Projeto Cooperativo de Pesquisa e Desenvolvimento entre FUB/CDT e TERRACAP

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1 Projeto Cooperativo de Pesquisa e Desenvolvimento entre FUB/CDT e TERRACAP Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTEC) do Parque Tecnológico Capital Digital PTCD Produto 5.3 Avaliação da Viabilidade Técnica Autorização UnB: Aceite Terracap: Data: / /2012. Data: / /2012. Elaborado por: Universidade de Brasília UnB Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico CDT Laboratório de Tecnologias da Tomada de Decisão LATITUDE.UnB Pág.1/24

2 GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL Agnelo dos Santos Queiroz Filho Governador UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA José Geraldo de Sousa Júnior Reitor Tadeu Filippelli Vice-Governador Antonio Carlos Lins Presidente da Terracap José Humberto Matias de Paula Diretor de Prospecção e Formatação de Novos Empreendimentos Dipre/Terracap Luiz Afonso Bermudez Diretor do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico CDT Rafael Timóteo de Sousa Júnior Coordenador do Laboratório de Tecnologias da Tomada de Decisão LATITUDE EQUIPE TÉCNICA Christiane Freitas Nóbrega de Lucena João Alberto Legey de Siqueira Patrícia Mussi Sarkis Renato Castelo de Carvalho EQUIPE TÉCNICA Alexandre de Souza André Noll Barreto Andréia Campos Santana Ararigleno Almeida Fernandes Daniel Correia de Brito Daniel France Valadão Divanilson Rodrigo Campelo Edna Dias Canedo Egmar Rocha Fábio Lúcio Lopes Mendonça Flávio Elias Gomes de Deus João Paulo Carvalho Lustosa da Costa Jonathans Viana Oliveira Jorge Jaeger Amarante José Carneiro da Cunha Oliveira Neto José Renato Vieira da Silva Marcelo Pontual Márcio Mariano Lisboa Osvaldo Joaquim de Souza Rafael Timóteo de Sousa Júnior Renato Alves Borges Robson de Oliveira Albuquerque Saulo Daniel Monteiro Anacleto Ugo Silva Dias Valério Aymoré Martins William Ferreira Giozza Pág.2/24

3 SUMARIO 1. INTRODUÇÃO DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS CARACTERÍSTICAS DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA PROPOSTA CARACTERÍSTICAS DA INOVAÇÃO TECNOLOGIAS UTILIZADAS INVESTIMENTOS FIXOS PROGRAMADOS CONSTRUÇÕES CIVIS E INSTALAÇÕES COMPLEMENTARES MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS OUTROS SERVIÇOS POSSÍVEIS PARA A GESTORA DO PTCD CONCLUSÃO Pág.3/24

4 1. INTRODUÇÃO A Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), criada pela Lei nº , de 12 de dezembro de 1972, é uma empresa pública do Governo do Distrito Federal. Regida pela lei que a criou, pelo estatuto social da instituição e pela legislação aplicável às sociedades por ações, a Terracap tem por objetivo a execução, mediante remuneração, das atividades imobiliárias de interesse do Distrito Federal, compreendendo a utilização, aquisição, administração, disposição, incorporação, oneração ou alienação de bens. Pela Lei nº 4.586, de 13 de julho de 2011 a Terracap passou a exercer também a função de Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal, por intermédio da proposição, da operacionalização e da implementação de programas e projetos de desenvolvimento econômico e social de interesse do Distrito Federal, podendo inclusive promover o estabelecimento de parcerias público-privadas, constituição de sociedades de propósito específico e promoção de operações urbanas consorciadas para implantação e desenvolvimento de empreendimentos considerados estratégicos pelo Governo do Distrito Federal. Nesse contexto, a Terracap constitui-se importante vetor das políticas públicas definidas nos programas que estão sendo implantados pelo atual Governo do Distrito Federal, em especial no que se refere ao Parque Tecnológico Capital Digital PTCD. Tendo conhecimento da cooperação existente entre a FUB e a Secretaria do Patrimônio da União SPU, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que vem ocorrendo desde janeiro/2009, com a coordenação do Laboratório de Tecnologias da Tomada de Decisão LATITUDE, do Departamento de Engenharia Elétrica da UnB, por intermédio de três projetos de estruturação de processos, metodologias e ferramentas de gestão da SPU, a Terracap constatou que a abordagem utilizada no trato do patrimônio da União pode ser estendida e aplicada ao patrimônio distrital, em especial no que se refere à gestão do projeto do PTCD. Assim, e considerando a vasta experiência do CDT/UnB na elaboração de estudos de viabilidade técnica e econômica (EVTEC), a Terracap e o Laboratório LATITUDE, com apoio do CDT/UnB, deram início a conversações sobre a possibilidade de realização de projeto cooperativo de pesquisa e desenvolvimento, no sentido de, no contexto do Pág.4/24

5 aprimoramento da gestão do patrimônio distrital e da promoção de empreendimento estratégicos para o DF, realizar o EVTEC referente ao PTCD. Como resultado, foi estabelecido contrato Terracap-FUB, tendo como objeto um projeto de serviços tecnológicos e informacionais que visa apoiar a implantação do Parque Tecnológico Capital Digital PTCD, atuando na elaboração dos produtos constituintes do correspondente Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica. Entre os produtos entregáveis do projeto foi especificado o Produto 5.3 Avaliação da Viabilidade Técnica, que é objeto do presente relatório técnico. Este produto destina-se a indicar as condições de viabilidade técnica do empreendimento a ser desenvolvido apontando diversas tecnologias que devem ser utilizadas bem como os custos envolvidos com a infraestrutura conforme descrito nas seções seguintes. Especificamente, este documento tem como objetivos principais: Indicar uma solução técnica economicamente viável a ser implementada no PTCD; Descrever as tecnologias a serem utilizadas na solução técnica; Indicar os itens de inovação tecnológica que possam ser adotados no PTCD; Estimar os custos necessários para implementação da solução técnica; Estimar os custos necessários para atualizações tecnológicas. Pág.5/24

6 2. DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS Conforme descrito no Produto 5.1, a Empresa Gestora (EG) ficará responsável por explorar os seguintes produtos e serviços: água e esgoto, energia elétrica, segurança e manutenção predial, aluguel de salas e laboratórios, serviços de gerência de redes e sistemas (datacenter, storage, etc) e comunicação de voz e de dados. Cada um destes serviços deverá atender os padrões previstos pelos seus respectivos órgãos reguladores, por exemplo, água e esgoto pela ANA, energia elétrica pela ANEEL, comunicação de voz e dados pela ANATEL. Logo, as características de produtos e serviços do PTCD especificadas neste produto estão de acordo com tais padrões Características da Solução Tecnológica Proposta Este item descreve as características da solução tecnológica proposta a ser implementada no PTCD, considerando a natureza do parque, cuja vocação é a exploração de serviços e produtos de tecnologias da informação e das comunicações. A solução proposta visa contemplar os seguintes serviços de comunicações: Rede de comunicação de dados; Internet ultra banda larga; Internet sem fio banda larga; Telefonia corporativa; Videoconferência; CFTV (Circuito Fechado de Televisão); Hospedagem de sites e conteúdos; Correio eletrônico; Gerência e suporte de rede. Os custos relacionados à solução proposta estão estimados no final deste documento, além de estarem previstos e descritos no fluxo de caixa consolidado do produto 5.4. Pág.6/24

7 A Figura 1 ilustra a arquitetura geral da rede de comunicação do PTCD capaz de viabilizar a implementação, operação e manutenção dos serviços propostos. Figura 1 Diagrama do sistema de comunicações do PTCD O sistema será composto de tecnologias avançadas de comunicações capazes de atender tanto usuários de baixo tráfego com pequenos requisitos de segurança até grandes empresas de alta capacidade instalada, com elevado grau de sigilo envolvido. Para alcançar os objetivos propostos, a rede de comunicação a ser implementada deverá contar com uma infraestrutura baseada em rede de fibra ótica, rede sem fio, rede satélite, e demais elementos de dados, voz e imagem. Haverá enlaces principais de alta capacidade e enlaces de contingência de menor capacidade. As características destes enlaces são descritas a seguir. Os custos totais estão descritos no item 3 deste documento, bem como estão contemplados na avaliação da viabilidade econômicofinanceira do PTCD produto 5.4. Enlaces Externos Pág.7/24

8 Haverá duas formas de conexão da rede do PTCD com redes externas conforme ilustrado nas Figuras 1 e 2: A conexão primária deverá ser estabelecida por meio de enlaces redundantes de fibra óptica, instalados em pontos distintos do PTCD e em roteadores diferentes; As conexões de contingência deverão ser estabelecidas por meio de rádioenlace e satélite. Figura 2 Enlaces externos com provedores de serviços de telecomunicações Características dos enlaces externos primários Os enlaces da conexão primária com redes externas deverão ser estabelecidos por meio de fibra óptica e obedecerão aos seguintes requisitos: Taxa de transmissão mínima total de 40 Gbps; Disponibilidade mínima de 99,9%; Latência máxima de 40ms; Operar com balanceamento de carga e redundância; Possuir localizações físicas distintas de conexão no PTCD a fim de prover melhor redundância; Pág.8/24

9 As conexões físicas dos enlaces devem ser compatíveis com as portas dos roteadores de borda. Características dos enlaces externos de contingência Em caso de falha na conexão externa primária via fibras ópticas, deverá ser utilizado prioritariamente o meio de contingência via rádio e, posteriormente o enlace satélite. O sistema via rádio deverá obedecer aos seguintes requisitos mínimos: Taxa de transmissão mínima de 500 Mbps; Disponibilidade de 99,99%; Taxa máxima de erro de 10-6; Esquema de modulação adaptativa; Redundância de fonte; Operar com linha de visada direta; Operar em faixa de frequência licenciada pela ANATEL. O enlace de contingência via satélite deverá obedecer aos seguintes requisitos: Taxa de transmissão mínima de 2 Mbps; Antena de 1,2 m de diâmetro; O modem deve possuir no mínimo 2 ramais para emergência; As conexões físicas dos enlaces devem ser compatíveis com as portas dos roteadores de borda; Disponibilidade mínima de 98%; Taxa mínima de erro de 10-7; Latência máxima de 250 ms; Sincronismo conforme à recomendação G.823 do ITU-T (International Telecommunication Union Telecommunications Standardization). O sistema radiante satelital poderá ser utilizado para prover, simultaneamente, serviço de TV via satélite por meio do uso de um splitter. Recomenda-se empregar uma banda de Pág.9/24

10 satélite única que possa operar o enlace de dados e receber sinais de TV aberta. O destino do enlace satelital deverá ser um provedor de acesso à Internet. Características da rede de dados Os roteadores de núcleo serão instalados e configurados para compor a rede interna do PTCD. Switches e firewalls também serão instalados e configurados em conjunto com os roteadores e servidores visando a operação lógica e física da rede, assim como sua proteção contra ataques oriundos de redes externas e de pontos da rede interna do PTCD, incluindo uma possível rede de automação. Os roteadores de borda serão responsáveis, principalmente, pela conexão da rede PTCD com os circuitos externos de provedores de acesso à Internet. Os requisitos técnicos de cada equipamento de rede podem ser consultados na caracterização do PTCD (Produto 5.1) e o impacto dos custos na Avaliação da Viabilidade Econômico-Financeira do PTCD encontra-se no produto 5.4. O acesso à rede de dados será feito por meio de fibra óptica e por meio sem fio WiFi Mesh banda larga. O acesso óptico será provido por meio de redes ópticas passivas (passive optical networks, PONs) no padrão G-PON (Gigabit-capable PON) ITU-T G.984. Em redes G-PON, a taxa de descida ("downstream") de tráfego é de 2,5 Gbps, e a taxa de subida ( upstream ) é de 1,25 Gbps, compartilhados entre os usuários de uma mesma rede PON. Para o PTCD, haverá 4 acessos ópticos em cada um dos 72 blocos; i.e., 4 topologias de rede PON (conforme ilustradas no produto 5.1) em paralelo para atender todos os blocos, totalizando 288 acessos ópticos. A rede de acesso por fibra óptica deverá ser composta por equipamentos de acesso óptico, tubos de polietileno de alta densidade (PEAD), cabos ópticos, caixas de passagem, caixas de emenda e bastidores ópticos (DGO's). Para o acesso por meio da rede sem fio, o gestor do PTCD deverá disponibilizar nos ambientes externos de circulação acesso banda larga à Internet WiFi, assim como nos prédios de uso comum e nos estacionamentos subterrâneos. A cobertura deverá ser garantida em no mínimo 95% da área do PTCD, exceto as áreas destinadas exclusivamente para vegetação, e em 90% das áreas internas acima especificadas. O acesso à rede sem fio não poderá depender de programas ou aplicativos proprietários e Pág.10/24

11 deverá ser possível a qualquer equipamento certificado pela WiFi Alliance. O provedor de serviços deverá garantir uma vazão (throughput) TCP simétrica mínima de 10Mbps por usuário nas áreas com cobertura. Esta taxa de transmissão superior poderá ser oferecida como um serviço premium, mas uma vazão de 1Mbps deverá ser garantida gratuitamente aos usuários em toda a área de cobertura. As taxas de transmissão se referem a usuários fixos ou nômades. O acesso ao serviço premium pode ser tarifado pelo gestor do parque ou por meio de convênios de roaming com outros provedores de acesso externos. A partir do acesso inicial, deverá ser garantido roaming em todos os pontos de acesso do PTCD. Uma conectividade em nível de sessão deverá ser mantida para usuários móveis até uma velocidade de 50 km/h. O acesso premium à rede sem fio não pode ter nenhum bloqueio de conteúdo, podendo o usuário utilizá-la para qualquer aplicativo e serviço dentro dos limites legais. Para o acesso gratuito pode haver bloqueio a serviços que demandam altíssima taxa, como por exemplo, download, streaming e compartilhamento de vídeos. Assumindo um preço de um acesso corporativo da rede GPON a 500 reais, e considerando um cenário com 288 acessos (4 acessos ópticos a cada um dos 72 blocos do PTCD), conforme descrito no produto 5.1, a receita bruta mensal seria de R$ ,00 (288 * 500). Portanto, dado que o custo da rede óptica descrito no produto 5.1 é de R$ ,00, o retorno viria em 48 meses ( ,00/ ,00). Características da rede de voz e de imagem A rede de voz deverá ser dotada de tecnologia de telefonia IP com protocolo SIP. Uma central telefônica IP, redundante, deverá ser instalada para prover comunicação entre ramais internos do PTCD, bem como com as redes externas de telefonia fixa e móvel. Além das chamadas de voz, a rede telefônica poderá prover serviços de videochamada por meio de terminais IP dotados de câmeras. Em virtude da adoção da tecnologia IP, um firewall deverá ser instalado para proporcionar o nível de segurança adequado às operações inter e extra rede. Os requisitos técnicos dos equipamentos Pág.11/24

12 envolvidos podem ser consultados no Produto 5.1 e o impacto dos custos na viabilidade econômico-financeira do PTCD pode ser visto no produto 5.4. A rede de comunicações do PTCD também será dotada das tecnologias de imagem relacionadas aos serviços de videoconferência e de CFTV. O sistema de videoconferência deverá permitir o estabelecimento de reuniões de conferência em dois ou mais ambientes adequadamente equipados e proporcionar comunicação interativa de voz e vídeo, com transmissão simultânea de imagens gráficas e/ou fotográficas e de dados. Tais reuniões poderão envolver profissionais do PTCD e/ou terceiros em ambientes externos. Nesta avaliação, considera-se a necessidade de implantar 10 salas de videoconferência que possam ser disponibilizadas na forma de serviços para os usuários do PTCD. Cada sala de videoconferência deverá ser construída dentro das instalações do PTCD e sua gerência e manutenção ficarão a cargo do gestor do PTCD. A implantação de sala de videoconferência deverá ser feita empregando equipamentos terminais compatíveis com a maioria das redes internacionais de videoconferência e com os protocolos H-320 e H-323, possuindo facilidades de gerenciamento remoto com protocolo SNMP. O codec de videoconferência será conectado à rede de dados (TCP/IP) do PTCD. A banda utilizada para uso de videoconferência será de, no mínimo, 4Mbps (com máximo de 20% de overhead) e a classe de serviço será a sensível. Deverá ser instalada uma Multipoint Control Unit (MCU) específica para gerenciamento de eventos em salas designadas para tal finalidade, sendo que a interface deste sistema deve ser via IP. Deve ser previsto um ponto de acesso ao sistema na sala a ser utilizada. O codec deverá possuir interface IP e deverá ser feita configuração de QoS entre o codec a ser utilizado e a MCU. Deve-se observar a exigência de utilização de salas adequadas, dotadas de características operacionais que atendam a critérios de localização, acústica, iluminação, ambiente, layout e infraestrutura, considerados no documento Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica do PTCD. O sistema de CFTV deverá distribuir sinais de áudio e vídeo provenientes de câmeras localizadas em pontos específicos e estratégicos até um ou mais pontos de gerência prédeterminados. No PTCD, o CFTV deverá ser parte integrante da tecnologia de segurança e vigilância patrimonial, área de extrema importância e relevância na gestão do PTCD. As características recomendadas para o sistema de CFTV são as seguintes: câmeras com pilha de protocolos TCP/IP e suporte à rede WiFi Mesh e/ou à rede de dados com fio; Pág.12/24

13 câmeras com funções pan/tilt/zoom; capacidade de visualização noturna; microfone de faixa larga; gravadores de áudio e vídeo; placa de captura de áudio e vídeo compatível com a rede IP; capacidade de gravação em HD e DVD; caixas de proteções externas; sensores de detecção de movimento; amplificadores de áudio; distribuidores de vídeo; iluminado infravermelho; e, monitores para gerência. O planejamento detalhado da solução de CFTV, incluindo a localização de câmeras, sala adequada para a gerência, e as políticas de intervenção, deverá seguir as recomendações estratégicas do setor de segurança patrimonial do PTCD. Características do Centro de Gerência de Redes e Sistemas CGRS Conforme o produto 5.1, o centro de gerência de redes e sistemas (CGRS) é regido pela norma TIA-942 (ANSI/TIA-942 Telecommunications Infrastructure Standard for Data Centers, 2005) que delineia as peças funcionais do espaço do datacenter do CGRS No produto 5.1 estão definidos para o CGRS: os objetivos, processos, salas de equipamentos, componentes de hardware e software, monitoração da rede, dos servidores e do storage, help desk, software de gerência de ativos e inventário, logs, gerência de aplicações e de banco de dados. No CGRS está prevista a instalação de um sistema Business Intelligence (BI) que permite um acesso automatizado de todas as informações do PTCD bem como o cruzamento de dados e fusão de dados, voz e imagem. Além disso, este sistema de BI deve permitir uma análise preditiva das atividades do PTCD a fim de que se possa alocar de forma preventiva recursos em processos que estejam próximo do seu limite de funcionamento. A análise dos custos pode ser consultada na Tabela 4 do produto 5.4, assim como os custos específicos podem ser consultados no item 3 do presente documento. Características do serviço de desembaraço aduaneiro Conforme exposto no produto 5.1 está prevista a instalação de uma unidade de desembaraço aduaneiro. Tal unidade se caracterizará pela aceleração do processo de Pág.13/24

14 importação e exportação de produtos. Além disso, servirá de importante atrativo para que as empresas escolham o PTCD. Salienta-se que os produtos ficarão mantidos no próprio PTCD durante o desembaraço aduaneiro o que minimiza possíveis desgastes devido ao deslocamento ou armazenamento incorreto. Apesar da estrutura da unidade ser toda construída pela EG, o espaço será alugado para o governo, bem como, outros serviços deverão ser contratados. Características do sistema de energia elétrica Conforme detalhado no produto 5.1, o sistema de energia elétrica do PTCD pode ser em alta ou em baixa tensão. Em caso de o sistema ser em baixa tensão, é necessário utilizar a estrutura da CEB, o que implica uma tarifa cinco vezes maior que a tarifa em alta tensão. Portanto, no produto 5.1 indicou-se a construção de uma subestação própria do PTCD. Ainda tendo em vista a tarifa reduzida, esta subestação própria do PTCD seria paga em um período inferior a dois anos. A instalação elétrica externa às obras de alvenaria também são de responsabilidade do PTCD. Logo, o custo estimado conforme apresentado no produto 5.1 é de R$ ,00. Este valor inclui a instalação de postes bem como a passagem do cabeamento elétrico através da área externa às obras de alvenaria. Além da subestação é necessária também a aquisição de um grupo motor gerador para o caso de falha no fornecimento principal do PTCD. Os custos totais do sistema de energia elétrica se encontram na Tabela 1 da Subseção 3.2 deste produto, e o impacto de tais custos na avaliação da viabilidade econômico-financeira do PTCD pode ser consultado no produto 5.4. Características do serviço de reciclagem do lixão Pág.14/24

15 Tendo em vista a grande quantidade de entulhos na área do PTCD, a reciclagem do lixão pode representar uma redução significativa dos custos de sua construção. Além disto, a reciclagem permite que o material do lixão evite uma degradação da natureza em outro local. De acordo com o artigo A reciclagem na construção civil: como economia de custos de P. A. de Paiva e M. S. Ribeiro, FEA-RP/USP, o custo inicial de uma usina de reciclagem é de R$ ,00, enquanto que os custos de manutenção mensal são de R$ ,97. A referida usina produz 100 tijolos utilizando 1 lata de cimento e 7 latas de entulho, em que cada lata comporta 18 litros. O custo destes 100 tijolos ecológicos é de R$ 13,73. Por outro lado, o custo de 100 tijolos no mercado é de R$ 30,00. Portanto, estima-se no material de alvenaria uma economia de pelo menos 50%. A reciclagem do lixão é uma solução alternativa que deve ser considerada pela EG Características da Inovação Além de atender os objetivos da Subseção 2.2, a EG deverá também incluir elementos inovadores nos serviços. O PTCD deverá servir de ambiente para a instalação de empresas inovadoras, e, por esta razão, sua infraestrutura e serviços oferecidos deverão também se basear em tecnologias de última geração de modo a promover o fluxo de idéias para inovação nos diferentes serviços. O uso de tecnologias de ponta por parte da EG criará um ambiente propício para a participação de empresas inovadoras no empreendimento. Estas tecnologias poderão ser implementadas também em parceria entre a EG e as empresas inquilinas. A fim de atender aos requisitos de qualidade, os serviços descritos na Seção 2.1 já devem fazer uso das tecnologias mais modernas disponíveis no mercado. Além disso, o PTCD pode servir também de vitrine para diferentes tecnologias em fase final de desenvolvimento, que caracterizem o estado da arte de diferentes áreas do conhecimento Pág.15/24

16 e da tecnologia. Nesta seção 2.3 são apresentadas as tecnologicas de inovação propostas para o PTCD. A característica de inovação na rede óptica do PTCD consistirá no uso de equipamentos que consomem menos potência e energia. Como a eficiência energética passou a ter um papel cada vez mais relevante no projeto de arquitetura das redes de telecomunicações, a rede óptica de acesso do PTCD será dotada de funcionalidades de gerenciamento de potência ("power management functions"), que reduzem o consumo de potência das ONUs (optical network units) de acordo com o nível de atividade de tráfego nas interfaces dos usuários. Nos últimos anos, mecanismos de gerenciamento de potência em ONUs têm sido propostos pela academia, indústria e órgãos de padronização como a ITU-T. Alguns fabricantes já sinalizam o uso desta funcionalidade em seus equipamentos. Mecanismos de economia de potência em ONUs podem reduzir em mais de 60% o consumo de energia em redes PON. O fornecimento de energia pode contar também com diversos elementos inovadores, em sintonia com a tendência mundial para uso de energia renovável e maior eficiência energética. Para isso, parte do sistema de iluminação deverá ser composta por painéis solares e fontes de energia alternativa deverão também ser exploradas, como o uso de turbinas eólicas integradas aos prédios e o aproveitamento do gás metano proveniente do lixo orgânico. A eficiência energética pode ser melhorada pela realização de um projeto arquitetônico que privilegie a iluminação e refrigeração natural, assim como o uso de luminárias de LED com menor consumo. Pode ser também incentivado o uso mais eficiente de energia por meio de uma tarifação inteligente, com tarifas de energia diferenciadas de acordo com o horário, por exemplo. Além disso, pode-se implantar no PTCD o conceito de smart grids. Também no consumo de água há bastante espaço para otimização e redução de custos. Já é bastante comum o reaproveitamento da água da chuva, e até mesmo da água de pias e chuveiros, que pode ser reutilizada para o uso em descargas, para lavagem ou para a irrigação do terreno. O consumo também pode ser significativamente reduzido pela utilização de torneiras e descargas com desligamento automático e menor vazão. Também podem ser empregados identificadores eletrônicos de vazamentos, a fim de minimizar as perdas de água. Pág.16/24

17 O emprego de técnicas de redução de emissão de carbono e para economia de água traz ganhos nos custos operacionais do empreendimento, além de servir como elemento de marketing. É desejável neste sentido que a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) do Green Building Council seja obtida para todo o complexo do PDCT. Tal selo pode servir de elemento para atrair empresas inovadoras, tendo em vista a grande relevância de assuntos ambientais para a opinião pública, ainda mais levando-se em conta a proximidade do PTCD com o Parque Nacional de Brasília. Algumas outras sugestões de inovação são: Tarifação e manutenção da rede elétrica utilizando conceitos de smart grid; Uso de sistemas biométricos e técnicas de reconhecimento automático para controle de acesso; Tecnologias de comunicações em campo próximo para acesso a estacionamento e micro-pagamentos na área interna do PTCD. Sugere-se que para as comunicações seja implantada uma rede de comunicações sem fio baseada em uso oportunístico de espectro baseada em rádio cognitivo. Além disso, sugere-se também a utilização de equipamentos baseados em arranjos de microfones nas salas de videoconferências. O uso do arranjo de microfones permite localizar os locutores dentro da sala e com isso realizar um acompanhamento automático de vídeo e áudio baseado nos sinais de voz. Além disso, é importante a instalação de arranjos de alto falantes para permitir que todos os pontos da sala possua um som de mesma qualidade Tecnologias Utilizadas Para viabilizar a solução técnica proposta, as seguintes tecnologias deverão ser utilizadas: rede óptica ultra banda larga, rede sem fio wifi mesh, rede de dados, gerência de rede. Pág.17/24

18 A tecnologia WiFi será utilizada para fornecer acesso à rede sem fio por meio de pontos de acesso espalhados em toda a área do parque, operando em modo de infraestrutura. Os pontos de acesso deverão ter suporte às tecnologias IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) a/b/g/n, com MIMO (multiple-input and multiple-output) 2x2. Cada ponto de acesso deverá permitir o acesso de no mínimo 30 usuários simultaneamente. A autenticação deverá ser feita por um servidor RADIUS (Remote Authentication Dial In User Service) e deverá também haver suporte ao IEEE i (WPA - Wi-Fi Protected Access) e à encriptação TKIP (Temporal Key Integrity Protocol) e AES (Advanced Encryption Standard). Usuários utilizando o serviço gratuito podem ser admitidos sem autenticação. Os servidores de autenticação devem ter redundância. A tecnologia de fibra óptica será utilizada para possibilitar tráfego ultra banda larga no PTCD. Para o backbone óptico do PTCD, será implantada uma PON. As PONs padronizadas atualmente são redes que utilizam a multiplexação por divisão de tempo (time division multiplexing, TDM) e dois comprimentos de onda distintos na transmissão bidirecional do tráfego na mesma fibra, nas quais os únicos elementos ativos estão num ponto central (isto é, a terminação de linha óptica, OLT) e nas instalações dos usuários (isto é, as unidades de rede óptica, ONUs). PONs são tipicamente dispostas com topologia em estrela, em que a rede óptica de distribuição (optical distribution network, ODN) é composta pelas fibras e pelo divisor óptico passivo (passive splitter), utilizado como terminal remoto (remote terminal, RT) para distribuir o sinal da OLT para as ONUs no comprimento de onda de descida (downstream). No sentido contrário da transmissão, sinais de ONUs diferentes são multiplexados no tempo para compartilhar o comprimento de onda de subida (upstream). O padrão de PON adotado no Brasil é o G-PON, descrito na recomendação ITU-T G.984. A tecnologia G-PON caracteriza-se atualmente por taxa de descida (downstream) de tráfego de 2,5 Gbps e taxa de subida (upstream) de 1,25 Gbps, compartilhados entre os usuários de uma mesma rede PON. Soluções G-PON com taxas de transmissão superiores (e.g., 10 Gbps) estão em fase de padronização e devem estar disponíveis no mercado nos próximos 5 anos. Pág.18/24

19 A capacidade a ser instalada de fibras ópticas (cabos com 144 fibras) permitirá implantar, além dos serviços compartilhados pela rede PON, conexões privativas ponto-aponto entre usuários e a central de serviços de comunicação do PTCD. Já a tecnologia estruturante da rede de comunicação, bem como dos processos de gerência de redes, é a arquitetura TCP/IP da Internet, consolidada, padronizada, com disponibilidade de profissionais e qualidade reconhecida em todos os níveis. Pág.19/24

20 3. INVESTIMENTOS FIXOS PROGRAMADOS Os investimentos fixos programados estão descritos nos subitens a seguir e também estão contemplados na Avaliação da Viabilidade Econômico-Financeira do PTCD do produto Construções Civis e Instalações Complementares Os investimentos com construções civis incluem a construção das salas de videoconferência conforme o item do produto 1, de laboratórios e salas de trabalho conforme também descrito no item 2.6 do produto 1. Além disto, a infraestrutura básica composta de pavimentação também apresentada no produto 1 deve ser incluída. Conforme descrito no produto 5.1 e levando-se em conta a quantidade de pessoas previstas no PTCD, os custos estimados de alvenaria são de R$ ,00. Logo, estes custos refletem a construção de salas, laboratórios, auditórios e quaisquer outros tipos de construções civis. O custo total estimado para a construção da infraestrutura de água, esgoto e água pluvial foi de R$ ,00, conforme o produto Máquinas e Equipamentos Esta seção descreve equipamentos principais para a operação do PTCD. É importante salientar que equipamentos de tecnologia sem fio devem ser atualizados a cada 5 anos. Os custos envolvidos na infraestrutura do PTCD envolvendo alvenaria, sistema elétrico e tecnologias estão descritos Produto 5.1 e são descriminados na Tabela 1. Logo, de acordo com a Tabela 1, o custo total com instalação das infraestruturas de alvenaria, tecnológica e elétrica é de R$ ,09. Deste valor total, a rede óptica, a rede sem fio e a rede de dados devem ser atualizados a cada 5 anos, o que Pág.20/24

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