ACESSIBILIDADE NO AMBIENTE WEB DE UNIVERSIDADES PÚBLICAS DE PERNAMBUCO

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1 Modalidade: Trabalho Completo ACESSIBILIDADE NO AMBIENTE WEB DE UNIVERSIDADES PÚBLICAS DE PERNAMBUCO Danielle Silva Gabriella Santos Gleice Kelly Oliveira Mariana Alves RESUMO O presente trabalho se propõe a oferecer um referencial teórico-cientifico sobre a acessibilidade e arquitetura da informação na Web através da análise de conteúdo dos sites governamentais da Universidade Federal de Pernambuco, Universidade Federal Rural de Pernambuco e da Universidade de Pernambuco. O termo acessibilidade significa incluir a pessoa com necessidades especiais nas atividades, aprendizagem, lazer, serviços e informações, quer estejam no ambiente digital ou não. A vantagem do uso da internet, disponível para a maior parte dos usuários, esbarram em problemas de acessibilidade para aqueles que possuem algum tipo de necessidade. A internet pode proporcionar esta inclusão, desde que usem as ferramentas disponíveis nos sites da web. Realizou-se uma pesquisa descritiva de observação empírica e analise de conteúdo nos sites governamentais das universidades citadas através das ferramentas HERA e accessmonitor. Espera-se com essa pesquisa, apresentar diretrizes para o desenvolvimento de sites acessíveis, visando à otimização do acesso a informação. Conclui-se que atividades de inclusão digital para os deficientes tem uma importância fundamental e percebe-se que os sites avaliados não são aderentes dos padrões de acessibilidade, criando impossibilidades do uso da informação por pessoas com necessidades especiais. Palavras-chave: Ambientes digitais. Acessibilidade. Arquitetura da Informação. Sites Governamentais. Recuperação da Informação. ABSTRACT This paper aims to provide a theoretical and scientific framework on accessibility and information architecture on the Web through content analysis of government websites of the Federal University of Pernambuco, Federal Rural University of Pernambuco and University of Pernambuco. The term accessibility means include the person with special needs in activities, learning, leisure, services and information, whether or not in the digital environment. The advantage of using the internet, available to most users run into accessibility problems for those who have some kind of need. The internet can provide this inclusion, since they use the tools available on the web sites. We conducted a descriptive survey of empirical observation and analysis of content in government websites of the universities cited by the HERA and AccessMonitor tools. It is hoped that this research provide guidelines for developing accessible sites, aiming to optimize the access to information. It is concluded that digital inclusion activities for the disabled is of fundamental importance and it is noticed that the assessed sites are not adherents of accessibility standards, creating impossibilities of information use by people with special needs. Keywords: digital environments. Accessibility. Information Architecture. Government sites. Information Retrieval. Grupo Temático nº 2: Produção, Comunicação e Uso da Informação. 1

2 1 INTRODUÇÃO O presente estudo tem por intuito oferecer um referencial científico sobre a acessibilidade de sites governamentais através da avaliação das páginas dos sites das três universidades públicas do estado de Pernambuco, a saber, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Universidade de Pernambuco (UPE) através das ferramentas de avaliação HERA e accessmonitor. Todos os sites são de ordem administrativa e tem a importante função de levar informação para estudantes, professores, pesquisadores e interessados de maneira geral em obter informações sobre essas instituições. A avaliação dos sites se limitou ao conteúdo da página principal. Além disto, pretende fazer um breve levantamento sobre acessibilidade, uma vez que nas últimas décadas, é um assunto bastante discutido, acerca da acessibilidade relacionada ao acesso à informação na literatura da área de Ciência da Informação e de áreas correlatas. Acreditamos que a disseminação da informação só será efetivada se o acesso estiver ao alcance de todos, ou seja, também relacionada à acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, uma vez que a nossa sociedade está sendo denominada a sociedade da informação e os deficientes visuais também devem ser integrados nesse contexto. Existe uma vasta gama de conceitos de informação, nessa pesquisa toma-se como base o conceito de Barreto (1996), uma vez que os deficientes visuais são agentes de informação. A informação é uma ferramenta de transformação do ser humano, para BARRETO, 1994, p. 3: [...] a informação, quando adequadamente assimilada, produz conhecimento, modifica o estoque mental de informações do indivíduo e traz benefícios ao seu desenvolvimento e ao desenvolvimento da sociedade em que ele vive. É nesse cenário onde o homem apropriou-se da tecnologia para controlar a informação, e hoje percebemos que a informação assumiu o significado da evolução humana, pois ela tornou-se o bem mais valioso. Os portadores de deficiências visuais vêm encontrando obstáculos no ambiente em rede, 2

3 causando em muitos até a possibilidade de exclusão social, pois na medida em que o volume de dados aumenta o valor da informação aumenta também acarretando para estes indivíduos uma desatualização do contexto atual. Cresceram exponencialmente também os desafios no âmbito da recuperação e disseminação dessa informação para aqueles que apresentam alguma deficiência. Inúmeras vezes eles encontram dificuldades no acesso à informação disponibilizada na internet, decorrente da não aderência dos sites aos padrões de acessibilidade. Sabemos que viabilizar acesso à informação para todos os indivíduos requer maiores investimentos, mas devido à grande utilização dos sites na internet a falta de acessibilidade é um problema a ser discutido, na medida em que a falta dessa acessibilidade impede os indivíduos com necessidades especiais de exercer suas atividades e seus direitos como cidadão. Quando falamos sobre a acessibilidade na internet estamos nos referindo a recomendações previstas pelo World Contente Acsessibility Guide (WCAG) do W3C, e no governo Brasileiro, sobre o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (e-mag). A legislação brasileira conceitua acessibilidade como a possibilidade e condição de alcance para utilização, com autonomia e segurança dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida (BRASIL, 2000). A arquitetura da informação também está no desenvolvimento de sistemas organizados, onde os usuários consigam encontrar as informações desejadas de maneira clara, o que implica diretamente na usabilidade e acessibilidade da informação, tema que também será abordado no decorrer do trabalho. 2 ACESSIBILIDADE: UM DIREITO DE TODOS O termo acessibilidade pode ser abordado sob diferentes perspectivas. De uma maneira geral pode-se afirmar que a acessibilidade é: [...] o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas, de disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos. (ACESSIBILIDADE BRASIL, [2013]). 3

4 É importante frisar que a acessibilidade, independente do seu foco, significa a capacidade de um produto ser acessível ao usuário, independe de suas limitações, assim como do seu contexto sociocultural e econômico. Nesse sentido a acessibilidade passa a ser entendida como sinônimo de aproximação, um meio de disponibilizar a cada usuário interfaces que respeitem suas necessidades e preferências (ABRA, 2012). O conceito de acessibilidade que abordaremos nesse trabalho diz respeito a acessibilidade em ambiente digital, e mais especificamente a democratização do acesso à informação e da integração dos usuários que possuam algum tipo de necessidade prevista pelas WCAG (Web Content Accessibility Guidelines, tradução Diretrizes Para a Acessibilidade do Conteúdo Web), do W3C (World Wide Web Consortium, quer dizer Comitê internacional que regula os assuntos ligados a Internet) e no nosso caso, o governo brasileiro sobre o e-mag, no que se refere aos mecanismos de navegação e de apresentação dos sites. No Brasil foi assinada em 19 de dezembro de 2000, pelo presidente da república, a lei que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, além de outras providências. Esse decreto estabeleceu um prazo de doze meses para que todos os sites e portais sobre a administração pública passassem por um processo de atualização, com a finalidade de que estivessem dentro dos padrões de acessibilidade para garantir o pleno acesso as informações. O governo brasileiro, inspirado nas diretrizes do W3C e juntamente com um comitê da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) desenvolveu um modelo de acessibilidade brasileira o emag para que o acesso dos sites e portais ocorresse de forma padronizada. O emag é o modelo institucional para a adoção de critérios para padronizar a disponibilização da informação social, e sua recomendação apresenta características básicas de preservação, acesso e uso da informação no ambiente web. Assim, surgiu o desafio de adaptação e administração dos sites em conformidade com as diretrizes de acessibilidade, a fim de obter a certificação de 4

5 acessibilidade e ao mesmo tempo, orientados a contemplação da usabilidade e a arquitetura da informação nos sites governamentais. 3 ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO Inúmeras são as definições para arquitetura da informação. Adotaremos o conceito de Lara Filho (2003, p.9) que afirma que: a arquitetura da informação não é uma técnica, não fornece receitas. Antes, ela é um conjunto de procedimentos metodológicos e sua aplicação não visa criar uma camisa de força no conjunto da informação de um site. [...] Cabe à arquitetura da informação balizar, sinalizar, indicar, sugerir, abrir possibilidades. A arquitetura da informação tem como objetivo unificar os sistemas de organização, pois para que se apresente dentro dos padrões já estabelecidos de acessibilidade, os seus termos devem estar bem indexados e os temas que as páginas abordam devem ser bem classificados, evitando assim a ambiguidade nos termos, com o intuito de uma busca e recuperação eficiente, visando otimizar o tempo do usuário a encontrar a informação desejada. Camargo (2004) descreveu arquitetura da informação como uma estrutura ou mapa de informação que permite aos usuários encontrar o que necessitam. A partir dessa definição entendemos que a arquitetura da informação envolve diretrizes que organizam de forma consistente os espaços de informação em ambiente web, permitindo assim uma navegabilidade de acordo com os princípios da usabilidade e da acessibilidade trazendo eficiência e eficácia na busca e recuperação da informação para a comunidade online. 4 METODOLOGIA A pesquisa com os sites governamentais escolhidos para amostra e análise de conteúdo foi realizada por meio da observação e avaliação de suas interfaces, no âmbito da operacionalização entre humano-computador e dos seus espaços disponibilizados em ambiente de virtual. Foram inseridos na pesquisa princípios norteadores de organização e comunicação, para contemplar o máximo possível os domínio de uma interface, dando ênfase aos de acessibilidade e arquitetura da 5

6 informação, no que tange a organização dos sistemas e as adequações dos suportes informacionais que os sites devem oferecer aos usuários. A pesquisa obedeceu duas etapas de avaliação de análise e resultados. A primeira etapa de avaliação de acessibilidade fez-se o uso de duas ferramentas de verificação de acessibilidade, a HERA e a accessmonitor. Essas ferramentas têm por objetivo fazer uma varredura no código HTML, segundo os critérios internacionais de acesso do W3C e no e-mag, e dessa verificação obtivemos dados que serviram de substrato a analise de conteúdo do site no que diz respeito à Prioridade 1 sobre os padrões de acessibilidade. A segunda etapa foi a pesquisa correspondente à observação e analise da arquitetura da informação dos sites. Nesta fase utilizamos as concepções norteadoras dos critérios de design da informação focando no humano, e buscamos responder a questões ligadas a demanda do usuário, frente a dificuldade de entendimento da organização, rotulação, navegação e busca da informação. 4.1 PRIMEIRA ETAPA: FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO DE ACESSIBILIDADE A avaliação de acessibilidade realizou-se por meio da utilização de duas ferramentas verificadoras de acessibilidade em websites. As ferramentas selecionadas foram pelo accessmonitor (http://www.acessilidade.gov.pt/acces smonitor/) e HERA (http://www.sidar.org/hera/index.php.pt), que são programadas para detectares erros no código HTML das páginas, fazendo uma análise de seu conteúdo baseados nos princípios de acessibilidade do W3C O AccessMonitor. De acordo com Fundação para a Ciência e a Tecnologia (2012) é uma ferramenta que: verifica a aplicação das diretrizes de acessibilidade no conteúdo HTML de um sítio web. O AccessMonitor usa como referência a versão 1.0 e 2.0 das Diretrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG ) do World Wide Web Consortium (W3C). O HERA, de acordo com SIDAR (2011) é uma ferramenta para Rever a acessibilidade das páginas Web de acordo com as recomendações das Diretrizes de Acessibilidade para o Conteúdo Web 1.0 (WCAG 1.0). O HERA efetua uma análise automática prévia 6

7 da página e disponibiliza informação dos erros encontrados (detectáveis de forma automática) e quais os pontos de verificação que devem ser revistos manualmente. Essas ferramentas fundamentam-se nos critérios do W3C, cujos erros e avisos estão classificados em Prioridades 1, Prioridade 2 e Prioridade 3. É importante esclarecer os detalhes acerca dessas três prioridades para que as informações disponíveis na web possam ser acessadas dentro dos padrões de acessibilidade. Abaixo, as definições sobre cada prioridade segundo uma ferreamente de avaliação DaSilva (http://www.dasilva.org.br/): Prioridade 1: Pontos que os criadores de conteúdo Web DEVEM satisfazer inteiramente. Se não o fizerem, um ou mais grupos de usuários FICARÃO IMPOSSIBILITADOS de acessar as informações contidas no documento. A satisfação desse tipo de pontos é um requisito básico para que determinados grupos possam acessar documentos disponíveis na Web. Prioridade 2: Pontos que os criadores de conteúdo na Web DEVERIAM satisfazer. Se não o fizerem, um ou mais grupos de usuários TERÃO DIFICULDADES em acessar as informações contidas no documento. A satisfação desse tipo de pontos promoverá a remoção de barreiras significativas ao acesso a documentos disponíveis na Web. Prioridade 3: Pontos que os criadores de conteúdo na Web PODEM SATISFAZER. Se não o fizerem, um ou mais grupos poderão se deparar com algumas dificuldades em acessar informações contidas nos documentos. A satisfação deste tipo de pontos irá melhorar o acesso a documentos armazenados na Web. Este trabalho terá como foco principal a Prioridade 1 sobre as páginas avaliadas, afim de analisar os critérios que realmente devem ser comtemplados, uma vez que essa prioridade é requisito básico para que todos tenham acesso a informação. 4.2 SEGUNDA ETAPA: AVALIAÇÃO DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO Entende-se por arquitetura da informação a forma em que estão organizados e estruturados os web sites, visando facilitar o acesso da informação existente nas páginas para os usuários. É, portanto, a partir dessas considerações que 7

8 selecionamos quatro critérios básicos que são levados em consideração na análise de um web site. De acordo com Rosenfeld e Morville (apud GONZATTO e COSTA, 2011, p. 162) as atividades principais da Arquitetura da Informação são: O projeto estrutural de ambientes de informação compartilhada; a organização, rotulagem, pesquisa e sistemas de navegação em sites da web e intranets; o suporte a usabilidade e encontrabilidade por meio do projeto de experiências e produtos de informação; e a incorporação de princípios do design e da arquitetura no espaço digital. Avaliou-se nessa etapa os critérios de organização geral dos sites escolhidos, visualizando o sistema de organização, o sistema de navegação, o sistema de rotulação e o sistema de busca. Os sistema de organização e navegação corresponde à maneira de navegar/ transitar pela página do site. Neste critério a página deve situar ao usuário sua localização para facilitar a obtenção da informação desejada. O sistema de rotulagem constitui a forma que a página está sendo representada pelos ícones e símbolos que auxiliem na identificação o conteúdo. Esse sistema deve falar por si de forma clara e direta pra o entendimento de todos. O sistema de busca está voltado diretamente a uma necessária rapidez e ao refinamento da resposta da busca realizada no site. Deve-se otimizar o tempo do usuário, evitando frustrações e desistências, uma vez que quando este sistema inexiste o usuário terá que navegar por todo site até encontra a informação desejada. É, portanto, a partir dessas considerações que as páginas governamentais a seguir serão analisadas. 5 ANÁLISE DOS SITES 5.1 CRITÉRIO DA ACESSIBILIDADE Para avaliação da acessibilidade utilizamos as páginas principais dos sites da UFPE (http://www.ufpe.br/ufpenova/), UFRPE (http://www.ufrpe.br/) e UPE (http://www.upe.br/portal/) nas ferramentas HERA e accessmonitor, cuja análise dos erros de Prioridade 1 encontram-se descritas a seguir. 8

9 5.1.1 AVALIAÇÃO HERA A página da UFPE apresentou 3 (três) erros de Prioridade 1, a saber: Há 11 imagens sem textos alternativos. Também há 8 imagens que contêm o atributo "alt" (utilizado em documentos HTML e XHTML para especificar um texto alternativo ou substituto que é renderizado quando o elemento HTML, ao qual ele é aplicado, não é renderizado). Recomenda-se - Verificar se os textos alternativos resultam adequados. Há 2 links que se ativam mediante scripts. Recomenda-se Certificarse de que as páginas são usáveis quando scripts, applets, ou outros objetos programáveis se encontram desativados ou não são suportados. Se isto não for possível, fornecer informação equivalente numa página alternativa acessível. Utilizam-se eventos dependentes do dispositivo e não existem eventos redundantes. Recomenda-se Fazer com que os elementos programáveis tais como scripts e applets sejam diretamente acessíveis ou compatíveis com tecnologias de apoio. A página da UFRPE apresentou apenas 1 (um) erro de Prioridade 1, a saber: Há 17 imagens sem textos alternativos. Também há 4 imagens que contêm o atributo "alt". Recomenda-se Verificar se os textos alternativos resultam adequados. A página da UPE também apresentou apenas 1 (um) erro de Prioridade 1, sendo o mesmo erro encontrado na página da UFRPE: Há 4 imagens sem textos alternativos. Também há 8 imagens que contêm o atributo "alt". Recomenda-se Verificar se os textos alternativos resultam adequados. 9

10 Podemos observar que o mesmo erro foi encontrado nas 3 (três) páginas avaliadas: a utilização de imagens sem texto relacionado. Este erro interfere principalmente na utilização da página por um usuário com deficiência visual, que mesmo utilizando programas especiais para leitura de páginas na web, não encontraria a imagem ou o seu significado no contexto da página. Como a página da UPE apresentou o menor número de ocorrências desse erro (apenas quatro imagens, comparada a onze no site da UFPE e dezessete no site da UFRPE) foi a mais bem avaliada pela ferramenta HERA, recebendo a avaliação mais negativa a página da UFPE, devido a maior incidência de erros AVALIAÇÃO ACCESSMONITOR A página da UFPE apresentou 3 (três) erros de Prioridade 1, a saber: Há 19 imagens em todo site sendo que 11 dessa imagem estão sem textos legenda ou textos alternativos. Também essas 11 imagens não contêm o atributo "alt". Recomenda-se Verificar essas imagens, pois quando contém esse atributo permite de várias formas, um leque variado de agentes de utilizados e capazes de passar a informação adequada ao seu utilizador. Há 7 elementos script no corpo da página que não tem o correspondente no script e os mesmos sem conteúdo alternativo. Recomenda-se Certificar que as páginas que não possuem conteúdo alternativo e o script seus conteúdos não ser utilizados em diversos suportes. Há 2 links que utilizam eventos que dependem do javascript, nos quais a URL desses links não indica um recurso na web mas, provavelmente, está a ser usada para ativar uma função em javascript. O conteúdo do atributo href dessa pagina devem apresentar links de recursos válidos, no qual se pode utilizar mesmo quando não se consegue executar os scripts. 10

11 saber: A página da UFRPE apresentou apenas 3 (três) erros de Prioridade 1, a Há 17 imagens sem textos alternativos e sem o atributo "alt". Recomenda-se - Verificar se os textos alternativos resultam adequados. Há 2 botões gráficos sem legenda. Recomenda-se - Verificar esse quesito para torna a informação acessível, e que os mesmos possam ser acessados de outras modalidades sensórias como: a auditiva e táctil, para contemplar as necessidades de que utiliza. Há 2 elementos script no corpo da página que não tem o correspondente no script e conteúdo alternativo, dificultando a utilização das informações em outros suportes. saber: A página da UPE também apresentou apenas 3 (três) erros de Prioridade 1, a Há dois iframe sem título que devem ser verificados, pois, o frame ou iframe (moldura), deve descrever os conteúdos de suas molduras para facilitar sua identificação. Há 14 elementos script no corpo da página que não tem o correspondente no script e os mesmos sem conteúdo alternativo dificultando a utilização dessa página em diversos suportes. Há 4 imagens sem textos alternativos e sem o atributo "alt". Recomenda-se - Verificar se os textos alternativos resultam adequados. A aviação do accessmonitor é uma ferreamente que quantifica o nível de acessibilidade alcançado pelos sites. Ele apresenta em uma escala de 1 a 10 a pratica da acessibilidade fundamentadas nos princípios do WCAG1,0 do W3C. 11

12 No caso da UFPE de maneira geral ele apresentou o seguinte índice: Fonte: No caso da UFRPE de maneira geral ele apresentou o seguinte índice: Fonte: índice: No caso da UPE de maneira geral ele apresentou o seguinte Fonte: Como das três páginas avaliadas pelo accessmonitor apresentaram o mesmo três erros no que diz respeito a Prioridade 1, decidimos então verificar qual dos três sites, por esse avaliador apresenta estar mais dentro das normas de acessibilidade. Verificamos que o site da UPE apresentou o menor número de ocorrências desse erro tanto pelo avaliador HERA como pelo accessmonitor. O resultado foi a página da UPE como a mais bem avaliada pela ferramenta HERA e pelo accessmonitor, 12

13 recebendo a avaliação mais negativa a página da UFPE, devido a maior incidência de erros apresentadas nas duas ferramentas de avaliação de acessibilidade. 5.2 CRITÉRIO DA ARQUITETURA Para avaliação da arquitetura foi feito um questionário, respondendo algumas perguntas básicas para chegar a um resultado. 1) Avaliação geral do site Os três sites (UPE, UFRPE e UFRPE) não apresentaram lentidão enquanto carregavam as informações. Apenas o site da UFPE apresentou problemas com as imagens que não são bem distribuídas e podem confundir o usuário. 2) Identificação e avaliação do sistema de organização Todos os sites possuem data em suas publicações e o menu é único e não possui ramificações. Os agrupamentos de informações em todos os sites são adequados, o melhor agrupamento é o do site da UFRPE que as cores do site não atrapalham na leitura visual do usuário, já o da UFPE gera um pouco de dificuldade pelo fato de ter um fundo preto onde se localiza o menu. Isso pode atrapalhar a visualização do usuário, pois as letras brancas (do menu) não estão em destaque. 3) Avaliação do sistema de Navegação Nos três sites é possível saber qual a sua localização perante o site completo, pois no canto superior direito tem o título da aba que você clicou, no entanto para voltar ao início nas páginas da UFRPE e UFPE tem o ícone de início que indica o início de cada página, já na UPE você tem subentender que clicando no emblema da universidade volta-se ao início da página. Para um usuário que não entende esse comando fica difícil essa especulação. Todos possuem itens do sistema de navegação embutido que são os logotipos das universidades, barra de navegação global e menu local. Já os itens do sistema de navegação remoto não estão sendo utilizados. 4) Avaliação do sistema de Rotulação 13

14 Os ícones e menus utilizados nos sites da UPE e UFRPE são adequados a estrutura do site, as imagens não atrapalham no entendimento do site e não dificultam na utilização do usuário. Já no site da UFPE existe muita imagem agrupada que pode confundir o usuário. O vocabulário se adequa ao usuário, pois não é de difícil entendimento e quem visita esses sites geralmente são estudantes das instituições ou que querem ingressar nelas. 5) Avaliação do Sistema de Busca Os três sites possuem a barra de busca, os sites da UFRPE e UPE realizam a busca no próprio site, exemplo: quando se coloca a palavra "vestibular" na busca, os sites recuperam todos os artigos (existentes no site) que tenham a palavra vestibular. Já o site da UFPE remete a página do Google e procura todas as notícias que estejam ligadas a ela (UFPE) e ao termo "vestibular". 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS O uso das regras de acessibilidade de informação no ambiente da web visa atender às pessoas que apresentam algum tipo de deficiência e otimizar o tempo de busca da informação para os usuários de uma maneira geral. Concluímos pela análise e perspectiva dos resultados que o quesito da acessibilidade ainda está em processo de desenvolvimento nos sites das instituições analisadas. Chegamos a essa pensamento a partir da observação empírica dos três websites, o que pode refletir que as Universidades Públicas de Pernambuco por meio dos seus sites, frente à ordenação legislativa estabelecida, em âmbito nacional pelas leis de acessibilidade e acesso a informação encontra-se, pois num nível de acessibilidade de médio a baixo. O que afeta diretamente a utilização por aqueles que apresentam algum tipo de necessidade especial. Visualizamos que a falta de acessibilidade ainda existe e está relacionada ao aspecto da usabilidade social, que tem como principal objetivo apresentar de forma acessível e com eficiência e eficácia as configurações no que diz respeito a alternativas de acesso a informação contidas no site. Um dos erros predominantes foi a ausência de descrição textual para elementos visuais e a opção de uma 14

15 alternativa como apelo auditivo. Além disso, os sites apesar de serem governamentais não estão em conformidade no quesito sobre acessibilidade pois apresentaram ainda erros no que diz respeito a prioridades fundamentais. Verifica-se a necessidade de que os desenvolvedores e administradores dos sites realizem uma atualização dos mesmos, pois a informação circulante neles é um direito de todos, principalmente para aqueles que pretendem ingressar no universo acadêmico e possuem algum tipo de necessidade especial. REFERÊNCIAS ABRA Associação Brasileira de Acessibilidade. Disponível em: <http://www.acessibilidade.org.br/> Acesso em 09 ago ACESSIBILIDADE Brasil. O que é acessibilidade? [2013]. Disponível em: <http://www.acessobrasil.org.br/index.php?itemid=45>. Acesso em: 09 ago BARRETO, A. A. A oferta e a demanda da informação: condições técnicas, econômicas e políticas. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n. 2, p , BRASIL. Lei nº , de 19 de dezembro de Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10101.htm>. Acesso em 10 ago CAMARGO, L. S. A.. Arquitetura da Informação para Biblioteca Digital Personalizável f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, DASILVA. O que é o DaSilva?. Disponível em: <http://www.dasilva.org.br/?itemid=10>. Acesso em 28 de jul SIDAR. O que é o HERA?. Disponível em <http://www.sidar.org/hera/index.php.pt>. Acesso em 28 de outubro de GONZATTO, R. F.; COSTA, K. C. Arquitetura de Informação sem Wireframe. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, v. 1, n. Especial, art. 12, p , LARA FILHO, D. O fio de Ariadne e a arquitetura da informação na WWW. DataGramaZero Revista de Ciência da Informação, v.4, n.6, dez Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez03/art_02.htm>. Acesso em 10 ago Ministério do Planejamento. ASES - Avaliador e Simulador de Acessibilidade de Sítios. Disponível em <http://governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e- 15

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