Na composiçãodasoperaçõesdecrédito, acarteiracomercialéamaisrepresentativa, detendoumaparticipaçãode79%.

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1 Bnco do Estdo de Sergipe S/A Ru Olímpio de Souz Cmpos Júnior, 31 Birro Inácio Brbos CEP Arcju Sergipe Bnese, um ptrimônio de todos os sergipnos Mensgem d President Há mis de meio século, o Bnese contribui incessntemente pr o desenvolvimento econômico do Estdo de Sergipe. Ao longo dos nos, cresceu como um instituição modern, que se mntém tent às demnds sociis e às exigêncis imposts pelos cenários socioeconômicos que permeim seu mercdo de tução. Com mis de 506 mil clientes em su bse de negócios, empres lcnçou mrc de R$ 3,5 bilhões em seu Ativo Totl e somou R$ 264 milhões em seu Ptrimônio Líquido. O gerencimento dos projetos estruturntes e o compnhmento dos indicdores definidos no Plnejmento Estrtégico orientm o crescimento grdul e sustentdo desses resultdos, tornndo empres, cd vez mis, um referencil positivo n economi locl. Consciente de que exerce um tividde extremmente competitiv, o Bnese busc melhori opercionl nrelizçãodeseusnegócios. Nestesemestre, contrtounovosfuncionários, investiunosetordesegurnç em sus uniddes e promoveu um mior qulidde n plicção de seus tivos. Além disso, incrementou esforços n mplição d cessibilidde de seus produtos e serviços, compnhndo dinâmic do mercdo bncário, que hoje está treld às questões conjunturis econômics lids um mior cesso os meios digitis. Como gente entusist de tudo que é fvorável o desenvolvimento de Sergipe, empres cultiv um sólid prceri com os mis diversos setores d sociedde e credit que está dndo contribuição necessári pr tornr s instituições mis trnsprentes e permeáveis o exercício d ciddni, servindo como exemplo e mntendose fiel à su missão. Os esforços continurão sendo direciondos à expnsão d bse de clientes, do portfólio de produtos e serviços n rede eletrônic e do poio à forç de vends, sem esquecer o incentivo às mnifestções culturis e rtístics que enltecem o sentimento de sergipnidde, muito presente n instituição. As págins seguintes presentm o Reltório d Administrção e s Demonstrções Contábeis do Bnco do Estdo de Sergipe S.A, reltivos o primeiro semestre de 2013, elbordos em conformidde com s norms estbelecids pel Lei ds Socieddes por Ações, pelo Bnco Centrl do Brsil (Bcen) e pel Comissão de es Mobiliários (CVM). Ver Lúci de Oliveir President Ambiente Econômico O cenário econômico interncionl permnece com centud frgilidde. No primeiro semestre de 2013, presentou importntes lterções, que reforçrm o desfio brsileiro de evitr sobressltos em su economi. Nos EUA, continuidde dos resultdos positivos nos mercdos de trblho e imobiliário sinlizou grdul normlizção ds condições de polític monetári. Como consequênci, s txs de juros mericns de longo przo se elevrm, fortlecendo o dólr e impctndo negtivmente nos preços dos tivos finnceiros em píses emergentes. Nesse contexto, tx de câmbio no Brsil encerrou o semestre negocid 2,22 R$/US$ pós lcnçr o ptmr de 2,00 R$/US$. Contrpondose à gitção do cenário, o governo federl se mpr nos pontos fortes do pís, investindo n mnutenção d competitividde industril e no equilíbrio entre produção intern e o setor externo. Como um competidor globl em scensão, o Brsil cont com vários ftores que respldm um posição industril competitiv robust, no entnto, qued ds exportções lcnçou 5,9% em 12 meses frente 0,2% de qued ns importções. Comoqudroinflcionáriomispertdo, refletidopeloipcacimdotetodmet, ocopomelevouselic pr8,5% emsuúltimreunião, ponderndoquetxsdeinflçãoelevdsrepercutemdeformnegtiv sobre confinç e o consumo ds fmílis, reduzindo o potencil de crescimento d economi, bem como de gerção de empregos e de rend. As projeções pr 2013 indicm um crescimento do PIB entre 2,0% e 2,5%, superndo o lcnçdo no último no. O crédito concedido pelo SFN cresceu de form moderd, proximndose de um ritmo mis sustentável de crescimento no longo przo. Os empréstimos com recursos direciondos continurm gnhndo prticipção n crteir totl, ssim como queles concedidos pelos bncos públicos. No tocnte o mercdo interno, consttse que o Estdo pss por um momento de positividde em su economi, grçs progrms de incentivos concedidos pelo governo estdul. Nos dois primeiros meses de 2013, recebeu 26 novs empress com benefícios previstos no Progrm Sergipno de Desenvolvimento Industril (PSDI). O déficit d blnç comercil teve qued de 33,95 %, s trnsferêncis provenientes do Fundo de Prticipção dos Estdos crescerm 8,3% e s do Fundo de prticipção dos municípios, 11,2%. Relizndo s devids ponderções cerc d cen econômic tul, dministrção do Bnese entende ser possível mnter o crescimento dos seus indicdores de sustentbilidde trvés do proveitmento ds conveniêncis oferecids pelo seu mercdo de tução. A empres se mntém confinte n tendênci de crescimento d demnd por produtos e serviços bncários e n estbilizção dos índices de indimplênci, que permitirão lvncr seu volume de negócios e cptção, grntindo ssim, su competitividde e eficiênci. Perfil Corportivo Missão Promover o desenvolvimento de Sergipe fornecendo soluções finnceirs de form sustentável, gerndo vlor pr seus clientes e cionists. Visão Aumentr prticipção no desenvolvimento de Sergipe, sendo o bnco preferencil e crescendo os seus indicdores de sustentbilidde. es Responsbilidde Socil Qulidde izção dos Empregdos Rentbilidde e Produtividde Gestão Profissionlizd Credibilidde Comprometimento Inovção Stisfção dos Clientes Posicionmento do Bnco do Estdo de Sergipe S.A O Bnco do Estdo de Sergipe S.A Bnese sociedde de economi mist, cujo cionist mjoritário é o Governo do Estdo de Sergipe, com prticipção cionári de 90%, foi crido no di 13 de novembro de 1961, pel Lei Estdul nº e obteve utorizção pr funcionr pelo Bnco Centrl do Brsil, em 31 de julho de 1963, trvés d Crt Ptente nº O Bnese, desde su crição, tu como gente de desenvolvimento do Estdo de Sergipe, sej no fomento econômico trvés do estímulo à inclusão bncári e cesso o crédito sustentável, sej n promoção de ções de responsbilidde sociombientl. Com su trnsformção em Bnco Múltiplo oper ns Crteirs de Crédito Comercil, Imobiliário, Industril e Rurl. O Bnco compreende um consoliddo econômico com Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd (Bnese Crd). Além disso, fzem prte d mrc Bnese Corretor e Administrdor de Seguros, o Instituto Bnese de Seguridde Socil (Sergus), Cix de Assistênci dos Empregdos do Bnese (Csse), Associção Atlétic Bnese (AAB) e o Instituto Bnese, responsável pel gestão d responsbilidde sociombientl e poio às mnifestções culturis. Cnis de Atendimento O Bnese dispõe de cnis de tendimento que grntem su cobertur em todo o Estdo de Sergipe, bem comonosestdosdealgos, BhiePríb. AlémdoscnisInternetBnking, CelulrBnking, CllCenter e s Redes Comprtilhds, dentre s quis destcmosverde Amrel (RVA), Bnco 24 Hors e Mstercrd Mestro, o Bnco disponibiliz os seus clientes e usuários 827 pontos de tendimento, ssim distribuídos: 61 gêncis; 11 postos de serviços bncários; 431 cixs eletrônicos; 276 Pontos Bnese (Correspondentes no Pís). Internet Bnking; Celulr Bnking; Cll Center; Redes comprtilhds: Rede VerdeAmrel, Bnco 24 Hors, Mstercrd Mestro (função débito), Mstercrd Mestro Cirrus (função débito interncionl). Destcmos ind Ouvidori Bnese, que constitui um cnl de comunicção direto entre o cliente e diretoridesse, tendomissãoderepresentrosinteressesdosclienteseusuáriosdosprodutoseserviçosdo Bnco, qunto às sus reclmções, elogios, sugestões, dúvids, informções e solicitções. Nesse sentido, por meio d Ouvidori, o Bnese tem o compromisso de melhorr continumente seus produtos, prestção de serviços e cnis de tendimento. No 1º semestre de 2013, ess instituição finnceir registrou um totl de 821 eventos clssificdos em elogios, sugestões, solicitções, informções e reclmções, trvés dos cnis: Internet, Alô Ouvidori ( ), pessolmente n Ouvidori Bnese, correspondêncis, Bnco Centrl do Brsil e Ouvidori Gerl do Estdo de Sergipe. Evolução Ptrimonil Consolidd Ativo O Bnese, em consonânci com os objetivos do plnejmento estrtégico, mnteve dinâmic crescente dos seus tivos consoliddos. Desse modo, no 1º semestre de 2013, os tivos totis consoliddos registrrm um sldo de R$ milhões e um crescimento de 16% em relção o 1º semestre de 2012 e durnte os últimos qutro nos, registrse um crescimento de 54% 1. Ativo 1 No 1º semestre de 2009 não hvi consolidção ds demonstrções finnceirs do Bnese. Operções de Crédito Pr o Bnese, s operções de crédito são s principis fontes gerdors de resultdo e tmbém são contemplds em seu plnejmento estrtégico como polític de desenvolvimento regionl. Seu direcionmento tinge os segmentos de pesso físic, principlmente com o CrediSlário e Credipessol e no segmento de pesso jurídic, trvés de ntecipção de recebíveis e concessão de cpitl de giro, dentre outros. Nesse sentido, crteir de crédito totl do Bnese tingiu, no 1º semestre de 2013, o vlor de R$ milhões, um umento de 8% em relção o mesmo período de Comprndose com o 1º semestre de 2009, observse um crescimento de 137%, motivdo principlmente pel otimizção dos cnis de tendimento do Bnco, o que possibilitou disponibilizr linhs de crédito os clientes com mior gilidde, comodidde e segurnç. Operções de Crédito N composiçãodsoperçõesdecrédito, crteircomercilémisrepresenttiv, detendoumprticipçãode79%. Esseresultdo está linhdo com o perfil corportivo do Bnese, trvés d forte tução no segmento de vrejo comercil, voltdo especilmente às pessos físics (funcionários públicos). A crteir de desenvolvimento, por su vez, corresponde 21% em relção o totl de operções de crédito. Distribuição do Crédito O volume de operções de crédito comercil registrou R$ milhões o finl do 1º semestre de 2013, um incremento de 7% qundo comprdo o 1º semestre de 2012, cujo sldo er de R$ milhões e de 124% em relção junho de 2009, qundo se tinh um volume de R$ 573 milhões. Crteir Comercil N crteircomercil, soperçõesdepessosfísicssommr$979milhões (76%), concentrdsnos servidores públicos com recebimento de slário no Bnese, seguids ds operções vinculds o crtão de crédito Bnese Crd. As linhs de crédito de pessos jurídics totlizrm R$ 304 milhões (24%). ComposiçãodoCrédito Comercil (Em R$ milhões) As operções de crédito de desenvolvimento presentrm sldo de R$ 344 milhões, um crescimento de 10% em um no e de 204% no cumuldo de qutro nos, qundo se tinh um sldo de R$ 113 milhões em junho/09.atrvés dess crteir de crédito, o Bnese contribui cd vez mis com o desenvolvimento socioeconômico do Estdo, umentndo inclusive su prticipção de mercdo nesse segmento. Crteir Desenvolvimento O crédito de desenvolvimento do Bnese, é composto de recursos destindos às operções de crédito industril, rurl e imobiliário. Atulmente, o crédito imobiliário é o mis representtivo, obtendo um prticipção de 64%, enqunto que o rurl e o industril contribuem com 20%e 16%respectivmente. Ressltese que, n crteir do crédito imobiliário, 77% dos recursos são locdos em operções no segmento de pesso físic, o que contribui com mitigção do risco pel diversidde de clientes contrtdos e fidelizção destes. Distribuição do Crédito de Desenvolvimento O desempenho do crédito imobiliário foi proveniente do direcionmento estrtégico dess crteir prtir de 2008, lido o quecimento do mercdo imobiliário locl nos últimos qutro nos,sej trvés ds plicções direcionds à construção de empreendimentos imobiliários, pels pessos jurídics, sej pel quisição d cs própri pr s pessos físics. No 1º semestre de 2013, percebese um crescimento de 22% em relção igul período de 2012, qundo totlizou R$ 179 milhões e de 508% nos últimos qutro nos. Crédito Imobiliário Polític de Crédito O Bnese estbelece, em su polític de crédito, diretrizes pr nálise e concessão de crédito clientes. A prtir d combinção de premisss pr concessão (tis como seletividde, grntis, liquidez e diversificção de riscos), de limites de concentrção e exposição de crédito e, por fim, de um estrutur bsed em comitês e lçds de decisão de crédito bem definids, buscse promover negócios rentáveis pr o bncoequliddenplicçãodosseustivos,mbosemssociçãocommitigçãoderiscos.no1ºsemestre de 2013, s operções de crédito do Bnco se concentrrm nos melhores níveis de risco, de modo que 95% dels ficrm clssificds entre os níveis AA C, o que grnte um menor provisionmento sobre s operções de crédito, de cordo com Resolução CMN 2.682/1999, cujo percentul se encontr dentro d médi do segmento bncário. Clssificção d Crteir de Crédito por Nível de Risco Com bse n clssificção cim, registrrmse R$ 53 milhões título de provisão pr operções de crédito o término do 1º semestre de 2013, o que equivle 3% d crteir totl, conforme pode ser observdo no gráfico seguinte. Provisão d crteir de Crédito por Nível de Risco O Bnese lcnçou, o término do 1º semestre de 2013, um índice de indimplênci de 0,9% sobre sus operções de crédito, considerndo um trso superior 60 dis. Em relção o mesmo período de 2012, o indicdor ficou 0,2 p.p menor e 0,6 p.p em relção N comprção com o Sistem Finnceiro Ncionl, queconsider um trso superior 90 dis, o índice registrou um percentul de proximdmente 3,6%, sendo 5,3% (pesso físic) e 2,3% (pesso jurídic). O bom desempenho do indicdor desse bnco comprov tenção sobre seu processo de concessão de crédito, no sentido de conseguir relizr bons negócios com bixos riscos envolvidos. Índice de Indimplênci Aplicções Finnceirs As plicções finnceirs do BnesetotlizrmR$1.256milhõesno1ºsemestrede2013, umumento de 13% sobre igul período do no nterior. No decorrer dos últimos qutro nos, o sldo de plicções finnceirs sofreu reduçãode9%, devidoàestrtégidobncoemdirecionrlocçãoderecursos pr crteir de crédito. Aplicções Finnceirs N composiçãodsplicçõesfinnceirs, destcmsesplicçõesinterfinnceirsdeliquidezcom umpercentul de 41% (R$ 515 milhões), os investimentos em rend fix, notdmente os títulos públicos federis e outros, que tingirm mrc de R$ 376 milhões e um prticipção de 30%. Ademis, os depósitos compulsórios representrm 22% (R$ 272 milhões) e s cots de fundos de investimento um prticipção de 5% (R$ 62 milhões). Composição ds Aplicções Finnceirs Recursos Cptdos e Administrdos Os recursos cptdos e dministrdos do Consoliddo Bnese 2 compreendem som dos depósitos totis e dos recursos de terceiros dministrdos, que presentrm um montnte de R$ milhões no 1º semestre de 2013, um crescimento de 9% sobre o sldo de R$ milhões do mesmo período nterior. Ao considerrmos desde o no de 2009, notse um crescimento de 39%. Os depósitos totis presentrm um sldo de R$ milhões no 1º Semestre de 2013, vnço de 3% em relção o mesmo período de 2012, qundo seu volume registrdo er de R$ milhões. Compõem esse grupmento os depósitos à vist, przo, de poupnç e interfinnceiros. Já os recursos de terceiros dministrdos são formdos pelos fundos de investimento, obrigções por repsses e outrs cptções. Seu sldo cumuldo no 1º semestre de 2013 foi de R$ 380 milhões, evolução de 82% em relção o mesmo período do no nterior, que er de R$ 209 milhões. Esse desempenho foi ocsiondo pel estrtégideemissãodeletrsfinnceirs. 2 No 1º semestre de 2009 não hvi consolidção ds demonstrções finnceirs do Bnese.

2 Bnese, um ptrimônio de todos os sergipnos Recursos Cptdos e Administrdos Ptrimônio Líquido Clientes Ativos Bnese Crd (Em Mil) Ao longo do 1º semestre de 2013, os depósitos przo se destcm como principl fonte de cptção de recursos do Bnese e representm 33% do totl (R$ 929 milhões). Os depósitos em poupnç prticipm com 31% (R$ 869 milhões), seguidos pelos depósitos à vist com 19% (R$ 536 milhões) e, por fim, s outrs cptções. Composição dos Recursos Cptdos e Administrdos Evolução do Resultdo Receits e Despess As receits totis cumulrm no 1º semestre de 2013 um montnte de R$ 292 milhões. Esse vlor presentou um redução de 5% em relção às receits uferids no mesmo período de Considerndo os últimos qutro nos, ocorreu um crescimento de 36%. Receits Totis As receitsdeoperçõesdecréditocorrespondem66%, umsldocumuldoder$193milhõesno1º semestre de 2013.N sequenci,s receits de trifs e de Títulos e es Mobiliários (TVM) precem cd um com13% e6% deprticipção, cujosmontntescumuldossãoder$36milhõeser$19 milhões, respectivmente. Composição ds Receits As despess do Bnese totlizrm R$ 266 milhões no 1º semestre de 2013, um qued de 3% em relção às despess cumulds no mesmo período de 2012, qundo registrousecifrder$273milhões. Essedesempenhofoilcnçdopormeiodeçõesefetivse controle mis rígido ds despess. Despess Totis A composição ds despess totis presentou proporcionlidde entre despes de cptção, com um percentul de 26% e s despess com pessol, com 24%. É válido ressltr que, pr fins de compnhmento gerencil, s despess de pessol são qui presentds seprdmente em relção às outrs despess dministrtivs. Composição ds Despess No último semestre, entretnto, o índice de eficiênci observou um créscimo de 6,2 p.p, decorrente d descelerção ds receits, devido à redução ns txs médis ds operções de crédito e qued n gerção de resultdo d tesourri, lido ind o crescimento ds despess de intermedição finnceir, por cont do umento ds despess de cptção estruturd e provisões pr operções de crédito. Índice de Eficiênci Lucro Líquido Ao término do 1º semestre de 2013, o lucro líquido uferido pelo Bnese foi de R$ 33 milhões, com retrção de 18% em relção igul período de 2012, reflexo de modo gerl, d descelerção do volume de negócios, essencilmente no segmento de pesso jurídic, como tmbém, redução ns txs médis ds operções de crédito e menor cpcidde pr gerção de resultdo d tesourri em função d voltiliddedomercdofinnceiro. Em qutro nos, observse um incremento de 74% no resultdo obtido. Lucro Líquido Cpitl Próprio Ptrimônio Líquido O Ptrimônio Líquido do Bnco registrou um crescimento de 11% em relção o 1º semestre de 2012, tingindo mrc de R$ 264 milhões. Em qutro nos, presentou elevção de 80%, o que reforç o comprometimento d lt dministrção do Bnese e do Governo do Estdo de Sergipe no fortlecimento do ptrimôniodinstituição, enqunto instrumento de solidez e sustentbilidde finnceir. Conforme legislção em vigor, o Índice de Bsiléi represent solvbilidde d orgnizção medid pel relção entre o Ptrimônio de Referênci (PR) e o Ptrimônio de Referênci Exigido (PRE), ponderdos os riscos. O índice de solvbilidde do foi de 15,58% enqunto o consoliddo 3 foi de 15,04%. Índice de Bsilei Pr grntir dequdos níveis de cpitl, o Bnco emitiu Letrs Finnceirs Subordinds nos vlores originisder$88milhõesem2010e R$45milhõesem2013, sendoque, otérmino do 1º semestre de 2013, os vlores tulizdos do instrumento se encontrvm em torno de R$ 99 milhões e R$ 46 milhões, respectivmente. Em relção à redução d mrgem de solvbilidde observd no último no, mesm deveuse, principlmente, à revisão d metodologi de cálculo d prcel de cpitl referente o risco opercionl. Outrossim, o Bnco instituiu em seus processos o plnejmento de cpitl, que vis à dequção d mrgem desolvbiliddeosobjetivosestrtégicos nos próximos nos. O Índice de Imobilizção em relção o PR foi de 28,66% no 1º semestre de 2013, nte 29,52% em junho/2012. O Bnese está com folg em relção o índice máximo permitido pelo Bnco Centrl do Brsil que é de 50%. Índice de Imobilizção Governnç Corportiv O Bnco do Estdo de Sergipe, neste primeiro semestre, deu continuidde o perfeiçomento de seus processos e ções com vists às melhores prátics de governnç corportiv. Atundo de form trnsprente, tods s decisões e ftos relevntes do Bnco são comunicdos o mercdo finnceiro, estndo cessíveis pr consult públic qulquer tempo. Observese ind que s decisões em qulquer nível dempressãotomds de form colegid, trvés d estrutur de governnç compost pel lt dministrção e pelos comitês de ssessormento os dministrdores. Estrutur de Governnç Ess compreendeassembléigerldosacionistseosseguintesórgãos: ConselhodeAdministrção, Conselho Fiscl e Diretori Executiv, lém dos comitês vinculdos os órgãos d dministrção. Estão em pleno funcionmento 16 comitês que tum como órgãos uxilires d Diretori Executiv e do Conselho de Administrção, ssessorndoos ns tomds de decisões, que são relizds de form colegid de cordo comtribuiçãodecdcomitê. Polític de Trnsprênci e Divulgção de Informções: Relções com Investidores O Bnco do Estdo de Sergipe S.A. é um compnhi bert e se preocup em ssegurr trnsprênci e equidde de trtmento os investidores e o mercdo de cpitis em gerl. Visndo tender à Instrução CVM nº 358/2002, o bnco tem consubstncido em seus normtivos Polític de Divulgção de Atos e Ftos Relevntes e Polític de Negocição com es Mobiliários, que se fundmentm nos princípios básicos d obediênci à legislção específic, à regulmentção d CVM e outros órgãos reguldores ncionis e estrngeiros os quis estej sujeito: derênci às melhores prátics com investidores, trnsprênci e equidde de trtmento em relção os investidores e mercdo de cpitis em gerl. Atento à necessidde de primorr seu relcionmento com todos os públicos, busc continumente, dicionr o máximo de vlor possível à Polític de Relções com Investidores, o mesmo tempo em que disponibiliz tods s informções necessáris à sociedde, cionists, clientes, colbordores, fornecedores, órgãos reguldores e demis prtes interessds, trvés de su págin n internet: Comunicdos o Mercdo Os tosddministrçãodessebncoestãodisponíveisemwww.bnese.com.br, trvésdpublicção ds Assembléis Geris, Reuniões do Conselho de Administrção e Fiscl, Formulários 358, 480 e 481 dcvm, Comunicdos e Ftos Relevntes, como tmbém s devids Homologções do Bcen os tos dministrtivos que crecem de provção. Além ds informções exigids pelos órgãos reguldores, o Bnese reconhece importânci de prestr publicidde todos os ftos do 1º Semestre de 2013 de interesse do mercdo: Eleição dos componentes dos Conselhos de Administrção, inclusive o conselheiro independente, e membros do Fiscl; Emissão deletrs Finnceirs Subordinds, elegíveis compor o cpitl nível II do Ptrimônio de Referênci, n ctegori de dívid subordind, n form d Resolução CMN 3.444/2007, totlizndo R$ 45 milhões. Estrutur Acionári A estrutur societári do Bnese permnece compost por 10,5 milhões de cots de ções. O Governo do Estdo de Sergipe é o sócio mjoritário com 90% do totl de ções. QUANTIDADE DE AÇÕES BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S.A ACIONISTAS ON % PN % TOTAL % Governo do Estdo de Sergipe % % % Free Flot % % % TOTAL ,0% ,0% ,0% Composição Acionári (Em %) As sus ções n Bovesp presentrm um bo performnce nte o cenário de voltilidde do mercdo finnceiro. As ordináris (BGIP3) vlorizrm 142% desde 2009, estndo cotds R$ 48,0 enqunto que s preferenciis (BGIP4) sofrerm elevção de 246%, cotds R$ 51,90. Ações Bnese (Em %) Agêncis de Rting O Bnese é clssificdo por gêncis de Rting e s nots tribuíds refletem seu desempenho opercionl e qulidde de su dministrção. Fitch revisou de Estável pr Positiv su Perspectiv do Rting Ncionl de Longo Przo. A revisão dperspectiv reflete expecttiv d gênci de que o resultdo opercionl do Bnco deve continur se comprndo de form fvorável em relção os de pres com rtings ncionis em um ctegori superior, mesmo dinte de um cenário de mior indimplênci e qued de spreds. No 1º semestre de 2013, gênci Risco d Austin Rting, em mio de 2013, confirmou o rting de longo przo bra e o de curto przo bra2. A perspectiv permnece estável. Perspectiv Positiv Perspectiv Estável CLASSIFICAÇÃO DE AGÊNCIAS DE RATING Fitch Rting Escl Ncionl Longo Przo Curto Przo A F2 Austin Rting Escl Ncionl Longo Przo Curto Przo A A2 Produtos e Serviços O Bnese disponibiliz um portfólio de produtos e serviços que tem como propósito fornecer soluções finnceirs dequds às necessiddes dos seus clientes. Crtão de Crédito Bnese Crd O crtão Bnese Crd, presente em cd momento d vid dos Sergipnos,possui pontos de tendimento nos Estdos de Sergipe, Bhi, Algos e Príb. Com um bse de 749 mil clientes, sendo destes, 622 mil tivos (83%). O Bnese Crd obteve no primeiro semestre de 2013 um crescimento percentul de 17% qundo comprdo o mesmo período do exercício nterior e de 102% o longo dos últimos qutro nos. 3 No 1º semestre de 2009 não hvi consolidção ds demonstrções finnceirs do Bnese. O seu fturmento tingiu no primeiro semestre deste no mrc de R$ 580 milhões, obtendo um crescimento de 7,6% em relção o mesmo período de O ticket médio do Bnese Crd tingiu o vlor de R$ 118,58, nte R$ 115,74 no 1º semestre de 2012, representndo um crescimento de 2,4% no período. Já o volume de trnsções relizds teve um incremento de 8,1%. 1º Semestre Fturmento Trnsções Relizds Ticket Médio (Em R$ Milhoes) (Em Milhões) (Em R$) ,26 92, ,75 107, ,56 116, ,83 115, ,30 118,58 Em junho de 2013, o número de lojists credencidos pelo Bnese Crd foi de 30,7 mil lojists, com um elevção de 18,5% em relção junho de 2012, qundo er de 25,8 mil lojists, o que demonstr relevânci d tução do crtão como propulsor d economi sergipn pr gerção de emprego e rend. Issotmbémconfirm que o Bnese Crd, que oferece inúmers vntgens com isenção de nuidde e progrm de recompenss, é o crtão de crédito mis ceito no mercdo sergipno. LojistsCredencidos Bnese Crd (Em Mil) Esse crtão, tmbém oper como correspondente no pís, trvés ds sus 60 Lojs Sec, instlds não só no Estdo como tmbém lémfronteir, tundo n prestção dos seguintes serviços: Recebimento de proposts de Microcrédito; Recebimento de proposts de desão o crtão Bnese Crd; Recebimento de proposts de bertur de conts; Relizção de sques e consults de sldos bncários; Pgmento de títulos, DUA/Detrn, águ, luz, telefone, guis de recolhimento, demis txs e tributos. Bnese Corretor de Seguros A Bnese Corretor de Seguros tu n prestção de serviços de contrtção de benefícios e seguros pr seusclientes, trvés de prceris com s miores segurdors do pís. No seu portfólio de produtos, destcmse os seguros Vid, Vid Prestmist, Automóvel, Residencil, Condomínios, Grnti, Empresril, entre outros. No primeiro semestre de 2013, presentou um volume contrtdo de R$ 21 milhões, o que proporcionou um prticipção no mercdo sergipno de 23%. Rmos de Seguros Negocidos Previdênci, Cpitlizção e Consórcio Em seu portfólio de produtos e serviços, o Bnese disponibiliz tmbém plnos de previdênci complementr, títulos de cpitlizção e consórcio residencil e de utomóveis, por meio de um prceri de sucessocom s empress Ictu Seguros, Mpfre e Lyscr. Soluções em Crédito pr Pessos Físics Buscndo sempre compnhr s inovções do mercdo bncário, lém de preservr vntgem competitiv frente seus concorrentes, o bnco oferece solução CrediRápido, modlidde de empréstimo pessol disponibilizd nos seus cnis de utotendimento pr os servidores públicos que recebem slário em cont corrente. Desse modo, disponibilizou no 1º semestre de 2013 Antecipção do 13º Slário, como form de tender às necessiddes de seus clientes. Pr tender s demnds de crédito do segmento de pesso físic, disponibiliz soluções medinte produtos estruturdos de cordo com nturez do mutuário. Esse portfólio compreende principlmente os créditos vinculdos o recebimento de slário dos servidores públicos ou de benefício do INSS em cont corrente, crédito em consignção, limites rottivos de crédito em cont corrente e ntecipção de Imposto derendoude13ºslário. Destcse, tmbém, o finncimento imobiliário com objetivo de proporcionr o cliente quisição d cs própri. Soluções em Crédito pr Pessos Jurídics Pr s pessos jurídics, estruturou linhs de crédito que vão desde o finncimento de cpitl de giro, ntecipção de recebíveis do Bnese Crd, ntecipção de recebíveis empresriis,desconto de títulos, desconto de cheques, limites rottivos em cont corrente, té o finncimento do 13º slário dos empregdos ds empress que tum no segmento privdo. Cbe destcr, dentro d modlidde de ntecipção de recebíveis, o Credi Comprs Governmentis, destindo às micro e pequens empress vencedors de licitções públics do Governo do Estdo, pr finncimento de cpitl de giro ds empress. Emcumprimento d su missão orgnizcionl n promoção do desenvolvimento socioeconômico, o Bnese lnçou, no 1º semestre de 2013, o CrediEmpregdor Legl, destindo o finncimento de recursos pr reforço do cpitl de giro ds empress. Este produto tem como público lvo s pessos jurídics enqudrds n ctegori de Empregdor Legl que comprovem instlção de ponto eletrônico n empres, contrtção de pessos portdors de deficiêncis e que investem pr oferecer um mbiente de trblho sudável pr os empregdos. N mesm linh de tução, tmbém criou o CrediCulturl Bnese num prceri com o Governo do Estdo de Sergipe, direciondo pr o finncimento de cpitl de giro dos micro e pequenos empreendedores que tum no segmento voltdo pr o incentivo à produção de livros, rtigos, compêndios que retrtm cultur sergipn. Portfólio de Produtos de O Bnese oferece um portfólio de produtos de investimento que observm os princípios de segurnç do negócio, diversificção ds plicções finnceirs, mitigção de riscos e busc d máxim rentbilidde o cliente, de cordo com s txs prticds no mercdo. E, pr lcnçr esses objetivos, estruturou produtos de cptção que tendem desde plicdores com perfis mis conservdores investidores moderdosquedesejmcorrer mis riscos. Seus principis produtos disponíveis n rede de gêncis pr os clientes compreendem os depósitos de poupnç, depósitos przo, trvés do CDB Pós com Resgte Automático, CDB Pré Diário e RDB PréFixdo, lém dos fundos de investimento BNY Mellon Bnese Expert Fundo de Referencido DI e BNY Mellon Bnese Strtegy FIC Fundo de Multimercdo. Gestão Integrd de Riscos, Controles Internos e Auditori A estrutur de gerencimento de riscos, controles internos e uditori intern do Bnese está vinculd o Conselho de Administrção, visndo à grnti d segregção de interesses n gestão de riscos. Tods s informções pertinentes o tem estão cessíveis n págin d Internet, www. bnese.com.br. Extrutur Orgnizcionl Auditori, Controles Internos e Gestão de Riscos Conselho Fiscl Assemblei Gerl Conselho de Administrção CONAD Diretori Executiv DIREX Presidênci PRESI Superintendênci de Auditori Intern SUADI Áre de Auditori de Processos AUDIP Áre de Auditoris Especiis AUDES Superintendênci de Gestão Estrtégic, Controles e de Riscos SUGER Áre de Gestão de Riscos ARGER Áre de Segurnç d Informção e Continuidde de Negócios ARSEC Áre de Gestão Estrtégic e Risco de Crédito AGERC Áre de Controles Internos e Complince ARCIC Gestão de Riscos A gestão de riscos busc identificção de eventos que interfirm diretmente ns estrtégis de negócioformulds prtirdoplnejmento estrtégico té 2015, bem como n grnti d continuidde dos negócios e do retorno os cionists. Nesse processo, s prátics dotds pelo Bnco tendem os requisitos estbelecidos pelo Comitê de Bsilei, Bnco Centrl do Brsil e demis norms complementres inerentes o Sistem Finnceiro Ncionl.

3 As Nots Explictivs são prtes integrntes ds Demonstrções Finnceirs. As Nots Explictivs são prtes integrntes ds Demonstrções Finnceirs. As Nots Explictivs são prtes integrntes ds Demonstrções Finnceirs. Bnese, um ptrimônio de todos os sergipnos Gestão de Cpitl Em tendimento à Resolução CMN 3.988/2011, form modeldos e implementdos o processo contínuo de monitormento e controle do cpitl, bem como o do plnejmento de mets e vlição d necessidde de cpitl pr fzer fce os riscos que o está sujeito, considerndo sus mets e objetivos estrtégicos. Todo o processo foi orgnizdo de form mnter solvbilidde no horizonte do plnejmento estrtégico té Pr tnto, foi estruturd um unidde dministrtiv responsável por compnhr de form integrd os riscos que podem impctr no cpitl d Instituição. Risco de Crédito Nessinstituição, o processodeconcessão de crédito dispõe de um conjunto de norms e regrs criterioss e bem definids, sustentds pel bo técnic bncári. Esss regrs vism revestir de segurnç s operções, funcionndocomo verddeiro mitigdor do risco de crédito. Esse processo está mprdo nos critérios estbelecidos ns Polítics de Crédito e de Risco d Instituição e ns Norms de Produtos e Serviços, s quis definem, entre outros spectos, fixção dos limites máximos de provção por unidde de negócios e demis instâncis delibertivs. As metodologis de vlição de risco de crédito ponderm spectos do risco do cliente e d operção e, no tocnte às regrs estbelecids pr relizção de provisões de créditos de liquidção duvidos, o Bnese obedece os critérios positivdos n Resolução CMN 2.682/1999, dotndo posição mis conservdor n crteir comercil. A monitorção d crteir de crédito é relizd periodicmente tendendo ind o normtizdo n Resolução CMN 3.721/2009. Risco de Mercdo Pr o gerencimento ds flutuções no vlor presente dos tivos e pssivos, decorrente de lterções no comportmento ds txs de juros, do preço ds ções, do câmbio e ds commodities, bem como d interção entre eles e sus respectivs voltiliddes, o Bnese utiliz um sistem integrdo pr ferição do risco, determinção ds exposições e compnhmento dos limites determindos em sus polítics/ normtivos internos. Análises de sensibilidde são elbords pel gestão de riscos, como form de estimr o comportmento de noss crteir em condições de estresse de mercdo, bem como suposição de quebrs de premisss. Essestestes são relizdos periodicmente, como podem tmbém ser feitos tempestivmente, dd um oscilção típicnomercdooumesmopordemnd. Risco de Liquidez O Bnese mntém níveis de liquidez dequdos os compromissos ssumidos pel Instituição, resultdo d lt cobertur d su rede de gêncis, como tmbém d su mpl e diversificd bse de depositntes e d qulidde dos seus tivos. O controle do risco de liquidez está em consonânci com su Polític de Risco de Liquidez e com s exigêncis d supervisão bncári, em especil à Resolução CMN 2.804/2000. A unidde responsável envi reltório diário contendo informções sobre os cenários de normlidde e estressdo de noss liquidez, bem como fz um nálise econômicofinnceir com bse n liquidez intern e nos indicdores do mercdo. A gestão do risco de liquidez do Bnese utiliz os seguintes instrumentos: projeções de liquidez; mps de descsmento de przos; testes de Estresse;Limites de Risco de Liquidez (Buffer Stock); Limite PréAciondor do Plno de Contingênci de Liquidez (PAPCo); Plno de Contingênci de Liquidez; Reltórios mensis e semestris de gerencimento de risco. Risco Opercionl Risco de perd resultnte de pessos, sistems e processos internos indequdos e deficientes, ou de eventos externos que cusem impctos negtivos às tividdes do Bnco, incluindose tmbém o risco legl que é definição de risco opercionl dotd pelo Bnese, rtificdpelo Bnco Centrl por meio d Resolução CMN 3.380/2006. A estrutur degerencimento do risco opercionl está cpcitd identificr, vlir, monitorr, controlr e mitigr os riscos opercionis. Ess estrutur, provd pelo Conselho de Administrção, tem como missão cumprir s estrtégis e polític de risco opercionl, refletir sobre o ppel e s responsbiliddes ds uniddes, relizr o cálculo d exposição o risco e locção de cpitl, disseminr cultur de risco opercionl, bem como promover cpcitção do corpo funcionl e comunicção intern e extern. N polític corportiv de risco opercionl estão delineds s tribuições e competêncis do Conselho de Administrção, do Comitê de Risco Opercionl, d unidde responsável pelo gerencimento do risco opercionl, d Auditori Intern e de todos os colbordores. No 1º semestre de 2013, destcmos s principis ções relizds cerc do risco opercionl: Elborção de Mtrizes de Risco; Atulizção d Polític e Normtivo de Risco Opercionl; Melhori n presentçãodoformulárioregir Registro deidentificçãoderisco Opercionl, lém d contínu disseminção do documento n Instituição. Gestão de Processos A Áre de Processos APROC é responsável pelo gerencimento ds tividdes de mpemento e tulizção dos processos d orgnizção e pel elborção e mnutenção dos formulários opercionis. Com o objetivo, de melhor documentr e nlisr seus processos, teve início nesse primeiro semestre de 2013, o projeto de implntção d nov metodologi de trblho d áre de processos que, lid à nov ferrment, possibilitrá um mturidde nos tems voltdos processos dentro d orgnizção. Pr tnto revisou o mpemento dos processos ds áres de Crédito Comercil, Cdstro, Crédito Imobiliário, Crédito Industril, Crédito Rurl, MicroCrédito, Recuperção de Crédito, Mercdo Finnceiro, Operções detesourri e Conts Pgr, utilizndo pr isso nov ferrment dquirid em 2012: IBMBPM. Controles Internos e Complince Conduzidos pel diretori, gerênci e empregdos, os processos de controles internos são estruturdos pr ssegurr os seguintes objetivos: eficiênci e efetividde ds operções, confibilidde dos reltórios finnceiros e cumprimento ds norms e regulmentos. Prest tendimento à Resolução CMN 2.554/1998, que dispõe sobre implntção e implementção do sistem de controles internos. Blnço Ptrimonil Em Reis mil A T I V O Reclssificdo Reclssificdo CIRCULANTE DISPONIBILIDADES APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (NOTA 5) Aplicções no Mercdo Aberto Aplicções em Depósitos Interfinnceiros TÍTULOS EVALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (NOTA 6) Crteir Própri Vinculdos Compromissos de Recompr Vinculdos à Prestção de Grntis RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS (NOTA 7) Pgmentos e Recebimentos Liquidr CréditosVinculdos: Depósitos no Bnco Centrl Convênios Tesouro Ncionl Recursos do Crédito Rurl Correspondentes OPERAÇÕES DE CRÉDITO (NOTA 8) Operções de Crédito: Setor Privdo ProvisãoprOperçõesdeCréditodeLiquidçãoDuvidos... (17.323) (16.542) (17.323) (16.542) OUTROS CRÉDITOS (NOTA 9) Rends Receber Diversos OUTROSVALORES E BENS (NOTA 10) Outroses e Bens Despess Antecipds REALIZÁVEL A LONGO PRAZO TÍTULOS EVALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (NOTA 6) Crteir Própri Vinculdos Compromissos de Recompr Vinculdos o Bnco Centrl RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS (NOTA 7) CréditosVinculdos: SFH Sistem Finnceiro d Hbitção OPERAÇÕES DE CRÉDITO (NOTA 8) Operções de Crédito: Setor Privdo Provisão pr Operções de Crédito de Liquidção Duvidos... (35.990) (23.001) (35.990) (23.001) OUTROS CRÉDITOS (NOTA 9) Diversos OUTROSVALORES E BENS (NOTA 10) Outroses e Bens Provisões pr Desvlorizções... (1.620) (1.079) (1.620) (1.079) Despess Antecipds PERMANENTE INVESTIMENTOS (NOTA 11) Prticipção em Coligds e Controlds Outros s Provisões pr Perds... (423) (448) (423) (448) IMOBILIZADO DE USO (NOTA 12) Imóveis de Uso Outrs Imobilizções de Uso Deprecições Acumulds... (61.778) (54.187) (74.139) (63.068) INTANGIVEL (NOTA 13) Ativos Intngiveis Amortizção Acum. de Ativos Intngiveis... (14.885) (10.372) (17.772) (13.238) T O T A L DO ATIVO Promovendo um mior trnsprênci n gestão dos seus processos, o Bnco instituiunovos controles, provndo e publicndo s Resoluções de Diretoris, principlmente no que diz respeito à prticipção dosseusempregdos, sber:plnodecrgos e Slários; Registro Eletrônico de Ponto REP; Polític de Remunerção dos Administrdores ResoluçãoCMN3921/2010; ProgrmdeRecuperçãodeCrédito; Comissão e Regulmento pr Processo Seletivo Interno; Implementção do Limite de Tolerânci à Indimplênci (Stop Loss), bem como, tulizção de tods s polítics corportivs e do Código de Condut Étic. Prevenção e Combte à Lvgem de Dinheiro No Bnese, o processo de prevenção e combte à lvgem de dinheiro está putdo n Lei 9613/1998, complementd pel Lei /2012, que dispõe sobre os crimes de lvgem ou ocultção de bens, direitose vlores, bem como obedece, ind, à Circulr BACEN 3461, que consolid s regrs sobre os procedimentos serem dotdos n prevenção e combte às tividdes relcionds com os crimes previstos nesss leis. Com o objetivo de melhorr gestão do processo e se dequr às norms dos órgãos reguldores, s seguintes ções form relizds: Atulizção d Polític e Normtivo de Prevenção e Combte à Lvgem de Dinheiro e Curso de Prevenção e Combte à Lvgem de Dinheiro e de Polítics e Normtivos pr os novos empregdos contrtdos no último concurso público. Segurnç d Informção e Continuidde de Negócios Com o objetivo de grntir níveis dequdos de Segurnç d Informção e Continuidde dos Negócios e contribuir n melhori d segurnç de operções e n implementção de prátics segurs, o Bnese investe e desenvolve, trvés do seu progrm de Segurnç d Informção, um conjunto de inicitivs e projetos linhdos com seu plnejmento estrtégico, governnç corportiv e pdrões interncionis como ISO e ABNT A estrutur de Gestão de Segurnç d Informção e Continuidde de Negócios reportseàsuger SuperintendêncideGestãoEstrtégic, ControleseRiscos visndoà grnti d segregção de funções n Gestão de Riscos de Segurnç d Informção, o mesmo tempo em que é inserid n visão estrtégic de mneir integrd o Gerencimento de Riscos Corportivo. Dentre s ções referentes à Segurnç d Informção e Continuidde de Negócio no primeiro semestre de 2013, destcmse: Projeto Gestão de Identiddes, que vis primorr os processos de gestão de cessos os principis sistems de informção d instituição; Contrtção e Início d implntção d ferrment de prevenção, detecção e combte Frudes Eletrônics pr os sistems do BANESE disponibilizdos trvés d Internet; Revisão d estrtégi de continuidde de negócios, incluindo Atulizçãod Análise de Impcto dos Negócios (BIA), Revisão e tulizção ds estrtégis de Continuidde de Negócios e TI e tulizção dos plnos de continuidde opercionis e o plno de recuperção de desstres Projeto de Gestão de Continuidde de Negócios, em conformidde com Resolução nº do Conselho Monetário Ncionl (CMN); Respost os incidentes de Segurnç d Informção envolvendo melhori nos processos de identificção de meçs externs, definiçãoe melhoris nos Sistems de Informção pr mitigção deriscose combte frudes. Auditori Intern A Superintendênci de Auditori do Bnese, órgão interno, relizou um totl de 148 uditoris no 1º Semestre de 2013, entre uditoris de processos, de empress relcionds, de áres d Direção Gerl, de uniddesdenegócios, testes de derêncis, bem como de uditoris dministrtivs e especiis. Tmbém form uditordos os processos de TI, com ênfse em entreg de serviços e suporte de serviços (bsedo ns metodologis ITIL e COBIT), lém de gerencimento de projetos (bsedo n metodologi PMI). Noss uditori tu como membro efetivo d Comissão de Auditori e d Subcomissão de Frudes Documentis d Federção Brsileir de Bncos Febrbn. Auditori Extern Com relção à Auditori Extern, no que se refere à Instrução Normtiv d Comissão dees Mobiliários CVM, IN nº 381/2003, de 14/1/2003, o Bnco do Estdo de Sergipe S.A. inform que, em consonânci com o teor d Instrução nº 381, d Comissão dees Mobiliários, não contrtou e nem teve serviços prestdos pel Ernst & Young Terco não relciondos à uditori extern. A polític dotd tende os princípios que preservm independênci do Auditor, de cordo com critérios interncionlmente ceitos, quis sejm: o uditor não deve uditr o seu próprio trblho, nem exercer funções gerenciis sobre seu cliente ou promover os interesses dele. Ativos Intngíveis Gestão de Pessos No finl do primeiro semestre de 2013, o Bnese possuí um qudro de pessol composto por empregdos. Destcse que estão em tividde e 40 cedidos órgãos n esfer estdul e municipl, 27 em uxílio doenç e 39 em licenç pr interesse prticulr. Acrescentmse ind 220 estgiários e 39jovens prendizes. Nesse período form dmitidos 26 novos empregdos oriundos do último concurso relizdo pr ocupção do crgo de nível médio. Como ção de destque no período, temse conclusão e implntção d concepção do Plno de Crgos, Crreir e Remunerção (PCCR), cujo objetivo é gregr vlor o desenvolvimento d crreir dos seus profissionis. O Bnese tu num cenário de constntes mudnçs e promove o desenvolvimento de seu corpo funcionl, oferecendo oportuniddes de scenção n orgnizção trvés de seleções interns pr s áres dministrtiv e de negócios, dentre els: uditori, coordenção de cix, gerênci de negócios e demis áres fins. De cordo com o Progrm de Incentivo à Atividde Físic e em prceri com Cix de Assistênci dos EmpregdosdoBnese CASSE, o Bnese comprtilh o percentul de 50% do vlor d menslidde P A S S I V O DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Blnço Ptrimonil Em Reis mil CIRCULANTE DEPÓSITOS (NOTA 14) Depósitos àvist Depósitos de Poupnç Depósitos Interfinnceiros Depósitos Przo RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Recebimentos e Pgmentos Liquidr RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS Recursos emtrânsito deterceiros OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS INSTITUIÇÕES OFICIAIS (NOTA 14) BNDES FINAME Outrs Instituições OUTRAS OBRIGAÇÕES (NOTA 15) Cobrnç e Arrecdção detributos e Assemelhdos Sociis e Esttutáris Fiscis e Previdenciáris Negocição e Intermedição dees Diverss EXIGÍVEL A LONGO PRAZO DEPÓSITOS (NOTA 14) Depósitos Przo CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO (NOTA 14) Crteir Própri RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DETÍTULOS Recursos de Letrs Imobiliáris, Hipotecáris, de Crédito e Similres OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS INSTITUIÇÕES OFICIAIS (NOTA 14) BNDES FINAME Outrs Instituições OUTRAS OBRIGAÇÕES (NOTA 15) Fiscis e Previdenciáris Dívids Subordinds Diverss RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS Resultdos de Exercícios Futuros PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES PATRIMÔNIO LÍQUIDO (NOTA 18) Cpitl: De Domicilidos no Pís Reservs de Lucros Lucros Acumuldos TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO de quisquer modliddes esportivs os seus empregdos. Possui tmbém o progrm de prevenção LER/DORT, com cerc de 24 empregdos beneficidos. Seguindo Polític de Gestão de Pessos, o Bnco investe continumente n formção profissionlde seus empregdos e, semestrlmente, destin vgs pr os cursos de língu estrngeir, grdução, especilizção, mestrdo, doutordo e certificções. Atulmente 98 empregdos são beneficidos com um investimento semestrl de R$ 66 mil. Desde su implntção o progrm beneficiou cerc de 550 empregdos. Csse Cix de Assistênci dos Empregdos do Bnese Funcionndo como plno de súde dos empregdos do Bnese, tulmente cont com titulres e beneficiários do plno. No 1º semestre de 2013, obteve um vlor repssdo pelo bnco no totl de proximdmente R$ 1 milhão. Investiu no progrm de incentivo à tividde fisíc dos empregdos d instituição o vlor de R$ 54,8 mil. Sergus Instituto Bnese de Seguridde Socil Crido pelo Bnese e utorizdo funcionr pelo Ministério d Previdênci e Assistênci Socil em 1980, o Sergus é entidde fechd de previdênci complementr, que tem finlidde de dministrr e executr plnos de benefícios de nturez previdenciári, ptrocindos isold ou conjuntmente por empress integrntes do plno. Possui tulmente prticipntes, sendo tivos, 350 ssistidos. Esse plno, tulmente está estruturdo sob form de Benefício Definido, em que o vlor do benefício é definido pelo Instituto de Seguridde, trvés do complemento d remunerção do empregdo no momento de su posentdori. Destcse que o Sergus está implementndo novo Plno de Contribuição Vriável, em que o beneficiário poderá definir previmente o vlor e o przo ds contribuições, lém do vlor do benefício. Modernizção Tecnológic N busc permnente pel modernizção tecnológic, com continuidde do perfeiçomento dos seus processos e procedimentos, que vis obter um mior qulidde e eficiênci sobre seus serviços, o Bnese investiu cerc de R$ 14 milhões n áre de tecnologi d informção. Como resultdo desse esforço empreendido, destcse conclusão de 15 projetos, seguir relciondos: API Análise de Perfil do Investidor, Automtizção d Operção de Sistems 3ª Ond, Implntção do IBM BPM 8.0, Gestão degrntisdecrédito, Governnç BPM/SOA Ond 1, Reestruturção do Ambiente de Homologção, Sistem de Eleições de Acionists, Gestor Jurídico, Reestruturção SUTEC , Implntção ALM BANESE Ond 1 e Crédito Imobiliário. Aind neste semestre, o Bnco investiu constntemente n qulificção do seu qudro profissionl, com relizção de cursos técnicos visndo mnter tulizdo seu prque de TI com s melhores prátics do mercdo. Dentre outrs cpcitções, ocorrerm treinmentos em RtionlTem ConcertT1/T2/T3, Requirement ComposerT1/T2/T3, Citrix, Storge StorwizeV7000, Processos ITIL, ferrment Service desk T1/T2, SQL Server2008R2T1.Formrelizdstmbém296horsdecpcitçãoemprocessosITIL, bnco deddos, ferrmentsdegestãodeconfigurção e modelgem de processos. Sustentbilidde do Bnese No sentido de fortlecer o ptrimônio culturl e s rtes, bem como promover o esporte e inclusão socil, o Instituto Bnese relizou diverss ções no decorrer do primeiro semestre do no de O Museu d Gente Sergipn, que é dministrdo pelo Instituto, tendeu 42 mil visitntes no primeiro semestre de 2013, totlizndo 137 mil visitntes desde que foi funddo pelo Bnese, em prceri com o Governo do Estdo, no finl de No primeiro semestre do no de 2013, relizou investimentos no montnte de R$ 2 milhões de reis, reltivos despess/investimentos de ptrocínios diversos projetos culturis, ptrocínio o esporte sergipno, poio Instituições Beneficentes e mnutenção do Museu. O Instituto e o MuseudGente Sergipn form destque n imprens ncionl, com o recebimento de títulos e prêmios, lém de reportgens que vêm reforçndo su presenç e importânci nos âmbitos sociis, culturis, educcionis e esportivos do Estdo de Sergipe. Destcse ind, o reconhecimento do Instituto Bnese como de Utilidde Públic Federl publicdo no Diário Oficil d União do di 3 de bril deste no, Seção I, Págin 63. (Abril/2013). Somndo com o público presente em diverss outrs tividdes relizds no primeiro semestre, tis como tempord 2013 d Orquestr Sinfônic de Sergipe e terceir edição do Festivl Sergipno de Tetro, dentre outrs, o número de pessos beneficids com s ções do Instituto Bnese e do Museu d Gente Sergipn no primeiro semestre deste no cheg mis de 50 mil. Agrdecimentos Agrdecemos os nossos empregdos pel dedicção e empenho no trblho, os nossos clientes e cionists pel fidelidde e confinç e o Governo do Estdo de Sergipe, pelo poio depositdo o longo d noss trjetóri. A Diretori Executiv Demonstrção do Resultdo Em Reis mil Reclssificdo RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Operções de Crédito Resultdo de Operções comtítulos ees Mobiliários Resultdo ds Aplicções Compulsóris DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA... (90.330) (95.722) ( ) (95.495) Operções de Cptções no Mercdo... (67.901) (76.105) (67.628) (75.878) Operções de Empréstimos e Repsses... (3.221) (3.292) (3.221) (3.292) Provisão pr Créditos de Liquidção Duvidos... (19.208) (16.325) (19.208) (16.325) Provisão pr Empréstimo Rottivo Crtão de Crédito... (64.461) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS... (79.922) (80.220) (43.128) (62.730) Receits de Prestção de Serviços Despess de Pessol... (63.839) (57.172) (75.975) (67.359) Outrs Despess Administrtivs... (42.197) (44.526) (59.176) (63.285) DespessTributáris... (12.175) (11.955) (15.949) (15.693) Resultdo de Prticipções em Coligds e Controld... (931) 224 Outrs Receits Opercionis Outrs Despess Opercionis... (616) (857) (616) (857) RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL... (440) (1.261) (16.526) 102 RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL... (25.599) (32.781) 186 (40.713) Provisão pr Imposto de Rend... (19.009) (21.259) (19.009) (26.212) Provisão pr Contribuição Socil... (11.693) (13.019) (11.693) (15.998) Ativo Fiscl Diferido PARTICIPAÇÕES DE EMPREGADOS E ADMINISTRADORES NO LUCRO... (3.629) (5.142) (3.629) (5.142) LUCRO LÍQUIDO ANTES DA PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES (4.479) LUCRO LÍQUIDO JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO... (5.823) (6.014) (5.823) (6.014) Número de Ações em Circulção Reis Lucro líquido por Ação do Cpitl Socil (em R$)... 3,09 3,79 3,09 3,79 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Em Reis mil E V E N T O S CAPITAL SOCIAL AUMENTO DE CAPITAL RESERVAS DE LUCROS LEGAL ESTATUTÁRIA OUTRAS LUCROS (PREJUIZOS) ACUMULADOS SALDOS EM AUMENTO DE CAPITAL (59.080) LUCRO LÍQUIDO DO SEMESTRE DESTINAÇÕES:... Reservs (1.997) Dividendos (R$2,36 por ção... (24.912) (24.912) Juros Sobre o Cpitl Próprio (R$0,57 por ção... (6.014) (6.014) SALDOS EM MUTAÇÕES DO SEMESTRE (59.080) (24.912) SALDOS EM LUCRO LÍQUIDO DO SEMESTRE DESTINAÇÕES: Reservs (1.629) Dividendos (R$1,98 por ção)... (20.898) (20.898) Juros Sobre o Cpitl Próprio (R$0,55 por ção).. (5.823) (5.823) SALDOS EM MUTAÇÕES DO SEMESTRE (20.898) TOTAL

4 Bnese, um ptrimônio de todos os sergipnos Demonstrção de Fluxo de Cix Em Reis mil Reclssificdo FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro Líquido Ajustdo Lucro Líquido Ajuste o Lucro Líquido Provisão pr Créditos de Liquidção Duvidos Provisão pr Risco ERCC Provisão/(Reversão) pr CréditosVinculdosFCVS Deprecições e Amortizções Ajuste de Provisão pr PssivosTrblhists, Cíveis e Fiscis Ativo Fiscl Diferido... (5.103) (1.496) (5.103) (1.496) Perd de Cpitl Reversão de Outrs Provisões Opercionis... (2.817) (64) (2.817) (64) Resultdo de Prticipção em controlds e coligds (224) Vrição nos Resultdos de Exercícios Futuros Vrição de Ativos e Obrigções (Aumento) Redução em Aplicções Finnceirs de Liquidez (Aumento) Redução emt.v.m. e Instrumentos Finnceiros Derivtivos (Aumento) Redução em Rel. Interfinnceirs/Interdependênci (Ativos/Pssivos) (Aumento) Redução em Operções de Crédito... (69.258) (98.192) (69.258) (98.192) (Aumento) Redução em Outroses e Bens (2.215) 386 (2.222) (Aumento) Redução em Outros Créditos (11.303) (78.750) (25.175) Aumento (Redução) em Depósitos Aumento (Redução) em Cptções no Mercdo Aberto Aumento (Redução) em Obrigções por Empréstimos e Repsses... (7.969) (7.969) Aumento (Redução) em Recursos de Aceites e Emissão detítulos Aumento (Redução) em Outrs Obrigções CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADE OPERACIONAIS FLUXO DE CAIXA ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Bix de Imobilizdo de Uso Aquisição de Imobilizdo de Uso... (4.235) (8.349) (6.721) (9.272) Aplicções no Intngível... (11.772) (3.778) (11.772) (8.496) CAIXA LÍQUDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS... (15.988) (12.127) (18.132) (17.284) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Vrição d Prticipção de não controldores... (17.688) Dividendos Intermediários Pgos... (20.898) (24.912) (20.898) (24.912) Juros Sobre o Cpitl Próprio Pgos... (5.823) (6.014) (5.823) (6.014) Dívids Subordinds CAIXA LÍQUIDO UTILIZADO NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS (29.256) (25.000) AUMENTO LÍQUIDO DE CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA Cix e equivlente de cix no ínicio do período Cix e equivlente de cix no fim do período Demonstrção dos es Adiciondos Em Reis mil APURAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Receit d intermedição finnceir Despes d intermedição finnceir... (71.122) (79.397) ( ) (79.170) Outrs receits/despess opercionis (536) Resultdo não opercionl... (440) (1.261) (16.526) 102 Receit d prestção de serviços Mteris, energi, serviço de terceiros e outros... (30.958) (38.061) (44.127) (51.729) Adiciondo Bruto Retenções... (6.565) (5.480) (8.384) (7.099) Amortizção... (2.364) (2.059) (2.919) (2.530) Deprecição... (4.201) (3.421) (5.465) (4.569) Adiciondo Líquido Produzido pel Entidde Adiciondo Recebido em Trnsferênci... (931) 224 Resultdo de Equivlênci Ptrimonil... (931) 224 Adiciondo Distribuir DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Governo DespessTributáris (14.939) Imposto de rend e contribuição socil Empregdos Slários e honorários Encrgos sociis Previdênci privd Benefícios e treinmentos Prticipção nos resultdos Aluguéis Txs e Contribuições Acionists Juros sobre o cpitl próprio Prticipção não Controldores... (17.695) Lucro Retido Adiciondo Distribuído As Nots Explictivs são prtes integrntes ds Demonstrções Finnceirs NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS nots 1 Contexto explictivs opercionl às demonstrções finnceirs O Bnco do Estdo de Sergipe S.A. Bnese, ( Instituição ou Bnco ) é um sociedde nônim de cpitl berto controld pelo Governo do Estdo de Sergipe. Oper n form de bnco múltiplo e disponibiliz produtos e serviços bncários, por meio ds crteirs de crédito comercil, desenvolvimento e imobiliário, lém de contr com 61 gêncis no Estdo de Sergipe. Como fonte de finncimento de sus operções, o Bnese utilizse, lém dos recursos dos cionists (Ptrimônio Líquido), de recursos obtidos principlmente com cptções de depósitos à vist, poupnç e depósitos przo, que incluem os depósitos judiciis. O Bnese tu como bnco oficil do Governo do Estdo de Sergipe n dministrção dos recursos do Estdo, ssim como n prestção de serviços referentes às folhs de pgmento d dministrção diret e indiret. 2 Apresentção ds demonstrções finnceirs semestris As demonstrções finnceirs semestris individuis e consolidds form elbords de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil, plicáveis às instituições regulds pelo Bnco Centrl do Brsil, queconsiderm s diretrizes contábeis emnds d Lei ds Socieddes por Ações Lei nº 6.404/1976, com lterções introduzids pel Lei n /2007 e Lei nº /2009 ssocids às norms e instruções do Conselho Monetário Ncionl (CMN), do Bnco Centrl do Brsil (BACEN), d Comissão dees Mobiliários (CVM) e do Comitê de Pronuncimentos Contábeis (CPC), no que for plicável. As demonstrções finnceirs semestris incluem estimtivs e premisss, tis como: mensurção de provisões pr perds com operções de crédito; estimtivs do vlor justo de determindos instrumentos finnceiros, provisões cíveis, fiscis e trblhists; e outrs provisões. Os resultdos efetivos podem ser diferentes dqueles estbelecidos por esss estimtivs e premisss. 2.1 Principis prátics dotds n consolidção As demonstrções finnceirs semestris consolidds form elbords de cordo com os princípios de consolidção previstos n legislção em vigor, brngendo s demonstrções finnceirs do Bnese Bnco do Estdo de Sergipe S.A. e de su controld SEAC Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd., conforme Resolução nº 2.723/2000 e lterd pel Resolução nº 2.743/2000 publicds pelo BACEN. O processodeconsolidção ds conts ptrimoniis e de resultdo corresponde à som horizontl dos sldos ds contsdotivo, dopssivo, dsreceitsedespess, segundosunturez, complementd com s seguintes eliminções: Ds prticipções no cpitl, reservseresultdoscumuldos; Dos sldos de conts integrntes do tivo e/ou pssivo, mntids entre s empress cujos blnços ptrimoniis form consoliddos; e Dos efeitos decorrentes ds trnsções relizds entre esss instituições. Pr melhor entendimento ds demonstrções finnceirs consolidds, seguem de form resumid os blnços ptrimoniis em 30 de junho de 2013 e 30 de junho de 2012 d empres controld do Bnese: Bnese SEACSergipe Adm. de Crtões e Serv. Ltd Eliminções Ativo circulnte ( ) Disponibiliddes (860) Aplicções interfinnceirs de liquidez (10.817) Titulos e vlores mobiliários Relções interfinnceirs Operções de crédito ( ) Outros créditos (7.470) Outros vlores e bens Não circulnterelizável longo przo Títulos e vlores mobiliários Relções interfinnceirs Operções de crédito Outros créditos Outros vlores e bens Ativo permnente (304) Totl do tivo ( ) Pssivo Circulnte ( ) Depósitos (11.677) Relções interfinnceirs Relções interdependêncis Obrigções por empréstimos e repsses ( ) Outrs obrigções (7.470) Não circulnte Exigível longo przo Depósitos Cptções no mercdo berto Recursos de ceites e emissão de títulos Obrigções por empréstimos e repsses Outrs obrigções Resultdo de exercícios futuros Prticipção de não controldores Ptrimônio liquido (6.075) Totl do pssivo e ptrimônio liquido ( ) Segue de form resumid demonstrção do resultdo em 30 de junho de 2013 e 2012 ds empress consolidds: Bnese SEACSergipe Adm. de Crtões e Serv. Ltd Eliminções Receits de intermedição finnceir (274) Despess de intermedição finnceir (90.330) (64.462) 274 ( ) (95.495) Resultdo bruto d intermedição finnceir (64.188) Outrs receits/despess opercionis (79.922) (43.128) (62.730) Resultdo opercionl (28.325) Resultdo não opercionl (440) (16.086) (16.526) 102 Resultdo ntes d tributção sobre o lucro e prticipção (44.411) Imposto de rend e contribuição socil (25.599) (40.713) Prticipções esttutáris no lucro (3.629) (3.629) (5.142) Lucro líquido ntes d prticipção de não controldores (18.626) Prticipção de não controldores (4.479) Lucro/ Prejuízo líquido (18.626) Resumo ds principis prátics contábeis. Moed funcionl e de presentção As demonstrções finnceirs estão presentds em reis, que é moed funcionl do Bnese e sus controlds. b. Receits e despess As receits e despess são registrds de cordo com o regime de competênci, observndo o critério pro rt die. As operções de nturez finnceir são tulizds pelo método exponencil, com exceção dquels reltivs títulos descontdos, s quis são tulizds pelo método liner. A tulizção ds operções de crédito vencids té o 59º di é contbilizd em receits de operções de crédito. As receits prtir do 60º di de trso são reconhecids no resultdo qundo de seu efetivo recebimento. c. Cix e equivlentes de cix Pr fins de demonstrções dos fluxos de cix (conforme disposto n Resolução CMN n 3.604/08), cix e equivlentes de cix correspondem os sldos de disponibiliddes e plicções interfinnceirs de liquidez imeditmente conversíveis, ou com przo de vencimento originl igul ou inferior 90 dis e presentem risco insignificnte de mudnç em seu vlor justo. d. Aplicções interfinnceirs de liquidez As plicções interfinnceirsdeliquidezestãoregistrdspelocustodequisição, crescidsdsrends uferidse justdsporprovisão pr desvlorizção, qundo plicável. e. Títulos e vlores mobiliários e instrumentos finnceiros derivtivos De cordo com Circulr BACEN nº 3.068/2001 e regulmentção complementr, os títulos e vlores mobiliários são clssificdos de cordo comintençãodenegociçãopeladministrção. Ostítulose vlores mobiliários possuem s seguintes clssificções e forms de vlorizção: Títulos pr negocição incluem os títulos e vlores mobiliários dquiridos com o propósito de serem tiv e frequentemente negocidos, registrdos pelo custo de quisição, crescidos dos rendimentos incorridos té dt do blnço e justdos vlor de mercdo, tendo o juste vlor de mercdo comocontrprtidoresultdodoperíodo. Sãoclssificdosnotivocirculnte, independentemente d dt do seu vencimento; Títulos Disponíveis pr Vend são os títulos que poderão ser negocidos qulquer tempo, porém não são dquiridos com finlidde tiv e frequente de negocição. São vlidos pelo vlor de mercdo, líquidos dos efeitos tributários, em contrprtid à cont destcd do ptrimônio líquido; Títulos mntidos téovencimento incluemostítulose vlores mobiliários pr os quis hj intençãoecpciddefinnceirdobneseprsumnutençãoemcrteirté ovencimento, conforme estudo relizdo internmente, registrdos pelo custo de quisição, crescidos dos rendimentos incorridos té dt do blnço. O Bnese não possui títulos e vlores mobiliários clssificdos n ctegori Títulos Disponíveis prvend. f. Instrumentos finnceiros derivtivos De cordo com Circulr BACEN nº 3.082/2002 e regulmentções posteriores, os instrumentos finnceiros derivtivos são clssificdos de cordo com intenção d dministrção pr fins ou não de proteção (hedge). O Bnese não oper com instrumentos finnceiros derivtivos, exceto nos fundos exclusivos que possuem em su crteir opções de futuro (dólr, IDI e DI) e opções de ções. g. Relções interfinnceirs Os créditos junto o Fundo de Compensção ds Vrições Slris (FCVS), decorrentes de sldos residuis e/ou quitções ntecipds de finncimentos imobiliários com desconto, estão registrdos pelo seu vlor nominl, tulizdos pelos rendimentos té dt do blnço e justdos por provisão pr perds por negtiv de cobertur totl ou prcil dos créditos por prte do FCVS, clculd à rzão de 50% do sldo. Os créditos são mntidos o seu vlor nominl tulizdo, dd intenção por prte d Administrção, de mnter té seu vencimento os títulos CVS que esses créditos serão convertidos. h.operções de crédito e provisão pr crédito de liquidção duvidos As operções de crédito, bem como s respectivs provisões constituíds, em curso norml são registrds no tivo circulnte ou relizável longo przo obedecendo os przos contrtuis, enqunto s operções em curso norml com trso igul ou superior sessent dis são registrds no tivo relizável longo przo, independentemente dos przos contrtuis. Ns operções imobiliáris com cláusul de cobertur do FCVS, o sldo registrdo é deduzido do sldo residul não coberto pelo fundo, purdo nos termos do Decreto nº /1988, e d Lei nº /2000. A provisão pr créditos de liquidção duvidos é purd e registrd observndose os prâmetros estbelecidos pel Resolução CMN nº 2.682/1999, que determin: A clssificção ds operções de crédito em nove níveis de risco AA (risco mínimo) té H (risco máximo), que levm em considerção o vlor ds operções, s grntis existentes, s crcterístics dosclientes, o nível de trso ds operções, conjuntur econômic, experiênci pssd e os riscos específicos e globis d crteir, entre outros ftores; As operções de crédito em trso clssificds em H permnecem ness clssificção por seis meses, qundoentãosãobixds prejuízo e controlds em conts de compensção, não mis figurndo no blnço ptrimonil. As operções renegocids são mntids, no mínimo, no mesmo nível em que estvm clssificds. Asrenegocições que já hvim sido bixds contr provisão e que estvm controlds em conts de compensção são clssificds como nível H, e os eventuis gnhos provenientes d renegocição somente são reconhecidos qundo efetivmente recebidos. Qundo houver mortizção significtiv d operção, ou qundo novos ftos relevntes justificrem mudnç do nível de risco, poderá ocorrer reclssificção d operção pr ctegori de menor risco. Com bse no rtigo 2º d Resolução CMN nº 2.697/2000, que lter o rtigo 5º d Resolução nº 2.682/1999, Instituição dot critério interno de clssificção e constituição de provisão pr s operções com pessos físics d crteir comercil, com responsbilidde totl do devedor inferior R$50,considerndo informções pessois, finnceirs, histórics e externs dos clientes. Ns operções de crédito rurl, industril e finncimento hbitcionlcom esss crcterístics, clssificção individul é feit de cordo com seu respectivo nível de risco (AA H), conforme Resolução CMN nº 2.682/1999; A Administrção revis periodicmente os riscos e s estimtivs de perd em relção à crteir de créditos, conformeprevistonresoluçãocmnnº2.682/1999. Aprovisãoprcréditosdeliquidçãoduvidosépurd levndose em considerção clssificção ds operções de crédito em seus respectivos níveis de risco. i. Imposto de rend e contribuição socil (tivo e pssivo) Os créditos tributários de imposto de rend e contribuição socil sobre o lucro líquido, clculdos sobre diçõestemporáris, são registrdos n rubric Outros Créditos Diversos. Os créditos tributários sobre s dições temporáris serão relizdos qundo d utilizção e/ou reversão ds respectivs provisões sobre s quis form constituídos. Tis créditos tributários são reconhecidos contbilmente bsedos ns expecttivs tuis de relizção, considerndo os estudos técnicos e nálises relizdspeladministrção. A provisão pr imposto de rend é constituíd à líquotbse de 15% do lucro tributável, crescid de dicionl de 10%. A contribuição socil sobre o lucro é clculd considerndo líquot de 15%. Form constituíds provisões pr os demis impostos e contribuições sociis, de cordo com s respectivs legislções vigentes. De cordo com Lei nº /2009, s modificções no critério de reconhecimento de receits, custos e despesscomputds n purção do lucro líquido do período, introduzids pel Lei nº /2007 e pelos rtigos 37 e 38 d Lei nº /2009, não terão efeitos pr fins de purção do lucro rel, devendo ser considerdos, pr fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de j. Outros vlores e bens Os bens não de uso próprio, são registrdos pelo custo de quisição, purdo entre o vlor contábil d dívid e o vlor de mercdo do bem, o que for menor e, qundo plicável, justdo por provisão pr perds. As despess ntecipds registrm os vlores decorrentes de pgmentos ntecipdos ou de cordos de cooperção, cujos direitos de benefícios ou prestção de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo mortizdsconforme durção contrtul, ssocid à expecttiv de gerção dos resultdos futuros desses cordos. k. Ativo permnente k.1) s Avlição dos investimentos em controld pelo método d equivlênci ptrimonil, tomndo por bse s demonstrções finnceirs levntds, observndo s mesms prátics contábeis do controldor, ou sej, prátics contábeis dotds no Brsil plicáveis às instituições finnceirs. Os outros investimentos são registrdos pelos seus vlores de custo e, qundo plicável, são justdosporprovisões pr perds; k.2) Imobilizdo O imobilizdo é registrdo o custo de quisição ou construção, considerndo os seguintes spectos: Deprecição do Imobilizdo de uso clculd pelo método liner de cordo com vid útil dos bens considerndo s seguintes txs nuis: Edificções...4% Equipmentos de uso...10% Sistems de processmento de ddos...20% Outros % k.3) Ativos Intngíveis correspondem os direitos dquiridos que tenhm por objeto bens incorpóreos destindos à mnutenção d entidde ou exercidos com ess finlidde. Esse grupoestá representdo por quisição de softwre. A mortizção é clculd pelo método liner durnte s sus vidsúteisestimds, considerndo os benefícios econômicos futuros gerdos. l. Redução do vlor recuperável de tivos finnceiros (impirment) É reconhecid um perd por impirment se o vlor de contbilizção de um tivo ou de su unidde gerdor de cix excede seu vlor recuperável. Um unidde gerdor de cix é o menor grupo identificável de tivos que ger fluxos de cix substncilmente independentes de outros tivos e grupos. Perds por impirment são reconhecids no resultdo do período. Os vlores dos tivos não finnceiros, exceto outros vlores e bens e créditos tributários, são revistos, no mínimo, nulmente pr determinr se há lgum indicção de perd por impirment. m. Depósitos, cptções no mercdo berto, recursos de ceites e emissão de títulos, obrigções por empréstimos e obrigções por repsses do pís instituições oficiis Sãodemonstrdospelosvloresdsexigibiliddeseincluem, qundoplicável, osencrgosté dtdo blnço, reconhecidos de form pro rt die. n. Provisões, tivos e pssivos contingentes e obrigções legis Pr os processos judiciis em que o Bnese e su controld figurm como réus, os ssessores jurídicos clssificms ções em perd provável, possível ou remot, sendo constituíd provisão pr quels de perd provável, de cordo com estimtiv do vlor d perd. As provisões pr perds prováveis nos processos judiciis são constituídsconsiderndose opinião dos ssessores jurídicos do Bnese e su controld, nturez ds ções, su complexidde, o posicionmento dos tribunis pr cuss de nturez semelhnte, de cordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qul foi provdo pel Resolução CMN nº 3.823/2009 e pel Deliberção CVM nº 594/2009. Ativos contingentes: não são reconhecidos contbilmente, exceto qundo Administrção possui totl controle d situção ou qundo há grntis reis ou decisões judiciis fvoráveis, sobre s quis não cbem mis recursos, crcterizndo o gnho como prticmente certo e pel confirmção d cpcidde de surecuperção por recebimento ou compensção com outro exigível. Pr os tivos reconhecidos em períodosnteriores, que estão em fse de cálculo pericil, e gerem expecttiv de gnho de vlor inferior os reconhecidos, é constituíd provisão. As obrigções legis são integrlmente provisionds qulquer que sej probbilidde de perd d ção judicil. o. Dívids subordinds As dívids subordinds estão registrds pelo custo de quisição, tulizds dirimente pel tx de emissão d operção. p. Outros tivos e pssivos Os tivosestãodemonstrdospelosvloresderelizção, incluindo, qundoplicável, osrendimentos e svrições monetáris e cmbiis uferids (em bse pro rt die) e provisão pr perd, qundo julgd necessári. Os pssivos demonstrdos incluem os vloresconhecidoseclculáveis,crescidosdos encrgos e ds vrições monetáris e cmbiis incorridos (em bse pro rt die). q. Lucro por ção A divulgção do lucro por ção é presentdo pel divisão do lucro líquido do período pel quntidde totl de ções. r. Benefício empregdos O Bnese mntém um plno previdenciário pr os seus empregdos e exempregdos (posentdos e prticipntes vinculdos), dministrdo pelo Instituto Bnese de Seguridde Socil SERGUS, cujo objetivo é ssegurrosprticipntes, pensionists e dependentes benefícios suplementres ou ssemelhdos os d Previdênci Socil. Conforme o regulmento do plno, os benefícios contempldos são: (i) suplementção de posentdori por invlidez, (ii) suplementção de posentdori por idde, (iii) suplementção de posentdori por tempo de contribuição, (iv) suplementção de posentdori especil, (v) suplementção de uxíliodoenç, (vi) suplementção de pensão, (vii) suplementção de uxílioreclusão, (viii) pecúlio por morte e (ix) suplementção de bono nul. O Bnese possui plnos de benefícios empregdos incluindo benefícios de curto przo, plnos de previdênci privd, ssistênci médic, ssistênci odontológicedeprticipçãonoslucros. N form preconizd pel Deliberção CVM nº 695/2012 e Pronuncimento Técnico CPC 33 revisdo, o Bnco do Estdo de Sergipe efetu contbilizção ds obrigções de benefícios empregdos, reconhecendo os seus gnhos e perds turiis ocorridos em cd exercício, n cont de outros resultdos brngentes. s. Representção de sldos comprtivos Os blnços ptrimoniis, individul e consoliddo, de 30 de junho de 2012, presentdos pr fins de comprção, form justdos e estão sendo representdos em rzão de (i) revisão de critérios e rotins opercionis nteriormente dotdos pr fins de segregção dos sldos reltivos crteir de operções de crédito entre circulnte e nãocirculnte. Os efeitos dess representção são demonstrdos seguir: Originl Ajuste Representdo Circulnte Operções de Crédito ( ) Operções de Crédito ( ) Setor Privdo ( ) Provisão pr créditos de liquidção duvidos (35.709) (16.542) Relizável Longo Przo Operções de Crédito Operções de Crédito Setor Privdo Provisão pr créditos de liquidção duvidos (3.834) (19.167) (23.001) 4 Cix e equivlente de cix Cix Disponibilidde em moed ncionl Equivlente de cix (1) Aplicções no mercdo berto Aplicções em depósitos interfinnceiros Totl (1) Operções cujo vencimento n dt d efetiv plicção for igul ou inferior 90 dis. 5 Aplicções interfinnceirs de liquidez Aplicções no Mercdo Aberto Letrs Finnceirs dotesouro Ncionl LFT Letrs dotesouro Ncionl LTN Nots dotesouro Ncionl NTN Aplicções em Depósitos Interfinnceiros Depósitos Interfinnceiros CDI Totl Ativo circulnte Do montnte de R$ no e R$ no de Aplicções Interfinnceirs de Liquidez, R$ no e Consoliddo possui o przo de vencimento superior novent dis d dt d plicção, e não form considerdos como cix e equivlentes de cix n Demonstrção do Fluxo de Cix. 6 Títulose vlores mobiliários e instrumentos finnceiros derivtivos A crteir de Títulos e es Mobiliários e Instrumentos Finnceiros Derivtivos tem seguinte composição:. Títulose vlores mobiliários.1 Crteir do e Consoliddo por nturez e fixs de vencimentos: Sem Até TOTAL Vencimento Meses Meses nos nos nos Prnegocição Letrs Finnceirs dotesouro Certificdo de Depósito Bncário (1) Fundos exclusivos multimercdo Fundos bertos multimercdo Cots de fundos de investimento em direitos creditórios FIDC 87 Ações ci. bert (2) Mntidostéovencimento Letrs Finnceirs dotesouro Certificdo de Recebíveis Imobiliários (CRI) (3) Títulos d dívid grári CVS (4) TotldeTVM Ativo circulnte Ativo relizável longo przo (1)Títulos emitidos pelo Bnco Industril do Brsil S.A. e Bnco Industril e Comercil S.A. (2) Ações emitids pel CETIP S.A. Mercdos Orgnizdos.; (3)Títulos emitidos pelo Brzilin Securities,WTSCWtorre Securitizdor de Crédito Imobiliário e RB Cpitl; e (4)Título emitido pelotesouro Ncionl;.2 Crteir do e por nturez, vlor do custo de quisição e de mercdo e prâmetros utilizdos: Custo de Ajuste Atulizdo Mercdo vlor de Custo de Ajuste Mercdo contábil Atulizdo Mercdo vlor de Mercdo contábil Títulos pr negocição Letrs Finnceirs do Tesouro crteir própri Letrs Finnceirs dotesouro Vinculdo compromissos de recompr (1) Certificdo de Depósito Bncário Fundos exclusivos multimercdo (NOTA.3) Fundos bertos multimercdo Cots de fundos de investimento em direitos creditórios FIDC Ações ci. bert Títulos mntidos té o vencimento (4.935) (3.593) Letrs Finnceirs do Tesouro Crteir própri (1) Letrs Finnceirs do Tesouro Vinculdo compromissos de recompr (1) CRI Certificdos Recebíveis Imobiliários (2) TDA Títulos d Dívid Agrári (3) (6) 47 CVS Títulos do FCVS (3) (5.730) (4.456) Totl (4.686) (3.439) Nos csos de títulos de rend fix, referese o custo de quisição, crescido dos rendimentos uferidos té dt do blnço. (1) O vlor de mercdo dos títulos públicos federis é obtido prtir dos preços do mercdo secundário divulgdos pel ANBIMA Associção Brsileir ds Entiddes dos Mercdos Finnceiro e de Cpitis; (2) Os CRI são mrcdos mercdo pelo percentul do CDI d operção, trzids vlor presente pelo cupom de DI x Pré, pelo cupom DI x IGPM ou Futuros de DI, divulgdos dirimente pel BM&FBOVESPA Bols dees, Mercdoris e Futuros; e (3) Os CVS são purdos prtir do último vlor médio de negocição, divulgdo pel CETIP S.A. Mercdos Orgnizdos. Atendendo o disposto no Artigo 8º d Circulr nº 3.068/01 do BACEN, o Bnese declr possuir cpcidde finnceir e intenção de mnter té o vencimento os títulos clssificdosn ctegori mntidos té o vencimento. Pr os títulos nest ctegori, o juste vlor de mercdo é mermente informtivo, não estndo registrdo n contbilidde, nos termos d Circulr BACEN nº 3.068/2001. Não houve reclssificçãoentre s ctegoris de títulosno semestre..3 e Composição dos fundos exclusivos: Sem Vencimento Até 3 meses 3 12 meses 1 3 nos 3 5 nos 5 15 nos TOTAL Títulos públicos Letrs Finnceirs dotesouro Letrs dotesouro Ncionl Nots dotesouro Ncionl B Nots dotesouro Ncionl C Títulos privdos Certificdo de Depósito Bncário Debênture (1) Letrs finnceirs 615 Ações (57) (57) Instrumentos finnceiros e derivtivos (1) 59 Cot de fundo de investimento em direitos creditórios FIDC Cot de fundo de investimento multimercdo Cix Outrs Obrigções (3.200) (3) (2) (714) (743) es pgr/receber (3) (2) (650) Provisões (3.226) (3.226) (93) Totl (1) Emissores do Fundo Ftor Uirpuru: BNDESPAR, CEMIG GT, CPSC, AMAR3, ELET3, HGTX3, LREN3, PCAR4 Emissores do Fundo Merctto Atli:VIVR, KVIC As plicções em cots de fundos de investimento clssificdscomo títulos pr negocição, estão sendopresentdsdecordocom os ppéis que compõem sus crteirs por vencimento. b. Resultdo de operções com títulos e vlores mobiliários e Consoliddo Rends de plicções em operções compromissds Rends de plicções em depósitos interfinnceiros Rends de títulos de rend fix Rends de plicções em fundos de investimentos Prejuízos com títulos de rend fix (228) (22) Ajuste positivo o vlor de mercdo Ajuste negtivo o vlor de mercdo (809) (2.119) Totl

5 Bnese, um ptrimônio de todos os sergipnos 7. Relções interfinnceirs Estão composts por pgmentos e recebimentos liquidr, representdos por cheques e outros ppéis remetidos o serviço de compensção, por créditos vinculdos representdos por cumprimentos ds exigibiliddes dos compulsórios sobre depósitos à vist, depósitos de poupnç e outros recursos, por créditosjunto o Sistem Finnceiro d Hbitção SFH e por correspondentes, conforme demonstrdos seguir:. Relções interfinnceirs e Consoliddo Compulsório sobre depósitos à vist (1) Compulsório sobre depósitos de poupnç (2) Crédito rurl Progro receber Créditos junto o FCVS (3) Provisão pr perd de créditos junto o FCVS (4) (16.567) (15.295) BACEN outros depósitos Bncos oficiis Direitos junto prticipção sistem de liquidção Correspondentes Totl Ativo circulnte Ativo relizável longo przo (1) Não remunerdo; (2) Remunerdo pel mesm tx d poupnç; (3) Remunerdo conforme origem dos recursos (TR + 6,17% pr poupnç etr + 3,12% pr FGTS) e registrdos pelo vlor nominl tulizdo pelos respectivos rendimentos té dt do blnço; e (4) Em 30 de junho de 2013 há montnte de R$ (R$ /06/2012) de contrtos em vlidção, o bnco constituiu provisão de 50% pr os contrtos em vlidção RNV e 50% pr os contrtos com índices de multiplicidde de finncimentos. N vlição d Administrção provisão constituíd é suficiente pr cobertur de possíveis perds. b. Resultdo ds plicções compulsóris e Consoliddo Rends de créditos vinculdos o SFH Atulizção monetári e juros sobre recolhimentos compulsórios izção / Desvlorizção de créditos vinculdos (287) (240) Totl Operções de crédito e previsão pr operções de crédito de liquidção duvidos. Composição por tipo de operção e Consoliddo Adintmentos depositntes Empréstimos Títulos descontdos Finncimentos Finncimentos ruris e groindustriis Finncimentos imobiliários Totl de Operções de Crédito Ativo circulnte Ativo relizável longo przo b. Operções de crédito por níveis de risco e Consoliddo Nível de Crédito Totl d d Crédito Totl d d Crédito em Atrso Crédito em Atrso Risco Norml (1) Crteir Provisão Norml (1) Crteir Provisão A vencer Vencid A vencer Vencid AA A B C D E F G H Totl (1) Incluem os créditos vencidos té 14 dis. c. Composição d crteir clssificd e Consoliddo Nível de Risco Totl Comercil Industril Rurl Imobiliário d Provisão AA A B C D E F G H Totl e Consoliddo Nível de Risco Totl Comercil Industril Rurl Imobiliário d Provisão Totl d.composição por fix de vencimento e nível de risco e Consoliddo Vencimento AA A B C D E F G H Totl PrcelsVencids Até 30 dis de dis de dis de dis de dis Acim de 360 dis Totl Gerl e Consoliddo AA A B C D E F G H Totl Totl Gerl e. Crteir vencid prtir de 15 dis e Consoliddo Atividde Econômic Rurl Indústri Comércio Outros serviços Pessos físics Hbitção Totl f. Composição d crteir por setor de tividde econômic e Consoliddo Descrição % % Pessos físics , ,07 Pessos jurídics , ,76 Indústri , ,96 Comércio , ,80 Rurl , ,55 Hbitção , ,86 Outros serviços , ,76 Totl , ,00 g. Concentrção de crédito e Consoliddo Sldo % Provisão Sldo % Provisão 10 miores devedores , , miores devedores , , miores devedores , , Demis clientes , , Totl , , O sldo do mior devedor é de R$ (R$ /06/2012) que represent 1,50% do totl de operções de crédito. h. Movimentção d provisão pr operções de créditos de liquidção duvidos e Consoliddo Sldo inicil d provisão (+) Constituição de provisão líquid no período () Bixs de operções de crédito no período (9.648) (15.119) (=) Provisão pr Perds d Crteir de Crédito Sldo finl d provisão Ativo circulnte Ativo relizável longo przo i. Montnte de operções renegocids e recuperds e Consoliddo Dívids renegocids Recuperção de créditos Totl j. Rends de operções de crédito Empréstimos Títulos descontdos Recuperção de créditos bixdos como prejuízo Finncimentos e empreendimentos imobiliários Finncimentos ruris Outros finncimentos Totl Outros créditos Rends receber Serviços prestdos receber Outrs rends receber Diversos Crédito tributário diferençs temporáris (Not 22) Devedores por depósitos em grnti (Not 9.1) Impostos e contribuições compensr (Not 9.2) Adintmentos e ntecipções Pgmentos ressrcir Devedores diversos Adintmentos pr pgmentos por noss cont Totl Ativo circulnte Ativo relizável longo przo Devedores por depósito em grnti Interposição de recursos previdenciários Interposição de recursos fiscis Receit Federl Interposição de recursos trblhists Interposição de recursos cíveis Totl Impostos e contribuições compensr COFINS Lei nº 9.718/1998 (1) CSLL (repetição de indébito no 1989) (2) FINSOCIAL (repetição de indébito setembro/89 mrço/92) (2) Provisão FINSOCIAL () (3) (8.149) (8.220) (8.149) (8.220) PIS Decretos nºs 2.445/1988 e 2.449/1988 (2) Provisão PIS Decretos () (4) (13.070) (13.070) (13.070) (13.070) IRRF IRPJ CSLL Outros impostos 13 4 Totl (1) COFINS crédito decorrente do lrgmento d bse de cálculo introduzid pel Lei 9.718/1998, rt. 3º, prágrfo 1º, declrd inconstitucionl pelo STF. (2) CSLL, FINSOCIAL e PIS Decretos nºs 2.445/1988 e 2.449/1988 processos judiciis trnsitdos em julgdo com sentenç fvorável o Bnco, gurdndo execução de sentenç. (3) Devido tulizção do sldo do crédito tributário do FINSOCIAL té 31/12/2012, o vlor d provisão foi justdo em R$ 71, considerndo o tul estágio do processo, e enqunto gurd definição do montnte em prectório. (4) Foi provisiondo o totl do crédito tributário do PIS, té o cálculo finl pelo perito judicil n fse de execução d sentenç. 10 Outros vlores e bens Bens não de uso (1) Mteril em estoque Outros bens (2) Despess ntecipds Provisão pr desvlorizção (1.620) (1.079) (1.620) (1.079) Totl Ativo circulnte Ativo relizável longo przo (1) Os bens não liendos no przo regulmentr ou com pendêncis judiciis são registrdos no tivo e provisão é constituíd com bse em ludo de vlição emitido por vlidores independentes e, no cso de existênci de pendêncis judiciis, é constituíd provisão correspondente 100% do vlor contábil do bem. Provisão pr este grupo de conts no e Consoliddo em R$ 225 (R$ 175 ). (2) Pr os bens ddos em comodto é constituíd provisão correspondente 100% do vlor contábil do bem no e Consoliddo em R$ (R$ 904 ). 11 s Prticipções em Coligd e Controld no pís (1) Prticipções de cpitis p/incentivos fiscis Outros investimentos p/incentivos fiscis Provisão pr perds investimentos p/incentivos fiscis (423) (423) (423) (423) Títulos ptrimoniis Anbim Outros investimentos Provisão pr Perds em Outros investimentos (25) (25) (25) (25) Totl (1) Avlição pel equivlênci ptrimonil referente à prticipção de 5% n empres SEAC Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd., são eliminds pr fins de consolidção. Prticipção % Sldo do Lucro do 1º sem/2012 Equivlênci ptrimonil Sldo do SEAC 5% Prticipção % Sldo do Prejuízo do 1º sem/2013 Equivlênci ptrimonil Sldo do SEAC 5% (19.744) (931) Imobilizdo de uso. Composição dos sldos Edificções e terrenos Móveis, máquins e equipmentos Outrs imobilizções (1) Totl (1) Representdo principlmente por equipmentos de comunicção, processmento de ddos e de segurnç. b. Demonstrção do custo de quisição residul Custo Deprecição Tx nul Terrenos Edificções (14.103) % Móveis e equipmentos em estoque Móveis e equipmentos de uso (12.553) % Imobilizção em curso Instlção e dptção de dependêncis (2.090) % Benfeitoris em imóveis de terceiros (3.596) % Sistem de comunicção (974) % Sistem de processmento de ddos (27.751) % Sistem de segurnç (711) % Totl (61.778) residul Custo Deprecição Tx nul Terrenos Edificções (14.103) % Móveis e equipmentos em estoque Móveis e equipmentos de uso (17.614) % Imobilizção em curso Instlção e dptção de dependêncis (2.090) % Benfeitoris em imóveis de terceiros (6.854) % Sistem de comunicção (974) % Sistem de processmento de ddos (31.514) % Sistem de segurnç (962) % Veículos 54 (28) % Totl (74.139) Intngível. Composição dos sldos Outros tivos intngíveis (1) Amortizção cumuld (14.885) (10.372) (17.771) (13.238) Totl (1) São compostos por softwre dquiridos e/ou desenvolvidos por empress especilizds. São mortizdos pelo przo estimdo de benefício econômico à tx de 20%... b. Demonstrção do custo de quisição Intngível: residul CustoAmortizção Txnul Custo com implntção e desenvolvimentos de sistem (14.885) % Totl (14.885) Intngível: residul CustoAmortizção Txnul Custo com implntção e desenvolvimentos de sistem (17.771) % Totl (17.771) Depósitos, cptções no mercdo berto, recursos de ceites e emissão de títulos, obrigções por empréstimos e obrigções por repsses do pís. Composição por modlidde Depósitos à vist Depósitos pessos físics Depósitos pessos jurídics Depósitos de governos Depósitos vinculdos Outros vlores Depósitos de poupnç Depósitos de poupnç livres Pessos físics Depósitos de poupnç livres Pessos jurídics Depósitos de poupnç de ligds Depósitos interfinnceiros Depósitos judiciis Depósitos à przo Depósitos especiis com remunerção Cptções no mercdo berto Recursos de ceites e emissão de títulos (1) Obrigções por repsses do pís BNDES Obrigções por repsses do pís FINAME Obrigções por repsses do pís BNB Totl Pssivo circulnte Pssivo exigível longo przo (1) Composto exclusivmente por letrs finnceirs emitids pelo Bnese b. Composição de depósitos por przos Semvencimento Até90dis De91360dis Acimde360dis Depósitos à vist Depósitos de poupnç Depósitos interfinnceiros Depósitos judiciis Depósitos przo (1) Depósitos especiis com remunerção Totl (1) Consider os vencimentos estbelecidos ns plicções. Semvencimento Até90dis De91360dis Acimde360dis Depósitos à vist Depósitos de poupnç Depósitos interfinnceiros Depósitos judiciis Depósitos przo (1) Depósitos especiis com remunerção Totl (1) Consider os vencimentos estbelecidos ns plicções. c. Composição de obrigções por repsses por przos e Consoliddo Até 90 dis De dis Acim de 360 dis BNDES FINAME BNB Totl As cptções em depósitos przo são relizds com clientes d instituição, ns modliddesde encrgospósoupréfixdos que correspondem99,71% e0,29% dototldcrteir, respectivmente. A tx médi de cptção pr os depósitos pósfixdos corresponde 95,13% (94,43% ) d vrição do CDI e os préfixdos 3,38% o semestre (4,57% o semestre ). As cptções trvésdeoperçõescompromissds crteirprópri nomercdoberto, relizds com instituições finnceirs, têm tx médi de cptção de 102,43% d vrição do CDI. Os recursos internos pr repsses representm, bsicmente, cptções de Instituições Oficiis (BNDES, FINAMEe BNB).Esssobrigçõestêm vencimentos mensis té julho de 2023, com incidênci de encrgos finnceiros ns operções pósfixds de 0,90% 6,75% (0,90% 6,75% ) o no, lém ds vrições dos indexdores TJLP, e ns obrigções préfixds té 6% (6% ) o no. Os recursos são repssdos os clientes nos mesmos przos e txs de cptção, crescids de comissão de intermedição. Como grntis desses recursos form repssds s grntis recebids ns correspondentes operções de crédito. d. Despess de cptção Depósitos judiciis (8.064) (6.869) (8.064) (6.869) Depósitos de poupnç (22.254) (22.739) (22.254) (22.739) Depósitos przo (21.550) (35.634) (21.277) (35.407) Operções compromissds crteir própri e de terceiros (245) (230) (245) (230) Letrs finnceirs subordinds LFS (10.729) (5.706) (10.729) (5.706) Fundo Grntidor de Créditos FGC (1.500) (1.512) (1.500) (1.512) Depósitos interfinnceiros (3.550) (3.407) (3.550) (3.407) Depósitos especiis com remunerção (9) (8) (9) (8) Despess com cptções no mercdo (67.901) (76.105) (67.628) (75.878) Despess de repsses BNDES (7) (33) (7) (33) Despess de repsses FINAME (670) (531) (670) (531) Despess de repsses BNB (2.544) (2.728) (2.544) (2.728) Despess com empréstimos e repsses (3.221) (3.292) (3.221) (3.292) Totl ds despess de cptção (71.122) (79.397) (70.849) (79.070) 15 Outrs obrigções Cobrnç e rrecdção de tributos e ssemelhdos Recebimento de tributos federis Outros tributos e ssemelhdos Sociis e esttutáris Dividendos e bonificções pgr Provisão pr riscos fiscis (Not 16) Cuss fiscis previdenciári Perd contingente PIS Perd contingente COFINS Provisão pr impostos e contribuições sobre lucros Impostos e contribuições recolher Negocição e intermedição de vlores Dívids subordinds Diverss Provisão pr pssivos Cuss trblhists (Not 16) Provisão pr pssivos Cuss cíveis (Not 16) Provisão pr risco Empréstimo rottivo crtão de crédito (1) Recursos do FGTS pr Amortizções Provisão pr pgmentos Despess de pessol Provisão pr pgmentos Fornecedores Credores diversos Pís Credores por recursos liberr Obrigções por convênios oficiis Outros vlores Totl Pssivo circulnte Pssivo exigível longo przo (1) Provisão constituíd n controld (SEAC) pr cobertur de possíveis perds no recebimento de vends com crtão de crédito. As cptções efetuds medinte emissão de títulos de dívid subordind, observds s condições determinds pel Resolução nº 3.444, de 28/02/2007, do CMN, e lterções promovids pel Resolução nº 3.532, de 31/01/2008, do CMN, são s seguintes: e Consoliddo Ppel deemissão Atulem DtdeEmissão DtdeVencimento Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Letrs Finnceirs Subordinds Totl Provisões, tivos e pssivos contingentes e obrigções legis. Contingêncis tivs O Bnese possui registrdo em sus demonstrções finnceirs tivos contingentes com trânsito em julgdo fvorável à Instituição conforme Not 9.2, ssim como possui, neste momento, processo judicil que ger expecttiv de gnhos futuros que não encontrse registrdo por não existir definição qunto conclusão deste processo. b. Contingêncis pssivs O Bnese e sus controlds figurm como réus em processos judiciis de nturez trblhist, cível e fiscl, decorrentes do curso norml de sus tividdes. Os processos trblhists em su miori referemse ções juizds por empregdos, ex empregdos e sindicto com o objetivo de obter indenizções reltivs às violções legds de direitos trblhists como pgmento de hors extrs, equiprção slril e diferençs nos rejustes slriis. Em 30 de junho de 2013, o montnte provisiondo título de contingêncis trblhists é de R$ (R$ ) no e R$ (R$ ) no. Os processos cíveis referemse, principlmente, pedidos de indenizção por dno morl e ptrimonil R$ 3.130, e correção dos sldos de poupnç referente os plnos econômicos Bresser, Verão e Collor I e II R$ 2.386, sendo o montnte provisiondo em 30 de junho de 2013 de R$ (R$ ) no e R$ (R$ ) no Bnese Consoliddo. Os processos fiscis são decorrentesdelgunstributosecontribuiçõesqueobnesevemdiscutindo judicilmente, tis como INSS R$ e deduções considerds indevids pelo fisco R$ totlizndo, em 30 de junho de 2013, no o montnte de R$ (R$ ) e R$ (R$ ). O procedimento utilizdo pelo Bnese pr reconhecimento dests obrigções presentse de cordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qul foi provdo pel Resolução nº 3.823/2009 do CMN e pel Deliberção CVM nº 594/2009. Os processos judiciis são clssificdos por probbilidde de perd em provável, possível e remot, por meio de vlição n qul se utilizm prâmetros como s decisões judiciis e o histórico de perds em ções semelhntes, somente são provisiondos os processos clssificdos como probbilidde de perd provável. A movimentção d provisão está ssim demonstrd: Totl Trblhists Cíveis Fiscis Sldo início do período Atulizção monetári Constituição líquid de reversões e bixs Pgmentos (605) (688) (1.293) (469) Sldo finl do período Totl Trblhists Cíveis Fiscis Sldo início do período Atulizção monetári Constituição líquid de reversões e bixs Pgmentos (665) (688) (1.353) (661) Sldo finl do período Os processos enqudrdos n ctegorideperdpossívelsãossimclssificdosemdecorrêncideincertezs gerds qunto o seu desfecho. São ções pr cujo objeto ind não foi estbelecid jurisprudênci ou que dependem d verificção e nálise dos ftos, ou, ind, presentm spectos específicos quereduzem probbilidde de perd. A estimtiv de perd pr os processos ssim clssificdos, de possível mensurção, exceto os fiscis, montm os seguintes vlores: trblhist R$ (R$ ) e cíveis R$ (R$ ). Neste grupo encontrmse cuss de nturezs diverss, principlmente: indenizção por dnos moris, lém de reclmções de nturez trblhist, tis comoisonomislril, reintegrçãodedemitidos, indenizçãoporlereoutros. Os processos de nturez fiscl cuj probbilidde de perd é clssificd como possível, referemse processosprevidenciários, PIS, COFINS e compensções de tributos não homologdos pel Secretri d Receit Federl, em decorrênci do estágio em que se encontrm, não foi possível estimr o montnte de perd. 17 Prticipção de não controldores Prticipção de 5% n Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd (304) (1.291) Ptrimônio Líquido d Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd Totl de prticipção de não controldores Apesr d prticipção de 5% em su controld, o Bnese possui preponderânci ns deliberções sociis, poder de eleger ou destituirseus dministrdores e controle opercionl efetivo. 18 Ptrimônio líquido. Cpitl socil O Cpitl Socil, totlmente integrlizdo, está representdo por ções ordináris e ções preferenciis. As ções preferenciis tem direito 10% mis de dividendos em relção s ções ordináris. O cionist mjoritário, o Estdo de Sergipe, detém 93,63% ds ções ordináris e 86,09% ds ções preferenciis.

6 Bnese, um ptrimônio de todos os sergipnos Em , Assemblei Gerl Extrordinári, provou propost d Diretori Executiv, com precer fvorável dos Conselhos Fiscl e Administrção, do umento do cpitl socil no vlor de R$ , com recursos de prte d Reserv Esttutári pr Mrgem Opercionl. Não houve emissão de novs ções. O Cpitl Socil pssou de R$ pr R$ , homologdo pelo Bnco Centrl em b. Reservs de lucros O Lucro Líquido do Exercício, justdo nos termos d Lei n 6.404/76 e lterções d Lei /07, terá s seguintes destinções: b.1 Legl é constituíd à bse de 5% sobre o lucro líquido do exercício, limitd 20% do cpitl socil. b.2 Reservs Esttutáris são constituíds do lucro líquido do exercício pós s deduções legis e dividendos té tingir o limite de 100% do Cpitl Socil, conforme estbelecido no Esttuto Socil. Estão composts por: Reserv esttutári pr mrgem opercionl com finlidde de grntir mnutenção d mrgem opercionl comptível com o desenvolvimento ds operções tivs d sociedde, limitd té 80% do cpitl socil. Reserv esttutári pr equlizção de dividendos com finlidde de ssegurr recursos pr o pgmento de dividendos intermediários, limitd té 20% do cpitl socil. A dministrçãotem intenção de efetur prte do pgmento desses dividendos em c. Dividendos e juros sobre o cpitl próprio c.1 Dividendos o esttuto socilconfere direitos dividendos mínimos obrigtórios de 25% do lucro líquido justdo do exercício socil. Em form pgos dividendos dicionis referente o exercício de 2012, no vlor de R$ , provdo pelo Conselho de Administrção e referendd pel Assembléi Gerl Ordinári (AGO) de c.2 Juros sobre o cpitl próprio conforme fcultdo pel Lei nº 9.249/1995, Administrção do Bnese provisionou, durnte o período JCP no montnte de R$ (R$ ), o JCP reduziu o impcto tributário no período n ordem de R$ (R$ ), imputdo os dividendos mínimos obrigtórios de 25% do lucro. 19 Outrs receits / despess opercionis. Receits de prestções de serviços Rends de serviços prestdos correntists Administrção de fundos de investimento Convênios de rrecdção/pgmento Cobrnç Rends de grntis prestds Totl b. Despess de pessol Slários (39.359) (35.370) (46.327) (40.929) Encrgos sociis (5.964) (5.186) (8.354) (7.296) INSS sobre slários (10.026) (8.849) (10.026) (8.849) Remunerção dos Administrdores (860) (848) (1.499) (1.279) Benefícios (6.765) (5.909) (8.851) (7.996) Treinmento (140) (308) (157) (308) Estgiários (725) (702) (761) (702) Totl (63.839) (57.172) (75.975) (67.359) c. Outrs despess dministrtivs Processmento de ddos (4.243) (4.335) (4.540) (6.507) Serviços do sistem finnceiro (2.266) (2.075) (2.266) (2.075) Deprecições e mortizções (6.565) (5.481) (8.384) (7.100) Comunicção (3.638) (4.089) (7.176) (6.744) Serviços de vigilânci e segurnç (2.939) (2.700) (4.185) (4.063) Serviços técnicos especilizdos (3.426) (3.883) (6.941) (4.338) Aluguéis (1.174) (981) (1.535) (1.307) Mnutenção e conservção de bens (1.779) (1.420) (2.370) (2.365) Propgnd e publicidde (947) (1.948) (2.012) (5.020) Mteril (961) (927) (1.556) (1.831) Serviços de terceiros (3.719) (3.574) (4.485) (3.945) Águ, energi e gás (1.640) (1.786) (1.895) (2.021) Trnsporte (2.523) (2.462) (3.392) (3.366) Promoções e relções públics (716) (6.027) (734) (6.227) Doções (3.500) (3) (5.130) (3.149) Outrs (2.161) (2.835) (2.575) (3.227) Totl (42.197) (44.526) (59.176) (63.285) d. Despess tributáris Contribuição o Cofins (7.851) (8.232) (9.938) (10.224) Contribuição o PIS Psep (1.284) (1.348) (1.738) (1.781) Imposto sobre serviços de qulquer nturez (2.705) (2.091) (3.839) (3.110) Tributos federis (94) (84) (94) (84) Tributos estduis (1) (2) (1) (2) Tributos municipis (63) (63) (160) (216) Outrs (177) (135) (179) (276) Totl (12.175) (11.955) (15.949) (15.693) e. Outrs receits opercionis Recuperção de encrgos e despess Reversão de provisões opercionis Atulizção monetári de tributos Juros, mults e descontos obtidos Outrs Totl f. Outrs despess opercionis Contribuição o SFH (1) (1) Operções de crédito descontos concedidos (121) (361) (121) (361) Vrição Monetári INSS (495) (495) (495) (495) Totl (616) (857) (616) (857) 20 Resultdo não opercionl Receits não opercionis Gnhos de cpitl Dividendos e juros sobre o cpitl próprio recebidos Atulizção monetári Despess não opercionis (1.761) (2.873) (19.375) (3.101) Prejuízo n lienção de vlores, bens e investimentos (18) (18) Perds de cpitl (338) (1.162) (796) (1.162) Provisões não opercionis (1.405) (1.711) (1.872) (1.939) Perds com créditos comprdos SEAC (16.689) Totl (440) (1.261) (16.526) Limites opercionis Acordo de Bsilei. Acordo de Bsilei As Instituições Finnceirs estão obrigds mnter um Ptrimônio de Referênci (PR) comptível com o gru de risco d estrutur de seus tivos, conforme Resolução nº 3.444/2007 e Resolução nº 3.490/2007, mbs do Conselho Monetário Ncionl, que trt d purção do Ptrimônio de Referênci Exigido (PRE) (Bsilei II), cuj vigênci deuse prtir de julho de Emconformidde com regulmentção estbelecid, s instituições finnceirs deverão mnter o Ptrimônio Líquido comptível com o gru de risco de seus tivos, ponderdos por ftores de ponderção de risco, estndo linhdo um índice mínimo de 11% do ptrimônio com relção os tivos ponderdos pelo risco. Em 30 de junho de 2013 o índice de dequção de cpitl (Índice de Bsiléi) do Bnco do Estdo de Sergipe er de 15,61% (15,46% ), o Ptrimônio de Referênci (PR) er de R$ (R$ ) e o Ptrimônio de Referênci Exigido (PRE) er de R$ (R$ ). Apresentse, seguir, o cálculo do ptrimônio de referênci e ptrimônio de referênci exigido e do coeficiente de dequção, de cordo com nov metodologi plicd pelo BACEN trvés ds Resoluções nºs 3.444/2007 e 3.490/2007: Ptrimônio de referênci nível I Ptrimônio líquido Ptrimônio de referênci nível II Dívid subordind (*) Deduções do Ptrimônio de Referênci Prticipção n crteir do fundo, representtivs dos seguintes instrumentos de cptção emitidos por instituições finnceirs e demis instituições utorizds funcionr pelo Bnco Centrl do Brsil: ções, instrumentos híbridos de cpitl e dívid e instrumentos de dívid subordind Ptrimônio de referênci PR (nível I + nível II Deduções) () Ptrimônio de referênci exigido PRE (b) Alocção de cpitl: Risco de crédito Risco de mercdo Risco opercionl Cpitl pr cobertur do risco ds operções sujeits à vrição de txs de juros não clssificdos n crteir negocição conforme Resolução CMN nº 3.365/2007 prcel RBAN (c) Mrgem de locção de cpitl ( b c) Ativo ponderdo pelo risco (d) Índice de solvbilidde ( / d) 15,61% 15,46% Índice de solvbilidde mplido ( * 11% / b + c) 13,91% 14,88% Índice de imobilizção 23,64% 26,18% Folg de imobilizção (*) O Bnco emitiu Letrs Finnceirs Subordinds no vlor originl de R$ , homologds pelo BACEN como dívid subordind e elegível cpitl no Nível II em Em 2013 form relizds três emissões de letrs finnceirs, utorizds compor o Nível II do Ptrimônio de Referênci, em Mrço, Mio e Junho de 2013, no vlor totl de R$ 45 milhões. Esses títulos são utilizdos pr efeito do cálculo do Ptrimônio de Referênci (Not 15). Índice de Imobilizção Em conformidde com Resolução CMN nº 2.669/1999, o Índice de Imobilizção em relção o Ptrimônio de Referênci no 1º semestre de 2013 é de 23,64% (26,18% ) estndo em conformidde com o máximo permitido pelo BACEN que é de 50%. Ptrimônio de referênci nível I Ptrimônio líquido Conts de resultdo credors Conts de resultdo devedors ( ) ( ) Ptrimônio de referênci nível II Dívid subordind (*) Deduções do Ptrimônio de Referênci Prticipção n crteir do fundo, representtivs dos seguintes instrumentos de cptção emitidos por instituições finnceirs e demis instituições utorizds funcionr pelo Bnco Centrl do Brsil: ções, instrumentos híbridos de cpitl e dívid e instrumentos de dívid subordind Ptrimônio de referênci PR (nível I + nível II) () Ptrimônio de referênci exigido PRE (b) Alocção de cpitl: Risco de crédito Risco de mercdo Risco opercionl Cpitl pr cobertur do risco ds operções sujeits à vrição de txs de juros não clssificdos n crteir negocição conforme Resolução CMN nº 3.365/2007 prcel RBAN (c) Mrgem de locção de cpitl ( b c) Ativo ponderdo pelo risco (d) Índice de solvbilidde ( / d) 15,04% 16,48% Índice de solvbilidde mplido ( * 11% / b + c) 13,51% 15,87% Índice de imobilizção 28,66% 29,52% Folg de imobilizção (*) O Bnco emitiu Letrs Finnceirs Subordinds no vlor originl de R$ , homologds pelo BACEN como dívid subordind e elegível cpitl no Nível II em Em 2013 form relizds três emissões de letrs finnceirs, utorizds compor o Nível II do Ptrimônio de Referênci, em Mrço, Mio e Junho de 2013, no vlor totl de R$ 45 milhões. Esses títulos são utilizdos pr efeito do cálculo do Ptrimônio de Referênci (Not 15). Índice de Imobilizção Em conformidde com Resolução CMN nº 2.669/1999, o Índice de Imobilizção em relção o Ptrimônio de Referênci no 1º semestre de 2013 é de 28,66% (29,52% ) estndo em conformidde com o máximo permitido pelo Bnco Centrl do Brsil que é de 50%. 22 Imposto de rend e contribuição socil O Bnco está sujeito o regime de tributção do lucro rel e procede o pgmento mensl do imposto de rend e contribuição socil pel estimtiv com bse em blncete de suspensão / redução. A despes de imposto derend registrd no e Consoliddo em 30 de junho de 2013foi de R$ (R$ )e de contribuição socil foi de R$ (R$ ), estndo su concilição seguir demonstrd:. Demonstrçãodocálculo dos encrgos com imposto de rend e contribuição socil Imposto de Rend Contribuição Socil Resultdo ntes d tributção e prticipções Prticipções esttutáris (3.629) (5.142) (3.629) (5.142) (3.629) (5.142) (3.629) (5.142) Juros sobre o cpitl próprio (5.823) (6.014) (5.823) (6.014) (5.823) (6.014) (5.823) (6.014) Adições líquids de cráter permnente Adições líquids de cráter temporário Lucro tributável ntes ds compensções es devidos pel líquot norml (11.693) (13.019) (11.693) (15.998) (11.693) (13.019) (11.693) (15.998) Adicionl de imposto de rend (10%) (7.783) (8.667) (7.784) (10.641) Incentivos fiscis Tributos devidos (19.009) (21.259) (19.009) (26.212) (11.693) (13.019) (11.693) (15.998) Crédito tributário sobre s diferençs temporáris registrdo efetivmente no resultdo (15.820) (20.323) 296 (25.276) (9.779) (12.458) (110) (15.437) % d despes efetiv em relção o lucro ntes do IRPJ e CSLL 25,60% 26,10% 1,62% 28,00% 15,83% 16,00% 0,60% 17,10% b. Créditos tributários de imposto de rend e contribuição socil diferidos A Lei nº 9.430/1996, em seu rtigo 9º, determin s regrs de dedutibilidde d despes de provisão pr devedores duvidosos n bse de cálculo do imposto de rend e contribuição socil. As provisões pr créditossãoregistrds de cordo com s disposições d Resolução do Conselho Monetário Ncionl nº 2.682/1999.Dess form, prcel de provisão constituíd pels regrs societáris ou regultóris que ultrpss o limite purdo de cordo com legislção fisclé diciond o cálculo dos tributos citdos. O provisionmento indedutível será btido dos resultdos tributários de períodos seguintes, qundo pssr se enqudrr nos conceitos de perd pr fins fiscis ou qundo de su reversão. Dinte d temporriedde d dição ds provisões pr devedores duvidosos e conforme disposição d Circulr BACEN nº 3.171/2002, Deliberção CVM nº 273/1998, o Bnco registr crédito tributário correspondente o imposto de rend e contribuição socil sobre provisões pr operções de crédito e pssivos contingentes e outrs provisões. A movimentção dos créditos está seguir demonstrd: Imposto de Rend Contribuição Socil Diferençs Temporáris Diferençs Temporáris Sldo em (+) Constituição de Créditos () Relizção de Créditos (1.649) (990) Sldo em (+) Constituição de Créditos () Relizção de Créditos (1.551) (931) (=) Sldo em Imposto de Rend Diferençs Temporáris Contribuição Socil Diferençs Temporáris Sldo em (+) Constituição de Créditos () Relizção de Créditos (1.649) (990) Sldo em (+) Constituição de Créditos () Relizção de Créditos (1.551) (931) (=) Sldo em O sldo d provisão tiv de imposto de rend e contribuição socil, registrdo em Outros créditosdiversos, present seguinte composição: Imposto de Rend Contribuição Socil 1. Adições Temporáris bse de cálculo CréditosTributários Créditos Tributários Não Ativdos Imposto de Rend Contribuição Socil 1. Adições Temporáris bse de cálculo CréditosTributários Créditos Tributários Não Ativdos Os créditos tributários de imposto de rend e contribuição socil diferidos são relizdos à medid que s diferençs temporárissobresquissãoclculdossejmrevertidsouseenqudremnosprâmetros de dedutibilidde fiscl, cujo cronogrm de relizção se present seguir, devidmente fundmentdoemestudotécnico, no qul há expecttiv de gerção de resultdos positivos futuros, com consequente gerção de obrigções com impostos e contribuições, já considerndo o disposto no rtigo 6º, prágrfo único, d Lei nº 9.249/1995. Os créditos não tivdos são provenientes ds provisões pr cobertur de perds no recebimento do FCVS, considerndo flt de definição de przo tnto pr homologção pel Cix Econômic Federl, como pr emissão dos títulos pelo Tesouro Ncionl. O qudro bixo demonstr os vlores previstos de relizção n dt de 30 de junho de 2013, comprtivmente com o vlor presente do crédito, clculdo com bse n tx de Depósitos Interfinnceiros DI projetd pr os períodos correspondentes. Período Relizção do Crédito de IR Relizção do Crédito de CSLL Totl Totl Totl Período Relizção do Crédito de IR Relizção do Crédito de CSLL Totl Totl Totl O vlor presente totl dos créditos tributários em 30 de junho de 2013 é de R$ (R$ /06/2012) no e de R$ (R$ /06/2012) no, clculdos de cordo com expecttiv de relizção ds diferençs temporáris pel tx de Depósitos Interfinnceiros DI projetd pr os períodos correspondentes. 23 Gerencimento de risco A tividde de gerencimento dos riscos é ltmente estrtégic em virtude d crescente complexidde dos serviços e produtos e d globlizção dos negócios do Bnco, motivo pelo qul está constntemente sendo primord em seus processos. O Bnese, visndo proporcionr um locção de cpitl mis eficiente de form otimizr o investimento dos cionists e respeitr um relção risco/retorno, elbor s sus polítics objetivndo estbelecer limites opercionis e procedimentos destindos mnter exposição o risco em níveis considerdos ceitáveis pel Instituição. Com o mesmo propósito, o Bnco possui um superintendênci específic de controles internos e riscos, vinculd o ConselhodeAdministrçãocomuniddesespecíficsprgestãoevliçãodosRiscosde Crédito, Mercdo, Liquidez e Opercionl, devidmente segregds ds áres relcionds os negócios. ) Risco opercionl O risco opercionl é definido como possibilidde de ocorrênci de perds resultntes de flh, deficiênci ou indequção de processos internos, pessos e sistems, ou de eventos externos que impctem negtivmente no desenvolvimento ds tividdes do Bnco. O Risco Opercionl inclui o risco legl e de reputção. Entre os eventos de risco opercionl, incluemse: Frudes Interns e Externs; Demnds trblhists e segurnç deficiente do locl de trblho; Prátics indequds reltivs clientes, produtos e serviços; Dnos tivos físicos próprios ou em uso pel Instituição; Aqueles que crretm interrupção ds tividdes d Instituição; Flhs em sistems de tecnologi d informção; Flhs n execução, cumprimento de przos e gerencimento ds tividdes n Instituição. Visndo propicir um dequdo mbiente de identificção e vlição dos riscos, o Bnese dispõe de um Polític de Risco Opercionl, provd e revisd no mínimo nulmente pel Diretori Executiv e Conselho de Administrção, onde estão delinedos os ppéis e responsbiliddes de cd empregdo e uniddesngestãodorisco opercionl. Com bse nos preceitos estbelecidos pel Resolução nº CMN e nos princípios do Acordo de Bsiléi II, represent um conjunto de diretrizes globis estbelecids pel dministrção do Bnco, quedelineiomodelodotdoprproporcionr, lémdocumprimento d legislção vigente, doção de prátics de identificção de riscos e controles mitigdores, cpzes de mnter todos os processos, produtos e serviços oferecidos pelo Bnese, seguros e competitivos, minimizndo perds reltivs os riscos opercionis provds por lçds competentes. Com relção à locção de cpitl oriund d purção d prcel do Ptrimônio de Referênci Exigido pr Riscos Opercionl, o Bnese dot o modelo d Abordgem Pdronizd Alterntiv Simplificd APAS. b) Risco de crédito O risco de crédito é decorrente d possibilidde de perds dvinds de um cliente ou contrprte em um instrumento finnceiro que não cumpr sus obrigções contrtuis, bem como d desvlorizção de contrto de crédito decorrente d deteriorção n clssificção de risco do tomdor, à redução de gnhos ou remunerções, às vntgens concedids n renegocição e os custos de recuperção. Visndo mitigr s posições exposts esse tipo de risco n crteir de crédito, o Bnese estbeleceu metodologis de vlição de risco de crédito que ponderm spectos do risco do cliente e do risco d operção, objetivndo mensurção dequd do risco finl d operção. Tmbém, vism trçr perfis decomportmento dos clientes, notdmente trvés de informções pessois, finnceirs e histórics, objetivndo seprálos em bons e mus, minimizndo o risco de perd pr Instituição. Após os devidos processmentos, s pontuções obtids trvés dos modelos de risco de crédito d Instituição são convertids em not de risco conforme estbelecido n Resolução CMN nº 2.682/1999. De cordo com os procedimentos do Bnco, os referidos modelos estão em constnte monitormento, objetivndo sempre s dequções pertinentes, sempre que necessáris. Emreferênciàsregrsestbelecidsprrelizçãodeprovisõesdecréditosdeliquidçãoduvidos, obnco doestdodesergipes.a. obedeceoscritériospositivdosnresoluçãocmnnº2.682/1999, dotndoposição mis conservdor n crteir comercil, hj vist não fzer uso d fculdde dispost no prágrfo 2 do rt. 4. d resolução menciond retro, que permite contgem em dobro dos przos elencdos no inciso I do mesmo rtigo, ns operções cujo o przo decorrer sej superior à 36 (trint e seis) meses. Além ds medids prudenciis retro mencionds, que minimizm o risco de defult ds operções de crédito, s exposições finnceirs do Bnese que são incorrids o risco de crédito são minimizds devido o fto de serem relizds com servidores públicos, com créditos vinculdos ou consigndos à folh de pgmento e de finncimento o crtão de crédito, correspondendo 45% do crédito d crteir comercil, representndo ssim um portfólio de bixo risco. Destcse ind que 80% do portfólio de Títulos e es Mobiliários é plicdo em títulos públicos federis. As posições em cix ou equivlente de cix não possuem exposição o risco de crédito hj vist que se trt de recursos em espécie ou de plicção em títulos públicos federis. O volume de conts receber está representdo pels operções de crédito presentds n tbel bixo. e Consoliddo Junho/2013 Junho/2012 Operções de crédito TVM Depósitos Interfinnceiros c) Risco de liquidez O risco de liquidez é definido como medid de descsmento de estrutur e przo de vencimento entre tivos e pssivos que poss dificultr cpcidde de pgmento de um instituição finnceir. Nesse sentido, o Bnese mntém níveis de liquidez dequdos os compromissos ssumidos pel Instituição, resultdo d lt cpilridde d su rede de gêncis, como tmbém d su mpl e diversificd bse de depositntes e d qulidde dos seus tivos. O controle do risco de liquidez do Bnese está em consonânci com sus polítics interns e às exigêncis d supervisão bncári, em especil à Resolução CMN nº 4.090/2013. Este controle é relizdo por áreresponsável distint à gestão diret d tesourri do Bnco, qul envi reltório diário contendo informções sobre os cenários de normlidde e estressdo de noss liquidez, bem como fz um nálise econômicofinnceir com bse n liquidez intern e nos indicdores do mercdo. A seguir, estãosmturiddescontrtuis de tivos e pssivos finnceiros. e Consoliddo Título S/ Vencimentoté 3 meses de 3 12 meses de 1 5 nos cim de 5 nos Totl LFTs e LFTA Operções CompromissdsTPF CVSA/CVSC Fundos de s CDB e CDI DIsVinculdos o Crédito Rurl Ações TDA CRI Totl de Ativos Cptções diverss e obrigções por repsse Totl de Pssivos d) Risco de mercdo O risco de mercdo é dvindo d possibilidde de ocorrênci de perds finnceirs nos vlores de mercdodeposiçõesdetidsporuminstituiçãofinnceir. Esssperdspodemserdecorrentes de lterções no comportmento ds txs de juros, do preço ds ções, do câmbio e ds commodities, bem como d interção entre eles e sus respectivs voltiliddes. Nesse sentido, o e Consoliddo utiliz um sistem integrdo pr ferição do risco, determinção ds exposições e compnhmento dos limites determindos em sus polítics/normtivos internos. Os limites internos são compnhdos dirimente e prevêem trvs de exposição globl os riscos, em moeds estrngeirs, fundos de investimento multimercdos, de ções e de rend fix. Como form de compnhr exposição do BANESE às vrições de tivos e pssivos sujeitos o risco de mercdo, periodicmente o Bnese reliz nálises de sensibilidde, como form de estimr o comportmento de noss crteir em condições de estresse de mercdo, bem como supondo quebrs de premisss. Emtendimento à Instrução Normtiv CVM 475/2008, o e Consoliddo relizou nálise de sensibilidde por ftor de risco de mercdo considerdo relevnte os quis o consoliddo estv exposto. Ness nálise o ftor Pré e o ftor Cupom de TR form s posições predominntes em função d expressividdedsoperçõesdecréditopréfixds, bemcomodcptçãoempoupnçe d plicção em crédito imobiliário no totl ds exposições d empres. As demis exposições o risco de mercdo não representm mis que 1% do totl de exposições. e Consoliddo 1º Semestre 2013 Operção Exposição Risco CenárioProvável (I)CenárioII CenárioIII Operções de crédito e demis exposições sujeits vrições ds txs de Alt d juros préfixds em rel SELIC (31.702) (48.648) (93.062) Operções de crédito imobiliário, cptções em poupnç e demis exposições sujeits vrições ns txs dos cupons de juros com lstro n tx referencil (TR) Alt dtr (2.304) (23.732) (42.688) Pr efeito dos cálculos presentdos cim, considerouse no Cenário I situção mis provável, num cenário de umento ds txs de juros préfixds, com bse em ddos do mercdo, quis sejm, s curvs de contrtos de DI1 com negocição no di n BM&F e ns txs médis de swp DI X PRE pr o przo de um no (vértice 252 du).em relção à TR (tx Referencil) utilizouse s cotções médis de swp ou s curvs de cupom pr est tx informd pel BM&F pr o przo de um no (vértice 252 du), que sinliz lt ds txs de juros desse cupom. Pr construção dos Cenários II e III, plicrmse vrições de 25% e 50%, respectivmente, nos ftores de risco levdos em cont, estimndose novs posições estressds. Os cenários d tbel cim representm o resultdo finnceiro estimdo, considerndose mrcção mercdo ds exposições feits em função d nálise de sensibilidde presentd. 24 Remunerção pg empregdos e dministrdores Os vlores máximos, médios e mínimos d remunerção mensl pg pelo Bnco os seus empregdos e dministrdores são os seguintes em R$ 1,00: Remunerção Brut Empregdos (1) R$ Administrdores (2) R$ Máxim , ,42 Médi 4.135, ,40 Mínim 1.385, ,66 (1) Inclui remunerção de hors extrs (inclusive dicionl noturno), qundo efetivmente prestds. (2) Inclui honorários, verb de representção e direitos individuis tribuídos empregdos. Em 30 de junho de 2013, o número de empregdos do Bnco do Estdo de Sergipe totlizv (1.101 ), registrndose, no período, um decréscimo de 0,29% no qudro de pessol do Bnco. O Bnco custei plno de previdênci complementr de contribuição definid (BD) e ptrocin o plno de ssistênci súde pr seus empregdos. O vlor cumuldo té 30 de junho de 2013 ds contribuições estão demonstrds seguir: Plno de Previdênci Complementr de Benefício Definido (BD) Plno de Assistênci Súde

7 Bnese, um ptrimônio de todos os sergipnos 25 Benefícios empregdos O Bnese presentemente mntém um único plno previdenciário pr os seus empregdos e exempregdos (posentdos, prticipntes vinculdos e flecidos), dministrdo pelo Instituto Bnese de Seguridde Socil SERGUS, entidde fechd de previdênci complementr constituíd em O objetivo do SERGUS é ssegurr os prticipntes, pensionists e dependentes benefícios suplementres ou ssemelhdos os d Previdênci Socil, brngendo os seguintes benefícios: suplementção de posentdori por invlidez, idde, por tempo de contribuição e especil, suplementção de benefício diferido por desligmento, pecúlio por morte, uxílio doenç, uxílio reclusão, suplementção de pensão e bono nul. A relção entre s contribuições efetuds pelos prticipntes e o Bnco do Estdo de Sergipe tende pridde estbelecid n Emend Constitucionl nº 20/1998, registrndo, o finl do primeiro semestre de 2013, relção contributiv de 1:1 (em 1:1). As premisss turiis utilizdos n vlição turil relizd n dtbse de 30 de Junho de 2013 form: Premisss Biométrics: Tábu de mortlidde gerl de válidos: UP94 feminin; tábu de mortlidde de inválidos: RP2000 Disbled feminin; tábu de entrd em invlidez WYATT 1985 Disbled Study Clss 1 unisex; tábu de rottividde nenhum. Premisss Econômics: Tx de desconto de longo przo d obrigção turil: 5,42%; tx de inflção futur 5,3%..; índice de umento slril rel estimdo 1,8%..; tx de crescimento rel dos benefícios: 0%..; ftor de determinção do vlor rel dos slários e dos benefícios d entidde: 97,60%; tx de custeio dministrtivo: 15% incidentes sobre o custo nul do plno; índice de rejuste do plno: INPC/IBGE; USB = R$ 300,90; USC = R$ 263,83. Os resultdos d vlição turil de 30 de junho de 2013 são demonstrdos seguir: e Consoliddo ( ) (17.868) ( ) (52.148) (50.756) As movimentções do sldo do Pssivo/Ativo turil pr o primeiro semestre são s seguintes: (7.997) (43.434) Pssivo/(tivo) turil líquido no período nterior Despes do período (líquid d contribuição) (Gnhos) / perds do período Ajuste n vlição dos tivos fir vlue Ajuste limitdor de reconhecimento do tivo turil Pssivo/(Ativo) Aturil líquido no período tul pós juste Depósitos à vist (1) SEAC Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd (860) (83) Depósitos à przo (1) SEAC Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd (10.817) (3.839) (227) Juros sobre o cpitl próprio e dividendos (2) SEAC Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd Outrs obrigções (3) SEAC Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd (7.470) (652) Outrs despess opercionis (3) SEAC Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd (7.470) (2.466) Despess não opercionis (3) SEAC Sergipe Administrdor de Crtões e Serviços Ltd (6.669) (49.621) (83.829) Empres consolidd Controldores e pessol chve d dministrção Depósitos à vist Controldores e pessol chve d dministrção Depósitos à przo Controldores e pessol chve d dministrção ( ) ( ) (4.203) (9.854) (1) As trnsções com prtes relcionds form efetuds pels txs médis prticds no mercdo, vigentes ns dts ds respectivs operções; (2) Juros sobre o cpitl próprio e dividendos referemse vlores destindos pel empres; (3) Referese receit de cobrnç qul é cobrd de cordo com o contrto mntidos entre s prtes. Os vlores cim referemse operções envolvendo o Bnese e su empres controld, e form elimindos ns demonstrções consolidds. b) Remunerção do PessolChve d Administrção: Anulmente n Assembléi Gerl Ordinári é fixdo: o montnte globl d remunerção dos dministrdores, dos membros do Conselho de Administrção e dos membros do Conselho Fiscl, conforme determin o Esttuto Socil. No semestre findo em 30 de junho de 2013 e 2012, s remunerções do Conselho de Administrção e d Diretori do estão representds seguir: Benefícios de Curto Przo Proventos Grtificções Encrgos Sociis Totl O Bnese não possui benefícios pósemprego de plno de previdênci complementr bert destindos Administrdores, bem como não possui benefícios de longo przo, de rescisão de contrto de trblho ou remunerção bsed em ções pr seu pessolchve d Administrção. c. Outrs Informções A reconcilição do vlor d obrigção turil é demonstrd seguir: presente d obrigção Custo dos juros Custo do serviço corrente Benefícios pgos pelo fundo Gnhos / perds turiis sobre obrigção turil (5.954) (67.828) (10.620) presente d obrigção A reconcilição do vlor justo dos tivos do plno é demonstrd seguir: justo dos tivos do plno Rendimento esperdo do vlor justo dos tivos do plno Contribuições recebids pelo fundo Benefícios pgos pelo fundo Gnhos/(perds) turiis sobre o vlor justo dos tivos Ajuste n vlição dos tivos fir vlue (5.954) (46.079) (10.620) justo dos tivos do plno O detlhmento ds despess é demonstrdo seguir: Custo do serviço corrente Juros sobre obrigção turil Rendimento esperdo dos tivos do plno Perds / gnhos turiis reconhecidos Despes líquid do exercício (24.686) (5.500) (20.403) O detlhmento do vlor reconhecido em outros resultdos brngentes é demonstrdo seguir: Perds/(gnhos) turiis ns obrigções (Perds)/gnhos turiis nos tivos Vrição de limitdor de reconhecimento do tivo turil (67.828) líquido reconhecido em Outros Resultdos Abrngentes (3.880) As ctegoris do vlor justo dos tivos do plno estão demonstrds seguir: Títulos de rend fix s estruturdos Títulos de rend vriável Imóveis Empréstimos Receit (Despes) Ativo (Pssivo) presente ds obrigções com cobertur justo dos tivos do plno (Superávit)/Deficit (Perds)/Gnhos turiis não reconhecidos (Ativo)/Pssivo Aturil Ajuste limitdor de reconhecimento do tivo turil (Ativo)/Pssivo Aturil pós juste Opinião As trnsções do com s controlds estão relcionds seguir: 80% 3% 12% 4% 1% 79% 4% 11% 4% 2% A tx rel de rendimento esperd dos tivos do plno é purd com bse ns expecttivs de mercdo existentes nquel dt, plicável o período o longo do qul obrigção deve ser liquidd. A movimentção do déficit/(superávit) do plno o longo dos nos é demonstrd seguir: presente d obrigção justo dos tivos do plno ( ) ( ) ( ) Déficit / Superávit do plno (17.868) O montnte ds contribuições do Bnese no semestre totlizou R$ (R$ ), e foi imputdo às despess opercionis.. Plnos de ssistênci à súde e odontológico O Bnco ptrocin o Plno de Assistênci Súde pr seus empregdos, com um percentul de proximdmente 3% d folh de pgmento, e pr o Plno Odontológico com 50% d contribuição do ssocido, os quis são destindos os empregdos tivos, não ssumindo nenhum responsbilidde pós posentdori. 26 Trnsções com prtes relcionds (bnco) ) Trnsções do com controldor e com s controlds: As operções relizds entre prtes relcionds são divulgds em tendimento à Resolução nº 3.750/2009 publicd pelo BACEN, e do Pronuncimento Técnico CPC 05. Esss operções são efetuds vlores, przos e txs médis usuis de mercdo, vigentes ns respectivs dts, e em condições de comuttividde. Conforme legislção em vigor, s instituições finnceirs não podem conceder empréstimos ou dintmentos pr: Diretores e membros dos conselhos consultivos ou dministrtivo, fiscis e semelhntes, bem como os respectivos cônjuges e prentes té o 2º gru; Pessos físics ou jurídics que prticipem de seu cpitl, com mis de 10%; e Pessos jurídics de cujo cpitl prticipem, com mis de 10%, própri instituição finnceir, quisquer diretores ou dministrdores d própri instituição, bem como seus cônjuges e respectivos prentes té o 2º gru. Dess form, não são efetudos pelo Bnese empréstimos ou dintmentos qulquer subsidiári, membros do Conselho de Administrção ou d Diretori Executiv e seus fmilires. 27 Outrs informções. Grntis concedids O Bnese concedeu grntis, por meio de finçs bncáris, cujo montnte em 30 de junho de 2013 er de R$ (R$ ). b. Créditos cedidos O Bnese possui 746 contrtos de créditos cedidos com coobrigção (crédito rurl), cujo montnte em 30 de junho de 2013 é de R$ 429 (R$ 478 ). c. Fundos de investimento O Bnese é distribuidor de Fundos de vi su rede de gêncis cujo ptrimônio em 30 de junho de 2013 er de R$ (R$ ), sendo R$ do Fundo BNY Mellon Bnese Strtegy FIC FIM (R$ ) e R$ do Fundo BNY Mellon Bnese Expert FI Rend Fix (R$ ). 28 Autorizção pr conclusão ds demonstrções finnceirs A diretori do Bnese utorizou conclusão ds presentes demonstrções finnceirs semestris em 06 de gosto de 2013, s quis considerm os eventos subseqüentes ocorridos té est dt, que pudessem ter efeito sobre ests demonstrções finnceirs. RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administrção, Acionists e Administrdores do Bnco do Estdo de Sergipe S.A. Exminmos s demonstrções finnceirs do Bnco do Estdo de Sergipe S.A. e s demonstrções finnceirs consolidds do Bnco do Estdo de Sergipe S.A. e empress controlds, que compreendem o blnço ptrimonil em 30 de junho de 2013 e s respectivs demonstrções do resultdo, ds mutções do ptrimônio líquido e dos fluxos de cix pr o semestre findo nquel dt, ssim como o resumo ds principis prtics contábeis e demis nots explictivs. Responsbilidde d Administrção pels Demonstrções Finnceirs A Administrção do Bnco e empress controlds e responsável pel elborção e dequd presentção desss demonstrções finnceirs individuis e consolidds de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil plicáveis s instituições utorizds funcionr pelo Bnco Centrl do Brsil BACEN e pelos controles internos que el determinou como necessáris pr permitir elborção de demonstrções finnceirs livres de distorção relevnte, independentemente se cusd por frude ou erro. Responsbilidde dos Auditores lndependentes Noss responsbilidde é de expressr um opinião sobre esss demonstrções finnceirs individuis e consolidds com bse em noss uditori, conduzid de cordo com s norms brsileirs e interncionis de uditori. Esss norms requerem o cumprimento de exigêncis étics pelos uditores e que uditori sej plnejd e executd com o objetivo de obter segurnç rzoável de que s demonstrções finnceirs individuis e consolidds estão livres de distorção relevnte. Um uditori envolve execução de procedimentos seleciondos pr obtenção de evidênci respeito dos vlores e divulgções presentdos ns demonstrções finnceirs. Os procedimentos seleciondos dependem do julgmento do uditor, incluindo vlição dos riscos de distorção relevnte ns demonstrções finnceirs, independentemente se cusd por trude ou erro. Ness vlição de riscos, o uditor consider os controles internos relevntes pr elborção e dequd presentção ds demonstrçõies finnceirs do Bnco e do consoliddo pr plnejr os procedimentos de uditori que são propridos ns circunstâncis, ms não pr expressr um opinião sobre eficáci dos controles intemos do Bnco e do consoliddo. Um uditori inclui tmbém vlição d dequção ds prátics contábeis utilizds e rzobilidde ds estimtivs contábeis feits pel Administrção, bem como vlição d presentção ds demonstrções finnceirs tomds em conjunto. Acreditmos que evidênci de uditori obtid é suficiente e proprid pr fundmentr noss opinião. Em noss opinião, s demonstrções finnceirs referids cim presentm dequdmente, em todos os spectos relevntes, posição ptrimonil e finnceir do Bnco do Estdo de Sergipe S.A., bem como posição ptrimonil e finnceir consolidd do Bnco do Estdo de Sergipe S.A. e empress controlds em 30 de junho de 2013, o desempenho individul e consoliddo de sus operções e os seus fluxos de cix pr o semestre findo nquel dt, de cordo com s prátics contábeis dotds no Brsil plicáveis às instituições utorizds funcionr pelo Bnco Centrl do Brsil. Outros ssuntos Demonstrção do vlor diciondo Exminmos, tmbém, demonstrção individul e consolidd do vlor diciondo (DVA), elbordos sob responsbilidde d Administrção do Bnco, pr o semestre findo em 30 de junho de 2013, cuj presentção e requerid pel legislção societári brsileir pr compnhis berts. Esss demonstrções form submetids os mesmos procedimentos de uditori descritos nteriormente e, em noss opinião, estão dequdmente presentdos, em todos os seus spectos relevntes, em relção às demonstrções finnceirs individuis e consolidds tomds em conjunto. Ênfse Representção dos vlores correspondentes Conforme menciondo n not explictiv 3(s), em decorrênci de revisão de critérios e rotins opercionis nteriormente dotdos pel dministrção do Bnco qunto segregção dos sldos reltivos crteir de operções de crédito entre circulnte e não circulnte, os vlores correspondentes referentes o semestre nterior findo em 30 de junho de 2012, presentdos pr fins de comprção, form reclssificdos e estão sendo representdos como previsto n NBC TG, ou CPC 23 (Prátics Contábeis, Mudnçs de Estimtiv e Retificção de Erro). Noss conclusão não contém modificção relciond esse ssunto. São Pulo, 6 de gosto de 2013 ERNST & YOUNG TERCO Auditores lndependentes S.S. CRC2SP015199/06 S SE Flávio Serpejnte Peppe Contdor CRC SP /06 S SE Rento Nntes Contdor CRC1 RJ /07 S SE Precer do conselho fiscl Os membros do Conselho Fiscl do Bnco do Estdo de Sergipe S.A., no uso de sus tribuições legis e esttutáris, precim e provm o blncete correspondente à junho/13, s Demonstrções Contábeis FInnceirs do semestre findo em 30 de junho de 2013, compnhds ds Nots Explictivs e do Reltório dos Auditorres Independentes, prte integrnte deste precer do Conselho Fiscl. Com bse nest nálise, concluírm que s referids Demonstrções refletem dequdmente situção finnceir e ptrimonil dest Instituição. Arcju/SE, 13 de gosto de 2013 Adinelson Alves d Silv Felipe Rodrigues Chid Fernndo Akir Ot Ricrdo Oliveir Lcerd de Melo Mocir Joquim de Sntn Júnior GOVERNO DO ESTADO DE SERGIPE Jckson Brreto de Lim Governdor em Exercício SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA João Andrde Vieir d Silv Secretário CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Ver Lúci de Oliveir President em Exercício José de Oliveir Júnior Jorge Sntn de Oliveir Mri Lúci de Oliveir Flcón Pedro Mrcos Lopes Josué Modesto dos Pssos Subrinho Independente Mocir Rezende Representnte dos Acionists Minoritários Luiz Alves dos Sntos Filho Representnte dos Empregdos DIRETORIA EXECUTIVA Ver Lúci de Oliveir Presidênci Hércules Silv Dltro Diretori de Finnçs e de Relções com Investidores Crlos Alberto Tvres Ferreir Diretori de Crédito Comercil Edson Freire Cetno Diretori de Crédito de Desenvolvimento Mri Avilete Rmlho Diretori Administrtiv

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