ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA RS RELATÓRIO BIMESTRAL 01/204 JANEIRO E FEVEREIRO DE 2014

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1 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA RS RELATÓRIO BIMESTRAL 01/204 JANEIRO E FEVEREIRO DE 2014 Como Presidente e Gestora do Instituto de Previdência e Assistência Municipal de Nova Prata - RS, designada pela Portaria nº 673/2013, de 11 de dezembro de 2013, torno público o Relatório sobre os Recursos Financeiros do Fundo de Previdência do mesmo referente aos meses de janeiro e fevereiro de A carteira dos fundos de investimentos onde o INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA - IPRAM mantém recursos aplicados permanece enquadrada nos termos da Resolução n , de 2010, do Conselho Monetário Nacional (CMN) e nos termos da Política de Investimentos (PI) para o ano de Quanto á meta Atuarial A taxa básica de juros (SELIC) fechou o mês de fevereiro de 2014 em 10,75%, com uma taxa média de 8,79% nos últimos 12 meses. Em termos de inflação o IPCA atingiu 1,24% no acumulado do ano de 2014 e o INPC estimado em 1,27%, no mesmo período. A meta atuarial em 2014 atingiu 12,18% para os planos de benefícios com meta atuarial INPC+6% de taxa de juros e 12,65% para os que utilizam o IPCA+6%. As expectativas do relatório Focus de 21/03/2014 para o final do ano de 2014 são de 6,28% para o IPCA e de 5,83% para o INPC (O INPC tem como fonte o Sistema de expectativas de mercado do Banco Central do Brasil). Em relação ao Cenário Macroeconômico, Internacionalmente, podemos afirmar que Janeiro foi marcado por volatilidade dos mercados globais, em muito contagiada pelas estatísticas mais fracas de atividade econômica na China. O principal temor dos agentes diz respeito à velocidade de desaceleração do crescimento chinês e consequente queda nos preços das commodities com impactos nas demais economias. As bolsas ao redor do mundo caíram no primeiro mês do ano. O S&P americano recuou 3,6% e o Ibovespa 7,5% no período. O dólar se apreciou 1,6% frente a uma cesta das principais moedas comercializadas internacionalmente e 2,1% em relação ao real. E os juros futuros tiveram comportamentos distintos entre os blocos. Enquanto as taxas nos países desenvolvidos cederam as taxas futuras dos emergentes aceleraram no mês. O descolamento maior do prêmio de risco do Brasil em relação aos países vizinhos, como Chile e México, que ocorreu em 2013 ainda persiste. Em janeiro o prêmio de risco país,aumentou para 198, de 190 em dezembro.

2 No Brasil, o superávit do setor público consolidado realizado em 2013 foi inferior ao registrado em 2012, de 1,9% do PIB ante 2,4%. As projeções de cenários contemplam superávit primário de 1,5% do PIB para A dinâmica cadente da relação dívida líquida/pib observada entre 2000 e 2013, quando a dívida recuou de 60% para 34% do PIB, deve ser interrompida a partir de 2014, com a dívida pública se estabilizando no patamar atual. Os indicadores de vendas do varejo e mercado de trabalho do final do ano reforçam a percepção de desempenho mais forte da atividade econômica no curto prazo. Mantém-se projeção de 2,1% para o PIB em Um maior incremento da demanda externa decorrente de potencial recuperação maior das economias desenvolvidas poderia trazer benefícios, sobretudo no setor industrial. O IPCA de 2013 não recuou em relação aos 5,8% registrados em Bem acima da meta central de 4,5%, o índice encerrou 2013 em 5,9%. Para 2014, espera-se um IPCA de 5,9%. Mas uma eventual depreciação mais forte do câmbio representa risco de alta para a atual projeção. O cenário base projetou que o Banco Central desacelerasse o ritmo de alta da taxa Selic de 0,50 % para 0,25 % na reunião de 26 de fevereiro, com a taxa Selic atingindo 10,75% ao ano na ocasião. Contudo, diante da mensagem mais leve do comitê na ata e do contexto de aperto monetário dentre os países emergentes, aumentaram as chances de um ciclo mais prolongado de alta de juros. Quanto á renda Fixa, o ano de 2014 começou com uma piora significativa na percepção dos investidores quanto ao desempenho dos mercados emergentes. O Brasil não ficou imune, e presenciamos uma forte reprecificação (novas taxas) da curva de juros. O destaque ficou pelo movimento de achatamento da curva de juros local, com a abertura mais forte na parte curta da curva quando comparado com a ponta mais longa. O Banco Central elevou a taxa Selic para 10,50%, em uma decisão unânime. O aumento foi em linha com o esperado, no entanto foi superior à expectativa do consenso do mercado. O comunicado divulgado após a decisão teve somente uma leve alteração, a inclusão do termo neste momento, referindo-se à decisão tomada, o que na nossa interpretação indica o desejo do Banco Central em deixar a porta aberta para uma elevação em menor intensidade na próxima reunião. A mudança de humor quanto aos países emergentes foi outro destaque no mês passado. Vários Bancos Centrais tomaram ações surpreendentes. Elevaram as suas taxas de juros na tentativa de aliviar a pressão sobre suas moedas, e a deterioração das expectativas inflacionárias. O Banco Central da Índia elevou inesperadamente a taxa de juros de 7,75% para 8,00%, o Banco Central Sul-Africano também surpreendeu o mercado, aumentando a sua taxa em 0,50% para 5,5%, e finalmente de maneira bem mais intensa, o Banco Central Turco aumentou a taxa de juros em 4,25%, bem acima do consenso do mercado, em uma reunião extraordinária. Ao lado de tudo isto, testemunhamos também a crescente instabilidade política na Argentina, no qual culminou com uma desvalorização de mais de 20% da sua moeda. Os números mais fracos do que o esperado nos EUA para o mercado de trabalho, e emissões corporativas de empresas brasileiras, ajudaram o desempenho do real na primeira metade do mês. Porém, na segunda quinzena

3 a história foi outra, e o real acompanhou o movimento de desvalorização das moedas dos países emergentes. A moeda brasileira chegou a bater a cotação de 2,45 reais por dólar, o nível mais alto desde agosto de 2013, e encerrou o mês 2,14% mais baixo do que no final de dezembro de 2013, cotado a 2,41. Em fevereiro, O agravamento da estiagem no Brasil em fevereiro elevou as chances de racionamento de energia, com provável impacto futuro no preço da energia. Embora não tenhamos incorporado no cenário principal o racionamento, o aumento da chance de ocorrência do evento representa mais uma incerteza para o cenário doméstico. Por ora, a estiagem atingiu mais diretamente os preços dos alimentos. Ainda não está claro se o elevado custo da energia elétrica terá maior impacto fiscal ou inflacionário. Diante disso e do agravamento na crise na Argentina, revisamos nossas projeções do cenário doméstico em relação à de janeiro. As estatísticas do PIB brasileiro no quarto trimestre de 2013 surpreenderam positivamente o mercado. Para o PIB brasileiro de 2014 estima-se crescimento de 1,5%. A projeção no mês anterior era de +2,1%. A esperada redução no ritmo de expansão da economia brasileira em 2014 decorre da desaceleração indicada pela economia Argentina (com impacto sobre as exportações de veículos e depreciação do câmbio) e dos efeitos da estiagem sobre o setor elétrico, além da maior restrição fiscal e efeitos defasados da política monetária mais restritiva. No que se refere à inflação, elevou-se a previsão do IPCA de 5,9% para 6,2% para A parte majoritária dessa alta está relacionada ao choque de oferta de alimentos resultante da estiagem do último mês. Espera-se uma última elevação da taxa de juros básico de 0,25% na reunião do COPOM de abril, com a taxa Selic indo para 11,00% ao ano. Apesar de todo o aperto monetário já promovido desde abril de 2013 (de 3,5 %), não espera-se que seja suficiente para levar a inflação de volta para a meta. Assim, continua-se esperando retomada do aperto dos juros após o período eleitoral. Estima-se que a taxa Selic atinja o patamar de 11,50% em dezembro de Além disso, o risco de um eventual agravamento dos problemas climáticos, com chance de racionamento e forte elevação no custo da energia, mantém alta a probabilidade de um cenário alternativo de maior elevação no juro básico. Da mesma maneira que viu-se as taxas de juros subirem fortemente em janeiro, em fevereiro praticamente viu-se o mesmo movimento, mas no sentido contrário agora. Internamente, tanto os dados da atividade econômica quanto o de expectativa decepcionaram. A produção industrial de janeiro e as vendas no varejo de dezembro desaceleraram e deram sinais de que a recuperação da atividade ainda não está aparecendo. Neste ambiente os índices de confiança também recuaram, tanto o do consumidor quanto o do empresariado. Por outro lado vimos outras notícias positivas. O IPCA de janeiro mostrou uma elevação de 0,55%, abaixo da expectativa do mercado, além do bom desempenho do real contra o dólar. Todas estas notícias saíram antes da reunião do Copom, e apesar da inflação um pouco mais baixa, o Banco Central permanecia em situação delicada, com a atividade fraca de um lado, e uma inflação persistente de

4 outro. O Banco Central escolheu diminuir a magnitude do aumento da taxa Selic, conforme esperado. Os juros reais tiveram o mesmo comportamento de queda, porém o destaque ficou com a parte mais curta da curva, devido à mudança de percepção na elevação da Selic e a expectativa de inflação mais alta. A NTN-B 2015 saiu de uma taxa de 5,59% no final de janeiro para 4,52% no fechamento de fevereiro. Já a NTN-B 2050 teve uma queda de 0,38%, saindo de uma taxa de 7,05% para 6,67%. Carteira de Investimentos do IPRAM: DISTRIBUIÇÃO DA CARTEIRA DE INVESTIMENTOS DO IPRAM

5 Os Recursos aplicados pelo Instituto de PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MUNICIPAL DE NOVA PRATA acima comprova que estão sendo realizados exclusivamente em instituições financeiras públicas, ou seja, junto ao Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banrisul. Esta situação observa o entendimento do Tribunal de Contas do Estado Do Rio Grande do Sul.

6 Considerações finais sobre a carteira de investimentos: Apesar de não ter atingido a meta atuarial do período, a rentabilidade alcançada na carteira de investimentos está em linha com a rentabilidade média do mercado financeiro, considerando carteiras de investimentos com mesmas características. Os índices IDKA, IRF-M1 e IRF-M estão mantendo a boa rentabilidade apresentada no ano de A meta atuarial para o período de 01/01/14 a 28/02/2014 é de 1,93%. A rentabilidade (teórica) atingida pela carteira de investimentos foi de 1,53%; Há uma adequada diversificação institucional, pois os Fundos estão alocados em diferentes índices de referência. Após reunião e análise do Comitê de Investimentos, foi aprovado a aplicação em Fundos atrelados ao IPCA, com juros de 6% ao ano. Neste sentido, ficou bem ressaltado pelo Comitê que, seria aplicado uma pequena parcela neste Fundos, não ultrapassando os 5% do Patrimônio Líquido do IPRAM. Então, no mês de fevereiro de 2014 foram resgatados valores dos Fundos Caixa FI Brasil Títulos Públicos RF, do Caixa FI RS RF LP e do OMA B 5, para aplicação em fundos IPCA, com prazo para desinvestimentos, mas com a probabilidade de garantir a Meta Atuarial de pelo menos parte destes Fundos. É uma maneira de buscar mais garantia nos investimentos. Mesmo com estas mudanças, não aplicamos em fundos com alto risco, para manter a postura conservadora em relação às aplicações financeiras do RPPS devido às incertezas em relação ao desempenho futuro da economia brasileira e internacional; Diante do exposto acima consideramos que deve ser mantida a atual alocação da carteira de investimentos, porque a performance das aplicações financeiras está em linha com o mercado financeiro atual, apesar de até no momento não estar atingindo a meta atuarial do período, a medida em que forem incorporadas ao cálculo de rentabilidade da carteira de investimentos as novas aplicações financeiras o resultado global deverá melhorar. Porém, deve-se acompanhar atentamente o comportamento dos índices de taxa de inflação e da taxa de juros. Este relatório refere-se somente aos meses de janeiro e fevereiro de 2014, podendo haver mudanças no Cenário Econômico tanto Nacional, como Internacional, o que influencia diretamente aplicações, rendimentos e a busca de novas alternativas para os Fundos de Investimentos nos quais estão alocados os Recursos do Instituto de Previdência e Assistência Municipal de Nova Prata. É o relatório. Nova Prata, 26 de março de Adriana de Barros Antoniolli Gestora do IPRAM

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