Automação Industrial Profº Túlio de Almeida

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Automação Industrial Profº Túlio de Almeida"

Transcrição

1 3. SISTEMAS DE GESTÃO INTEGRADOS E A AUTOMAÇÃO 3.1. SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA (SGI) Pode ser definido como sendo a integração dos sistemas de gestão: da Qualidade com o Meio Ambiente, da Qualidade com a Segurança e Saúde no Trabalho ou ainda a integração dos sistemas da Qualidade, de Gestão Ambiental e de Segurança e Saúde no Trabalho e outros. Sua implementação e operação são, na realidade, a aplicação de conceitos e técnicas de gestão especificadas para assuntos de qualidade, meio ambiente e segurança e saúde no trabalho. Conjunto de pessoal, recursos e procedimentos, dentro de qualquer nível de complexidade, cujos componentes associados interagem de uma maneira organizada para realizar uma tarefa específica e atingem ou mantém um resultado Objetivo de um SGI Integrar todos os sistemas de gestão da empresa, sendo eles de áreas diferentes ou não. Os Inputs como matéria-prima, mão-de-obra, energia e informações de todos os setores podem são acessíveis por qualquer setor, isso dá robustez ao SGI. Meio Ambiente (ISO 14000) Saúde e Segurança do Trabalho (OHSAS 18000) Qualidade (ISO 9000, TS 16949, RoHs, IMDS, REACH) Gestão dos Processos Resposabilidad e Social (SA 8000, ISO 16000) Financeira (SOX) Outras Entradas de um SGI Informações da Produção Todo sistema precisa de um caminho para atingir seus objetivos. Esse caminho é um processo, através do qual e com o qual pode-se estabelecer um controle de sua ação. O gerenciamento do sistema consiste em estabelecer a manutenção nas melhorias dos padrões montados na organização, que servem como referências para o seu gerenciamento. Introduzir o gerenciamento do sistema significa implementar o gerenciamento repetitivo via ciclo PDCA. Todas as variáveis de processo, uma medida de comprimento, um valor de temperatura, a quantidade produzida, o leadtime; Níveis de estoque, tanto de matéria-prima quanto de produtos intermediários, quanto de produtos acabados; Capacidade produtiva, mão-de-obra disponível, capacidade das máquinas, nível de tecnologia; Logística interna e externa; Informações Financeiras Solvência e Liquidez da empresa; Ativos e Passivos da empresa; Capital de giro; Lucratividade; Avaliação de investimentos em curto, médio e longo prazo. Normas e Padrões Internacionais ISO 9000 (Qualidade) Na gestão de qualidade, a ISO 9000 é um conjunto composto pelas normas ISO 9000, 9001, 9004 e Elas podem ser aplicadas em diversos tipos de organização: indústrias, empresas, instituições e afins e se referem apenas a qualidade dos processos da organização e não dos produtos ou serviços. Esse grupo de normas descreve regras relacionadas a

2 implantação, desenvolvimento, avaliação e continuidade do Sistema de Gestão da Qualidade. Elas se tornaram oficiais a partir do ano de 1987, baseada em normas britânicas e desde então vem sofrendo revisões. OBS: Empresas que aplicam as normas ISO 9000 tem uma vantagem adicional, ao contrário das outras, pois tem maior credibilidade frente aos seus clientes e concorrentes. ISO (Meio Ambiente) Esta Norma especifica os requisitos relativos a um sistema de gestão ambiental, permitindo a uma organização formular uma política e objetivos que levem em conta os requisitos legais e as informações referentes aos impactos ambientais significativos. Ela se aplica aos aspectos ambientais que possam ser controlados pela organização e sobre os quais presume-se que ela tenha influência. Em si ela não prescreve critérios específicos de desempenho ambiental. Aplica-se a qualquer organização que deseje: implementar, manter e aprimorar um SGA; assegurar-se de sua conformidade com sua política ambiental definida; demonstrar esta conformidade a terceiros; buscar certificação/registro de seu SGA por uma organização externa; realizar auto avaliação e emitir autodeclaração de conformidade com esta norma; OHSAS (Saúde e Segurança do Trabalho) Permite a uma organização controlar seus riscos de acidentes e doenças ocupacionais e melhorar seu desempenho de SST. A qualquer organização que deseje: Estabelecer, implementar, manter e melhorar continuamente um sistema de Gestão da SST; Assegurar-se de sua conformidade com sua Política de SST; Demonstrar tal conformidade (inclusive a terceiros); Buscar certificação; Realizar uma auto-avaliação de conformidade MATERIAL REQUIREMENT PLANNING (MRP I) Material Requirements Planning (MRP), traduzindo como Planejamento das Necessidades de Material, é um sistema de planejamento da produção e controle de estoques baseado em computadores. É um sistema de controle de materiais que tenta manter os níveis de controle de estoques adequados para que os materiais necessários estejam disponíveis para uso. O MRP usa uma filosofia de planejamento. A ênfase está na elaboração de um plano de suprimentos de materiais, seja interna ou externamente. O MRP considera a fábrica de forma estática, praticamente imutável. Assim, o MRP como hoje o conhecemos, só se viabilizou com o advento do computador. O MRP utiliza softwares cada vez mais sofisticados, alguns deles chegando a custar mais de um milhão de dólares Objetivos do MRP I Assegurar a disponibilidade de materiais, componentes e produtos para a produção planejada e para entregar ao cliente; Manter os níveis de estoque o mais baixo possível; Planejar atividades de fabricação, prazos de entrega e atividades de compra Entradas do MRP I Roteiros e Centros de Trabalho; Os Roteiros de Trabalho estão ligados aos métodos de trabalho, ou seja, todas as etapas de produção. 1. Transportar a peça até o centro de usinagem; 2. Fixa-la ao torno mecânico; 3. Fazer um sulco na peça; 4. Fazer um furo na peça; 5. Retira-la do torno 6. Fazer acabamento na lixadeira 7. Concluir acabamento na politriz Informações dos Clientes Tendências de mercado (gosto do cliente) Número e tipos de vendas separados por região, faixa etária, classe social, entre outros atributos; Opções de pagamento, inadimplência e outros problemas; Problemas, devoluções, processos, direito do consumidor... Os Centros de Trabalho podem ser por exemplo: Máquinas, grupos de máquinas Linhas de produção

3 PRODUTO FINAL Automação Industrial Centros de trabalho de montagem Empregados, grupos de empregados Estes centros são identificados pelo MRP e esta separação torna a gestão mais simples. Lista de Materiais A BOM (Bill of Material), traduzindo como lista de materiais, a mesma se trata de uma lista detalhada com as informações disponíveis sobre todas as peças usadas na produção de um item. A listagem deve trazer dados sobre componentes, subcomponentes, partes, materiais brutos, assim como sua quantidade e a relação que possuem entre si. A Lista de Materiais pode ser usada para fins diversos, como engenharia de produto, precificação, compras, manutenção, entre outros. Além disso, a ferramenta também pode ser aproveitada por empresas parceiras no desenvolvimento de um produto, servindo como um importante canal para troca e controle de informações. SISTEMA A Planejamento de Materiais; O Planejamento de Materiais se inicia com o pedido de um cliente ou com o Plano de Produção (PP). O PP analisa os níveis de estoque, a capacidade e os custos de produção, a fim de preparar as informações para a elaboração do PMP (Plano-Mestre de Produção). Plano Mestre de Produção; SUBSISTEMA A.1 SUBSISTEMA A.2 SISTEMA B SUSISTEMA B.1 SISTEMA C SISTEMA D SUBSISTEMA C.1 A.1.1 A.2.1 B.1.1 B.1.2 C.1.1 C.1.2 Para organizar e coordenar os trabalhos de fabricação no chão de fábrica, é necessário que o PCP faça um planejamento de todas as suas ações, elaborando assim um plano-mestre da produção (PMP). De acordo com Corrêa (2001), o PMP é o processo responsável pela garantia dos planos de manufatura, através de uma integração plena com o planejamento estratégico da empresa e com os demais planos funcionais. Através do PMP são declaradas as quantidades planejadas, baseadas nas expectativas da demanda presente e futura e nos recursos com os quais a empresa conta atualmente e vai contar no futuro. Estas quantidades dirigem os sistemas de gestão detalhada de materiais e da capacidade.de uma maneira mais simplificada, Russomano (2000) explica que o PMP é uma determinação do programa de produção dos vários produtos que a empresa fabrica. Comenta também que pelo PMP é representado o que está planejado para produzir, expresso em quantidades e datas de modelos específicos. Similarmente, Slack (1999) apresenta o PMP como sendo um documento que contém a quantidade dos produtos e os momentos em que eles devem ser produzidos. Referente aos objetivos do plano, Corrêa (2001) comenta que a principal função do PMP é balancear e coordenar suprimento e demanda dos produtos acabados, período a período, definindo programas detalhados de produção de forma a suportar os planos agregados desenvolvidos. Acrescenta ainda que, através do PMP, é possível verificar as seguintes alternativas para tomada de decisões: Utilização de estoques de produtos acabados; Necessidade de uso de horas-extras e subcontratação; Gerenciamento da demanda; Variação dos tempos de promessa de entrega; Combinação de gerenciamento de suprimentos, demanda e lead times; Recusa de pedidos que não possam ser entregues na data solicitada. Para a elaboração do PMP, vários fatores são importantes e devem ser levados em consideração. Russomano (2000) destaca os seguintes: Verificação da quantidade de pedidos; Disponibilidade de materiais; Capacidade da produção. Além disso, ao elaborar um PMP inicial, o PCP deve também analisar e verificar as necessidades e os recursos disponíveis, bem como também identificar possíveis gargalos nos processos, os quais possam inviabilizar a execução dos trabalhos (TUBINO, 1999). Dependendo do tipo de produção analisada, o PMP pode ser elaborado de diferentes maneiras, normalmente adequando-se à realidade da empresa. De acordo com Corrêa (2001), para ambientes de produção sob encomenda, o PMP deverá ser elaborado de acordo com o seguimento da demanda, o que gera uma flexibilidade limitada para mudanças no planejamento com pequena antecedência. PMP com Agosto Setembro estoque mínimo de 50 unidades Demanda Prevista Demanda Confirmada Recebimentos 100 Programados Estoques Projetados PMP Gestão de Estoques

4 A gestão dos estoques pode ser feita por sistemas de reposição periódica ou reposição contínua, de acordo com o tipo de produção ( push ou pull ). Reposição Contínua (Pull = Puxada) seja, mão-de-obra disponível, maquinário disponível e a infraestrutura; Garantir a lucratividade através da gestão de vendas e da gestão financeira, analisando todos os inputs e outputs do sistema produtivo assim como o valor agregado ao produto final; Entradas do MRP II Além de todas as entradas do MRP I, o MRP II adicionou: Controle de Lotes; Reposição Periódica (Push = Empurrada) Com o objetivo de controlar os lotes de fabricação dos produtos o MRP II disponibiliza um eficiente e prático sistema para cadastro, compras, vendas e controle de estoque por lote recebido. Gestão de estoque por lote de produtos reduz custos com perdas de estoque e vencimento de produtos. Sugestão automática de venda do lote ideal para que não gere ponta de estoque reduzindo custos. Desconto automático para produtos que estão em ponta de estoque, incentivando a aquisição destes lotes pelos clientes. Gestão de Vendas; 3.3. MANUFACTURING RESOURCES PLANNING (MRP II) Os softwares com maiores capacidades de processamento passaram a ser denominados sistemas de manufacturing resources planning, que pode ser traduzido por planejamento dos recursos de manufatura. Como a sigla de Manufacturing Resources Planning (MRP) é a mesma de Material Requirement Planning (MRP), convencionou-se chamar a primeira de MRP II. Trata-se de um sistema de cálculo de necessidades onde é utilizado para as quantidades e os momentos que são necessários utilizar os recursos da produção. Com isso ele favorece os custos, qualidade e o tempo de execução de cada atividade do sistema produtivo Objetivos do MRP II Além dos objetivos do MRP I, o MRP II possui os seguintes objetivos: Garantir o Plano Mestre de Produção, levando em conta a capacidade produtiva total do sistema, ou Para o Planejamento e Gestão das Vendas são necessárias 4 ferramentas: 1. Mapa de oportunidades: um controle visual, esteticamente importante para mostrar lacunas de oportunidades. Trata-se da relação (em forma de referência cruzada) de clientes x produtos ou serviços comprados ou que possam ser vendidos ainda. É simples e provoca o vendedor a sair da zona de conforto. Strengths (Forças) Opportunities (Oportunidades) Weaknesses (Fraquezas) Threats (Ameaças) 2. Agenda Produtiva: não basta fazer agenda, ela precisa evitar perda de tempo e dispersão. Vendedor que faz sua agenda na medida em que faz seu mapa de oportunidades, cria mais compromissos relativos a obtenção da meta.

5 produção, segurança e ambiente. É um conjunto de ações que objetiva especialmente a qualidade, segurança de uso e eficácia nos produtos e serviços. A sigla BPF&C é uma série de práticas que durante fabricação do produto vai protegê-lo contra danos, para não trair a confiança do Cliente e da Sociedade, ou seja: Fabricar, Comercializar e Distribuir Produtos com qualidade, confiabilidade e segurança. Fase 1 3. Pipeline (funil de vendas): é um funil que simula o processo de vendas. Na entrada estão os clientes em prospecção, depois vem qualificação no contato inicial, levantamento de necessidades, apresentação de proposta, negociação e fechamento, enfim. Quantos clientes chegam na saída do funil (no negócio fechado)? Se a cada 10, nenhum está comprando, há algo errado, de modo geral. Por que perdemos clientes no começo da venda? Por falta de preparo para criar interesse e desvendar motivos de compra. ISO 9001:2000, - Sistema de Garantia da Qualidade (estabelece requisitos da qualidade voltados à satisfação dos clientes), ou ISO TS Sistema Gar. Qualidade (Fornecedores Ind. Automob.), ABNT 1982 Aceitação de Placas Simples e Dupla Face IPC A Fabricação emontagem de Placas TH e SMT. Fase 2 OHSAS ou BS 8800 Gestão Segurança e Saúde no Trabalho (para prevenção e controle de riscos de acidentes e doenças ocupacionais). Indeciso Exigente Fase 3 NBR 7791 Segurança da Informação Impulsivo Fase 4 2º - ISO Qualidade Ambiental (permite atingir e demonstrar um desempenho ambiental correto) Fase 5 4. Forecasting (previsão de vendas): em que semana do mês atual ou dos próximos meses fecharei este ou aquele cliente? Campeões de vendas controlam isso muito bem e sabem o período que irão fechar os negócios em andamento. Ajuda a ter previsões mais assertivas e assim, a empresa programa investimento em estoque e demais necessidades para seu modelo de venda e entrega. Controle de Fabricação; Venda Concluída! As Boas Práticas de Fabricação e Controle são adequações das técnicas operacionais de fabricação aos critérios de segurança e controle exigido para SA 8000 / NBR Responsabilidade Social Controle de Ordens; A Ordem de Produção deve ser autorizada pela Administração da empresa ou se existindo a Programação Mensal de Produção, serve esta como autorização. Deve conter: data numeração sequencial quantidade a ser produzida e especificações do produto a ser produzido autorização do Diretor de Produção, responsável pelo Setor, além da autorização citada acima Relação das matérias-primas a serem consumidas, previsão de horas a serem utilizadas (Mão-de-Obra Direta), entre outros Apontamento de matérias-primas e horas gastas realmente gastas na produção. Gestão Financeira

6 Gestão financeira é um conjunto de ações e procedimentos administrativos que envolvem o planejamento, a análise e o controle das atividades financeiras da empresa. O objetivo da gestão financeira é melhorar os resultados apresentados pela empresa e aumentar o valor do patrimônio por meio da geração de lucro líquido proveniente das atividades operacionais. Uma correta administração financeira permite que se visualize a atual situação da empresa. Registros adequados permitem análises e colaboram com o planejamento para otimizar resultados. E quais seriam as principais funções da administração financeira? Análise e planejamento financeiro: analisar os resultados financeiros e planejar ações necessárias para obter melhorias; A boa utilização dos recursos financeiros: analisar e negociar a captação dos recursos financeiros necessários, bem como a aplicação dos recursos financeiros disponíveis; Crédito e cobrança: analisar a concessão de crédito aos clientes e administrar o recebimento dos créditos concedidos; Caixa: efetuar os recebimentos e os pagamentos, controlando o saldo de caixa; Contas a receber e a pagar: controlar as contas a receber relativas às vendas a prazo e contas a pagar relativas às compras a prazo, impostos e despesas operacionais; 3.4. ENTERPRISES RESOURCES PLANNING (ERP) O ERP é um modelo de gestão corporativo baseado num sistema de informação, com objetivo de promover a integração entre os processos de negócios da organização e fornece elementos para as decisões estratégicas. O sistema ainda possibilita à empresa automatizar e integrar a maioria de seus processos de negócio, compartilhar dados e prática em toda a empresa e produzir e acessar as informações em tempo real. O sistema ERP é definido como um software que integra todas as diferentes funções uma empresa e que apresenta uma base de dados que opera em uma única plataforma consolidando toda a operação do negócio em um único ambiente computacional. O objetivo do ERP é de colocar a informação uma só vez no sistema, tomando-a imediatamente acessível a todos os clientes do sistema e da informação. Assim, todos utilizam sempre a mesma informação, eliminando erros. Portanto, um sistema tem características de ERP quando este possibilita à empresa automatizar e integrar a maioria de seus processos de negócio, compartilhar dados e práticas em toda a empresa e produzir e acessar as informações em tempo real Objetivos do ERP O objetivo de um ERP é ser capaz de entrar com a informação uma única vez e essa informação poder ser acessada por todos Entradas do ERP Além de todas as informações do MRP II, o ERP abrange: Logística; Em um SGI fazendo uso de um ERP torna-se possível implementar o que pode ser chamado de logística integrada, ou seja, além de interligar fornecedores, produtores e clientes, planeja de forma integrada as logísticas: Logística Interna; Logística Externa; Logística Reversa; Qualidade; Qualidade pode ser definida como o conjunto de atributos que tornam um bem ou serviço plenamente adequado ao uso para o qual foi concebido, atendendo a diversos critérios, tais como: operabilidade, segurança, tolerância a falhas, conforto, durabilidade, facilidade de manutenção e outros. Qualidade é a adequação ao uso. Joseph Moses Juran Gestão de Operações; Gestão de Operações tem a ver com a forma que as organizações geram seus produtos e serviços. Tudo que você veste, come, usa, lê chega até você graças aos gerentes de operações que organizam suas produções. Todo livro que você pega na biblioteca, todo atendimento que você recebe no hospital, todo atendimento que você tem nas lojas e toda aula que você assiste na universidade - todos foram produzidos. (SLACK et al, 1997) Manutenção; Corretiva Logística Integrada Como o próprio nome diz, este tipo de manutenção significa deixar o equipamento trabalhar até quebrar (ou falhar) e, depois, corrigir o problema. Ela não é necessariamente uma manutenção de emergência, pois entra em ação quando há quebra, ou quando o equipamento começa a operar com

7 desempenho deficiente. Em linhas gerais, a manutenção corretiva significa restaurar ou corrigir o funcionamento da máquina. Preventiva É a manutenção realizada com a intenção de reduzir ou evitar a quebra ou a queda no desempenho do equipamento. Para isso, utiliza-se um plano antecipado com intervalos de tempo definidos. Aqui, os cuidados preventivos servem para evitar quebras ou falhas. Preditiva (o mesmo que manutenção planejada) Diz-se que o objetivo final de qualquer sistema de gestão da cadeia de abastecimento eficaz é a de reduzir o estoque (com o pressuposto de que os produtos estão disponíveis quando necessário). Como uma solução para o sucesso da gestão da cadeia de abastecimento, sistemas de software sofisticados com interfaces da Web estão competindo com os provedores de serviços de aplicativos baseados na Web (ASP) que prometem fornecer parte ou a totalidade do serviço SCM para as empresas que alugam seus serviços Fluxo de Informações de uma Cadeia de Suprimentos A manutenção preditiva é aquela que visa realizar ajustes no maquinário ou no equipamento apenas quando eles precisarem, porém, sem deixá-los quebrar ou falhar. Com um acompanhamento direto e constante é possível prever falhas, saber quando será necessário fazer uma intervenção e, claro, entrar em ação. Gestão de Engenharia. Até mesmo os processos criativos podem ser geridos. Trata o conhecimento técnico como um insumo importante do processo Comparação entre os 3 SGI s MRP I Roteiros e Centros de Trabalho; Lista de Materiais; Planejamento de Materiais; PMP Gestão de Estoques. MRP II MRP I; Controle de Lotes; Gestão de Vendas; Controle de Fabricação; Controle de Ordens; Gestão Financeira. ERP MRP II; Logística; Qualidade; Gestão de Operações; Manutenção; Gestão de Engenharia. Fornecedor de Matéria- Prima Estoque de Produtos Acabados Loja (Ponto de Venda) Distribuidor de Matéria- Prima Distribuidor de Produtos Acabados Cliente Final Estoque de Matéria- Prima Centro de Distribuição ou Atacadista Produção Distribuidor Varejista 3.5. SUPPLY CHAIN MANAGEMENT (SGM) Supply chain management (SCM) é a supervisão de materiais, informações e finanças e de como eles se movem em um processos do fornecedor para o fabricante, do fabricante para o atacadista, do atacadista para o varejista e do último para o consumidor. SCM envolve coordenar e integrar estes fluxos, tanto dentro do processo de fabricação como entre os processos externos (terceirizados ou não) Objetivos de uma SCM UFA! QUANTA INFORMAÇÃO! COMO PODEMOS GERIR TUDO ISSO? 3.6. BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS [1] GROOVER, M.P. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura.3ª Edição. Pearson Prentice Hall. [2] pcpplanejamento.blogspot.com.br [3] MARTINS, P.G. e LAUGENI, F.P. Administração da Produção. 2ª Edição. São Paulo: Editora Saraiva [4] SLACK, N.; CHAMBERS, e JOHNSTON,. Administração da Produção. São Paulo: Atlas. 1997

8 [5] CAON, M. e CORRÊA, H.L. Gestão de Serviços: Lucratividade por Meio de Operações e de Satisfação de Clientes. 1ª Edição. Editora Atlas, [6] exame.abril.com.br [7] SILVA, E. Princípios Básicos da Norma ISO Volta Redonda. Agenda Acadêmica UFF. 51 slides [8] TONON, P. SGI: Sistema de Gestão Integrada. Volta Redonda. Agenda Acadêmica UFF. 37 slides [9] CHAVES, O. OHSAS 18001: Especialização para Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho. Volta Redonda. Agenda Acadêmica UFF. 52 slides [10] ABRACI. Manual de Boas Práticas de Fabricação e Controle (BPF & C). QUESTÕES PARA DISCUSSÃO Q1 O que é um Sistema de Gestão Integrada ou Sistemas de Gestão Integrados? Q2 O que é o conjunto de normas ISO 9000? Quais são os seus objetivos? Q3 O que é o conjunto de normas ISO 14000? Quais são os seus objetivos? Q4 O que é o conjunto de normas OHSAS 18000? Quais são os seus objetivos? Q5 O que significa MRP I? Quais aspectos este considera ao gerir a produção? Q6 Cite as principais informações de entrada do MRP I. Q7 O que significa MRP II? Quais vantagens este apresenta em relação ao MRP I? Q8 Cite as principais informações de entrada do MRP II? Q9 O que significa ERP? Explique por que tal sistema é o mais difundido entre grandes empresas? Q10 Cite as principais informações de entrada do ERP. Q11 O que significa SCM? Quais vantagens se obtém ao gerenciar a cadeia toda e não só os processos de fabricação? Q12 Quais processos podem fazer parte de uma cadeia de suprimentos? Cite exemplos. Q13 Como a automação industrial pode ser inserida naa gestão de sistemas integrados? EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO E1 Associe a norma ou padrão internacional a sua respectiva função: a. ISO b. ISO c. OHSAS d. SA 8000 e. REACH f. ISO 9000 g. ISO h. TS E2 Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira: a. MRP I ( ) Supply Chain Management b. MRP II ( ) Controle de Lotes c. ERP ( ) Gestão de Estoques d. SCM ( ) Enterprises Resources Planning ( ) Logística ( ) Plano Mestre de Produção ( ) Bill of Material ( ) Gestão de Estoques ( ) Qualidade ( ) Valorização do Fluxo ( ) Gestão de Vendas ( ) Controle de Fabricação ( ) Gestão da Engenharia ( ) Centros de Trabalho ( ) Controle de Ordens ( ) Gestão Financeira ( ) Fornecedor Produção Cliente ( ) Gestão de Operações ( ) Logística Integrada E3 Associe as imagens ao SGI: a. b. c.

9 d. e. MRP II MRP I

10 ANEXOS: Exemplo de uma Lista de Materiais. Exemplo de Plano de Produção (PP) PERÍODO JAN FEV MAR ABR MAI JUN TOTAL Demanda Produção Normal Hora Extra Subcont Produção -Demanda Estoques Inicial Final Médio Atrasos Custos de Produção Normal R$ 3000 R$ 3000 R$ 3000 R$ 3000 R$ 3000 R$ 3000 R$ Hora Extra Subcontratações Estoques R$ 250 R$ 750 R$ 1000 R$ 1000 R$ 750 R$ 250 R$ 4000 Atrasos Total R$ 3250 R$ 3750 R$ 4000 R$ 4000 R$ 3750 R$ 3250 R$ 22000

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP MRP Material Requirement Planning MRP II Manufacturing Resources Planning ERP Enterprise Resource Planning 1 O MRP é um software que auxilia

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015 Sistemas de Administração da Produção Segundo Giannesi & Correia (1993) A sobrevivência e o sucesso das organizações dependem da eficiência com a qual produz seus bens e serviços, sendo os custos determinante

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção O sistema de produção requer a obtenção e utilização dos recursos produtivos que incluem: mão-de-obra, materiais, edifícios,

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização.

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização. Cap. II PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO No atual contexto da economia globalizada, a velha estratégia da produção em massa, derivada da economia de escala, já não é mais válida. Hoje as empresas devem possuir

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a SISTEMAS INTEGRADOS Prof. Eduardo Oliveira Bibliografia adotada: COLANGELO FILHO, Lúcio. Implantação de Sistemas ERP. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN: 8522429936 LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso

Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso Cristian Dekkers Kremer (UTFPR) cristian_dk@ig.com.br João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br

Leia mais

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais)

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) MRP MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) Questões-chaves O Que é MRP? MRP quer dizer planejamento das necessidades de materiais, que são sistemas de demanda dependentes,

Leia mais

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Sistemas de Apoio Prof.: Luiz Mandelli Neto Sistemas de Apoio ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Mapa de TI da cadeia de suprimentos Estratégia Planejamento Operação

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle da Produção

Planejamento, Programação e Controle da Produção Planejamento, Programação e Controle da Produção Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? Índice 1. O que é planejamento de...3 1.1. Resultados do planejamento de vendas e operações (PVO)...

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

Lean e a Gestão Integrada da Cadeia de Suprimentos

Lean e a Gestão Integrada da Cadeia de Suprimentos JOGO DA CERVEJA Experimento e 2: Abordagem gerencial hierárquica e centralizada Planejamento Integrado de todos os Estágios de Produção e Distribuição Motivação para um novo Experimento Atender à demanda

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Questões sobre o tópico Administração de Materiais. Olá Pessoal, Hoje veremos um tema muito solicitado para esse concurso do MPU! Administração de Materiais.

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão e Gerenciamento de Processos

Sistemas Integrados de Gestão e Gerenciamento de Processos Sistemas Integrados de Gestão e Gerenciamento de Processos Augusto Mainieri Irene Szyszka 14/09/2004 Lucem Sistemas Integrados de Gestão - Direitos Reservados 1 Sistemas Integrados de Gestão Irene Szyszka

Leia mais

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF.

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF 2011 Os direitos autorais desta publicação pertencem ao editor e seu conteúdo não pode ser reproduzido (mesmo em parte) sem uma permissão por escrito.

Leia mais

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações.

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Supply Chain Finance 2011 Supply Chain Finance 2011 3 Supply Chain Finance 2011 Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Autor: Vanessa

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini. E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br

GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini. E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ERP 2 ERP Planejamento dos Recursos da Empresa 3 CONCEITO DE

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS Índice 1. Programação de materiais...3 2. Compras...4 2.1. Análise das OCs recebidas... 4 2.2. Pesquisa, identificação

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

SEJAM BEM VINDOS!!!! 1

SEJAM BEM VINDOS!!!! 1 SEJAM BEM VINDOS!!!! 1 SEJAM BEM VINDOS AO QUARTO SEMESTRE!!! 2 Regras de ouro: Desligue o celular; Evitem ausentar-se da sala Evitem conversas paralelas (sem propósito com o assunto da aula); Dediquem-se

Leia mais

Prof. Msc. Marco Aurélio

Prof. Msc. Marco Aurélio Curso: Administração Disciplina: Administração da Produção MRP MATERIAL REQUERIMENTS PLANNING Prof. Msc. Marco Aurélio Data: 05/03/2012 A históriado MRP começacom o episódiobíblicodaarcade Noé. DEUS DISSE

Leia mais

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S QUEM SOMOS Empresa criada no Brasil no ano de 1996 como joint-venture da SORMA SpA Itália, proprietária de um software ERP para indústrias. Realizou

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil.

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 PROMOVA A INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE SUA

Leia mais

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: obter materiais, agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e disponibilizar os produtos no local e

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Prof. Fabrício Rogério Parrilla Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos INTRODUÇÃO A importância da manutenção em máquinas e equipamentos A manutenção de máquinas e equipamentos é importante para garantir a confiabilidade e segurança dos equipamentos, melhorar a qualidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban

Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban Ciências da Computação FURB Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban Alzir Wagner Orientador: Wilson Pedro Carli Fevereiro de 2008 Roteiro de apresentação

Leia mais

Responda as questões. (Passe as respostas para o gabarito. Total de pontos no caso de

Responda as questões. (Passe as respostas para o gabarito. Total de pontos no caso de Campus Marquês - SP Atividades para NP2 Curso: Semestre: Turma: Disciplina: Tec. Aplicada a Segurança Professor: Fragoso Aluno (a): RA: GABARITO - 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Responda

Leia mais

Objetivos da Produção

Objetivos da Produção Objetivos da Produção Aula 3 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Objetivos da aula 1. Apresentar os objetivos e estratégias da produção 2 Produção: É o processo de obtenção de qualquer

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Sistemas de Indicadores de Desempenho

Sistemas de Indicadores de Desempenho Sistemas de Indicadores de Desempenho Aula 11 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Indicadores Indicadores são formas de representação quantificáveis das características de produtos

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3.

CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3. CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3. PROBLEMA: É UM OBSTÁCULO QUE ESTÁ ENTRE O LOCAL ONDE SE ESTÁ E O LOCAL EM QUE SE GOSTARIA DE ESTAR. ALÉM DISSO, UM PROBLEMA

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

ATIVIDADES DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PCP).

ATIVIDADES DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PCP). ATIVIDADES DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PCP). MOLINA, Caroline Cristina Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG carolinemolina@uol.com.br RESENDE, João Batista Docente

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA Izabel C. Zattar, Carlos M. Sacchelli, M. Eng. Instituto Superior de Tecnologia

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

Advanced Planning and Scheduling

Advanced Planning and Scheduling Advanced Planning and Scheduling Por Soraya Oliveira e Raquel Flexa A importância do planejamento Uma cadeia de suprimentos é composta por diversos elos conectados que realizam diferentes processos e atividades

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de ERP Enterprise Resource Planning Pacote de ferramentas que integram toda a empresa, a grande vantagem é que os dados

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

Gestão de Estoques. Leader Magazine

Gestão de Estoques. Leader Magazine Gestão de Estoques Leader Magazine Maio 2005 Índice O Projeto Gestão de Estoques Resultados Índice O Projeto Gestão de Estoques Resultados Objetivos Implementar e Controlar todos os processos de Compra

Leia mais

Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente: aplicativos integrados. slide 1

Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente: aplicativos integrados. slide 1 Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente: aplicativos integrados slide 1 Objetivos de estudo Como os sistemas integrados ajudam as empresas a conquistar a excelência operacional?

Leia mais

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de PCP É a função da administração que planeja, dirige e controla o suprimento de material e as atividades de processamento de

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Gestão da Produção Industrial 4ª Série Gerenciamento da Produção A atividade prática supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI GEDAÍAS RODRIGUES VIANA 1 FRANCISCO DE TARSO RIBEIRO CASELLI 2 FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA MOTA 3

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Prof. Fabrício Rogério Parrilla Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação;

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação; 2. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Área da Administração responsável pela coordenação dos esforços gerenciais relativos às seguintes decisões: Administração e controle de estoques; Gestão de compras; Seleção

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING

SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCEES PLANNING O ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) consiste num sistema interfuncional que tem por missão integrar e automatizar

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP)

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP) Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP) Evolução da TI nas Organizações Estágios de Evolução da TI nas Organizações

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 4º Encontro - 27/02/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - ATIVIDADES DA ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Agenda Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente: aplicativos integrados Sistemas integrados

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

MRP / MRP II MRP / MRP II

MRP / MRP II MRP / MRP II MRP = Material Requirement Planning (planejamento das necessidades de materiais) Surgiu da necessidade de se planejar o atendimento da demanda dependente (que decorre da independente) Lista de material

Leia mais

Sistemas de Informação Aula 2

Sistemas de Informação Aula 2 Sistemas de Informação Aula 2 Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Leitura p/ aula 3 Sugestão: Para preparação anterior ler capítulo 3 do Laudon e Laudon Posterior a aula,

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MBA GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS DISCIPLINAS E EMENTAS SINTONIZANDO PERCEPÇÕES E UNIFORMIZANDO A LINGUAGEM

Leia mais

E-Business global e colaboração

E-Business global e colaboração E-Business global e colaboração slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. 2.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Quais as principais

Leia mais

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Supply Chain Managment - SCM Conceito: Integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO) Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Nível

Leia mais

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva.

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva. Brochura BX PRODUCTION Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva SAP Business One para manufatura discreta e repetitiva A combinação de

Leia mais