Unidade II SISTEMAS PARA INTERNET E SOFTWARE LIVRE

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1 Unidade II 2 COMÉRCIO ELETRÔNICO 1 Comércio eletrônico, ou e-commerce, refere-se ao uso da Internet e da web para conduzir negócios. Mais formalmente, diz respeito às transações comerciais realizadas digitalmente entre organizações e indivíduos ou entre duas ou mais organizações. O conceito de transações realizadas digitalmente abarca todas as transações mediadas pela tecnologia digital. Na maioria dos casos, isso significa transações que ocorrem pela Internet. Transações comerciais envolvem a saída de valores (por exemplo, dinheiro) das fronteiras individuais ou organizacionais em troca de produtos e serviços. O comércio eletrônico começou em 199, quando um dos primeiros portais da Internet, o netscape.com, aceitou os primeiros anúncios de grandes corporações e popularizou a ideia de que a web poderia ser usada como uma nova mídia para publicidade e vendas. Na época, ninguém vislumbrava a curva de crescimento exponencial que as vendas no varejo eletrônico experimentariam, vindo a triplicar e a dobrar nos anos seguintes. Apenas a partir de 06 o comércio eletrônico de varejo desacelerou para uma taxa de crescimento anual de 2% (Laudon, 07). A exemplo de outras inovações comerciais, como o telefone, o rádio e a televisão, o crescimento muito rápido do comércio eletrônico em seus primeiros anos criou uma bolha no mercado 23

2 Unidade II de ações. E, como todas as bolhas, a bolha pontocom explodiu, em março de Quando o valor de mercado das ações de comércio eletrônico, telecomunicações e outras empresas relacionadas à tecnologia despencou em mais de 90%, muitas pessoas acharam que o crescimento do comércio eletrônico estagnaria, o número de clientes cairia e o público da Internet em si atingiria um platô. Um grande número de empresas de comércio eletrônico faliu durante esse processo. Contudo, para muitas outras, como Amazon, Ebay, Expedia e Google, os resultados foram mais positivos: faturamentos recordes, modelos de negócios bemazeitados e lucrativos e preços de ações em elevação. Em 06, o faturamento do comércio eletrônico voltou a experimentar sólido crescimento. Em um dia médio, 70 milhões de pessoas acessam a Internet, 140 milhões enviam , milhões escrevem em seus blogs, 4 milhões compartilham músicas em redes peer-to-peer e 3 milhões usam a Internet para dar nota a uma pessoa ou serviço. 2 O número de pessoas que compram on-line cresceu para cerca de 1 milhões, sem contabilizar os outros milhões que buscam informações, mas não fecham a compra (Laudon, 07). A revolução do comércio eletrônico está apenas começando. À medida que mais produtos e serviços forem oferecidos on-line e a telecomunicação residencial de banda larga se tornar mais popular, indivíduos e empresas usarão cada vez mais a Internet para conduzir negócios. Mais setores serão transformados pelo comércio eletrônico, incluindo reservas de viagem, entretenimento, software, educação e finanças. 24

3 2.1 Características distintivas da tecnologia de comércio eletrônico As tecnologias da Internet e do comércio eletrônico são muito mais versáteis e poderosas que as revoluções tecnológicas precedentes. A seguir, exploraremos cada uma das sete características distintivas da tecnologia de comércio eletrônico Ubiquidade 1 No comércio tradicional, o marketplace é um lugar físico, como uma loja de varejo, que você visita a fim de fazer uma transação comercial. O comércio eletrônico é ubíquo, o que significa que está disponível simplesmente em todos os lugares, em todos os momentos. Ele torna possível comprar na frente do computador, em casa, no trabalho ou mesmo dentro do carro, usando o m-commerce. O resultado disso é o chamado marketplace um mercado que se estende além das fronteiras tradicionais e não se limita a um ponto temporal e geográfico. Sob o ponto de vista do consumidor, a ubiquidade reduz os custos de transação, isto é, os custos de participar do mercado. Para fazer uma transação comercial, já não é necessário gastar tempo ou dinheiro deslocando-se até o mercado, e é preciso muito menos esforço mental para fechar uma compra Alcance global A tecnologia de comércio eletrônico permite que as transações comerciais atravessem fronteiras culturais e nacionais de maneira muito mais conveniente e com melhor relação custo/benefício do que ocorre no comércio tradicional. Em consequência, o tamanho do mercado potencial para os agentes do e-commerce é praticamente igual ao tamanho da população mundial on-line mais de 900 milhões de pessoas em 0, e crescendo rapidamente (Laudon, 07). 2

4 Unidade II Em contrapartida, a maior parte do comércio tradicional é local ou regional envolve vendedores locais ou nacionais com lojas de alcance local. Emissoras de rádio e televisão e jornais, por exemplo, são primordialmente instituições locais e regionais com redes nacionais limitadas, mas poderosas, que podem atrair o público nacional, mas não facilmente atravessar as fronteiras nacionais para atingir um público global Padrões universais 1 2 Uma característica incrivelmente inusitada das tecnologias de e-commerce é que os padrões técnicos da Internet, e portanto os padrões técnicos para conduzir o comércio eletrônico, são universais. São compartilhados por todas as nações ao redor do mundo e permitem que qualquer computador se conecte com qualquer outro, independentemente da plataforma tecnológica que cada um utilize. Em contrapartida, a maior parte das tecnologias do comércio tradicional difere de um país para outro. Os padrões de rádio e televisão, por exemplo, variam mundo afora, assim como a tecnologia de telefonia móvel. Os padrões técnicos universais da Internet e do comércio eletrônico reduzem em grande medida os custos de entrada no mercado, isto é, o custo em que os comerciantes incorrem simplesmente para levar suas mercadorias ao mercado. Ao mesmo tempo, para os consumidores, padrões universais reduzem os custos de busca, ou seja, o esforço necessário para encontrar produtos adequados Riqueza O conceito de riqueza, quando aplicado à informação, referese à complexidade e ao conteúdo de uma mensagem. Mercados tradicionais, forças de vendas nacionais e pequenas lojas de varejo oferecem um atendimento rico, pois são capazes de 26

5 atender pessoalmente, face a face, usando sinais visuais e sua intuição ao fazer uma venda. A riqueza dos mercados tradicionais faz deles ambientes de vendas ou comerciais poderosos. Antes do desenvolvimento da web, havia uma dicotomia entre riqueza e alcance: quanto maior o público atingido, menos rica era a mensagem Interatividade 1 Diferentemente de qualquer tecnologia comercial do século XX, com possível exceção do telefone, as tecnologias de comércio eletrônico são interativas, o que significa que permitem a comunicação de mão dupla entre vendedor e consumidor. A televisão, por exemplo, não pode facilmente fazer perguntas aos espectadores, ou entabular diálogos com eles, nem pode pedir que insiram informações em um formulário. Em contrapartida, todas essas atividades são possíveis em um site de comércio eletrônico. A interatividade permite que um vendedor on-line atraia o consumidor mais ou menos como faria numa experiência face a face mas em escala global, massificada Densidade de informação A Internet e a web aumentaram incrivelmente a densidade da informação, isto é, a quantidade e a qualidade total da informação disponível para todos os participantes de mercado, tanto consumidores quanto vendedores. As tecnologias de e-commerce reduzem os custos necessários para coletar, armazenar, processar e transmitir informações, aumentando, ao mesmo tempo, a atualidade, a precisão e a oportunidade dessas informações. A densidade de informação nos mercados de e-commerce torna preços e custos mais transparentes. Transparência 27

6 Unidade II 1 de preços refere-se à facilidade com que os consumidores podem descobrir a variação de preços em um mercado; transparência de custos é a capacidade dos consumidores de descobrir quanto os vendedores realmente pagam pelos produtos. Mas os vendedores também se beneficiam disso. On-line, eles podem descobrir muito mais sobre os clientes do que no passado. Isso lhes permite segmentar o mercado em grupos que estejam dispostos a pagar preços diferentes, podendo, assim, praticar a discriminação de preços, ou seja, vender a mesma mercadoria, ou praticamente a mesma, para diferentes grupos e a preços diferentes. Por exemplo, um comerciante on-line pode descobrir que determinado cliente está avidamente interessado em uma caríssima e exótica viagem de férias. Oferecerá, então, pacotes de viagens caríssimos e exóticos a esse cliente a um preço Premium, sabendo que essa pessoa está disposta a pagar mais por esse tipo de viagem. A densidade de informação também ajuda os vendedores a diferenciar seus produtos em termos de custo, marca e qualidade Personalização/customização As tecnologias de e-commerce permitem a personalização: os vendedores podem direcionar suas mensagens de marketing a indivíduos específicos, ajustando-as segundo o nome, os interesses e o histórico de compras da pessoa. Essa tecnologia também permite a customização, isto é, mudar o produto ou serviço fornecido com base nas preferências do usuário ou em seu comportamento passado. Dada a natureza interativa da tecnologia de comércio eletrônico, é possível reunir ainda mais informações sobre o consumidor no marketplace no momento de compra. 28

7 Com o aumento da densidade da informação, grande quantidade de informações sobre o histórico de compras e de comportamento do cliente pode ser armazenada e usada pelos vendedores on-line. O resultado é um nível de personalização e customização impensável com as tecnologias de comércio preexistentes. Por exemplo, você pode escolher o que quer ver na televisão selecionando um canal, mas não pode alterar o conteúdo desse canal. Em contrapartida, o Wall Street Journal Online lhe permite selecionar o tipo de notícias que quer ver primeiro e lhe dá a possibilidade de ser alertado na ocorrência de determinados fatos. 2.2 Categorias do comércio eletrônico 1 2 Existem diferentes maneiras de classificar as transações de comércio eletrônico. Uma delas leva em conta a natureza dos participantes da transação. Sob essa perspectiva, as três principais categorias de e-commerce são: comércio eletrônico empresa-consumidor, comércio eletrônico empresa-empresa e comércio-eletrônico consumidor-consumidor. Comércio eletrônico empresa-consumidor (B2C): venda de produtos e serviços no varejo diretamente a compradores individuais. A barnesandnoble.com, que vende livros, software e música a consumidores individuais é um exemplo de e- commerce B2C. Comércio eletrônico empresa-empresa (B2B): venda de bens e serviços entre empresas. O site da Milacron, que vende maquinaria, moldes e outras ferramentas, insumos e serviços a empresas da área de processamento de plástico, é um exemplo de e-commerce B2B. Comércio eletrônico consumidor-consumidor (C2C): venda de bens e serviços por consumidores diretamente a 29

8 Unidade II outros consumidores. Por exemplo, o ebay, gigantesco site de leilões, permite que pessoas vendam suas mercadorias a outros consumidores, levando-as a leilão pelo preço mais alto. 1 Outra maneira de classificar transações comerciais eletrônicas é em termos de conexão física entre o participante e a web. Até recentemente, quase todas as transações de e-commerce ocorriam por meio de redes ligadas por fio. Agora, telefones celulares e outros aparelhos digitais portáteis sem fio estão habilitados para Internet, podendo, assim, enviar s e mensagens de texto, acessar sites e fazer compras. As empresas estão oferecendo tipos de produtos e serviços baseados na web que podem ser acessados por esses equipamentos sem fio. A utilização de equipamentos portáteis sem fio para comprar bens e serviços em qualquer lugar tem sido chamada de comércio móvel (mobile commerce) ou m- commerce. Tanto as transações empresa-empresa quanto as empresaconsumidor do e-commerce podem ser realizadas pela tecnologia de m-commerce, que será discutida mais adiante Comércio eletrônico B2B: novos relacionamentos e eficiências Cerca de 80% do e-commerce B2B ainda se baseia em sistemas proprietários para troca eletrônica de dados. A troca eletrônica de dados (Eletronic Data Interchange EDI) permite a troca entre computadores de documentos-padrão de transações, como faturas, conhecimentos de embarque, agendamentos de expedição ou pedidos de compra entre duas organizações. As transações são transmitidas automaticamente de um sistema de informação para outro por uma rede de

9 1 2 telecomunicações, eliminando a impressão e o manuseio de papéis, em uma extremidade, e a entrada de dados na outra. Os principais setores nos Estados Unidos e em grande parte do resto do mundo têm padrões EDI que definem a estrutura e os campos de informação das transações eletrônicas para aquele dado setor. Originalmente, a EDI automatizou a troca de documentos para pedidos de compra, faturas e notificações de expedição. Embora algumas empresas ainda usem a EDI para a automação de documentos, as empresas adeptas da produção contínua e da reposição de estoque just-in-time a utilizam como um sistema para reposição contínua. Os fornecedores têm acesso on-line a determinadas partes da programação de entrega e produção da empresa compradora, podendo enviar materiais e produtos automaticamente para atender a metas pré-especificadas, sem a intervenção de agentes da empresa compradora. Embora muitas organizações ainda usem redes privadas para a EDI, as empresas estão cada vez mais preferindo a Internet para esse propósito, porque ela fornece uma plataforma de baixo custo e maior flexibilidade para a conexão com outras empresas. Usando a Internet, as empresas podem levar a tecnologia digital a uma ampla gama de atividades e ampliar seu círculo de parceiros comerciais. Vejamos a seleção de fornecedores, ou procurement, por exemplo. O procurement envolve não apenas a aquisição de produtos e materiais, mas também a busca de fornecedores, a negociação com esses fornecedores, o pagamento e o acordo quanto às condições de entrega. Hoje, as empresas podem usar a Internet para localizar o fornecedor de mais baixo custo, examinar catálogos de produtos on-line, negociar com fornecedores, fazer pedidos, 31

10 Unidade II pagamentos e gerenciar o transporte. Em vez de ficarem limitadas a parceiros interligados por redes EDI tradicionais, usam a web para trabalhar com qualquer outra empresa que esteja conectada à Internet. 1 2 O e-procurement pela Internet abre, assim, novas oportunidades para reduzir custos e melhorar o atendimento, pois a tecnologia de Internet permite que as empresas teçam suas redes de maneira mais ampla. A tecnologia de Internet e web permite que as empresas montem novas vitrines eletrônicas para vender a outras empresas, com recursos interativos e exibições gráficas multimídia similares às utilizadas no comércio B2C. Alternativamente, as empresas podem usar a tecnologia de Internet na criação de Extranets ou markerplaces eletrônicos para se conectar com outras empresas, a fim de conduzir transações de compra e venda. Redes setoriais privadas são Extranets B2B focadas na coordenação de processos de negócios contínuos entre empresas, com fins de colaboração e gerenciamento de cadeia de suprimentos. Uma rede setorial privada consiste em uma empresa de grande porte que usa uma Extranet para conectar-se a seus fornecedores e outros parceiros de negócios importantes. A rede é de propriedade do comprador e permite que a empresa e os fornecedores, distribuidores e outros parceiros de negócios designados compartilhem o projeto e o desenvolvimento de produto, o marketing, a programação de produção, o gerenciamento de estoque e comunicações não estruturadas, incluindo gráficos e s. Outro termo usado para designar uma rede sensorial privada é bolsa privada. Atualmente, as bolsas privadas são o tipo de comércio B2B, que cresce mais rapidamente. 32

11 Um exemplo é a vwgroupsupply.com, que interliga o Grupo Volkswagen e seus fornecedores. A wvgroupsupply.com administra 90% de todas as compras globais da Volkswagen, incluindo todas as peças e os componentes automotivos. 1 2 E-marketplaces, às vezes chamados de e-hubs (concentradores eletrônicos), proporcionam mercado digital baseado na tecnologia de Internet para muitos compradores e vendedores diferentes. Os e-marketplaces pertencem a setores ou operam como intermediários independentes entre compradores e vendedores. São mais orientados para a transação (e menos orientados para o relacionamento) do que as redes setoriais privadas, gerando receita das transações de compra e venda e de outros serviços prestados aos clientes. Os participantes dos e-marketplaces podem definir preços on-line mediante negociações, leilões ou pedidos de cotação, ou podem usar preços fixos. As vantagens para os clientes são custos de busca e transação mais baixos, além de maior variedade. Por exemplo, sistema de pregão eletrônico do governo. Há muitos tipos diferentes de e-marketplaces e maneiras de classificá-los. Alguns vendem insumos diretos, e outros, insumos indiretos. Insumos diretos são os bens usados no processo de produção, como chapas de aço para a produção de carrocerias de automóveis; insumos indiretos são todos os outros bens que não estão envolvidos diretamente no processo de produção, como material de escritório ou produtos para manutenção e reparos. Alguns e-marketplaces apoiam contratos de fornecimento baseados em relacionamentos de longo prazo com fornecedores designados; outros apoiam compras à vista, com entrega imediata, situções em que os bens são adquiridos para suprir necessidades imediatas, geralmente de muitos fornecedores diferentes. 33

12 Unidade II 1 2 Alguns e-marketplaces atendem mercados verticais para setores específicos, como os de automóveis, telecomunicações ou máquinas operatrizes; outros atendem mercados horizontais, com bens e serviços que podem ser encontrados em diferentes setores industriais, como os de equipamentos ou transporte. E-marketplaces pertencentes a setores focam relacionamentos de contratos de fornecimento de longo prazo e a disponibilização de redes e plataformas de computação comuns, com o intuito de superar as ineficiências da cadeia de suprimento. As empresas compradoras podem beneficiar-se da concorrência de preços entre fornecedores alternativos, e estes podem beneficiar-se dos relacionamentos de venda de longo prazo estabelecidos com empresas de grande porte. A Exostar é um exemplo disso. Esse e-marketplace patrocinado pelo setor de defesa e aeroespacial foi fundado em conjunto por BAE Systems, Boeing, Lockheed Martin, Raytheon e Rolls-Royce PLC para conectar essas empresas e seus fornecedores e facilitar a colaboração em grandes projetos. Mais de dezesseis mil parceiros comerciais dos setores público, comercial e militar usam as ferramentas de busca de fornecedores, e-procurement e colaboração da Exostar para insumos diretos e indiretos. A bolsa inclui, ainda, funções de leilão, previsão de compra, emissão de pagamentos e recibos eletrônicos e conexão com os sistemas corporativos internos dos participantes. Também apresenta recursos para a colaboração em projetos de desenvolvimento conjunto e compartilhamento de dados referentes à engenharia dos produtos. Bolsas são e-marketplaces independentes, mantidos por terceiros, que podem conectar milhares de fornecedores e compradores para compras não programadas (à vista 34

13 1 e com entrega imediata). Muitas bolsas representam mercados verticais para um único setor, como alimentos, produtos eletrônicos ou equipamento industrial e lidam primordialmente com insumos diretos. A foodtrader.com, por exemplo, automatiza compras não programadas entre compradores e vendedores de mais de 170 países na área de alimentos e agricultura. As bolsas proliferaram durante os primeiros anos do e-commerce, mas muitas fracassaram. Os fornecedores relutavam em participar porque elas incentivavam propostas competitivas, derrubando os preços, mas sem oferecer um relacionamento de longo prazo com compradores ou serviços que compensassem essa redução. Além disso, muitas compras diretas essenciais não são realizadas à vista e com entrega imediata, pois exigem contratos e implicam questões como prazo de entrega, personalização e qualidade dos produtos. 2.3 M-commerce Os dispositivos móveis sem fio estão começando a ser usados para compra de bens e serviços, assim como para a transmissão de mensagens. Embora o m-commerce represente uma pequena fração do total de transações de comércio eletrônico, seu faturamento vem crescendo vigorosamente. 2 Em 0, havia, aproximadamente, 17 milhões de usuários de celular nos Estados Unidos e mais de 1.6 bilhões de dispositivos móveis e sem fio ao redor do mundo Serviços e aplicações de m-commerce Existem diversas categorias de serviços e aplicações de m-commerce para a computação móvel. Aplicações baseadas em localização são de especial interesse porque 3

14 Unidade II tiram proveito das vantagens dos recursos exclusivos da tecnologia móvel. 1 2 Sempre que um usuário estiver conectado à Internet (via dispositivo sem fio, telefone celular, agenda digital, laptop), a tecnologia de transmissão pode ser alavancada para determinar a localização dessa pessoa e emitir informações de serviços e produtos específicos para o local em que se encontra. Por exemplo, motoristas poderiam utilizar esse recurso para obter dados sobre as condições do tempo e do tráfego locais, juntamente com sugestões de rotas alternativas e descrição de restaurantes próximos. Em vez de se preocuparem em como levar um cliente até um site, as estratégias de marketing passarão a dedicar-se a descobrir modos de levar a mensagem diretamente a esse cliente, no momento em que ele precisar dela. As aplicações de m-commerce caíram como uma luva para serviços críticos em termos de prazos de entrega, beneficiam pessoas em movimento ou que executam uma tarefa de maneira mais eficiente do que outros métodos. São especialmente populares na Europa, no Japão, na Coreia do Sul e em outros países em que as tarifas cobradas pelo uso da Internet convencional são muito altas. Alguns exemplos dessas aplicações seriam: pagamento de contas móvel: permite pagar contas de luz e outros serviços por celular; conteúdo de produtos: por exemplo, mapas e rotas de trânsito, horários de ônibus etc.; serviços bancários e financeiros: verificar dados bancários e ter uma rede de comunicação com sua agência bancária através do celular; 36

15 publicidade sem fio: mensagens de texto com propagandas direcionadas ao público; serviços baseados em localização: cálculo de itinerário, localização de imóveis, hotéis, cinemas etc.; jogos e entretenimento: jogos digitais via celular, ringtones etc. 37

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