Folha do CJF. Informativo do Conselho da Justiça Federal. Sistema de audiências por videoconferência deve ser adotado em toda a Justiça Federal p.

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1 Folha do CJF Informativo do Conselho da Justiça Federal nº 32 - novembro/dezembro 2012 Sistema de audiências por videoconferência deve ser adotado em toda a Justiça Federal p. 6 Resolução sobre reconhecimento e pagamento de passivos é alterada p. 2 Resolução sobre reconhecimento e pagamento de passivos é alterada p. 2 Autorizadas mudanças nas localizações e datas de instalação de varas federais p. 3 Autorizadas mudanças nas localizações e datas de instalação de varas federais p. 3

2 Decisões Alterada resolução sobre pagamento de passivos O Conselho da Justiça Federal (CJF), reunido em 14 de dezembro, aprovou proposta de alteração da Resolução n. 106/2010, que dispõe sobre os critérios de reconhecimento e pagamento de passivos no âmbito do Conselho e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. Pelo texto aprovado, as decisões administrativas de reconhecimento de direitos que implicarem aumento de despesa deverão ser submetidas, como condição de eficácia, à homologação do Plenário do CJF. A relatora do processo foi a vice-presidente interina do CJF, ministra Eliana Calmon (foto). O texto da resolução ressalva que não será necessário homologar o reconhecimento de direitos relativos à matéria já regulamentada ou apreciada pelo CJF ou decorrente de lei que não demande homologação. Os valores a serem pagos a título de passivos serão apurados com base no montante do débito nominal, mês a mês, e atualização monetária do valor nominal de cada parcela mensal. Essas parcelas devem ser atualizadas monetariamente pelo IPC-r até junho de 1995, pelo INPC daí em diante até junho de 2009, e a partir de julho de 2009, pela incidência da remuneração básica da caderneta de poupança (Taxa Referencial). Aplica-se o percentual de juros simples, se for o caso, sobre cada parcela atualizada, multiplicado pelo número de meses transcorridos. Os juros de mora serão de 1% ao mês, até agosto de 2001 e 0,5% daí em diante, até junho de 2009, e, a partir de julho de 2009, aqueles aplicados à caderneta de poupança. No prazo de 180 dias a contar da data de publicação da resolução, o CJF disponibilizará em seu site ferramenta informatizada para atualização monetária e cálculo de juros, a ser utilizada pelos órgãos da Justiça Federal no pagamento dos passivos. Técnico judiciário com especialidade em segurança e transporte pode ser lotado em outra área O técnico judiciário com especialidade em segurança e transporte, em caso de necessidade do serviço, pode ser lotado em outra área de atuação, diferente da área de segurança e transporte. Neste caso, se continuar exercendo atividade de segurança e transporte, cumulativamente com a outra atividade, poderá receber a Gratificação por Atividade de Segurança (GAS), desde que sua chefia imediata declare expressamente que ele exerce atividades de segurança na sua unidade de lotação. Este foi o entendimento do CJF, ao aprovar por unanimidade o voto da ministra Eliana Calmon, em sessão realizada em 14 de dezembro. No processo, o CJF discutia a legitimidade da Portaria n. 406/2012, da Direção do Foro da Seção Judiciária de Pernambuco, segundo a qual, quando houver insuficiência de pessoal ou assim exigir o volume de trabalho, os servidores ocupantes do cargo de Técnico Judiciário, Área Serviços Gerais, Especialidade Segurança e Transporte, poderão ser lotados em qualquer das unidades, cumulativamente com as atividades de segurança e transporte. De acordo com a ministra, para ter direito à percepção da GAS, o servidor, além de ocupar cargo na área de segurança, também deve desempenhar atribuições inerentes ao seu cargo. Sendo assim, deve ser adequada a redação da portaria, para não haver uma ofensa ao normativo geral, e estendendo-se o benefício financeiro de forma genérica, independentemente da lotação do servidor. O processo tem origem em Procedimento de Controle Administrativo proposto pela Associação Nacional dos Agentes de Segurança do Poder Judiciário da União AGEPOLJUS perante o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), questionando a legalidade da Portaria n. 406/2012. O relator do PCA, Conselheiro Ney José de Freitas, após instrução do feito, concluiu pela competência primária do CJF para apreciar o pedido, remetendo os autos a este órgão. 2

3 Decisões Alteração de locais e datas de instalação de varas federais é autorizada Em sessões realizadas em novembro e dezembro, o CJF autorizou a alteração dos locais de instalação de varas federais na 3ª Região e nas datas de instalação de varas federais da 1ª Região, que estavam previstas na Resolução CJF 102/2010. Em sessão realizada em 19 de novembro, aprovou a alteração de instalação de vara, do município de Caraguatatuba, em São Paulo, para Limeira, no mesmo estado. Em 14 de dezembro, o Colegiado autorizou o remanejamento da instalação de uma vara federal, prevista inicialmente para ser instalada em Catanduva (SP), para que seja instalada em Franca (SP), e aprovou pedido de antecipação, para 2013, da instalação da 5ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG) e da Vara Única de São Raimundo Nonato (PI), anteriormente previstas para Os pedidos foram relatados pelo corregedor-geral da Justiça Federal, ministro João Otávio de Noronha (foto). O pedido de remanejamento de varas de Caraguatatuba para Limeira e de Catanduva para Franca foram feitos pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região. As medidas, segundo justificativa apresentada pelo TRF3, visam oferecer um melhor serviço jurisdicional, mediante a racionalização equânime da divisão dos trabalhos judiciais. O ministro João Otávio de Noronha (foto), após observar que são os próprios tribunais regionais, por meio de sua Presidência e gestão, quem melhor conhecem suas carências administrativas e jurisdicionais, destaca que é mandamento constitucional que a administração pública, entre elas a da Justiça, seja eficiente. Neste sentido, continua o relator, os dados apresentados pelo estudo do TRF3, referentes a crescimento populacional, quantidade de cidades abrangidas pela nova proposta, assim como os indicativos de carência de varas federais com base em quantidade de processos, PIB, população e outros fatores demonstram, de forma contundente, que os objetivos de racionalização equânime dos trabalhos judiciais e o oferecimento de melhor serviço jurisdicional serão atendidos com a alteração solicitada pelo TRF3. O relator também destaca que, além dos indicativos a favor da mudança de localização da vara federal, o pedido encaminhado pelo TRF3 menciona a implantação de projeto piloto na Comarca de Limeira, visando à realização de conciliações nos processos de competência delegada. E acrescenta que há interesse da municipalidade, que oferece área a ser doada à União para construção da sede própria, entre outras medidas facilitadoras para a instalação da Vara Federal em Limeira. De acordo com o presidente do TRF3, desembargador federal Newton De Lucca, STJ elege novos membros do CJF e do TSE O Superior Tribunal de Justiça elegeu, em 12 de dezembro, os ministros Arnaldo Esteves Lima, Maria Thereza de Assis Moura e Herman Benjamin como membros efetivo e suplentes, respectivamente, do Conselho da Justiça Federal. A eleição se deu em razão da ida do ministro Teori Zavascki para o STF e da aposentadoria do ministro Massami Uyeda, que completou 70 anos no último dia 22 de novembro e se aposentou compulsoriamente. O CJF tem em sua composição cinco ministros do STJ: o presidente, ministro Felix Fischer, o vice, ministro Gilson Dipp (afastado por problemas de saúde), e outros três membros efetivos, sendo um destes o corregedor-geral da Justiça Federal (atualmente, o ministro João Otávio de Noronha). Há ainda três suplentes. Na ocasião, o Pleno do STJ também elegeu o ministro Arnaldo Esteves Lima para a vaga de ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral. O ministro assumirá a vaga deixada pelo ministro Teori Zavascki. Fonte: Superior Tribunal de Justiça estudos realizados pelo Tribunal constataram a ampliação do serviço judicial prestado pela Vara Federal de Catanduva, prevendo competência para processar e julgar todas as espécies de ações, excetuando-se os feitos relativos aos crimes de lavagem de dinheiro. De outra parte, as carências na região do Município de Franca deram ensejo à instalação do Juizado Especial Federal naquela Subseção Judiciária, que conta com grande número de indústrias e forte atividade comercial, que acarreta um número significativo de demandas previdenciárias, sem falar nos executivos fiscais, justifica o desembargador federal. O pedido do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, de antecipação, para 2013, da instalação da 5ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG) e da Vara Única de São Raimundo Nonato (PI), traz como consequência o adiamento, para 2014, da instalação da 3ª Vara Federal de Contagem (MG) e da Vara Única de Correntes (PI), inicialmente previstas para A inversão não traz prejuízo algum, apenas atende à conveniência administrativa. Esta Corregedoria-Geral tem por tônica o prestígio das administrações dos TRFs, que conhecem a fundo as suas necessidades estruturais, organizacionais e a demanda por jurisdição, esclarece o ministro. As decisões do CJF alteram as localizações e o cronograma de instalação das varas federais criadas pela Lei n /2009, cuja instalação está regulamentada pela Resolução 102/2010 do CJF. A lei criou 230 varas federais, destinadas à interiorização da Justiça Federal de primeiro grau e à implantação de juizados especiais federais no País. 3

4 Homenagem Colegiado homenageia ministro Teori Zavascki O Colegiado do CJF, em sessão realizada em 19 de novembro, prestou homenagem ao ministro Teori Zavascki, que deixou de ser membro efetivo do Conselho para tomar posse como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 29 do mesmo mês. O presidente do CJF, também presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer, afirmou, na ocasião, que o momento era de grande alegria, em virtude da iminente posse do ministro Zavascki na mais alta corte de Justiça do País, e ao mesmo tempo, de tristeza por não tê-lo mais no Colegiado do CJF. O ministro Fischer designou a ministra Eliana Calmon, vice-presidente em exercício do CJF, para entregar ao ministro Zavascki placa alusiva à sua passagem pelo CJF. O ministro Teori Zavascki é um exemplo dado ao Judiciário de que, para chegar às instâncias superiores, não é preciso fazer favores, disse a ministra. Ao agradecer as palavras tocantes dos colegas e a convivência com todos no período em que atuou como membro efetivo, o ministro Zavascki ressaltou que teve a honra e a oportunidade de ser integrante da Justiça Federal, tanto como juiz federal de primeira instância quanto como juiz do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, tendo inclusive exercido a Presidência desse Tribunal. Como presidente, tive a honra de instalar os juizados especiais federais em municípios da 4ª Região. Os juizados são um projeto que nos permite ver um modelo de Justiça que realmente funciona, enfatizou o ministro. Corregedoria Inspeção no TRF4 termina com avaliação positiva Saio daqui com a melhor impressão da Justiça Federal da 4ª Região, com um diagnóstico de um tribunal bem organizado, preocupado com uma prestação jurisdicional célere e eficaz. Esta foi a avaliação do ministro João Otávio Noronha, corregedor-geral da Justiça Federal, dos dez dias de inspeção no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), feita durante a sessão solene de encerramento realizada no Plenário da Corte, em 28 de novembro. O ministro cumprimentou o trabalho da presidente do TRF4, desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, à frente da administração e salientou que leva da 4ª Região uma série de ideias que deseja implementar na Justiça Federal do país, exemplos de boas práticas. O ministro ressaltou que as observações apontadas no relatório de inspeção são meras correções de rumo em direção ao constante aprimoramento. Ele afirmou que nenhum problema moral envolvendo a gestão ou a administração judiciária foi encontrado, apenas questões pontuais. Por outro lado, a presidente do TRF4 reiterou o compromisso de resolver imediatamente quaisquer falhas apontadas. A excelência é uma estrada sem fim e aqui temos magistrados criativos que buscarão sempre a solução dos problemas, garantiu a desembargadora. Um dos problemas apontados pelo corregedor, que afeta todos os TRFs do País, é o acúmulo de processos previdenciários. O ministro explicou o fenômeno como um reflexo do exercício do direito pós Constituição de O brasileiro aprendeu a litigar. Primeiro foram as causas de consumo e, agora, é a vez de questionar a Previdência Social, analisa. Ele chamou a atenção para o fato de que atender às demandas previdenciárias significa atender à população carente. Para ele, a saída é a reestruturação de varas e turmas para garantir celeridade nos julgamentos de ações previdenciárias, sem que isto prejudique a especialização por matéria, apenas agregando competência temporariamente. Temos que redistribuir as causas previdenciárias, redesenhar o trabalho, que é dinâmico. Se não fizermos isso agora no TRF4, poderemos vir a ter problemas, como outros tribunais, onde desembargadores acumulam 30 mil recursos no gabinete. Ele reforça a importância de estabelecer um padrão mínimo de produtividade para cada magistrado. Produção é organização. O magistrado que não sabe gerir não cumpre seu papel. Acumular processos é negar o direito ao jurisdicionado, avalia. Outro caminho apontado para a gestão da área judiciária é o enxugamento da estrutura das secretarias ou sua unificação, já que os processos hoje são eletrônicos. Pontos positivos No trabalho de inspeção no TRF4, a Corregedoria ressaltou o trabalho da Ouvidoria, da Escola da Magistratura (Emagis) e da Corregedoria Regional, que realizou 100% das correições propostas e investiu no programa de vitaliciamento dos juízes, dando ênfase à capacitação psicológica dos novos magistrados. Outras boas práticas ressaltadas foram a publicação rápida dos acórdãos pelo tribunal, a destacada atuação da secretaria do Plenário e Corte Especial e a intimação eletrônica feita pelos próprios gabinetes. A 4ª Região foi a última da Justiça Federal brasileiro a ser inspecionada. O trabalho da Corregedoria-Geral começou em novembro de 2011, pelo TRF1, com sede em Brasília, e já passou pelas outras três regiões (2ª, 3ª e 5ª). Fonte: Assessoria de Comunicação Social do TRF4 4

5 Corregedoria Comissão Permanente dos JEFs recebe visita do defensor público geral federal Dirigente da Defensoria Pública da União garante que a carência de defensores nos juizados será amenizada com a sanção da Lei /2012, que cria 789 cargos de defensor A Comissão Permanente dos Juizados Especiais Federais recebeu em 11 de dezembro o defensor público geral federal, Hamán Córdova, na sede do CJF. Ele compareceu à reunião a convite do corregedor-geral da Justiça Federal, ministro João Otávio de Noronha, presidente da Comissão, que manifestou preocupação com a baixa quantidade de defensores públicos da União atuando junto aos juizados, em especial no Estado de São Paulo. Hamán Córdova garantiu aos membros da Comissão que o problema, decorrente sobretudo da dificuldade em recrutar servidores no estado, será minimizado com a sanção da Lei n , no dia 28 de dezembro, que cria 789 cargos de defensor público da União. De acordo com Hamán Córdova, existem hoje 480 defensores públicos federais atuando em todo o País, número insuficiente para atender a toda a demanda, que, além da Justiça Federal, inclui as Justiças do Trabalho e Eleitoral. Córdova ressaltou a importância de estreitar laços com a Comissão Permanente dos JEFs, para que a DPU acompanhe de perto as discussões sobre os juizados, em especial a localização das novas turmas recursais, criadas pela Lei n /2012, critério que ele considera relevante para a distribuição dos novos cargos de defensor. Experiência em São Paulo Pelo grande número de pessoas atendidas, a cidade de São Paulo foi sugerida pelo minis- tro Noronha para dar início ao aprimoramento da atuação da DPU nos JEFs. A proposta é instalar uma sala cedida pela Justiça Federal à DPU nas dependências do juizado. Com isso, a Defensoria passará a ter condições de abrir procedimentos de assistência jurídica eletrônicos a serem distribuídos entre os defensores federais. O defensor-geral apontou a experiência bem sucedida da DPU no Distrito Federal, que conta com uma sala permanente dentro da estrutura do Juizado Especial Federal. A coordenadora dos JEFs da 3ª Região, desembargadora federal Marisa Santos, colocou-se à disposição para discutir a implantação desse espaço em São Paulo. Assistência judiciária gratuita Na reunião, o juiz federal Sérgio Tejada, coordenador do sistema de Assistência Judiciária Gratuita (AJG), relatou à Comissão que o sistema, instituído pela Resolução CJF n. 201/2012, está pronto para ser utilizado em todas as regiões da Justiça Federal em janeiro de 2013, com exceção da 5ª Região, que terá um prazo maior para adotar o sistema. De acordo com ele, a assistência judiciária gratuita é uma grande preocupação do CJF, pois trata-se de uma despesa da Justiça Federal que teve um aumento muito significativo nos últimos anos, passando de R$ 4,3 milhões em 2001 para R$ 142 milhões em 2012, e a previsão é que em 2013 sejam desembolsados R$ 146 milhões. A assistência judiciária gratuita é uma verba utilizada para o pagamento de defensores dativos, peritos, tradutores e intérpretes, nomeados pelo juiz da causa quando o autor da ação comprova falta de recursos para pagar esses profissionais. Segundo informou o juiz Tejada, a maior parte dessa verba é utilizada para o pagamento de peritos médicos, em processos previdenciários. A criação do sistema de AJG pelo CJF, conforme explica o juiz, atende ao objetivo de exercer maior controle sobre o desembolso dessa verba. A Comissão Permanente dos JEFs é composta pelos coordenadores dos JEFs nos cinco tribunais regionais federais e por um representante da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). A Comissão tem as atribuições de aprovar planos de trabalho de interesse de mais de uma região, organizar e manter banco centralizado de dados dos juizados com informações sobre o andamento dos processos e arquivo de jurisprudência e sugerir as medidas que devam ser submetidas ao Conselho da Justiça Federal quanto à implantação e uniformização dos serviços dos JEFs. Com informações da Assessoria de Imprensa da DPU 5

6 Corregedoria Sistema de videoconferência da 4ª Região será proposto para toda a JF A adoção de equipamentos de videoconferência nas audiências substitui a expedição de cartas precatórias O ministro João Otávio de Noronha, corregedor-geral da Justiça Federal, assistiu em 27 de novembro, em Porto Alegre, a uma demonstração do sistema de videoconferência desenvolvido pela Justiça Federal da 4ª Região. Ele estuda a proposta de adotar o sistema chamado Projeto XXI em toda a Justiça Federal. O sistema utiliza equipamentos de videoconferência nas audiências, substituindo a expedição das cartas precatórias. A proposta deve ser examinada na próxima reunião do Fórum de Corregedores da Justiça Federal, marcada para 7 de fevereiro de A última reunião do Fórum de Corregedores aconteceu na sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre. Na ocasião, o ministro esteve na sede da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul e, acompanhado da presidente do TRF4, desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, do diretor do Foro da Justiça Federal do RS (JFRS), juiz federal Eduardo Tonetto Picarelli, e dos corregedores regionais dos TRFs do Brasil, assistiu pessoalmente a uma audiência na 1ª Vara Federal Criminal de Porto Alegre com o novo sistema. O projeto-piloto foi desenvolvido nessa vara, pelo juiz federal titular, José Paulo Baltazar Junior. Acompanhei na prática a eficiência do sistema, que proporciona uma redução de custos, tempo, aceleração da coleta da prova e facilidade para o feito, analisa o ministro. Ele assistiu a uma audiência criminal onde, de Porto Alegre, estavam sendo ouvidas testemunhas no Rio de Janeiro. O sistema também possibilitou que a defesa do processo questionasse a testemunha do Rio de Janeiro, direto do Juizado Especial Federal Avançado (JEFA) de Alegrete (RS), economizando o custo com viagem para a parte. Com o uso de equipamentos de áudio e vídeo conectados à Internet, os juízes federais da 4ª Região podem inquirir diretamente testemunhas e réus. Pelo sistema tradicional, seria necessário transferir a tarefa a outro magistrado, sem vínculo com o processo, por meio de carta precatória. Para o idealizador do projeto, juiz federal Baltazar Junior, o grande beneficiado é o jurisdicionado, porque o processo tramita mais rápido, se evita a prescrição, que acontecia muito com o cumprimento das cartas precatórias, e ganha-se com a concentração dos atos processuais em uma só audiência. A iniciativa pretende eliminar a expedição de cartas precatórias inquiritórias. Com o sistema em funcionamento, o magistrado, ao necessitar ouvir um réu ou testemunha que resida fora de sua jurisdição, apenas agenda eletronicamente essa audiência a distância. O principal objetivo é reduzir o tempo de tramitação das ações, ao mesmo tempo em que se aumenta a qualidade da decisão judicial, para ambos os lados. Com o mecanismo, o juiz e o procurador do caso inquirem diretamente o depoente, sem precisar ocupar outro juiz no processo. Para isso, basta que um servidor da vara acompanhe o depoente durante a audiência. Sistema já é uma realidade Atualmente o sistema de videoconferência já funciona nas varas federais criminais das três capitais da Região Sul e de Foz do Iguaçu (PR), que não recebem mais cartas precatórias para tomadas de depoimentos de testemunhas e partes em processos que tramitam em outras subseções judiciárias. No interior dos três estados do Sul, o uso do sistema ainda é facultativo, de acordo a disponibilidade de equipamentos de áudio e vídeo já instalados. A previsão é que até julho de 2013 todas as varas da Justiça Federal da 4ª Região estejam equipadas. Já estamos em processo de licitação para compra dos equipamentos, garante Baltazar Junior. Em setembro de 2012, uma comissão de magistrados e servidores do CJF esteve em Porto Alegre para colher subsídios sobre projeto da JFRS. Fonte: Tribunal Regional Federal da 4ª Região 6

7 Centro de Estudos Judiciários Papel principal da arbitragem é alavancar a economia, diz ministro A arbitragem, como meio alternativo de solução de conflitos, deve ser vista no seu papel mais relevante, o de propiciar investimentos, gerar empregos e alavancar a economia. A afirmação foi feita pelo corregedor-geral da Justiça Federal e diretor do Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do CJF, ministro João Otávio de Noronha, na abertura do Seminário Internacional de Arbitragem, em 3 de dezembro, no auditório do Superior Tribunal de Justiça (STJ). De acordo com o ministro, é preciso superar a ideia de que a função principal da arbitragem é desafogar o Poder Judiciário. A arbitragem é um instrumento facilitador para a realização de grandes negócios, em que empresas e jurisdicionados podem contar com uma solução célere e eficaz, esclareceu. Isso não significa, segundo o ministro, que o Poder Judiciário seja incapaz de resolver os conflitos, mas que não consegue resolvê-los no tempo exíguo que muitas vezes o ambiente de negócios exige e que a arbitragem permite, frequentemente a um custo mais baixo. A arbitragem não reduz o serviço do Poder Judiciário, tanto é que as sentenças arbitrais internacionais são homologadas pelo Superior Tribunal de Justiça, observou o ministro, que é membro do STJ. Papel do Judiciário Ele agradeceu aos integrantes da mesa de abertura, em especial o coordenador científico do evento, o presidente da Câmara de Mediação e Arbitragem da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, Cesar Augusto Guimarães Pereira. Cesar Pereira se disse honrado em poder organizar o seminário. Para ele, a arbitragem pode ser um instrumento muito útil, na medida em que recebe o apoio do Poder Judiciário para que tenha efetividade. O papel do Judiciário em especial do STJ, que no Brasil é quem homologa sentenças estrangeiras, inclusive as sentenças arbitrais, e dos juízes federais, competentes para executar as sentenças homologadas pelo STJ foi um dos assuntos principais debatidos no seminário. Outro tema importante foram os critérios de homologação de sentenças arbitrais estrangeiras com base na Convenção de Nova Iorque. Ratificada em 1958 e incorporada ao ordenamento jurídico brasileiro em 2002 (pelo Decreto 4.311), a convenção disciplina em mais da metade dos países do mundo a homologação de sentenças estrangeiras. Método privado de solução de conflitos no qual as partes escolhem os árbitros, a arbitragem (regulamentada pela Lei 9.307/96) pode ser utilizada em substituição às ações judiciais, geralmente em matéria comercial, como eventual solução de litígios em determinados contratos. Palestrante holandês A primeira conferência do seminário foi proferida pelo professor Albert Van Den Berg, da Erasmus University de Rotterdam, na Holanda, sobre o tema A Convenção de Nova Iorque e a uniformização dos critérios de reconhecimento de sentenças arbitrais estrangeiras. A mesa foi presidida pela ministra aposentada do Supremo Tribunal Federal, Ellen Gracie Northfleet, e teve como debatedora a professora Adriana Braghetta, da Universidade Unisinos, de Porto Alegre. O que os tribunais brasileiros fazem com as provisões relacionadas ao acordo de arbitragem que são apresentadas na Convenção de Nova Iorque? Esta foi uma das indagações feitas por Albert Van Den Berg. Segundo ele, a resposta obtida junto aos colegas do Brasil tem sido: Nós não sabemos. O estudioso destacou que, apesar de ter proferido, desde 1996, 40 decisões sobre o tema a maioria apoiando a arbitragem internacional, o STJ ainda se posiciona de forma modesta em relação ao tema, na medida em que continua a aplicar a Convenção de Nova Iorque sem, no entanto, citá-la. A história de sucesso do Judiciário brasileiro é apenas metade da história. Em sua análise, ele considera que o STJ tem se preocupado, em suas decisões, apenas com a execução de sentenças arbitrais (proferidas pelo juízo arbitral) e não com o acordo (obtido entre as partes), sem o qual a arbitragem pode não ocorrer ou pode falhar. Ele destacou que, apesar da quantidade de sentenças nos tribunais de Justiça brasileiros, ainda há desconhecimento, entre os operadores do Direito no Brasil, sobre a Convenção de Nova Iorque. O conferencista apresentou um comparativo entre os principais dispositivos da Convenção e a lei brasileira, incluindo a Lei Brasileira de Arbitragem (Lei 9.307/96) e o Código Civil Brasileiro. Após a apreciação sobre a arbitragem no ambiente judicial brasileiro, o conferencista apresentou um panorama sobre como os tribunais de outros países signatários como França, Itália e Estados Unidos têm lidado com a Convenção de Nova Iorque, especialmente com a questão do acordo arbitral. A ministra Ellen Gracie, ao apresentar o conferencista, o saudou como um estudioso com capacidade extraordinária de trabalho e organização, ressaltando o destaque que Van Den Berg tem na cena arbitral internacional. Não há no mundo, provavelmente, alguém que melhor entenda da Convenção de Nova Iorque, afirmou, acrescentando que ele conhece a jurisprudência em torno da convenção em todos os lugares do mundo inclusive no Brasil. A boa aplicação da Convenção de Nova Iorque é a pedra de toque para o desenvolvimento de um bom sistema arbitral, concluiu a ministra. 7

8 Centro de Estudos Judiciários Vem aí a VI Jornada de Direito Civil A sexta edição da Jornada de Direito Civil será realizada nos dias 11 e 12 de março de 2013, no auditório do Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do Conselho da Justiça Federal (CJF). Citados pelos maiores doutrinadores brasileiros em Direito Civil, os enunciados das jornadas de Direito Civil sintetizam a interpretação consensual de dispositivos do Código Civil, muitos deles controvertidos. Coordenados pelo ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ruy Rosado de Aguiar Jr., os eventos reúnem os grandes nomes do Direito Civil e promovem uma reflexão aprofundada sobre os temas postos em discussão. Por sua importância, os enunciados costumam ser fonte de referência dos principais repositórios de jurisprudência e doutrina do País em matéria civil. Serão convidados para essa edição muitos dos professores e operadores do Direito que já participaram das outras jornadas, além de outros especialistas. Os grupos de trabalho serão compostos por representantes de instituições acadêmicas e de entidades ligadas ao Direito, tais como os tribunais federais e de Justiça, os ministérios públicos federal e estaduais, a Advocacia-Geral da União e a Ordem dos Advogados do Brasil. As comissões de trabalho serão integradas por professores e doutrinadores nacionais e estrangeiros, especialistas convidados, representantes de instituições e por autores de proposições aprovadas pela Coordenação Científica. Cada comissão de trabalho será responsável pela discussão e aprovação dos enunciados recebidos, os quais serão levados à reunião plenária para aprovação final. Juiz membro do CTAP vence concurso de monografias O juiz federal Artur Cesar de Souza, membro do Comitê de Aperfeiçoamento e Pesquisa da Justiça Federal (CTAP), órgão encarregado de prestar assessoramento ao Conselho das Escolas da Magistratura Federal e ao CEJ/CJF, é o vencedor do Concurso Internacional de Trabalho Monográfico sobre o Código Iberoamericano de Ética Judicial. O resultado foi anunciado na última reunião da Comissão Iberoamericana de Ética Judicial, realizada em outubro, em Porto Rico. Ele vai receber uma medalha e um diploma na próxima reunião da Comissão, que será realizada no México, ainda sem data definida. E também ganha uma beca para realizar estudos na Espanha. A Comissão de Ética é um órgão da Cumbre Iberoamericana de Justiça, composta por 23 países. Todos os anos a Comissão realiza o concurso e esta é a segunda vez que o Brasil fica em primeiro lugar. O tema de 2011 foi Justiça e Equidade, justamente o título do trabalho apresentado por Artur Cesar. A monografia escrita pelo magistrado foi uma das duas selecionadas pelo ministro presidente do Superior Tribunal de Justiça e do CJF, Felix Fischer, para representar o Brasil no concurso. Procurei retirar do Código de Ética qual seria o critério de justiça a ser aplicado pelos juízes iberoamericanos. O termo justiça é muito abstrato mas é possível concretizá-lo. Minha conclusão, baseada no trabalho de diversos autores, é que o juiz deve buscar a justiça levando em consideração as diferenças sociais, econômicas e culturais das partes envolvidas. A justiça não pode ser aplicada da mesma forma para todos porque as pessoas não são iguais, explica. O Código de Ética elaborado pela Comissão Iberoamericana serviu de modelo para o Código de Ética da Magistratura Nacional Brasileira, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça. Artur César de Souza também é juiz colaborador da Escola da Magistratura Federal do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. com informações da Seção Judiciária do Paraná Recursos Humanos Sai o resultado final do Concurso Nacional de Remoção 2012 O CJF divulgou o resultado final do Concurso Nacional de Remoção a Pedido Mediante Permuta No total, 136 servidores de todo o Brasil conseguiram uma nova lotação, mais adequada às suas necessidades atuais, e sem prejuízo do serviço público. Está disponível no site do CJF (www.cjf. jus.br) a lista de resultado final organizada por cadeias de triangulações para que os candidatos possam entender como se iniciou cada cadeia de remoção e quais servidores estão diretamente envolvidos em cada permuta.o resultado final foi publicado do Diário Oficial da União, Seção 2, de 28/11/2012. A Secretaria de Recursos Humanos do CJF esclarece que o período de trânsito tem início a partir do ato de remoção do servidor contemplado, a ser expedido pelo respectivo Tribunal Regional Federal. Do resultado final não cabe recurso e o servidor contemplado deverá apresentarse na localidade para onde foi removido até o final do período de trânsito, sob pena de caracterização de falta, acarretando as consequências previstas em lei. Vale lembrar ainda aos servidores que não tenham sido contemplados que o concurso de remoção tem periodicidade anual. A previsão é que novas inscrições sejam abertas no início do mês de agosto de O CJF deseja a todos os servidores contemplados neste concurso que suas expectativas com relação à mudança sejam confirmadas. 8

9 Gestão Justiça Federal economiza em projetos de Engenharia e Arquitetura Crédito: Cláudia Patterson possível fazer um cálculo inicial, de acordo com parâmetros definidos internamente pelo CJF. E, com base nessa estimativa prévia, segundo a Assessoria de Arquitetura e Engenharia do CJF, só com o programa de necessidades, haverá economia de aproximadamente R$ 400 mil para os cofres públicos. Folha do CJF Número 32 novembro/dezembro 2012 Conselho da Justiça Federal SCES Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho III Polo 8 Lote 9 Subsolo CEP Brasília DF Telefones: (061) / Uma boa notícia para os cofres públicos: ao utilizar-se de seu próprio quadro técnico para desenvolver, pelo menos, uma parte dos projetos para construção de suas sedes, a Justiça Federal tem obtido significativa economia. Exemplos disso são as Subseções Judiciárias de Monteiro, na Paraíba, e União dos Palmares, em Alagoas, previstas para serem inauguradas em dezembro de 2012 e março de 2013, respectivamente. Em ambos os casos, todos os projetos foram executados pela equipe do Conselho da Justiça Federal (CJF) e, com isso, foram economizados cerca de R$ 250 mil. No momento, outro projeto de porte bem mais elevado encontra-se em andamento: a sede do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, a ser construída no Rio de Janeiro (RJ). Os cálculos iniciais, feitos com base na tabela de honorários do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), indicam custos na faixa de R$ 8 milhões. Metade desse valor corresponde ao projeto arquitetônico e a outra metade aos demais projetos, incluindo fundações, estrutura, instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias. Ou seja: somente com o projeto arquitetônico, a economia poderá chegar a R$ 4 milhões. Programa de necessidades Como a maioria das instituições de abrangência nacional, a Justiça Federal precisa estar fisicamente sediada em muitos municípios brasileiros. Por conseguinte, a construção ou adequação de prédios para abrigar suas instalações é fundamental, não só do ponto de vista de vista logístico, mas também da racionalização dos recursos. Normalmente, essas obras exigem investimentos elevados e, por isso mesmo, sua projeção requer uma série de ações que irão nortear decisões gerenciais importantes. Para isso, há uma fase denominada programa de necessidades, também chamado programa arquitetônico ou simplesmente programa. No âmbito da Justiça Federal, essa etapa é realizada com seu próprio quadro de pessoal de Engenharia e Arquitetura. A sede do TRF da 2ª Região encontra-se exatamente nessa fase, que está sendo desenvolvida em conjunto com as equipes de Engenharia e Arquitetura do CJF e do próprio TRF2. A partir dos estudos que estão sendo realizados, será possível estimar os valores do projeto, assim como indicar a área necessária para a nova sede e a melhor opção para a localização do prédio, em função dos terrenos disponíveis. Também será o programa de necessidades que possibilitará definir a melhor forma de construção se por módulos ou em um prédio único. A economia de recursos financeiros decorre não só da boa definição desses parâmetros, mas do fato de que o projeto de necessidades seja feito por equipe própria. Embora ainda não haja, no caso da nova sede do TRF2, condições de estimar o custo total do projeto, já é Ministro FELIX FISCHER Presidente Ministro GILSON DIPP Vice-Presidente Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Corregedor-Geral da Justiça Federal, Presidente da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais e Diretor do Centro de Estudos Judiciários Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA Ministro CASTRO MEIRA Desembargador Federal MÁRIO CÉSAR RIBEIRO Desembargadora Federal MARIA HELENA CISNE Desembargador Federal NEWTON DE LUCCA Desembargadora Federal MARGA BARTH TESSLER Desembargador Federal PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA Membros efetivos Ministro MASSAMI UYEDA Ministro HUMBERTO MARTINS Ministra MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA Desembargador Federal DANIEL PAES RIBEIRO Desembargador Federal RALDÊNIO BONIFÁCIO COSTA Desembargadora Federal MARIA SALETE CAMARGO NASCIMENTO Desembargador Federal LUIZ CARLOS DE CASTRO LUGON Desembargador Federal ROGÉRIO DE MENESES FIALHO MOREIRA Membros suplentes Eva Maria Ferreira Barros Secretária-Geral Roberta Bastos Cunha Nunes FENAJ 4235/14/12/DF Assessora de Comunicação Social Adriana Dutra Coordenadora de Comunicação Impressa Ribamar Teixeira Chefe da Seção de Imprensa Raul Cabral Méra Chefe da Seção de Planejamento Visual Bianca Nascimento Isabel Carvalho Repórteres Paulo Rosemberg Edson Queiroz Fotografias Claudia Pires El-moor Projeto Gráfico Raul Cabral Méra Ramon Duarte Oliveira Diagramação e Ilustração Coordenadoria de Serviços Gráficos do Conselho da Justiça Federal Impressão 9

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