SUMÁRIO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO E GESTAÇÃO 8 NANOTECNOLOGIA:NANOPARTÍCULAS DE OURO UTILIZADAS EM TERAPIAS QUIMICAS 9

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SUMÁRIO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO E GESTAÇÃO 8 NANOTECNOLOGIA:NANOPARTÍCULAS DE OURO UTILIZADAS EM TERAPIAS QUIMICAS 9"

Transcrição

1

2 SUMÁRIO ANÁLISE SENSORIAL E QUALIDADE DA CARNE BOVINA PROVENIENTE DE CRUZAMENTO ENTRE RAÇAS ADAPTADAS E NÃO ADAPTADAS 1 INFLUÊNCIA DA DIETA NA QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA E SENSORIAL DE CARNE BOVINA PROVENIENTE DE ANIMAIS CRUZADOS. 2 PADRONIZAÇÃO DO TESTE DE DESENVOLVIMENTO LARVAR (TDL) PARA O DIAGNÓSTICO DA RESISTÊNCIA DE NEMATOIDES GASTRINTESTINAIS DE PEQUENOS RUMINANTES A ANTI- HELMÍNTICOS 3 AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIPARASITÁRIA DE FORMULAÇÃO À BASE DE UMA QUINONA EM OVINOS SANTA INÊS, ARTIFICIALMENTE INFECTADOS COM HAEMONCHUS CONTORTUS 4 BIODEGRADAÇÃO DE CORANTES E RESÍDUOS POR MICRORGANISMOS ENDOFÍTICOS E DO SOLO ISOLADOS NA REGIÃO DO CERRADO DE SÃO CARLOS, SP 5 EFEITO DO OLÉO ESSENCIAL DE MENTHA PIPERITA L. ASSOCIADO AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO NA REGULAÇÃO DA FIBROSE HEPÁTICA DURANTE A ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA EXPERIMENTAL 6 ESTUDO DO METABOLISMO NITROGENADO DO PEIXE DE ÁGUA DOCE, MATRINXÃ (BRYCON AMAZONICUS), EXPOSTO AO INSETICIDA PIRETROIDE LAMBDA-CIALOTRINA 7 LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO E GESTAÇÃO 8 NANOTECNOLOGIA:NANOPARTÍCULAS DE OURO UTILIZADAS EM TERAPIAS QUIMICAS 9 PADRONIZAÇÃO DO TESTE DE DESENVOLVIMENTO LARVAR PARA O DIAGNÓSTICO DA RESISTÊNCIA DE NEMATOIDES GASTRINTESTINAIS DE PEQUENOS RUMINANTES A ANTI-HELMÍNTICOS 10 PRODUÇÃO DE ENZIMA AMILOLÍTICA POR MICRORGANISMOS ENDOFÍTICOS ISOLADOS DA PLANTA XYLOPIA AROMATICA DA REGIÃO DO CERRADO 11 PURIFICAÇÃO DA ENZIMA ALOSTÉRICA GLUCOSAMINA-6-FOSFATO DESAMINASE DE ESCHERICHIA COLI PARA EXPERIMENTOS DE CRISTALOGRAFIA E RMN 12 RELAÇÃO ENTRE ALEITAMENTO MATERNO E ESTADO NUTRICIONALDE PRÉ-ESCOLARES 13 SELEÇÃO DE DESCRITORES MOLECULARES ESTRUTURAIS RESPONSÁVEIS PELOS PROBLEMAS RELACIONADOS COM MEDICAMENTOS 14 SÍNTESE DE FLAVONOIDES PELO FUNGO MARINHO PENICILLIUM RAISTRICKII CBMAI TESTE LEISHMANICIDA COM AURANOFIN 16 A COMUNICAÇÃO DO ENFERMEIRO COM OS USUÁRIOS SURDOS NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DE SÃO CARLOS. 17 A COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA DA EQUIPE DE ENFERMAGEM COM O PACIENTE ONCOLÓGICO NA VISÃO DE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 18 A EXPERIÊNCIA DE SER MÃE APÓS OS 35 ANOS 19 A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO NO CUIDADO AO PACIENTE HOSPITALIZADO: A VISÃO DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM 20 A INFLUÊNCIA DO MARKENTIG FARMACÊUTICO NO USO ABUSISVO DOS MEDICAMENTOS 21 A MASCULINIDADE COMO FATOR IMPEDITIVO PARA O ACESSO AOS SERVIÇOS E AUTOCUIDADO: ÊNFASE NOS TRABALHADORES DA ZONA RURAL 22 A PERCEPÇÃO DO USUÁRIO DE CRACK EM RELAÇÃO AO APOIO FAMILIAR 23 A PREVENÇÃO NA INCIDÊNCIA DO CÂNCER BUCAL 24

3 A RADIOLOGIA FORENSE EM MEDICINA LEGAL 25 A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM UM HOSPITAL ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS 26 AÇÕES DE PROMOÇÃO A SAÚDE DESENVOLVIDA PELO ENFERMEIRO NA USF 27 ALTERAÇÕES DOS COMPONENTES DO SISTEMA IMUNOLÓGICO EM PACIENTES QUE APRESENTAM ESQUIZOFRENIA RELACIONADOS AO USO DE HALOPERIDOL 28 ANÁLISE DA QUALIDADE DAS PRESCRIÇÕES MÉDICAS E SUAS POSSÍVEIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS. 29 ANÁLISE DE FATORES CONTAMINANTES, ESTABILIDADE, CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA DEGRADAÇÃO DE PRODUTOS COSMÉTICOS 30 ANÁLISE DO USO DE SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS NA POPULAÇÃO UNIVERSITÁRIA DE CURSOS DA ÁREA DA SAÚDE EM UM CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SÃO CARLOS, SP 31 ANÁLISE DOS FATORES CONTAMINANTES, ESTABILIDADE, CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA DEGRADAÇÃO DE PRODUTOS COSMÉTICOS. 32 ANÁLISE E OBSERVAÇÃO DA EVOLUÇÃO DE ÚLCERAS POR PRESSÃO EM TRATAMENTO DOMICILIAR 33 ANÁLISE FÍSICO QUÍMICA (PH) DE ALGUNS ALIMENTOS LÍQUIDOS INDUSTRIALIZADOS E PREPARADOS E A RELAÇÃO DO PH DESSES ALIMENTOS COM A ESTRUTURA QUÍMICA E A SOLUBILIDADE DE ALGUNS FÁRMACOS. 34 ANSIEDADEE ESTRESSE EM CARDIOPATAS SUBMETIDOS OU NÃO Á CIRURGIA CARDÍACA 35 ANTIOXIDANTE ÁCIDO ASCÓRBICO UTILIZADO EM FORMULAÇÕES ANTIENVELHECIMENTO 36 AS NOVAS TENDENCIAS DA ASPIRINA 37 AS PERSPECTIVAS DOS ENFERMEIROS FRENTE À SAÚDE DO IDOSO PORTADOR DE DIABETES MELLITUS 38 ASPECTOS RELACIONADOS AO CONHECIMENTOS DOS GRADUANDOS DE ENFERMAGEM QUANTO À ONCOLOGIA 39 ASPECTOS RELEVANTES DA RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA 40 ASPIRAÇÃO DE CORPO ESTRANHO: UM TEMA A SER ABORDADO PELO ENFERMEIRO NAS CONSULTAS DE PUERICULTURA 41 ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DA ANNONA CACANS FRENTE A PATÓGENOS DE HUMANOS 42 AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA E DIETÉTICA DAS ALUNAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRAL PAULISTA - UNICEP. 43 AVALIACAO DA EFICÁCIA DE UMA INTERVENCAO COMPORTAMENTAL A PESSOAS DIAGNOSTICADAS COM DOR CRÔNICA 44 AVALIAÇÃO DA INGESTÃO DE FERRO EM PRÉ-ESCOLARES 45 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO POÇO ANTONIO FISCHER DOS SANTOS NO MUNICIPIO DE SÃO CARLOS. 46 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE COMPRIMIDOS DE LOSARTANA POTÁSSICA 50 MG (GENÉRICO) DISTRIBUÍDOS PELO SISTEMA PUBLICO DE SAÚDE DE SÃO CARLOS - SP 47 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE COMPRIMIDOS DE LOSARTANA POTÁSSICA 50 MG (GENÉRICO) DISTRIBUÍDOS PELO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE DE SÃO CARLOS - SP 48 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE DROGAS VEGETAIS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE SÃO CARLOS/SP 49

4 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA E DA MOBILIDADE E EQUILÍBRIO EM TAREFAS DE ATENÇÃO SIMPLES E COMPLEXAS EM INDIVÍDUOS COM ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO 50 AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS EM QUEIJO FRESCO ARTESANAL E INSPECIONADO NO MUNICÍPIO DE DESCALVADO SP 51 AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA DURANTE JOGO VIRTUAL COM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS E COM DPOC 52 AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS: UMA COMPARAÇÃO ENTRE OS RESULTADOS DE IMC E DE GORDURA CORPORAL. 53 AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE ESTUDANTES DA ÁREA DA SAÚDE DO UNICEP 54 AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE ESTUDANTES DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 55 AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE UNIVERSITÁRIAS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DO UNICEP 56 AVALIAÇÃO DO POTENCIAL INIBITÓRIO DE ALHO (ALLIUM SATIVUM) SOBRE AMOSTRAS BACTERIANAS DE STAPHYLOCOCCUS AUREUS E ESCHERICHIA COLI 57 AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE PRÉ-NATAL OFERECIDO NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DA CIDADE DE SÃO CARLOS SP 58 AVALIAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO DO USO DE FOTOPROTETOR DA POPULAÇÃO NAS CIDADES DE SÃO CARLOS E BROTAS 59 AVALIAÇÃO GERIÁTRICA AMPLA: UMA COMPARAÇÃO DAS CONCEPÇÕES DOS IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS DOS IDOSOS QUE VIVEM EM AMBIENTE FAMILIAR 60 AVALIAR O PADRÃO DE CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NA POPULAÇÃO ASSISTIDA EM UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS ATRAVÉS DO INSTRUMENTO ASSIST?. 61 CINÉTICA DO CONSUMO DE OXIGÊNIO E DA FREQUÊNCIA CARDÍACA DURANTE O TESTE DE CAMINHADA DE SEIS MINUTOS EM MULHERES OBESAS 62 COMPARAÇÃO DO CONHECIMENTO DE MULHERES COM DIFERENTES NÍVEIS EDUCACIONAIS SOBRE A REALIZAÇÃO DO EXAME CITOPATOLÓGICO 63 CONTRIBUIÇÕES PARA COMPREENSÃO DA IMPORTÂNCIA DO BRINCAR 64 CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE VITIMA DE ACIDENTE OFÍDICO 65 DESCARTE DE RESÍDUOS DE MEDICAMENTOS DOMICILIARES NO BRASIL E NO MUNDO 66 DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DE DOENÇAS PULMONARES 67 DISSERTAÇÕES E TESES BRASILEIRAS SOBRE A DOENÇA DE ALZHEIMER: UM OLHAR PARA INTERVENÇÕES PSICOLÓGICAS A CUIDADORES DE DOENTES E ALZHEIMER 68 EFICÁCIA E SEGURANÇA DE PEELINGS QUÍMICOS. 69 ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS DE MEDICAMENTOS SIMILARES E DE REFERÊNCIA CONTENDO ENALAPRIL E CAPTOPRIL NA FORMA FARMACÊUTICA COMPRIMIDO 70 ESTADO NUTRICIONAL DE ESTUDANTES DA BIOMEDICINA DO UNICEP 71 ESTUDO DA QUALIDADE DA ÁGUA E DO SEDIMENTO EM UM LAGO ARTIFICIAL E EM EFEITOS SOBRE VERTEBRADOS (RATOS) 72 ESTUDO DE CASO SOBRE AS VIVÊNCIAS NA MENOPAUSA 73 ESTUDO DO CLORIDRATO DE SELEGILINA PARA O TRATAMENTO DA DOENÇA DE PARKINSON 74

5 ESTUDO DOS MÚSCULOS 75 ESTUDOS SOBRE A ESTRATEGIA SAUDE DA FAMILIA NO BRASIL NOS ULTIMOS 5 ANOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA 76 FIBRAS ALIMENTARES E BIODISPONIBILIDADES DE NUTRIENTES 77 FISIOTERAPIA INTENSIVA NO TRATAMENTO DE PARALISIA CEREBRAL 78 GASTRONOMIA HOSPITALAR: A IMPORTÂNCIA DE NÃO SÓ ALIMENTAR, MAS DE BEM NUTRIR 79 GERENCIAMENTO E DESCARTE DE MEDICAMENTOS À LUZ DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL 80 GRUPO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA: PROJETO PARA MELHORA DOS SINTOMAS DE UM GRUPO DE INDIVÍDUOS INCONTINENTES NA USF SANTA ANGELINA 81 HABILIDADES SOCIAIS CONJUGAIS EM MULHERES COM DOR CRÔNICA 82 HABILIDADES SOCIAIS EM MULHERES COM E SEM DOR CRÔNICA 83 HIPERDIA O CONVÍVIO COM A HIPERTENSÃO ARTERIAL E O DIABETES MELLITUS 84 HIPERTENSÃO GESTACIONAL - UMA REVISÃO DA LITERATURA 85 IDENTIFICAÇÃO, DELEÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE PEROXIRREDOXINAS DO FUNGO PATÓGENO OPORTUNISTA HUMANO ASPERGILLUS FUMIGATUS. 86 INFECÇÃO HOSPITALAR E O USO IRRACIONAL DE ANTIBIÓTICOS E RESISTÊNCIA BACTERIANA. 87 INFLUÊNCIA DA HEMODIÁLISE NO ESTADO NUTRICIONAL DE PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA 88 INFLUÊNCIA DE ALGUMAS VARIÁVEIS NO EQUILÍBRIO POSTURAL DE IDOSOS COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - ESTUDO PILOTO 89 NANOTECNOLOGIA APLICADA A PRODUTOS FARMACÊUTICOS 90 NOVO USO TERAPÊUTICO DO FÁRMACO ZAFIRLUCASTE PARA TRATAMENTO DE CONTRATURA CAPSULAR. 91 O ALEITAMENTO MATERNO NA PRÁTICA CLINICA DO ENFERMEIRO 92 O PAPEL DO ACOMPANHANTE DURANTE A HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA 93 PERÍCIA CRIMINAL: O FARMACÊUTICO E A BALÍSTICA FORENSE 94 PRÁTICAS DE ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR NO PRIMEIRO ANO DE VIDA 95 PREVALÊNCIA DE CRYPTOCOCCUS SP EM POMBOS URBANOS DA CIDADE DE SÃO CARLOS- SP 96 PREVALÊNCIA DE ENTEROPARASITAS EM AREIA DE PRAÇAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS - SP 97 REALIDADE VIRTUAL E RELAÇÃO COM A FUNCIONALIDADE DE IDOSOS COM DPOC 98 REINCIDÊNCIA DE GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: FATORES SOCIO-ECONÔMICOS E CULTURAIS EM UMA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DE SÃO CARLOS 99

6 RESPOSTAS AGUDAS DA GLICEMIA AO EXERCICIO AERÓBICO CONTÍNUO E INTERVALADO EM PORTADORES DE DIABETES MELLITUS TIPO TECENDO A HUMANIZAÇÃO ATRAVÉS DAS LAÇADAS DE TRICÔ: UMA PRÁTICA INOVADORA EM SAÚDE. 101 TRATAMENTO MEDICAMENTOSO E NÃO MEDICAMENTOSO DA DOENÇA DE PARKINSON 102 TREINO DE EQUILÍBRIO EM PACIENTES HEMIPARÉTICOS ATRAVÉS DA REABILITAÇÃO VIRTUAL 103 VANTAGENS DA RADIOCIRURGIA NO TRATAMENTO DE METASTASES CEREBRAIS 104 VIOLÊNCIA CONTRA MULHER: DOR QUE NÃO TEM TAMANHO 105 A INFLAÇÃO A PARTIR DA TEORIA QUANTITATIVA DA MOEDA 106 AVALIAÇÃO DE USABILIDADE ENTRE SISTEMAS SIMULADORES DE REDES COM FIBRA ÓPTICA 107 CARACTERIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM JOGO ELETRÔNICO UTILIZANDO UM GAME ENGINE 108 CONTROLE DE VERSÃO DE SOFTWARE UTILIZANDO METODOLOGIA SCRUM 109 DESENVOLVIMENTO DE APP PARA A PLATAFORMA ANDROID APOIADO POR TDD (TEST-DRIVEN DEVELOPMENT) 110 ESTUDO DAS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS DE PRIMEIRA E SEGUNDA ORDEM: APLICAÇÕES À ENGENHARIA 111 SISTEMA DE APOIO À DECISÃO E CONTROLE EPIDEMIOLÓGICO: RASTREAMENTO DO FOCO DE DENGUE NA CIDADE DE RIO CLARO SP 112 USABILIDADE DE MÉTRICAS APLICADAS AO PROCESSO PRODUTIVO DE MICROEMPRESAS 113 A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 114 A IMPORTÂNCIA DAS TEORIAS DE ISAAC NEWTON NO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO 115 A IMPORTÂNCIA DO ENSINO FUNDAMENTAL NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA 116 A INFLUÊNCIA DA FAMÍLIA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL 117 A LIVRE AQUISIÇÃO DE TERRAS POR ESTRANGEIRO NO BRASIL E A SOBERANIA E SEGURANÇA NACIONAL 118 A POSSIBILIDADE JURÍDICA DE ADOÇÃO POR CASAIS HOMOAFETIVOS 119 A RELAÇÃO DO LAZER E DA MÚSICA JUNTO ÀS COMUNIDADES 120 A SURDEZ E A INCLUSÃO ESCOLAR 121 A VIDA DE JEAN JACQUES ROUSSEAU E AS SUAS IDEIAS SOBRE EDUCAÇÃO 122 A VIOLÊNCIA LUCRATIVA: A EVOLUÇÃO DA SEGURANÇA PRIVADA EM CAMAQUÃ/RS 123 ADOÇÃO INTERNACIONAL 124

7 ALEXANDRE, O GRANDE: O IMPERADOR SECULAR, INSPIRAÇÃO PARA A VIDA MODERNA 125 ALIENAÇÃO PARENTAL 126 ASPECTOS DA LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 127 COMO INSERIR A LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NOS PRIMEIROS ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL? 128 CONVÍVIO FAMILIAR ENTRE PRESOS 129 DE KANT A RATZEL: A ESCOLA GEOGRÁFICA ALEMÃ 130 DELEGACIA DE SAÚDE DE SÃO CARLOS: UMA TENTATIVA DE REFORMA SANITARISTA NO MUNICÍPIO EM FORMAÇÃO? 131 DIREITO DE ANTENA AS DIFERENTES LEGISLAÇÕES MUNICIPAIS 132 EDUCAÇÃO AMBIENTAL UMA NOVA TENDÊNCIA EM EDUCAÇÃO. 133 EFEITOS DA RADIOTERAPIA NO TRATAMENTO DE CABEÇA E PESCOÇO 134 ESTUDO ALTERNATIVO DAS AÇÕES DOS MUSCULOS 135 GUARDA COMPARTILHADA E A PROBLEMÁTICA DA IMPOSIÇÃO E DA FORMA CONSENSUAL DESSE NOVO MODELO 136 IMPACTO AMBIENTAL CAUSADO PELA ÁGUA DE LASTRO NO TRANSPORTE MARÍTIMO 137 IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA AMBIENTAL 138 JEAN JACQUES ROUSSEAU 139 JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE E DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA: O ACESSO AOS TRATAMENTOS EXPERIMENTAIS EM PLANOS DE SAÚDE PRIVADOS 140 NOVAS FAMÍLIAS E O PRINCÍPIO DO MELHOR INTERESSE DO MENOR 141 O BRINCAR E A MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A IMPORTÂNCIA DE APRENDER COM O LÚDICO 142 O DESAFIO DE PROMOVER UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA 143 O PROCESSO JUDICIAL DA ADOÇÃO INTERNACIONAL 144 O PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO VEGETAL DA MINERAÇÃO DESCALVADO E O DIREITO AMBIENTAL: O PRINCÍPIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL 145 O PROJETO PATRULHA MARIA DA PENHA COMO FERRAMENTA DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM PORTO ALEGRE 146 O SISTEMA PROGRESSIVO DE REGIME PRISIONAL NO BRASIL 147 O TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA EM CRACK E SEUS OBSTÁCULOS 148 ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA DE ORÇAMENTO E CONTROLADORIA 149

8 OS GUARANIS NA BR 116: ENTRE A CULTURA, A FOME E O DESCASO 150 OS INTERTEXTOS ENTRE SUPER- HERÓIS E PERSONAGENS MITOLÓGICOS GRECO- ROMANOS 151 PENHORA "ON-LINE" EM ATIVOS FINANCEIROS 152 PENSÃO ALIMENTÍCIA E A INCLUSÃO DO DEVEDOR DE ALIMENTOS NOS ÓRGÃOS DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO: DIREITO À VIDA DIGNA VERSUS DIREITO À PRIVACIDADE 153 REGIME DIFERENCIADO DE CONTRATAÇÕES PÚBLICAS PARA OS EVENTOS ESPORTIVOS DE 2014 E 2016 (LEI /11). 154 RENÉ DESCARTES 155 SETORIZAÇÃO DE BAIRROS POPULARES: UMA BARREIRA AO MUNDO CONTEMPORÂNEO 156 SPED EFD CONTRIBUIÇOES 157 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PROGRESSIVA DO ICMS NO ESTADO DE SÃO PAULO 158 UM ESTUDO ACERCA DA EVOLUÇÃO DA VIOLÊNCIA NO CAMPO: O CASO DO INTERIOR DO MUNICÍPIO DE CAMAQUÃ/RS 159 BAMBU NA CONSTRUÇÃO CIVIL: LEVANTAMENTO DAS POSSIBILIDADES DO USO DO BAMBU EM PROJETOS CONTEMPORÂNEOS 160 PRINCÍPIO DA IGUALDADE E ALIMENTOS COMPENSATÓRIOS NO ÂMBITO DO DIREITO CIVIL- CONSTITUCIONAL 161 PRINCÍPIO DA IGUALDADE E ALIMENTOS COMPENSATÓRIOS NO ÂMBITO DO DIREITO CIVIL- CONSTITUCIONAL 162 PROBLEMAS AMBIENTAIS E SEUS IMPACTOS NA PERIFERIA 163 UM ESTUDO BIBLIOMÉTRICO SOBRE ESTRATÉGIA EMPRESARIAL 164 DESENVOLVIMENTO DE ROTINA DEDICADA À AUTOMATIZAÇÃO DA ANÁLISE DE RESULTADOS EXPERIMENTAIS DE UMA NOVA METODOLOGIA PARA DETERMINAÇÃO DE ALCALINIDADE NO TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS 165 ELETROÍMÃS COMO FONTE DE GERAÇÃO DE ENERGIA EM GERADORES PARA ABASTECIMENTO DE CIDADES 166 MODELAGEM CINÉTICA PARA AUMENTO DE ESCALA DE RBS USADO NO TRATAMENTO AVANÇADO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS DE ABATEDOURO DE FRANGO 167 ANÁLISE COMPORTAMENTAL DOS PERSONAGENS FEMININOS DE NELSON RODRIGUES 168 AS CRUELDADES QUE ENVOLVEM OS CONTOS DE FADAS E A MITOLOGIA 169 COMO A LINGUAGEM DAS PERSONAGENS DE LISPECTOR DIALOGA ENTRE SI 170 EDUCACAO FEMININA E SUA EVOLUCAO ATRAVES DOS TEMPOS 171 ELEMENTOS QUE AFIRMAM E OUTROS QUE CONTRADIZEM A LEGITIMIDADE DAS OBRAS COM A AUTORIA DE WILLIAM SHAKESPEARE 172 MACUNAÍMA AS NARRATIVAS FOLCLÓRICAS CRIANDO INTERTEXTUALIDADES 173 MEDIAÇÕES DE LEITURA: A FORMAÇÃO DO LEITOR CRÍTICO PARA O PLENO EXERCÍCIO DA CIDADANIA. 174

9 O FORTALECIMENTO DO NACIONALISMO NA OBRA RETIRADA DA LAGUNA DO VISCONDE DE TAUNAY 175 O ROMANCE REGIONALISTA DE JOSÉ DE ALENCAR - ENTRELAÇAMENTOS ESTRUTURAIS E TEMÁTICOS 176 PLÍNIO MARCOS - UM TEATRO DE MARGINALIDADES 177 PROSOPOPEIA, O URAGUAI, CARAMURU- RELEITURAS ESTRUTURAIS E TEMÁTICAS SOB O ENFOQUE BAKHTINIANO 178 RELATOS BÍBLICOS COM MULHERES MÁS E SEUS DESDOBRAMENTOS EM CONTOS DE FADAS 179 AGÊNCIAS PUBLICITÁRIAS ESPECIALIZADAS EM AGÊNCIAS BANCÁRIAS: UM MARKETING A SER EXPLORADO 180 AUDITORIA DE SISTEMAS APLICADA EM AMBIENTES CORPORATIVOS 181 AUTO ESTIMA E ENFRENTAMENTO DA VULNERABILIDADE SOCIAL EM MULHERES CHEFES DE FAMILIA 182 BANCO DE DADOS PARA DISPOSITIVOS MOVEIS 183 DIREITO DE ESQUECIMENTO: CONFLITO ENTRE OS DIREITOS DE PERSONALIDADE E A LIBERDADE DE INFORMAÇÃO NA MÍDIA 184 ELETROGERAÇÃO DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO EM MEIO ALCALINO ATRAVÉS DA REAÇÃO DE REDUÇÃO DE OXIGÊNIO UTILIZANDO ELETRODO DE DIFUSÃO GASOSA (EDG) 185 MONTESQUIEU E OS TRÊS PODERES: LEGISLATIVO, EXECUTIVO E JUDICIÁRIO 186 OS ASPECTOS JURÍDICOS DOS REFUGIADOS AMBIENTAIS 187 OS BENÉFICOS DO ÔMEGA N- 3 NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DOENÇAS CARDÍACAS 188 REGRA MATRIZ DO IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO 189 VANTAGENS DA DOSIMETRIA OPTICAMENTE ESTIMULADA EM MONITORAÇÃO INDIVIDUAL EXTERNA 190

10 ANÁLISE SENSORIAL E QUALIDADE DA CARNE BOVINA PROVENIENTE DE CRUZAMENTO ENTRE RAÇAS ADAPTADAS E NÃO ADAPTADAS FRANCISCO, V. C. (CO-AUTOR); ZENATTI, D. P. (CO-AUTOR); PERSEGUINI, A. C. (AUTOR PRINCIPAL); FERREIRA, A. U. C. (CO-AUTOR); PEREIRA, C. A. M. (CO-ORIENTADOR); NASSU, R. T. (ORIENTADOR) UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - (UNICAMP); ; UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - (UFC) Os consumidores estão se tornando mais esclarecidos e exigentes, buscando por produtos de maior qualidade. A análise sensorial é definida como a disciplina científica usada para evocar, medir, analisar, e interpretar reações das características dos alimentos e dos materiais de forma que são percebidas pelos sentidos da visão, do olfato, do gosto, do tato e da audição, segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT,1993). Este trabalho teve como objetivo geral avaliar a qualidade (ph, cor, capacidade de retenção de água, perda por cocção e força de cisalhamento) e aceitação sensorial da carne bovina, de animais provenientes do cruzamento entre raças adaptadas e não adaptadas, submetidos a diferentes sistemas de produção (pasto e confinamento). Inicialmente foram realizados testes preliminares para a preparação da amostra, padronização do sal e óleo de soja e com os resultados foi estipulado uma metodologia de preparação para todas as amostras (descongelamento das peças de contra filé, armazenamento dos bifes, preparação tempero dos bifes, método e tempo de preparação, corte das amostras e banho maria). Nas análises de qualidade de carne, os resultados obtidos para os parâmetros de cor foram de 30,89 a 45,05 para L*; de 11,30 a 18,39 para a* e para b*, de 8,23 a 18,85. O ph variou de 5,40 a 6,30; a capacidade de retenção de água (CRA) variou de 70,33 a 82,66. A força de cisalhamento (FC) variou de 1,41 kgf/cm2 a 7,53 kgf/cm2 e a perda por cocção (PPC) variou de 14,09 a 41,78. Nas sessões de análises sensoriais foram recrutados 64 provadores, sendo 37 mulheres (58,7) e 26 homens (41,3); a escala de idade que teve o maior índice foi de 18 a 35 anos (79,4) e para a escala de escolaridade foi ensino superior incompleto (68,4). Todos os provadores consumiam carne bovina (100), sendo que 39,1 consomem de 2 a 3 vezes por semana e o modo de preparo frito (bife) (26,8). Os resultados de análise sensorial demonstraram que o tratamento que apresentou os menores valores para todos os atributos de aceitação (sabor, textura e aceitação global) foram os animais machos do grupo genético LXTS (pai Limousin, mãe Simental x Nelore) terminados a pasto. O maior valor para o sabor foi apresentado pelas fêmeas do grupo genético LXTA (pai Limousin, mãe Angus x Nelore), terminadas em confinamento, enquanto que para textura, os machos do grupo genético AXTS (pai Angus, mãe Simental x Nelore), terminados em confinamento e fêmeas LXTS (pai Limousin, mãe Simental x Nelore), terminadas em confinamento apresentaram os maiores valores. Para aceitação global, todas as amostras, com exceção dos animais machos LXTS (pai Limousin, mãe Simental x Nelore) terminados a pasto, foram igualmente aceitas. Ciências agrárias 1

11 INFLUÊNCIA DA DIETA NA QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA E SENSORIAL DE CARNE BOVINA PROVENIENTE DE ANIMAIS CRUZADOS. FRANCISCO, V. C. (AUTOR PRINCIPAL); SILVA, M. L. P. (CO-AUTOR); ZENATTI, D. P. (CO-AUTOR); PERSEGUINI, A. C. (CO-AUTOR); FERREIRA, A. U. C. (CO-AUTOR); PEREIRA, C. A. M. (CO-ORIENTADOR); NASSU, R. T. (ORIENTADOR) UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - (UNICAMP); ; UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO - (UNESP); UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - (UFC) A maciez e o sabor são as características sensoriais mais valorizadas pelos consumidores de carne bovina. O aumento da proporção de Bos taurus (raças européias) no rebanho brasileiro por meio de cruzamento com raças adaptadas ao clima tropical e modificações na dieta podem melhorar a qualidade da carne. Este trabalho avaliou a qualidade físico-química e sensorial da carne de novilhas, filhas de vacas cruzadas ½ Angus ½ Nelore ou ½ Simental ½ Nelore acasaladas com touros Hereford, terminadas em confinamento e submetidas a duas diferentes dietas. A qualidade da carne foi determinada por meio de métodos físico-químicos: cor objetiva, capacidade de retenção de água (CRA), perda por cocção (PPC), ph e força de cisalhamento. Para a análise sensorial foi aplicada o método descritivo quantitativo, avaliando atributos de aroma (aroma característico de carne bovina, intensidade de aroma estranho e categoria de aroma estranho), sabor (sabor característico de carne bovina, intensidade sabor de estranho e categoria de sabor estranho) e textura (maciez e suculência). Um painel treinado avaliou as amostras por meio de uma escala estruturada de 9 pontos. Os valores obtidos variaram de 5,38 a 5,53 para ph; de 71,08 a 82,33 para CRA; de 17,56 a 35,38 para PPC; de 36,68 a 42,61 para L*; de 4,37 a 10,18 para a*; de 13,65 a 20,02 para b* e de 5,55 a 11,61 kgf/cm2 para força de cisalhamento, as análises físico-químicas não apresentaram diferença significativa, com exceção para b*. Foram observadas interações entre o grupo genético da vaca e a dieta na análise sensorial, apresentado diferença significativa nos atributos maciez e sabor característico de carne bovina. A dieta B menos energética influenciou no aroma característico de carne bovina. Conclui-se que os cruzamentos entre diferentes grupos genéticos e as modificações nas dietas podem influenciar na qualidade final da carne bovina.palavras chave: qualidade da carne bovina, métodos físico-químicos e análise sensorial Ciências agrárias 2

12 PADRONIZAÇÃO DO TESTE DE DESENVOLVIMENTO LARVAR (TDL) PARA O DIAGNÓSTICO DA RESISTÊNCIA DE NEMATOIDES GASTRINTESTINAIS DE PEQUENOS RUMINANTES A ANTI-HELMÍNTICOS FANTATTO,R.R. (AUTOR PRINCIPAL); STEFANUTTO,N.A.V. (CO-AUTOR); DOMINGUES,L.F. (CO-ORIENTADOR); CHAGAS,A. C. S. (ORIENTADOR) O teste de desenvolvimento larvar (TDL) é um teste sensível e prático que possibilita a avaliação da eficácia de diferentes grupos químicos de anti-helmínticos ao mesmo tempo. A resistência dos nematoides aos anti-helmínticos disponíveis no mercado é o principal problema enfrentado por criadores e pesquisadores buscam a implementação de programas de controle para monitorar e prevenir o agravamento da situação de resistência. Dessa forma, técnicas in vitro se apresentam como a melhor alternativa comparadas aos testes in vivo, por serem economicamente mais acessíveis, mais rápidas, precisas, reprodutíveis, anulam a interferência individual do hospedeiro, bem como a variação da farmacodinâmica do produto antiparasitário no hospedeiro. O objetivo desse trabalho foi padronizar o TDL para diagnóstico de resistência dos nematoides gastrintestinais de pequenos ruminantes aos anti-helmínticos dos grupos dos imidazotiazóis, benzimidazóis e avermectinas, construindo assim curvas dose-resposta para essas três drogas. Foram selecionados dois ovinos da raça Santa Inês com infecção mista de nematoides gastrintestinais mantidos em baia como doadores. As fezes foram coletadas diretamente da ampola retal dos animais e em seguida foi realizada a técnica de recuperação de ovos por meio do uso sequencial de peneiras. No ensaio in vitro os ovos recuperados foram quantificados e distribuídos em placas de 24 poços. Cada poço recebeu em média 100 ovos, juntamente com meio nutritivo e antifúngico anfotericina B. As drogas utilizadas para cada grupo químico foram: imidazotiazóis: cloridrato de tetramisol (Sigma L9756, frasco 10 g), benzimidazóis: tiabendazol 99 (Sigma T8904, frasco 100 g) e avermectinas: ivermectina (Sigma I8898, frasco 1g). Após 24h de incubação a 27 C, quando as L1 eclodiram, as drogas foram inseridas nas seguintes concentrações: cloridrato de tetramisol: 3,12, 1,56, 0,78, 0,39, 0,195, 0,097, 0,049, 0,024, 0,012 e 0,006 µg/ml, tiabenzadol: 60, 30, 25, 12,5, 6,25, 3,13, 1,56, 0,78, 0,39 e 0,195 µg/ml e ivermectina: 15, 10, 1, 0,1, 0,05, 0,01, 0,005 µg/ml. Todos os grupos possuíram um grupo controle negativo composto por água destilada. As placas foram incubadas por mais 5 dias e então realizada a contagem de L1-L2 e L3 vivas para cálculo da Porcentagem de Inibição do Desenvolvimento Larvar. Foram feitas seis repetições para cada concentrações em pelo menos 3 testes diferentes. A composição da carga parasitária dos doadores foi monitorada por coprocultura. Os resultados foram analisados via programa Probit do SAS para estimativa das concentrações letais para inibir o desenvolvimento de 50 e 90 das larvas (CL50 e CL90). As CL50 e CL90 foram respectivamente, 0,064 e 0,53 µg/ml para o cloridrato de tetramisol, 1,85 e 13,47 µg/ml para o Tiabendazol e 0,028 e 0,825 µg/ml para a ivermectina. As curvas dose-resposta foram dose-dependente e geraram gráficos da tendência de eficácia para cada droga, em relação à inibição do desenvolvimento larvar do estádio de L1 até o estádio de L3. A coprocultura demonstrou que o nematoide Haemonchus é o gênero de maior prevalência com 54, seguido por Oesophagostomum (27), Trichostrongylus (19) e Cooperia (1). Os resultados obtidos mostram que o teste foi padronizado para a detecção de resistência. Com a determinação das CL50 e CL90 para diferentes isolados de referência, espera-se que esses resultados sejam utilizados futuramente de forma comparativa com amostras de propriedades, para embasar tomadas de decisões Ciências agrárias 3

13 AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIPARASITÁRIA DE FORMULAÇÃO À BASE DE UMA QUINONA EM OVINOS SANTA INÊS, ARTIFICIALMENTE INFECTADOS COM HAEMONCHUS CONTORTUS JOANITTI, A. G. (CO-AUTOR); RABELLO, M. D. (CO-AUTOR); MARINA, F. L. C. (CO-AUTOR); GAINZA,Y.A. (CO- AUTOR); FANTATTO,R.R. (CO-AUTOR); STEFANUTTO,N.A.V. (AUTOR PRINCIPAL); DOMINGUES,L.F. (CO-AUTOR); ESTEVES, S. N. (CO-AUTOR); SILVA, P. L. (CO-ORIENTADOR); CHAGAS,A. C. S. (ORIENTADOR) Devido à resistência que os nematoides gastrintestinais têm desenvolvido aos anti-helmínticos comerciais, extratos vegetais e seus constituintes têm sido testados como opção para o controle de Haemonchus contortus, o nematoide de maior importância para caprinos e ovinos. A família das quinonas se constitui de metabólitos de distribuição natural em diversas espécies vegetais. As substâncias dessa classe chamam a atenção, não somente pela sua importância nos processos bioquímicos, mas também devido ao destaque cada vez maior que apresentam em pesquisas, em função de várias propriedades farmacológicas. Este estudo teve o objetivo de avaliar a atividade antihelmíntica de um composto do grupo das quinonas em ovinos infectados artificialmente. Utilizou-se 18 ovinos da raça Santa Inês com peso médio de 35 kg, inicialmente estabulados e vermifugados com monepantel (Zolviz, 2,5 mg/kg PV). Após 14 dias foi constatada a limpeza total dos animais, que foram infectados artificialmente com aproximadamente larvas infectantes (L3) do isolado Haemonchus contortus (Embrapa 2010). Após 28 dias, as contagens de ovos por grama de fezes (OPG) foram realizadas para divisão dos três grupos experimentais de acordo com a média de peso e OPG dos animais: grupo 1: controle negativo (sem tratamento), grupo 2: controle positivo (Levamisol 10 mg/kg PV) e grupo 3: formulação à base de uma quinona (1 mg/kg PV). Essa formulação foi elaborada a partir de leite não pasteurizado de ovelha com uma quinona (identidade omitida em função de patenteamento). Testes de estabilidade das micelas de caseína ovina foram realizados por meio de análises semanais de parâmetros macroscópicos e microscópicos (diâmetro hidrodinâmico, potencial Zeta de superfície, ph, condutividade elétrica e absorbância) dosnanossistemas e suas possíveis mudanças com o decorrer do tempo e em função da temperatura (- 20 C, 4 C e 25 C) e condições de armazenamento (líquidas ou liofilizadas).foram realizadas contagens de OPG nos dias 0, 3, 7, 10, 14 e 17 após o tratamento. As médias de OPG (± desvio padrão) do dia 0 (D0) e dia 17 (D17) foram, respectivamente, de 2,118 (±1,940) e 1,350 ± (1,772) para o grupo controle negativo, 2,150 (±2,742) e 208 (±172) para o controle positivo e 2,125 (±2,213) e 1,458 (±1,206) para a formulação avaliada. Os resultados do teste in vivo foram analisados em relação à eficácia na redução do OPG do D17 em relação ao início do experimento (D0), apresentando redução de 36, 90,3 e 31,4 para os três grupos, respectivamente. Quando se comparou o grupo controle positivo e grupo tratado com a formulação no D17 em relação ao controle negativo, detectou-se que o vermífugo comercial teve eficácia de 84,6, enquanto que no grupo tratado com a formulação fitoterápica, ocorreu um aumento de 8 no OPG dos animais. Conclui-se que a formulação elaborada não foi eficaz no controle dos nematoides gastintestinais. Entretanto, como os resultados in vitro demonstraram-se bastante promissores com esse composto, espera-se avaliar doses mais elevadas, bem como formulações elaboradas com outras metodologias. Apoio financeiro: Embrapa, FAPESP (bolsa pós-doutorado) e CNPq (bolsa PIBIC e DT). Ciências biológicas 4

14 BIODEGRADAÇÃO DE CORANTES E RESÍDUOS POR MICRORGANISMOS ENDOFÍTICOS E DO SOLO ISOLADOS NA REGIÃO DO CERRADO DE SÃO CARLOS, SP FERREIRA, A. G. (AUTOR PRINCIPAL); ROMANO, L. H. (CO-ORIENTADOR); SOUSA, C. P. (ORIENTADOR) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - (UFSCAR) Os corantes são utilizados pela humanidade há milhares de anos e evidencias no antigo Egito relatam a preservação de múmias de animais e humanos, com tecidos coloridos. Entretanto apenas após a mecanização e Revolução Industrial, os corantes passaram a serem empregados como substratos de fixação de diversas matérias-primas como medicamentos, plásticos, alimentos e, sobretudo, em indústrias têxteis. O aumento de resíduos industriais e a conscientização ecológica demandaram a utilização de métodos que auxiliem o descarte, reaproveitamento e remoção desses compostos que podem acarretar em sérios problemas ambientais e aos seres vivos, a exemplos desses efeitos que os compostos de tinta podem gerar podemos citar a diminuição fotossintética dos autótrofos aquáticos alterando assim ciclos ecológicos. Nesse contexto, o uso da biorremediação microbiana para resíduos de tinta, método recentemente aplicado, é uma forma considerada eficaz para a minimização dos efeitos nocivos ao homem e ecossistema. Assim, este projeto teve como objetivo isolar microrganismos endofíticos de plantas e do solo do cerrado de São Carlos. Os isolados foram caracterizados fenotipicamente e através da capacidade de degradação de tinta têxtil e análise de halos de degradação, foram selecionadas cinco microrganismos; quatro bactérias (três endofíticas e uma do solo) e um fungo endofítico. Detectou-se em Bacillus spp. IB3, IB6, e IB7 halos de degradação de 1,51 mm, 0,8 mm e 1,2 mm, respectivamente. A linhagem isolada do solo também pertencente ao gênero Bacillus, produziu halo de degradação (1,25 mm) enquanto o Penicilium spp. endofítico apresentou modificação de cor do micélio, congregando a cor do resíduo de tinta, embora não tenha exibido halo de degradação. Os Bacillus spp. endofíticos e o Bacillus spp. do solo apresentaram elevado potencial de biodegradação e resistência, gerando possibilidade de uso no processo de biorremediação de tintas têxteis. Ciências biológicas 5

15 EFEITO DO OLÉO ESSENCIAL DE MENTHA PIPERITA L. ASSOCIADO AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO NA REGULAÇÃO DA FIBROSE HEPÁTICA DURANTE A ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA EXPERIMENTAL CORREIA, R. O. (CO-AUTOR); FEITOSA, K. A. (AUTOR PRINCIPAL); MESTRINER, A. P. C. (CO-ORIENTADOR); ANIBAL, F. F. (ORIENTADOR) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - (UFSCAR); Afetando cerca de 2 milhões de pessoas, a esquistossomose mansônica causada pelo trematódeo Schistosoma mansoni é uma das mais importantes doenças parasitárias. É principalmente caracterizada pela presença de granulomas, resultado imunopatológico do infiltrado celular e tecidual. Provocando assim hepatoesplenomegalia, fibrose hepática e ascite, levando o paciente a um quadro de morbidade, podendo resultar em mortalidade. A droga recomendada pela OMS, Praziquantel, além de apresentar efeitos colaterais graves, possui indícios de cepas do parasito resistentes ao tratamento. A Mentha piperita utilizada para fins alimentícios e terapêuticos, já demonstrou resultados eficazes contra o S.mansoni. Dessa forma, o presente estudo tem por objetivo avaliar se o extrato etanólico de Mentha piperita L. associado ao ácido acetilsalicílico, apresentam atividade moduladora de resposta imunológica durante a formação do granuloma hepático, principalmente no controle da quantidade de colágeno que será depositado durante a fisiopatogênese da esquistossomose mansônica experimental. Primeiramente será realizada uma cinética para a escolha da melhor concentração do tratamento através de doses com concentrações crescentes, sendo respectivamente 30, 60 e 90 mg/kg de Mentha piperita e aspirina, via oral (gavagem), durante 20 dias. Serão utilizados camundongos fêmeas da linhagem Balb/c, com 6 semanas, pesando entre 16 e 20 gramas. Os grupos experimentais contendo 06 animais em cada um, serão assim divididos: (G1) grupo controle, (G2) grupo S. mansoni, o qual será infectado e não receberá nenhum tratamento, (G3) grupo infectado com S. mansoni tratado com praziquantel, (G4) grupo infectado com S. mansoni tratado com o extrato etanólico de Mentha piperita L. associado ao ácido acetilsalicílico; (G5) grupo infectado com S. mansoni tratado ácido acetilsalicílico. Para este experimento os animais serão sacrificados com anestésico Thionembutal (North Chigaco, Illinois, USA). Células obtidas do lavado da cavidade peritoneal (LCP), lavado broncoalveolar (LBA) e sangue total serão analisadas por contagem em câmara utilizando solução de Turk para verificação do efeito anti-inflamatório. O número total de leucócitos nos diferentes compartimentos será determinado empregando solução de Turk e contagem em câmara de Neubauer. Serão ainda realizados estudos histológicos e microfotografias dos fígados, pulmões e baço. Os resultados serão expressos com média ± EPM. Os resultados obtidos nos diferentes experimentos serão analisados utilizando a análise de variância ANOVA. Para análise estatística será utilizado o programa INSTAT, Graph Pad (San Diego, Califórnia, USA). A significância estatística será estabelecida em valores de p<0,05. Ciências biológicas 6

16 ESTUDO DO METABOLISMO NITROGENADO DO PEIXE DE ÁGUA DOCE, MATRINXÃ (BRYCON AMAZONICUS), EXPOSTO AO INSETICIDA PIRETROIDE LAMBDA-CIALOTRINA PEREZ, C.A. (AUTOR PRINCIPAL); VENTURINI, F. P. (CO-ORIENTADOR); MORAES, G. (CO-ORIENTADOR); AGUIAR- VIEIRA, L.H. (ORIENTADOR) ; UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - (UFSCAR) No presente estudo o peixe de água doce matrinxã (Brycon amazonicus), foi exposto por 96 horas a 0,0065 mg/l de lambda cialotrina (10 do valor da CL50), um inseticida piretroide de uso regulamentado e utilizado no controle de um amplo espectro de artrópodes. A lambda cialotrina é um inseticida utilizado no controle de um amplo espectro de artrópodes e pertence à classe toxicológica III (medianamente tóxico), sendo comum a contaminação de ambientes aquáticos pelo seu uso na agricultura e em ambientes domésticos. O metabolismo nitrogenado foi alvo de estudo, pelo fato dos peixes apresentarem uma ineficiência no metabolismo de carboidratos, utilizando preferencialmente o metabolismo nitrogenado como via metabólica para obtenção de energia e excreção. Após um período de aclimatação em tanques de 2500L, trinta e dois exemplares de matrinxã com pesos médios de 90 gramas foram separados em 4 tanques de 250L para determinação dos efeitos da exposição sub-letal à lambda cialotrina. Dois dos tanques foram utilizados para o grupo exposto ao xenóbiótico e dois tanques para o grupo controle (sem adição do xenobiótico). A alimentação foi suspensa 24 horas antes do início do experimento, permanecendo até o final da exposição. Durante o experimento, os tanques foram mantidos sob aeração constante em sistema estático, temperatura controlada e qualidade da água monitorada diariamente. Após a exposição, os peixes foram anestesiados com eugenol 5 e o sangue de cada animal foi coletado por punção caudal com seringa heparinizada, realizou-se nova biometria e os peixes foram eutanasiados por secção medular, para a obtenção de amostras de fígado e músculo branco. Foram analisados os intermediários metabólicos (amônia, ureia, aminoácidos e proteínas) e a atividade das enzimas alanina aminotransferase (ALAT), aspartato aminotransferase (ASAT), glutamato desidrogenase (GDH), malato desidrogenase (MDH) teciduais e ornitina carbamoiltransferase (OCT) hepática. Observou-se reduções nas concentrações de amônia plasmática e na água, ureia e aminoácidos hepáticos e proteínas tanto hepáticas como musculares no grupo exposto ao inseticida. Houve ainda redução na atividade das enzimas ASAT, OCT e GDH hepáticas e MDH hepática e muscular nos animais expostos. Os resultados revelaram que a lambda cialotrina mesmo em baixa concentração provoca inibição do metabolismo nitrogenado, do ciclo de Krebs e consequentemente da produção de energia de matrinxã, com redução na atividade de enzimas chaves, e diminuição da utilização dos aminoácidos para a gliconeogênese. A redução das proteínas e aminoácidos hepáticos sugere possível edema e lesão teciduais. Portanto, há necessidade de revisão da aplicação e da regulamentação do uso da lambda cialotrina no Brasil. Perspectivas futuras sugerem-se trabalhos envolvendo testes in vitro para avaliação da potencialidade especifica de inibição da lambda cialotrina sobre as enzimas analisadas, bem como, estudos histológicos que possam comprovar a hipótese de edema e lesões teciduais. Ciências biológicas 7

17 LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO E GESTAÇÃO SOUZA, A. J. P. (AUTOR PRINCIPAL); MINHONI, C. A. F. (ORIENTADOR) O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica que acomete múltiplos órgãos e sistemas. É uma moléstia com variado espectro de apresentação clínica e evolui cronicamente, com fase de exacerbações e períodos de remissões (SATO,2008). As principais manifestações clínicas são exantemas cutâneos, artrite e glomerulonefrite, porém são também comuns anemia hemolítica, a trombocitopenia e o envolvimento do sistema nervoso central. Sua etiologia é multifatorial, em que a interação da predisposição genética e diversos fatores, como os hormonais, ambientais e infecciosos, levam à perda da tolerância imunológica e à produção de auto-anticorpos dirigidos principalmente contra antígenos nucleares, alguns dos quais participam da lesão tecidual imunologicamente mediada (ABBAS, LICHTMAN, POBER, 2003). O LES acomete principalmente mulheres (10:1 em relação aos homens) em idade reprodutiva entre as idades de 20 e 40 anos e é mais prevalente em indivíduos nãobrancos (particularmente negros), portanto não é raro a sua associação com gestação (PARSLOW et al., 2004).Nas últimas décadas tem aumentado o número de casos de gravidez em mulheres com doenças crônicas. O LES se enquadra nesse aumento de casos de gestantes com doenças crônicas, estudos confirmam que a remissão da doença está relacionada com a evolução da gravidez, portanto se o diagnóstico de LES ocorrer durante a gestação pode acarretar em um mau prognóstico, tanto para a gravidez quanto para o curso da doença (MAX, POBLETE, CARVAJAL, 2002).Aborto, restrição de crescimento intra-uterino, prematuridade, morbidade e mortalidade estão entre os resultados perinatais indesejáveis mais comuns em pacientes grávidas com lúpus. Algumas doenças como nefrite e hipertensão arterial, que são características do LES, aumentam o risco de complicações perinatais, como é uma associação com a síndrome do anticorpo antifosfolipídio (SAF), que está presente em dos casos de LES (SURITA et al., 2007). Ciências biológicas 8

18 NANOTECNOLOGIA:NANOPARTÍCULAS DE OURO UTILIZADAS EM TERAPIAS QUIMICAS SOUZA P. N. G (AUTOR PRINCIPAL); MATOS, A. P. (CO-ORIENTADOR); UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - (UFSCAR); Segundo ao INCA Câncer é o nome dado ao conjunto de mais de 100 doenças que tem em comum o crescimento desordenado de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se para outras regiões do corpo. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores ou neoplasias malignas.segundo a Organização Mundial de Saúde - OMS - "Cerca de 10 milhões de casos de câncer surgem a cada ano, causando mais de 6 milhões de óbitos, sendo no Brasil a terceira causa de morte.o sucesso da cura do câncer esta associado a um diagnóstico precoce da doença, assim como uma terapia eficiente.os tratamentos atuais de câncer englobam: cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea. Em muitos casos, é necessário combinar mais de uma modalidade. A quimioterapia é um dos principais tipos de tratamento oferecido a pacientes com câncer. Sua eficácia é comprovada a cada dia e novas substancias, protocolos e associações são constantemente desenvolvidos. Apesar dessa constante evolução, estas drogas ainda representam um dos mais tóxicos grupos farmacológicos conhecidos. A elas são implicadas lesões estruturais e modificações da fisiologia e bioquímica normal do ser humano, algumas irreversíveis, que até podem se tornar o fator limitante do próprio tratamento.levando em consideração todas essas lesões causadas pelas formas habituais de tratamento, ultimamente vem sido estudadas novas formas de terapia, a fim de aumentar as chances de diagnóstico e cura da doença. Dentre as novas formas estudadas, temos a nanotecnologia, que vem contribuindo para esse avanço na medicina.a nanomedicina - também chamada - aborda o uso de nanoparticulas (partículas em escala manométrica em termos gerais, uma partícula é considerada nanomérica quando apresenta um tamanho inferior a 100 nm), direcionadas ao sítio de ação como plataforma de construção de imagens e agentes terapêuticos contra o câncer. Dentre as nanoparticulas, temos a de ouro que vem apresentando uma grande contribuição para esse avanço na medicina.nesse trabalho foi feito um levantamento bibliográfico de publicações referente ao tema citado, ressaltando a contribuição para o sucesso da cura da doença.serão utilizados artigos publicados sobre a nanomedicina, para pesquisa e um embasamento teórico maior sobre o tema em questão. Após será dado direção para publicações recentes sobre novas descobertas da nanopartícula de ouro, sua estrutura, caracterização e mecanismo de ação, fazendo um levantamento teórico sobre a nanomedicina no diagnóstico e terapia do câncer. Ciências biológicas 9

19 PADRONIZAÇÃO DO TESTE DE DESENVOLVIMENTO LARVAR PARA O DIAGNÓSTICO DA RESISTÊNCIA DE NEMATOIDES GASTRINTESTINAIS DE PEQUENOS RUMINANTES A ANTI- HELMÍNTICOS FANTATTO,R.R. (AUTOR PRINCIPAL); STEFANUTTO,N.A.V. (CO-AUTOR); DOMINGUES,L.F. (CO-ORIENTADOR); CHAGAS,A. C. S. (ORIENTADOR) Padronização do Teste de Desenvolvimento Larvar (TDL) para o diagnóstico da resistência de nematoides gastrintestinais de pequenos ruminantes a anti-helmínticosrafaela Regina Fantatto1, Nadine Aparecida Vicentini Stefanuto2, Luciana Ferreira Domingues3, Márcio Dias Rabelo4, Ana Carolina de Souza Chagas5.1Aluna de graduação em Ciências Biológicas, Centro Universitário Central Paulista, São Carlos, SP, bolsista PIBIC CNPq, de graduação em Biomedicina, Centro Universitário Central Paulista, São Carlos, SP;3 Aluna de pós doutorado do Laboratório de Sanidade Animal, bolsista FAPESP;4Analista A, Laboratório de Sanidade Animal, Embrapa Pecuária Sudeste, São Carlos, SP;5Pesquisador, Embrapa Pecuária Sudeste, São Carlos, SP.O teste de desenvolvimento larvar (TDL) é um teste sensível e prático que possibilita a avaliação da eficácia de diferentes grupos químicos de anti-helmínticos ao mesmo tempo. A resistência dos nematoides aos anti-helmínticos disponíveis no mercado é o principal problema enfrentado por criadores e pesquisadores buscam a implementação de programas de controles de nematoides para limitar o surgimento de resistência, com isso as técnicas in vitro se apresentam como a melhor alternativa comparando com testes in vivo por serem uma alternativa economicamente mais acessível, mais rápida, precisa, reprodutível, anular a interferência individual do hospedeiro e bem como anular a variação na farmacodinâmica do produto antiparasitário no hospedeiro. O objetivo desse trabalho foi padronizar o TDL para diagnóstico de resistência dos nematoides gastrintestinais de pequenos ruminantes aos anti-helmínticos dos grupos dos imidazotiazóis, benzimidazóis e avermectinas, construindo assim curvas dose-resposta para essas três drogas. Foram selecionados dois ovinos da raça Santa Inês com infecção mista de nematoides gastrintestinais mantidos em baia como doadores. As fezes foram coletadas diretamente da ampola retal dos animais e em seguida foi realizada a técnica de recuperação de ovos por meio do uso sequencial de peneiras. No ensaio in vitro os ovos recuperados foram quantificados e distribuídos em placas de 24 poços. Cada poço receberam em média 100 ovos juntamente com meio nutritivo e antifúngico anfotericina. As drogas utilizadas para cada grupo químico foram imidazotiazóis: Cloridrato de Tetramisol (Sigma L9756, frasco 10 g), benzimidazóis: tiabendazol 99 (Sigma T8904, frasco 100g), e avermectinas: Ivermectina (Sigma I8898, frasco 1g). Após 24h de incubação a 27 C, quando as L1 eclodiram, as drogas foram inseridas nas seguintes concentrações: tetramisol: 3,12, 1,56, 0,78, 0,39, 0,195, 0,097, 0,049, 0,024, 0,012 e 0,006 µg/ml, tiabenzadol: 60, 12,5, 6,25, 3,13, 1,56, 0,78, 0,39 e 0,195 µg/ml e ivermectina: 15, 10, 1, 0,1, 0,05, 0,01, 0,005 µg/ml. Todos os grupos possuíram um grupo controle negativo composto por água destilada. As placas foram incubadas por mais 5 dias e então realizada a contagem de L1-L2 e L3 vivas para cálculo da Porcentagem de Inibição do Desenvolvimento Larvar. Foram feitas seis repetições para cada concentrações em pelo menos 3 testes diferentes. A composição da carga parasitária dos doadores foi monitorada por coprocultura. Os resultados foram analisados via programa Probit do SAS para estimativa das concentrações letais (CLs). As CL50 e CL90 foram respectivamente, 0,063 e 0,529 µg/ml para o tetramisol, 1,846 e 13,466 µg/ml para o Tiabendazol e 0,028 e 0,825 µg/ml para a ivermectina. Ciências biológicas 10

20 PRODUÇÃO DE ENZIMA AMILOLÍTICA POR MICRORGANISMOS ENDOFÍTICOS ISOLADOS DA PLANTA XYLOPIA AROMATICA DA REGIÃO DO CERRADO OLIVEIRA, A.S. (AUTOR PRINCIPAL); ROMANO, L. H. (CO-ORIENTADOR); SOUSA, C. P. (ORIENTADOR) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - (UFSCAR); O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro com elevada diversidade de espécies vegetais. A espécie Xylopia aromática conhecida como pimenta de macaco é uma árvore típica do Cerrado, espécie pioneira, semi-decídua e seletiva xerófita. Microrganismos endofíticos são geralmente representados por bactérias e fungos que habitam o interior de plantas, sem causar danos ao vegetal. Este trabalho objetivou isolar endofíticos de Xylopia aromatica e avaliar o potencial enzimático produzido por esses microrganismos. Foram coletadas 25 g de folhas sadias do vegetal e amostras foram tratadas eliminando-se a população epifítica, incubando-se em Ágar ISP2 (28 oc/15 d). Na avaliação da produção enzimática, os isolados foram incubados em meio ISP2 líquido 28 oc/24 h e inoculou-se 10µl em quatro pontos equidistante em placas contendo Ágar Amido. As placas foram incubadas à 28 C/96 h. Após isolamento, obtiveram-se sete colônias microbianas fenotipicamente diferenciadas (C1 à C7). O teste de atividade amilolítica cinco endofíticos apresentaram halos indicativos de degração de amido. Os isolados C2 e C6 apresentaram halos com 7 mm. Os isolados C1, C2, C3, C5 e C6 e fenotipicamente classificados como cocos e organismos filamentosos, apresentaram índice enzimático de 0,5, 0,88, 0,75, 0,75 e 0,88, respectivamente, caracterizando bons índices. A atividade enzimática (pz) para C1 foi 2 e para os isolados C2, C3, C5 e C6 detectou-se pz 3, classificação característica de amostras fortemente positivas destes quatro últimos isolados. Conclui-se que dos sete endofíticos isolados de Xylopia aromatica, cinco apresentaram atividade amilolítica, destacando-se os isolados C2, C3, C5 e C6 como maiores produtores. Palavras-chave: Microrganismos endofíticos, atividade enzimática, amilase. Ciências biológicas 11

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso ANEXO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso Células e Tecidos do Sistema Imune Anatomia do sistema linfático Inflamação aguda e crônica Mecanismos de agressão por

Leia mais

RESULTADO DAS AVALIAÇÕES DA REUNIÃO PLENÁRIA DO CEP-CESUMAR DO DIA 05/06/09

RESULTADO DAS AVALIAÇÕES DA REUNIÃO PLENÁRIA DO CEP-CESUMAR DO DIA 05/06/09 RESULTADO DAS AVALIAÇÕES DA REUNIÃO PLENÁRIA DO CEP-CESUMAR DO DIA 05/06/09 CAAE TÍTULO SITUAÇÃO 0046.0.299.000-09 Perfil nutricional de idosos internados em um hospital público da região norte Aprovado

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 64 3,20 Carboidratos 14,20 4,73 Proteínas 1,30 1,73 Gorduras

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do curso

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do curso ANEXO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do Metabolismo (anabolismo x catabolismo) Metabolismo de Carboidratos Metabolismo de Lipídeos Motilidade no trato gastrointestinal Introdução ao Metabolismo

Leia mais

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil Maria Rita Marques de Oliveira 1- MEIO AMBIENTE E PRODUÇÃO DE ALIMENTOS 2- ACESSO AOS ALIMENTOS 3- ALIMENTO SEGURO 4- PREVENÇÃO E CONTROLE

Leia mais

CONSIDERANDO a solicitação da Comissão Coordenadora do Programa, conforme processo nº 29900/2010;

CONSIDERANDO a solicitação da Comissão Coordenadora do Programa, conforme processo nº 29900/2010; DELIBERAÇÃO Câmara de Pós-Graduação Nº 004/2010 Reestrutura a organização curricular do Programa de Pós- Graduação em Ciência de Alimentos, em nível de Mestrado e Doutorado. CONSIDERANDO a solicitação

Leia mais

4. Câncer no Estado do Paraná

4. Câncer no Estado do Paraná 4. Câncer no Estado do Paraná Situação Epidemiológica do Câncer Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Estado do Paraná Uma das principais causas de morte nos dias atuais, o câncer é um nome genérico

Leia mais

10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014

10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014 Projetos de pesquisa no Saúde Instituto de Ciências da 10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014 Título: Avaliação da autoeficácia materna para prevenir diarreia infantil em Redenção-CE

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO GRADE (2009).

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO GRADE (2009). EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO GRADE (2009). ABASTECIMENTO E CUSTOS EM NUTRIÇÃO 1593 C/H 68 Conceito, processo e classificação de custos. Custos de mão-de-obra. Custos diversos. Política,

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH Brasília, outubro de 2015 População Masculina 99 milhões (48.7%) População alvo: 20 a 59 anos População Total do Brasil 202,7 milhões de

Leia mais

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão.

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão. Nutrição na Infância e Adolescência A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento

Leia mais

Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO

Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO Unidade I: BRASILEIRA 0 Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA O Guia Alimentar é um instrumento que define as diretrizes alimentares a serem utilizadas

Leia mais

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE Cláudio Martin Jonsson Vera Lúcia Castro Jaguariúna, outubro 2005. O modelo de agricultura utilizado atualmente visa

Leia mais

ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO

ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO ANALISTA EM SAÚDE/ ASSISTENTE SOCIAL PLANTONISTA REQUISITOS: Certificado ou Declaração de conclusão do Curso de Serviço Social, registrado no MEC; E

Leia mais

Fisiologia da Nutrição na saúde e na Doença da Biologia Molecular ao Tratamento de R$389,00 por R$233,00

Fisiologia da Nutrição na saúde e na Doença da Biologia Molecular ao Tratamento de R$389,00 por R$233,00 Abordagem clínica e nutricional nas Doenças do Esôfago e Estômago Gastroenterologia e Nutrição de R$181,00 por R$108,00 Avaliação e Rastreamento Nutricional na Saúde e na Doença Avaliação Nutricional Aspectos

Leia mais

5.1 Doenças do esôfago: acalasia, esofagite, hérnia hiatal, câncer de cabeça e pescoço, câncer de esôfago, cirurgias

5.1 Doenças do esôfago: acalasia, esofagite, hérnia hiatal, câncer de cabeça e pescoço, câncer de esôfago, cirurgias MÓDULO I NUTRIÇÃO CLÍNICA 1-Absorção, digestão, energia, água e álcool 2-Vitaminas e minerais 3-Proteínas, lipídios, carboidratos e fibras 4-Cálculo das necessidades energéticas 5-Doenças do aparelho digestivo

Leia mais

CALENDÁRIO DA SAÚDE JANEIRO

CALENDÁRIO DA SAÚDE JANEIRO JANEIRO 02 - Dia do Sanitarista 04 - Dia do Hemofílico 14 - Dia do Enfermo 19 - Dia do Terapeuta Ocupacional 20 - Dia do Farmacêutico 24 - Dia Mundial do Hanseniano FEVEREIRO 05 - Dia Estadual do Médico

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS TÍTULO: DIABETES MELLITUS TIPO II E O ANTIDIABÉTICO METFORMINA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS

Leia mais

MECLIN. cloridrato de meclizina APSEN

MECLIN. cloridrato de meclizina APSEN MECLIN cloridrato de meclizina APSEN FORMA FARMACÊUTICA Comprimido APRESENTAÇÕES Comprimidos de 25 mg em embalagem com 15 comprimidos. Comprimidos de 50 mg em embalagem com 15 comprimidos. USO ORAL USO

Leia mais

N o 35. Março 2015. O mieloma múltiplo é uma. MIELOMA MÚLTIPLO: Novo Medicamento no tratamento contra o Câncer de Medula Óssea

N o 35. Março 2015. O mieloma múltiplo é uma. MIELOMA MÚLTIPLO: Novo Medicamento no tratamento contra o Câncer de Medula Óssea N o 35 Março 2015 Centro de Farmacovigilância da UNIFAL-MG Site: www2.unifal-mg.edu.br/cefal Email: cefal@unifal-mg.edu.br Tel: (35) 3299-1273 Equipe editorial: prof. Dr. Ricardo Rascado; profa. Drª. Luciene

Leia mais

O modelo biomédico da medicina pode ser entendido partir do nível das respostas que dá às seguintes questões:

O modelo biomédico da medicina pode ser entendido partir do nível das respostas que dá às seguintes questões: Ogden, J.(1999). Psicologia da Saúde. Lisboa: Climepsi Editores, Capitulo 1. Capítulo 1. Uma Introdução a Psicologia da Saúde Antecedentes da Psicologia da Saúde O século XIX Foi no decorrer do século

Leia mais

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário Guia de Farmacovigilância - Anvisa ANEXO IV - Glossário De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 4, DE 10/02/09 (DOU 11/02/09): Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos

Leia mais

Manual de Rotulagem de Alimentos

Manual de Rotulagem de Alimentos Manual de Rotulagem de Alimentos Agosto 2013 Programa Mesa Brasil Sesc O Mesa Brasil Sesc é um programa de segurança alimentar e nutricional sustentável, que redistribui alimentos excedentes próprios para

Leia mais

Em pleno novo milênio nossa sociedade aparece com uma

Em pleno novo milênio nossa sociedade aparece com uma 8 Epidemiologia da Atividade Física & Doenças Crônicas: Diabetes Dênis Marcelo Modeneze Graduado em Educação Física Mestre em Educação Física na Área de Atividade Física, Adaptação e Saúde-UNICAMP Em pleno

Leia mais

GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA

GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO SEPN 511- Bloco C Edifício Bittar IV 4º andar - Brasília/DF CEP:70750.543

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ENFERMAGEM (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ENFERMAGEM (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ENFERMAGEM (Currículo iniciado em 2010) ANATOMIA HUMANA CH 102 (2372) Estudo morfológico dos órgãos e sistemas que constituem o organismo humano, com ênfase para os

Leia mais

Perfil das gestantes adolescentes na assistência ao pré-natal na clinica materno infantil em Sarandi - PR

Perfil das gestantes adolescentes na assistência ao pré-natal na clinica materno infantil em Sarandi - PR Perfil das gestantes adolescentes na assistência ao pré-natal na clinica materno infantil em Sarandi - PR ADRIANA SANT ANA GASQUEZ (UNINGÁ)¹ SANDRA MARISA PELLOSO (UEM)² EVERTON FERNANDO ALVES (G-UNINGÁ)³

Leia mais

BANNER EDUCATIVO 6. PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) X CÂNCER DE COLO DE ÚTERO 7. INFORMATIVO SOBRE RECALL DO MEDICAMENTO TYLENOL PARACETAMOL

BANNER EDUCATIVO 6. PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) X CÂNCER DE COLO DE ÚTERO 7. INFORMATIVO SOBRE RECALL DO MEDICAMENTO TYLENOL PARACETAMOL TRABALHOS CLASSIFICADOS PARA APRESENTAÇÃO NA III JORNADA 1. FRISBEE BANNER EDUCATIVO 2. PRIMEIROS SOCORROS: MANOBRA DE HEIMLICH 3. ORDENHA MANUAL DO LEITE MATERNO 4. GESTANTES EM PARADA CARDÍACA 5. DIABETES

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Nutrição 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Nutrição 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Nutrição 2011-1 USO DE PREBIÓTICOS NA ABSORÇÃO DE FERRO EM CIRURGIA BARIÁTRICA Acadêmico: MAIA,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

Glossário. Caso Pendente de Intoxicação: aquele que não passou por avaliação médica.(oms)

Glossário. Caso Pendente de Intoxicação: aquele que não passou por avaliação médica.(oms) Toxicovigilância Glossário Agente Tóxico (Toxicante): é qualquer substância, ou seus metabólitos, capaz de produzir um efeito tóxico (nocivo, danoso) num organismo vivo, ocasionando desde alterações bioquímicas,

Leia mais

Elevação dos custos do setor saúde

Elevação dos custos do setor saúde Elevação dos custos do setor saúde Envelhecimento da população: Diminuição da taxa de fecundidade Aumento da expectativa de vida Aumento da demanda por serviços de saúde. Transição epidemiológica: Aumento

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS MORBIDADE AUTO REFERIDA

Leia mais

LITERATURA ÔMEGA 3 ÔMEGA 3

LITERATURA ÔMEGA 3 ÔMEGA 3 ÔMEGA 3 Introdução O cérebro humano representa apenas 2% do nosso peso total, mas usa aproximadamente 20% do oxigênio consumido por todo nosso corpo quando está em repouso. Ele é um órgão complexo que

Leia mais

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes.

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes. RELATO DE EXPERIÊNCIA: AVALIAÇÃO DO PERFIL DE DESENVOLVIMENTO PONDERO-ESTATURAL E ORIENTAÇÃO SOBRE OBESIDADE INFANTIL REALIZADA PELOS MEMBROS DA LIGA ACADÊMICA DE PEDIATRIA DA UFG NO III ENCONTRO DO DIA

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS. B) TEMPO ÚTIL (Carga Horária) = 3.840 H/AULA CURRÍCULO PLENO 1.

MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS. B) TEMPO ÚTIL (Carga Horária) = 3.840 H/AULA CURRÍCULO PLENO 1. MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: NUTRIÇÃO BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁIMO = 7 (SETE)

Leia mais

Idade, ela pesa 07/07/ 2015. Minhavida.com.br

Idade, ela pesa 07/07/ 2015. Minhavida.com.br Todo mundo quer viver muitos anos, não é mesmo? Mas você já se questionou se está somando mais pontos contra do que a favor na busca pela longevidade? Por isso mesmo, um estudo da Universidade da Califórnia,

Leia mais

CONSULTA PUERPERAL DE ENFERMAGEM: IMPORTÂNCIA DA ORIENTAÇÃO PARA O ALEITAMENTO MATERNO

CONSULTA PUERPERAL DE ENFERMAGEM: IMPORTÂNCIA DA ORIENTAÇÃO PARA O ALEITAMENTO MATERNO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Biologia Geral, Citologia e Genética Estudo da célula, seus componentes e relação com as funções

Leia mais

MEDICINA VETERINÁRIA

MEDICINA VETERINÁRIA MEDICINA VETERINÁRIA 1. TURNO: Integral GRAU ACADÊMICO: Médico Veterinário PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 5 anos Máximo = 8 anos 2. PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Para a boa formação

Leia mais

VIVER BEM OS RINS DO SEU FABRÍCIO AGENOR DOENÇAS RENAIS

VIVER BEM OS RINS DO SEU FABRÍCIO AGENOR DOENÇAS RENAIS VIVER BEM OS RINS DO SEU FABRÍCIO AGENOR DOENÇAS RENAIS Leia o código e assista a história de seu Fabrício Agenor. Este é o seu Fabrício Agenor. Ele sempre gostou de comidas pesadas e com muito tempero

Leia mais

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS?

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS? COMO SE FAZ NO BRASIL: PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS COMO SE FAZ O MONITORAMENTO? O monitoramento de programas envolve as seguintes etapas:» 1ª etapa: Coleta regular de

Leia mais

Alterações Metabolismo Carboidratos DIABETES

Alterações Metabolismo Carboidratos DIABETES 5.5.2009 Alterações Metabolismo Carboidratos DIABETES Introdução Diabetes Mellitus é uma doença metabólica, causada pelo aumento da quantidade de glicose sanguínea A glicose é a principal fonte de energia

Leia mais

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida DEFINIÇÃO: Pathos: doença Logos: estudo Estudo das alterações estruturais, bioquímicas e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar os mecanismos

Leia mais

Criança nutrida & criança Vitaminada

Criança nutrida & criança Vitaminada Criança nutrida & criança Vitaminada IMC INFANTIL Muitos pais se preocupam com o peso e a estatura de seu filho. Questionam-se se a massa corporal da criança está de acordo com a idade, se a alimentação

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE COMPOSTOS FITOQUÍMICOS EM PACIENTES SUBMETIDOS À TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO (2011) 1

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE COMPOSTOS FITOQUÍMICOS EM PACIENTES SUBMETIDOS À TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO (2011) 1 AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE COMPOSTOS FITOQUÍMICOS EM PACIENTES SUBMETIDOS À TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO (2011) 1 MOURA, Deise Silva de 2 ; BLASI, Tereza Cristina²; BRASIL, Carla Cristina Bauermann 3 ; COSTA

Leia mais

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006.

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. Aspectos do biomonitoramento da toxicidade perinatal pelos agroquímicos Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. A contaminação ambiental por agroquímicos pode causar efeitos negativos aos recursos naturais

Leia mais

Agente Comunitário em Saúde

Agente Comunitário em Saúde Agente Comunitário em Saúde Introdução a Informática Ações de Promoção do ambiente saudável A sociedade em que vivemos Construção de Redes Comunitárias e Promoção à Saúde Introdução à Profissão de Agente

Leia mais

E OS SEUS BENEFÍCIOS

E OS SEUS BENEFÍCIOS E OS SEUS BENEFÍCIOS A principal função do leite é nutrir (alimentar). Além disso, cumpre as funções de proteger o estômago das toxinas e inflamações e contribui para a saúde metabólica, regulando os processos

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 SISTEMA IMUNE E ALERGIA Por alergia, entendem-se as repostas imunes indesejadas contra substâncias que venceram as barreiras como, os epitélios, as mucosas e as enzimas.

Leia mais

Cartilha de Prevenção. ANS - nº31763-2. Diabetes. Fevereiro/2015

Cartilha de Prevenção. ANS - nº31763-2. Diabetes. Fevereiro/2015 Cartilha de Prevenção 1 ANS - nº31763-2 Diabetes Fevereiro/2015 Apresentação Uma das missões da Amafresp é prezar pela qualidade de vida de seus filiados e pela prevenção através da informação, pois esta

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM Atividades Complementares Compreende atividades extracurriculares desenvolvidas conforme opção do aluno, correlacionadas com os objetivos gerais

Leia mais

Análise sensorial: ferramenta para avaliação da qualidade da carne. Renata Tieko Nassu Pesquisadora Embrapa Pecuária Sudeste

Análise sensorial: ferramenta para avaliação da qualidade da carne. Renata Tieko Nassu Pesquisadora Embrapa Pecuária Sudeste Análise sensorial: ferramenta para avaliação da qualidade da carne Renata Tieko Nassu Pesquisadora Embrapa Pecuária Sudeste A análise sensorial é uma importante ferramenta para avaliação da qualidade da

Leia mais

Resoluções, conquistas e desafios

Resoluções, conquistas e desafios Eventos pré-congresso Cuidados Paliativos Conselhos e Associações de Classe Demências - diagnóstico diferencial TNT Geriatria - Abbott GeriatRio2013 - Programação Preliminar Como responder às demandas

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Nutrição 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Nutrição 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Nutrição 2010-1 PERFIL NUTRICIONAL E HÁBITOS ALIMENTARES DE CRIANÇAS DE 6 A 10 ANOS DE UMA ESCOLA

Leia mais

Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp.

Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp. Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp. Síntese das investigações desde a descoberta de novos antimicrobianos Final do século XIX: Pasteur efetuou relatos sobre antagonismo entre diferentes

Leia mais

O Programa Municipal de Nutrição, implantado em 07/04/2006, tem como. objetivo principal investir em ações de educação nutricional, promovendo

O Programa Municipal de Nutrição, implantado em 07/04/2006, tem como. objetivo principal investir em ações de educação nutricional, promovendo Secretaria Municipal de Saúde de São José dos Campos - SP Departamento de Políticas de Saúde Programa Municipal de Nutrição Atividades desenvolvidas em 2006 e 2007 O Programa Municipal de Nutrição, implantado

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

Análise de risco em alimentos, com foco na área de resistência microbiana

Análise de risco em alimentos, com foco na área de resistência microbiana IV CONGRESSO BRASILEIRO DE QUALIDADE DO LEITE Análise de risco em alimentos, com foco na área de resistência microbiana Perigo (hazard): agente biológico, químico ou físico, ou propriedade do alimento

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários

Leia mais

1º Seminário de Pecuária Integrada: Rumo às Boas Práticas Agropecuárias

1º Seminário de Pecuária Integrada: Rumo às Boas Práticas Agropecuárias 1º Seminário de Pecuária Integrada: Rumo às Boas Práticas Agropecuárias Dr. Luciano Bastos Lopes Pesquisador Embrapa Agrossilvipastoril Epidemiologia e Doenças Infecciosas Controle Sanitário em Bovinos

Leia mais

FACIDER FACULDADE DE COLIDER. FACIDER atualizado 2014/1 FARMACIA, BACHARELADO ESTUDOS FORMATIVOS Página 1

FACIDER FACULDADE DE COLIDER. FACIDER atualizado 2014/1 FARMACIA, BACHARELADO ESTUDOS FORMATIVOS Página 1 Portaria Credenciamento IES: Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01. Portaria Autorização Administração : Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01 Portaria Reconhecimento Administração : Portaria 3.519 D.O.U.14/10/05. Portaria

Leia mais

47 Por que preciso de insulina?

47 Por que preciso de insulina? A U A UL LA Por que preciso de insulina? A Medicina e a Biologia conseguiram decifrar muitos dos processos químicos dos seres vivos. As descobertas que se referem ao corpo humano chamam mais a atenção

Leia mais

PALAVRAS CHAVE Diabetes mellitus tipo 2, IMC. Obesidade. Hemoglobina glicada.

PALAVRAS CHAVE Diabetes mellitus tipo 2, IMC. Obesidade. Hemoglobina glicada. 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA AVALIAÇÃO

Leia mais

MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO Edmilson Cursino dos Santos Junior (1); Renato Filipe de Andrade (2); Bianca Alves Vieira Bianco (3). 1Fisioterapeuta. Residente em Saúde

Leia mais

Como o diagnóstico pode ser feito através do exame de ultrassonografia morfológica, é de extrema importância o encaminhamento da gestante para os

Como o diagnóstico pode ser feito através do exame de ultrassonografia morfológica, é de extrema importância o encaminhamento da gestante para os Prevalência dos Tipos de Fissuras em Pacientes atendidos no Centro de Fissurados Labiopalatal (CEFIL) do Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto no Rio de Janeiro. Cruz, Ana Cláudia( Ortodontista- Coordenadora

Leia mais

ENOXALOW enoxaparina sódica. Forma farmacêutica e apresentações Solução injetável. Via de administração: IV/SC

ENOXALOW enoxaparina sódica. Forma farmacêutica e apresentações Solução injetável. Via de administração: IV/SC ENOXALOW enoxaparina sódica Forma farmacêutica e apresentações Solução injetável. Via de administração: IV/SC 20 mg/0,2 ml cartucho com 1 ou 10 seringas. 40 mg/0,4 ml cartucho com 1 ou 10 seringas. 60

Leia mais

A importância da Atividade Física

A importância da Atividade Física A importância da Atividade Física Introdução Mas o que é atividade física? De acordo com Marcello Montti, atividade física é definida como um conjunto de ações que um indivíduo ou grupo de pessoas pratica

Leia mais

RESUMOS SIMPLES...156

RESUMOS SIMPLES...156 155 RESUMOS SIMPLES...156 156 RESUMOS SIMPLES CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 159 CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 157 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 159 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 157 GARCIA JUNIOR, JAIR RODRIGUES...

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde

Pesquisa Nacional de Saúde Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa Nacional de Saúde 21/08/15 Histórico INVESTIGAÇÃO DO TEMA SAÚDE... 1998 2003 2008 2013 PNAD Características da PNS Pesquisa Domiciliar

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE: USO DE INQUÉRITOS DE BASE POPULACIONAL

EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE: USO DE INQUÉRITOS DE BASE POPULACIONAL EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE: USO DE INQUÉRITOS DE BASE POPULACIONAL Chester Luiz Galvão Cesar Departamento de Epidemiologia Faculdade de Saúde Pública - USP A ESTRATÉGIA DA EPIDEMIOLOGIA E OS SERVIÇOS

Leia mais

Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando. 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010

Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando. 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010 Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010 CONTEXTUALIZANDO: A variação de despesas nos últimos 8 anos superou

Leia mais

HORÁRIO DE PROVAS 3º BIMESTRE

HORÁRIO DE PROVAS 3º BIMESTRE CURSO DE PEDAGOGIA Gestão Escolar e Organização do Trabalho Pedagógico I 23.09.13 19horas Fundamentos da Língua Portuguesa: Leitura e Produção de 23.09.13 21horas Textos Psicologia da Educação I 24.09.13

Leia mais

Você sabe os fatores que interferem na sua saúde?

Você sabe os fatores que interferem na sua saúde? DICAS DE SAÚDE 2 Promova a sua saúde. Você sabe os fatores que interferem na sua saúde? Veja o gráfico : 53% ao estilo de vida 17% a fatores hereditários 20% a condições ambientais 10% à assistência médica

Leia mais

TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Disciplina: Farmacologia Curso: Enfermagem TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Professora: Ms. Fernanda Cristina Ferrari Controle da Pressão Arterial Sistêmica Controle Neural estimulação dos

Leia mais

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h)

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementário: Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementa: Organização Celular. Funcionamento. Homeostasia. Diferenciação celular. Fisiologia

Leia mais

COMPLICAÇÕES APRESENTADAS NOS PACIENTES IDOSOS ACOMETIDOS POR FRATURA DE FEMUR

COMPLICAÇÕES APRESENTADAS NOS PACIENTES IDOSOS ACOMETIDOS POR FRATURA DE FEMUR COMPLICAÇÕES APRESENTADAS NOS PACIENTES IDOSOS ACOMETIDOS POR FRATURA DE FEMUR Maria de Fátima Leandro Marques¹; Suely Aragão Azevêdo Viana² ¹ Bióloga do Centro de Assistência Toxicológico do Hospital

Leia mais

Resposta Técnica 02/2015

Resposta Técnica 02/2015 Resposta Técnica 02/2015 Data: 10/02/2015 Solicitante: Dr. Sérgio Henrique Cordeiro Caldas Fernandes Juiz de direito da 23ª Vara Cível Comarca de Belo Horizonte Processo: 1682880-83.2014.8.13.0024 Ré:

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

Oficina CN/EM 2012. Alimentos e nutrientes (web aula) H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo humano.

Oficina CN/EM 2012. Alimentos e nutrientes (web aula) H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo humano. Oficina CN/EM 2012 Alimentos e nutrientes (web aula) Caro Monitor, Ao final da oficina, o aluno terá desenvolvido as habilidade: H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo

Leia mais

ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO

ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO Elaine Jacob da Silva Carmo 1 ; Cristiane Alves da Fonseca 2,3 Andréia Juliana Leite Rodrigues 2,3, 4. 1 Curso de Ciências Biológicas, Unidade Universitária de Ciências

Leia mais

DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência.

DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência. DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência. Lourival dos Santos Filho Graduando em Farmácia Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Klerison Romero Martinez Graduando

Leia mais

PORTFÓLIO: UMA PROPOSTA DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 4 28

PORTFÓLIO: UMA PROPOSTA DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 4 28 PORTFÓLIO: UMA PROPOSTA DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 4 28 ORIENTAÇÃO SOBRE PREPARAÇÃO DE ALIMENTOS 4 17 AS LINGUAGENS DA CRIANÇA E O SABER FAZER NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: MARKETING Políticas de supply chain management e logística reversa Planejamento estratégico de marketing Marketing de serviço Pesquisa de marketing Marketing

Leia mais

Programa de Atividade Física

Programa de Atividade Física Programa de Atividade Física ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE NA TERCEIRA IDADE OBJETIVOS: Analisar: Mudanças que ocorrem como o envelhecimento; Os desafios sócio-econômico e individual do envelhecimento em relação

Leia mais

Nutrição. tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º. Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista

Nutrição. tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º. Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista A Enfermagem e o Serviço de Nutrição e Dietética tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista 1 A enfermagem e o Serviço

Leia mais

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes Pesquisa Clínica Orientações aos pacientes 2009 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que citada a fonte. Tiragem: 1000 exemplares Criação, Informação e Distribuição

Leia mais

TÍTULO: A UTILIZAÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS NO AUXILIO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2

TÍTULO: A UTILIZAÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS NO AUXILIO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2 TÍTULO: A UTILIZAÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS NO AUXILIO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2 CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS

Leia mais

Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS:

Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS: Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS: As mamas (ou seios) são glândulas e sua função principal é a produção de leite. Elas são compostas de lobos que se dividem em porções menores, os lóbulos, e ductos, que

Leia mais

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*.

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*. EMENTÁRIO As disciplinas ministradas pela Universidade Federal de Viçosa são identificadas por um código composto por três letras maiúsculas, referentes a cada Departamento, seguidas de um número de três

Leia mais

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade 10ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE: OO"TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL - POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO" EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios

Leia mais

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. fernandabrito@vm.uff.br

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. fernandabrito@vm.uff.br PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia fernandabrito@vm.uff.br EXEMPLOS DE ESQUEMAS COMPARTIMENTAIS DO CORPO TGI COMPARTIMENTO CENTRAL CÉREBRO FÍGADO ELIMINAÇÃO METABÓLICA EXCREÇÃO RENAL OUTROS

Leia mais

fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal

fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal SISTEMA DE PRODUÇÃO X QUALIDADE DA CARNE OVINA Raquel Abdallah da Rocha

Leia mais

FESURV-UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS DE PROFESSOR (NÍVEL ADJUNTO I) - EDITAL N. 001/2014

FESURV-UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS DE PROFESSOR (NÍVEL ADJUNTO I) - EDITAL N. 001/2014 FESURV-UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS DE PROFESSOR (NÍVEL ADJUNTO I) - EDITAL N. 0/24 ANEXO I QUADRO GERAL DE S E 1. Faculdade de Administração 1.1 Administração Administração ou

Leia mais

Aplicações da Metodologia de Atendimento Sistêmico já realizadas por profissionais/alunos, nos cursos ministrados pela EquipSIS

Aplicações da Metodologia de Atendimento Sistêmico já realizadas por profissionais/alunos, nos cursos ministrados pela EquipSIS Aplicações da Metodologia de Atendimento Sistêmico já realizadas por profissionais/alunos, nos cursos ministrados pela EquipSIS Sônia Vieira Coelho Em todos os cursos de ASFRS ministrados pela EquipSIS,

Leia mais