O Dilema do Ensino da Administração no Brasil e a Alegoria da Caverna de Platão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Dilema do Ensino da Administração no Brasil e a Alegoria da Caverna de Platão"

Transcrição

1 1 O Dilema do Ensino da Administração no Brasil e a Alegoria da Caverna de Platão Resumo: Autoria: Janaina de Mendonça Fernandes, Marcelo Henrique Costa Pimenta O presente artigo procura questionar o ensino da administração no Brasil de maneia crítica e provocadora, delineando um dilema a ser enfrentado: aceitar, em sua totalidade, o conhecimento produzido fora de nosso país, subordinando-se sem questionamento a modelos já conhecidos internacionalmente ou apropriando-se deste conhecimento, observando as singularidades do Brasil e buscando o desenvolvimento de um conhecimento originalmente nacional. Para tanto, buscamos dois paralelos na literatura e nas artes plásticas, a Alegoria da Caverna de Platão e o Movimento Antropófago de Oswald Andrade. A caverna representado o local ao qual a academia brasileira hoje se encontra e a antropofagia indicando um possível caminho para construção de uma administração brasileira. Ao fim, propomos uma atividade de reflexão sobre as questões neste trabalho apresentadas. 1. Introdução: Em um mundo globalizado, onde o acesso à informação e o conhecimento são facilitados pela rede mundial de computadores, há o surgimento de uma tensão entre a cultura local e a global (CASTELLS, 1999). Dentro deste contexto o ensino da administração se encontra em um dilema: aceitar, em sua totalidade, o conhecimento produzido externamente, submetendo-se passivamente a modelos já consagrados no exterior ou utilizar-se deste conhecimento, respeitando-se as singularidades de nosso país, e desenvolver um conhecimento autenticamente brasileiro. Não se pode ignorar a existência de grandes acadêmicos da administração brasileira, dentre vários, destaca-se Guerreiro Ramos. Mas devemos nos perguntar quantas vezes utilizamos o conhecimento produzido pela nossa academia em detrimento de modelos já consagrados internacionalmente. Neste ponto, surge o seguinte questionamento: Será que o conhecimento local está sendo subordinado aos modelos internacionais, dificultando a valorização e o desabrochar de uma administração genuinamente brasileira? Neste sentido, fazendo uma analogia à Alegoria da Caverna de Platão, nos colocamos como os escravos enclausurados dentro da escuridão, obcecados pelos reflexos da parede, enxergando a sombra dos modelos internacionais preconcebidos e que por vezes não se encaixam em nossa realidade. Desta forma, nos encontramos incapacitados de buscar o verdadeiro sentido do conhecimento. Torna-se necessário então, o rompimento das trevas da ignorância e a busca de nossa realidade, por meio, principalmente, da valorização do conhecimento local produzido pela nossa academia. Os modelos internacionais preconcebidos, em nossa realidade percebidos sob a forma das sombras refletidas nas paredes das cavernas, devem ser canibalizados e a busca pela luz de um novo conhecimento da administração brasileira deve ser perseguido e difundido. Por um outro lado, Castells defende a idéia de que independentemente da existência de uma cultura transnacional e de uma vivência na rede mundial de

2 2 computadores, as pessoas continuam morando em lugares, isto é, o cotidiano acaba se dando no nível local e não no global (CASTELLS, 1999). A administração também deve convergir neste sentido, usufruindo de uma tensão constante entre o local e o global, produzindo modelos nacionais. Não se trata de desprezar todo o conhecimento produzido no exterior, de uma forma xenofóbica, mas sim, de deglutir os modelos internacionais em uma alusão ao movimento artístico antropofágico de 1928, que surge com o lançamento do Manifesto Antropófago de Oswald Andrade. A antropofagia neste manifesto é entendida no sentido indígena, onde os índios acreditavam que ao se alimentarem de seus adversários, conseguiriam absorver todo o conhecimento desenvolvido por eles (ANDRADE, 1928). Na época, buscou-se canibalizar todo o conhecimento gerado fora do Brasil, digeri-lo e a partir deste ponto, produzir expressões culturais genuinamente brasileiras. 2. A Globalização e a Tensão Entre o Global e o Local: Após o advento da globalização, as principais dimensões materiais da vida humana, o espaço e o tempo, mudaram suas dimensões. O espaço organiza o tempo na sociedade em rede, ao contrário da maioria das teorias sociais clássicas que se supõe e domínio do espaço pelo tempo (CASTELLS, 1999). Tanto o espaço quanto tempo estão sendo transformados pelo paradigma da tecnologia da informação e pelas formas dos processos sociais que são induzidas pela atual transformação histórica. A partir disto, Castells (1999) desenha o perfil desse novo processo espacial, denominado por ele como espaço de fluxos. Esse novo perfil torna a manifestação espacial predominante de poder e função dentro de nossa sociedade: O espaço de fluxos é a organização material das práticas sociais de tempo compartilhado que funcionam por meio de fluxos. Por fluxos, entendo as seqüências intencionais, repetitivas e programáveis de intercâmbio e interação entre posições fisicamente desarticuladas, mantidas por atores sociais nas estruturas econômica, política e simbólica da sociedade. (CASTELLS, 1999, p. 501). Assim a chamada economia global informacional passa a ser organizada em torno de centros de controle e de comando. Estes centros são capazes de coordenar, de ensinar e de inovar as atividades interligadas das redes das empresas, basicamente serviços avançados que se encontram no cerne de todos processos econômicos e de centralizar o saber (CASTELLS, 1999). Todos esses serviços avançados podem ser reduzidos à geração do conhecimento e a fluxos de informação. Os sistemas avançados de telecomunicação poderiam, em tese, possibilitar sua localização em qualquer parte do globo. Contudo, foi estabelecido um modelo espacial diferente que se caracteriza pela dispersão e concentração simultâneas de serviços avançados e da produção de conhecimento. De um lado esses serviços avançados e o conhecimento são abrangentes e estão localizados em toda a geografia do planeta. De outro, há uma concentração espacial da camada superior dessas atividades em poucos centros nodais de alguns países (CASTELLS, 1999). Segundo o autor:

3 3 [...] as regiões, sob o impulso dos governos e elites empresariais, estruturaram-se para competir na economia global e estabeleceram redes de cooperação entre as instituições regionais e entre as empresas localizadas na área. Dessa forma, as regiões e as localidades não desapareceram, mas ficaram integradas nas redes internacionais que ligam seus setores dinâmicos. (CASTELLS,1999, p. 471). Essa concentração, que está localizada em algumas importantes áreas metropolitanas, segue uma hierarquia com funções de níveis mais altos e mais baixos, tanto em relação ao poder quanto em relação à qualificação. Conforme a economia global vai se expandindo, incorporando novos mercados, passa também a organizar a produção de serviços avançados e conhecimento de maneira hierárquica (CASTELLS, 1999). A globalização também estimula a regionalização. Com o impulso dos governos e elites empresariais, as regiões passam a se estruturar, competindo na economia global, estabelecendo redes de cooperação entre as instituições regionais e as empresas localizadas na área, como salientado anteriormente (CASTELLS, 1999). Com a implantação desta descontinuidade, há uma crescente dissociação entre proximidade espacial e o desempenho das funções rotineiras, assim como: trabalho, compras, entretenimento, assistência à saúde, educação, serviços públicos, governo e assim por diante. Um quadro similar de dispersão e concentração espacial simultâneas, via tecnologia da informação e do conhecimento, ocorrer no cotidiano das pessoas, onde cada vez mais se trabalha e administra serviços de dentro de casa (CASTELLS, 1999). Logo, com o acesso facilitado à informação pela rede mundial de computadores exacerba-se a tensão entre a cultura local e a global (CASTELLS, 1999) e o ensino da administração no Brasil passa por um dilema: sucumbir, sem uma perspectiva crítica, aos modelos de conhecimento produzido externamente, em espacial nos EUA, se fechando em uma caverna, ou utilizar-se deste conhecimento e da facilidade de acesso a ele, observando as singularidades de nosso país, desenvolvendo um conhecimento autenticamente brasileiro, que em tese pode difundir-se por qualquer parte do globo. De meros repetidores passaríamos a produtores de conhecimento, rompendo a hierarquia estabelecida, segundo Castells (1999), após o advento da globalização. O local ganharia uma dimensão mais importante que o global. Segundo Faria e Guedes (2005): A hegemonia dos EUA na área de administração tanto no âmbito da organização empresarial quanto no da academia já era preocupante antes dos anos Entretanto, até então, a influência e a disputa pela hegemonia não eram tão problemáticas, mesmo para os EUA [...] Marginalizados como outsiders e tratados (também por nós mesmos) como meros consumidores, fomos acostumados a consumir produtos e textos acadêmicos vindos dos EUA [...] Fomos acostumados a perceber problemas gerenciais ou acadêmicos no Brasil da perspectiva ditada pela grande academia que se construiu a partir dos EUA. Nos anos 1990, a globalização ampliou o

4 4 mercado do conhecimento em administração e também amplificou tanto a área de influência quanto os impactos dessa hegemonia. Mais especificamente, a globalização catalisou a preocupação de outros pesquisadores (inclusive, dentro dos EUA) que se viram forçados a consumir certo tipo de conhecimento. (FARIA e GUEDES, 2005, p. 3) Contudo, não jogaríamos fora todo o conhecimento produzido no exterior. Faríamos sim, o uso deste saber, que está com acesso facilitado pela rede mundial de computadores, e o deglutiríamos da mesma maneira que Oswald Andrade (1928) sugeriu em seu Manifesto Antropófago, produzindo assim um jeito brasileiro de pesquisar e gerir as organizações. Uma importante contribuição no sentido da valorização do conhecimento genuinamente local e da eclosão de uma percepção crítica nacional pode ser encontrada no trabalho de Guerreiro Ramos (1958), na sua concepção metodológica da Redução Sociológica: À assimilação literal e passiva dos produtos científicos importados ter-se-á de opor a assimilação crítica dêsses produtos. Por isso, propõe-se aqui o termo redução sociológica para designar o procedimento metódico que procura tornar sistemática a assimilação crítica. (RAMOS, 1958, p. 80). A Redução Sociológica construída por Guerreiro Ramos (1958) é entendida como uma atitude metódica que objetiva a eliminação de toda informação supérflua que acaba dificultando o entendimento de um determinado conhecimento, de forma crítica e assimilativa do universal contrapondo-se ao local, regional ou até mesmo nacional. Além da eliminação de toda informação supérflua, para termos um modelo próprio de gestão, e ainda possuirmos uma maneira característica de conduzir organizações adaptadas ao seu ambiente interno ao mesmo tempo que competitivas em seu mercado externo, devemos observar as peculiaridades de nosso país (BERTERO, 2004): Algumas peculiaridades brasileiras influenciam na forma como as empresas são aqui geridas, mas não chegam a constituir uma base sólida o suficiente para alavancar um estilo próprio, capaz de levar as organizações locais ao sucesso no chamado mercado global. (BERTERO, 2004, p. 48) Mas será que essas peculiaridades estão sendo levadas em conta quando ensinamos e adotamos, sem nenhuma reflexão, modelos preconcebidos em países considerados centrais na produção sobre estudos organizacionais? A primeira questão a ser levantada em torno deste debate é que não somos originais ainda, não estamos isolados, sofremos influências de todos os lugares. A segunda questão gira em torno do fato de que, por não termos um modelo genuinamente nacional, de certa forma somos ainda dependentes dos modelos externos. Além disso,

5 5 alguns traços da gestão brasileira; como paternalismo, personalismo, centralização, autoritarismo; podem prejudicar a formação de um modelo competitivo. Por fim, podemos nos atentar para transição de modelos externos para um modelo originalmente brasileiro, por meio do fortalecimento de características positivas de nossa cultura; como flexibilidade, adaptabilidade, criatividade, informalidade (BERTERO, 2004). A antropofagia dos modelos internacionais consagrados pode auxiliar no desenvolvimento de nossos estudos organizacionais em torno desta temática, auxiliando assim a administração brasileira vislumbrar a luz do lado de fora da caverna. É o embate que irá possibilitar a construção de modelos genuinamente nacionais, é o choque entre o que vem de fora e a reflexão sobre a possibilidade do novo que permitirá a solução do dilema apresentado no início deste trabalho e isto só se dará com a subversão da ordem atual. 3. Antropofagia: Subverter a ordem, este era o objetivo de Oswald de Andrade e de seus companheiros quando em 1928 foi publicado o Manifesto Antropófago e o deste trabalho ao levar a reflexão todos que por ventura venham a entrar em contato com ele. O objetivo do movimento antropófago era o de pensar uma arte genuinamente brasileira, que se libertasse dos modelos europeus vigentes e buscasse, por meio da antropofagia das referencias vindas de fora, um fazer artístico nacional (FACCHINETTI, 2002). O nosso objetivo é refletir a respeito da possibilidade do avento de uma administração genuinamente brasileira, tendo como inspiração a proposta antropofágica da década de 20. Segundo Facchinetti (2002): No panorama de subversão à ordem da geração de 1920, Oswald de Andrade se destacou pela proposta radical de uma revolução literária e social. Sua obra pauta-se por um claro programa de dessacralização do lugar da poética e do lugar do outro estrangeiro (estranho) ao corpo, de sua introjeção e deglutição. Tal programa supõe uma visão anárquica de força explosiva e incessante: é preciso que a inquietação demolidora não arrefeça para que a renovação esteja sempre em pauta, para que a mobilidade esteja sempre no horizonte mais próximo. (FACCHINETTI, 2002, p.2) A revolução do movimento delineado por Oswald e seus companheiros tinha como objetivo incluir o que a tradição clássica deixava de fora, questionando a verdade instituída, o paradigma artístico da época, os modelos vindos da Europa (FACCHINETTI, 2002) A nossa revolução se daria no sentido de absorver o que os modelos da administração internacional possuem de bom e subvertê-los de acordo com nossa realidade, propor uma reflexão crítica nacional questionando e desconstruindo seus paradigmas e a partir dai transformando-os em algo original. De acordo com Facchinetti (2002): A proposta revolucionária ganha peso na medida em que a desconstrução permite perceber que a verdade tomada como única e eterna a respeito da raça, da sintaxe, do bem moral, ou

6 6 qualquer outra verdade instituída é uma ilusão resultante da disposição de regras e discursos no diálogo que se estabelece com o outro (seja este outro o europeu, a religião católica, a ciência, etc.). O descortinar dessa descoberta permite, então, experienciar também que o lugar do outro (bem como o do simesmo) não é um dado à priori, tal como parecia até então, mas sim algo decidido no próprio embate de forças que resulta desse encontro; deste modo, desde que se conte com o esforço incessante de destruir o já dado, seguro e controlado, o que pode daí advir, ignora-se seu sentido de antemão é o novo, propriamente. (FACCHINETTI, 2002, p.3) Neste sentido, a antropofagia do que vinha de fora, o ato simbólico de comer o estrangeiro, se dá por meio da fragmentação do saber artístico da época. Além disso, a denominação de estrangeiro, não cabia apenas no vindo de fora, muito menos nas dimensões geográficas Brasil e Europa. Segundo Facchinetti (2002), o algo a ser devorado, degustado e digerido é o que se produz no embate entre o pensar nacional e o conhecimento Europeu, é o que surge do atrito entre os dois mundos, supostamente distintos e separados que interessa. É o novo que surge desta fricção que se torna original, nas palavras da autora: Segundo Oswald, acabaríamos por encher a pança de nossa herança cultural ambígua, recheada de seu imaginário poético inconsciente e misterioso, e também de seu poder recal(citrante)cante que aliou a catequese aos Governos, o jesuíta ao militar. A deglutição poderia promover o brasileiro novo, modernomodernista [...]A proposta oswaldiana seria, pois, que a mobilidade e a desconstrução incessantes pudessem ser nossas características, para não sermos pegos novamente pelo servilismo. (FACCHINETTI, 2002, p.4) Desta forma, por meio deste embate, que Oswald acredita no surgimento de uma arte genuinamente nacional. Propomos o mesmo movimento para o ensino e a pesquisa da administração brasileira, é a partir deste movimento que sairemos da caverna a qual nos encontramos. 4. A Caverna da Administração Brasileira: A alegoria da Caverna de Platão concretiza o fenômeno antropofágico da revelação de um novo conhecimento, obtido por meio do embate entre dois mundos, um dentro da caverna, representando o pensar nacional, e o de fora da caverna, representando o conhecimento Internacional. A Redução Sociologia de Guerreiro Ramos postula a noção de mundo como sendo algo perspectivista, evocando o conceito de consciência. De acordo com (RAMOS, 1958): O essencial da idéia de mundo é a admissão de que a consciência e os objetos estão reciprocamente relacionados. Toda consciência é intencional porque estruturalmente se

7 7 refere a objetos. Todo objeto, enquanto conhecido, necessariamente está referido à consciência. O mundo que conhecemos e em que agimos é o âmbito em que os indivíduos e os objetos se encontram numa infinita e complicada trama de referências. (RAMOS, 1958, p. 82). É por meio do conhecimento do objeto que se chega à consciência, ou seja, simbolicamente seria o ato de sair da caverna que fará com que se chegue a tomada de consciência. Porém, a idéia que se defende neste trabalho não é a da ruptura total de um desses dois mundos, de forma isolacionista, mas sim, a utilização do que Guerreiro Ramos chamou de consciência crítica, para a construção de um novo conhecimento genuinamente nacional. 5. Atividade Proposta: Com base em tudo que foi descrito anteriormente, propomos uma atividade de reflexão sobre a situação do ensino da administração no Brasil. A atividade iniciará com a projeção de um desenho animado, de aproximadamente 27 minutos, que apresenta uma livre adaptação da alegoria da caverna de Platão, contextualizada na realidade histórica no período da escravidão no Brasil. Após a projeção, a sala permanecerá escura e uma segunda apresentação áudio-visual começará, informando por meio de uma mensagem, que todos os presentes naquele momento, se encontram no interior de uma caverna. A partir deste instante, serão projetados durante aproximadamente 5 minutos, pelo mesmo áudio-visual vários nomes consagrados de acadêmicos na área de administração, em uma alusão às sombras que são projetadas no fundo da caverna. Dando continuidade, após esta projeção, o público será convidado a sair da caverna, por meio de mais uma mensagem projetada, e logo em seguida as luzes se acenderão. Serão servidos biscoitos em embalagens com os nomes dos acadêmicos que foram projetados anteriormente, juntamente com canetas e pedaços de papel. Os presentes serão estimulados a comerem simbolicamente, de forma antropofágica, os acadêmicos e, a partir deste instante, a escreverem idéias originais sobre administração. Este ato representará o movimento antropofágico semelhante ao proposto por Oswald Andrade. Por fim, os participantes que desejarem, poderão expor oralmente suas idéias. Espera-se ao final da atividade, que os participantes reflitam a respeito do que é ensinado e produzido nos cursos de administração no Brasil e tenham uma percepção crítica sobre o grau de influencia da produção acadêmica internacional vis a vis a produção nacional, e quem sabe até, disseminar a necessidade da criação de um manifesto antropofágico da administração brasileira. Para a realização da atividade proposta, será necessário um projetor datashow, uma tela de projeção, um aparelho de DVD para reprodução do desenho animado e para apresentação áudio-visual, além de canetas e papel para todos os participantes. Os biscoitos, de marcas convencionais e tradicionais, serão fornecidos pelos proponentes da atividade e adquiridos em lojas do ramo. Estes biscoitos permanecerão em suas embalagens originais, que serão recobertas por um invólucro com os nomes dos

8 8 acadêmicos que serão apresentados. Está prevista a participação de 20 a 30 pessoas e o tempo total da atividade será uma hora. 6. Referências Bibliográficas: ANDRADE, Oswald. (1924). O Manifesto Antropófago. São Paulo: Revista de Antropofagia, Ano 1, No. 1, maio de acesso em março de BERTERO, Carlos Osmar. (2004). Gestão à Brasileira. São Paulo: GV Executivo, v.3, n.3, Agosto/ Outubro de 2004, pp CASTELLS, Manuel. (1999). A sociedade em rede: A era da informação: economia, sociedade e cultura; Volume 1, São Paulo: Editora Paz e Terra, 2a. ed., FARIA, Alexandre e GUEDES, Ana. (2005). Movimento cultural nos estudos organizacionais: uma abordagem interdisciplinar focada no consumo e na globalização. Rio de Janeiro: Cadernos EBAPE.BR, v.iii, n.2, março de 2005, pp FACCHINETTI, C. (2002). O antropófago e Freud. In: FACCHINETTI, Cristiana. (Org.). Lições de Psicanálise 1 - Sedução e fetiche na comunicação. 1 ed. Rio de Janeiro, 2002, v. 1. acesso em março de RAMOS, Guerreiro. (1958). A redução sociologica : introdução ao estudo da razão sociologica; Rio de Janeiro: Instituto Superior de Estudos Brasileiros, 1958.

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados PRESIDENCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Assunto: DISCURSO DO EXMO. SUBCHEFE DE ASSUNTOS FEDERATIVOS DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX

Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX Miriam Correia da Silva¹ Mercedes Carvalho² RESUMO

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Hiperconexão. Micro-Revoluções. Não-dualismo

Hiperconexão. Micro-Revoluções. Não-dualismo ESTUDO SONHO BRASILEIRO APRESENTA 3 DRIVERS DE COMO JOVENS ESTÃO PENSANDO E AGINDO DE FORMA DIFERENTE E EMERGENTE: A HIPERCONEXÃO, O NÃO-DUALISMO E AS MICRO-REVOLUÇÕES. -- Hiperconexão 85% dos jovens brasileiros

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning.

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. Autor(a): Gliner Dias Alencar Coautor(es): Joaquim Nogueira Ferraz Filho, Marcelo Ferreira de Lima, Lucas Correia de Andrade, Alessandra

Leia mais

Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais

Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais Propriedade Intelectual e seu impacto nos programas de pós-graduação XVI ENCEP Encontro Nacional de Coordenadores de Cursos de

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics

Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics Engineers Prefácio O Engenheiro 2020 Como será ou deveria

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O surgimento do Serviço Social O serviço social surgiu da divisão social e técnica do trabalho, afirmando-se

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica PRAXIS A palavra práxis é comumente utilizada como sinônimo ou equivalente ao termo prático. Todavia, se recorrermos à acepção marxista de práxis, observaremos que práxis e prática são conceitos diferentes.

Leia mais

Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010.

Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. O Global e o Contextualtual no Aprendizado Gerencial de Multinacionais Uma Perspectiva Brasileira Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. OBJETIVO

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

PROJETO UNIVERSIDADE ABERTA 2011

PROJETO UNIVERSIDADE ABERTA 2011 PROJETO UNIVERSIDADE ABERTA 2011 Trabalhas sem alegria para um mundo caduco Carlos Drumond de Andrade 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Realização do 6º ano do Projeto Universidade Aberta, com o título Faces

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sumário Aula 1- Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização. Aula 2- Processo

Leia mais

II Congreso Internacional sobre profesorado principiante e inserción profesional a la docencia

II Congreso Internacional sobre profesorado principiante e inserción profesional a la docencia II Congreso Internacional sobre profesorado principiante e inserción profesional a la docencia El acompañamiento a los docentes noveles: prácticas y concepciones Buenos Aires, del 24 al 26 de febrero de

Leia mais

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio Cláudio Roberto Ribeiro Martins claudiorrmartins@gmail.com FCT/UNESP - Presidente Prudente Palavras-chave:

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO 1 ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO VOGEL, Deise R. 1 BOUFLEUR, Thaís 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras chave: Espaços adaptados; experiências;

Leia mais

Resumo Objetivo e Definição do problema

Resumo Objetivo e Definição do problema 1 Resumo Objetivo e Definição do problema O presente trabalho estuda o uso potencial de instrumentos que utilizam uma interação próxima entre os setores público, privado e o terceiro setor, visando aumentar

Leia mais

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE. Laboratório de Extensão - LABEX

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE. Laboratório de Extensão - LABEX EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE Laboratório de Extensão - LABEX Augusto Gomes Amado Júlia Mafra Letícia Nery de Figueiredo Juliana Westmann Del Poente Thaisa

Leia mais

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER Nilton Cezar Ferreira 1 Por mais de dois séculos já se faz reformas curriculares no Brasil, no entanto nenhuma dessas reformas conseguiu mudar de forma

Leia mais

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade Desenvolvido por: Neuza Maria Rodrigues Antunes neuzaantunes1@gmail.com AUMENTO DA POPULAÇÃO URBANA 85% NO BRASIL (Censo

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL Márcio Henrique Laperuta 1 Rodrigo Santos2 Karina Fagundes2 Erika Rengel2 UEL- Gepef-Lapef-PIBID RESUMO

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

uma agenda universal para o desenvolvimento sustentável

uma agenda universal para o desenvolvimento sustentável uma agenda universal para o desenvolvimento sustentável Raphael Azeredo Vinícius Fox Drummond Cançado Trindade Só nos sustentamos em pé porque estamos ligados uns aos outros. A inspiradora frase de Candido

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

Desenvolvimento econômico e social no Brasil e a qualificação profissional num mundo globalizado

Desenvolvimento econômico e social no Brasil e a qualificação profissional num mundo globalizado Desenvolvimento econômico e social no Brasil e a qualificação profissional num mundo globalizado Edson Tomaz de Aquino 1 Resumo: Este artigo apresenta uma reflexão sobre os desafios do Brasil em competir

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino

Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino A escola e a gestão do conhecimento Entender as instituições educacionais pressupõe compreendê-las e colocá-las em relação

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO O Programa de Pesquisa da Rede Doctum de Ensino parte de três princípios básicos e extremamente importantes para o processo de Pesquisa: 1. O princípio de INDISSOCIABILIDADE

Leia mais

A NOVA QUESTÃO SOCIAL *

A NOVA QUESTÃO SOCIAL * COMO CITAR ESTE TEXTO: Formato Documento Eletrônico (ISO) NASCIMENTO, Alexandre do. A Nova Questão Social. [Acesso em dd/mm/aaaa]. Disponível em http://www.alexandrenascimento.com. A NOVA QUESTÃO SOCIAL

Leia mais

CIRCO: UMA PRÁTICA CORPORAL VIVENCIADA POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO. Palavras Chave: Educação Física, Ensino Médio e Circo

CIRCO: UMA PRÁTICA CORPORAL VIVENCIADA POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO. Palavras Chave: Educação Física, Ensino Médio e Circo CIRCO: UMA PRÁTICA CORPORAL VIVENCIADA POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO MARIA CRISTINA LOZANO Grupo de Pesquisa Educação Física FEUSP / CNPQ Este estudo é um relato de um projeto de educação física, entitulado

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Tainah Schuindt Ferrari Veras Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Bauru/SP e-mail: tainah.veras@gmail.com

Leia mais

Caminhos para Análises de Políticas de Saúde

Caminhos para Análises de Políticas de Saúde Caminhos para Análises de Políticas de Saúde Tatiana Wargas de Faria Baptista Ruben Araujo de Mattos Este texto integra o material Caminhos para análise de políticas de saúde, produzido com apoio da Faperj,

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM DISCIPLINA: Gestão de Pessoas EMENTA: O sistema clássico de estruturação da gestão de recursos humanos e suas limitações: recrutamento e seleção, treinamento

Leia mais

Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras

Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras Entrevista Margarida Kunsch Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras no campo das relações públicas e da comunicação

Leia mais

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna A importância dos RECURSOS HUMANOS na empresa moderna Organizações: cenário atual Empresas vêm passando por impactos revolucionários: Dimensão globalizada Aumento da competitividade Mudanças constantes

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais RELATÓRIO Samira Santana de Almeida 1 1. Apresentação

Leia mais

Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis

Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis Ciclo de Cursos de Educação Ambiental Ano 4 Secretaria de Estado do Meio Ambiente Coordenadoria de Planejamento Ambiental Estratégico

Leia mais

Gestão da Informação e do Conhecimento

Gestão da Informação e do Conhecimento Gestão da Informação e do Conhecimento Aula 05 Aquisição da Informação Dalton Lopes Martins dmartins@gmail.com 2sem/2014 Aquisição da Informação PROCESSO 2 - A aquisição da informação envolve as seguintes

Leia mais

A influência da Tecnologia da Informação e Telecomunicação na Contabilidade - A Era do Contador Digital

A influência da Tecnologia da Informação e Telecomunicação na Contabilidade - A Era do Contador Digital A influência da Tecnologia da Informação e Telecomunicação na Contabilidade - A Era do Contador Digital Núcleo Interdisciplinar de Estudos Independentes Brayan Christian B. de Oliveira Abril 2012 Introdução

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos)

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos) 1. Unidades temáticas, conteúdos e objetivos/competências I O que é a Sociologia Unidades temáticas/conteúdos* 1. Sociologia e conhecimento sobre a realidade social 1.1. Ciências Sociais e Sociologia 1.2.

Leia mais

Workshop Cooperação Internacional e rede de cidades

Workshop Cooperação Internacional e rede de cidades Workshop Cooperação Internacional e rede de cidades Vicente Trevas, Vice-Presidente da RIAD e Subchefe de Assuntos Federativos da Presidência da República do Brasil. Inicialmente, gostaria de colocar algumas

Leia mais

Carta dos Povos da Terra

Carta dos Povos da Terra Carta dos Povos da Terra Primeira Proposta Janeiro 2011 Para contribuir no debate e enriquecer esta proposta de Carta, pode se inscrever enviando um e-mail para carta@forums.rio20.net www.rio20.net Um

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s.

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s. Bom dia a todos e a todas, Não é difícil apontar vantagens económicas às medidas de gestão empresarial centradas na igualdade de género. Em primeiro lugar, porque permitem atrair e reter os melhores talentos;

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: O BINÔMIO COMPUTADOR E EDUCAÇÃO

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: O BINÔMIO COMPUTADOR E EDUCAÇÃO INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: O BINÔMIO COMPUTADOR E EDUCAÇÃO por Wesley José Silva Setembro, 2004 A informática hoje vem sendo uma das soluções a ser implantada na didática de ensino aprendizagem, tendo como

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 69/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

Teorias da Administração

Teorias da Administração Teorias da Administração Cronologia das teorias da administração 1903 Administração Científica 1903 Teoria Geral da Administração 1909 Teoria da Burocracia 1916 Teoria Clássica da Administração 1932 Teoria

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado

Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado Colégio Salesiano São José 8º ano Geografia Professor: Juliano Mudanças no Espaço Geográfico Como ocorrem essas mudanças: Formas; Funções; Fluxos; Modos

Leia mais

5 Análise dos resultados

5 Análise dos resultados 5 Análise dos resultados Neste capitulo será feita a análise dos resultados coletados pelos questionários que foram apresentados no Capítulo 4. Isso ocorrerá através de análises global e específica. A

Leia mais

Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo

Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo Samira Santana de Almeida 1 RELATÓRIO 1. Apresentação O presente

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM MARÇO/ABRIL/2012 Considerações sobre as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio Resolução CNE/CEB

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers O especialista em inovação Lourenço Bustani analisa as dificuldades que travam a inovação na economia brasileira e discute possíveis soluções.

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes

CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes COLÉGIO ARNALDO 2015 CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes Aluno (a): 5º ano: Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Este trabalho deverá ser entregue IMPRETERIVELMENTE no dia da prova. Prezado(a)

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A indissociabilidade entre ensino/produção/difusão do conhecimento

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

O Processo De Melhoria Contínua

O Processo De Melhoria Contínua O Processo De Melhoria Contínua Não existe mais dúvida para ninguém que a abertura dos mercados e a consciência da importância da preservação do meio ambiente e a se transformaram em competitividade para

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA

VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA PROGRAMA COOPERATIVO EDUCAÇÃO CONTINUADA E CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES DOS CURSOS SUPERIORES DE ENGENHARIA: INICIANDO A DISCUSSÃO Sandra Maria Dotto Stump - sstump@mackenzie.com.br

Leia mais

DESAFIO PORTUGAL 2020

DESAFIO PORTUGAL 2020 DESAFIO PORTUGAL 2020 Estratégia Europa 2020: oportunidades para os sectores da economia portuguesa Olinda Sequeira 1. Estratégia Europa 2020 2. Portugal 2020 3. Oportunidades e desafios para a economia

Leia mais