Apresentação da plataforma.net. Ambientes Virtuais de Execução. Semestre de Verão, 12/13

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação da plataforma.net. Ambientes Virtuais de Execução. Semestre de Verão, 12/13"

Transcrição

1 Apresentação da plataforma.net Ambientes Virtuais de Execução Semestre de Verão, 12/13

2 Desenvolvimento baseado em componentes Desenvolvimento modular funcionalidades genéricas implementadas em componentes componentes reutilizáveis em várias aplicações Problemas em que linguagem desenvolver os componentes? que interface devem disponibilizar? Como a descrever? qual a plataforma alvo (plataforma hardware e sistema operativo)? como gerir a alocação de memória dinâmica? como comunicar erros entre componentes? que garantias de segurança? como gerir a evolução das versões? Prompt VMEssentials 2

3 Plataforma.NET Common Language Runtime (CLR) Implementação da máquina virtual Bibliotecas de classes base Outras Bibliotecas e frameworks Linguagens, compiladores e ambientes de desenvolvimento Serviços (Bases de dados, Servidores Web) From Wikipedia, the free encyclopedia 3

4 Common Language Runtime (CLR) CLR é o ambiente de execução da plataforma.net. Todos os programas.net executam sob a supervisão do CLR (managed code). Serviços de runtime: gestão de memória, segurança, lançamento e tratamento de excepções. Todas as linguagens compatíveis compilam para CIL (Common Intermediate Language), uma linguagem intermédia. 4

5 Normalização Common Language Infrastructure (CLI) - normas ECMA-335 e ISO/IEC 23271:2003. Organizado em secções que definem: Representação intermédia - Common Intermediate Language (CIL) Sistema de tipos - Common Type System (CTS) Common Language Specification (CLS) Metadata informação sobre os tipos presente na representação intermédia Conjunto de bibliotecas de classes base Virtual Execution System Expecificação do modelo de máquina virtual Aspectos de execução nativa (tipos de dados, convenções de chamada) Formato binário dos módulos executáveis

6 Portabilidade Capacidade de execução em plataformas computacionais diferentes (OS, CPU) Exemplos: Windows+x86, WindowsCE+ARM, Linux+PowerPC Representação intermédia Independente da arquitectura do processador Mais compacta e fácil de analisar que o assembly nativo Ambiente de execução virtual Tradução da representação intermédia para representação nativa Abstracção do ambiente de execução fornecido pelo OS Biblioteca de classes Conjunto de funcionalidades fornecidas de forma independente do sistema operativo

7 Interoperabilidade entre linguagens Capacidade de utilização de componentes de software realizados em linguagens diferentes Exemplo: Realizar a classe X na linguagem A Utilizar a classe X na linguagem B Realizar, na linguagem C, a classe Y que deriva de X Representação intermédia com sistema de tipos independente da linguagem Legenda: Definição Suporte

8 Independência às Linguagens A.cs B.vb Interoperabilidade entre linguagens Representação Intermédia A.dll B.dll Portabilidade Windows + x86 Windows CE + ARM

9 Serviços de Runtime Conjunto de serviços disponíveis em tempo de execução. Exemplos: Carregamento e ligação dinâmica de código. Os componentes são carregados on demand (porque contém necessários ao código em execução) Reflexão (ou Introspecção). Interface programática para inspecção/alteração de objectos cujo tipo apenas é conhecido em tempo de execução. Gestão automática de memória ( garbage collection ) detecção e recolha de objectos não utilizados. Serialização - conversão de grafos de objectos em sequências de bytes Segurança type safety e acesso controlado a recursos Verificação de type safety (utilização correcta de tipos) em tempo de carregamento Controle de acesso baseado na identidade do utilizador ou do código Invocação de código nativo (unmanaged) Informação de tipo em tempo de execução (Metadata) Necessária para a implementação destes serviços Sempre presente na representação intermédia

10 Propriedades da Plataforma.NET Propriedade Independência às linguagens Portabilidade Suportado por Geração de código para uma máquina virtual orientada a objectos Representação intermédia Sistema de tipos independente das linguagens Bibliotecas de classes e frameworks Auto-Descrição Serviços de suporte à execução Carregamento dinâmico de código Gestão automática de memória Reflexão (ou Introspecção) Serialização Segurança Excepções Acesso a recursos nativos (unmanaged) Controlo de versões Metadata Informação completa de tipo em tempo de execução (metadata) type safety e permissões associadas a código (segurança) Deployment privado Deployment partilhado

Ambientes Virtuais de Execução. Apresentação da plataforma.net

Ambientes Virtuais de Execução. Apresentação da plataforma.net Ambientes Virtuais de Execução Apresentação da plataforma.net 1 Plataforma.Net } Consiste de: } Common Language Runtime (CLR) } Fornece uma camada de abstracção sobre o sistema operativo } Bibliotecas

Leia mais

Framework.NET. Linguagem de Programação III. Mauro Lopes Carvalho Silva. Professor EBTT DAI Departamento Acadêmico de Informática Campus Monte Castelo

Framework.NET. Linguagem de Programação III. Mauro Lopes Carvalho Silva. Professor EBTT DAI Departamento Acadêmico de Informática Campus Monte Castelo Linguagem de Programação III Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento Acadêmico de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Linguagem

Leia mais

Professor Leo Larback Esta apresentação pode ser baixada livremente no site

Professor Leo Larback Esta apresentação pode ser baixada livremente no site C# Professor Leo Larback Esta apresentação pode ser baixada livremente no site www.larback.com.br C# - Definições C# é uma linguagem orientada a objeto que permite aos desenvolvedores construírem uma variedade

Leia mais

Fundament n os s da platafo f rm r a. NE N T André Menegassi

Fundament n os s da platafo f rm r a. NE N T André Menegassi Fundamentos da plataforma.net André Menegassi O que é o.net Framework?.NET é uma plataforma de software para desenvolvimento de aplicações que conecta informações, sistemas, pessoas e dispositivos através

Leia mais

Ambiente de Programação Visual. Framework.NET. Prof. Mauro Lopes. Ambiente de Programação Visual Prof. Mauro Lopes

Ambiente de Programação Visual. Framework.NET. Prof. Mauro Lopes. Ambiente de Programação Visual Prof. Mauro Lopes Ambiente de Programação Visual Framework.NET Prof. Mauro Lopes 1-31 16 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a tecnologia.net. Ao final desta aula, o aluno terá compreendido a Arquitetura de uma aplicação.net.

Leia mais

ASP.NET. Guia do Desenvolvedor. Felipe Cembranelli. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br

ASP.NET. Guia do Desenvolvedor. Felipe Cembranelli. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br ASP.NET Guia do Desenvolvedor Felipe Cembranelli Novatec Editora www.novateceditora.com.br 1 Introdução à plataforma.net A plataforma Microsoft.NET.NET é uma nova plataforma de software para desenvolvimento

Leia mais

Ambientes Virtuais de Execução

Ambientes Virtuais de Execução Apresentação Ambientes Virtuais de Execução Semestre de Inverno, 10/11 Objectivos Objectivos e Programa Esta disciplina tem por objectivo tratar os ambientes virtuais para execução controlada de programas

Leia mais

Ambiente de Programação Visual. Framework.NET. Prof. Mauro Lopes. Ambiente de Programação Visual Prof. Mauro Lopes

Ambiente de Programação Visual. Framework.NET. Prof. Mauro Lopes. Ambiente de Programação Visual Prof. Mauro Lopes Ambiente de Programação Visual Framework.NET Prof. Mauro Lopes 1-31 13 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a tecnologia.net. Ao final desta aula, o aluno terá compreendido a Arquitetura de uma aplicação.net.

Leia mais

Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web. Prof. Marcelo Roberto Zorzan

Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web. Prof. Marcelo Roberto Zorzan Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web Prof. Marcelo Roberto Zorzan História do Java Origem Linguagem desenvolvida pela Sun Microsystems Sintaxe similar ao C++ Inicialmente chamada

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1 DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1 CAMPUS SANTO ANDRÉ CELSO CANDIDO SEMESTRE 2014 1 Características da Plataforma.NET A plataforma.net Framework 4.0 (.NET 4.0) é uma plataforma de softwares que fornece

Leia mais

Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C#

Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C# Linguagem de Programação 3 Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C# Prof. Mauro Lopes 1-31 35 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a tecnologia.net, o ambiente de desenvolvimento

Leia mais

Powered by. Tiago Bockholt

Powered by. Tiago Bockholt Powered by Tiago Bockholt Sobre Mim Tiago Bockholt (2003.2 2008.2) Graduação em Eng. da Computação (Poli-UPE) 2006.1 Semestre acadêmico na TU-BS. 2006.2 Desenvolvedor na GNS-Systems (Projeto Datafinder).

Leia mais

Função Fundamental do SO

Função Fundamental do SO Função Fundamental do SO Gestão do Hardware Uma das funções fundamentais do sistema operativo é gerir os recursos do hardware de um modo o mais transparente possível ao utilizador Recursos principais a

Leia mais

Algoritmos e Programação

Algoritmos e Programação ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Leia mais

Sistemas Operativos. Luís Paulo Reis. Sistemas Operativos. Sumário

Sistemas Operativos. Luís Paulo Reis. Sistemas Operativos. Sumário Sistemas Operativos Luís Paulo Reis Slide Nº 1 Sistemas Operativos Sumário O que é um Sistema Operativo (SO)? Modelo em Camadas de um SO Abstracções Suportadas por um SO: Utilizador Processo Ficheiro /

Leia mais

Sumário. Sistemas Operativos 1

Sumário. Sistemas Operativos 1 Sumário Requisitos mínimos do hardware para suportar um SO protegido (ex: Windows/Linux) Mecanismos hardware de suporte nas arquitecturas x86/x64 Sequência de chamada de serviços sistema no Windows a 32

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Introdução à Programação (PG) Docente: Pedro Viçoso Fazenda (pfazenda@cedet.isel.ipl.pt) Professor Responsável: Pedro Alexandre Pereira (palex@cc.isel.ipl.pt)

Leia mais

Esta dissertação apresentou duas abordagens para integração entre a linguagem Lua e o Common Language Runtime. O objetivo principal da integração foi

Esta dissertação apresentou duas abordagens para integração entre a linguagem Lua e o Common Language Runtime. O objetivo principal da integração foi 5 Conclusão Esta dissertação apresentou duas abordagens para integração entre a linguagem Lua e o Common Language Runtime. O objetivo principal da integração foi permitir que scripts Lua instanciem e usem

Leia mais

O estudo da arquitectura de computadores efectua-se com recurso à Abstracção

O estudo da arquitectura de computadores efectua-se com recurso à Abstracção ARQUITECTURA DE COMPUTADORES O estudo da arquitectura de computadores efectua-se com recurso à Abstracção Podemos ver um computador de várias formas. Para um utilizador normalmente o computador é a aplicação

Leia mais

Ambientes de Desenvolvimento Avançados

Ambientes de Desenvolvimento Avançados Ambientes de Desenvolvimento Avançados http://www.dei.isep.ipp.pt/~jtavares/adav Aula 1 Engenharia Informática 2006/2007 José António Tavares jrt@isep.ipp.pt 1 Aula de Apresentação e de Introdução 2 1

Leia mais

Algoritmos e Programação

Algoritmos e Programação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Produção / Elétrica Parte 04 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES AULA 03 PROFº RITIELLE SOUZA DISTRIBUIÇÃO LÓGICA DISTRIBUIÇÃO LÓGICA Arquitetura de Von Neumann Uma unidade central de processamento recebe informações através de uma unidade

Leia mais

Sérgio Koch Van-Dall

Sérgio Koch Van-Dall PROTÓTIPO PARA ATUALIZAÇÃO ASSÍNCRONA DE DADOS UTILIZANDO WEB SERVICES Sérgio Koch Van-Dall sergiod@inf.furb.br Orientador: Prof. Paulo Fernando da Silva UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CURSO DE CIÊNCIAS

Leia mais

Descrição do Requisito

Descrição do Requisito ANEXO III 1 REQUISITOS TÉCNICOS A SOLUÇÃO deverá atender obrigatoriamente aos requisitos não funcionais e às características técnicas descritos nos itens deste Anexo. Os requisitos não funcionais e técnicos

Leia mais

Programando em C# Orientado a Objetos. By: Maromo

Programando em C# Orientado a Objetos. By: Maromo Programando em C# Orientado a Objetos By: Maromo Agenda Módulo 1 Plataforma.Net. Linguagem de Programação C#. Tipos primitivos, comandos de controle. Exercícios de Fixação. Introdução O modelo de programação

Leia mais

Aula 2 - Programação de Computadores - CI208 1/21

Aula 2 - Programação de Computadores - CI208 1/21 Aula 2 - Programação de Computadores - CI208 Professor: Leonardo Gomes leonardog@inf.ufpr.br Universidade Federal do Paraná Brazil 2016 - Segundo semestre Aula 2 - Programação de Computadores - CI208 1/21

Leia mais

Breve Introdução aos Sistemas Operativos. Disciplina de Informática PEUS, U.Porto

Breve Introdução aos Sistemas Operativos. Disciplina de Informática PEUS, U.Porto Breve Introdução aos Sistemas Operativos Disciplina de Informática PEUS, 2006 - U.Porto Definição de Sistema Operativo Um programa que funciona como intermediário entre o utilizador do computador e os

Leia mais

Sistemas de Operação

Sistemas de Operação Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Informática Sistemas de Operação Estruturas e Componentes do S.O. (1) Baseado nos transparente de SO de Pedro Medeiros (DI/FCT/UNL)

Leia mais

Conversões de Linguagens: Tradução, Montagem, Compilação, Ligação e Interpretação

Conversões de Linguagens: Tradução, Montagem, Compilação, Ligação e Interpretação Conversões de Linguagens: Tradução, Montagem, Compilação, Ligação e Interpretação Para executar uma tarefa qualquer, um computador precisa receber instruções precisas sobre o que fazer. Uma seqüência adequada

Leia mais

Sistemas Operacionais II. Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01

Sistemas Operacionais II. Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01 Sistemas Operacionais II Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01 Sistemas Operacionais Livres Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01 Objetivos - Ter conhecimento sobre os diversos módulos que compõem um

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais de Arquitetura Aberta. CST em Redes de Computadores

Fundamentos de Sistemas Operacionais de Arquitetura Aberta. CST em Redes de Computadores Fundamentos de Sistemas Operacionais de Arquitetura Aberta CST em Redes de Computadores Introdução Computadores Computadores são compostos, basicamente, de CPU, memória e dispositivos de entrada e saída

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores Apresentação Teóricas Prof. Helder Daniel Gab: 2.66 hdaniel@ualg.pt Práticas Prof. Amine Berquia Gab: 2.?? hdaniel@ualg.pt AA2011/2012 ArqC - DEEI - UAlg 2 / Programa Práticas

Leia mais

PROGRAMAÇÃO I. Introdução

PROGRAMAÇÃO I. Introdução PROGRAMAÇÃO I Introdução Introdução 2 Princípios da Solução de Problemas Problema 1 Fase de Resolução do Problema Solução na forma de Algoritmo Solução como um programa de computador 2 Fase de Implementação

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Apresentação Inst tit ormátic ca - UF FRGS i Introdução Aula 0 INF042 Plano de ensino conforme resolução CEPE /203 Prof. Alexandre CARISSIMI (asc at inf.ufrgs.br) Turma A Objetivos da disciplina Prof.

Leia mais

Aplicação. Programa Linguagem de Alto Nível. Programa em Linguagem Assembly. Programa em Linguagem Máquina

Aplicação. Programa Linguagem de Alto Nível. Programa em Linguagem Assembly. Programa em Linguagem Máquina Níveis de Abstracção Nível 5 Nível 4 Nível 3 Nível 2 Nível 1 Nível 0 Aplicação Programa de Alto Nível Programa em Assembly Programa em Máquina Micro-programa em de Transferência de Registos Sistema Digital

Leia mais

Principais características

Principais características .Net Framework O que é.net? Proprietário da Microsoft Versão simplificada para Linux Versão compacta para dispositivos móveis Plataforma de desenvolvimento e execução Interface com usuário, conectividade

Leia mais

Plataforma de desenvolvimento JAVA para terminal POS

Plataforma de desenvolvimento JAVA para terminal POS Plataforma de desenvolvimento JAVA para terminal POS Avenida Viena, 360 Bairro São Geraldo CEP 90240020 Porto Alegre RS Fone 51 3325 2728 Fax 51 3343 9847 azanonatec@azanonatec.com.br Apresentação A plataforma

Leia mais

Estrutura do Sistema Operacional

Estrutura do Sistema Operacional Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Aula 04 Estrutura do Sistema Operacional 2 1 Estrutura do Sistema Operacional

Leia mais

Soluções de gestão de clientes e de impressão móvel. Número de publicação do documento:

Soluções de gestão de clientes e de impressão móvel. Número de publicação do documento: e de impressão móvel Número de publicação do documento: 410173-131 Janeiro de 2006 Conteúdo 1 Soluções de gestão de clientes Configuração e implementação................... 1 2 Gestão e actualizações de

Leia mais

Apresentação do Capítulo 4 MDA (Model-Driven Archtecture) ALUNO: DOMENICO SCHETTINI FILHO NÚMERO USP:

Apresentação do Capítulo 4 MDA (Model-Driven Archtecture) ALUNO: DOMENICO SCHETTINI FILHO NÚMERO USP: Apresentação do Capítulo 4 MDA (Model-Driven Archtecture) ALUNO: DOMENICO SCHETTINI FILHO NÚMERO USP: 8429016 Definição de MDA OMG (Object Management Group) propôs uma aplicação abrangente das práticas

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS Aluno: GABARITO Escore: 1 a Questão (30) Assinale a(s) resposta(s)

Leia mais

A interface do Microsoft Visual Studio 2005

A interface do Microsoft Visual Studio 2005 Tarefa Orientada 1 A interface do Microsoft Visual Studio 2005 Objectivos: Introdução à framework.net Iniciar o Visual Studio 2005. Criar um novo projecto de Windows Forms em Visual Basic Introdução à

Leia mais

AULA 02. OBJETIVO: Características da Linguagem Orientada a Objetos.

AULA 02. OBJETIVO: Características da Linguagem Orientada a Objetos. AULA 02 OBJETIVO: Características da Linguagem Orientada a Objetos. HABILIDADES TRABALHADAS: Comparação das características das linguagens orientadas a objetos frente às linguagens estruturadas. Conhecimentos

Leia mais

Sistemas de tipos- relações entre tipos

Sistemas de tipos- relações entre tipos Sistemas de tipos- relações entre tipos Dados dois tipos T e U consideram-se as possíveis relações entre eles: T está contido em U (T < U) O conjunto de valores possíveis em T é um subconjunto dos valores

Leia mais

contidos na descrição do serviço para localizar, contactar e chamar o serviço. A figura mostra os componentes e a interação entre eles.

contidos na descrição do serviço para localizar, contactar e chamar o serviço. A figura mostra os componentes e a interação entre eles. Web Services Web Service é um componente de software identificado por uma URI que independe de implementação ou de plataforma e pode ser descrito, publicado e invocado sobre uma rede por meio de mensagens

Leia mais

ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE

ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE Objectivos da Disciplina Príncipios gerais da arquitectura de computadores Estrutura e comportamento de um computador Programação em assembly Processadores

Leia mais

PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL

PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL 7.º Ano Unidade Temática e Conteúdos Domínios/Subdominios Descritores (objetivos Especificos) Estratégias de Aprendizagem N.º

Leia mais

Informática para Gestão de Negócios Linguagem de Programação III. Prof. Me. Henrique Dezani dezani@fatecriopreto.edu.br. Agenda

Informática para Gestão de Negócios Linguagem de Programação III. Prof. Me. Henrique Dezani dezani@fatecriopreto.edu.br. Agenda Informática para Gestão de Negócios Linguagem de Programação III Prof. Me. Henrique Dezani dezani@fatecriopreto.edu.br Professor Apresentação Agenda Ementa, Objetivo, Conteúdo Programático, Bibliografia,

Leia mais

Diagrama de Componentes. Análise Orientada a Objetos

Diagrama de Componentes. Análise Orientada a Objetos Diagrama de Componentes Análise Orientada a Objetos Diagramas de arquitetura Diagramas de arquitetura (ou estrutura) permitem A descrição física do software: Os diagramas de componentes são usados para

Leia mais

Computadores e Programação (DCC/UFRJ)

Computadores e Programação (DCC/UFRJ) Computadores e Programação (DCC/UFRJ) Aula 3: 1 2 3 Abstrações do Sistema Operacional Memória virtual Abstração que dá a cada processo a ilusão de que ele possui uso exclusivo da memória principal Todo

Leia mais

GFM015 Introdução à Computação

GFM015 Introdução à Computação GFM015 Introdução à Computação Noções básicas sobre os componentes de microcomputadores (cont...) - Terminologia: Sw, Hw, Programas, Bit, Byte e Códigos Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/ic

Leia mais

Apresentação. !! Familiarização com os métodos de construção de compiladores de linguagens e com as técnicas de compilação mais habituais.

Apresentação. !! Familiarização com os métodos de construção de compiladores de linguagens e com as técnicas de compilação mais habituais. Apresentação Universidade dos Açores Departamento de Matemática www.uac.pt/~hguerra/!! Aquisição de conceitos sobre a definição de linguagens de programação.!! Familiarização com os métodos de construção

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores Prof. Eduardo Simões de Albuquerque Instituto de Informática UFG 1o. Semestre / 2006 Adaptado do material do prof. Fábio Moreira Costa Programa e Introdução Assunto do curso

Leia mais

Capítulo 8. Software de Sistema

Capítulo 8. Software de Sistema Capítulo 8 Software de Sistema Adaptado dos transparentes das autoras do livro The Essentials of Computer Organization and Architecture Objectivos Conhecer o ciclo de desenvolvimento da linguagem Java

Leia mais

a) Computador b) Estrutura do sistema i. Hardware ii.software c) Linguagens de Programação i. Paradigmas e Programação 1.

a) Computador b) Estrutura do sistema i. Hardware ii.software c) Linguagens de Programação i. Paradigmas e Programação 1. a) Computador b) Estrutura do sistema i. Hardware ii.software c) Linguagens de Programação i. Paradigmas e Programação 1. Estruturada 2. Orientada a eventos 3. Orientada a objetos d) Sistemas Operacionais

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 3

Sistemas Operacionais Aula 3 Sistemas Operacionais Aula 3 Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@recife.ifpe.edu.br http://dase.ifpe.edu.br/~alsm Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas de Informação Recife - PE O que fazer

Leia mais

Linguagem de Programação II

Linguagem de Programação II Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET-MG Linguagem de Programação II Tiago Alves de Oliveira tiago@div.cefetmg.br Sumário UNIDADE 1 CONCEITOS BÁSICOS E AMBIENTE DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Programação Orientada a Objectos - P. Prata, P. Fazendeiro

Programação Orientada a Objectos - P. Prata, P. Fazendeiro Programação Orientada a Objetos 1.1 - Perspectiva histórica: Conceitos A evolução das linguagens de programação tem-se feito na procura de ferramentas: -cada vez mais próximas da percepção humana - e que

Leia mais

Técnicas para Reutilização de Software

Técnicas para Reutilização de Software DCC / ICEx / UFMG Técnicas para Reutilização de Software Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo Panorama de Reutilização Frameworks Padrões de projeto Aplicações configuráveis Padrões de

Leia mais

PADI 2015/16. Aula 1 Introdução à Plataforma.NET

PADI 2015/16. Aula 1 Introdução à Plataforma.NET PADI 2015/16 Aula 1 Introdução à Plataforma.NET 1 Sumário 1. Framework.NET Arquitectura 2. Linguagem C# 2.0 Sintaxe C# vs. Java vs. C++ 3. IDE: MS Visual Studio 2005 ou superior Ferramentas Console/Win

Leia mais

Ferramentas Programação. UDESC - Prof. Juliano Maia 1

Ferramentas Programação. UDESC - Prof. Juliano Maia 1 Ferramentas Programação UDESC - Prof. Juliano Maia 1 Índice Seção 1 Linguagens de Programação Seção 2 Interpretador Seção 3 Compilador / Linkeditor Seção 4 Ambientes de Desenvolvimento UDESC - Prof. Juliano

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS MODERNAS PARA CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS DA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE COARI

UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS MODERNAS PARA CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS DA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE COARI UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS MODERNAS PARA CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS DA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE COARI Adrya da Silva Neres 1 Elionai de Souza Magalhães 2 1 Discente do Curso Técnico Integrado

Leia mais

Arquitectura e Organização de Computadores

Arquitectura e Organização de Computadores Arquitectura e Organização de Computadores (micro-arquitectura) atributos visíveis ao programador: I.S.A. tamanho da palavra (bits) registos Componentes que realizam a arquitectura: organização do CPU

Leia mais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais Ambientes Visuais Inicialmente, apenas especialistas utilizavam os computadores, sendo que os primeiros desenvolvidos ocupavam grandes áreas e tinham um poder de processamento reduzido. Porém, a contínua

Leia mais

Introdução a UML (Unified Modeling Language)

Introdução a UML (Unified Modeling Language) Introdução a UML (Unified Modeling Language) O que é a UML? Linguagem Gráfica de Modelagem para: Visualizar Especificar Construir Documentar Comunicar Artefatos de sistemas complexos Linguagem: vocabulário

Leia mais

testo Saveris Web Access Software Manual de instruções

testo Saveris Web Access Software Manual de instruções testo Saveris Web Access Software Manual de instruções 2 1 Índice 1 Índice 1 Índice... 3 2 Especificações... 4 2.1. Utilização... 4 2.2. Requisitos do sistema... 4 3 Instalação... 5 3.1. Instalação de

Leia mais

Gestão de memória - Memory Management Unit (MMU)

Gestão de memória - Memory Management Unit (MMU) Gestão de memória - Memory Management Unit (MMU) A distinção entre espaço de edereçamento virtual e espaço de endereçamento físico é fundamental na eficiente gestão do recurso memória física (RAM) por

Leia mais

Tecnologias de Desenvolvimento de Páginas web

Tecnologias de Desenvolvimento de Páginas web Tecnologias de Desenvolvimento de Páginas web HTML DHTML CSS Javascript Visual Basic Script Java HTML Hypertext Markup Language HTML Hypertext Markup Language Linguagem com a qual se definem as páginas

Leia mais

Introdução à Computação: Máquinas Multiníveis

Introdução à Computação: Máquinas Multiníveis Introdução à Computação: Máquinas Multiníveis Beatriz F. M. Souza (bfmartins@inf.ufes.br) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,

Leia mais

Programação Estruturada Orientada a Objetos

Programação Estruturada Orientada a Objetos INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Programação Estruturada Orientada a Objetos Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com eberton.marinho@gmail.com

Leia mais

Sistema Operativo: o que é?

Sistema Operativo: o que é? Sistemas Operativos Sistema Operativo: o que é? O Sistema Operativo é o programa responsável pelo controlo da actividade do computador, prevenindo falhas e erros. Ele é, assim, software fundamental para

Leia mais

Nero AG Nero DiscCopy

Nero AG Nero DiscCopy Manual do Nero DiscCopy Nero AG Nero DiscCopy Informações sobre direitos de autor e marcas O manual do Nero DiscCopy e a totalidade do respectivo conteúdo estão protegidos por copyright e são propriedade

Leia mais

Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos MÓDULO 2 Sistema Operativo Cliente Instalação e configuração de um Sistema Operativo: Particionamento; Formatação; Opções de instalação; Otimização

Leia mais

Espaço de Endereçamento

Espaço de Endereçamento Gestão de Memória Parte I - mecanismos Sistemas Operativos 2015 / 2016 Espaço de Endereçamento Conjunto de posições de memória que um processo pode referenciar E se referenciar outras posições de memória?

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS OPERATIVOS Ano Lectivo 2010/2011

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS OPERATIVOS Ano Lectivo 2010/2011 Programa da Unidade Curricular SISTEMAS OPERATIVOS Ano Lectivo 200/20. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (º Ciclo) 2. Curso Engenharia Informática 3. Ciclo de Estudos º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Sistemas Embebidos I , Tiago Miguel Dias ADEETC - Secção de Arquitecturas e Sistemas Operativos

Sistemas Embebidos I , Tiago Miguel Dias ADEETC - Secção de Arquitecturas e Sistemas Operativos Sistemas Embebidos I Licenciatura em Eng. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Mestrado em Engenharia Informática e de Computadores

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO PARA MONITORAMENTO DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA 1

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO PARA MONITORAMENTO DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA 1 DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO PARA MONITORAMENTO DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA 1 Antonio Carlos Catani Neto 2, Guilherme Fabrin Franco 3, Paulo Sérgio Sausen 4. 1 Projeto de Iniciação Científica, realizado

Leia mais

Abaixo iremos pormenorizar cada um de seus atributos:

Abaixo iremos pormenorizar cada um de seus atributos: 1 PYTHON Python é uma linguagem de programação de alto nível, interpretada, de script, imperativa, orientada a objetos, funcional, de tipagem dinâmica e forte. A linguagem foi projetada com a filosofia

Leia mais

Agrupamento de Escolas Miradouro de Alfazina (171839) Tecnologias da Informação e Comunicação AULA 1 2

Agrupamento de Escolas Miradouro de Alfazina (171839) Tecnologias da Informação e Comunicação AULA 1 2 AULA 1 2 Os dispositivos eletrónicos que fazem o tratamento, armazenamento e a comunicação da informação. Responsáveis pela execução de cálculos e tarefas complexas em curto espaço de tempo. Uma maneira

Leia mais

Trabalho Prático Nº6 Porta USB Processo de Enumeração

Trabalho Prático Nº6 Porta USB Processo de Enumeração Trabalho Prático Nº6 Porta USB Processo de Enumeração 1. OBJECTIVOS - Compreender o funcionamento geral de um dispositivo USB. - Entender e descrever em detalhe o processo de enumeração de um dispositivo

Leia mais

TIPOS PARAMETRIZADOS CLASSES GENÉRICAS PARTE I

TIPOS PARAMETRIZADOS CLASSES GENÉRICAS PARTE I TIPOS PARAMETRIZADOS CLASSES GENÉRICAS PARTE I JAVA5 Tiger JAVA6 - Mustang ARQUITECTURAS DE SOFTWARE F. Mário Martins 2011 1 EVOLUÇÃO ARQUITECTURAS DE SOFTWARE F. Mário Martins 2011 2 EVOLUÇÃO JSE ARQUITECTURAS

Leia mais

por parte dos usuários dos sistemas de computação se tornou menos necessária e a popularidade desse tipo de linguagem diminuiu. Mais recentemente, a

por parte dos usuários dos sistemas de computação se tornou menos necessária e a popularidade desse tipo de linguagem diminuiu. Mais recentemente, a 1 Introdução Middleware é um termo cunhado no final da década de 60 (Naur e Randell, 1968), que é freqüentemente empregado para designar uma camada de software que oferece uma infra-estrutura para construção

Leia mais

Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Sistemas Operativos 10º ano

Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Sistemas Operativos 10º ano Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Sistemas Operativos 10º ano Ao computadores dos anos 50 não tinham SO. O operador trabalhava diretamente com o hardware, o que obrigava a um grande

Leia mais

Protótipo de Protocolo de Aplicação para Troca de Documentos da Área Extra Judicial. Acadêmico: Fabrício Bento Orientador: Paulo Fernando da Silva

Protótipo de Protocolo de Aplicação para Troca de Documentos da Área Extra Judicial. Acadêmico: Fabrício Bento Orientador: Paulo Fernando da Silva Protótipo de Protocolo de Aplicação para Troca de Documentos da Área Extra Judicial Acadêmico: Fabrício Bento Orientador: Paulo Fernando da Silva Conteúdo Introdução Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Licenciatura em Informática

Licenciatura em Informática Licenciatura em Informática Unidade Curricular Arquitetura de Computadores Computer Architecture Objetivos -Compreender o hardware e software de sistema (SO); -Entender os sistemas de numeração e aritmética

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 10 Conjuntos de instruções: Características e funções slide 1 O que é um conjunto de instruções? A coleção completa de instruções

Leia mais

O que é um Servidor? COM SERVIDORES HPE TUDO É POSSÍVEL

O que é um Servidor? COM SERVIDORES HPE TUDO É POSSÍVEL O que é um Servidor? COM SERVIDORES HPE TUDO É POSSÍVEL Tecnologia de Informação O que é mais importante O principal objetivo dos departamentos de TI é proporcionar aos funcionários aplicações cruciais

Leia mais

Diagramas. Abordaremos agora cada um destes tipos de diagrama: 1. Diagrama Use-Case. 2. Diagrama de Colaboração. 3. Diagrama de Sequência

Diagramas. Abordaremos agora cada um destes tipos de diagrama: 1. Diagrama Use-Case. 2. Diagrama de Colaboração. 3. Diagrama de Sequência Diagramas Os diagramas utilizados pela UML são compostos de nove tipos: diagrama de use case, de classes, de objecto, de estado, de sequência, de colaboração, de actividade, de componente e o de instalação/execução.

Leia mais

RELATÓRIO DEFINIÇÃO. Resumo

RELATÓRIO DEFINIÇÃO. Resumo RELATÓRIO DEFINIÇÃO Resumo Desenvolvimento em Web Services para Avaliação de Conhecimentos no Sapien flex. Desenvolver interface grafica para Integração no sistema Sapien Flex, Construção de exames auto-corrigidos

Leia mais

Apresentação da Disciplina

Apresentação da Disciplina Apresentação da Disciplina Laboratório de Sistemas Operacionais Prof. Fernando Nakayama de Queiroz fernando.queiroz@ifpr.edu.br Sobre o professor... Fernando Nakayama de Queiroz fernando.queiroz@ifpr.edu.br

Leia mais

Ficha da Unidade Curricular (UC)

Ficha da Unidade Curricular (UC) Impressão em: 03-01-2013 16:10:26 Ficha da Unidade Curricular (UC) 1. Identificação Unidade Orgânica : Escola Superior de Tecnologia e Gestão Curso : [IS] Informática para a Saúde Tipo de Curso : UC/Módulo

Leia mais

Comunicação de Dados. Arquitecturas

Comunicação de Dados. Arquitecturas Comunicação de Dados Arquitecturas Arquitecturas de Comunicação Definem interacções entre equipamentos e/ou módulos de programas. Podem ser: Arquitecturas abertas Arquitecturas proprietárias Os principais

Leia mais

Desenvolvimento de uma Interface Gráfica para o Programa FastComp

Desenvolvimento de uma Interface Gráfica para o Programa FastComp MESTRADO EM MÉTODOS M COMPUTACIONAIS EM CIÊNCIAS E ENGENHARIA de uma Interface Gráfica para o Programa Patrícia C. T. Gonçalves Licenciada em Física/Matemática Aplicada (Astronomia) Orientador João Manuel

Leia mais

Servidor SENSE Unidades de Operación y Control

Servidor SENSE Unidades de Operación y Control DESCRIÇÃO GERAL Com o sistema aberto de operação e controlo SENSE podem-se configurar diferentes postos de operador de acordo com as necessidades e tipo de exploração do estacionamento. Este sistema está

Leia mais

Arquitetura e Organização de computadores

Arquitetura e Organização de computadores Arquitetura e Organização de computadores Aula 1: Organização e evolução de computador, parte 1 Prof. MSc. Pedro Brandão Neto pedroobn@gmail.com Sistemas de Informação - UNDB Introdução Computador Digital

Leia mais

Gestão da Formação por Meios Informáticos

Gestão da Formação por Meios Informáticos P ERFIL E D ELTAC ONSULTORES EM CONSÓRCIO Gestão da Formação por Meios Informáticos Ficha Técnica Autores: Ana Cristina Almeida, Luís Pousada e João Carvalhinho Título: Programa do Curso de Gestão da Formação

Leia mais

Gestão de memória - Memory Management Unit (MMU)

Gestão de memória - Memory Management Unit (MMU) Gestão de memória - Memory Management Unit (MMU) A distinção entre espaço de edereçamento virtual e espaço de endereçamento físico é fundamental na eficiente gestão do recurso memória física (RAM) por

Leia mais

Multithreading & Comunicação Serial usando Arduino e C# Marcelo Vinícius Cysneiros Aragão

Multithreading & Comunicação Serial usando Arduino e C# Marcelo Vinícius Cysneiros Aragão Multithreading & Comunicação Serial usando Arduino e C# Marcelo Vinícius Cysneiros Aragão http://www.contactify.com/bf737 Introdução: C# e.net Framework Linguagem OO fortemente tipada, baseada em C++,

Leia mais

JADEX: A BDI REASONING ENGINE. Alexander Pokahr, Lars Braubach e Winfried Lamersdorf Springer US - Multi-Agent Programming 2005 pp.

JADEX: A BDI REASONING ENGINE. Alexander Pokahr, Lars Braubach e Winfried Lamersdorf Springer US - Multi-Agent Programming 2005 pp. JADEX: A BDI REASONING ENGINE Alexander Pokahr, Lars Braubach e Winfried Lamersdorf Springer US - Multi-Agent Programming 2005 pp. 149-174 Volume 15 Motivação Existem muitas plataformas para desenvolvimento

Leia mais

Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Sistemas Operativos 10º ano

Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Sistemas Operativos 10º ano Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Sistemas Operativos 10º ano Introdução aos Sistemas Embebidos Vivemos num mundo onde o software desempenha um papel crítico Mas a maior parte deste

Leia mais