das Entidades Fechadas de Previdência Complementar 2007 A contribuição dos fundos de pensão para o desenvolvimento sustentável do Brasil

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1 relatório SOCIAL das Entidades Fechadas de Previdência Complementar 2007 A contribuição dos fundos de pensão para o desenvolvimento sustentável do Brasil

2 relatório SOCIAL das Entidades Fechadas de Previdência Complementar 2007

3 CONTEÚDO 04 Mensagem do Presidente 06 Sobre o Relatório 15 Perfil do Setor 22 Governança Corporativa & Transparência 33 Contribuições Previdenciárias & Econômicas 39 Contribuições Sociais 57 Contribuições Ambientais 63 Projetos Sociais e Ambientais 74 Perspectivas e Desafios

4 Relatório social 2007

5 4 Mensagem do Presidente Respondendo ao Desafio da Responsabilidade Social É com grande prazer que apresentamos a primeira edição do Relatório Social dos Fundos de Pensão no Brasil. Ele é o coroamento de um processo que tem se desenvolvido ao longo dos últimos anos e que tem buscado fortalecer a cultura de Responsabilidade Social no setor, demonstrando o compromisso dos Fundos de Pensão com um país mais justo e próspero. Esse processo, que incluiu uma parceria com o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, produziu vários resultados importantes, como é o caso do guia de Investimentos Socialmente Responsáveis, que define critérios sociais e ambientais para que os Fundos de Pensão possam utilizar ao decidirem seus investimentos. Com essa visão, a adoção do tema Responsabilidade Social nos Fundos de Pensão no Brasil acompanha uma tendência internacional, na qual diversos fundos de pensão têm integrado em sua gestão e em seus investimentos políticas sociais e ambientais. A Abrapp, em várias oportunidades, tem apresentado publicamente a contribuição dos Fundos de Pensão para o país, principalmente através de uma gestão transparente e profissional dos recursos de milhares de trabalhadores brasileiros. Este Relatório, em sua primeira edição, avança nessa direção, tornando as atividades dos Fundos de Pensão ainda mais claras ao conjunto da sociedade, e apresentando outras dimensões igualmente importantes do setor, e que nem sempre são de conhecimento público, como o impacto sócioambiental das empresas nas quais os Fundos de Pensão investem de forma significativa. Neste Relatório, as Entidades associadas à Abrapp são analisadas a partir de quatro pilares: governança, contribuição previdenciária e econômica, contribuição social e contribuição ambiental. A questão de governança é fundamental para os Fundos de Pensão, tanto como critério para seus investimentos, quanto em sua própria gestão, que tem se tornado cada vez mais transparente e acessível a todos os participantes do sistema de Previdência

6 5 Bem-vindos ao Relatório Social das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, Edição Realizado pela Abrapp, ele descreve os esforços e o envolvimento dos Fundos de Pensão no Brasil com o tema de Responsabilidade Social. Complementar Fechada. A contribuição previdenciária do setor diz respeito a seu objetivo último: prover proteção e inclusão social do trabalhador brasileiro. A contribuição social, tal qual está formulada neste Relatório, relaciona-se a aspectos internos da gestão dos Fundos de Pensão, como a questão da diversidade, programas de voluntariado, apoio a projetos sociais etc. Por fim, mas não menos importante, a contribuição ambiental do setor avalia o impacto das suas atividades sobre o meio ambiente, através de, por exemplo, o uso de água, energia e papel, e o apoio e desenvolvimento de projetos ambientais. Como a leitura do Relatório irá demonstrar, certamente ainda há muito por evoluir no campo da Responsabilidade Social. Porém, também se irá perceber que os avanços conseguidos entre os Fundos de Pensão nessa área são inegáveis: investimentos que consideram aspectos sociais e ambientais, a questão da governança valorizada, apoio a projetos de interesse da sociedade, promoção da diversidade, etc. Por estar em sua primeira edição, acreditamos que este Relatório poderá ainda melhorar muito, trazendo nos próximos anos informações mais completas e pertinentes ao tema de Responsabilidade Social. No entanto, temos a certeza de que este relatório irá permitir uma visão ampla sobre o compromisso dos Fundos de Pensão para a construção de um país sustentável, em que o desenvolvimento econômico convive em harmonia com a inclusão social e a preservação do meio ambiente. Um forte abraço e boa leitura. Fernando Antonio Pimentel de Melo Presidente da ABRAPP

7 6 SOBRE O RELATÓRIO Sobre o relatório social 1. Conforme Estatuto Social da Abrapp, Capítulo 1, Artigo 1, Inciso III (www.abrapp. org.br). A Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar Abrapp, instituição que congrega e representa fundos de pensão do Brasil, tem buscado contribuir ativamente para a expansão, o fortalecimento e o aperfeiçoamento da previdência complementar, seu sistema, sua estrutura e seus procedimentos 1, alinhando-se com as tendências de gestão e de governança corporativa. Como parte desse alinhamento, a Abrapp tem desenvolvido várias ações relativas aos temas de Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável, entendendo que eles são de grande relevância à sociedade e, particularmente, para o sistema brasileiro de Previdência Complementar. Ao produzir esse trabalho, a Abrapp o faz motivada pelo fato de poder oferecer uma importante ferramenta ao sistema para o desenvolvimento de estratégias e políticas de RSE em suas atividades. Por outro lado, esse Relatório Social apresenta à sociedade o impacto positivo dos fundos de pensão como agentes promotores do crescimento social e econômico, acompanhando as mudanças de nossa sociedade e da condução nos negócios. Reflete, também, uma nova visão alinhada ao bem-estar social e à preservação ambiental, incorporando o compromisso com a ética e o diálogo em suas práticas cotidianas. Por fim, esse Relatório, buscou atender a alguns objetivos, entre os quais se destacam: Ampliar a reflexão sobre a questão da Responsabilidade Social no setor e facilitar a auto-avaliação dos Fundos de Pensão nas áreas mencionadas na pesquisa que serviu de base para a elaboração deste relatório; e Demonstrar à sociedade o envolvimento e o compromisso dos fundos de pensão com o desenvolvimento do país, em bases sustentáveis, a partir da análise da sua estrutura, de sua gestão e também dos investimentos por eles realizados; Como se poderá perceber, o Relatório Social não traz apenas informações relativas aos próprios Fundos de Pensão, incorporando, ainda, dados econômicos, sociais e ambientais pertinentes às empresas nas quais eles investem. Essa

8 Relatório social 2007 SOBRE O RELATÓRIO

9 8 SOBRE O RELATÓRIO 2. Indicadores de mercado como o Dow Jones Sustainability Index, da Bolsa de Valores de Nova Iorque, ou o Índice de Sustentabilidade Empresarial,da Bovespa, têm mostrado que empresas de capital aberto que se envolvem de forma séria com o tema da sustentabilidade vêem suas ações serem mais valorizadas do que aquelas empresas que não se interessam pelo tema. 3. A ABRAPP possui atualmente 264 fundos de pensão associados. decisão se justifica por uma questão de risco de investimentos. Alguns indicadores têm demonstrado que empresas que incorporam os temas de RSE e Desenvolvimento Sustentável em sua gestão, de forma consistente, apresentam melhores condições de sucesso nos negócios. Por outro lado, percebe-se cada vez mais que o oposto é igualmente verdadeiro, ou seja, empresas com alto grau de irresponsabilidade social ou de insustentabilidade em suas operações apresentam riscos elevados em diversos aspectos de suas operações. Isso, por sua vez, se reflete nos riscos de investimento, que são naturalmente maiores para aquelas empresas com baixo envolvimento com o tema da Sustentabilidade. Os Fundos de Pensão têm compromissos de longo prazo com os trabalhadores que são os donos dos recursos geridos, de forma que qualidade e retorno conseguidos através de uma boa gestão dos investimentos vão garantir o exercício da cidadania na vida pós-laborativa. Isso faz com que a Responsabilidade Social seja um imperativo para todas aquelas empresas nas quais os Fundos investem, na medida em que os riscos diminuem e aumentam as possibilidades de melhores resultados. Assim, avaliar a Responsabilidade Social das participadas (nome que se dá às empresas nas quais os Fundos de Pensão investem) é muito relevante. Para efeito desse Relatório, foram convidadas a responder aquelas empresas nas quais os Fundos de Pensão detêm participação igual ou superior a 3% do capital social, o que lhes permite ter participação nos respectivos conselhos de administração e direito a voto nas assembléias de acionistas. Este Relatório foi elaborado sob a coordenação da ABRAPP com o apoio técnico da consultoria Terra Mater Empreendimentos Sustentáveis, reunindo informações consolidadas de Fundos de Pensão que representam 70% dos ativos do segmento e 19 participadas. Para mapear as informações sobre Responsabilidade Social e Sustentabilidade, foi elaborado um questionário específico para as associadas da ABRAPP 3, e outro para suas participadas. Os questionários, após terem sido desenvolvidos pela consultoria, foram avaliados por alguns Fundos de Pensão, buscando-se verificar sua adequação à realidade do setor. As versões revisadas dos questionários tiveram então suas versões online disponibilizadas aos Fundos e às Participadas, que os responderam pela Internet. Foram utilizadas quatro referências principais como base na composição do questionário e deste Relatório: Diretrizes para Relatório de Sustentabilidade da Global Reporting Initiative (GRI); Indicadores de Responsabilidade Social do Instituto Ethos;

10 9 apesar do constante desafio de incorporar mais fortemente o tema da Responsabilidade Social em suas práticas diárias, vários Fundos de Pensão já trilham este caminho Modelo de Balanço Social do IBASE; Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa (ISE). A fim de facilitar a compreensão e a leitura, este Relatório foi organizado em cinco grandes blocos, descritos a seguir: 1) Perfil do setor: apresenta a história, perfil, importância e panorama do setor no Brasil e traz informações gerais quantitativas sobre os grupos de interesse mais diretos dos Fundos de Pensão, tais como a população atendida, aposentados contemplados, ativos dos fundos, beneficiários de pensões, dependentes, entre outros. 2) Governança Corporativa e Transparência: aborda a questão da transparência e prestação de contas, os compromissos éticos de regulação e de auto-regulação de conduta e a estrutura e funcionamento dos Fundos de Pensão. Também trata da preocupação com a gestão dos riscos e as ações para envolvimento e participação dos stakeholders atendidos. 3) Contribuição dos Fundos de Pensão para o Desenvolvimento Sustentável do Brasil Estão apresentadas nessa parte as contribuições dos Fundos de Pensão para o Desenvolvimento Sustentável do País que foram divididas, conforme o conceito do triple bottom line, em três categorias: 3.1 Contribuições Previdenciárias e Econômicas: trata da geração e distribuição de renda segundo as diferentes partes interessadas, da distribuição dos ativos de investimento e de seus resultados operacionais. Também trará elementos sobre o impacto financeiro dos Fundos de Pensão no país, contextualizando sua dinâmica econômica interna e a de suas participadas. 3.2 Contribuições Sociais: reúne

11 10 SOBRE O RELATÓRIO informações sobre as práticas trabalhistas, direitos humanos, relação com a sociedade e a responsabilidade sobre os produtos e serviços oferecidos pelos Fundos de Pensão e pelas Participadas. 3.3 Contribuições Ambientais: apresenta as informações sobre a preocupação dos Fundos de Pensão com a questão ambiental, trazendo dados do consumo interno de recursos naturais e da destinação do lixo. Aborda os resultados da gestão e da aplicação das normas de Fundos de Pensão e Participadas nesta área. 4) Projetos Sociais e Ambientais: traz informações gerais e um pequeno resumo de todos os projetos apresentados pelos Fundos de Pensão participantes desta pesquisa nas áreas de Saúde, Educação, Cultura e Preservação do Patrimônio, Desenvolvimento Comunitário e Inclusão Social, Infância e Juventude, Terceira Idade e Promoção da Preservação Ambiental. Os resultados apresentados a seguir indicam a importante contribuição dos Fundos de Pensão ao desenvolvimento sustentado do Brasil, não se restringindo aos aspectos de formação de poupança e provisão de aposentadoria complementar. Apesar do constante desafio de incorporar mais fortemente o tema da Responsabilidade Social em suas práticas diárias, vários Fundos de Pensão, como se verá, já trilham este caminho, impactando positivamente na sociedade e no meio ambiente. Aos Fundos de Pensão associados à ABRAPP e às empresas que participaram deste Relatório cuja relação encontra-se a seguir, nosso mais sincero agradecimento. Foi por sua dedicação, tempo e esforço que este Relatório se tornou realidade. 5) Perspectivas e desafios para a incorporação da Responsabilidade Social entre Fundos de Pensão: apresenta uma breve análise crítica das informações contidas no Relatório, propondo uma visão sobre quais os desafios da incorporação do tema no setor e como isso pode se dar da maneira mais eficaz.

12 11 FUNDOS DE PENSÃO QUE PARTICIPAM DESTE RELATÓRIO Agros Instituto UFV Seguridade Social ATTILIO FONTANA Fundação Attilio Francisco Xavier Fontana Banesprev - Fundo Banespa de Seguridade Social BB Previdência Fundo de Pensão Banco do Brasil CABEC Caixa de Previdência Privada do Banco do Estado do Ceará CAPEF Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Nordeste Brasil CAPESESP Caixa de Pecúlios, Assistência e Previdência dos Servidores da Fundação Serviços de Saúde Pública CAPOF Caixa de Assistência e Aposentadoria dos Funcionários do Banco do Estado do Maranhão CBS Caixa Beneficente dos Empregados da Cia. Siderúrgica Nacional CELOS Fundação CELESC de Seguridade Social CELPOS Fundação CELPE de Seguridade Social COMPREV Fundação COMPESA de Previdência e Assistência DESBAN Fundação BDMG de Seguridade Social Economus Instituto de Seguridade Social ECOS Fundação de Seguridade Social do Banco Econômico S/A ELETROCEEE Fundação CEEE de Seguridade Social Eletros Fundação Eletrobrás de Seguridade Social Faceal Fundação Ceal de Assistência Social e Previdência FACHESF Fundação Chesf de Assistência e Seguridade Social FACEPI Fundação Cepisa de Seguridade Social FAECES Fundação Assistencial dos Empregados da Cesan FAELCE Fundação Coelce de Seguridade Social FAPECE Fundação Assistencial Previdenciária da Ematerce FAPERS Fundação Assistencial e Previdenciária da Extensão Rural no Rio Grande do Sul FAPES Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES FASCEMAR Fundação de Previdência Complementar FATL Fundação Atlântico de Seguridade Social

13 12 SOBRE O RELATÓRIO FIPECq Fundação de Previdência Complementar dos Empregados ou Servidores da FINEP, do IPEA, do CNPq, do INPE e do INPA Forluz Fundação Forluminas de Seguridade Social FUNBEP Fundo de Pensão Multipatrocinado FUNCEF Fundação dos Economiários Federais Fundação CORSAN dos Funcionários da Companhia Riograndense de Saneamento Fundação Banrisul de Seguridade Social Fundação BRTPREV Entidade Fechada de Previdência Complementar Fundação Promon de Previdência Social FUSESC Fundação Codesc de Seguridade Social GEAP Fundação de Seguridade Social INFRAPREV Instituto Infraero de Seguridade Social Itaubanco Fundação Itaubanco Itaubank Sociedade de Previdência Privada Magnus Sociedade Previdenciária Mauá Prev Sociedade de Previdência Privada Mendesprev Sociedade Previdenciária Messius Instituto de Previdência e Assistência Social Messiânico Petros Fundação Petrobras de Seguridade Social Postalis Instituto de Seguridade Social dos Correios e Telégrafos PREBEG Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Estado de Goiás S.A. PRECE Previdência Complementar PREVHAB Previdência Complementar PREVI Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil Previ Novartis Sociedade de Previdência Privada Previp Sociedade de Previdência Complementar Randonprev Fundo de Pensão Real Grandeza Fundação de Previdência e Assistência Social REFER Fundação Rede Ferroviária de Seguridade Social Regius Sociedade Civil de Previdência Privada SERPROS Fundo Multipatrocinado SOMUPP Sociedade Multipatrocinada de Previdência Privada SUPRE Fundação de Suplementação Previdenciária Valia Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade Social EMPRESAS PARTICIPADAS QUE INTEGRAM ESTE RELATÓRIO Aracruz Celulose S/A Banco Bradesco S/A Braskem S.A. Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG Companhia Energética do Ceará - Coelce Companhia Siderúrgica Nacional - CSN Companhia Vale do Rio Doce CPFL Energia S.A. - CPFL Energia EDP - Energias Do Brasil S.A. Estacionamentos Cinelândia S.A. Fras-Le Gerdau S.A. Hopi Hari S/A Opportrans Concessão Metroviária S/A Pátria Investimentos S/A Perdigão S.A. Sadia S.A. Terminais Portuários da Ponta do Félix S.A. Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A - USIMINAS

14 13 Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social felicita a Abrapp pela conclusão de mais um trabalho importante no campo da Responsabilidade Social aplicada aos Fundos de Pensão no Brasil. A publicação do 1º Relatório Social das Entidades Fechadas de Previdência Complementar dá continuidade a um processo de mobilização do setor, iniciado há alguns anos, que inclui o lançamento dos Princípios de Investimentos em Responsabilidade Social e uma parceria entre Abrapp e Ethos, para promoção da RSE entre os Fundos de Pensão. Essas iniciativas desenvolvidas pela Abrapp têm incluído de forma importante o tema da Sustentabilidade na gestão dos Fundos de Pensão. Uma vez que este setor tem crescido de forma constante, ele passa a impulsionar não apenas a poupança previdenciária de milhares de trabalhadores brasileiros, mas também o avanço da RSE nas empresas que são objeto de investimentos dos Fundos de Pensão. Por terem uma responsabilidade fiduciária pelas aplicações de recursos de terceiros, os Fundos de Pensão começam a incorporar em suas análises a percepção dos riscos vinculados à irresponsabilidade social. Ou seja, os Fundos perceberam que, quando uma empresa age de forma irresponsável perante a sociedade e o meio ambiente, ela acumula riscos de operação que podem prejudicar seus investimentos. Por outro lado, os Fundos de Pensão também notaram que, se uma empresa atua de forma socialmente responsável, isso contribui para a melhoria de sua performance econômico-financeira, o que é bom para o resultado dos investimentos. Assim, os Fundos de Pensão possuem um duplo desafio ao incorporar a RSE: em sua gestão e em seus investimentos. Nesse sentido, o Relatório Social funciona como uma espécie de termômetro do envolvimento do setor com esta temática e como ele se apresenta em suas atividades. É certamente um avanço importante para o setor, com o qual o Instituto Ethos acredita haver contribuído. Parabenizamos novamente a Abrapp pela iniciativa e esperamos que este seja o primeiro de uma série de Relatórios, para que a sociedade possa acompanhar de perto a evolução dos temas de Sustentabilidade e da Responsabilidade Social no setor, e verificar o compromisso dos Fundos de Pensão com uma sociedade mais próspera e justa. Um forte abraço, Ricardo Young Silva Presidente

15 14 A Bovespa tem um longo histórico de envolvimento com as questões de Responsabilidade Social e da Sustentabilidade. Podemos citar seu envolvimento com a questão de governança (principalmente através do Novo Mercado), o Pacto Global, iniciativa das Nações Unidas voltada à Responsabilidade Social, a criação da Bolsa de Valores Sociais e a criação do Índice de Sustentabilidade Empresarial. Ao longo desse percurso, temos visto claramente a importância da incorporação desses temas em nossas atividades e no trabalho de mobilização que temos desenvolvido junto às empresas listadas na Bolsa. Isso nos faz acreditar que a ABRAPP, com o lançamento do 1º Relatório Social das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, cumpre seu papel de fomentador e impulsionador de boas práticas de gestão no setor, o que inclui o tema da Sustentabilidade. A Publicação representa um passo importante rumo à incorporação da sustentabilidade entre os Fundos de Pensão, seja em sua própria gestão, seja em seus critérios de investimentos. Um setor tão importante para a economia brasileira, com ativos da ordem de R$ 400 bilhões e representando mais de 17% do PIB, deve estar atualizado em relação aos desafios impostos pela sociedade e pelo meio ambiente, e a Abrapp demonstra essa percepção com mais esta iniciativa importante. É com grande satisfação que a Bovespa recebe esta iniciativa da Abrapp, que irá trazer mais transparência ao setor e irá demonstrar à sociedade a amplitude da contribuição dos Fundos de Pensão para o desenvolvimento do Brasil. Raymundo Magliano Filho Presidente da BOVESPA

16 Relatório social 2007 PERFIL DO SETOR

17 16 PERFIL DO SETOR As Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ou Fundos de Pensão, como são normalmente conhecidos) surgiram no Brasil nos anos 70, quando a economia brasileira expandiase fortemente e seu crescimento era liderado pelo Estado, que desempenhava não apenas funções clássicas, no âmbito da regulação, implantação de infra-estrutura e provimento de serviços públicos, mas também exercia o papel de empresário, por meio das companhias estatais (as maiores empregadoras do país à época). Como o vínculo desses funcionários com as companhias estatais era regido pela CLT Consolidação das Leis do Trabalho, e a dos servidores públicos não, havia um desequilíbrio entre as duas categorias no que se referia à questão de aposentadoria. Assim, como forma de equalizar a previdência dos funcionários de empresas estatais com a dos servidores públicos estatutários que, por lei, já tinham assegurada a renda integral na aposentadoria, surgiram os Fundos de Pensão (ABRAPP/ICSS/ SINDAPP, 2005). Enquanto as estatais iniciavam esse processo no Brasil, as maiores empresas que operavam no país passaram a perceber a necessidade de proteção de seus trabalhadores durante a aposentadoria. Além disso, também começaram a chegar ao país empresas multinacionais que já traziam a cultura dos fundos de pensão dos seus países de origem, como parte dos benefícios oferecidos a seus funcionários. Foi neste cenário que surgiu a primeira lei (6.435/77), destinada a regulamentar o funcionamento das Entidades de Previdência Complementar Fechadas no Brasil. A Previdência Complementar Fechada, alvo deste Relatório, é uma das formas de previdência existentes, em adição ao Regime Geral de Previdência Social (INSS) e aos Regimes próprios de Previdência dos Servidores Públicos, e objetiva proporcionar uma proteção previdenciária suplementar ao trabalhador. Visando organizar e estabelecer normas de atuação para o setor, uma série de leis e regulamentações foi sendo criada ao longo da história da Previdência Complementar. No campo da previdência privada, destaca-se o Decreto no , de 20 de janeiro de 1978, que cria o Conselho de Previdência Complementar (hoje Conselho de Gestão da Previdência Complementar) e a Secretaria de Previdência Complementar

18 17 (SPC) que são responsáveis por regular e fiscalizar este setor, respectivamente. O sistema de previdência complementar privado é composto por Entidades Fechadas de Previdência Complementar, ou Fundos de Pensão, como são conhecidas, que têm como principais características serem fundações ou entidades sem fins lucrativos, acessíveis somente a grupos de pessoas que possuem vínculo empregatício ou associativo e, por esta natureza, somente com planos coletivos. As empresas empregadoras, também conhecidas como Patrocinadoras, criam os Fundos de Pensão e garantem o acesso de seus funcionários aos benefícios da Previdência Complementar, custeando parte dos planos oferecidos. Os trabalhadores que aderem e se beneficiam diretamente deste sistema são chamados de Participantes. Algumas Entidades de caráter associativo (como as associações profissionais), também têm a possibilidade de instituir seus próprios planos de previdência complementar. Próprios de Servidores Públicos (aplicáveis aos servidores de todos os níveis da administração pública federal, estadual, municipal e Distrito Federal); e (3) Previdência Complementar (operado por Entidades Fechadas ou Abertas 1 de Previdência Complementar O processo de gestão de recursos de participantes faz com que os Fundos de Pensão participem de uma ampla rede de relacionamentos, guiada por múltiplos interesses, expectativas e normas. Apresentamos a seguir uma representação sintética dessa complexa rede de relacionamentos e como cada ator (ou, em inglês, stakeholder) impacta ou é impactado pela ação dos Fundos de Pensão. Regime Geral INSS Previdência Complementar 1. Entidade de previdência complementar com fins lucrativos, de natureza privada, constituída sob a forma de sociedade anônima, que tem por objetivo instituir e operar Planos de Benefícios de caráter previdenciário concedidos em forma de renda continuada ou pagamento único, acessíveis a quaisquer pessoas físicas. (Fonte: Dicionário de Termos Técnicos da Previdência Complementar Fechada, Abrapp, 2005) Sistema de Previdência no Brasil Regimes Próprios dos Servidores Públicos O modelo Previdenciário Brasileiro é composto hoje (conforme se vê na Figura a seguir) por três regimes em operação: (1) Regime Geral da Previdência Social (INSS) aplicável a todos os trabalhadores brasileiros com vínculos CLT; (2) Regimes EAPC Entidades Abertas de Previdência Complementar EFPC Entidades Fechadas de Previdência Complementar Figura: Modelo Previdenciário Brasileiro. Fonte: Secretaria de Previdência Complementar-SPC, 2005.

19 18 PERFIL DO SETOR Os stakeholders dos Fundos de Pensão 18 Ministério da Fazenda Banco Central Conselho Monetário Nacional Comissão de Valores Mobiliários Secretaria da Receita Federal Conselho de Controle de Atividades Financeiras Ministério da Previdência Social 15 5,6 3 Dependentes / Beneficiários Participante ativo ABRAPP SINDAPP ICSS CGPC Conselho de Gestão da Previdência Complementar SPC Secretaria da Previdência Complementar ,6 PATROCINADORA Participante assistido Dependentes / Beneficiários Conselho deliberativo Conselho fiscal Mídia FUNDOS DE PENSÃO Funcionários /dependentes Fornecedores Prestadores de serviços 13, INSTITUIDOR (Sindicatos, Federações, Cooperativas e Órgãos de Classe) Associado / Cooperado Depedentes / Beneficiários Opinião pública Meio Ambiente Stakeholders participadas Empresas participadas Agentes do Mercado de Valores Mobiliários, Imobiliário e Financeiro Fonte: Terra Mater Empreendimentos Sustentáveis.

20 19 Parte interessada Relação com os Fundos de Pensão (1) ABRAPP Congrega e representa os Fundos de Pensão junto à sociedade. (2) Empresas Patrocinadoras Criam os Fundos e custeiam parte ou a totalidade dos planos oferecidos aos seus funcionários. (3) Participantes ativos Escolhem os planos dos Fundos de Pensão, pagam por parte dos planos oferecidos e acompanham os resultados da gestão dos Fundos. Os participantes, na situação de ativos não recebem os benefícios dos planos. (4) Participantes assistidos Contribuíram com a previdência por um período e atualmente usufruem dos benefícios de prestação continuada do plano. É considerado participante assistido o próprio participante ou seu beneficiário. (5) e (6) Pessoas diretamente ligadas aos participantes, geralmente a mulher, os filhos Dependentes/Beneficiários ou outros parentes mais próximos 2, que terão direito a benefícios em situações previstas nos regulamentos dos planos como, por exemplo, morte do assistido. (7) Instituidor Oferecem os planos de benefícios aos seus associados ou membros. São pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial. Exemplos: Sindicatos Profissionais, Federações Empresariais, Cooperativas, Órgãos de Classe. (8) Associados e Cooperados Aderem aos planos oferecidos pelos instituidores acima. (9) Dependentes/Beneficiários Pessoas diretamente ligadas aos associados, geralmente a mulher, os filhos ou outros parentes mais próximos. Os dependentes podem ou não ser beneficiários do associado. (10) Meio ambiente Os recursos naturais e os ambientes construídos, sujeitos às intervenções dos Fundos de Pensão e seus grupos de interesse (funcionários, prestadores de serviços, participantes, dentre outros). (11) Fornecedores/Prestadores de Serviço Fornecem aos Fundos de Pensão seus produtos e serviços. (12) Conselhos Definem a política geral de administração (Conselho Deliberativo) e fiscalização (Conselho Fiscal) dos Fundos de Pensão e de seus planos de benefícios. (13) Funcionários Têm vínculo empregatício com os Fundos de Pensão, impactando e sendo impactados diretamente por eles. (14) Dependentes Pessoas diretamente ligadas aos funcionários, geralmente a mulher, os filhos ou outros parentes mais próximos. (15) Ministério da Previdência Social Organiza e normaliza a Previdência Social no Brasil, seja ela pública ou privada. É uma instituição pública federal. (16) Conselho de Gestão de Delibera, controla e avalia a execução da Política Nacional das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (CGPC) Previdência Complementar. É integrante da estrutura regimental do Ministério da Previdência Social. Órgão regulador do Sistema de Previdência Complementar. 2. Convém ressaltar que os dependentes podem ou não ser beneficiários do participante. O beneficiário é a pessoa designada pelo participante para receber benefício do plano. Alguns planos permitem que, na inexistência de dependentes, o participante indique qualquer pessoa física para receber o benefício de pensão e/ou pecúlio.

21 20 PERFIL DO SETOR Parte interessada Relação com os Fundos de Pensão (17) Secretaria da Previdência Normatiza e coordena as atividades de fiscalização, as operações e aplicação de Complementar: penalidades aos Fundos de Pensão. Representa a ação do Estado sobre os Fundos de Pensão. Órgão fiscalizador do Sistema de Previdência Complementar. (18) Ministério da Fazenda, Banco - Ministério da Fazenda é o órgão que, na estrutura administrativa do Governo Central, Conselho Monetário Nacional, Brasileiro, cuida basicamente da formulação e execução da política econômica. Comissão de Valores Mobiliários, - Banco Central do Brasil é uma autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Secretaria da Receita Federal, Nacional, sendo vinculado ao Ministério da Fazenda do Brasil. É a principal Conselho de Controle de Atividades autoridade monetária do país. Financeiras - CMN Conselho Monetário Nacional - Estabelece as diretrizes de investimento dos recursos administrados pelos Fundos de Pensão. - CVM Comissão de Valores Mobiliários - autarquia federal que disciplina e fiscaliza o mercado de valores mobiliários. - Secretaria da Receita Federal - Órgão federal brasileiro responsável pela arrecadação de tributos com o fim de prover o Estado de recursos para a manutenção da estrutura pública e criação de políticas sociais, econômicas e culturais. - COAF - Conselho de Controle de Atividades Financeiras Disciplina, aplica penas administrativas, recebe, examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícitas relacionada à lavagem de dinheiro. (19) Agentes dos mercados de Operam parte dos recursos dos Fundos de Pensão, estudando, negociando e Valores Mobiliários, Imobiliário realizando investimentos. São instituições financeiras, membros das bolsas de e Financeiro valores e credenciadas pelo Banco Central que negociam valores mobiliários, com exclusividade, no sistema eletrônico da BOVESPA. (20) Sindicato Nacional das Entidades Estuda, coordena, protege e representa legalmente os Fundos de Pensão. Fechadas de Previdência Complementar (SINDAPP) (21) Instituto Cultural de Seguridade Promove e desenvolve atividades de cunho educacional e cultural na área da Social (ICSS) seguridade social de modo geral e, particularmente, na área da previdência complementar (22) Empresas participadas Recebem investimentos dos Fundos de Pensão. (23) Stakeholders das participadas Grupos de interesse que podem impactar ou ser impactados pelas empresas participadas, as quais recebem investimentos dos Fundos. Os funcionários, os fornecedores, a comunidade, os acionistas e o governo são exemplos de stakeholders. (24) Mídia Meios de comunicação em geral que mantém a população informada e estão atentos às atividades dos Fundos de Pensão. (25) Opinião Pública A opinião geral da sociedade sobre um determinado tema ou assunto, neste caso sobre os Fundos de Pensão. As informações disponibilizadas nos meios de comunicação contribuem significativamente para a formação da opinião pública.

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