Débora Maria Moreira Mestranda do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Educação da PUCPR Resumo

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1 ELEMENTOS PARA UM ESTUDO DA DISCIPLINA HISTÓRIA DA ARTE, NA FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ, NO PERÍODO DE 1970 A 1980, UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO PARANÁ Débora Maria Moreira Mestranda do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Educação da PUCPR Resumo Este artigo é o relato parcial da pesquisa desenvolvida na linha história e política da educação brasileira, do Mestrado em Educação da PUCPR. A pesquisa é realizada na Faculdade de Artes do Paraná. Tem como objetivo principal estudar a história da disciplina História da Arte, desde a sua implantação no primeiro curso, o de Licenciatura em Música, passando pela transformação deste em curso de Educação Artística, Licenciatura Plena, com Habilitação em Artes Plásticas e Música. Através desse espaço de tempo, uma década, pretende apresentar os fundamentos e saberes que a disciplina História da Arte conferiu à formação do arte-educador. Em um primeiro momento apresenta o contexto histórico em que a disciplina História da Arte foi implantada na Faculdade de Artes do Paraná, através das fontes documentais da instituição e entrevista com a professora precursora da disciplina. Em seguida o artigo identifica elementos que constituem a história da disciplina no âmbito da cultura escolar. Para tanto, o estudo situa-se no campo de investigação da cultura escolar, que estuda o espaço escolar em que se foram edificando as práticas, os saberes e os valores de uma determinada época. A partir do apreensão desses componentes, ocorre a transmissão e incorporação de conhecimentos, através de elementos específicos circunscritos neste espaço e tempo escolares, além da contribuição que a investigação constitue às práticas e saberes do arte-educador, em diferentes realidades sociais, culturais e históricas. Palavras-chave: Faculdade de Artes do Paraná. História da Arte. história da disciplina. formação do arte-educador.

2 1260 Realizar uma pesquisa nas fontes primárias é uma prática que exige muito do pesquisador. Ao pesquisador cabe a tarefa de organizar e reconstituir as informações encontradas nestas fontes, Os arquivos, a memória histórica de uma instituição nem sempre estão preservadas adequadamente, invariavelmente os documentos mais antigos estão abandonados em algum arquivo morto, que na maioria das vezes possui umidade, é pouco ventilado, há caixas amontoadas, alguns documentos estão quase apagados, sem data ou a data está encoberta. Estas fontes constituem elementos importantes para a reconstituição de práticas e saberes escolares, portanto sua guarda e preservação são fatores importantes para a história da educação. Mas ainda assim, existem colaboradores nas instituições, que com suas lembranças nos ajudam a remontar o passado e reorganizar os documentos, sem essa memória menos ainda seria desvendado. Na situação de ex-aluna da Faculdade de Artes do Paraná, licenciada em 1992 em Educação Artística, habilitada em artes plásticas; elegi esta instituição como objeto de pesquisa, delimitando, por razões metodológicas e de afinidade, ao estudo da história da disciplina história da arte. A vertente principal da apresentação do estudo é a reflexão sobre a história da disciplina história da arte, sob o campo da cultura escolar, que tanto quanto outras disciplinas faz parte da formação do arte-educador da Faculdade de Educação Musical do Paraná, representa um conhecimento consistente e com saberes próprios. Para uma melhor compreensão da história da disciplina História da Arte, apresentarei, resumidamente a contextualização histórica da Faculdade de Educação Musical do Paraná e em seguida uma noção de cultura escolar como campo de estudo. Faculdade de Artes do Paraná (FAP) A arte como educação no Brasil, propriamente dita, surgiu na segunda metade do século XIX. Conforme Barbosa (1972) este período tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos, grandes transformações culturais ocorreram devido a industrialização, com isso a arte-educação, preparava os profissionais de desenho nas fábricas, como um instrumento para o desenvolvimento econômico e o crescimento interno da indústria, consequentemente a concorrência com a Europa. (...) a Arte como acessório, um instrumento para modernização de outros setores e não como uma atividade com importância em si mesma (...) Mesmo como acessório da cultura e instrumento de mobilidade de classificação social, as atividades de caráter estético ligadas às artes visuais tiveram pouco prestígio em comparação com a larga e profunda aceitação das atividades estéticas ligadas à literatura. (BARBOSA, 1978, p. 21).

3 1261 Estes acontecimentos acabaram por influenciar a educação também, o domínio do desenho técnico ou geométrico eram os principais atrativos do ensino da arte. Neste contexto, não havia preocupação com criatividade ou expressão artística, unicamente interessava a técnica, a cópia, para preparar os indivíduos à produção industrial, sem a transmissão de conhecimentos em arte. A partir da Semana de Arte Moderna em 1922, realizada em São Paulo, por intelectuais e pintores da época, que iniciaram os debates em busca da valorização do ensino da arte como parte integrante do processo de aprendizagem. A arte-educação começa a ganhar timidamente espaço na sociedade. A Faculdade de Artes do Paraná (FAP), até o final de 1990, do século XX, era denominada Faculdade de Educação Musical do Paraná (FEMP). A FEMP originou-se do Conservatório Estadual de Canto Orfeônico, reconhecido pela Lei Estadual nº. 18 de 27 de março de Segundo Bandeira (2001) o curso do Conservatório, na época com a duração de três anos, visava a formação de professores de música, baseado no método Villa Lobos, o qual pretendia através da apreensão de cultura musical, proporcionar formação moral, intelectual e cívica; além de incentivo às manifestações patrióticas dos participantes de corais nos estabelecimentos de ensino primário e secundário. Em três de janeiro de 1967, o Conservatório Estadual de Canto Orfeônico foi transformado em Faculdade, com a denominação de Faculdade de Educação Musical do Paraná, cuja finalidade é de formar professores especializados para estabelecimentos de ensino primário, secundário, médio e superior. (PARANÁ, 1967, nº. 251) O primeiro curso de graduação da FEMP foi Licenciatura em Música, com duração de quatro anos. Este curso compreendia o Curso de Educação Artística de 1º. Grau, licenciatura curta, com a duração de dois anos e o curso de Licenciatura Plena em Educação Artística, com quatro anos de duração. O primeiro vestibular foi realizado em 1968, com sessenta vagas ofertadas. Conforme Estatuto da FEMP, Artigo 1º. a Faculdade de Educação Musical do Paraná é autorizada a ministrar o Curso Superior de Licenciatura em Educação Artística, além de outros cursos que possam ser autorizados pelo Governo Federal (Reconhecida pelo Governo Federal, pelo Decreto nº de ). As disciplinas ministradas na época, pertenciam aos Departamentos, de acordo com suas respectivas finalidades didáticas e de pesquisa, segundo o Regimento da FEMP (Capítulo V, art. 95

4 1262 e art. 102, s/data). E, a cada um dos professores e pesquisadores, oriundos dos Departamentos, era delegada uma disciplina, com o objetivo principal de ensino e pesquisa. Os Departamentos eram divididos em quatro: Departamento de Matérias Técnico-Culturais; Departamento de Matérias Científicas-Culturais; Departamento de Matérias Práticas; e Departamento de Matérias Pedagógicas. O currículo nos quatro anos do curso contemplava as seguintes disciplinas, conforme Histórico Escolar do Curso Superior Licenciatura em Música (1972): 1º. Série do ciclo básico, ano letivo de 1968: iniciação musical; prática coral; teoria e prática de canto orfeônico; prosódia musical; técnica vocal; teoria musical (som e ritmo); folclore musical e psicologia educacional. 2º. Série do ciclo básico, ano letivo de 1969: harmonia e morfologia; psicologia educacional; teoria e prática de canto orfeônico; técnica vocal; folclore musical; prática coral; teoria musical (som e ritmo) e prosódia musical. 3º. Série do ciclo profissional, Ano, em 1970: instrumentação e orquestração; história da música; estudos de problemas brasileiros; didática e prática de ensino; administração escolar; regência de banda, coro e orquestra; terapêutica pela música; harmonia e morfologia. 4º. Série do ciclo profissional, Ano, em 1971: didática e prática de ensino, história das artes, estética IV; estética V; regência de banda, coros e orquestras. A disciplina história das artes, ministrada na 4ª. série do curso, pertencia ao Departamento de Matérias Técnico-Culturais, conforme Livro Ponto e Diário de Aula (1973 a 1975), o conteúdo programático desta disciplina era contemplado por História da Arte e história da música, ministradas respectivamente pelas professoras Cirlei Donin e Regina Maria Zilli. (DONIN, 2006, p.1) A repartição das disciplinas História da Arte e história da música, ligadas à disciplina história das artes, permaneceu até o ano de Segundo Donin (2006, p. 1) (...) promovi uma reforma curricular, que foi aprovada pelo Conselho Federal de Educação e, desde então, esta matéria ficou intitulada Estética e História da Arte, e durante quase vinte anos exerci esta função na faculdade (...). Esta reforma citada por Donin, refere-se a uma decisão da Congregação e do Conselho Departamental, que em 1974, seguindo a Resolução nº. 23/73, pôde alterar o currículo do curso de Licenciatura em Música incluindo as disciplinas de História da Arte e Folclore Brasileiro. A FEMP tinha a intenção de incluir uma nova Licenciatura, que ocorre no ano seguinte pela aprovação do

5 1263 Conselho Federal de Educação em transformar o Curso de Licenciatura em Música para o curso de Educação Artística, Licenciatura Plena, com habilitação em Música e Artes Plásticas (BANDEIRA, 2001, pg apud BRASIL, 23 outubro de 1973). Neste contexto, foi aprovada a Lei de Diretrizes e Bases nº /71, que determinava a inclusão da disciplina de Educação Artística nos currículos de 1º. e 2º. graus, o que possibilitou à FEMP a mudança efetiva do curso de Educação Musical para Educação Artística, Licenciatura Plena, com habilitação em Música e Artes Plásticas. A partir desta mudança, em 1976 realizou-se o primeiro vestibular, com trinta vagas para cada habilitação. Nesta época houve uma intensa procura por cursos na área de artes, para suprir a demanda das instituições de 1º. e 2º. Graus, devido a aprovação da LDB 5.692/71. É a partir desta reforma curricular e a Lei de Diretrizes e Bases nº /71, que a disciplina denominada Estética e História da Arte, é efetivamente inserida no curso de educação artística para as duas habilitações, música e artes plásticas e ministrada pela professora Cirlei Donin até Para ilustrar, segue abaixo o programa da disciplina Estética e História da Arte I e II, em 1976, com duração de cinco horas semanais, com o conteúdo programático desenvolvido no 1º. e 2º. anos do curso de Educação Artística, comum às habilitações de música e artes plásticas: 1- Arte na Pré-História: pedra; cerâmica; pintura; escultura; música. O homem primitivo. 2- Antiguidade: Arte nas Várias Civilizações: Egito; Mesopotâmia; Pérsia; China; Índia; Creta; Grécia e Roma. 3- Arte Cristã e da Idade Média: Arte Catacumbária e Paleo-Cristã; Arte no período feudal; música Gregoriana. 4- Estilo Gótico: gótico na França e demais países. Músicas de trovadores; formas e instrumentos. 5- Estilo Renascentista: Renascença italiana e demais países europeus. Música renascentista, autores; formas e instrumentos. 6- Estilo Barroco: Barroco Italiano e dos demais países europeus; música; coral; instrumentos e autores. 7- Estilo Rococó 1ª. metade do século XVIII. Rococó Francês; demais países; autores. 8- Neo Clássico Europeu: Classicismo musical. 9- Estilo Romântico: surgimento do romantismo na França; Europa; Américas. Romantismo musical. 10- Estilo Moderno e Contemporâneo: movimentos artísticos modernos. Música moderna e autores. (SECRETARIA DO ESTADO E EDUCAÇÃO, 1976) Cada item deste programa da disciplina era desenvolvido através de aulas expositivas, projeção de slides, debates, estudo em grupos, bibliográfica indicada e pesquisa em outras fontes. A professora recomendava tarefas extra-classe, especialmente para contato com a arte local, que ocorria através de visitas à exposições, participação de concertos temporários na cidade, e posteriormente eram relatados à turma. Este conteúdo permaneceu até o final da década de 80.

6 1264 A Disciplina História da Arte no Âmbito da Cultura Escolar A disciplina História da Arte confere à educação o estudo da sociedade, da cultura e do homem. De acordo com Vazquéz (1999) outros tempos, outros sujeitos históricos, são determinados e estudados pela evolução da história em paralelo à História da Arte, jamais se pode conhecer outra civilização sem ter estabelecido contato com sua arte. Mesmo que, arqueologicamente, esta arte seja apenas um objeto, um ornamento, o seu ressurgir contemporâneo o denomina obra de arte ou objeto de arte. Num contexto sócio-histórico de outras épocas é a história através da arte que nos faz encontrar com o autor, seu pensamento, seu modo de vida e sua leitura de mundo. E, para que este estudo da disciplina História da Arte se constitua numa riqueza teórica e metodológica da transmissão desse saber, é necessário que seu ensino evolua e não apenas transmita o conteúdo programático e os objetivos gerais da disciplina, Mas que o docente responsável, se empenhe em explicar, através da contextualização histórica dos acontecimentos e do contato com as obras de arte, a compreensão do período em estudo seus significados e representações na história. A arte carrega em si todos os elementos dessa história da vida humana e permanece por gerações ilustrando o tempo, os modos de agir e pensar de cada sociedade. Para se compreender o contexto dos questionamentos, deve-se apreender seu lugar na história, as causas, as mudanças e as transformações que articularam. Tal estudo situa-se no campo de investigação da cultura escolar. Existem muitas abordagens sobre cultura escolar, bem como autores que a interpretam de diferentes ângulos. Portanto, apresentarei uma noção de cultura escolar, dada a amplitude do termo. Conforme Juliá (2001, p. 09) (...) cultura escolar é descrita como um conjunto de normas que definem conhecimentos a ensinar e condutas a inculcar, e um conjunto de práticas que permitem a transmissão desses conhecimentos e a incorporação desses comportamentos. Esta definição, bem como a de Viñao Frago (1995) que apresenta em seus estudos três dimensões para a cultura escolar: o espaço, tempo escolares, e, em menor importância a linguagem e os modos de comunicação, como fatores que afetam as ações do ser humano na sua consciência individual e coletiva, o espaço é uma construção social e assim a escola representa uma modalidade de espaço e conhecimento na vida humana. Estas duas abordagens se complementam, na medida em que a noção de cultura escolar proposta por Juliá (1990) é determinada, também, em um dado espaço e tempo escolares.

7 1265 Neste sentido, cultura escolar, numa concepção mais abrangente, é o estudo do espaço em que se foram edificando normas, práticas, saberes e valores de uma determinada época e resultaram na incorporação e transmissão destes conhecimentos por uma sociedade. É através do estudo dos processos e produtos resultantes destas práticas e saberes escolares internos da escola que podemos analisar a cultura escolar. Segundo os autores Pessanha, Daniel e Menegazzo (2004, p. 63) (...) para analisar a cultura escolar, é preciso analisar o conjunto das normas e práticas definidoras dos conhecimentos que aquela sociedade desejava que fossem ensinados, e os valores e comportamentos a serem impostos. Estas práticas educacionais são produzidas pela sociedade, analisadas pelas relações que mantém em dado momento histórico e representadas pelo conjunto cultural inscrito no contexto social, político, cultural de seus sujeitos. De acordo com Faria Filho (2002) estas dimensões do tempo nos permitem articular em tempo mais longo ou tempo mais curto os saberes e as práticas escolares circunscritos na escola. O período de estudo enfocado neste artigo, de 1970 a 1980, é um tempo relativamente curto, no espaço da história, mas já representativo para a história de uma disciplina, em especial da disciplina História da Arte que nasceu da inquietação de uma professora e marcou uma década com sua dedicação. Pensar os conhecimentos que a história da disciplina História da Arte confere, como parte de uma cultura escolar é reconhecer os saberes transmitidos, no decorrer de sua prática. É de fato a história das disciplinas escolares, hoje em plena expansão, que procura preencher esta lacuna. Ela tenta identificar, tanto através das práticas de ensino utilizadas na sala de aula como através dos grandes objetivos que presidiam a constituição das disciplinas, (...) ela abre, em todo caso, para retomar uma metáfora aeronáutica, a caixa preta da escola, ao buscar compreender o que ocorre neste espaço particular. (JULIÁ, 1990, p. 12). É neste campo de estudo que desenvolvo a pesquisa da disciplina História da Arte, ancorada nos estudos de Chervel (1990), para o qual a história da palavra disciplina e a expressão disciplina escolar até o final do século XIX, significava não mais que a vigilância de estabelecimentos e a repressão de condutas não condizentes à boa ordem e educação dos alunos. De acordo com as concepções deste autor, a disciplina, em qualquer campo que se encontre, é uma maneira de disciplinar o espírito, o que significa empregar métodos e regras que possam demonstrar os diferentes domínios do pensamento, do conhecimento e da arte.

8 1266 A história da disciplina História da Arte, o espaço e o tempo em que se desenvolveu, a instituição, os sujeitos que a representaram, o momento histórico em que se inseriu, bem como as fontes que privilegiaram seu registro, são elementos de uma cultura escolar reconstituída. Desde que se compreenda em toda a sua amplitude a noção de disciplina, desde que se reconheça que uma disciplina escolar comporta não somente as práticas docentes da aula, mas também as grandes finalidades que presidiam sua constituição e o fenômeno de aculturação de massas, que ela determina, então a história das disciplinas escolares pode desempenhar um papel importante não somente na história da educação mas na história cultural. (CHERVEL, 1990, p. 184). De acordo com essa concepção, busquei na pesquisa encontrar as características criativas, espontâneas e originais que permearam a constituição da disciplina História da Arte na FEMP. Foi através do contato direto com as fontes pesquisadas que percebi o universo de informações que elas trazem ao presente. Pois remontam o pensamento de um período, a prática docente, os saberes ensinados, e transmitem o que a sociedade naquele momento inculcava, criava, através dos documentos originais. A disciplina de acordo com Chervel (1990), em qualquer campo que se encontre, é uma maneira de disciplinar o espírito, o que significa empregar métodos e regras que possam demonstrar os diferentes domínios do pensamento, do conhecimento e da arte. A história dos conteúdos é o núcleo do qual a história das disciplinas se constitue. Para tanto, busquei nas fontes documentais da FEMP material que estivesse de acordo com esse pensamento. Nesta busca, examinei documentos no arquivo morto da FEMP, foram localizados os Diários de Aula, Livro Ponto, dos anos 1973 a 1975, em estado delicado de conservação. Nestes documentos pude verificar os primeiros passos da disciplina História da Arte, ainda nesta época ministrada em conjunto com a disciplina história da música. Em seguida nos Diários de Classe de 1976 a 1980, que constavam os conteúdos detalhadamente aplicados, os quais a professora tinha o hábito de anotar, com letra legível, o conteúdo da aula ministrado a cada dia,e ainda o Relatório Anual da FEMP dos anos 1977 a 1980 que continha informações variadas da instituição. Estes elementos compõem uma cultura escolar interna, nos quais constatei os conteúdos da disciplina. O depoimento da professora, bem como a documentação encontrada ajudaram a investigar e remontar a história da disciplina História da Arte. Todo esse material é precioso à minha pesquisa e registro indelével à história de uma disciplina escolar. Estes documentos foram copiados manualmente e alguns cuidadosamente fotografados e repassadas para o computador.

9 1267 Estabelecer as ligações do campo teórico com os objetos de estudo encontrados, representam um valor da prática no campo da cultura escolar. Através da consulta às fontes primárias, tais como, documentos da instituição, depoimentos, objetos que retratam um tempo, uma prática, um saber, é possível desvendar e compreender o cotidiano escolar, bem como os sujeitos que participaram desta história. O campo da cultura escolar, aos nossos olhos, traz à luz do presente o resgate e a compreensão dos fundamentos, práticas e saberes que contribuíram, para a formação do arte-educador da Faculdade de Artes do Paraná, ao longo de sua história. REFERÊNCIAS BANDEIRA, Denise A. Mudanças do Saber em Arte: descobrindo compatibilidades do saber a ser ensinado na disciplina de desenho artístico, curso de Educação Artística da Faculdade de Artes do Paraná. Curitiba, Dissertação (Programa de Pós-Graduação-Currículo e Conhecimento) UFPR. BARBOSA, Ana Mae T.B. Teoria e Prática da Educação Artística. São Paulo: Cultrix, Arte e Educação no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1978 BRASIL. Decreto Presidencial nº , de 12 de abril de 1976, Artigo 1º. Fica autorizada a transformação do Curso de Música para curso de Educação Artística, licenciatura de 1º. Grau e plena, com habilitações em Música e em Artes Plásticas, da Faculdade de Educação Musical do Paraná. Diário Oficial (Seção 1 Parte 1), Brasília, 13 de abril de Portaria MEC nº. 532, de 03 de outubro de 1980, Ministério da Educação e Cultura. Reconhecimento do Curso de Educação Artística da Faculdade de Educação Musical do Paraná, Diário Oficial. Brasília, 08 de outubro de 1980 CHERVEL, André. História das disciplinas escolares: reflexões sobre um campo de pesquisa. Teoria e Educação, 2, p , 1990 FARIA FILHO, Luciano M. Escolarização, culturas e práticas escolares no Brasil: elementos teóricos-metodológicos de um programa de pesquisa. In: LOPES, Alice C; MACEDO Elizabeth. Disciplinas e Integração Curricular, Rio de Janeiro: DP&A, 2002 JULIÁ, Dominique. A Cultura Escolar como Objeto Histórico. Revista Brasileira de Educação, nº.1, jan/jun., 2001 PARANÁ. Atos do Poder Legislativo, Lei nº , de 03 de janeiro de Súmula: Transforma em Faculdade de Educação Musical o atual Conservatório Estadual de Canto Orfeônico, criado pela

10 1268 Lei nº.18 de 27 de março de 1956 e dá outras providências. Diário Oficial do Estado do Paraná. Curitiba, nº. 251, 04 de janeiro de Atos do Poder Legislativo, Lei nº , de 02 de maio de Súmula: Transforma em Faculdade de Educação Musical do Paraná o Conservatório Estadual de Canto Orfeônico e dá outras providências. Diário Oficial do Estado do Paraná. Curitiba, nº. 50, 03 de janeiro de PESSANHA Eurize C.; DANIEL Maria E. B.; MENEGAZZO Maria A. Da história das disciplinas escolares à história da cultura escolar: uma trajetória de pesquisa. Revista Brasileira de Educação, nº. 27, set/out/nov/dez, 2004 VAZQUÉZ, Adolfo S. Convite à Estética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, VIÑAO FRAGO, A. Historia de la educación e historia cultural Posibilidades, problemas cuestiones. Revista Brasileira de Educação, ANPED, nº.0, set/out/nov/dez 1995 Documentos da Faculdade de Artes do Paraná: DONIN, Cirlei. Entrevista, gravada e transcrita em junho ESTADO DO PARANÁ. Regimento, Curitiba: Secretaria de Estado da Educação e da Cultura, Faculdade de Educação do Paraná (Reconhecida pelo Governo Federal, pelo Decreto nº de ) ESTADO DO PARANÁ. Estatuto da Autarquia Faculdade de Educação Musical do Paraná, Curitiba: Secretaria de Educação e Cultura, Faculdade de Educação Musical do Paraná (Reconhecida pelo Governo Federal, pelo Decreto nº de ). FACULDADE DE EDUCAÇÃO MUSICAL. Diário de Classe, Estética e História da Arte, classe Educação Artística, anos letivos 1976 a FACULDADE DE EDUCAÇÃO MUSICAL DO PARANÁ. Livro Ponto e Diário de Aula, Licenciatura em Música, anos letivos de 1973 a FACULDADE DE EDUCAÇÃO MUSICAL DO PARANÁ. Relatório Anual, anos letivos: 1977, 1978, 1979 e SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA. Histórico Escolar Curso Superior Licenciatura em Música, Curitiba, PR: Faculdade de Educação Musical do Paraná,1972. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Programa da Disciplina: Estética e História da Arte I e II. Departamento de Matérias Técnico-Culturais. Faculdade de Educação Musical do Paraná, Curitiba, 1976.

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