Orçamento Estado para 2015

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orçamento Estado para 2015"

Transcrição

1 Orçamento Estado para 215 Cenário macroeconómico nacional e internacional, despesa pública e crescimento Carlos Rodrigues Presidente do Conselho de Administração Banco BiG 5 Novembro 214 AESE

2 OE 215 Enquadramento Internacional vs Nacional Sumário Executivo 1. Enquadramento Internacional 1.1. Crescimento Global 1.2. Ajustamento Periferia 1.3. Arrefecimento económico Core Desiquilíbrios Europa Custos de Financiamento Desiquilíbrios Europa Fragmentação Financeira Desiquilíbrios Europa População & PIB 2. Política Monetária 3. Enquadramento Portugal 4. Despesa & sobredimensão do Estado 4.1. Despesa Pública 4.2. Despesa Social 4.3. Esforço de Consolidação 6. Debilidade Estrutural 7. Fiscalidade 7.1. Receita Pública & Incremento Fiscal 7.2. Carga Fiscal & Tabela de Taxas 7.3. Fiscalidade Carga fiscal sobre contribuintes 7.4. Instabilidade do Sistema Fiscal 8. Reality Check 8.1. Portugal vs Espanha 8.2. Análise Corporativa 8.3. PT vs Telefonica 8.4. Sector Bancário 9. Reflexões Finais 5. Endividamento Excessivo OE215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 2 / 26

3 1.1 Enquadramento Internacional Crescimento Global FMI reduz estimativas de crescimento económico global Corte nas projecções de crescimento incide essencialmente sobre economias avançadas Na Zona-Euro, o outlook económico mostra-se mais cauteloso para as Economias Core/semi-core 8 6 Estimativas Tx. Crescimento PIB (%) 2,5 Estimativa Tx. Crescimento PIB 4 1,5 2,5 Estimativa Actual 214 Estimativa Prévia 214 Estimativa Actual 215 Estimativa Prévia 215 -,5 Alemanha França Itália Espanha Portugal Grécia Estimativa Actual 214 Estimativa Prévia 214 Estimativa Actual 215 Estimativa Prévia OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 3 / 26

4 1.2 Enquadramento Internacional - Ajustamento Periferia Ajustamento na Periferia motivou correcção de desiquilíbrios, mas... Saldo orçamental regista melhoria relevante, não obstante mix de consolidação de menor qualidade Trajectória espectacular do saldo Comercial regista forte convergência com a média Europeia Saldo Orçamental ( % PIB) Europa non-core Europe Core Portugal Balança Comercial ( % PIB) mar-1 set-1 mar-11 set-11 mar-12 set-12 mar-13 set-13 mar-14 8 Europa non-core Europe Core Portugal 4 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 4 / 26

5 1.2 Enquadramento Internacional - Ajustamento Periferia...riscos deflacionistas agravam perspectiva de suavização do endividamento Alargamento do perímetro de consolidação eleva dívida pública (%PIB) para níveis historicamente elevados Riscos deflacionistas manifestam-se de forma assinalável sobre toda a Periferia 135 Evolução Debt/ GDP 5 Evolução CPI Europe Core Europa non-core Portugal -1 Europe Core Europa non-core Portugal 5 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 5 / 26

6 1.3 Arrefecimento Core PIB vs PMI Desaceleração económica incide essencialmente sobre países Core Indicador (avançado) de Manufactura industrial na Z.E. regista clara quebra em 214 Recuperação do PIB em Portugal contrasta com marcado arrefecimento dos países Core Evolução PMI Evolução PIB 4 dez-11 jun-12 dez-12 jun-13 dez-13 jun-14 Zona Euro França Alemanha -6 mar-1 set-1 mar-11 set-11 mar-12 set-12 mar-13 set-13 mar-14 Zona Euro França Alemanha Portugal 6 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 6 / 26

7 1.4.1 Desiquilibrios Europa Custos Financiamento A problemática do endividamento Público num bloco assimétrico 12 8 Sustentabilidade da dívida pública na Europa depende da alavanca do crescimento e de condições de financiamento favoráveis Evolução Debt/ GDP Diferencial de taxas implícito na curva de rendimento da dívida Pública Europeia revela condições desiguais Yield Curve 4 Alemanha França Itália Espanha Portugal M 1Y 3Y 5Y 7Y 1Y 3Y Portugal Alemanha Spain Italy França 7 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 7 / 26

8 1.4.2 Desiquilibrios Europa Fragmentação Financeira Progressos na União Bancária não impede actual fragmentação financeira Esforço de recapitalização da Banca Europeia não propiciou aumento da concessão de crédito Evolução concessão de crédito Débil procura (Empresas) em função do cenário macro e desequilíbrios do lado da Oferta (Bancos) motivam restrições de financiamento 4,5 4 3,5 3 2,5 Custo empréstimos a empresas não financeiras Particulares Empresas não financeiras Média Espanha + Itália Média Alemanha + França Fonte : ECB 8 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 8 / 26

9 1.4.3 Desiquilibrios Europa População e PIB Política de forças Europeia gravita no eixo Alemanha vs França/Itália/Espanha Mais de 51% da população total da Zona Euro reside em França, Itália e Espanha Evolução População 24% 25% 25% 25% 14% 14% 14% 14% 18% 18% 18% 18% 19% 19% 19% 19% Motor Alemão reforça importância no PIB da Zona Euro e ascende a quase 3% vs 49% afectos aos outros 3 países Evolução PIB nominal 22% 22% 22% 22% 11% 11% 11% 11% 17% 17% 16% 16% 22% 22% 22% 22% % 24% 24% 24% % 29% 29% 29% Alemanha França Itália Espanha Outros Zona Euro Alemanha França Itália Espanha Outros PIB Nominal Total 9 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 9 / 26

10 2 Política Monetária - Global Desaceleração macro e riscos deflacionistas forçam actuação do BCE Taxas de juro sem risco atingem mínimos históricos, em particular na Europa Perspectiva de normalização monetária nos EUA contrasta com a necessidade do BCE reforçar o seu balanço para níveis máximos no auge da crise Bunds vs Treasury Evolução Balanço Bancos Centrais out-11 abr-12 out-12 abr-13 out-13 abr-14 out Bunds 1Y Treasury 1Yr BCE FED BOJ 1 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 1 / 26

11 3 Enquadramento Portugal Desequilíbrios macroeconómicos e problemas estruturais acumulados por mais de uma década Finanças Públicas Insustentáveis Endividamento Excessivo Crescimento Anémico e Falta de Produtividade 11 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

12 4.1 Despesa & Sobredimensão do Estado Despesa Pública Crescimento significativo da despesa pública num contexto de estagnação 2 Diferencial de crescimento (Despesa vs PIB) agrava-se a partir da década de 2 Evolução Despesa Pública vs PIB Verificou-se um retrocesso ligeiro da Despesa Pública (%PIB) nos anos da Troika, mantendo-se ainda assim a níveis historicamente elevados 53 Despesa pública (% PIB) PIB Despesa Pública Portugal Zona Euro 12 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

13 4.2 Despesa Social Despesa Social regista aumento exponencial nas décadas pré-crise Incremento substancial da Despesa Social leva a que a mesma represente já mais de 5% da despesa Pública (vs 3% em 199) Portugal é o País Europeu que registou o maior incremento da despesa Social nos anos Evolução Despesa Social vs Despesa Pública (%PIB) E 6% 5% 4% 3% 2% 1% % ,8 2,4 Incremento das Prestações sociais (%PIB) ,5,2 1,4 4,2 1,6 4,2-2,2 2,8 6,4-1,8-2,4 5,8,8,6 Despesa Social Despesa Pública % Despesa Social vs Pública 13 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

14 4.3 Esforço de Consolidação Corte na despesa mostrou/(a)-se insuficiente no esforço de consolidação Austeridade Troika OE 215 continua a espelhar as dificuldades estruturais no corte efectivo da Despesa Pública que (não) se realizou no período da Troika Esforço Consolidação - OE 215 (EUR mn) EUR 26 mil mn % PIB 55% Despesa 45% Receita 14 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

15 5 Endividamento Excessivo Explosão do endividamento externo ao longo da década de 2 Défice comercial persistentemente acima de 1 p.p. do PIB até 21 Agravamento das necessidades de financiamento do sector público e privado Balança Corrente (% do PIB) Endividamento e Dívida Pública (% PIB) Portugal Zona Euro Endividamento Portugal Divida Pública Portugal Endividamento Zona Euro Divida Pública Zona Euro 15 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

16 Debilidade Estrutural Rigidez da economia e fraco nível de competitividade penalizam crescimento Crescimento do PIB em Portugal muito inferior ao observado na Europa Apesar dos progressos durante o período de crise, a competitividade da economia Portuguesa mantém-se abaixo da média Europeia Crescimento PIB Real (%YoY) Competitividade p/custo unit. trabalho (%) mar-1 set-1 mar-11 set-11 mar-12 set-12 mar-13 set-13 mar-14 Portugal Zona Euro Zona Euro Portugal ; Banco Central Europeu 16 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

17 Chile Portugal Iceland Italy Czech Republic Greece Germany France Hungary Switzerland New Zealand Belgium United Kingdom Norway Slovenia Spain Austria Denmark Luxembourg Estonia Finland Ireland Israel Sweden United States Canada Slovak Republic 7.1 Fiscalidade Receita Pública & Incremento FIscal Receita fiscal em p.p. do PIB regista incremento exponencial nos anos 2 Portugal regista um dos maiores incrementos da receita fiscal entre os países da OCDE Evolução da Receita Pública em % PIB regista forte aproximação à média Europeia 15% Incremento receitas fiscais em p.p. do PIB ( ) 15% Receita pública (% PIB) 1% 1% 5% 5% 45 % % -5% -5% 42-1% -1% -15% -15% 39-2% -2% -25% -25% Portugal Zona Euro Países OECD - Average* 17 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

18 Zona Euro = Fiscalidade Carga Fiscal & Tabela de Taxas Carga fiscal em Portugal mostra-se excepcionalmente elevada Carga fiscal em Portugal ajustada ao efeito riqueza é a mais elevada na Europa As taxas das diferentes categorias de impostos mostram-se claramente mais elevadas face à média Europeia Evolução Carga Fiscal/PIB per Capita Taxas Portugal vs Zona Euro 16 6% Portugal Espanha Itália Grécia 5% 4% 3% 2% 8 Irlanda 1% Alemanha França % Tx. Minima PT Tx. Máxima PT Tx. Minima ZE Tx. Máxima ZE 18 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

19 7.3 Fiscalidade Carga fiscal sobre Rendimento & Consumo Criação sucessiva de novas Taxas (IRS) exponenciou absurda carga fiscal A persistência de taxas adicionais sobre o trabalho amplifica a intromissão do Estado na esfera individual e limita incentivos à inovação O inferior rendimento doméstico não inviabiliza o prémio de 11 p.p. suportados pelo trabalhador dependente Português face à média Europeia 8% 6% 4% Carga Fiscal sobre Rendimento & Consumo 7,5% 75% 73% 11% 5,% 8% 3,5% 48% 2,5% 11% 3,5% 8% 6% 4% Carga Fiscal Portugal vs Zona Euro 8,% 13,3% 56,5% 7,5% 48,5% 11,% 75,% 69,8% 2% 2% % % 8-25k >25k Portugal Zona Euro 19 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

20 7.4 Instabilidade do Sistema Fiscal Alterações fiscais persistentes e falta de transparência retiram atractividade As constantes alterações promovidas no sistema fiscal revelam-se, para além do elevado nível de taxas, igualmente perversas para a atractividade do sistema A falta de transparência associada a alguns impostos escondidos retiram igualmente atractividade *Bebidas Espirituosas 2 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro 14 2 / 26

21 8.1 Reality Check - Portugal vs Espanha Desempenho da Economia Portuguesa revela-se decepcionante Evolução bolsista e criação de riqueza (PIB) espelha divergência entre Portugal-Espanha Percepção de risco de crédito sobre as duas economias Ibéricas afigura-se distinto Variação Portugal vs Espanha Rating 1% 8% 6% 4% 32% 68% 36% 54% Baa3 Ba1 Baa2 BBB- BB+ BB BBB 2% % Market Cap PIB Moody's S&P Portugal Espanha Portugal Espanha 21 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

22 8.2 Reality Check Análise Corporativa Evolução do sector empresarial cristaliza debilidades estruturais Principais cotadas Portuguesas espelham significativa destruição de valor que......contrasta de forma óbvia com o incremento da avaliação das principais empresas Espanholas Evolução MKT CAP. Top 5 Portugal: PTC EDP BCP BES CPR Evolução MKT CAP. Top 5 Espanha: TEF SAN BBVA REP ELE OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

23 Receitas Rácio MKT CAP 8.3 Reality Check - Portugal Telecom vs Telefónica Divergência espectacular entre PT-Telefonica revela-se paradigmático Capitalização bolsista da Telefonica supera em 5x a da Portugal Telecom (vs 6x em 24) Maior debilidade operacional e graves falhas de Governação determinam colapso da PT 25 Evolução Receitas - PT vs Telefonica Portugal Telecom Telefonica Portugal Telecom Rácio MKT CAP Telefonica/PT MKT CAP 24 MKT CAP Actual Dividendos Acumulados Resultados Acumulados 23 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

24 8.4 Reality Check - Sector Bancário Sector Bancário em Portugal regista implosão significativa Aumentos de Capital dos Bancos em Portugal assumem dimensão extraordinária no esforço de recapitalização situação agravada pelo forte nível de prejuízos acumulados Geração de resultados em Espanha e menor diluição de capital espelha uma realidade do sector Bancário Espanhol claramente distinta Evolução Banca Portugal: 28-Actual (Valores em Eur mn) Evolução Banca Espanha: 28-Actual (Valores em Eur mn) BCP BES BPI Santander BBVA MKT CAP Res. Liquido Aumentos Capital MKT CAP Res. Liquido Aumentos Capital 24 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

25 9 Reflexões Finais Reflexões Finais Riscos OE 215: Vertentes Internacional e Nacional VERTENTE INTERNACIONAL Riscos deflacionistas na Europa comprometem suavização do elevado nível de dívida pública; Arrefecimento nos países Core acarreta um efeito negativo sobre o modelo de crescimento das exportações Portuguesas; Diferencial de taxas na curva de rendimento da dívida Pública Europeia revela condições desiguais e requer acção mais forte do BCE; Progressos da União Bancária mostram-se insuficientes para debelar restrições de financiamento e/ou dirimir o cenário vigente de fragmentação financeira na Europa. VERTENTE NACIONAL Novo choque na curva de taxas de juro e crescimento económico tépido compromete sustentabilidade da dívida pública; Dificuldade estrutural do corte da despesa do Estado revelha ineficiência da máquina pública vs ajustamento já realizado pelo sector privado (desemprego/salários/exportações); Nível extraordinariamente elevado da carga Fiscal mais alto na Europa resulta da fraca eficiência do aparelho público; Factores recentes (BES/PT) denigrem reputação nacional e afastam recuperação do IDE - decisivo face ao elevado endividamento privado. 25 OE 215 Enquadramento Banco BiG, 5 Novembro / 26

26 DISCLAMER Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BIG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BIG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BIG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários. Banco de Investimento Global, S.A Update Mensal Banco BiG, Outubro / 36

Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007. João Amador Seminário de Economia Europeia. Economia Portuguesa e Europeia. Exame de 1 a época

Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007. João Amador Seminário de Economia Europeia. Economia Portuguesa e Europeia. Exame de 1 a época Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007 FaculdadedeEconomia João Salgueiro João Amador Seminário de Economia Europeia Economia Portuguesa e Europeia Exame de 1 a época 5 de Janeiro de 2007 Atenção:

Leia mais

PERSPECTIVAS ECONÓMICAS PARA OS EUA E A ZONA EURO. J. Silva Lopes

PERSPECTIVAS ECONÓMICAS PARA OS EUA E A ZONA EURO. J. Silva Lopes PERSPECTIVAS ECONÓMICAS PARA OS EUA E A ZONA EURO J. Silva Lopes IDEEF, 28 Setembro 2010 ESQUEMA DA APRESENTAÇÃO I As perspectivas económicas para os tempos mais próximos II Políticas de estímulo à recuperação

Leia mais

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas 30 11 2012 As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas Teodora Cardoso 1ª Conferência da Central de Balanços Porto, 13 Dezembro 2010 O Banco de Portugal e as Estatísticas O Banco de

Leia mais

IDEFF/OTOC 4.julho.2011 Cristina Sofia Dias Adida Financeira, Representação Permanente de Portugal Junto da UE

IDEFF/OTOC 4.julho.2011 Cristina Sofia Dias Adida Financeira, Representação Permanente de Portugal Junto da UE IDEFF/OTOC 4.julho.2011 Cristina Sofia Dias Adida Financeira, Representação Permanente de Portugal Junto da UE A crise financeira: causas, respostas e os planos de assistência financeira Índice 1. Da crise

Leia mais

DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL

DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL Súmula dos dados provisórios do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional, IPCTN, 2007 I DESPESA 1. Despesa em I&D nacional total

Leia mais

Economia portuguesa Garantir a estabilidade para alicerçar um crescimento sustentado. Carlos da Silva Costa

Economia portuguesa Garantir a estabilidade para alicerçar um crescimento sustentado. Carlos da Silva Costa Economia portuguesa Garantir a estabilidade para alicerçar um crescimento sustentado Carlos da Silva Costa Economia portuguesa Garantir a estabilidade para alicerçar um crescimento sustentado I. As raízes

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo

Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo Portugal na União Europeia 1986-2010 Faculdade de Economia, Universidade do Porto - 21 Janeiro 2011 Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo Pedro Teixeira (CEF.UP/UP e CIPES);

Leia mais

Conferência IDEFF: As privatizações não se discutem?

Conferência IDEFF: As privatizações não se discutem? Conferência IDEFF: As privatizações não se discutem? III Painel Portugal após as privatizações: Que futuro? Carlos Rodrigues Presidente do Conselho de Administração Banco BiG 06 de Dezembro de 2012 Índice

Leia mais

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Dezembro de 2013 Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Relatório Gestão Sumário Executivo 2 Síntese Financeira O Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA apresenta em 31 de Dezembro de 2013, o valor de 402

Leia mais

Actualização sobre a Grécia

Actualização sobre a Grécia Actualização sobre a Grécia Definição e contextualização Dia 26 de Janeiro de 2015, Alexis Tsipras, líder do Syriza, foi eleito primeiro-ministro, na sequência de uma campanha com elevada popularidade

Leia mais

Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal

Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal 31 de Janeiro de 2011 Alberto Soares IDENTIDADE FUNDAMENTAL DA MACROECONOMIA ECONOMIA ABERTA Poupança Interna + Poupança Externa Captada = Investimento

Leia mais

ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras

ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA: UM PAÍS QUE SAE DA CRISE 2,00% 1,50% Evolução do PIB espanhol 1,70% 1,00% 1% 0,50% 0,00% -0,50% -0,20% 0,10% 2010 2011 2012

Leia mais

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011. Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011. Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011 Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011 Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011 População a Milhares Hab. INE 10.563 10.586 10.604 10.623 10.638 10.636 10.643 2º Trimestre

Leia mais

Portugal Forte crescimento no início do ano

Portugal Forte crescimento no início do ano 8 Abr ANÁLISE ECONÓMICA Portugal Forte crescimento no início do ano Miguel Jiménez / Agustín García / Diego Torres / Massimo Trento Nos primeiros meses do ano, a retoma do consumo privado teria impulsionado

Leia mais

ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras

ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras Existem muitas empresas e investimentos espanhóis no Brasil. É a hora de ter investimentos brasileiros na Espanha Presidente Lula da Silva,

Leia mais

(EUR mn) 2012 2011 Var. %

(EUR mn) 2012 2011 Var. % VISÃO ACUMULAR Preço-alvo: EUR 2,57 Preço e Performance Preço 2,35 M áx de 52 semanas 2,45 M ín de 52 semanas 1,63 YTD (%) 2,75 Volume médio diário (mn) 5.403.836 Capitalização bolsista (mn) 8.604 Beta

Leia mais

ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO

ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1 Abrandamento da atividade económica mundial ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1.1. Evolução da conjuntura internacional A atividade económica mundial manteve o abrandamento

Leia mais

A EUROPA FINANCEIRA. Lisboa, 30 Novembro 2011

A EUROPA FINANCEIRA. Lisboa, 30 Novembro 2011 A EUROPA FINANCEIRA Lisboa, 30 Novembro 2011 As economias avançadas confrontam-se com o esgotamento do modelo de crescimento baseado num endividamento e com efeitos sofríveis no potencial de crescimento

Leia mais

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 PORTUGAL Economic Outlook Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 Portugal: Adaptação a um novo ambiente económico global A economia portuguesa enfrenta o impacto de um ambiente externo difícil,

Leia mais

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 11 Novembro Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Mudanças recentes na situação socioeconómica portuguesa A evolução recente da economia portuguesa têm-se caracterizado por um

Leia mais

Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde

Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde 1º Encontro Nacional - Desafios do presente e do futuro Alexandre Lourenço www.acss.min-saude.pt Sumário Organizações do Terceiro Sector Necessidade

Leia mais

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM?

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM? Entrevista com Klaus Regling, Diretor Executivo do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM) Valor Econômico, 16 de julho de 2013 Valor: Por que buscar investidores no Brasil agora? Klaus Regling: Visitamos

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Alguns Tópicos Essenciais Dia da Formação Financeira 31 de Outubro de 2012 Abel Sequeira Ferreira, Director Executivo Outubro, 31, 2012 Crescimento Económico

Leia mais

Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes

Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise Adalberto Campos Fernandes O Contexto FINANCIAMENTO: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM TEMPOS DE CRISE O CONTEXTO A ESPECIFICIDADE DO BEM

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS I. INTRODUÇÃO O Governo apresentou ao Conselho Económico e Social o Projecto de Grandes Opções do Plano 2008 (GOP 2008) para que este Órgão, de acordo com

Leia mais

Equipa Research: Outlook 2015 Banco BiG,15 Janeiro 15 1 / 42

Equipa Research: Outlook 2015 Banco BiG,15 Janeiro 15 1 / 42 Equipa Research: Outlook 215 Banco BiG,15 Janeiro 15 1 / 42 João Lampreia (Head) José Ramada/ Ana Mendonça/ Diana Oliveira 15 Janeiro 215 Global Economic Outlook Sumário Executivo 1. Enquadramento 1.1

Leia mais

EDUCAÇÃO. Base do Desenvolvimento Sustentável

EDUCAÇÃO. Base do Desenvolvimento Sustentável EDUCAÇÃO Base do Desenvolvimento Sustentável 1 Por que investir em educação? 2 Por que investir em educação? 1. Acesso à cidadania. 2. Aumento da renda pessoal (prêmio salarial): 10% por um ano a mais

Leia mais

Condicionantes do Desenvolvimento Sustentável numa União Monetária

Condicionantes do Desenvolvimento Sustentável numa União Monetária Condicionantes do Desenvolvimento Sustentável numa União Monetária Carlos da Silva Costa Governador XXIV Encontro de Lisboa entre os Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa Banco de Portugal, 6

Leia mais

Onde estamos e para onde vamos?

Onde estamos e para onde vamos? Onde estamos e para onde vamos? Carlos da Silva Costa Governador 20º Encontro SAER A nova economia e as novas formas de financiamento Museu do Oriente, 25 de junho de 2014 Onde estamos e para onde vamos?

Leia mais

EDUCAÇÃO. Base para o desenvolvimento

EDUCAÇÃO. Base para o desenvolvimento EDUCAÇÃO Base para o desenvolvimento 1 Por que investir em educação? 2 Por que investir em educação? 1. Acesso à cidadania. 2. Aumento da renda pessoal (prêmio salarial): 10% por um ano a mais de escolaridade.

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

PERSPECTIVAS PARA A ECONOMIA PORTUGUESA, 2011-16. J. Silva Lopes

PERSPECTIVAS PARA A ECONOMIA PORTUGUESA, 2011-16. J. Silva Lopes PERSPECTIVAS PARA A ECONOMIA PORTUGUESA, 2011-16 J. Silva Lopes IDEFF, 4 de Julho de 2011 1 Título do Painel: Que futuro para Portugal Esta apresentação: Perspectivas para a economia portuguesa 2011-16

Leia mais

A gestão dos ativos imobiliários da banca na sequência da crise. Patrimónios imobiliários da Banca e suas implicações

A gestão dos ativos imobiliários da banca na sequência da crise. Patrimónios imobiliários da Banca e suas implicações www.pwc.com/pt A gestão dos ativos imobiliários da banca na sequência da crise Patrimónios imobiliários da Banca e suas implicações 27 fevereiro 2013 Patrimónios imobiliários da Banca e suas implicações

Leia mais

Raul Marques. Poupança: Onde colocar o meu dinheiro

Raul Marques. Poupança: Onde colocar o meu dinheiro Raul Marques 27 de Novembro de 2010 Sociedade de consumo Evolução do consumo privado (%PIB) Portugal vs Alemanha Fonte: Banco de Portugal, Eurostat 27 de Novembro de 2010 2. Aumento do endividamento das

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

Macroeconomia II (1E207)

Macroeconomia II (1E207) Macroeconomia II (1E207) Equipa docente 2010/11 20 Maio 2011 Conceitos e factos Funções económicas do Estado - estabilização macroeconómica O financiamento da despesa pública e a dinâmica da dívida Financiamento

Leia mais

Análise Independente Anual de Crescimento para 2013 ECLM-IMK-OFCE

Análise Independente Anual de Crescimento para 2013 ECLM-IMK-OFCE Análise Independente Anual de Crescimento para 2013 ECLM-IMK-OFCE Resumo Quatro anos após o início da Grande Recessão, a zona euro permanece em crise. O PIB e o PIB per capita estão abaixo do seu nível

Leia mais

Contexto económico internacional

Contexto económico internacional 1 ENQUADRAMento MACroeConóMICO 1 ENQUADRAMento MACroeConóMICO Contexto económico internacional O ano de 21 ficou marcado pela crise do risco soberano na Zona Euro e pela necessidade de ajuda externa à

Leia mais

"SMS sem fronteiras": Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro

SMS sem fronteiras: Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro IP/08/1144 Bruxelas, 15 de Julho de 2008 "SMS sem fronteiras": Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro Os 2500 milhões de mensagens de texto enviadas

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE ASPECTOS A NÃO ESQUECER o todo não é igual à soma das

Leia mais

Angola Boletim Económico - Junho 2009

Angola Boletim Económico - Junho 2009 Angola Boletim Económico - Junho 2009 Angola retira pé do acelerador na economia Tem sido notícia nas últimas semanas em Portugal uma mudança de clima em relação à economia angolana: de um ambiente de

Leia mais

ARC atribui Rating "BBB-" a Portugal

ARC atribui Rating BBB- a Portugal ARC atribui Rating "BBB-" a Portugal EMITENTE DATA DOS RATINGS República Portuguesa 1 de Maio de 2015 RATINGS DE EMITENTE - MOEDA ESTRANGEIRA Médio e Longo Prazo BBB- (BBB-,, Estável) RATINGS DE EMITENTE

Leia mais

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do Orçamento Estado 2010 no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do OE 2010 no Sistema Financeiro Indice 1. O

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS XXI Encontro de Lisboa entre as Delegações dos Bancos Centrais dos Países de Língua Oficial Portuguesa à Assembleia Anual do FMI/BM Banco de Portugal 19 de Setembro de 2011 Intervenção do Ministro de Estado

Leia mais

Este documento faz parte de uma iniciativa entre o Expresso e a PwC que compara países semelhantes a Portugal em população ou PIB.

Este documento faz parte de uma iniciativa entre o Expresso e a PwC que compara países semelhantes a Portugal em população ou PIB. Países como nós Portugal vs Grécia Este documento faz parte de uma iniciativa entre o Expresso e a PwC que compara países semelhantes a Portugal em população ou PIB. Índice Dados gerais Estado e Finanças

Leia mais

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014. José António Vieira da Silva

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014. José António Vieira da Silva Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014 José António Vieira da Silva 1. A proteção social como conceito amplo a ambição do modelo social europeu 2. O modelo de proteção social no Portugal pós 1974 3. Os desafios

Leia mais

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS REFORMAS FISCAIS A CIP lamenta que a dificuldade em reduzir sustentadamente a despesa pública tenha impedido que o Orçamento do Estado

Leia mais

OVERVIEW DO SISTEMA BANCÁRIO PORTUGUÊS

OVERVIEW DO SISTEMA BANCÁRIO PORTUGUÊS OVERVIEW DO SISTEMA BANCÁRIO PORTUGUÊS ÍNDICE I. Importância do Sector Bancário na Economia II. III. Actividade de Crédito Financiamento IV. Solvabilidade V. Regimes de Recapitalização Pública e de Concessão

Leia mais

2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS

2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS 2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS 4º PAINEL: AS NOVAS FORMAS DE FINANCIAMENTO DA ECONOMIA - CONCLUSÕES - A CIP reconhece que a nossa economia atingiu um nível de alavancagem excessivo que

Leia mais

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar 2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar Nome: N.º: Classificação: Ass.Professor: GRUPO I Este grupo é constituído

Leia mais

Relatório de Convergência do Banco de Portugal: excerto sobre o caso português (Março de 1998)

Relatório de Convergência do Banco de Portugal: excerto sobre o caso português (Março de 1998) Relatório de Convergência do Banco de Portugal: excerto sobre o caso português (Março de 1998) Source: Banco de Portugal. Relatório de Convergência. Lisboa: Março de 1998. 47 p. http://www.bportugal.pt/euro/emudocs/rel_bp/todo_p.pdf.

Leia mais

Síntese da Conjuntura do Sector Elétrico e Eletrónico

Síntese da Conjuntura do Sector Elétrico e Eletrónico Síntese da Conjuntura do Sector Elétrico e Eletrónico 2º Trimestre de 2015 Recuperação sustentada do crescimento 1. Conjuntura Sectorial Nota: Os índices que se seguem resultam da média aritmética das

Leia mais

A atual oferta de financiamento

A atual oferta de financiamento Ciclo de Conferências CIP Crescimento Económico: Diversificar o modelo de financiamento das PME A atual oferta de financiamento Nuno Amado 28.nov.14 Centro de Congressos de Lisboa 5 Mitos sobre o financiamento

Leia mais

COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO

COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO 1. A economia cabo-verdiana é fortemente influenciada pela dinâmica da economia internacional, mormente da Zona Euro. 2. Neste contexto, a persistente

Leia mais

Crédito ao sector privado não financeiro (taxas de variação homóloga)

Crédito ao sector privado não financeiro (taxas de variação homóloga) G1 Crédito ao sector privado não financeiro (taxas de variação homóloga) 35 3 25 Em percentagem 2 15 1 5 Jan-91 Jan-92 Jan-93 Jan-94 Jan-95 Jan-96 Jan-97Jan-98 Jan-99 Jan- Jan-1 Sociedades não Financeiras

Leia mais

Portugal entre dois fogos: desafios internos e obstáculos externos Rafael Doménech

Portugal entre dois fogos: desafios internos e obstáculos externos Rafael Doménech Portugal entre dois fogos: desafios internos e obstáculos externos Rafael Doménech Lisboa, Dezembro 15-16, 2014 Mensagens principais Crescimento global vai acelerar em 2015 apesar da correção em baixa

Leia mais

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos 2012 1 2 Sobre a COSEC O que é o Seguro de Créditos

Leia mais

Portugal: Mantém-se o ritmo de recuperação débil, mas estável, em 4T14

Portugal: Mantém-se o ritmo de recuperação débil, mas estável, em 4T14 dez 1 ANÁLISE ECONÓMICA Portugal: Mantém-se o ritmo de recuperação débil, mas estável, em T1 Miguel Jiménez / Agustín García / Diego Torres / Massimo Trento / Ana María Almeida Claudino Neste último trimestre

Leia mais

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego Vítor Gaspar Lisboa, 23 de maio de 2013 Início de uma nova fase do processo de ajustamento 1ª fase: Prioridade na consolidação

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 11.º/12.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

S. R. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS RELATÓRIO SOBRE REGIME DE CAPITALIZAÇÃO PÚBLICA PARA O REFORÇO DA ESTABILIDADE FINANCEIRA E DA DISPONIBILIZAÇÃO DE LIQUIDEZ NOS MERCADOS FINANCEIROS (REPORTADO A 25 DE MAIO DE 2012) O presente Relatório

Leia mais

Eficiência Energética

Eficiência Energética Eficiência Energética Compromisso para o Crescimento Verde Sessão de discussão pública Porto, 2 de dezembro de 2014 Apresentado por: Gabriela Prata Dias 1 Conceito de Eficiência Energética (EE) 2 As medidas

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

Economia Social Pós. Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego:

Economia Social Pós. Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Economia Social Pós Parte III: Mercado de Trabalho Ênfase na parte de políticas Profa. Danielle Carusi Prof. Fábio Waltenberg Aula 5 (parte III) setembro de 2010 Economia UFF 1. Políticas macroeconômicas,

Leia mais

Obrigação em Análise Portugal Telecom

Obrigação em Análise Portugal Telecom 4 5 6 7 8 9 4 5 6 7 8 9 EUR mn 5 DE MAIO NEWSLETTER DE OBRIGAÇÕES Pág. Obrigação em Análise Portugal Telecom SINOPSE: A clarificação do resgate a Chipre e a solução Governativa encontrada para Itália traduziram

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE)

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Países em recessão oficial (dois trimestres consecutivos) Países em recessão não-oficial (um trimestre) Países com desaceleração econômica de mais

Leia mais

Banco Central de S. Tomé e Príncipe

Banco Central de S. Tomé e Príncipe Banco Central de S. Tomé e Príncipe CONJUNTURA MACROECONÓMICA IIIº Trimestre 2015 Disponível em: www.bcstp.st/publicações 1 ÍNDICE 1. RESUMO EXECUTIVO... 5 2. CONJUNTURA ECONÓMICA INTERNACIONAL... 6 2.1

Leia mais

4º Congresso Nacional dos Economistas Lisboa, 19-20-21, Outubro 2011 Comunicação

4º Congresso Nacional dos Economistas Lisboa, 19-20-21, Outubro 2011 Comunicação 4º Congresso Nacional dos Economistas Lisboa, 19-20-21, Outubro 2011 Comunicação Portugal face à crise da economia global António Mendonça Economista. Professor catedrático do ISEG-UTL. 1 DIMENSÕES DA

Leia mais

Políticas para Inovação no Brasil

Políticas para Inovação no Brasil Políticas para Inovação no Brasil Naercio Menezes Filho Centro de Políticas Públicas do Insper Baixa Produtividade do trabalho no Brazil Relative Labor Productivity (GDP per Worker) - 2010 USA France UK

Leia mais

Estrutura da Apresentação. i. Onde estamos e como aqui chegámos: Evoluções da PAC desde a adesão de Portugal

Estrutura da Apresentação. i. Onde estamos e como aqui chegámos: Evoluções da PAC desde a adesão de Portugal Reflexões e preocupações para o sector dos pequenos ruminantes na PAC-pós 213 -------------------------------------------------------------------- Reunião da SPOC Evolução Recente dos Sistemas de Produção

Leia mais

Competitividade da economia portuguesa: desafios futuros

Competitividade da economia portuguesa: desafios futuros Competitividade da economia portuguesa: desafios futuros Carlos da Silva Costa Governador APGEI Associação Portuguesa de Gestão e Engenharia Industrial Porto, 10 julho 2014 Competitividade da economia

Leia mais

V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago

V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago Internacionalização das Empresas Luís Laginha de Sousa 2 de Junho de 2006 Agenda Conclusões Um quadro de referência Internacionalizar inevitabilidade

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES Eduardo Augusto Guimarães Maio 2012 Competitividade Brasil 2010: Comparação com Países Selecionados. Uma chamada para a ação África

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

O FUTURO DA ZONA EURO. José da Silva Lopes

O FUTURO DA ZONA EURO. José da Silva Lopes O FUTURO DA ZONA EURO José da Silva Lopes IDEFF, 29-11-2011 1 VIAS ALTERNATIVAS PARA FAZER FACE À CRISE DA ZONA EURO As propostas que têm vindo a ser apresentadas por economistas, comentadores e políticas

Leia mais

A crise internacional: significado e e consequências

A crise internacional: significado e e consequências A crise internacional: significado e e consequências Banco de Portugal II Assembleia Parlamentar da CPLP Assembleia da República 8/3/2010 Vítor Constâncio Índice A CRISE INTERNACIONAL: SIGNIFICADO E CONSEQUÊNCIAS

Leia mais

10 anos do Sistema Europeu de Bancos Centrais. Conferência

10 anos do Sistema Europeu de Bancos Centrais. Conferência P á g i n a 1 10 anos do Sistema Europeu de Bancos Centrais Conferência A Economia Portuguesa no Contexto da União Económica e Monetária Prof. Doutor António de Sousa Em primeiro lugar, agradeço o convite

Leia mais

Enquadramento Macroeconómico

Enquadramento Macroeconómico Enquadramento Macroeconómico 26 A evolução da economia e do sector financeiro foi, em 2009, profundamente afectada pelo impacto da crise internacional que eclodiu há mais de dois anos com origem no segmento

Leia mais

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012 Palestra: Macroeconomia e Cenários Prof. Antônio Lanzana 2012 ECONOMIA MUNDIAL E BRASILEIRA SITUAÇÃO ATUAL E CENÁRIOS SUMÁRIO I. Cenário Econômico Mundial II. Cenário Econômico Brasileiro III. Potencial

Leia mais

Quais são as contradições da crise do Euro?

Quais são as contradições da crise do Euro? Quais são as contradições da crise do Euro? Lucas Braga de Melo Logo após o colapso financeiro dos subprimes nos EUA em 2008, foi deflagrada a crise europeia. Essa última, entretanto, tem suas origens

Leia mais

O PROBLEMA DO ENDIVIDAMENTO DE PORTUGAL PERANTE O EXTERIOR E O AUXÍLIO EXTERNO NECESSÁRIO. J. Silva Lopes

O PROBLEMA DO ENDIVIDAMENTO DE PORTUGAL PERANTE O EXTERIOR E O AUXÍLIO EXTERNO NECESSÁRIO. J. Silva Lopes O PROBLEMA DO ENDIVIDAMENTO DE PORTUGAL PERANTE O EXTERIOR E O AUXÍLIO EXTERNO NECESSÁRIO J. Silva Lopes IDEFF, 31 de Janeiro de 2011 1 O ENDIVIDAMENTO PERANTE O EXTERIOR Posições financeiras perante o

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 27/09 Turismo 27/09 Taxas de Juro 21/09 Energia 19/09 Taxas de Juro 15/09 Economia 12/09 Economia INE divulgou Viagens turísticas de residentes 2.º Trimestre de 2006 http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d060927/d060927.pdf

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Assembleia da República. Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011 Número 250

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Assembleia da República. Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011 Número 250 I SÉRIE Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011 Número 250 ÍNDICE SUPLEMENTO Assembleia da República Lei n.º 64-A/2011: Aprova as Grandes Opções do Plano para 2012-2015........................... 5538-(2)

Leia mais

Produto Interno Bruto 100.0 0.3 1.2 1.5 0.3 0.8 1.0

Produto Interno Bruto 100.0 0.3 1.2 1.5 0.3 0.8 1.0 Textos de Política e Situação Económica Verão 26 PERSPECTIVAS PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 26-27 1. INTRODUÇÃO Neste artigo apresenta-se o cenário macroeconómico para a economia portuguesa projectado pelo

Leia mais

GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa.

GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. Boletim Mensal de Economia Portuguesa Nº 8 Agosto 2008 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia e da Inovação GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais

Leia mais

Serviços Partilhados e Externalização Logística

Serviços Partilhados e Externalização Logística Serviços Partilhados e Externalização Logística Vias para aumentar a eficiência nos cuidados de saúde e recuperar a sustentabilidade do SNS Augusto Mateus 23.11.2011 1. (In)sustentabilidade do SNS 2.

Leia mais

ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS EM 2010

ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS EM 2010 ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS EM 1 ENQUADRAMENTO INTERNACIONAL Depois de uma das maiores recessões da história recente, 1 foi um ano de recuperação económica. Segundo a estimativa da Comissão Europeia,

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

BCE e bancos exigem que Sócrates peça intervenção do FMI e Sócrates cede imediatamente Pág. 1

BCE e bancos exigem que Sócrates peça intervenção do FMI e Sócrates cede imediatamente Pág. 1 BCE e bancos exigem que Sócrates peça intervenção do FMI e Sócrates cede imediatamente Pág. 1 BANQUEIROS OBRIGAM SOCRATES A PEDIR A INTERVENÇÃO ESTRANGEIRA, E O VALOR DAS ACÇÕS DOS 4 BANCOS DO PSI20 AUMENTOU

Leia mais

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS Angola Capítulo II II.1.1. Síntese 25 revelou-se como um ano de referência no comportamento da economia angolana: o produto interno bruto registou um crescimento real superior a 2% (um dos mais elevados

Leia mais

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011.

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011. Análise CEPLAN Recife, 17 de agosto de 2011. Temas que serão discutidos na VI Análise Ceplan A economia em 2011: Mundo; Brasil; Nordeste, com destaque para Pernambuco; Informe sobre mão de obra qualificada.

Leia mais

Portugal pós-troika O Fim do Princípio

Portugal pós-troika O Fim do Princípio Portugal pós-troika O Fim do Princípio Setembro 14 Portugal pós-troika O Fim do Princípio Sumário Executivo 1. O caminho para a Crise 1.1. Finanças Públicas Insustentáveis 1.2. Endividamento Excessivo

Leia mais

A União Monetária Europeia. Capitulo 10. Revisão de Conceitos. Moeda Taxa de Câmbio Inflação Deficit Orçamental Divida Publica

A União Monetária Europeia. Capitulo 10. Revisão de Conceitos. Moeda Taxa de Câmbio Inflação Deficit Orçamental Divida Publica A União Monetária Europeia Capitulo 10 Revisão de Conceitos Moeda Taxa de Câmbio Inflação Deficit Orçamental Divida Publica História Monetária da Europa Moeda Metálica O valor de cada moeda era definido

Leia mais

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL Índice de Risco de PORTUGAL Índice de Pagamentos Índice de Risco Explicação dos valores do Índice de Risco 190 180 170 160 150 140 130 120 110 100 2004 2005 2006 2007 2008 100 Nenhuns riscos de pagamento,

Leia mais

Direcção de Redes Comerciais & Cross Selling Banif Euro Corporates

Direcção de Redes Comerciais & Cross Selling Banif Euro Corporates Direcção de Redes Comerciais & Cross Selling Banif Euro Corporates Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Obrigações Julho de 2014 Banif Euro Corporates porquê? Trata-se de um Fundo de obrigações maioritariamente

Leia mais