PADRÃO DAISY 3 ou NORMA ANSI/NISO Z SOLUÇÃO UNIVERSAL?

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PADRÃO DAISY 3 ou NORMA ANSI/NISO Z39.86-2002 SOLUÇÃO UNIVERSAL?"

Transcrição

1 PADRÃO DAISY 3 ou NORMA ANSI/NISO Z SOLUÇÃO UNIVERSAL? Ana Isabel B. B. Paraguay - Faculdade de Saúde Pública/USP - São Paulo Lêda Lúcia Spelta DATAPREV Rio de Janeiro - RJ Miriam Hitomi Simofusa - SERPRO Brasília - DF RESUMO: Este artigo resume e comenta a norma ANSI/NISO Z : (Especificações para o Livro Digital Falado), que é um padrão norte-americano, desenvolvido pela National Information Standards Organization (NISO), e aprovado pelo American National Standard Institute (ANSI). Esse padrão objetiva definir o formato e conteúdo do que constitui o Digital Talking Book (DTB), além de estabelecer parâmetros para ferramentas de leitura (playback) dos DTB. Um DTB ou LDF (Livro Digital Falado) é um conjunto de arquivos eletrônicos projetados para apresentar a informação ao usuário por meios alternativos (voz humana ou sintetizada, terminal braile ou com tipos/fontes ampliados) e de maneira a tornar materiais impressos acessíveis e navegáveis por pessoas com deficiência visual, dificuldades de manuseio ou leitura de publicações. A proposta deste artigo é que deve ser obrigatória uma análise cuidadosa das características da população-alvo, contexto e recursos, antes de se adotar este ou qualquer padrão como norma ou referência. 1. INTRODUÇÃO Um livro digital falado é um conjunto de arquivos eletrônicos preparados para apresentar a informação ao público-alvo por meio de meios alternativos, isto é, voz humana ou sintetizada, terminal braile ou de tipos/fontes ampliados. Quando estes arquivos são criados e compilados como DTB em conformidade com determinados padrões, tornam possível uma ampla variedade de funcionalidades. Estas habilitam os leitores com deficiência visual, de mobilidade ou cognitiva, a ler/manusear impressos, a acessar a informação de maneira flexível e eficiente, facilitando, por exemplo, que os usuários possam manusear a informação por meio de múltiplos sentidos (visão, audição). A importância do padrão ANSI/NISOZ39.86:2002, também conhecido como DAISY 3, deve-se ao fato deste padrão ser a referência para implementações cada vez mais comuns, de produção, troca ou uso de DTB, entre países com tradição de acessibilidade. A criação deste padrão foi impulsionada pelo Consórcio DAISY (Digital Accessible Information SYstem), lançado em 1996, na Suécia, por diversas bibliotecas internacionais de livros falados e em braile, que se outorgaram a missão de conduzir, mundialmente, o processo de criação e transição dos livros falados do meio analógico para o digital, em formatos acessíveis (Paraguay, Spelta e Simofusa, 2005). 2. MÉTODO O texto tomado como base para

2 este artigo é o da norma ANSI / NISO Z : Specifications for the Digital Talking Book. Os resultados descritos neste texto são um resumo da norma no que se refere a seus objetivos, tipos de arquivos que compõem um DTB e tipos de DTB normalizados. O item Discussão deste artigo apresenta uma proposta de sistematização, com a correspondência entre os tipos de DTB normalizados, as categorias de arquivos que são importantes em cada um deles e suas funcionalidades. Por fim, em Conclusões, são apresentadas diretrizes gerais, a partir desse esforço inicial de sistematização. 3. RESULTADOS Composição do DTB Os arquivos que compõem um DTB pertencem a 10 categorias, isto é: 1. "Package File" - é um arquivo XML que contém: a) um conjunto de metadados que descrevem o DTB; b) uma lista dos arquivos que compõem o DTB; c) a definição da ordem natural (default) de leitura do documento. 2. Textual Content File - um DTB pode conter parte ou todo o texto do documento como um arquivo XML. Isso permite que dispositivos adequadamente configurados possam soletrar palavras sob demanda, realizar pesquisas por palavras-chave e efetuar um refinamento progressivo da navegação. Mas o padrão não estabelece o nível de refinamento da codificação deste arquivo, o que significa que, na prática, estas funcionalidades podem não ser implementadas. Estes arquivos podem também ser acessados diretamente por terminais braile, sintetizadores de voz ou softwares de ampliação de texto. Há pelo menos um software norte-americano com capacidade de imprimir textos em braile americano grau II, a partir de arquivos textuais do DTB. Esperase que processos semelhantes sejam desenvolvidos para saída em voz sintetizada, terminal braile, e em tipos ampliados; 3. Arquivos de áudio (audio files) - um DTB pode incluir gravações do documento em voz humana ou sintetizada, codificadas nos formatos MPEG (.aac e.mp3), RIFFWAV (.wav); 4. Arquivos de imagens (image files) - além do texto e do áudio, os DTB podem incluir imagens codificadas nos formatos JPEG (.jpg), PNG (.png), ou SVG (.svg). Estas imagens podem ser apresentadas em dispositivos com saída visual; 5. Arquivos de sincronização (synchronization files) - para sincronizar os diferentes arquivos de um DTB, este padrão usa um subconjunto da Synchronized Multimedia Integration Language (SMIL) do W3C, que é uma aplicação XML. Os arquivos SMIL do DTB definem uma seqüência de eventos de mídia. Durante cada evento, são apresentados simultaneamente os elementos textuais e os seus clips de áudio correspondentes, bem como qualquer elemento visual adicional; 6. Arquivo de controle de navegação (navigation control file) - o sistema DTB suporta duas modalidades de navegação: global e local. A navegação global é a

3 movimentação pela estrutura do documento (capítulos, seções, subseções) e por outros pontos selecionados, tais como páginas, figuras ou notas. Esta navegação é efetuada através do arquivo Navigation Control file for XML applications (NCX). O NCX apresenta uma visão dinâmica da estrutura do documento, permitindo ao usuário movimentar-se nele em grandes passos, correspondentes as suas grandes divisões, ou em passos progressivamente menores, até o limite do detalhe do documento. Os elementos de texto, áudio e imagem apresentam ao usuário os títulos do documento; os links baseados nestes identificadores apontam para os locais correspondentes na apresentação SMIL. A navegação local, mais refinada, não é controlada pelo NCX, mas é habilitada pelo arquivo de texto (textual content file), ou do(s) arquivo(s) de sincronização (SMIL file), ou por meio de um mecanismo baseado no tempo da apresentação de áudio, dependendo do documento e do dispositivo de apresentação. 7. Arquivo de marcadores e destaques (Bookmark/Highlight File) - o padrão Daisy 3 suporta o uso de marcadores e destaques estabelecidos pelo usuário, aos quais podem ser aplicadas notas de texto e de áudio; 8. Arquivo de Recursos ( Resource File ) - este arquivo contém ou [?] referencia diversos segmentos de texto, áudio clips e/ou imagens que fornecem representações alternativas da informação sobre a navegação; por exemplo, feedback sobre a localização atual do usuário no documento. Este recurso visa suprir as informações que são normalmente apresentadas por características tipográficas, de estruturação do conteúdo, em qualquer impresso; 9. Distribution Information File - dado o grande tamanho dos arquivos de áudio, mesmo quando fortemente comprimidos, é esperado que publicações grandes ocupem várias unidades de mídia. Este arquivo mapeia a localização de cada arquivo SMIL numa unidade de media específica; por exemplo, disco 1 de 3. Quando, por exemplo, diversos livros são distribuídos na mesma unidade de media, este arquivo guarda informações sobre cada livro, para serem apresentadas ao leitor; 10. Estilos de Apresentação (Presentation Styles) - a apresentação de um DTB por diversos meios de comunicação pode ser controlada pelo uso opcional de folhas de estilo. Tipos de DTB Os livros digitais falados produzidos em conformidade com o padrão DAISY 3 pertencem a seis tipos, que representam as proporções em que estão presentes seis arquivos-chave (categorias 2 a 7 do capítulo anterior). Porém, em todos os tipos de DTB, está presente o arquivo da categoria 1 (package file), que informa o tipo do DTB no atributo dtb:multimediatype. O valor deste atributo para cada tipo de arquivo aparece entre parênteses no resumo abaixo. 1. Somente Áudio (audioonly) o conteúdo integral do documento apresenta-se em voz gravada. O DTB não tem

4 nenhuma estrutura. O arquivo de navegação (NCX) contém apenas o título do livro e um ponteiro para o primeiro arquivo de sincronização (SMIL). Os arquivos SMIL contém apenas elementos áudio em seqüência. Este tipo de DTB será representado primordialmente pelo legado de títulos transferidos do formato analógico para o digital. É impossível para o leitor navegar diretamente para pontos específicos dentro do DTB. 2. Áudio com Estrutura (audioncx) - o conteúdo integral do documento apresenta-se em voz gravada. O arquivo NCX contém links para os elementos estruturais do livro e pode conter links para características tais como números de páginas, narrações de notas de rodapé, etc. Os arquivos SMIL contém apenas elementos áudio em seqüência. O leitor pode navegar diretamente apenas para itens incluídos no arquivo NCX. 3. Áudio com Estrutura e Texto Parcial (audioparttext) - o conteúdo total ou parcial do documento está presente em voz gravada. O arquivo NCX contém links para os elementos estruturais do livro e pode conter links para características tais como números de páginas, narrações de notas de rodapé. Além disso, parte do documento está presente como um arquivo textual. Os segmentos incluídos neste arquivo devem ser escolhidos levando-se em conta: a) a pesquisa por palavras-chave; b) a soletração; c) o acesso direto ao texto (por ex., nos glossários); d) a performance da voz sintetizada, quando é equivalente à voz humana gravada (por ex., nos índices remissivos). As imagens podem também ser incluídas. O leitor pode navegar diretamente para itens do arquivo NCX, ou para itens identificados dentro do arquivo de texto. As versões textuais dos segmentos, quando presentes, são sincronizadas com o áudio e com as imagens correspondentes, através dos arquivos SMIL. Nos demais segmentos os arquivos SMIL contém apenas elementos áudio em seqüência. 4. Áudio com Estrutura e Texto Completo (audiofulltext) - o conteúdo total do documento é apresentado em voz gravada. O arquivo NCX contém links para os elementos estruturais do livro e pode conter links para características tais como números de páginas, narrações de notas de rodapé, etc. O texto integral do documento está presente como um arquivo textual. As imagens também podem ser incluídas. Texto, áudio e imagens são sincronizados nos arquivos SMIL. O leitor pode navegar diretamente para itens do arquivo NCX, ou para itens identificados dentro do arquivo de texto. 5. Texto Completo com Estrutura e Áudio Parcial (textpartaudio) o conteúdo integral do documento apresenta-se como arquivo de texto e somente parte do documento é apresentada em voz gravada. As imagens podem também ser incluídas. O arquivo NCX contém links para os elementos estruturais do livro e pode conter links para características tais como números de páginas, narrações de notas de rodapé, etc. O usuário pode

5 navegar diretamente para itens do arquivo NCX ou para itens identificados dentro do arquivo de texto. Versões textuais de um segmento, quando presentes, são sincronizadas com o texto e as imagens correspondentes nos arquivos SMIL. Nos demais segmentos os arquivos SMIL contém elementos de texto em seqüência, com as respectivas imagens sincronizadas, se houver. 6. Texto Completo com Estrutura mas sem Áudio (textncx) - o conteúdo integral do documento está presente como um arquivo de texto. O arquivo NCX contém links para os elementos estruturais da publicação e pode conter links para características tais como números de páginas, narrações de notas de rodapé, etc. O usuário pode navegar diretamente para itens do arquivo NCX, ou para itens identificados dentro do arquivo de texto. Imagens também podem ser incluídas. Não há arquivos de áudio. 4. DISCUSSÃO: SISTEMATIZAÇÃO INICIAL DAS INFORMAÇÕES Propõe-se a seguir uma sistematização inicial, visando caracterizar os atributos deste padrão. Tabela 1. Funcionalidade dos arquivos-chave em cada tipo de DTB, cf. a descrição das categorias de arquivos,para os tipos de DTB. Fonte: ANSI/NISO Z39.86:2002. Tipo de DTB Conteúdo Texto Áudio Imagem Sincro Navegar Marcar 1 - audioonly N S N N N N 2 audioncx N S N N S N 3- audioparttext S S S S S N 4 - audiofulltext S S S S S S 5 - textpartaudio S S S S S S 6 - textncx S N S S S S Legenda: N = não; S = sim Tabela 2. Funcionalidades disponíveis em cada tipo de DTB, conforme a descrição destas funcionalidades e para os tipos de DTB. Fonte: ANSI/NISOZ39.86:2002. Tipo de DTB Apresen a) b) c) d) e) Conteúdo tação Navega Marca Pesquisa Soletra Cont 1 - audioonly N N N N N N 2 audioncx N Parcial N N N Parcial 3- audioparttext Parcial Parcial Parcial Parcial Parcial Parcial 4 - audiofulltext S S S S S S 5 - textpartaudio Parcial S S S S S 6 - textncx Parcial S S S S S Legenda: N = não; S = sim; P = Parcial. Nota: Apresentação indica a possibilidade de apresentação em meios alternativos. As duas tabelas acima ilustram que quando se menciona o padrão

6 DAISY 3 ou a norma Z.39, referese a uma grande diversidade de tipos de documentos, que incluem desde aqueles constituídos unicamente por arquivos áudio e sem nenhum texto, até documentos de texto e sem áudio; desde documentos praticamente sem estrutura, até documentos que possuem uma estrutura com vários recursos, projetada para ser customizada e, portanto, funcional, para determinado usuário. A norma Z.39 - ou padrão DAISY 3 define os formatos e conteúdo de um conjunto de arquivos eletrônicos que constituem um DTB, e estabelece um elenco definido de requisitos para dispositivos tocadores de DTB (players). O padrão DAISY 3 utiliza especificações tanto conhecidas como novas. Um outro aspecto também explicitado na norma e igualmente vital, é que os produtores de sistemas de DTB ou quaisquer de seus componentes são diretamente responsáveis por obter as licenças apropriadas para toda e qualquer tecnologia utilizada, prevista pelo padrão ou norma. Assim, pode haver patentes que se apliquem e que são desconhecidas pelos proponentes da norma. A responsabilidade será sempre do desenvolvedor ou produtor, em garantir que sua implementação é legal e não fere nenhum direito. Por fim, reitera-se aqui o que a própria norma já o faz: há informações técnicas imprescindíveis, embora não normativas, que servem de apoio e referência a este padrão, produzidas tanto pelo Consórcio DAISY, sobre Player Features - Playback Device Features List, como geradas pela WAI - Web Accessibility Initiative (2005), do W3C - Worldwide Web Consortium. Nesta data, essa documentação complementar inclui as seguintes diretrizes: - WCAG (Web Content Accessibility Guidelines); - ATAG (Authoring Tool Accessibility Guidelines); - UAAG (User Agent Accessibility Guidelines). 5. CONCLUSÕES Como em qualquer projeto ou análise, para se avaliar, criticar, adotar ou desprezar este ou outro padrão, é necessário: - Conhecer o próprio padrão ou norma: seu histórico, proposta, funcionalidades, requisitos, vantagens, limitações; - Conhecer as especificações técnicas envolvidas, desde a geração de documentos nesse padrão até sua apresentação para o usuário final; - Conhecer os dispositivos e softwares de apresentação nesse padrão, que já existem (ou não) à disposição do usuário final; - Conhecer os softwares envolvidos na produção, validação e conversão para esse padrão, que já existem (ou não) à disposição dos produtores; - Conhecer as características e necessidades da população-alvo, bem como o contexto e os recursos com os quais se pretende adotar o padrão; - Ter clareza dos objetivos que se deseja alcançar, com a adoção integral ou parcial deste ou qualquer outro padrão.

7 6. REFERÊNCIAS ANSI/NISO Z Acesso em 28/05/2005. Disponível em sources/z html DAISY - The DAISY Consortium. Disponível em DTBook Theory - Theory behind the DTBook. Disponível em /specifications/theory/dtbook OEBF - The Open ebook Forum Publication Structure. Disponível em Paraguay AIBB, Spelta LL, Simofusa MH. DTB (Digital Talking Book), LDF (Livros Digitais Falados), DAISY (Digital Accessible Information SYstem) ou Livros Digitais DAISY - Uma (outra) maneira acessível de se ler. Anais ATIID Disponíveis em WAI Web Accessibility Initiative. W3C. Disponível em: Importante: Autorizada a reprodução, divulgação ou citação, em qualquer meio, eletrônico ou impresso, desde que explicitados o título, a autoria e a fonte: sítio ATIID - disponível em

Adaptação de materiais digitais. Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com

Adaptação de materiais digitais. Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com Adaptação de materiais digitais Manuela Francisco manuela.amado@gmail.com Plano da sessão Tópicos Duração Documentos acessíveis: porquê e para quem. Diretrizes de acessibilidade Navegabilidade, legibilidade

Leia mais

Acessibilidade na Web

Acessibilidade na Web Acessibilidade na Web Departamento de Computação - UFS Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Lucas Augusto Carvalho lucasamcc@dcomp.ufs.br Prof. Rogério Vídeo Custo ou Benefício? http://acessodigital.net/video.html

Leia mais

ENGENHARIA DE USABILIDADE Unidade V Acessibilidade à Web. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com

ENGENHARIA DE USABILIDADE Unidade V Acessibilidade à Web. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Conteúdo Programático Conceitos e Importância Projeto e desenvolvimento de Web acessível Acessibilidade É o processo e as técnicas usadas para criar

Leia mais

ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO

ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO Timóteo Moreira Tangarife, Cláudia Mont Alvão Laboratório de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces LEUI Programa

Leia mais

Deficiências. Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla. Tem dificuldade para:

Deficiências. Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla. Tem dificuldade para: Deficiências Deficiência Física Deficiência Auditiva Deficiência Visual Deficiência Mental Deficiência Múltipla Tem dificuldade para: ver a tela usar o mouse usar o teclado ler um texto ouvir um som navegar

Leia mais

Interface BVS-Site. Arquiteturta e Personalização da Interface

Interface BVS-Site. Arquiteturta e Personalização da Interface Interface BVS-Site Arquiteturta e Personalização da Interface Julio Takayama takayama@bireme.ops-oms.org Desenho Gráfico e Interfaces DGI-GA BIREME/PAHO/WHO Tópicos Arquitetura da BVS Modelo de Interfaces

Leia mais

O Braile é digital binário em 6 bits

O Braile é digital binário em 6 bits 1. Breve história do livro acessível BRAILE: Louis Braille (1809 1852) Institut Royal de Jeune Avegles de Paris Valentin Haüy, Charles Barbier E a música Braile. O Braile é digital binário em 6 bits 1.

Leia mais

TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD

TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD TECNOLOGIAS WEB AULA 8 PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO @RIBEIRORD Objetivos: Apresentar os principais problemas de acessibilidade na Internet. Apresentar as principais deficiências e as tecnologias de apoio.

Leia mais

Manual do Painel Administrativo

Manual do Painel Administrativo Manual do Painel Administrativo versão 1.0 Autores César A Miggiolaro Marcos J Lazarin Índice Índice... 2 Figuras... 3 Inicio... 5 Funcionalidades... 7 Analytics... 9 Cidades... 9 Conteúdo... 10 Referência...

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0

DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 Índice 1 - Objetivo 2 - Descrição do ambiente 2.1. Tecnologias utilizadas 2.2. Estrutura de pastas 2.3. Bibliotecas já incluídas 3 - Características gerais 4 - Criando

Leia mais

Passo-a-Passo Curso do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas para Editor-Gerente

Passo-a-Passo Curso do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas para Editor-Gerente Passo-a-Passo Curso do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas para Editor-Gerente Versão do OJS/SEER 2.3.4 Universidade Federal de Goiás Sistema de Bibliotecas da UFG (SiBi) Gerência de Informação

Leia mais

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopa sdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcv bnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyui LITERACIAS

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopa sdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcv bnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyui LITERACIAS qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopa sdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcv bnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyui LITERACIAS opasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklz COMPETÊNCIAS EM LITERACIAS xcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwert

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido O Microsoft Word 2013 parece diferente das versões anteriores, por isso criamos este guia para ajudar você a minimizar a curva de aprendizado. Barra de Ferramentas de Acesso Rápido

Leia mais

Do SNA-PJPB deve resultar a descrição do funcionamento de cada processo de trabalho habilitando seus executores para o desempenho das suas atividades.

Do SNA-PJPB deve resultar a descrição do funcionamento de cada processo de trabalho habilitando seus executores para o desempenho das suas atividades. Código: DIR-PJPB-001 Versão: 01 Data de Aprovação: 28/03/2010 Elaborado por: Secretaria de Gestão Estratégica Aprovado por: Presidente do TJPB 1 Objetivo Definir a organização, a apresentação e o ciclo

Leia mais

INSERIR DOCUMENTOS DE MIDÍAS (imagem, vídeos, planilhas, textos, etc...)

INSERIR DOCUMENTOS DE MIDÍAS (imagem, vídeos, planilhas, textos, etc...) INSERIR DOCUMENTOS DE MIDÍAS (imagem, vídeos, planilhas, textos, etc...) Dependendo do tipo de arquivo a ser inserido, o a tela pode ser diferente. Ex. 1 Ex. 2 Vamos falar primeiro do exemplo 1. Ao clicar

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB

IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB Isadora dos Santos Rodrigues, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil isadora.santosrodrigues@hotmail.com, bonetti@unipar.br

Leia mais

Humano-Computador (IHC)

Humano-Computador (IHC) 1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza Acessibilidade: Uma questão de lei e direitos humanos 15/Mar/2010 Stephen Hawking um dos maiores

Leia mais

Pesquisa e organização de informação

Pesquisa e organização de informação Pesquisa e organização de informação Capítulo 3 A capacidade e a variedade de dispositivos de armazenamento que qualquer computador atual possui, tornam a pesquisa de informação um desafio cada vez maior

Leia mais

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais.

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Tales Henrique José MOREIRA 1 ; Gabriel da SILVA 2 ; 1 Estudante de Tecnologia em Sistemas para

Leia mais

Glossários em Moodle (1.6.5+)

Glossários em Moodle (1.6.5+) Glossários em Moodle (1.6.5+) Athail Rangel Pulino 2 Ficha Técnica Título Glossários em Moodle Autor Athail Rangel Pulino Filho Copyright Creative Commons Edição Agosto 2007 Glossários em Moodle 3 Índice

Leia mais

O que você deverá saber. Ao final do estudo do Tópico 3 você deverá:

O que você deverá saber. Ao final do estudo do Tópico 3 você deverá: Tópico 3 Relatórios Técnico-científicos n. O que você deverá saber Ao final do estudo do Tópico 3 você deverá: - saber identificar os elementos que compõem a estrutura de um relatório técnico-científico;

Leia mais

PADRÕES DE FORMATOS DE DOCUMENTOS DIGITAIS ADOTADOS PELO ARQUIVO PERMANENTE DO SISTEMA DE ARQUIVOS DA UNICAMP PARA PRESERVAÇÃO E ACESSO

PADRÕES DE FORMATOS DE DOCUMENTOS DIGITAIS ADOTADOS PELO ARQUIVO PERMANENTE DO SISTEMA DE ARQUIVOS DA UNICAMP PARA PRESERVAÇÃO E ACESSO PADRÕES DE FORMATOS DE DOCUMENTOS DIGITAIS ADOTADOS PELO ARQUIVO PERMANENTE DO SISTEMA DE ARQUIVOS DA UNICAMP PARA PRESERVAÇÃO E ACESSO Andressa Cristiani Piconi Humberto Celeste Innarelli Arquivo Central

Leia mais

Alvaiázere INFOACESSIBILIDADE. Plano Local de Promoção da Acessibilidade do Município de Alvaiázere FASE II - PLANO DAS CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE

Alvaiázere INFOACESSIBILIDADE. Plano Local de Promoção da Acessibilidade do Município de Alvaiázere FASE II - PLANO DAS CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE Alvaiázere Plano Local de Promoção da Acessibilidade do Município de Alvaiázere INFOACESSIBILIDADE 8 284 8.1. WEB Depois de avaliada a acessibilidade do site da responsabilidade da Câmara Municipal de

Leia mais

5 Diretrizes e recomendações para promover a acessibilidade web

5 Diretrizes e recomendações para promover a acessibilidade web Diretrizes e recomendações para promover a acessibilidade web 171 5 Diretrizes e recomendações para promover a acessibilidade web Atualmente existem vários documentos internacionais que propõem regras,

Leia mais

A importância dos padrões para a WEB e o ASA. Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli

A importância dos padrões para a WEB e o ASA. Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli A importância dos padrões para a WEB e o ASA Palestrante: Heitor de Souza Ganzeli Agenda INTRODUÇÃO FUNCIONAMENTO MOTIVAÇÃO SISTEMA Siga os padrões Internet e Dê ASAs a seu site Castro no site: http://asa.nic.br

Leia mais

Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT

Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT Maurício Covolan Rosito Gerente do Núcleo de Bento Gonçalves do projeto de Acessibilidade Virtual da RENAPI Everaldo Carniel Pesquisador

Leia mais

Projeto Inclusivo de Sítios: Por quê? Para quem?

Projeto Inclusivo de Sítios: Por quê? Para quem? 1 Projeto Inclusivo de Sítios: Por quê? Para quem? 05/2008 Ana Isabel Bruzzi Bezerra Paraguay Faculdade de Saúde Pública / USP anaparaguay@gmail.com Miriam Hitomi Simofusa SERPRO - miriamhs@gmail.com Augusto

Leia mais

Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. 215 Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. www.governoeletronico.gov.br Recomendações de Acessibilidade para

Leia mais

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com III Jornada Latinoamericana e do Caribe do gvsig Artigo: Integração do software i3geo com o gvsig Autor: Edmar Moretti Resumo: O i3geo é um software para a criação de mapas interativos para internet qu

Leia mais

Proposta de trabalho para produção do website do Programa Café Colombo. Walmar Andrade atendimento@fatorw.com (81) 9922-7168

Proposta de trabalho para produção do website do Programa Café Colombo. Walmar Andrade atendimento@fatorw.com (81) 9922-7168 Proposta de trabalho para produção do website do Programa Café Colombo Walmar Andrade atendimento@fatorw.com (81) 9922-7168 01. Apresentação Fator W é a marca fantasia através da qual o desenvolvedor web

Leia mais

NOVAS MÍDIAS DIGITAIS - AULA 01 - APRESENTAÇÃO

NOVAS MÍDIAS DIGITAIS - AULA 01 - APRESENTAÇÃO NOVAS MÍDIAS DIGITAIS - AULA 01 - APRESENTAÇÃO O QUE É MÍDIA DIGITAL? É conjunto de meios de comunicação baseados em tecnologia digital, permitindo a distribuição de informação na forma escrita, sonora

Leia mais

OFICINA USO DO I3GEO. Levindo Cardoso Medeiros. levindocm@gmail.com

OFICINA USO DO I3GEO. Levindo Cardoso Medeiros. levindocm@gmail.com OFICINA USO DO I3GEO Levindo Cardoso Medeiros levindocm@gmail.com ESTRUTURA INTRODUÇÃO UTILIZANDO O I3GEO Aprendendo a navegar pelo I3Geo Propriedades do mapa ADICIONANDO E MANIPULANDO CAMADAS Adicionando

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo Introdução Recursos de acessibilidade principais Navegação usando

Leia mais

Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015

Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias. (I7.1) Utilização do computador e/ou dispositivos eletrónicos similares em segurança. (I7.2) 1. Compreender a evolução das tecnologias de informação

Leia mais

Introdução Padrões OGC Instalação Configuração Formatos de Saída Aplicação AGENDA

Introdução Padrões OGC Instalação Configuração Formatos de Saída Aplicação AGENDA Introdução ao Introdução Padrões OGC Instalação Configuração Formatos de Saída Aplicação AGENDA INTRODUÇÃO GeoServer GeoTools INTRODUÇÃO GeoServer Servidor de informação geoespacial OGC; Utilizado para

Leia mais

ABNT NBR 15287 NORMA BRASILEIRA. Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação

ABNT NBR 15287 NORMA BRASILEIRA. Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15287 Primeira edição 30.12.2005 Válida a partir de 30.01.2006 Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação Information and documentation Research project Presentation

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação 7.º Ano

Tecnologias da Informação e Comunicação 7.º Ano ESCOLA SECUNDÁRIA/3 DA RAÍNHA SANTA ISABEL, ESTREMOZ Tecnologias da Informação e Comunicação 7.º Ano Planificação Anual Ano letivo 2015/2016 Professora: Maria dos Anjos Pataca Rosado Domínio: Informação

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA ANEXO da Norma 004/2008 CCQ Rev 1, 28/09/2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE QUÍMICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM QUÍMICA Salvador 2009 2 1 Objetivo Estabelecer parâmetros para a apresentação gráfica

Leia mais

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010 Oficina de Multimédia B ESEQ 12º i 2009/2010 Conceitos gerais Multimédia Hipertexto Hipermédia Texto Tipografia Vídeo Áudio Animação Interface Interacção Multimédia: É uma tecnologia digital de comunicação,

Leia mais

Especificações Técnicas

Especificações Técnicas 1. INTRODUÇÃO 1.1. Este documento tem por objetivo orientar a utilização dos recursos tecnológicos para o desenvolvimento dos cursos que serão disponibilizados via intranet ou internet no portal da Universidade

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL

FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL Sejam bem vindos! As Faculdades Integradas do Brasil reafirmam no início desse semestre letivo, o seu compromisso divulgado no Projeto Pedagógico Institucional (PPI), com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS. Prof. M.Sc.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS. Prof. M.Sc. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS Microsoft Office PowerPoint 2007 Prof. M.Sc. Fábio Hipólito Julho / 2009 Visite o site:

Leia mais

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO 1 Modelo de Artigo de periódico baseado na NBR 6022, 2003. Título do artigo, centralizado. COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO Andersown Becher Paes de Barros * Ideraldo Bonafé ** RESUMO Este trabalho apresenta

Leia mais

CSS. Oficina de CSS Aula 10. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets Roteiro. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets W3C

CSS. Oficina de CSS Aula 10. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets Roteiro. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets W3C Roteiro Oficina de Aula 10 s Selos de conformidade Prof. Vinícius Costa de Souza www.inf inf.unisinos..unisinos.br/~vinicius outubro de 2006 W3C São um conjunto de normas, diretrizes, recomendações, notas

Leia mais

Existem 109 questões nesta pesquisa

Existem 109 questões nesta pesquisa FASE 2: ANÁLISE DO WEBSITE INSTRUÇÕES Leia atentamente todas as questões Explore o website em avaliação, procurando pelas questões propostas Depois, responda cada questão Algumas questões precisam de informações

Leia mais

Scientific Electronic Library Online Sistema SciELO de Publicação Guia do usuário

Scientific Electronic Library Online Sistema SciELO de Publicação Guia do usuário Scientific Electronic Library Online Sistema SciELO de Publicação Guia do usuário São Paulo, junho de 2007 1º Versão SUMÁRIO 1 Introdução... 3 2 Autor... 5 2.1 Cadastro no sistema (http://submission.scielo.br),

Leia mais

Versão 3.2. 1. Apresentação. Parte I. Vivaldo Armelin Júnior

Versão 3.2. 1. Apresentação. Parte I. Vivaldo Armelin Júnior Versão 3.2 2010 1. Apresentação Parte I Vivaldo Armelin Júnior Esta é a janela principal do BrOffice Impress. Um programa para edição de apresentações, que é livre, seu código é aberto e ainda... grátis.

Leia mais

Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos

Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos PUC-Rio - Departamento de Informática Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos Rafael Diniz Matrícula: 1312398 5 de agosto de 2014 Sumário 1 Introdução 2 1.1 Propósito...........................................

Leia mais

PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Compra Direta - Guia do Fornecedor PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Página As informações contidas neste documento, incluindo quaisquer URLs e outras possíveis referências a web sites, estão sujeitas

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO. REVISTA DiCA!

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO. REVISTA DiCA! CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO REVISTA DiCA! Biblioteca - FAAG Tel. (14) 3262-9400 Ramal: 417 Email: biblioteca@faag.com.br http://www.faag.com.br/faculdade/biblioteca.php

Leia mais

Sistemas Operacionais. Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br. Gerência de Arquivos

Sistemas Operacionais. Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br. Gerência de Arquivos Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Gerência de Arquivos Gerência de Arquivos Um sistema operacional tem por finalidade permitir que o usuários do computador executem aplicações,

Leia mais

Acessibilidade no SIEP (Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica) Módulo de Acessibilidade Virtual CEFET Bento Gonçalves RS Maio 2008 ACESSIBILIDADE À WEB De acordo com Cifuentes (2000),

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGO EM PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CIENTÍFICA (NBR 6022:2003)

PROCEDIMENTOS PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGO EM PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CIENTÍFICA (NBR 6022:2003) PROCEDIMENTOS PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGO EM PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CIENTÍFICA (NBR 6022:2003) Maio de 2012. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Programa de capacitação. 2 NORMAS

Leia mais

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 Rational Quality Manager Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 1 Informações Gerais Informações Gerais sobre o RQM http://www-01.ibm.com/software/awdtools/rqm/ Link para o RQM https://rqmtreina.mvrec.local:9443/jazz/web/console

Leia mais

RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias

RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias Darley Passarin 1, Parcilene Fernandes de Brito 1 1 Sistemas de Informação Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP/ULBRA) Palmas TO Brasil darley@centralrss.com.br,

Leia mais

INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS

INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS Conectt i3 Portais Corporativos Há cinco anos, as empresas vêm apostando em Intranet. Hoje estão na terceira geração, a mais interativa de todas. Souvenir Zalla Revista

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

Apresentação e formatação de artigo em publicação periódica científica:

Apresentação e formatação de artigo em publicação periódica científica: Apresentação e formatação de artigo em publicação periódica científica: Conforme NBR 6022:2003 Seção de atendimento ao usuário - SISBI Outubro 2013 Normas técnicas Norma técnica é um documento estabelecido

Leia mais

UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB

UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB Alan Francisco de Souza¹, Claudete Werner¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil alanfsouza.afs@gmail.com,

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL

FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL Sumário efac Brasil... 3 Como acessar o AVA... 4 Acessando a Disciplina... 4 Recursos e Atividades... 5 Apresentação de Slides... 5 Chat... 6 Documento de Texto... 6 Documento

Leia mais

Mitos da Acessibilidade Web

Mitos da Acessibilidade Web SAPO Codebits 2008 Magda Joana Silva magdajoanasilva@gmail.com Acessibilidade Web igualdade de acesso a Web sites a pessoas com limitações Acessibilidade Web igualdade de acesso a Web sites a pessoas com

Leia mais

Tendências Web Estatísticas da rede. Heitor de Souza Ganzeli Analista de Projetos do nic.br

Tendências Web Estatísticas da rede. Heitor de Souza Ganzeli Analista de Projetos do nic.br Tendências Web Estatísticas da rede Heitor de Souza Ganzeli Analista de Projetos do nic.br O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela Portaria Interministerial nº 147, de 31 de maio

Leia mais

MODELAGEM DO MUSEU VIRTUAL DO CESUMAR

MODELAGEM DO MUSEU VIRTUAL DO CESUMAR 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 MODELAGEM DO MUSEU VIRTUAL DO CESUMAR Heinz Jefferson Vieira 1 ; Anderson de Lima 1 ; Luiz Fernando Braga Lopes 2 RESUMO: Este trabalho apresenta uma pesquisa

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Fabiana Pacheco Lopes 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) fabipl_21@yahoo.com.br Resumo.Este

Leia mais

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Gláucio Brandão de MATOS 1 ; Alisson RIBEIRO 2 ; Gabriel da SILVA 2 1 Ex-aluno do Curso Superior

Leia mais

Guia do Usuário do Cúram Accessibility

Guia do Usuário do Cúram Accessibility IBM Cúram Social Program Management Guia do Usuário do Cúram Accessibility Versão 6.0.5 IBM Cúram Social Program Management Guia do Usuário do Cúram Accessibility Versão 6.0.5 Nota Antes de usar essas

Leia mais

Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot.

Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot. Acessibilidade Web na Universidade O que é? Por quê? Como Fazer? Amanda Meincke Melo amanda.melo@unipampa.edu.br http://ammelobr.blogspot.com/ 2 Agenda Conceitos Acessibilidade Web Cenários Estudos de

Leia mais

G-Bar IGV. Instalação Versão 4.0

G-Bar IGV. Instalação Versão 4.0 G-Bar Software para Gerenciamento de Centrais de Corte e Dobra de Aço IGV Software Interpretador/ Gerenciador/ Visualizador de dados digitais de projetos CAD-TQS Instalação Versão 4.0 Manual do Usuário

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação. versão 2.0. experts em Gestão de Conteúdo

Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação. versão 2.0. experts em Gestão de Conteúdo Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação versão 2.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2 1.1 Público alvo... 3 1.2 Convenções... 3 1.3 Mais recursos... 3 1.4 Entrando em contato com a ez... 4 1.5

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP. FACULDADE (do aluno) CURSO. TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP. FACULDADE (do aluno) CURSO. TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP FACULDADE (do aluno) CURSO TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO TÍTULO DO RELATÓRIO AUTOR(ES) DO RELATÓRIO SÃO PAULO 200_ NOTA PRÉVIA

Leia mais

Monday, January 23, 12. Introdução sobre Acessibilidade na web

Monday, January 23, 12. Introdução sobre Acessibilidade na web Introdução sobre Acessibilidade na web Acessibilidade na web é o consumo da informação por qualquer pessoa por qualquer tipo de meio de acesso. Para que serve a web? A web serve para compartilhar informação.

Leia mais

Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do.gov.br. Agosto de 2010

Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do.gov.br. Agosto de 2010 Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do.gov.br Agosto de 2010 Agenda: Introdução Objetivos da pesquisa Desafios técnicos para o estudo da Web Análise dos resultados O que é o Projeto

Leia mais

PROPLAN Diretoria de Informações. Tutorial SisRAA Biblioteca

PROPLAN Diretoria de Informações. Tutorial SisRAA Biblioteca PROPLAN Tutorial SisRAA Biblioteca Ana Carla Macedo da Silva Jaciane do Carmo Ribeiro Diego da Costa Couto Mauro Costa da Silva Filho Dezembro 2014 SUMÁRIO 1. Menu: Acessibilidade... 3 1.1 Opção de menu:

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. GINESTAL MACHADO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. GINESTAL MACHADO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. GINESTAL MACHADO 3º Ciclo do Ensino Básico Planificação Ano letivo: 2013/2014 Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação Ano:7º Conteúdos Objectivos Estratégias/Actividades

Leia mais

Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0. Versão 7.0A

Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0. Versão 7.0A Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0 Versão 7.0A 2013 Pitney Bowes Software Inc. Todos os direitos reservados. Esse documento pode conter informações confidenciais ou protegidas

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

L A C Laboratory for Advanced Collaboration

L A C Laboratory for Advanced Collaboration Publicação de Dados Governamentais no Padrão Linked Data 1.2 - Dados Governamentais Abertos Karin Breitman José Viterbo Edgard Marx Percy Salas L A C Laboratory for Advanced Collaboration Objetivo deste

Leia mais

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO 1 Modelo de Artigo de periódico baseado na NBR 6022, 2003. Título do artigo, centralizado. COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO Maria Bernardete Martins Alves * Susana Margaret de Arruda ** Nome do (s) autor

Leia mais

INSTRUMENTO NORMATIVO 004 IN004

INSTRUMENTO NORMATIVO 004 IN004 1. Objetivo Definir um conjunto de critérios e procedimentos para o uso do Portal Eletrônico de Turismo da Região disponibilizado pela Mauatur na Internet. Aplica-se a todos os associados, empregados,

Leia mais

Exercícios orientadores da aprendizagem e sua solução; Indicação das referências complementares para cada

Exercícios orientadores da aprendizagem e sua solução; Indicação das referências complementares para cada 9 MATERIAIS DIDÁTICOS - Com base no conhecimento adquirido nas reuniões anteriores, o professor deve preparar uma proposta dos materiais que pretende produzir para o seu curso/disciplina. - É importante

Leia mais

MANUAL. Recurso QChat

MANUAL. Recurso QChat MANUAL Recurso QChat Publicação: Dezembro / 2011 Versão oficial Qualitor Advanced: 6.50.00 Versão oficial Qualitor Start: 1.00.06 Revisão: 02 Cópia oficial Sumário Recurso Chat do Qualitor NOVIDADES DA

Leia mais

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,

Leia mais

... Calendarização: 2 blocos de 90 m Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... Calendarização: 2 blocos de 90 m Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 7º ANO... 1º Período Domínio INFORMAÇÃO I7 A Informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias

Leia mais

Universidade da Beira Interior

Universidade da Beira Interior Universidade da Beira Interior Relatório Apresentação Java Server Pages Adolfo Peixinho nº4067 Nuno Reis nº 3955 Índice O que é uma aplicação Web?... 3 Tecnologia Java EE... 4 Ciclo de Vida de uma Aplicação

Leia mais

Apesar de existirem diversas implementações de MVC, em linhas gerais, o fluxo funciona geralmente da seguinte forma:

Apesar de existirem diversas implementações de MVC, em linhas gerais, o fluxo funciona geralmente da seguinte forma: 1 Introdução A utilização de frameworks como base para a construção de aplicativos tem sido adotada pelos desenvolvedores com três objetivos básicos. Primeiramente para adotar um padrão de projeto que

Leia mais

Ave: Manual do usuário

Ave: Manual do usuário As iniciais no canto superior esquerdo indicam a atual lista de espécies em uso. Clique neste campo para abrir uma grade com todas Ave: Manual do usuário Introdução A Janela Inicial O botão Listas Sobre

Leia mais

Portal Anexo II B - Especificação Funcional

Portal Anexo II B - Especificação Funcional Portal Anexo II B - Especificação Funcional Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1. Visão geral do documento... 2 2. DESCRIÇÃO GERAL DO SISTEMA... 3 3. ESPECIFICAÇÃO DOS COMPONENTES... 4 4. ESPECIFICAÇÃO DAS PÁGINAS...

Leia mais

FUNCIONAMENTO DOS CURSOS

FUNCIONAMENTO DOS CURSOS 1 SUMÁRIO Funcionamento dos Cursos... 03 Guia de Percurso... 05 Manual Acadêmico... 07 Ambiente Virtual de Aprendizagem... 09 Edição do Perfil... 12 Acessando as Atividades... 14 Iniciando o Semestre...

Leia mais

A AUTENTICIDADE NA PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL

A AUTENTICIDADE NA PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL 552 A AUTENTICIDADE NA PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL José Carlos Abbud Grácio (UNESP Marília) Bárbara Fadel (UNESP Marília / Uni-FACEF Franca) 1. Introdução O papel surgiu como um dos principais suportes

Leia mais

Identidade Digital Padrão de Governo

Identidade Digital Padrão de Governo Identidade Digital Padrão de Governo Participantes do Projeto Presidência da República Secretaria de Comunicação SECOM Diretoria de Tecnologia DITEC Ministério do Planejamento Secretaria de Logística e

Leia mais

Linguagem e Técnicas de Programação I Programação estruturada e fundamentos da linguagem C

Linguagem e Técnicas de Programação I Programação estruturada e fundamentos da linguagem C Linguagem e Técnicas de Programação I Programação estruturada e fundamentos da linguagem C Prof. MSc. Hugo Souza Material desenvolvido por: Profa. Ameliara Freire Continuando as aulas sobre os fundamentos

Leia mais

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano Informática Aplicada Aula 2 Windows Vista Professora: Cintia Caetano AMBIENTE WINDOWS O Microsoft Windows é um sistema operacional que possui aparência e apresentação aperfeiçoadas para que o trabalho

Leia mais

Manual do site do Comitê do Itajaí: como inserir e atualizar

Manual do site do Comitê do Itajaí: como inserir e atualizar Manual do site do Comitê do Itajaí: como inserir e atualizar conteúdo autor: Fábio Roberto Teodoro 25 de março de 2010 Sumário 1 Definições 3 2 Interface Administrativa 4 3 Conteúdo 6 3.1 Notícias............................................

Leia mais

PO 001 - GESTÃO DE PROCESSOS E DOCUMENTAÇÃO 008

PO 001 - GESTÃO DE PROCESSOS E DOCUMENTAÇÃO 008 1 - OBJETIVO PO 001 - GESTÃO DE PROCESSOS E DOCUMENTAÇÃO 008 Este retrata a forma que deve ser conduzida a gestão dos s da entidade desde a sua concepção até o seu acompanhamento e melhoria. 2 - AUTORIDADE

Leia mais

Planificação Semestral. Informação. Planificação da Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação TIC 7º Ano

Planificação Semestral. Informação. Planificação da Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação TIC 7º Ano I Planificação Semestral DOMÍNIO/SUBDOMÍNIOS/ METAS Subdomínio: A, o conhecimento e o mundo das tecnologias 1. Meta: Compreender a evolução das TIC e o seu papel no mundo atual. Subdomínio: A utilização

Leia mais