PESQUISA DAS FERRAMENTAS DE ACESSIBILIDADE COMPUTACIONAL PARA DEFICIENTES VISUAIS E AS RECOMENDAÇÕES DO W3C

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1 8 PESQUISA DAS FERRAMENTAS DE ACESSIBILIDADE COMPUTACIONAL PARA DEFICIENTES VISUAIS E AS RECOMENDAÇÕES DO W3C LUISA HAYDER TONET 1 ORIENTADORA: DANIELE PINTO ANDRES 2 Bacharelado em Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil Campus Guaíba BR 116, Bairro Colina CEP: Guaíba Rio Grande do Sul Brasil 1 2 Resumo: Esse artigo apresenta a pesquisa realizada sobre Acessibilidade Computacional para deficientes visuais e suas ferramentas, assim como, as Recomendações de Acessibilidade para a construção de Web sites proposta pelo W3C, realizada para o Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação da ULBRA Universidade Luterana do Brasil, campus Guaíba. Aqui serão encontradas informações como: Deficiência Visual, Acessibilidade, Recomendações de Acessibilidade do W3C, entre outras. Palavras Chaves: Portadores de Deficiência Visual, Acessibilidade Computacional. Abstract: That article presents the research about Accessibility Computational for deficient visual and your tools, as well as the Recommendations of Accessibility for the construction of Web sites proposed by W3C, accomplished for the Work of Conclusion of Course in Systems of Information of ULBRA - Lutheran University of Brazil, campus Guaíba. Here they will be found information as: Visual deficiency, Accessibility, Recommendations of Accessibility of W3C, among others. Keywords: Bearers of Visual Deficiency, Accessibility Computational. INTRODUÇÃO Os deficientes visuais têm a necessidade e o direito de estarem inseridos no ambiente social, de forma mais autônoma. A informática pode contribuir em muito para isso, através da inclusão digital, visto que, quando o deficiente se apropria dessa tecnologia, ele está, de fato, se incluindo. Antes, tudo o que o deficiente visual sabia vinha da escrita braile e da boa vontade de terceiros, mas com o advento da computação em especial da Internet, o caminho do acesso às informações foi facilitado. A Internet e o computador alargaram os horizontes dos deficientes visuais, a quantidade de informações a que ele tem acesso através desses recursos é muito maior do que por meio de outros veículos. Usando a internet com a ajuda de programas de Acessibilidade Computacional, os portadores de deficiência visual podem ter acesso a diversos recursos e serviços 1 disponíveis pela rede mundial de 1 Livros, jornais, revistas, enviar s, consultar extratos bancários, consultar os meios de comunicação, procurar telefones e formas de diversão na Internet, entre outros diversos serviços disponíveis na rede.

2 computadores e o que é melhor, sem depender de ninguém. No entanto, a maioria dos sites ainda não está adaptada aos deficientes visuais, o que dificulta sua navegação. A partir destas constatações, surgiu a proposta de pesquisa sobre as ferramentas de Acessibilidade Computacional para Deficientes Visuais, bem como, das recomendações de Acessibilidade Web contidas no Guia de Recomendações de Acessibilidade para Conteúdo Web (Web Content Accessibility Guidelines 1.0) do W3C - The World Wide Web Consortium, cuja qual, servirá como referencial para o Trabalho de Conclusão que está sendo realizado para o curso de Sistemas de Informação da ULBRA Universidade Luterana do Brasil, campus Guaíba que consiste em um Estudo Comparativo entre os softwares de Acessibilidade Computacional e adequação do site da ULBRA Guaíba de acordo com as recomendações de Acessibilidade do W3C, visando propiciar as pessoas portadoras de deficiência visual à escolha da ferramenta que melhor se adapte ao seu grau de deficiência, bem como, a inserção destes no âmbito universitário da ULBRA Guaíba, através da inclusão digital. 1 DEFICIÊNCIA VISUAL A deficiência visual, diz respeito à falta, insuficiência ou imperfeição da resposta visual que acarreta na diminuição ou situação irreversível da visão, mesmo após tratamento clínico e ou cirúrgico e o uso de correções óticas (óculos convencionais e lentes de contato). É, portanto, uma limitação sensorial, na qual os portadores apresentam perdas visuais variáveis, que podem ir desde resíduos visuais, ausência da percepção de luz, até a ausência total do sentido da visão. 1.1 DADOS ESTATÍSTICOS Não existem dados precisos sobre o número de pessoas portadoras de deficiência visual, porém dados da OMS Organização Mundial de Saúde e do ICEVI Conselho Internacional de Educação de Deficiência Visual, estimam que 161 milhões de pessoas em todo o mundo possuam algum tipo de incapacidade visual. No Brasil, de acordo com o Censo 2000 realizado pelo IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, existem 16,5 milhões de brasileiros com deficiência visual, dos quais 159,824 mil são incapazes de enxergar, totalizando menos de 1% da população. Outra pesquisa aponta que a falta de atendimento especializado está fortemente relacionada à etiologia do comprometimento da visão. A OMS Organização Mundial de Saúde acredita que 2/3 dos portadores de deficiência visual, poderiam ter sua deficiência prevenida, evitada e até mesmo curada se tivessem um atendimento oftalmológico imediato.

3 1.3 CLASSIFICAÇÃO E/OU TIPOS DE DEFICIÊNCIA VISUAL A deficiência visual abrange vários graus de limitações, permitindo assim, diversos tipos de classificação, todavia, as mais usuais são: - Visão Normal: A visão normal se desenvolve corretamente se os dois olhos trabalharem juntos, sendo capazes de projetar sobre a retina uma imagem nítida tanto para objetos próximos quanto para objetos distantes. - Visão Subnormal ou Baixa Visão: É considerada portadora de visão subnormal ou baixa visão, aquela pessoa que mesmo com a limitação visual utiliza ou é potencialmente capaz de utilizar a visão para o planejamento ou execução de uma tarefa/atividade, ou ainda, que seja capaz de perceber luminosidade até o grau em que a deficiência visual interfira ou limite seu desempenho. - Cegueira: Neste contexto, caracteriza-se como portador de cegueira, aquela pessoa que possui perda total da visão ou perda da percepção da luz. A cegueira é considerada como sendo uma deficiência de grau severo, mas que pode ser amenizada por tratamento médico, reeducação e uso das tecnologias assistivas 2, tais como: bengala, sistema braile, leitores de tela com síntese de voz, Braille eletrônico, impressoras Brailles, etc. 2 ACESSIBILIDADE A maioria dos portadores de deficiência visual enfrenta inúmeras barreiras e dificuldades ao tentar utilizar a Internet. Os desenvolvedores Web parecem desconhecer a existência dessas pessoas não percebendo a utilidade das suas aplicações para estes indivíduos. Além disso, apesar de muitos não perceberem, um computador normal não é adequado para o uso de qualquer usuário. Os portadores de deficiência visual necessitam compensar suas dificuldades através de programas e acessórios. Como se não bastasse a dificuldade imposta por suas necessidades, estes ainda enfrentam em sua grande maioria desvantagens econômicas e técnicas na compra de tais ferramentas devido ao alto custo e à sua restrita funcionalidade (FREITAS, 2006). Diante disso, o uso da Acessibilidade Computacional, principalmente a da Web fazem-se importantes para a inclusão digital dos portadores desse tipo de anomalia. O termo Acessibilidade vem da qualidade de acessível e envolve o desenvolvimento de técnicas, métodos e ferramentas com o objetivo de permitir o acesso sem dificuldades a espaços físicos e possibilitar o acesso pleno a informações e conhecimentos nos diversos formatos (impresso, digital, audiovisual, etc.) a todas as pessoas, sem discriminação (W3C, 1999). 2 Recursos e serviços que visam facilitar o desenvolvimento de atividades da vida diária por pessoas com deficiência, procurando aumentar capacidades funcionais e, assim, promover à autonomia e a independência de quem as utiliza.

4 Desta forma, a acessibilidade Web é a flexibilidade do acesso à informação e interação dos usuários da mesma, que possuam algum tipo de deficiência ou necessidade especial, no que se refere aos mecanismos de navegação e apresentação das páginas, operação de softwares, hardwares, e adaptação de ambientes e situações FERRAMENTAS DE ACESSIBILIDADE COMPUTACIONAL Nessa área de pesquisa, existem as tecnologias assistivas que são um conjunto de softwares e hardwares projetados especificamente para ajudar pessoas com deficiências na realização de suas atividades cotidianas (W3C, 1999). - Sintetizadores de Voz: Também conhecidos como leitores de tela são programas criados para reproduzir em voz tudo que está sendo mostrado no vídeo do computador, além de transformarem também em voz o que se digita (o computador soletra os caracteres digitados). Hoje em dia tem-se uma quantidade relativamente considerável de programas leitores de telas, como por exemplo: DosVox, Jaws, Virtual Vision, Window Bridge, Window-Eyes, entre outros (SANTOS, 2006). - Ampliadores de tela: São programas utilizados por pessoas que ainda tem algum resquício de visão. Os chamados portadores de visão subnormal. Estas pessoas, mesmo enxergando, têm dificuldade em distinguir as letras e figuras que aparecem na tela do computador. O papel de um programa ampliador de tela é justamente tornar maior, e por conseqüência mais visível, as figuras e letras que estão no monitor. São exemplos de ampliadores de tela: LentePro, Voyager (SANTOS, 2006). 2.2 RECOMENDAÇÕES DE ACESSIBILIDADE DO W3C As recomendações constantes no Guia de Recomendações de Acessibilidade para Conteúdo Web (Web Content Accessibility Guidelines 1.0) do W3C explicam como tornar o conteúdo Web acessível a pessoas com deficiências. O principal objetivo dessas recomendações é promover a Acessibilidade, fazendo com que o conteúdo Web se torne de mais fácil acesso a todos os usuários, independentemente da ferramenta usada 3 e das limitações associadas ao respectivo uso 4 (W3C,1999). - Recomendação 1 - Fornecer alternativas equivalentes ao conteúdo sonoro e visual: Proporcionar conteúdo que, ao ser apresentado ao usuário, transmita, em essência, as mesmas funções e finalidade que o conteúdo sonoro ou visual. - Recomendação 2 - Não recorrer apenas à cor: Assegurar a percepção do texto e dos elementos gráficos quando vistos sem cores. 3 Navegadores web para computadores de mesa, laptops, telefones celulares, ou navegador por voz. 4 Ambientes barulhentos, salas mal iluminadas ou com excesso de iluminação, utilização sem o uso das mãos.

5 - Recomendação 3 - Utilizar corretamente marcações e folhas de estilo: Marcar os documentos com os elementos estruturais adequados. Controlar a apresentação por meio de folhas de estilo, em vez de elementos de apresentação e atributos. - Recomendação 4 - Indicar claramente qual o idioma utilizado: Utilizar marcações que facilitem a pronúncia e a interpretação de abreviaturas ou texto em língua estrangeira. - Recomendação 5 - Criar tabelas passíveis de transformação harmoniosa: Assegurar que as tabelas têm as marcações necessárias para poderem ser transformadas harmoniosamente por navegadores acessíveis e outros agentes do usuário. - Recomendação 6 - Assegurar que as páginas dotadas de novas tecnologias sejam transformadas harmoniosamente: Assegurar que as páginas são acessíveis mesmo quando as tecnologias mais recentes não forem suportadas ou tenham sido desativadas. - Recomendação 7 - Assegurar o controle do usuário sobre as alterações temporais do conteúdo: Assegurar a possibilidade de interrupção momentânea ou definitiva do movimento, intermitência, transcurso ou atualização automática de objetos ou páginas. - Recomendação 8 - Assegurar a acessibilidade direta de interfaces do usuário integradas: Assegurar que a interface do usuário obedeça a princípios de design para a acessibilidade: acesso independente de dispositivos, operacionalidade pelo teclado, emissão automática de voz (verbalização). - Recomendação 9 - Projetar páginas considerando a independência de dispositivos: Utilizar funções que permitam a ativação de elementos de página por meio de uma grande variedade de dispositivos de entrada de comandos. - Recomendação 10 - Utilizar soluções de transição: Utilizar soluções de acessibilidade transitórias, para que as tecnologias de apoio e os navegadores mais antigos funcionem corretamente. - Recomendação 11 - Utilizar tecnologias e recomendações do W3C: Utilizar tecnologias do W3C (de acordo com suas especificações) e seguir as recomendações de acessibilidade. Quando não for possível utilizar tecnologia W3C, ou quando tal utilização produzir materiais que não possam ser objeto de transformação harmoniosa, fornecer uma versão alternativa, acessível, do conteúdo. - Recomendação 12 - Fornecer informações de contexto e orientações: Fornecer contexto e orientações para ajudar os usuários a compreenderem páginas ou elementos complexos. - Recomendação 13 - Fornecer mecanismos de navegação claros: Fornecer mecanismos de navegação coerentes e sistematizados - informações de orientação, barras de navegação, mapa do site -- para aumentar as probabilidades de uma pessoa encontrar o que procura em um dado site. - Recomendação 14 - Assegurar a clareza e a simplicidade dos documentos: Assegurar a produção de documentos claros e simples, para que sejam mais fáceis de compreender.

6 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Essa pesquisa faz parte do Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação da ULBRA campus Guaíba, que tem como propósito fazer uma avaliação comparativa das ferramentas de Acessibilidade Computacional sob óptica da Usabilidade de acordo com as Heurísticas de Usabilidade estabelecidas por Jacob Nielsen, levando-se em consideração o uso destas ferramentas pelos deficientes visuais. Para tanto, foi elaborado um roteiro de testes de Usabilidade que será aplicado junto aos deficientes visuais voluntários para o trabalho. Além da avaliação comparativa de Usabilidade das ferramentas 5 de Acessibilidade Computacional, esse TCC Trabalho de Conclusão de Curso também propõe a adequação do site da ULBRA Guaíba de acordo com as recomendações de Acessibilidade Web do W3C, visando desta forma propiciar as pessoas portadoras de deficiência visual não somente à escolha de uma ferramenta que melhor se adapte ao seu grau de deficiência, mas também, a inserção destes no âmbito universitário da ULBRA Guaíba, através da inclusão digital. Atualmente esse trabalho encontra-se na fase de avaliação Heurística das ferramentas de Acessibilidade Computacional e avaliação de Usabilidade destas ferramentas através de testes de interação com deficientes visuais e os softwares de Acessibilidade Computacional. Após, será dado início a adaptação do Site da ULBRA Guaíba de acordo com as recomendações de Acessibilidade Web contidas no Guia de Recomendações de Acessibilidade para Conteúdo Web (Web Content Accessibility Guidelines 1.0) do W3C - The World Wide Web Consortium, Através desta pesquisa pode-se concluir que: - A limitação visual traz para a pessoa deficiente uma das mais sérias restrições, que é a impossibilidade de acesso direto aos veículos de comunicação escrita utilizados pelos videntes. Essas restrições, se não forem eliminadas ou reduzidas, dificultaram o acesso à informação em geral e conseqüentemente a formação educacional, cultural e profissional. - Os deficientes visuais não têm tanta facilidade para acessar páginas da internet. Eles precisam de um software leitor de telas que leia, por meio de sintetizadores de voz, o que está escrito no monitor. Para que esses programas funcionem de maneira eficaz é necessário que algumas regras de construção estejam aplicadas às páginas de um site. - Um site que respeita a navegação dos deficientes visuais deve obedecer a regras simples que possibilitam uma boa interpretação das páginas por aplicativos de leitura de tela, proporcionando aos 5 Cabe ressaltar que a avaliação comparativa de Usabilidade será feita com os programas de Acessibilidade mais facilmente encontrados no mercado, que são: DosVox, JAWS e Virtual Vision.

7 deficientes visuais entendimento do conteúdo sem que eles tenham que "adivinhar" os caminhos que levam à informação. - A deficiência visual interfere em habilidades e capacidades, entretanto o comprometimento da visão não significa o fim da vida independente e não ameaçará a vida plena e produtiva. O deficiente visual pode ser bem sucedido se lhe forem oferecidas às condições e os meios necessários para o desenvolvimento pleno e inclusão social, através de tratamento adequado que lhes permita o desenvolvimento de habilidades nas áreas de orientação e mobilidade, atividades da vida diária, técnicas especiais de educação/escrita/leitura, tratamento psicológico, bem como o acesso as tecnologias assistivas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FREITAS, João Vitor; BENJAMIN, Marcelo Braga; PASTOR, Saulo Oliveira. Usabilidade e Acessibilidade para Portadores de Necessidades Especiais na Web. Bahia: FRB, [s.d]. Disponível em: <http://www.frb.br/ciente/impressa/info/2004.2/usabilidade.pdf> acessado em 21/03/2006. SANTOS, Juliano dos. Fique sabendo como pessoas de baixa visão ou de total cegueira trabalham com o computador. [s.l]: HPG, [s.d]. Disponível em: <www.julianoms.hpg.ig.com.br/cegoinf.htm> acessado em 22/03/2005. W3C. Web Content Accessibility Guidelines 1.0. Disponível em : <http://www.w3.org/tr/wcag10> acessado em 08/09/2005. OBRAS CONSULTADAS AÇÃO BRASILEIRA PARA A ACESSIBILIDADE. Normas Técnicas de Acessibilidade. Disponível em <http://www.acessibilidade.org.br/normas.htm> acessado em 19/03/2006. ACIC. Deficiência Visual. Disponível em: <http://www.jornalismo.ufsc.br/acic/visual/visual.htm> acessado em 21/03/2006. BRUNO,Marilda Moraes Garcia; MOTA, Maria Glória Batista da. Programa de Capacitação de Recursos Humanos do Ensino Fundamental: deficiência visual. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, p. (Atualidades Pedagógicas 6, v.1). CARVALHO, José Oscar Fontanini de. Interfaces para o Deficiente Visual. Disponível em: <http://www.informaticamedica.org.br/informed/defic.htm> acessado em 19/03/2006. Como Funciona a Visão. Goiana: Portal da Retina, 01/08/2004. Disponível em <http://www.portaldaretina.com.br/home/saibamais.asp?id=76> acesso em: 29/03/2006. CONDE, Antônio João Menescal. Definindo a Cegueira e a Visão Subnormal. Rio de Janeiro: IBC, [s.d]. Disponível em: <http://www.ibc.gov.br/?itemid=94> acessado em: 23/03/2006. CRÓS, Chimênia Xavier. Et al. Classificações da Deficiência Visual: compreendendo conceitos esportivos, educacionais, médicos e legais. Brasil: efdeportes.com, Fevereiro de Disponível em: <http://www.efdeportes.com/efd93/defic.htm> acesso em: 29/03/2006.

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