Folha de S. Paulo. Anatel estabelece condições para união de Vivo e Telesp. Na China, Dilma aposta em maior parceria em ciência, tecnologia e inovação

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1 Folha de S. Paulo Anatel estabelece condições para união de Vivo e Telesp A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgou nesta segunda-feira condições para a aprovar em definitivo a incorporação da Vivo pela Telesp, no processo em que a Telefónica assumiu a participação da Portugal Telecom na maior operadora celular do país. A agência concedeu anuência prévia para a incorporação, mas impôs condições para a Vivo e para a Telesp cumprirem. Entre as determinações no lado da operação fixa da Telefónica no Brasil está a instalação até o final de 2012 de 400 mil acessos adicionais à sua planta de internet rápida por tecnologia ADSL. Do lado da operação celular, a Vivo terá de ampliar sua cobertura de Internet rápida 3G, também até o final de 2012, "em, no mínimo, 150 novos municípios". Às 14h15, as ações da Vivo subiam 2,75%, enquanto as da Telesp mostravam ganho de 2,41%, com o Ibovespa marcando valorização de 0,34%. A Anatel também determinou que a Telesp terá que levar serviços de fibra óptica a no mínimo 70 mil domicílios até o final de dezembro do ano que vem e que a Vivo terá de disponibilizar conexão à Internet para 100 escolas rurais dentro de sua área de cobertura 3G no país. Na China, Dilma aposta em maior parceria em ciência, tecnologia e inovação A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, inaugurou nesta terça-feira em Pequim o Diálogo de Alto Nível Brasil-China sobre Ciência, Tecnologia e Inovação, em seu segundo dia de viagem à China e antes de reunir-se com o presidente do gigante asiático, Hu Jintao, no Grande Palácio do Povo. Dilma, cuja passagem pela China está marcada pelo objetivo de exportar mais produtos elaborados ao país asiático e não apenas matérias-primas, reuniu-se antes da cerimônia oficial de boas-vindas com o presidente da Foxconn, Terry Gou. O maior produtor mundial de componentes eletrônicos foi fundado em Taiwan em 1974, instalou-se na cidade industrial de Shenzhen em 1988, conta com 900 mil funcionários em todo o mundo e é fornecedora dos principais clientes do setor de TI. A primeira visita bilateral de Dilma à China, onde participará da cúpula dos Brics (Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul), tem a meta de fortalecer as relações comerciais e econômicas, já que os vínculos políticos com a China atravessam um bom momento. A cooperação internacional do Brasil em ciência, tecnologia e inovação à qual se refere o diálogo aberto nesta terça-feira, é parte de sua "diplomacia científica" para diminuir o vão entre países desenvolvidos e em desenvolvimento e identificar processos de inovação produtiva. Diplomatas brasileiros disseram à agência Efe que ciência, tecnologia e inovação são elementos fundamentais para o desenvolvimento, a criação de empregos e a busca de oportunidades, e que Pequim reconheceu em seu Plano Quinquenal a necessidade de 1

2 mudar o modelo de crescimento, inovar e produzir qualidade para seu mercado interno e exportação. Também na integração latino-americana, disseram, a difusão do conhecimento científico e tecnológico mediante associações de benefício mútuo contribuiu para elevar o desenvolvimento e ampliar a capacidade em inovação produtiva. Na China, o presidente Hu Jintao defendeu a pesquisa e a inovação rumo ao que chamou de "crescimento científico sustentável" para reduzir a dependência tecnológica do exterior. Após a reunião de Dilma e Hu, está prevista para hoje a assinatura de cerca de 20 convênios em diversas áreas, como saúde, energia, esportes, defesa e agricultura, assim como um contrato para a venda de aviões da brasileira Embraer à China. Segundo as fontes brasileiras, além da cooperação em satélites de comunicações, a associação mais significativa no setor nos últimos anos foi a criação do Centro China- Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras em Energia na Universidade Tsinghua de Pequim, que é vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O centro também permite o desenvolvimento de projetos bilaterais em energia eólica e biodiesel com a Academia de Ciências da China. Embora Pequim dê preferência aos países na vanguarda da produção tecnológica, o país reconhece que o Brasil possui a maior capacidade científico-tecnológica e de inovação da América Latina e busca setores específicos complementares, acrescentaram as fontes. A China já é o maior parceiro comercial do Brasil e grande investidor no país sulamericano (US$ 30 bilhões em 2010), principalmente em minerais, petróleo, soja e telecomunicações. Em 2010 a empresa estatal chinesa Wuhan Iron Steel (Wisco) se associou ao Grupo EBX para instalar uma siderúrgica no norte do Rio de Janeiro por US$ 3,5 bilhões, comprou os direitos de prospecção de ferro em Morro de Santana (MG) por US$ 5 bilhões, e adquiriu por US$ 400 milhões o direito de explorar 50% do ferro de Serra Azul (MG). Segundo o porta-voz da Presidência do Brasil, Rodrigo Baena, a primeira viagem de Dilma à China tem caráter econômico, "pois queremos reciprocidade nas exportações e a abertura do mercado chinês a nossos produtos". As matérias-primas são majoritárias no comércio bilateral de US$ 56 bilhões. O Brasil é um dos principais celeiros do mundo e líder na exportação de soja (US$ 17,115 bilhões à China em 2010), café e carne, cujo mercado o país deseja abrir na China o mais rápido possível, enquanto Pequim já aprovou nove frigoríficos brasileiros. Segundo dados oficiais, quase 8% do investimento chinês no Brasil em 2010 foram destinados à compra de terras agrícolas, sobretudo de grãos e cereais para exportar ao gigante asiático. Em 2009, gigantes energéticos chineses investiram US$ 10 bilhões no promissor horizonte de hidrocarbonetos descoberto pelo Brasil no pré-sal do oceano Atlântico, e em 2010 a Sinopec adquiriu 40% das ações da Repsol Brasil por US$ 7,1 bilhões. O Estado de S. Paulo 2

3 Operadoras querem subsídio para banda larga As empresas de telefonia só vão aceitar ofertar banda larga com velocidade de 1 mega ao preço de R$ 35 (com impostos ou R$ 29,90 sem impostos) em todo o País, como quer a presidente Dilma Rousseff, se recursos públicos forem destinados para esse fim, segundo apurou o "Estado". As empresas ainda não foram chamadas para apresentar uma contraproposta ao governo sobre a oferta de internet rápida para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) com maior velocidade, mantendo o preço acordado, mas querem saber qual o impacto disso para as operadoras e já deixam claro que isso só será possível se o governo determinar fontes de financiamento para viabilizar o projeto. "A gente vai ter que ter uma forma de financiar isso", confidenciou um executivo de uma empresa ao Estado. Ele lembrou que, no caso dos Estados Unidos, a banda larga foi unificada no País, mediante aporte de US$ 80 bilhões do governo. "Nos países onde a internet foi universalizada, o governo entrou com recursos. O nosso não quer colocar nada", criticou. Outro executivo disse que a presidente está certa de querer implantar banda larga de 1 mega em todo o País, mas reforçou que terá de haver destinação de recursos públicos para levar o serviço para regiões onde a implantação não é viável economicamente para as empresas. "A presidente está correta de querer isso, mas é preciso fazer um investimento enorme", disse. A resistência de alguns estados em zerar a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é outro entrave para o PBNL. Segundo as empresas, algumas unidades da Federação só concordam com a isenção para uma velocidade de banda larga de até 256 Kbps. Se para pacotes de 600 Kbps - oferta apresentada pela Oi para o PNBL- alguns estados não concordam em retirar o imposto do serviço, sob a alegação de que quem adquire internet com essa velocidade tem condições de pagar pelo serviços, as empresas avaliam que ao aumentar para 1 mega, o cenário fica mais difícil. Uma fonte do governo disse, porém, que se as operadoras ofertarem um mega a R$ 35, o governo se encarregará de fazer a negociação com os Estados para que o serviço fique abaixo dos R$ 30. Prorrogação. No dia 8, o Estado revelou que o pedido de vistas do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), embaixador Ronaldo Sardenberg, sobre a terceira revisão do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU III), que seria votado naquele dia, foi uma determinação da presidente Dilma. A decisão foi tomada porque o governo não quer perder o instrumento de negociação com as empresas - no caso, o PGMU e os contratos de concessão - até que as operadoras ofereçam uma oferta "satisfatória" de massificação da banda larga. Com isso, a entrada em vigor das novas metas, prevista para 2 de maio, foi prorrogada para 30 de junho, em decisão formalizada na sexta-feira, apurou o Estado. O adiamento acabou sendo bem recebido pelas concessionárias, que pleiteiam que as operadoras de telefonia celular também sejam convocadas para atuar no PNBL. "Acabaram confundindo PGMU e PNBL e só as concessionárias estão sendo cobradas em apresentar uma oferta de internet. Todas as operadoras deveriam ser chamadas e fazer uma espécie de mutirão para levar o serviço para todo o País", destacou um executivo. 3

4 Brasil Econômico PT assume participação de 25,6% no Grupo Oi A fatia dos portugueses na Oi é superior à estimada quando a aliança estratégica entre as companhias foi anunciada, no final de julho do ano passado. A expectativa era que a Portugal Telecom ficasse com cerca de 22% do grupo brasileiro. Segundo comunicado da Portugal Telecom nesta segunda-feira (28/3), a empresa europeia desembolsou R$ 8,32 bilhões pela participação na Oi. A Portugal Telecom comprou 35% da AG Telecom (do grupo Andrade Gutierrez) e da La Fonte Telecom (do grupo Jereissati), que estão no topo da estrutura societária da Oi. Além de ficar com uma fatia importante nessas sociedades, a Portugal Telecom passa a deter uma posição relevante direta no capital da Telemar Norte Leste e da Tele Norte Leste, empresas do grupo brasileiro que são listadas em bolsa. No caso da Telemar Norte Leste, a Portugal Telecom terá, diretamente, 9,4% do capital total, enquanto na Tele Norte Leste ficará com 10,5%. A Portugal Telecom concluiu ainda a compra de 16,2% da empresa de call center Contax, que também pertence ao Grupo Oi, por R$ 116 milhões. O próximo passo será a fusão da Contax com a Dedic, empresa de atendimento da companhia portuguesa. Uma aliança com a Oi no Brasil foi o caminho encontrado pela Portugal Telecom para ceder à pressão da Telefónica para venda de parte da operadora móvel Vivo sem tirar o pé do mercado brasileiro de telecomunicações. A Oi aceitou vender os 50% que tinha na Brasilcel, holding de controle da Vivo, para sua então sócia Telefónica, em julho de 2010, por 7,5 bilhões. Simultaneamente, os portugueses costuraram o acordo com a Oi. Os aumentos de capital na Telemar Norte Leste e na Tele Norte Leste foram feitos para acomodar a Portugal Telecom no quadro societário e acelerar a recomposição da saúde financeira da Oi, afetada após a compra da Brasil Telecom em Oi com dívida menor Segundo a Portugal Telecom, a Tele Norte Leste está reduzindo sua dívida líquida em R$ 6 bilhões, para R$ 12,7 bilhões, após o aumento de capital. Com a injeção de recursos, a Tele Norte Leste diminuiu a relação entre dívida líquida e Ebitda sigla em sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação para 1,2 vez, segundo a Portugal Telecom. Teletime Anatel amplia prazo de contribuições ao novo PGMQ de telefonia fixa Atendendo a pedidos de associações do setor, a Anatel decidiu ampliar o prazo para o envio de contribuições ao novo Plano Geral de Metas de Qualidade (PGMQ) da telefonia fixa. A consulta, que terminaria na próxima quarta-feira, 13, será estendida até o dia 6 de maio. O PGMQ compõe o pacote de renovação e revisão contratual, apesar de ser editado pela própria agência - ao contrário do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU), oficializado por decreto. 4

5 Técnicos da agência tiraram dúvidas sobre a proposta de PGMQ nesta segunda-feira, 11, em audiência pública realizada em Brasília. A maior parte dos questionamentos na audiência foi relacionada a indicadores técnicos previstos no plano e os impactos do novo modelo de acompanhamento da qualidade dos serviços telefônicos nas relações trabalhistas. A proposta traz inovações em relação aos planos anteriores, voltando os indicadores para a melhoria da qualidade percebida pelos consumidores. "Estamos inserindo a chamada qualidade percebida no plano e faremos uma medição do desempenho do atendimento, que é uma das questões mais sensíveis para os usuários", explicou o superintendente de Serviços Públicos, Roberto Pinto Martins, que conduziu a audiência. Minuta do edital para faixa de 2,5 GHz prevê obrigações de cobertura e equipamentos nacionais A proposta de edital para a faixa de 2,5 GHz (2.500 MHz a MHz) em consulta interna na Anatel traz algumas novidades importantes sugeridas pela área técnica em relação aos outros leilões para faixas do espectro já realizadas pela agência. A primeira é que a licitação é para autorização de licenças de SMP (serviço móvel), SCM (serviço de dados) e/ou STFC (serviço fixo) em todas as subfaixas previstas. São elas as subfaixas W, V e X (todas elas de 20 MHz + 20 MHz, previstas para a tecnologia FDD), a subfaixa U (de 35 MHz, prevista para o TDD) e a subfaixa P (10 MHz + 10 MHz, para o FDD). As licenças serão divididas em lotes, como vem sendo praticado pela agência no leilão das faixas do SMP. Os vencedores poderão operar até os três serviços em qualquer uma destas faixas, pelo prazo de 15 anos. Os preços mínimos, obviamente, ainda não estão definidos, já que a superintendência de serviços privados da agência ainda está em fase de finalização da proposta, mas já existe a sugestão para que haja contrapartidas de cobertura e também de contratação de equipamentos e serviços nacionais. Em relação às obrigações de cobertura sugeridas até aqui pela área técnica da Anatel, colocam-se as seguintes metas: * 12 meses para atender na faixa de 2,5 GHz com serviço de SMP, SCM e/ou STFC 100% dos municípios designados como sede ou subsede da Copa do Mundo de Esta obrigação vale para todas as subfaixas; * 24 meses para atender na faixa de 2,5 GHz com serviços de SMP, SCM e/ou STFC as capitais de Estado, Distrito Federal e municípios com mais de 500 mil habitantes. Esta obrigação vale para todas as subfaixas; * 36 meses para atender na faixa de 2,5 GHz com serviços de SMP, SCM e/ou STFC todos os municípios com mais de 200 mil habitantes. Esta obrigação vale para todas as subfaixas; * 48 meses para atender na faixa de 2,5 GHz com serviços de SMP, SCM e/ou STFC 5

6 todos os municípios com mais de 100 mil habitantes. Esta obrigação vale para todas as subfaixas; * 60 meses para atender na faixa de 2,5 GHz com serviços de SMP, SCM e/ou STFC um determinado grupo de cidades com população entre 30 mil e 100 mil habitantes listado no edital. Esta obrigação vale apenas para os vencedores das subfaixas W, V e X que dividirão as cidades de maneira proporcional, conforme metologia também apresentada no edital. * 72 meses para atender com SMP na faixa de 1,9 GHz /2,1 GHz ou com SMP, SCM e/ou STFC na faixa de 2,5 GHz os municípios com menos de 30 mil habitantes que ainda não sejam servidos pelo serviço de 3G. Segundo a conta da Anatel, 24% dos municípios com menos de 30 mil habitantes não têm previsão de serviços nas faixas de 1,9 GHz/2,1 GHz, o que significa que um terço deles (8%) irá para os vencedores das faixas V, X e W, caso haja interessados em todas elas. Para o atendimento das cidades com menos de 30 mil habitantes, segundo a sugestão da área técnica, a proponente vencedora terá o direito de compartilhar infraestrutura com os demais prestadores de serviços de comunicações de interesse coletivo. O serviço também poderá ser prestado, nestes municípios, segundo a área técnica, utilizando a rede de outras prestadoras. Os municípios serão considerados cobertos quando 80% da área urbana estiver atendida. Limites de espectro O edital em estudo na Anatel para a faixa de 2,5 GHz propõe que as operadoras de SMP, SCM e STFC, incluindo coligadas, controladas e controladoras, só podem acumular 60 MHz de espectro somando todas as subfaixas. Isso se aplica, por exemplo, ao caso das operadoras que já operam na faixa de 2,5 GHz. Mas no caso das subfaixas W, Z e X (cada uma de 20 MHz + 20 MHz) e da subfaixa P (10 MHz + 10 MHz), o limite por prestadora é de 40 MHz. Se não houver interessados para a subfaixa P (10 MHz + 10 MHz) a Anatel reabrirá o leilão ao fim do processo, aí sim permitindo que as vencedoras das faixas Z, W e X participem e possam ficar com 60 MHz de espectro. A Anatel não esboçou, até aqui, como será a compensação para a desocupação da faixa de 2,5 GHz por parte dos operadores de MMDS que serão desalojados da faixa. Também não está claro quanto eles teriam que pagar para poder prestar os novos serviços nas faixas que já ocupam. Atendimento futuro Um detalhe interessante das regras em estudo para as faixas de 2,5 GHz é a previsão de autorização futura a terceiros das faixas W, V e X nos municípios com menos de 30 mil habitantes que não sejam parte das metas das empresas vencedoras do primeiro leilão. Com isso, a Anatel garante que em todos os municípios brasileiros poderá haver, no futuro, a cobertura com serviço em 2,5 GHz. Pelas regras em estudo pela área técnica, os primeiros vencedores das faixas V, W e Z só precisam cobrir cidades com menos de 6

7 30 mil habitantes naqueles municípios não atendidos pelos prestadores que operam na faixa de 1,9 GHz/2,1 GHz (3G). A autorização a terceiros, se acontecer, será a título oneroso. Já nos municípios com menos de 100 mil habitantes, poderá haver a autorização para uso das faixas P e U a terceiros no futuro. Isso porque pelas regras em estudo para o edital 2,5 GHz, não há obrigações de cobertura impostas aos primeiros vencedores destas duas subfaixas. Com isso, a Anatel garante que poderá haver operadores nestes pequenos municípios na faixa de 2,5 GHz. O licenciamento também será a título oneroso. Compromissos de aquisição de produtos e tecnologias nacionais Os vencedores do leilão da faixa de 2,5 GHz deverão se comprometer, conforme a sugestão que está sendo feita pela área técnica, a destinar 30% dos investimentos em tecnologias e produtos desenvolvidos no Brasil. Este percentual incidiria sobre os investimentos na aquisição de "equipamentos de acesso e rede, sistemas e produtos destinados especificamente à exploração objeto do edital". A dispensa só ocorre em caso de inexistência justificada de equipamentos para atender a este item. Garantias financeiras Um aspecto importante da proposta de edital de 2,5 GHz que está em consulta interna na Anatel é que se exige a apresentação de garantias financeiras referentes tanto à obrigação de cobertura quanto em relação à obrigação de aquisição de equipamentos nacionais. Caso esses compromissos não sejam cumpridos, além das penas normais por descumprimento do edital (que pode chegar à cassação da outorga) está também a execução das garantias por parte da Anatel. Novos parâmetros para contratos de provedores irão melhorar qualidade, garante Telebrás Após realizar uma consulta pública sobre os contratos que serão assinados com os provedores de Internet para iniciar efetivamente o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), a Telebrás resolveu alterar os parâmetros previstos no projeto original. Em uma primeira interpretação, a estatal flexibilizou as regras permitindo que os provedores tenham mais do que 10 clientes por cada link contratado, o que poderia comprometer a qualidade da velocidade entregue ao consumidor final. Mas, segundo o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, a mudança trará muitos benefícios por conta de um elemento até então não revelado. Santanna admitiu que o projeto original foi alterado por conta de diversos pedidos de flexibilização dos contratos apresentados pelos provedores. Mas, no processo de mudança das regras, os provedores teriam concordado em adotar um parâmetro externo de controle de qualidade das conexões. E o sistema escolhido pela estatal, garante o presidente, acabará sendo bem mais rígido com relação ao controle de qualidade da velocidade comercializada. Tratam-se de referência novas, ainda não divulgadas publicamente, estabelecidas em uma parceria entre o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e o Inmetro. 7

8 O parâmetro mais importante - e que acabou tornando desnecessária a limitação do número de clientes por cada link - é o que exige que os provedores entreguem de fato aos consumidores pelo menos 20% da banda de tráfego contratado na rede. Ou seja, se o link contratado foi de 1 Mbps, o provedor só poderá ter cinco consumidores conectados simultaneamente para cumprir o parâmetro de qualidade estabelecido pelo Inmetro. "Na verdade, o novo acordo irá melhorar o desempenho da navegação ao invés de prejudicá-lo, como pode se pensar por conta do fim da limitação do número de clientes. Tiramos a limitação porque ela não é mais necessária já que o provedor terá que assegurar sempre uma entrega mínima de velocidade", explicou Santanna. O controle dessa oferta mínima também trará uma outra novidade para os contratos. A Telebrás só assinará acordos com os provedores que aceitarem instalar um equipamento de monitoramento da velocidade de provimento. Este equipamento também foi desenvolvido no convênio entre o CGI.br e o Inmetro e tem tecnologia nacional (existem outros modelos no mercado, de fabricantes estrangeiros). Ele consiste em um aparelho colocado nos servidores e nos locais que contrataram os serviços para monitoram a qualidade tanto da velocidade de saída quanto de chegada da Internet em banda larga que será comercializada dentro dos contratos do PNBL. Com a regra de entrega mínima de 20% associada ao sistema de monitoramento, Santanna acredita que a Internet oferecida por meio da rede Telebrás poderá ter qualidade acima da média praticada no mercado. Hoje, as empresas de telecomunicações assegurem apenas 10% da velocidade contratada pelo cliente por contrato, índice que acaba tornando a experiência de navegação dos consumidores muito distante do esperado ao contratar o serviço. Além do parâmetro da entrega mínima, o sistema de avaliação da qualidade desenvolvido pelo Inmetro contém mais uma dezena de referências técnicas que deverão ser seguidas pelos provedores que contratarem a rede da Telebrás. 8

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