s Portuários Esperarão Somente afú 4a Ppira

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1 )! s Prtuáris Esperarã Smente afú 4a Ppira i«. iw«w»wwwia#> f***ft»t* t+*rf»r»**t+4* ++^*+*++++t+++»^t***++**++*f*+p*>+*+++*++++e+tpiv&t^0+i+t4+++r+***i»»<»< aawwwtfwwaiawwwwi í^l^fl li Íliíí.i. X BLÍVA- HJE EM L» ~ Descbre-se a missã ds ficiais ians chegads a R BWsmMP"^** ^"f^ sfl R» iji jn k- ^^f7^* * -jh^jb ^a^h ÊBKB S3 Bk ^^V ^^B»HBl sflsvqa^h «US a^a^k»*^h íwmbi»*37 ^Bt^^l^v^. - ^^W^^EHs^^ ; ->-->^-.-/:V.:t-jEjBB ^w H[ H9 Ü^S wn HV^HHm. sflfl a^h ^P j. -, - "* lü r* üm d* gangste» americans da missã chefiada pel general lanai» Luciii* Bm, vel buscar carne canhã, prcura cabrir rst quana surjreendií reprtagem n it nssa bar d Htel Excelsir, * Patriótic prnunciament d Faland a cerca ria prxi.na Cnvençã Nacinal Cntra Acrd Miliiar, general Felicíssim Cardf, presinte d Centr Defesa d Petróle e da Ecnmia Nacinal, tieclafu à nssa reprtagem: Lutand intransigentemente pela emancipaçã d Brasil, CEDPEN, hâ cinc sns, senvlve intensiva campanha nrte a sul d país, ria qual ja se clheram grans fruts. rsultad fi a frmaçã uma cnsciência ppular e -uiiij mviment tã trte d? piniã publica até hje a Standard il nã cnse- ;uixr. efetivar as suas cns- ;antes investidas para aprárfee d nss petróle. Kntrefent agra, numa ameaça mair atinge teda a, ecnmia brasileira - a s própria sberania nacinal, Qsurglu nfame Acrd *Militar Brasil-Estad.is Unids, verdair ateu- *ad as nsss bris patritas e pv quij dnseja viver livre e cabeca eretilda. REALZAM-SE HJE AlMjii A CNVENÇà Prssegue general Felicissim Cards: Cmpreennd a aprvaçã ssa mnstru*ida seria esmagament d país e sua BUbmissã a unia ptência estrangeira, CE- PEN, ampliand ainda mais a sua luta cntra referid Ats Preparatóris da Cnvençã Cntra,. Acrd Militar, se reunirs. nesta capital em li març próxim: Em Bangu, na rua Có- -.ec Vascncels, 82, 3.» an- lar. sala 303, at públic cm cnferência d crnel Aristi. s Crreia Leal. j general Felicíssim Cards "^Pk, M; % HBüfi JhSBH ( GaU felicíssim Cards Acrd Realizam-se hje s seguiutes iis preparatóris da Cns, à. rua Capitã Menezes, Çrgand Mvais Menvençâ Nacinal. Cntra Kt?,3, churrasc cm hmenagem a general Felicíssim Cards, presinte d C.E. P.D.E.N,, prmvid pela. Cmissã Cascadura-Madureirâ-Jacarepaguá. Na lha d Gvernadr. Praia d Barã, 5, at em serã radres crnel j Em Casadura, ( na.. grau ^ Luiz França Albur ja d,,,,.ajuhü VC J-- l l\l.\i\ rvu.lulltl V Ul prprieda d crnel, peta E. Carrera Guerra. s prprietáris cinemas fcntinuam na fensiva para vmajrar preç ds ingres. ts. Cm é d cnheciment ^lifcíit, pretenm s tubarões f tia. industria cinematgráfica Ú «levar as entradas para 5 á É K-iuzeirs na cinemas dits % primeira» pr 0 e Z cru- % * iia n (fe sesru«da categ. 0 iria, es representa um au- ^ (tneiit nada mens /0% \."\ média sbre s preçs Ú ifn/ixmente cbrads. Nesse A «rufiã «sfd manbrand s & )>,<ibaròeí. da cinema. Um. ds é specf* ssa irwitra ai- íitíta, cm mnstrams em g pf.prt.agem publicada na $ * (i página, è abus das reprises!, vretext da escassas fil- mes imprtads. N clichê, uma vista das dshadas ds cinea <Marrcs> 9 tpreâiitte» dis autêntics «peiras» cnsirads ci«e-»tiaj a"e primeira, S \ «:f AeiV.-d, hiptecu irrestritaslidarieda à Cmissã Naciiial Cntra Acrd Mililar, presidida pel ilustre general Edgard Buxbaun. E hje, a cnvcar-se, patvticamente, a Cnvençã Nacinal cntra Acrd, para s dias 4 a G març, rems reafirmar api d C5D- PEN a esse magn cnciave, e slicitar, d tdas as nssas rganizações filiadas, v ns Estads cm n Distrit Feral, e as assciads e clabradres em geral, empenhem tds s esfrçs e tmem as necessárias iniciativas, na realizaçã ats preparatóris e cnferências públicas, r participand, eficientemente, ssa Cnvençâ histórica, KHAÜJKEMS Termina, presinte d CEDPEN: -- Cnhecems espírit inpendência d pv brasileir e a sua tradicinal dispsiçã lutn. cnfirmada frma expressiva nestes cinc «ns campanha a atual fase <s. a ampliaçã e senvlviment. Estams certs a Cnven- Çã març será uma exprssiva e enérgica mnstraçã s brasileirs nã aceitam accvds lhes iram impr cntra s mais legítims interesses nacinais. Defenrems intransigentemente Brasil e nã permitiremes transfrmem em verda.ta e cmpleta clônia ds Estads Unids da América d Nrte u qualr utr país; A cntrári, lutarems sem liesfalc-ciments até cnseguirms libertar nssa Pátria e nss pv, para vivams nss stin sberan, prósper a feliz. \-C~iV m X,/.XV.l,MWtMgM,,-lt,,\,,* <<.., -. lijjj/fffff>**>*i*f*fi>,"f*"***a*a>aj***j^,**,#***ll 0 empréstim 300 milhões fi em trca d cmprmiss para envi trpas d Brasil à Créia Ueía na 3a- página c nss editrial) JVENS AMEAÇADS DE SEGUR PARA A CRÉA UMA REUNà DS GANGSTERS DE ESENHWER N PETRLER S-P.0 - ALCAMENT DE «VTÜNTÃRS» N MNSTÉR DA GLERRA - AGENTES DE CHAT PR METEM CRUZERS PR CADA VDA BRASLERA - QUE PV REDBRE SUA VGLÂNCA E SUAS LUTAS Três graves núncias fram trazidas ntem à nssa redaçií, a respeit manbras para envi trpas brasileirs à guerra da Crtiin. ÍJAfPRETTERS DA MRTE Da primeira núncia, en- carregaram-se dis jvens patritas, fram abrdads, ntem, pel sr. Eisheni Eeig, gaúch, d P.T.B.. Esse indi. Vidu, trajand tern cinza e gravata d cres berrantes, cnhecia um ds jvens Agenr Almeda e le se acercu na altura d Caie Ca. cl, na Rua Uruguninna quase esquina cm Marechal Flrian, Depis ds primeira cumpriments, Eishen Bcrg perguntu se jvem nã sejava fn-zer unia viagem. Para bn? Para r* Créia, Vcê esta maluc? N-^-i. Nã è nialuquice, Vcò p ganhar muit dinheir. Eu me apresentei lá n «Diári da Nite* e me prmeteram z mil cruxeirs mensais, além uma viagem a Washingtn para trelnament, e duas fardas d Exércit American. - Mas en nã estu irueressad em ir para a Créia. Nã seja bb. V0cã.- fazer dinheir. Sn quiser pd prcurar jrnalista Álvar Werneclc, n cdiári da ríue*-.?!le lhe dará idas as nrfruçes. jvem Agenr Almeida, cuja palestra cm ndlvfdu Eishen Berg fi uvida pel seu clegíi Paul Carvalh Lima, ambs cmerciarins, enelu suas dcclaraqòe;: A nssa reprtagem: Eu lhe respndi nâ rei para a Créia c ria * nunciar fat a MPREN- SA PPULAR, para td p0v tme cnheciment! (Cnclui n Pgina 3) "LUTAR PARA Nà MRRER EXCLAMAM S FLAGELADS Massas íamints vagueiam pelas ruas Jazeir d JNri Distribuíds entre s crnéis s mantimenis da C.A.N, - A Prefeitura ven águaí ;" v :;-.-~ JAZER D NRTE, 28 De Mauríci Vinhas, enviad especial) Massas flagelads íamints rndam as ruas sta cida a fim cnseguir alimeiv taçã trabalh. A situaçã 6 das mais trágicas. Cmeça a se fazer uvir entre s flagelads grit crre td Nrste nesta hra sgraça: «Lutar para nã mrrer. Lutar unids e rganizads!;-. prefeit lcal telegrafu a sr. Getuli Vargas pedind.scrrs. Cnsta em respsta Getuli acnselhu paciência. s mántiments até agra envinds pela CAN fram distribuids entre s crnéis. E quand s flagelads vã pedir cmer respnnlhes: Acabu. Já nã tem mais. pst saú lcal nã dispõe remédis e apenas aten a 0 pr cent ds prcuram. s fia- *> gelads estã mrrend sinteria, samparads e sem scrr. Hspital fra iniciad em Jazeir d Nrte nã teve cnclusã. s prss d lugar ficaram cm dinheir stinad às bras. Mulheres flagelads dã à luz cm plen sampar. na via publica, u riebaix das arvres..s trabalhadres da eida, carpinteirs, mecanics. ferreirs, enfrentam sempreg e passam privagões cm as suas familias. Estivems em casa um perári sesmprega- (Cnclui na.» Puj7.> Smente mmmmmtms Até Quarta-Feira Esperarã s Prtuáris Sem cabiment a alegaçã nã há verba para pagar abn família e abn emergência Chat e utrs negcistas beneficiads pela. administraçã d Prt Cntinua a greve - Na assembléia ntem ds prtuáris fi anuncia- ^ d sr. Getuli Vargas ú prmetera slucinar a gre- ve até quarta-feira próxima, fazend cm a Adminis- traçã d Prt pague sa- ^ sari família e abn Ú emergência reivindicad pep s trabalhadres. A f assembléia reslveu f aguardar e prsseguir na g greve até a vitria cmplep *a- # CCncíui ««5» Pag.) S RSENBERG Nã Devem Mrrer" «b^ara ^LaT,í,âc"hecida cisã Eisenhwer. negand clemência as Rsenberg, geners pv Pa- é é ris realizu um gran at públic n Veldrme clamand dhiver. m fesa da vida ssas duas vítimas da hu- teria guerreira ds gvernantes nrte-americans. Um d» radres fi Jacs Duels, disse: «Pensai na terrível $ agnia ds Rsenberg, pensai ns seus filhs, vós mesms, pensai em g pr salvá-ls 4 cntribuir também». para salvar-ns Na ft, Miehael a».. ~, a.í jiií. J. Z. 9»- """"««m Rbinsn, - e nv «e cinc ciacci S^-i-fr.?. casal?} HMnbe^ «m «u«mais re 4 mnf» ftgrafia. (V. crrespndência a 8» pglna) J) " Mftwn^ Diretr; PEDR MQTTÀ LMA- «yw^mm.í!í5-v]!.zl.rií:deml^a,3l da M<"s& â"> 953 ~ h. íás iata Cessaçã âa Guerra, na Créia E seniimeni "Nã geral d pv nas ruas ^ tler a guerra, sej a paxr, clarauma niva piniões unânimes em favr nm encntr Síálin-Eisenhvy-er 5"eia à rep riaíjem na 5a, página) m i-saüí - * PRBLEMAS D à <V -.. w. ;V b.\*sf VK-i^ííÁ.Í.." -tf^ft í.-<-:-v "... tí «Um campnês gaúchs «Eisenhwer vin t<?r «;ei!f> h muit tsmpp um encntr». iiè;:.-:-; Um casal nivs, a alt, a ura. Amélia Slaueir«falam a repórter TRÂNST s enganaíaments na avenida Nil Peçanha sã cnstantes"môt7iiblirtz^r* carrs particulares e taxis vinds da tlm sul, para atingir a avenida Hl bs têm acess apenas pela avenida Graça Aranha, dai n cnf,vl». Biunen, nas hras c,,an ««^m^.t&^^sl^t^ S&& 2TÍ *S nâ$sej ate" Ü" P nta Aa Cnlabnç. Nvas pistas 2 nallnâ 5SK 3BZ ES.?K^S~F%i sacâ da» b ras atètr.

2 ÍMPRENSA PPULAR ,>,-( >* **#*^r#*-"^*r**** fe«i e Sea Muniiu _ Acaba dc : em nssa ^"!"a SVALD PE3ALVA ^M"^ Ü mtmlkta; m a clareza e a síntese PW"»»^ V"a" nt""cada vez mnis acelerad d purirttes dn nssa»jl aj srgn?^*jg^.épca, aeu8 escravtaartrcs im- Jlterria e dc bm estar para tpds ecnômics d capitalism e d sda- lisjttòi s,. \i\ dpstaca-se pela sua cmvente granza.,. $6 sdallsm, mprtante scberta científica stã da d gran Staiin lei ecnômica fundamental Cm i». ia simplicida S(niin.iíir--p.i..-ri, escreva cve: «As cnpssaü explradres a man irilsér a cmunism, " das utpias cr-" ;<lflcterl8ticas essenciais e as mente terminu uma mdirj--ri " / " Uniã Sviética scialista, «idgêiicias da lei ecnômica qu a invs d uma realida, u esta pel (fundamental d scialism pquarts, cm estava prjetad, ne cnstruíssem aparta- mens na rm d dia para Seriara, ser frmuladas apr- ser estabelecid ntr cm..simaclnmntc d seguinte rap. ments para s estudantes puc, md nequívc, a: garantia cia máxima sa- ali iriam residir, a fim dar!ypf.i,.isn palpável, a0 alcance da mã rt;is nccci idas mnteriflls e culturais, sempre a esses jvens máxim dc E se sente, emcinadamente, quand Stálin, na cnfrt. utr exempl refere-se a tratr Stálin çxa- üirescentes, tda a scieüla, pr mei d ininterrup- bra m.preç, trata da e minu e mandu sustar sua liçã das cntradições entre a %_.auinentn "-""fpiçnnmn- cnstruçã a fim ser-lhe cida c camp, entre ô da prduçã scialista, iv intrduzid um melhramenl ndispensável: fazer mais base trabalh intelechil fisic, e da linuidaçã das ife- tle uma tócniea suprjr*r- - >«essenciais entre êvs. cnfrtável assent ssa, máquina agrícla, md Al «st*, m pnens palatfrus. a essência d scialism, cntribuísse pnra tmar Para ss, Stálin indica ( tq mais agradável trabalh as suns indicações ganham hmem, cm suas necessiétuíes materiais e culturais d seu cndutr. frma finida nas dir sempre crescentes, & a quint plan qüinqüenal, preéupaçãò máxima d regime; grss, reprtaram utrs Mesm durante XX Cn- em curs atualmente) é (Satisfazer ess.s necessidas pi-is elevar nível d exempls d carinh crsrr"in pessai técnic, tmand brijjatóri gratuit ensine RS a lei ecbiifiiriica furidamn- cm s dirigentes snvlétics traiam d prblema da Jal *, - d scialism, E ncrsinãn dn uni* (""."re, " secundári cmplet, inclnsive piiténic, em td pais. pessa humana, d seu cnfôri, da sua alegria, da sua Ccum grup, nã..ia uma reduzind fetça, na d: um pv0, mas rbiicida, em suma. Era d pel mris parn seis e em seguida - - ci""! Viu tda a scleda. cpifii- fl; ver a precupaçã, revelada numer hras trabatn-.r, tds s hmens, n infrme Miltinn. pr h Sócis 03 seres humans nua para s membrs da scíedn, exempl, cm s menres talhes relativs a bem-es- para eles disp- imbuam a gran Uniã Srviítica inpenntemente d tar d cidndâ, cm suprinham d temp livre, mlhment dc tud êle ne- íaça, nacinalida, ricx utras diferenças.sjrielhantes. i.agem meditems um pu- S eni cine se traduz csí.a lei. Jífi «5 difícil cmpreenr. própri Siúlin já dissera, sns atras, qne n scialism fi..apitai mais precis é hmem, E sã cnhecids s episódis iinfirmnm èssã asserçã, A ser apre genlad prjet cnstruçku da maernífica. universldaçle Jípscu, umn das giífaiiíc-scas bbras edificaçã ci frít-t * + r»* C rf.f.ftt-+jt* <** < +**+? ** ** * * cssita inclusive cm prduçã d aliments nã apenas sãs, mas também rirtétícs e das bebidas finas juircm. palndar. :. aquil há um sici pp reia ns c";cs e as rand radicalmente as cndir--- <ie mradia e duplicand,,.. ---j mais. - (-" peráris & ds em prsads, lal frma trabalh sr cnverta -r-na primeira nepimippida.i" da vida.- (Marxl: písc cncerta pensa carga rn--. nrazer» f^niç -. ii és»9 mund maravilhs «mu reina hmem hmem n s>n> mais elevpid genéric sentid, hmem cmunista, prtant fraternal, cult e feliz - se scrtina ns nsss j lhs slumbrads, quand lems as páginas sse livr í Stálin, «Prblemas Ecnômics d Scialism na U.R.S.S.r>-, n a análise rigrsamente cientifica vem sempre impregnada n calr da paixã mais nbre «l mais pur cis crações humans. CAMPNESES EM ARMAS LUTAM N MJtMVMWBMBSCMNTnN fall S ííl i <mm&zr>t*tmrv-%vbmmmhhn«mnr»w«eab«l«ml«n ESPÍRT SANT t-m,i «unmmmhmxi iipmnmwmmim \ TRPE NEGCATA BQ S PM CS FMÜ escândal d feijã chumbinh revlta tda a ppulaçã cearense Gran partida d cereal, encalhada em Sants, é cmprada cm as verbas auxíli a N.rste, mas feijã, dur cm pedra, nã czinha na panela Em vez cv distribuíd graça fi vendid e. dinheir sapareceu FRTALEZA (D envwl í especial) Tema ds mais \ amargs cmentáris n sei pv (lenta capilal é cc! A feijã chümbinhp. Sabe-se ine em Sants se encntrava nncainàda, havia -- ". gnm partida dêfw f"^-. e «, vz em quand era levad n expurg, para resistir n temp c a grgulh. Acabu fi- i» dur cem p.dra. T.r;-, r na pruiela, nã czinha a 4 nã ser hras c hras -! pis, e só se fôr adicinada rn-i qiiani..a blcarbnat sódi. Perseguições ;} na Cnfiança t Um perári da fabrica tecids Cnfian a, telefnu i ntem à tar para nssa re daçfi nunciand pise- i :iiiqões mvidas na empresa cntra s peraí ris parüciparam da gre \ ve ds têxteis.? gerente Mrteir " fit espezinhar ales,> -ii.-idi-s, j passu a cm- } eedr ferias as fura-greves, \. uiíiiiò cntinuem trabalhand cm td perid ganhand em dbr. Em elaçsò as grevistas traia- "Mit dispensad é bem difererite, Mandam-ns para eami, reduzind a imnrtnneia relativa às ferias cm td? is scnts pssíveis. Assim prcura assassin Aliaii Paula Usa abater a mrai ls trabalhadres, nã cnsegue pis s mesms jà rslã tmand medidas venham pôr um term à essa t discriminações. ^ Á"- " ^ gran mviment campnês eníre s braçs Ncrie e Sul d Ri Sã Mateus - Um citníci em, Pedra da Viuva cm 286 psseirs armads Reím-iram as terras griladas pel senadr Linnberg e seu parceir Sants Neves VTfRA (D crrespnu- >iv-f nrte d Estad, rreilé i.era puc le;. p) inculta c. virgem, íi ci k i.rnila,-j0i psseirs viada dc Minas, pjp. Nprte «i País mesm pr rjibísas d Esta.i d Espirit Kiiiii. " Para ;c.i.ni:rà-la3, a psseiss enfrentaram a malária, a huba, fit, as febrje); l.rp^qem palus- um,ntinim auxíli pljr prjrte dí pdères púbiicê, S (Agra qua a.i terras ce-stã ja^thtzttid-é òs psseirs ém /ranç prgress cm suas lamuras e pastugens, a cbiça dwgrileirs;.fi -atraída para,-is campinas dir nrte d íristít/í, «jiiiria a -yidu tre iaiiu dis á nspara cá, uma veida- lira sgraça, A CliHliA.iiiÍA. Fi frmada em Vitória uniu Scieda anônima (Gnipáiiiiía industriai cie Macieiras). JGM- BAkiíA acrd rm a í-jecr.etaria da Afivicultru «... meçu a grilar as psses d Wi pite d Estad. s psseirs resistiram fi mas a plícia Pata-a garantir s tc.ra as icirs e a Secretaria Aurieultüra fundu suas Dele jj^*^-;.^-":*»^^^^^ sgslmm p.--;-.jv-i-.7,.;j-.r«,ttsr._a(vte_n_. ik-pí i-;j,sirj- :-:<:gr,.-;,.- -.*»lt^esm, " ; gacias Terras n s asvi» UKSSTEM S CA.M0- mensres trabalham para s ÍNESfiS j.üfundiáris, Xj., AS PRMESSAS " : Vil Nem beili--ii vtada esta X...,., J.» lei.. pv da cida Sâ Quand Jnes as tíanrtf : UateuS - jusucu um sldad Neves tmu pr,em 50, " (A-iiiiieteu uma spluça justa para s psseirs. Estes esppji-aram. Veiu uma disiribui- (,-;u caduca ltes para s psseirs mais audazes, cm sentid dividir u unida ds psseirs. Vend itsü nã reslvia, pis gvern na pu reslver umn situaçu stas, fi enviada a nrte d Jristad um expediçã punitiva iiue acampu em crreg d Viiihátic, dn vem espalhand teivr pur tdas as regiões. A Uf, á lepra, buba, Malária etc..., ajuiituse uma pir epimia band celerads d Maji 4 Djalma Burges. Ues enlã a bandids fardads vem assassinund, ruband, espancci.rl, seveciíind barbaramenti; s psseirs, estuprahd-suas HUias e vilentáiidô suas mulheres terminand pr expulsai s psseirs tuas 4 terras, Ü «SENADR» LlNüENJJEjRtS lim ds principais grijeirps n Estad é sr, Carls lerniindc. Mnteir Linrberg senaduc) e Deputad Esta- j dual tt liveira Neves, i própris getulistas nã % PiUente d Gvernadr Sanencbrem etern prpósit ts4nevesi W SPlaaJtò^ ilç íf, Vargas smrali- *f íerras d Mun-eipi Sa íii, srini3íifuiçâes avançand ama> nas parlamen.% %&$ mies,mm Munia»0 áe guand a vm. Sa $ ± FíSftjrôsrgiip. daa Câmaras cm % Z, j sempre acntece neste regi-. Enquant se sucem lí/t- - essas permita g vilências a." Assembléia Letadual vtu uma fàcilmen u,a i gisiativa Estari ZZ%%:,, li QC ki Plicial dand as lega-,me. Esta vem send uma Ú rt df, {ci reg bâbü. traduza atitu áb espert ds) j, estiíelea em c-cn- ^taiiemirigrandctisc.guin. di(,5esí (agra. dttf a,ej fi a pr.us. m0v!ida) garantir a m semana psse findu, da terra a «verdair» dvelh caudilh, cntand cm 4 n0i ]st é> llm - cumplicida gril(,jt.0 seus li- ras % apresenta dcuments falss, na. Câmara, alcançu n- prvand» é dn Võs êxits vn campanha % da gleba, a Delegad Uqvidaqã d Cntjressq. A 4 Plícia, terá assegurada a cíí cmeçu cm «prv f. imediata expulsã d psseir. ça, ein 7)ri»;cirii discussã, d z Acrd matar Depis «ci ASSEMBLÉA DS a cnfusã rm tm ela cn. %. vtweir, el,- ir algi. $ SERVDRES rei HraciLim tet/niii-sc a Ú - T-TT<-,Tr,«T«eúenia infligida a lír $ MUNCPAS iipanemet. na stã d cri. Slicitam-ns a divulgaçã: >npp. partida em lii i,,a cmissã Central Pró-Au- Ji.rrtad, Pr fim, vims 4mem ds Servidres Munici.tfr. Castilh Cabral e P pais> em face d artig 0 da lei mesm sr.- Capanema empe. 7ÍJ& ]fi.2-i953, rea!r7nrá din a nas, em duel tlllgij em. p mar(; às 8 hras a ge. trn d empreg das petla- rl9 da Unj 0 ds peráris Muvras tpercepmeh, apercebi- pelf, ^n!cinaisj à rua Afns Cavai. 6 *perebuta% canfl n.?3, unia ass.mbléla r-ra.5i.se manmlhsammite ppara & qua, cnvi<í8, tçds e M-va-nel úe agente i sr V«r. ls6rvidres municpals para trngás m trabalh smra- m entre utras/ das 6egumte6 liíqç& sse Parlament qun questes: se afunda teu ex.mvnsir g Criíjcft uma cmissã estaá-nvista Custava Capa- Efjtudg da Rituaçã rie (-rida ca- neka, A cnfusã a íl.i,ría /ir/n frmada pr represencnduz jrus rebanhs, ^u,nll,s f]ç cftda im,a,asi dii.cn.t d qne Csr-b lir cns- - ApW pi.t;-(!]0 pfll.a (JU(. tanlementc nrms,a. a câmara signe urn representante da e -principalmente a imppula. êc]me indicad pla íigsqmjjlélay "»"""" a CM"Z Éunt ã Cmissã ficial a ser in -./( m jferiada cnfrme 0 ái-tigò j,0 da,v p,. Acrd -Militar, ser-,.,,,-, i.,-i peituda lei.,. iiii pi (. ditadr mn....,,,,.,-,,) % Reuniões específicas d. cada Zi, tnmbm,ds ams ame-ú - elabraçã jkiians ^^m^ms^êmm^^^ para sua i-ec.siri.iuai icjàiis Estad iniciuiam assim um prs mviment «ue te\r d stacament plicial lcal, cm pnt principal cmíci realizad na vila Pe- era especialista em pr-, vçaçijes e terrr cntra iij..ji Viuva, n mais ire pv, Em seguida, -tí íbõ psseirs, se dispuseram campneses, dns das ter- inclusive a lula armada pula ras sitiiiiiljis entre us Uraçs Nrte (redra da Viuva) e As autridas pliciais pusse da terra. du sul (Jjarra Hã Francisc) d... lii fca Mateus, iuyacliram as terras gviiádas, mataram. uni capataz d laüluiiuiari üusfuvu tal e lniaram e n t a da íazeiura. ucüpaiiü ainda as terras gnlanas pel senadr LinueiiiJuig e nuiib utras, luiiu atacad a Ueiegucia J.eifas u óa ijimiigus, ue uiiue expulsaram dul..- agninensres au es PR. A. CAMPS tavam a seriiç dós iaiifundiáris. CMÍC E LUTA Us campneses d Nbrté d Estaiiii estã imptentes diame du lutú, puit, as cidas Cnceiçã da Barra e Sã iiiutciij ju cnsumiram tud stacament plicial d nurte e mesm ass.in estã ein um,ii iiuaiie, pis td pvu esta indignad cum s iatus. yuur assegurar seus direits, me=iii tenlia utnizar a íórça cuntra a vitencia dus láliíuhdiáris. tcuiulttilau UíiMilbTA) 5 Urutuilunis ilntttuliiicim, pr prces«iiiirlij-niiiriuiiii. K.vlrn çôi- iiiiijijis u ulieibliucs üu liuuu íullíi.l:í- j.v» li MUMUM u.mtucit) tiüttt iu tu eimi ijuruiitiiiu pur priíus rttxüiivci», Cüíisuitils. Uuu üu Ciiriuv u UV U* àãüur Üu!» um. As 3us.f 6us. sabuüufl e Kun U. ilniiuul, 3- (Sul)rudii), im Sa». n.s. (ias.-leirus. TÜÜÍjWCMíBí pü-pít ^pmi^míspppj^ãppxrp-jf^rps^^ L t J ü K Sr. preci&a. um enceradr? ur bmbeirl um mecânic? um eletricista Anuncie em nssa Secc;ã Á Sra. prec-isa; uma empregada? PKSCSA-Sü lavaira? Anuncie entã em nssa Secçã PfíECSA-SE Tem um quart, uma casa para alugar? Tem serviçs especiais- para ferecer? Anuncie era nssa Secçã FERECE-SE, EM SÂ PAUL: «NMNMMMMMHMMMMMMMrWD estr!" imprestável fi cmprad cm as verbas uxlll a N-dcsi. Lafer d- - -u a peraçã. gnrase aqui se minr da Fa- "cr-^a, é gran capltr.lisla e ln,lfincllárjg m Sã Paul, pr-»iiia interesse pessal -m venda da ninsistiu -.-via encalliàda, u se n negóçi anenns parti servir as i cqíegas fazend rs e d alt cpniérei pn"lld!i. Trazid ns prões dc váris navis; fams chumbinh fi entregue à CAP, para distribuiçã. Em temps nrmais, nunca pria ser vendid, ficaria mfand nas prateleiras ds armazéns sem ninguém se animasse a levá-l. Nas a falta geners, muit aguda n interir d Estad, permitiu péssim feijã fsse fàcilmente impingid. pv famint, cm s iiitims recurss, cmprava- à falta cisa mellir, pr seis e sete cruzeiis quil. Esgtada a partida d chumbinh, Láfer pediu a respnsável da CAP n Cará, sr. Clmb Suza. a imprtância apurada. Pr-, tendia ministr Vargas assim refazer as verbas aphcadas na peraçã, e las dispr talvez pra futuras negciatas semelhantes. Entretant, sr. Clmb Suza, alegand vagamente dinheir havia sid stinad a bras emergência, ne- <r"-s a p^p-tar cntas. Se se tratasse dinheir seu, se fsse uma quantia vida n qualr suns grans empresas particulares, tubarã Láfer certamente teria ul ri implacável c exigid innlu sive últim tstã. Mns. afinal cntas, capit) mvimentu a pepineira t!dia sid tirad ds cfres públics. B cas ficu pr ist mesm. Abrdand assunt, «Diári d P-v» dc ia capital -~ nã p ser taxar d dc cmunista cnsira: p-j Brasil é hje pais dássic dns ba- i.vlieiras, das negclaias, das marnichas, fr-.-m-s.! s a Presidência da República até mais infim rebent da familia Vargas. Fiu-la-se a prtas lecha- as e furla-s, também pr (nl- d instituições e entidas adredment pr iaradas para assalt á dinheir d pv, cnfiad a gvern». Em Vez Base Ncnal as Flagelads Prtesta putad Paul Cavalcanti cntra gast 0 biliões cruzeirs para a cnstruçã da base d Recife, enquant as ppulações nrstinas mrrem fme RECFE, 28 (D crrespnnte) Discutind rpriment cb lír da mairia na Assembléia Legislativa, para :. aprvae,au d crédit abert pel gvern, tad.referendum» da Câmara, cm favr ds flagelads :a seca, q putad Paul Cavaicanü claru vcaiia a favr cia medida, embra rei.)- nheeèssi? sua inutilida, Nil é cm iniciativas ssa natureza acrescentu representante cmunista ue se vai reslvr prblema d Nrste, pnra cuja sluçã, ist sim, se faz mister uma ampl refrma agrária. Salientu ainda radr as chamadas bras du mergen. cia só fuvrecem as rics prprietáris terras, frisand, mais adiante a cmbater aa vultsas spesas militares, Urasil precisa uma plítica paz, em s recurss ecnômics da nar,ã nã sejam clcads ã dispsiçã ds imperialistas americans. _, Seguind essa linha dc racicíni, putad Paul Cavai- canti prtestu cntra a cnstruçã, nesta capital, uma base naval, cni gast z bilhões «l cruzeirs, para ser cupada pelas belnavés ians. mm f/m.-:; t?m^r%w4r,-!iir:^ji^^^^ «-rtfcvi íãêmèèmjmmèm AKKÍ.CADAÇA NANCEUA PDF 5(3,00 rla Marítima.. -, 20,00 bnsucess ,00 Dep. Feminin ,00 liams -.. ^5.00..m. p Carica... 0,00 Tijuca i.u C.V 25,U0 individual., ,00 liur,,«jes UE VAGEM Sbre teniu acima, Dr. Mari Kabiu, presinte d Mviment Ajuda à línpreriu. pulnr, reaazará uma palestra n prxim dia 4, às 20 hras, na Abi, U.MAU cnvida ds s ajudis.as para este at. rv.áia UK CUKUA,;a.s ajudistas amigs da imprensa Ppular, pi?m prcurar s cnvites para a festa da craçã da ". ha da Paz, a partir dc amanhã. CLUBE DE BNSUCESS Enviams daqui as nssas felicitações as ajudistas d clube Bnsucess, n dia ntem, c...i.am a sua quta finanças d mês fevereir. Vlta sta frma clube Bnsucess a quadr hnra d ajurlism, lugar n sempre figuru cm sta. FEJADA s diretres ds clubes rla Marítima e Bnsucess cnvidam tds s ajudistas nara sabrear a sucul"*-"a feijada será servida n próxim dia 8, na Rua Unia. 2.J5, a partir das 2 hras. FLHNHA D AJUDSTA Cta d Fev.... Huilizail ató 28, 87,7% 7ti.000, )9,40 ENCERRAMENT D MÊS As cntribuições í mês fevereir serã recebidas, até às S hras amanhã, dia 2, Cm esta resiuetsò, visa MAP facilitar as clubes ajuda a cbertura suas qutas. CNVCAÇÕES CLUBE DA LGHT -- A llll V.P.PP i.i u i.ip.inj plivcíu Uius s ajuuiiuá liiiuaiiiacirs.«a l.igut para um a icuiiki, terca-ieira, as is.piu na s-ue dp MAP, CLUnE i\itiur.. Us ajudispas uu clube estã cnyidacis paia uma reuniã será realizada na qulnla-feira, às iu nras, na rua Gustav Lacerda, 0 l.. A Diretria d ftiuvuiiciu Ajuçia a Uuí-rENSA Pi.us clubes Macjureira, Fiameng, Lebln Centr cia Clçiaue, para unia reuniã terçà-fciia, às.8 hras. A secretaria d MAP c,., S s ajudt..as fazem parte da Diretria para uma reuniã qulnta-fòira, ás JS h: rus. E seguliité trabalh apresentad paias cmissses abaix, n plan du tinanças d niés fevereir: % Aristis Leite S,9 Afns Marina.,.. 00,5 Alarlim Rsales ,7 Eugênia A. Mrèyrá 45,G Camps da Paz.,.. «-0 William Gmes..., 39,9 rliz 39.0 Zélia Magalhães... 32,5.Túli L. Cajazrrira.. 3,5 Angelina Gnçalves.. 29,2 Decleci Santana.. 28,4 Lafaiete Fnseca Vjn0t«Malvni..,. í.5,2 Jsé Baian... 2,2 Miguel. Rssi 0,0 Chamams a atençã ds resrrnsaveis pelas cmisses acima para lntenslfim reclhiment finanças até dia 2 març, quand serã encenad recebiment mprtam cias para a quta fivereir. Mãs a bra, prtam t, para a cbertura ds cem pr cent. prejuízs vultss casinads pel racinament energia elétrica td um bairr penas industrias na iminência paralisaçã SA PAUL, 28 (D crrespnnte) As penas ndústrias d bairr Bm Retir estã na iminência paralisarem suas atividas em virtu d racinament dt energia elétrica impst pela Light. Nesse bairr encntram-se ag indústrias cnfecções rupas e agasalhs abastecem cmérci d país, e ns últims temps vinham trabalhand mais intensamente em vista da aprximaçã d perid invems. racinament energia elétrica iniciad sem qualr avis-prévi reduziu da 30% a prduç&ci dalas indústrias e está send efetuad nas hras em vlume trabalh é mair. s pregeradr, Nã bstqnte, zenas máquinas da fábrica VuizB casinads pel racinament sã incaleuliiveis e ainda estã paralisadas e utras funcinam em baix rendiment, em virtudas ficiências d aparelh A Light, ameaçam a própria sbrevivência das penus ndústrias apesar ds prtests, nada faz para suspenr racinament arbitrári.e nem mesm dá ciência as interessads ú iudíjs PEQUENS GERADRES PARA TRABALH A situaçã prvcada pela Light trnu-se ns últims da hra xata em- sã efetuads s «crtes» luz. dias insuprtável, segund revela matutin «Nticias rie Ò.: GVERN E CNVENTE lliev. Cm cresciment das encmendas d rupas e agagalhs r> iniíuiiírluis tiveram se valer geradres parfabeleeiínentós-cí(j:ninl.hflrias,. rupas, etc, gvern nã Ã.nesar dn dramfttiea.situaçã ds prprietáris ds. esticulaies alt preç e baixa prdutivida, fram tmu nenhuma prvinciar. Sabe-se a Light s briga, adauirlds cm grans sacrifícis. As ndústria» Malhas num cntrai assinad còih a Prefeitura Sã Paul, a Trlct-pU diípeiiram Cr? ,00 na cmpra um j innizai, s prejuíz» casinads pela falta nmeei- ^^0B{Wi Diretr- Respnsável PEDR MTTA LMA Redcçã e Administ.açã: Rua Gustav Laçaria. Í8. sbrad TELEFNES: Aílmiiiisliaçâ - ^-^9 Redaçã WB VUNDA AVULSA Númei d dia Cr» i-00 çjg 2.)0 Atrasad " ASSNATURAS: an.. " CrS ,.. Ci* meses,.. CrS òú^bregistv^stql acrescida. da8 d, S pesas crispnnles. ; - j ANDA FLH D GEltnfti. C,S.S;lPal4 :S UUd» Ministr da *» _ aspirante Raiael Cards nminalmente cnvidad, : Tu,U mens n^-nf d?«e SSSStr rmenpscagã arespeit, embra assunt tivesse sid minucisamente expst. CANAS DPLMÁTCS eslá fazend cm dinheir da mesada. t>r. kleir «Diári dc Ntícias» escreve ntem: vai ns vasculhar a cas* inteira, da czinha a sala «Hvirientemciilç aluai ministr da Uiierra está s wriitas. Quer balanceai (iue pssuíms, quant ixand prejudicar, cm hmem d Ssiad, pelas expansnes d su geners cra«;á(i pai. Tend um lillm na Escla Militar, dsiinatl n seguii a carreira das armas m se ilcstacura avô ç a digiui mente serve própriu «eneral Cir d Espirit Sant! Cards, nã vacilu S. Exa.. cm allenir, :! pnra -!/-> a iiiciliri necessária para aprvaçã na vri-la Militar a fim piniiiir a cncltisâ (l cnr.-.n druiuele jvem. Cnseguid iss pr êsse mei, uma iniliilri exce- (;ã ministr du Guerra terminu parn beneficiar seu filh, permitind im unidas niiuiirleladas iip.p-lji capital piulssem raspiraules servir em su primeir cntad cm a lipa. Tend dc viajar, em visii» ficial,.i<>- Estads ::.ids l-i América, s canais ilipliuniitics tiveram (ie funcinar para iiu-luir, nu cmitiva ministerial,» nv ficial.» «cuvile nminal d (ívêrn umcricriii ó resultad du um ciimbalach cm gvern dé Eisenliwer sac-.iimentpu cm siuete il dlar as patifarias familiares du gvern Vargas. A \ AGEM DE KLEN sr. Jel Silveira refei0-se a unil editrial d cwasililig-l tn Pusl» n se pd entre utras cisas, a entrega du petróle brasileir, n tm d sti rii... li fala na visita... sr. Julins Kiein, bservadr d gvern american. Escve crnista: «sr. vlcin ó assim uma espécie ile fiscal e prcuradr d» ti ric ale lhe faz as vé/.t- iiuand ele, li, (píer saber um sbrinh distante, e nluriam n i e esbanjudr, «AMEAÇA BUSSA.Í vaiems hje, ivaierems aiiiiiniia. E ciiegaru?«minúcia dc abrir um binac n luiss quinial, para pr espiar as nssas uni- Mínims subterriiiicãs. Kspera-se também, vlta, n sr. vlia leve para n- fi s tiu ric amstras cisas nssas -- cm manganes il Amapá, ferr d ÍUiuas e petróle líà Bahia ingredientes cm a quais lenciiiains, futur, dar um jeit na vida. li ric uviu falar nessas rizas tdas, e manda agra sr, Klein vêr pert se elas existem mesm u se tud nã passa cnversa mle «iiicadis. tass inveterads.» PERMANENTE CHEN Este gvern calamits < inept pensa explrar a sgraça ds nrstins pela qual éle própriu é respnsavel parn alimentai- seu nv Plan Chen em ptirmaneiife gestaçã. Diz p:a Nticia»; «Já s prcura insinuar, * através prta-vzes dip g.<.èrnu, elements interessiidps ein perturbar a rm, abalar m esteis da legalida mcrática audam insiifiiii.d s flagefl. d-s d Nrste cntra aiitriçlatlçs çónstitiiçiaa guianciii-iis ns ussalls centrs abastecime une eiiciiiiiram n seu injnhu, Já l.irdaria melliaut cuisa aparece! Acharã j- autres dt versã alguéiri precisana ir açular «>r> famintspara qu estes tmassem à. trça aquil lhs é negad d iilrn maneira? lpiilações inleiras eslãu mrrend ii iiii.igu-d t -será. pr acai, necessári alguém lhes mstre caminh um armazém bem suprid n pssam inalar a fme?» sr, Tristã Atai era (.trcida:? àu Stevensn. iiafere-se a um discurs ri candidat mcrata rrtad, priiuncii.d pis ci nvninbr, n ú citada a aeguinte frase d magnata Charles Wilsn, cia General Mtrs ministr Kisenhwer: «é bm par a Generni Mtrs é bm para pais». Nesse discurs, Stevensn precniza métds diferente:: ds cie Kjsnhwei para cmbater a «ameaça russa». E eni cnsiste essa ameaça? Nó fat d na Uniã S viética».., p,i piprluçã industrial está crescend numa prprçã dupla ri: nssa». Luvável cinism! Pr iss tant republicans crna mcratas, ns Estads Unids,.só vêem cm saida.* guerra, >Aurtnwut".v«wi!WBHaBt»W«WB»MaWjlM«WBBBlBj^^ lllilmil MESA Íh *! Hi! {[ íiihl *Mll-vl BltfilílfilWl ment luz e íòrce- Tdavia, gvern assiste cmetacente a rncínamfnlô sem tmar nenhuma mediria qui pssa beneficiar s prejudlcadi. A mesm temu plv cananse-ame-rlean limita-se a satisfazer s apetites da imprensa venal, gastand grdas quantias em publicida, na qual anuncia espetacularmente términ d racinament «quand estiverem cncluídas as bras da Usina Cubat&». PRÁ CM S GRNGS Em virtu ci cinism d.plv estrangeir e a crími" nsa cnivência d írvèni diz jrnal ft única s- liçã jusiri c aceitável estã cntida n prgrama ds cur didats ppulares, André Nunes.r. p Nelsn Rustini, próximas eleições municipais d 22 d març. prgrama dales candidats inclui a fesa ri pen cmercii e da indústria nss país nclusive a nacinalizaçã ds mnpólis estrangeirs, cm n cas a Lii;ht. A eleiçã um prefeit ppular para Sã Paul cnclui «Nó tidas Hje;. prá reslver uni ds mais sentids: prblemas nssa ppulaçã se cnsubstancia afinal ii» cessaçã imediata d crimins íacljirment «le lua e d»., emergia «iétrlc*,

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4 MPRENSA PPULAR PATM r*í ~H,» 9 r-#^/*##-*r>r#i# *?» *** +*++*++ * *+++++* r-»»-»»» ww wt-ftt^»» w»»ji»»^wwr«iyiy,»,«ii»»»,»ti>*>wttj-cr**y^*»ry,r«ryy*rrr^ ** "n. 7T,T v»»--i \ *T«A DATTTA fiatltaüt HP Aí TVT? TDA" DAND NÍC A DSPUTA DESTE TRFÉU JGARà HJE AS EQUPES DB A 4 Ç A F A U L G U LAK D Jjj 0 L VM lvaamadük&á üarucas X FLUMNENSES, N ESTÁD CA MARTNS, EM NTE- 5 MNERS X PAULSTAS, N ESTÁD NDEPENDÊNCA, EM BEL HRZNTE, Jtjr++W4*++4»#*»**»##*»#***/ #»»*» * 0+M * ** ** * * + +*t+*9++4^. * * *r* * í * * ** **9tt _HÕES DE PESSAS TRCEND PELA TRÉiA vrr «**«*^««####*##*#*í**^****»»^*******,**#*** * PRBLEMA N 83 (Para nvats) ~T] 5 *++*-t*r++*++t**++*-n~r+r**r++**»f*+*++**+++***t+*»*+*****,***i PARA HJE # *>» * *» «.*> -A * <» i* + f»* t*^«*m Brasil >#*#*?#?*.**+**+} CASTLH j NLTN SANTS í PNHER DJ ALMA SANTS BAUER DANL JULNH, t ZZNH f PJUCAJN [ PNGA f RDRGUES US kk EQUPE D Blívia GUTERREZ GNZALEZ BUSTAMANTE CABRERA SANTS VARGAS 3RWR UGARTE LPEZ MENA ALACN "0SAJ TUD PARA VENCER TÊM S BRASLERS MAS CLASSE. MAS CATEGRA E FAVRTSM DA TRCDA Nà HÁ EXCESS DE TMSM PRÉM S QUADRS PARA ENCNTR DESTA NTE NÍC ÀS 2.45 HS. (HRA D R) LMA, 28 (Crrespndência Especial para a MPRENSA!; PPULAR) Hje, dming,! dia.» març, quadr rcpresentativ da Cnferaçã Brasileira Desprts estreará, n Campenat Sul.American Futebl, enfrentand a valrsa equipe da Blívia. s cras patricls nã subesti. niam valr seus adversaris, apesar serem cnsi. rads s favrits absluts. st pr já estã cm as barbas d mlh, cm cnseitcia da «peruada falhu», lg na rdada inaugural. Até uri)! Brs) ycm se mautend invict diante da Blívia e é esperar-se tal cn. teça amanhã, pis 0 nss time é muit mais categóric. Zizi. n, capitã nssa equipe, n entant, acha s blivians nã serã adversáris f aceita. Três ds integrantes tia fesa Btafg thrá esta tar em Bel Hriznte cmbate a equipe d América lca! Nã jgará Paraguai Gama Malcher árbitr Sulu ygy.yfl.i-^tff^jf^^ *! vestirá hje pela í.* vez a. camiseta d iglris» VCÊ PRECSA LER ACA SEMANÁR DE ATUALDADE PLÍTCA CRCULA AS TERÇAS-FERAS NAS BANCAS E CM S AGENTES!>_: r-^tiir-m-ii^r-t-r-i-riiir*- mwêmmmmmmwmm», f i_- - -_- - -a- BEL HRZNTE, 2S íespecial para MPRENSA P- PULAR) gramad d camp d América será, hje, palc da peleja entre este clube e Btafí, da capital da Reptiblica. E grun interesse entre s trcedres lcais pel préliu cm r*":), Cm í sabid, prestigi das ãlvinegrs, aqui. nas «altersas», i muit gran e tds s seus aflcinads stas plagas estã nnsiss pr verem atuar quadvn ue tã brilhante t?_nanha vem realizar em terras estrangeiras, quand da disputa da «Cpa Mntevidéu?. TJADR Bs">T»iT.WlENSr if^"-, Gentil Cards abrdad pr nssa reprta.cr r-m claru preten mandaià cancha» ""Tuinle e* pe: svald; Gersn e Fria.n; Arati, BWaii.> Jilyenal; Gérejd Geninh, Din, Zezinh e Bragir-Mia. PARAGUA Ni VET Ntu-se na iâfwariãp bt-iifguense a ausência tle Puraguai, excelente pnteir dlreil. A nssa reprtagem f infrmada pels dirigentes da embaixada alvineirra valente atacante nã pf viajai nn>* se p--",ntrar ajnd*; rm tratament uma cntusã sfrida *>r casiã 03 préjiós - articlpu em Mntevidéu. TTMB D AMERCA prenarndr trónrii-v)., Ameirica Mineir claru à imprensa lcal só escalara 0 fr..,,i..0i qu(j,],,,.$ embate a Btafg, algumas hras antes d préli, JUZ DA PELEJA A pugna du tar amanhã será arbitrada nl sr. Albert da Gama Malcher, da Feraçã Metrplitana tle me Futebl, aqui se encntra pura qpitar préli na manhã d dming travarã as equipes paulista e mineira, em disputa da «Taça Gulart liveira». 399 pb - n FMPfll (SAHTE A partida principal hje, n Estádi Nacinal Lima Favrits s chilens A flama "celeste", n entant, ainda nã se apagu s nvs rem brilhar utras ntas preli Uruguai x Chile será atrativ principal da rdada hje d Sul-american, em Lima. As perspeçtivas antecenm a peleja indicam haverá um perfeit equilíbri nas ações ds dis quadrs, n gramad. E bem verda Chile vem um arrta frenle a Paraguai nã cns litul fracass, nem cepçã, uma vez a seleçã guarani é uma das frtes cncr- -enc- a titul maxlm.pr Camisas Esprte \ Camisas Pijamas Cuecas Calças ; }Cmpre diretameiite da: fábrica.! Apresentand este anún-\\ \ ci, 57c scnt. Vendas também a crédit., Av. 3 Mai 23 g, Sala 932 (Edifíci Darke)... sua vez, Uruguai venceu cm certa dificulda (2x0), a Blívia, cnsirad quadr «espantalh» ds grans d certame ra se disputa em Lima. A «Celeste» apresenta-se cm um quadr inteiramente nv. Desfalcada seus melhres titulares, cm bduli Varela, Júli Perez, Gighia e Schiaffin a equipe riental ixia crems nós mqit a sejar dale selecinad nós, brasileirs, estams acstumads a ver. Mas, se s nvs pupils Rmeu Vazz, frem, bravs e sangue, capazes tud pr uma vitria sua pátria, nã levand em cnta, apenas fatr técnica e classe, pm acreditar: Uruguai será um (Js primeimeires neste SuNamerican. quadr chl!«n<j ~ em qualr pratç um frte adveisari integrad tds s seus titulares, a ctneçar pr Livisgslne, uma suas maires figuras talvez a melhr pr tds nós cnhecid, nã será presa fácil ds rientais. Prá, é clar, acntecer um imprevist. Tant cm Uruguai cm cm Chile, Haja vist, exempl da,: : «matu* Blívia x Peru. Este,^; f, sem nunca ter predid para s blivians, n preli cie estreia caiu pr um tent a zer. De qualr maneira, urugiuiis e chilens verã mstrar, a public assistente Lima, um futebl, a altura da categria ds dis quadrs. bliviana fram cnsirads t Fernand Benedit elements primeira granza, capazes, prtant, cn. Preg c Mtlcrat. Russinh Carvalh Leite trlar bem as ações ds nsss BLÍVA atacantes. Bermuz Du. ATRAVÉS DS TEMPS randal c Chavarrla Saériz Lara e Valclaíramá rtiz Bustamante -- Mendcz Al- balanç ds jgs entre Brasil e a Blívia estabelece-se hrta da frma seguinte: Fernandcz 90 Primeira Cpa d Mimd. Mntevidéu: Brasil, 4, B. can, Santiag dc Chile. Bra- 95. Campenat Sul.Ameri- ivta, 0, sil 2, Blívia 0. BRASL Vcls Zé Ltlis BRASL berdan; Dmin. e tália Hermgicncs Faus- gs Nrival; Biguá, Rui e Jai- MiWÊmmmi MÈJÊÊÊÊàÈÈMmWm mèèmèmèiàãèèmàms Cnversa da Semana Dis cras «clrccls» estiveram n cartaz esta semana: Didi c Vermelh. Dizia-se qu Didi estava cm su passe à venda e ixaria Fluminense, 0 crrerá mais.. E Vermelh? Bem, Vermelh pagu pr um crim nã cmeteu. Subitamente viu-se envlvid numa história rapt, e até qu a verda viesse à tna, seu nme saiu em letras garrafais pl nticiar ri plicial, cm se êle, um rapaz sssegad, d háhits mrigrncls, fsse um terrível crimins. Há muit dramátic cnstrangedr neste cas Vermelh. Várias circunstancias liífiuirrim e pr causa diss jgadr d Bangu igafisu pr maus mments. Afinal, m nã g.jta tmar um bánhqzinjiq dc mar na Barra da Tljuca? Pis tinha jusiamr-nt ente bjetiv. Acnteceu n mesm carr, em viaju cm amigs seus, ia uma pbre mça, mais tard apareceria também cm sta ns jrnais cm vilima d rapt e estupr. Antes as cisas fssem clcadas ns seus vids lugares, muita genle viru rst para Vermelh, quand viu tmnr rem cm Bangu, cnstrangiment d jgadr ra tã gran muitas vezes êle precisava vir a Mca Bnita, para mudar pnt. Disse-ns cra muil puca geme acreditu nele, sesperu mais. Valeu, prém, a cnfiança sua niva justamente a pessa cie m mais lhe interessava a slidarieda, me Tesurinha Zizlnh Servili Amir e Jrginh. BLÍVA Arrnya, A.""i" e Priet; Calclern Fcrnaiiz e Saavcdra; Gnzntes, rtcga. Medran, rsc e rgaz. 9G Campenat Sul.American. Buens Aires. Brasil, 3, Blívia, 0. BRASL Ari, Dmings e Nrival van Rui e Jaime Lima Zizlnh Helen Jalr Amir. BLÍVA Arraya, Ãachá e Bustamante - Calclern Pcrnanz e Frrei; Gnzalez rtcga Tapla Pereta e rgaz. 949 Campenat Sul-Amcrfcan. Sã Paul, Brasil, 0, Blivia,. BRASL Barbsa, Augus. t e Maur; Batier, Rui e Nj-nnhii Cláudi Zizinh Amir Jair e Slmâ. BLÍVA Àrr&va. Aachá Uustamante; Çabrera Vair.cla e Ferrei; Algarranaz itfrnrl Mana Guttierrcz e Gdy. Balanç geral -i jgs. - vitórias d Brasil, 9 «tgals» d Brasil cntra da Blívia. PRVAS.MA, 28 (A.F.P.) Amanliâ serã iniciadas as prvas para frmar a seleçã ntléticii pwiinna n sul-american d fi-ilc. prerama cmre" metrs J).**<"rcirns, mnseuli- >n; pitentn metrs barreiras, f- T.inin; 00 metrs l^s. tiin*3""- iini) e feminin; salt em distãiicia; masculin c feminin;.000 metrs liss: salt cm aiturn, masculin e feminin; 00 iiclrs liss, masculins e feftlinin, segunda vez : dard, lisc, ninsculin e feminin, "00 tietrg liss. SALADUR JULà CNTRA FLAMENG América slicitu e blve permissã da F.M.F. para incpiir seus nvs fensres, ainda sem cntrat, Saladur c Júlià, nó amists qu travará, hje, cm Flameng em Camps Sales. "Prblemas REVSTA DE CULTURA PLÍTCA Estádi da Rua Camps Sales será palc, ssia tar, da peleja entre s dis tradicinais rivais Uma estréia n "Meng" e duas ns "diabs rubrs" A partida terá iníci às 8 hras juiz e s quadrs Em virtu terem chega-. ameaçar adversári qu irá ds a bm term s entendi- enfrentar, dai interess enmcnls havids entre s diri-ure s trcedres caricas pel gentes rubrs e rubrsnegrs pre]ib em stã, nã ficara trcedr carica, este dming, privad as sistir u seu esprte prcdilet. N gramad da rua Camps Sales, esta tar, as equipes principais d America e d Flameng realizarã um preli prmete agradar em chei. E bem verda quadreri «mais rid» ó apntad pels trcedres cm franc favrit, entretant, é bm nã escer 0«Meng!> sempre pii frmta America encntra p- a frente um adversári qu se agiganta e faz «nze» da avea se sdbrar para nã amargar dissabr da rrta. Sempre tem sid assim as partidas s dis clubes realizam, mesm quand quadr na rua Cnmr.is Sales nã ê lhad pels bservadres d esprte bretã, i um cnjunt capaz N TRNE DE VETERANS Caricas x Uruguais s veterans caricas estrearã, hje, n Trnei Veterans enfrentand, n camp d Bangu A.C., célebre esqua- ; drã da «Celeste límpica», A peleja está send aguardada cm invulgar interesse pela trcida carica, neste encntr, : Afnsinh, Rbert, Jarbas, Carvalb Lei- ; te, integrarã quadr carica nesta sensacinal peleja estréia. Na peleja preliminar estarã em cnfrnt a seleçã i «B» ds caricas e selecinad fluminense, rganizad ns vizinhs municípis Niterói, Caxias, Nva guaçu e Sã Jã Meriti..,,.,-,.,, >;,.,;... ^.a,,)s".,:,.. $&mwmtmx*vmmi0mm&êmmm)x»mm^ NC DA PARTDA E JUZ A peleja cnfrme medidn assentada ás cmum acrd brá inici às G hras, em virtu tei terminad li* rari verã. A pugna será diri"ifla pel juiz J.só G-.nes Sbrinh, É fe "-:*. )> S QUADRS s dis quadrs, salv mtlificages ultima hira, verã pisar a cancha, para a disputa da peleja amistsa, cm as seguintes cnstituiçjões: FLAMENG: Garcia; Len e Pavã; Jadir, Dequinha e Bet; Paulinh, Rubens Adãòzinh, Índi e Zagal. AMERCA sni; Jel e smar; Rubens, svaldinh, e Gqdfredp; Rams, Máiiec, Lepnidás, Saladur e Jrginh. - ^q80 Bh > Ü^P^í: ^;-;:*i^^ iii_l «b"- -.#^w«w!_9 B ütfv llí. 4:.;:^::.--.,:; rm;?, MwÊaBLm " ^* ^ _m - -. v;^v^i^m B_H Mm-, -i&p * Sr* vt- KvíRGhCrSÍ-.X * ->;. -...,- -> - ;.. ;;. -., v. ",^.a^íaí*w;ís>_*>v^- *. )* *** _ ttt #/ 5- % 3ÈLf ^m0í-:-" ^tê^r à. *", - rn " - -J -tf,» f 9 >» ««_ a_m_u»,i w»i mi *m "! tm****»(" 0 mm m imiii» -*»»»»»»»»»- ij-._i,. mw *mmm J n» >n _TT l. i«j i7] jth. mmhmmj " ^ L, HRZNTAS 2 cean. i Pedra em tupl.guaranl. 7 Planta graniinea da qual se cxl rai açúcar, invertida, 9 Decrrids, 0 guaria temperada cm mlhs diverss, sem ir u fg. 2 Pena cmpsiçã Venceu Brasleir SAGN, 28 (A.F.P.) Armand Vieira, campeã brasileir, triunfu n Campenat nternacinal Tênis Vietman. campeã brasileir rrtu campeã da nglaterra, Mttram, pr 4x6, G x 3, 8 x ti, 3 x (. e. 6 x %. Vieira e Mttram arrebataram tilui campeões 3 dupla para, cavalheir jgnnd rc * n " "" " Hng Kng,pr 4x6,.; li, 6 X 2, 6 x ó e 7 x í). títul dupla mista cube as campeões vietnamitas aenhrita anh e Cun. - " píética cnsagrada a lut u magas. 35 Negr, fúnebre, ater. radr, 7 Rezar, suplicar. 9 Estudava. 20 Saudaçã. VERTCAS Deus da natureza (mltlgia grega), bstácul. Titul abi.^sini. Viagem, jrnada qu 30 fez, prtunida, pretext. Quadrúpe, dméstic, slipe. Amr suave c tranqüil. Ôsld cálci, 2 Épca, períd, 3 Argla, anel, 4 Ódi. 6 Acent rtgráfic, 8 Fileira. SLUÇà D PRBLEMA. N. 82 HRZNTAS E VF.RTL. CAS liva; 2 Letal; 3 ítal; 4 Valle; 5 Alcs. _.- ri VENCERAM S PAULSTAS UJKNS ARES, 2S (AFP) N finátçh» «harnalbalbà, Fcdc.açã Paulista venceu a seileçã cía Argentina pr 6 X..Z. sr,0 primeir temp havia íi-ni- nad pel empate 2x2.»##*#**#*»-***"***f NTCAS D SUL-AMERCAN LMA, 28 (AFP) s bralileirs encerraram ntem seus prepartivs para embate cm a lilivia, amanhã, reinand em cnjunt n Esacii Nacinal. trein duru 70 minuts, <end feit cm «tam» d tjuyentti Glriai, Lima. vencend s visitantes ampiamente. A linha tle frente impressinu pela sua sivida, stacand-se: Cas«tilh, Maur e Sants; Djai» ma Sants, Batier e üanlla Jiilinh, Zizinh. Jpjucaniu Pinga e Rdrigues. Hje a equipe fará vlibü em Chsica, e s mais ele» nitintòs baterã bla. insistin» d Aimré Mreira ns tirá a arc, ns «crners»- «cp-" branca «penalties». Mari Viana dirigiu agres- n. NVA CNCENTRAÇà treü» LMA, 28 (A.F.P.) - s brasileirs passarã a «a íóiitiéii» trar n Estádi Lima a partir dc segunda-feira. Jã cmeçu si chegar material, cnstand camas, clchões e gelaira, i MARCAD RETRN -.teguinle: l lilivia, 2 Equa-» ^dr, 5 Uruguai, 9 Peru, 28 LMA, 28 (A.F.P.) - A n- jchile,,27 Paraguai. retrn va rm jgs d Brasil, fixund-se vez a tabela, é a "BDE» ds Uvasilcárs será * 29 d marej. À VSTA LMA, 28 (A.F.P.) Cnslrand.0 cnveniente para 6i financiament d trnei, a Feraçã lcal cidiu mdificar Ü-» gciramente a tabela d sul-american d* futebl, em senvlvi" ment, fazend cn*. a ultima partida seja entre Uruguai 9 Brasil, e nã0 entre Uruguai e Ferú. Esta cisã, tdavia, parece nã será aceita pel Brasil, em virtu cnsiras a mesma vai cntra seus interesses esprtivs. ARBTR!; l rda fenrá esta tar últim redut tvbrjiegr \ í >-.Vja_! vam m mmtman _m «atai attam! Mjt^.flmmmmsr RECUSAD LMA, 28 (A.F.P.) A legaçã brasileira a sul-american tem a firma intençã árbitr inglês Mac-G-regwsv Ns meis brasileirs assinala» se apitadr fi expuls a clarad «persnagem x^^ grata» para futebl brasileu recusar, para cmprmisss r, quand fi cntratad pela participe a equipe nacinal, Feraçã Paulista Ftitebli, BRDEN SERÁ JUZ LMA, 28 (A.F.P.) Para dirigir a peleja Brasil Blívia* marcada para ás ül.iò n Ri, fi indicad juiz Aladiiun, nuxiliad pr Dean e Mackcnna. Rdcn apitará hj Pcrú «Equa«dr, e Dean, amanhã, arbitrara Uruguai e Chile. EM AÇà CERES fams esquadrã d Ceres, um ds mais prss d futebl inpennte, estara, na tar hje, nvamente em açã. Desta feita adversári da rn.a agremiaçã d subúrbi da Bangu será Bm Jesus, satá dispst a realiza ruma ntável exibiçã, mstrand» se, mesm, dispst a ixas gramad levand cnsig as hnras tle um excessiv triunf. A jjeleja, cm se vé, verá ferecei frtes razes para agrad d numer**} públic quê. eertaiv.iínte, aflulré a mu lcal. VLBL SENSACNAL? A, A. svald Cruz x Madureira T. C. quadr cie yl. ibl cia A. A. svald Crus «ia«râ, lg mais a tar, às vltas cm um difícil cmnrmiss, Já enfrentará a categrlza «-qutpfl d Madureira Tênis Clube. Este encntr v«m apartand n públic esprtista svald Cruí gran «iptcta. uva, vez seu transcurs verá eer ric em ma» vimentaça, pis s dis cntendrei entã dlapata «realizar uma exibiçã nft ixe dúvidm nuaat A categria < seue quadrs, -. ií

5 STÂ SEND RUBADS K -* r V ^7 k flmr ;^ *ta***m**>*: M tf.l /- r? GÊNERS ENVADS PARA S NRDESTNS Sls tristemente célebres «paus arara», zenas mil.hcves d nrdsstlns prcuram s caminhs d sul. predmina nas terras nd eles vâem, tangids pel Ha. gel da neca e d latifúndi, é a «lei d trabuc». Diretr. PEDR MTTA LMA AN V Bi, Dming, i d* Març d 953 Jí. 359 \N.\ FABRCA DE SRVETES «KBNi EM CRATEUS, PADRE BNFM, CAMPEÃ D ANTCMUNSM, VENDEU TUD QUE RECEBERA DA C.A.N. PARA DSTRBUÇÃ AS FLAGELADS MÍSERA- VELMENTE EXPLADS S CAMPNESES - VEEMENTE PRTEST DA UNÃ GERAL DS TRABALHADRES D CEARÁ FRTALEZA, 27 (D enviad especial). 0 padre Bnfim, vigári Cratcus c antieniuriista fanátic, recebeu da CAN (Cmissã Abasteciment d Ntxste) gran quantida dc feijã, milh, xar, farinha, enxadas, réa e tecids pura distribuir graça ns flagelads. Mas é fat públic e ntóri em CVatctis virtus sacerdte venu 200 enxadas e emblsu dinhc-i r. Ds gêners alimentícis, entregu ns flagelads, sem nada cbrar, apenas uma parte d milh. arrz íi especiais*- d pel padre Bnfim a 4 cruzeirs quil; a farinha, negciadn a 4 cruzeirs prat (antiga medida equivalente a quil e )33 gvamas); feijã, a mesm preç. Mistérisn mente sapareceram da sa* eristia, n estavam guardadas, ns rea e as fazendas. Pucs, além d pieds vigári, sabem qu fim levaram. Fards sses tecids, dias mais tar, fram vists pi- acas na lcalida Riach d Mat, em casa uma parenta d padre Bnfim.,.,,_..,,,, im H*-*^.- i tratament mais respeits dã às perárias ê vacas e calas agredir Chegam a fisicamente as mças infesas brigatóri igaíri trabalh ias dmings Suspensões arbitrárias (-(miveiiíe cm s mascates ians Ministéri d Trabalh Segund núncias refcebems e cuja veracida fi cnstai tada pr nssa reprtajrem, arbitrariedas j-cvltantes vêm se verificand na fábrica tle srvetes «Kibn», aiiuada á rua Viscn dc Nl- teról, * Nessa fabrica, prprieíia tle americans, trabalha -tnais uma centena tle m- cas brasileiras u igual iiúnae- > peráris, recebend miserável salári mínim d.200 cruzeir.5, em «pai s ds pbres» presenteu trabalhadres. Sã quarenjía pr it lngas cíuzclrs líiras d trabalh, fet.ir.d vítas cndições mais precáris, jfcem segurança e sm enfór- Jte. E salári d mês sa se Weva mesm a Í.200 cruzeifces quand nã há scnt ás dias tle dming, s iç«m scans semanal re- Snunerad ú cndicinad fi assiduida 00*;;,, GRNGS ANQUES MAL- TRATAM MÇAS BRASLERAS Se trabalh na fábrica «rkibiiin é difícil para s bperárls, para as mças ali trabalham a fi*n tle,",;irthar t. pã cada dia s transfrma num. sfriment fis inferns. *; mascates ians nü perm nehuma prtunida ína. ímiaiiar a brasileirs e tjnnstrai- u sprez inslnte tem pei nss pv, alem explrarem brutal- S*^J.r ^íftv^rit»> < fi lâá-yy ).*i.ane, maltratam da maneira mais vil ns mças brasi*. liras. s chefes serviç da fabrica sã americans. E tratament mais respeits dã ãa perárias é d vacas e calas. Mas nã ficnm niss, brigam-nas a fi}.** zer trabalhs imprópris para**, mulheres, cm, pr exempl, a limpeza vidraças c atá d«? tet da fábrica, frçand-as a galgarem grans alturas bôbre escadas quand estã n nterir da fabrica traba* hnnd junts hmens e mulheres. J fácil cmpreenr vexame das perárias nestas circunstancias, pis as mças nã dispõem nem n meais vestimentas prfi. prlas anulassem a ncri* vniencla sses exerc!e*s. AGRDEM AS PERÁRAS Tal é a insleneia ds grings ians chegam ati. a agredir fisicamente as perárias. Nais uma mça infesa já fi agredida pels chefes serviç. Estas agressões spertam sempre a mair ndignaçã ds traba* lhadres, tud fazend cavr mais dia mens dia aivrta*.a*5 cntas cm s ian cvars, aplicand-lhea <, castig estã merecend. SUSPENSÕES ARBTRARAS Além tud iss, s grings da «Kibnj- nã têm minim respeit pela legisla- Plicia. chacadres, plicia carica..,, balneári flhra, caminhava Manel Garcia, acmpanhand uma se- pela avenida Litrânea, abrdad.pr três indivídus quand se ram vz prisã, bancári prtestu, Pres me? Um pr ds indivídus? Qual seu cr!- sentenciu: Pres pr alentad a pudr, Hdiantu, bancári «-J"!0 argumentar mstrand em cntrári, nenhuma fensa a Je um pudr havia cidadã n caminhar fat a lad uma senhra" numa cntrlsner?^ cm respeit. De nada?he-,a,d? valeram estes arguments can ia mesm send levad «em canatr&* fz uma ~ prpsta: Slta ai qualr cisa relaxams... Para evitar maires abrreciments senhra para si nara a acmpanhava, bancári dand ter 4.000,00 em entregar as indivídus (quatr mil cruzeirs). Hras pis, na legacia d bancári balneári apresentu ixa, chegaram tids s tes Entre eles bancári recnheceu investigadr T Ferreira Braga, Lau* 30 ams, casad, ltad ra... Rádi Patru Serviç e resinte à rua Nmia Nunes, f- rt,s.65. "«aj-antes SSL n f-l"rns se intificaram send Gasta dai cm Csta, 27 ans, casad, mradr Cn Bnfim, h rua.205, Washingtn Ferreira casad, 32 ans resinte à rua Tenente Pimentel 33 Em pr d plicial fi encntrada a imprtância lmada a bancári e pr ser tã flagrante seu crime cmissári *plantã viu-se frçad a autuá-l. PRSÃ DE HMCDA Fi prs ntem Cíàüdínqr Serpa, cnsml, ile,)s ans, mradr n barracü 7 du rua da Paz, nmrrò il.*< Télégi-ft- Ts c tiie liá vúrlus dias vinha nendf) prcurad cni uuter um hmicídi praticad n- a in.-,.i;«. crime s u ti tlia 8 d fnflg riu fevereir, quand Clnu* dlnr uhm.issi.u a tirs revlver cmerciam,] Eduard Rdrigues, casad, e Unha uma venda nstalada n mrr, Depnd na legacia dl.nrltal, Clnudlnr alegu haver praticad crüne em legitima íes.t. BCHERS Bb a acusarã da prática d jg d bich, fram press: Anuind d Carm Gues, rcelnts na rua Carm Nel 224; àjbérlc Antôni tdrígues, niriiilr nn rua talba, l!ii); Leandr da Silva, resinte a ruu Majr Freitas. C-w, e vitlter il Nasci ment, resinte na rua Arnald Damasccn Vieira, 7C, em Pavuna. A prisã, naturalmente, verlfíeu-se cm virtu ds,«blcheirs» se haverem recusad a frnecer dinheir à plicia. SR AS R)A,S D ALT Pelu Praga da Baniru cr- <%mm\ ^*?W Am ^f s grings íimqiiea brigem as raças brasileira*! lazer faxina ll.adrcs tda srte njiastiças e arbitrariedas. Pur lxaiid-s sem saláris du- dispensam-ns d trabalh, exempl: quand rem fazer ests srvete bri. durante meses. Entretant, se )iinte dias c dias, às vezes até çã trabalhista d país. E fazean gani s peráris e perárias um perári se recusa a trabalhar n dming, iss 6 m* bem entenm, a trabalharem iius dias dmang. Quand têm ests tiv para suspensã, multa e praticand cntra s traba-,^w ^ &>** ^^^ até para a missã d trabalhadr. *. V.**** "..."- * :?--- -:.-. ~" *** ~*-*^irgbtnmimu.lim-.i^» Fi,-icntecu íuí puc cm algumas mças Jí trabalham na «Klbn», :0 Fram cientificadas pels patrões 0 veriam trabalhar n d- 0 ming Carnaval. A empresa 0 tlfha interesse em aurnen- 0 tar a prduçã visand uma 0 venda matir ns dias fes- -! ta. As mças se recusaram a iss e qaaand retrnaram A. á fábrica na quarta-feira, tg cinzas fram cientificadas d u estavam suspensas pr jp quinze dias. TJma las fi Í suspensa pr trinta dias e... Hlrb.s. e sclassificads veja-se, é a na bn, e n entre cstrlb muits, d 0 r.is mitida, pr nã0 se cnest exempl: elétric um menin saltava 0 0 frmar cm a arbitrária pubulaustre, numa arriscada brlncaira. nlçâ. viu De repente peru equtlibrlu e caiu, send pliciais, lhe clhiti plua rdas d ltaã cha- TRR D TRABALH CNVÊNCA D MNSlm 5-2a-2ü, da linha «.Abliçã- Mauá» e dirigid pel mtrlstu Alfred August, 24 ans, tece, Ministéri d Traba- E enquant P tud ss aciaslteir, resinte Dutra, SM a rua Djalma lh permanece na mais óbmindiferença, menin, cuja ntida pleia cnivente nau fi s pssível teve pucs cm grings americans. E nstantes tr ^ vida, mrrend tã cert;; estã estes sim e se cndusò após sastre, em virtu fratura e banquand um ds ments rle natureza impunida, respnm d crâni e utrs feri- invariavelmente as prtests grave. ds trabalhadres mandand- ATRPELAD s vã se ixar a Mi- s nlsléri. trabalhadres vã Nn rua Ferreira Viana, próxim crminu cncr* mesm, apresentam suas a Piala Btafg, um ixas, mas nada acntece imprtância, Cr$ aut númer gnrad atrpelu perári Nelsn da Cn- qua têm as grings an*?, sbra - distrit cciga, 23 ans, slteir, plicial n m- dinheir para cmassaltu* prar ctn grgetas s agenministerialistas tes c na rea- litlad dã rens a Minís- ttíri. rudi* na rua.majr Freitas, Ml. Teve perári fratura d crâni e fi nternad em estad grave n Hspital Miguel Cut. CAU Dp ANDAME Quniid trabalhava n quant andar d um edifíci em bras existente n Carg d Sã í*rancisc, 2ta, um perári fi vitlma dlrs acinte, cm virtu d quin slieu gravea feriments e pel lev ser nternad n lspitul Prnt Scrr, cm estad acsperadr. perári vitima ehama-s Gerald Pereira, 24 ans, slteir, resinte n prúp.l lcal trabulh. Caiu ele d paviment a sl, quund fazia trabalhs rebc numa das pares d edillcl. A bra n se u aclciente i: sti sent realizada pela % «Empresa Técnica ndust.tnl Cnstruções Ltda», cm escri- tó.is & rua d Músic, Na esquina da rua Urans cm avenida ds «Dòmõi-raT tics, em Bnsucess $ a camineta chapa 60*2*06. atrpe* lu ntem pedreir Henri Carvalh liveira, ca- 0 sad, 44 ans ida, resim* na favela da Baixa d ú Sapateir, barracã sem númer. É Sfreu a vitima fratura da bacia, cntusões e escria* É ções, send internad n Hspital Getuli Vargas. mtrista f d aut atrpeladr fugiu, tmand rum ia-nrad. Ú k-y,.*/?^^^ - Apel Da AMAS Slicitam-ns a publlcai.fi: «A Assciaçã Mntes Ajuda e Slidarieda dirige-se ti td pv cnrlca n sentid slicitar-lh dnativs cm rupas e gêners tilverss para as famílias patritas eslá press prcessads. Encarecend urgôncla sses dnativs servirã para mlntar us angustiantes necessldas zenas famílias slicitams qu sejam enviads paia a nssa se A rua d Quitanda, 45, s 44. Tel 22*04. Leia vz S VKKDADERS BENEFCADS Nvas partidas tlb gêners, enviads a Creteús, cairaan nas mãs nã só dvigári, cm d utrs elements tds eles rics e salvs d qualr necessida ceveam prefeit Jã Afns. Tais fats servem para ilus* trar está acntecend cm s mantiments remetids a titul ti scrr as flagelads, n interir d Ceará e mancira geral em tda n regiã asslada pela seca. Nã sã entregues àa multidões famintas perambulam pelas estradas e tmbam exaustas, cbertas sur, pira andrajs, nas p.-aças das cidas nrstinas, Sá distribuíds sim, em cada municípi, n sel d pen mais prs grup crneis, açambnrcatíres e plítics ali representam juatler e a rm, SNEGAÇÃ MNSTRUSA Neste mment em as familias sertanejs passam semanas sem cmer um punhad farinha, em mulheres e crianças e até hmens utrra rcbus* ts mrrem a mingua ns mprvizads acampaments tle retirantes, s «dns» d sertã levam e escnm! nas suas fazendas e armazens aliment cmprad cm dinheir d pv e lhes íi entregue pr intermédi da CAN e utras instituições parei lias. Quand nã s venm lg, guardam s mantlments a espera uma / pça das vacas grdas, em pssam negcia-ls a preç melhr. Smente pe* na parte d scrr e mesm assim apenas para cnstar é se entrega d graça ats flagela* ds. Eis ai mais unia razã pr é perfeitamente justa, neste instante cm* çã scial, a tmatla d mantiments pr parte ds sertanejs famints. UTRAS FRMAS DE ESPLAÇÃ Em terrens sua prprieda, pert dais estradas u das cidas, muits crneis mandam cnstruir pçs às vezes cm 00 u 8) paims prfundida. Frentemnte, numa extensá muitas léguas em rda, é a unica maneira cnseguir um puc dágua, s trabalhadres, recrutads entre s retirantes e empregads em cavar e cnstruir esses pçs, sã pags pels crnéis cm s geners estes graça receberam d gvern. Uma vez prnts, s pçs assim cavads sã prtegids pr altas cercas arame farpad u murs in* franaveis. s flagelads em transit, tdas as "-"" nas necessitam atgtia. * menins cm s lábis rachads pela seca, mçs e velhs através* saram a pó centenas dt; quilmetrs mascand flhas j.ii para refrescar a bcai em fg, tds sã brigads a pagar a crnel 50 centavs pr uma lata cheia sse liquid ap,ra realmente precis cm a vida. Nas cidas d interir, a água trazida fra. quand barrenta, está eustand cinc seis cruzei* rs a carga 80 litrs (quaatr latas). Uma água ba, trazida lng n lmb jument, p ser vendida atô pr 30 cruz?irs a carga. Só rics pm cmpra-la. A LE D TRABUC s açus, cnstruids n dinheir d Estad nas terras ds (.«-iiidcs latifundiáris, sá cruelmente mnplizads pr esses mandões dai rça. Srvem apenas pnra irrigar s seus plantis u matar a se ds seus rebanhs. Fazenir;* pssuem açus armam e ccganham capangas para manter esse dis mnpóli sbre a áfçua resla n sertã. N municípi cearense pu, latifundiári Raimund Sares tle liveira matu a t:*.s um sertanej ptec, pai filhs, surpreenu pèscaiid em seu açu. Matu, e fez enterr. Só it dias pis, as autridas municipais s» abalaram, a senterrar e fazer cvp lit. fazenir nã fi incmdad pelas autridas. Cntinuu mrand na sedc d latifúndi e praticand a» crueldas d cstume. Quatr meses pis, sem ter sid pres uma hra sir, recebeu em sua casa-gran, das mã» d legad lh fi especialmer.te visitar, alvará sltura. Era apenas uma frmalida; fazenir Raimund nã linha sid intimad a pr na legacia, j Dis dias após ter fazenír Raimund recebid alvará a garantiu abslviçã, filh le matu um sertan j e baleu utrs dis, mradre... ti latifúndi, simplesmente pr nã terem cumprid uma rm lhes fra dada, AVANÇ NAS TERRAS ALHEAS s gvans fazenirs estã cmprand quase graça s sítis lavradres u peiis criadres gad, arruinads pela seca e brigads a emigrar pnra utras regiões. Nem sempre cmpram. Espernm sitiante tenha id embra, e estenm as cercas d latifúndi envlvend as terraib alheias. Muitas vezes, cm a cbica aguçada, crnel nã aguarda a partida d vizinh menr. Fiad cm pen lavradr se encntra enfracid «sem recurss cm excnssez água e gêners, crnel lh tma um pedaç da terra, u expulsa e cupa síti td. ; -. My YYyyY;Y,v:, íàyy-iify-y..:- Y-.-., " i7;y7y7y ":. :. %.<?".: Y.YYYY;, %,:. :.!. 7: %\mj ^Bm ;! f/y ^Y-i^fl r j- 00 í \ \m -mma. ::?^mm0sl - -y 7 \ \ú-^>""-m^ rv<\ ^. a;. a>í<-%.46:$sív\^(/.-.".: > JY Y- - - >**: mm*^xa~mm^mí- $ : Y :**í ÃâY > <fv%& -í, mmím\mmw» l l*]&*- A* Y fe > ""f <* ^ i * s Y-, *^ WÊkf" - à.^77^i:*c<7-; mmmml G«tuli Vargas, chefe um gvern latifundiáris, «íl própri latifundiári n Ri Gran d Sul, sempra tnantev» diante d flagel d nrste a mnis fria». :" criminsa ndiftòença, N lugar Sã Jsé, municípi pu, s Vieiras eram há 60 ans prprietáris um pen trat terren, gran latifundiári Gnçal Martins, gad levu chefã plític ti PSD, mandu levantar uma crea englband uma parte das terras dles, Enganu-se, prém, se supôs tt neca havia auiqui- cntinua. rt* % lad a energia ds Vieiras. Es te«i imediatamente rrubararri a cerca, nã ixand mxã fincad. É verda le press três Vieiras, ca d latifundiári Martina. acusads rrubarem a cer- Mns s Vieiras, cm api dc pv pfcce d municípi, fram; libertads dias pis. E a luta Acssadas pela seca c pela miséria, ppulações inteiras fgem A prcura d am stine melhr. E um dlrs espetácul qua põe a nú a terrível realida d Nrste. iuríss ENUNCAD PELS ES CEARENSES Frieza e indiferença diante da fme ds flagelads A slidarie* da da classe perária às luias ds campneses FRTALEZA, 28 (D enviard especial) A. Uniã Geral ds Trabalhadres d Ceará, entida cngrega numerss sindicats, lançu uma mensagem slidarieda as campneses vitimas da seca e da fme. «Depis dis ans se* ca em passams us mais durais necessidas e s mai* res sfriments frisa dcument esperávams este an a situaçã nelhrasse um puc cm invern, Mas a cisa está muit pir. invern ná chegu. As pucas chuvas qu caíram nã ram para sustentar as plantações feüats, sc perram cmpletamente.*, Lembra a mensagem ainda haja invern puc lucrarã cm ele s campneses, p0is as sementes alguns recurss aiaada dispunham, se acabaram As vitimas da seca necessitam da trabalh e assistência. E 0 Funcinalism Gran Assembléia Geral da UNSCB n próxim dia 6 Mvimeniam-se priuáris e servidres d DNER s servidres públics estã se articuland para a realizaçã uma gran assembléia n próxim dia G, ás 8 hras, n Liceu Lterari rtugués. A reu* niã terá cm centr inici vigrsa campanha pela reestruturaçã tjeral d funcinalism. Serfi discutids também a efetivaçã ds extranumeraris e pagament d abn emer* gência nas repartições em ainda nã está send feit. ÜS EXCLUÍDS funcináris d DNER, principalmcnie pessal bras mvimentam-se entuslasti- camente, pis, a lad das autarquias ecnômicas, sã as repartições mais atingidas pelas restrições feitas na lei d abn emergeneia. MVMENT NACNAL Terá caráter nacinal mviment pala cncretizaçã da reestruturaçã prmetida na lei d abn emergência. A Uniã Naci* nal ds Servidres Civis d Brasil já se cmunicu cm fiks SkUtjí&í eãt^aai-fi&f*, «a». gvern, etnba-a prmeta scrre.ls, gaste milhões cm armaments e aviões, nada fazend tle cncret a favr ds flagelads. «A culpa sta situaçã miséria ent qu vivems staca órgã ds peráris cearenses nã cabe unicamente ft seca. Se tivéssems um gvern fensse, s interesses d pv, prblema da seca já tei-la sid reslvid. A culpa td esse nss sfriment cabe a gvern, é um gvern crnéis d nterir e ds capitalisfas da cida. Gvern ixa s capitalistas americans tmar c0nta d nssa pátria, assaltar as riqtaezas d país c ainda r rramar sangue da nssa juventu na guerra tia Créia. Gvern preten assinar um Acrd Militar cm s Estads Unids, acôrd qué s fsse aprvad c pst em prática sigtai- d Abna Excluíd perand-se para a assembleia d dia 6, legações váris Estads. «SERVDR» jrnal «Servidr*-, rgã da UNSCB, circulará n dia cinc, em numer especiai dicad às três reivlndlcaçõès mais sentidas n nim:aat.) jji-tcs servidres da Uniã. Ajuda à MPRENSA fie*"*-* a cmpleta sscrav.-.t* Çã nssa pátria -jpelòs arsarlcans, a remessa dctrpas bi-asjlelras para a Créia, e significaria ainda mais gn-us cm armaments, fme e sempreg para nss pv.». Assim cnclue a mensagem da UGTC: «Diante uma situaçã tã grave e. aaneaçadra, diars. te um gvern tã sauman cruel, s trabalhadres c principalmente as massas flageladas pela seca só têm mesm um caminh a se* guir: lutar em fesa da própria existência, lutar, prt a n- t, para na" mrrer fme. rganizai- grans ajunta* ments e eaaigir ds prefeits municipais cmida, mupa, re* médis, habitaçã e empreg. Prcurar enfim cnvencer as autridas da justeza daa; suas pretensões, usar tds s arguments para remver a frieza e a indiferen-** Ça ds gvernantes. Pis fi essa frieza e essa ndiferença brigaram as massas fiageladas tapipca «tapa* gé a nvadir mercad a uma cperativa a fim retira. rem dali aliment qu* tant avecam, Fihilmcnte- a Uniã Geral ds Trabalhadres d Ceará dirige-se tam* bém a td pv cearense a nrletariad nssa capitai, cnclamand-s a prestar tda slidarieda e api as mviments reivindieatóris e lutas das massas flaç-j, ladas.», "A Agulha D Diab" A dlrtcü 4 jnuü ««tttdantffl «JrnaiU» craunle* qu» j, tir*-, J«C«i rilta. pitn» cn* *. gmlm im ruuii «a i^uih* d Diab» «im «Uvtru M rn*. luar t U t( fnertr*. fkaa;. trtaif«.rku i«n -, w^e, ** S br*», m u» a ^ *»il»«*it«d BraíS *â Saca gti, Lüâ, M «. % *ííéat, te*-***-. t -M fcmafe

6 i AEtu r SSSiS» VRGEM, *, : ;> -t, V -^ v..., s,, v ^ ^ {Na 4 pág ste Carn l.í.i...;:. «;.*. *... :>.:..."-;.:..,«.x- WBBÜBBBWBBSBBHB8.HfJjJlhJJ..Hj. J.. j jjj lmíiiwjlimii.lüiíiiljwii>iiwiiiji..iju.l«iijiiímiiim»j.u SKSE^À,., W^fr^B jty \^já %\ (%> tf. W?$,? írnsi? VSíSSyYí SiA C0NVENÇA«NACNAL» MARC PARA AS LUTAS DECSVAS E PATRTAS St np^i^&s? ~ CBESCEM DE N0KTE A Sl,L WiTESTS «S ExlS^fmiSK2!CAS AÜS PEÔES )E ESTÂNCA TD BRASL SÍN?K rntr, n Síí ÍLn^ANxri >AKA AREB0AN» - NNGUÉM SlNAR CNTRA SE RECUSA AC6RD0 A AS- ANQUE - NENHUMA ASSSTÊNCA SEM CALR - PARA PLE- ^»^^ --,--_, _. NQ ÈXT0 DA ASSEMBLÉA D0 pv>> Está cnvcad pv brasileir para uma mnstraçã prsa sua vnta nã se transfrmar cm carne d canhã c em naçá escravizada pela bta ds sehhres d dólar. N próxim dia - març pv ver6 reunir n Distrit Feral suas legações, eleitas em idas as cidas e Estads-ri País, para uma nva etapa r.as jrnadas luta cntra Acrd Militar Brasil-Estads Unids, mais infamanle tratad jamais mpst a nssa Pátria, N dia 4 Març instalar-se-á a Cnvém câ Nacinal Cntra Acrd Militar... UMA ASSEMBLÉA D PV Sía será uma simples reuniã legads. Ná será uma reuniã centenas u mesm milhares paíílfas, mas uma expressiva, e pr nã dizer, a mais expressiva assembléia d pv brasileir até agra realtcada. Pr cada legad e cada lcgaç5 expressará a vnta es piniã milhões brasileirs. A vn- la e a piniã d p realmente ser chamad pv brasileir s s "cpresentantcs peráris, nas fábricas, até s da burguesia nacinal ná sejam se acrrentar as grilhões ds trustes nrte-americans. Dirigentes da Campanha Nacinal Cntra Acrd $&&&&&( & General Edgar Buxbaum t\ VZ D PV Sim! Que é atinai a Cnvençá cntra Acrd Militar senã a vz milhões brasileirs? Basta um ligeir balanç. Duas assembléias legislati- - ertadtiais as - *-- Pernambuc várias zenas Câmaras Municipais, entre as quais as graus cidas crn Distrit Feral, Recife, Niterói,. Prt Alegre, Uberlândia, Já se.prnunciaram, pr esmagadra mairia, senã pr unanimida, cntra Acôrd an exigind sua rejeiçã ttal. E verda. Nem sempre, u melhr, muit raras vezes a atitu das assembléias legislativas nesse regime sem liberda p.-ra pv representa sentiment e a vnta d pv. Quase sempre é a vnta ds dminadres da classe nmens n Pr, ai se reflete. Mas, justamente quand essas assembléias se clcam abertamente cntra as exigências ds dminadres, da camarilha n Pr, é pr é t3 prsa a vnta das ppula;ões representam, já níl,pd ser impunemente cntrariada u traida. Esta a grnn significaçã ds vts ssas zenas assembléias legislativas, ns Estads e ns municípis, sucessivamente, erguem sua veemente cnnaçã a Acrd Militar. Sã ppulações milhões brasileirs se erguem, em pes. cntra tratad ian. A BATALHA DAS AS- SNATURAS s putads s 35 judas, a 23 t crrente, vtaram Acrd a t caixa, sabem diss. Sabem diss Getuii, Jã Neves, tds s diss lacais Eisenhwr n gvern. Sabem diss as hienas Washingtn e Wall Street. Pr ss rem ratificar Acôrd, passand pr cima tud, antes lhes seja tar. A Parlament, a Catete. a Ministéri d Exterir chegam diariamente centenas tle telegramas, memrlats e mensagens prtest cntra Acrd, cm assinatura milhares pessas tda parte d Brasil. Burante a primeira VtaçSô d Acrd na Cama. ra nfrma a reprtagem parlamentar cada putad trazia s blss vlum. ss, cheis papeis. Eram telegramas e abaix assl- nads recebiam seus eleitres, exigind tsnassem pslçtt cntra Acrd. E iss prsseguirá e iss cntinuará em ritm crescente, numa verdaira trrente, até clamr d pv silencie e faça recuar s lurlaa meren- Jnm n Pátria. NNGUÉM SE RECUSA Basta ver a frça ste mviment assinaturas cntra Acrd Militar para s cmpreenr será a Cnvençü Nacinal. Em Sã Paul sò na capita), numa quinzena, fram cle tadas assinaturas prtest cntra pact es. cravizaçü. Ns bairrs d Distrit Feral, quase tds s dmings, saem às ruas váris cmands. V5 prta em prta pedind a pv manifeste, através da asslnatura, sua re.uulsa n Ar-órd infame. E ds s membrs sses cmands trazem, alegres e recnfrtads, a mesma nticia quase ninguém se recusa a nssinar! K apesar das ameaças e da repressã plicial cm as quais gvern Vargas prcura inlimidar pv, muits pucs, rarissiir.s, mnstram med e receis tmar uma atltu. A indignaçã d pv diante da nfâmia passa pr cima d pliclalism dmlnante, frut tud ss é. quase diariamente, cmparecém â Câmara ds Deputads cerca uma centena pessas para ali fãzer entrega ds prtests das fábricas, ds navis, rias esclas, ris bairrs, das favelas cntra pact escravlzaçá. TAMBÉM HMEM D CAMP Pelas estradas d interir Minas e Sã Paul, d Ri Gran d Sul u Giás até pucs ans se viam eram s anúncis cmerciais, as tabuletas das fazendas u n máxlm nme um figura, candidat a qualr cisa. Mas as cisas Cmeçaram a mudar. Faz algum temp. Cmeçaram a surgir, nas prteiras das estrndas, inscrições traçadas pr mãs d campneses. Eram, a principi, apenas reivindicações melhres arrendaments, melhres cntrats e saláris. Depis, inscrições em fesa da Paz. Hje, pr td esse nterir, se lêem palavras rm cntra Acôrrl Militar. Na luta cntra a pressã e regime semifeudal, s campneses tmam psiçã cntra tratad guerra. Suas asslnaturas incrpram-se as milhares memriais dlrígids a Parlament cntra Acrd Militar. Esses hmens simples e humils cmpreenm facilmenle s radres lhes mstram Acrd visa levar s seus.filhs Ta paa guerra mperlallsta, vi- n M Vf;^^5>,V v ^^r*aj»jtw^v^/ «l w,<"^ --»-^íu«^ Maiüsfetaçã ds jvens caricas cntra tratad ian sa submete-ls ainda mais à dupla explraçã ds lae ds mnpó" tifundiáris lias americans Num cmíci, realizad em Uruguaiana pel vereadr Aristis Saldanha, centunas peões juntaram-se à assistência para cnnar pact infamante. E a manlfestaçã fi dminada pe- prfund sentiment patritic sses hmens du camp, ee expressava pr mei seus trvádres em verss simples e bels, lirantemente aplaudid;- pela gran assistência, «Eu só fend meu clifl: Pra Créia eu nã vu ná,.: Ediçã Dminical Este carn nã p \ ser vendid separadamente m Nã su carne cahã Pra brigar pra american NENHUiMA SALA VA- ZJA, NENHUMA ASSS- TÍNA SEM CALR De Nrte a Sul viajam s membrs da Cmissã Nacinal cntra Acrd Militar general Edgard Buxbaum, crnel Salvadr Crreia Sá e Bnevicles putads, vereadres. Va às praças publicas, as sales cnferências, falar a pv cntra Acrd Mi litar. Nunca encntraram uma sala vasia. Nunca encntrataram uma assistência sem vibraçã ist nas, grans capitais cm rias distantes cidas d nterlr, A cnferência d crne Benevltles n Teatr Almare, n Recife, fi, pr exenv pi, uma mnstraçã inescível, Teatr a cunha. Pv também na rua uvind s alt-falantes. E quand a plícia tentu uma prvcaçã, lançand n recint uma bmba fumigera, ninguém arredu pé d lcal. Sb ntensas aclamaçes prsseguiu nrmalmente a cnferência. mesm entusiasm em tda parte. N at públic da AB, há puc realizad aqui n Ri, ns diverss ats públics realizads na Diretr: PEDR MTTA LMA MPKilifÜ An V * Ri, Març cie 953 i N Í35Í.,,,,,,,... A Batalha Ctís ÇfSS^^s N dia 23 a Câmara aprvu, em primeira discussã, Acrd Militar Brasil-Estads Unids. 35 putads vtaram pli entregad ; Brasil as americans, 39 putads vtaram.; pelas aspirações paz e inpendência d ns,..; S pv. Estará, assegurada a aprvaçã e aplicarã d tratad infamanle? Estará rrtad Abslutamente, pv? nã! s traidres sam entregar s penbrasiletrs à canga das hienas i Wall Street estã equivcads, se pensam cessará a resistência ppular, agra em :, diante, a mnstrus pact guerra e clni zaçã d Brasil. Agra é [, em verda, tis inicia a-fase cisiva da batalha d pv - utra Acrd ian..; Muits brasileirs as centenas milhares patritas, tds s pnts d país ; r se dirigiram as putads prtestand cntra : % a ratificaçã tã mednh instrument escravizaçã pensavam ainda sbrasse -; dignida à mairia «americana» da Câmara \ : para nã subscrevesse a carta - clniza- - çã da Pátria, Agra vêem a mairia fies- ] ses putads e senadres só tmará uma ati- l. tu em fesa ds interesses nacinais sb ã? i pressã esmagadra das luzea ppulares, encs- ; tadas à pare pelas manifestações rganizadas d pv, Agra cmpreenm é necessári passar as prtests e às ações massas mais intensas e generalizadas a fim rrtar Acrd qualr maneira, seja, em sua segunda vtaçã na Câmara, seja na. vtaçã d Senad para impedir, enfim, seja aplicad. :-: Se tds tmarms caminhda lute,, Acrd nã passará. Jamais ele será. ratificad fk u aplicad se pv nã quiser, E nã pv i r, pr sms brasileirs e nã" escravs ds Estads Unids. (LP.j, Swltl., > \,, Capita! Sã Paul, em Sants, em Uberlândia, n Nrste. A luta cntra Acrd Militar é um impressinanr.e mviment em marcha nã se tern, penetra em tdas as regiôes d pais, levanta s sentiments patriótics d pv e já s transfrma em rganizaçã e em açfles massas. Nã se p duvidar sua vitória. UM MARC PARA A VTRA E nesse ambiente se vai reunir a Cnvençã Nacinal Cntra Acôid Mllitar, Num ambiente n- tlisfarsavel api ppular, prestigiada pelí ntada. p-se dizer, unanime, nss pv. Ela p serve ser e verems tds, tazá ia, marc para a ar* rançada até as batalhas -- clsívas e a vitria sbre t* pact lesa-pátrla. Nssrj apòl api tdjl s brasileirs digns «nssa luta a Juta t* ds s patritas para * mbilizaçã e a rganizaçã das massas em trn Ata Cnferência ss as única* cndições par issacnteça. wêêèè:: WÊfrÊÊm, : mêèêkmwr. :i;éêê Deputad Vieira Mfil ".P.i-.-.;.. -.> : :. iili /»# ys v;:-::.. *$ -M i rí;:*,-l h:-:m. M;-:,. : WiÊ- %W- < -JW ASFECT D GBANDV CMÍC CKT5.4 WMR.0 V^Ír wt^^

7 : A Vtaçã d Pact American tratambém Seus bjetiv atm*. f.js-^ V/ TV.-* *+m*+vw-*++**+,r * PR UE VARGAS MANDU REJETAR ESSAS EMENDAS? CNTRA ENV DE TRPAS D BRASL PARA EXTERR SEM DECLARAÇÃ DE GUERRA? rntra A PERDA DA SBERANA NACNAL SBRE AS NSSAS BASES MLTARES? CNTRA A ENTREGA DE NSSS MNÉRS A PREÇS CLNAS AS MNPÓLS NRTE- CWTAAASUJEÇA D PAÍS A UM ADMNSTRADR D GVERN DS ESTADS UNDS? ^wwwjw»**»*»*****.***^^ r f# *r+r**+***t Durante a atual vtaçã d Acrd na Câmara ds Denutads ficaram, uma vez mais, cnfirmads s seus SXSKbteUvòs guerra e ttal clnizaçã d Brasil. Sr aue i> firmad dcument iiiiainar.le, s patritas esclarecids, lend à írente s cmunistas, tnirii-iiii-aiii cm visand:,. m" Vyl envi trpas brasileiras para a Créia e frneciment carne canhã para s agressres Wall SUe2)5 - a cupaçã nssas bases militares e d nsm territóri pela sldasca d mperialism ian; * 3) - a entrega nsss minéris estra ègics, pratltamente rie graça as mnpólis ds Estads Unids; C,mV) - a submissã das frças armadas brasileiras a cntrle e a cmand ds generais dc Pentágn; C 5,.. n ubmissã, enfim, ld aparelh administrativ d pais c nss cmérci exterir a um administradr nrte-american, Tud iss se encntra, Kliás, n própri text d Acrd, prnpsitadamenie redigid Erma uebul* sa e cnfusa, invcand leis.-nrte-americanas até eniã scnhecidas n Brasil, se presta à legalizaçã quais* r exigências ds clônialistas iam.ji.ics. s fensres da traiçã, cem varias casiões, tentand rnistificar a piniã pú* blica. prcuraram negar Acrd tivesse esse caráter repusitiv, seus bjetivs fssem ns impr a guerra e a clnizaçã Wall Street. Mas, cntra iaís nã há arguments. E í-is s arguments: PR QUE VARGAS MANDU REJETAR ESSAS EMENDAS? Váris, putads, diante d text d Acrd e prcurand salvaguardar ai- ;guns interesses nacinais na eventualida viesse a ser -..prvad, apresentaram uma série emendas, gvern Getuli rnu fssem reieitadas. Quais sã essas emendas: CNTRA ENV DK TRPAS PARA A CÜRÊA: Uma emenda, d putad Rbert Mrena e assinada pv duas zenas putads, estabelecia Brasil nã enviaria suas trpas para. a guerra n exterir senã ns cass específicamente previst na Cnstitulçã.. Essa emenda fi rejeitada pr rm d Catete e da embaixada nrte-americana. Pr? Evintemente pr Acrd Militar visa a frneclment, pel Brasil, carne canhã para as agressões nrte-americanas cntra s pvs livres. Se nft fsse assim jssa emenda nã seria rejeitada cm cntrária as prpósits d nfame dcument. EM UEEESA E NSSAS BASES MLTARES: utra emenda rejeitada, a d putad Euzébi Rcha, terminava em nenhuma circunstancia a cessã bases brasileiras a trpas estrangeiras implicaria na perda da sbeiania nacinal sbre essa parte d nss territóri. Pr rm d Catete fi também rrubada essa emenda! r dizer Getuli e seus patiões americans, cm Acrd Militar, rem entregar nss territóri à cupaçã da sldasca Eisenhwer. EM DEFESA DS NSSS MNÉRS putada Héli Cabal apresentu várias emendas n sentid impedir saqut nssas jazidas minerais e evitar as mesmas sejam entregues as Estads Unids a preçs clônia. Getuli mandu rejeitar essas emendas, mnstram* d, assim, Acrd Militar r, realmente, a en* trega nsss minéris as saadres niteamericans. CNTRA A ADMNSTRA- ÇÂ ANQUE N BRASL - Finalmente diversas utrás emendas terminavam: gvern brasileir ~ _ ji _íi» jrt ^irt- A/iAr..!.. ua eithnija.necnrn ha cnservasse direit dc nunciar tratad quand lhe parecesse cnveniente; a aplicaçã ds armaments cmprads as Estads Unids ficasse à critéri d gvern d Brasil e nã da administraçã americana; s ficiais nrte-americans mandads para ifiscalizar.» a aplicaçã d Acrd se submetessem às leis brasileiras em vez, cm eslá n tratad, gzar d imunidas diplmáticas. Tdas essas emendas fram rejeitadas, ainda, pr rm Getuli. Tud cnfirma bjetiv d Acôrd transfrmar Brasil numa feitria ds Estadas Unids Jamais pv brasileir participará tã mnstrusa agressã Í *»?* ca n w\ S r* ~ mws&jr ^**ff^ mmjjpr rra na H0 ntfjsr V&i ^BW Temári p^«a Cnvençã Nacinal cntra Acrd Militar Brasil-EE.l JU. Ò SGNFCAD D ACÔBD MLTAR l - Mu«ir»u«uu- --- id yidn d brasllelrm -Envi trpas para fra ( ^"^^NâSarticipaça cntingentes milharei em guerras cm a da Créia em» tras aventliras guerriias, cnsira nacinais n chamad «exércit eu peu» «levantes para a fesa d he das pel Presinte ds Estads Unids cm dft misféri e d mund livre». Ameaça a n» j brabígiras pr «instrutres» nrte - 9 Treinament e cnv-. e *?g J. 6 Secretári da Defesa ds Estads Unid: L americans, subrdinads dretam^a dadí. ntr0 d territóri nacinal, p, um através d Embaixadr dôste pais, M«" um para 0 Exércit, um para a Mari «chefe militar geral» rprjjjtji^ ^ nqssas bases aerünaval8, e C(ms imunldas diplmáticas ^l^szt rçament «_». parn pagament - Aument *J^*?^^ nrte-american, cnstruçã bases 3 -> dí tdas essa legiã da jagüe ^ d(j lmmúq ^^ e custei das frças -^ ^alíü Tara atenr a mintarizaçã d pais e as Defrmaçã tda a " mln6rjs e uuus matérias-primas estratégicas, prgramas aument ^ - d ls fmaneimentc *. ««rpm entregues as Estaus uiuuua. " r. terem um h ^ triment das bras stinadas a atenr as, uuutsties SaméntSbld pv, cm esclas, hspitais, casas resinciais, prduçã alimen* ts, industriais básicas e transprtes., Entrega nssas ri 4 zas naturais as Es execuçã d Acrd. Vilèncias pliciais e tads Unids, inclusiveim misss irtilitares em face ds perseguiçã as materiais atômics tu am Cnstituiçã Feral, patritas. qu só e tóri). Esgtament das reservas minerais mdispeneiveis a nss prgress nã prã ser nuncia- cm guerras fesa dc 9 Unilateralida d Acrd. Clusulas admit a participaçã frças armadas brasileirs futur, e «nã dã se* das pel Brasil nem mesm territóri nacinal. Delegaçã rie pres d Leglslati gunda safra*. Preçs fixa* v a Executiv, inclusive ds pels trustes nrte-americans u pr seu Gvern. para a remessa trpas Pressã para a explraçã para fra d pais. Acr Je tdas essas reservas mi* Militar e a Carta da NU ncmpatibilida ds prin* nerais, inclusive petróle, pel sistema chamad «livre iniciativa privada*, ist é, pelas grans empresas ans. r Cntrle d nss c- J merci exterir pel Gvern ds Estads Unids, acrd cm a «Baiue Act». Retrn d Brasil a era pribiçã clnial, cm a venr seus prduts a tds s países frem cnsirads pel Presinte ds Estads Unids cm inimigs dales pais, Agravament d prblemads «gravss» e da situaçã cambial. cm avis prévi um an, enquant Presinte ds Estads Unids prá suspenr Acrd a qualr mment. Empréstim a Brasil dc armas e equipaments só prã sei usads em «missões» cnsiradas «relevantes» pel Presinte ds Estads Unids, e sb a fiscalizaçã permanente funcináris e ficiais nrte-americans. 0 ncnstitucb.a<!!da eipis em trn ds qual; fi criada a NU cm sls* tema pads reginais e bilaterais caráter femi siv rganizad pel Gvern ris Estads Unids, s acórd Acrd. s cmpr- ds militares cm s mais da America Latina. RGANZAÇÃ DA CAMPANHA CNTRA ACRD; PRPAGAN- DA E ESCLARECMENT DA P- NÃ PÚBLCA SBRE SEU CN TEÚD E CNSEQÜÊNCAS; Ruma ecnômica nacinal cnseqüente da Frmaçã u refrçament Cmissões cntra Açr- 6 ecnmia guerra, da entrega ds nsss recurss na- d Militar (Estaduais, Municipais, Bairr, Empresa, Prfissinais, Juvenis, Femininas, etc.). *) turais, e d cntrle d cmerci exterir. Aument btençã d api Assembléias, Câmaras, Sindi- L eats, entidas em geral e persnalidas. Aprfunda imprevisível da carestia da nient e ampliaçã ria campanha cm a participaçã ds vida. Racinament ds prtints primeira necessida- cis mais ampls setres da ppulaçã, Utilizaçã rie tds s recurss divulgaçã 4- m* 3 da para pv, em benefici da prduçã guer- e vlantes; clcaçã faixas, painéis e murais; publi- bilizaçã: impressã e distribuiçã flhets, cartazes ra. caçã manifests, mções, mensagens, entrevistas, etc-.; f PrP«*in Pressã nara para a revga- realizaçã ats públics: utilizaçã d Rádi e ria m- ~5 das SnqulsSs da P^nsa, inclusive cm matéria paga; cncentrações, passeaclasse0 neraria cnstam tasj»^gg»junte &Q Parlament. envi abaix-assida chamada «legislaçã s nads, memriais, telegramas, fícis e cartas; campanha telefnemas; cmparècimeht cmissões e da ciai». Pribiçã rias greves e utras frmas luta pr estaduais; cncentrações. melhres cndições viria. legações estauuais; cuntieiiirayuea. Cngelament ds saláris e Prgramaçã rie viagens persnalidas cia Cmissã Nacinal, várias entidas e, tambem, militarlzaçã das fábricas. 5 pers* Supressã das liberdas mcráticas. Medi- 8 das rie segurança para í> nalidas um Estad a utr. L niciativas para financiament da Campanha, JHN GBBENS rm «tia «nistõrla culta da Guerra na Créia». F. StS cnceituad jrnalista.liberal nrtó-ammcan cm muits utrs cmpatritas seus, sen e-se :*enverrr S pei prbi a camarilha mnplista lançu bre seu pais ns ans d após-guerra, la-, analise u - hadae critica urna quantida enrme dcuments % cmunicads tennciss da Casa Branca e ufias fntes ficiais americanas sbre a guerra na Cre a. A Limeira parte d livr Stne é uni quadr viv das rireúsciás em s incendiáris guerra americar" sinistr Jhn Fustcr Dulles sempenhand^ Sei principal e seu fantche Li Sin Man - mergulhaiam a Créia na guerra. A mnstrusa afirmaçã - ta infame quant falsa - cm Truman e Aehesn im* ffitól?ám _ ciócil mairia da. N. L alegand pv nrte-crean cmeçara as hstilidas e Mnas* «ratada pr Stne cm uma das mais cínicas fraus tda a história. tante «cm Dulles e Mac Ar. QUE FAZA DULLES thur em Tki, na casiã es* NA CRÉA? tavam Ssretárl American da Defesa Luis Jhnsn, e autr cmeça perguntam* general üniar Uraitlei, chefe <d; Que fazia Dulles na Créia ci Estad Mair d Cmand d!stü e em Tki durante s i* dias qu precera.» inin das hpstiüuaues na Ct-eia. qu a «uç,a psitivai qua Stne tira a cnclusã óbvia Unificad da lüsiaus Uiikís.>, Km seguida, dica uma es. s aaijum a visita d Uulie» pucial atençã a essa visita li 4.0 imci da guerra ua C* d hmem. agra aubisutu) reia a Xi> (iu junu*, Uuscii* Actiusn u Uepartiunent ue eaada peia caiuanllia üe 32atau c ara em.au Cn tiisu,uu luicc su as uiuciu Beuieir ttcpuülican U Secretártò d Estad. <ass., upc. ainencana, diretas -s iiiipwiaiistaa uurüe. cialmcme Vaa cm a ttu a, «screve Stne, era le. A CUÍSFíSaiÃÜ UUS mia Dulles-., A iy Uu junh, 6 dias antes (JAJMJUÍAÜ ile cmeçateia a eaniiõus a U-ar, umltís talu u «i.jar. Relata ainua atu na lament d JU Sm Man, XllUUia cm ícuuniauuu a "Unuüiu seu discurs anti- liauiiaacs, ivir. junn Liuiiir, Bvieue cm «ssaa palavras Uiü_i-ai aiiiit- llituuu cw *íi-<a-j estais Mac AiLllU, uiivulu íjui.u. prvcadóras; Sós»0 JjewiS, a ül u*; junh, ral ^/iiithey, principal uuuitr ijuntic uu _.au Aiiinu, a éü! Tüi, qiuili dias antes üa guerra, e.e, pis üe cu. üar um passei ns arieudiei-i íereniar cm Um. Àrtür, icü Tóqui. JN Ultim instante dsciai ações sbre «suma açã Whitnuy uctuiiuu u cnvite psitiva per parte üs Estads duels pretextand negócis urgentes cm iia Artnur n Extrem rien- luia. tenae d paralel 38, em baixadr da bsiaus Unids em Seul Uilegràtava a Waai te». Ktne chama a atençã para um utr talhe impr- vam imperisa sua presençc» n escritóri. Segund Gunliier, «dis alts funcináris daa trpns cupaçã» ncmpanharam na excursã. Antea d almç, um ds dis fi subitamente chamad a te- eine. Esta pessa ímprlante vltu e disse em vz bai. xa:.acab saber tun gran acnteciment. Us a_lcreans atacaram a (Jrciu d Nrte». Paia -rhistriadr», dii Stne, e veria tr acicscen tad, para a piniã publica mundial e para um lului tribunal dc julgament da crimi. nss guerra, rat tun imprtante funcinári das frças cupaçã nrte-americana ter sid infrmad l g pis cmeçada a lula, dc tas hstilidas tinh.tm sid sencaadas peia C. réia Sul», ist é, pels mi. perlalistas nrte-amerieaiies, na ixa scr um fat especial interesse. _El üiíama D l-_uj_aia JUii Dc quiu, uiiue tiam dads 05 imu-jueb iwaia u mnstiu cnm uw Uuaui.uucul wua su_ia uu c*u)uiiuini c»»-» a u jjtu ciuuui, iatnü 04^,^ ia 04ÍU4 CH.0C p, i} Uuliuiuiu-l UB UUWitt, Víttiil. íã-y afaulü. Ü. Uit^v^a LUlü ii td" tílu UU *-*UCU_li a újjh_üia aiiiciiciuia. auit uuipauuiuauu tuuiu liuu, tt tuu cu.-,i., ser Uttuatundli paiu a. vuiina, u üíatiuv, a iuia U ínilu, 6L0- liu cma nua auua uiuiiiua tietamua cm u uupartuiiiunt jísluu patuu us pumei. taa niaa u uia _ Uu jumi, U-aUailiaad nessa taieta. Uepis qu s laiacnes Li Sm Alan atacavam aa trn. (,w«mm«*e;a«m i s- massaradrs ians lóm, svrgnhadamente, f." W"l *xfc7í$$8$. t.ipiesf.nlad p a intranstgcnciu ds represenianls nne-crcu- 0 KA nus ds vluntáris chinesiis sbre a stã d repalna- Ú i^-v," lf, ^..iií-v-v^^"^. M **v.; twr.l ds prisineirs du ijurra, cm a causa d fruass â dus vnvrsuçtis d m mistu-i em Pan Muni Jn, hlis um á cument qut, refuta pata sempre as alegações ians.tbre % Wl^- t-%.l-l7l-l?í: LAl\!L-, ipristneiis nã qurum sr repatriads», & - W^^^^f-^-. 47lí7,t-.a.-, li u itã-i da curta t.um ex-cmanauhte nrle.amu á lieun du c-(!ii.i; dc Uj, general Charles Clsn, cnfessa á KÍfl:,^^Kí s assusstius c vilências praticads cntra s prisineirs ú m- " tt^à-^&{^,7w-í paru iiittini.ltis a luii seu pais, text distribuíd a uini--<- % sâ para us frças Armutlus d tiewul Us Eli. ÜU.; mím ^wl «Era primeir luijar, cm vteréncia a y-.-.:"- - "i t-v^ék. pumcir ; :. g»,-..*,,: ÍAlT paicgrai vssa mensagem, admit huve cass j $ m.a -. i ^ülü rienamaineni sangue, m n.uus prisicneits ^ íi arn mrts e tend» pala» trças áu Qí.Ü. Pss ga- é t- -íi;.". tantir-vs piaci tutui um tratament numaii, cn- -:?,?..Vig.^í^SÍ(8K (vth s principiu a diieit intemacinaj. \W^%^^- WÈm?m Kare*. tuu qu-. eauvei em meu p^e» paia elünlnur üiierltea víicucias e ueiiuinaniein u juiiaua. ae inewenteb ü gu a se veruicute» n iuiur, eu na a. jerei resniibave*. í& Em k>ts-jusiuu u*-jui, cm rteruuuia a pat 2 f cl^-x_wü i/ssu nwiiautfwn, iisvwwuw <í íuj/uu.ujíiui ua sida- \ ds d bxeititò l-juiu! t*u>uuuu e u K.uip u vuiun* táris d pv chins, é ttma stã se uíscute ein tan viuu jun e si_e c: qual eu mi tenh cntrle u influencia. f Em terceir lugar, pss inlimar- vs, pis vlvid incólume «nerei Ddd, nã haverá mais cntrle trçud u ieaimament prisineirs guerra net camp, nm se iará qualr tentativa intengauri individual. Em quait lugar, nós aprvams a rganuaçu um g-.up repiesentan- tes ds prisineirs guerra, ds dis g "ips crean e chinês, sbre a base ds talhes cmbinads cm general Udd aprvaas pr mim, f Frneç esta respsta em trma csciita, cnfc.me pedid d general Ddd, cmprennd.se qu, a recehets esta. preis em liberda general Ddd, in- clümei mais breve pssivel, mas em nenhum cas pis das vinte hras, f sta niíe. Ú Assinad: general american cm andante ste camp, brigan general p ú Charles Clsn», hingtn uma mensagem 7 palavras, em repetind a essência da prpaganda menti, rsa ditada a L Sin Mar. pelda americans aludia a qtiisstã m cmeçara tui hstilidas. Em utras palavras, ele relatava cmeç das lis* tllldíulcs, prem sem usar dtzer, abertamente a Créia d Nrte, fra a primeira n atacar. Esta «missã» clcu Departament Estad nu. ma psiçã dificil. Cinc hras fram gastas discutind, crtand, e refazend telegrama d embaixadr. Depis, as trs hras da madrugada. Ernest Grss representante nrte.american junt à Nl. acrdu apressadamente seu lacai Trlgve Lie, Secretari Geral da NU, e leu pei telefne a versã falsificada da mensagem d embaixadr, agra reduzida a 38 palavras. A base ssa mensagem falsificada, reprduzida integral, mente pr Stne, Tiigve Lie e a dcíi mairia da NU fez lhe pediam, cnsliand a Crda d Nrte cm ia agresbra*. A CHAVE DA iilqaülvla A chave da histria culte, da guerra tabncaçíl amenunu na Crem, unciaiu.se, segund Stnu, na tleuncia dminante d ^üsanient american plític, ecnômic e liu. litar» qua tteme a piusv. «Um tcmui yuusu ihai.uin.0 a paz», escreve cie, «iez-se sentir em Ü8 nvembr jüõj,, u dta seguinte a acrd sbre a?inha marcaçã militar», Cita as palavras Dewey, 0 amig intim dc Eisenhwer: «Cada vez s sviétics fazem prpstas paz fic aterrad», med da paz ds dirigem tes americans 6 «element cisiv na história trágica da CrCia». u Tnuiians nã rem paz prquê imperialism american é um imperialism bandids e canibais, A mui na ecnmia capitnlista ns Estads Unids se alimenta guerras e, cm unia mensa aranha in - cliu-s sangue human. A essência cauibalsaca d impe. rialism american é expressa nns cínicas palavras d General Van Kleet reprduzidas pr Stne: «A Créia fi uma bençã. Tinha haver uma Créia»,. Um lhar r* relance n lndlce da prduçã ndustrial ns Estads Unids s Ü29, an -ue marcu cmeç da crise ecnômica mundial, basta para mstrar claramen. U pr «tinha haver uma Créia». Entre íuül» a littl) a prduçft industrial ds Estadas Unids nà aumentu. Tmand.se cm 00 Índice d 020, verems em 039 sceu à 90. Ató ldü, graças fl, segunda guerra mundial, nl. cangu u cifra recr dc 27. Em 0*0, primeir an após gijrra, baixu para 55 e pis, unicamente cm a «guerra fria> cnm a guerra da Créia e cm a crrida armamentista acelerada, subiu, em 0SÍ SPSSt 20Q., ^^.v..n^v.-.:... -u m...,...,.,^.,t...,,.,.,,..,.,,...í,.,w^r. «.,T. CTi jc^*,****^*~*^*...v.*!w,«~r-*-í......<..v}!*--.* e.j -.;." ;.;;:; -.:- *!.<:?-,::.:.7}*^^^^^ <<ll%i S APiVETADBES >AS> liu UNAS E truxe essa «.bcusãspau, pv crean. i^iiums üinu,f>/uppis da ctnuuu uatí Lipii um lugar das Ciu.vUwS, liana luuiitò u tniiitts, uu.jiiu.ni cuuvitt uus céus tuui,.. uma cuiapie. ta uiduciença as na cuma- Leiiues s luiiuna uu mauuiru ijíjiu 4uai ua uiuciuü fü-tiu-tiuil uaiiuiiuui du saturaçã». inájr g-.-uuial U uimuil, c - uuuiuaiilu ua liça auiua, gatjaia.au Uu quu «.quaae tda a pemnsuia cuicana esta tranaiiinuua numa terrível ruma. Tud tl duau-uidu. Nada esla pe, na lia mais alvs*. Vidas americanas também, sã prfusamente sacrificadas á /iupia sanguinária Wall Slreut. Segund Stnu, cita númers iiciais, evinte, mnte reduzids, cada mes d atras nas negciações armistici, custu unia media baixas americanas. scas mnstrad pels dirlgents americans pr c::sa perda vidas americanas s evincia na cimea claraçã Truman, iss nã era nada, ciuparuu a numer tiuuiis e lenus naa cs* trautid uu-, ínatauua uinus», U Cttiuual \mi luuut íxuccu aiuua uuua uaa caudas piiu. Ui^ai ua aa.i.*-,*-"! ">"= "-*" iu^w-d <*C iiiuiuyiiih} ik iiiil -J-^ yi CiüiU U lauuu^a, vi-iu iuau ^u-twiiü ^«hüi*uí Vi*-t-i; *"^^ aui" uauw uci,uvw»juu íicii UüüllU intuit uu c-jiuai.u. _. guerra, UpJ-ücii Uc tuu- lillcllu VCi LüA- Uuiicia paia maiai pcaauas, truucuu uauicid jiuuiiu.,. fi uniu esuóia uu i:uuuw,a.-. ue tutu, van meei. u.z, a.-, ciaras seus eiieiiis taiam cmbat esta treinand as íiyaa cm aa quais pretenm alastrar a guerra ua Créia à China Ppmar e a Uniã Sviética. rfk QUE PEDEM TKli\ii ínuuxitus falôes Mas talhad dcumentad relut du Stne sbre cinism ds dirigentes america. ns, nada é mais brutalmente cínic d s métds revitantes ds belicss giene - imediatamente rg na C rais para vencei- cansaç reia? crrespnnte d guerra ue suas própris trpas, ja ii cmet- d inver. latauu esse aunbnuuutínt, jrnal, «New int Times», re* n du laui, um scntenta. dia s tatus tnaviam cn* ment guiai aa apssu us venciui, s sidaua úa suiuaila ttiiiencanus, ^\ü trpas estavam cunsiánteiiieutu seus própris cüuituiüiuiles pur ui_end :«ljr mi wina razes iguradab, estavam us. truinuu m,i acrd», «A llistúria culta da Guerra Ureana» e tuna tremen* da nuncia d arsenal uc ímngas, niuquinaçucs e taüi* üas ue lançu ma a uamuriuia ue iruiiiun pura sencauear a guerra na créia e, ue se utinzam ag* ra s íniperuiiistas nrte-americans para prlngar e alastrá-la, fi entant, há pnts fracs n livr, A tendência, pr exempl, a evitar tirar cnclusões tats reuniaa cm tanta paciência e liaiiidaue, Alem tuss, a ansieuaua d autr eni usar apenas «material na pssa ser pst em dúvida pels «cucuis nciais aniei-icuiiuav luz cm auti measse puc espaç a dcuments e maleriais g.aiuie imprtância piiuucaas pel üvérn da Kepubiica Uemciàiica Ppular da Créia dcuments êsses expõem ciarameme «aegiedvem tiue s agressres americans envlveram a sua prvcaçã guerra na (Jrém. Stn; também nã íaz men.jã alguma as ar» quivs (tremendamente incriminadres Sigman Khee, capturads era Seul.pel Exôrcit Ppular da Créia, Apesar ssas ficiências a sllistória culta Guerra Creana» é um livr valis. E* escrit pr um american, cm gran eleit, vltu sua pena cntra s ganaiicidss mercadres da mrte Wall Street, (.Transcrit dc «Demcracia Ppular»), 4 li r * " ««^«^^ MMMWWM» HWWtm miiiiiiiwmiiii«iiii«ihihib nimiini»tiirrn r MSCU, fevereir (, P.) Sb este titul PRAVDA escreve: Fram publicads dis nvs dcuments smascaram s crimes ds imperialistas nóne-ameiica-* ns agrediram a Créia. cmunicad üa Cmissã ti Cmitê Central da Frente Unida ucmcráiica üa Créia para investigar s crimes e estubciecer s { üjuiüub causads pels agit.-ssres ni te-atuei icuus e ;,eia camardha ae Li Si Man cita lats hrripilantes, cnstatads através uma prlngada e minucisa investigaçã. Depis Crnel Frank Schwebei, aprisinad, chefe d Eslad-Míiir da Primeira Brigada tie aviaçã d Crp nfantaria cia Marinha nrte-americana põe a scdbert s bjetivs, medidas e meis da guerra bncteriíóglca rganizada pels mperialistas ians. Esses dcumen* ts smascaram ainda mais s crimes mnstruss cme* tids pels agicssies nile-ainencuns. Viland lõdas as nrmas d diieit internacinal e mensprezand grsseiramente a mral humana, assinala cmunicad da cilada cmissã creana, s imperialistas nrte-americans praticaram crimes sem precentes em.v;íií.í da <.7sm,!!i]H(.!,í;;!jsi.gs_ üiniils, u-xüla 4umaã i-x selvagens extermíni em massa pessas cm t-m* bas, napalm, armas bacterilógicas c química. s àgee-sí--es nrte americans cmetem cumes insciiuvt _ iimtra sldads e iiciaik apnsinada d Exércit i"ila* *>- reans e ds viuntans chineses. CAMr U^ i... àjhüncla cmunicad tia cmissã cucaria investigaçã cita daila cncietui. sbre (.errr espalhad pela avu.i- nrte-americana. A característica ids atas aéres it* Estads Unids durante a li Guerra Mundial fi d*.^ realizar bmbaraments sbre nenhuma cncwiiikç*0 trpas ínsóislas alemãs nem sbr qual: At>ri-«guerra ns mnpólis alemães é usada eiii tátic peía aviaçã nrtè-umerlentia realiza» guerra im <-^* réia, Km!)S2 á aviaçã nrte-ürnerieana!an-.*u «h-.br*» Pyiigyang < sciis arredres mais dc 52 ml! l-rjnbm -^> diverss calibres, ist é, mil bmbas suuii -.a.i». quilcn** r quadrad da cida. Em H3 s agrestrua nrte B.r.-»* ricans cmeçaram empreg em amjdn escala át* tr> mas bacteiiulgicas e químicas. A panii 2S d«jsn*!«>

8 Cm Pierre Curtct em Pierre Curta é escritr e jrnalista, Muit tem viajad. Cm seu espirit agud, vai rstruiitd dus países pr n ilida ninteriiil para suns reprageiih, seus rmances; Estere ns Listads Unids 50 u )6. Escreveu Jiiiimy, qu tiimiinh sucess vem alcaiiçiuid, tend sui já traduzid em ulgumus línguas, inclusive n Uniã Sviética. Subi eu u pé s quatr u cinc andares cnduzem u npartiiniuut Pierre e lieiilii Curta. Ele própri me abre a prta. seu peu salã, cbert livrs, r. trats, gruvuvus, bjets, sã sincrs testemuniv s sua, ida intelectual, suas viajjens da simpatia e amizad sperta pr n anda. A cnversa fi fácil, lg suiuu. Curtu, traçs enérgics prém sem dureza, figura sólida estatura média, cmeçu u falar. A sua línguagem é ágil, viva, simples cm a seu estil. lyistvii-ine a peiiuena mesa n se amntam cartas, papéis, ftgrafitia, riginais s«us. Mal chegad u,i China, já iniciara a sua extensa reprtagem sbre gran país. Faz-me várias perguntas, quase escid entrevistad é cie. Quer saber uma prçâi. cisa sbre nussn pais, a nssa gente, s nsss lires, A vida interessu prfundamente, prei., nd clher la essenciai, mesm apurentement seja apenas um talhe. Mas minha impaciência era gran, yueria uvi-l, nã só paia mim, sbretud para cte leitres brasileirs. «PELA PRMEKA VEZ Nau juuvü; luíyle HA «JHUtfA NEM EM, DEMA3» itsbbre? Pr n vams cmeçar?» «Cmece faland da sua viagem à Ásia», peç-lhe. ^Assisti u Cngress Paz ds Pvs da Ásia e d Pacific. Cm tds s legads presentes, impressinums prgress, verdairan e fantástic, d Mvimcnt Paa na Ásia. Priasns cnversar hras sbre íissuntc, será a matéria das quinze u vinte reprtagen6 l/humanité cmeça a publicar ns próxims dias. Para nã me alngar, stac rapidamente alguii3 pnts: a) u pvs da Afiia sã particularmente sensíveis à ameaja da guerra, pr aíreram masiad cm a última guerra. Basta lh diga,, cm exempl, as tentativa» ds imperialistas se apssaram da China eusi.u a vida 38 milhões eninesas, b) A Asis a6 encntra hje em dia entre duas guerras; eis pr mais cwmvedr espetaciii d Cngress fi a presença ü«limeus e mulheres da Créia,, d Viet-Nã da Birmânia e da Maláia, trazendc ee legads as prvas e testemunhas ds sfriments inaudits, sumans, a guerra está iuiling.nd as seus pvs,. cj ura pv, cm chinês, r a paz. E iss pr a primeira vez, em su.. história, ilesue secuib, tem a pssiuiiiuaue vifrer.» Curiuue laia sentad, junt a íaie.ia, e repete; «iem a psiuwuaue du viverl relii piiiue.ra vez na Huve fme ua duna, nem epiuuuuas.* ií uuuuuuu: «Durante a iiuvluçã!rauessa, nss gran revlucinári Suini-Just. disse, ütíiimiiu se passava eiilâ uu rança; -ta ieucidadu é uma id&u nva na Euraa.í Pud-s também dizer, ja hje, pis (ia Vitória das farsas ppulares chinesas, qu a felicida é uma idéia nva ua Ásia*. acentuand ainda mais: «Há centenas milhões hmens para m, pr cnseguinte, a luta pela paz é frçsamente a tarefa da máxima mprtância, tarefa fundamental, E essa nva situaçã mitifica prfundamente a crrelaçã frças n mund, em benefíci d camp da Paz.» CNGRESS E PAZ DS PVS DA ÁSA E D PACÍFC Peç-lhe me cnte um puc d fi CngTess. E cm a nervsa segurança e a vivaeida caracterizam, Curtadt screve em traçs rápids fi Cnrress dê Paz ds Pvs da Ásia e d Pacific, clima cmpreen-. sã, entusiasm, «resultads psitivs alcançads, a fraternida entre legads qu antes pareciam adversaris pr fim se abraçavam fraternalmente. «Se acha assunt interessa as leitres brasileirs, vu remeter-lhes s recrtes das reprtagens, à medida em frem send publicadas». Clar lhe agraci radiante. Será excelente prtunida para s leitres prgressistas brasileirs travem mair cnheciment cm Pierre Curta. Retmand fi, Curta prssegue: e) Se Departament Estad nrte-american tivesse enviad bservadres a Pequim, Óssea a vltar para Wachingtn, diriam, sem dúvida, tinham assistid a espetúcul tal ve fazer refletir àles pensam a China hje é a mesma China utrra, a China das cncessões e partilhas. Tal períd históric pertence irrevgavelmente a passad, fi uma vez para sempre ablid, ultrapassad. Agressres nã se apercebem sse fat nv, estã cnnads a fracass, a mais cmplet sastre, cm aliás está acntecend na Créia, n Viet-Na, etc. d) Ainda utra cisa me mpressinu frtetnentw n Cngress Pequim: a slidarieda ds pvs d " "(fic. Nã apenas ds pvs da Ásia. Também, pela primeira vez, g pvs da América Latina tmaram cnsciência sua slidarieda cm s pvs da Ásia na luta pela Paz. E ist representa uma respsta segura as sejariam transfrmar Pacífic numa zna guerra, stinand a Japã imperinlista mesm papel pr eles stinad à Alemanha na zna atlântica. «Estu cnvencid iss é um senvlviment históric incalculável imprtfincia: papel a América Latina p representar na luta pela paz é imens. Estu cnvencid», repele, «a América Latina é calcanhar Aquiles da camarilha guerreira ds Estads Unids». «Ainda um pnt, ds mais imprtantes, se nã mais imprtant»: e) Se é verda a Cnferência Paz ds Pvs da Ásia e d Pacífic fi uma Cnferência reginal, nã ó mens verda tds la participaram salientaram claramente u luta pela paz é indivisível e se estava passand em Pequim fazia parte d quadr geral, mundial, da luta pela Paz, d quadr e das cisõi- d Cnselh Mundial. s acnteciments psterires bem milbtraram, especialmente, Cngress d Pacífic fi excelente preparaçã pura Cngress ds Pvs pela Paz Viena.» S NVS CAMNHS DA LTEKAlCtA i «Vams falar um puc sua literatura?», perguntlhe. Curta srri utra vez. largamente, e respn: tm escritr, caminhe pr num percrrid tem ser intimamente, iiguc a gianue irauaui eiupiecmiiuu, ha três ans, pela u-reça d Purtiu iuuiiibia i rances, n sentid ue ujuuar a tuus s escritres a su trnarem escritures u pv, li anuiu üe ajuua-ius u eiivereuur pei eamnui lumins, lecuuu, ti reuusm suansiu, cuj muihtv exempl «s vem da Lina Sviética». «E cm cucara agra as suas primeiras bras.», indag Ȧ respsta vem prnta: «Nã Us reneg md aigum, emura estivessem eivadas cert intelectualism, certa indiferença pel públic Nã, nã as reneg. Mas sint-me feliz (e a dizer ist, a pnta rgulh se acentuava na sua vz) ter pdid, graças à ajuda dada pel meu Partid, superar ala etapa, e cmeçar a escrever rmances trata mds prblemas d nss temp», ds prblemas interessam à vida. Fi assim pu escrever «Jinimy», é a tentativa explicar a mentalida um american médi scbre a França, scbre a Eurpa, Palavras a Bellyanis KVNNE RDRGUJ6JZ bellyanfâ, Para m fi teu últim srris? P Para a rsa u para a humanida? Se pusse adivinhar perguntaria $ a céu, pálid melanclia, $ ás aves, espavridas terrr, $ ás liveiras e às vinhas rramaram seu sangue sbre a terra, a mesma terra aclheu rfeu, Hmer, crp ds aedb e ds trvadres. Bem sei nunca teu espírit gemeu encar» leerad A prisã serviu a ti apenas cm uma gaila 4e n exaiavas teu cant Uberda. N cnvés das nuvens ele atravessu 09 mar» e sembarcu em praias d meu craçã.. yeliyams, Aqui habita pane da tua família, teus parentes e amigs utr enttent»., Ná chegams a divisar teu semblante, teu gest aus, teu prte herói., Mas escutams cada palavra tua e nã te lamentams- Estams certs, neste mment partieijas da Eternida, nd, nas nascentes, das mntanhas e fl a [limp. Bellyanis há ser nm meu filh., mmmmmmmswm? ramente mnstrad pela atribuiçã, n nn 9Í, d prêmi Stalin paz a nss camarada André Stlll, a Jvem literatura prn-vnwfsta francesa está n bm caminh, prcura sentir, cmpreenr e transmitir as leitres ns lutas e fixitb, sfrinipntns e alegrias das classes trabalhadras. E cm sua arte, ajuda pnr sua vez s hmens a melhr cmpreenrm s prblemas d seu temp, as sluções levarã à vitória, a amr seus semelhantes, às cnquistas pacficas da arte, da c^ncia, levarã, pr cnseguinte, a ódi à guerra, a ódi as extcrmfnins bestiais e às inút s, sesperadas, vilôncias ds prvendres guerra, r levarã enfim à cnquista d mund da paz e a se libertarem dn nvnlcaçã d hmem pel hnnicm. PRESTES, NME "SD QUE- ENTKE S FRANCESES Quer frmular a última pergunta. Cm se a adviv asse, Curta vai fa -t:.na França, seguims cm gran interesse s esfrçs s brasileirs fazem, scbrind entã, a mesm temp, se passam acnteciments na América d Nrte ameaçam a dignida humana e a Paz. «A passar pr Mscu, vlta da China, sube livr fra traduzid na Uniã Sviética, me encheu alegria, nã tant pr mim, cm pr, cm ficu ciaans LAURA AUSTRAGESL P j PERRE CUTARDE ncrvipaiihamb as uniu lutas as franceses: encurtin para e dificuldas, E também s nss pv símbl d herísiii e da granza da Anuí- seus triunfs. E* em muita emçã ue -"^ lidnq anui s rica Lnl; as-, livrs Jrge Amad, tradurids em francês. exemplar d seu rmance E pis ferecer-me um «pv francês traz pv «Jimmy», cm amável dnrtin. brasileir n craçã. Bem tória, e su retrat (a pedd cnhecems a gran luta ue meu) puni s leitres brasileirs, aperta-me crdialmente a a p/itrin brasileira senvlve em prl sua liberda e mã: sua inpendência. nme *Au rvlrl Ató Brasil, u Luís Carls Prestes familiar até Puris nvamente». A plícia cubana p renu Guiften e! nã lhe vlveu passaprte <-^######>»»######^»#########>#»#s»j Custa a crer.vias fat 6 rigrsametc exat: gran peta cuban Nivilas Gullhen nã pd ir a Guatemala para falar s"-re Jsé Marti pr a iss se põe ScviÇ Secret Militar, r, dizer, a embaixada ds Estads Unids em Cuba. CNVTE Na data z zembr ditini, Guilhen fi cnvidad para realizar uma PRlestra sbre Marti na Guateemala, na Casa Cultura, pr eusiã dns festas cmemrativas d nasciment d apóstl se estã celebrand na capital du- n república. Guilhen f> ecia também um recital seus pemas em um ds teatrs da referida capital. Cm se sabp, Guillien gsn gran prestigi òntinental american e cnta cm numerss amigs e admiradres na Guatemala nã só entre s ntelectuais cm em das as camadas ppulares guatemaltecas. Guilhen encntrava-se em Viena quand recebeu cnvite da Casa Cultura. A regressar, a 3 zembr, Guilhen fi tid em Havana, n aerprt, em cmpanhia Eilith Garcia Buchaca e Salvadr Garcia Aguer e Cnduzid As fict- Bas d SM n sua baeagem fi submetida á mrada busca pel tenente Pard. Este mesm ficial retve passaprte Guilhen e s seus cmpanheirs, Sb prmessa dc s dcvlveria cm breve praz. temp transeiliu e passaprte nã fi vlvid, apesar tds s esfrijs feits para bter sua dcvluçã. Cnsentemente Gui. llien viu impedid atenr a niivite da Casa CuHura, da Guatemala, remetend seguinte telegrama: Hubert Alvarad Guateir.nla mpsible viajar plícia retiene ml passaprte. Guilhen ss " ue Gitleii r.l-ac eha* mad a telefn pr Hubert Alvarad a fim dc cnfirmara nticia. Parecia inverrsslmil... Na manhã seguinte, fi Guilhcn entrevistad e prta (eve casiã d talar sbre incncebível fat: E uma vergnha. Acreditem-me me me causa pena s amigs guatemaltecs tivessem casiã cmprvnr estad c< " ) reinaente em Cuba. maginem vcês uri peta cuban nã p aceitur cnvite lhe faz um grup intelectuais estrangeirs para falar iu ia meiir.s sbre,rartl ns dias d centenári. Craçã U capitul ueve lliíus maicau..ie e negr cum..une ue uuvaruua, üuus illa sau uuaâ e&uüias nu iai cuvu. iuugiu e an. Usa uiiuuiiiil- uaculu uu Luuiuuu. i it-a liuua uiiusu (,iu nua cr. liuanuu anua s usaus partícfiu cuucar-se. iianuiu. ;:il-ia uriumu nus peniaa gasia. U ciuiu sim, íuz u cuiuu ssuuu ir e vir atciiucnuu us cuuius, Aa iunciuiiuuas letras aitas. useuiputiuu-se sempre num gestu ue m vai tirai ciuipeu ua çaueyu. Cuupeu se eie usaae seria üu paina inuie, leit uu ruya. JNu nupuru nuu em ir a* bania- Seu uuine «ata uenu du crujã uu íuuciuiimia letra üuixa. Uivuiga-i Jiá impria pur nua eiieuiura ms este hmem d pv, bm e leal em tds us cants. Ws trens da Central, nus bns, ônibus, nas ruas da Cida Gran para nds acrrem vinds mil eants, em busca alg melhr. De um lugar a sl. Sei ífue fen s seus tstüeü vennd empadinhas á dis cruzeirs. Bas, gstsas, infensivas a fígad mais exigente. Sem pimenta! E narra as seus fregueses, svel sua patra a fazê-las. Cuidadsa. Limpa. Lava as mãs a td instante- Enfim, sabe cativar e adquirir a cnfiança d próxim. De fat, sua integrida, seu sens hnestida sã indiscutíveis em td mens Departament a qual serve há quinze anua, Aa t-uipuuus se dsiiiaiiciiuiii nas ucus dus asauui.uua us llgailub llaüu reclamam. uni uia eic cniiuu nu saiu üu luiiciuiiuiiu iiuiiiiiiie, iuiú iiuviu cuiupiau uu^j tuiu iiuiuui yuu VCUUU JUiC. ivi.l, un tíaiavaiil ua.uui.i aupücea uu liuilieili uuill, Lunipui, liuiiun liuillu, Cuniprul yuas cunluva aa puiavius. iiia cueu apua ler luitu um buianwu uieniui imt, Uucuuus uu passagem, uuis cruzeuusl uuia uíuícíius ua.ura lauta cuisíiiuuí ^uuuu passagens üe unue tnau puuiu viajar ue niijus, ciu car pura cm.) iviaa, ai pusu. i-uiiiijuiuu su urueuau cm U serveiue. De lat ela ganhava mais... e sentia lume. itesiveu-se. Me da unia! Prnt. Ágil, aumentand rçament na cabeça, limem d puvu atenueu-a. A empada stazia-se em sua buca, quand entre cliete, iiste hmem distante, superir pr letras. Cilras. Pôst. Pr ter servs hajulani. Enguliu a azeitna da empada. Perfilu-se. Servid, dr. Paul? brigad. entru para sua sala. vendr empadas seguiu-. Levava a cestinha. Era mei-dia e vinte. dr. Paul nã havia almçad ainda. Esta va gual a tds s íamin ts chefes e subalterns, cmpru empadas. Mandu ferecer utras à funcinaria. Envergnhada agraceu. Recusu. çmkkye! nvidas npendência CM S TRUSTES EXPLRAM BRASL Rdrigues Mn- 25,00 A VDA DE CARLTS Gerges Sadul 50,00 ESTLDS DE EDUCAÇÃ Pascal Lemme 45,00 RMANCER DA NCNFDÊN- CA Cecília Meirelles 00,00 ÁGUA BARRENTA - Ruy Sants 60,00 E «PRBLEMAS ECNÔMCS DC SCALSM NA U.R.S.S.» J. V. Stalin... 5,00 UVRARA ()lndependênct WA QQ ÇfiWQ.» M SQBREQM Atfi agra iiiia fi ylvid passaprt a Guilhen, E t mundí livres- impe ralai sbre Marti. grfi peta sente mris uma vez. sua Cuba esta «amarga p ntr», cm (iüllein AGLBEKT EM RECFE»#**##*##»«.. > *.## ##*#* # E. CARRERA GUERRA. Pr trás das gras um punh ferr lima luz vigilante, uma esperança sem fim. Pr fra das gras a liberda uiva Ferida e expõe suas chagas na praça n se ergue um tumult, um clamr vzes.. Nã estams chrand sb estupr das perdas E das separações ntr nssas casas. As pdras da rua sbem céleres às nssas mãs, Tmam impuls das fundas, as bcas se inflamam Quand chega a hra precisa, dia cert. Mas a pérla tem seu engaste, céu é curv Para a beleza durada d nascente e um hmem bêm Cm Aglibert tem seu lugar entre s utrs hmens Deve sentar-se à mesa cnr- Pr é êle um ceifadr cm a fice ur E a cida fi feita para seus passs sentinelan Aprisinai s vents dissipam a clheita. Acrrentai s ris se recusam a Nrste. Fazei quisers, vós nã fazeis nada. A ira ds flagelads enche s açus agrestes. Nós anunciams a tempesta lava as injúrias, Ruba sn a algz e arrebenta s cárceres. Nós ns perguntams ns falta fazer Para vergar a nsss sejs a flecha da manhã Que ns falta sfrer para dar um srris nv A tdas as faces e paz, enfim, as crações. Ri, 9/2/53. **+*+«*+**+***++*+++*++*+**** regini Batl"ta, a serviç ds imperialistas. Quem tma e expe pas. saprtes, agra, em Havana, è, d fat, a embaixada nrte-araericana; se d gvérn nrte-americun dale pais. " Livr Fusilic" Madalena Sampai Fiúza E uma agradável nticia saber apareceu um nv livr para crianças, A infância brasileira tã abandnada, faminta dc aliment d crp e d espírit, tem ficar alegre sabend alguém está lutand para lhe dar um puc ti carinhr e instruçã, Este alguém n cas é Zra Seljan Btaga, n fim d an passad cnfiu à Edilrial Vitória a publicaçã cl«0 Livr Fusllic». Este livr é urna pena bra em frma um ca» m, cntend urna reprtagem para crianças, sbre unia viagem a autra fez a ri Paraná. relat é feit a unia menina chamada Fusilic, Durante a riurtaçã, a menina faz perguntas e a au> tra respn, uni md tds s pens leit» res btenham as explicações necessitam. Entremeads cm us diálgs estã incintes da viagem, scrições ds lugares visitads e algumas lendas lcais. Mas ist tud nã ó cntad simplesmente. A autra precupa-se em instruir, em fazer a crianca apreciar a paisagem brasileira, em chamar sua atençã para a misfiria em vivem s campneses e em dizer-lhe há um remédi para mal existe. Através d Fusilic, Zra pe às crianças se preparem para lutar pr um futur risnh. Sabend as crianças gstam histórias fadas, julguei esse livr fsse ste gêner. Mas, explica Zra, Fusilic pediu- U SlU en d Pv lend u dr. fauiu aüupud CUlllUi, puaiuiiiu UCapClCCbid UUS aua lilua, u ÜUU vinuuu, ^li a luiiuuuunu na Havia i>^y,, quanu u uegi ícaaalta: b. uciu, (jubi aqui. meu ciiclu? i^uiuial, nalural! respunuc. J^ia iun cuvulheu, tuimauu üu ficsiuciiie. linlia se mstrar u altura, Truncuu-se pis cm sua sala, isa saida, servente ri, E musiia neste ris tds s seus ntes brancs, ulius canuds. Viu, minna santa?, Guar s seus dis cruzei- res! Ele pdü pagai; uaiiliu uws cuiits! üum, m srris lciiz iniltuu a aiuiu, seca uu uuus seus uuis ciuzciius. sul- VUS Ua paaaa^cilb UU llulluu..(ius u priint0 wnpuis, uai üiniicir a liuiucm. Lciituiiiuiuc, cntluiuiii, U- iuu a nula. Guuxuuu-a. Seis Uuiua da lur. Saiu. iu pura cusu, Sis e vinte estuvu n puiil ü bnue. uviu vzes. Um cr uiziu; Ajuda ii greve Us tecelões! Ajuda uus teceióes! Uniu banira amparava a da Uaa muedas. bem ntar, suas müs abriram a GRAZELLA CARVALH Duisiniiu muüeslu e ua müs lucurum a ntuuia duraua. juguu-a na umiaeira uus Lu- CLiues, i;uus inuiiiuica uran. eus ti uni iiuiiieiu negr, sur- liaili-iiití. rtgiaucccruni. Sentiu a uupressu uc uvir s pusss u survènte, e este lhe ugruacciu qualr cisa. nume dule negr se siez suuvemente em seus láiiius, cum as empadas gustsas eie vendia. Sentiu pulsar em seus sentunenis nvs, craçã d hmem d pv. D seu pv. í i :: lhe uma história verda pr na gstar dus histórias inventadas. Prém, vejam só cm é a alma infantil. Num terminad trech a menina uve uma história mentira e acredita, a pass a saber da tris= le vida levam s cam* pneses exclama: «Esta his= tórla é dc mentira, nà eva Dizem as crianças da hje sã diferentes mas <j rádi, cinema e a hislórias em quadrinhs s& cil" pads cia mdificaçã. Des. ced já vèm tud muit real e a imaginaçã nü trabalha tant. Mas elas gstam fantasia, a prva Fusilic acreditu nu primeira história impôstiivel. Existem crianças nã se ixam iludir, preíerem histórias bandid, se n& encntram cisa me. lhr. Neste cas é mu vezes preíerível entregar-lhes um livr prenda a atençã e instrua a mesm temp,, Leiiibrand-rne stas criaraças «difíceis», cm se cs«tunia dizer, pens text pria ter sid um puc mais viv. Algumas cri«ancas, as s ceda manifestam gst pel es< tud, gstarã d Jivr, maa recei pelas utras, só per» guiítuna-lhes se gstaram* De minha parte qua muis apreciei ii sej dc Zra explicar as pe* ns brasileirs, cm Ura» sil sulrti apesar pssuis uma natureza tã pródiga «interesse era cnduzi-la.! para a siuççú real" mente exterminará cm a miséria atual, DCUMENTS SBRE AS ATRCDADES Cnclusã da 2: pagina 052 sfi lançadas sistematicamente pr mei aviões insets cntaminads bactérias tir, cólera e utrás nças epidêmicas sbre territóri da Créia d Nrte. Crnel Frank Schwebcl nuncia fats mnstruss cia guerra bacterilógica, Nã se trate um simples sldad mas um fidal gran respnsabilida das frças militares nrte-americanus. Ele claru plan geral da guerra bacterilógica na Créia fi enviad à frente batalha pel chefe d Estad-Mair Unificad ds Estads Unids em utubr 95, As diretivas para a guerra bacterilóglea na Créia eram dadas cm experiência, ampliand gradualmente suas prprções. Crnel Schwebel claru ter realizad bmbaraments bacterilógics. st juntamente cm as clarações ds ficiais nrteamericans aprisinads (fram dads s nmes dlverss ficiais já fizeram clarações idênticas) tmaram parte n lançament bmbas cntaminadas cm baterias, cnfirmam uma vez mais as duções da investigaçã da Cmissã nternacinal Cientistas. Essas duções cmprvavam s pvs da Créia e da China fram alv d inminável agressn bacterilógica pr parte das frças firmadas ds Estads Unids, empregam métd!- diverss cntaminaçã, alguns ds quais siirixiles senvlviment dns métds empregads pel exércit japnês na Guerra Mundial. s agressres nrte americans fazem da Créia um camp d experiência pnra verificar a eficiência bmbas mrtíferas, Desdp 2S janeir até 25 març 952 a arma bacterilógica fi utilizada mais 400 vezes cntra territóri setentrinal da Créia. NÃ SÃ CBMES CASUAS E veras característic recnheciment pel Crtiel Schwebel cmand nrte-amrtean empreeriu medidas extrardinárias para cultar diretivas sôbr a guerra bacterilógica, tant a seu pessal cm as seus aliads. Fram dadas rns para a bmba bacterilógica fsse usada smente em cmbinaçã cm bmbas cmuns napalm, para dar a aparência bmbarament cmum. Para mair segurança durante s vôs sôbre territóri crean via ser guardada uma bmba napalm, a fim em cas catástrfe aviã se inçendiasse e fssem eliminads quaisr prvas. st è a verdaira fisinmia ds círculs gvernantes ds Estads Unids, s nrte-americans e s mais pvs sã enh*. cedres stes ats cvars das frças armadas nrte, americanas e nspiram dl e ndignaçã em tda a humanida, st explica pr na sessã da Assembléia Geral da NU s representa "ts nrte-americans tenta» iam negar sem qualr fundament, a cnduçã da guerra bacterilógica nu Créia. Nã é pr casualida s Estads Unids se recusam retificar prtcl Genebra 925, sbre a pribiçã da arma bacterilógica. Eles rem ter as mãs livres para usar esta arma também n futur. s crimes cmetids pelas autridas militares nr* te-amerlcanas na Créia nã sã casuais. Sã cnsequência da plítica realizada pels círculs gvernantes d8 Estads Unids quant a prblema crean. Esta plitien visa ü cntinuaçã da guerra injusta cntra pv cíean e a ampliaçã da agressã cntra a Créia e a China, A legaçã ds Estads Unids na NU, durante as dis- «wsõe» íí<3 i.wema wseant reafirmu «ma» yeg Ena!«s círculs gvernantes ds Estads Unids nã» rem a cessaçã d rramament sangue mas srm, sua ampliaçã. s crimes ds imperialistas nrte-americans se clcaram n mesm caminh da tirania, hitleriana causa prfunda indignaçã a tdas as pessas; hnradas. Cm seus crimes mnstruss s nvasres nrteamericans sã alv d ódi e d spres geral. Tda humanida ama a liberad está a lad d pv crean. s hmens sviétics, juntamente cm tds s pvs amantes da paz, manifestam sua slidarieda a pv crean, luta cntra s invasres ians pu amr à liberda e à inpendência sua pátria. u pvs amantes da paz elevam sua vigilância em face da manejs ds ateadres guerra imperialistas. «Deve sei pst term as crimes mnstruss ds agressres nrte* americans na Créia», NVDADES NACNAS E ESTRANGERAS QUE LHE FERECE A LVRARA NDEPENDÊNCA GEGRAFA DA FME (nva ediçã) Jsufi Castr ,00 ENCCLPÉDA MÉDCA..,.. 300,0( PESAS CMPLETAS, Castr Alves... 60,0) N TEMP E NA VDA, Maria D.K d Prad., 20,00 LABRNT DE ESPELH, Jsué Mntell... 60,00 ENGENH DE AÇÚCAR D NRDESTE, M. Diegues Jr PENSAMENT VV DE RSSEAU. Rmai» Rlhmd.. 46,00 VDA DS GRANDES CMPSTRES, H. Thmas 60,00 CRST FCU EM EBL. Cari Levi LBERTARÃ ECNÔMCA - (Diverss) 26,00 JURSPRUDÊNCA D REPUS REMUNERA* D, C. Bnfim 20,00 LES VYAGEURS DE LMPERALE, Aragn... 60,00 DEL ACT AL PENSAMENT, H. VaUn....., 46,00 REVSTAS E FGURNS SCENCES SELETNS PARS MATCH VGUE hjljlfcj a«««a «SLHUETTE , HRZNTE TEMAR a a a Mi", j, s 9 a a» ««> jp» íi «:: VSTE A LVRARA NDEPENDÊNCA RUA D CARM. 38 SMja 8,00 6,00 65,Uu 6,00 70,00 6,00 &00 s=ss*=*as

9 ma ediçã Cientifica % a Lua Cm serft n primeira via- «cm à Lua. Evintemente, muits leitres-, teriam n ma- Kima curisida! cm saber d «u maneira s habitantes tia Trra prã, um dia, qu»ã distará muit, viajar até 5 riuus satélite. K eis uma previsã ssa viagem mara- fiuisa. Nã é uma fantailln. E tud «cnhecifcnents atuais ela ciência ns hrmltem afirmar sbre a friucrein ds habitantes da Ter- * ft Lun. A BRD DE UMA LUA VADRA j Pela sctllha da nssa ilha Vadra divisams * Terra, (Pels rasgões aberts n leuk>\ d nuvens s mares e» {(Cntinentes aparecem mnis Elstintamente d num fclb u um mapa mundi. t planeta pareç próxim. jv entant, A altitu cm 40S encntrams, 280 qui- («metrs, n0 satélite artifiisia. ns serve habltat it vida é cheia sur-prejtns para terrás habi fcuadps a mntnia da-. pia. Ricies 8 elevações da Terra Estams na hra d alm- ^. A passs cntads e mecicls cm nesses snhs em l,ue tems a impressã d* ^arp tal qual um pássar, sr.eu cmpanheir se encaraiiha para armári das pr- Srisões. Efetivamente em nas- ^ pen «mund» n ri frça centrifuga é igual e ííenttd invers a pes tia aterra, pes esta praticamen- (Ah--iir!. Nã e.sí.inia sujeits jwnã * frça d própri sa» flelite, e nã é negligencia- Lel. Ferver água» fazer um ifhá, representam prblemas, X água nã entrna, nã esiírra d recipiente para bule. Mesm s se cnsegue se. tara-la d vas a cnlem, fica suspensa n ar cin um blc transparente. ptrna.s necessári aspirá-la ÉCttl unift seringa, se esfcrem pis na bôen. Cm Wcess d ris essa pe- -. içâ prvca em nós a cisa se trna ainda mais difi- :iil., Ahíts, pr-se-la talar em lilmçar u jantar quand em Í4 hras nssa ilha flutuante nassa 6 vezes da, clarida S dia ás smbras da nite, e Wce-versa? Em 24 hras fa- fiems 36 vezes a vlta cmpleta da Terra, A. nite, para pós, é cm um eclipse d jsul: ela acntece cada vez íj.uc penetram num cne tmbras, situad atrás da terra, d lad pst a Su), fr iss mesm a nite 0 «mprs mais curta dia. j Um dia tem aqui a duratçã hra. 2!) minuts e [ 5 segunds em lugar 2- hras.,a mais lnga nile - invern nã tem mais d rçue 37 minuts. As estrelas se slcam ííéntamente em direçã a Slb negr enrme da Terra, cupa cerca três quartas partes d firim.iment. Elas saparecem bruscamente enquant d lad pst surgem n- "vas estrelas. A lnge se weníia um fi crescente luitnins, se alnga e se Alarga. A atmsfera celeste irarefaz s rais slares. Sl emerge d hrlziite. Parece minúscul -cmparad à Terra, Eis s cntrns da. quase lha K- a. drs das mntanhas f"stã prateads pel refle- ;í da aurra. A nite duru, «penas, 5 minuts, As pares cia nssa nave vósmiea ns prtege cntra s struidres efeits ds.rais ultra-vileta d Sl t utras radiações ncivas das espécies inter-planetárlas. As ndas individuais d icadar acabam assinalai um crp, em seguida uai, utr; trata-se um verda ir enxame cie mcterlts, aparece n éerun. Esses nietcrils caem cnstantemnte sbre a Terra. Sem cntud atingir a superficie ri glb, Cies sã levads a pnl incandèscência pel atrit sbre as camadas atmsféricas. Entram cm cmbustã e imam até a fim sem ixar vestígis. Aprcsntam files algum perig para nós? Nã, a mens sejam grans dimensões, pis mesm uma pena brecha seria facilmente bturada cm brracha, e tampã seria mantid em seu lugar pela pressã luterir da cabine. VSTANTES D ESPAÇ Bruscamente uve-se um grit: *Ura fguete!» Sbre écran-radar vê-se nitidamente a restéa lüminsa, s slca, aprximadamente, cm a mesma velcida cm navega a nssa ilha vadra. Puc a puc nós a alcançams. feixe ílamas ti reatr se apaga prgressiva mente. Vislumbrams na esclilha d fguete, entre a ciaj.ida prvcada pel jat luz, rst enérgic e jvem ci diretr d nss institul. Sua vz retine ns fnes: «Saudáms s habitantes d Csms», fguete lumins ernparelha cm a nssa ilha flutuante. Um sisiema d amarraçã autmática ns liga a esse mbareadur nv tip. E. pr uma prta aberta num empartiment estan, se abre á altura da cabine d fguete, seus cupantes se ligam h nós, trazencl-ns as ultimas nticias da Terra. Durante esse temp, em Kalga, perl Mscu, sóbre csmdrm d nstitut Trilkvski, um nv fguete fi preparad para ser enviad as ares. Cada 23 hras, 56 minuts e 4 segtinds parte um fguete. Descrevend uma trajetória minucisamente calculada abandnand n curs sse trajet s reserva tóris vazis d seu carburatite (esses reservatóris sã lançads pára-das), cada fguete gasta cerca quinze minuts para alcanc;ar a ilha flutuante. Leva cnsig, cada fguete, pis reservatóris cheis, sã vadra. Mas, s há mui. t s vôs entre uma cida e utra sã nrmalmente efetuads pr aviões prvids um dispsitiv pillagem autmática, E, nssa ilha flutuante, a speit sua assmbrsa velcida slcament, se encntra sempre na mesma psiçã cm relaçã a csmdrm Kalga, quand da partida cada íguete. s fguetes, pr sua vez, sã dtads sistemas radar, Váris meses antes da nssa partida, a nssa ilha vadra havia sid mntada em terra firme, em Kalga. Nela nós vivems duranle três semanas cm cndições muit se aseme- havam a estas em vivems atualmente, salv n diz respeit a pes atmsféric. s elements cnstituintes fram pis lançads n espaç pr mei d vagões-fgueles até pm em ns encntrams agra, e mntads n lcal. A ilha vadra se slca pela inércia, screvend uma órbita circular quilômetrs cie diâmetr, à velcida T..j2 metrs pr segunds. Uma perda velcida 50 metrs pr segund bastaria para ns fazer vltar à Terra. HMEM A «MAR»! Um gran acnteciment esta previst para hje. físic brd ixará nss engenh para estudar a irradiaçã slar. Um peraur cinematgráfic filma a cena enquant veste seu escafandr e regula termômetr. Esse termômetr é um balã inteiramente pret, dispst ri exterir,.-.n espaç, absrverá inteiramente s rais slares atingirem a sua superfície. Suas indicações serã transm i ti d a s autmáticamnte para a nssa cabine através cabs elétrics. peradr vestiu também seu escafandr para prósseguir em suas tmadas cena e acmpanha físic. Clads ás vigias bservams livremente, press b. ilha flutuante pr um lng cab. físic dispõe termômeti a uma certa distância da ilha vadra. Enquant iss, cineasta filma seguidamente uma equip d chic escafandristas, qu avançam em fila, flutuand n espaç e transprtand granum utr grup instala um astrógraf e um espectgrat Ȯ espaç circunda a %-nsa ilha se pva puc a puc. Alguém slta uma piada sbre as alegrias d ar pur e ds passeis pel camp. Mas, eis sa ns ínes sinal alarme. «Um hmem a mar»! peradr cinematgráfic sapareceu... Talvez ve em dlreçã a Sl cuja reverberaçã ns impe percebe-? Depressa, radarl Finalmente encntrams nss «naufrag», se bate n espaç a dis u três quilômetrs d nssa ilha flutuante. Uma equipe scrr, munida prss faróis, avança pela nite acaba cair. Evlncia-se imprunte, crcurand ânguls sensacinais para as tmadas vista, havia satarrachad dispsitiv fixava a seu cab e partira à riva. bservams nenhum ser human vira até entã: slcament das nuvens sbr s mares e s Cntinentes. astrônm estuda s rais cósmics cuja energia ultrapassa dizem e muit, a energia atômica. A cra slar fi ftgrafada em tdas as hras enquant, da Terra iss nã é pssível senã durante s eclipses d Sl, e assim mesm se céu ee apresentar sem nuvens. Shrevand cean Glacial Ártic ftgrafams e fllmams em infra-vermelh (únic mei transpassar a calta das nuvens) mviment ds gels, e cmuninams as bservadres terrestres s resultads nssas bservações. Vista da Terra a nssa embiiveaçã cósmica parece uma pena estrela, visível sòmente; através d cula aicaiice antes d amanhecer c nas livas d erewpuscul, íw mment cm Sl ainda espalha a sua clarida. Falend várias vezes durante as 2- hras a vlta cmpleta da Terra, a nssa embarcaçã p ser avistada ce diferentes lugiaus. E, cada vez é avistada lcutr da radi lcal anuncia: «Atençã», a nssa Lua n. - vai surgir n hriznte!» s habitantes saem às ruas e ns buscam n céu cum seus óculs cie alcance. Dis meses ja se passaram. Mil vezes screvems a nussa rbita em turn d glb terrestre. Estams n dia em eme vems ser substituíds. Dez pessas tmam luga»- num pianudr, equipad cm um pen mtr-a reaçã. Uma chama salta, e nós penetrams na» camadas mais nsas du atmsferas, e aterrissams puc pis n csmdrm Mscu. Nesse mesm dia ura fguete crtu céu sbre Kulka, levand a seu brd nina nva equipe investigadres, Lg vltarems à nssa ilha cósmica, nã será pa- *a ns, sta vez, senã uma i escala. U nss st.n c astr das nites, a velha cmpanlieira da Turra cantada pr tds s petas e amástic, a Lua. «Lh-3» FARTE PARA A.UA! NUM DESSES APARELHS?AR-SE-A AS VA- GENS NTERPLANETÁRAS imediatamente amarrads ã nssa ilha cósmica, assim transfrmada em pst pósit e reabasleciment Ṗ parecer estranh tds s fguetes eusigãm encntrar a nssa ilha cies vlumes. Eis esteaciem uma espécie véu sbre unia armaçã metálica. E um raditelescòpi munid antenas, stinad a capar s radi-sinais emi- Uns pel Sl e pelas esire- as. Um puc mai.s líi.ce Mai 9... Sã 2 hras e 2 minuts, hra Mscu. Ue vlta à ilha vadura, tmams lugar a brd um fguete ntr alguns minuts na cnduzira :i Lua. Reflexs vermelhs iluminam a cabine: s reatres acabam ser psts a luncin;ir. Mais uma fraçã d segund nss tlê-íi» se separa lentamente da ilha fluluaiite. Primeira cnstataçã: sms atraíds para fund da cabine. E a frça tte prpulsã ds reatres ae faz sentir. li. clar nã pesams tant quant sbr a Terça mas também nã flutuame mais cm na lha vara. s mtres à reaçã rncam sb s nsss pés. Na trepidam cm ruid ds mtres d fguete ns truxe da Terra para a ilha vadra. Sbr a Terra s mtres d «LK.-3» nã ns teriam nem permitid clar. Mas aqui, dad vazi quase abslut e a quase insignifiente frça atraçã a vencer, fazem cm um impuls relativamente frac seja suficiente a dar inici a essa viagem cerca quilômetrs (pis screvems uma curva eliptica e nã uma curva direita) a termin da qual 6e encntra nss bjetiv: a Lua. Mei minut já passu s a clagem d «LK.-3». Nã na encntrums, prém, senã a algumas centenas metra da ilha vadra. Cm príams nós, nessas cndições, percrrer em cinc dias e cinc nites e enrme distucia ns separa d bjeti-.vt Para cmpreendê-l ó necessári cnsirar <LK-3» a ilha vadra sã atualmente cmparáveis u dis trens crreriam sôbrèliahas a curvas quase paralelas, Ns afastams lentamente um d utr, mas «LK-3» nâ pssuía, n mment da rmrtidu, a mesma velcida ua ilha vadra, ist é, 7,75 quilmetrs pr segund. E, essa velcida aumenta regularmente: ntr vinte niinuts atingirá quilômetrs pr segund... uve-se um ruid caracte- \ ristic: dis reservatóris cntend carburante c xigêni acabam se esvaziar; as trneiras alimentaçã crrespnntes se fecham c utes reservatóris sã autmáticamente ligads as mtres, enquant s pósits vazis prjetads n espaç, n se transfrmam em minúscuis satélites da Tenra. Apesar «LK-3> ser cntrld pr um pilt autmatic nós cntrlams cnstantemente as suas crnadas c u velcida. ss pr bastaria um ligeir svi para nss encntr cm a Lua fracassasse. Às 22 hras, 25 minuts c 8 segunds, a alimentaçã ds reatres cm carburante é au" tinàticamente crtada. rnc cessa. Vams pela inércia ntr da nite negra ds espaçg cósmics QULÔMETRS A HRA! A nssa velcida se aprxima quilômetrs ã hra. Desd s mtres pararam funcinar a frça atraçã teerrestre cmeçu a se fazer sentir. Quand tiverms percrrid quilômetrs ela terá reduzid a nssa velcida a quilmetr pr sejund, nã tem a menr imprtftncia, pis, entã, estarems próxims penetrar na zna atraçã da Lua,. 3 Mai, hra e 20 mlnuts! Despert cm um sm vzes. Que azar! Perdi um acnteciment memrável. Acabams encntrar a uma certa distância, íelizmente um crp celeste minuseul, gira cm trn da Terra, tal cm a Lua. Aparecia nitidamente visível sbre ecran d radar. Saitel até a vigia. Muit tar, infelizmente. Nã cheguei a perceber senã cintilamunt da astrs distantcs.. i Nã te pnhas tã nervs, disse-me chefe da cx. pediçá. Sua rbita é agra cnhecida c s nsss bservatóris prã facilmente lcalizar esse viajante misteris. Envia imediatamente uma mensagem a Terra, Alguns instantes mais tar, peradr rádi, cepci- nad. anuncia tdas as cmunicações cm a Terra estã interrmpidas: a atmsfera trnara-se prvisória- ^fe/;^^.:i^gí"k«&«? s áw WÊBKÊÊÊm 7 D. R, A. x Rcha Faria «fi.<f **»* tf f\ T% " Vi r - RpênMHp fiqs quadrs principais d D, li. A. e ti Rcha Faria pèfrnlar-se-ã, na tar ^je, num amists pritaete um senrlar ds amais atraentes, já se irata dis bns cnjunts, Wi militarn jgadres cabgrizacls, é, pr iss, capaíiltads a blindar públic sprtista d Camp Gran cm urna ntável exibiçã. Rcha Faria, pr nss interinédi, cnvca tds s seus amadres para cmparceiem às 3 hras na se d clube, n partirã incrpracls para lcal clu pugna. A M P E N AT Ds Servidres REAPARE PALESTRN falestrin clu Lucas ar \.\ tuasciuiu ds gramads suburbans, reaparece, hje, eiítrentand frte cnjunt ti Estrela ur. A peleja está send aguardada cm gran ansieda pis, alem estarem s dis quadrs em cridiçes prprcinar um bm espetácul futeblistic, Paieatrin fará éstrêiar nvs jgadres em se úquadl. ^ tras d Esprte Menr acu nume vcrüairuv Céü liulart tem apelid? íiâ liiiiinilii cmeçu u JuKsrí Aus li anua uil iniciu sua carreira? N Santíssim Quuis u clubes em quu ia estvev Albanl t, Santíssim (jiló ulgu-u* jgaürca stacad» stes clubes Jsals, Móa d lliiiiitu. ("uni sen grêmi aluai. santíssim J-Jslá satislcit n mesm? Sim (Jual seu jg d mair einca? bantisalmu»; As ur üü UÜuütt..... «luul auversári qu» mais impressinu. sa».tuit ""íjuttl a sua mair ambltã mu esprtes? ngressar n """ttillfaclia Ksprtei Menr. - ü celeir d cras para «6 grauucs clues u priissinulism.?i.;m mg mais u lutreasaute par» cntar? - Quer ixai inuilia daiis.uca pela tui inicialiva " - "- ment imprmlavl iui ndas eletrmagnéticas. Decidimg entã recrrer A transmissã pr ninais luminss. i li Mai, 7 hras. Nssa velcida cntinua a creacer. Prcurems, entretant, mais três quartas partes da distancia. disc da Terra parece menr; enquant a Lua crescis a pnt» dis planetas parecerem ter t mesm diâmetr. Ura eentlment próxim da rtstalgia ns inva. De mment em mment alguém ne aprxima da vigia para cntemplar a face azulada da Terra, gira lintamehte sbre um funcl velud negr. 6 Mai, 7 hras. Aprxlma-se mment cruel da viagem: <LK-3» inicia a freiagem antes da sua scida na Lua, chefe brd emite a rm: «Virar 80 gr&us.> Uma pressã sbre um cmand aparelh balança sbre si mesm, seguind sua, trajectria, srte a sua parte psterir tma a psiçã da parte anterir e vice-versa. Daí pr diante basta dar partida ns mtrca para freiar nss mviment. Estams s há mult ntr da zna atraçã da Lua v quant mais ns aprximams d satélite da Terra mais a nssa velcida aumenta. Príams ter pst s m. tres era marcha para dljntnul-la, mas é precis cnservar carburante para assegurar a vlta ft nssa lllia flutuante.,.. 0 hras e 50 minuts! A velcida da da ultrapassa JA seis vezes a velcida d sm. chefe brd pgsul nervs aç piltautmátic se encntra regulad cm c^-ema precisã. Entretant nã se pô impedir estremecer à déia príams «tamp» nars. a Lua cm essa velclda... N mment exat era qu chefe brd esten a mã em direçã d painel fie cmand, pilt-autmá. tic estabelece cnfáct e s mtrc3 recmeçam a rncar. Nunca sm qu emitem ns pareceu tã meldis, Vôams a 2.00 metrs pr sagund , Trata-se, agra, trans- " frmar nss fguete num aatelite artificial da Lua, imprimind-he tal velcida hrizntal, prsseguind seu mviment pela inércia, a sua velcida centrifuga equilibre a frça atraçã lunar. N mment cm espidmetr marca «.600:>, pilt-autmátic paralisa s mtres. Em duas hras t sete minuts efetuams a Vlta cmpleta cm tm da Lua, a 90 quilmers da sua superflcic. Reduzims a nssa velcida a ii metrs pr segund, suficiente para niciems a scid, seguind uma trajetória muit alnga, da. «ATERRSSAGEM» SC BKEALUA!.3 hras e õ6 minuts. Trze quilômetrs apenas ns sparam da Lua. Vams a 45 metrs-segund, u sejam 62 quilômetrs pr hra. Ültims feixes d chamas... última freiagem... -ilk-3 entra em cntact cm sl lunar. Suas lagartas elastícas raspam sbre um terren pedregs, nenhum sêr human até entã havia tcad. Estams sbre urna face da Lua nunca se vlta para a Terra. Pelas vigias percebems um sert estéril, iluminad pels rais d só), pente. ;Ainda sejams s primeirs explradres da Lua (fazend abstraçã naturalmente, ds persnagens ds rmances), a tpgrafia d nss satélite 6 bastante cnhecida, especlalmene pis da expediçã d an pas. sad, quand tend feit, ã distância, a Vlta da Lua, regressu trazend mapas ssa, face até entã scnfiecida. <rlk-3j> se imbilizu n centr uma planície antártica lunar. Envergams s ; nsss escafrandrs e ns preii :: Pr A. STERNFELD N aatelite artificial... pes & praticamente inexistente params para saltar. N mment em a prta d fguet se abre, puc ar sa escapa das suas entranhas ó suficente para levantar uma gran nuvem peira um cinza amarelad. A ausência d ar a fraza Atingims agra s cume; enslarads. Para transpr uma escarpa quase à pi é precis pôr s mtres era funcinament, erguem uma, fantástica nuvem peira branca. Transpst SSQ bstácul da frja da atraçã lunar fa- \ atingims lg cume da An» lem cra na peiras subam tàrtica lunar, n se s- «um cusignau,,,uutiu prpiluanu a üsprt.» Menr maires alcances. muit mais alt e caiam muit mais pressa d na Terra. Sbr a superfície da Lua, amntams grans blcs d lava Blidiíicad» e sbr élea instalarag um fiismgraf. mtr das lagartas pz-se a funcinar. nss engenh transfrmu-s» mua veícul capaz da avançar iôbr qual» r terren.. «LK-3» dirige-se para uma altura mntanhsa, situada n pl»ul lunar. Galgams encstas crtadas pr lngas faixas branca» brilhantes, cinzas vulcânicas. nss radi capta bruscamente sinais elétr-magnétics emitids a intervals rcgulares. <E se fsse pr acas s selenitaí estivessem ns preparand unia recepçã?» arrisca ura espiritus. Seja fôr, ns dirigims pata pnt da emissã. Uma brecha, larga a prfunda, ns barra a marcha. Ura pen recu para tmar impuls e eis bstácul transpst. E aqui pesams seis vezes menb sbre a face da Terra, e a nssa velcida da se encntra reduzida na niesma prprçã.. s sinais ns cnduzem em direçã à linha a* marcaçã entre a zna iluminada e a zna smbra*, üs faróis varara a bscurida. Ura feixe centelhas prjeta-se bi-uscamente, iluminand pr uni instante a mrna paisagem. E um meterit, acaba se chcar cntra uma rcha, Eis s nsss faróis iluminam a fnte ds sinais: mis pen emissr lnga duraçã du funcinament a la-. d um fguete incendiad e uma cmprida bánirl,»-- uma flumula, tud iss ixad pr nssa expediçã ci an passad. Retirams d fguete text d dcument puulicad na épca pcv tds s jrnais d mund. Depis terms juntad a dcument um breve relatóri sbre a nssa própria expediçã, clcams tud n crp d fguete e plantams a fiamula n alt uma rcha. «LK.-3» retma a sua prgressã. A cra prateada d Sl surge n hriznte. Lg em seguida e disc slar cmeça u se mstrar. s pics su iluminam una após s utrs. Uma enrme rcha se agita sbre uma vertente e rla, caivegand cnsig uma massa pedras e penas xchus. A avalanche se dirige diretamente cntra a nssa maquina. mtrista, prém, executa uma hábil manbra, e dá a partida cm uma flecha, parand mais adiante. Tud iss se passu ntr d mais cmplet silênci (a Lua nã pssui atmsfera). Nã ns sentims surpreendids, pis sabiamg as bruscas variações temperatura prvcam essas sagregações nas massas rchsas. crtina um panrama mesquaeivei, dminad pela Terra eatranliameute luminsa, sbre n qual se advinham s cntrns ds Cntinentes pevadr, mments antes havia filmad a avalace che, assenta seu aparelha para g circs as craterag rf.-s vulcões extints, as caias ds mntanhas, a claras faixas, crtara s caminhs., > > Nssa visita chega a finj Fi breve, pis nss bje-^ tiv era unicamente ístu= dar as pssibilidas «aterv, rissagem> sbre a Lua, assina cm as características d sl lunar. ss feit, pms íegressar, i i Antes reiniciarms vet «ã minucisamente «xamlna ds s diverss mecanisms a aparelhs, Levams cnsc a fita d sismgraí, aa qua! ü» cu registrada a avalancha só pr puc nã ns fi ia* tal aparelh, recarregad, permaneceu em seu lugar, a fim d pusse transmitiu à, próxima expediçã as experiencias sbre cmprtamen. t da crósta lunar» Amstras rchas lima res fram cuidadsamente em*, pactadas: cntinham cinzas, areia» tdas aa cres, pda ç» xid ferr, lava e lufg vulcânics. 7 Mai, hras e 2i] minuts. s reatres entrara sm mviment, «LK-3> r a rapidamente sbre suas ia.. gartas. Mais alguna minuts e clams sbre esse sl pedregs. As lagartas entã já núteis, sã reclhidas, Au^, Lua! u melhr até a vital 20 Mai, 6 hras 6 0 minuts, A maestria d pilt ns permitiu ecnmizai carburante suficiente para * clarms da superfície da Lua * uma velcidaus mair d qua ala qu fra prevista, s si uraçã da viagem regrea s fi dis dias. Da mesma frma quan» d da ida, uma etapa da via<, gem cnstituiu em serms urci satélite artificial da Lua, m regress, utilizand s mtre;i liara trear a marcha, «Lis.- 3» fi, pr algum temp, um satélite artificial da Terra Descreveu unia órbitra ehpti» ca muit próxima da ilha vadr, na qual quase encsta., ms. Tmams nsss lugares a brd d planadr cósmic, ns transprtará du vlte. à Terra. 20 hras c 50 minuts..uuminad pels rai» d sl pente Mai, Mscu ns apa. reee em td seu esplendr. As praças «as tuas da capi.. tal estã pretas gente. Aparece csmdrm. Ln, gas filas carrs afluem pj. ls estradas da rednza. Antes mesm ter sid aberti a prta d planadr, uvims um imens clamr da multidã, havia acrrid para saúda.? s primeirs explradres lu» nares. Cngress nternacinal Mulheres _i CS grandis Campenat s QUADRS is Servidres Públics Ase equipes para este enr...,,, cntr, cuj inici esta piejwntu cm a participaçã vist0 p;u..l,ls (j;j0 hrasj d(j. ftrlnta c dis cncrrentes, V(írj0 alinhai s seguintes chega, na tar hje, a jgadres: Eletrtécnica: i- «eu tinal. A disputa d cam- lán.dpj Armand e Sampai;..,..,., j,,:, Prtugal, Aranda e lala, penat fi dividida em dis AW> j^ Martò. Bujlf,u e grups, tend se classificad pjrj0. Aernáutica: svald; paia as finais 8 equipes, e fi- índi e Ramalh; van, Rui e cand para a peleja eisivii ^^^ Jg será levada a eleit esta prlimiuir eslarsl0 em luta tar, n gramad d Uniã, as equipes da Fábrica Maem Marechal Hermes, s qua- terial Cmunicações e da CÁR D ESTAD D R/, trs d Eletrtécnica e d A"- lnáutica. EM MESQUTA SANTÍSSM Santíssim E. C. estará, na tar hje, n subúrbi Mesquita, n preliará vm Uniã S. C, uma das mais a instadas equipes da calldà. Para esse difícil cmprmiss a diretria d Santíssim cnvca, pr nsl intermédi, tds s seu* tfadres para tempârèçam para, lá estes se ã Ciu-.partirem n. Wilsn Sns F. C. TRNE NTER- CLUBES EM SVALD CRUZ Flameng Suburban, através sua diretria, cnvida seus c-rmãs d filiebi inpennte para partili- eiparem dn Trnei nter-clui-- r.nr> serã iniciad em principl Març, sb seu patrcinl, s interessads dvem se pôr em cntact cm sr. Adã Matias, na rua BassaL núinjjkj, S, $ía. Qsva),-. ^^.de cara McwyttaeJ.. fe^üà A Pari ida SA UüinÇAUJ X CAB FK, estava prgramada para dming, Hje, fi transferida em virluile tia primeira frnecer elements paia selecinad fluminense, na- a data, n Estádi Cai Martins, em Niterói, preliará cm a seleçã carica, em disputad d Trnei Paul Uiiiart d liveira. Üs atletas cnvcads pe- Técnic Walter Ferraz c, prvavelmente, clmiiig, representarã Estad d Ri n Trnei Paul Gulart, sã s seguintes: Neil, ele Sã Gnçal; Lelec, Niterói, Paul, Friburg, Genesl, cie Sã Gncal, Rbert Caehòeiras, Bsc, rland e Elba, ti Niterói,.Tprge Arcas, cie Sã Gnçal. Dite, Niter" Vavá, Sã Gnçal, Zé Carls, Nitcréi. Hnald Petróplis,.lrginh e Peçanha, Niterói. préli =*í prgramad para às (55 hras, n Estãdiò Cai Martins, sh arbiirágem n Juiz Eim Sar>ches, terá cm auxiliares dis árbitrs íamb^iü âe.. mm" s mais jgs hje, dming, sã s seguintes: Fei X CAMPENAT FLUMNENSE DE FUTE- BL: Padua x ltaperuna, em Camps, n camp d Giatacaz F. C, sb arbitragem Francisc Assis Freitas, tend cm legad da partida Vice- Presinte da FFD, Sr. swald Cunha. Em Barra d Pirai, a seleçã lcal, em segunda partida, enfrentará a cie Menti, sb arbitragem rílmlcriq Hrta, terá cm Auxiliares Age grar-se bi-eampeâ fluminense prfissinais. 0 Sr. Canes Figueired, Auditr interin d Tribunal Justiça Desprtiva, encaminhu ntem a Pí.;3Íüente daciuele Desprtiv, Di\ Hmer La- * niàl; «MULHERES DE TDS S FASESi Para respnr às prfundas aspirações tias mulheres, para buscar em cmum uma sluçã para s grans prblemas as precupam, a Feraçã Demcrática nternacinal Mulheres cvca para mês ;; junh 953, na Dinamarca, Cngress Mundial Mulheres. Mães, reis educar s vsss fllhs sem as privações s preparativs guerra agravam; reis vé-ls bem alimentads, sadis e bem vestids; reclamais para eles mais habitações e mais esclas. Mães, reis salvar vsss filhs ]; ds sfriments e da fme; estais pri-! vada- td direit; careceis, assim í cm vsss filhs da pssibilida a- \ cess à instruçã e vs incrprais Pr J vss pv na luta cntra a pressã cl ra, prcess em EC { Sirantirn recrre d at J cia Liga Barrainansense J Desprts, marcu us,» pnts da particl.., j AA l Jiiventus. á Auditria pi- i nu n sentid d recurs * ser julgad pel Cnselh \ Superir da FFD, já se nr Martins àhering e Hil- tra^;, apelar um at dbrand Barbsa. Cm legad da FFD, funcinará sprtista Damiã Vargas Muniz. Cmu penúltima rdada pel CAMPENAT EXTRA DÉ PRFisSiNA.S, duas partidas se realizarã: Barra Mansa x Adrianin, em Barra Mansa, sb arbitragem Antnilh Alves liveira, da qual é Delegad Sr Euclis Slan Mendnça.-Em Tairetá. Tui x Riachuel, aue te. em jui2 Walker" da Cunha Pinheir. Bastará um em- Pr da FFD. 0. instalai-sc-á às 20 hras segunda-feira,.dia 2, na se da FFD, Departament Niteriense Futebi Prfissinal, quand será discutida e aprvada a Lei rgânica c aprvada data praa Trnei hfcl e ]. Campenat. A CBD já h- ; mlgu a criaçã d pr- ; fissinalísm. na Capils) d Estad. Dis 3!3, às 8 \vsras. na!?fd; seri instalad DEfÀETAMBNT NTEEQE-? ESSE CNGRESS E VSS CHGHESS * PERÁRAS, EMPREGADAS, qua vs ergúéls cntra s saláris miséria, sempreg e a intensificaçã d ritim d trabalh, agravads pela plitiea gverra; levantais vss direit a um salari igual para um trabalh gual; iguais pssibilidas qualificaçã e emprôg, a aplicaçã e a extençã da legislaçã trabalhista. CAMPNESAS, arrancais da terrn aliment indispensável à existência ds.pvs, em tants paises viveis sb jug dns latifundáris, sempre primidas pelas dívidas e pels impsts, reis gzar frut vss trabalh e sejam intrduzidas n camp e senvlvids s fatres d prgress. DNAS DE CASA, tens a prectipaçã cnstante d nsuficiente rçament familiar. NTELECTUAS MULHERES DE PRFS- SES LBERAS, reclamais a garantia vss trabalh * livre acess a tda? as carreiras. «:SSE CNGHESS t VSS CHC-SESSC! MULHERES, qua reivíndtcais vss di direit eleger e ser eleitas; vss di«veit a trabalh, à instruçã; à prteçã a maternida; mulheres reis estabeleciment e a extensã ds segurs sciais e das instituições culturais e sciais, lutais pela dignida da mulher, pels direits mcrátics, a inpendência d vssa pátria e a amiza entre s pvs. E alas vivem ns paises em a felicida da infância e s direits da mulher sã garantids. Nós, tdas, rems viver e educai crianças belas num mund libertad da bmba atômica e n qual prgress e a ciência permitem a tds seu plen senvlviment. MULHERES DE TDS S PAÍSES, piniões, crenças e meis sciais diverss pertencems u nã a uma rganizaçã feminina, qualr st?ja a ct ds tua pele. CNGRESS MUNDAL DE MULHE- RES E NSS CNGRESS; Lancem-ns imediatamente a traballt! Cnversems cm.cada mulher em sua casa. na fábrica, n escritri, nó damp. Reunams, elejams e signems nssas legadas. Enviems a Cngress niilhares mensagens, nssas prpstas, nssas sugestivsv.ótiancr- Ezbârâ ãev» ASSEGUREMS UNDAS ÊXK0 D CNGRESS MUNDAL DE MULHERES! (trech d a,pèln da FDM para Cprigres s Mundial cie Mulheres) Du meu inteir api às Assembléias Reginais Femininas s realizam a 20 març próxim, respectivamente em Sã Pf.ul, Niterói, Recife Frtaleza, em pie paraçã a Cngress Mundial Mulheres a) Assine, faça assinar as suas aínigas e remeta á Feraçã Mulheres <S Brísü Avenida Tsesiijtenta Ànt«i Ctófi& 33fcA <*&% & "

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