Autonomia do Banco Central

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Autonomia do Banco Central"

Transcrição

1 Autonomia do Banco Central A gradativa deterioração da economia brasileira e a crescente descrença dos agentes de mercado na capacidade do governo de mudar esse rumo trouxeram à baila novamente o tema da autonomia formal do Banco Central, garantida em lei. Será que o país está preparado para um banco central formalmente autônomo? Fernando Albino AAA/SP - A gradativa deterioração da economia brasileira e a crescente descrença dos agentes de mercado na capacidade do governo de mudar esse rumo trouxeram à baila novamente o tema da autonomia formal do Banco Central, garantida em lei. Será que o país está preparado para um banco central formalmente autônomo? A primeira observação é de caráter terminológico. Autonomia não se confunde com independência, sob o ponto de vista jurídico. Independentes são apenas os três poderes, Legislativo, Executivo e Judiciário de acordo com a Constituição. Os demais órgãos da administração pública podem ser ou dependentes ou autônomos. Assim, a título de exemplo, um ministério é dependente, seu titular é de livre provimento do Chefe do Poder Executivo, por este demissível a qualquer momento, mero seguidor de sua orientação. Já uma autarquia especial é autônoma, tem orçamento próprio, conduz as atividades para as quais está preordenada, com liberdade, desde que de conformidade com a lei que a criou, e seu titular tem mandato fixo, não podendo ser exonerado a não ser por motivo justificado e depois de regular procedimento administrativo. Existem argumentos favoráveis e desfavoráveis a autonomia de um banco central e o assunto é polemico. Um banco central autônomo tem liberdade para analisar a situação econômica e decidir o que deve ser feito para resguardar a moeda. Nessa função que passa a lhe ser própria a decisão é apenas sua. Se a política fiscal mostra-se expansionista, como é o caso atual, um banco central autônomo pode decidir, por exemplo, elevar juros, aumentar depósitos compulsórios, colocar outros freios à capacidade de crédito das instituições financeiras e, enfim, tomar todas as medidas que julgar necessárias ou convenientes, por sua própria decisão, para reequilibrar os excessos de gastos públicos e, assim, proteger a moeda. Se, ao contrário, a economia se vê mergulhada em uma recessão, a análise (própria) do banco central pode levá-lo a estimular a liquidez do sistema, facilitar a concessão de crédito, ajudar as instituições financeiras a atravessar um período difícil de captação de recursos.

2 Mas o que importa salientar é que em um sistema jurídico que garanta a autonomia do banco central independentemente do cenário econômico o julgamento do que fazer com a política monetária constitui prerrogativa dele, banco central, ainda que com a decisão não concorde a administração direta, por meio do Chefe do Poder Executivo ou, como normalmente acontece, por seu Ministro de Fazenda ou da Economia. Como a autonomia não implica independência o banco central continua obrigado a prestar contas de suas decisões e de seus trabalhos perante o Poder Legislativo, integrando às decisões deste que implicam na votação do orçamento. Em um sistema que não garanta autonomia formal (legal) ao banco central este será ou não autônomo dependendo única e exclusivamente do desejo do chefe do poder executivo. Essa a grande diferença. Pode acontecer que o banco central tenha uma grande autonomia de decisão em um sistema que não contenha a sua autonomia formal. Mas nesse caso, essa autonomia não decorre de lei, isto é, não é obrigatória. Trata-se de uma autonomia consentida. Os críticos da autonomia formal acentuam que a eventual discrepância de análise sobre o quadro econômico-financeiro e, assim, sobre as medidas que devam ser tomadas para resguardar a moeda pode levar a economia a um embate prejudicial ao país, com políticas antagônicas. Nesse sentido nem toda a administração pública estaria indo na mesma direção. Além disso, enfatiza essa corrente que no Brasil ainda que não haja uma autonomia formal tem sido tradição dos governos, desde a implantação do Banco Central, por intermédio da Lei n. 4595/64, atender às opiniões dos vários presidentes que se sucederam na condução da política monetária. Ficam aí as bases do problema. Uma autonomia consentida pode não acontecer. A autonomia formal garante decisões soberanas da diretoria do banco central. A decisão do que fazer cabe ao Poder Legislativo.

3 Verbas indenizatórias: a posição do STJ Uma das discussões mais recorrentes na esfera tributária e previdenciária, a inclusão de verbas de caráter indenizatório na base de cálculo das contribuições previdenciárias devidas pelo empregador (cota patronal, RAT, contribuições de terceiros) voltou a ser pauta no Superior Tribunal de Justiça. Cesar Andrade e Luiz Meziara AAA/SP - e O julgamento ora em análise está sujeito ao rito do artigo 543-C do Código de Processo Civil (recursos repetitivos), o que enseja a pacificação da matéria, inclusive perante o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), que será obrigado, pelo seu Regimento Interno, a seguir a decisão do STJ. Muito embora o julgamento não tenha sido finalizado, já é possível extrair o posicionamento do Superior Tribunal de Justiça, pois a maioria dos Ministros já votou de maneira favorável aos contribuintes com relação às seguintes verbas: (i) aviso-prévio indenizado; (ii) terço constitucional de férias; e (iii) pagamento feito pela empresa nos 15 primeiros dias do auxílio-doença. Por outro lado, o Superior Tribunal de Justiça sedimentou o entendimento (já esperado) de que os valores pagos a título de salário maternidade e paternidade devem ser incluídos na base de cálculo das contribuições previdenciárias devidas pelo empregador. Confirmada a decisão, haverá maior segurança jurídica para os contribuintes, pois o reconhecimento do caráter indenizatório das verbas acima citadas dependia de decisão judicial expressa para não compor a base de cálculo das contribuições previdenciárias em questão. Com a publicação do acórdão, todavia, o CARF estará vinculado a este entendimento, ao que a discussão dificilmente deverá ser levada ao judiciário.

4 Conselho Fiscal O importante papel exercido pelo Conselho Fiscal no contexto da governança corporativa, com o fim de viabilizar a credibilidade e transparência para o desenvolvimento dos negócios torna-se cada vez mais reconhecido. Fabiano de Melo Ferreira AAA/SP - A economia brasileira vem alcançando nos últimos anos uma participação cada vez mais relevante no sistema econômico mundial, o que provoca uma interação crescente dos agentes econômicos brasileiros com os seus pares internacionais. Tal fato decorre, em grande parte, da abertura da nossa economia nas últimas décadas, o que provocou um ambiente de maior concorrência para as empresas brasileiras e, em consequência, uma busca incessante por capitalização das empresas, de modo que estas possam fazer frente aos seus competidores internacionais. Nesse ambiente, a sustentabilidade das empresas brasileiras e a busca do interesse do capital - inclusive internacional - provocam uma preocupação cada vez maior com a adoção de práticas consagradas de governança corporativa, que, segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), consiste em: "...sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, conselho de administração, diretoria e órgãos de controle. As boas práticas de governança corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso ao capital e contribuindo para a sua longevidade. (www.ibgc.org.br) Ou seja, ao adotar as chamadas boas práticas de governança corporativa, as empresas passam a se preocupar com uma maior efetividade dos seus órgãos de controle, de modo a alinhar

5 "interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso ao capital e contribuindo para a sua longevidade". Nesse contexto, se insere um órgão fundamental, previsto tanto pela Lei das Sociedades Anônimas (para as companhias abertas e fechadas) quanto pelo Código Civil (para as sociedades limitadas): o Conselho Fiscal. Considerado um órgão destinado a fiscalizar os atos dos administradores e, ao mesmo tempo, auxiliar da Assembleia Geral, o Conselho Fiscal teve por muito tempo a sua importância questionada, ainda mais no regime jurídico que antecedeu a atual Lei das S/As, quando o conselheiro fiscal era considerado basicamente um fiscalizador de contas, apenas e tão somente. Ciente dessa constatação, o legislador procurou atribuir maiores poderes aos membros do Conselho Fiscal, tornando-o de fato, com a atual Lei das S/As, um fiscalizador dos administradores (membros do Conselho de Administração e Diretoria), no sentido de acompanhar a regularidade da atuação destes frente às exigências impostas pelo Estatuto Social da Companhia e a legislação pertinente. Assim, a atuação do Conselho Fiscal não interfere nos atos de gestão (atribuidos à Diretoria e ao Conselho de Administração), mas visa acompanhar a legalidade destes de modo a garantir a segurança jurídica dos seus atos, conferindo maior credibilidade à Companhia perante a sociedade e os investidores. Em outras palavras, a instalação do Conselho Fiscal pelas Companhias, e o cumprimento objetivo das competências deste por seus membros, confere uma credibilidade tal que possibilita uma maior aceitação da Companhia junto à sociedade (o que se torna uma vantagem competitiva frente aos demais) e uma maior confiabilidade dos seus atos junto aos investidores que, preocupados com a correta destinação dos seus investimentos (não só em termos gerenciais como também em termos legais), propiciarão maiores recursos para o desenvolvimento dos negócios. Importante, porém, que a instalação do Conselho Fiscal não se torne um mero ato burocrático ("de encenação"), mas sim a constituição de um efetivo mecanismo de controle e fiscalização, o que é plenamente factível se cumprida a sua competência, prevista no artigo 163 da Lei 6.404/76. Só assim veremos este instrumento legal se tornar um legitimador da atividade desenvolvida pela Companhia. Cumpre destacar, ademais, importante orientação transmitida pelo IBGC, por meio do seu "Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa", quando sugere que "nas organizações em que haja controle definido, os sócios controladores devem abrir mão da

6 prerrogativa de eleger a maioria dos membros do Conselho Fiscal, permitindo que a maioria seja composta por membros eleitos pelos sócios não controladores". Isto é, apesar de a Lei das S/As atribuir aos controladores a prerrogativa de eleger a maioria dos membros do Conselho Fiscal, é recomendável como boa prática de governança que os controladores abram mão dessa prerrogativa, o que conferirá, de certo modo, um sistema de "freios e contrapesos", em que se por um lado se constitui uma gestão fortemente influenciada pelos controladores, por outro há um sistema efetivo de fiscalização pelos minoritários, por meio de órgão específico e legalmente instituído. Em suma, a instalação do Conselho Fiscal constitui prática recomendável, não só por cumprimento de dispositivo legal, mas pela observância de consagrada prática de governança, viabilizadora de credibilidade e transparência elementares para o desenvolvimento dos negócios em um mundo cada vez mais competitivo.

7 Novidades Trabalhistas A juntada de carta de preposição no prazo para a defesa, exigência de certidão de antecedentes criminais como condição para o emprego e o tempo gasto com ginástica laboral são os temas desta quinzena. Lilian Knupp Pettersen AAA/SP - 1. A importância de se juntar a carta de preposição no prazo A 9ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho 3ª Região não acolheu o recurso ordinário da reclamada que pretendia afastar a pena de confissão ficta (presunção de veracidade dos fatos alegados pela parte contrária) pela ausência da juntada de carta de preposição na audiência inicial aplicada pelo juiz de 1º grau. EMENTA: REVELIA E CONFISSÃO. AUSÊNCIA DE CONTRATO SOCIAL Descumprido o prazo concedido pela MM. Juíza para apresentação de carta de preposição (fls.87/88), na forma do art. 13 do CPC, configura-se a ausência da própria parte no processo, por irregularidade de representação processual. (TRT-3ª Região. RO: RO. Rel: Márcio José Zebende) A reclamada, inconformada, recorreu, afirmando que não deveria ter sido aplicada a ela a pena de confissão ficta, haja vista que não seriam colhidos os depoimentos das partes. Acrescentou que a irregularidade foi posteriormente suprida, já que o mesmo preposto compareceu à audiência de instrução. Mas os argumentos não foram acolhidos pelo relator do recurso. Ele esclareceu que a empresa descumpriu o prazo concedido pelo juiz de 1º grau para apresentação da carta de preposição, na forma do artigo 13 do CPC. Por essa razão, configurou-se a ausência da própria parte no processo, por irregularidade processual, conforme registrou o magistrado.

8 Nesse diapasão, o relator considerou correta a decisão que declarou a revelia e aplicou a pena de confissão ficta, nos moldes do artigo 844 da CLT, a saber: Art O não-comparecimento do reclamante à audiência importa o arquivamento da reclamação, e o não-comparecimento do reclamado importa revelia, além de confissão quanto à matéria de fato. E, por fim, registrou que, contrariamente ao sugerido pela empregadora, não seria cabível o saneamento posterior do vício. 2. Empresa é condenada por exigir certidão de antecedentes criminais em processo seletivo A 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso da Bondio Alimentos S.A. contra decisão que considerou discriminatória a exigência, em processo seletivo, de certidão negativa de antecedentes criminais. A empresa justificou a exigência com o fato de que, por se tratar de uma indústria frigorífica, utilizava facas em seu processo produtivo de produção e abate de aves. AUTO DE INFRAÇÃO Nº EXIGÊNCIA DE CERTIDÃO DE ANTECEDENTES CRIMINAIS. EMPRESA FRIGORÍFICA. UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS CORTANTES. PRÁTICA DISCRIMINATÓRIA. A exigência de certidão de antecedentes criminais, para a contratação de empregados, constitui prática discriminatória, vedada pelo art. 1º da Lei nº 9.029/95. O fato de a reclamada ser empresa frigorífica, que utiliza facas em seu processo produtivo, não justifica a referida exigência, constituindo nítida extrapolação dos limites do poder diretivo do empregador, que nunca deve se

9 sobrepor aos direitos de proteção à intimidade do empregado e à dignidade da pessoa humana, consagrados pelos arts. 1º, III e 5º, X, da Constituição Federal. Assim, em respeito ao princípio da máxima efetividade dos direitos fundamentais, reputa-se correta a decisão regional em observar as normas de proteção ao trabalho decorrentes da utilização de prática discriminatória na contratação, atribuindo validade ao auto de infração. Recurso de revista não conhecido. (TST RR ª Turma. Rel: Ministro Aloysio Corrêa da Veiga. Data Publicação: 20/09/2013). O processo teve origem em ação ordinária anulatória, pela qual a Bondio tentava anular diversos autos de infração lavrados pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego. Entre as infrações verificadas estava a de exigir a certidão negativa de antecedentes criminais. O MTE considerou a prática discriminatória e limitativa de acesso ou manutenção do emprego, conforme descrito no artigo 1º da Lei 9.029/95, a saber: Art. 1º Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor previstas no inciso XXXIII do art. 7º da Constituição Federal. A empresa alegou que a fiscalização não teria mencionado nenhum candidato a emprego que não houvesse sido contratado em virtude da certidão de antecedentes criminais. Argumentou, ainda, que todos possuem acesso às informações públicas, e que a exigência da certidão, por si só, não representava qualquer infração. Negando qualquer

10 prática discriminatória, alegando manter em seus quadros índios, homossexuais e um condenado que cumpria pena no regime semiaberto. Para o juízo da 2ª Vara de Chapecó/SC, não seria importante a observância se houve ou não a contratação de algum empregado com antecedentes criminais, já que a simples exigência configurava sua utilização "como critério para seleção de empregados, além de gerar constrangimento aos candidatos a emprego". O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região/SC considerou que a prática não teria outro objetivo senão o de violar a intimidade e a vida privada dos candidatos, ato que contrariava os princípios e garantias constitucionais. O Ministério Público do Trabalho manifestou no sentido de que: A prática inibe a apresentação dos candidatos que possuem antecedentes criminais e, em última análise, a possibilidade de serem ressocializados, situação que deve ser repelida pelo poder público. O relator do recurso de revista, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, mencionou que a justificativa da empresa de que a exigência da certidão se dava pela utilização de facas extrapolava os limites do poder diretivo do empregador, "que nunca deve se sobrepor aos direitos de proteção à intimidade do empregado e à dignidade da pessoa". Fundamentado nestes argumentos e em respeito ao princípio da efetividade dos direitos fundamentais, o relator considerou correta a decisão regional e afastou as alegações de violação dos artigos 1º da Lei nº 9.029/95, 5º, XXXIII, da Constituição, e 482, "d", da CLT, como alegava a empresa, além de considerar inespecíficos para confronto de tese os acordão trazidos por ela.

11 3. Minutos gastos com ginástica laboral geram horas extras O tempo gasto em participação na ginástica laboral, exigida pela empresa, gera obrigação do pagamento de hora extra. A decisão foi da 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que não conheceu do recurso de revista da Pepsico do Brasil Ltda. HORAS EXTRAS. TROCA DE UNIFORME E GINÁSTICA LABORAL. O entendimento desta Corte, consubstanciado na Súmula nº 366, é de que não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário do registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de dez minutos diários. Todavia, se ultrapassado esse limite, conforme consignado pela Corte regional, será considerada como extra a totalidade do tempo que exceder a jornada de trabalho normal. Acrescente-se que é indiferente a destinação dos minutos residuais à troca de uniforme, alimentação e higiene pessoal, ou a outros fazeres. Recurso de revista de que não se conhece. (TST - 6ª Turma - RR Ministra Rel: Kátia Magalhães Arruda). A autora da reclamação trabalhista, em depoimento, contou que antes de registrar o ponto ela trocava de roupa e fazia a ginástica laboral por determinação da empresa, fato que foi confirmado por testemunha. A Pepsico foi condenada na 1ª instância a pagar como tempo extraordinário os 20 minutos diários gastos pela empregada: 10 minutos pela troca de uniforme e os outros 10 referentes à ginástica laboral obrigatória. A 2ª instância considerou que o tempo despendido para a ginástica é considerado como à disposição da empregadora, conforme artigo 4º da CLT, devendo ser por ela suportado. Para tanto, valeu-se dos depoimentos de testemunhas e do entendimento de que o uniforme era utilizado exclusivamente para o desenvolvimento

12 das atividades e consistia numa exigência da empregadora. A ginástica laboral era feita nas dependências da empresa e era atividade obrigatória aos empregados, ocorrendo em horário anterior ao registro da jornada nos cartões de ponto. A empresa interpôs recurso de revista ao TST afirmando não ser admissível que o intervalo utilizado para participação voluntária em atividade física e o tempo gasto com a finalidade exclusiva de troca de roupa seja considerado como à disposição na medida em que o beneficiário é o próprio trabalhador. Segundo a ministra Kátia Magalhães Arruda a decisão do TRT está em consonância com o entendimento do TST, concretizado na Súmula 366. Súmula 366, TST: Cartão de Ponto - Registro - Horas Extras - Minutos que Antecedem e Sucedem a Jornada de Trabalho: Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário do registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de dez minutos diários. Se ultrapassado esse limite, será considerada como extra a totalidade do tempo que exceder a jornada normal. (ex-ojs nº 23 - Inserida em e nº DJ ) Nesse sentido, a ministra acrescentou ser "indiferente a destinação dos minutos residuais para troca de uniforme, alimentação e higiene pessoal ou outros fazeres". A Turma concluiu que é inviável o conhecimento do recurso por violação da lei e divergência jurisprudencial, conforme o artigo 896, parágrafo 4º, da CLT e a Súmula 366 do TST.

13 Destaques jurídicos Nestes primeiros dias de novembro não foram publicadas leis ou medidas provisórias de grande relevância. Merece destaque a edição de lei que muda o regime de prisão cautelar para fins de extradição de estrangeiros e o decreto que institui o sistema de comunicação seguro da Administração Pública Federal, cujo objetivo é evitar a espionagem de s das autoridades federais. Extradição de estrangeiros A Lei federal n de 04 de novembro de 2013, alterou o Estatuto do Estrangeiro, para estabelecer nova disciplina à prisão cautelar para fins de extradição. A alteração na lei deixa claro que uma vez recebido o pedido de extradição pelo Ministério da Justiça, este deverá encaminhálo ao Supremo Tribunal Federal e não mais determinar sua prisão, como constava da legislação anterior. Quanto à prisão cautelar, a lei também trata do procedimento para seu pedido, o qual será também determinado pelo Supremo Tribunal Federal. Comunicações na Administração Federal O Decreto Federal n , de 04 de novembro de 2013, dispõe sobre as comunicações de dados da administração pública federal e sobre a dispensa de licitação nas contratações que possam comprometer a segurança nacional. O decreto determina que toda a comunicação da administração pública federal seja feita por redes de telecomunicações e serviços de tecnologia fornecidos por órgãos públicos federais, inclusive empresas e sociedades de economia mista da União. Da mesma forma, o centro de processamento de dados deve ser mantido por órgão público federal.

14 Curiosidades Evolução no direito brasileiro da criação do Banco Central: Lei de fiscalização bancária Criação da carteira de redesconto junto ao Banco do Brasil Criação da caixa de mobilização bancária junto ao Banco do Brasil Vendas de ouro transformam-se em monopólio do Banco do Brasil Criação da Superintendência da Moeda e do Crédito SUMOC Lei nº 4595, de 31 de dezembro de 1964, criando o Banco Central do Brasil, tal como hoje estruturado.

Atualizações Trabalhistas

Atualizações Trabalhistas Atualizações Trabalhistas Aviso-prévio não pode ser suprimido por norma coletiva, suplente de Conselho Fiscal tem estabilidade sindical e empregado pago para não trabalhar deve ser indenizado por assédio

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO A C Ó R D Ã O 3ª T U R M A PODER JUDICIÁRIO FEDERAL MEMBRO DE CONSELHO CONSULTIVO. ESTABILIDADE. DESCABIMENTO. Não faz jus à estabilidade sindical o empregado eleito pelo órgão consultivo da entidade,

Leia mais

Novidades Trabalhistas

Novidades Trabalhistas Novidades Trabalhistas Acerto rescisório, demora na liberação da guia do seguro-desemprego e ausência de punição gradativa são os temas tratados nessa quinzena e que merecem atenção das empresas. Veja

Leia mais

Tribunal Superior do Trabalho

Tribunal Superior do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho RR-37200-28.2008.5.15.0128 A C Ó R D Ã O RECURSO DE REVISTA. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. RESCISÃO CONTRATUAL. RECUSA DE RECEBIMENTO DE VERBAS RESCISÓRIAS. EXTINÇÃO DA UNIDADE

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-1132-24.2011.5.23.0008. A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/th/af

PROCESSO Nº TST-RR-1132-24.2011.5.23.0008. A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/th/af A C Ó R D Ã O (1ª Turma) GMWOC/th/af RECURSO DE REVISTA. REGULARIDADE DE REPRESENTAÇÃO. DECLARAÇÃO DE AUTENTICIDADE DO MANDATO FIRMADA PELO ADVOGADO CONSTITUÍDO. A Lei nº 11.925/2009, que alterou a redação

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Acórdão 10ª Turma INDENIZAÇÃO. DANO MORAL. ATRASO NA ENTREGA DAS GUIAS DO FGTS E SEGURO- DESEMPREGO. A demora injustificada na entrega das guias do FGTS e do Seguro- Desemprego, feita ultrapassado o decêndio

Leia mais

PROCESSO Nº TST-AIRR-1992-87.2010.5.04.0202. A C Ó R D Ã O 7ª TURMA VMF/jmg/mahe/hcf/drs

PROCESSO Nº TST-AIRR-1992-87.2010.5.04.0202. A C Ó R D Ã O 7ª TURMA VMF/jmg/mahe/hcf/drs A C Ó R D Ã O 7ª TURMA VMF/jmg/mahe/hcf/drs AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA HORAS EXTRAORDINÁRIAS CURSOS ON-LINE DE TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE OBRIGATORIEDADE

Leia mais

R E L A T Ó R I O. A Senhora Ministra Ellen Gracie: 1. Eis o teor da decisão embargada:

R E L A T Ó R I O. A Senhora Ministra Ellen Gracie: 1. Eis o teor da decisão embargada: EMB.DECL.NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 571.572-8 BAHIA RELATORA EMBARGANTE(S) ADVOGADO(A/S) EMBARGADO(A/S) ADVOGADO(A/S) : MIN. ELLEN GRACIE : TELEMAR NORTE LESTE S/A : BÁRBARA GONDIM DA ROCHA E OUTRO(A/S)

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS ACÓRDÃO N o : 110/2011 RECURSO VOLUNTÁRIO N o : 7.968 PROCESSO N

Leia mais

Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete do Desembargador Marcos A. Souto Maior

Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete do Desembargador Marcos A. Souto Maior Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete do Desembargador Marcos A. Souto Maior DECISÃO APELAÇÃO CIVEL N 048.2003.001021-8/001 CUITEGI RELATOR: Juíza Maria das Neves do Egito

Leia mais

OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL. Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1

OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL. Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1 OAB/SP 136.º EXAME DE ORDEM/2008 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL Direito do Trabalho PEÇA PROFISSIONAL PONTO 1 O secretário de relações do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, com atuação em Brasília

Leia mais

O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador);

O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador); Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Processo do Trabalho / Aula 04 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Procedimento Sumário, Procedimento Sumaríssimo. A competência para julgar acidente de trabalho:

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL RELATOR MINISTRO LUIZ FUX

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL RELATOR MINISTRO LUIZ FUX EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL RELATOR MINISTRO LUIZ FUX Recurso Extraordinário n. 801.487 A ASSOCIAÇÃO DOS INVESTIDORES NO MERCADO DE CAPITAIS AMEC, associação sem fins

Leia mais

HORAS EXTRAORDINÁRIAS MARCAÇÃO BRITÂNICA REGISTRO INVARIÁVEL

HORAS EXTRAORDINÁRIAS MARCAÇÃO BRITÂNICA REGISTRO INVARIÁVEL HORAS EXTRAORDINÁRIAS MARCAÇÃO BRITÂNICA REGISTRO INVARIÁVEL É regra no ordenamento jurídico pátrio o controle da jornada de trabalho do empregado, decorręncia lógica do poder diretivo do empregador, que

Leia mais

JOSÉ DE SÃO DO TRABALHO S E N T E N Ç A

JOSÉ DE SÃO DO TRABALHO S E N T E N Ç A 3ª VARA DO TRABALHO DE SÃO JOSÉ - SC TERMO DE AUDIÊNCIA RTOrd 0003346-50.2011.5.12.0054 Aos 13 dias do mês de abril do ano de dois mil e doze, às 17h58min, na sala de audiências da, por ordem da Exma.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010.

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição de certidões judiciais e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual.

PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual. PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Legitimidade - art. 499 CPC: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual. Preposto é parte? Pode recorrer? NÃO.

Leia mais

executivo e sua remuneração era de R$ 3.000,00 acrescida de gratificação de um terço de seu salário.

executivo e sua remuneração era de R$ 3.000,00 acrescida de gratificação de um terço de seu salário. EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE FLORIANÓPOLIS/SC ANA KARENINA, estado civil..., profissão..., residente e domiciliada na Rua..., nº..., cidade... estado..., CEP..., representada

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ ADICIONAL NOTURNO - PROCEDIMENTOS 1. INTRODUÇÃO O adicional noturno é devido ao empregado que trabalha a noite no período biológico em que a pessoa deve dormir. É no período noturno que o organismo humano

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL Justiça do Trabalho - 2" Região 05" Vara do Trabalbo de São Paulo - Capital TERMO DE AUDIÊNCIA. Processo n" 727/15

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL Justiça do Trabalho - 2 Região 05 Vara do Trabalbo de São Paulo - Capital TERMO DE AUDIÊNCIA. Processo n 727/15 PODER JUDICIÁRIO FEDERAL Justiça do Trabalho - 2" Região 05" Vara do Trabalbo de São Paulo - Capital TERMO DE AUDIÊNCIA Processo n" 727/15 Aos oito dias do mês de setembro do ano de dois mil e quinze às

Leia mais

BLACKPOOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. - EPP DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA EM SÃO PAULO

BLACKPOOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. - EPP DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA EM SÃO PAULO MANDADO DE SEGURANÇA IMPETRANTE: IMPETRADO: BLACKPOOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. - EPP DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA EM SÃO PAULO DECISÃO REGISTRADA SOB Nº /2015 A impetrante

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 5.423, DE 2009 Acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, estabelecendo

Leia mais

PROCESSO: 0000108-40.2010.5.01.0482 - RTOrd A C Ó R D Ã O 4ª Turma

PROCESSO: 0000108-40.2010.5.01.0482 - RTOrd A C Ó R D Ã O 4ª Turma Multa de 40% do FGTS A multa em questão apenas é devida, nos termos da Constituição e da Lei nº 8.036/90, no caso de dispensa imotivada, e não em qualquer outro caso de extinção do contrato de trabalho,

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-2219-65.2011.5.03.0139. A C Ó R D Ã O (5ª Turma) GMCB/jar

PROCESSO Nº TST-RR-2219-65.2011.5.03.0139. A C Ó R D Ã O (5ª Turma) GMCB/jar A C Ó R D Ã O (5ª Turma) GMCB/jar RECURSO DE REVISTA COMISSÕES. BASE DE CÁLCULO. VENDA COM CARTÕES DE CRÉDITO. TAXA PARA A ADMINISTRADORA. "REVERSÃO". NÃO PROVIMENTO. A prática realizada pela reclamada

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.084.748 - MT (2008/0194990-5) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO SIDNEI BENETI : AGRO AMAZÔNIA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA : DÉCIO JOSÉ TESSARO E OUTRO(S) :

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-358-35.2014.5.03.0011. A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMMCP/dpf/klg

PROCESSO Nº TST-RR-358-35.2014.5.03.0011. A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMMCP/dpf/klg A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMMCP/dpf/klg RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO SOB A ÉGIDE DA LEI Nº 10.015/2014 NULIDADE DA CITAÇÃO ÔNUS DO DESTINATÁRIO Na forma do art. 841, 1º, da CLT, A notificação será feita

Leia mais

NÚCLEO PREPARATÓRIO DE EXAME DE ORDEM

NÚCLEO PREPARATÓRIO DE EXAME DE ORDEM ENDEREÇAMENTO E QUALIFICAÇÃO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA... VARA DO TRABALHO DE... A, estado civil..., profissão..., portador do RG nº..., inscrito no CPF nº..., portador da CTPS..., série...,

Leia mais

Renúncia à Instância Administrativa Trabalhista

Renúncia à Instância Administrativa Trabalhista Renúncia à Instância Administrativa Trabalhista Abel Ferreira Lopes Filho* 1. Introdução. Para Mariana Wolfenson, renunciar à instância administrativa decorre da opção lógica feita pelo administrado em

Leia mais

O PREPOSTO NA JUSTIÇA DO TRABALHO

O PREPOSTO NA JUSTIÇA DO TRABALHO O PREPOSTO NA JUSTIÇA DO TRABALHO Conteúdo Programático: Conceito; A Importância do Preposto no Processo Trabalhista; Perfil Psicológico recomendado para um Preposto; Comportamento e Atitude do Preposto

Leia mais

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO PARTE A ADV/PROC PARTE R REPTE ORIGEM RELATOR : JORGEVALDO ROBINSTON DE MOURA : FÁBIO CORREA RIBEIRO E OUTROS : INSS INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL : PROCURADORIA REPRESENTANTE DA ENTIDADE : JUÍZO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO fls. 163 SENTENÇA Processo nº: 1020203-79.2015.8.26.0053 Classe - Assunto Procedimento Ordinário - Anulação de Débito Fiscal Requerente: Comercial Móveis das Nações Sociedade Ltda. (Lojas Marabraz) Requerido:

Leia mais

PETIÇÃO INICIAL. EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE... art. 651 do CLT

PETIÇÃO INICIAL. EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE... art. 651 do CLT PETIÇÃO INICIAL PEDIDOS REQUERIMENTOS FINAIS Valor da causa!!!!! EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE... art. 651 do CLT Reclamante - nome e sobrenome, profissão, estado civil, documentos

Leia mais

O Eg. Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, em acórdão de fls. 382/404, negou provimento ao Recurso Ordinário do Reclamante.

O Eg. Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, em acórdão de fls. 382/404, negou provimento ao Recurso Ordinário do Reclamante. A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GDCJPS/lfa/bt RECURSO DE REVISTA DANO MORAL CANCELAMENTO INDEVIDO DO PLANO DE SAÚDE Na esteira de diversos precedentes desta Corte, configura ato ilícito capaz de gerar danos morais

Leia mais

VI pedido de reexame de admissibilidade de recurso especial.

VI pedido de reexame de admissibilidade de recurso especial. PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, 2013 - COMPLEMENTAR Estabelece normas gerais sobre o processo administrativo fiscal, no âmbito das administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO. Gabinete do Desembargador Federal do Trabalho Davi Furtado Meirelles

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO. Gabinete do Desembargador Federal do Trabalho Davi Furtado Meirelles RECURSO ORDINÁRIO ORIGEM: 38ª VARA DO TRABALHO DE SÃO PAULO RECORRENTE: SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO HOTELEIRO E SIMILARES DE SÃO PAULO E REGIÃO RECORRIDA: PIZZARIA FAMIGLIA LUCCO LTDA. Fornecimento

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECLAMAÇÃO Nº 14.696 - RJ (2013/0339925-1) RELATORA : MINISTRA MARIA ISABEL GALLOTTI RECLAMANTE : BANCO BRADESCO FINANCIAMENTOS S/A ADVOGADO : JOSÉ ANTÔNIO MARTINS E OUTRO(S) RECLAMADO : TERCEIRA TURMA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO ACÓRDÃO 9ª TURMA Recorrentes: Recorridos: Relator: Provido o recurso da reclamada, para determinar a observância da jornada básica de 08 horas. Parcial provimento ao recurso do autor, para determinar a

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO Justiça do Trabalho TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO Justiça do Trabalho TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO PROCESSO TRT/SP Nº 0002079-67.2011.5.02.0039 10ª TURMA Fls. 1 RECURSO ORDINÁRIO 1º RECORRENTE: SINDFAST SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS EMPRESAS DE REFEIÇÕES RÁPIDAS DE SÃO PAULO 2º RECORRENTE : SINTHORESP

Leia mais

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A RPV. (Requisição de Pequeno Valor)

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A RPV. (Requisição de Pequeno Valor) BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A RPV (Requisição de Pequeno Valor) Hugo Soares Porto Fonseca O caput do art. 100 da Constituição Federal 1 determina que os pagamentos de valores devidos pelas Fazendas Federal,

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DESEMBARGADOR RAIMUNDO NONATO SILVA SANTOS

ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DESEMBARGADOR RAIMUNDO NONATO SILVA SANTOS fls. 122 Processo: 0135890-46.2012.8.06.0001 - Apelação Apelante: Sindicato dos Guardas Municipais da Região Metrolitana de Fortaleza - SINDIGUARDAS Apelado: Município de Fortaleza Vistos etc. DECISÃO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 3ª REGIÃO AGRAVANTE(S): BANCO BMG S.A. (1) PRESTASERV - PRESTADORA DE SERVICOS LTDA. (2) AGRAVADO(S): OS MESMOS E (1) ELIZANGELA GOUVEA SALES (2) RH TIME RECURSOS HUMANOS LTDA. (3) EMENTA: HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

Leia mais

E O IUS POSTULANDI NA JUSTIÇA DO TRABALHO, AINDA EXISTE???

E O IUS POSTULANDI NA JUSTIÇA DO TRABALHO, AINDA EXISTE??? E O IUS POSTULANDI NA JUSTIÇA DO TRABALHO, AINDA EXISTE??? Esta é uma antiga discussão que, até a presente data, perdura em hostes trabalhistas. Existe o ius postulandi na Justiça do Trabalho? A Carta

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 919.527 - SP (2007/0014498-9) RELATOR : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES AGRAVANTE : FAZENDA NACIONAL REPDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS AGRAVADO : TRANS-TERRALHEIRO

Leia mais

QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL

QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL Kiyoshi Harada * O debate em torno da quebra do sigilo bancário voltou à baila após a manifestação do Procurador-Geral do Banco Central no sentido de que as

Leia mais

Vigésima Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Vigésima Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro APELAÇÃO CÍVEL Nº 0035092-08.2012.8.19.0004 APELANTE: BANCO BRADESCO S/A APELADO: BRUNO GARCIA DE SÁ RELATOR: DES. FERNANDO ANTONIO DE ALMEIDA APELAÇÃO CÍVEL DIREITO DO CONSUMIDOR AÇÃO SOB O RITO SUMÁRIO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.171.486 - SP (2009/0239644-0) RELATOR AGRAVANTE AGRAVADO : MINISTRO MARCO BUZZI EMENTA AGRAVO REGIMENTAL - AÇÃO DE COBRANÇA - ASSOCIAÇÃO DE MORADORES - PAGAMENTO DE TAXA DE

Leia mais

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito do Trabalho

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito do Trabalho VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito do Trabalho Peça 1) Estrutura inicial O examinando deve elaborar uma contestação, indicando o fundamento legal (artigo 847 da CLT ou artigo 300 do CPC),

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 447.888 - RO (2002/0084713-3) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI RECORRENTE : ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS - RONSEG ADVOGADO : ODAILTON KNORST RIBEIRO RECORRENTE : SUL AMÉRICA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 712.998 - RJ (2004/0180932-3) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN RECORRENTE : MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO PROCURADOR : MARIANA RODRIGUES KELLY E SOUSA E OUTRO(S) RECORRIDO : ADELINO

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 8ª REGIÃO

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 8ª REGIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 8ª REGIÃO ACÓRDÃO 1322-2002-014-08-0-5 (1ª T./RO 3241/2003) StarWriter RECORRENTE: TV FILME SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES LTDA Drª. Mônica de Nazaré Botelho Pena e outros RECORRIDO:

Leia mais

RECURSO ORDINÁRIO TRT/RO - 0033300-35.2009.5.01.0017 - RTOrd A C Ó R D Ã O 4ª Turma

RECURSO ORDINÁRIO TRT/RO - 0033300-35.2009.5.01.0017 - RTOrd A C Ó R D Ã O 4ª Turma Convenção coletiva. SESI O SESI não é representado por sindicato de hospitais e estabelecimentos de serviços de saúde, sendo entidade cuja atividade preponderante é orientação e formação profissional.

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.381.315 - RJ (2013/0148762-1) RELATOR : MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZ RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RECORRIDO : JOSÉ JERÔNIMO ALVES FERREIRA ADVOGADO

Leia mais

AGRAVO INTERNO EM APELACAO CIVEL 2002.02.01.005234-7

AGRAVO INTERNO EM APELACAO CIVEL 2002.02.01.005234-7 RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO BARATA AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS PROCURADOR : JANE MARIA MACEDO MIDOES AGRAVADO : O FORTE DO SABAO LTDA ADVOGADO : SAULO RODRIGUES DA

Leia mais

Contrarrazões da primeira ré às fls.455/465, do reclamante às fls. 466/468, e da segunda ré às fls.469/471.

Contrarrazões da primeira ré às fls.455/465, do reclamante às fls. 466/468, e da segunda ré às fls.469/471. Acórdão 10a Turma INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL- DEFERIMENTO - O dano moral configura-se por um sofrimento decorrente de lesão de direitos não-patrimoniais caracterizado por excesso, abuso, tratamento humilhante

Leia mais

S E N T E N Ç A JOSÉ. 3ª Vara do Trabalho de São José RTOrd 0000307-11.2012.5.12.0054 - Sentença - p. 1

S E N T E N Ç A JOSÉ. 3ª Vara do Trabalho de São José RTOrd 0000307-11.2012.5.12.0054 - Sentença - p. 1 3ª VARA DO TRABALHO DE SÃO JOSÉ - SC TERMO DE AUDIÊNCIA RTOrd 0000307-11.2012.5.12.0054 Aos 17 dias do mês de abril do ano de dois mil e doze, às 17h57min, na sala de audiências da, por ordem da Exma.

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 5, ANO 1I MAIO DE 2010 1 LUCRO IMOBILIÁRIO E O IMPOSTO DE RENDA A incidência do Imposto de Renda sobre o ganho de capital na venda de

Leia mais

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2012 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 39, de 2007, do Senador Alvaro Dias, que Acrescenta o art. 879-A ao Decreto-Lei nº 5.452, de 1º

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA ADVOGADO : LUIZ ANTÔNIO MUNIZ MACHADO E OUTRO(S) EMENTA DIREITO SINDICAL. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. ART. 8º, IV, DA CF/88. COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. PUBLICAÇÃO

Leia mais

SENTENÇA (EMBARGOS DE DECLARAÇÃO) RELATÓRIO

SENTENÇA (EMBARGOS DE DECLARAÇÃO) RELATÓRIO SENTENÇA (EMBARGOS DE DECLARAÇÃO) RELATÓRIO ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA JUSTIÇA DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO, qualificada nos autos, interpôs embargos declaratórios à sentença de fls. 181/182, que extinguiu

Leia mais

EXERCÍCIO DE SALA 1. 2- Do mérito: 2.1- Da responsabilidade do recorrente:

EXERCÍCIO DE SALA 1. 2- Do mérito: 2.1- Da responsabilidade do recorrente: EXERCÍCIO DE SALA 1 2- Do mérito: 2.1- Da responsabilidade do recorrente: A decisão recorrida, proferida pelo Eg TRT, manteve a sentença de primeiro grau que havia reconhecido a responsabilidade do recorrente,

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição A 3ª edição do livro CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO foi atualizada com o texto do PL de novo CPC enviado pelo Congresso Nacional à sanção presidencial em 24.02.2015. Em razão da renumeração dos artigos

Leia mais

BRADESCO VIDA E PREVIDÊNCIA S.A. SUPERiNTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP. PENALIDADE ORIGINAL: Multa de R$ 9.000,00.

BRADESCO VIDA E PREVIDÊNCIA S.A. SUPERiNTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP. PENALIDADE ORIGINAL: Multa de R$ 9.000,00. MINISTÉRIO DA FAZENDA -. CONSELHO DE RECURSOS DO SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA ABERTA E DE CAPITALIZAÇÃO - CRSNSP 208 Sessão Recurso n 6602 RECORRENTE: RECORRIDA: BRADESCO

Leia mais

TERMO DE CONCLUSÃO SENTENÇA

TERMO DE CONCLUSÃO SENTENÇA fls. 138 Aos 13 de fevereiro de 2015, eu, TERMO DE CONCLUSÃO MM. Juiza de Direito Dr. (a) Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi. SENTENÇA, escrevente técnico, faço estes autos conclusos a Processo Digital

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ. EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ. Assunto: Desconto da Contribuição Sindical previsto no artigo 8º da Constituição Federal, um dia de trabalho em março de 2015.

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO POR PERÍODO INDETERMINADO DE ESTRANGEIRO PROFISSIONAL NÃO TÉCNICO / ESPECIALISTA

CONTRATO DE TRABALHO POR PERÍODO INDETERMINADO DE ESTRANGEIRO PROFISSIONAL NÃO TÉCNICO / ESPECIALISTA Avenida Paulista 2006, 16º andar 01312-200 São Paulo, SP Brasil Telefone: (+55 11) 32 97 31 21 Fax: (+55 11) 32 97 31 17 Cabinet Chantereaux 22, Place du Général Catroux 75017 Paris FRANCE téléphone: (+33)

Leia mais

DURAÇÃO DO TRABALHO Prof. Maria Cláudia Felten E-mail: maria.claudia.felten@terra.com.br JORNADA DE TRABALHO - Jornada de trabalho. - Benefícios da jornada de trabalho. - Diferença entre jornada de trabalho

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/ Empregado aposentado - Rescisão do contrato de trabalho - Multa do FGTS

http://www.lgncontabil.com.br/ Empregado aposentado - Rescisão do contrato de trabalho - Multa do FGTS Empregado aposentado - Rescisão do contrato de trabalho - Multa do FGTS Sumário Introdução I - Contribuição previdenciária II - FGTS e demais verbas trabalhistas III - Rescisão contratual IV - Entendimentos

Leia mais

ASSOCIACAO DE RADIO COMUNITARIA AMIGOS DO CASSINO ADVOGADO : Humberto da Silva Alves e outro REMETENTE : JUÍZO SUBSTITUTO DA 02A VF DE PORTO ALEGRE

ASSOCIACAO DE RADIO COMUNITARIA AMIGOS DO CASSINO ADVOGADO : Humberto da Silva Alves e outro REMETENTE : JUÍZO SUBSTITUTO DA 02A VF DE PORTO ALEGRE APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2004.71.00.045184-6/RS RELATORA Juíza VÂNIA HACK DE ALMEIDA APELANTE AGENCIA NACIONAL DE TELECOMUNICACOES - ANATEL ADVOGADO Guilherme Andrade Lucci APELADO ASSOCIACAO

Leia mais

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Fls. 1 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Solução de Consulta Interna nº 1 Data 15 de junho de 2012 Origem DIFIS/SRRF01 (e processo nº 10166.725012/2012 53) Assunto: Contribuições

Leia mais

LEI Nº 10.259, DE 12 DE JULHO DE 2001.

LEI Nº 10.259, DE 12 DE JULHO DE 2001. LEI Nº 10.259, DE 12 DE JULHO DE 2001. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Dispõe sobre a instituição dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais no âmbito da Justiça Federal. Faço saber que o Congresso Nacional

Leia mais

REDUÇÃO DOS ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS NOVAS TESES

REDUÇÃO DOS ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS NOVAS TESES REDUÇÃO DOS ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS NOVAS TESES INCIDÊNCIAS SOBRE A FOLHA-DE-SALÁRIOS EMPRESAS DE LIMPEZA (CNAE 81.21-4-00 + 81.29-0-00) (FPAS 515) 20% - COTA PATRONAL 3,0% - SAT 5,8% - ENTIDADES TERCEIRAS

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Ementa e Acórdão Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 10/02/2015 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 805.859 RIO DE JANEIRO RELATOR AGTE.(S) PROC.(A/S)(ES) AGDO.(A/S) ADV.(A/S)

Leia mais

ACÓRDÃO NU.: 0040400-74.2014.5.13.0003 RECURSO ORDINÁRIO RECORRENTE: C&A MODAS LTDA RECORRENTE: BANCO BRADESCARD S.A. RENAN CARVALHO CASTRO DA COSTA

ACÓRDÃO NU.: 0040400-74.2014.5.13.0003 RECURSO ORDINÁRIO RECORRENTE: C&A MODAS LTDA RECORRENTE: BANCO BRADESCARD S.A. RENAN CARVALHO CASTRO DA COSTA ACÓRDÃO RECURSO ORDINÁRIO RECORRENTE: C&A MODAS LTDA RECORRENTE: BANCO BRADESCARD S.A. RECORRIDO: RENAN CARVALHO CASTRO DA COSTA E M E N T A TERCEIRIZAÇÃO. ALEGAÇÃO DE IRREGULARIDADES. PARCERIA COMERCIAL

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL PROCESSO N. : 14751-89.2012.4.01.3400 AÇÃO ORDINÁRIA/SERVIÇOS PÚBLICOS CLASSE 1300 AUTOR (A): ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS ESPECIALISTAS EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL RÉ: UNIÃO SENTENÇA TIPO

Leia mais

PROCESSO Nº TST-AIRR-1458-91.2011.5.04.0402. A C Ó R D Ã O 4ª Turma GDCCAS/BRF/iap

PROCESSO Nº TST-AIRR-1458-91.2011.5.04.0402. A C Ó R D Ã O 4ª Turma GDCCAS/BRF/iap A C Ó R D Ã O 4ª Turma GDCCAS/BRF/iap AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO DE REVISTA. COMPETÊNCIA MATERIAL DA JUSTIÇA DO TRABALHO. PROFESSORA. PARTICIPAÇÃO EM CONCURSO CULTURAL COMO CONCORRENTE À RAINHA DA

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-120600-94.2009.5.06.0017. A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMDMC/Rd/cb/sr

PROCESSO Nº TST-RR-120600-94.2009.5.06.0017. A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMDMC/Rd/cb/sr A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMDMC/Rd/cb/sr A) AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. CONTRATO POR PRAZO DETERMINADO. RESCISÃO ANTECIPADA. MULTA DE 40% SOBRE O FGTS. ART. 14 DO DECRETO Nº 99.684/90.

Leia mais

EMENTA ACÓRDÃO. Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso Relatora

EMENTA ACÓRDÃO. Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso Relatora APELAÇÃO CÍVEL 0000321-60.2006.4.01.3201 (2006.32.01.000323-8)/AM Processo na Origem: 200632010003238 PV RELATOR(A) : DESEMBARGADORA FEDERAL MARIA DO CARMO CARDOSO APELANTE : LUIS ALFREDO BONILLA BECERRA

Leia mais

AUTO DE INFRAÇÃO. NULIDADE

AUTO DE INFRAÇÃO. NULIDADE A C Ó R D Ã O (2ª Turma) GDCVF/AM/mrm AGRAVO DE INSTRUMENTO. AUTO DE INFRAÇÃO. NULIDADE. A Corte Regional, com base no conjunto fático-probatório, concluiu que não estavam presentes os requisitos configuradores

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 839.877 - RJ (2006/0083341-7) RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA RECORRENTE : MARCUS DA SILVA DIAS E OUTRO ADVOGADO : GUILHERME DE JESUS E OUTROS RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO COLÉGIO RECURSAL DA COMARCA DE SANTOS ACÓRDÃO. Recurso nº 0007220-95.2012.8.26.0562. Registro 2012.0000021251

PODER JUDICIÁRIO COLÉGIO RECURSAL DA COMARCA DE SANTOS ACÓRDÃO. Recurso nº 0007220-95.2012.8.26.0562. Registro 2012.0000021251 fls. 1 Registro 2012.0000021251 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Inominado nº 0007220-95.2012.8.26.0562, da Comarca de Santos, em que é recorrente L I V - INTERMEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA

Leia mais

PROCESSO Nº TST-AIRR-1405-83.2011.5.01.0050. A C Ó R D Ã O 7ª Turma DCABP/acmg/cgel

PROCESSO Nº TST-AIRR-1405-83.2011.5.01.0050. A C Ó R D Ã O 7ª Turma DCABP/acmg/cgel A C Ó R D Ã O 7ª Turma DCABP/acmg/cgel AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA EM FACE DE DECISÃO PUBLICADA ANTES DA VIGÊNCIA DA LEI Nº 13.015/2014. REVELIA. COMPARECIMENTO DO PREPOSTO. AUSÊNCIA DE

Leia mais

04/08/2011 10:40:03 Sistema de Acompanhamento de Processos em 1ª Instância pág. 2 / 5

04/08/2011 10:40:03 Sistema de Acompanhamento de Processos em 1ª Instância pág. 2 / 5 PROCESSO Nº 0000527-83.2011.5.19.0010 (RECLAMAÇÃO TRABALHISTA) SENTENÇA VISTOS, ETC... I - RELATÓRIO: DISPENSADO( ART. 852-I/CLT). II - FUNDAMENTAÇÃO: 1. DA PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM

Leia mais

O Tribunal Regional, por meio da decisão de fls. 412/418, deu parcial provimento ao recurso ordinário da reclamante para deferir-lhe horas extras.

O Tribunal Regional, por meio da decisão de fls. 412/418, deu parcial provimento ao recurso ordinário da reclamante para deferir-lhe horas extras. A C Ó R D Ã O 6ª Turma KA/cdp RECURSO DE REVISTA. HORAS EXTRAS. ÔNUS DA PROVA. CARTÕES DE PONTO SEM ASSINATURA. Segundo o entendimento desta Corte, a falta de assinatura do empregado nos cartões-de-ponto

Leia mais

Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO

Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO GESTÃO TRIBUTÁRIA NOTÍCIAS - 2013 Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO A presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei de conversão resultante

Leia mais

Desembaraço aduaneiro, fraude praticada por terceiros e pena de perdimento, análise de uma situação concreta

Desembaraço aduaneiro, fraude praticada por terceiros e pena de perdimento, análise de uma situação concreta Desembaraço aduaneiro, fraude praticada por terceiros e pena de perdimento, análise de uma situação concreta Por Tácio Lacerda Gama Doutor em Direito pela PUC/SP Um caso concreto A União Federal move ação

Leia mais

A C Ó R D Ã O. (8ª Turma)

A C Ó R D Ã O. (8ª Turma) A C Ó R D Ã O (8ª Turma) GMDMC/Fc/nc/mm RECURSO DE REVISTA. 1. LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA ATRIBUÍDA AO ADVOGADO DA PARTE. A previsão expressa no parágrafo único do artigo 32 da Lei

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 437.853 - DF (2002/0068509-3) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : DANIEL AZEREDO ALVARENGA E OUTROS RECORRIDO : ADVOCACIA BETTIOL S/C

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-144000-70.2005.5.15.0036 - FASE ATUAL: E-ED

PROCESSO Nº TST-RR-144000-70.2005.5.15.0036 - FASE ATUAL: E-ED A C Ó R D Ã O SESBDI-1 VMF/ots/pcp/mmc RECURSO DE EMBARGOS EM RECURSO DE REVISTA IRREGULARIDADE DE REPRESENTAÇÃO ALTERAÇÃO DA RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA NOVO MANDATO NECESSIDADE SÚMULA Nº 164 DO TST. Embora

Leia mais

Contrato de Facção não é Terceirização

Contrato de Facção não é Terceirização Contrato de Facção não é Terceirização A jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho tem distinguindo com bastante clareza o contrato de facção (que fragmenta a produção delegando a sua execução a

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-1357-39.2013.5.09.0016. A C Ó R D Ã O Ac. 3ª Turma GMALB/arcs/AB/wbs

PROCESSO Nº TST-RR-1357-39.2013.5.09.0016. A C Ó R D Ã O Ac. 3ª Turma GMALB/arcs/AB/wbs A C Ó R D Ã O Ac. 3ª Turma GMALB/arcs/AB/wbs RECURSO DE REVISTA SOB A ÉGIDE DA LEI Nº 13.015/2014. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL. EMPREGADOR. EMPRESA SEM EMPREGADOS. Os arts. 578 e 579 da CLT se dirigem a todos

Leia mais

Novidades Trabalhistas

Novidades Trabalhistas Novidades Trabalhistas Ampliação do contrato temporário passa a valer em 1º de Julho. Lei publicada altera artigo da CLT determinando pagamento de adicional de periculosidade para motociclistas. Empresa

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA AGRAVANTE : ONDREPSB LIMPEZA E SERVIÇOS ESPECIAIS LTDA ADVOGADO : IVAR LUIZ NUNES PIAZZETA E OUTRO(S) AGRAVADO : FAZENDA NACIONAL PROCURADORES : ANGELA T GOBBI ESTRELLA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região ATA DE AUDIÊNCIA

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região ATA DE AUDIÊNCIA ATA DE AUDIÊNCIA Aos 14 dias do mês de fevereiro de 2014, às 08h25, na sala de audiências da Egrégia 6ª Vara do Trabalho de São Paulo, presente o Excelentíssimo Juiz RENATO SABINO CARVALHO FILHO, realizou-se

Leia mais

Acesso ao Tribunal Constitucional: Possibilidade de ações movidas por estrangeiros

Acesso ao Tribunal Constitucional: Possibilidade de ações movidas por estrangeiros Acesso ao Tribunal Constitucional: Possibilidade de ações movidas por estrangeiros Os direitos fundamentais previstos na Constituição brasileira de 1988 são igualmente garantidos aos brasileiros e aos

Leia mais

SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO E O EMPREGADO

SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO E O EMPREGADO SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO E O EMPREGADO 1. Introdução Nos termos do art. 1º da Lei nº 4.375/64, o Serviço Militar consiste no exercício de atividades especiais desempenhadas nas Forças Armadas, ou seja

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Acórdão 10a Turma PODER JUDICIÁRIO FEDERAL CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. DECADÊNCIA. PRESCRIÇÃO. PRAZO INICIAL. O processo do trabalho guarda perfeita simetria ao processo administrativo tributário posto

Leia mais

AGRAVO Nº 831. JOÃO DOMINGOS KUSTER PUPPI RELATORA DESIGNADA : JUÍZA SUBST. 2º G. DENISE KRÜGER PEREIRA

AGRAVO Nº 831. JOÃO DOMINGOS KUSTER PUPPI RELATORA DESIGNADA : JUÍZA SUBST. 2º G. DENISE KRÜGER PEREIRA AGRAVO Nº 831.160-0/01, DE MEDIANEIRA - VARA CÍVEL E ANEXOS AGRAVANTE : COMPANHIA EXCELSIOR DE SEGUROS AGRAVADOS : DORIVAL ASSIS DE SOUZA E OUTROS RELATOR ORIGINÁRIO : DES. JOÃO DOMINGOS KUSTER PUPPI RELATORA

Leia mais

TERMO DE AUDIÊNCIA. Processo: RTOrd 0000431-42.2012.5.12.0038

TERMO DE AUDIÊNCIA. Processo: RTOrd 0000431-42.2012.5.12.0038 TERMO DE AUDIÊNCIA Processo: RTOrd 0000431-42.2012.5.12.0038 No dia vinte e cinco de abril do ano de dois mil e doze, às 11h17min, na sala de audiências da 2 a Vara do Trabalho de Chapecó, sob a presidência

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Excelentíssimo Senhor Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Excelentíssimo Senhor Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro., vem, auxiliado pela Amaerj Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro, com fulcro na jurisprudência e legislação

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA o. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA DECISÃO MONOCRÁTICA AGRAVO DE INSTRUMENTO NQ 001.2010.006903-6/001 RELATOR : Desembargador João Alves da Silva AGRAVANTE

Leia mais