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1 Relatório Corporativo de Gerenciamento de Riscos Pilar III Circulares 3.678/13 e 3.716/14 Setembro 2014 Diretoria Executiva de Controladoria, Compliance, PLD e Riscos

2 Sumário 1. Introdução Tipos de Riscos Risco de Conjuntura Risco de Crédito Risco de Imagem Risco Socioambiental Risco de Mercado Risco Legal Risco de Liquidez Risco Operacional Regulação Gerenciamento dos Riscos Risco de Mercado Carteira Trading Exposição Cambial Carteira Banking Derivativos Controle e Acompanhamento Risco Operacional Processo de Gerenciamento Metodologia de Mensuração Controle e Acompanhamento Gestão de Continuidade dos Negócios Risco de Liquidez Controle e Acompanhamento Risco de Crédito Exposição ao Risco de Crédito Percentual das 10, 50 e 100 maiores exposições Por Países e Regiões Geográficas Por Setor Econômico Por Prazo a Decorrer Por Atraso Por Operações Baixadas para Prejuízo no trimestre Exposição ao Risco de Crédito de Contraparte Instrumentos Mitigadores Aquisição, Venda ou Transferência de Ativos Financeiros e de Securitização Com Retenção Substancial dos Riscos e Benefícios Sem Retenção Substancial dos Riscos e Benefícios Operações de Securitização Participações Societárias Não Classificadas na Carteira de Negociação Restrições ou Impedimentos Relevantes Gestão do Capital e Balanço Patrimonial Projeções de Capital Suficiência de Capital Detalhamento do PR e RWA Balanço Patrimonial Instituições Integrantes do Balanço Patrimonial... 35

3 2 1. Introdução A premissa inerente ao gerenciamento de riscos corporativos é que toda organização existe para gerar valor às partes interessadas. Todas as organizações enfrentam incertezas, e o desafio de seus administradores é determinar até que ponto aceitar essa incerteza, assim como definir como essa incerteza pode interferir no esforço para gerar valor às partes interessadas. Incertezas representam riscos e oportunidades, com potencial para destruir ou agregar valor. O gerenciamento de riscos corporativos possibilita aos administradores tratar com eficácia as incertezas, bem como os riscos e as oportunidades a elas associadas, a fim de melhorar a capacidade de gerar valor. O valor é maximizado quando a Instituição estabelece estratégias e objetivos para alcançar o equilíbrio ideal entre as metas de crescimento e de retorno de investimentos e os riscos a elas associados, e para explorar os seus recursos com eficácia e eficiência na busca dos objetivos da organização. No Mercantil do Brasil, a Gestão dos Riscos é parte integrante e fundamental nas atividades da Instituição, principalmente nos processos de tomada de decisão, visando obter a melhor relação risco/retorno, através da otimização do uso do capital, bem como para a seleção das melhores oportunidades de negócios. Sua gestão é realizada através de metodologias e modelos condizentes com a realidade do mercado nacional e internacional, permitindo embasar decisões estratégicas da Instituição com grande agilidade e alto grau de confiança. As informações descritas ao longo desse documento visam dar transparência além de reduzir a assimetria das mesmas, municiando o público em geral com informações fidedignas, consistentes e tempestivas, respeitando os padrões de Governança Corporativa. Este relatório contempla as informações requeridas pelo Banco Central do Brasil, por meio das Circulares 3.678/2013 e 3.716/2014, que dispõem sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA) e à apuração do Patrimônio de Referência (PR), alinhado às novas regras de capital e em conformidade com as politicas institucionais do Mercantil do Brasil. A leitura deste documento deve ser realizada juntamente com as demais informações financeiras divulgadas pela Instituição, localizadas no site do Mercantil do Brasil, na área de Relações com Investidores.

4 3 2. Tipos de Riscos Os principais riscos a que a Instituição está exposta em suas atividades são: 2.1. Risco de Conjuntura Decorre da possibilidade de perdas decorrentes de mudanças verificadas nas condições políticas, culturais, sociais, econômicas ou financeiras do Brasil ou de outros países. Compreende os seguintes riscos: Risco Estratégico risco de perdas pelo insucesso das estratégias adotadas, levando-se em conta a dinâmica dos negócios e da concorrência, as alterações políticas no País e fora dele e as alterações na economia nacional e mundial; Risco-País entendido como a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por tomador ou contraparte localizada fora do País, em decorrência de ações realizadas pelo governo do país onde está localizado o tomador ou contraparte, e o risco de transferência, entendido como a possibilidade de ocorrência de entraves na conversão cambial dos valores recebidos; Risco Sistêmico possibilidade de perdas em virtude de dificuldades financeiras de uma ou mais instituições que provoquem danos substanciais às outras, ou ruptura na condução operacional de normalidade do Sistema Financeiro Nacional Risco de Crédito Definido como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. A definição de risco de crédito compreende, entre outros: o risco de crédito da contraparte, entendido como a possibilidade de não cumprimento, por determinada contraparte, de obrigações relativas à liquidação de operações que envolvam a negociação de ativos financeiros, incluindo aquelas relativas à liquidação de instrumentos financeiros derivativos; o risco país, entendido como a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por tomador ou contraparte localizada fora do País, em decorrência de ações realizadas pelo governo do país onde está localizado o tomador ou contraparte, e o risco de transferência, entendido como a possibilidade de ocorrência de entraves na conversão cambial dos valores recebidos; a possibilidade de ocorrência de desembolsos para honrar avais, fianças, coobrigações, compromissos de crédito ou outras operações de natureza semelhante; a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por parte intermediadora ou convenente de operações de crédito.

5 Risco de Imagem Possibilidade de perdas decorrentes de a instituição ter seu nome desgastado junto ao mercado ou às autoridades, em razão de publicidade negativa, verdadeira ou não Risco Socioambiental Risco de perdas decorrentes de danos socioambientais causados pela Instituição no desenvolvimento de suas atividades, ou por ações de tomadores, emissores e contrapartes com os quais mantém alguma operação Risco de Mercado É a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas por uma instituição financeira. Inclui os riscos das operações sujeitas à variação cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias (commodities) Risco Legal Pode ser definido como a possibilidade de perdas decorrentes de multas, penalidades ou indenizações, resultantes de ações de órgãos de supervisão e controle, bem como perdas decorrentes de decisão desfavorável em processos judiciais ou administrativos Risco de Liquidez Define-se como: I - a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas; e II - a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado Risco Operacional Possibilidade de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Esta definição inclui o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão do descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição.

6 5 3. Regulação A expansão da globalização e a formação de blocos econômicos exigiram a criação de métodos padronizados de avaliação de risco e capitalização. Assim, em 1988, o Grupo dos Dez, formado pela Alemanha, Bélgica, Canadá, EUA, França, Holanda, Itália, Japão, Reino Unido, Suécia e a Suíça, como país sede, adotou um conjunto de normas e critérios com o objetivo de preservar a solvência da atividade bancária e minimizar os riscos assumidos. Foi criado então, no Banco para Compensações Internacionais na Basileia (BIS), o Comitê de Supervisão Bancária da Basileia, que, em seus primeiros acordos, atentou para a padronização de normas visando à prudência bancária. Este Comitê, assim, estabeleceu parâmetros mínimos para a adequação do capital dos bancos, com base nos ativos que eram divididos subjetivamente em diferentes graus de risco, que variavam entre 0% e 100%. A partir disso estabeleceu-se um coeficiente de padrão mínimo de 8% entre o patrimônio líquido e estes ativos ponderados pelo risco. Ou seja, passou a ser exigido dos bancos um volume mínimo de capital de seus acionistas nas operações para, no caso de quebra, proteger recursos de depositantes e de outros credores. No Brasil isto era novidade até a edição da Resolução do BACEN em 17 de agosto de 1994, ainda que algumas instituições financeiras já fizessem cálculos de ajuste de Patrimônio em função de suas relações com países signatários do Acordo. Com a adoção pelo Brasil do Acordo, a base da capitalização se transfere do Passivo para o Ativo, incluindo algumas contas de compensação. Inicialmente, o Brasil estabeleceu o mesmo limite mínimo exigido pelos países do G-10, de 8% a ser alcançado na relação patrimônio líquido/ativo ponderado pelo risco das instituições financeiras, até o final de Ao longo do tempo essa fórmula foi sendo aperfeiçoada com a inclusão do risco das operações de swap no cálculo do Patrimônio Líquido Exigido (PLE). Em agosto de 1997 passou de 8% para 10% (valendo a partir de janeiro de 1998) e em dezembro de 1998 para 11% (valendo a partir de janeiro de 1999 até a atualidade). Em 1999, o Banco Central do Brasil incluiu no cálculo do capital próprio o risco de exposição cambial, e complementou com o risco de variações bruscas nas taxas de juros. Com o objetivo de incentivar o gerenciamento de riscos e aproximar os conceitos de capital regulatório e econômico, o Comitê da Basileia finalizou, em 2004, uma nova versão do acordo de capital, conhecido como Basileia II, que se fundamentou em três pilares, quais sejam: requerimento mínimo de capital, revisão do órgão supervisor e disciplina de mercado. Porém, visto que as duas rodadas de regulação internacional, Basileia I e II, não foram suficientes para impedir as práticas arriscadas pela indústria bancária, que culminaram em uma profunda crise no sistema financeiro mundial em 2008 e 2009, houve uma terceira versão do Acordo, chamada Basileia III. Este acordo surgiu em junho de 2011 com a publicação do documento Basel III: A global regulatory framework for more resilient banks and banking systems - revised. O Basileia III busca, através do aumento da qualidade e quantidade do capital das instituições financeiras, melhorar a capacidade dos bancos de absorver choques decorrentes de estresse financeiro e econômico. Além disso, visa aprimorar as práticas de gestão e governança de riscos, fortalecendo a transparência e as práticas de divulgação de informações.

7 6 O novo acordo é abrangente e propõe, entre outras medidas: Aumento da qualidade e do requerimento de capital; Maior cobertura de risco, especialmente no mercado de capitais; Definição de um nível de alavancagem equilibrado; Harmonização internacional da definição de capital; Colchões de capital construídos em períodos de crescimento para serem aplicados em períodos de estresse; Padrões mínimos para gestão do risco de liquidez no curto prazo (curto período de estresse) e longo prazo (captações estáveis); Padrões de supervisão e práticas de divulgação de informações mais rigorosas. O Banco Central do Brasil, através do Comunicado nº /2011, divulgou as diretrizes e o cronograma de implementação do acordo de Basileia III no Brasil e, para iniciar este processo, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu as regras de definição e requerimento de capital regulamentar, através das seguintes resoluções: Resoluções nº 4.192/2013 e 4.278/2013, que dispõem sobre a metodologia de apuração do Patrimônio de Referência (PR); Resoluções nº 4.193/2013 e 4.281/2013, que tratam da apuração dos requerimentos mínimos de capital a serem mantidos sob a forma de PR, de Nível I e de Capital Principal. Também institui o Adicional de Capital Principal e estabelece as medidas a serem adotadas no caso de este não ser cumprido. Juntamente com estas resoluções o Bacen criou um conjunto de circulares que determinam os procedimentos de apuração do montante dos Ativos Ponderados pelo Risco (RWA) para Risco de Crédito, de Mercado e Operacional (abordagem padrão e interna) Resolução nº 4.194/2013, que estabelece a faculdade de cooperativas de crédito apurarem os requerimentos de capital de forma simplificada; e Resoluções nº 4.195/2013 e 4.280/2013, que tratam da nova base de apuração consolidada do PR e dos requerimentos mínimos de capital para instituições integrantes de grupo financeiros.

8 Na Resolução 4.193/2013, que passou a vigorar a partir de 01 de outubro de 2013, o Conselho Monetário Nacional CMN aprimorou os dispositivos relativos ao cálculo do requerimento de capital, antes denominado Patrimônio Referencia Exigido (PRE). Os requisitos mínimos de Nível I e de Capital Principal a ser mantido pelas instituições passou ser dado pelo montante dos Ativos Ponderados pelo Risco (RWA), que consiste na soma de três parcelas, cada uma delas relativa a uma natureza de risco: 7 O cronograma de implementação do Basileia III no Brasil prevê ainda, conforme o Comunicado nº /2011, a adoção de outras medidas até 2019, dentre elas: a. Colchão de Capital: I Capital de Conservação: corresponderá a um montante complementar às exigências mínimas regulamentares, constituído de elementos aceitos para compor o Capital Principal. Seu objetivo é aumentar o poder de absorção de perdas das instituições financeiras além do mínimo exigido em períodos favoráveis do ciclo econômico, para que o capital acrescido possa ser utilizado em períodos de estresse. Vale mencionar que os bancos poderão utilizar em determinadas circunstâncias o capital deste colchão, mas terão que reduzir a distribuição de lucros e dividendos, caso a instituição financeira esteja próxima do percentual mínimo exigido. Com isso, o órgão supervisor pretende evitar que as instituições continuem a pagar elevados bônus e dividendos quando sofrem deterioração de capital. II Capital Contracíclico: busca assegurar que o capital mantido pelas instituições financeiras contemple os riscos decorrentes de alterações no ambiente macroeconômico. O Capital Contracíclico também deve ser constituído com elementos aceitos no Capital Principal e será requerido em caso de crescimento excessivo do crédito associado a potencial acumulação de risco sistêmico.

9 8 b. Índices de Liquidez: LCR (Liquidity Coverage Ratio) Índice de Liquidez de Curto Prazo: será calculado com base na razão entre estoque de ativos de alta liquidez e as saídas líquidas no prazo de até 30 dias. Terá por finalidade evidenciar se as instituições financeiras possuem recursos de alta liquidez para resistir a um cenário de estresse financeiro agudo com duração de 1 mês. NSFR (Net Stable Funding Ratio) Índice de Liquidez de Longo Prazo: será calculado pela razão entre o total de captações estáveis disponíveis e o total de captações estáveis necessárias. Busca incentivar as instituições financeiras a financiarem suas atividades com fontes mais estáveis de captação. c. Índice de Alavancagem: Basileia III recomenda que seja implementado um Índice de Alavancagem como medida complementar de capital, apurado pela divisão do valor do Nível I do PR pelo valor da exposição total. Em princípio, este índice deve representar 3% da exposição total, ou seja, as instituições financeiras com 30 Reais de Nível I só poderão ter até 1000 Reais de ativos em sua estrutura. Cada país participante do acordo deverá adaptar as novas normas estabelecidas à seus respectivos sistemas financeiros. As regras deverão ser adotadas lentamente pelos bancos até 2019, a fim de que não tenham um impacto significativo na oferta de crédito e, por conseguinte, na recuperação da economia mundial. Cabe destacar que o Banco Central do Brasil esclarece que as recomendações de Basileia III, mencionadas no Comunicado /2011, são em essência, complementares às de Basileia II e, portanto, devem ser consideradas em conjunto com as informações contidas nos Comunicados /2007 e /2009. Em suma, as recomendações de Basiléia III visam aperfeiçoar a capacidade das instituições financeiras de absorver choques provenientes do sistema financeiro ou dos demais setores da economia, propiciando a manutenção da estabilidade financeira e a promoção do crescimento econômico sustentável. Espera-se que o aumento do nível de Capital, combinado com requerimentos mínimos de liquidez e medidas macroprudenciais, reduza a probabilidade e a severidade de futuras crises bancárias e seus potenciais efeitos negativos sobre os demais setores da economia.

10 9 4. Gerenciamento dos Riscos O processo de gerenciamento é pautado em identificar, avaliar, controlar e monitorar os riscos, com o objetivo de diminuir a probabilidade e o impacto de eventos negativos e de aumentar a probabilidade de eventos positivos, contribuindo, assim, para agregar valor ao negócio Risco de Mercado A gestão do Risco de Mercado das empresas do Mercantil do Brasil é centralizada na Gerência de Gestão de Riscos, subordinada à Diretoria Executiva de Controladoria, Compliance, PLD e Riscos, cabendo responsabilidades, também, ao Conselho de Administração, ao Comitê de Auditoria, ao Comitê Diretivo, ao Comitê de Ativos e Passivos (CAP), e ao Comitê de Caixa. O risco de mercado é gerenciado por meio de metodologias e sistemas condizentes com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e a dimensão da exposição, bem como com a realidade do mercado nacional e internacional, permitindo embasar decisões estratégicas para a Instituição com grande agilidade e alto grau de confiança. A base de dados de risco de mercado, utilizada pela Instituição, possui algumas premissas básicas, tais como: Para o gerenciamento do risco de mercado é necessário ter os fluxos nos vencimentos com seus respectivos valores, compreendendo o principal, os juros e os demais valores relacionados a cada parcela/operação; O cálculo do valor projetado (no vencimento) é feito sempre por dias corridos; Se a data de vencimento (data de vencimento real da operação) for dia não útil, move-se para dia útil subsequente; Para o cálculo do risco de mercado são consideradas apenas as operações ou parcelas cuja data de vencimento é no mínimo o próximo dia em relação à data dos dados da base de Risco de Mercado; Os fluxos de crédito rotativo consideram como prazo: cheque especial 1 dia; conta garantida o primeiro dia útil, a data de aniversário do vencimento ou a ocorrência de saldo credor, conforme o que rege o contrato; Os fluxos de depósito de poupança tomam-se como prazo a próxima data de aniversário de rendimento; As operações referenciadas em DI e Selic, remuneradas em percentual diferente de 100%, são consideradas como risco prefixado. O nível de exposição é calculado como o produto do valor projetado pelo valor absoluto da diferença entre o % de CDI ou Selic e 100%. Assim, por exemplo, se uma aplicação for remunerada em 95% ou 105% do DI, o Mercantil do Brasil está exposto em 5% do valor projetado. Segue, abaixo, o tratamento para essas operações: Operações ativas: > 100%: gerar um fluxo prefixado passivo. < 100%: gerar um fluxo prefixado ativo.

11 10 Operações passivas: > 100%: gerar um fluxo prefixado ativo. < 100%: gerar um fluxo prefixado passivo Em conformidade com as Resoluções CMN nº 4.193/2013 e nº 4.281/2013, realiza-se o cálculo do capital regulatório de risco de mercado, tendo como principais vertentes: a classificação das operações nas carteiras de Negociação (Trading) e de Não Negociação (Banking). As parcelas exigidas para cobertura de risco de mercado são calculadas diariamente, com as posições detidas pelo Mercantil do Brasil, considerando-se as parcelas/operações em aberto na data de referência. Ou seja, não se utilizam estimativas de crescimento de volume, de modificações dos prazos ou das composições das carteiras. A integração das informações para o risco de mercado é dinâmica e captura as mudanças ocorridas no dia, indicando que a posição de fechamento do dia é a que será usada para os cálculos das carteiras de Negociação e de Não Negociação. Para grandes variações de preço, o Mercantil do Brasil utiliza o instrumento hedge para proteger as operações financeiras ao qual está exposto. A estratégia de hedge consiste em compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes da exposição às variações no valor de mercado ou no fluxo de caixa de qualquer ativo, passivo, compromisso ou transação futura prevista Carteira Trading Entende-se por Carteira Trading (CT) todas as operações com instrumentos financeiros e mercadorias, inclusive derivativos, detidas com a intenção de negociação ou destinadas a hedge de outros elementos da CT, e que não estejam sujeitas à limitação da sua negociabilidade. Segue, abaixo, o quadro evolutivo da parcela exigida para cobertura do Risco de Mercado para as operações contidas na Carteira Trading: Fator de Risco: PREFIXADO Em R$ mil set/2014 jun/2014 set/ RWA Jur1 / Pjur Posição Comprada Posição Vendida Exposição Total Fator de Risco: AÇÕES set/2014 jun/2014 set/ RWA acs / Pacs Posição Comprada Posição Vendida Exposição Total ¹A partir do dia 01/10/2013, entrou em vigor a Resolução 4.193/13, os requisitos mínimos de Nível I e de Capital Principal a ser mantido pelas instituições passaram a ser dado pelo montante dos Ativos Ponderados pelo Risco (RWA). Portanto, as parcelas Pjur1 e Pacs passaram a ser denominadas RWA JUR1 e RWA ACS, respectivamente. Para ambas, foi introduzido o fator F, que em linhas gerais potencializou a parcela em aproximadamente 9 vezes. Para efeito comparativo, em setembro de 2013, os valores das parcelas Pjur1 e Pacs foram ajustados Exposição Cambial De 30 de abril até 31 de dezembro de 2013, o valor da RWAcam era zero para as exposições em ouro, em moeda estrangeira e em ativos sujeitos à variação cambial iguais ou inferiores a 2% do

12 Patrimônio de Referência (PR). A partir do início de 2014, em conformidade com a Circular 3.641, passou-se a apurar a parcela supracitada, uma vez que a prerrogativa mencionada foi extinta. 11 Fator de Risco: MOEDA ESTRANGEIRA set/2014 jun/2014 set/2013 RWA Cam Exposição Cambial Total Carteira Banking São incluídas na carteira Banking todas as operações que representam fontes relevantes de risco de mercado e que não estejam classificadas na carteira de negociação. Consiste das operações estruturais (operações de Tesouraria, operações de crédito, depósitos, captações externas, etc) e derivativos não classificados como de negociação. Sua metodologia de cálculo consiste em mapear os fluxos de caixa por fator de risco (book), marcálos a mercado pela estrutura temporal correspondente e aplicar as últimas 100 variações (cenários) da estrutura temporal para estimar a perda potencial. As simulações das últimas 100 variações sobre a estrutura temporal vigente gerarão 100 possíveis resultados diferentes, e consequentemente 100 variações do valor marcado a mercado da carteira. O VaR, ou a perda máxima esperada de um dia para outro (holding period = 1dia), com 95% de grau de confiança, é definido como a sexta pior variação de todas as opções simuladas. A parcela adicional relativa ao risco de mercado da carteira Banking (Rban) é o resultado da soma do VaR de todos os fatores de risco na moeda nacional considerando as correlações entre os fatores de risco, ao VaR em moeda estrangeira. Segue, abaixo, o quadro evolutivo da parcela Rban: Em R$ mil set/2014 jun/2014 set/2013 Rban - F inal de T rimestre Rban - M édia no T rimestre Rban - M í nimo no T rimestre Rban - M áximo no T rimestre Medologia: VaR histórico: janela 100 dias úteis, holding period 1 dia, 95% grau de confiança. No comparativo entre setembro/13 e setembro/14, nota-se a redução da Rban de R$ 25,7 milhões para R$ 11,6 milhões. Esse fato está associado à saída de cenários ruins, da janela histórica do modelo, ocorridos ao longo do mês de junho de 2013, que embutiam maior volatilidade e, consequentemente se traduziram em uma parcela maior no final de setembro de Derivativos Os instrumentos financeiros derivativos existentes na Instituição, na sua grande maioria, são destinados à proteção de exposição a riscos (hedge) das captações externas, não possuindo nenhum caráter especulativo. Cabe ressaltar ainda, que o Mercantil do Brasil possui uma gestão ativa de seus riscos de mercado, com o acompanhamento diário das exposições aos diversos fatores de risco, bem como ao potencial efeito que essas exposições podem causar no valor justo de seus derivativos, podendo indicar a

13 mudança de posição de modo a mitigar esses riscos. Adicionalmente, os procedimentos para proteção estão em consonância com as diretrizes definidas na Política Institucional de Hedge. Seguem quadros das exposições em derivativos, segregada por fator de risco de mercado e também segmentada entre posição comprada e posição vendida: 12 A reversão do resultado do Swap, na comparação com o período anterior, reflete principalmente a alta da taxa de cambio (+11,3%), que influenciou positivamente a ponta ativa dos contratos de derivativos.

14 Controle e Acompanhamento A Gerência de Gestão de Riscos produz relatórios distintos para atender o perfil das áreas demandantes. Tais relatórios retratam todas as fontes relevantes de exposição de acordo com os fatores de risco associados e, também, de forma agregada. Ou seja, medem-se, monitoram-se e controlam-se as operações por fator de risco e como essas posições se correlacionam entre si. Além do acompanhamento diário das exposições aos diversos fatores de risco e do cálculo do valor em risco VaR, são realizados testes de estresse de flutuação das principais variáveis macroeconômicas, utilizando cenários históricos ou de mudança de premissas. Também é realizado o back-test, que consiste na averiguação de uma amostra de retornos da ocorrência de um número de perdas superiores ao VaR conforme o nível de confiança escolhido. O modelo de risco de mercado também permite acompanhar a sensibilidade das taxas de juros, comparando a curva de mercado recente aos cenários formados, o que possibilita simular como tais taxas podem variar e afetar as posições assumidas pela Instituição. Outro ponto relevante é a sistemática validação da base de dados da Instituição, sendo aplicados pontos de controle para garantir a integridade das informações utilizadas Risco Operacional O Gerenciamento do Risco Operacional no Mercantil do Brasil integra-se às estratégias e aos negócios das empresas do grupo, alinhando os processos existentes e praticados com as políticas vigentes. A forma de atuação possibilita a identificação das áreas com maior potencial de risco e os cenários mais críticos para, por meio de uma gestão efetiva, controlar e mitigar a exposição ao Risco Operacional a que a Instituição está sujeita. No Mercantil do Brasil, o Gerenciamento do Risco Operacional é realizado de forma compartilhada com os gestores das áreas, considerados especialistas dos processos, e que desempenham importante papel na integração com a Gerência de Gestão de Riscos. Esta proximidade com o foco do risco possibilita uma interferência positiva, favorecendo uma gestão dinâmica e participativa Processo de Gerenciamento A metodologia aplicada para a gestão do Risco Operacional é composta pelas etapas qualitativa e quantitativa. A primeira etapa contempla o levantamento dos processos, a identificação dos riscos, a avaliação dos controles e as respostas aos riscos (plano de ação). Já a etapa quantitativa, consiste na formação da base de perdas, tendo como objetivo registrar as informações relativas aos eventos decorrentes da exposição ao Risco Operacional no Mercantil do Brasil. O Mercantil do Brasil também utiliza as ferramentas: Teste de Avaliação dos Sistemas de Controle de Riscos Operacionais, Questionário CSA (Control Self Assessment) e ICR (Indicador Chave de Risco), visando gerar informações de forma a maximizar a eficiência dos controles implementados e dos dados de perda operacional, redirecionando ações a fim de reduzir as perdas operacionais. Os relatórios de gerenciamento do risco operacional são enviados aos Gestores e a Alta Administração, contendo informações que sinalizam os aspectos qualitativos e quantitativos da

15 exposição a risco operacional da Instituição, o que permite avaliar a possibilidade de ocorrência das perdas, o impacto resultante e os tipos de ação para a sua mitigação Metodologia de Mensuração De acordo com o disposto na Circular 3.640/2013 do Bacen, o cálculo da parcela RWAOPAD pode ser efetuado com base em uma das seguintes metodologias, a critério da instituição financeira: Abordagem do Indicador Básico; Abordagem Padronizada Alternativa; Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada. No Mercantil do Brasil, a metodologia de cálculo adotada é a Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada, conforme detalhamento contido no artigo 7º da circular 3.640/2013, alterada pela Circular 3.675/2013 do Bacen. Toda a metodologia de cálculo da abordagem utilizada pela Instituição foi definida seguindo os critérios de consistência e passíveis de verificação. Além disso, encontra-se devidamente formalizada. Os percentuais apresentados no gráfico a seguir representam a parcela de RWAOPAD em relação ao Patrimônio de Referência Mínimo Requerido para RWA do Mercantil do Brasil. Alocação de Capital - Risco Operacional Parcela RWAOPAD 7,51% 5,48% 6,01% Setembro 2013 Junho 2014 Setembro Controle e Acompanhamento Mensurados os riscos e conhecidas as exposições que extrapolem a tolerância a riscos da Instituição, os planos de ação são adotados visando a reduzir o Risco Operacional a um nível aceitável. Os procedimentos de controle da exposição são estabelecidos pelos gestores das áreas, podendo ser orientados, quando necessário, pela Gerência de Gestão de Riscos sobre as diretrizes e práticas de mitigação dos mesmos. É importante ressaltar que para os riscos diagnosticados como alto é realizado o acompanhamento do desenvolvimento dos planos de ação. Além da utilização de ferramentas de gestão, a Instituição mantém uma base de dados de perdas operacionais internas que é consolidada e analisada. Outra forma de gestão do risco operacional é à base de dados de perdas operacionais externa. O Mercantil do Brasil vem capturando informações de perdas operacionais externas de várias Instituições Financeiras, nas diversas fontes de divulgação

16 (jornais, sites, etc.). Estes dados são coletados e analisados de forma a identificar possíveis cenários de exposição a riscos. 15 Segue, abaixo, o gráfico de perdas operacionais internas ocorridas por valores: * Os dados de 2014 referem-se às perdas acumuladas até o 3º Trimestre. Obs.: A base de dados de perdas operacionais interna é acumulativa e mensalmente são informadas recuperações referentes às perdas já registradas nos meses anteriores. Devido a estes ajustes, os percentuais apresentados no gráfico acima, podem sofrer futuras modificações Gestão de Continuidade dos Negócios A Gestão de Continuidade dos Negócios, que também está inserida no âmbito do Gerenciamento do Risco Operacional, busca garantir a continuidade dos processos de negócios críticos à sobrevivência da instituição em caso de crises que causem a interrupção das suas atividades. Isso proporciona um ambiente mais seguro às operações, aos clientes e contrapartes, bem como aos seus acionistas. Para garantir essa resiliência, o Mercantil do Brasil utiliza metodologia que o permite definir estratégias de contingência, determinando procedimentos alternativos e linhas de ação que manterão as operações críticas em funcionamento, mesmo na ocorrência de eventos adversos que causem a interrupção das atividades. Todas essas especificações estão formalizadas em Planos de Contingência, que contemplam também toda a estrutura de pessoal e logística disponibilizada para a continuidade dos negócios. Periodicamente, os Planos de Contingência elaborados passam por testes, cujos relatórios, enviados inclusive à Alta Administração, orientam a atualização desses planos e buscam garantir a eficácia dos procedimentos descritos. Esse ciclo virtuoso permite ao Mercantil do Brasil manter sua Gestão de Continuidade dos Negócios em um processo de melhoria continua.

17 16 METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO DOS PLANOS DE CONTINGÊNCIA Buscando o aprimoramento da qualidade e efetividade das estratégias, dos planos e dos processos estabelecidos para a continuidade de seus negócios, a Instituição investe constantemente em novas tecnologias, metodologias e na capacitação de seus funcionários, visando a atingir padrões cada vez mais elevados de sustentabilidade e perenidade de seus negócios. O Mercantil do Brasil mantém, ainda, permanente monitoramento do ambiente em que está inserido, o que permite um amadurecimento das estratégias e estudo de cenários de crise e, consequentemente, permanência do estado de prontidão para as situações adversas. Com tudo isso, a Instituição vem se preparando, com consistência, para reduzir significativamente os impactos de interrupções a níveis razoáveis Risco de Liquidez No Mercantil do Brasil o Risco de Liquidez é gerenciado por meio de metodologias e modelos que visam gerir a capacidade de pagamento da Instituição, considerando o planejamento financeiro, os limites de riscos e a otimização dos recursos disponíveis, permitindo embasar decisões estratégicas com grande agilidade e alto grau de confiança. A Gerência de Gestão de Riscos promove a imediata disseminação de informações e análises sobre o Risco de Liquidez aos diversos setores diretivos e gerenciais da Instituição, bem como as conclusões e providências adotadas. A gestão é realizada em conformidade com a Resolução CMN nº 4.090/2012, que dispõe sobre a estrutura de gerenciamento, governança e transparência das informações do Risco de Liquidez. Visando proporcionar a permanente adequação do gerenciamento às características e exposições da Instituição e seguindo as melhores práticas sugeridas pela Febraban, pelo Banco Central e pelo BIS (Bank for International Settlements, em português: Banco de Compensações Internacionais), a Instituição possui dois modelos Descasamento entre Ativos e Passivos e movimentação diária

18 de produtos. O primeiro modelo permite o acompanhamento por produto, moeda, indexador e vencimento e o segundo fornece fluxo de entrada e saída dos produtos ativos e passivos. O Mercantil do Brasil realiza ainda, como um dos instrumentos de gestão, a projeção do fluxo de caixa para curto, médio e longo prazo, através de duas metodologias: uma utilizando o modelo estatístico de previsão Box-Jenkins e outra baseada em séries históricas de movimentação de produtos de ativo e passivo, recebimentos antecipados, vencimentos e recompras de operações de Depósito a Prazo (DPZ Comum, DPGE), Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), Letras Financeiras (LF), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), operações de crédito, captações externas, poupança, depósito a vista e TVMs. Concomitantemente, são construídos cenários de estresse que permitem a identificação de possíveis problemas que possam vir a comprometer o equilíbrio econômico-financeiro da Instituição. O Mercantil do Brasil possui ainda, Plano de Contingência de Liquidez contendo responsabilidades e procedimentos para enfrentar situações de estresse liquidez, garantindo a execução em tempo hábil das ações e retorno rápido aos níveis de liquidez aceitáveis Controle e Acompanhamento O gerenciamento do Risco de Liquidez considera todas as operações praticadas no mercado financeiro e de capitais, assim como possíveis exposições contingentes ou inesperadas, tais como as advindas de serviços de liquidação, prestação de avais e garantias, e linhas de crédito contratadas e não utilizadas. Diariamente é feito o acompanhamento detalhado dos movimentos de entrada e saída das Operações de Crédito, DPZ, DPGE, LCA, LCI, LF, Poupança e Depósito a Vista. Os produtos DPZ, DPGE e LCA são analisados também de acordo com a concentração (saldo do cliente), vencimentos, renovações, recompras, e as novas captações. Além disso, há um monitoramento diário do saldo do Caixa e das principais variáveis que o compõe. No que se refere ao Descasamento entre ativos e passivos, os gráficos a seguir demonstram a maior exposição do Mercantil do Brasil nos fatores de risco Pré e CDI, reflexo dos volumes de operações de crédito no ativo e dos depósitos a prazo no passivo. Setembro/14

19 18 Junho/14 Setembro/13 Para monitorar a capacidade da Instituição em suportar situações de estresse, o Mercantil do Brasil apura o Índice de Liquidez, que é obtido através da razão entre os Ativos Líquidos e os Cenários de Estresse projetados. Para compor os Ativos Líquidos consideram-se integralmente o valor dos títulos públicos e privados livres, as operações compromissadas (posição bancada) e as disponibilidades. Já nos cenários de estresse consideram condições adversas que impliquem redução dos recursos captados, aumento da inadimplência nos produtos da carteira de crédito e/ou restrinjam a realização financeira de ativos. O gráfico a seguir apresenta a evolução do Índice de Liquidez do Mercantil do Brasil comparando-o com o do Sistema Financeiro Nacional (SFN) até junho de 14, última informação divulgada no Relatório de Estabilidade Financeira pelo Bacen.

20 set/13 out/13 nov/13 dez/13 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 19 Índice de Liquidez do Sistema Financeiro Nacional 2,0 1,8 1,6 1,4 1,2 1,0 0,8 0,6 0,4 0,2 0,0 BMB Sistema Financeiro Nacional Limite Como pode ser observado, o Índice de Liquidez do Mercantil do Brasil encontra-se acima do limite mínimo recomendado pelo Bacen e estabelecido na Política Institucional de Gerenciamento de Risco de Liquidez, que é igual Risco de Crédito Por risco de crédito, entende-se como a possibilidade de não cumprimento total ou parcial, por determinada contraparte, de obrigações relativas à liquidação de operações que envolvam a negociação de ativos financeiros. A gestão do risco de crédito compreende a identificação, mensuração, controle e mitigação dos riscos relativos às ocorrências de perdas esperadas e não esperadas na atividade de crédito, objetivando otimizar a eficiência de seu capital econômico. O Mercantil do Brasil investe, de forma estruturada, no aperfeiçoamento contínuo dos processos e das práticas de controle e gestão de risco de crédito, seguindo padrões de mercado e atendendo as exigências dos órgãos reguladores. A Estrutura de Gerenciamento do Risco de Crédito Mercantil do Brasil conta com o apoio de diferentes níveis hierárquicos: Conselho de Administração, Corpo Diretivo e Executivo e todas as demais áreas envolvidas no processo de concessão e gestão de crédito. A segregação das atividades é um pilar importante e contempla a originação, análise, decisão, a formalística, o acompanhamento, controle, a gestão de risco, a cobrança e a recuperação. Estas atividades são de responsabilidade de Diretorias Executivas distintas, que atuam segundo as diretrizes estratégicas e a política de crédito.

21 Todo o processo é suportado por modernos sistemas de tecnologia, alta integração e disponibilizam informações gerenciais a todos os envolvidos nesta atividade, tornando transparentes e integrados os resultados de cada ciclo. O processo de análise visa concluir sobre o risco de crédito do cliente adotando aspectos quantitativos baseados na situação econômica, financeira e patrimonial, e qualitativos tais como dados cadastrais e comportamentais. A análise da operação de crédito além de ter como base a classificação de risco do cliente, incorpora os aspectos da estruturação do negócio, inclusive quanto à liquidez e suficiência das garantias apresentadas. Todo o processo é centralizado e as decisões são tomadas de forma colegiada e dentro da alçada de cada nível. Em particular, a concessão de crédito massificado de varejo é realizada de forma automatizada e padronizada, através de modelos quantitativos, desenvolvidos por uma equipe técnica capacitada e em constante desenvolvimento, mediante utilização de ferramentas que asseguram maior qualidade dos créditos concedidos. O cuidado com a qualidade dos ativos financeiros do Banco é concomitante ao processo de concessão de crédito e vai até a liquidação dos contratos. Esta atividade está sob a responsabilidade direta das Diretorias de Crédito e de Gestão de Crédito, que possuem todas as suas diretrizes fundamentadas na Política de Crédito da instituição. Dentro deste contexto, a gestão do risco de crédito no Mercantil do Brasil contempla fatores internos como a análise da evolução da carteira, seus níveis de inadimplência, rentabilidade dos produtos, qualidade da carteira, grau de concentração e adequação do capital econômico alocado; além de fatores externos como acompanhamento do ambiente macroeconômico e dos setores econômicos, taxas de juros, indicadores de inadimplência do mercado, condicionantes de consumo, etc. Desta forma, as variações das exposições aos riscos que o Mercantil do Brasil está sujeito, são acompanhadas levando em consideração o ambiente de negócios, o comportamento da concorrência e os compromissos com os resultados que o Mercantil do Brasil tem para com seus clientes, acionistas, funcionários e a sociedade. No 1º semestre de 2014 foi revisada pelo Conselho de Administração a Política Institucional de Gerenciamento do Risco de Crédito Mercantil do Brasil, em conformidade com o disposto na Resolução nº 3.721/2009, do Conselho Monetário Nacional. Em acordo com o artigo 1º desta resolução, a estrutura adotada pelo Mercantil do Brasil é compatível com a natureza das suas operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo esta proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito do conglomerado econômico-financeiro. Em 1º de outubro de 2013 iniciou-se o atendimento ao cronograma internacional de implantação de Basiléia III, sendo que as alterações relacionadas à apuração do capital para risco de crédito foram implementadas em conformidade com o disposto na Circular 3.644/2013 do Bacen. 20

22 Exposição ao Risco de Crédito O quadro abaixo demonstra a evolução das exposições ao risco de crédito Conglomerado Financeiro e a média nos trimestres: A queda da exposição no trimestre de comparação foi em decorrência de cessões de crédito ocorridas no período na pessoa física e o restante se deve à estratégia de redução do ticket médio na carteira de pessoa jurídica Percentual das 10, 50 e 100 maiores exposições

23 Por Países e Regiões Geográficas O quadro a seguir apresenta a exposição total ao risco de crédito do Conglomerado Financeiro segregada por regiões geográficas: Por Setor Econômico Os quadros a seguir apresentam a exposição total a risco de crédito do Conglomerado Financeiro por setor econômico: A distribuição setorial da carteira de crédito apresenta uma alta pulverização, sendo que a maior concentração encontra-se no setor de Construção Civil, representando 19,9% desta distribuição.

24 Por Prazo a Decorrer O quadro a seguir apresenta a evolução da exposição total ao risco de crédito do Conglomerado Financeiro por prazo a decorrer: Por Atraso Os quadros a seguir apresentam o montante das operações em atraso, bruto de provisões e excluídas as operações já baixadas para prejuízo, segmentado por regiões geográficas do Brasil e por setor econômico com exposições significativas:

25 24 A redução do saldo total em Atraso no 3º Trim/14 foi reflexo da regularização, em julho-14, do atraso no repasse das parcelas dos contratos do Crédito Consignado Público vinculados ao órgão Rio Previdência do convênio do Rio de Janeiro, no sistema utilizado pelas Instituições Financeiras Por Operações Baixadas para Prejuízo no trimestre O quadro abaixo apresenta o fluxo de operações baixadas para prejuízo no trimestre, segmentado por setor econômico com exposições significativas e montante de provisões para perdas relativas às exposições, segmentado por setor econômico com exposições significativas, discriminando os valores adicionados e os subtraídos: O aumento observado no Saldo Total de Provisão, em Set-14, teve como principal responsável o crescimento do Atraso, principalmente nas faixas acima de 180 dias de vencido.

26 Exposição ao Risco de Crédito de Contraparte A gestão do Risco de Crédito do Mercantil do Brasil contempla em sua estrutura o gerenciamento do risco de contraparte. Dentro deste contexto, a diretriz básica da Política de Crédito para avaliar o risco de contraparte, quando esta se tratar de Instituições Financeiras clientes do Mercantil do Brasil, tem o objetivo de definir instrumentos adequados de análise para minimizar o risco de crédito, através da obtenção de maior grau de segurança nas operações com o segmento e de estabelecer os critérios de enquadramento dos riscos considerados aceitáveis pelo Comitê Diretivo. O processo de crédito das instituições financeiras ocorre da seguinte forma: 1. As Instituições são classificadas em função do risco de crédito; 2. As operações são amparadas por Limites de Crédito. A classificação de crédito para Instituições Financeiras clientes do Mercantil do Brasil é decorrente de um Grau de Risco estabelecido a partir da análise de crédito. Para a realização da Análise de Crédito são utilizadas informações obtidas através do Banco Central do Brasil, análises realizadas por empresa externa de classificação de risco, além de informações econômicas, financeiras e de mercado. A análise de crédito é elaborada envolvendo aspectos objetivos e subjetivos, sendo o primeiro resultado da apuração de indicadores econômico-financeiros, tais como a Estrutura Patrimonial, a solvência, a rentabilidade, os custos e a performance da empresa. No caso da análise subjetiva, é levado em conta o histórico de instituição, a estrutura operacional e administrativa, os recursos operacionais, a visão estratégica, o perfil operacional, bem como aspectos voltados para o negócio, como a qualidade da carteira e as políticas de crédito e de investimento. Na análise de crédito será estabelecido o Grau de Risco da instituição. O valor aprovado do limite de crédito representa o limite máximo atribuído a cada Instituição Financeira, em cada modalidade específica, observadas as regras gerais. Seguem abaixo as Regras Gerais que estabelecem os limites para as operações com instituições financeiras: a) Os limites de crédito amparam os riscos assumidos nas modalidades para as quais foram estabelecidos; b) Os limites são fixados considerando um percentual do Patrimônio Líquido da Instituição analisada, mas sempre estabelecendo um teto calculado a partir do Patrimônio Líquido do Mercantil do Brasil; c) Para as instituições desenquadradas nos limites fixados somente podem ser contratadas novas operações após o enquadramento de acordo com o limite estabelecido; d) Operações com instituições controladas ou coligadas ao MB e aquelas compromissadas lastreadas em títulos públicos federais serão consideradas de risco nulo; e) As operações com acordo formalizado de compensação terão impacto no risco pela diferença entre os recursos aplicados e captados; f) Não são atribuídos limites para instituições "Em Observação" ou com "Dados Insuficientes ; g) Os Limites de Crédito têm validade por 180 dias, sendo que a decisão final cabe ao Comitê Superior de Crédito, independentemente dos valores propostos; h) Qualquer excepcionalidade em relação à política ou processo de crédito ou sua alteração, somente é aplicada mediante a autorização do Comitê Diretivo.

27 O quadro abaixo apresenta o valor nocional dos contratos sujeitos ao risco de crédito de contraparte, relativos a contratos a serem liquidados em sistemas de liquidação de câmaras de compensação e de liquidação, nos quais a câmara atue como contraparte central: 26 Contratos em que a Câmara atua como contraparte central Conglomerado Financeiro - R$ mil set-14 jun-14 set A seguir, o valor nocional dos contratos sujeitos ao risco de crédito de contraparte, relativos a contratos a serem liquidados em sistemas de liquidação de câmaras de compensação e de liquidação, nos quais a câmara não atue como contraparte central, segregados em contratos com garantias e contratos sem garantias: Contratos em que a Câmara não atua como contraparte central Conglomerado Financeiro - R$ mil Tipo set-14 jun-14 set-13 Com Garantia Sem Garantia O quadro, a seguir, apresenta o valor positivo bruto dos contratos sujeitos ao risco de crédito de contraparte, desconsiderados os valores positivos relativos a acordos de compensação, conforme definidos na Resolução 3.263/2005: Valor Positivo Bruto Conglomerado Financeiro - R$ mil set-14 jun-14 set A seguir, os valores positivos relativos a acordos para compensação e liquidação de obrigações, conforme definidos na Resolução 3.263/2005: Acordos de Compensação Conglomerado Financeiro - R$ mil set-14 jun-14 set Apresenta-se, abaixo, o valor das garantias que atendam acumulativamente aos seguintes requisitos: a) sejam mantidas ou custodiadas na própria instituição ou em seu nome; b) tenham por finalidade exclusiva a constituição de garantia para as operações a que se vinculem; c) estejam sujeitas à movimentação, exclusivamente, por ordem da instituição depositária e; d) estejam imediatamente disponíveis para a instituição depositária no caso de inadimplência do devedor ou de necessidade de sua realização. Garantias Conglomerado Financeiro - R$ mil set-14 jun-14 set Abaixo, a exposição global a risco de crédito de contraparte, líquida dos efeitos dos acordos para compensação e do valor das garantias: Exposição Global Líquida Conglomerado Financeiro - R$ mil set-14 jun-14 set

28 Instrumentos Mitigadores O quadro abaixo apresenta o valor total mitigado pelos instrumentos definidos nos artigos 36 a 39 da Circular 3.644/2013, segmentado por tipo de mitigador e por FPR: A partir de agosto-14, os repasses de desconto em folha de pagamento do Crédito Consignado INSS passaram a ser considerados como um Mitigador de Risco, conforme Circular 3.714/2014. No caso dos Títulos Públicos Federais, o valor do Mitigador passou a ser marcado a mercado, conforme Circular em dezembro-13, entretanto, a partir de agosto-14, a Circular eliminou este ajuste, permitindo utilizar novamente todo o valor dos Títulos para a mitigação. Além disso, a queda observada na Exposição mitigada pelo Depósito à Prazo em setembro-14 foi influenciada, em grande parte pela Circular 3.714, que passou a adotar redutores no valor da Exposição de alguns Produtos de Fiança e Câmbio, afetando por sua vez os valores mitigados Aquisição, Venda ou Transferência de Ativos Financeiros e de Securitização A Resolução 3.533/2008, com modificações posteriores, em vigor a partir de 1º de janeiro de 2012, estabelece procedimentos para classificação, registro contábil e divulgação de operações de venda ou de transferências de ativos financeiros. O Banco realiza historicamente operações de cessão de créditos nas modalidades com retenção e sem retenção substancial dos riscos e benefícios econômicos. Estas operações atendem aos objetivos estratégicos de aproveitamento do seu potencial de originação de ativos de crédito, levando-se em consideração, também, a demanda do mercado.

29 Com Retenção Substancial dos Riscos e Benefícios As operações de cessão de créditos na modalidade com retenção substancial dos riscos e benefícios configuram-se pela coobrigação ou pela aquisição de cotas subordinadas em volume superior ao risco histórico dos fundos adquirentes. Nesta modalidade, as operações cedidas permanecem registradas no ativo da instituição cedente e os recursos recebidos são registrados no ativo tendo como contrapartida o passivo financeiro decorrente da obrigação assumida. As receitas e despesas decorrentes dessas cessões são apropriadas no resultado pelo prazo remanescente das respectivas operações. Nas operações de cessão de crédito na categoria com retenção substancial dos riscos e benefícios, o Banco está exposto ao risco de crédito, de mercado e operacional, que são adequadamente monitorados e mitigados de conformidade com as normas em vigor e retém como benefícios econômicos as receitas apuradas nas operações de cessão de crédito. O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), para fins de elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, é considerado Entidade de Propósito Específico (EPE) nos termos da Instrução CVM nº 408/2004. Na consolidação, o saldo dos direitos creditórios é incorporado à carteira de operações de crédito, com o correspondente registro do saldo das cotas seniores na rubrica de Obrigações por Cotas de Fundos de Investimentos, líquido das aplicações em cotas subordinadas Sem Retenção Substancial dos Riscos e Benefícios As operações de cessão de créditos na modalidade sem retenção substancial dos riscos e benefícios, caracterizam-se pela transferência de todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação. Nesta modalidade, as operações cedidas são baixadas do ativo da instituição cedente, em contrapartida os recursos recebidos são registrados no ativo. As receitas e despesas incorridas decorrentes dessas operações são registradas no resultado do período de forma segregada. O saldo das operações cedidas até 31/12/2011, com coobrigação, ou seja, antes da entrada em vigor da Resolução CMN nº 3.533/08, encontra-se registrado em conta de compensação: Em R$ mil Saldo Operações Cedidas com Coobrigação Registradas em Contas de Compensação Descrição Set/2014 Jun/2014 Saldo das coobrigações As Operações de Cessão de Crédito após a Resolução nº 3.533/08 são como segue: Saldo Operações Cedidas com Retenção Substancial de Riscos e Benefícios Em R$ mil Descrição Set/2014 Jun/2014 Instituições Financeiras Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Total Total das exposições honradas ou recompradas No período, não há saldo de exposições em operações de Cessão de Crédito Sem Transferência nem Retenção Substancial dos Riscos e Benefícios e de operações de aquisição de crédito, bem como não ocorreram operações de Cessão com Transferência Substancial de Riscos e Benefícios.

30 Operações de Securitização O Banco Mercantil do Brasil é controlador da COSEFI Companhia Securitizadora e de Assessoria em Recuperação de Créditos Financeiros, que tem como objeto social a prestação de serviços de cobrança e aquisição de créditos oriundos de operações praticadas por instituições financeiras; sociedades de crédito imobiliário; companhias hipotecárias; e associações de poupança e empréstimo. A carteira de crédito da COSEFI é composta por operações nas modalidades de crédito consignado, capital de giro e crédito pessoal adquiridos de Empresas do Conglomerado Mercantil do Brasil com a finalidade exclusiva de recuperação de créditos. Em setembro de 2014, essas operações perfazem o montante de R$ 906 mil (ante R$ 924 mil em junho de 2014) e não há operações de securitização de que trata o artigo 115 da Circular Bacen 3.648/2013. O risco ponderado dessas operações, em conformidade com as normas em vigor, é imaterial no consolidado Participações Societárias Não Classificadas na Carteira de Negociação O Mercantil do Brasil possui investimentos em participações societárias estratégicas, que são compostas apenas por empresas sobre as quais o Banco possui o controle. Esse controle é caracterizado quando, diretamente ou por meio de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores. As participações em sociedades controladas são avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e são consolidadas em observância à Lei n 6.404/76, e às normas e Instruções do Bacen e da CVM. Na consolidação das operações entre as empresas que fazem parte do Banco, bem como os saldos, os ganhos e as perdas não realizados nessas operações são eliminados. Em R$ mil Descrição Valor Contábil Valor Justo Set/14 Jun/2014 Set/14 Jun/2014 Capital Aberto Capital Fechado Total Para os títulos negociados em bolsa, com o valor justo apurado em setembro de 2014 tem- se: Descrição Set/14 Em R$ mil Jun/2014 MBF 1 BMI 2 MBF 1 BMI 2 Valor Justo Valor Patrimonial (artigo 170 da Lei 6.404/76) Valor de Cotação na Bolsa MBF - Mercantil do Brasil Financeira 2 BMI - Banco Mercantil de Investimentos O valor do Ajuste Prudencial, utilizado para dedução do Patrimônio de Referencia, relativo às participações societárias não classificadas na carteira de negociação foi de R$ 9,3 milhões no terceiro trimestre de 2014, ante R$ 8,4 milhões no trimestre anterior. No período, não houve venda ou liquidação de participação societária e, portanto, não há registro de ganhos ou perdas nesses processos.

31 Restrições ou Impedimentos Relevantes No Conglomerado Mercantil do Brasil, as instituições estão impedidas de realizar operações entre si fora dos padrões de mercado e ao controlador é vedada a concessão de empréstimos ou adiantamentos às instituições controladas direta ou indiretamente, bem como do seu pessoal chave. Assim, o Mercantil do Brasil, conforme definido na Política de Crédito, informa que não são efetuados empréstimos ou adiantamentos a quaisquer subsidiárias, membros do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva, bem como a seus respectivos cônjuges e parentes até 2º grau, e que as principais operações e negócios com as partes relacionadas seguem os padrões de mercado e são amparadas pelas devidas avaliações prévias de suas condições e do estrito interesse do Mercantil do Brasil em sua realização. 5. Gestão do Capital e Balanço Patrimonial O Capital deve ser componente indispensável do processo decisório dos negócios, sendo seu gerenciamento fator de diferenciação competitiva e de avaliação da relação risco-retorno. A agregação de valor que ele confere ao Mercantil do Brasil assegura a otimização dos recursos e da alocação de Capital em benefício dos clientes, acionistas, funcionários e da sociedade. O Gerenciamento de Capital no Mercantil do Brasil é um processo contínuo de (i) monitoramento e controle do capital mantido pela instituição, (ii) avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita, e (iii) planejamento de metas e de necessidade de capital, em conformidade com os objetivos estratégicos e mercadológicos da instituição; e com uma postura prospectiva que antecipa a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. O Mercantil do Brasil faz o gerenciamento da sua estrutura de Capital por meio dos mecanismos e procedimentos formalizados em sua Política Institucional de Gerenciamento de Capital, mantendo o Capital compatível com os riscos incorridos pela Instituição. A Política Institucional de Gerenciamento de Capital atende as exigências regulamentares instituídas pela Resolução CMN 3.988/2011, e está em linha com as diretrizes estratégicas do Mercantil do Brasil. Sua estrutura centralizada de Gerenciamento de Capital Mercantil do Brasil é compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, e a dimensão da exposição a riscos; garantindo maior agilidade e assertividade na tomada de decisões. Os principais objetivos do Gerenciamento de Capital são: Utilização eficiente do Capital, por meio da alocação em negócios que considera o binômio risco versus retorno; Otimização do Capital alocado em segmentos de negócios e produtos de maior rentabilidade; Projeções de metas de Capital para atendimento aos objetivos estratégicos definidos no Planejamento Estratégico e Mercadológico Mercantil do Brasil; Gestão integrada de riscos, considerando os pilares I e II do Basileia II; Garantir sua posição de solidez no mercado financeiro, ao adotar as melhores práticas de gestão e mitigação de riscos, em atendimento aos requisitos do Basileia III. No contexto do Gerenciamento de Capital, é elaborado um Plano de Capital estruturado de forma consistente com o Planejamento Estratégico e Mercadológico do Mercantil do Brasil e tem como

32 objetivo garantir a manutenção de um nível adequado e sustentável de capital. O Plano de Capital compreende: Metas e projeções de Capital para o período mínimo de 3 anos; Principais fontes de Capital disponíveis, ou seja, as alternativas de capitalização a serem acessadas; Plano de Contingência de Capital, com medidas de ajuste de caráter preventivo e restritivo; Política de Distribuição de Resultados. Para a elaboração das projeções plurianuais, são considerados: Ameaças e oportunidades relativas ao ambiente econômico e de negócios traduzidos nas projeções de carteiras; Projeções dos valores de ativos e passivos, bem como das receitas e despesas; Metas de crescimento ou participação no mercado; e Distribuição de resultados Projeções de Capital Com a introdução das novas regras do Basileia III, passam a existir três requerimentos independentes para cada conceito de capital (PR, Nível I e Capital Principal), além de montantes adicionais de capital, estes variáveis ao longo do tempo. Outros índices serão ainda introduzidos ao longo do tempo, como é o caso dos relacionados com liquidez e alavancagem. Apesar da gestão e projeções se basearem em todos os índices exigidos, o Mercantil do Brasil elegeu como principal indicador do grau de capitalização o Índice do PR. Ele é apurado a partir da expectativa de crescimento dos ativos ponderados pelo risco (RWA), vis a vis o Capital necessário para cada parcela de risco; além da evolução dos níveis de capitalização, seja ela orgânica por meio dos resultados projetados ou por demais fontes de Capital disponíveis. Concomitantemente, a Instituição deve manter Capital disponível para as perdas não esperadas, que corresponde à parcela adicional (Rban) para cobertura de risco de mercado das operações classificadas na Carteira Banking. O valor da parcela Rban deverá ser necessariamente menor que a diferença entre o valor do PR (Patrimônio de Referência) e o valor do Requerimento Mínimo para RWA (Ativos Ponderados pelo Risco). O impacto das projeções plurianuais no nível de capitalização do Mercantil do Brasil por meio da evolução do Índice do PR e, consequentemente, da necessidade de Capital, gera as Metas e Projeções de Capital Mercantil do Brasil para o período. De forma a prover informações necessárias aos Executivos e ao Conselho de Administração para tomada de decisões, relatórios gerenciais são elaborados baseando-se na adequação de Capital do Mercantil do Brasil bem como sobre projeções de níveis de capital futuros, em situações normais e de estresse. O Plano de Capital Mercantil do Brasil, as projeções plurianuais constantemente revisadas e os relatórios de acompanhamento do Gerenciamento de Capital representam uma evolução em termos de gestão mais efetiva do nível de capitalização da Instituição. 31

33 Suficiência de Capital A avaliação da suficiência de capital é realizada para assegurar que o Mercantil do Brasil mantenha uma sólida base de capital para apoiar o desenvolvimento das suas atividades. O Gerenciamento do Capital está alinhado ao Planejamento Estratégico e Mercadológico Mercantil do Brasil e considera uma visão prospectiva, antecipando possíveis mudanças nas condições do ambiente econômico e comercial em que atua. A suficiência de capital da Organização é demonstrada mediante a apuração dos Índices de Basileia para os períodos futuros, a fim de suportar o crescimento dos negócios, já considerando a introdução do cronograma de Basileia III e seus fatores de faseamento para os ajustes prudenciais Detalhamento do PR e RWA

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