UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL COM CRIANÇA DE ZERO A 6 ANOS Por: Rosa Maria de Paula do Nascimento Orientadora Profª Edla Trocoli Niterói 2012

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL COM CRIANÇA DE ZERO A 6 ANOS Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Educação Infantil e Desenvolvimento. Por: Rosa Maria de Paula do Nascimento.

3 3 AGRADECIMENTOS A Deus pela minha vida e pelas oportunidades que vem oferecendo no transcorrer da minha jornada terrena. Ao meu amado esposo Wederson pela ajuda na realização desse sonho. A meus queridos pais e aos meus irmãos pelo exemplo, que de alguma forma, estão presente em meu caminho. As minhas queridas colegas de trabalho pelo apoio sempre positivo nos momentos incertos. Aos meus amados alunos, que diariamente me ensinam e ajudam a crescer como pessoa e profissional. Aos bons amigos espirituais pelo ânimo e coragem nos momentos difíceis. E é claro a minha orientadora Edla pelo carinho, atenção, sempre compreendendo as minhas dificuldades e trazendo sempre sugestões importantes. A todos vocês o meu muito obrigado!

4 4 DEDICATÓRIA A Deus, o começo de tudo. Aos amigos espirituais, pela divina inspiração e a Jesus um amigo seguro de todas às horas. Em especial ao meu esposo amado, por este sonho tornar-se realidade, por me ajudar nas horas difíceis ao longo da minha caminhada.

5 5 RESUMO Este trabalho monográfico teve como objetivos abordar a importância da música na educação infantil com criança de zero a 6 anos, bem como refletir sobre o papel do desenvolvimento da criança de 0 a 6 anos na Educação Infantil. A metodologia utilizada foi à pesquisa bibliográfica, onde foram utilizadas as contribuições de alguns autores para o presente tema. Dentre eles se encontram: Almeida (1999); Brito (2005); Carvalho (1997); Howard (1984); Loureiro (2003); Piaget (1992); Saltini (2008); Snyders (1992); Vygotsky (1992); Zimmermann (2001); entre outros que estão presentes neste trabalho. Concluiu-se então, que a perspectiva da música facilita a aprendizagem, o desenvolvimento pessoal, cognitivo, social e cultural, contribuindo para os processos de socialização, comunicação e construção do conhecimento, diante de tantas possibilidades é fundamental que o educador possa vir a utilizar as concepções da música na sala de aula como aliar na sua prática.

6 6 METODOLOGIA A pesquisa objetivamente bibliográfica. As fontes pesquisadas foram os livros dos autores que falam sobre o tema, bem como artigos e internet. E tem as contribuições dos Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Infantil (1998) e alguns autores que contribuíram para este trabalho, dentre eles estão Almeida (1999); Brito (2005); Carvalho (1997); Howard (1984); Loureiro (2003); Piaget (1992); Saltini (2008); Snyders (1992); Vygotsky (1992); Zimmermann (2001); entre outros que estão presentes neste trabalho.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 8 CAPÍTULO I A MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO: BREVE HISTÓRIA 10 CAPÍTULO II A PRESENÇA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 20 CAPÍTULO III A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL 31 CONCLUSÃO 39 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 40 ÍNDICE 42

8 8 INTRODUÇÃO A escolha por esta temática, Música na Educação Infantil, partiu das observações feitas em nosso cotidiano, seja no campo social ou nas concepções diversas dentro do processo do ensino-aprendizagem. Este trabalho traz em seu conteúdo a reflexão sobre a importância da música na Educação Infantil. Segundo Carvalho (1997) a musicalização infantil desenvolve na criança os campos: físico, mental, cognitivo e emocional. E dentro dessas perspectivas, a música como linguagem pode expressar idéias e sentimentos e a música também, é uma das nossas formas de expressão mais antiga utilizada pelo homem, ela sempre esteve presente nos mais diversos momentos da construção histórica da humanidade. Segundo Bréscia (2003) a música é uma linguagem universal. Partindo desse pressuposto, a música poderá exercer a função de tocar nossos sentimentos mais profundamente do que a maioria das palavras pode fazer e nos faz responder com todo nosso ser. Neste sentido, a prática da música na Educação Infantil desenvolve habilidades, define conceitos e conhecimentos e estimula o aluno a observar, questionar, investigar e entender de maneira lógica os seres vivos, o meio em que vive e os eventos do dia a dia, através da musicalidade. Além disso, a música estimula à linguagem, a curiosidade, a imaginação e o entendimento de todo o processo de construção de forma sonora, descontraída e mexendo com, o nosso lado sentimental, ela apresenta-se de forma nostálgica, nos remetendo a momento, ao a algo que tenha nos afetado seja uma afetação positiva ou negativa se a música está presente na construção histórica da humanidade em nossas relações na importância do crescimento do homem. Segundo Almeida (1999) a importância das relações humanas para o crescimento do homem está escrito na própria história da humanidade. Desta maneira, a afetividade é inerente ao homem que vive em sociedade e constrói suas relações, então a música faz parte dessa relação de crescimento. Assim, este trabalho monográfico tem por objetivos, analisar a importância de trabalhar a música junto a formação integral da criança de 0 a 6 anos, bem

9 9 como a relação entre o desenvolvimento do ensino-aprendizagem através da música na Educação Infantil. E também tem por hipótese que a música é uma ferramenta que contribui para formação integral do ser humano. Por meio dela a criança entra em contato com o mundo letrado e lúdico. E por fim, indica a questão central: Qual A Importância de se Trabalhar com Música na Educação Infantil com criança de zero a 6 anos? Para alcançar os objetivos propostos e na busca de subsídios, sustentação de novas possibilidades de se entender e atuar sobre as questões levantadas. O conteúdo do trabalho está organizado em três capítulos. O 1º capítulo procura situar dentro de uma breve perspectiva histórica. O 2º capítulo encontra-se a apresentação do trabalho situando as questões levantadas e os objetivos propostos, a importância, da música e sua definição contextual. No 3º capítulo será discutida a importância do trabalho com música para o desenvolvimento infantil, bem como o papel do educador e suas implicações para o desenvolvimento infantil.

10 10 CAPÍTULO I A MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO: BREVE HISTÓRIA As escolas deveriam entender mais de seres humanos e de amor do que de conteúdos e técnicas educativas. Elas têm contribuído em demasia para a construção de neuróticos por não entenderem de amor, de sonhos, de fantasias, de símbolos e de dores Cláudio Saltini O presente capítulo abordará breves aspectos históricos sobre a música através do tempo com ênfase nos períodos da Pré-História, na Idade Antiga, na Idade Média, na Idade Moderna e na Idade Contemporânea. Há milhares de anos, quando o ser humano e os outros animais ainda nem existiam, mais já existia som neste mundo maravilhoso. Existiam por aqui os sons das águas, das rochas e do vento que uivava em contato com as florestas, mais tarde o universo foi inundado pelos animais, outros sons nasceram a linguagem dos animais aparece dando mais vida a natureza. Segundo Deyries (2010) a história da música começa com a história do homem, já na idade da pedra o homem havia inventado utensílios que os auxiliavam em sua vida e também surgiram os primeiros instrumentos musicais. No entanto, não se pode dizer que era música, pois a música somente o homem tem essa capacidade de produzir essa arte maravilhosa com sons e palavras sonoras. Contextualizando a música na história até chegar à escola como a conhecemos hoje. Então, poderá a escola, assim, despertar a sensibilidade inerente do homem racional. O ser humano é um ser de sensibilidade, de emoção, um ser dependente do amor e a música como um possível caminho, levando para a sublime magia do amor. A partir disso, não é possível pensar em uma escola que não busque a sensibilidade sem

11 11 pensar e buscar os anseios, os desejos, as paixões desse ser dotado de sensibilidade chamado homem pensante. E por tais motivos a escola deveria compreender um pouco mais dos sonhos e fantasias que todos nós trazemos como mola propulsora da nossa evolução na condição de ser humano construtor da nossa história. O homem em sua construção histórica da transformação da natureza para que se tenha melhor qualidade de vida e sua incessante busca por algo que venha a lhe compensar seu espírito sempre ansioso por alguma coisa, que traga o preenchimento total do seu ser. Então, a música entra como instrumento mediador dessa necessidade humana de algo sublime para o seu ser. Sabendo como se da à construção histórica da humanidade, desde período da Pré-História, o longo período que vai desde o aparecimento do homem primitivo (hominídeos) até o surgimento da escrita. Nesse período os seres humanos eram nômades, viviam em bando e ajudavam uns aos outros e teve como ponto alto o surgimento do fogo A Música na Pré-História Onde tudo começou? Não se sabe objetivamente quando a música surgiu ou como os homens passaram a utilizar os instrumentos para extrair, som, ritmo e melodias. Porém há indício de que, desde Pré-História, já se produzia música, provavelmente como conseqüência da observação dos sons da natureza como foi citado, acima. Assim, Deyries (2010) vai nos dizer que é de cerca de 60 mil a.c. vestígio de uma flauta feita de osso e de 3 mil a.c. a presença de liras e harpas na Mesopotâmia. Mais os registros aqui pesquisados irá nos dizer: quando o homem da Pré-História começou a deixar suas marcas no tempo deixando nas cavernas os seus desenhos, suas pinturas e emitir sons e a fazer rústicos instrumentos musicais e estranhos movimentos ritmados, estava, assim iniciando um dos mais belos capítulos da história da humanidade. Dos estranhos movimentos de sons produzidos pelo homem primitivo até chegar aos sons que hoje conhecemos, o som percorreu um longo caminho fazendo sua história até ser como diz Camargo (1982) o

12 12 som foi primeiramente uma linguagem mágica do homem primitivo querendo comunicar-se com as divindades. Hoje podemos, até dizer que inicialmente a música nasceu do som da natureza, depois o homem primitivo fazendo som ou música com seus primeiros instrumentos primitivos, a música foi se tornando uma linguagem musical em seguida, foi ciência, tal como a matemática e a astronomia. Essa mesma mágica que chamamos de música já permaneceu por longo século como oração. E com o tempo, misturando-se como o mundo profano, tornou-se arte divertimento. De acordo com Gamba (2004) historiadores afirmam que a música era usada em ritos religiosos, nas colheitas, no plantio, nas festividades e na entrada das estações como meio de agradecer aos deuses, e tinham a música como um presente para a humanidade; além do seu poderoso recurso propagador de valores, tradições e ensinamentos A Música na Idade Antiga Milhares e milhares de anos de evolução levaram o homem primitivo ao ponto em que a história começa a ser contada. Tendo como referência a invenção da escrita. A partir de pesquisas feitas através de documentos, medalhões, inscrições, papiros e baixos-relevos e também em citações presentes nas obras dos grandes filósofos de desse período que se vão encontrar vestígios da arte musical na antiguidade. Os documentos mais antigos que hoje se conhecem são um baixo relevo representando um harpista e também fragmentos de notação musical que datam aproximadamente de dois mil anos antes de cristo. Durante a Idade Média, a Igreja Católica demonstra grande interesse pela música, incluindo-a nos cultos cristãos, acreditando que ela fosse capaz de exercer forte influência, dominação sobre os homens e com isso a música recupera, ao longo do tempo, sua linguagem expressiva de sentimentos humanos pautada na concepção grega como ciência. Na arte bem como na música dos primeiros povos civilizados estavam essencialmente relacionadas à religião ou ao estado. De acordo com Zimmermann (2001) os povos antigos que, mas se destacaram pela música

13 13 foram: os egípcios, os árabes, os hebreus, os chineses, os indianos, os gregos e os romanos. De modo geral todos os primeiros textos destes grupos apresentam a música como atividade ligada à magia, à saúde, à metafísica e até à política destas civilizações, tendo papel freqüente em rituais religiosos, festas e guerras. As cosmogonias de várias destas civilizações possuem eventos musicais relacionados à criação do mundo e suas mitologias freqüentemente apresentam divindades ligadas à música. A exemplo, de tal fato, é a música dos egípcios, sendo um dos povos de civilização mais antiga de que se tem conhecimento. A religiosidade incomum desse povo influiu em toda a sua arte e na música não foi diferente, o valor supremo de sua religião e a vida após a morte são as principais fontes de inspiração de seus artistas. Na cultura egípcia o músico ocupava lugar de destaque e situação privilegiada na sociedade. Os faraós tinham seus cantores e instrumentistas preferidos, e os egípcios conheciam uma escala de sete notas semelhantes á conhecida hoje em dia. E a música era praticada em grupo, e as mulheres ocupavam lugar importante nesses grupos musicais. A busca pelo belo sempre levou-nos a procurar alguma coisa que nos fizéssemos encontrar algo para tornar a vida mais sublime; então porque não a música? Como norteadora, para essa sublimidade total. Por esse motivo a presença da música nos povos egípcios bem como em outros povos sempre foi importante para o desenvolvimento da sociedade. Por exemplo, os árabes figuram entre os povos orientais que mais se destacaram no cultivo e na propagação da arte musical. Na cultura árabe a prática do canto e a execução de instrumentos musicais eram destinadas as mulheres e aos escravos. Os indianos por sua vez, consideravam a música sendo parte integrante na formação do próprio universo e do sistema religioso, eles possuíam um sistema musical bastante adiantado. Outro povo de civilização milenar, os chineses, onde a música para eles era privilégio exclusivo dos imperadores e príncipes. E a música, tinha por especificidade a de orientar o povo na prática do bem sendo instrumento para levá-los a purificação de seus pensamentos. E assim afirma Zimmermann (2001) por meio da música, os chineses também agradeciam as dádivas dos céus e homenageavam os seus mortos. Outro povo onde a música teve grande

14 14 destaque foram os gregos; dentre os povos antigos, foram eles que mais se destacaram pelo amor e cultivo das artes. Eles se distinguiram não só no campo da ciência e da filosofia. Mais a música, o teatro e os esportes faziam parte essencial da educação de sua juventude. Em Loureiro (2003) a incursão da música em sua história nos conta que a música passou a fazer parte da educação formal do homem a partir da visão de que os gregos tinham de quem era musico, era portador de uma ciência e de uma técnica, e esse talento precisava ser desenvolvido pelo estudo e pelo exercício. Neste sentido a música para os gregos eram indispensáveis ao desenvolvimento físico e para á formação moral do povo. Portanto, para eles, a música tinha um elevado conceito, atribuindo diferentes poderes morais aos modos, de acordo com Zimmermann (2001) a música era para eles um capítulo da moral. A paixão dos gregos pela música fez com que, desde os primórdios da civilização, ela se tornasse para eles uma arte, uma maneira de pensar e de ser. Desde a infância eles aprendiam o canto como algo capaz de educar e civilizar. O ritmo musical dos gregos era intimamente ligado a poesia, eles tinham uma vida musical intensa sempre festejando seus heróis nacionais. Já os romanos não se preocupavam tanto com as artes e sim com as guerras, mais com a conquista da Grécia os romanos levaram para Roma os melhores professores de música. Os romanos assimilaram muitos da cultura grega, no entanto a música só venho a readquirir prestígio com o advento do cristianismo. Hoje a Itália pode ser reconhecida como o berço da ópera, assim Zimmermann (2001) vai dizer a Itália é ainda hoje chamada a terra do BEL CANTO. Em sumo todas, as primeiras civilizações musicais se estabeleceram principalmente nas regiões férteis ao longo das margens de rios na Ásia central, como as aldeias no vale do Jordão, na Mesopotâmia, Índia (vale do Indo atualmente no Paquistão), Egito (Nilo) e China (Huang-ho). A iconografia dessas regiões é rica em representações de instrumentos musicais e de práticas relacionadas à música.

15 A Música na Idade Média No contexto da Idade Média, dos séculos IX, X e XI, foi marcada por uma grande desordem, de vários níveis. Encontra-se, a sociedade feudal, onde os senhores de terra possuíam um poder quase que monárquico nos seus domínios, suas leis, sua cultura, suas moedas, seus valores etc. Na sociedade medieval era ordenada a partir da organização familiar e neste sentido os espaços públicos eram invadidos pelo interesses privados e eram muito precários. Em um período, em que não havia uma sociedade civil, ficava ao encargo da igreja com a ajuda do estado, a função coercitiva e de legitimação política, por onde se inseriam as políticas sociais. A igreja era assistencialista sua tendência era de considerar os pobres em geral, sem discriminar por carência, idade, ou necessidade; essa marginalização social era produzida pelas próprias relações de produção, pelas contingências das guerras, das pragas, das doenças etc. No entanto, e apesar disso, a cultura não foi esquecida. Salientado neste momento histórico, o mundo foi marcado pelo fanatismo religioso (Inquisição e Cruzadas). Sendo assim só poderia resultar num período de estagnação das artes. Na idade média, o ritmo e poesia estiveram unidos, a Igreja detinha os parâmetros, com os quais a música deveria acontecer. Nesse período a vida do povo ficou por muito tempo ligado as comunidades religiosas e a música erudita predominava sobre a música profana e popular. A música nesse momento ficou relegada aos mosteiros com as liturgias dos eventos exclusivamente católicos Assim diz Zimmermann (2001) na Idade Média, a música era essencialmente religiosa e erudita cantadas nas igrejas, mosteiros e conventos. As participações com música instrumentais e vocais aconteciam em sua maioria nas igrejas, e tinham como tema os episódios da Bíblia. As melodias mais antigas eram as dos cultos cristãos da Igreja católica, depois com os cristãos sendo perseguidos esses cultos só aconteciam nas catacumbas, no entanto quando o imperador Constantino se converteu ao Cristianismo deu liberdade a esse culto. Outro ponto importante a ser elucidado é a transição entre a Idade Média e a Idade Moderna (século XIV até o final do século XVI) assim surgia o renascimento

16 16 tempo de renovação cultural de maior importância, especialmente nas artes e ciências. O Renascimento marca essencialmente o encontro do homem com ele próprio, passando a ser o centro do universo e razão de todas as coisas, uma vez que se caracterizou pelo abandono das idéias da Idade Média e pela sobreposição do individualismo ao coletivo praticado no período medieval. Como podemos ver na Idade Média os conhecimentos e as idéias sobre a música passaram a integrar-se nos rituais da Igreja cristã, nos escritos dos padres da Igreja, e nos tratados enciclopédicos da época. Dá-se então, uma nova concepção de vida e de arte, por força das tendências espirituais do cristianismo. Contudo, a influência da antiguidade clássica ainda se manteve nesta época, durante muito tempo A Música na Idade Moderna Na Idade Moderna, a Revolução Industrial, o Iluminismo e a constituição de Estados laicos trouxeram modificações sociais importantes. A música no período que compreende a Idade Moderna foi marcada por dois momentos importantes para o mundo musical sendo o Classicismo e o Romantismo. O Classicismo foi um período onde os artistas e intelectuais baseavam seus princípios culturais em modelo antigos e consagrados. No Classicismo os compositores procuravam exaltar a beleza antiga, buscando na composição das músicas a forma, a perfeição nesse momento procurava, criar a música pela música, isto é para ser ouvida, dançada ou só apreciada em sua beleza, com menos recursos de gestos e palavra a música bastava-se a si mesma. O modernismo na música significou a ruptura radical com as convenções existentes e implicou em um distanciamento entre o artista e o público que, em geral considerava as obras modernistas muito difíceis. E ainda nos dias atuais, é tido como verdade, levando em consideração a pouca freqüência com que as músicas chamadas eruditas são executadas. E o Romantismo surgiu na Alemanha ( ), com a juventude influenciada pelo idealismo alemão. Este é mais um capítulo da história onde a música faz também seu caminho. No Iluminismo, época que se situa no início do século

17 17 XVIII até a revolução francesa, a música começou a apresentar uma leveza muito característica do Classicismo. Considerando as obras anteriores ao Classicismo, os musicólogos foram defendendo a existência de um protoclassicismo, isto é, de um sentimentalismo do Empfindsamkeit, que se explica como uma sensibilidade própria na música do início do século XVIII. O ensino da música foi influenciado pelas novas idéias pedagógicas do Iluminismo. Agora vai sendo, possível perceber, as primeiras tentativas do ensino da música na escola. A infância e a adolescência foram reconhecidas como tais. O ensino da música não escapou a este novo ideal de homem e de educação, nos levando a exercitarmos os nossos sentidos. Isso aconteceu com as idéias de Jean-Jacques Rousseau, influenciou o ensino da música, ele foi o primeiro autor a apresentar um esquema pedagógico especialmente direcionado para a educação musical, segundo o qual as canções deviam ser simples e não dramáticas. E foi também grande inspirador da psicologia moderna, porque as suas idéias deram ênfase às diferenças individuais, ao desenvolvimento do ser humano e a uma educação adequada aos interesses espontâneos da criança, o valor do estudo natural do homem, assim como a defesa da sua espontaneidade e da sensibilidade artística contribuíram decisivamente para uma mudança de paradigma na pedagogia. Não se pode também deixar de considerar o clima vivido na época, pois a música como toda forma de arte reflete os aspectos sociais do meio que a produz A Música na Idade Contemporânea No final do século XIX e início do século XX assistia-se na Europa à crise do capitalismo e o nascimento da democracia de massas. A burguesia tem consciência do perigo que representa, para ela, a revolução socialista, mais ainda acredita na possibilidade de resolução das crises ocasionais da economia capitalista. As grandes conquistas científicas do período serviram de sustentação para o enaltecimento do progresso, o que conduziu a uma verdadeira euforia. Inventos como o telégrafo, o automóvel, a lâmpada elétrica, o telefone, o cinema, o avião eram as vedetes daquela época e os sinais da

18 18 capacidade considerada então ilimitada do homem de dominar e evoluir. Toda essa evolução tecnológico-científica rompendo barreiras de tempo e espaço levando o homem a um estado de euforia do viver confortavelmente, de aproveitar o momento presente daquele período de amplitudes tecnológicas. Com variados nomes surge nesse período, inúmeras correntes e tendências como diz Zimmermann (2001) é a era dos ismos. Seguindo o consenso cronológico das correntes e tendências. No fim do século XIX as artes seguem novos rumos. Sem formas rígidas buscam-se caminhos inexplorados. O Impressionismo, estilo que deixará o homem, exprime-se o seu estado de alma, captam-se as sensações, que o mesmo experimenta a sua volta sem dar atenção a preconceitos. Aqui mais uma vez temos um movimento que abrangeu diversas linguagens artísticas. O expressionismo foi um movimento artístico que teve seu apogeu na Europa no final do século XIX ate mais ou menos Como um estilo explosivo, acentuando o dinamismo e o êxtase Trata-se de uma arte dramática e subjetiva expressando sentimentos humanos como o medo, a solidão, a miséria humana, a sexualidade. A música é deformada e distorcida para ressaltar o sentimento, apresentando um dinamismo abrupto, improvisado e inesperado. Sabendo que as artes sempre estão entrelaçadas, os ismos seguem com seus momentos importantes. Porque como afirma Zimmermann (2001) a história é um eterno recomeçar. Como já foi dito na Idade Contemporânea, no que diz respeito à música, diversas correntes se destacaram: Impressionismo, Dodecafonismo, Modernismo e entre outras tantas correntes.e como conseqüência desses acontecimentos, já no século XX outras surgem como a música concreta,a música eletrônica e a música estocástica enfim estamos vivendo a música em toda a nossa construção histórica social.

19 19 CAPÍTULO II A PRESENÇA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL O Papel da Música na Educação Infantil A música como arte universal que há milhares de anos os povos utilizam para se comunicar e que está presente na vida do ser humano antes mesmo do seu nascimento. Uma arte presente em todas as culturas desenvolvendo um importante papel como linguagem simbólica, com inúmeras representações, que permite à criança expressar suas emoções e sentimentos, contribuindo, assim para a sua formação pessoal. Vygotsky (1992) afirma que o desenvolvimento pessoal seria operado em dois níveis: o do desenvolvimento real ou efetivo referente às conquistas realizadas e o do desenvolvimento potencial ou proximal relacionado às capacidades a serem construídas. No entanto vale ressaltar que Vygotsky é considerado, muitas vezes, cognitivista por ter se preocupado principalmente com os aspectos do funcionamento do pensamento. Neste sentido é trabalhar a música como um todo junto ao desenvolvimento do ser humano. Pois a expressão e a criação mediante o conhecimento da música acompanham o ser humano ao longo de sua vida. É própria da natureza humana a ação de criar, que é resultado de reflexão e de leitura sobre o mundo. A música sendo uma forma de comunicação e de expressão torna-se importante elemento na mediação do saber, necessárias no processo de Educação Infantil, tanto na formação do educador, bem como do educando. Neste sentido, faz se necessário entender o papel da música na Educação Infantil e possibilitar ao educando a vivência dessa prática constitui o primeiro passo para a construção do fazer musical, no ambiente escolar, permitindo que o ato de cantar com as crianças deixe de ser apenas uma ação mecânica, sem uma intencionalidade bem definida. Nos documentos oficiais como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB (Lei nº 9.394, de 1996) e o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998), documentos estes que oferecem diretrizes para o

20 20 atendimento e desenvolvimento integral da criança. A música possui um papel importante na educação das crianças. Ela contribui para o desenvolvimento psicomotor, sócioafetivo, cognitivo e lingüístico, além de ser facilitadora do processo de ensino-aprendizagem. A musicalização é um processo de construção do conhecimento, favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, senso rítmico, do prazer de ouvir música, da imaginação, memória, concentração, atenção, do respeito ao próximo, da socialização e afetividade. Segundo Piaget (1992) o afeto se desenvolve no mesmo sentido que a cognição ou inteligência e é o afeto o principio norteador da autoestima. Assim, a auto-estima mantém uma estreita relação com a motivação ou interesse da criança para aprender. O desenvolvimento afetivo depende, dentre outros fatores, da qualidade dos estímulos do ambiente para que satisfaçam as necessidades básicas de afeto, apego, desapego, segurança, disciplina e comunicação, pois é nessas situações que a criança estabelece vínculos com outras pessoas. Assim a música poderá contribuir para uma efetiva consciência corporal e de movimentação. A musicalização na Educação Infantil está relacionada a uma motivação diferente do ensinar música com suas técnicas e contextos de ser musico. Esta musicalização na Educação Infantil vem mais, a favorecer, a auto-estima, a socialização e o desenvolvimento do gosto e do senso musical das crianças que encontram-se nessa fase de desenvolvimento. Cantando ou dançando, a música de boa qualidade proporciona diversos benefícios para as crianças e sendo uma grande aliada no desenvolvimento saudável da criança o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil indica que: o canto desempenha um papel de grande importância na educação musical infantil, pois interage melodia, ritmo e freqüentemente harmonia, sendo excelente meio para o desenvolvimento da audição. Quando cantam, as crianças imitam o que ouvem e assim desenvolvem condições necessárias á elaboração do repertório de informações que posteriormente lhe permitirá criar e se comunicar por intermédio dessa linguagem (BRASIL, 1998, p. 59).

21 21 Partindo desse principio as escolas deveriam proporcionar situações que possibilitassem as crianças ampliarem seu potencial criativo, favorecendo o desenvolvimento dos seus gostos estéticos e aumentando sua visão de mundo. Quando a criança ouve uma música, aprende uma canção, brinca de roda, participa de brincadeiras rítmicas ou de jogos de mãos recebe estímulos que a despertam para o gosto musical, introduzindo no seu processo de formação um elemento fundamental do próprio ser humano. A escola como campo institucional de socialização do conhecimento deveria, ter por obrigação, ampliar o conhecimento musical dos alunos, oportunizando a convivência com os diferentes gêneros, apresentando novos estilos, proporcionando uma análise reflexiva do que lhe é apresentado, permitindo, assim que o aluno se torne mais crítico. A música pode contribuir para tornar esse ambiente mais alegre e favorável à aprendizagem, afinal: propiciar uma alegria que seja vivida no presente é a dimensão essencial da pedagogia, e é preciso que os esforços dos alunos sejam estimulados, compensados e recompensados por uma alegria que possa ser vivida no momento presente (SNYDERS, 1992, p. 14). Se a, música é um meio de expressão de idéias e sentimentos, e também uma forma de linguagem muito apreciada pelas pessoas. Neste, sentido desde muito cedo, a música adquire grande importância na vida de uma criança. Com certeza todos nos temos lembrança de alguma música que tenha marcado nossa infância e, junto com essa lembrança, têm-se as recordações, as sensações que acompanharam tais sensações. Além das sensações, através da experiência musical são desenvolvidas capacidades que serão importantes durante o crescimento infantil. O papel da música na educação infantil será a de levar aos diferentes níveis do ensino-aprendizagem e o desenvolvimento infantil meio para que venha acontecer de forma lúdica? Afinal em todas as culturas as crianças brincam com a música. Assim afirma Maluf (2009) às atividades lúdicas promovem ou restabelecem o bem-estar psicológico da criança. As atividades lúdicas podem ser um jogo, uma

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