Análise da Interface do Usuário de Sistemas de Gestão Hospitalar por meio de Testes de Usabilidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Análise da Interface do Usuário de Sistemas de Gestão Hospitalar por meio de Testes de Usabilidade"

Transcrição

1 Análise da Interface do Usuário de Sistemas de Gestão Hospitalar por meio de Testes de Usabilidade Analysis of User Interface in Hospital Management Systems through Usability Testing Adni C. Aristides 1, Thiago T. I. Yamamoto 2, Lúcia C. Iochida 3, Márcia Ito 4 Resumo A utilização de sistemas interativos faz parte do cotidiano de muitas pessoas, seja para diversão ou trabalho. A fim de atender as necessidades e expectativas dos usuários, o programa deve apresentar uma interface adequada. A usabilidade visa assegurar essa adequação, pois recomenda alguns critérios para adaptar as funcionalidades e o design da interface, de forma a melhorar a interação humano-computador. Os testes de usabilidade ajudam aos designers avaliarem a aceitação do sistema pelos usuários alvos, além de medir as metas de usabilidade. Neste trabalho fez-se o uso do checklist Ergolist como ferramenta para analisar a interface do usuário de dois sistemas de gestão hospitalar. Os resultados obtidos demonstraram as características desta ferramenta para detectar problemas de usabilidade, além de reforçar a importância de seu uso por profissionais em design de interfaces. Palavras-chaves: interface usuário-computador, engenharia humana, informática médica. Abstract The use of interactive systems is part of everyday life for many people. This interaction can occur for fun or business. In order to meet the needs of users, the program must provide a suitable interface. The usability ensure the adequacy of the interface, it recommended some criteria to adapt the interface functionality and design, in order to improve human-computer interaction. Usability testing helps designers to evaluate the system acceptance by target users, in addition to measure whether the usability goals were well applied in the system. This work was done using the checklist Ergolist as a tool to analyze the user interface of two hospital management systems. The results showed the features of this tool to detect usability problems, besides reinforcing the importance of its application by professionals in interface design. Keywords: user-computer interface, human engineering, medical informatics. Introdução O uso de sistemas interativos é uma atividade cotidiana para boa parte das pessoas. Elas interagem com interfaces de programas para alcançar um objetivo, seja para trabalho ou lazer. E para saber quais características da interação, e da interface, tornam o uso do sistema proveitoso para os usuários, são usados critérios de qualidade de uso. A usabilidade é o critério mais conhecido, e chega a ser considerada como sinônimo de qualidade de uso. (1) A usabilidade é o fator que assegura que os produtos são fáceis de usar, eficientes e agradáveis da perspectiva do usuário. Implica otimizar as interações estabelecidas pelas pessoas com produtos interativos de modo a permitir que realizem suas atividades no trabalho, na escola e em casa. (2) Avaliações de usabilidade na interface do software ajudam aos designers reconhecerem se o produto se adéqua a esses atributos. Elas visam medir em termos quantitativos e qualitativos o valor que o sistema atinge para fatores de usabilidade de interesse, tomados individualmente. Assim, baseado nos resultados obtidos, o designer pode avaliar se os valores obtidos satisfazem ou não as suas expectativas. As avaliações utilizadas são os testes de usabilidade, questionários, observação, entrevistas e inspeções. A aplicação de processos de design também são uteis para a qualidade de interação. 1 Tecnóloga em Automação de Escritórios e Secretariado da Faculdade de Tecnologia de São Paulo Fatec-SP, São Paulo, SP, Brasil 2 Mestrando em Ciências. Departamento de Informática em Saúde. Universidade Federal de São Paulo UNIFESP, São Paulo, SP, Brasil 3 Professor Adjunto. Departamento de Clínica Médica. Universidade Federal de São Paulo UNIFESP, São Paulo, SP, Brasil 4 Doutor em Engenharia Elétrica. IBM Research Brasil. IBM Brasil IBM-BRL, São Paulo, SP, Brasil

2 Os processos de projeto de Interface Homem Computador (IHC) destacam a importância de envolver usuários durante suas atividades para dar-lhes oportunidade de participar, direta ou indiretamente nas decisões tomadas. Quanto mais cedo os usuários forem envolvidos no processo, mais cedo é possível aprender sobre as suas necessidades e assim influenciar positivamente na síntese da solução, bem como identificar e corrigir eventuais problemas. (1) O desenvolvimento de práticas e métodos de engenharia que assegurem uma eficiente interação computador-usuário vem tendo uma importância crescente. Pode ser visto, por exemplo, que nos sistemas de software atuais a fração de código dedicada à interface com o usuário vem aumentando, correspondendo em média a aproximadamente 50% do software. (4) Assim, este trabalho tem como objetivo analisar a interface do usuário de dois sistemas de gestão hospitalar por meio da aplicação do checklist Ergolist. Materias e Métodos Inicialmente foi feita uma pesquisa bibliográfica para definir os conceitos de usabilidade, a sua importância no desenvolvimento de interface com os usuários, a aplicação dela no desenvolvimento de sistemas e por fim descreveram-se os testes de usabilidade. O estudo de caso propôs avaliar a usabilidade em dois softwares de gestão hospitalar, UNIFESP e Tasy. Os sistemas escolhidos obedeceram a dois critérios: (1) fossem utilizados no Brasil e (2) tivessem origens distintas. O sistema da UNIFESP foi desenvolvido para o Hospital Universitário, é proprietário e não é comercializado. O sistema Tasy é um produto desenvolvido no Brasil, pela empresa Wheb Sistemas e é líder de mercado no segmento. Foi feita uma avaliação preditiva dos programas. A avaliação de usabilidade por checklist são baseadas em listas de verificação, através das quais é possível diagnosticar rapidamente problemas gerais e repetitivos da interface. Além disso, a avaliação pelo checklist não exige a participação de especialistas em interface humano-computador, pois a qualidade da avaliação não está relacionada ao número de avaliadores ou à experiência deles, mas na qualidade do conhecimento ergonômico embutido no próprio checklist. (6) O instrumento escolhido foi o checklist Ergolist (7), desenvolvido no Laboratório de utilizabilidade (LablUtil) do Departamento de Informática e Estatística e do Departamento de Produção de Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina. O Ergolist baseia-se nos critérios ergonômicos propostos por Batien e Scapin (8) que idealizaram um conjunto de qualidades ergonômicas para as interfaces interativas, chamado de critérios ergonômicos. Esse conjunto é composto de 8 critérios principais que se subdividem em 18 subcritérios e critérios elementares, que quando aplicados em testes de usabilidade, por examinadores distintos, diminuem a diferença entre os resultados obtidos. Esses autores mostraram que seus critérios proporcionam o aumento da sistematização dos resultados das avaliações de usabilidade de uma dada interface. Para obter detalhes do Ergolist e da lista completa do checklist acesse: Para responder o checklist, primeiramente os pesquisadores familiarizaram-se ao ambiente de produção. Após essa etapa, cada avaliador por observação direta, respondeu individualmente às 194 questões do Ergolist. Após a coleta de dados, foi feita uma análise das respostas obtidas de tal forma que se houvesse alguma distorção, retornava-se ao ambiente para que se alcançasse uma resposta comum. Essa etapa foi realizada em meados de abril de 2011 para o sistema proprietário da UNIFESP e meados de outubro de 2011 para o sistema Tasy.

3 Resultados A seguir, são apresentados os resultados da avaliação dos sistemas de gestão hospitalar PEP/Unifesp e Tasy. Os gráficos apresentam, por meio de porcentagem a quantidade de questões do checklist que foram atendidas para cada critério ergonômico analisados. O gráfico 1 apresenta a porcentagem de respostas em conformidade com os critérios ergonômicos de Bastien e Scapin (8), durante a avaliação da interface gráfica do sistema PEP/Unifesp. Gráfico 1 Análise das conformidades de usabilidade do sistema PEP/Unifesp Observa-se que a variável flexibilidade obteve 0% de conformidade. Flexibilidade se refere a capacidade do usuário em personalizar a interface do sistema, a fim de atender as preferências e experiências do mesmo. Ela corresponde também a quantidade de opções para o usuário realizar uma tarefa. (8) As variáveis correção de erros, ações explícitas, significado dos códigos e coerência obtiveram os maiores índices com 100%, 100%, 92% e 91% respectivamente. O mecanismo de correção de erros do usuário se mostrou eficiente na avaliação, isso é positivo, pois de acordo com Bastien e Scapin (8) erros provocam interrupções e consequências negativas, mas quando são fáceis de corrigir os danos são menores. (8) O critério coerência mede a consistência da interface (procedimentos, rótulos, comandos, formatos, localização e etc..) que são estáveis de uma tela para outra. Nestas condições o sistema é mais previsível e agradável, diminuíndo os erros e aumentando a aprendizagem. A avaliação mostra também o significado dos códigos, rótulos e denominações utilizadas no ambiente são bastante claros e expressivos. Além disso, percebe-se que o usuário possui o controle sobre as ações do sistema, ou seja, o software executa somente as tarefas determinadas pelos avaliadores e somente no momento solicitado. Gráfico 2 Análise das conformidades de usabilidade do sistema Tasy

4 O gráfico 2 apresenta os resultados obtidos da avaliação através do checklist Ergolist para o sistema Tasy. Constata-se que as variáveis experiência do usuário e flexibilidade que pertencem ao critério adaptabilidade obtiveram uma das menores concordâncias, junto com as variáveis controle do usuário e feedback. O critério com maior concordância (100%) foi a coerência. Todos os outros critérios não possuem uma porcentagem expressiva de concordância ou discondância. Dessa forma a interface do sistema Tasy se mostrou deficiente na capacidade de reagir segundo o contexto, necessidades e preferências do usuário. Além disso a interface não se adaptou facilmente ao usuário durante a avaliação. Observou-se também que não existia uma relação explícita no processamento do sistema e as ações do usuário. O critério feedback diz respeito às respostas do sistemas às ações do usuário, isso quer dizer que o sistema deve fornecer respostas rápidas e objetivas para cada tipo de ação do usuário no sistema. O critério feedback e ações explicítas podem se influenciar, pois quando um comando é acionado pelo usuário o sistema deve processar o comando e exibir um retorno da ação. Caso a ação não seja processada, um feedback não é fornecido pelo sistema. Ou o sistema pode processar o comando mas não prover um retorno, dessa forma o usuário não sabe se o comando foi executado. Assim como o sistema PEP/Unifesp, o sistema TASY atingiu um auto valor de concordância no critério coerência, portanto ambos os sistemas possuem consistências nas suas interfaces. Em uma análise geral, o sistema PEP/Unifesp obteve uma média de valores acima de 50% de concordância para os critério de usabilidade, o que não acontece com o sistema Tasy. O gráfico 3 mostra uma comparação dos resultados obtidos na avaliação dos critérios de usabilidade avaliados para os sistemas PEP/Unifesp e Tasy. Todos os critérios foram agrupados em seus critérios principais. Gráfico 3 Comparação das conformidades de usabilidade do sistema PEP/Unifesp e Tasy Observa-se que o sistema PEP/Unifesp obteve um grau de conformidade significamente melhor que o sistema Tasy, em sete dos oitos critérios principais avaliados. A homogeneidade e coerência foi a única variável avaliado em que o sistema Tasy (100%) obteve um resultado melhor que o sistema PEP/Unifesp (91%). Dessa forma os dois sistemas apresentam interfaces com padrões bem definidos em todas as telas. Um ponto importante a observar é que os dois sistemas apresentaram baixo grau de conformidade no critério de adaptabilidade, ou seja, não são capazes de reagir, de maneira diferentes às necessidades e preferências distintas de seus usuários. O sistema PEP/Unifesp permite um controle maior dos seus usuários diante do sistema, pois permite que somente as ações solicitadas pelo usuário sejam executadas pelo sistema, e no momento que foi solicitado. Isso não ocorreu com a avaliação do sistema Tasy. Outros dois critérios que obtiveram significativa diferença de conformidade entre os sitemas PEP/Unifesp e Tasy foram a gestão de erros (75% e 50%, respectivamente) e significados dos

5 códigos (92% e 67%, respectivamente). Assim, o sistema PEP/Unifesp apresenta uma melhor prevenção, gestão e correção de erros ocasionados pelos usuários e uma melhor utilização de códigos e nomenclaturas, com maior sentido e clareza para os usuários finais do sistema. Com esta avaliação podemos concluir que os sitemas possuem qualidades e deficiências nos critérios de usabilidade avaliados. No geral o sistema PEP/Unifesp obteve um grau maior de conformidade nas variáveis análisadas em relação ao sistema Tasy. Conclusões O resultado obtido com a aplicação do checklist nos sistemas hospitalares nos mostrou a eficiência deste tipo de ferramenta para avaliações que não precisam de um avaliador profissional para fazer a inspeção. Por se tratar de um teste de fácil aplicabilidade, o checklist Ergolist pode ser usado como um teste que pode guiar o projetista a fazer melhorias em seu produto. Contudo a lista não equivale a um teste profissional, pois não passou por um teste de abrangência. O que confere a esse checklist uma natureza didática. A aplicação do Ergolist em sistemas que já estão em uso resultou em altas taxas de conformidade nos laudos. Isto porque o checklist tem a função de apontar falhas ergonômicas comuns que não foram aceitas pelo público usuário do sistema analisado. Entretanto foi possível descobrir com o uso dessa ferramenta quais metas foram utilizadas pelos designers para a construção dos sistemas. O teste aplicado no sistema UNIFESP como avaliação heurística, apresentou 100% nos critérios correção de erros e ações do usuário. Isso pode nos dizer que o projetista idealizou o programa voltado para a minimização de erros cometidos pelos usuários. O programa permite o controle do diálogo pelo usuário, ao mesmo tempo em que oferece confiabilidade para entrada de dados no sistema, apresentando alternativas para correção ou cancelamento das operações em caso de erros. Outra justificativa para essa afirmação está no fato de o critério flexibilidade não apresentar conformidade alguma. O critério de flexibilidade conflita com o objetivo da contenção de erros, uma vez que ao permitir muitas maneiras para concluir uma mesma tarefa, pode dificultar o aprendizado do sistema pelo usuário, levando-o a cometer mais erros. No sistema Tasy o critério de coerência foi o único com 100%, o que faz concluir que o projetista preocupou-se em desenvolver uma interface padrão para todo o sistema. A padronização da interface foi tão imperativa que o projetista diminuiu a possibilidade de adaptação da mesma pelo usuário (flexibilidade 17%). O projetista ao não se preocupar em fornecer feedback (33%) e de permitir o controle do sistema pelo usuário (0%) faz com que fique difícil para o usuário saber as ações executadas pelo sistema, podendo aumentar os erros de uso do sistema pelo usuário. Assim, pode-se dizer que não é possível construir um sistema visando alcançar com maestria todos os critérios de usabilidade. Além disso, percebeu-se que os sistemas de gestão hospitalar, como os que foram estudados, apresentam uma interação do tipo ferramenta, no qual o usuário é auxiliado pelo programa a realizar suas tarefas. Aplicações desse tipo precisam apresentar uma alta taxa de facilidade de uso, eficiência e confiabilidade, pois o usuário deve manipular o sistema de forma instintiva. Desta forma, nota-se que o uso do checklist pode auxiliar em detectar essas falhas e que ao combinar os critérios do Ergolist é possível desenvolver melhorias na interface do sistema e atender às necessidades apontadas. Referências Bibliográficas 1. BARBOSA, Simone D. J.; SILVA, Bruno Santana da. Interação Humano- Computador. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

6 2. PREECE, Jennifer; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design de interação: além da interação homem-computador. Porto Alegre: Bookman, NETTO, Alvim Antônio de Oliveira. IHC Interação Humano Computador: Modelagem e Gerência de interfaces com o usuário. Florianópolis: VisualBooks, NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na web. Rio de janeiro: Elsevier, º reimpresão. 5. SHNEIDERMAN, B. Designing the user interface: strategies for effective human computerinteraction. 5. ed. EUA: Addison-Wesley, CYBIS, W. A. Engenharia de Usabilidade: Uma Abordagem Ergonômica. Apostila para o Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Produção UFSC, Florianópolis, In: < 7. CYBIS, W. A. et al, Módulo Checklist In: 8. SCAPIN, D. L.; BASTIEN, J. M. C. Ergonomic criteria for evaluating the ergonomic quality. of interactive systems. Behaviour and Information Technology. vol.16, n. 4/5, July-October, 1997, p Autor Correspondente: Márcia Ito

Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000)

Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Usabilidade e Ergonomia Usabilidade de Software INF01043 Interação Homem-Computador 2006/2 Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Ergonomics (or human factors) is the scientific discipline

Leia mais

Utilização de conceitos de interface homem-máquina para adaptação da disciplina de requisitos do RUP

Utilização de conceitos de interface homem-máquina para adaptação da disciplina de requisitos do RUP Utilização de conceitos de interface homem-máquina para adaptação da disciplina de requisitos do RUP Renato Cordeiro 2, Marcos Roberto de Oliveira, Thaís Pereira Chanquini FIAP 1 São Paulo Brasil < renato.cordeiro,

Leia mais

O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação

O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação Unidade IV - Avaliação de Interfaces O quê avaliação? O quê avaliação? Técnicas de Avaliação Tipos de Avaliação com Usuários Paradigmas de avaliação com usuários Avaliação rápida e suja Testes de Usabilidade

Leia mais

ANÁLISE DE INTERFACES HOMEM-MÁQUINA (IHM) EM EQUIPAMENTOS CONTROLADOS ELETRONICAMENTE

ANÁLISE DE INTERFACES HOMEM-MÁQUINA (IHM) EM EQUIPAMENTOS CONTROLADOS ELETRONICAMENTE 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DE INTERFACES HOMEM-MÁQUINA (IHM) EM EQUIPAMENTOS CONTROLADOS ELETRONICAMENTE Gustavo Peloi da Silva 1, Valdecir Bertoncelo 2, Filipe Cogo 3 RESUMO:

Leia mais

Relato das experiências da área de IHC nos cursos de graduação e ações na universidade

Relato das experiências da área de IHC nos cursos de graduação e ações na universidade Relato das experiências da área de IHC nos cursos de graduação e ações na universidade Isabela Gasparini, Avanilde Kemczinski Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) Motivação IHC está relacionada

Leia mais

Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC

Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Formosa Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Prof. M.Sc. Victor Hugo Lázaro Lopes IHC Paradigmas de IHC AGENDA Engenharia Cognitiva

Leia mais

Avaliação comparativa da qualidade ergonômica das interfaces gráficas do Solidworks 2000 e AutoCAD 2000

Avaliação comparativa da qualidade ergonômica das interfaces gráficas do Solidworks 2000 e AutoCAD 2000 Avaliação comparativa da qualidade ergonômica das interfaces gráficas do Solidworks 2000 e AutoCAD 2000 Antônio Carlos de Souza (UFSC-CCE-EGR) souza@cce.ufsc.br Henderson José Speck (UFSC-CCE-EGR) speck@cce.ufsc.br

Leia mais

USABILIDADE DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM ACESSADOS ATRAVÉS DE DISPOSITIVOS MÓVEIS 1

USABILIDADE DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM ACESSADOS ATRAVÉS DE DISPOSITIVOS MÓVEIS 1 USABILIDADE DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM ACESSADOS ATRAVÉS DE DISPOSITIVOS MÓVEIS 1 ROCHA, Tiago Rios da 2 ; FIALHO, Roberto da Costa 3 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Professor do Curso de Sistemas

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Produto de Software Qualidade de Software Um produto de software compreende os programas e procedimentos de computador e a documentação e dados associados, que foram projetados para serem liberados para

Leia mais

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação

Leia mais

Interface Homem- Computador

Interface Homem- Computador Interface Homem- Computador (IHC) Profª. Leticia Lopes Leite Software Educacional I Interface Deve ser entendida como sendo a parte de um sistema computacional com a qual uma pessoa entra em contato física,

Leia mais

IHM Interface Humano-Máquina

IHM Interface Humano-Máquina A IHM Interface Humano-Máquina Prof. Dra. Sílvia Dotta Aula 1 - Introdução Roteirodaaula Apresentação da disciplina Motivação, Objetivos Metodologia de ensino Introdução e conceituação de IHM Histórico

Leia mais

Interação Humano Computador IHC

Interação Humano Computador IHC Universidade Federal do Vale do São Francisco -UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação IHC Prof. Jorge Cavalcanti Jorge.cavalcanti@univast.edu.br www.twitter.com/jorgecav Informações Gerais da Disciplina

Leia mais

Avaliação de Interfaces de Ferramentas Computacionais para o Ensino de Estruturas de Dados e Algoritmos em Grafos: Heurísticas de Usabilidade *

Avaliação de Interfaces de Ferramentas Computacionais para o Ensino de Estruturas de Dados e Algoritmos em Grafos: Heurísticas de Usabilidade * Avaliação de Interfaces de Ferramentas Computacionais para o Ensino de Estruturas de Dados e Algoritmos em Grafos: Heurísticas de Usabilidade * Rodrigo Pereira dos Santos 1, Heitor Augustus Xavier Costa

Leia mais

AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES Rafael Milani do Nascimento, Claudete Werner Universidade Paranaense (Unipar)

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES Trabalho de Graduação Orientando: Vinicius Stein Dani vsdani@inf.ufsm.br Orientadora: Giliane

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE NOS PROJETOS DE INCLUSÃO DIGITAL E AS AVALIAÇÕES DE USABILIDADE

CARACTERIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE NOS PROJETOS DE INCLUSÃO DIGITAL E AS AVALIAÇÕES DE USABILIDADE CARACTERIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE NOS PROJETOS DE INCLUSÃO DIGITAL E AS AVALIAÇÕES DE USABILIDADE Luciara Wanglon Afonso 1 Daniele Pinto Andres 2 RESUMO Este artigo tem por objetivo apresentar algumas questões

Leia mais

Usabilidade dos Sistemas Operacionais Móveis Android, ios e Windows Phone

Usabilidade dos Sistemas Operacionais Móveis Android, ios e Windows Phone Usabilidade dos Sistemas Operacionais Móveis Android, ios e Windows Phone Déborah S. Cardoso 1, Kátia Adriana A. L. de Barros 1 1 Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) dehscardoso@gmail.com,

Leia mais

A importância dos protótipos para o desenvolvimento do site do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software

A importância dos protótipos para o desenvolvimento do site do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software A importância dos protótipos para o desenvolvimento do site do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software Daniela Gibertoni¹, Mariana Trevisoli Gervino¹, Júlio C. C. Colombo¹, Fabian Venturini Cabau¹,

Leia mais

DESIGN DE INTERFACES E USABILIDADE (AULA 1)

DESIGN DE INTERFACES E USABILIDADE (AULA 1) Prof. Breno Leonardo G. de M. Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br DESIGN DE INTERFACES E USABILIDADE (AULA 1) Apresentações Quem sou eu? Breno Leonardo http://blog.brenoleonardo.com.br

Leia mais

Interface Humano -Computador

Interface Humano -Computador A Interface Humano -Computador Aula 04 Modelos de Processos de Design de IHC Giliane Bernardi - giliane@inf.ufsm.br http://nte.ufsm.br O Processode Design de IHC Relembrando Questões chave no projeto centrado

Leia mais

Avaliação da qualidade ergonômica da interface gráfica do solidworks Avaliation of ergonomic quality of graphic interface of solidworks

Avaliação da qualidade ergonômica da interface gráfica do solidworks Avaliation of ergonomic quality of graphic interface of solidworks Avaliação da qualidade ergonômica da interface gráfica do solidworks Avaliation of ergonomic quality of graphic interface of solidworks Antônio Carlos de Souza Professor Mestre - EGR/CCE/UFSC; Doutorando

Leia mais

Análise dos procedimentos adotados na integração do desenvolvimento de software com a Interação Humano-Computador em empresas

Análise dos procedimentos adotados na integração do desenvolvimento de software com a Interação Humano-Computador em empresas Análise dos procedimentos adotados na integração do desenvolvimento de software com a Interação Humano-Computador em empresas Cristiano Cortez da Rocha, Eduardo Spolaor Mazzanti, Matheus Anversa Viera

Leia mais

AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DOS SÍTIOS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DO EXTREMO SUL DO BRASIL

AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DOS SÍTIOS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DO EXTREMO SUL DO BRASIL AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DOS SÍTIOS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DO EXTREMO SUL DO BRASIL Samuel dos Santos Salimen 1 Clériston Ribeiro Ramos 2 Resumo: Disponibilizar informações que possam ser acessado

Leia mais

AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DE SOFTWARE DE DISPOSITIVO DE NAVEGAÇÃO POR GPS

AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DE SOFTWARE DE DISPOSITIVO DE NAVEGAÇÃO POR GPS AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DE SOFTWARE DE DISPOSITIVO DE NAVEGAÇÃO POR GPS Data de entrega dos originais à redação em 06/08/2013 e recebido para diagramação em 03/04/2014. Carlos Eduardo Beluzo 1 /Daniel

Leia mais

SERG 2014 SEMIOTIC ENGINEERING RESEARCH GROUP

SERG 2014 SEMIOTIC ENGINEERING RESEARCH GROUP Interação Humano-Computador Avaliação em IHC: Percurso Cognitivo www.inf.puc-rio.br/~inf1403 4 paradigmas para a avaliação de IHC 1. O rápido e rasteiro (que prima pela informalidade) 2. Os testes de usabilidade

Leia mais

Práticas de IHC versus Processos de Engenharia de Software: Uma Análise para Adoção

Práticas de IHC versus Processos de Engenharia de Software: Uma Análise para Adoção Práticas de IHC versus Processos de Engenharia de Software: Uma Análise para Adoção Joyce Cristina Souza Bastos 1, Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira 1 1 Faculdade de Computação - Instituto de Ciências Exatas

Leia mais

AVALIAÇÃO EMPÍRICA SOBRE A USABILIDADE DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO ESCOLAR DO COLÉGIO SETE DE SETEMBRO, BASEADA NAS HEURÍSTICAS DE NIELSEN

AVALIAÇÃO EMPÍRICA SOBRE A USABILIDADE DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO ESCOLAR DO COLÉGIO SETE DE SETEMBRO, BASEADA NAS HEURÍSTICAS DE NIELSEN Organização Sete de Setembro de Cultura e Ensino Ltda. Faculdade Sete de Setembro - FASETE Curso de Bacharelado em Sistema de Informação JULIO CESAR ALCIDES GALINDO AVALIAÇÃO EMPÍRICA SOBRE A USABILIDADE

Leia mais

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Gláucio Brandão de MATOS 1 ; Alisson RIBEIRO 2 ; Gabriel da SILVA 2 1 Ex-aluno do Curso Superior

Leia mais

Usabilidade na WEB CCUEC. Roberto Romani. UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas

Usabilidade na WEB CCUEC. Roberto Romani. UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas CCUEC Roberto Romani UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas Usabilidadena WEB Tópicos Principais O que é usabilidade? Por que usabilidade na Web 7 regras básicas de usabilidade na Web Inspeção de usabilidade

Leia mais

Avaliação da qualidade dos sites de governo eletrônico - baseada na satisfação dos usuários

Avaliação da qualidade dos sites de governo eletrônico - baseada na satisfação dos usuários Avaliação da qualidade dos sites de governo eletrônico - baseada na satisfação dos usuários Simone Vasconcelos Silva (CEFETCAMPOS) simonevs@cefetcampos.br Luciana Rocha (UENF) lurochas@yahoo.com.br Resumo:

Leia mais

INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC)

INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WB Professor: Alberto Barbosa Raposo 09/04/2012 Departamento de Informática, PUC-Rio Testes com usuários Como avaliar? inspeção (por especialistas)

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA DO ITPAC

REVISTA CIENTÍFICA DO ITPAC ANÁLISE COMPARATIVA DE FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS PARA PROTOTIPAÇÃO DE INTERFACES Silvio Sanches da Silva (Acadêmico de Sistema de Informação pela FAHESA/ITPAC) Márcia Maria Savoine (Mestra. Docente do

Leia mais

Análise da usabilidade conforme as recomendações da norma ISO 9241 - Um estudo de caso

Análise da usabilidade conforme as recomendações da norma ISO 9241 - Um estudo de caso Análise da usabilidade conforme as recomendações da norma ISO 9241 - Um estudo de caso Usability analysis according to the standard of recommendations ISO 9241 - A case study Giorgio Gilwan da Silva Univali,

Leia mais

Testes de Usabilidade

Testes de Usabilidade Testes de Usabilidade Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Setembro de 2012 Prof. Edwar Saliba Júnior 1 Reflexão Ao fazer referência à questão da qualidade da relação

Leia mais

Interface Homem-Computador

Interface Homem-Computador Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão Interface Homem-Computador Aula: Engenharia Cognitiva e Semiótica Professor: M.Sc. Flávio Barros flathbarros@gmail.com Conteúdo Engenharia Cognitiva Fundamentos

Leia mais

21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software?

21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software? 21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software? Qualidade de software é uma preocupação real e esforços têm sido realizados na busca pela qualidade dos processos envolvidos em seu desenvolvimento

Leia mais

Mirian da Rocha Dias. Dissertação de Mestrado

Mirian da Rocha Dias. Dissertação de Mestrado Mirian da Rocha Dias Avaliação ergonômica da usabilidade de sistemas de gerenciamento e publicação de conteúdo: estudo de caso do sistema Gutenberg aplicado no site da Faperj Fundação Carlos Chagas Filho

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 05/2005 137-TC-C5 Sergio Ferreira do Amaral Faculdade de Educação da UNICAMP

Leia mais

Desenvolvimento de Interfaces Prototipação

Desenvolvimento de Interfaces Prototipação Autarquia Educacional do Vale do São Francisco AEVSF Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE Centro de Engenharia e Ciências Tecnológicas CECT Curso de Ciência da Computação Desenvolvimento

Leia mais

Um Estudo Teórico sobre as Técnicas de Avaliação de Software Educacional

Um Estudo Teórico sobre as Técnicas de Avaliação de Software Educacional Um Estudo Teórico sobre as Técnicas de Avaliação de Software Educacional Daniele Pinto Andres Mestranda em Ciências da Computação UFSC Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar CTTMar Universidade

Leia mais

Atividades de Ensino de IHC em Duas Instituições de Ensino Superior Brasileiras

Atividades de Ensino de IHC em Duas Instituições de Ensino Superior Brasileiras Atividades de Ensino de IHC em Duas Instituições de Ensino Superior Brasileiras Thiago Adriano Coleti Faculdade de Educação, Administração e Tecnologia de Ibaiti Ibaiti - Pr thiagocoleti@feati.com.br Marcelo

Leia mais

TESTE DE USABILIDADE DO SITE DE UMA LOJA DE DEPARTAMENTOS VOLTADA PARA O VAREJO DE MODA

TESTE DE USABILIDADE DO SITE DE UMA LOJA DE DEPARTAMENTOS VOLTADA PARA O VAREJO DE MODA TESTE DE USABILIDADE DO SITE DE UMA LOJA DE DEPARTAMENTOS VOLTADA PARA O VAREJO DE MODA Thaissa SCHNEIDER 1, Monique VANDRESEN 1, Flávio dos SANTOS 1 1 Universidade do Estado de Santa Catarina. SUMÁRIO

Leia mais

RYLY - Query Analizer: Ferramenta de Visualização e de Análise do Plano de Execução de Consultas ORACLE

RYLY - Query Analizer: Ferramenta de Visualização e de Análise do Plano de Execução de Consultas ORACLE RYLY - Query Analizer: Ferramenta de Visualização e de Análise do Plano de Execução de Consultas ORACLE Luzia A. Mendes 1, Rodrigo C. Barros 2, Bruno Visioli 1, Leandro Pompermaier 1 1 Faculdade de Informática

Leia mais

FUNDAMENTOS DE INTERFACE HOMEM MÁQUINA

FUNDAMENTOS DE INTERFACE HOMEM MÁQUINA FUNDAMENTOS DE INTERFACE HOMEM MÁQUINA O que é Design de Interação? Flavio Barbosa professor@flaviobarbosa.com.br Definindo design de interação. Por design de interação entende-se: Projetar produtos interativos

Leia mais

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller 1 Introdução O objetivo deste trabalho é verificar a eficiência da Avaliação com o Usuário e da

Leia mais

A importância da Usabilidade em Ambientes de Educação a Distância

A importância da Usabilidade em Ambientes de Educação a Distância A importância da Usabilidade em Ambientes de Educação a Distância VANDER CARVALHO Centro Paula Souza São Paulo Brasil vandercarvalho@hotmail.com MARCELO DUDUCHI Centro Paula Souza São Paulo Brasil mduduchi@terra.com.br

Leia mais

Avaliação de Interfaces

Avaliação de Interfaces Especialização em Tecnologias de Software para Ambiente Web Avaliação de Interfaces Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Projeto e Avaliação de Interfaces: Ambiente Web

Leia mais

2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web

2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web 2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web A eficiência da educação a distância (EAD) depende da contribuição de diversas disciplinas. É comum encontrarmos estudos nas áreas da ciência da computação,

Leia mais

DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO. Caio Cesar

DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO. Caio Cesar DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO Caio Cesar Caio Cesar? Ensino / Pesquisa / Consultoria Comunicação online Marketing Design de Interação www.caiocesar.cc Tema de hoje Design Centrado no Usuário O quê? Por quê?

Leia mais

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB OBJETIVO GERAL Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB Marisol de Andrade Maués Como objetivo geral, buscou-se avaliar a qualidade de produtos Web, tendo como base o processo de avaliação de qualidade descrito

Leia mais

UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA LUCIANA RODRIGUES COSTA USABILIDADE APLICADA À WEB EM SITES DO GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA

UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA LUCIANA RODRIGUES COSTA USABILIDADE APLICADA À WEB EM SITES DO GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA 1 UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA LUCIANA RODRIGUES COSTA USABILIDADE APLICADA À WEB EM SITES DO GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA Florianópolis, 2011 2 LUCIANA RODRIGUES COSTA USABILIDADE APLICADA

Leia mais

Modelo de Qualidade CMMI

Modelo de Qualidade CMMI Modelo de Qualidade CMMI João Machado Tarcísio de Paula UFF - Campus Rio das Ostras Resumo Este trabalho tem como objetivo explicar de forma simples o que é e como funciona o modelo de qualidade CMMI,

Leia mais

Introdução à Avaliação de Interfaces

Introdução à Avaliação de Interfaces Universidade Federal do Vale do São Francisco -UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação Introdução à Avaliação de Interfaces Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.twitter.com/jorgecav

Leia mais

Usabilidade e Adaptabilidade Web: Uma proposta de Inovação de um Sistema de Apoio à Gestão Escolar

Usabilidade e Adaptabilidade Web: Uma proposta de Inovação de um Sistema de Apoio à Gestão Escolar Usabilidade e Adaptabilidade Web: Uma proposta de Inovação de um Sistema de Apoio à Gestão Escolar Sandro Marques de Carvalho 1, Eudis Oliveira Teixeira 2 1 Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de

Leia mais

USO DOS CONCEITOS DE INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR NO DESENVOLVIMENTO WEB PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

USO DOS CONCEITOS DE INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR NO DESENVOLVIMENTO WEB PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Discutindo a visibilidade da EaD Pública no Brasil USO DOS CONCEITOS DE INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR NO DESENVOLVIMENTO WEB PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Priscilla Márcia Scarpelli Bastos 1, Diogo Marcos de

Leia mais

Engenharia de Software III

Engenharia de Software III Departamento de Informática Programa de Pós Graduação em Ciência da Computação Laboratório de Desenvolvimento Distribuído de Software Estágio de Docência http://www.din.uem.br/~pg45640/ Qualidade de Software

Leia mais

CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE

CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE Andrea C. A. Borim 1 Antônio M. Saraiva 2 José M. Fernandes 3 Carlos A. R. Pinto 4 RESUMO A busca pelo aumento da

Leia mais

Isac Velozo Aguiar Orientador: Eduardo Manuel de Freitas Jorge 19/06/2007

Isac Velozo Aguiar Orientador: Eduardo Manuel de Freitas Jorge 19/06/2007 MAX-FLOW UM ESTUDO DE INTERFACE E USABILIDADE DE UMA FERRAMENTA DE EDITORAÇÃO DE PROCESSOS Isac Velozo Aguiar Orientador: Eduardo Manuel de Freitas Jorge 19/06/2007 Agenda» Contexto;» Problemas;» Objetivos;»

Leia mais

Interação Humano-Computador: Conceitos Básicos INF 1403 Introdução a IHC Aula 03 19/02/2014 Conteúdo da Aula Interação, Interface e Affordance Critérios de qualidade de uso Usabilidade Experiência do Usuário

Leia mais

Software LabX UV/VIS. Software de PC LabX UV/VIS. Dinamize Seu Fluxo de Trabalho UV/VIS

Software LabX UV/VIS. Software de PC LabX UV/VIS. Dinamize Seu Fluxo de Trabalho UV/VIS Software LabX UV/VIS Software de PC LabX UV/VIS Software LabX UV/VIS Dinamize Seu Fluxo de Trabalho UV/VIS Otimização do Fluxo de Trabalho Dinamize Seu Fluxo de Trabalho UV/VIS Simplifique, Torne Eficiente

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Avaliação de Usabilidade e Comunicabilidade Avaliação de interfaces de usuário

Avaliação de Usabilidade e Comunicabilidade Avaliação de interfaces de usuário Avaliação de Usabilidade e Comunicabilidade Avaliação de interfaces de usuário Objetivos - por que avaliar? Critérios - o que avaliar? Métodos e técnicas - como avaliar? Forma - quando e onde avaliar?

Leia mais

ESTUDO AVALIATIVO DE ACESSIBILIDADE E USABILIDADE APLICADO AO AMBIENTE WEB.

ESTUDO AVALIATIVO DE ACESSIBILIDADE E USABILIDADE APLICADO AO AMBIENTE WEB. ESTUDO AVALIATIVO DE ACESSIBILIDADE E USABILIDADE APLICADO AO AMBIENTE WEB. Rogério Albuquerque Ribeiro, Claudete Werner Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí - PR - Brasil albuquerque.rogerio@icloud.com

Leia mais

Disciplina: Interface Humano-Computador Prof: João Carlos da Silva Junior

Disciplina: Interface Humano-Computador Prof: João Carlos da Silva Junior Disciplina: Interface Humano-Computador Prof: João Carlos da Silva Junior Definição Interação homem-computador é o conjunto de processos, diálogos, e ações através dos quais o usuário humano interage com

Leia mais

USABILIDADE. Lílian Simão Oliveira

USABILIDADE. Lílian Simão Oliveira USABILIDADE Lílian Simão Oliveira Usabilidade 2 Pra quê? O que é usabilidade? Usabilidade é a medida na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade,

Leia mais

Otimização de máquinas de papel da SKF

Otimização de máquinas de papel da SKF Otimização de máquinas de papel da SKF Aumentando a eficiência e a produtividade global das máquinas O Poder do Conhecimento em Engenharia Operação mais rápida e eficiente Nunca foi tão difícil operar

Leia mais

MELHORIA DA QUALIDADE DE USO EM PORTAIS WEB DE ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS ATRAVÉS DA AVALIAÇÃO CONTÍNUA DE USABILIDADE

MELHORIA DA QUALIDADE DE USO EM PORTAIS WEB DE ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS ATRAVÉS DA AVALIAÇÃO CONTÍNUA DE USABILIDADE MELHORIA DA QUALIDADE DE USO EM PORTAIS WEB DE ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS ATRAVÉS DA AVALIAÇÃO CONTÍNUA DE USABILIDADE Thiago Nogueira Barbosa Universidade Federal do Ceará - Campus de Quixadá (UFC)

Leia mais

Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software

Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software Bolívar Arthur Butzke 1, Karine Baiotto 1, Msc. Adalberto Lovato 1, Msc. Vera Lúcia Lorenset Benedetti 1 1 Sistemas de Informação

Leia mais

Melhora da Produtividade no uso do Prontuário Eletrônico do Paciente Utilizando a Engenharia da Usabilidade

Melhora da Produtividade no uso do Prontuário Eletrônico do Paciente Utilizando a Engenharia da Usabilidade Melhora da Produtividade no uso do Prontuário Eletrônico do Paciente Utilizando a Engenharia da Usabilidade Eliana Zen 1, Raul Ceretta Nunes 1, Maria Angélica Figueiredo Oliveira 1, Marcius da Silva Fonseca

Leia mais

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007)

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007) 1 Introdução Em todo mundo, a Educação a Distância (EAD) passa por um processo evolutivo principalmente após a criação da internet. Os recursos tecnológicos oferecidos pela web permitem a EAD ferramentas

Leia mais

CCE 876 - Engenharia de Software. Introdução à Engenharia de Software

CCE 876 - Engenharia de Software. Introdução à Engenharia de Software CCE 876 - Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Objetivos Introduzir a Engenharia de Software e explicar sua importância. Introduzir os conceitos principais relacionados à Engenharia

Leia mais

Técnicas para Avaliação de Interfaces

Técnicas para Avaliação de Interfaces Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação Técnicas para Avaliação de Interfaces Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.twitter.com/jorgecav

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA USABILIDADE NAS INFORMAÇÕES APRESENTADAS EM HIPERTEXTO

A IMPORTÂNCIA DA USABILIDADE NAS INFORMAÇÕES APRESENTADAS EM HIPERTEXTO A IMPORTÂNCIA DA USABILIDADE NAS INFORMAÇÕES APRESENTADAS EM HIPERTEXTO Nomiso, Lúcia Satiko; mestranda; Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Campus de Bauru - lucia.nomiso@gmail.com Paschoarelli,

Leia mais

Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface

Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface Robson SANTOS Mestre em Design Pontifícia Universidade Católica do Rio

Leia mais

PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMM E CMMI

PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMM E CMMI PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMM E CMMI INTRODUÇÃO Aumento da Importância do Software Software está em tudo: Elemento crítico

Leia mais

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE 6 Disponibilizado no endereço http://www.acaoergonomica.ergonomia.ufrj.br Ação Ergonômica vol 3 nº. 1 (2007) pp. 01-06 METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA

Leia mais

XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012 GT 11: Informação e Saúde

XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012 GT 11: Informação e Saúde XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012 GT 11: Informação e Saúde CRIAÇÃO DE UM MODELO DE INTERFACE EXTENSÍVEL PARA SISTEMAS DE REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE Modalidade

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

Modelos do Design de Software

Modelos do Design de Software Modelos do Design de Software Modelos do Design de Software O processo de design na Engenharia de Software parte de três pressupostos básicos: O resultado do design é um produto; O produto é derivado de

Leia mais

Análise comparativa de avaliações empíricas entre diferentes perfis de interação: crianças e desenvolvedores de interfaces infantis

Análise comparativa de avaliações empíricas entre diferentes perfis de interação: crianças e desenvolvedores de interfaces infantis UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA TERRA E DO MAR CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Análise comparativa de avaliações empíricas entre diferentes perfis de interação: crianças

Leia mais

Usabilidade nas Empresas que Utilizam Sistemas Web como Instrumento de Trabalho

Usabilidade nas Empresas que Utilizam Sistemas Web como Instrumento de Trabalho Usabilidade nas Empresas que Utilizam Sistemas Web como Instrumento de Trabalho Karina Duarte Bittencourt¹, Joe Jackson Sangali Vidor¹, Fabricio Roulin Bittncourt¹ ¹Fundação Comunitária de Ensino Superior

Leia mais

Princípios de usabilidade e engenharia semiótica no projeto de interfaces gráficas com o usuário

Princípios de usabilidade e engenharia semiótica no projeto de interfaces gráficas com o usuário Princípios de usabilidade e engenharia semiótica no projeto de interfaces gráficas com o usuário Anaís Schüler Bertoni Mestranda em Design Centro Universitário Ritter dos Reis anais@d750.com.br Silvia

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UMA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DE USABILIDADE PARA SITES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

ELABORAÇÃO DE UMA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DE USABILIDADE PARA SITES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Daniele Pinto Andres ELABORAÇÃO DE UMA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DE USABILIDADE PARA SITES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

Leia mais

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Evandro Polese Alves Ricardo de Almeida Falbo Departamento de Informática - UFES Av. Fernando Ferrari, s/n, Vitória - ES - Brasil

Leia mais

AGNALDO IZIDORO DE SOUZA UNIPAR agnaldo@unipar.br JAIR OTT UNIPAR jairott@gmail.com PABLO A. MICHEL UNIPAR pamichel@unipar.br

AGNALDO IZIDORO DE SOUZA UNIPAR agnaldo@unipar.br JAIR OTT UNIPAR jairott@gmail.com PABLO A. MICHEL UNIPAR pamichel@unipar.br A importância da aplicação de técnicas de gerenciamento de riscos em projetos de desenvolvimento de software: estudo de caso do sistema de controle de veículos AGNALDO IZIDORO DE SOUZA UNIPAR agnaldo@unipar.br

Leia mais

CURSO: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas SÉRIE: 3º Semestre TURNO: Noturno DISCIPLINA: ANÁLISE DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS

CURSO: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas SÉRIE: 3º Semestre TURNO: Noturno DISCIPLINA: ANÁLISE DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS CURSO: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas SÉRIE: 3º Semestre TURNO: Noturno DISCIPLINA: ANÁLISE DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS CARGA HORÁRIA: 60 horas I - Ementa Modelagem de Processos

Leia mais

Análise de usabilidade de um website por meio de ensaio de interação com usuários idosos 1

Análise de usabilidade de um website por meio de ensaio de interação com usuários idosos 1 Análise de usabilidade de um website por meio de ensaio de interação com usuários idosos 1 Erika Crisóstomo Albuquerque 2. Faculdade Interamericana de Porto Velho UNIRON. Resumo Este trabalho descreve

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST.

Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST. Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST. Um software deve ser projetado para simplificar tarefas e criar experiências positivas para

Leia mais

AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing

AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing AlianaPereiraSimões Pós-graduadaemErgonomia,UsabilidadeeInteraçãoHumano-Computador PUC-RIO aliana@aliana.com.br

Leia mais

Tema: Por que estudar IHC (Interação Humano Computador)?

Tema: Por que estudar IHC (Interação Humano Computador)? Profa. Tatiana Aires Tavares tatiana@lavid.ufpb.br Tema: Por que estudar IHC (Interação Humano Computador)? Criar desejos... Resolver problemas do nosso dia-a-dia Facilitar a vida da gente Tornar possível...

Leia mais

U NIFACS ERGONOMIA INFORMACIONAL PROFª MARIANNE HARTMANN 2006.1

U NIFACS ERGONOMIA INFORMACIONAL PROFª MARIANNE HARTMANN 2006.1 U NIFACS ERGONOMIA INFORMACIONAL PROFª MARIANNE HARTMANN 2006.1 AULA 20 PROBLEMAS DE INTERFACE 12.maio.2006 FAVOR DESLIGAR OS CELULARES usabilidade compreende a habilidade do software em permitir que o

Leia mais

WEIHC 2013. IHC na Especialização em Engenharia de Software: discussões sobre uma experiência prática UNICAMP. Roberto Pereira rpereira@ic.unicamp.

WEIHC 2013. IHC na Especialização em Engenharia de Software: discussões sobre uma experiência prática UNICAMP. Roberto Pereira rpereira@ic.unicamp. WEIHC 2013 IHC na Especialização em Engenharia de Software: discussões sobre uma experiência prática Roberto Pereira rpereira@ic.unicamp.br UNICAMP Instituto de Computação Universidade Estadual de Campinas

Leia mais

Autor(es) BARBARA STEFANI RANIERI. Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS, ANDERSON BELGAMO. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1.

Autor(es) BARBARA STEFANI RANIERI. Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS, ANDERSON BELGAMO. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica ESPECIFICAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE UMA FERRAMENTA AUTOMATIZADA DE APOIO AO GERSE: GUIA DE ELICITAÇÃO DE REQUISITOS PARA SISTEMAS EMBARCADOS Autor(es) BARBARA STEFANI

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Informação. Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias - UFES Bruno Vilela Oliveira bruno@cca.ufes.

Introdução aos Sistemas de Informação. Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias - UFES Bruno Vilela Oliveira bruno@cca.ufes. Introdução aos Sistemas de Informação Departamento de Engenharia Rural Centro de Ciências Agrárias - UFES Bruno Vilela Oliveira bruno@cca.ufes.br Nesta aula Apresentação da disciplina Avaliação Recursos

Leia mais

ORÇAMENTO DE OBRAS Ângelo Augusto Gomes Carneiro 1 Rogério Santos Teixeira 2 Prof. Ricardo Antonio Pereira da Silva 3

ORÇAMENTO DE OBRAS Ângelo Augusto Gomes Carneiro 1 Rogério Santos Teixeira 2 Prof. Ricardo Antonio Pereira da Silva 3 ORÇAMENTO DE OBRAS Ângelo Augusto Gomes Carneiro 1 Rogério Santos Teixeira 2 Prof. Ricardo Antonio Pereira da Silva 3 RESUMO Este trabalho de pesquisa busca identificar os principais problemas encontrados

Leia mais