NAVEGAÇÃO INTERIOR UM BRASIL QUE NAVEGA INFORMATIVO TRIMESTRAL DA QUILÔMETROS DE VIAS INTERIORES NAVEGADAS

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1 INFORMATIVO TRIMESTRAL DA NAVEGAÇÃO INTERIOR SUPERINTENDÊNCIA DE NAVEGAÇÃO INTERIOR SNI 3º TRIM/2012 Sistema de Informações Geográficas da ANTAQ (SIGTAQ): Curso é ministrado para os servidores das UAR s, SNM, SPO e SFC. Em parceria com STI, Navegação Interior e Marítima desenvolvem o Sistema de Desempenho da Navegação SDN. Fórum Brasil-Holanda resulta em parcerias e futuros investimentos em Infraestrutura Aquaviária. ANTAQ dispõe de banco de dados com informações de custos das empresas autorizadas de travessia. Visita Técnica a Manaus (AM) e Santarém (PA) coleta contribuições para alteração da Resolução nº 260 da ANTAQ GDI implanta sistema de gerenciamento informatizado e execução de suas atividades por projetos SNI finaliza a entrega dos indicadores de serviço adequado para o transporte longitudinal de passageiros e misto GT proprõe metodologia de cálculo de preço para prestação de serviço de travessia UM BRASIL QUE NAVEGA Páginas 9 e QUILÔMETROS DE VIAS INTERIORES NAVEGADAS

2 HIDROVIAS: MEIO DE TRANSPORTE A FAVOR DO MEIO AMBIENTE... PARA TODAS AS GERAÇÕES... PELA VIDA INTEIRA! Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

3 Sistema de Desempenho da Navegação SDN começa a ser desenvolvido A STI, a SNI e a SNM vêm desenvolvendo um sistema informatizado on-line para envio das informações de movimentação pelas empresas brasileiras de navegação autorizadas pela ANTAQ. Pela navegação interior, o trabalho é realizado pela GOI e GDI, com base na Nota Técnica nº /2012 GDI, de 02 de outubro de Pretende-se sistematizar as informações através de formulários on-line disponibilizados no sítio eletrônico da ANTAQ. O mesmo trabalho está sendo realizado na Navegação Marítima. Até a implantação definitiva desse sistema, está previsto um período de transição durante o qual ainda será permitido o envio das informações em formulário impresso, após o que, o envio on line será obrigatório. A GDI e a GOI já vêm consolidando as informações de forma descentralizada, conforme são prestadas pelos operadores. A partir do SND, os dados poderão ser informados pelos operadores diretamente no sítio eletrônico da ANTAQ, mas deverão ser validados pela Agência antes de Com o SDN, os dados da navegação interior e marítima deverão ser consolidados e sistematizados tornando possível a elaboração dos relatórios de movimentação. serem consolidados no banco, a fim de mitigar eventuais erros de preenchimento. Após a validação deverá ser emitido ao operador um termo de recebimento comprovando a entrega das informações. O conhecimento exato destas informações é de extrema importância para atividade regulatória desenvolvida pela Agência, possibilitando ações como: análise do desempenho das Empresas Brasileiras de Navegação EBN; acompanhamento dos fretes e tarifas; divulgação de indicadores de serviço adequado; mensuração da modicidade tarifária; subsídios à proposição de políticas públicas; e até mesmo a verificação do cumprimento da gratuidade obrigatória no transporte de passageiros, bem como seu impacto na receita dos operadores. A consolidação, sistematização e centralização dos dados no Sistema de Desempenho da Navegação possibilitará a elaboração de relatórios de movimentação nas seguintes agregações: por empresa, por origem e destino, por embarcação, por UAR, por Administração hidroviária, por Região hidrográfica, por Bacia hidrográfica, por produto, por tipo de carga e por NCM da carga. O SDN, portanto, é um sistema inovador que agregará todas estas informações, tanto da Navegação Interior como da Navegação Marítima. Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

4 Visita Técnica a Manaus (AM) e Santarém (PA) coleta contribuições para alteração da Resolução 260-ANTAQ No período de 01 a 05 de outubro, a equipe técnica da GDI realizou uma Visita Técnica aos pontos de embarque e desembarque de passageiros de Manaus e Santarém. Nestes locais manteve contato com empresas, associações, órgãos de assistência social e Ministério Público coletando informações para subsidiar a alteração da Resolução 260- ANTAQ. O objetivo da visita foi a coleta de informações para melhorar o atendimento dos idosos quanto à gratuidade integral e o desconto concedido nos transportes aquaviários de competência da União. Inicialmente foi realizada uma videoconferência com os servidores das Unidades Administrativas Regionais de Porto Velho, Manaus, Belém e São Luiz, quando os servidores puderam expressar suas opiniões e apresentar contribuições. Curso do Sistema SIGTAQ é ministrado para os servidores das UAR s, SNM, SPO e SFC O treinamento para usuários do Sistema de Informações Geográficas da ANTAQ (SIGTAQ) ocorreu no período de 05 a 07 de novembro em Brasília. De acordo com os instrutores Eduardo Pessoa de Queiroz e Isaac Monteiro do Nascimento, especialistas da GDI/SNI, durante o curso foi oferecido mais que um simples treinamento aos seus servidores. Além de uma compilação de enunciados, comandos e telas de computador, foram tratados temas relevantes, sendo apresentada uma parte essencial do Plano Nacional de Integração Hidroviária PNIH. Boa parte das análises contidas nos relatórios Técnicos, Executivos e no Plano Geral de Outorgas PGO Hidroviário, produtos do PNIH, foi discutida ao longo do treinamento. O material apresentado mostrou apenas parte das potencialidades do SIGTAQ, mas suficiente para mostrar que, conjugada à base de dados geográficos, forma um importante instrumento para análises do sistema de transporte aquaviário nacional. Participaram do treinamento servidores das Unidades Administrativas Regionais, das Superintendências de Navegação Marítima, Portos e Fiscalização e Controle. Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

5 ANTAQ já dispõe de banco de dados de custos das empresas de travessia autorizadas pela União Por meio do estudo de formação de preços dos serviços de transportes de travessia autorizados pela ANTAQ, foi possível gerar um banco de dados com informação sobre os custos relativos ao exercício 2011 de 25 empresas de travessia autorizadas pela União, sendo que o objetivo é contar com as informações de todas as empresas. Hoje, a Agência já dispõe de elementos da movimentação (demanda) de 85% dos operadores autorizados. A GDI já acompanhava os dados relativos aos preços praticados e quantidade transportada (movimentação) pelas empresas autorizadas, sendo que agora passa a dispor de maiores informações, oportunizando um maior controle sobre o setor. Dada a continuidade na manutenção e constante atualização do banco de dados a agência já detém os recursos necessários para atender às diversas demandas que chegam à ANTAQ por meio da Ouvidoria e de outros órgãos de controle externo. GT apresenta proposta de metodologia para o cálculo de preço do serviço de travessia Na segunda quinzena de outubro, o Grupo de Trabalho GT instituído pela Ordem de Serviço 014/2012-SNI concluiu seu relatório final, apresentando fórmulas, plano de contas, dentre outros instrumentos utilizados na concepção da metodologia de definição de preço de equilíbrio para os serviços de transporte de travessia. Tomou-se como ponto de partida o confronto entre os custos das empresas e de sua movimentação mensal e/ou anual. Durante o desenvolvimento dos estudos, ficou evidenciada a assimetria nas informações que são disponibilizadas pelas empresas, apontando a necessidade de a Agência criar mecanismos de fiscalização e/ou auditorias com a finalidade de reduzir ou mesmo eliminar essas assimetrias. A metodologia já está sendo utilizada pela GDI como instrumento de análise para revisão dos preços praticados pelas empresas prestadoras de serviço de travessia operando sob o regime de autorização da União. Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

6 SNI propõe indicadores de serviço adequado para o transporte longitudinal de passageiros e misto A legislação que define as regras para delegação de serviços públicos determina, dentre os atributos desta prestação, que o serviço seja considerado adequado. Ocorre porém, que a mesma legislação não define nem estabelece parâmetros para aplicação do conceito de serviço adequado. Assim, compete ao poder concedente estabelecer os níveis de qualidade inerentes ao serviço adequado para nortear a atuação do concessionário ou autorizado. Para responder a esses requisitos, a SNI procedeu a finalização e entrega ao Planejamento Estratégico da ANTAQ, dos indicadores de serviço adequado para o transporte longitudinal de passageiros e misto. Os indicadores deste tipo de serviço serão agregados às outras áreas como subsídio ao Projeto P2 do Planejamento Estratégico. Posteriormente, os conceitos e indicadores do serviço adequado serão inseridos nas ações finalísticas da ANTAQ através das normas, a partir das quais a Agência poderá dar aplicação ao comando constitucional que determina que a prestação dos serviços públicos deverá observar os ditames do serviço adequado, por meio de fiscalizações pontuais nas empresas. Espera-se que, com a implementação dos indicadores e acompanhamento dos resultados ao longo do tempo possam ser estabelecidas metas de cumprimento para cada regulado, respeitando-se as especificidades características de cada operação. O desenvolvimento deste sistema de indicadores para a avaliação dos serviços de transportes aquaviários suprirá a necessidade de mensurar e avaliar a adequabilidade destes serviços. Isto dará maior efetividade ao trabalho regulatório da Agência Reguladora. Com a Finalização destes estudos a GDI iniciou o Desenvolvimento de Indicadores de Serviço Adequado para o Transporte de Travessias. As informações geradas pelos indicadores de forma sistêmica, contextualizadas e orientadas a um determinado objetivo, podem contribuir para o progresso em direção a alvos ou metas préestabelecidas, para a identificação de problemas, assim como para direcionar a fiscalização dos serviços prestados aos usuários. Contribuem ainda para fortalecimento nas ações da ANTAQ. Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

7 GDI implanta gerenciamento informatizado, planejamento Operacional e execução de suas atividades por projetos Desde o primeiro semestre de 2012 foi implementado na GDI o acompanhamento informatizado das atividades desenvolvidas naquela gerência. O gerenciamento está baseado em monitoramento das atribuições e sua adequação à GDI e ao planejamento estratégico da ANTAQ, conforme os processos, atividades, metas e prazos, sendo elaborados projetos específicos, em alguns casos. O acompanhamento é feito ainda por meio do Sistema de Gerenciamento de Projetos MS Project Management. Os servidores atualmente preenchem uma planilha onde são elencadas as atividades que lhes são atribuídas com as respectivas fases e previsão de início e término. Dependendo da complexidade da atividade é elaborado um Termo de Abertura de Projetos TAP, que passa a ser monitorado pelo escopo, atividades, metas e prazos. Considerando as contingências diárias e ainda, que os servidores da GDI desenvolvem atividades sob o comando de outras unidades e/ou grupos internos e externos à ANTAQ, o acompanhamento é diário, semanal e mensal, possibilitando o dimensionando do tempo e disponibilidade de integração a outras atividades que podem ou não serem realizadas por mais de um servidor. O método contribui para otimizar a eficiência do pessoal lotado na GDI, possibilita uma comparação entre o previsto e o que efetivamente foi executado, além do registro dos resultados individuais e por equipe. Baseado nas atribuições da Gerência, este acompanhamento tem promovido um melhor controle sobre as atividades e resultados da GDI, proporcionando ainda a manutenção do registro histórico das atividades desenvolvidas por servidor, por projeto e equipe envolvida, dentre outras vantagens. Baseado nas atribuições da Gerência, este acompanhamento tem promovido um melhor controle sobre as atividades, projetos e resultados, proporcionando ainda a manutenção do registro histórico das atividades desenvolvidas por servidor, por projeto e equipe envolvida, dentre outras vantagens. A síntese dos relatórios, contendo os projeto/ações, o prazo de duração e os servidores alocados em cada atividade é disponibilizada no mural da GDI. Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

8 EVENTOS E RESULTADOS Missão Econômica Holandesa participa do Fórum Brasil-Holanda, em São Paulo Da esquerda para direita: José Leônidas Cristino (Ministro da Secretaria Especial de Portos Brasil); Melanie Schultz Van Haegen (Ministra de Infraestrutura e Meio Ambiente - Holanda); Paulo Sérgio Passos (Ministro dos Transportes Brasil); e Tiago Pereira Lima (Diretor-geral em exercício da ANTAQ). Missão Econômica Holandesa liderada pela Ministra de Infraestrutura e do Meio Ambiente da Holanda, Sra. Melanie Schultz Van Haegen, participou do FÓRUM BRASIL HOLANDA, promovido pelo Governo Holandês em parceria com a Antaq, no dia 09 de abril de Na ocasião, Brasil e Holanda firmaram a Carta de Brasília, com recomendações para dar à navegação interior um papel de maior destaque na política brasileira de transporte; estimular as indústrias a escolher locais próximos às hidrovias e/ou portos para se instalarem; criar condições para assegurar o uso múltiplo das águas; promover o uso de meios de transporte ambientalmente amigáveis e energeticamente econômicos; desenvolver sistemas para a coleta de resíduos das embarcações da navegação interior; e fortalecer a cooperação entre Brasil e Holanda no setor. A dimensão e composição de minha delegação indica claramente o empenho holandês para fortalecer ainda mais a colaboração da área de cooperação portuária, transporte marítimo e logística, navegação fluvial, sistemas inteligentes de transporte, gerenciamento de tráfego construção naval e fornecimento e gerenciamento de água e águas residuais, afirmou a Ministra, Sra. Melanie Schultz Van Haegen. O Fórum destacou a importância da navegação interior na política brasileira de transportes, enfatizando a necessidade de se criar condições para assegurar o uso múltiplo das águas e promover o uso de meios de transporte ambientalmente amigáveis. A comitiva Holandesa, composta por mais de 45 integrantes, participou intensivamente dos debates promovidos no Fórum Brasil Holanda. Dentre seus resultados, ficou definida a realização de um evento com rodada de negócios na Amazônia, a ser realizado em 2013 nas cidades de Belém (PA) ou Manaus (AM). Além do Fórum, a ministra holandesa participou da abertura da Intermodal South America 2012 Feira Internacional de Logística, Transporte de Cargas e Comércio Exterior, em São Paulo, visitou a exposição e a conferência para o comércio internacional, logística, transportes e manejo de carga na América Latina. Já no Rio de Janeiro, visitou a Petrobrás e a Transpetro tendo em vista interesses de companhias holandesas com potencial para fazer negócios no campo da construção naval e fornecimento. Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

9 Além da ministra de Infraestrutura e Meio Ambiente da Holanda, participaram do Fórum Brasil Holanda, o ministro da Secretaria Especial de Portos, Leônidas Cristino, o ministro dos Trasnportes Paulo Sérgio Passos, o diretor - geral em exercício da ANTAQ, Tiago Lima, o secretário de Política de Transportes do Ministério dos Transportes, Marcelo Perrupato, o superintendente de Navegação Interior da ANTAQ, Adalberto Tokarski, a chefe da delegação comercial holandesa, Ineke Dezentjé Hamming, e o embaixador do Reino dos Países Baixos no Brasil Kees Rade, além de representantes de empresas de logística e transporte da Holanda. Adalberto Tokarski, Superintendente de Navegação Interior da ANTAQ (Centro); e Wim Ruigh, Presidente da Amports - Associação dos Portos de Amsterdã (à direita) coordenaram os trabalhos do Fórum Brasil-Holanda. Como um dos frutos da visita, um protocolo de entendimento para cooperação nas áreas de logística e transportes entre o Brasil e Holanda foi assinado em 10 de abril, em São Paulo (SP), pela ministra de Infraestrutura e Meio Ambiente do Reino dos Países Baixos, Melanie Schultz Van Haegen, os ministros brasileiros da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, e dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. A ministra holandesa afirmou, na ocasião, que existe grande potencial para crescimento em comércio e investimento mútuos, e demonstrou confiança no sucesso da missão enxergando-a como uma excelente oportunidade para os parceiros brasileiros e holandeses trocarem conhecimento e melhorarem os já produtivos relacionamentos nos setores público e privado. Neste sentido, o governo federal anuncia em dezembro um pacote para reforçar a estrutura dos portos brasileiros e qualificar a mão de obra do setor. Firmes na experiência holandesa, o estudo que embasa o plano nacional de logística portuária (PNLP) foi elaborado por uma equipe da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com consultores do porto de Roterdã (Holanda). Pelo que se apresenta, a missão holandesa rendeu e ainda renderá bons frutos para a economia brasileira, com grande volume de investimentos a serem aportados no setor aquaviário pela Holanda. Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

10 UM BRASIL QUE NAVEGA: Vias interiores navegadas no País é de Km. Até recentemente, mesmo entre especialistas do setor de transporte e logística, não se conhecia com precisão a extensão das vias economicamente navegadas no Brasil. Por falta de estudos mais rigorosos, ficaram consagradas as estimativas de que seriam de aproximadamente km a extensão das vias navegadas, e de km as vias potencialmente navegáveis. Com o auxílio da ferramenta de geoprocessamento da ANTAQ, o SIGTAQ, a Gerência de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Interior realizou um estudo visando checar a efetiva extensão das vias economicamente navegadas. Considerando via economicamente navegada aquela na qual há algum registro de utilização por Empresa Brasileira de Navegação, na prestação do serviço longitudinal de cargas e na navegação interior de passageiros e misto (passageiro e carga), foram analisados os registros de operação de carga no Sistema de Desempenho Portuário SDP/ANTAQ, no Sistema Mercante/MT, na Eletronorte (operadora das eclusas de Tucuruí), na Administração da Hidroviária do Paraná AHRANA, no Departamento Hidroviário da Secretaria Estadual de Transportes de São Paulo DH/SEST/SP e na Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (mais precisamente os registros do Porto Fluvial de Petrolina). Complementarmente, foram consideradas linhas de navegação outorgadas pela ANTAQ aos operadores que realizam o transporte de passageiros ou de passageiros e cargas. A partir dos pares de origem e destino da carga e passageiros encontrados, aplicando-se a ferramenta Caminhos Mínimos do SIGTAQ, estimou-se, sem sobreposição de linhas, a extensão total das vias economicamente navegadas totalizando (vinte mil, novecentos e cinquenta e seis) quilômetros, sendo km utilizados para transporte de carga e km para o transporte de passageiros. Há, ainda, km utilizados exclusivamente no transporte de passageiros e misto. Relativamente à malha prevista pelo Plano Nacional de Viação PNV (anexos da Lei 5.917/73) 1, que é de km, pode-se afirmar que aproximadamente 49,9% da malha planejada é economicamente navegada na atualidade. O estudo foi amplamente divulgado em veículos de comunicação de âmbito nacional e internacional. TABELA 1 - BRASIL: VIAS ECONOMICAMENTE NAVEGADAS VIAS ECONOMICAMENTE NAVEGADAS - TOTAL Quilometragem % PARAGUAI PARANÁ-TIETÊ SÃO FRANCISCO SOLIMÕES-AMAZONAS SUL TOCANTINS TOTAL Mesmo com a Lei /11, que objetivava, entre outros fatores, dispor sobre o Sistema Nacional de Viação - SNV, os seus anexos foram totalmente vetados. Dessa maneira, consideramos válidos os anexos da Lei 5.917/73. Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

11 TABELA 2 - TRANSPORTE DE CARGAS E DE PASSAGEIROS E MISTO CARGAS PASSAGEIROS E MISTO - PARAGUAI 592 PARANÁ-TIETÊ SÃO FRANCISCO SOLIMÕES-AMAZONAS SUL TOCANTINS TOTAL Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

12 E x p e d i e n t e Superintendência de Navegação Interior - SNI Adalberto Tokarski Superintendente Gerencia de Outorga e Afretamento da Navegação Interior - GOI Walneon Antonio de Oliveira Gerente Gerência de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Interior - GDI José Renato Ribas Fialho Gerente Informativo Trimestral da Superintendência de Navegação Interior 3º Trimestre

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