LIVRO DE RESUMOS 2013

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1 LIVRO DE RESUMOS 2013

2 Mensagem do Presidente Caros Colegas, Honrado com a presidência da XX Reunião do Núcleo de Medicina Interna dos Hospitais Distritais, tenho o maior prazer de em meu nome pessoal e da Comissão Organizadora, convidá-lo a estar presente no próximo mês de Outubro em Vila Nova de Famalicão. Os dois Serviços de Medicina do Centro Hospitalar do Médio Ave encarregues da organização desta Reunião tudo fizeram para elaborar um programa científico apelativo que em conjunto com variados e interessantes cursos pré-reunião estou certo propiciarão uma frutuosa troca de experiências, sempre valiosa ajuda da nossa prática clínica diária. Já lá vão 20 anos desde que se deu início a estas Reuniões; se é verdade que a realidade dos Serviços de Medicina dos então chamados Hospitais Distritais é hoje muito diferente, os objectivos que lhe estavam subjacentes são ainda válidos, eu diria mesmo mais prementes no actual contexto que vivemos. Por muito que discutamos a importância dos internistas no contexto hospitalar, nunca é demais fazê-lo face a uma realidade em constante e acentuada mudança. Esperamos por si Cordiais cumprimentos Mário Jorge Coelho 2

3 Índice POSTERS DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO A LIPOMATOSE FAMILIAR HÉRNIA DE MORGAGNI CARCINOMA DE CÉLULAS DE MERKEL A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO SARCOIDOSE: QUATRO FACES DE UMA MESMA DOENÇA SARCOIDOSE - UM CASO CARACTERÍSTICO NÓDULOS SUBCUTÂNEOS DOLOROSOS, ARTRALGIAS E DOR TORÁCICA ADENOPATIAS CERVICAIS: A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL A PROPÓSITO DE UMA REACÇÃO ADVERSA A FÁRMACOS AMILOIDOSE SECUNDÁRIA DERRAME PERICÁRDICO IATROGÉNICO À IMPLANTAÇÃO DE PACEMAKER TOXIDERMIA AO ALOPURINOL - SÍNDROME DE DRESS DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO B DIABETES MELLITUS: CASUÍSTICA DE UM SERVIÇO DE MEDICINA INTERNA LINFOMA DE BURKITT NO ADULTO MESOTELIOMA: CASO CLÍNICO DOENÇA DE HODGKIN, CAUSA DE SÍNDROME FEBRIL PROLONGADO O OSSO COMO PONTO DE PARTIDA OSTEÓLISE MÚLTIPLA MIELOMA MÚLTIPLO - UMA FORMA RARA DE APRESENTAÇÃO UM NÓDULO DIFÍCIL DE CARACTERIZAR PENFIGOIDE BOLHOSO E NEOPLASIA BILIAR- ACASO OU CONSEQUÊNCIA? COMPRESSÃO MEDULAR POR METÁSTASES VERTEBRAIS COMO FORMA DE APRESENTAÇÃO DE CARCINOMA HEPATOCELULAR OSTEOARTROPATIA HIPERTRÓFICA COMO MANIFESTAÇÃO PRIMÁRIA DE ADENOCARCINOMA DO PULMÃO DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO C UM DESGOSTO, UM CORAÇÃO PARTIDO... A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO SINDROME PLATIPNEIA-ORTODEOXIA E FORAMEN OVAL PATENTE - A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO

4 HIPERTENSÃO RENOVASCULAR - CASO CLÍNICO ELECTROCARDIOGRAMA E CARDIOPATIA ISQUÉMICA A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO DERRAME PERICÁRDICO IDIOPÁTICO CRÓNICO - CASO CLÍNICO PERICARDITE RECORRENTE EM DOENTE COM BRONQUIECTASIAS INFEÇÃO POR EPSTEIN BARR E IMUNOSSUPRESSÃO COM METROTREXATO - UM CASO DE APLASIA MEDULAR ADQUIRIDA MENINGITE POR HERPES ZOSTER - UM DIAGNÓSTICO NEM SEMPRE PRESENTE HIPERPLASIA SUPRARRENAL BILATERAL E HIPERTENSÃO ARTERIAL - CASO CLÍNICO IMUNODEFICIÊNCIA COMUM VARIÁVEL, A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO DISSECÇÃO DA AORTA - UM DIAGNÓSTICO A NÃO ESQUECER DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO D ASPERGILOSE PULMONAR INVASIVA- A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO ESPONDILODISCITE COMO CAUSA DE DOR DORSOLOMBAR- QUAL A ABORDAGEM DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA? IATROGENIA EM DOENTES VIH ASPERGILOMA NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA HEMOPTISE TRANSMISSÃO E APRESENTAÇÃO RARAS DE UMA DOENÇA AINDA COMUM NÃO ERA APENAS UMA CIATALGIA SÍNDROME NEFRÓTICA EM JOVEM DE 27 ANOS SÍNDROME FEBRIL- UM DESAFIO DIAGNÓSTICO FASCEÍTE NECROSANTE-UMA QUEDA ATRIBULADA LEPTOSPIROSE - UM CASO CLÍNICO SÍNDROME DE RAMSAY HUNT HEMATOMA RETROPERITONEAL ESPONTÂNEO COMPLICAÇÃO IATROGÉNICA DE OUTUBRO ÀS 13:30 HORAS GRUPO E E TUDO O FOLATO LEVOU DIARREIA AGUDA POR PANCREATITE CRÓNICA EDEMA EXUBERANTE AVC? A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL SÍNDROME MIELODISPLÁSICA EM DOENTE DE 48 ANOS RADICULOPATIA COMO MANIFESTAÇÃO INICIAL DE MIELOMA MÚLTIPLO A IMUNOGLOBULINA A A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO: SARCOMA DE TECIDOS MOLES - UMA ENTIDADE RARA E DEMOLIDORA

5 TUMOR DE CÉLULAS GERMINATIVAS NÃO SEMINOMATOSO: A PROPÓSITO DE UM CASO DE OUTUBRO ÀS 13:30 HORAS GRUPO F DISTÚRBIOS PRÓ-TROMBÓTICOS DOIS CASOS CLÍNICOS EM DOENTES JOVENS DEFICIÊNCIA DE PROTEÍNA S: A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO TROMBOSE DA VEIA CENTRAL DA RETINA, A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO SINCOPE TUBERCULOSE PERITONEAL TUMOR DE KRUKENBERG: UM TUMOR RARO DO OVÁRIO A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO DE ANEMIA NO RASTO DA ANEMIA DE OUTUBRO ÀS 13:30 HORAS GRUPO G POLIARTRITE NODOSA NA SUA FORMA CUTÂNEA: UM DESAFIO DIAGNÓSTICO UM CASO DE ARTERITE DE CÉLULAS GIGANTES EM DOENTE COM FEBRE SEM FOCO DAS CEFALEIAS À POSSÍVEL SÍNDROME ANTIFOSFOLÍPIDO UM CASO DE MIASTENIA GRAVIS VASCULITE LEUCOCITOCLÁSTICA CUTÂNEA A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO UMA CAUSA DE AFTAS RECORRENTES PORFIRIA CUTÂNEA TARDA MANIFESTAÇÃO CUTÂNEA DE UMA DOENÇA SISTÉMICA ARTRITE PSORIÁTICA - DESENHO DE UM CASO CLÍNICO DE OUTUBRO ÀS 13:30 HORAS GRUPO H INSUFICIÊNCIA SUPRA-RENAL PRIMÁRIA - A PROPÓSITO DE 2 CASOS CLÍNICOS ESTADO CONFUSIONAL AGUDO E IONOGRAMA PARÉSIA FACIAL PERIFÉRICA, UMA MANIFESTAÇÃO RARA DE DIABETES INAUGURAL SIADH EM DOENTE COM ANEURISMA GIGANTE DO SIFÃO CAROTÍDEO DIABETES INSÍPIDA EM DOENTE COM MIELOMA MÚLTIPLO FEBRE DE ORIGEM INDETERMINADA: DESCRIÇÃO DE UM CASO CLÍNICO SINDROME PAPULOPURPURICO EM LUVA E PEÚGA DIABETES INSÍPIDA NEFROGÉNICA, UM CASO CLÍNICO DE INTOXICAÇÃO POR LÍTIO DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO I CIRROSE BILIAR PRIMÁRIA - REALIDADE DE UM HOSPITAL DISTRITAL REACÇÕES ADVERSAS A FÁRMACOS (HIPERSSENSIBILIDADE TARDIA) INTOXICAÇÃO POR ORGANOFOSFORADOS CASUÍSTICA DE UM SERVIÇO DE MEDICINA INTERNA

6 SÍNDROME DE SOBRECARGA DE FERRO A UTILIZAÇÃO DE CARBAPENEMES NUMA UNIDADE HOSPITALAR CARACTERIZAÇÃO DA REFERENCIAÇÃO INTER-HOSPITALAR DO SERVIÇO DE MEDICINA INTERNA DE UM HOSPITAL DISTRITAL CARACTERIZAÇÃO DA REFERENCIAÇÃO INTER-HOSPITALAR DA URGÊNCIA DE MEDICINA INTERNA DE UM HOSPITAL DISTRITAL HEPATITE B CASUÍSTICA DE UMA CONSULTA DE MEDICINA INTERNA PROFILAXIA DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO - A REALIDADE DE UM SERVIÇO DE MEDICINA DE UM HOSPITAL DISTRITAL ESTUDO DA MORTALIDADE HOSPITALAR DE UM SERVIÇO DE MEDICINA INTERNA EXANTEMA FEBRIL APÓS ABCESSO FARÍNGEO DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO J SÍNCOPE - UM SINTOMA A VALORIZAR NO DOENTE IDOSO DOR LOMBAR - UM SINTOMA COMUM PARA UMA PATOLOGIA GRAVE OSTEOMIELITE E ABCESSO DO PSOAS COMO RECIDIVA DE BRUCELOSE A IMPORTÂNCIA DE ESCUTAR OS DOENTES. PIOMIOSITE - CASO CLINICO ROTURA DE ANEURISMA MICÓTICO INTRACRANIANO EM DOENTE COM ENDOCARDITE BACTERIANA POR STREPTOCOCCUS SALIVARIS ABCESSOS HEPÁTICOS EM CUIDADOS INTENSIVOS: DOIS CASOS CLÍNICOS DOENÇA ATEROEMBÓLICA RENAL: UMA ENTIDADE ESQUECIDA! OBSTRUÇÃO DA VIA AÉREA COMO COMPLICAÇÃO DA MONONUCLEOSE INFECCIOSA AFINAL NÃO ERA APENAS UMA GRIPE ANEMIA PERNICIOSA CASO CLÍNICO UM CASO DE PARAPLEGIA ASSOCIADA A CHOQUE SÉPTICO DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO K ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA ERITEMA NODOSO: UM SINAL CUTÂNEO DE TUBERCULOSE A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO. 122 PNEUMONIA CRIPTOGÉNICA ORGANIZATIVA - A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO CEFALEIA NÃO DESVALORIZAR ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL, ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO E ANEMIA QUANDO REALIZAR ENDOSCOPIA? CORTICOTERAPIA E PSEUDOTUMOR CEREBRI DISPNEIA - A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO QUANDO O DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO PARECEM AGRAVAR A DOENÇA

7 CEFALEIA NO SERVIÇO DE URGÊNCIA (SU) A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL TUBERCULOSE PLEURO-PULMONAR UM CASO CLÍNICO NEUROSSÍFILIS: UM DESAFIO CLÍNICO DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO L LEUCOENCEFALOPATIA MULTIFOCAL PROGRESSIVA EM DOENTE COM SIDA TROMBOSE DA VEIA PORTA: REVISÃO DA LITERATURA A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO A ESPONDILODISCITE DORSALGIA PSICOSSOMÁTICA QUE AFINAL ERA BRUCELOSE CASO CLÍNICO Conclusão: A Brucelose pode atingir várias articulações de forma assimétrica, sobretudo grandes articulações de carga, nomeadamente da coluna dorsal como neste caso. No caso da doente apresentada, salien-se a ausência de febre ou sintomas constitucionais e as queixas desproporcionais ao exame físico normal. Questiona-se a sensibilidade diagnóstica da TC na espondilite HEPATITE AGUDA A PROPOSITO DE UM CASO CLÍNICO HUNGRY BONE SYNDROME A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO ANEMIA PERNICIOSA E INFECÇÃO POR HIV COMUNICAÇÕES ORAIS DE OUTUBRO ÀS 08:30 HORAS SALA SÍNDROME DE HEYDE - A PROPÓSITO DE 2 CASOS CLÍNICOS PNEUMONIA OU NÃO... EIS A QUESTÃO HEMORRAGIA DIGESTIVA + FEBRE + LOMBALGIA = BRUCELOSE? A HEMOCROMATOSE E A HIPERTENSÃO ARTERIAL SÍNCOPE COMO FORMA DE APRESENTAÇÃO DE EMBOLIA PULMONAR: UM SINTOMA ESQUECIDO. 146 UMA CAUSA RARA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA CRÓNICAS DE GÉMEO ESPONDILARTROPATIA INDIFERENCIADA NUMA DOENTE FIBROMIÁLGICA MENINGOENCEFALITE A S. PNEUMONIAE FATAL E RAPIDAMENTE PROGRESSIVA EM DOENTE JOVEM DE OUTUBRO ÀS 13:30 HORAS SALA UMA CAUSA INCOMUM DE SÍNDROME FEBRIL INDETERMINADA DOENÇA DE PAGET UM DESAFIO DIAGNÓSTICO PIODERMA GANGRENOSO ASSOCIADO A ARTRITE REUMATÓIDE TRATAMENTO COM ADALIMUMAB LESÃO RENAL AGUDA - DEAFIO DIAGNÓSTICO

8 GOTA POLIARTICULAR OU ARTRITE REUMATÓIDE? SÍNDROME NEFRÓTICO EM DOENTE COM ARTRITE REUMATÓIDE: UM DESAFIO DIAGNÓSTICO DE OUTUBRO ÀS 08:30 HORAS SALA RELEVÂNCIA DA TROMBOSE VENOSA PROFUNDA NUM SERVIÇO DE MEDICINA INTERNA DE UM HOSPITAL DISTRITAL IMPACTO DA VARIABILIDADE DA HBA1C NA FUNÇÃO RENAL DE DOENTES INSULINOTRATADOS AUDITORIA À PROFILAXIA DA TROMBOSE VENOSA PROFUNDA EM DOENTES INTERNADOS NUM SERVIÇO DE MEDICINA IMUNODEPRESSÃO EM DOENTES COM PNEUMONIA VIA VERDE AVC NO SERVIÇO DE URGÊNCIA PROFILAXIA DAS ÚLCERAS DE STRESS AUDITORIA NUM SERVIÇO DE MEDICINA DOIS ANOS DEPOIS INFEÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADO A ALGALIAÇÃO NUM SERVIÇO DE MEDICINA SOBRECARGA DE FERRO E CIRROSE QUAL O CONTRIBUTO DAS MUTAÇÕES DO GENE HFE? DE OUTUBRO ÀS 13:30 HORAS SALA MICROALBUMINÚRIA NO AVC AGUDO IMPACTO DO INÍCIO DA INSULINOTERAPIA NA HbA1c PAC e PACS - Há de facto diferenças? NÍVEIS DE GLICÉMIA CAPILAR E PROGNÓSTICO DO DOENTE COM AVC VIA VERDE CORONÁRIA NO SERVIÇO DE URGÊNCIA DE OUTUBRO ÀS 08:30 HORAS SALA CIRROSE HEPÁTICA OU DOENÇA AGUDA? CASO CLÍNICO A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO DE HISTIOCITOSE DAS CÉLULAS DE LANGERHANS CARCINOMA NEUROENDÓCRINO POUCO DIFERENCIADO SÍNDROME STEVENS-JOHNSON: QUANDO O MAL VEM DA CURA METÁSTASES CUTÂNEAS COMO FORMA DE APRESENTAÇÃO DE NEOPLASIA MALIGNA OCULTA ERITEMA NODOSO COMO FORMA DE APRESENTAÇÃO DE SARCOIDOSE PERDA DE PESO & PERDA DE TEMPO HEPATITE AUTOIMUNE - CASO CLÍNICO CONTROLO SINTOMÁTICO NA PORFIRIA CUTÁNEA TARDA FAMILIAR: RELATO DE 3 CASOS DE OUTUBRO ÀS 08:30 HORAS SALA SÍNDROME ANTI-FOSFOLIPÍDICA A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO CASO CLINICO DE ENDOCARDITE INFECCIOSA EM DOENTE JOVEM

9 DERRAME PLEURAL NUM JOVEM SAUDÁVEL ESPONDILODISCITE CERVICAL: RELATO DE UM CASO ANASARCA E ALCOOLISMO CRÓNICO: NEM SEMPRE É CIRROSE HEPÁTICA PERICARDITE AGUDA POR STAPHYLOCOCCUS AUREUS METICILINO RESISTENTE (MRSA) CASO CLÍNICO ABCESSO PULMONAR LINFADENITE CERVICAL UMA FORMA INVULGAR DE APRESENTAÇÃO CLÍNICA ÍNDICE ORDEM ALFABÉTICA

10 POSTERS 10

11 25 DE OUTUBRO ÀS 8:30 HORAS GRUPO A 11

12 LIPOMATOSE FAMILIAR Autor: Ana Filipa Matos Co-Autores: Vanisa do Rosário, Joana Devesa Parente, Cristina Esteves, Luís Siopa Apresentador: Ana Filipa Matos Hospital: Hospital de Santarém, EPE Serviço: Medicina IV Descreve-se um caso clínico de lipomatose múltipla familiar num homem de 56 anos de idade, com antecedentes de doença hepática crónica de etiologia etanólica, que apresentava lipomas generalizados localizados na região cervical posterior, escapular, membros superiores, tronco, região glútea e coxas, de aparecimento progressivo desde os 30 anos de idade. Na história familiar referia lesões semelhantes na mãe. Analiticamente salientava-se a presença de hiperuricemia e hipertrigliceridemia. A lipomatose múltipla familiar é uma doença rara caraterizada por lipomas na região cervical, membros superiores, tronco e coxas, causada por um defeito genético de transmissão autossómica dominante. Os lipomas são de crescimento lento, variam no tamanho, são habitualmente indolores e aumentam em número com a idade. É uma doença benigna com diagnóstico clínico. Está descrita a associação entre lipomatose múltipla familiar e alterações analíticas, nomeadamente hiperuricemia e hipertrigliceridemia. O tratamento (excisão cirúrgica, remoção endoscópica e/ou lipossucção) realiza-se apenas por complicações locais ou razões cosméticas. 12

13 HÉRNIA DE MORGAGNI Autor: Ana Filipa Matos Co-Autores: Vanisa do Rosário; Inês Pereira; Cristina Esteves; Luís Siopa Apresentador: Ana Filipa Matos Hospital: Hospital de Santarém, EPE Serviço: Medicina IV Mulher de 82 anos de idade com antecedentes de doença hepática crónica, internada por infeção respiratória. A radiografia de tórax mostrava imagem de condensação na base do campo pulmonar direito. Apesar da melhoria clínica observada durante o internamento e por persistência da imagem radiológica, realizou-se tomografia axial computorizada (TAC) do Tórax que revelou a presença de volumosa hérnia do hiato e descontinuidade do diafragma com insinuação torácica do epiplon e de líquido ascítico, traduzindo a presença de hérnia anterior Hérnia de Morgagni. A Hérnia de Morgagni é uma hérnia diafragmática congénita, rara, predominantemente de localização direita, com passagem de estruturas e/ou vísceras abdominais através do forâmen de Morgagni. Habitualmente é assintomática, tratando-se de um achado radiológico. Quando sintomática pode provocar sintomas cardiorrespiratórios e/ou gastrointestinais. O diagnóstico faz-se por imagem, sendo a TAC-Tórax uma excelente ferramenta diagnóstica. O tratamento é cirúrgico e deve realizar-se independentemente da presença de sintomas, de modo a evitar-se complicações. 13

14 CARCINOMA DE CÉLULAS DE MERKEL A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO. Autor: Andreia Coelho Co-Autores: Sónia Carvalho Trigo Faria Apresentador: Andreia Coelho Hospital: Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro Serviço: Medicina Interna Introdução: O carcinoma de células de Merkel (CCM) é um tumor neuroendócrino raro e maligno da pele. A sua etiologia permanece desconhecida. O CCM apresenta-se, normalmente, em pacientes idosos e mais localizado na região do pescoço-cabeça, extremidades e tronco. Pode estar associado a outras patologias malignas cutâneas, tais como a doença de Bowen, carcinoma das células escamosas e basocelular e, até mesmo, ao melanoma. A excisão do tumor primário é o tratamento de escolha, seguido de radioterapia (RT). Contudo, é ainda controversa a biópsia do gânglio sentinela e, existem discrepâncias sobre as margens de excisão. Caso clínico: Doente do sexo masculino de 89 anos, com diversas co-morbilidades, incluindo um carcinoma das células de Merkel a nível da região parotídea esquerda, previamente excisado em Março de Em Maio, é colocada a hipótese de recidiva do CCM devido à presença de um pequeno nódulo na região do pavilhão auricular esquerdo, doloroso, acompanhado por diversas lesões nodulares descamativas dispersas pela face e couro, a aguardar RT. Admitido no internamento de Medicina, em Julho de 2012, por DPOC agudizada por traqueobronquite aguda e quadro de dor abdominal com elevação das provas de biologia hepática. Ao exame objetivo apresentava uma volumosa lesão vegetante, dolorosa, na região parotídea esquerda e hepatomegalia palpável. No internamento, realizou TAC cervical e abdominal onde se constatou provável recidiva de CCM com metastização ganglionar e hepática difusa. O doente apresentou evoluiu desfavoravelmente ao longo do internamento, acabando por falecer. Conclusão: Pretendemos com este caso abordar um tipo de carcinoma que, atualmente, a detecção precoce parece ser o único método eficaz e determinante na sobrevida dos pacientes, dado o seu rápido crescimento. Contudo, ainda existe uma grande necessidade de estudo sobre esta doença e a sua abordagem terapêutica. 14

15 SARCOIDOSE: QUATRO FACES DE UMA MESMA DOENÇA. Autor: Andreia Coelho Co-Autores: Renata Silva, Sónia Carvalho, Trigo Faria Apresentador: Andreia Coelho Hospital: Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro Serviço: Medicina Interna Introdução: A sarcoidose é uma doença inflamatória multissistémica de etiologia desconhecida que afeta, predominantemente, os pulmões e gânglios linfáticos intratorácicos. Manifesta-se pela presença de granulomas não caseosos nos tecidos dos órgãos afetados. A sua apresentação depende da extensão e severidade do órgão atingido, e cerca de 5% dos doentes são assintomáticos. Caso clínico: Descrevem-se, de seguida, quatro casos clínicos. O primeiro caso, trata-se de uma doente de 54 anos admitida ao internamento por um derrame pericárdico para estudo. Após investigação etiológica, são detetadas múltiplas adenomegalias mediastínicas, peri-aórticas abdominais e retroperitoneais em TAC toraco-abdominal. A doente foi enviada à Cirurgia para realização de mediastinoscopia e avaliação de adenomegalias. A histologia revelou alterações sugestivas de sarcoidose, tendo iniciado corticoterapia com boa resposta. O segundo caso, refere-se a uma doente de 41 anos enviada à consulta de Medicina por suspeita de sarcoidose, após histologia compatível de adenopatia supraclavicular excisada. Objetivamente, apresentava lesões de eritema nodoso nos membros inferiores. Iniciou corticoterapia, com boa resposta inicial. O terceiro caso trata-se de um doente de 49 anos, admitido ao serviço de Medicina por hipercalcémia grave sintomática. Após investigação exaustiva, assumiu-se o diagnóstico de sarcoidose. Iniciou corticóide com evolução favorável. Por fim, uma jovem de 30 anos é internada por lesões nos membros inferiores compatíveis com eritema nodoso e adenomegalia cervical. Iniciou investigação no internamento, ficando referenciada a consulta externa. Assumiu-se diagnóstico de sarcoidose após histologia de adenopatia compatível e lavado broncoalveolar. Mantém-se assintomática e sem tratamento. Conclusão: Este trabalho visa ilustrar a heterogeneidade clinica da sarcoidose. Pretendemos mostrar a sua abordagem diagnóstica, tratamento e follow-up. 15

16 SARCOIDOSE - UM CASO CARACTERÍSTICO Autor: Rita Rei Neto Co-Autores: Rosa Ferreira, Marta Bastos, Ana Clara Coelho, Marta Sousa, Vitor Paixão Dias Apresentador: Rita Rei Neto Hospital: Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho Serviço: Serviço de Medicina Interna Introdução: A sarcoidose é uma patologia multissistémica cuja etiologia permanece desconhecida. Com uma incidência 6 a 10/ , afeta tipicamente jovens adultos, sendo caracterizada pela presença de granulomas não-caseosos. Caso clínico: Mulher de 27 anos, obesa, com dislipidemia mista, sem medicação crónica. Recorreu ao serviço de urgência por lesões compatíveis com eritema nodoso, com dois meses de evolução, de carácter progressivo, associadas a artralgias dos tornozelos e celulite do tornozelo esquerdo. Completou ciclo de antibioterapia empírica com ceftriaxone e clindamicina, com resolução do quadro infecioso. Do estudo realizado destaca-se, gonadotrofina coriónica humana negativa, velocidade de sedimentação aumentada (76 mm) e alargamento do mediastino, com reforço hilar bilateral à telerradiografia do tórax. A tomografia torácica de alta resolução documentou uma banda fibrótica nos lobos inferiores, com múltiplas formações adenopáticas mediastínicas e hilares, a maior com 36mm, compatível com um quadro de sarcoidose grau I (classificação de Siltzbach). Enzima conversora da angiotensina normal, broncofibroscopia sem alterações e lavado bronco-alveolar com relação CD4/CD8 elevada (18,4). Efetuada biópsia de quatro gânglios, revelando granulomas sem necrose, compatíveis com sarcoidose. Inicialmente, optou-se pela terapêutica com antiinflamatórios não esteroides, mas devido à persistência da sintomatologia exuberante, e apesar do risco cardiovascular, instituiu-se corticoterapia. Discussão e Conclusões: Os autores fazem uma revisão sobre a clínica, abordagem diagnóstica e terapêutica da Sarcoidose, no contexto de um caso típico descrito, com envolvimento pulmonar e cutâneo. A remissão espontânea da doença é o mais comum, mas a doença pulmonar progressiva está presente num 1/4 dos doentes, com falência de órgão em cerca de 10%, sendo importante um diagnóstico assertivo e antecipado da doença. 16

17 NÓDULOS SUBCUTÂNEOS DOLOROSOS, ARTRALGIAS E DOR TORÁCICA Autor: Ana Rita Cambão Co-Autores: Cátia Barreiros, Irene Miranda, Edgar Torre, Carmélia Rodrigues, Diana Guerra Apresentador: Ana Rita Cambão Hospital: Unidade Local de Saúde do Alto Minho Hospital de Santa Luzia Serviço: Serviço de Medicina 1 Introdução: A sarcoidose é uma doença multissistémica, de etiologia desconhecida, caracterizada pela presença de granulomas não caseosos em vários órgãos. Afecta preferencialmente os pulmões e gânglios linfáticos. As lesões cutâneas estão presentes em 25-30% dos doentes e têm uma expressão clinica variável: eritema nodoso, nódulos subcutâneos, placas, máculas e pápulas. Caso clinico: Mulher de 54 anos, internada por nódulos dolorosos na perna direita, artralgias nos tornozelos e astenia com 3 semanas de evolução. Referia toracalgia pleurítica e dispneia de esforço nos últimos 2 dias. Ao exame físico: edema do membro inferior direito até ao joelho e nódulos subcutâneos, ligeiramente eritematosos, duros e dolorosos, com cerca de 2-3cm, um na face externa do joelho e dois na face tibial anterior; sem febre. Do estudo efectuado destaca-se: velocidade de sedimentação e enzima conversora da angiotensina elevadas; estudo imunológico negativo; radiografia do tórax com alargamento hilar bilateral; tomografia computorizada torácica com adenomegalias mediastínicas e peri-hilares bilaterais; estudo imunológico do lavado broncoalveolar a mostrar alveolite linfocítica, com relação CD4/ CD8 elevada (5.7). Biópsia de nódulo cutâneo revela granulomas não caseosos. Estabelecido diagnóstico de sarcoidose estadio I, com envolvimento pulmonar, ganglionar e cutâneo. Iniciou terapêutica com anti-inflamatórios não esteróides, com melhoria clínica e analítica. Seguida na consulta de medicina interna. Mantém-se assintomática, sem necessidade de medicação. Conclusão: A associação de lesões da pele a sintomas respiratórios e radiografia torácica com alargamento hilar bilateral levou a considerar a sarcoidose como diagnóstico provável. A biópsia de nódulo subcutâneo confirmou a doença granulomatosa. Salienta-se neste caso a forma de apresentação cutânea. 17

18 ADENOPATIAS CERVICAIS: A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL. Autor: Ricardo Lavajo Co-Autores: Marlene Delgado, Helena Vitória, Marina Bastos Apresentador: Ricardo Lavajo Hospital: Centro Hospitalar Tondela-Viseu Serviço: Medicina 2 INTRODUÇÃO: Linfoma Hodgkin é uma neoplasia linfoide que se origina a partir de células B do centro germinativo. Apresenta 2 picos de incidência na 3ª década de vida e a partir dos 45 anos, afectando de igual modo ambos sexos. Identificaram-se vários factores de risco: genéticos, imunológicos e infecciosos dos quais se destaca a infecção pelo virus de Epstein Barr. A maioria dos doentes refere adenopatias assintomáticas, cerca de ⅓ apresentam sintomas B e de forma infrequente surgem sintomas como a tosse, prurido, dor torácica, dor adenopática, síndromes paraneoplásicos ou a febre de Pel-Ebstein. No exame objectivo destaca-se a presença de adenopatias em 80% dos casos cervicais, esplenomegalia em cerca de 30% dos casos e hepatomegalia em apenas 5%. O diagnóstico realiza-se por exame histológico de biópsia ganglionar, estando apenas indicada a biópsia de medula óssea em caso de estadios avançados ou presença de sintomas B ou citopenias. Para o tratamento recorre-se a quimioterapia, monitorizando a resposta com PET. CASO CLINICO: Homem de 20 anos, sem antecedentes pessoais de relevo, fumador. Recorreu ao SU por tumefacção laterocervical esquerda indolor e com crescimento progressivo em 2 meses, sem outras queixas. A ecografia cervical mostrou complexo adenopático laterocervical esquerdo. A abordagem diagnóstica compreendeu estudo analítico que apenas revelou infecção antiga pelo EBV, TC toraco-abdomino-pélvica que não revelou a presença de outras adenopatias bem como de visceromegalias e procedeu-se à Biopsia de adenopatia cervical que permitiu o diagnóstico de Linfoma de Hodgkin, fenótipo clássico. Orientado para a consulta de Hematologia, que prescreveu quimioterapia com remissão completa há 1 ano. CONCLUSÃO: Destaca-se o caso pela importância de realizar estudo etiológico de adenomegalias cervicais principalmente se assimétricas e indolores, uma vez que frequentemente são o primeiro sinal de alerta de doença hemato-oncológica, mesmo em doentes jovens. 18

19 A PROPÓSITO DE UMA REACÇÃO ADVERSA A FÁRMACOS Autor: Tiago Meirinhos Co-Autores: Raquel Moreira Cruz; Tatiana Rodrigues; Gorete Jesus; Manuela Loureiro; Rosa Jorge, Alberto Pinto Apresentador: Tiago Meirinhos Hospital: Centro Hospitalar Baixo Vouga Serviço: Medicina Interna As reacções adversas a fármacos (RAF) são um problema comum na prática clínica. A síndrome de Stevens Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidermóide Tóxica (NET) são dermatoses mucocutâneas pouco frequentes (1-3casos/milhão), que resultam na maioria das vezes da administração de fármacos. A SSJ e NET são variantes do mesmo padrão de sensibilidade, caracterizadas por exantema maculopapular, com bolhas que podem evoluir para erosões cutâneas extensas, com envolvimento frequente das mucosas oral, conjuntival e outras. Doente do sexo feminino, 57 anos, auxiliar de acção escolar, antecedentes de hipertensão arterial, fibrilhação auricular, hipotiroidismo e hiperuricémia, com a medicação habitual (MH): Dabigatrano; Bisoprolol; Candesartan; Furosemida; Levotiroxina; Aminofilina e Alopurinol. Recorreu ao Serviço de Urgência com quadro de erupção cutânea maculopapular, com bolhas cutâneas extensas, algumas ulceradas com predomínio nos membros, 1/3 superior do tronco, face e erosões da mucosa oral e conjuntival, com febre e com evolução de 48 horas. Apresentava discreta leucocitose neutrofílica 13200/ Assumiu-se RAF do tipo SSJ e a doente foi internada. Da MH apenas o alopurinol havia sido iniciado recentemente (4 semanas) pelo que foi suspenso. Realizou biopsia cutânea e iniciou tratamento com Metilprednisolona 240mg/dia e cuidados tópicos, com evolução favorável. O resultado anatomo-patológico confirmou as suspeitas, com alterações sugestivas de SSJ ou NET. A doente foi avaliada 6 semanas após a alta, com resolução completa das lesões. Este caso ilustra uma situação clínica pouco frequente, mas que pela sua gravidade obriga a um reconhecimento clínico e tratamento atempados e deverá colocar o médico de alerta, valorizando sempre as alterações recentes na MH e potenciais RAF. O alopurinol é dos fármacos que mais frequentemente causa SSJ e NET. 19

20 AMILOIDOSE SECUNDÁRIA Autor: Bruno Ferreira Co-Autores: Catarina Louro, Tiago Camacho, Violeta Goric, Ana Silva, José Lino, Zara Soares, Gilda Nunes, Liliana Santos, Antónia Furtado, Manuel Veiga, José Barata. Apresentador: Bruno Ferreira Hospital: Vila Franca de Xira Serviço: Medicina Interna A amiloidose secundária é uma patologia rara com incidência de 0,5 a 0,86%. Resulta de um processo infeccioso ou inflamatório crónico que estimula a síntese hepática de amilóide A sérico. As principais patologias associadas são a artrite reumatóide, doença inflamatória intestinal e tuberculose. Clinicamente manifesta-se por quadro de insuficiência cardíaca, síndrome nefrótico e doença hepática crónica. O tratamento consiste no controlo do estímulo inflamatório. Os autores reportam dois casos de amiloidose secundária que motivaram internamentos por descompensação do ponto de vista cardíaco e hepático. O primeiro caso reporta-se a uma doente de 58 anos, com história pessoal de síndrome do anticorpo antifosfolipídio, trombose venosa cerebral e hipertensão arterial; internada por quadro de dificuldade respiratória e edemas dos membros inferiores. Analiticamente: pancitopenia, agravamento da função renal e hepática, pró-bnp 4992 e pico gama policlonal. Imagiologicamente: derrame pleural esquerdo, hepatoesplenomegália e ascite. O segundo caso reporta-se a uma doente de 82 anos, com história pessoal de artrite reumatóide, Hepatite B crónica e estenose aórtica ligeira; internada por quadro de prostração, dificuldade respiratória e icterícia. Analiticamente: aumento da bilirrubina directa, elevação das transaminases, INR 1,70, pró-bnp 1195 e pico gama policlonal. Imagiologicamente: ascite moderada, alterações sugestivas de hepatopatia crónica e derrame pleural esquerdo. Em ambos os casos, dada a evolução clinica desfavorável com insuficiência cardíaca intratável, discrasia hemorrágica, agravamento da função renal e hepática, colocou-se a hipótese diagnóstica de amiloidose. As biópsias da gordura abdominal confirmaram a presença de amilóide AA. As doentes acabaram por falecer. Trata-se de um diagnóstico de exclusão, mas que deve ser reconhecido precocemente para evitar investigações fúteis que afastam da verdadeira causa da sintomatologia e do tratamento adequado. 20

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