes de restaurantes do segmento fast-food 1 Bianca Said SALIM 2 Lorran Coelho Ribeiro de FARIA 3 Pedro Martins GODOY

Leia mais

TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD

TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD Objetivos: Apresentar os principais problemas de acessibilidade na Internet. Apresentar as principais deficiências e as tecnologias de apoio.

Leia mais

2 Geração Dinâmica de Conteúdo e Templates de Composição

2 Geração Dinâmica de Conteúdo e Templates de Composição 2 Geração Dinâmica de Conteúdo e Templates de Composição Alguns dos aspectos mais importantes na arquitetura proposta nesta dissertação são: a geração dinâmica de conteúdo e a utilização de templates de

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Prefeitura de Guarulhos desenvolve o Guarux, sistema livre com foco educacional, profissional e em aplicativos acessíveis

Prefeitura de Guarulhos desenvolve o Guarux, sistema livre com foco educacional, profissional e em aplicativos acessíveis Prefeitura de Guarulhos desenvolve o Guarux, sistema livre com foco educacional, profissional e em aplicativos acessíveis Perfil Guarulhos é um dos 39 municípios da Grande São Paulo, região economicamente

Leia mais

Análise do formato semanal do AVEA Moodle utilizando o padrão WCAG 2.0 para alunos cegos

Análise do formato semanal do AVEA Moodle utilizando o padrão WCAG 2.0 para alunos cegos 10 Edição-2015 Análise do formato semanal do AVEA Moodle utilizando o padrão WCAG 2.0 para alunos cegos Eduardo Dalcin¹, Ana Cláudia Pavão Siluk² ¹Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha

Leia mais

Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED

Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED Índice Introdução... 1 Sobre a linguagem XML... 2 O que é XML (extensible Markup Language)?... 2 Características da Linguagem...3 Sobre o seu uso...

Leia mais

A importância da acessibilidade como mediadora da informação na internet para os deficientes visuais 1. Roberta Lucas SCATOLIM 2

A importância da acessibilidade como mediadora da informação na internet para os deficientes visuais 1. Roberta Lucas SCATOLIM 2 A importância da acessibilidade como mediadora da informação na internet para os deficientes visuais 1 Roberta Lucas SCATOLIM 2 RESUMO A Interação Humano - Computador permite a avaliação e solução de problemas

Leia mais

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r i t i l advanced Todos os direitos reservados à Constat. Uso autorizado mediante licenciamento Qualitor Porto Alegre RS Av. Ceará, 1652 São João 90240-512

Leia mais

AÇÕES DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS EUGÊNIA BELÉM CALAZANS COELHO

AÇÕES DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS EUGÊNIA BELÉM CALAZANS COELHO AÇÕES DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS EUGÊNIA BELÉM CALAZANS COELHO A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À INFORMAÇÃO EM SAÚDE: ACESSIBILIDADE DA BVS MS ÀS PESSOAS

Leia mais

INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULADE DE CIENCIAS ECONOMICAS VIANNA JUNIOR

INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULADE DE CIENCIAS ECONOMICAS VIANNA JUNIOR INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULADE DE CIENCIAS ECONOMICAS VIANNA JUNIOR WEB SEMÂNTICA: A nova internet que fará com que os computadores entendam a lógica humana. Lúcia Helena de Magalhães 1 Márcio Aarestrup

Leia mais

Interpretador AIML alimentado com tags HTML5

Interpretador AIML alimentado com tags HTML5 2º Congresso de Pesquisa Científica : Inovação, Ética e Sustentabilidade Interpretador AIML alimentado com tags HTML5 Rafael Luiz de Macedo (Ciência da Computação - UNIVEM - Marília/SP) Email: rafaelldemacedo@gmail.com

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP 2ª Edição Juliano Niederauer Novatec Copyright 2009, 2011 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 Alex de Andrade Catini¹, Tiago Piperno Bonetti¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil Alex.catini@gmail.com, bonetti@unipar.br Resumo:

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

Em que consiste o DOSVOX O programa é composto por:

Em que consiste o DOSVOX O programa é composto por: Projeto DOSVOX O que é o DOSVOX O DOSVOX é um sistema para microcomputadores que se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando, deste modo, o uso de computadores por deficientes visuais,

Leia mais

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Prnet/2013 Linguagem de Programação Web» Programas navegadores» Tipos de URL» Protocolos: HTTP, TCP/IP» Hipertextos (páginas WEB)» HTML, XHTML»

Leia mais

HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.).

HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.). HTML / JAVASCRIPT Estamos iniciando o estudo do HTML através das TAGS (comandos) para construir formulários. Isso facilitará a continuidade dos nossos estudos da linguagem de programação JavaScript, a

Leia mais

ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO

ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO Timóteo Moreira Tangarife, Cláudia Mont Alvão Laboratório de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces LEUI Programa

Leia mais

Uma ontologia para a representação do domínio de agricultura familiar na arquitetura AgroMobile. Roger Alves Prof. Me.

Uma ontologia para a representação do domínio de agricultura familiar na arquitetura AgroMobile. Roger Alves Prof. Me. Uma ontologia para a representação do domínio de agricultura familiar na arquitetura AgroMobile Roger Alves Prof. Me. Vinícius Maran O que é uma ontologia? Palavra vinda do grego, advinda da união entre

Leia mais

Inclusão digital de deficientes visuais através de Projeto Comunitário, Santana do Livramento (2013)

Inclusão digital de deficientes visuais através de Projeto Comunitário, Santana do Livramento (2013) Inclusão digital de deficientes visuais através de Projeto Comunitário, Santana do Livramento (2013) Eduardo Bueno Simões Pires 1, Aline da Cunha Simões Pires 2 1 Instituto de Informática Universidade

Leia mais

Criação e publicação de um dataset de dados interligados das edições passadas do Simpósio Brasileiro de Banco de Dados

Criação e publicação de um dataset de dados interligados das edições passadas do Simpósio Brasileiro de Banco de Dados U NIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA 2 0 1 2. 2 Criação e publicação de um dataset de dados interligados das edições passadas do Simpósio Brasileiro

Leia mais

CSS. Oficina de CSS Aula 10. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets Roteiro. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets W3C

CSS. Oficina de CSS Aula 10. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets Roteiro. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets W3C Roteiro Oficina de Aula 10 s Selos de conformidade Prof. Vinícius Costa de Souza www.inf inf.unisinos..unisinos.br/~vinicius outubro de 2006 W3C São um conjunto de normas, diretrizes, recomendações, notas

Leia mais

Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0

Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0 Oficina: ASES 2.0 Beta 6.0 André Luiz Andrade Rezende ¹ ¹Rede de Pesquisa e Inovação em Tecnologias Digitais (RENAPI) Doutorando em Educação e Contemporaneidade (UNEB) Estes slides são concedidos sob uma

Leia mais

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS FORMAS DE TROCA DE INFORMAÇÃO: EDI E XML

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS FORMAS DE TROCA DE INFORMAÇÃO: EDI E XML GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS FORMAS DE TROCA DE INFORMAÇÃO: EDI E XML Prof. Dr. Daniel Caetano 2016-1 Objetivos Compreender as diferentes tecnologias de troca de informação em uma Cadeia de Suprimentos

Leia mais

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB Ederson dos Santos Cordeiro de Oliveira 1,Tiago Bonetti Piperno 1, Ricardo Germano 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR- Brasil edersonlikers@gmail.com,

Leia mais

WEBDESIGN. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira

WEBDESIGN. Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira WEBDESIGN Professor: Paulo Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 1 CDI - Curso de Webdesign - Prof. Paulo Trentin Objetivos para esta aula Debater sobre

Leia mais

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Aula 1 Desenvolvimento Web Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Plano de Aula Ementa Avaliação Ementa Noções sobre Internet. HTML

Leia mais

Unidade 13: Acessibilidade de OA

Unidade 13: Acessibilidade de OA Autoria: Braga, Juliana Cristina; França, Roberta Kelly A. de; Ponchio, Rita A... Estamos na fase final do processo INTERA, é importante que as etapas onde se trabalham as qualidades técnicas e pedagógicas

Leia mais

SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS

SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS Aluno: Bruno Levy Fuks Orientador: Marcos da Silveira Introdução No Brasil, é evidente o pouco comprometimento da sociedade com o deficiente. Para se ter uma

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio

Leia mais

Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos

Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos PUC-Rio - Departamento de Informática Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos Rafael Diniz Matrícula: 1312398 5 de agosto de 2014 Sumário 1 Introdução 2 1.1 Propósito...........................................

Leia mais

OS RECURSOS COMPUTACIONAIS AUXILIANDO OS DEFICIENTES VISUAIS

OS RECURSOS COMPUTACIONAIS AUXILIANDO OS DEFICIENTES VISUAIS OS RECURSOS COMPUTACIONAIS AUXILIANDO OS DEFICIENTES VISUAIS 2011 Fabíola Magda Andrade Ventavoli Bacharel em Ciências da Computação, Licenciada em Matemática e Computação. Pós-graduada em Psicopedagogia

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Internet Internet é o conjunto de diversas redes de computadores que se comunicam entre si Internet não é sinônimo de WWW (World Wide

Leia mais

Revista Eletrônica da FANESE ISSN 2317-3769

Revista Eletrônica da FANESE ISSN 2317-3769 FRAMEWORK PARA TREINAMENTOS NA WEB BASEADO EM VÍDEO SOBRE DEMANDA Ícaro Carlos Andrade Costa 1 Igor Antônio Andrade Costa 2 Ricardo Ariel Correa Rabelo 3 Renata Azevedo Santos Carvalho 4 RESUMO A educação

Leia mais

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Gláucio Brandão de MATOS 1 ; Alisson RIBEIRO 2 ; Gabriel da SILVA 2 1 Ex-aluno do Curso Superior

Leia mais

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo Introdução Recursos de acessibilidade principais Navegação usando

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Web Design. Prof. Felippe

Web Design. Prof. Felippe Web Design Prof. Felippe 2015 Sobre a disciplina Fornecer ao aluno subsídios para o projeto e desenvolvimento de interfaces de sistemas Web eficientes, amigáveis e intuitivas. Conceitos fundamentais sobre

Leia mais

Agenda. Modelo de Domínio baseado em Ontologia para acesso à Informações de Segurança Pública. George Fragoso

Agenda. Modelo de Domínio baseado em Ontologia para acesso à Informações de Segurança Pública. George Fragoso Modelo de Domínio baseado em Ontologia para acesso à Informações de Segurança Pública George Fragoso Agenda Motivação Sistemas de Defesa Social Conceitos e Arquitetura de Ontologias Proposta de Mestrado

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio formado por acadêmicos

Leia mais

Introdução. http://www.youtube.com/watch?v=6gmp4nk0eoe

Introdução. http://www.youtube.com/watch?v=6gmp4nk0eoe Introdução http://www.youtube.com/watch?v=6gmp4nk0eoe Treinamento básico em software I Código HTML - Concebido por Tim Berners-Lee Berners-Lee atualmente mantém um blog que discute questões atuais sobre

Leia mais

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2014 FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETOS

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2014 FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETOS SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2014 FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETOS Formulário para submissão de projeto Dados do Projeto e do (a) Orientador (a) do Projeto Título do Projeto: Um aplicativo

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

Humano-Computador (IHC)

Humano-Computador (IHC) 1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza Acessibilidade: Uma questão de lei e direitos humanos 15/Mar/2010 Stephen Hawking um dos maiores

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br IntroduçãoàTecnologiaWeb TiposdeSites ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br TiposdeSites Índice 1 Sites... 2 2 Tipos de Sites... 2 a) Site

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web

Introdução à Tecnologia Web Introdução à Tecnologia Web JavaScript Sintaxe da Linguagem: Delimitadores e etc Profª MSc. Elizabete Munzlinger JavaScript Sintaxe da Linguagem Índice 1 SINTAXE DA LINGUAGEM... 2 1.1 Delimitadores de

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática 1 Este é o seu teste de avaliação de frequência. Leia as perguntas com atenção antes de responder. Escreva as suas respostas nesta folha de teste, marcando um círculo em volta da opção ou opções que considere

Leia mais

Interface BVS-Site. Arquiteturta e Personalização da Interface

Interface BVS-Site. Arquiteturta e Personalização da Interface Interface BVS-Site Arquiteturta e Personalização da Interface Julio Takayama takayama@bireme.ops-oms.org Desenho Gráfico e Interfaces DGI-GA BIREME/PAHO/WHO Tópicos Arquitetura da BVS Modelo de Interfaces

Leia mais

HTML Página 1. Índice

HTML Página 1. Índice PARTE - 1 HTML Página 1 Índice HTML A HISTÓRIA... 2 O COMEÇO E A INTEROPERABILIADE... 3 Primeira Página... 4 Entendendo seu código... 5 Abrindo o código fonte da sua página... 6 Comentários na página...

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

XML e Banco de Dados de Internet. Tópicos Especiais em Tecnologia da Informação Profa. Késsia R. C. Marchi

XML e Banco de Dados de Internet. Tópicos Especiais em Tecnologia da Informação Profa. Késsia R. C. Marchi XML e Banco de Dados de Internet Tópicos Especiais em Tecnologia da Informação Profa. Késsia R. C. Marchi Motivação Diversas aplicações Web utilizam Fontes de Dados (BD); Arquitetura Cliente-Servidor (2

Leia mais

INTRODUÇÃO Orientador: Turma 64:

INTRODUÇÃO Orientador: Turma 64: INTRODUÇÃO Orientador: Prof. Dr. Fernando Auil Turma 64: André Cavalcante dos Santos Bruno Croci de Oliveira Caio César Lemes Bastos Dan Shinkai Daniel Bissoli Moriera Daniel Pinheiro Barreto TEMA Conhecimento

Leia mais