A disciplina Piano na Faculdade de Artes do Paraná.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A disciplina Piano na Faculdade de Artes do Paraná."

Transcrição

1 O ensino do piano popular no curso de bacharelado em música popular da Faculdade de Artes do Paraná Jussara Dalle Lucca * Faculdade de Artes do Paraná Fap Resumo. Este texto é resultado do trabalho realizado para a disciplina de Piano I do Curso de Bacharelado em Música Popular Brasileira da Faculdade de Artes do Paraná. Trata-se do relato da prática de ensino do Piano Popular de aulas ministradas em grupo. O objetivo é descrever os procedimentos adotados, tendo como base a diversidade da formação musical encontrada em sala de aula. São abordados os tópicos: objetivos da disciplina, perfil dos alunos, considerações sobre o piano popular, e a dinâmica do curso. INTRODUÇÃO Erudito ou popular. Um tema amplamente discutido na educação musical, que envolve a diversidade cultural e a formação musical encontrada em sala de aula. É um cenário que ainda transforma em dilema a atuação pedagógica. Pretendo expor minha experiência com o intuito de promover discussões e avaliações do ensino do piano nos Cursos Superiores de Música da Faculdade de Artes do Paraná (FAP). O Piano Popular tratado no presente artigo é uma prática gerada pelas expectativas de alunos e professores da FAP e incita a abordagem de novas concepções para ensino do piano em grupo. Esse relato tem como objetivo descrever o processo de ensino e aprendizagem de piano dos cursos de Licenciatura em Música, Bacharelado em Música Popular e Educação Artística, tendo como base aulas ministradas em grupos. Pretendo discorrer sobre algumas questões práticas como: objetivos da disciplina, condições de trabalho, perfil dos alunos, a visão pedagógica sobre o piano popular. E por fim, alguns procedimentos com a classe do 1 ano do Curso de Bacharelado em Música Popular Brasileira (1ºMPT) da Faculdade de Artes do Paraná (FAP) na disciplina Piano I em A disciplina Piano na Faculdade de Artes do Paraná. Meu relato inicia-se no momento que ingressei como professora colaboradora das disciplinas de Piano e Harmonia na Faculdade de Artes do Paraná. Um dos critérios * Especialista em Fundamentos da Música Popular Brasileira pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP),

2 utilizados na seleção foi a experiência comprovada em piano popular. Esse motivo encorajou-me a candidatar à vaga, por ter uma formação musical popular desde a infância. Logo, o percurso desse processo cognitivo, que envolve desde a forma empírica de se fazer música até os estudos formais, tem me possibilitado ampliar a visão sobre o processo de aprendizagem da música popular, o que me dá a ousadia de discutir sobre o assunto e a manter o veio de pesquisa sobre a formação do músico popular. Não é difícil de compreender o porquê de tal exigência para a disciplina. A FAP tem procurado adequar o ensino do piano aos objetivos da disciplina, que é dispor aos alunos uma ferramenta necessária para a elaboração de arranjos, composições e acompanhamento. O ensino tradicional de piano não oferece o suporte necessário para esse tipo de formação, que requer a ampliação da inventiva do aluno. E tem como ênfase a leitura e a técnica pianística, conteúdos destinados à prática interpretativa. Restando então, pouco tempo para trabalhar conteúdos como: leitura de cifras, rítmo, criação de arranjo para piano acompanhamento e piano solo, prática de piano em grupo e improvisação. A FAP também conta com outros professores de piano que têm colaborado na revisão dos conteúdos da disciplina, a fim de elaborar novas estratégias para unir os pontos fortes encontrados na diversidade da formação musical. Condições de trabalho São ofertadas dez vagas para as disciplinas Optativas de Piano, e as vagas remanescentes servem para serem supridas como Disciplina Eletiva. A FAP disponibiliza uma sala com piano, e se necessário mais três teclados. As aulas têm a duração de 110 minutos, ou 2 h/a, que são utilizados para também montar os instrumentos. Os alunos Trindade (2002) realizou um estudo sobre o perfil dos alunos do Curso de Educação Artística Música da Universidade Estadual do Pará (UEPA). Ele procurou dividir professora do Dept de Música da FAP. Contatos: 2 2

3 em grupos os alunos de acordo com os conhecimentos do piano, e partiu para um trabalho dirigido contando com a diversidade de formação musical encontrada em cada turma. Apresento essa classificação de forma resumida e denominada por ele de tipificação: aluno conservatorial, que passou pelo ensino tradicional de piano, aluno músico popular que traz consigo uma concepção formada de música, e o aluno músico em ascensão que, segundo Trindade é movido pela curiosidade, não passou pelo estudo formal, e não é músico popular. Ambas classificações servem somente para procurar compreender os alunos e seus ideais. Eles possuem habilidades que colaboram no entendimento da formação individual, porém, nenhuma dificuldade ou habilidade é exclusiva de cada grupo mencionado. Baseada na minha vivência como professora e aluna em outros ambientes, já identifiquei as mesmas situações levantadas por Trindade (2002) em diversas situações, ou seja, essa idéia também pode ser aplicada a outros grupos de alunos como: violonistas, cantores, ou em uma prática de conjunto. E de acordo com os resultados obtidos no estudo acima descrito, o perfil dos alunos da FAP pode estar inserido nessa classificação, embora a turma que ministro aula de Piano I atualmente do curso de Bacharelado em Música Popular, tenha um perfil diferenciado. Pois, refletem a formação do músico popular na sua maioria, por isso procuram aprimorar seus conhecimentos no curso de graduação em Música Popular. As classes de Licenciatura costumam ter o perfil completo mencionado por Trindade. Piano Popular - considerações A prática pianística pode ser inserida para todos os níveis de alunos, e que a adequação individual é feita através da seleção do repertório disponível da música popular nacional e estrangeira. O critério fica de acordo com as preferências individuais. Entre os níveis de execução do piano popular está a forma de acompanhamento, escolhida como chave no ensino do piano em grupo, indicado para os primeiros estágios do aprendizado. No entanto, o aluno tem liberdade de fazer escolhas mais complexas, mas refletindo sobre seu nível de domínio do instrumento. Tocar piano como instrumento acompanhador envolve a leitura de cifras, evolução rítmica e parceria com instrumento melódico, que pode ser o piano ou teclado, sendo esses aspectos práticos. Podese também incluir a análise harmônica e os princípios da harmonia funcional aplicada à musica popular. Esse conjunto de teoria e prática permite uma inclusão de todos os tipos de 3 3

4 alunos, ou seja, desde o iniciante que nunca teve contato com o piano, até o mais experiente. Tocar piano popular é diferente de tocar música popular no piano. Quando um pianista toca uma música popular apoiado na leitura de arranjos escritos, não está praticando o piano popular, e sim estão realizando uma interpretação. O desenvolvimento da prática do piano popular deve-se ao hábito de tirar músicas e de tocar espontaneamente, sem a preocupação de seguir rigorosamente as partituras, com o certo e o errado, nesta hora o ouvido e a intuição comandam o desempenho. É preciso cometer muitos erros, fazer experimentos para poder assimilar a melhor forma de tocar, criando-se com o tempo o próprio estilo. 1 O sistema de ensino do piano popular exige muita flexibilidade, onde o aspecto cognitivo de cada indivíduo deve ser valorizado e não visto como forma de exclusão. 2 Existe a necessidade de acompanhamento da evolução da turma, pois a diversidade de formação dos alunos exige cautela na seleção do repertório. Um repertório de difícil execução, como os sambas, uma música com harmonia muito complexa, ou a junção de ambos, pode desestimular um aluno iniciante. Se o aluno iniciante se identifica com o samba, é preciso que sua escolha se restrinja a uma música com poucos acordes. É extremamente importante a participação direta do aluno nessa escolha, pois a prática musical em grupo ou individual só terá valor se fizer parte das aspirações e vivência musical do aluno 3. Os princípios da harmonia serão trabalhados em conjunto, fundamentando a prática e a prática auxiliando na percepção. É possível também observar que, através da possibilidade de se fazer escolhas pessoais e da valorização da formação musical de cada membro do grupo, é aberto um caminho para a inclusão de alunos 4 que estão em processo de busca por uma experiência musical genuína. Evitando-se assim, a realização de uma subcultura musical, citada por Swanwick (2003), quando se refere à introdução de práticas musicais estranhas e sem significado para os alunos. A dinâmica da aula de piano em grupo resume os seguintes aspectos 1 Este processo faz parte do desenvolvimento musical do músico popular, e mencionado em Arroyo (2002) quando cita o trabalho de Green (2001), que focaliza como os músicos populares aprendem música e como esta aprendizagem informal pode ampliar as possibilidades de aprendizagem formal. 2 Vale observar que as dimensões sociais, cognitivas e psicomotoras estão integradas na experiência musical. A aprendizagem de música não implica apenas tornar-se tecnicamente competente, mas interiorizar representações sociais que lhes dão sentido como cultura. (ARROYO, 1999, p.178). 3 Para Tagg (2003),... música é capaz de transmitir as identidades afetivas, atitudes e padrões de comportamento de grupos socialmente definíveis.... Compartilhar as preferências musicais é uma forma de dar mérito ao interesse coletivo, gerando aproximação do grupo reconhecer democraticamente a riqueza da diversidade é aceitar esse outro tipo de saber,... (SODRÉ, 2000, p.21). 4 4

5 metodológicos: 1. Teórico: a) Conhecimento das cifras: o repertório da MP é baseado nas cifras. O aluno do curso superior de música tem conhecimentos teóricos da formação de acordes tríades e tétrades, logo é possível fazer a explanação da distribuição de acordes no piano. Paralelamente é realizado, o esclarecimento da leitura de cifras e discutido o padrão dos princípios básicos de cifragem. b) Exercícios de fixação dos princípios da harmonia funcional aplicada à MP. 2. Técnico: a) Prática pianística realização de escalas, arpejos, e condução de acordes no piano. b) Seleção de repertório a ser utilizado em aula. Fica a critério dos alunos trazerem sua colaboração de acordo com suas habilidades. c) Rítmico O trabalho com o ritmo aborda a escolha do gênero musical, o estímulo auditivo e os padrões rítmicos. Gênero é um dos critérios de escolha de repertório para todos. A música a ser trabalhada deve possuir um ritmo que não exija muita complexidade para desenvoltura. Encaixa-se perfeitamente no perfil de início de trabalho a balada. As baladas são em ritmo quaternário com pouca movimentação e variação de acordes com ênfase na utilização de tríades. Estímulo auditivo é desenvolvido através da imitação, é importante a referência de uma gravação para o estudo, se necessário pode-se gravar os exemplos durante as aulas. Padrões rítmicos utilizados quando o aluno tem extrema dificuldade em exercitar o ouvido e executar o ritmo de forma orgânica. São demonstrados os clichês e utilizados de acordo com a música. 3. Prático: 5 5

6 a) Utilização do clichê harmônico: I7M VIm7 IIm7 V7 em várias tonalidades, com a prática do repertório da música popular. b) Tirar música de ouvido. Todos os alunos têm condições de tirar músicas. Os que possuem mais experiência com o piano tiram a harmonia e melodia, com referência de uma gravação 5, ou faz sua própria harmonização, sempre de acordo com o desenvolvimento da linguagem musical individual. O iniciante pode tirar a linha principal do baixo com a mão esquerda e a melodia com a mão direita, para depois experimentar os acordes. c) O aluno pode se apoiar na partitura quando for tocar a melodia. Porém, o acompanhamento pode ser memorizado ou lido através do sistema de cifragem. d) Prática de improvisação nas aulas por meio da formação de duos ou quarteto de teclados. e) Variação de repertório: se for de interesse da turma pode-se definir um tema a ser trabalhado, um compositor ou uma época, proporcionando um aprofundamento na literatura da música popular. Os alunos formam as parcerias ou conjuntos, conforme a afinidade musical. Pode-se trabalhar mais de uma música, invertendo a forma de participação, tocando o acompanhamento ou a melodia. Métodos de apoio: CHEDIAK, Almir. Song Books. Ed.Lumiar. (Diversos) FONSECA, Osiel. Curso de piano popular. Conservatório de música popular brasileira de Curitiba (CMPBC). Curitiba, GUEST, Ian. Harmonia I, II. CIGAM Centro Ian Guest de aperfeiçoamento musical. Rio de Janeiro, GURLITT, C. Estudos Fáceis de velocidade Op. 83. l.1.irmãos Vitale, A imitação baseada na audição permite prestar atenção a muitos elementos musicais que a notação tradicional não consegue codificar com rigor... Esta é uma parte essencial do início do processo de aprendizagem e acaba por ser o meio principal de transição e reprodução ao longo da carreira do músico.(green, 2000). 6 6

7 Conteúdos abordados no 1º semestre de 2005: Escalas maiores: Dó, Sol, Ré, Lá e Mi. Mãos juntas (MJ) e duas oitavas. Alguns alunos realizaram o movimento contrário. Foram realizadas em colcheias, semicolcheias e tercinas. Progressões harmônicas utilizando clichês, de acordo com as tonalidades das escalas propostas. Encadeamentos de acordes, pelo menos duas variações desenvolvidas pelos alunos. Arpejo: indicado para os alunos que necessitaram para o arranjo do repertório individual, ou para aqueles que procuravam mais possibilidades de desenvoltura. Os estudos nº 1 e nº2 do GURLITT são de arpejos de tríades para a mão direita e esquerda. Leitura: exercitada através dos métodos com estudos escritos para piano, pelos exercícios de encadeamento de acordes propostos e pelas partituras com arranjos escritos. Apreciação: César Camargo Mariano, Wagner Tiso, Leandro Braga, Tom Jobim.. Comentários sobre a formação de cada pianista, estilo, arranjo, piano acompanhamento e piano solo. Programa individual, repertório oferecido: Cada aluno escolheu uma música O Leãozinho (Caetano Veloso), Lua Branca (Chiquinha Gonzaga), Caçador de Mim (Sérgio Magrão / Luiz Carlos de Sá), Benke (Milton Nascimento), A Paz (João Donato), As rosas não falam (Cartola), Let it be (John Lennon e Paul Mcartney). Contribuição dos alunos com músicas além do programa: Travessia (Milton Nascimento - Fernando Brant), Insensatez (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), Bananeira (João Donato e Gilberto Gil). Quarteto de Teclados: Foram formados quatro quartetos de teclados. Dois para as duas músicas com arranjos escritos, e dois para as músicas para criação de arranjo coletivo. Dois alunos, ambos pianistas experientes, assumiram os pianos dos quartetos de arranjos préestabelecidos, que requer um bom domínio técnico do instrumento e de leitura. Os demais instrumentos cordas, acordeon, contrabaixo,... definidos pelos arranjos foram distribuídos por mera casualidade. Os demais grupos se formaram partindo de dois critérios: o dono da música toca o piano, ou seja, quem trouxe o repertório, e os demais criam seus instrumentos no teclado. O segundo critério é que ninguém pode ficar de fora dos grupos. Repertório do conjunto de teclados: 1º quarteto: Cafezais sem fim (Wagner Tiso), 2º quarteto: Santa Efigênia (Wagner Tiso e 7 7

8 Fernando Brant). Repertório oferecido, com arranjos para quarteto de teclados de Sérgio Justen 6. 3º quarteto: Upa Neguinho (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnier), e 4º quarteto: Samurai (Djavan) e Cantaloupe Island (Herbie Hancock). Músicas escolhidas pelos alunos, sendo que os arranjos são elaborados por eles. Avaliação A avaliação final é feita pela participação dos alunos durante as aulas, prova de habilidade técnica adquirida através dos exercícios propostos, execução do repertório individual, e também através da apresentação pública do repertório trabalhado em grupo e individual. A apresentação do quarteto de teclados e do repertório individual encontra-se no planejamento para o encerramento do 4 bimestre. As partituras já foram distribuídas e os ensaios do 3 e 4º quartetos já começaram e são realizados durante as aulas. REFERÊNCIAS: ARROYO, Margarete. Mundos musicais locais e educação musical. In: Revista do programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. v.13, n.20,2 2002, p SODRÉ, Muniz. Cultura, diversidade cultural e educação: Entrevista com o professor Muniz Sodré por Azoilda Loretto da Trindade. In: TRINDADE, Azoilda L. da (org.) Multiculturalismo: mil e uma faces da escola. Rio de Janeiro, DP&A, 2000, p SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. São Paulo, Moderna, TAGG, Philip. Analisando a música popular: teoria, método e prática. In: Revista do Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. v.14, n.23, 2003, p.11. TRINDADE, Cláudio da Costa. Relato de experiência sobre a disciplina prática instrumentalpiano do curso de educação artística música da Universidade Estadual do Estado do Pará. Anais do XI Econtro Anual da ABEM, Pianista, arranjador e compositor. Graduado em piano pelo Curso Superior de Instrumento da Embap/PR (1995). 8 8

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário).

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário). CURSOS DE MÚSICA DO SESC (2º Semestre) MODALIDADE INICIANTE 1) VIOLÃO POPULAR Este curso está direcionado ao estudo da música popular com acompanhamento harmônico. Serão praticadas canções do repertório

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA Luiz Rafael Moretto Giorgetti Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP (Ex-aluno) e-mail: rafael_giorgetti@hotmail.com

Leia mais

CONSERVATÓRIO MUSICAL BEETHOVEN www.beethoven.art.br beethoven@beethoven.art.br

CONSERVATÓRIO MUSICAL BEETHOVEN www.beethoven.art.br beethoven@beethoven.art.br Curso de Capacitação em Música para Professores do Ensino Médio, Fundamental 03 horas / semanais e Musicalização Infantil ( com base no PCN Artes ) VAGAS LIMITADAS FAÇA SUA PRÉ-RESERVA 10 meses ( inicio

Leia mais

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail.

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail. A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO Igor Luiz Medeiros 2 igorluiz.m@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Artes, Filosofia

Leia mais

Violão Popular. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Violão Popular. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Violão Popular Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas particulares

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DO MANOSSOLFA COMO FORMA DE INTRODUÇÃO A PERCEPÇÃO HARMÔNICA

A UTILIZAÇÃO DO MANOSSOLFA COMO FORMA DE INTRODUÇÃO A PERCEPÇÃO HARMÔNICA A UTILIZAÇÃO DO MANOSSOLFA COMO FORMA DE INTRODUÇÃO A PERCEPÇÃO HARMÔNICA 1 Introdução/ Desenvolvimento José Werbto Xavier Sales 1 Willames Nunes Rodrigues 2 Isaura Rute de Lima Gino 3 Marco Antônio Silva

Leia mais

O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA

O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA Por Turi Collura Elaborado no Século XIX, o antigo livro de técnica pianística chamado Hanon - O Pianista Virtuoso resiste

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

PRÁTICA INSTRUMENTAL AO PIANO

PRÁTICA INSTRUMENTAL AO PIANO PRÁTICA INSTRUMENTAL AO PIANO OBJECTIVOS GERAIS Desenvolver competências técnicas e artísticas através do estudo de um repertório diversificado. Trabalhar a compreensão do texto musical de modo a favorecer

Leia mais

CONCURSO VESTIBULAR 2013 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA. Assinatura: PROVA COLETIVA

CONCURSO VESTIBULAR 2013 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA. Assinatura: PROVA COLETIVA CONCURSO VESTIBULAR 2013 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA LOCAL-SALA-SEQ INSCRIÇÃO NOME Assinatura: PROVA COLETIVA 1- A prova está dividida em 4 questões com as seguintes pontuações: Questão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS O Teste de Conhecimentos Específicos em Música (TCE) tem por objetivo

Leia mais

Projeto Doce Harmonia: uma proposta de ensino coletivo em música. Alice Pereira Pacheco Maria Tereza Borges Rezende

Projeto Doce Harmonia: uma proposta de ensino coletivo em música. Alice Pereira Pacheco Maria Tereza Borges Rezende Projeto Doce Harmonia: uma proposta de ensino coletivo em música Alice Pereira Pacheco Maria Tereza Borges Rezende Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli Relato de Experiência RESUMO O

Leia mais

CURSO DE MÚSICA - BACHARELADO

CURSO DE MÚSICA - BACHARELADO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE MÚSICA - BACHARELADO Coordenador do Curso: Prof. Rinaldo de Melo Fonseca IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Denominação dos Cursos:

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 57/ 2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso Superior em Regência de Bandas

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE

ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO: 7 PERÍODO: / à / ÁREA DO CONHECIMENTO: Música CARGA HORÁRIA: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PLANO DA I UNIDADE - Conhecer e criar novas melodias. - Desenvolver

Leia mais

A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS

A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS 57 Mirtes Antunes Locatelli Strapazzon CBAJ 1 mirtes@belasartesjoinville.com.br Resumo: A importância da

Leia mais

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 Fernanda de Assis Oliveira 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Resumo: Este relato descreve

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

EDITAL 04/2015 ADMISSÃO AO CURSO PREPARATÓRIO PARA O MÓDULO 3 DO CURSO FORMAÇÃO MUSICAL

EDITAL 04/2015 ADMISSÃO AO CURSO PREPARATÓRIO PARA O MÓDULO 3 DO CURSO FORMAÇÃO MUSICAL GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA FUNDAÇÃO ANITA MANTUANO DE ARTES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE MÚSICA VILLA-LOBOS EDITAL 04/2015 ADMISSÃO AO CURSO PREPARATÓRIO

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ Você vai descobrir o oboé e aprender a tocar e aperfeiçoar a técnica! O objetivo deste documento de Introdução ao Estudo de Oboé é de divulgar e esclarecer os tópicos mais

Leia mais

Produção de vídeo-aula em DVD

Produção de vídeo-aula em DVD 1 Produção de vídeo-aula em DVD Marcus José Vieira educadormusical@yahoo.com.br Centro Social Marista, Londrina/PR Resumo. Este relato descreve uma experiência realizada em um Centro Social Marista em

Leia mais

13 Como estudar Teclado - Conteúdo

13 Como estudar Teclado - Conteúdo Introdução Tempo dedicado ao estudo Alongamento e aquecimento Fatores para tornar a leitura mais ágil Fatores para tornar o estudo mais produtivo Preparação para apresentar a peça em público Prazer de

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014

EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014 EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014 O Prefeito em Exercício do Município de Lucas do Rio Verde e a Presidente da Comissão Examinadora do Processo

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA CURSOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DE MÚSICA PIANO OBJECTIVOS GERAIS

INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA CURSOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DE MÚSICA PIANO OBJECTIVOS GERAIS CURSOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DE MÚSICA PIANO OBJECTIVOS GERAIS CURSO BÁSICO Desenvolver competências técnicas e artísticas através do estudo de um repertório diversificado. Trabalhar a compreensão do texto

Leia mais

EDITAL Nº 110/2014-PROG/UEMA

EDITAL Nº 110/2014-PROG/UEMA EDITAL Nº 110/2014-PROG/UEMA A Universidade Estadual do Maranhão, por meio da PROG, torna público, para conhecimento dos interessados, que, no período de 11/06/2014 a 01/08/2014, estarão abertas as inscrições

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO. Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens

PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO. Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens Ana Estevens, nº 120138001 Trabalho realizado na Unidade Curricular de Processos de Experimentação

Leia mais

Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura

Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura Percepção Ditado Melódico 1: Reconhecimento de notas erradas na partitura (duração da questão 01min 30s). 1. Ouviremos a seguir um

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

Violão Clássico. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Violão Clássico. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Violão Clássico Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas

Leia mais

PROVA COM RESPOSTAS 18 QUESTÕES. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR Vestibular 2014.1

PROVA COM RESPOSTAS 18 QUESTÕES. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR Vestibular 2014.1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR Vestibular 2014.1 CURSO DE MÚSICA EXAME DE HABILIDADE ESPECÍFICA EHE PROVA COM RESPOSTAS LOCAL DA PROVA CH - CAMPUS DE FÁTIMA N o DA SALA

Leia mais

TECLADO PARA INICIANTES

TECLADO PARA INICIANTES TECLADO PARA INICIANTES Esqueça tocar com ritmo, só a sua tia e a sua avó vão achar bonito. Talvez a turma do buteco. Se você quer tocar na sua igreja ou na sua banda aprenda desta maneira: FASE 1 - HARMONIA

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1

A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1 A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1 Paulo Roberto de Oliveira Coutinho Universidade Federal do Rio de janeiro Paulobass2000@yahoo.com.br Resumo: O foco

Leia mais

COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00)

COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00) PROVA DE APTIDÃO MÚSICA COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00) 1. ANÁLISE COMPARATIVA (01:00:00) Ouça atentamente os três trechos musicais a serem reproduzidos durante o exame 1.1 Esboce uma representação

Leia mais

Resumo da Proposta Cultural:

Resumo da Proposta Cultural: Resumo da Proposta Cultural: Durante o ano letivo de 2014 entre os meses de Fevereiro à Novembro, o projeto "MBE - Música Brasileira na Escola" têm como objetivo principal a realização de apresentações

Leia mais

Trabalho para Comunicação Categoria: Relato de experiência

Trabalho para Comunicação Categoria: Relato de experiência AULA EM GRUPO: TOCANDO E CANTANDO EM UM CORAL INFANTO-JUVENIL Shirley Cristina Gonçalves profshirleymusica@yahoo.com.br Universidade Federal de Uberlândia Departamento de Música e Artes Cênicas Trabalho

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL FORMAL X EDUCAÇÃO MUSICAL INFORMAL

EDUCAÇÃO MUSICAL FORMAL X EDUCAÇÃO MUSICAL INFORMAL EDUCAÇÃO MUSICAL FORMAL X EDUCAÇÃO MUSICAL INFORMAL Segundo Green (2000), existe uma enorme discrepância entre os tipos de aprendizagem proporcionados no âmbito da Educação Musical Formal e no contexto

Leia mais

SABERES DOCENTES DE PROFESSORES DE PIANO Rosane Cardoso de Araújo 1 rosane_caraujo@yahoo.com.br

SABERES DOCENTES DE PROFESSORES DE PIANO Rosane Cardoso de Araújo 1 rosane_caraujo@yahoo.com.br 197 ANAIS IV FÓRUM DE PESQUISA CIENTÍFICA EM ARTE Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Curitiba, 2006 ISSN 1809-2616 SABERES DOCENTES DE PROFESSORES DE PIANO Rosane Cardoso de Araújo 1 rosane_caraujo@yahoo.com.br

Leia mais

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) 1 INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) Curso: Música, bacharelado Habilitação em Violão Campus: Cuiabá Docente da habilitação: Profa. Dra. Teresinha Rodrigues Prada Soares Ato interno de criação

Leia mais

O ensino de teclado em grupo na universidade e o uso do repertório popular: aprendizagem através de práticas híbridas

O ensino de teclado em grupo na universidade e o uso do repertório popular: aprendizagem através de práticas híbridas O ensino de teclado em grupo na universidade e o uso do repertório popular: aprendizagem através de práticas híbridas Ana Carolina Nunes do Couto (UFPE, Recife, PE) ana.carol.couto@gmail.com Resumo: Este

Leia mais

Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro

Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro Fundação das Artes Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro Inscrições Abertas Turmas 2013 Primeiro Semestre Cursos Livres e Técnicos A Fundação das Artes é uma Escola de Artes

Leia mais

Marila Cristine Sales Marques marila.marques@gmail.com Vinícius Batista Marques vinnymusica@hotmail.com Universidade Federal da Bahia

Marila Cristine Sales Marques marila.marques@gmail.com Vinícius Batista Marques vinnymusica@hotmail.com Universidade Federal da Bahia 1 Momentos Brasileiros : Recital realizado com turmas do IMIT (Iniciação Musical com Introdução a Instrumentos de Tecla) na universidade Federal da Bahia Marila Cristine Sales Marques marila.marques@gmail.com

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

18. TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA, CAMPUS II CURITIBA

18. TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA, CAMPUS II CURITIBA - Entrevista OBS: A prova poderá ser interrompida a qualquer momento a critério da banca examinadora. Violino Mecanismo em Sol Maior, em três oitavas (escala, os 7 arpejos, terças e cromática) de cor;

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

CONCURSO VESTIBULAR 2014 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA. Inscrição. Assinatura: PROVA COLETIVA

CONCURSO VESTIBULAR 2014 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA. Inscrição. Assinatura: PROVA COLETIVA CONCURSO VESTIBULAR 2014 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA Nome do Candidato Inscrição Sala Assinatura: PROVA COLETIVA 1- A prova está dividida em 4 questões com as seguintes pontuações: Questão

Leia mais

3.2 MATERIAL DIDÁTICO

3.2 MATERIAL DIDÁTICO A comparação do presencial e do virtual: um estudo de diferentes metodologias e suas implicações na EAD André Garcia Corrêa andregcorrea@gmail.com Universidade Federal de São Carlos Resumo. O presente

Leia mais

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento INTRODUÇÃO Educadores musicais têm manifestado sua preocupação com a observância da Lei nº 11769, que é a lei de inclusão da música no currículo das

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA 464 Turno: VESPERTINO Currículo nº 2 Reconhecido pelo Decreto nº. 3598, de 14.02.08, D.O.E. de 14.02.08, e complementação do reconhecimento pelo Decreto nº. 5395, de 14.09.09,

Leia mais

ÍNDICE... 1 APRESENTAÇÃO... 3 CONHECENDO O SEU INSTRUMENTO...

ÍNDICE... 1 APRESENTAÇÃO... 3 CONHECENDO O SEU INSTRUMENTO... Índice ÍNDICE... 1 APRESENTAÇÃO... 3 CONHECENDO O SEU INSTRUMENTO... 4 O TECLADO... 4 TIPOS DE TECLADOS... 4 Sintetizadores... 4 Teclados com acompanhamento automático... 4 Workstations... 4 Pianos digitais...

Leia mais

Caderno de Prova 2 PR04. Artes Música. ( ) prova de questões Objetivas. Professor de

Caderno de Prova 2 PR04. Artes Música. ( ) prova de questões Objetivas. Professor de Prefeitura Municipal de Florianópolis Secretaria Municipal de Educação Edital n o 001/2009 Caderno de Prova 2 PR04 ( ) prova de questões Objetivas Professor de Artes Música Dia: 8 de novembro de 2009 Horário:

Leia mais

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Apostila de Iniciação ao Violão e Guitarra Miigueell do Prrado Urrttado São Carlos SP, 23 de fevereiro de 2006. Contatos: miguelurtado@yahoo.com.br miguelurtado@polvo.ufscar.br Proibido reprodução do material

Leia mais

Teoria Musical. O trecho musical abaixo foi extraído do Adagio da TRIO SONATA Op. 3 nº 2, de Arcangelo Corelli.

Teoria Musical. O trecho musical abaixo foi extraído do Adagio da TRIO SONATA Op. 3 nº 2, de Arcangelo Corelli. Teoria Musical O trecho musical abaixo foi extraído do Adagio da TRIO SONATA Op. 3 nº 2, de Arcangelo Corelli. 01. Com base no trecho musical acima, analise as proposições a seguir. 0-0) As notas Sol sustenido

Leia mais

Didática musical, materiais didático-musicais e dinâmicas específicas no ensino de música para alunos com deficiência visual

Didática musical, materiais didático-musicais e dinâmicas específicas no ensino de música para alunos com deficiência visual Didática musical, materiais didático-musicais e dinâmicas específicas no ensino de música para alunos com deficiência visual Raphael Ota raphael_ota_@hotmail.com Rafael Moreira Vanazzi de Souza rafaelvanazzi@hotmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM MÚSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM MÚSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM MÚSICA Teste de Habilidade Específica (THE) O Teste de Habilidade Específica (THE)

Leia mais

COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL

COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL 389 COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL Ruth de Sousa Ferreira Silva Mestranda em Artes pela Universidade Federal de Uberlândia Introdução Este relato de experiência tem como

Leia mais

Música 2. PROGRAMA. Modalidades composição, regência e instrumento

Música 2. PROGRAMA. Modalidades composição, regência e instrumento Aptidão Música 1. INTRODUÇÃO O exame de aptidão em Música tem por objetivo avaliar a formação musical do candidato, bem como o seu potencial artístico. Em seu aspecto técnico, o exame avalia o conhecimento

Leia mais

Escalas I. Escalas - I. Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues. Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch?

Escalas I. Escalas - I. Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues. Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch? Escalas - I Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch?v=ek0phekndbu Sumário Introdução Escalas Musicais...0 Escala Pentatônica Menor Histórico

Leia mais

Palavras-chave: deficiente visual; musicalização; pedagogia da motivação; reabilitação.

Palavras-chave: deficiente visual; musicalização; pedagogia da motivação; reabilitação. 379 A APLICAÇÃO DO ENSINO DE MÚSICA NO PROCESSO DE REABILITAÇÃO DO DEFICIENTE VISUAL Paulo Roberto de Oliveira Coutinho Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ Mestrado - Educação Musical SIMPOM: Subárea

Leia mais

O canto coletivo, ensinando a canção Samba lelê

O canto coletivo, ensinando a canção Samba lelê O canto coletivo é a prática musical mais elementar na educação musical, grandes educadores musicais como Dalcroze, Kodaly, Willems, Villa-Lobos e outros, utilizavam a voz e o canto coletivo como ponto

Leia mais

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) 1 INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) Curso: Música, bacharelado Habilitação em Canto Campus: Cuiabá Docente da habilitação: Profa. Me. Helen Luce Pereira Ato interno de criação e aprovação

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM MÚSICA OPÇÃO: PIANO / VIOLINO / VIOLA / VIOLÃO / VIOLONCELO

CURSO DE BACHARELADO EM MÚSICA OPÇÃO: PIANO / VIOLINO / VIOLA / VIOLÃO / VIOLONCELO CURSO DE BACHARELADO EM MÚSICA OPÇÃO: PIANO / VIOLINO / VIOLA / VIOLÃO / VIOLONCELO AUTORIZAÇÃO: Resolução nº 31/93 CONSUNI e Resolução nº 374/2005 CONSUNI RECONHECIMENTO: Decreto Estadual nº 1495/2000

Leia mais

1ª situação: Quando a nota mais alta (aguda) do intervalo pertence à escala de referência:

1ª situação: Quando a nota mais alta (aguda) do intervalo pertence à escala de referência: APRENDA MÚSICA Vol II 1. Intervalos Neste volume do curso de música iremos aprender as tétrades que são acordes formados por quatro notas. Para isso usaremos uma nomenclatura de intervalos que será apresentada

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Educação Musical; Formação de Professores; Oficina de Violão; Educação básica.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Musical; Formação de Professores; Oficina de Violão; Educação básica. INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM MÚSICA: RESULTADOS DO PIBID EM DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DE GOIÂNIA/GO Luna Borges MELO luna.borges.melo@gmail.com Larissa dos Santos MARTINS Escola de Música e Artes Cênicas - UFG

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE ARACAJU DEA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SERGIPE

GOVERNO DO ESTADO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE ARACAJU DEA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SERGIPE B GOVERNO DO ESTADO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE ARACAJU DEA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SERGIPE PROCESSO DE SELEÇÃO 2011 INFORMATIVO EXAME DE SELEÇÃO PARA O

Leia mais

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) 1 INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) Curso: Música, Bacharelado - Habilitação em Composição Campus: Cuiabá Docente da habilitação: Prof. Dr. Roberto Pinto Victorio Ato interno de criação

Leia mais

Os instrumentos musicais e seus naipes na idade pré-escolar: Um estudo teórico-prático.

Os instrumentos musicais e seus naipes na idade pré-escolar: Um estudo teórico-prático. Os instrumentos musicais e seus naipes na idade pré-escolar: Um estudo teórico-prático. Mírian Regina Braga Misquiatti. Prefeitura Municipal de Bauru. mquiatti@gmail.com Roberto Vergílio Soares. Prefeitura

Leia mais

Você quer se formar em Música?

Você quer se formar em Música? Você quer se formar em Música? Faça um dos cursos de Graduação em Música oferecidos pela Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (EMAC/UFG)! 1) Quais são os Cursos Superiores

Leia mais

O básico da Guitarra - Aula 6 J. Junior. Acordes Básicos

O básico da Guitarra - Aula 6 J. Junior. Acordes Básicos O básico da Guitarra - Aula 6 J. Junior Acordes Básicos Muitas vezes, o que mexe com a gente e nos faz querer tocar guitarra é aquele solo ou riff do guitarrista da nossa banda favorita, mas devemos saber

Leia mais

Palavras-chave: aulas coletivas; motivação; execução musical; flauta transversal; prática interpretativa.

Palavras-chave: aulas coletivas; motivação; execução musical; flauta transversal; prática interpretativa. 794 AULAS COLETIVAS DE INSTRUMENTO COMO FATOR DE MOTIVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EXECUÇÃO MUSICAL DE FLAUTISTAS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO. José Benedito Viana Gomes Universidade Federal do Estado do Rio

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE CONCURSO VESTIBULAR VESTIBULAR 2013 MÚSICA INSTRUÇÕES - Ao receber este caderno de prova verifique se contém 30 questões. Caso contrário,

Leia mais

Ano letivo 2014/15. Clube de Música

Ano letivo 2014/15. Clube de Música Ano letivo 2014/15 Clube de Música O Clube de Música 1 - Introdução A música tem uma importância relevante no desenvolvimento das capacidades e das competências ligadas à compreensão e manipulação dos

Leia mais

COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I

COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I ALTURAS Philippe Lobo 03 Introdução Um pouco de História 06 Conhecimentos Preliminares Contextualização Teórica Cordas Soltas + Escala Cromática 08 Entendendo a Pauta

Leia mais

11. REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA TUTORIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS.

11. REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA TUTORIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS. 11. REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA TUTORIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS. 11.1 DAS DISCIPLINAS DO TERCEIRO SEMESTRE a) História da Arte-Educação 1: o tutor deve possuir Curso de nível superior

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA

CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA DESCRIÇÃO Número de Fases: 08 Número de disciplinas obrigatórias: 38 Número de créditos obrigatórios: 152 Carga horária total das disciplinas obrigatórias: 2.280 horas Mínimo

Leia mais

Didática musical para alunos com deficiência visual: material didáticomusical e dinâmicas especiais.

Didática musical para alunos com deficiência visual: material didáticomusical e dinâmicas especiais. Didática musical para alunos com deficiência visual: material didáticomusical e dinâmicas especiais. Rafael Moreira Vanazzi de Souza rafaelvanazzi@hotmail.com Raphael Ota raphael_ota_@hotmail.com Resumo:

Leia mais

Habilidades Específicas - Música

Habilidades Específicas - Música Habilidades Específicas - Música 1. INTRODUÇÃO As provas de Habilidades Específicas em Música do Vestibular 2014 tiveram por objetivo avaliar a formação musical do candidato, bem como o seu potencial artístico.

Leia mais

CONHECIMENTO HARMÔNICO INTUITIVO NA PRÁTICA DO CANTO EM VOZES

CONHECIMENTO HARMÔNICO INTUITIVO NA PRÁTICA DO CANTO EM VOZES CONHECIMENTO HARMÔNICO INTUITIVO NA PRÁTICA DO CANTO EM VOZES Heitor Martins Oliveira h0533831@aluno.unb.br Universidade de Brasília Resumo Este artigo relata um estudo de caso sobre a atuação de vocalistas

Leia mais

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) 1 INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) Curso: Música, bacharelado Habilitação em Regência Campus: Cuiabá Docente da habilitação: Profa. Dra. Flávia Vieira Pereira Ato interno de criação e aprovação

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL. DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO MÚSICA

ENSINO FUNDAMENTAL. DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO MÚSICA CHARLES DARWIN ENSINO FUNDAMENTAL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO MÚSICA OBJETIVOS GERAIS Explorar e identificar elementos da música para se expressar e interagir com outros; Interpretar músicas

Leia mais

SeAC Serviço de Arte e Cultura

SeAC Serviço de Arte e Cultura SeAC Serviço de Arte e Cultura Atividades Curriculares Optativas Música. Canto. Teatro. Dança. Arte. Cultura A pedagogia proposta pelo SeAC se fundamenta na concepção de Ateliê, em que o educando tem um

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVAS GLOBAIS DE FORMAÇÃO MUSICAL 2014/2015 12.º ANO / 8.º GRAU

INFORMAÇÃO PROVAS GLOBAIS DE FORMAÇÃO MUSICAL 2014/2015 12.º ANO / 8.º GRAU INFORMAÇÃO PROVAS GLOBAIS DE FORMAÇÃO MUSICAL 2014/2015 12.º ANO / 8.º GRAU 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova global do ensino secundário da disciplina de Formação

Leia mais

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado.

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Projeto: Música na Escola O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Justificativa De acordo com as diretrizes curriculares, o som é a matériaprima da música;

Leia mais

As práticas em Educação Musical Especial: possíveis contribuições da Musicoterapia 1

As práticas em Educação Musical Especial: possíveis contribuições da Musicoterapia 1 As práticas em Educação Musical Especial: possíveis contribuições da Musicoterapia 1 Claudia Eboli Santos 2 Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO claudiaeboli@hotmail.com Resumo Este

Leia mais

No início do CLAM todos os alunos que começavam a estudar, passavam por

No início do CLAM todos os alunos que começavam a estudar, passavam por 60 &$3Ë78/2 0$7(5,$,6'((16,12$35(1',=$*(0&5,$'2612&/$0 2VSULPHLURVOLYURVGHVHQYROYLGRV No início do CLAM todos os alunos que começavam a estudar, passavam por uma entrevista com o diretor responsável pelo

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 6º ano Ano Letivo 2015/2016

Leia mais

Roda de conversa 6 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Carlos Sandroni e Ivan Vilela

Roda de conversa 6 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Carlos Sandroni e Ivan Vilela A música do Brasil e do mundo Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Carlos Sandroni e Ivan Vilela Sergio Molina Projeto A Música na Escola, roda de conversa número seis vai discutir

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Portaria n.º 70/2006 de 24 de Agosto de 2006

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Portaria n.º 70/2006 de 24 de Agosto de 2006 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Portaria n.º 70/2006 de 24 de Agosto de 2006 Ao abrigo do regime jurídico da educação extra-escolar, criado pelo Decreto Legislativo Regional 13/2002/A, de 12

Leia mais

MINI-CURSO 1: Harmonia e improvisação na iniciação musical. MINI-CURSO 2: Estratégias de ensino musical para professores generalistas

MINI-CURSO 1: Harmonia e improvisação na iniciação musical. MINI-CURSO 2: Estratégias de ensino musical para professores generalistas RELAÇÃO DOS MINICURSOS E OFICINAS MINI-CURSO 1: Harmonia e improvisação na iniciação musical EMENTA: Fundamentos da Improvisação; Introdução à improvisação sobre progressões harmônicas; Treinamento do

Leia mais

O MERCADO MUSICAL BRASILEIRO E O CURSO DE BACHARELADO EM MPB DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO VINICIUS GONÇALVES MOULIN

O MERCADO MUSICAL BRASILEIRO E O CURSO DE BACHARELADO EM MPB DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO VINICIUS GONÇALVES MOULIN UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE LETRAS E ARTES INSTITUTO VILLA LOBOS CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA, HABILITAÇÃO MÚSICA. O MERCADO MUSICAL BRASILEIRO E O CURSO

Leia mais

Escalas III Escalas - III Escala Menor Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v1393

Escalas III Escalas - III Escala Menor Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v1393 Escalas - III Escala Menor Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v9 Philippe Lobo Sumário Introdução Escalas Menores... 0 Entendendo a escala Contextualização teórica... 0 Transpondo

Leia mais

Acordes, sua estrutura e cifragem

Acordes, sua estrutura e cifragem Por Turi Collura Acordes, sua estrutura e cifragem O acorde é composto por um grupo de notas que soam simultaneamente. É uma unidade sonora, formada de, no mínimo 3 sons (certamente, podemos ter harmonias

Leia mais

TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO

TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO Componente Curricular OBOÉ FAGOTE FLAUTA TRANSVERSAL Temas respiração, aplicados ao ensino

Leia mais

MUSICALIZAÇÃO DA UFPB: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL

MUSICALIZAÇÃO DA UFPB: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL MUSICALIZAÇÃO DA UFPB: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL Centro de Comunicações Turismo e Artes / PROBEX BEZERRA 1, Igor de Tarso Maracajá Resumo: O atual trabalho apresenta um estudo preliminar

Leia mais

Orquestra de flautas doces do Colégio de Aplicação da UFRGS

Orquestra de flautas doces do Colégio de Aplicação da UFRGS Orquestra de flautas doces do Colégio de Aplicação da UFRGS Juliana Rigon Pedrini jupedrini@terra.com.br Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo. O presente trabalho é

Leia mais

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO aprovou e eu, Reitor, sanciono a seguinte Resolução:

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO aprovou e eu, Reitor, sanciono a seguinte Resolução: RESOLUÇÃO CEPE N 0247/2009 Reformula o Projeto Pedagógico do Curso de Música - Habilitação: Licenciatura, a ser implantado a partir do ano letivo de 2010. CONSIDERANDO a Lei nº 9394/96 - Lei de Diretrizes

Leia mais

BITUCA: UNIVERSIDADE DE MÚSICA POPULAR

BITUCA: UNIVERSIDADE DE MÚSICA POPULAR BITUCA: UNIVERSIDADE DE MÚSICA POPULAR Tudo que o Ponto de Partida faz é impressionante. "A" Bituca é uma das coisas mais sérias criadas no Brasil nos últimos anos. Tem que se prestar atenção. Milton Nascimento

Leia mais