POLÍTICA CORPORATIVA DE ÉTICA

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1 POLÍTICA CORPORATIVA DE ÉTICA 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes complementares ao Código de Ética Itaú Unibanco relativas aos seguintes temas: a) Programa Corporativo de Ética. b) Diretrizes Complementares - Conflitos de Interesse: - Uso de informações, cadastros e know-how da Instituição; - Participação em empresas; - Atividades externas; - Atividades políticas; - Relações de parentesco e proximidade na Instituição; - Limites ao uso do cargo; - Relações com Clientes e Fornecedores; - Cortesias pessoais: oferta e aceitação; - Cortesias institucionais: oferta e aceitação; - Contribuições: oferta e aceitação. c) Comunicação de Desvios Éticos. d) Proteção a denunciantes. Nota: diretrizes mais restritivas do que as dessa Política podem ser estabelecidas em normas internas das empresas da Instituição. 2. PÚBLICO-ALVO Administradores e colaboradores do Conglomerado Itaú Unibanco. 3. RESPONSABILIDADES 3.1 Conselho de Administração Aprovar as diretrizes éticas da Instituição e suas respectivas alterações. 3.2 Comitê de Auditoria a) Supervisionar o Programa Corporativo de Ética. b) Receber o relatório anual da Comissão Superior de Ética e reportá-lo, no âmbito de suas atividades, ao Conselho de Administração, se entender necessário. 3.3 Colegiados de Ética As principais responsabilidades dos Colegiados de Ética são definidas pela Comissão Superior de Ética e estão relacionadas abaixo: Colegiados Comissão Superior de Ética e Comitês de Ética das empresas Comissão Superior de Ética Comitês de Ética das empresas e Comitês de Conduta Responsabilidades/Competências Monitorar o cumprimento das diretrizes éticas da Instituição. Resolver dúvidas de interpretação das diretrizes e situações não previstas nessa Política. Encaminhar propostas de melhoria nas diretrizes de ética da Instituição para o Conselho de Administração. Deliberar tempestivamente sobre dilemas éticos, conflitos de interesse e questões de justiça, encaminhados pelos públicos internos e externos da Instituição. Definir as práticas e garantir condições de efetivação do Programa Corporativo de Ética. Avaliar tratamentos de ocorrências relevantes de desvios de conduta por parte de administradores e colaboradores no ambiente de trabalho e no ambiente de negócios.

2 3.3.1 Os Comitês de Ética das empresas da Instituição e os Comitês de Conduta das Áreas Executivas devem encaminhar relatório anual de suas atividades e deliberações para análise da Comissão Superior de Ética A Comissão Superior de Ética deve encaminhar relatório anual de suas atividades e deliberações para análise do Comitê de Auditoria. 3.4 Superintendência de Ética e Ombudsman (SEO) Tem como missão promover um ambiente institucional íntegro, orientando os colaboradores a cultivar o respeito e a ética nos relacionamentos e nos negócios. Suas principais funções são: a) Gerenciar o Programa Corporativo de Ética. b) Gerenciar as reuniões dos Colegiados de Ética e seus regulamentos. c) Conceber e gerenciar planos de ação para concretização das deliberações dos Colegiados de Ética. d) Encaminhar à Comissão Superior de Ética propostas de melhoria no Código de Ética e na Política Corporativa de Ética, para posterior encaminhamento ao Comitê de Auditoria e ao Conselho de Administração. e) Acolher e tratar as manifestações de conflitos interpessoais, desvios éticos e práticas contrárias às políticas institucionais associadas, por parte dos administradores e colaboradores. 3.5 Diretoria de Controles Internos e Compliance (OCIRs) Em parceria com a Superintendência de Ética e Ombudsman, orientar os administradores e colaboradores na solução de conflitos de interesses. 4. PROGRAMA CORPORATIVO DE ÉTICA 4.1 Objetivos do Programa Corporativo de Ética a) Proporcionar aos membros dos Colegiados de Ética as informações e ferramentas necessárias à resolução de questões éticas e à gestão do Programa Corporativo de Ética. b) Zelar pela atualização das diretrizes éticas do Conglomerado, a fim de que estejam em conformidade com a legislação, com os regulamentos do setor financeiro e com as melhores práticas de mercado nacionais e internacionais. c) Estabelecer práticas destinadas a disseminar as diretrizes éticas do Conglomerado entre seus administradores e colaboradores, bem como entre as empresas e entidades de sua cadeia de valor. d) Estabelecer práticas de prevenção a desvios éticos no ambiente de trabalho, nos negócios e nas operações da Instituição. e) Estabelecer práticas de monitoração do cumprimento das diretrizes éticas da Instituição. f) Estabelecer canais de orientação, comunicação e tratamento de desvios éticos. 4.2 Estrutura do Programa Corporativo de Ética O Programa Corporativo de Ética é composto pelas seguintes práticas: Disseminação das Diretrizes Éticas a) As práticas de disseminação devem: - aprofundar o conhecimento que administradores e colaboradores têm das diretrizes éticas da Instituição, bem como de sua aplicação aos negócios e à gestão de pessoas; - capacitar administradores e colaboradores a identificar, prevenir e resolver dilemas éticos, conflitos de interesses e questões de justiça inerentes às suas atividades diárias; - capacitar administradores e colaboradores a identificar, prevenir e resolver conflitos de relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho. b) As práticas de disseminação devem ocorrer, sobretudo, por meio do: - Programa de Educação Continuada em Ética: realizado pela Superintendência da Escola de Negócios em parceria com a Superintendência de Ética e Ombudsman; - Plano de Comunicação Institucional e nas áreas de negócio: realizado pela Superintendência de Endomarketing e marketing das áreas de negócio em parceria com a Superintendência de Ética e Ombudsman Consultoria em Ética As práticas da Consultoria em Ética devem:

3 a) Auxiliar administradores e colaboradores na: - compreensão e interpretação das diretrizes éticas da Instituição; e - resolução de dilemas éticos, conflitos de interesses e questões de justiça. b) Zelar pela atualização das diretrizes éticas do Conglomerado, a fim de que estejam em conformidade com a legislação aplicável e com as melhores práticas de mercado nacionais e internacionais Canal de Orientação, Comunicação e Tratamento de Desvios Éticos ( Ombudsman ) As práticas de Ombudsman devem: a) Auxiliar administradores e colaboradores na prevenção e resolução de conflitos interpessoais no ambiente de trabalho. b) Receber, protocolar, analisar e apurar as suspeitas, os fatos e as práticas contrárias às diretrizes éticas da Instituição relativas, sobretudo, aos seguintes temas: - conflitos no ambiente de trabalho; - desvios éticos; - desvios em relação ao Nosso Jeito de Fazer; - direitos humanos; - discriminação e preconceito; - trabalho digno; - assédio moral e sexual; - abuso de cargo; - retaliação Monitoração do Clima Ético do Conglomerado A Superintendência de Ética e Ombudsman (SEO) realiza a monitoração do clima ético da organização bienalmente por meio dos seus colegiados de ética e da Pesquisa de Ética Monitoração do Cumprimento do Programa Corporativo de Ética Avaliação Interna do Programa Corporativo de Ética A monitoração periódica do Programa Corporativo de Ética é de responsabilidade dos Colegiados de Ética do conglomerado, cabendo ao Comitê de Auditoria a supervisão do cumprimento deste programa. Dentre as principais responsabilidades destes órgãos, considerando suas tempestividades, estão: a) Avaliar, por meio de relatórios, indicadores e pesquisas de percepção por parte dos stakeholders submetidos pela Superintendência de Ética e Ombudsman, o cumprimento das atividades do Programa Corporativo de Ética no ambiente de trabalho, nos negócios e operações da Instituição; e b) Usar estes indicadores para sugerir ações de prevenção à ocorrência de desvios éticos no ambiente de trabalho, nos negócios e operações da Instituição. Cabe também à Auditoria Interna a avaliação dos processos que compõem o Programa Corporativo de Ética Avaliação Externa do Programa Corporativo de Ética A avaliação externa do Programa Corporativo de Ética deve ser realizada por empresa externa de auditoria, certificação ou acreditação com os propósitos de: - avaliar o cumprimento do Programa Corporativo de Ética; e - com base em benchmarkings nacionais e internacionais, propor aperfeiçoamentos no Programa Corporativo de Ética. 5. DIRETRIZES COMPLEMENTARES - CONFLITOS DE INTERESSE Sempre que os interesses pessoais de um administrador ou colaborador entram em choque com os do Conglomerado ou dos seus públicos de relacionamento, configura-se um conflito. Essas situações põem em risco nossa integridade e reputação. Por isso, precisam ser administradas com eficiência e de forma transparente, além de prontamente comunicadas à gestão e aos canais competentes. Além disso, as pessoas envolvidas devem abster-se das decisões que as envolvem. Confira a seguir as atitudes que ajudam a evitar o estabelecimento de conflitos. 5.1 Uso de Informações, Cadastros e Know-how da Instituição As informações, os cadastros de pessoas e empresas (colaboradores, clientes, fornecedores etc.) e o knowhow (conhecimentos, tecnologias, métodos, modelos, sistemas etc.) que circulam internamente são propriedades da Instituição. Sendo assim:

4 a) Administradores e colaboradores não podem usá-las para fins particulares nem repassá-las a terceiros sem prévia autorização, mesmo após o seu desligamento da Instituição. b) Administradores e colaboradores devem: - usar informações, cadastros e know-how da Instituição em conformidade com a legislação e normas internas sobre segurança da informação. - proteger as informações, cadastros e know-how da Instituição e impedir seu mau uso e vazamento. - obter autorização, por , do seu superintendente (ou equivalente) e diretor da área dona da informação antes de utilizar informações (internas e confidenciais) em atividades e publicações (papel, eletrônica ou internet) externas, tais como: Notas: 1. Palestras, debates, seminários, cursos, congressos, entrevistas etc. 2. Trabalhos acadêmicos, monografias, dissertações, teses etc. 3. Jornais, revistas, livros, apostilas, redes sociais, sites, blogs, chatsetc. - Informação classificada como Confidencial só poderá ser usada em atividades e publicações externas após autorização formal do dono da informação (diretor ou equivalente). No caso de informação classificada como Restrita, esta só poderá ser utilizada com a aprovação formal de um vice-presidente. - Mesmo que a atividade ou publicação seja realizada em nome ou no interesse da Instituição, deverá ser obtida a autorização para uso. - As mesmas regras deverão ser aplicadas no caso de a solicitação de uso de informações da Instituição partir de terceiros. - Nos casos citados no item b) 1, o material deverá ser classificado da seguinte forma: a palavra Confidencial deverá ser utilizada para as informações classificadas como Confidencial ou Restrita segundo a classificação do banco. Para os itens b) 2 e b) 3 nenhuma classificação deverá ser utilizada. 5.2 Participação em Empresas Administradores: a) Os Conselheiros devem comunicar ao Comitê de Nomeação e Governança Corporativa as participações societárias que possuem em outras organizações. b) Os Vice-Presidentes e Diretores devem comunicar à Comissão Superior de Ética as participações societárias que possuem em outras organizações. Colaboradores: a) Não podem ser sócios (ter controle acionário) em empresas ou empreendimentos com os mesmos ramos de atuação da Instituição. b) Podem ser sócios em empresas ou empreendimentos com ramos de atuação distintos da Instituição desde que: - a jornada estabelecida no contrato de trabalho não seja prejudicada; - não exista conflito de interesses entre as atividades realizadas na Instituição e as realizadas nestas empresas e empreendimentos; - as regras do subitem 5.1 acima sejam respeitadas; - não utilizem equipamentos, máquinas, sistemas, material de escritório etc. da Instituição em benefício da atividade ou empreendimento externo; - o gestor direto seja informado. c) Podem participar de instituições sem fins lucrativos ou de interesse público ou comunitário, tais como instituições do terceiro setor, agremiações, clubes, condomínios, associações de bairro etc. desde que: - a jornada estabelecida no contrato de trabalho não seja prejudicada; - não exista conflito de interesses entre as atividades realizadas na Instituição e as realizadas nestas empresas e empreendimentos; - as regras do subitem 5.1 acima sejam respeitadas. 5.3 Atividades Externas Administradores: a) Os Conselheiros devem comunicar ao Comitê de Nomeação e Governança Corporativa, para análise e eventual manifestação sobre potencial conflito de interesses, as atividades externas que realizam em outras organizações.

5 b) Os Vice-Presidentes e Diretores devem comunicar à Comissão Superior de Ética, para análise e eventual manifestação sobre potencial conflito de interesses, as atividades externas que realizam em outras organizações. Nota: no caso de a atividade externa ser realizada em nome da Instituição ou em Associação Empresarial do Setor Financeiro, as eventuais remunerações recebidas pelo administrador deverão ser abatidas de seu total cash. Colaboradores: a) Não podem exercer atividades em empresas ou empreendimentos com os mesmos ramos de atuação da Instituição. b) Devem solicitar autorização do Colegiado de Ética da unidade local para exercer atividades em empresas de clientes e fornecedores da Instituição. c) Devem solicitar autorização do Colegiado de Ética da unidade local antes de exercer atividades externas em órgãos públicos (em cargos nomeados), mídia, publicidade e associações empresariais. d) Podem realizar atividades externas em empresas e empreendimentos com ramos de atuação distintos aos da Instituição, incluindo o funcionalismo público (em cargos concursados) e instituições de ensino, desde que: - a jornada estabelecida no contrato de trabalho não seja prejudicada; - não exista conflito de interesses entre as atividades realizadas na Instituição e as realizadas nestas empresas e empreendimentos; - as regras do subitem 5.1 acima sejam respeitadas; - não utilizem equipamentos, máquinas, sistemas, material de escritório etc. da Instituição em benefício da atividade ou empreendimento externo. - o gestor direto seja informado. e) Podem realizar atividades em instituições sem fins lucrativos e de interesse público ou comunitário: religiosas, terceiro setor, partidos políticos, agremiações, clubes, condomínios, associações de bairro etc., desde que: - a jornada estabelecida no contrato trabalho não seja prejudicada; - não exista conflito de interesses entre as atividades realizadas na Instituição e as nestas instituições; - as regras do subitem 5.1 acima sejam respeitadas. 5.4 Atividades Políticas a) Administradores e colaboradores candidatos ou eleitos para cargos públicos devem solicitar licença nãoremunerada: - durante o período de campanha eleitoral; - durante o exercício do cargo público. b) Administradores e colaboradores que se candidatarem a cargos públicos deverão observar as normas internas institucionais bem como as específicas da empresa e da área em que trabalham e não podem receber dela nenhum tipo de Contribuição ou apoio à candidatura. 5.5 Relações de Parentesco e Proximidade na Instituição Administradores e colaboradores podem indicar cônjuge (companheiro/a) e parentes para trabalhar na Instituição, desde que não resulte em conflito de interesses real ou presumido. No entanto, devem informar esta condição ao gestor direto e ao responsável pela contratação. As situações abaixo sempre deverão ser avaliadas pela gestão. A Consultoria de Ética poderá ser acionada para esta finalidade: a) Cônjuge (companheiro/a) e parentes que trabalham em uma mesma diretoria. b) Cônjuge (companheiro/a) e parentes que pertençam a diretorias distintas, em cargos que gerem conflitos de interesses reais ou presumidos. Exemplos: - um é solicitante (pagamento de compras, empréstimo, contratação de fornecedor etc.) e o outro é aprovador desta solicitação; - as decisões de um possam favorecer indevidamente o outro - ou dar margem a tal interpretação (movimentações e promoções de cargo, avaliações de desempenho, aumento de salário etc.); - colaboradores da rede de agências que trabalhem em um mesmo local físico. O namoro entre colegas de trabalho deve ser prontamente informado aos gestores diretos, com o objetivo de que eles avaliem se a situação gera conflito de interesses. Observação: relações de parentesco e proximidade devem ser cadastradas no Portal Itaú Unibanco.

6 5.6 Limites ao Uso do Cargo Administradores e colaboradores não podem: a) Usar o cargo para obtenção de vantagens e benefícios indevidos para si ou para terceiros. b) Autorizar a contratação de cônjuge (companheiro/a), parentes e pessoas de relacionamento próximo. c) Contratar empresas ou serviços de cônjuges (companheiro/a), parentes e pessoas de relacionamento próximo. d) Gerenciar negócios e operações entre a Instituição e empresas ou empreendimentos dos quais seja sócio. e) Gerenciar as contas bancárias de empresas e empreendimentos dos quais seja sócio. f) Gerenciar as próprias contas bancárias (corrente, poupança, investimento etc.). g) Gerenciar as contas bancárias (corrente, poupança, investimento etc.), e demais produtos e serviços da Instituição, pertencentes a cônjuges (companheiro/a), parentes e pessoas de relacionamento próximo. 5.7 Relações com Clientes e Fornecedores A contratação de empresas de parentes de administradores deve ser aprovada, conforme o cargo, pelo Conselho de Administração, Comissão Superior de Ética ou pelo Colegiado de Ética da empresa onde trabalha. Administradores e colaboradores devem: a) Manter em sigilo as informações, cadastros, operações, serviços contratados etc. de clientes e fornecedores da Instituição. b) Solicitar autorização do Colegiado de Ética da empresa antes de realizar negócios particulares - ou em nome de organizações ou empreendimentos nos quais sejam executivos ou sócios - com profissionais, empresas e gestores de empresas que sejam clientes ou fornecedores da Instituição. Administradores e colaboradores não podem: a) Firmar acordos, contratos ou compromissos com clientes e fornecedores que impliquem em reciprocidades e trocas de favores ou vantagens pessoais. b) Firmar ou gerir negociações com empresas clientes ou fornecedoras administradas pelo seu cônjuge (companheiro/a) ou parentes. c) Oferecer vantagem comercial (limites de crédito, empréstimos, descontos e prazos diferenciados etc.) a empresas administradas pelo cônjuge, (companheiro/a) ou por parentes. d) Intermediar ou facilitar negócios em nome de clientes ou fornecedores da Instituição. e) Solicitar emprego para cônjuge (companheiro/a), parentes e pessoas de relacionamento próximo em empresas de clientes e fornecedores com os quais tenha contato direto no exercício de seu cargo na Instituição. f) Beneficiar indevidamente parentes ou terceiros ao firmar contratos com clientes e fornecedores. g) Firmar contratos de compra de produtos ou prestação de serviços fora do processo formal de licitação. h) Beneficiar indevidamente um cliente ou fornecedor em detrimento de outros. i) Solicitar cortesias ou contribuições a clientes e fornecedores. 5.8 Cortesias Pessoais: Oferta e Aceitação a) Administradores e colaboradores não podem oferecer ou aceitar cortesias em dinheiro (qualquer valor). b) As cortesias não devem influenciar processos de tomada de decisão (nem dar margem para essa interpretação) ou ser praticada em troca ou a título de antecipação de qualquer favor por parte de quem quer que seja. c) Administradores e colaboradores devem evitar oferecer ou aceitar cortesias desvinculadas de ações institucionais (vide subitem 5.9 abaixo), tais como: brindes, presentes, gratificações, favores, descontos em transações de caráter pessoal, viagens de lazer, convites para jantares ou almoços, ingressos para eventos esportivos, culturais e artísticos etc. - se os costumes sociais realmente exigirem a oferta ou aceitação de cortesias dirigidas a pessoas (por exemplo, por ocasião do Natal), restrinja seu valor ao limite máximo de R$ 400,00 no Brasil e U$ 200,00 nas Unidades Internacionais; - o valor dos presentes trocados no ambiente de trabalho (aniversário, casamento etc.) também deve ser limitado aos valores acima. d) As Cortesias recebidas devem ser informadas por ao Oficial de Controles Internos e Riscos da Empresa ou Área de quem as recebeu. e) Qualquer Cortesia recebida em condições contrárias a esta Política deve ser recusada e devolvida.

7 f) Nas situações em que a recusa de uma Cortesia cause grande desconforto, possa ser vista como uma afronta ou não seja realmente possível devolvê-la, o administrador ou colaborador deve agradecer e informar ao ofertante sobre a determinação da Instituição no sentido de doar a Cortesia a um Instituto Assistencial. g) A Doação das Cortesias recebidas a Institutos Assistenciais apoiados pela Instituição deverá ser feita mediante assinatura de Termo de Entrega de Doações. h) Administradores e colaboradores da Diretoria de Compras do Itaú Unibanco S.A. não devem receber ou oferecer cortesias de qualquer natureza ou valor. i) Administradores e colaboradores não podem oferecer ou aceitar cortesias de qualquer valor para/de funcionários públicos, ocupantes de cargos públicos e membros de partidos políticos. 5.9 Cortesias Institucionais: Oferta e Aceitação Administradores e colaboradores devem obter autorização de um diretor ou administrador em nível hierárquico superior para oferecer e aceitar cortesias institucionais vinculadas às seguintes ações de marketing e relacionamento com clientes, fornecedores, setor público etc.: a) Eventos (jantares, encontros, visitas a empresas...) para divulgação da marca, produtos, serviços e empreendimentos etc. b) Congressos, fóruns e encontros empresariais para divulgação de tecnologia, técnicas, estado da arte etc. patrocinados pela Instituição ou pelas empresas que oferecem os convites. c) Eventos esportivos, culturais ou artísticos patrocinados pela Instituição ou pelas empresas que oferecem os convites. Notas: - na oferta é permitido incluir despesas com viagens, transporte local, hospedagens, alimentação etc.; - na aceitação, tais despesas devem ser cobertas, preferencialmente, pela área dos administradores e colaboradores que representarão a Instituição; - embora o valor máximo das cortesias institucionais não esteja definido em norma, recomenda-se que a gestão use de prudência e moderação tanto na oferta como na aceitação, a fim de evitar exageros, suspeitas, malentendidos e maledicências Contribuições: Oferta e Aceitação a) As Contribuições realizadas em nome da Instituição devem ser aprovadas por um Colegiado de Ética. b) As contribuições à Instituição deverão ser feitas por meio de suas fundações e institutos sociais e culturais. c) Ofertas e aceitação de contribuições não devem ser praticadas - ou dar margem para essa interpretação - visando a troca de favores, a facilitação de negócios ou operações ou a qualquer outro benefício ou vantagem para a Instituição ou terceiros. d) A oferta e a aceitação de contribuições devem ser praticadas em conformidade com as leis e regulamentos dos países em que a Instituição está presente e com as normas internas das empresas da Instituição. e) Para evitar suspeitas de favorecimentos em auditorias, fiscalizações e negociações, são vedadas contribuições de qualquer natureza para órgãos do judiciário, reguladores ou fiscalizadores bem como para sindicatos patronais e de empregados Contribuições para o Setor Público São objeto deste item as Contribuições para o Setor Público como um todo, incluindo aqui: - Os Servidores Públicos: indivíduos, grupos e associações de classe; - As Pessoas Expostas Politicamente (PEP): incluindo seus familiares e empresas por elas controladas. As contribuições para esse conjunto de instituições e pessoas devem ser aprovadas por um Colegiado de Ética e devem estar atreladas a ações e parcerias que visem o benefício da coletividade ou o aperfeiçoamento do serviço público. Exemplos: - construção ou reformas de espaços e imóveis públicos: escolas, hospitais, delegacias, centros comunitários, teatros, centros esportivos, ruas, estradas, praças etc., podendo incluir máquinas, equipamentos e mobiliários; - campanhas de apoio social e filantrópico a comunidades; - recuperação do meio ambiente; - atividades de educação, treinamento e desenvolvimento humano e profissional destinados ao aprimoramento de serviços públicos e da população; - festividades e feiras populares.

8 Contribuições para Candidatos a Cargos Públicos e Partidos Políticos As contribuições para candidatos a cargos públicos e partidos políticos devem seguir as diretrizes e regras estabelecidas na Política Corporativa de Doação a Campanhas Eleitorais Contribuições para o Terceiro Setor As contribuições da Instituição para organizações do Terceiro Setor devem: - estar em conformidade com a legislação do país e da localidade onde são realizados e com as normas internas das empresas da Instituição; - ser relevantes e compatíveis com os recursos investidos. a) As organizações do Terceiro Setor, seus dirigentes e demais parceiros ou beneficiados pelas contribuições da Instituição devem gozar de boa reputação. b) Contribuições da Instituição para instituições do Terceiro Setor administradas por administradores ou colaboradores da Instituição devem ser evitadas. c) Administradores e colaboradores podem doar as cortesias recebidas para instituições do Terceiro Setor Contribuições para Administradores e Colaboradores As contribuições destinadas a colaboradores (publicação de livros, exposições de obras de arte, produção de filmes e peças de teatro, participação em eventos esportivos etc.) devem ser aprovadas pelo Colegiado de Ética das empresas do Conglomerado. 6. CANAIS DE COMUNICAÇÃO DE DESVIOS ÉTICOS 6.1 Tempestividade das Comunicações a) Administradores e colaboradores devem comunicar de imediato suspeitas ou violações ao Código de Ética Itaú Unibanco e a esta política. b) No Brasil, as comunicações devem ser encaminhadas à Superintendência de Ética e Ombudsman. c) Nas unidades internacionais, as comunicações devem ser encaminhadas para os canais locais. d) As comunicações devem vir acompanhadas do maior número de informações possível: - descrição objetiva e imparcial do fato; - onde e quando a violação aconteceu ou está acontecendo; - quem são as pessoas e organizações envolvidas; - documentação que auxilie na avaliação do caso e encaminhamento de ações etc. e) Os canais de comunicação das empresas internacionais devem enviar relatórios trimestrais para a chave de COMISSAO SUPERIOR DE ETICA. 6.2 Condução das Apurações a) Os canais de comunicação devem estar abertos a todas as manifestações a fim de permitir que administradores e colaboradores os procurem com total liberdade. b) Os canais de comunicação devem apurar com tempestividade, independência, imparcialidade, honestidade e confidencialidade as comunicações recebidas. c) Os canais de comunicação devem encaminhar relatórios sobre as apurações realizadas aos Colegiados de Ética da Instituição. 7. PROTEÇÃO A DENUNCIANTES a) Administradores e colaboradores não podem praticar atos de retaliação, vingança ou perseguição contra aquele que, de boa-fé: - manifestar queixa, denúncia, suspeita, dúvida ou preocupação relativa a desvios éticos e outros desvios comportamentais; - fornecer informações ou assistência nas apurações relativas a desvios éticos e outros desvios comportamentais. b) Administradores e colaboradores devem preservar a confidencialidade das informações relativas às apurações de desvios éticos e outros desvios comportamentais. c) Manifestações anônimas devem ser aceitas pelos Canais de Comunicação. d) Sanção disciplinar deve ser aplicada a administradores ou colaboradores que tentarem ou praticarem retaliação contra quem, em boa-fé, comunicar desvios éticos e outros desvios comportamentais.

9 e) Sanção disciplinar deve ser aplicada a administradores ou colaboradores que, comprovadamente, utilizarem de má-fé ao comunicarem desvios éticos e outros desvios comportamentais. 8. SANÇÕES DISCIPLINARES Administradores e colaboradores que violarem os termos dessa Política estão sujeitos às sanções disciplinares previstas em normas internas das empresas do Conglomerado Itaú Unibanco. 9. DÚVIDAS E EXCEÇÕES As dúvidas e avaliações de exceção relativas aos temas dessa Política devem ser encaminhadas à chave de e- mail Ombudsman. Os colegiados de ética também podem ser usados para tais avaliações. 10. DOCUMENTOS RELACIONADOS a) Código de Ética Itaú Unibanco. b) Normas Gerais de Conduta das áreas e empresas controladas c) Comunicação de Erros e Fraudes por Membros da Diretoria, Funcionários e Terceiros d) Estrutura Administrativa do Itaú Unibanco Holding S.A. e) Política Corporativa de Combate à Corrupção e à Propina f) Política Corporativa de Doação a Campanhas Eleitorais g) Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos h) Política Corporativa de Segurança da Informação i) Política Corporativa de Transações com Partes Relacionadas j) Política Corporativa sobre Pessoas Impedidas No Brasil: k) Dados Cadastrais de Colaboradores l) Endomarketing m) Estrutura do Itaú Unibanco S.A. n) Incentivos e Reconhecimentos a Colaboradores o) Padrões Disciplinares p) Política de Classificação da Informação q) Política de Colaboradores Pretendentes a Cargos Públicos Eletivos r) Política de Eventos no Conglomerado Itaú Unibanco s) Política de Patrocínios e Doações t) Política de Prêmios e Reconhecimentos u) Política de Propriedade Intelectual Nas unidades internacionais: deve-se observar o Código de Ética, as normas internas e externas locais que se aplicam a cada situação descrita nesta política. 11. GLOSSÁRIO Colegiado de Ética: Conselho, Comitê ou Comissão formalmente organizado no Itaú Unibanco Holding S.A, nas empresas controladas no Brasil e no Exterior para dirimir conflitos éticos em primeira instância. As empresas devem divulgar os respectivos endereços de contato ao seu público interno. Instituição ou Conglomerado Itaú Unibanco: para fins específicos dessa Política, tais termos incluem o Itaú Unibanco Holding S.A. e todas as empresas exclusivamente por ele controladas, no Brasil e no exterior. Cortesia: qualquer brinde, presente ou favor, recebido de ou oferecido a alguém como prova de atenção às práticas usuais em relacionamentos comerciais ou de amizade. Inclui convites para eventos esportivos, culturais, artísticos, restaurantes, festas, passeios, viagens etc. Contribuições: qualquer colaboração de caráter econômico, moral, social ou político, realizada na forma de Doação, Patrocínio, Investimento Social ou Cultural ou Ação Beneficente. Diretrizes Éticas da Instituição: Código de Ética Itaú Unibanco, Códigos Setoriais de Conduta e Política Corporativa de Ética.

10 Doação: transferência de bens, em espécie ou não, da Instituição para um beneficiário; custeio parcial ou integral de cursos, treinamentos, atividades artísticas; esportivas; educacionais, eventos sociais ou promocionais sem a utilização da marca. Itaú Unibanco: Itaú Unibanco Holding S.A. OCIR: Oficial de Controles Internos e Riscos. Parentes: pessoas que possuem grau de parentesco por consanguinidade ou afinidade. Exemplo: pai, mãe, filho(a), primo(a), sobrinho(a), sogro(a), cunhado(a) etc. Participação: sociedade em empresa ou entidade externa. Patrocínio: transferência de bens, em espécie ou não, da Instituição para um beneficiário; custeio parcial ou integral de cursos, treinamentos, atividades artísticas; esportivas; educacionais, eventos sociais ou promocionais com comprovação efetiva da utilização da marca. Pessoas Expostas Politicamente (PEP): são todos os agentes públicos que desempenham ou tenham desempenhado, nos últimos 5 anos, no Brasil ou em países, territórios e dependências estrangeiras, cargos, empregos ou funções públicas relevantes, assim como seus representantes, familiares e outras pessoas de seu relacionamento próximo. Relações de proximidade: pessoas que possuem relacionamento estável, moram juntas, namoro e outras formas de proximidade. Exemplo: padrinho, madrasta, etc. Retaliação: ato de perseguição, revide ou vingança praticado contra administradores ou colaboradores que manifestem suas dúvidas, suspeitas ou constatações. São exemplos de retaliação: ameaças, rebaixamento de cargo, inclusão em lista negra, aplicação de suspensão, desligamento etc. Servidores Públicos: aqueles que mantêm vínculos de trabalho profissional com órgãos e entidades governamentais, integrados em cargos ou empregos da União, Estados, Distrito Federal, Municípios, respectivas autarquias, fundações e empresas públicas. Inclui os ocupantes de cargos políticos e membros de suas equipes (senadores, deputados federais, deputados estaduais e vereadores). Setor Público: conjunto de órgãos e de pessoas (físicas e jurídicas) aos quais a lei atribui competência para o exercício da função administrativa, direta e indireta, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Exemplos de órgãos que constituem o Setor Público: - Poder Executivo: órgãos da administração direta ou indireta da União, Estados, Distrito Federal e Municípios; - Poder Legislativo: Senado; Câmara dos Deputados; Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores; - Poder Judiciário: Supremo Tribunal Federal (STF); Superior Tribunal de Justiça (STJ); Tribunal Superior do Trabalho (TST); Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Superior Tribunal Militar (STM) etc.; - Órgãos controladores e fiscalizadores: Receita Federal do Brasil; Secretaria da Fazenda (Estadual e Municipal); Tribunal de Contas (União, Estadual e Municipal); Procuradoria Geral (União, Estado e Município); Advocacia Geral da União; Defensoria Pública (União, Estado e Município); Ministério Público; Ministério da Fazenda; Ministério do Trabalho e Emprego, Agência Brasileira de Inteligência, Órgãos Reguladores (Banco Central do Brasil, Comissão de Valores Mobiliários, entre outros) etc.; - Terceiro Setor: ONGs - Organizações Não Governamentais, OSCIPs - Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, entidades e outras associações filantrópicas; - Total cash: remuneração total anual do colaborador ou administrador.

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