Projeto de uma Interface de Usuário para o Módulo de Videoconferência do Sistema InfraVida

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1 Projeto de uma Interface de Usuário para o Módulo de Videoconferência do Sistema InfraVida Daniel C S Duarte Tatiana Aires Jair C Leite Guido Lemos Departamento de Informática e Matemática Aplicada Universidade Federal do Rio Grande do Norte Campus-Universitário Lagoa Nova Natal - RN RESUMO A reunião entre profissionais da medicina é de fundamental importância na emissão de laudos de exames e diagnósticos de doenças graves. Contudo, nem sempre é viável reunir todos os participantes em um mesmo espaço físico. Uma solução para este problema é a utilização de um sistema de videoconferência que, além de suas funções intrínsecas, permita ainda que médicos possam observar exames, provenientes de um banco de dados, e fazer anotações sobre estes de forma colaborativa. Um dos grandes desafios para obter êxito no desenvolvimento deste sistema é o projeto da interface de usuário. Nesse sentido, este artigo visa mostrar o trabalho de desenvolvimento e implementação de um protótipo de uma interface de usuário para o módulo de videoconferência do sistema InfraVida. Palavras-chave Videoconferência, Interface de Usuário Colaborativa, Segunda Opinião, Telediagnóstico, Trabalho cooperativo. ABSTRACT Groupwork in medicine is very important to discuss patient examination, treatment and diagnosis of rare diseases. However, sometimes a real meeting in the same place is impossible. A videoconference system is an alternative to this problem. It helps physicians to analyze x-rays, laboratory results and other documents in a collaborative way. Is also allows the physicians to interact with each other using a audio-visual component ant to make share annotations in a common whiteboard. The success of groupwork collaboration depends on the characteristics of its user interface. This work presents the design and development of a videoconference groupware user interface prototype. We discuss the design decisions to aloe user collaboration and a preliminary usability evaluation. Keywords Videoconference, Collaborative User interface, Telediagnosis, Cooperative work INTRODUÇÃO Os avanços da medicina permitem a cura ou tratamento de diversos tipos de doenças através do auxílio de exames como ultra-sonografia, radiografia e tomografia computadorizada, entre outros. Para se chegar a um diagnóstico preciso, é necessário ter acesso a imagens provenientes destes exames e para isso, os médicos devem estar reunidos fisicamente para que possam analisar e discutir com outros profissionais laudos e imagens de exames. Em muitos casos, é necessário que um profissional da saúde se desloque entre pontos geográficos distintos para tornar possível essa discussão. A distância geográfica é também uma barreira para médicos e agentes de pequenas cidades quando o exame precisa ser feito em grandes centros. O retardo na avaliação pode acarretar em problemas para o tratamento do paciente. O termo Segunda Opinião é utilizado pelos serviços médicos para designar uma consulta adicional a outro médico ou grupo de médicos, solicitada pelo paciente ou pelo médico que o está atendendo. Um serviço deste tipo tem um bom potencial de diminuir custos no tratamento, bem como a incidência de riscos e erros [1]. O diagnóstico à distância ou telediagnóstico pode ser viabilizado pelo uso das tecnologias de informação e comunicação como forma de resolver as situações com estas. Os sistemas computacionais de conferência multimídia são instrumentos que possibilitam o tratamento de dados multimídia voz, imagens e vídeo e a sua transmissão através da Internet. Desta forma, eles viabilizam a comunicação áudio-visual entre pessoas remotamente localizadas, bem como a manipulação de maneira colaborativa de objetos como textos, imagens e vídeos. Todavia, as interfaces de usuário de tais sistemas ainda exigem muito esforço dos usuários, especialmente para os não-especialistas como alguns profissionais da saúde sem experiência no uso do computador. O InfraVida é um sistema em desenvolvimento que tem por objetivo oferecer suporte ao telediagnóstico e à segunda opinião médica através de um sistema de conferência multimídia envolvendo a distribuição de fluxos de vídeo de diferentes qualidades. Em um experimento recente de

2 telemedicina, a utilização do sistema de distribuição de vídeo MPEG-2 DynaVideo [2] permitiu que fosse testada a transmissão de um exame de ecocardiografia fetal em paralelo à realização de uma videoconferência com participação de médicos em Recife (Hospital Português), Natal (UFRN) e Fortaleza (auditório do Congresso da SBC). Neste experimento ficou patente a necessidade de integrar a transmissão do vídeo do exame (alta qualidade com MPEG-2) ao sistema de H.323 que dava suporte a videoconferência. Também ficou clara a necessidade de criar uma interface de usuário que desse suporte ao trabalho cooperativo especializadas para o ambiente médico. Neste artigo apresentamos o design de uma interface de usuário para o InfraVida de moda a possibilitar o Telediagnóstico e Segunda Opinião Médica. A seguir, descrevemos o processo de design, indicando como o suporte a estas atividades é realizado e, no final, descrevemos o processo de avaliação de usabilidade da interface projetada. SISTEMA INFRAVIDA Numa visão bem geral, podemos dividir a arquitetura do InfraVida nas camadas de serviços, comunicação e interface de usuário. A camada de serviços deve contar com servidores de videoconferência, distribuição de vídeo e banco de dados. O padrão H.323 define o conceito de MCU, que é um terminal que gerencia uma videoconferência multiponto. O Dynavídeo [2] faz o papel de servidor de distribuição de vídeo. A camada seguinte é a de comunicação, que diz respeito aos protocolos de comunicação que devem ser usados na comunicação com estes servidores, por exemplo, H.261 para transmissão de vídeo de um participante numa videoconferência. Por fim temos a camada da interface de usuário que deve permitir que o usuário tenha acesso à todos os serviços disponibilizados pelo. Módulo de Segunda Opinião Médica No InfraVida, um médico poderá utilizar o serviço de segunda opinião para discutir com outros médicos, casos advindos do serviço de telediagnóstico ou casos gerados por ele mesmo, a partir de dados coletados em sua instituição. Geralmente são colocados em discussão casos raros, de difícil diagnóstico ou que englobam mais de uma especialidade médica. O InfraVida será integrado ao Healthnet que possui suporte ao trabalho cooperativo e assíncrono com um módulo de videoconferência que dará auxílio à segunda opinião médica. Este módulo deve ser capaz de permitir aos usuários a capacidade de interagirem entre si através de canais de vídeo e áudio, bem como permitir que estes possam enviar mensagens através de um chat. Para que isto seja possível, além de realizar as funções de um software de videoconferência tradicional, este módulo deve também ser capaz de permitir que os usuários tenham acesso aos dados do paciente através do PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente), bem como prover acesso aos exames do paciente. Estes dados são essenciais para a emissão de qualquer parecer e devem estar presentes em qualquer aplicação de telemedicina. O DESIGN DA INTERFACE Durante a fase de projeto e implementação da interface a metodologia usada se baseou no ARFDIU [4]. Dessa metodologia, foram utilizados os seguintes passos: (1) Elaboração de cenários; (2) Análise de Usuário; (3) Análise de tarefas; (4) Diagramas de casos de uso; (5) Diagramas de atividades para ilustrar o processo de interação; (6) Construção dos Protótipos e (7) Avaliação de Usabilidade. Os cenários ofereceram uma descrição bastante rica de situações de telediagnósticos esperadas para o sistema. A partir deles, foram identificados os usuários e as tarefas que o sistema deve atender. Foram identificados três tipos de usuários para o sistema InfraVida: médico solicitante, médico consultor e agente de saúde externo. solicitante Usuário que possui dificuldades em dar um diagnóstico de um caso clínico ou que necessite de outro médico mais especializado. A partir daí este inicia o processo de segunda opinião enviando uma solicitação aos médicos dos quais este precisa de auxílio. consultor Usuário que recebe solicitação para participar de um processo de segunda opinião. Este usuário participa do processo analisando os dados do paciente e emitindo o seu parecer através dos meios de comunicação existentes (vídeo, áudio, chat ou Whiteboard). Agente de saúde externo Usuário que pode assistir a um processo de segunda opinião médica, mas não tem permissão de interagir com este. Enquadra-se nesta categoria alunos de medicina, enfermeiros, médicos convidados ou interessados em conhecer o sistema e demais usuários que possuam interesse neste, mas que não têm como ajudar no esclarecimento dos casos. A atividade de análise de tarefas permitiu a sistematização da funcionalidade do sistema em um diagrama de casos de uso, mostrado na figura 1. Cada caso de uso corresponde a uma meta do usuário identificada durante a análise. O processo de interação necessário para se atingir cada uma das metas foi descrito utilizando diagrama de atividades UML. A seguir foi feita uma análise dos dados que seriam necessários para auxiliar o médico no processo de análise dos casos clínicos discutidos num processo de segunda opinião médica. Estes dados foram obtidos a partir do módulo de segunda opinião médica do Healthnet. O Healthnet possui uma forma assíncrona de realizar o processo de segunda opinião médica, onde os médicos discutem através de um fórum os casos clínicos disponibilizados através dos dados destes. Tendo todos

3 esses aspectos em vista, o seguinte diagrama de casos de uso pôde ser construído. Os resultados detalhados do processo de design podem ser observados em [2]. participar do processo de cooperação com os demais participantes. Solicitante Consultor Criar nova sala Adicionar dados de um caso em uma Falar para os demais sala participantes Discutir cooperativamente os dados do caso clínico Agente de Saúde Externo Entrar numa sala Observar a discussão do caso Selecionar vídeos de participantes Protótipos Nesta seção serão mostradas as telas do protótipo relativas aos casos de uso acima mencionados. As telas foram construídas com C++Builder por ser uma ferramenta RAD que fornece um conjunto de componentes que permitem a rápida criação de interfaces como padrão WIMP, que foi o padrão adotado para construção desta interface. Neste ponto é válido salientar que a interface aqui construída diz respeito somente ao módulo de videoconferência do sistema InfraVida, responsável pelo processo de segunda opinião médica de maneira síncrona. O Healthnet [1] já implementa uma maneira de dar suporte a telediagnósticos e ao processo de segunda opinião médica de maneira assíncrona. Janela de Videoconferência Nesta janela o usuário pode realizar todas as funções de uma videoconferência. Nas três janelas da esquerda ele pode visualizar três dos participantes da conferência, desde que eles possuam uma câmera. O usuário pode ainda, no canto inferior direito, decidir entre enviar ou não a imagem dele capturada pela câmera. A lista de participantes fica do lado direito da janela. A ordem de exibição não é exatamente pela ordem alfabética, mas de acordo com os pedidos de posse da palavra, que é indicada pelos ícones que ficam do lado do nome do usuário. Quando este for de um microfone, o usuário estará no topo da lista e terá a posse da palavra, quando for de uma mão levantada, o usuário estará na fila de espera. A ordem dos usuários que vêm logo após o do topo é a ordem em que eles obterão a posse da palavra. O usuário pode ainda controlar o volume das caixas de som e da captação do microfone através dos controles disponibilizados logo abaixo da área de chat. Ele pode também acessar a sala de análise, onde encontrará os dados do exame e poderá Na parte central da interface está localizado o chat, através do qual os médicos podem fazer perguntas ou observações aos participantes. Este recurso é importante porque nem sempre se tem a posse da palavra do sistema de áudio. Isto é, enquanto um médico está falando, outros podem enviar comentários escritos para os outros participantes ou mesmo para o locutor, sem interrompe-lo. Sala de Análises Esta é a parte onde o usuário poderá analisar os dados do caso que está sendo avaliado. Como há uma grande quantidade de informações a serem analisadas, não é possível expô-las todas numa mesma janela. A fim de evitar a exibição de várias janelas, o que poderia tornar o processo de navegação pela interface confusa, as informações foram separadas em partes que podem ser acessadas clicando-se nas abas. As informações que são fornecidas ao usuário são: Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) Área em que se podem obter diversos dados do paciente e de seu histórico familiar e pessoal. Estão entre as informações dados gerais, imunizações, histórico de doenças familiares e outros dados que poderão auxiliar o médico a conhecer melhor o paciente tratado. Apresentação do caso Consiste de dados coletados nas consultas feitas sobre o caso. As informações coletadas estão divididas em Problemas/Queixa principal, Apresentação do caso/evolução, Objetivos do telediagnóstico e perguntas. Logo abaixo da apresentação existe uma tabela de eventos relacionados ao caso. Exames de imagem Nesta área estão os exames de imagem aos quais o paciente foi submetido. Aqui é possível realizar um trabalho cooperativo, onde todos os participantes podem fazer marcações sobre as imagens de forma colaborativa. Para isso é necessário

4 que o usuário tenha a posse da palavra e para isso ele deve pedi-la. A posse pedida aqui também vale para a janela de videoconferência, sendo assim, aquele que detém a posse da palavra também pode fazer as marcações de maneira que ele possa expressar melhor suas idéias. Exames laboratoriais Área destinada à apresentação desse tipo de exame. O usuário pode escolher em uma combo Box os exames disponíveis no sistema e estes são descritos na janela acima. Parecer Área onde o usuário poderá emitir seu parecer usando o mesmo esquema de posse da palavra. Os pareceres que forem sendo emitidos ficam registrados na parte de cima. AVALIAÇÃO O objetivo da avaliação foi a identificação dos problemas de usabilidade da interface, o que permitiu realizar as devidas modificações no projeto de maneira a melhorar a interação e produtividade do usuário final. Basicamente o que se avaliou foi a estrutura da informação da interface, ou seja, qual o grau de dificuldade de navegação do usuário e saber se o modelo conceitual está adequado à aplicação. Como ainda não existe um módulo funcional do sistema, ela foi feita durante a fase de prototipação avaliação formativa. O propósito deste tipo de avaliação é, portanto, auxiliar na formação do produto, detectando e corrigindo problemas antes do produto ser implementado pela equipe de desenvolvimento. A avaliação teve como participantes quatro usuários, sendo dois médicos e dois estudantes de ciências da computação. Os médicos possuíam pouca experiência no uso de sistemas computacionais, mas são experientes no domínio da aplicação. Os usuários lidam com computação no dia a dia, mas são absolutamente leigos no domínio da aplicação. Duas técnicas foram aplicadas na avaliação da interface: testes com os usuários e aplicação de questionários. Os estudantes foram testados em laboratórios de computadores e os médicos foram testados em suas próprias residências. O objetivo foi evitar o ambiente não familiar dos laboratórios de computadores para os médicos, evitando que eles sejam constrangidos uma vez que não eram eles que estavam sendo testados. Para realização dos testes foram atribuídas as seguintes tarefas a cada usuário: (1) Criar uma sala de videoconferência; (2) Anexar um caso a uma sala; (3) Entrar numa sala de videoconferência; (4) Exibir o próprio vídeo aos demais participantes; (5) Falar com os demais participantes; (6) Selecionar vídeos de outros participantes; (7) Analisar o caso em discussão. Depois de realizadas as tarefas, foi aplicado um questionário a todos os usuários que participaram dos testes. A aplicação da técnica acima descrita permitiu uma avaliação qualitativa da interface. O resultado da avaliação está descrito em [2]. CONCLUSÃO Este trabalho apresentou o design da interface de usuário de um sistema de conferência multimídia com suporte ao trabalho cooperativo. Pelas características colaborativas das atividades a serem realizadas pelos usuários do sistema, o processo de análise e design não poderia ser feito com técnicas centradas-no-sistema. O processo de design utilizado, o ARFDIU, baseado em cenários de uso, permitiu a identificação de diversos aspectos importantes que outras técnicas de análise normalmente na revelariam. Como exemplo, podemos citar a importância de permitir a conversação (chat) entre participantes que não tem a posse da palavra. A integração entre cenários, metas, casos de uso e diagramas de atividades possibilitou uma transição suave, passo-a-passo, entre análise e o design. Os casos de uso também foram a base dos casos de testes. O sistema ainda está em desenvolvimento e espera-se que o protótipo e a avaliação da interface de usuário tenham sido de fundamental importância na apresentação de soluções na área de telemedicina, especialmente para o trabalho cooperativo de telediagnóstico e segunda opinião médica. REFERÊNCIAS 1. Barbosa, A. K. P. Healthnet: Um Sistema Integrado de Apoio ao telediagnóstico e à Segunda Opinião Médica. Dissertação de Mestrado, CIN/UFPE, Duarte. D C. S. Uma Interface de Usuário para o Módulo de Videoconferência do Sistema InfraVida. Relatório Técnico. DIMAP-UFRN, Leite, L. E. C.; Souza Filho, G & Batista, T. V. DynaVideo Um serviço de distribuição de vídeo baseado em configuração dinâmica., Tavares, T. A. & Leite, J. C. ARFDIU Um método para integrar análise de requisitos funcionais com o design de interfaces de usuário usando UML e outros formalismos, em Anais do IHC Fortaleza, 2002.

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