UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS PROGRAMA DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS PROGRAMA DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS PROGRAMA DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: Possibilidades de Inclusão Digital VANDERLÉA LUIZA DA SILVA Orientador: Prof.ª Dr. ª Nadir Castilho Delizoicov Joaçaba 2007.

2 UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA ÁREA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS PROGRAMA DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO Possibilidades de Inclusão Digital VANDERLÉA LUIZA DA SILVA Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Educação da Universidade do Oeste de Santa Catarina Unoesc, Campus de Joaçaba, para obtenção do grau de Mestre em Educação, sob orientação da Prof.ª Dra. Nadir Castilho Delizoicov. JOAÇABA - SC 2007

3 AGRADECIMENTO Primeiramente agradeço a Deus pela vida e pela possibilidade de chegar até aqui. Agradeço imensamente a minha Mãe Julia Paes da Silva e ao meu pai Telmo José da Silva, por terem me apoiado sempre e principalmente por terem me ensinado a nunca desistir. Agradeço a minha irmã Vanderlene Maria da Silva que viveu comigo as aflições, as angustias e alegria dessa fase da minha vida. Aos meus irmãos Reginaldo da Silva e Luiz Antonio da Silva que sempre tiveram uma palavra amiga nas horas que eu mais precisava. Agradeço também as minhas amigas e amigos que não desistiram de mim, mesmo quando atarefada com as atividades do mestrado não podia me fazer presente: a Cristiane, a Anelides, o Zaidir, a Josiane, a Aryana,a Tânia, a Rosi, a Dona Iracema, o Seu Antonio, o Edson, o Jacson, o Marcelo, entre tantas outras, outros. Agradeço muito o apoio que recebi dos meus colegas de trabalho do SESC, sempre cobrindo minhas ausências, em especial a Daisy Fin Machado, gerente do SESC Chapecó, que apoiou-me sempre que precisei, liberando-me para as inúmeras idas a Joaçaba. Agradeço também aos colegas dessa jornada em especial a Maristella Muller Drews, ao Jairo Santos e a Marinilse Netto, pela amizade, e companheirismo. Agradeço de coração à Professora Doutora Nadir Delizoicov orientadora que não poupou esforços para me orientar nessa árdua jornada. Enfim, agradeço a todos que de uma forma ou de outra contribuíram nessa caminhada.

4 "Temos o direito de ser iguais quando a diferença nos inferioriza; temos o direito de ser diferentes quando a igualdade nos descaracteriza." Boaventura Santos

5 RESUMO Este trabalho buscou verificar como estavam sendo utilizados os Centros de Informática na Educação - CIEd nas escolas das redes de ensino público do Município de Chapecó SC -, mais precisamente se os mesmos estavam, ou não, contribuindo para a inclusão digital dos docentes. A pesquisa foi realizada junto a oito professoras do ensino fundamental séries iniciais -, que atuavam em escolas da Rede Municipal de Educação e da Rede Estadual de Educação e que dispunham de Centros de Informática. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi a entrevista semi-estruturada. A análise das entrevistas evidenciou que todas as professoras tinham acesso às ferramentas de informática, particularmente ao microcomputador. O seu uso se restringia à pesquisa na internet para a localização de material para o preparo de atividades destinadas aos alunos, comunicação através de , chats, bem como à digitação de textos. Consideramos que o Programa Nacional de Informática na Educação PROINFO e a Política Municipal de Informática na Educação de Chapecó, constituem importantes iniciativas para a inclusão digital, porém, muito ainda tem a ser feito. Palavras-chave: educação e inclusão digital, informática, formação de professores.

6 ABSTRACT The essay has the objective to verify how the access to Information Technology (IT) is in State and City Council Schools in Chapeco/SC mainly the way (domestic or public) teachers have access to this technology and identify how the CIEd has being used, that is, if there was or wasn t the digital inclusion. The research was done in State and City Council Schools that have the CIEd. To collect data we used semi-structured interviews. Eight teachers participated on the research; all of them have been working at these schools, which had CIEd at the time of the research. We observed that all teachers were using this technology (IT) in their houses, at friends house or at their work. We considered that at least in the schools where CIEd had been in use there had been the digital inclusion and we also observed that much improvement has been accomplished but much more will have to be done. Key words: education, digital inclusion, information, technology,

7 LISTA DE SIGLAS ANEL Agencia Nacional de Telecomunicações ARPA - Agência de Projetos e Pesquisas Avançadas Norte americana CAI - Computer-Aided Instruction Ou Instrução Auxiliada Por Computador CENIFOR - Centro de Informática Educativa CERN -Centre Européen Poour Recherche Nucleaire CIEd - Centros de Informática na Educação CNPq - Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Tecnológicas CONSED - Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação CPU - Central Processing Unit ou Unidade Central de Processamento CRE Coordenadoria Regional de Educação. DEIED - Departamento de Informática na Educação a Distância ENIAC - Electronic Numerical Integrator And Computer ou Computador e Integrador Numérico Eletrônico EU Unidade Escolar EUA Estados Unidos da América FINEP Financiadora de Estudos e Projetos FSF - Free Software Foundation FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações. GEREI Gerencia Regional de Educação e Inovação. GETED Gerência de Tecnologias Educacionais. GLP - General Public License GNU - Sistema Operacional. IBM - International Business Machines ICAI - Instrução Inteligente Auxiliada Por Computador LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação LEC - Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto de Psicologia MEC Ministério da Educação

8 8 MILnet, BITnet, Csnet e NSFnet - Redes de Internet nos EUA. MIT - Massachussts Institute of Technology NEPs Núcleo de Educação Profissional. NSF - National Science Foundation NTE Núcleo de Tecnologia Educacional. NTIC Novas Tecnologias de Informação e Comunicação. OEA - Organização dos Estados Americanos ONU Organização das Nações Unidas PEC - Programas Educacionais por Computador PPP Projeto Político Pedagógico. PRONINFE - Programa Nacional de Informática na Educação. PROINFO Programa Nacional de Informática na Educação. RNP- Rede Nacional de Ensino e Pesquisa SED Secretaria Estadual de Educação e do Desporto. SEE Secretaria Estadual de Educação SEED - Secretaria de Educação à Distância SEI - Secretaria Especial de Informática. SESU Secretaria de Ensino Superior. SI Sala Informatizada. SME Secretaria Municipal de Educação SIE Sistema de Informática para a Educação. TCU Tribunal de Contas da União TIC - Tecnologias de Informação e Comunicação TICs Tecnologias de Informática e Comunicação UERJ Universidade Estadual do Rio de Janeiro UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais UFRGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. UNICAMP Universidade Estadual de Campinas UNIVAC - Universal Automatic Computer UNOESC Universidade do Oeste de Santa Catarina USP Universidade de São Paulo

9 SUMARIO RESUMO ABSTRACT LISTA DE SIGLAS SUMARIO INTRODUÇÃO CAPITULO I - A ORIGEM DO COMPUTADOR E DA INTERNET: Alguns aspectos Da necessidade à popularização Algumas das transformações sociais e tecnológicas que marcam o fim do século XX e inicio do século XXI CAPITULO II - INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO A informática na educação: um pouco da história Programa Nacional de Informática na Educação ProInfo Política Municipal de Informática na Educação Informática e Professores O processo de ensino-aprendizagem a partir das abordagens Instrucionista e Construcionista CAPITULO III - INCLUSÃO DIGITAL Inclusão digital: possibilidades Inclusão Digital: na rede pública de educação de Chapecó/SC Analise dos dados Perfil das professoras Análise das entrevistas Visão sobre os CIEd? Instrumentalização para a utilização dos CIEd? Contribuição dos CIEd para as aulas Contribuição dos CIEd para a inclusão digital CONSIDERAÇÕES BIBLIOGRAFIA CONSULTADAS BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANEXOS

10 INTRODUÇÃO A informática passou a fazer parte da minha vida em 1995, quando pela primeira vez sentei-me em frente a um computador para fazer o primeiro curso, com objetivo de aprender a mexer com o, na época, assustador computador. Lembro que fiz dois cursos, um deles era Editor de texto fácil. Éramos, aproximadamente, 10 pessoas por turma. Aprendemos a ligar e desligar o computador e a digitar texto. Porém, depois desse curso não tive mais acesso a computadores, até que em meados de 1997 entrei para a faculdade de Pedagogia na UNOESC Chapecó, atual Unochapecó. Sempre curiosa e com vontade de ter acesso aos computadores novamente, fiz a carteirinha para o laboratório de informática da universidade e nas horas de folga lá estava eu mexendo nos computadores. Elaborei meu primeiro (que alegria); participava dos chats e pesquisava sobre assuntos relacionados ao meu curso. Mas houve um dia em que levei o maior susto. Não lembro exatamente o que estava fazendo, mas lembro bem quando a tela do computador ficou vermelha com a mensagem ERRO FATAL, que desespero! Imediatamente pensei não tenho condições financeiras de ter um computador em casa, e terei que pagar esse. O que farei? Não encontrei outra solução, a não ser chamar o rapaz que era responsável pelo laboratório. Com o coração aos pulos esperei que ele chegasse até onde eu estava, tal foi minha surpresa e felicidade quando ele disse, tranqüilamente, que como o micro estava ligado em rede era só desligar e liga-lo novamente que funcionaria normalmente.

11 11 Daquele dia em diante passei a freqüentar diariamente o laboratório e agora sem medo, afinal os computadores estavam em rede, (há, nessa época não tinha noção o que significava a frase os micros estão em rede ), mas não importava, sabia que eu podia mexer e dar vazão àquela curiosidade que me assolava. Não voltei a fazer cursos para aprender a utilizar, percebi que os curso que havia feito em 1995 foram pouco significativos. Então fui aprendendo à medida que utilizava: tentativa/ acerto/erro. Fazia minhas pesquisas, digitava meus trabalhos da faculdade, enfim, definitivamente a ferramenta computador já fazia parte da minha vida, tanto que passei a ajudar colegas da faculdade e amigos a utilizarem-no também. No final do 1998, participei de uma seleção para estagiários na UNOESC Chapecó. A prova da qual participei para a seleção devia ser respondida diretamente no microcomputador e salva em disquete. Mas eu não sabia salvar em disquete, ainda assim não desisti, fiz os gráficos e consegui salvar! A melhor parte da história é que dentre os candidatos eu fui selecionada, e passei a ter o computador como ferramenta de trabalho diário. Possivelmente em função de minhas características pessoais, desvendar esse mundo informatizado foi e continua sendo uma aventura um tanto apaixonante. Partindo desse gosto e de observar o quanto essas ferramentas facilitaram e facilitam o cotidiano e também por perceber o quanto algumas pessoas têm dificuldade em fazer uso das mesmas, busquei estudar um pouco mais. Foi assim que cheguei ao seguinte dilema: Estão (mídia em geral - tv, jornais, revistas e a própria internet) falando muito em informática na educação, mas como está acontecendo esse processo, ou melhor, será que está acontecendo? Partindo dessas interrogações e de minha própria história pessoal, pensei em como as pessoas que, como eu, não dispõem de computador em suas residências estão tendo acesso a este artefato tecnológico? Será que estão tendo acesso? Será que a escola esta conseguindo

12 12 ensinar a utilizar o computador e fazer dele uma ferramenta para as aulas? Foi assim que emergiu a problemática que resultou neste estudo. Passei a prestar mais atenção aos noticiários que se referiam a esse tema. Incrível como de uma hora para outra, pelo menos aos meus olhos, as pessoas passam a ver como é necessário entrar na rede, adicionar um endereço eletrônico aos cartões de visitas, fazer uma homepage, etc. Comecei a perceber também que os jornais (impressos e televisivos) passaram a dedicar um bom espaço e tempo para divulgar a internet. Para alguns críticos da área, como por exemplo Franco (1999), esse momento histórico caracteriza-se por uma revolução digital que marca o fim do século XX e inicio do século do século XXI, e é mais parecida com uma esperta campanha de marketing da indústria da informática. Mas isso não significa que devemos ignorar o potencial alternativo, e até certa forma democrático, da rede. Nos dias atuais, a informática tornou-se ferramenta de domínio necessário a praticamente toda a população, seja no trabalho, no supermercado, na universidade ou na agência bancária. Por outro lado, nem toda a população tem acesso ao computador. No Brasil em 2006, segundo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), 27,8% das pessoas são usuárias da internet e 33,1% da pessoas são usuárias de computador. Autores como Silveira (2001), acreditam que a comunicação fundamental da sociedade atual já é a comunicação mediada por computador, outros como Castells (2006) chamam essa fase de Revolução das Novas Tecnologias da Informação. Revolução essa que contribui para acirrar as desigualdades sociais, pois, tanto pode consolidar desigualdades sociais como também eleva-las, aprofundando a distância entre aqueles que já convivem com ela e os que dela estão excluídos. Para uma pessoa que tem acesso e utiliza a rede mundial de computadores, a navegação pode estimular a criatividade, favorecer a realização de pesquisas sobre inúmeros temas e

13 13 encontrar com maior velocidade resultados de suas buscas. Por outro lado, quem está desconectado desconhece o oceano informacional da rede, ficando impossibilitado de encontrar uma informação básica, ou de descobrir novos temas, ou ainda, de despertar para novos interesses a partir dessa ferramenta. Nesse contexto, a escola, como espaço de produção e disseminação do saber, pode fomentar a inclusão a essas ferramentas, proporcionando acesso e os subsídios necessários para que os educandos se apropriem e apreendam como utilizar essas ferramentas em beneficio da promoção do saber. Se não bastassem os motivos já expostos, para a aprendizagem do uso da informática, podemos citar, ainda, a qualificação profissional para o mercado de trabalho. Já é notório que, em praticamente todos os anúncios de emprego, o domínio da informática é uma exigência básica. Ou seja, se não constar no currículo do candidato que este domina pelo menos os programas básicos de informática, pode estar fora do processo seletivo. Isso é justificado em função de que o sistema produtivo do contexto atual está fundamentado na utilização maciça de tecnologia, principalmente aquelas relacionada à informática. A partir dessa problemática, torna-se fundamental inserir na escola o aprendizado do uso dessa ferramenta, seja através de laboratórios de informática ou centros de informática na educação (CIEd). A discussão de que a relação entre a escola e as formas de produção esta sendo utilizada como justificativa para preparar os alunos para as exigências do mercado de trabalho e que a escola precisa se reformular para incluir a todos no mundo digital pode, muitas vezes, deixar de lado outras possibilidades que a escola tem como agente de formação dos indivíduos, colocando seu papel como única e exclusivamente relacionado às necessidades do mercado. A estrita visão do mercado pode não considerar a formação do cidadão com capacidade de questionamento para analisar as informações que lhe são passadas pela mídia

14 14 cotidianamente, comprometendo, assim, a formação de um ser humano critico, com necessidades e aspirações. Essa preocupação com relação à formação de mão-de-obra para o trabalho consta inclusive na Lei de Diretrizes e Bases em seu Artigo 2º, quando encerra o mesmo dizendo que a educação deve buscar a qualificação para o mercado de trabalho. Também o artigo 35º, que trata das finalidades do ensino médio, em seu inciso II, refere-se à preparação para o trabalho. Isto significa que, a partir da LDB, a formação para o trabalho é também responsabilidade da escola. O professor, responsável pela condução do trabalho pedagógico, pode ter consciência destas relações e buscar formas que levem a uma prática que esteja voltada à formação do indivíduo como um todo, como alguém que possa atuar livremente dentro do ambiente que lhe apresenta a sociedade atual. Partindo dessas problemáticas, buscamos conhecer um pouco mais da realidade local. Com o objetivo de verificar como está se dando o acesso as NTIC (microcomputadores e seus periféricos) nas escolas das redes estadual e municipal de educação do município de Chapecó/SC. Mais especificamente, verificar se a implantação dos Centros de Informática na Educação (doravante CIEd) nessas escolas, potencializaram ou não a inclusão digital. Dessa forma, procurou-se verificar junto aos professores como estavam sendo utilizados os CIEd, realizando-se uma pesquisa qualitativa, utilizando-se de entrevistas semiestruturadas como instrumento para coleta das informações necessárias. Oito professoras participaram da pesquisa, todas lecionavam, na época, em escolas que dispunham de CIEd. A pesquisa realizada toma corpo nesta dissertação de mestrado. No primeiro capitulo, apresenta-se uma visão geral e cronológica sobre a história do surgimento do computador e da internet.

15 15 No segundo capitulo, apresentamos aspectos da história da informática na educação, e do Programa de Informática na Educação - ProInfo, assim como da Política Municipal de Informática na Educação da Secretaria Municipal de Educação de Chapecó-SC, dissertando sobre as opções seguidas em termos de equipamentos, software, política educacional e implantação dessas políticas. No terceiro capitulo, o leitor encontra referencias sobre a conceituação de inclusão digital e algumas possibilidades de sua viabilização, assim como os resultados da pesquisa empírica. Ao final deste trabalho, não esperávamos apresentar respostas acabadas, principalmente porque respostas são tidas como representações da verdade, e o que aqui apresentamos não pretende ser a verdade. É apenas o relato e interpretação de uma pesquisa de campo, que no contexto em que se fez, trouxe reflexões, mas que se refere a um local e em um tempo determinado. Esperamos sim que este trabalho motive e possibilite indicativos para novos estudos e observações da prática relacionada à temática em questão.

16 CAPITULO I A ORIGEM DO COMPUTADOR E DA INTERNET: Alguns aspectos 1.1 Da necessidade à popularização Uma das primeiras grandes criações, se não a primeira grande criação do homem em relação à comunicação foi, sem duvida, a escrita. O surgimento da escrita, ou da Tecnologia Intelectual como RAMAL (2002) prefere chamar, [...] é como uma nova memória, situada fora do sujeito, e ilimitada. Com ela não é mais necessário reter todos os relatos este auxiliar cognitivo vem, portanto, relativisar a memória para que a mente humana possa desviar sua atenção consciente para outros recursos e faculdades. (RAMAL, 2002, p.41). A escrita, sobretudo a escrita alfabética, refletiu significativamente nas formas de produção e de apropriação do conhecimento, nas formas de comunicação e nas formas de pensar dos indivíduos. Diferentes habilidades cognitivas se desenvolveram, novos tipos de memória foram exigidos e a própria oralidade palavra falada se modificou. A partir do uso da escrita, os discursos puderam ser separados das situações cotidianas em que se produziam. A transmissão de conhecimento não mais se encontrava limitada pelo tempo, pelo espaço e pelas condições físicas dos indivíduos. [...] Com a escrita, as relações entre indivíduo e a memória social mudam. O sujeito sai de si mesmo para projetar-se ou projetar num material concreto como o papel ou o pergaminho a sua visão de mundo, a sua cultura, sentimentos e vivencias. Ao fazer isso, pode analisar o próprio conhecimento das coisas e do mundo e faze-lo chegar até os homens de outras culturas e de outros tempos. Isso permite, ainda, fazer incursões ao próprio inconsciente: de uma forma muito mais palpável, o material da consciência esta objetivado e o indivíduo pode estudar a si mesmo pela análise de sua expressão. (RAMAL, 2002, p.41).

17 17 As mudanças geradas a partir do surgimento da escrita alteraram inclusive o tipo de memória. Até então, os conhecimentos eram registrados apenas na memória e transmitidos oralmente, a escrita desobrigou os povos de memorizar tudo, pois o que estava escrito, quando necessário, era só consultar, examinar, analisar. A escrita transformou profundamente o processo educativo. A incorporação da escrita como forma de produção e de conservação do conhecimento trouxe uma dupla diferença: era preciso ensinar o conhecimento que se tornava cada vez mais amplo e complexo, mas para isso era preciso primeiro ensinar a própria técnica da escrita. (FRANCO, 1999, p. 2). Quando a escrita passa a ser uma necessidade, e para o seu uso é imprescindível sua apreensão, foi necessário criar formas sistematizadas para aquisição desse conhecimento e não mais espontâneas como a oralidade. (RAMAL, 2002). A partir da escrita o autor e o leitor puderam compartilhar uma experiência sem que participassem do mesmo contexto situacional e local. Com essa tecnologia, tornou-se viável a construção de documentos, registros históricos, arquivos, ou seja, os contos, as histórias, os acontecimentos, os fatos passaram, na medida do possível, a ser registrados. Com o passar do tempo, foram escritos os primeiros livros manualmente, que eram copiados, também manualmente, pelos escribas e guardados em bibliotecas de difícil acesso. Assim foi até o surgimento da imprensa. Naquele tempo, a maioria da população era analfabeta, a leitura e a escrita eram restritas a apenas alguns intelectuais, que em sua maioria, eram religiosos. Mais tarde, o surgimento da imprensa possibilitou um aumento significativo da produção, da re-produção, do acesso e da acumulação de conhecimento criado na oralidade e na escrita, imprimindo-se e distribuindose livros e textos, possibilitando acesso a um número maior de pessoas. (RAMAL, 2002). A partir da escrita, torna-se possível um tratamento mais objetivo de dados e de experiências, por outro lado, surge a desconfiança de até que ponto há um efetivo entendimento das mensagens. Na comunicação oral, o ouvinte participa ativamente e o

18 18 narrador pode verificar a compreensão do que está sendo transmitido, o que não é o caso da escrita. Na experiência objetivada pela palavra escrita distanciada do autor, a interpretação e a significação dependem do leitor, o sentido original pode ser alterado, acrescido, lido a partir de outros olhares e interesses. Para buscar um caráter mais fidedigno da leitura da palavra escrita com a real intenção do autor surge a hermenêutica, essa busca da neutralidade exige aprimoramento da leitura e da escrita, capaz de afastar qualquer ótica impregnada pelo contexto ou pelas circunstâncias presentes, rumo à fidelidade, ao sentido original do texto. (RAMAL, 2002). Se é arriscado associar diretamente o surgimento da ciência ao da escrita, podemos, de qualquer forma, afirmar que a escrita deu impulso às estruturas normativas e desempenhou um papel fundamental na constituição do discurso científico. Não há como fazer ciência em contextos totalmente subjetivos. O distanciamento possibilitado pela grafia no papel traz o registro das experiências e das hipóteses, o conhecimento especulativo, o documento de comprovações, a compilação de teorias e de paradigmas em torno dos quais as comunidades científicas vão se agrupar. (RAMAL, 2002, p. 43). Nesse sentido, pode-se dizer que a escrita viabilizou de alguma forma a ciência, e com a possibilidade de registro outras criações humanas foram sendo concebidas. Isso poderá ser verificado a partir dos relatos que se seguirão. A começar, pela primeira máquina de calcular de que se tem noticia, criada em 1642 por Pascal. Funcionava através de engrenagens mecânicas e com ela era possível somar. Mas tarde, por volta de 1672, depois de muitas tentativas, finalmente é criada a primeira máquina de calcular capaz de desenvolver as quatro operações matemáticas (soma, subtração, divisão e multiplicação) e ainda raiz quadrada. Essa grande conquista foi atribuída ao matemático Gottfried Wilhelm Von Leibnitz que aprimorou a máquina de Pascal e obteve a calculadora universal. (ASSOCIAÇÃO CULTURAL DOS AMIGOS DA INFORMÁTICA, 2004). Dados dessa mesma fonte mostraram (seguindo uma linha temporal), que em 1822 o matemático inglês Charles Babbage, conhecido como o pai do computador descreve cientificamente uma máquina que poderia computar e imprimir extensas tabelas científicas.

19 19 Ainda no mesmo ano, construiu um modelo preliminar de sua Máquina de Diferenças 1. Então ele buscou a Royal Society para apóia-lo em uma proposta dirigida ao governo para que este financiasse a criação de uma máquina de tamanho grande. Durante os 10 anos seguintes, Babbage trabalhou na construção desta Máquina, mas por motivos de trabalho, saúde, dinheiro, e até mesmo pela própria complexidade do equipamento, em 1833 ele resolveu deixar de lado a Máquina de Diferenças e passar a trabalhar então em uma máquina ainda mais complexa: A máquina analítica. A Máquina Analítica, ao contrário de sua predecessora, foi concebida não apenas para solucionar um tipo de problema matemático, mas para executar uma ampla gama de tarefas de cálculo, de acordo com instruções fornecidas por seu operador. Seria "uma máquina de natureza a mais geral possível" - em nada inferior, realmente, ao primeiro computador programável para todos os fins. A Máquina Analítica deveria possuir uma seção denominada "moinho" e uma outra denominada "depósito," ambas compostas de rodas dentadas. O depósito poderia reter até cem números de quarenta dígitos de uma só vez. Esses números ficariam armazenados até que chegasse sua vez de serem operados no moinho; os resultados seriam então recolocados no depósito à espera de uso posterior ou chamada para impressão. As instruções seriam introduzidas na Máquina Analítica por meio de cartões perfurados. (ASSOCIAÇÃO CULTURAL DOS AMIGOS DA INFORMÁTICA, 2004). A máquina analítica, quando finalizada, ficaria tão grande quanto uma locomotiva, e seu funcionamento demandaria de um complexo mecanismo de relojoaria, de aço, cobre e estanho, tudo acionado a vapor. Qualquer desequilibro interno poderia provocar a destruição da mesma. Principalmente por esses motivos ela nunca chegou a ser construída. Ainda segundo informações da Associação Cultural dos Amigos da Informática (2004), a idéia de Babbage para a máquina analítica teria se tornado um computador programável real se a tecnologia do seu tempo tivesse sido capaz de construí-la. Apesar de não ter sido construída, a máquina pensada por Babbage já incluía cinco fatores decisivos para os computadores futuros: um dispositivo de entrada; facilidade de 1 Máquina de Diferenças: mecanismo feito de madeira e latão, que poderia ter alterado o rumo da história se tivesse sido construído efetivamente. Babbage concebeu a idéia de um dispositivo mecânico capaz de executar uma série de cálculos... Tal engenho seria movido a vapor, usaria cavilhas, engrenagens, cilindros e outros componentes mecânicos que então compunham as ferramentas tecnológicas disponíveis em sua época. Maiores informações ver site:

20 20 armazenar números para processamento; um processador ou calculador numérico; uma unidade de controle central para organizar as tarefas a serem executadas; um dispositivo de saída. Ele jamais conseguiu terminar sua máquina analítica, mas concebeu os princípios fundamentais do moderno computador. Mais tarde (1880), o americano Herman Hollerith, agente do censo nos EUA, após observar o difícil e lento processo de contagem, no qual um exército de funcionários trabalhou manualmente durante cinco anos para analisar, organizar e publicar os resultados, idealizou e desenvolveu um processador de dados 2 considerado o primeiro no mundo. Este foi usado para contar e tabular o censo americano de O trabalho era realizado com a utilização de cartões do tamanho de notas de dólar, com 12 fileiras de 20 furos, correspondendo à idade, sexo, lugar de nascimento, estado civil, número de filhos e outros dados do cidadão. Apuradores transferiam as respostas para os cartões, perfurando os lugares adequados. Depois colocavam os cartões em uma máquina de tabulação: cada vez que um pino encontrava um furo, a informação era registrada em um quadro de mostradores. Assim foram computadas as informações acerca de pessoas, no censo americano de Hollerith aperfeiçoou depois sua invenção e para a fabricação de suas máquinas fundou a empresa que veio a fazer parte da corporação conhecida hoje como IBM. (SACERDOTE, 2001). Com o uso desse instrumento o senso americano de 1890 ficou pronto em apenas seis semanas. A máquina, mesmo mecânica, já começava a facilitar o trabalho humano. Porém, esses computadores mecânicos apresentavam numerosas e complexas engrenagens dificultando seu uso. Em função disso, pesquisadores da área buscaram desenvolver um computador eletrônico, que viesse a utilizar álgebra binária, do verdadeiro ou falso, do 0 ou 1, que é a base dos sistemas computacionais de hoje em dia. 2 Processamento de dados consiste em uma série de atividades ordenadamente realizadas, com o objetivo de produzir um arranjo determinado de informações a partir de outras obtidas inicialmente.

21 21 Mas foi a partir da II Guerra Mundial que o desenvolvimento dos computadores eletrônicos ganhou mais força, quando os governos perceberam o potencial estratégico que estas máquinas ofereciam. Assim, os alemães desenvolveram o Z3 3, computador capaz de projetar aviões e mísseis. Pelo lado britânico, foi desenvolvido o Colossus 4, utilizado para a decodificação das mensagens alemães. (CRUZ, ROSA, 2000). Os estudos continuavam, tanto que em 1946 J.P. Eckert e John Mauchly, da Universidade da Pensilvânia, inauguraram o ENIAC- Eletronic Numerical Integrator and Computer, construído com válvulas eletrônicas. Era mil vezes mais rápido do que qualquer máquina anterior, resolvendo cinco mil adições e subtrações, 300 multiplicações ou 50 divisões por segundo. Encheu 40 gabinetes com 100 mil componentes, incluindo cerca de 17 mil válvulas eletrônicas. Pesava 27 toneladas e media 5,50 x 24,40 m e consumia 150 Kw. Apesar de seus inúmeros ventiladores, a temperatura ambiente chegava às vezes aos 67 graus centígrados. Executava 300 multiplicações por segundo, mas, como foi projetado para resolver um conjunto particular de problemas, sua reprogramação era muito lenta. (SACERDOTE, 2001). O ENIAC era diferente dos outros computadores por não ter sido projetado para uma única operação, podia ser usado de maneira geral, para fazer várias coisas. Nesse mesmo ano, John Von Neumann em conjunto com a Universidade da Pensilvânia, propuseram uma arquitetura formada por uma unidade que centralizaria o processamento da maquina (CPU) e também um programa que armazenaria os dados, que era a unidade de memória. Com o tempo, passaram a usar transmissores no lugar das válvulas. Com isso, os computadores puderam diminuir de tamanho, consumir menos energia, tornando-se mais acessíveis, física e economicamente, para outras pessoas e instituições. (CRUZ; ROSA, 2000). 3 Z3, construído pelos alemães, tinha como principal função a codificação de mensagens. Porém foi destruído em Berlim nos deixando pouquíssimas informações. 4 Os ingleses também foram em busca de tecnologias para decifrar códigos secretos construindo então, o Colossus (Serviço de Inteligência Britânico). Possuindo dimensões gigantescas, o Colossus funcionava por meio de válvulas chegando a processar

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca Projetos de informatização educacional Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca O uso do computador como instrumento de educação ainda não é uma realidade para muitos no Brasil, mas aqui

Leia mais

Calculadoras Mecânicas

Calculadoras Mecânicas ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Evolução e Desempenho de Computadores 1ª Calculadora - séc. V a.c Muitos povos da antiguidade utilizavam o ábaco para a realização de cálculos do dia a dia, principalmente

Leia mais

Como surgiu a Internet?

Como surgiu a Internet? Como surgiu a Internet? A internet nada mais é do que a conexão de várias redes de computadores interligadas entre si. O surgimento das primeiras redes de computadores datam a época em que o planeta estava

Leia mais

26/2/2014. Numero de Web Sites no mundo. 1993 1996 1999 Agosto/2002

26/2/2014. Numero de Web Sites no mundo. 1993 1996 1999 Agosto/2002 História da Internet? No final dos anos 50, os EUA formaram uma instituição de investigação, a qual designaram por ARPA (Advanced Research Projec Agency). O objectivo desta instituição, parte integrante

Leia mais

Introdução à Computação

Introdução à Computação Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Introdução à Computação DCA0800 - Algoritmos e Lógica de Programação Heitor Medeiros 1 Informática x Computação

Leia mais

- Aula 2 ESTÁGIOS DA EVOLUÇÃO DA ARQUITETURA DOS COMPUTADORES

- Aula 2 ESTÁGIOS DA EVOLUÇÃO DA ARQUITETURA DOS COMPUTADORES - Aula 2 ESTÁGIOS DA EVOLUÇÃO DA ARQUITETURA DOS COMPUTADORES 1. INTRODUÇÃO Centenas de tipos diferentes de computadores foram projetados e construídos ao longo do ciclo evolutivo dos computadores digitais.

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866 1 Introdução: Um computador é uma máquina (conjunto de partes eletrônicas e eletromecânicas) capaz de sistematicamente coletar, manipular e fornecer resultados da manipulação de dados para um ou mais objetivos.

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores FORMANDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARA O ACESSO A INTERNET: O CURSO DE WEB DESIGN E A

Leia mais

Arquitetura de Computadores. AULA 1 Introdução

Arquitetura de Computadores. AULA 1 Introdução Arquitetura de Computadores AULA 1 Introdução Adaptação do material desenvolvido pelo Profs. Eduardo Moresi e Edilson Ferneda UCB - DF Histórico Sumário Computadores Mecânicos Computadores Eletrônicos

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES REDE DE COMPUTADORES Evolução histórica das redes de computadores Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Objetivos de Aprendizagem Ao final deste módulo você estará apto a conceituar

Leia mais

Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo

Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo Data:17 de Julho de 2009 Índice 01 Evolução da Internet - História (comercialização dos Backbones)

Leia mais

Na época dos nossos bisavós os computadores já existiam, apesar de extremamente rudimentares. Eram os computadores mecânicos, que realizavam cálculos

Na época dos nossos bisavós os computadores já existiam, apesar de extremamente rudimentares. Eram os computadores mecânicos, que realizavam cálculos Na época dos nossos bisavós os computadores já existiam, apesar de extremamente rudimentares. Eram os computadores mecânicos, que realizavam cálculos através de um sistema de engrenagens, accionado por

Leia mais

Informática Aplicada

Informática Aplicada Informática Aplicada Internet Aula 4 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2014 APRESENTAÇÃO A Internet é um grande conjunto de redes de computadores interligadas

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

Sinopse... 2. Saudação... 3. Internet... 6 a 11. Usenet... 12 a 13. Protocolo... 14 a 15. Navegador... 16 a 19. Web... 20

Sinopse... 2. Saudação... 3. Internet... 6 a 11. Usenet... 12 a 13. Protocolo... 14 a 15. Navegador... 16 a 19. Web... 20 ÍNDICE Sinopse... 2 Saudação... 3 Internet... 6 a 11 Usenet... 12 a 13 Protocolo... 14 a 15 Navegador... 16 a 19 Web... 20 Internet explorer... 21 a 27 Download.... 28 a 32 E-mail... 33 a 38 Exercícios...

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas. Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006

Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas. Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006 Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006 Tecnologias da Comunicação e Informação na Educação Professora:

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores

Arquitetura e Organização de Computadores Arquitetura e Organização de Computadores Aula 01 Tecnologias e Perspectiva Histórica Edgar Noda Pré-história Em 1642, Blaise Pascal (1633-1662) construiu uma máquina de calcular mecânica que podia somar

Leia mais

Fundamentos de Informática 1ºSemestre

Fundamentos de Informática 1ºSemestre Fundamentos de Informática 1ºSemestre Aula 1 Prof. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Uma abordagem inicial... o

Leia mais

CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO. IF Farroupilha Campus Santo Augusto; e-mail: joaowinck@hotmail.

CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO. IF Farroupilha Campus Santo Augusto; e-mail: joaowinck@hotmail. CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO WINCK, João Aloísio 1 RISKE, Marcelo Augusto 2 AVOZANI, Mariel 3 CAMBRAIA, Adão Caron 4 FINK, Marcia 5 1 IF Farroupilha Campus

Leia mais

1. NÍVEL CONVENCIONAL DE MÁQUINA

1. NÍVEL CONVENCIONAL DE MÁQUINA 1. NÍVEL CONVENCIONAL DE MÁQUINA Relembrando a nossa matéria de Arquitetura de Computadores, a arquitetura de Computadores se divide em vários níveis como já estudamos anteriormente. Ou seja: o Nível 0

Leia mais

INFORMÁTICA HISTÓRIA DA INFORMÁTICA 1º PD PROFESSOR

INFORMÁTICA HISTÓRIA DA INFORMÁTICA 1º PD PROFESSOR INFORMÁTICA HISTÓRIA DA INFORMÁTICA 1º PD PROFESSOR Nelson Fabbri Gerbelli O que é informática? INFORMAÇÃO TECNOLOGIA INFORMÁTICA INFORmação automática 2 ÁBACO Na China, 3000 anos antes de Cristo, surgiu

Leia mais

A História do Computador. Linguagem de Programação Rone Ilídio/ Natã Goulart UFSJ - CAP

A História do Computador. Linguagem de Programação Rone Ilídio/ Natã Goulart UFSJ - CAP A História do Computador Linguagem de Programação Rone Ilídio/ Natã Goulart UFSJ - CAP Origem da Palavra Computador (século XIX) pessoa com função de fazer contas e resolver problemas com número Termo

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web 2010

Introdução à Tecnologia Web 2010 IntroduçãoàTecnologiaWeb2010 Internet ÓrgãosRegulamentadores ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger Internet Órgãosregulamentadores Índice 1 Breve Histórico da Internet... 2 2 Surgimento

Leia mais

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Rede Nacional de Pesquisa Ministério da Ciência e Tecnologia Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação

Leia mais

AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA

AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA BRASÍLIA - DF 2014 AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing

Leia mais

Figura 1: Ábaco: considerado a primeira ferramenta em computação.

Figura 1: Ábaco: considerado a primeira ferramenta em computação. Introdução à ciência da computação Aula 1: A maioria dos autores considera que, a primeira ferramenta para a computação foi o ábaco. Este instrumento, que hoje conhecemos como pedras polidas enfileiradas

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Curso Técnico em Redes de computadores. Evolução Histórica dos Computadores

Curso Técnico em Redes de computadores. Evolução Histórica dos Computadores Curso Técnico em Redes de computadores Evolução Histórica dos Computadores 1 O conceito de efetuar cálculos com algum tipo de equipamento data pelo menos do século V a.c, com os babilônios e sua invenção

Leia mais

Histórico dos Computadores

Histórico dos Computadores Histórico dos Computadores O mais antigo equipamento para cálculo foi o ábaco (Fig. 1), que era um quadro com arruelas móveis, dispostas em arames paralelos, tendo, portanto, um mecanismo simples. Surgido

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Módulo A REDES DE COMPUTADORES Introdução ARPANET E SURGE UMA REDE... Na década de 60, militares desejavam criar um meio de comunicação que fosse robusto e não tivesse ponto

Leia mais

Fundamentos da Informática. História dos Computadores Prof. Hélder Almeida www.helderalmeida.com.br

Fundamentos da Informática. História dos Computadores Prof. Hélder Almeida www.helderalmeida.com.br Fundamentos da Informática História dos Computadores Prof. Hélder Almeida www.helderalmeida.com.br História da Computação Hoje em dia, os computadores estão presentes em nossa vida de uma forma nunca vista

Leia mais

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Celso João Ferretti: o processo de desintegração da educação atingiu em menor escala as escolas técnicas.

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras TIC Educação

Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras TIC Educação Pesquisa TIC Educação 2010 Coletiva de Imprensa Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras TIC Educação São Paulo, 09 de Agosto de 2011 CGI.br Comitê Gestor

Leia mais

Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito

Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito 1. INTRODUÇÃO O setor de energia sofreu, nos últimos anos, importantes modificações que aumentaram sua complexidade. Para trabalhar

Leia mais

A Evolução dos Sistemas Operacionais

A Evolução dos Sistemas Operacionais Capítulo 3 A Evolução dos Sistemas Operacionais Neste capítulo, continuaremos a tratar dos conceitos básicos com a intensão de construirmos, agora em um nível mais elevado de abstração, o entendimento

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Redesenhando a forma como empresas operam e envolvem seus clientes e colaboradores no mundo digital. Comece > Você pode construir de fato uma

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 3

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 3 ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 3 Índice 1. História da Arquitetura de Computadores - Continuação..3 1.1. Primeira Geração Válvulas (1945 1955)... 3 1.2. Segunda Geração Transistores (1955 1965)...

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO,

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, Juliana Cordeiro Soares Branco CEFET MG Juliana.b@ig.com.br OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales CEFET MG mariarita2@dppg.cefetmg.br

Leia mais

TI no Século XXI. Cesar Bezerra Teixeira 2006

TI no Século XXI. Cesar Bezerra Teixeira 2006 TI no Século XXI Cesar Bezerra Teixeira 2006 Sumário Propósito; Histórico; Tendências Atuais; O Futuro; 2 Propósito Cesar Bezerra Teixeira 2006 3 Propósito Apresentar um histórico da TI e as tendências

Leia mais

INFORMÁTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO I

INFORMÁTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO I CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS Surgimento da Informática INFORMÁTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO I Unidade I Prof Célio Conrado www.celioconrado.com celio.conrado@gmail.com Já nos

Leia mais

1 Introdução à Computação

1 Introdução à Computação 1 Introdução à Computação 1.1 Motivação 1.1.1 Por que Computação? A Computação trata do emprego do computador em suas diversas formas como ferramenta capaz de armazenar e processar informações bem como

Leia mais

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira CIRCUITOS DIGITAIS Engenharia de Computação

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira CIRCUITOS DIGITAIS Engenharia de Computação AULA 01 INTRODUÇÃO Eduardo Camargo de Siqueira CIRCUITOS DIGITAIS Engenharia de Computação O COMPUTADOR O homem sempre procurou máquinas que o auxiliassem em seu trabalho. O computador é consciente, trabalhador,

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS 3.INTERNET 3.1. Internet: recursos e pesquisas 3.2. Conhecendo a Web 3.3. O que é um navegador?

Leia mais

TECNOLOGIAS NO COTIDIANO: DESAFIOS À INCLUSÃO DIGITAL

TECNOLOGIAS NO COTIDIANO: DESAFIOS À INCLUSÃO DIGITAL TECNOLOGIAS NO COTIDIANO: DESAFIOS À INCLUSÃO DIGITAL O que é Tecnologia? O que é Tecnologia Educacional? Tecnologia e Tecnologia Educacional Histórico da Evolução da Tecnologia O homem foi utilizando

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Educação além dos limites da sala de aula

Educação além dos limites da sala de aula Educação além dos limites da sala de aula Como a Brightspace passou a fazer parte da vida de 20.000 alunos da Universidade Tiradentes Visão Geral Com mais de 50 anos de tradição e reconhecido pioneirismo

Leia mais

Coletiva de Imprensa Apresentação de resultados São Paulo, 23 de maio de 2013

Coletiva de Imprensa Apresentação de resultados São Paulo, 23 de maio de 2013 Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação Pesquisa TIC Educação 2012 Pesquisa sobre o uso das TIC nas escolas brasileiras Coletiva de Imprensa Apresentação de resultados

Leia mais

Principais momentos da Política da Informática no Brasil. Um pouco da Política da Informática Educativa no Brasil. Profª.

Principais momentos da Política da Informática no Brasil. Um pouco da Política da Informática Educativa no Brasil. Profª. Disciplina: Tecnologias Informação aplicadas à Educação Um pouco da Política da Informática Educativa no Brasil principais alterações sociais que o homem tem se parado nas últimas décadas... Um dos enfoques

Leia mais

Disciplina de Informática. Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa lessavaleria@gmail.com Valeria-lessa@uergs.edu.br

Disciplina de Informática. Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa lessavaleria@gmail.com Valeria-lessa@uergs.edu.br Disciplina de Informática Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa lessavaleria@gmail.com Valeria-lessa@uergs.edu.br 1 O que é Informática? Informática A Informática nasceu da ideia de auxiliar o homem nos trabalhos

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS Vitor Cleton Viegas de Lima 1 Cristiane Camargo Aita 2 Daniele Pinto Andres 3 Resumo: este artigo tem por objetivo levantar

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD?

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD? Módulo 1. Introdução Cada vez mais o mundo social e do trabalho necessitam de sujeitos capazes de fazer a diferença através de suas ações e atitudes. A utilização do ambiente virtual, como meio de interação

Leia mais

AULA 01 CONCEITOS BÁSICOS DE PROGRAMAÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira INFORMÁTICA APLICADA TÉCNICO EM ELETRÔNICA

AULA 01 CONCEITOS BÁSICOS DE PROGRAMAÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira INFORMÁTICA APLICADA TÉCNICO EM ELETRÔNICA AULA 01 CONCEITOS BÁSICOS DE PROGRAMAÇÃO Eduardo Camargo de Siqueira INFORMÁTICA APLICADA TÉCNICO EM ELETRÔNICA CURIOSIDADE 2 O COMPUTADOR O homem sempre procurou máquinas que o auxiliassem em seu trabalho.

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Educação a distância: desafios e descobertas

Educação a distância: desafios e descobertas Educação a distância: desafios e descobertas Educação a distância: Desafios e descobertas Conteudista: Equipe Multidisciplinar Campus Virtual Cruzeiro do Sul Você na EAD Educação a distância: desafios

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA Claudson Santana Almeida Junho 2012 Introdução O que o leitor encontrará neste artigo? Uma apresentação do sistema de Ensino a Distância (EAD), conhecer as vantagens e

Leia mais

RNP2: Política de Uso Comitê Gestor RNP

RNP2: Política de Uso Comitê Gestor RNP ANEXO 1 À RESOLUÇÃO Nº 04/2001, DO COMITÊ GESTOR RNP RNP2: Política de Uso Comitê Gestor RNP Novembro de 2000 Este documento apresenta as condições e políticas de uso aceitável do backbone RNP2, incluindo

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

A qualidade é relativa. O que é qualidade para uma pessoa pode ser falta de qualidade para outra.

A qualidade é relativa. O que é qualidade para uma pessoa pode ser falta de qualidade para outra. A qualidade é relativa. O que é qualidade para uma pessoa pode ser falta de qualidade para outra. G. Weinberg 1 A ideia de qualidade é aparentemente intuitiva. Contudo, quando examinado mais longamente,

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Uma Avaliação dos Desafios e Oportunidades da Educação à Distância

Uma Avaliação dos Desafios e Oportunidades da Educação à Distância Uma Avaliação dos Desafios e Oportunidades da Educação à Distância Taíses Araújo da Silva Frederico Antônio de Oliveira Celma Maria dos Santos Catarina Donda Gomes da Fonseca Fabiano de Almeida Maia Fernando

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

Evolução dos Computadores

Evolução dos Computadores Evolução dos Computadores Campus Cachoeiro Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Arquitetura e Organização de Computadores Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Geração Zero 1. Computação primitiva

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

Sumário. Organização de Computadores Módulo 3. Primeira Geração Válvulas (1945 1955) Primeira Geração Válvulas (1945 1955)

Sumário. Organização de Computadores Módulo 3. Primeira Geração Válvulas (1945 1955) Primeira Geração Válvulas (1945 1955) Sumário M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com www.professorluizalberto.com.br Organização de Computadores Módulo 3 1. História da Arquitetura de Computadores - Continuação 1.1. 1.2. Segunda Geração Transistores

Leia mais

A Área de Marketing no Brasil

A Área de Marketing no Brasil A Área de Marketing no Brasil Relatório consolidado das etapas qualitativa e quantitativa Job 701/08 Fevereiro/ 2009 Background e Objetivos A ABMN Associação Brasileira de Marketing & Negócios deseja

Leia mais

Informática Instrumental Aula 1. Prof. Msc. Fernando Nakayama de Queiroz

Informática Instrumental Aula 1. Prof. Msc. Fernando Nakayama de Queiroz Informática Instrumental Aula 1 Prof. Msc. Fernando Nakayama de Queiroz Ementa da disciplina 1. Apresentação do sistema operacional windows e linux; 2. Aprendendo a operar o teclado e principais teclas

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Após a década de 1990, várias pessoas em todo o mundo mantêm hábito de consumo semelhantes.

Após a década de 1990, várias pessoas em todo o mundo mantêm hábito de consumo semelhantes. A ECONOMIA GLOBAL Após a década de 1990, várias pessoas em todo o mundo mantêm hábito de consumo semelhantes. O século XX marcou o momento em que hábitos culturais, passaram a ser ditados pelas grandes

Leia mais

SUMÁRIO. Evolução. Do passado ao presente. Futuro. Cálculos manuais Calculadoras mecânicas Máquinas eletrônicas

SUMÁRIO. Evolução. Do passado ao presente. Futuro. Cálculos manuais Calculadoras mecânicas Máquinas eletrônicas A ERA DA COMPUTAÇÃO PASSADO, PRESENTE E FUTURO Wagner de Oliveira SUMÁRIO Evolução Cálculos manuais Calculadoras mecânicas Máquinas eletromecânicas Máquinas eletrônicas Transistores Circuitos eletrônicos

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo

Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo 1 Congresso sobre práticas inovadoras na educação em um mundo impulsionado pela tecnologia Workshop: Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo Palestrante: João Vilhete Viegas d'abreu Núcleo

Leia mais

O que é Arquitetura de Computadores?

O que é Arquitetura de Computadores? O que é Arquitetura de Computadores? Forças Coordenação de um conjunto de níveis de abstração de um computador sobre um grande conjunto de forças de mudança Arquitetura de Computadores = Arquitetura de

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação Objetivo da Aula Tecnologia e as Organizações, importância dos sistemas de informação e níveis de atuação dos sistemas de informação Organizações & Tecnologia TECNOLOGIA A razão e a capacidade do homem

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

Gerações de Computadores. INF005 - Arquitetura de Computadores e Software Básico Aula 3 Flávia Maristela (flavia@flaviamaristela.

Gerações de Computadores. INF005 - Arquitetura de Computadores e Software Básico Aula 3 Flávia Maristela (flavia@flaviamaristela. Gerações de Computadores INF005 - Arquitetura de Computadores e Software Básico Aula 3 Flávia Maristela (flavia@flaviamaristela.com) Como é formado o meu computador? Computador = hardware + software 1ª

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

1969 ARPANet - Advanced Research Projects Agency Network

1969 ARPANet - Advanced Research Projects Agency Network FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br @ribeirord 1969 ARPANet - Advanced Research Projects Agency Network O

Leia mais

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Palestrante: Pedro Quintanilha Freelapro Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Quem sou eu? Eu me tornei um freelancer

Leia mais

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET INTERNET O QUE É A INTERNET? O QUE É NECESSÁRIO PARA ACEDER À INTERNET? QUAL A DIFERENÇA ENTRE WEB E INTERNET? HISTÓRIA DA INTERNET SERVIÇOS BÁSICOS DA INTERNET 2 1 INTERCONNECTED NETWORK INTERNET A Internet

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

Os desafios do Bradesco nas redes sociais

Os desafios do Bradesco nas redes sociais Os desafios do Bradesco nas redes sociais Atual gerente de redes sociais do Bradesco, Marcelo Salgado, de 31 anos, começou sua carreira no banco como operador de telemarketing em 2000. Ele foi um dos responsáveis

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Cursos de Computação. Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 01 - História e Funções dos Sistemas Operacionais

Cursos de Computação. Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 01 - História e Funções dos Sistemas Operacionais Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 01 - História e Funções dos Sistemas Operacionais Visão do Sistema Operacional programadores e analistas usuários programas,

Leia mais