IPI TRIBUTOS FEDERAIS LEGISLAÇÃO - PI ANO XIX ª SEMANA DE JANEIRO DE 2008 BOLETIM INFORMARE Nº 03/2008

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1 IPI ANO XIX ª SEMANA DE JANEIRO DE 2008 BOLETIM INFORMARE Nº 03/2008 VALOR TRIBUTÁVEL - CONSIDERAÇÕES Introdução - Do Valor Tributável - Inclusão do Frete e Das Demais Despesas Acessórias - Descontos, Diferenças ou Abatimentos - Consignação Mercantil - Valor Tributável Mínimo - Arbitramento do Valor Tributável - Esclarecimentos Complementares... TRIBUTOS FEDERAIS DEMONSTRATIVO DE NOTAS FISCAIS (DNF) - DISPOSIÇÕES GERAIS Introdução - Quem Deve Apresentar o DNF - Prazo Para Apresentação do DNF - Multa Por Falta de Entrega do DNF - Relação Das Mercadorias Sujeitas ao DNF - Anexo I da Instrução Normativa SRF nº 445, de Anexo II da Instrução Normativa SRF nº 445, de LEGISLAÇÃO - CE Lei nº , de (DOE de ) - - Cesta Básica - Redução de Base de Cálculo - Novos Produtos - Alterações... Instrução Normativa SEF nº 17, de (DOE de ) - Assuntos Diversos - Taxa de Fiscalização e Prestação de Serviço Público - Autorização de Uso de ECF e Nota Fiscal Avulsa - Exercício LEGISLAÇÃO - PB Portaria GSER nº 262, de (DOE de ) - - Valor - Base de Cálculo - Açúcar... LEGISLAÇÃO - PE Decreto nº , de (DOE de ) - - Benefícios Fiscais - Alterações... Decreto nº , de (DOE de ) - - Terminais de Telefonia Celular... Decreto nº , de (DOE de ) - - Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco (PRODEPE) - Montante Mínimo de Recolhimento - Alterações... Decreto nº , de (DOE de ) - - Campanha Todos Com a Nota - Alterações... Instrução Normativa SRE nº 01, de (DOE de ) - - Base de Cálculo do Antecipado - Cartões Inteligentes - Smart Cards e Sim Cards... Portaria SF nº 01, de (DOE de ) - - ARE Virtual - Acesso - Alterações... Portaria SF nº 07, de (DOE de ) - - Inscrição Estadual - Não Localização do Contribuinte - Cancelamento de Ofício... LEGISLAÇÃO - PI Lei nº 5.718, de (DOE de ) - ICM/ - Extinção de Créditos Tributários - Disposições... Pág. 65 Pág. 64 Pág. 62 Pág. 61 Pág. 61 Pág. 60 Pág. 57 Pág. 56 Pág. 56 Pág. 54 Pág. 54 Pág. 53 Pág. 52

2 Lei nº 5.719, de (DOE de ) - - Compensação - Autorização. Pág. 52 Lei nº 5.720, de (DOE de ) - - Dispensa ou Redução de Juros e Multa de Débitos Fiscais... Lei nº 5.721, de (DOE de ) - e Outros Tributos - Alíquota - Multa - Crédito Presumido - Diferencial de Alíquota - Isenção - Alterações... Pág. 52 Pág. 51 Decreto nº , de (DOE de ) - - Alterações no Regulamento.. Pág. 48 Decreto nº , de (DOE de ) - - Operações Ocorridas em Dezembro/ Parcelamento... Portaria GSF nº 646, de (DOE de ) - - Recolhimento de Carga Tributária Complementar - Código de Receita - Instituição... Portaria GSF nº 651, de (DOE de ) - - Operações Interestaduais - Entrada de Açúcar Com Incentivos Fiscais - Complementação do - Alterações... LEGISLAÇÃO - RN Pág. 46 Pág. 45 Pág. 45 Decreto nº , de (DOE de ) - - Alterações no Regulamento.. Pág. 44 Decreto nº , de (DOE de ) - ICM/ - Dispensa de Multa e Juros e Parcelamento de Débito - Alteração... Decreto nº , de (DOE de ) - - Homologação de Embarcações Pesqueiras... Portaria SET nº 06, de (DOE de ) - - Projeto de Implantação do Sistema Integrado de Gestão da Administração Tributária - Alteração... Pág. 44 Pág. 43 Pág. 42

3 JANEIRO - Nº 03/ IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN IPI Sumário VALOR TRIBUTÁVEL Considerações 1. Introdução 2. Do Valor Tributável 3. Inclusão do Frete e Das Demais Despesas Acessórias 4. Descontos, Diferenças ou Abatimentos 5. Consignação Mercantil 6. Valor Tributável Mínimo 7. Arbitramento do Valor Tributável 8. Esclarecimentos Complementares 1. INTRODUÇÃO Os contribuintes produzem mercadorias e, conseqüentemente, várias operações, sendo que cada uma delas possui um tratamento fiscal peculiar, ou pela função que lhe é atribuída ou pelo destino dado. Neste trabalho analisaremos, sob a égide da Legislação do IPI, o valor tributável destas operações, ou seja, a parcela que será passível de tributação pelo Imposto sobre Produtos Industrializados. 2. DO VALOR TRIBUTÁVEL Nos termos do art. 131 do RIPI, constitui valor tributável: a) dos produtos de procedência estrangeira: a.1) o valor que servir ou que serviria de base para o cálculo dos tributos aduaneiros, por ocasião do despacho de importação, acrescido do montante desses tributos e dos encargos cambiais efetivamente pagos pelo importador ou dele exigíveis; e a.2) o valor total da operação de que decorrer a saída do estabelecimento equiparado a industrial; e b) dos produtos nacionais, o valor total da operação de que decorrer a saída do estabelecimento industrial ou equiparado a industrial. 3. INCLUSÃO DO FRETE E DAS DEMAIS DESPESAS ACESSÓRIAS O valor da operação referido nas letras a.2 e b do item anterior compreende o preço do produto, acrescido do valor do frete e das demais despesas acessórias, cobradas ou debitadas pelo contribuinte ao comprador ou destinatário. Será também considerado como cobrado ou debitado pelo contribuinte, ao comprador ou destinatário, para efeitos do disposto neste item, o valor do frete, quando o transporte for realizado ou cobrado por firma coligada, controlada ou controladora do estabelecimento contribuinte ou por firma com a qual este tenha relação de interdependência, mesmo quando o frete seja subcontratado. 4. DESCONTOS, DIFERENÇAS OU ABATIMENTOS Não podem ser deduzidos do valor da operação os descontos, diferenças ou abatimentos, concedidos a qualquer título, ainda que incondicionalmente. 5. CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Nas saídas de produtos a título de consignação mercantil, o valor da operação referido nas letras a.2 e b do item 2 será o preço de venda do consignatário, estabelecido pelo consignante. 6. VALOR TRIBUTÁVEL MÍNIMO O valor tributável não poderá ser inferior: a) ao preço corrente no mercado atacadista da praça do remetente quando o produto for destinado a outro estabelecimento do próprio remetente ou a estabele-cimento de firma com a qual mantenha relação de interdependência; b) a 90% (noventa por cento) do preço de venda aos consumidores, não inferior ao previsto na letra a, quando o produto for remetido a outro estabelecimento da mesma empresa, desde que o destinatário opere exclusivamente na venda a varejo; Nota: Neste caso, sempre que o estabelecimento varejista vender o produto por preço superior ao que haja servido à determinação do valor tributável, será este reajustado com base no preço real de venda, o qual, acompanhado da respectiva demonstração, será comunicado ao remetente, até o último dia do período de apuração subseqüente ao da ocorrência do fato, para efeito de lançamento e recolhimento do imposto sobre a diferença verificada. c) ao custo de fabricação do produto, acrescido dos custos financeiros e dos de venda, administração e publicidade, bem assim do seu lucro normal e das demais parcelas que devam ser adicionadas ao preço da operação, no caso de produtos saídos do estabelecimento industrial, ou equiparado a industrial, com destino a comerciante autônomo, ambulante ou não, para venda direta a consumidor; Nota: O preço de revenda do produto pelo comerciante autônomo, ambulante ou não, indicado pelo estabelecimento industrial, ou equiparado a industrial, não poderá ser superior ao preço de aquisição acrescido dos tributos incidentes por ocasião da aquisição e da revenda do produto, e da margem de lucro normal nas operações de revenda. d) a 70% (setenta por cento) do preço da venda a consumidor no estabelecimento moageiro, nas remessas de café torrado a comerciante varejista que possua atividade acessória de moagem. Para efeito de aplicação do disposto nas letras a e b deste item, será considerada a média ponderada dos preços de cada produto, em vigor no mês precedente ao da saída 65

4 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN do estabelecimento remetente, ou, na sua falta, a correspondente ao mês imediatamente anterior àquele. Inexistindo o preço corrente no mercado atacadista, tomarse-á por base de cálculo, no caso de produto importado, o valor que serviu de base ao Imposto de Importação, acrescido desse tributo e demais elementos componentes do custo do produto, inclusive a margem de lucro normal; e sendo o produto nacional, o custo de fabricação, acrescido dos custos financeiros e dos de venda, administração e publicidade, bem assim do seu lucro normal e das demais parcelas que devam ser adicionadas ao preço da operação, ainda que os produtos hajam sido recebidos de outro estabelecimento da mesma firma que os tenha industrializado. 7. ARBITRAMENTO DO VALOR TRIBUTÁVEL Ressalvada a avaliação contraditória, decorrente de perícia, o Fisco poderá arbitrar o valor tributável ou qualquer dos seus elementos, quando forem omissos ou não merecerem fé os documentos expedidos pelas partes ou, tratando-se de operação a título gratuito, quando inexistir ou for de difícil apuração do preço corrente do produto ou seu similar, no mercado atacadista da praça do remetente, na saída do produto de estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, quando a saída se der a título de locação ou arrendamento mercantil ou decorrer de operação a título gratuito, assim considerada também aquela que, em virtude de não transferir a propriedade do produto, não importe em fixar-lhe o preço. Salvo se for apurado o valor real da operação, nos casos em que este deva ser considerado, o arbitramento tomará por base, sempre que possível, o preço médio do produto no mercado do domicílio do contribuinte, ou, na sua falta, nos principais mercados nacionais, no trimestre-civil mais próximo ao da ocorrência do fato gerador. JANEIRO - Nº 03/ ESCLARECIMENTOS COMPLEMENTARES Transcreveremos a seguir a íntegra da Instrução Normativa SRF nº 82, de , que firmou esclarecimentos complementares para fins de determinação do valor tributável do IPI: INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 82, de (DOU de ) Estabelece normas para a determinação do valor tributável do IPI. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 209 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 2001, e tendo em vista o disposto no 1º do art. 118 do Decreto nº 2.637, de 25 de junho de 1998, que regulamenta a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (RIPI/1998), resolve: Art. 1º - Os preços do vendedor poderão ser diferenciados para um mesmo produto, a partir de um preço de venda básico, desde que estabelecidos em tabelas fixadas segundo práticas comerciais uniformemente consideradas, nunca inferiores ao custo de fabricação, acrescido dos custos financeiros e dos de venda, administração e publicidade, além do lucro normalmente praticado pelo vendedor. Art. 2º - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Ficam formalmente revogadas, sem interrupção de sua força normativa, as Instruções Normativas SRF nº 135/89, de 20 de dezembro de 1989, e nº 82/85, de 18 de outubro de Everardo Maciel Fundamentos Legais: Os citados no texto. TRIBUTOS FEDERAIS DEMONSTRATIVO DE NOTAS FISCAIS (DNF) Disposições Gerais Sumário 1. Introdução 2. Quem Deve Apresentar o DNF Prazo Para Apresentação do DNF 3. Multa Por Falta de Entrega do DNF 4. Relação Das Mercadorias Sujeitas ao DNF Anexo I da Instrução Normativa SRF nº 445, de Anexo II da Instrução Normativa SRF nº 445, de INTRODUÇÃO A Instrução Normativa nº 445, de , aprovou o novo programa gerador Demonstrativo de Notas Fiscais (DNF), versão 2.0, a ser utilizado a partir de 1º de setembro de Nesta matéria, estamos relacionando as disposições gerais a respeito do Demonstrativo de Notas Fiscais a ser apresentado por contribuintes que comercializam os produtos relacionados no item 4 deste texto. 2. QUEM DEVE APRESENTAR O DNF Devem apresentar o Demonstrativo de Notas Fiscais (DNF), versão 2.0, as pessoas jurídicas: a) fabricantes, distribuidores atacadistas ou importadores dos produtos relacionados no subitem 4.1; b) fabricantes ou importadores dos produtos relacionados no subitem 4.2; c) os produtores e importadores de biodiesel ficam obrigados a apresentar o Demonstrativo de Notas Fiscais (DNF), contendo as informações referentes às Notas Fiscais relativas aos produtos que tenham saído do estabelecimento de acordo com a Instrução Normativa SRF nº 516, de 22 de fevereiro de 2005, Art. 12. Nota: A apresentação do DNF deverá ser efetuada pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica, que prestará 64

5 JANEIRO - Nº 03/2008 informações individualizadas dos seus estabelecimentos sujeitos a esta obrigação, independentemente de ter havido ou não movimentação dos produtos mencionados no item 4 desta matéria Prazo Para Apresentação do DNF O programa aprovado pela Instrução Normativa supracitada deverá ser utilizado para apresentar as informações referentes às Notas Fiscais relativas aos produtos que tenham saído do estabelecimento, a partir de 1º de setembro de O DNF deverá ser apresentado mensalmente, até o último dia útil do mês subseqüente ao mês de referência, por intermédio da Internet, utilizando-se o Programa Receitanet, que está disponível no endereço eletrônico /www.receita.fazenda.gov.br. 3. MULTA POR FALTA DE ENTREGA DO DNF A pessoa jurídica que deixar de apresentar o DNF no prazo estabelecido no subitem anterior, ou que apresentá-lo com incorreções ou omissões, sujeitar-se-á às seguintes multas: a) R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês-calendário, no caso de falta de entrega do demonstrativo ou de entrega após o prazo; b) 5% (cinco por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros, em relação aos quais seja responsável tributário, no caso de informação omitida, inexata ou incompleta. Para aplicação da multa de que trata a alínea a, será considerado como termo inicial o dia seguinte ao término do prazo originalmente fixado para a entrega do demonstrativo e, como termo final, a data da efetiva entrega ou, no caso de não apresentação, da lavratura do auto de infração. Nota: Na hipótese de pessoa jurídica optante pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES), os valores e o percentual referido neste item serão reduzidos em 70% (setenta por cento). A omissão de informações ou a prestação de informações falsas no DNF configura hipótese de crime contra a ordem tributária prevista no art. 2º da Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, sem prejuízo das demais sanções cabíveis. Ocorrendo a situação supracitada, ou seja, a omissão de informações ou a prestação de informações falsas no DNF, poderá ser aplicado o regime especial de fiscalização previsto no art. 33 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de RELAÇÃO DAS MERCADORIAS SUJEITAS AO DNF Anexo I da Instrução Normativa SRF nº 445, de IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN! "# $ %&'& "# $ %&'&( "# $ %&'&( "# $ %( &)*&&$ "# $ +( &&' "# $ %( &)*&&$ "# $ $ +( &&' "# $ %&( "# $ %&( "# $$ $ ( "# $, ' -.%-/ "# $ 0( ( "# $ 0( ( "# $$ 12&3 $$ 12& $$$, 4 2 $$$, %3 ( $$ -( 2 $$ 5 62 $$ +)6( &2 ' $ 5 6 ' ( &( 6( ( ( ( ' $ ( &( 6( ( ( ( '$ % "# '$ % "# $ "# ' 7( 38 "# ' "#, 4 )&, 4 )&&$$ (, 4 )&&$$,$ 9&,$ :&&3,,, 06&&( "#,, 9( $ -( ( 22 $ -( ( Anexo II da Instrução Normativa SRF nº 445, de Fundamentos Legais: Os citados no texto., ;&((()( <, ;&(##,, $ :* "#,, $ - "#,,$ $ = "#,,' $$ > "#, $? ( "#, $! "#, $, + (# "#,$ $ 72(.A 6/ "#,' $ > #( ($,' ' + ($,' ' 5 ($,' ' 5 ( ($, '$ 5 ( ($, '' B ) ($, ' + # ($, ' C %> % ($, ' D ()& ($, '? "#? "# "# $?E&88& ( "# :* "# $ - "# ', = "# ', ( = "# '$, = "# '',$ F G( "# * "#, ( "# > "# $ $ 7 "# + 6 "# $' 5 "# $' 5 ( "# $' 1) "# $' $ 1) 6 "# $' ' 1)6 "# $'! "# $', + )2 "# $, F #* "# $, F # "# 63

6 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN JANEIRO - Nº 03/2008 LEGISLAÇÃO - CE CESTA BÁSICA - REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO - NOVOS PRODUTOS - ALTERAÇÕES RESUMO: Promove alterações na Lei nº /1996, que prevê a redução da base de cálculo nas operações internas e de importação com os produtos da cesta básica, para incluir: a sardinha, a areia, a cal virgem, a telha (exceto de amianto) e o tijolo (exceto os de PMfurado e cerâmica tipo c ) à lista de mercadorias sujeitas à redução de 58,82%, novo percentual de redução de 29,41% para absorvente, creme dental, escova dental, papel higiênico, sabonete sólido e fraldas, dentre outras alterações. LEI Nº , de (DOE de ) Altera dispositivo da Lei nº , de 27 de dezembro de O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - O art. 43 da Lei nº , de 27 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação: Art Nas operações internas e de importação com os produtos da cesta básica, a base de cálculo do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação -, será reduzida em: I - 58,82% (cinqüenta e oito vírgula oitenta e dois por cento), para os seguintes produtos: a) arroz; b) açúcar; c) aves e ovos; d) banana, mamão, abacate, jaca, manga, laranja, melão, melancia, maracujá, abóbora, tomate e pimentão; e) banha de porco; f) café torrado e moído; g) carne bovina, bufalina, caprina, ovina e suína; h) farinha e fubá de milho; i) fécula de mandioca; j) leite in natura e pasteurizado do tipo longa vida; l) margarina e creme vegetal; m) mel de abelha em estado natural (NCM ); n) óleo comestível de soja, de algodão e de palma; o) pescado, exceto molusco, crustáceo, salmão, bacalhau, adoque, merluza, pirarucu e rã; p) queijo de coalho produzido artesanalmente por pequeno produtor cadastrado pelo Fisco, conforme dispuser o regulamento; q) sabão em barra; r) sal; s) leite em pó; t) sardinha (NCM ); u) areia e cal virgem (NCM ); v) telha (NCM ), exceto de amianto, tijolo (NCM ), exceto os de PM-furado e cerâmica tipo c (NCM ); II - 29,41% (vinte e nove vírgula quarenta e um por cento), para os seguintes produtos: a) absorvente; b) creme dental; c) escova dental; d) papel higiênico; e) sabonete sólido; f) fraldas. 1º - A utilização da redução de base de cálculo prevista neste artigo, salvo disposição em contrário, não exclui benefícios fiscais do concedidos através de convênios celebrados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ. 2º - Na hipótese da redução de base de cálculo de que trata este artigo, o estabelecimento vendedor grafará, no documento que acobertar a operação, a declaração Produto da cesta básica, seguido da indicação do percentual de redução do correspondente, exceto para os estabelecimentos usuários de Emissor Cupom Fiscal - ECF. 3º - Aplica-se o mesmo percentual estabelecido no inciso I do caput aos produtos industrializados neste Estado, derivados de carne bovina, bufalina, caprina, ovina, suína e de aves. 4º - A redução de base de cálculo prevista no inciso I deste artigo estende-se aos cortes especiais e aos miúdos dos produtos arrolados em suas alíneas c, g e o. 62

7 JANEIRO - Nº 03/2008 5º - Nas saídas interestaduais de carne e demais produtos comestíveis frescos, resfriados, congelados, salgados, secos ou temperados, resultantes do abate de aves, leporídeos e gado bovino, bufalino, caprino, ovino e suíno, será reduzida a base de cálculo de forma que a carga tributária resulte em 7% (sete por cento) - Convênio nº 89/05. 6º - Nas operações de que trata o 5º será estornado o valor do crédito fiscal da entrada que ultrapassar o limite de 7% (sete por cento) - Convênio nº 89/05. (NR) Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário. Palácio Iracema, do Governo do Estado do Ceará, em Fortaleza, 19 de dezembro de ASSUNTOS DIVERSOS Cid Ferreira Gomes Governador do Estado do Ceará TAXA DE FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇO PÚBLICO - AUTORIZAÇÃO DE USO DE ECF E NOTA FISCAL AVULSA - EXERCÍCIO 2008 RESUMO: Estabelece os seguintes valores da Taxa de Fiscalização e Prestação de Serviço Público, para o exercício INSTRUÇÃO NORMATIVA SEF Nº 17, de (DOE de ) Dispõe sobre a fixação de valores relativos à cobrança da Taxa LEGISLAÇÃO - PB - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN de Fiscalização e Prestação de Serviço Público para o exercício O SECRETÁRIO DA FAZENDA DO ESTADO DO CEARÁ, no uso de suas atribuições legais, CONSIDERANDO o disposto nos arts. 4º e 9º da Lei nº , de 30 de dezembro de 1988, este último com a redação dada pelo art. 2º da Lei nº , de 27 de dezembro de 1995; CONSIDERANDO a necessidade de atualizar monetariamente os valores da Taxa de Fiscalização e Prestação de Serviço Público para vigência durante o exercício de 2008, RESOLVE: Art. 1º - Determinar que os valores da Taxa de Fiscalização e Prestação de Serviço Público, para o exercício de 2008, serão os constantes do Anexo Único a esta Instrução Normativa. Art. 2º - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará, em Fortaleza, aos 12 de dezembro de Carlos Mauro Benevides Filho Secretário da Fazenda ANEXO ÚNICO DA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17/2007 TAXAS DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA REFERÊNCIA EXERCÍCIO H-+ 5CI7JK+!B HC%7F >-+!H1+ 0C179.LLL/ >+ -70C1797NH917.LLL/!"# 5M & 5M&' VALOR - BASE DE CÁLCULO - AÇÚCAR RESUMO: Estabelece os valores de referência para cálculo do nas operações com açúcar. PORTARIA GSER Nº 262, de (DOE de ) Estabelece os valores de referência para cálculo do nas operações com açúcar. O SECRETÁRIO DE ESTADO DA RECEITA, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 45, inciso XVIII, do Decreto nº , de 15 de abril de 2005, e tendo em vista o disposto no art. 23 do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº , de 19 de junho de 1997, RESOLVE: Art. 1º - Estabelecer, para efeito de valores de referência, os abaixo discriminados: $%&& '! 7O5 0!.P/ & 7O5 0!.$P/ & 7OQQ 0!.$P/ & 7OQQ 1 P & 7O!( 0!.$P/ & Art. 2º - Prevalecerá, para efeito da base de cálculo do, o valor da operação destacado no documento fiscal, quando este for superior ao de referência de que trata a presente Portaria. Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. CONSIDERANDO a necessidade de se estabelecerem valores de referência mínimos para as operações com açúcar de cana, Milton Gomes Soares Secretário de Estado da Receita 61

8 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN JANEIRO - Nº 03/2008 LEGISLAÇÃO - PE BENEFÍCIOS FISCAIS - ALTERAÇÕES RESUMO: Introduz alterações na Consolidação da Legislação Tributária do Estado, relativamente à prorrogação do prazo de vigência de benefícios fiscais com base em Convênios de caráter impositivo e autorizativo. DECRETO Nº , de (DOE de ) Introduz alterações na Consolidação da Legislação Tributária do Estado, relativamente à prorrogação do prazo de vigência de benefícios fiscais com base em Convênios de caráter impositivo e autorizativo. O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 37, IV, da Constituição Estadual, CONSIDERANDO os Convênios nºs 106/2007, 117/2007 e 124/2007, ratificados pelos Atos Declaratórios CONFAZ nº 13/2007, o primeiro, nº 15/2007, o segundo, e nº 16/2007, o terceiro, publicados os referidos Atos no Diário Oficial da União - DOU de 11 de setembro de 2007, de 22 de outubro de 2007 e de 20 de novembro de 2007, respectivamente, DECRETA: Art. 1º - O Decreto nº , de 12 de março de 1991, e alterações, passa a vigorar com as seguintes modificações: Art. 9º - A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas neste artigo, são isentas do imposto: XX - as seguintes operações com rapadura (Convênios nºs 74/90, 124/93, 22/95, 20/97, 48/97, 67/97, 121/97, 23/98, 05/99, 10/ 2001, 48/2003, 10/2004, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/ 2007): b) nos períodos de 01 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 2003 e de 13 de junho de 2003 a 31 de dezembro de 2007, as saídas internas, bem como as interestaduais com destino aos Estados das Regiões Norte e Nordeste, ficando convalidadas as operações realizadas nestas condições no período de 01 de maio a 12 de junho de 2003 (Convênios nºs 48/2003, 10/2004, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/2007); (NR) XXI - as saídas de leite nas seguintes hipóteses: c) quando se tratar de leite de cabra: 2. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de dezembro de 2007: as saídas para os Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte (Convênios nºs 63/2000, 21/2002, 30/2003, 10/2004, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/2007); (NR) LII - as seguintes operações e produtos: i) até 31 de dezembro de 2007, as saídas de óleo lubrificante usado ou contaminado para estabelecimento rerrefinador ou coletor revendedor, autorizado pelo Departamento Nacional de Combustível - DNC, substituído pela Agência Nacional do Petróleo - ANP, devendo o trânsito das mercadorias até o mencionado estabelecimento ser acompanhado por Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, emitida pelo destinatário, como operação de entrada, dispensado o estabelecimento remetente da emissão de documento fiscal e observado o disposto no art. 2º, III, do Decreto nº , de 28 de dezembro de 1994 (Convênios nºs 03/90, 80/91, 151/94, 76/95, 121/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005 e 124/2007); (NR) XCVI - a importação do exterior dos seguintes produtos, sem similar produzido no País, realizada diretamente por órgãos ou entidades da administração pública, direta ou indireta, bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social que, até 30 de abril de 1999, preencham os requisitos previstos no art. 14 do Código Tributário Nacional, e, a partir de 01 de maio de 1999, sejam portadoras do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, fornecido pelo Conselho Nacional de Serviço Social, obedecido o disposto no 55: a) no período de 14 de novembro de 1989 a 31 de dezembro de 2007, aparelhos, máquinas, equipamentos e instrumentos médicohospitalares ou técnico-científicos laboratoriais (Convênios nºs 104/89, 124/93, 121/95, 20/99, 07/2000, 21/2002, 10/2004, 24/2007 e 124/2007); (NR) b) no período de 01 de março de 1997 a 31 de dezembro de 2007, o medicamento albumina (Convênios nºs 104/89, 95/95, 121/95, 20/99, 07/2000, 21/2002, 10/2004, 24/2007 e 124/2007); (NR) CIX - no período de 27 de abril de 1992 a 31 de dezembro de 2007, as entradas, decorrentes de importação do exterior, quando efetuada diretamente por produtor, de reprodutores e matrizes caprinos de comprovada superioridade genética, na forma estabelecida pela Secretaria de Agricultura, denominada, a partir de 01 de março de 2003, Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária (Convênios nºs 20/92, 121/95, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005 e 124/2007); (NR) 60

9 JANEIRO - Nº 03/2008 CXVII - no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 2007, as operações internas e interestaduais com pós-larva de camarão (Convênios nºs 123/92, 148/92, 121/95, 20/97, 48/97, 67/97, 121/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005 e 124/2007); (NR) CXXXIV - as entradas de bens destinados à implantação de projeto de saneamento básico, pela Companhia Pernambucana de Saneamento - COMPESA, importados do exterior, desde que isentos do Imposto de Importação e do IPI ou por estes tributados com alíquota zero, como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País, contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de (Convênios nºs 42/95, 61/ 98, 34/99, 84/00, 21/2002, 10/2004, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/ 2007 e 124/2007): (NR) b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2007, contrato de empréstimo a longo prazo, celebrado entre o Brasil e entidades financeiras internacionais; (NR) CXXXVII - nos períodos de 05 de março a 31 de dezembro de 1996, de 21 de agosto de 1997 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro a 31 de dezembro de 2007, as operações de entrada decorrente de importação e de saída de Coletores Eletrônicos de Voto - CEV, suas partes, peças de reposição e acessórios, quando adquiridos diretamente pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE, observando-se (Convênios nºs 01/96, 75/97, 05/99, 10/2001, 55/2001, 163/2002, 124/2004, 001/2007, 005/2007, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/2007): (NR) CLVI - no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2007, as operações com os equipamentos e componentes para o aproveitamento da energia solar e eólica, classificados no respectivo código ou posição da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - NBM/ SH, relacionados no Anexo 28, desde que isentos ou tributados com alíquota zero do IPI, ficando assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente, nos termos do art. 47, XXVI (Convênios nºs 101/97, 23/98, 46/98, 05/99, 7/2000, 61/2000, 93/2001, 21/2002, 10/2004, 46/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/2007); (NR) CLVII - no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2007, as operações com equipamentos didáticos, científicos e médicohospitalares, inclusive peças de reposição e os materiais necessários às respectivas instalações, desde que observadas as seguintes condições (Convênios nºs 123/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 56/ 2001, 31/2003, 18/2005 e 124/2007): (NR) Art A base de cálculo do imposto é: - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN XXXIX - nas operações, inclusive de importação, com máquinas, aparelhos e equipamentos industriais relacionados no Anexo I do Convênio nº 52/91, publicado no Diário Oficial da União de 11 de outubro de 1991, e alterações, de forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Convênios nºs 52/91, 148/92, 124/93, 22/95, 21/96, 101/96, 21/97, 23/98, 05/99, 01/2000, 10/2001, 158/2002, 30/2003, 10/2004 e 124/2007): a) nas operações interestaduais: 1. nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste, exclusive o Espírito Santo, com destino às Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste ou ao Espírito Santo: 1.2. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2007: 5,14% (cinco vírgula catorze por cento); (NR) 2. nas demais operações interestaduais, inclusive com consumidor ou usuário final, não-contribuinte do : 2.2. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2007: 8,80% (oito vírgula oitenta por cento); (NR) c) nas operações internas: 2. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2007: 8,80% (oito vírgula oitenta por cento); (NR) XL - nas operações, inclusive de importação, com máquinas e implementos agrícolas relacionados no Anexo II do Convênio nº 52/91, publicado no Diário Oficial da União de 11 de outubro de 1991, e alterações, de forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Convênios nºs 52/91, 13/92, 148/92, 02/93, 65/93, 124/93, 22/95, 21/96, 21/97, 111/97, 23/98, 05/99, 01/2000, 10/2001, 158/2002, 30/2003, 10/2004 e 124/2007): a) nas operações interestaduais: 1. nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste, exclusive o Espírito Santo, com destino às Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste ou ao Espírito Santo: 1.4. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2007: 4,10% (quatro vírgula dez por cento) - Convênios nºs 01/2000, 10/2001, 158/2002, 30/2003, 10/2004 e 124/2007; (NR) 2. nas operações de saída para consumidor ou usuário final, nãocontribuinte do : 59

10 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN 2.4. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2007: 5,60% (cinco vírgula sessenta por cento) - Convênios nºs 01/2000, 10/2001, 158/2002, 30/2003, 10/2004 e 124/2007; (NR) 3. nas demais operações interestaduais: 3.4. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2007: 7% (sete por cento) - Convênios nºs 01/2000, 10/2001, 158/2002, 30/2003, 10/2004 e 124/2007; (NR) c) nas operações internas: 4. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2007: 5,60% (cinco vírgula sessenta por cento) - Convênios nºs 01/ 2000, 10/2001, 158/2002, 30/2003, 10/2004 e 124/2007; (NR) XLV - no período de 01 de julho de 1996 a 31 de dezembro de 2007, nas operações internas com ferros e aços não-planos, classificados nos códigos NBM/SH, conforme indicados no Anexo 21, reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de, no mínimo, 12% (doze por cento) sobre o valor da operação, dispensado o estorno de crédito proporcional previsto no art. 34, III, nos termos do art. 47, XXII (Convênios nºs 33/96, 20/ 97, 48/97, 67/97, 121/97, 23/98, 05/99, 34/99, 7/2000, 10/2001, 30/ 2003, 18/2005 e 124/2007); (NR) LI - no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2007, reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação, nas operações internas com estruturas metálicas, estruturas e blocos pré-fabricados de concreto, lajes pré-fabricadas e tijolos cerâmicos, observando-se (Convênios nºs 136/97, 12/ 98, 23/98, 05/99, 7/2000, 21/2002, 10/2004 e 124/2007): (NR) LIX - nos períodos de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro a 31 de dezembro de 2007, nas operações realizadas por indústrias vinícolas e por produtoras de vinho e outros derivados de uva, o valor estabelecido originalmente para base de cálculo, dele deduzido montante calculado por litro, limitado aos seguintes valores (Convênios nºs 153/2004, 03/2005, 19/2005, 22/2005, 67/2005, 106/2005, 139/2005, 20/200, 116/2006, 001/2007, 005/2007, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/2007): (NR) LX - nos períodos de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro a 31 de dezembro de 2007, nas saídas de JANEIRO - Nº 03/2008 cana-de-açúcar, opcionalmente, em substituição ao sistema normal de tributação: (Convênios nºs 153/2004, 03/2005, 19/2005, 22/ 2005, 67/2005, 106/2005, 139/2005, 20/2006, 116/2006, 001/2007, 005/ 2007, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/2007): (NR) LXII - no período de 14 de outubro de 2002 a 31 de dezembro de 2007, ou, se revogada antes desta data a Lei Federal nº , de 03 de julho de 2002, até o termo final de vigência da referida Lei, aquela prevista na alínea b, na hipótese da operação com pneumáticos indicada na alínea a (Convênios nºs 127/2002, 10/2003, 10/ 2004, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/2007): (NR) Art Em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art. 51, poderão ser adotadas as seguintes bases de cálculo, vedada a utilização de quaisquer créditos fiscais: XXX - nos períodos de 09 de agosto de 2001 a 31 de dezembro de 2002, de 29 de julho de 2003 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro a 31 de dezembro de 2007, na prestação onerosa de serviço de comunicação, na modalidade acesso à INTERNET, até 17 de abril de 2005, e, a partir de 18 de abril de 2005, na modalidade de provimento de acesso à INTERNET, realizada por provedor de acesso, de tal forma que a carga tributária seja equivalente ao percentual de 5% (cinco por cento) do valor da prestação, observando-se (Convênios nºs 78/2001, 50/2003, 79/2003, 116/2003, 119/2004, 120/2004, 001/2007, 005/2007, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007 e 124/ 2007): (NR). Art. 2º - O Anexo 28 - Equipamentos e Componentes para o Aproveitamento da Energia Solar e Eólica, constante do Decreto nº , de 1991, e alterações, passa a vigorar, a partir de 11 de setembro de 2007, com modificações, conforme Anexo Único do presente Decreto (Convênios nºs 106/2007, 117/2007 e 124/ 2007). Art. 3º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário. Palácio do Campo das Princesas, em 03 de janeiro de Eduardo Henrique Accioly Campos Governador do Estado Djalmo de Oliveira Leão José Aluísio Lessa da Silva Filho Francisco Tadeu Barbosa de Alencar ANEXO ÚNICO ANEXO 28 DO DECRETO Nº /91 ANEXO 28 EQUIPAMENTOS E COMPONENTES PARA O APROVEITAMENTO 58

11 JANEIRO - Nº 03/2008 DA ENERGIA SOLAR E EÓLICA (artigo 9º, CLVI) ( ) * +, ) * +, * - / * ' -. / + -. / + * - / * '.LLL/.LLL/.LLL/.LLL/ $LL, Q' $LL,,Q, $LL, 'Q, - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN celulares, exceto por satélite: NBM/SH ; (NR) V - a partir de 01 de janeiro de 2008, cartões inteligentes - smart cards e sim cards : NBM/SH (ACR) Art. 2º - A base de cálculo do imposto será: TERMINAIS DE TELEFONIA CELULAR RESUMO: Introduz modificações no Decreto nº , de 28 de março de 2005, que dispõe sobre a sistemática de recolhimento do nas aquisições em outra unidade da Federação ou na importação do Exterior de terminais de telefonia celular. DECRETO Nº , de (DOE de ) Introduz modificações no Decreto nº , de 28 de março de 2005, que dispõe sobre a sistemática de recolhimento do nas aquisições em outra Unidade da Federação ou na importação do exterior de terminais de telefonia celular. O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 37, inciso IV, da Constituição Estadual, CONSIDERANDO o disposto nas Leis nº , de 27 de janeiro de 1989, e nº , de 20 de dezembro de 1996, e respectivas alterações, DECRETA: Art. 1º - O Decreto nº , de 28 de março de 2005, e alterações, passa a vigorar com as seguintes modificações: Art. 1º - A partir de 01 de abril de 2005, nas aquisições em outra Unidade da Federação ou na importação do exterior dos produtos a seguir relacionados com a respectiva classificação na NBM/SH, o incidente sobre as sucessivas saídas internas das mercadorias será recolhido antecipadamente pelo adquirente: I - terminais portáteis de telefonia celular: NBM/SH ; (NR) II - terminais móveis de telefonia celular para veículos automotores: (NR) a) até 31 de dezembro de 2007: NBM/SH ; (REN) b) a partir de 01 de janeiro de 2008: NBM/SH ; (ACR) III - outros aparelhos transmissores, com aparelho receptor incorporado, de telefonia celular: (NR) a) até 31 de dezembro de 2007: NBM/SH ; (REN) b) a partir de 01 de janeiro de 2008: NBM/SH ; (ACR) IV - a partir de 01 de abril de 2007, telefones portáteis de redes I - na hipótese de aquisição em outra Unidade da Federação, o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI, quando incidente, do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente, quando não incluídas no referido preço; (REN) II - na hipótese de importação, aquela prevista no art. 14, VII, do Decreto nº , de 12 de março de 1991, e alterações, observado, em especial, o disposto no 1º do referido artigo; (NR/REN) III - a partir de 01 de janeiro de 2008, em qualquer das hipóteses previstas nos incisos I e II, o valor fixado em pauta fiscal, quando estabelecida em ato normativo da Secretaria da Fazenda, prevalecendo, neste caso, entre o valor referido nos mencionados incisos e aquele fixado na aludida pauta, o maior. (ACR) Parágrafo único - REVOGADO. Art. 3º - O imposto será calculado: I - na hipótese de aquisição em outra Unidade da Federação, aplicando-se a alíquota prevista para as operações internas realizadas com o produto sobre o valor estabelecido no art. 2º, I ou III, e deduzindose do resultado o crédito do imposto conforme constante da respectiva Nota Fiscal de aquisição; (NR/REN) II - na hipótese de importação, aplicando-se a alíquota prevista para as operações internas realizadas com o produto sobre o valor estabelecido no art. 2º, II ou III, considerando-se incluído no valor do imposto obtido aquele incidente na respectiva importação. (NR/ REN) Art. 5º - Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica ao estoque existente, nas correspondentes datas, dos produtos a seguir discriminados, devendo o ser recolhido nos prazos respectivamente indicados: (NR/ACR) 0 12 &3 ' C 2&3& $L$L, $L'L, )CNLRS.5 >/ % % ( ) -( T < $LL T < LL $T < $L$L Art. 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário e, em especial, o parágrafo único do art. 2º do Decreto nº , de

12 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN Palácio do Campo das Princesas, em 03 de janeiro de Eduardo Henrique Accioly Campos Governador do Estado Djalmo de Oliveira Leão José Aluísio Lessa da Silva Filho Francisco Tadeu Barbosa de Alencar PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DE PERNAMBUCO (PRODEPE) - MONTANTE MÍNIMO DE RECOLHIMENTO - ALTERAÇÕES RESUMO: Promove alterações no Decreto nº /2006, concernente ao montante mínimo de recolhimento do, para empresas beneficiárias do PRODEPE, relativamente à dispensa da utilização do referido montante mínimo aos fabricantes de produtos de panificação, biscoitos, bolachas e massas alimentícias, e à correção do montante mínimo. DECRETO Nº , de (DOE de ) Introduz modificações no Decreto nº , de 04 de janeiro de 2006, e alterações, que dispõe sobre o montante mínimo de recolhimento do, para empresas beneficiárias do PRODEPE, relativamente à atualização do CNAE daquelas dispensadas do referido montante mínimo e à correção anual deste. O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 37, inciso IV, da Constituição Estadual, CONSIDERANDO o disposto no Decreto nº , de 20 de dezembro de 2006, e alterações, relativamente à adoção, a partir de 01 de janeiro de 2007, dos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE aprovados pela Resolução IBGE/ CONCLA nº 01/2006; CONSIDERANDO que, relativamente a empresas beneficiárias do PRODEPE, para o cálculo da correção do montante mínimo do respectivo recolhimento do, em janeiro de cada ano, realizada com base na variação acumulada da Taxa Referencial de Juros - TR dos 12 (doze) meses imediatamente anteriores, considera-se o princípio da proporcionalidade, quando a fruição do benefício iniciarse no mencionado período, DECRETA: Art. 1º - O Decreto nº , de 04 de janeiro de 2006, e alterações, passa a vigorar com as seguintes modificações: Art. 4º - São sujeitas à observância do montante mínimo de recolhimento do todas as empresas beneficiárias do PRODEPE, exceto aquelas: III - inscritas na Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE sob os seguintes códigos: (NR) JANEIRO - Nº 03/2008 a) /00 e /00 - CNAE-Fiscal, até 31 de dezembro de 2006; (REN/NR) b) /00, /00 e /00 - CNAE, a partir de 01 de janeiro de (ACR) Art. 5º - 3º - Relativamente à correção do montante mínimo de recolhimento do, em janeiro de cada ano, conforme prevista no 2º : (NR) I - na hipótese em que a fruição do benefício tenha se iniciado no exercício imediatamente anterior àquele em que ocorrer a referida correção, o cálculo desta será proporcional ao número de meses da respectiva fruição; (ACR) II - excepcionalmente, para o exercício de 2006, a variação acumulada da TR mencionada no 2º deverá corresponder ao período de fevereiro a dezembro de (REN). Art. 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário. Palácio do Campo das Princesas, em 03 de janeiro de Eduardo Henrique Accioly Campos Governador do Estado Djalmo de Oliveira Leão José Aluísio Lessa da Silva Filho Francisco Tadeu Barbosa de Alencar CAMPANHA TODOS COM A NOTA - ALTERAÇÕES RESUMO: Altera o Decreto nº , de 11 de maio de 2007, que institui e regulamenta a Campanha denominada Todos Com a Nota. DECRETO Nº , de (DOE de ) Altera o Decreto nº , de 11 de maio de 2007, que institui e regulamenta a Campanha denominada Todos Com a Nota. O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 37, inciso IV, da Constituição Estadual, CONSIDERANDO o disposto na Lei nº , de 10 de maio de 2007; CONSIDERANDO a necessidade de adequar o regulamento da Campanha denominada Todos Com a Nota aos jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol Profissional, séries A e C, que forem realizados 56

13 JANEIRO - Nº 03/2008 no Estado de Pernambuco, e do Campeonato Pernambucano de Futebol Profissional séries A-1 e A-2, durante o decorrer de 2008, decreta: Art. 1º - O Decreto nº , de 11 de maio de 2007, e modificações, que institui e regulamenta a Campanha Todos Com a Nota passa vigorar com as seguintes alterações: Art. 1º - 1º - A Campanha instituída neste Decreto terá início em 12 de maio de 2007 e término em 31 de dezembro de 2008 e será coordenada e supervisionada pela Secretaria da Fazenda, sendo operacionalizada em parceria com a Secretaria Especial dos Esportes, a Secretaria Especial de Imprensa e a Secretaria Especial da Casa Militar. Art. 2º - Poderão participar da Campanha Todos Com a Nota os consumidores finais portadores de Documentos Fiscais referentes a compras de mercadorias, de qualquer valor, relacionados no art. 5º, caput, que contenham as exigências legais e que tenham sido emitidos: I - no período de 12 de maio de 2007 a 30 de abril de 2008: para as trocas pelo Vale Cidadão efetuadas até essa última data; II - a partir de 01 de maio de 2008: para as trocas pelo Vale Cidadão efetuadas a partir dessa data. Parágrafo único - Independente do disposto nos incisos I e II, os documentos referidos neste artigo, emitidos no período de 01 de março a 30 de abril de 2008, poderão ser utilizados para as trocas efetuadas a partir de 01 de maio do citado ano. Art. 3º - Os participantes da Campanha trocarão Documentos Fiscais por cupons numerados denominados Vale Cidadão, que darão direito à troca por ingresso para os jogos, no ano de 2008, do Campeonato Brasileiro de Futebol Profissional, séries A e C, e do Campeonato Pernambucano de Futebol Profissional, séries A-1 e A- 2. 1º - Para os jogos previstos no caput, serão colocados pela Campanha Todos com a Nota, à disposição do público, ingressos nas quantidades a seguir indicadas: I - para o Campeonato Pernambucano de Futebol Profissional, série A-1: a) (quinze mil) ingressos para cada jogo do Sport Clube do Recife realizado no estádio Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro) contra o Clube Náutico Capibaribe ou contra o Santa Cruz Futebol Clube; b) (quinze mil) ingressos para cada jogo do Clube Náutico Capibaribe, realizado no Estádio Eládio de Barros Carvalho (Aflitos), contra o Sport Clube do Recife ou contra o Santa Cruz Futebol Clube; c) (quinze mil) ingressos para cada jogo do Santa Cruz Futebol Clube realizado no estádio José do Rego Maciel (Arruda) contra o Sport Clube do Recife ou contra o Clube Náutico - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN Capibaribe; d) (dez mil) ingressos para cada jogo, seja do Sport Clube do Recife realizado no estádio Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro), do Clube Náutico Capibaribe, realizado no estádio Eládio de Barros Carvalho (Aflitos), ou do Santa Cruz Futebol Clube, realizado no estádio José do Rego Maciel (Arruda), contra qualquer dos demais clubes de futebol participantes do referido Campeonato; e) (três mil e quinhentos) ingressos para cada jogo do Central Sport Club realizado no estádio Luiz Lacerda, em Caruaru; f) (dois mil e quinhentos) ingressos para cada jogo dos demais clubes de futebol participantes do Campeonato Pernambucano, série A-1, realizados nos seus respectivos estádios; g) no caso de haver jogos extras, serão disponibilizados ingressos nas quantidades indicadas nas alíneas a, b, c, e e f, e, nas hipóteses de jogos do Sport Clube do Recife, do Clube Náutico Capibaribe e do Santa Cruz Futebol Clube, serão disponibilizados (quinze) mil ingressos para cada jogo realizado nos respectivos estádios, independentemente de qual seja o adversário; II - em relação ao Campeonato previsto no inciso I, fica estabelecido o máximo de (seiscentos e quarenta e oito mil e quinhentos) ingressos que poderão ser disponibilizados pela Campanha Todos com a Nota, considerado o máximo de (trinta mil) ingressos para eventuais jogos extras; III - para o Campeonato Brasileiro, série A: a) (quinze mil) ingressos para cada jogo do Sport Clube do Recife realizado no estádio Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro); b) (dez mil) ingressos para cada jogo do Clube Náutico Capibaribe realizado no estádio Eládio de Barros Carvalho (Aflitos); IV - em relação ao Campeonato previsto no inciso III, fica estabelecido o máximo de (quatrocentos e setenta e cinco mil) ingressos que poderão ser disponibilizados pela Campanha Todos com a Nota; V - para o Campeonato Brasileiro, série C, serão disponibilizados ingressos nas quantidades correspondentes a 50% (cinqüenta por cento) da capacidade dos respectivos estádios, para cada jogo dos clubes de futebol pernambucanos, no âmbito desse Campeonato; VI - em relação ao Campeonato previsto no inciso V, fica estabelecido o máximo de (seiscentos e noventa e seis mil) ingressos que poderão ser disponibilizados pela Campanha Todos Com a Nota; VII - para o Campeonato Pernambucano de Futebol Profissional, série A-2, serão disponibilizados ingressos na quantidade equivalente a 50% (cinqüenta por cento) da capacidade dos respectivos estádios, para cada jogo dos clubes de futebol participantes desse campeonato, limitados a (dois mil e quinhentos) ingressos por jogo; VIII - em relação ao Campeonato previsto no inciso VII, fica estabelecido o máximo de (cento e quarenta e quatro mil) ingressos que poderão ser disponibilizados pela Campanha Todos 55

14 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN Com a Nota. Art. 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 01 de janeiro de Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário. Palácio do Campo das Princesas, em 09 de janeiro de Eduardo Henrique Accioly Campos Governador do Estado Djalmo de Oliveira Leão José Aluísio Lessa da Silva Filho Francisco Tadeu Barbosa de Alencar Nelson Pereira de Carvalho José Evaldo Costa Alexandre Carvalho BASE DE CÁLCULO DO ANTECIPADO - CARTÕES INTELIGENTES - SMART CARDS E SIM CARDS RESUMO: Dispõe sobre a base de cálculo do antecipado, relativamente aos cartões inteligentes smart cards e sim cards. INSTRUÇÃO NORMATIVA SRE Nº 01, de (DOE de ) Dispõe sobre a base de cálculo do antecipado, relativamente a cartões inteligentes - smart cards e sim cards. O SECRETÁRIO EXECUTIVO DA RECEITA ESTADUAL, tendo em vista o disposto no Decreto nº , de , e alterações, que dispõe sobre a sistemática de antecipação do relativo a terminais de telefonia celular, e considerando especialmente as modificações previstas no Decreto nº , de , que inclui, a partir de , o cartão inteligente na referida sistemática, resolve: I - A partir de , nas aquisições em outra Unidade da Federação ou na importação do exterior de terminais de telefonia celular, a base de cálculo do antecipado, relativamente a cartões inteligentes - smart cards e sim cards - NBM/SH , será aquela prevista conforme Anexo Único; II - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação; III - Revogam-se as disposições em contrário. Roberto Rodrigues Arraes Secretário Executivo da Receita Estadual ANEXO ÚNICO DA INSTRUÇÃO NORMATIVA SRE Nº 001/2008 BASE DE CÁLCULO DO ANTECIPADO - AQUISIÇÃO SMART CARDS E SIM CARDS EM OUTRA UNIDADE DA JANEIRO - Nº 03/2008 FEDERAÇÃO OU MEDIANTE IMPORTAÇÃO (inciso I) ')+)4* -CF >+ 5!1--9+ F H>C7JU 11Q7 ->9%11Q7 + C :%1Q7!F 7C1+ >-5C:HC>-1 ARE VIRTUAL - ACESSO - ALTERAÇÕES RESUMO: A presente Portaria altera a Portaria SF nº 185/2002, que implementou o sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual, concernente ao acesso ao serviço disponibilizado via Sistema de Informações da Administração Tributária - SIAT, mediante uso da senha, ao acesso ao serviço disponibilizado via Sistema Eletrônico Integrado de Informações Fazendárias - e- Fisco, à confirmação ou acatamento da alteração cadastral feita via Internet e ao Manual de Orientação para o Preenchimento do DAC Eletrônico (Documento de Atualização Cadastral). PORTARIA SF Nº 01, de (DOE de ) Altera a Portaria SF nº 185, de , que implementou o sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual. O SECRETÁRIO DA FAZENDA, tendo em vista o disposto no art. 760 do Decreto nº , de , e alterações, e considerando a necessidade de aperfeiçoar procedimentos relativos ao atendimento do contribuinte, por meio da ARE Virtual, de que trata a Portaria SF nº 185, de , e modificações, resolve: I - A Portaria SF nº 185, de , e alterações, que implementou o sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual, passa a vigorar com as seguintes modificações: IV - O acesso à ARE Virtual será efetuado: (NR) $ +' 4,,* * '! & & & & a) na hipótese de o serviço ser disponibilizado via Sistema de Informações da Administração Tributária - SIAT, mediante uso da senha de pessoa que seja: (REN/NR) 1. ocupante de cargo de administração na empresa ou: (REN) 1.1 até , procurador devidamente habilitado; (REN) 1.2 a partir de , tutor, curador ou representante legal de sócio domiciliado no exterior, devidamente habilitados e cadastrados na JUCEPE; (ACR) 2. contador ou contabilista devidamente registrado no Conselho Regional de Contabilidade - CRC e incluído no CACEPE como responsável pela contabilidade da empresa; (REN/NR) 3. funcionário lotado na Secretaria da Fazenda-SEFAZ no efetivo exercício de atividades que demandem o citado acesso, conforme determinação expressa da chefia imediata; (REN/NR) 4. funcionário, devidamente habilitado, de órgãos ou entidades da Administração Pública Estadual conveniados com a finalidade de consulta de dados cadastrais de contribuintes inscritos no CACEPE; (REN) b) na hipótese de o serviço ser disponibilizado via sistema eletrônico integrado de informações fazendárias - e-fisco: 54

15 JANEIRO - Nº 03/ mediante certificado digital obtido junto à autoridade certificadora credenciada, segundo as normas da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP - Brasil: (REN) 1.1 a partir de , quando se tratar de certificado digital de CPF relativo a pessoa enquadrada nas hipóteses previstas na alínea a, 1 e 2; (REN/NR) 1.2 a partir de , quando se tratar de certificado digital do respectivo CNPJ/MF e relativo a pessoa enquadrada nas hipóteses previstas na alínea a, 1; (ACR) 1.3 funcionário lotado na SEFAZ no efetivo exercício de atividades que demandem o citado acesso fora da rede segura da Secretaria da Fazenda; (REN) 1.4 funcionário, devidamente habilitado, de órgãos ou entidades da Administração Pública Federal e Municipal conveniados com a finalidade de consulta de dados cadastrais de contribuintes inscritos no CACEPE; (REN) 2. mediante uso do número do CPF/MF e da senha de pessoa que seja: 2.1 funcionário lotado na SEFAZ no efetivo exercício de atividades que demandem o citado acesso na rede segura da Secretaria da Fazenda, conforme determinação expressa da chefia imediata ou de funcionário por ele indicado; (ACR) 2.2 funcionário, devidamente habilitado, de órgãos ou entidades da Administração Pública Estadual, com a finalidade de consulta de dados cadastrais de contribuintes inscritos no CACEPE; (ACR) VIII - Respeitado o disposto no inciso VII, b, serão efetivados, via INTERNET, a inscrição ou o acatamento da alteração cadastral, sendo emitido o Documento de Inscrição e Atualização no CACEPE - DIAC, conforme Anexo 3, observando-se: b) a inscrição ou o acatamento da alteração cadastral serão confirmados quando da apresentação da documentação exigida, prevista no Manual de Orientação para o Preenchimento do DAC Eletrônico, observando-se, a partir de ; 3. os contribuintes referidos nos itens 1 e 2 deverão: 3.1. apresentar, no prazo respectivamente indicado, além da documentação exigida, prevista no referido Manual, comprovante da origem do capital integralizado, mediante Declaração do Imposto de Renda do exercício anterior ou de documentação específica comprobatória: (NR) até : quando do pedido de inscrição inicial ou de alteração cadastral; (ACR) a partir de : quando do primeiro Pedido de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais - Pedido de AIDF, realizado após a concessão da inscrição ou da alteração cadastral; (ACR) II - O Anexo 1 da Portaria SF nº 185, de , e alterações, passa a vigorar com modificações, conforme Anexo Único da presente Portaria; III - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação; - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN IV - Revogam-se as disposições em contrário. Djalmo de Oliveira Leão Secretário da Fazenda ANEXO ÚNICO DA PORTARIA SF Nº 01/2008 ANEXO 1 DA PORTARIA SF Nº 185/2002 (inciso VII, a, 1) MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA O PREENCHIMENTO DO DAC ELETRÔNICO Disponível no endereço com alterações a vigorarem a partir de , no seguinte ponto da Tabela XXII: documento 27: a partir de , fica dispensada a apresentação do citado documento (Portaria SF nº 001/2008) INSCRIÇÃO ESTADUAL - NÃO LOCALIZAÇÃO DO CONTRIBUINTE - CANCELAMENTO DE OFÍCIO RESUMO: Estabelece nova hipótese de cancelamento de ofício da inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE. PORTARIA SF Nº 07, de (DOE de ) Estabelece nova hipótese de cancelamento de ofício da inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE. O SECRETÁRIO DA FAZENDA, tendo em vista o disposto no art. 760 do Decreto nº , de , e alterações, e considerando a necessidade de aperfeiçoar procedimentos relativos à atualização do Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE, estabelecendo nova hipótese de cancelamento de inscrição no referido Cadastro, por meio da ARE Virtual, de que trata a Portaria SF nº 185, de , e alterações, RESOLVE: I - A Portaria SF nº 185, de , e alterações, que implementou o sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual, passa a vigorar com as seguintes modificações: XXII - Para efeito do cancelamento, de ofício, de inscrição no CACEPE, nos termos previstos no art. 77 do Decreto nº , de , e alterações, serão consideradas as seguintes situações: u) a partir de , não-localização do contribuinte no endereço constante do CACEPE; (ACR) II - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação; III - Revogam-se as disposições em contrário. Djalmo de Oliveira Leão Secretário da Fazenda 53

16 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN JANEIRO - Nº 03/2008 LEGISLAÇÃO - PI ICM/ EXTINÇÃO DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS - DISPOSIÇÕES RESUMO: O presente Decreto dispõe sobre a extinção, por remissão, de créditos tributários relativos ao ICM e ao, nas condições que especifica. LEI Nº 5.718, de (DOE de ) Dispõe sobre extinção, por remissão, de créditos tributários relativos ao ICM e ao, nas condições que especifica. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a extinguir, por remissão, créditos tributários relativos ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias - ICM e ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação -, observado o disposto nesta lei. Art. 2º - Poderão ser objeto da remissão de que trata o art. 1º os débitos constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa, ainda que ajuizada a sua cobrança, inclusive decorrentes de denúncia espontânea formalizada até 31 de março de 2008, relativos a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2006, cujos valores, atualizados em 31 de outubro de 2007 não ultrapassem o valor de R$ 300,00 (trezentos reais). Art. 3º - O disposto nesta Lei não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já recolhidas. Art. 4º - A presente Lei será regulamentada através de Decreto do Poder Executivo, dentro do prazo de sessenta dias, contados de sua publicação. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio de Karnak, em Teresina (PI), 26 de dezembro de Governador do Estado Secretário de Governo COMPENSAÇÃO - AUTORIZAÇÃO RESUMO: Fica assegurado aos contribuintes, no prazo previsto no art. 3º da Lei nº 5.258, de 20 de novembro de 2002, que tiverem protocolado requerimento de compensação de créditos de qualquer natureza com créditos tributários, a utilização do saldo remanescente de créditos apurados e não compensados no referido prazo, em virtude de não existirem débitos de Imposto Sobre Operações de Circulação de Mercadorias e Sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação -. LEI Nº 5.719, de (DOE de ) Dispõe sobre a utilização de saldo remanescente de créditos originados pela Lei nº 5.258, de 20 de novembro de O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica assegurado aos contribuintes que, no prazo previsto no art. 3º da Lei nº 5.258, de 20 de novembro de 2002, tiverem protocolado requerimento de compensação de créditos de qualquer natureza com créditos tributários, a utilização do saldo remanescente de créditos apurados e não compensados no referido prazo, em virtude de não existirem débitos de Imposto Sobre Operações de Circulação de Mercadorias e Sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação -. 1º - A utilização dos créditos prevista no caput será feita mediante a compensação com débitos de com fato gerador até 31 de dezembro de º - A compensação prevista neste artigo poderá ser realizada com débitos de cujo lançamento houver sido feito por homologação através de escrituração contábil, bem como, mediante auto de infração, inscritos ou não em dívida ativa. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio de Karnak, em Teresina (PI), 26 de dezembro de Governador do Estado Secretário de Governo DISPENSA OU REDUÇÃO DE JUROS E MULTA DE DÉBITOS FISCAIS RESUMO: Dispõe sobre a dispensa ou redução de juros e multa de débitos fiscais, relacionados com o na prestação de serviço de comunicação, na modalidade de monitoramento e rastreamento de veículo e carga. LEI Nº 5.720, de (DOE de ) Dispõe sobre a dispensa ou redução de juros e multa de débitos fiscais, relacionados com o na prestação de serviço de 52

17 JANEIRO - Nº 03/2008 comunicação, na modalidade de monitoramento e rastreamento de veículo e carga. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a conceder remissão parcial do incidente na prestação onerosa de serviço de comunicação, na modalidade de monitoramento e rastreamento de veículo e carga realizada nos exercícios a seguir indicados, de forma que a carga tributária líquida corresponda aos seguintes percentuais aplicados sobre o faturamento bruto dos serviços: I - até 31 de dezembro de %; II - no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de %; III - no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de %; IV - no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de %. 1º - Fica dispensado o pagamento de juros e multas relacionados com os créditos tributários indicados neste artigo decorrentes de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2006, nos percentuais abaixo indicados, desde que o pagamento do valor do imposto seja efetuado em moeda corrente, com observância dos prazos e condições a seguir estabelecidos, contados da data de vigência desta Lei, observado o disposto no art. 88 do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 7.560, de 13 de setembro de 1989: I - 100% (cem por cento), se recolhido em até 10 parcelas mensais; II - 90% (noventa por cento), se recolhido em até 20 parcelas mensais; III - 80% (oitenta por cento), se recolhido em até 30 parcelas mensais; IV - 70% (setenta por cento), se recolhido em até 40 parcelas mensais; V - 60% (sessenta por cento), se recolhido em até 50 parcelas mensais; VI - 50% (cinqüenta por cento), se recolhido em até 60 parcelas mensais. 2º - O benefício previsto neste artigo não confere ao sujeito passivo o direito de restituição ou compensação de tributos recolhidos relativos aos fatos geradores indicados no caput. Art. 2º - O disposto nesta Lei fica condicionado: I - a que o contribuinte beneficiado desista formalmente de ações judiciais e recursos administrativos de sua iniciativa contra a Fazenda Pública Estadual, visando o afastamento da cobrança de sobre o serviço de comunicação, na modalidade de monitoramento e rastreamento de veículo e carga; - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN II - a que o débito remanescente do imposto previsto no art. 1º seja integralmente recolhido ou iniciado o pagamento parcelado, em prazo não inferior a dez dias úteis da data da implementação das disposições desta Lei. Parágrafo único - O descumprimento de quaisquer dos incisos deste artigo implica o imediato cancelamento dos benefícios fiscais concedidos por esta Lei, restaurando-se integralmente o débito fiscal objeto do benefício e tornando-o imediatamente exigível. Art. 3º - Os débitos fiscais decorrentes de Autos de Infração na fluência do prazo para pagamento e aqueles pendentes de julgamento não poderão ser objeto do benefício desta Lei, salvo se o contribuinte renunciar, expressamente, ao direito de impetrar qualquer recurso, ou desistir dos já interpostos. Art. 4º - O Poder Executivo expedirá, se necessário, normas complementares à aplicação deste diploma legal. Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio de Karnak, em Teresina (PI), 26 de dezembro de E OUTROS TRIBUTOS Governador do Estado Secretário de Governo ALÍQUOTA - MULTA - CRÉDITO PRESUMIDO - DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA - ISENÇÃO - ALTERAÇÕES RESUMO: Promove alterações na Lei nº 4.257/1989, que disciplina a cobrança do, concernentes à alíquota aplicável às operações com jóias, bijuterias, fumo e seus derivados, inclusive cigarros, cigarrilhas e charutos e bebidas alcoólicas, à aplicação de multa aos estabelecimentos gráficos, transportadores e contribuintes no que se refere a infrações relacionadas ao Selo Fiscal de Autenticidade, à limitação da aplicação de multas a contribuinte com receita bruta anual de até R$ ,00, ao crédito presumido concedido aos adquirentes de mercadorias em operações internas diretamente de estabelecimentos industriais de ME ou EPP, de que trata a Lei Complementar nº 123/2006, instaladas no território piauiense, com receita bruta até o limite das faixas adotado pelo Estado, dentre outras alterações. LEI Nº 5.721, de (DOE de ) Altera dispositivos da Lei nº 4.257, de 06 de janeiro de 1989, que disciplina a cobrança do ; da Lei nº 4.254, de 27 de dezembro de 1988, que disciplina a cobrança de taxas estaduais, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Os dispositivos a seguir indicados da Lei nº 4.257, de 06 de janeiro de 1989, passam a vigorar com a seguinte redação: 51

18 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN 1 - o item 1 da alínea I do inciso II e a alínea c do inciso IX do art. 23: Art II - l) 1 - jóias e bijuterias, posições 7113,7114, 7115, 7116 e 7117, da NBM/SH, até 31 de dezembro de 2007; IX - c) fumo e seus derivados, inclusive cigarros, cigarrilhas e charutos, até 31 de dezembro de 2007; (NR) II - os incisos I e III do art. 23-A: Art. 23-A - I - bebidas alcoólicas: a) exceto aguardente de cana - 27% (vinte e sete por cento); b) aguardente de cana fabricada no Estado do Piauí - 17% (dezessete por cento); c) aguardente de cana fabricada nas demais Unidades da Federação - 19% (dezenove por cento); III - fumo e seus derivados, inclusive cigarros, cigarrilhas e charutos - 32% (trinta e dois por cento) até 31 de dezembro de 2007 e 27% (vinte e sete por cento), a partir de 1º de janeiro de (NR) III - os seguintes dispositivos do art. 79: a) a alínea a do inciso I: Art I - a) aos estabelecimentos gráficos que, até 30 de abril de 2007, procederem a aposição incorreta do Selo Fiscal de Autenticidade no correspondente documento fiscal, conforme seqüência estabelecida na AIDF, por documento; (NR) b) as alíneas a e b do inciso II: Art II - JANEIRO - Nº 03/2008 a) aos estabelecimentos gráficos que até 30 de abril de 2007 deixarem de afixar a Selo Fiscal de Autenticidade no correspondente documento fiscal, por documento; b) aos estabelecimentos gráficos que deixarem de devolver à Secretaria da Fazenda os Selos Fiscais de Autenticidade inutilizados até 30 de abril de 2007, por unidade danificada; (NR) c) a alínea T do inciso III: Art III - f) aos transportadores que extraviarem Selos Fiscais de Autenticidade até 30 de abril de 2007, ou documentos fiscais selados, inclusive formulários contínuos, por selo ou por documento; (NR) d) as alíneas j, m e n, itens 1 e 2 do inciso IV: Art IV - j) aos estabelecimentos gráficos que deixarem de devolver à Secretaria da Fazenda, saldo de Selos Fiscais de Autenticidade remanescentes até 30 de abril de 2007, por Selo; m) aos contribuintes que deixarem de comunicar à Secretaria da Fazenda a existência de documento fiscal com Selo irregular, até 30 de abril de 2007, que tenha acobertado aquisição de mercadorias ou serviços, por documento; n) sem prejuízo da instauração de processo administrativo pela SEFAZ, para fins de suspensão ou cassação do credenciamento: 1 - aos estabelecimentos gráficos que extraviarem Selos Fiscais de Autenticidade em seu poder até 30 de abril de 2007, por Selo, observado o disposto nos 2º e 5º; 2 - aos estabelecimentos gráficos que imprimirem Selos Fiscais sem autorização do Fisco, fora das especificações técnicas, em paralelo, ou em quantidade superior à prevista no documento autorizativo, até 30 de abril de 2007, por Selo, nunca inferior a (cinco mil) UFR-PI; (NR) e) a alínea a do inciso VI; Art VI - a) aos estabelecimentos gráficos credenciados que deixarem de 50

19 JANEIRO - Nº 03/2008 comunicar ao Fisco o extravio de Selos Fiscais em seu poder, até 30 de abril de 2007 (NR) f) a alínea b do inciso VII. Art VII - b) aos estabelecimentos gráficos credenciados para confecção de Selos Fiscais, até 30 de abril de 2007, que deixarem de adotar as medidas de segurança relativas a pessoal, produto, processo industrial e patrimônio, na forma que dispuser a legislação específica; (NR) IV - os 2º, 3º, 4º, 5º e 8º do art. 79: Art. 79-2º - Para os efeitos do inciso IV, alíneas i e n, item 1, considerase extravio o desaparecimento, em qualquer hipótese, de documentos fiscais, inclusive formulários contínuos, e de Selos Fiscais, estes até 30 de abril de º - O extravio de Selos até 30 de abril de 2007, e documentos fiscais, inclusive formulários contínuos, autoriza ao Fisco a presunção de irregularidade, salvo quando houver localização e apresentação dos mesmos e desde que não tenham sido utilizados. 4º - As multas previstas no inciso IV, alíneas i e n, item I, este até 30 de abril de 2007, do caput deste artigo, serão aplicadas em dobro na hipótese de reincidência, sem prejuízo da instauração de processo administrativo para fins de cassação do credenciamento, quando se tratar de empresa gráfica. 5º - A comunicação de extravio de Selos ocorrido até 30 de abril de 2007, e documentos fiscais, inclusive formulários contínuos, até 10 (dez) dias úteis contados da verificação da ocorrência, ensejará redução em 80% (oitenta por cento) do valor das multas a que se refere o parágrafo anterior. 8º - A aplicação das multas previstas neste artigo, quando se tratar de contribuinte com receita bruta anual de até R$ ,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), fica limitada a (cinco mil) UFRs - PI por exercício fiscalizado, relativamente a mesma infração, quando não previstos limites menores. (NR) V - o caput do 1º e o 4º do art. 79-A: Art. 79-A - 1º - As multas de que tratam os incisos I e II do caput ficam limitadas a (cinco mil) UFRs - PI por exercício, nas hipóteses - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN dos incisos I a III, e a UFRs - PI por exercício, nas hipóteses dos incisos IV a VI deste parágrafo, para os contribuintes com receita bruta anual de até R$ ,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), não sendo inferiores a: (NR) Art. 2º - Fica acrescentado o inciso X ao art. 23 da Lei nº 4.257, de 06 de janeiro de 1989, com a seguinte redação: Art X - 25% (vinte e cinco por cento) nas operações internas e nas interestaduais, estas a consumidor final, não contribuinte do imposto, com fumo e seus derivados, inclusive cigarros, cigarrilhas e charutos, a partir de 1º de janeiro de Art. 3º - Fica concedido crédito presumido aos contribuintes deste Estado, adquirentes de mercadorias em operações internas diretamente de estabelecimentos industriais de Microempresas - ME ou Empresas de Pequeno Porte - EPP, de que trata a Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006, instaladas no território piauiense, com receita bruta até o limite das faixas adotado pelo Estado. 1º - O crédito presumido de que trata este artigo corresponderá ao valor resultante da aplicação da alíquota interna, vigente neste Estado, sobre o valor da operação promovida pela ME ou EPP, a ser aproveitado na apuração pelos contribuintes sujeitos ao regime normal de apuração do e para abatimento no cálculo da substituição tributária pelo contribuinte substituto optante pelo regime tributário de que trata a Lei Complementar Federal nº 123/06, conforme o caso. 2º - O Poder Executivo fica autorizado a expedir os atos necessários à operacionalização do crédito de que trata este artigo. Art. 4º - Os estabelecimentos industriais de Microempresas - ME ou Empresas de Pequeno Porte - EPP, de que trata a Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006, instaladas no território piauiense, com receita bruta até o limite das faixas adotado pelo Estado, ficam dispensadas do pagamento da diferença de alíquota nas aquisições de bens para o ativo imobilizado em operações interestaduais. Art. 5º - Ficam convalidados os atos do Poder Executivo editados na consecução de objetivos econômico-sociais via concessão ou prorrogação de incentivos fiscais ou outros benefícios concedidos. Art. 6º - O inciso VII do art. 5º da Lei nº 4.254, de 27 de dezembro de 1988, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 5º - VII - os servidores públicos que exerçam funções policiais, observado o interesse do serviço na respectiva área; (NR) Art. 7º - Fica acrescentado o inciso XII ao art. 5º da Lei nº 4.254, 49

20 - IPI E OUTROS TRIBUTOS - CE/MA/PB/PE/PI/RN JANEIRO - Nº 03/2008 de 27 de dezembro de 1988, com a seguinte redação: Art. 5º - XII - os templos de qualquer culto. Art. 8º - Fica revogado o 4º do art. 79-A da Lei nº 4.257, de 06 de janeiro de Art. 9º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio de Karnak, em Teresina (PI), 26 de dezembro de Governador do Estado Secretário de Governo ALTERAÇÕES NO REGULAMENTO - DECRETO Nº /2007 RESUMO: Promove alterações no R-PI, concernentes à forma de pagamento ou recolhimento do imposto, ao parcelamento do crédito tributário, decorrente de procedimentos administrativos, na esfera administrativa ou judicial, constituído por meio de Aviso de Débito, Auto de Infração ou resultante de confissão de dívida, da substituição tributária, da antecipação parcial, do diferencial de alíquota, da antecipação pelas entradas, da antecipação total, da importação, do FECOP, do Regime Especial previsto no Decreto nº /2000 aplicável a atacadistas de alimentos, medicamentos, produtos de higiene pessoal e artigos de papelaria. DECRETO Nº , de (DOE de ) Altera dispositivos do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 7.560, de 13 de abril de 1989, e revoga o Decreto nº , de 31 de outubro de O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, no uso da atribuição que lhe confere inciso XIII do art. 102 da Constituição estadual, CONSIDERANDO a necessidade de proceder a adequações na legislação tributária do Estado; CONSIDERANDO a necessidade de manter atualizada a legislação tributária estadual, DECRETA: Art. 1º - Os dispositivos a seguir indicados do Regulamento do, aprovado pelo Decreto nº 7.560, de 13 de abril de 1989, passam a vigorar com a seguinte redação: I - o art. 82: Art O pagamento ou recolhimento do tributo se dará em estabelecimento bancário credenciado ou por meio de correspondente bancário autorizado, observado o disposto no parágrafo único do art. 83. II - o art. 83: Art O recolhimento e/ou pagamento do imposto será efetuado exclusivamente por meio do Documento de Arrecadação - DAR, emitido eletronicamente (SITRAN, DIEF, SISDAR ou DARWEB). Parágrafo único - Na impossibilidade de emissão de DAR por meio eletrônico, será permitida a emissão de DAR pré-impresso, modelo 03, que será pago nas unidades azendárias arrecadadoras. III - o caput do art. 86: Art O pagamento do imposto será feito em moeda corrente ou em cheque, nos termos previstos nos contratos com os bancos, quando se tratar de recebimento por meio da rede bancária e em norma específica, quando o recebimento se der por meio das unidades arrecadadoras da SEFAZ. IV - o art. 88: Art O pagamento do crédito tributário, decorrente de procedimentos administrativos, na esfera administrativa ou judicial, constituído por meio de Aviso de Débito, Auto de Infração ou resultante de confissão de dívida, poderá ser parcelado, a critério do Secretário da Fazenda, em até 60 (sessenta) prestações mensais, iguais em quantidade de UFR-PI e sucessivas, não podendo cada parcela ser inferior a 200 (duzentas) UFR-PI, exceto em relação à Microempresa Estadual, a partir de 1º de março de 1998 até 30 de junho de 2007, e a Microempresa - ME e Empresa de Pequeno Porte -EPP (Lei Complementar nº 123/2006), a partir de 1º de julho de 2007, cuja parcela mínima será de 50 (cinqüenta) UFR-PI (Convênio ICM nº 24/ 75). 1º - Excepcionalmente, observados os limites previstos neste artigo, poderá também ser parcelado, em até 12 (doze) prestações mensais, o crédito tributário referente ao não recolhimento do devido em decorrência: I - da substituição tributária (imposto retido na fonte e substituição pelas saídas); II - da antecipação parcial (Decreto nº 9.405/95), do diferencial de alíquota, da antecipação pelas entradas, da antecipação total, da importação e do FECOP; III - do Regime Especial de que trata o Decreto nº , de 05 de dezembro de º - O parcelamento previsto no 1º deverá ser formalizado em processo específico. V - os 1º, 2º e 3º do art. 89: Art. 89-1º - Os créditos tributários serão atualizados monetariamente e acrescidos de multa e juros moratórios até a data do pedido e o montante dividido pelo valor da UFR-PI desse mês, para determinação do número 48

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