GOVERNANÇA CORPORATIVA: O CASO DO BANCO DE BRASÍLIA S.A NO PERÍODO DE 2001 A 2013.

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1 UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL FACULDADES INTEGRADAS DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL Curso de Administração com Habilitação em Administração de Empresas Reconhecido pela Portaria Ministerial Nº MEC, de 29/04/2004 DOU de 03/05/2004. GOVERNANÇA CORPORATIVA: O CASO DO BANCO DE BRASÍLIA S.A NO PERÍODO DE 2001 A ALEXIA CARVALHO DA SILVA GAMA DF DEZEMBRO/2013

2 ALEXIA CARVALHO DA SILVA GOVERNANÇA CORPORATIVA: O CASO DO BANCO DE BRASÍLIA S.A NO PERÍODO DE 2001 A Trabalho de Conclusão de Curso apresentado no curso de Graduação em Administração das Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Administração. Linha de pesquisa: Governança Corporativa e Gestão Estratégica. ORIENTADORA: PROF. EUDISJANE CAMARGOS LAGARES DO NASCIMENTO GAMA - DF 2013 ii

3 FOLHA DE APROVAÇÃO ALEXIA CARALHO DA SILVA GOVERNANÇA CORPORATIVA NO BRB BANCO DE BRASÍLIA S.A Trabalho de Conclusão de Curso, aprovado como requisito parcial para obtenção do grau Bacharel em Administração no curso Administração de Empresas das Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central. Data de Aprovação: / / Banca Examinadora: Profa. Eudisjane Camargos Lagares do Nascimento Orientador Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central Profa. Surama Cavalcanti Miranda Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central Profa. Leiliane Rocha Silva Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central iii

4 A Deus, a todos os meus familiares e amigos, que me ajudaram nesse longo caminho. iv

5 A Deus, por possibilitar esta conquista, A minha família, por ser tão compreensiva e me auxiliar em todos os momentos, em especial, André, Hortência e Ana Paula, Aos meus pais, por sempre me apoiarem em minhas decisões, Claudia e Ivonaldo, Ao meu namorado, John, pela compreensão, apoio, companheirismo e amor, A minha orientadora, Jane lagares, pelo auxílio e direcionamento, A professora Maria de Lourdes Araújo Oliveira, pela paciência, auxílio e aprendizado, Aos funcionários e amigos do BRB, pela colaboração com esta pesquisa, Aos amigos que encontrei durante este caminho e que transformaram as ocasiões simples em momentos tão especiais Delma, Miani, Pamella e Rayanne, E a todas as pessoas que contribuíram com o objetivo desta pesquisa. v

6 Alguns homens veem as coisas como são, e dizem Por quê? Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo Por que não?. George Bernard Shaw vi

7 RESUMO O objetivo geral desta pesquisa é descrever o comportamento do Banco de Brasília S.A., no que diz respeito à prática de Governança Corporativa, no período de 2001 a Os objetivos específicos desta pesquisa foram: identificar mecanismos de Governança Corporativa; levantar fatos e mecanismos de Governança Corporativa, no BRB Banco de Brasília S.A e analisar os mecanismos de Governança Corporativa adotados, no período de 2001 a As hipóteses de pesquisa levantadas estão pautadas a criação de estrutura específica, normas ou setores para as questões relacionadas á Governança Corporativa e utilização de mecanismos de Governança Corporativa durante os anos de 2001 a 2013, pelo BRB Banco de Brasília S.A. O referencial teórico tem entre os principais temas, as práticas e mecanismos de Governança Corporativa, os 8 P s da Governança (Rossetti e Andrade, 2012), Código de Melhores Práticas (IBGC, 2012c), Conselho de Administração (IBGC, 2010), Conselho Fiscal (IBGC, 2010) e Gestão e relacionamento dos Stakeholders (HARRISON 2005, apud ROCHA E GOLDSCHMIDT). O comportamento do BRB Banco de Brasília S.A no que diz respeito a Governança Corporativa foi avaliado através de entrevistas e pesquisa documental, descritiva e qualitativa. O resultado mostrou que o BRB Banco de Brasília S.A. ao longo do período estudado utilizou mecanismos ligados a Governança Corporativa em diferentes setores, demonstrando a existência de princípios, identificação dos stakeholders e principais instrumentos relacionados ao tema. Palavras - chave: Governança Corporativa. BRB Banco de Brasília S.A. vii

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 01- Logomarca BRB Figura 02 Organograma Central BRB Parte Figura 03 Organograma Central BRB Parte Figura 04 Organograma Central BRB Parte Figura 05 Organograma de Atendimento e Distribuição BRB...32 Figura 06 - A Organização e seus Stakeholders...36 Figura 07 Oito P s da Governança Corporativa...42 viii

9 LISTA DE QUADROS Quadro 01 - Segmentos de listagem Bovespa...51 Quadro 02 Segmentos de listagem Bovespa...52 ix

10 LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E SÍMBOLOS AGA - Assembléia Geral de Acionistas BACEN Banco Central BM&F BOVESPA - Bolsa de Mercadorias e Futuros de São Paulo BNDESpar - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e Participações BOVESPA Bolsa de Valores de São Paulo BRB - Banco de Brasília BUC - Base única de clientes CA - Conselho de Administração CF - Conselho Fiscal CONSAD - Conselho de Administração COCLI - Coordenação de Clientes CONFI - Conselho Fiscal CPTC - Comissão Permanente de Tomada de Contas CSA Control Self Assessment DF - Distrito Federal DIATE - Diretoria de Atendimento e Distribuição DICOL - Diretoria Coligada Dort - Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho DTVM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários G8 - Grupo dos 8 países mais ricos e influentes do mundo GDF - Governo do Distrito Federal. GEBAN - Gerência de Administração de Produtos e Serviços Bancários GECOD - Gerência de Contas de Depósito GECOE - Gerência de Controle de Informação GECOL - Gerência de Apoio Colegiado GECORP - Gerência de Organização de Processos GEDEM - Gerência de Desenvolvimento de Mercado GEDER - Gerência de Desenvolvimento Regional GENAC - Gerência de Análise de Crédito GEORE - Gerência de Orçamento e Rentabilidade GEOUV - Gerência de Atendimento e Ouvidoria x

11 GEPLA - Gerência de Planejamento e Governança GEPSE - Gerência de Desenvolvimento de Produtos e Serviços GEPUP Gerência de Publicidade e Propaganda GERAC - Gerência de Arrecadação GEREQ - Gerência de Qualidade de Atendimento GERFI - Gerência de Canais Físicos GESOE - Gerência Socioempresarial GETEL - Gerência de Telemarketing GETEQ - Gerência de Tecnológica e Qualidade IASB - International Accounting Standards Board. IBCA - Instituto Brasileiro de Conselheiros de Administração IBCG - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa IGC - Índice de Governança Corporativa IPTU - Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana IPVA - Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores LAI - Lei de Acesso à Informação LER - Lesões por Esforço Repetitivo NUCOI Núcleo de Comunicação OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico PABS - Pontos de Atendimento Bancários. PRESI - Presidência PROCON - Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor. RI - Relacionamento com Investidores S.A - Sociedade Anônima SAC - Sistema de Atendimento ao Consumidor SECRE - Secretaria Executiva SUCAN - Superintendência de Canais SUCOR - Superintendência de Correspondentes Não Bancários SUGEM - Superintendência Empresarial SUMAR - Superintendência de Marketing SUPAD - Superintendência de Atendimento e Distribuição SURES - Superintendência de Responsabilidade Socioempresarial e Sustentabilidade SUSEB - Superintendência de Produtos e Serviços Bancários UNABRB - Universidade Corporativa do Banco de Brasília xi

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Tema Justificativa Pergunta de pesquisa Hipóteses Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos PERFIL DA EMPRESA Histórico Perfil Estratégico Estrutura e Funcionamento REFERENCIAL TEÓRICO Governança Corporativa Modelos de Governança Corporativa Convergência da Governança Corporativa Os oito P s da Governança Corporativa Surgimento da Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil IBGC Instituto Brasileiro de Governança Corporativa Código de Melhores Práticas de Governança Corporativa BM&F Bovespa Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros de São Paulo e a Governança Corporativa IGC Índice de Ações Com Governança Corporativa Diferenciada Instrumentos de Governança Corporativa MÉTODO Tipo de Pesquisa População e Amostra Variáveis de Pesquisa Instrumentos de Pesquisa Procedimentos metodológicos...72 xii

13 4.5.1 Coleta de dados Tratamento de dados RESULTADOS E ANÁLISE Princípios Transparência Equidade Prestação de Contas Responsabilidade Corporativa Identificação dos Stakeholders Existências de Governança Corporativa Propriedade Propósitos Segregação de papéis Práticas Busca da perenidade Gestão de Pessoas Instrumentos de Governança Corporativa Conselho de Administração Conselho Fiscal Informações relacionadas à Governança Corporativa do BRB Banco de Brasília S.A CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES Conclusão Recomendações REFERÊNCIAS APÊNDICES APENDICE 01 - Roteiro de entrevista para obtenção de dados sobre práticas de Governança Corporativas ocorridas no Banco de Brasília S.A durante o período de 2004 a APENDICE 02 - Roteiro de entrevista para obtenção de dados sobre práticas de Governança Corporativas ocorridas no Banco de Brasília S.A durante o período de 2004 a APÊNDICE 03 Coleta de Dados realizada através de pesquisa documental de arquivos relacionados às práticas de Governança Corporativa do Banco de Brasília S.A xiii

14 APÊNDICE 04 - Análise do critério de decisão adotado para identificação do comportamento do Banco de Brasília S.A quanto ás práticas de Governança Corporativa xiv

15 15 1 INTRODUÇÃO 1.1 Tema O tema desta pesquisa é a Governança Corporativa, no âmbito do Banco de Brasília S.A, no período de 2001 a Justificativa O tema Governança Corporativa é de fundamental importância para todos aqueles interessados em investir seu dinheiro ou em conquistar investidores. O IBCG Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, afirma que este tipo de gestão é um sistema, no qual as sociedades são administradas e monitoradas, englobando o conceito de Stakeholders, ou seja, pensando no relacionamento com acionistas, com cotistas, com conselho de administração e com auditoria, dentre outros interessados na empresa (IBCG, 2009a). O assunto Governança Corporativa teve origem na metade dos anos É assunto relevante no cenário mundial, já que atualmente uma empresa não consegue apenas preocupar-se com seus lucros, sendo necessário pensar na imagem que passa a seus clientes, em formas de conquistar e manter investidores ou sócios e em como está sendo vista em relação a temas importantes tais como meio ambiente, sustentabilidade e política, dentre outros (IBCG, 2012c). A importância da Governança Corporativa está ligada aos conceitos de transparência, de conquista e de minimização de conflitos (IBCG, 2012c). Compreender e aplicar de forma correta este tipo de governança requer conhecimento que envolve vários interesses, que estão intimamente ligados ao Novo Mercado que é, segundo a Bolsa de Valores, Mercadoria e Futuros de São Paulo O mais elevado nível de Governança corporativa adotado, que exige transparência e normas que ultrapassam a legislação pertinente às companhias de capital aberto (BM&F BOVESPA S.A., 2009a). O Novo Mercado exige normas que tornam os atos da alta administração mais claros e com foco nos resultados da empresa, tanto para ela própria, como para todos os interessados e representa uma estratégia diferenciada da bolsa de valores.

16 16 Estudar as práticas de Governança Corporativa leva o administrador de empresas a ampliar sua visão referente à Gestão de seus negócios. Para que a prática de Governança Corporativa seja capaz de aumentar o valor da empresa e facilitar o acesso ao capital, é preciso que o administrador entenda o conjunto de interesses relacionados ao impacto de seus atos. Dentre estes interesses podem-se ressaltar os dos Stakeholders e Shareholders, sendo respectivamente todos os interessados nos resultados da empresa e todos os que possuem partes ou ações (IBCG, 2009a). O Banco de Brasília S.A. é um dos poucos bancos regionais que existem no Brasil e adota a Governança Corporativa para direcionar a sua gestão. O Banco de Brasília S.A. é uma sociedade de economia mista que necessita de investidores externos para a sua sobrevivência (CUNHA, 2011). Estudar a forma como esse banco utiliza a Governança Corporativa para se manter no mercado auxilia a entender, como esta prática realmente funciona. Por ser uma instituição financeira, o Banco de Brasília S.A. exerce a atividade de Intermediação financeira que, de acordo com Investeducar, tem como foco minimizar a incerteza e os riscos a níveis compatíveis com as exigências de maximização dos ganhos, tendo que proporcionar cada vez mais segurança e agilidade no julgamento e previsão de melhores retornos (Investeducar, 2010). Assim pode-se entender que uma instituição financeira deve sempre preocupar-se com os resultados, agregando a eles segurança (BACEN, 2011b). No caso do Banco de Brasília S.A., não é diferente. Porém por adotar as práticas de Governança, deve sempre dar atenção especial a suas decisões de forma a satisfazer as necessidades e interesses de todos os Stakeholders. O Banco de Brasília S.A é considerado um banco recolhedor, pois recolhe muitos tributos do Governo do Distrito Federal. Dentre eles pode-se destacar o IPTU Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, o IPVA Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, multas do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, além de outros. Por meio de convênios com o Governo do Distrito Federal, o Banco também efetua a maioria dos pagamentos de seus servidores (BRB, 2012e). Sendo assim, o Banco de Brasília S.A. tem importante atuação no Distrito Federal. O Banco em questão possui uma carteira ampla de serviços e complexidade em sua

17 17 Gestão. Estudar a forma como esse banco se comporta, no que diz respeito à prática de Governança Corporativa, leva a compreensão de conceitos e práticas que podem ser utilizadas em diferentes áreas de atuação. Estudar o comportamento de uma instituição financeira, em relação às práticas de Governança Corporativa, pode ajudar os investidores a entenderem melhor o que acontece no mercado financeiro, além de auxiliar a proporcionar melhor conhecimento aos que não possuem informações sobre investimento em ações, participação societária e responsabilidade corporativa, dentre outros assuntos relacionados. O período de 2001 a 2013 engloba datas importantes, em que ocorreram crises financeiras e surgiram novas práticas de gestão. O estudo sobre o comportamento de uma instituição financeira, durante um período, auxilia o administrador a compreender a importância da tomada de decisão, ou seja, como se comportar em momentos decisivos. O gerenciamento de riscos de uma empresa tem como foco a redução do impacto dos riscos. Gerencialmente, está, também, ligado as práticas de Governança Corporativa, pois os interesses relacionados a esta exigem transparência e decisões que considerem todos os interessados nos resultados da organização, tornando necessário que o gestor leve em conta os conceitos relacionados a esse tema para aplicar, de forma correta, as práticas de Governança Corporativa. (HILB,2011). Entender como é utilizada a Governança Corporativa possibilita compreender um pouco melhor as relações humanas ligadas a empresa, já que nas práticas dessa gestão é necessário manter em equilíbrio diferentes interesses e deixar, de forma estável, as relações interligadas. Apesar de sempre visar o lucro, nesse caso, as empresas não podem deixar de lado os diferentes Stakeholders, que mesmo de forma indireta colaboram para o funcionamento da empresa (HILB,2011). Aos Administradores, estudar as práticas de Governança Corporativa auxilia, também, a identificar a importância da utilização de auditoria interna empresarial. Toda empresa necessita ter um bom relacionamento entre seus sócios, sendo ela de capital fechado ou aberto e a auditoria interna, feita por conselhos internos e por pesquisas, auxilia a entender e identificar tudo o que está acontecendo dentro da empresa, de forma que nenhuma informação fique desconexa ou mal entendida, auxiliando a melhor compreensão dos dados existentes e de sua adequada utilização (HILB, 2011).

18 18 Os estudos ligados a Administração de Empresas sempre estão relacionados a outras áreas de atuação como economia, sociologia, filosofia e ciências políticas, dentre outras. Com a Governança Corporativa não é diferente. Ao estudar este tema, conexões com outros assuntos de igual ou maior complexidade são inevitáveis, o que agrega maior conhecimento em diferentes setores. 1.3 Pergunta de Pesquisa A presente pesquisa pretende responder à seguinte pergunta: Como o Banco de Brasília S.A se comportou em relação à prática de Governança Corporativa, no período de 2001 a 2013? 1.4 Hipóteses As hipóteses desta pesquisa são: O Banco de Brasília S.A. criou uma estrutura específica para as questões relacionadas á Governança Corporativa. O Banco de Brasília S.A. criou uma normas para as questões relacionadas á Governança Corporativa. O Banco de Brasília S.A. criou setores para as questões relacionadas á Governança Corporativa. O Banco de Brasília S.A. utilizou mecanismos de Governança Corporativa durante os anos de 2001 a Objetivos Objetivo Geral O objetivo geral desta pesquisa é descrever o comportamento do Banco de Brasília S.A., no que diz respeito à prática de Governança Corporativa, no período de 2001 a 2013.

19 Objetivos Específicos Os objetivos específicos deste trabalho são: Identificar mecanismos de Governança Corporativa; Levantar fatos e mecanismos de Governança Corporativa, no contexto do Banco de Brasília S.A. Analisar os mecanismos de Governança Corporativa adotados pelo Banco de Brasília S.A., no período de 2001 a 2013.

20 20 2 PERFIL DA EMPRESA 2.1 Histórico O Banco de Brasília S.A. é uma sociedade de economia mista "dotada de personalidade jurídica de direito privado, criada por lei para o exercício de atividade econômica, sob a forma de sociedade anônima, cujas ações com direito a voto pertençam em sua maioria ao Poder Público" (JUSBRASIL, 2010). O Banco de Brasília S.A foi criado pela Lei Federal 4545 em 10 de Dezembro de 1964, recebendo a autorização para funcionamento em Tem como acionista majoritário o Governo do Distrito Federal. Foi criado para possibilitar que o Distrito Federal tivesse um agente financeiro, com o objetivo de facilitar o desenvolvimento da região (BRB, 2012e). Ao longo dos anos, o Banco de Brasília S.A. sofreu transformações. Em 1991 transformou-se em banco múltiplo, possuindo as carteiras comercial, de câmbio, de desenvolvimento e imobiliária (BRB, 2012e). De acordo com o Banco Central do Brasil, (BACEN, 1994) Bancos Múltiplos são: Instituições financeiras privadas ou públicas que realizam as operações ativas, passivas e acessórias das diversas instituições financeiras, por intermédio das seguintes carteiras: comercial, de investimento ou de desenvolvimento, de crédito imobiliário, de arrendamento mercantil e de crédito, financiamento e investimento. O Banco de Brasília S.A. sofreu modificações em sua estrutura e em sua denominação. No início de suas atividades, a denominação adotada era Banco Regional de Brasília S.A. A estrutura do Banco também foi modificada algumas vezes, tendo como mudança mais marcante a sua reorganização societária que ocorreu em 2009 (BRB, 2011a). O Banco de Brasília S.A. adotou várias mudanças em sua logomarca. Foram oito mudanças ao todo. No ano de 1986, modificou também suas cores, adotando o vermelho e o branco. Porém em 1997, voltou a utilizar o azul. A logomarca do Banco foi modificada pela última vez em 2010, utilizando-se, no desenho traços inspirados no na arquitetura de Brasília (BRB, 2011a). A atual logomarca do Banco de Brasília S.A. encontra-se na Figura 01.

21 21 Figura 01- Logomarca BRB 2010 Fonte: Banco de Brasília S.A (2011a). Um grande marco que ocorreu ao longo dos anos no Banco de Brasília S.A. foi à criação de conveniências, como é o caso dos chamados Correspondentes não Bancários, que são locais de atendimento em estabelecimentos comerciais. Nas Conveniências podem ser feitas operações de saque, de pagamento de contas, de transferências eletrônicas automáticas e de depósitos. A criação destes Correspondentes não bancários possibilitou melhor acesso e conforto aos clientes do Banco, além de haver proporcionado atendimento além das Agências e PABS Pontos de Atendimento Bancários. Em 2010, o Banco de Brasília S.A. obteve um grande lucro de R$101 milhões no primeiro. Porém no ano seguinte, 2011, sofreu com os escândalos relacionados a um grande desfalque causado pela própria diretoria, o que levou seus funcionários a não receberam a participação nos lucros do Banco (AMORIM, 2012). O Banco de Brasília S.A possui funcionários; mais de 100 pontos de atendimento, dentre agências, lojas de seguros e lojas de conveniência; e aproximadamente 600 máquinas de autoatendimento. Apesar de ser um banco regional, também possui pontos de atendimento no estado de São Paulo, no estado do Rio de Janeiro, no estado de Goiás nas cidades de Goiânia, Anápolis, Luziânia, Formosa e Valparaíso, no estado de Mato Grosso do Sul em Campo Grande e no estado de Mato Grosso na cidade de Cuiabá (BRB, 2012e). O Banco de Brasília S.A presta vários serviços a seus clientes. Dentre eles pode-se destacar a abertura e manutenção de contas correntes, que possuem várias modalidades, tais como universitária, jovem, conta comum, conta única e conta salário. Além da abertura e da manutenção de contas, o Banco de Brasília também oferece formas de

22 22 financiamento, investimentos, cartões de crédito, operações de câmbio, seguros diversos, empréstimos, antecipações de recebíveis, pagamentos de contas e faturas, dentre outros serviços (BRB, 2012e). O Banco de Brasília S.A. possui outros meios de atendimentos além das agências e conveniências, adotando o BRB Telebanco como forma de atendimento telefônico, o BRB Banknet para atendimento online e, ainda, o SAC Sistema de Atendimento ao Consumidor e a Ouvidoria (BRB, 2012e). O Banco de Brasília S.A. é um Conglomerado Financeiro que, segundo o Bacen, é um: Conjunto de Entidades Financeiras vinculadas diretamente ou não por participação acionária ou por controle operacional efetivo, caracterizado pela administração ou gerência comum, ou pela atuação no mercado sob a mesma marca ou nome comercial (BACEN, 2011a). O conglomerado financeiro do Banco de Brasília S.A. é composto pelas seguintes empresas: administradora de cartão, financeira, distribuidora de títulos e valores mobiliários, corretora de seguros, Regius - Sociedade Civil de Previdência Privada e BRB Saúde (BRB, 2012a). O Banco de Brasília S.A. possui em torno de um milhão de correntista cativos, que são aqueles que recebem salários pelo banco, como é o caso dos servidores do GDF, além dos espontâneos (LISBOA, 2010). O Banco possui em torno de 7 bilhões de ativos e, segundo seu próprio Estatuto, tem o capital social composto por: R$ ,00 (quinhentos milhões de reais), totalmente integralizado e dividido em (trinta e seis milhões, trezentas e quatro mil, seiscentas e cinquenta) ações, sem valor nominal, sendo (vinte e oito milhões, quatorze mil, seiscentas e cinquenta) ações ordinárias nominativas com direito a voto, e (oito milhões, duzentas e noventa mil) ações preferenciais nominativas sem direito a voto, todas sem valor nominal. (BRB, 2013d, p.04). Para a prestação adequada de seus serviços, o Banco de Brasília S.A utiliza vários fornecedores para confecção de brindes, produção de vídeo, mídia Digital, fotografia, traduções, banco de imagens e manipulação de fotos. O BRB Banco de Brasília S.A tem em como seus principais concorrentes em Brasília o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o Bradesco e o Itaú-Unibanco. Por ser um

23 23 banco de perfil regional, o Banco de Brasília S.A. possui relevante importância no desenvolvimento do Distrito Federal, já que suas atividades estão centralizadas nessa região, ou seja, a movimentação que realiza tem o fomento desta região, dentre seus objetivos (BRB, 2012i). 2.2 Perfil Estratégico O Banco de Brasília S.A. possui Missão, Visão de Futuro e Valores, que auxiliam a traçar estratégias para alcançar seus reais objetivos. A Missão do Banco de Brasília é "atuar como banco público indutor do desenvolvimento sustentável do Distrito Federal e regiões de influência, com soluções financeiras inovadoras e atendimento de excelência" (BRB, 2012e). O Banco de Brasília S.A. tem como Visão de Futuro "Ser reconhecida como a principal instituição financeira do Centro-Oeste (BRB, 2012e). Os Valores do Banco de Brasília S.A são (BRB, 2012e): Foco no cliente; Ética; Valorização das pessoas; Respeito à diversidade; Transparência; Responsabilidade socioempresarial; Empreendedorismo; e Compromisso, com o resultado. Além de Missão, Visão de Futuro e Valores, o Banco de Brasília S.A. também possui Código de Ética que auxilia a manter a imagem do Banco. Nesse código estão presentes normas de conduta, de bom comportamento e formas adequadas de atendimento e prestação de informações aos clientes (BRB, 2012e). O Banco de Brasília S.A. utiliza o patrocínio como estratégia de divulgação de sua marca, focando principalmente na área esportiva do Distrito Federal. Dentre os

24 24 patrocínios prestados pode-se destacar judô, kart, canoagem, times de futebol e o time de basquete Universo do BRB (BRB, 2012e). Para conquistar maior número de clientes, o Banco de Brasília S.A. promove visitas e divulgação de produtos aos órgãos do Governo do Distrito Federal, a fim de divulgar sua marca e produtos (BRB, 2012k). Por ser um banco Regional, o Banco de Brasília S.A, tem foco nos moradores do Distrito Federal e, por isso, cria canais e formas especiais de crédito, destinadas aos servidores do Governo do Distrito Federal, que são seus principais clientes (BRB, 2012e). O Banco de Brasília S.A. também promove políticas públicas e programas sociais que ajudam no desenvolvimento sustentável do Distrito Federal. Os programas relacionados a este tema são: Jovem Futuro, Bolsa Atleta, Bolsa Escola Pactuado, Bolsa Escola Puro, Bolsa Família Pactuado, Bolsa Social Pactuado, Bolsa Social Puro, Mãezinha Brasiliense, Mestre do Saber, Promotoras da Paz, Auxílio Vulnerabilidade, Com Licença eu Vou à Luta e Renda Universidade (BRB, 2012k). Para integrar seus funcionários aos programas de responsabilidade social que auxiliam, tanto no desenvolvimento regional, como na divulgação da imagem do Banco, o Banco de Brasília S.A., criou o programa BRB Solidário, que tem como função agregar aos funcionários do Banco essa responsabilidade social (BRB, 2012k). 2.3 Estrutura e Funcionamento O Banco de Brasília S.A., para ter seu funcionamento autorizado, deve seguir as normas do Bacen Banco Central do Brasil, e atender aos requisitos do código do consumidor, do Código do consumidor Bancário e das exigências da Comissão de Valores Mobiliários, dentre outras normas e leis vigentes (ALCEMIR, 2011, P.17). O Banco de Brasília S.A. é um Conglomerado Financeiro composto pelas seguintes empresas: Cartão BRB; Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários; Financeira BRB; Corretora de Seguros BRB; Regius - Sociedade Civil de Previdência Privada e BRB Saúde, todas com funcionalidades diferentes, porém todas subordinadas aos interesses do Banco de Brasília S.A. (BRB, 2012a).

25 25 A Cartão BRB é responsável pela administração dos cartões ofertados pelo Banco de Brasília S.A. e tem o objetivo de agregar facilidade ao cotidiano do cliente, por meio da oferta de crédito parcelado, dentre outros serviços (BRB, 2012b). A Financeira BRB tem como objetivo proporcionar e disponibilizar financiamentos aos clientes do Banco de Brasília S.A. proporcionando maior facilidade ao crédito (BRB, 2012b). Segundo o Banco de Brasília S.A a BRB-DTVM Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. é: Uma coligada do BRB - Banco de Brasília S.A., responsável pela administração dos diversos fundos de renda fixa e variável captados pelo BRB. Foi autorizada a administrar carteiras de valores mobiliários pelo Ato Declaratório CVM n.º 1.399, de 04/06/1990. Além de atuar como uma administradora de recursos de terceiros, também realiza a intermediação de títulos e papéis públicos e privados e a captação de recursos junto a seus clientes institucionais, especialmente Fundos de Pensão, Seguradoras e Administradoras de Fundos de Investimento, sendo seu negócio da BRB DTVM estruturar e ofertar soluções financeiras sob medida para o GDF, Empresas, Instituições Financeiras e Varejo (BRB, 2012b). A Corretora de Seguros BRB é responsável pela manutenção e oferta de todos os serviços relacionados a seguros, oferecendo os seguintes serviços: Seguro de vida, Seguro de Automóvel, Seguro Empresarial; Seguro de Condomínio e Seguro Residencial (BRB, 2012b). Segundo o Banco de Brasília S.A., a Regius é uma Sociedade Civil de Previdência Privada: Uma entidade fechada de previdência complementar, instituída como Sociedade Civil sem fins lucrativos pela Portaria nº 3.484, de 18 de abril de Foi instituída pelo Banco de Brasília BRB, em 1985, com o objetivo de garantir qualidade de vida aos funcionários da instituição financeira que viessem a se aposentar (BRB, 2012b). A BRB Saúde está ligada a promoção do bem estar e da saúde dos próprios funcionários do Banco, visando a prevenção de doenças no ambiente de trabalho (BRB, 2012b). Apesar de todas estas empresas estarem apenas interligadas, todas são subordinadas ao Banco de Brasília S.A., ou seja, as decisões devem ser tomadas de acordo com os interesses do Banco de Brasília S.A. O Banco de Brasília S.A. possui organogramas que facilitam a identificação das tarefas pertinentes a cada setor e a observação da hierarquia de seu sistema. O organograma

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