BESBOLSA ERNESTO DE SOUSA ARTE EXP ERIMENT AL INTER. p. 1, 144 Ernesto de Sousa e/and Jorge Peixinho, mixed-media Luis Vaz 73 MEDIA15

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2 BESBOLSA ERNESTO DE SOUSA ARTE EXP ERIMENT AL INTER p. 1, 144 Ernesto de Sousa e/and Jorge Peixinho, mixed-media Luis Vaz 73 MEDIA15

3 15 anos da Bolsa Ernesto de Sousa ( ) 15 years of the Ernesto de Sousa Fellowship Arte Experimental Intermedia Experimental Intermedia Art projecto project: Isabel Soares Alves coordenação editorial e investigação editorial coordination and research: Isabel Alves, Patrícia Freire design gráfico e produção design and graphic production: Silva! Designers textos texts: Rui Eduardo Paes, Luis Silva edição de biografias e projectos editing of biographies and projects: Inês Lamin tradução translation: Cláudia Pestana dos textos e imagens texts and images: os autores the authors impressão e acabamento print and bound-in: Textype isbn: depósito legal: XXXX Bolsa Ernesto de Sousa 15 Anos Espaço Avenida Instalações concertos e performances Installations concerts and performances Lançamento do site Launching of the site produção production: Patrícia Freire e Luis Silva cedência do espaço avenida loan of espaço avenida: António Bolota produção técnica technical production: Bazar do Vídeo com a colaboração de with the collaboration of António Manuel Gonçalves e and Sérgio Gonçalves patrocínios sponsors: Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Fundação Calouste Gulbenkian apoio suport: Bazar do Vídeo, Força Motriz, Bacalhôa, Vinhos de Portugal, Vera Cortês A Bolsa Ernesto de Sousa e este Projecto nunca teriam sido possíveis sem o apoio incontornável da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e da Fundação Calouste Gulbenkian, em particular de: The Ernesto de Sousa Fellowship and this Project would not have been possible without the unconditional support of the Luso-American Development Foundation and the Calouste Gulbenkian Foundation, specially from: Mário Mesquita, Miguel Vaz, Luís Santos Ferro, Bernardino Gomes Teresa Gouveia, Manuel Costa Cabral, Pedro Tamen e and: Phill Niblock, Experimental Intermedia Foundation Gostaríamos de agradecer todos que, de formas diferentes, contribuiram para a realização deste projecto: we would like to thank all those who, in different ways, have contributed to making this project happen: Abel Ribeiro Chaves, André Quiroga, António Bolota, Cristina Sales, Emanuel Dimas Pimenta, Galeria Lisboa 20, Isabel Corte-Real, Jorge Silva, José Berardo, Levina Valentim, Lucília Alvoeiro, Miguel Nabinho, Robin Fior, Rui Eduardo Paes, Samuel Roda Fernandes, Vera Cortês E a todos os artistas que aceitaram participar neste evento and to all the artists that agreed to take part 6 Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e Fundação Calouste Gulbenkian 7 Luso-American Development Foundation and Calouste Gulbenkian Foundation 8 Ernesto de Sousa e a música visual Rui Eduardo Paes 10 Ernesto de Sousa and visual music Rui Eduardo Paes 14 Alternativa 2.0: um balanço de Bolsa Ernesto de Sousa Luís Silva 16 Alternative 2.0: a survey of the Ernesto de Sousa Fellowship Luís Silva 18 Cronologia Chronology 22 João Paulo Feliciano 26 Rafael Toral 32 Manuel Mota 38 Paulo Raposo 44 David Maranha 50 Adriana Sá 54 Sónia Rodrigues 58 João Castro Pinto 64 Elga Ferreira 68 Margarida Garcia 74 Ruben Verdadeiro 80 André Gonçalves 84 Yella 90 Luís Girão 94 A experiência nos Estados Unidos, a partir de excertos de três relatórios de bolseiros 96 Experience in the United States as seen through excerpts from three scholarship recipients reports 98 Génese da Bolsa Ernesto de Sousa Genesis of the Ernesto de Sousa Fellowship 101 Luis Vaz Revelações Portuguesas no V Festival Internacional Mixed-Media de Gent Godfried-Willem Raes 107 Portuguese Revelations at the V International Mixed-Media Festival in Ghent Godfried-Willem Raes 108 Bolsa Ernesto de Sousa, alguns documentos Ernesto de Sousa Fellowship, some documents 136 Ernesto de Sousa, biografia biography 138 Biografia do júri biography of the jury BOLSA ERNESTO DE SOUSA ARTE EXPERIMENTAL INTERMEDIA

4 6 7 Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e Fundação Calouste Gulbenkian Luso-American Development Foundation and Calouste Gulbenkian Foundation Em 1992 a Fundação Luso-Americana acolheu a ideia apresentada por Isabel Alves de instituir uma bolsa no âmbito da arte experimental multimédia, inspirada pelo trabalho inovador desenvolvido por Ernesto de Sousa. Em 1996 a Fundação Calouste Gulbenkian associou-se a esta iniciativa, reconhecendo a sua oportunidade e excepcional interesse. A colaboração com Phill Niblock, Director da Experimental Intermedia Foundation, constituiu um factor decisivo para a concretização e sucesso do projecto, correspondendo à estratégia das Fundações para a internacionalização da cultura portuguesa contemporânea. A qualidade das propostas apresentadas pelos artistas participantes, confirmada pela continuidade da sua obra, permite avaliar com êxito a Bolsa Ernesto de Sousa, agora na sua 15ª edição, bolsa que tem constituído um incentivo ininterrupto à criação multimédia em Portugal, estimulando o experimentalismo multidisciplinar ligado às novas tecnologias. É neste contexto de celebração que a Fundação Luso-Americana e a Fundação Calouste Gulbenkian felicitam os seus promotores e todos os artistas participantes. Teresa Gouveia, Administradora da Fundação Calouste Gulbenkian Mário Mesquita, Administrador da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento In 1992 the Luso-American Foundation adopted an idea, suggested by Isabel Alves, to initiate a multimedia, experimental art fellowship, honoring the pioneering legacy left by the multi-talented Portuguese artist and critic Ernesto de Sousa. In 1996, the Calouste Gulbenkian Foundation joined the initiative, recognizing its timeliness and singular relevance. The collaboration with Phill Niblock, director of the Experimental Intermedia Foundation in New York, was decisive to the success of the project and matched both Foundations aim to bring contemporary Portuguese culture to a wider international audience. The quality of the application proposals submitted by the selected artists and the outstanding work they have gone on to do, have made the program now in its fifteenth year an indisputable success. The initiative has acted as an ongoing stimulus to creative multimedia output in Portugal, promoting multidisciplinary experimentation and the use of breakthrough technology. Now, on the occasion of the Ernesto de Sousa Fellowship Program s 15th anniversary, the Luso-American and Calouste Gulbenkian Foundations extend their sincere congratulations to the promoters and all the artists participating in this celebration. Teresa Gouveia, Trustee to the Board, Calouste Gulbenkian Foundation Mário Mesquita, Member of the Executive Board, Luso-American Development Foundation

5 8 9 Ernesto de Sousa e a música visual Ernesto de Sousa fez a melhor das definições sobre a arte intermedia: «Sentir tudo de todas as maneiras viver tudo de todos os lados/ser a mesma coisa de todos os modos possíveis/ ao mesmo tempo/realizar em si toda a realidade de todos/ os momentos/ num só momento difuso profuso completo e/ longínquo.» O poli-artista português que a Bolsa Ernesto de Sousa vem homenageando há 15 anos realizou esta aspiração por meio do cinema, um complexo semiótico que aspira à totalidade perceptiva, mas o desenvolvimento da tecnologia aplicada à criação artística foi permitindo outros enfoques. Muitos dos contemplados com a BES que iniciaram notáveis carreiras internacionais tiveram como ponto de partida a música, disciplina que Ernesto não dominava, tanto assim que para a versão original do seu mixed-media Almada, Um Nome de Guerra contou com a colaboração do compositor Jorge Peixinho. Não surpreende que a arte dos sons se tenha enamorado pelas artes visuais; já na Antiguidade Grega filósofos como Aristóteles e Pitágoras dissertaram sobre as correspondências entre as cores e os sons, o que de resto levou Kandinsky, o pintor, a escrever o livro de poesia ilustrada Klange ( Sons ). Essas relações remontam ao século XVIII e ao cravo ocular do padre jesuíta Louis Bertrand-Castel, tendo sido continuadas pelos órgãos de cor de D. D. Jameson, Bainbridge Bishop e Wallace Rimington. Já no inícío do século XX, Scriabin foi o grande incentivador das combinações sinestésicas tal como as conhecemos hoje e que passaram pelos contributos históricos de Russolo, Oskar Fischinger e Norman McLaren, este com a descoberta de que uma intervenção directa na película produz não só imagem concreta como som. Na actualidade, criadores visuais como o alemão Laurenz Theinert utilizam um teclado MIDI, fabricado para a produção de música, com o fim de projectar imagens. A este novo domínio chamou-se música visual, existindo mesmo um festival em Los Angeles que utiliza essa designação como nome, Visual Music. E porque assistimos a uma cada vez maior assemblagem das artes, alguns homens do cinema aproximaram-se da música: há um par de anos, o realizador Peter Greenaway juntou-se ao DJ Radar e estreou-se como VJ numa discoteca de Amesterdão, munido de um aparato técnico que lhe permitiu projectar simultaneamente em 12 telas algo que Ernesto de Sousa fizera em Portugal, mais modestamente e com os recursos possíveis na altura, há quase quatro décadas (1969, para ser mais exacto). Com uma diferença apenas de contexto, pois Greenaway levou o experimental para o espaço por excelência da cultura popular na actualidade. O cinema, para Ernesto de Sousa, não era, de qualquer modo, um fim, mas um princípio ou um processo de estudo e intervenção. Almada, Um Nome de Guerra era para si um não-filme ou mesmo um antifilme, obra aberta que a si mesmo sobrevive, sempre susceptível de diversidade e renovação, servindo para congregar outros elementos à sua volta e para procurar outros sentidos e outras leituras. Afirmava ele: Devemos utilizar o cinema para lá do cinema, numa acção-cinema que nos ponha de modo evidente (...) em face de nós próprios, como actores totais, totalmente responsáveis. Um projecto assim só pode ser conduzido a longo termo, ainda que tal signifique ultrapassar o limite imposto pela morte. O criador deixou-nos em 1988, mas o seu propósito continua vivo e actuante, como podemos verificar com esta mostra. Aliás, Ernesto estava desiludido com o cinema tradicional, pelo que as suas tentativas de formular o espectáculo total passaram pelo teatro. Foi o que aconteceu com O Gebo e a Sombra, com base no texto de Raul Brandão, também com música de Jorge Peixinho e com cenografia do artista plástico José Rodrigues, a exemplo de Almada resistindo contra as classificações fechadas dos géneros e dos meios artísticos. Aquilo que agora designamos por arte intermedia concebeu-a ele pioneiramente em Portugal como uma simultaneidade de diferentes modos de expressão, o cinema, a poesia e a música encenados em complemento e interligados no momento do espectáculo performativo, ou como preferia dizer, da festa. A tecnologia permite-nos finalmente o que no seu tempo era impossível: a interactividade da imagem com o som e o movimento, implicando o definitivo derrube das fronteiras que separavam a visão do ouvido. Ernesto teria gostado de assistir ao trabalho desenvolvido pelos seus bolseiros, casos, entre outros, de João Paulo Feliciano, Rafael Toral, Adriana Sá, André Gonçalves, Manuel Mota, André Maranha e Paulo Raposo. Até porque a música foi pensada por si de maneira mais profunda do que poderíamos imaginar. Em texto dedicado a Serres, Vesalius e Artaud, exalta a sua qualidade transcultural e de transcomunicação, apontando-a inclusive como coisa originária, primária, inaugural. O que os músicos visuais portugueses do presente estão a fazer, por cá e lá fora, não só confirma essa sua perspectiva como a enobrece. Rui Eduardo Paes, crítico de música, ensaísta, editor da revista jazz.pt

6 10 11 Ernesto de Sousa and visual music Ernesto de Sousa provided us with one of the best definitions of inter-media art: «To feel everything in every possible way, to live everything from every possible angle/ to be the same thing in all possible manners/ at the same time/ To achieve, in oneself, the reality of all/ the moments/ in one single extended, profuse complete/ and distant moment.» The Portuguese poli-artist celebrated for the past fifteen years by the Ernesto de Sousa Scholarship (BES Bolsa Ernesto de Sousa) fulfilled this aspiration through cinema, a semiotic system that aspires towards perceptive totality. However, the development of technology applied to artistic practice has allowed other approaches. Many of those awarded by the scholarship who have pursued remarkable international careers, had their starting point in music, a subject Ernesto de Sousa did not fully command, so much so that he relied on the collaboration with composer Jorge Peixinho for the original version of his project Almada, Um Nome de Guerra. It is not surprising that the art of sound has become enamoured with the visual arts; already in Greek Antiquity philosophers like Aristotle and Pythagoras theorised on the correspondences between colour and sound. Later, this led Kandinsky, the painter, to write Klange ( Sounds ), an illustrated poetry book. These relationships date to the 18th Century's ocular harpsichord by Louis Bertrand-Castel, a Jesuit priest, and continued by D.D. Jameson's, Bainbridge Bishop, and Wallace Rimmington's colour organs. In the early 20th century, Scriabin was the great instigator of synaesthetic combinations as we know them today and which were passed down by the historical contributions of Russolo, Oskar Fischinger and Norman McLaren. The latter discovering that a direct intervention on film produces noft only image but also sound. Currently, visual artists like Laurenz Theinert, from Germany, use a MIDI keyboard, designed for the production of music, to project images. This new field has been titled visual music, and a festival in Los Angeles with the same name has been established. Given we are witnessing a greater proximity between the arts, several cinema artists have begun to approach music: a couple of years back, director Peter Greenaway collaborated with DJ Radar to premier as a VJ at a disco in Amsterdam. Greenaway used a technical device to allow him to project onto 12 screens, something Ernesto de Sousa had attempted in Portugal under more modest circumstances given the resources available at the time, almost four decades ago (1969 to be exact). Context was the only difference, since Greenaway brought the experimental into the realm of current popular culture. For Ernesto de Sousa, cinema was by no means an end. Rather it was a beginning or a process of research and intervention. Almada, Um Nome de Guerra was for the artist a non-film or even an anti-film : an open work which outlives itself, is always available for diversity and renewal and brings together other elements around it to seek out other meanings and readings. As Ernesto stated: We must use cinema beyond cinema, in an action cinema that clearly confronts us (...) with ourselves, as total actors, completely accountable. Such a project can only be long term, even if this implies overcoming the limit imposed by death. The artist passed away in 1988, but his intention remains alive and active, as we can witness with this exhibition. In fact, Ernesto was disappointed with traditional cinema, even looking to theatre in his attempts to formulate the total spectacle. This happened with O Gebo e a Sombra, based on the text by Raul Brandão, again with music by Jorge Peixinho and with set design by plastic artist José Rodrigues, and following the example of Almada resisted closed classifications of genres and artistic media. What we now call inter-media art was pioneered by Ernesto in Portugal as the simultaneity of different means of expression: cinema, poetry and music staged as complements and intertwined in the moment of performative spectacle, or as Ernesto preferred to say, festa (feast or festival). Technology finally offers what was impossible in his time: the interaction of image with sound and movement and implies the toppling of the barriers separating vision from hearing. Ernesto would have enjoyed experiencing the work carried out by his scholarship recipients, such as, among others, João Paulo Feliciano, Rafael Toral, Adriana Sá, André Gonçalves, Manuel Mota, André Maranha and Paulo Raposo, particularly because he had thought of music in a more profound way than we could have imagined. In a text dedicated to Serres, Vesalius and Artaud, Ernesto exalts music's trans-cultural and trans-communicative qualities, highlighting it as something original, primary, inaugural. The work carried out both nationally and internationally by Portuguese visual musicians both confirms and enriches Ernesto's perspective. Rui Eduardo Paes, music critic, essayist, editor of jazz.pt magazine (translation REP)

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8 14 15 Alternative 2.0: a survey of the Ernesto de Sousa Fellowship As nossas belas-artes foram instituídas e os seus tipos e usos fixados numa época que se diferencia da nossa, por homens cujo poder de acção sobre as coisas era insignificante quando comparado com o nosso. Mas o extraordinário crescimentoo dos nossos meios, a capacidade de adaptação e exactidão que atingiram, as ideias e os hábitos que introduzem anunciam-nos mudanças próximas e muito profundas na antiga indústria do Belo. Paul Valéry: Pièces sur l'art. Paris (1946) A promessa utópica de uma restruturação das artes plásticas como resultado do progresso tecnológico que Paul Valéry ingenuamente prevê pode parecer desadequada actualmente, num mundo que recupera e se afasta dos ideiais pós-modernistas do final do século XX e no qual a tecnologia deixou de simplesmente mediar para determinar, em grande escala a experiência contemporânea. Contudo, a conversão da experiência contemporânea ao digital é inegável, o carácter nomádico das (novas) tecnologias transformou-se em total ubiquidade e tudo, actualmente, pode ser pensado em termos de zeros e uns, de informação, na sua versão mais desencorpada e abstracta. Os artistas,que historicamente sempre foram pioneiros na exploração criativa dos desenvolvimentos tecnológicos (a fotografia, o cinema e, mais recentemente, o video, por exemplo), não são alheios à alteração do papel que os novos recursos tecnológicos têm nas sociedades contemporâneas e têm vindo, assim, a confrontarse com as infinitas possibilidades expressivas e com os nóvos códigos estéticos possibilitados pela máquina universal em que o computador se tornou. Artes electronicas, digitais, tecnológicas, interactivas, multimedia, intemedia, new media, a lista de denominações que visa delimitar e apreender o campo artístico que explora e depende das possibilidades expressivas e discursivas das tecnologias digitais é praticamente infindável e tal facto não é mais do que o reflexo da incapacidade em resumir e confinar a um único termo condensador todo um conjunto de práticas, discursos e linguagens artísticas que se caracerizam, na sua grande maioria, por serem polimórficas, polissémicas e atravessarem de forma transversal a produção cultural contemporânea. Se, por um lado, se constata uma grande diversidade de práticas no domínio dos new media, por outro podemos facilmente encontrar algumas características comuns a todas a estas formas artísticas, como a interactividade, a transdisciplinaridade e a imaterialidade que são centrais na apreensão destes novos modos de criação de subjectividades. A transdisciplinaridade, sobretudo, reveste-se de particular relevância quando se apresenta um livro comemorativo dos quinze anos da Bolsa Ernesto de Sousa. Quando som e imagem, música e video, podem ser convertidos em informação, em zeros e uns, a diferença aparentemente ontológia entre modalidades sensoriais distintas, audição e visao, é lançada por terra. Quando som pode dar origem a imagens e quando imagens geram som, numa espiral infinita de retroalimentação e generatividade, com o espectador colocado no centro deste dispositivo, as próprias definições tradicionais entre disciplinas artísticas são colocadas em dúvida. Artes Visuais ou Música? Ambas ou nenhuma? É aqui, nesta improvavel zona entre media e entre linguagens, que a Bolsa Ernesto de Sousa tem vindo a desenvolver um trabalho de apoio regular e sustentado à criação experimental de índole marcadamente tecnológica, levando artistas/músicos/o que se lhes quiser chamar, a desenvolver e apresentar trabalho em Nova Iorque e assim potenciar a internacionalização de criadores nacionais. A relevância da Bolsa Ernesto de Sousa, cujo objectivo consiste em estimular o surgimento de projectos e realizações na área da arte experimental intermédia, é tanto maior na medida em que combate duas características locais, impeditivas de um florescimento de uma prática artística ligada às tecnologias, tal como se observa em inúmeros pontos do globo: o carácter periférico de Portugal (tanto geográfico como do ponto de vista de inserção em circuitos internacionais de visibilidade, reconhecimento e consagração) e a falta de reconhecimento e legitimação por parte das instituições artísticas nacionais, que de forma geral tendem a considerar este tipo de trabalhos como algo de exterior a um discurso artístico contemporâneo. Esta última característica assume um aspecto local muito particular, na medida em que, internacionalmente, as instituições abriram as suas portas não só para incorporar este tipo de propostas como também para elaborar teórica e criticamente sobre as consequências e novos desafios que são colocados com a musealização de tais trabalhos. É de se destacar, por exemplo, o trabalho de grandes instituições como o Whitney Museum e o seu artport, a Tate Modern com as suas encomendas de projectos de net art e publicações teóricas sobre o campo, ou ainda a parceria do New Museum com a Rhizome, uma das plataformas mais importantes do mundo. Localmente, o panorama é diametralmente oposto. Assim, a Bolsa Ernesto de Sousa, ao financiar generosamente os vencedores de cada edição, graças ao apoio monetário da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, e oferecendo-lhes a oportunidade de desenvolver e mostrar trabalho na Experimental Intermedia Foundation, em Nova Iorque, um dos centros artísticos mais dinâmicos e importantes do mundo, combate simultaneamente o sentimento de periferia e de isolamento sentido pelos artistas, como também permite que o seu trabalho seja reconhecido por um publico especializado e interessado, integrando-os num discurso institucional de matriz internacional. Seria muito interessante traçar o percurso de nomes como Rafael Toral, Adriana Sá ou André Gonçalves, por exemplo, desde o momento em que venceram a Bolsa até à actualidade, e comparar essa informação com o percurso anterior a terem recebido a Bolsa. As diferenças serão seguramente enormes. Luis Silva, curador independente

9 16 17 Alternativa 2.0: um balanço da Bolsa Ernesto de Sousa Our fine arts were developed, their types and uses were established, in times very different from the present, by men whose power of action upon things was insignificant in comparison with ours. But the amazing growth of our techniques, the adaptability and precision they have attained, the ideas and habits they are creating, make it a certainty that profound changes are impending in the ancient craft of the Beautiful. Paul Valéry: Pièces sur l'art. Paris (1946) (translation Ralph Manheim) The utopian promise of redefining visual arts through technological progress naïvely described by Paul Valéry may seem inadequate today, in a world recovering and moving away from the post-modernistic ideals of the late XXth century, and also in a world in which technology not only mediates, but determines, to a large extent, contemporary experience. Even though Valéry's predictions didn't come true, the digital conversion of our daily existence is undeniable, the nomadic properties of (new) technologies has become total ubiquity and everything, can now be thought of as zeros and ones, as information in its more abstract version. Artists, who have always been pioneers in the artistic exploration of technological developments (photography, film and more recently video, for instance), are aware of the changes these new technological resources have caused in contemporary societies and have been, as a consequence, confronting themselves with the infinite expressive possibilities and the new aesthetic codes allowed by the universal machine the computer has become. Electronic art, digital art, technological art, interactive art, multimedia art, intermedia art, new media art, the terms used to define and understand the artistic field characterized by exploring and depending on both the expressive and discursive possibilities of digital technologies are almost endless and such simple fact reveals nothing but the impossibility to resume to one simple category or concept a whole set of artistic practices and discourses that are polymorph, polyssemic and cross transversally our contemporary cultural production. If on one side, one is struck by the incredible diversity of practices classified under the term new media art, we can also find some common characteristics shared by these proposals. Interactivity, transdisciplinariety, immateriality are, just to name a few, extremely important when thinking of these new ways of producing subjectivities. Transdisciplinarity is of paramount importance when presenting a book and an event dedicated to celebrating the fifteenth edition of the Ernesto de Sousa Fellowship. When sound and image, music and video, can be converted into information, zeros and ones, the apparently ontological difference between two separate sensory instruments, audition and vision, is completely destroyed. When sound is used to generate images and those images used to generate new sound, in an endless spiral of feedback and generativity, with the audience in the center of this process, even the distinction between traditional artistic disciplines are put into question. Visual Art or Music? Both or none of them? It is in this unlikely area between media, codes and languages that the Ernesto de Sousa Fellowship has been developing a regular and sustained support to the creation of experimental and technological artistic work, by allowing visual artists/musicians/whatever to develop and present new work in New York and by doing so, allowing the internationalization of national artists. The Fellowship's relevance, whose goal consists in "stimulating the development of projects and achievements in the field of experimental intermedia art" is even more important because it fights two local characteristics, that prevent the flourishing of an artistic practice connected to digital technologies, seen throughout the world: Portugal's peripheral location (both in geographical terms and of participation in international circuits of visibility, and recognition) and the lack of recognition and legitimation from the national artistic institutions to whom these works are generally seen as external to the contemporary artistic discourse. This last aspect gains a particular significance locally because, internationally, artistic institutions have opened up their doors not only to include these works but to develop a theoretical/critic discourse about the new media art field and its challenges to the traditional art world. Institutions like the Whitney Museum with its art port, Tate Modern with its regular program of commissioned net art pieces, publications and conferences on the subject, or the partnership between the New Museum and Rhizome, one of the most important platforms dedicated to new media art. Locally, things couldn't be more different. The fellowship, by generously financing the winners of every edition, thanks to funding of Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento and Fundação Calouste Gulbenkian, and giving them the opportunity to develop new work and present it in New York City, one of the most important artistic centers in the world, has been not only fighting the peripheral aspect of our art scene and the isolation felt by these artists but also allowing their work to be acknowledged by a specialized audience, including them in an international discourse. It would very interesting to examine the professional history of names such as Rafael Toral, Adriana Sá or André Gonçalves, for instance, from the moment of having won the Fellowship to the present and examine it to what they had done before having won. The differences will surely be enormous. Luis SilvaLuis Silva, independent curator (translation LS)

10 18 19 BES CRONOLOGIA BES CHRONOLOGY 1ª BES 1992 atribuída a granted to: João Paulo Feliciano Projecto Project: Sem título / Untitled Menções Honrosas Special Mention: João António Mota e André Gomes Júri Jury: Phill Niblock, Paul Panhuysen, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Leonel Moura e Isabel Soares Alves 2ª BES 1994 atribuída a granted to: Rafael Toral Projecto Project: Electrical Guitarmedia Perception Menções Honrosas Special Mention: Daniel Blaufuks e Nuno Rebelo. Júri Jury: Phill Niblock, Paul Panhuysen, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, António Cerveira Pinto e Isabel Soares Alves 3ª BES 1995 atribuída a granted to: Manuel Mota Projecto Project: Treated Spatial Pain Reflex Menção Honrosa Special Mention: Luísa Cunha. Júri Jury: Phill Niblock, Arthur Stidfole, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta e Isabel Soares Alves 4ª BES 1996 atribuída a granted to: Paulo Raposo Projecto Project: Rizoma Menções Honrosas Special Mention: Daniel Blaufuks e David Maranha Júri Jury: Phill Niblock, Moniek Darge, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta e Isabel Soares Alves 5ª BES 1997 atribuída a granted to: David Maranha Projecto Project: Ópera para quatro vozes confinada entre dois diafragmas / Opera for four voices confined between two diaphragms Menção Honrosa Special Mention: Helder Luís Júri Jury: Phill Niblock, Barbara Held, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta e Isabel Soares Alves 6ª BES 1999 atribuída a granted to: Adriana Sá Projecto Project: Laboratório de Sensações 3 / Sensations Laboratory 3 Júri Jury: Phill Niblock, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta, Jens Brand, Delfim Sardo, Isabel Soares Alves 7ª BES 2000 atribuída a granted to: Sónia Rodrigues Projecto Project: Multiples of 1 + MOV.LTIPLES Menções Honrosas Special Mention: Margarida Garcia e Ricardo Jacinto Júri Jury: Phill Niblock, Keiko Sei, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta e Isabel Soares Alves 9ª BES 2002 atribuída a granted to: Elga Ferreira Projecto Project: UnReal Júri Jury: Phill Niblock, Reinhold Friedl, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta e Isabel Soares Alves 10ª BES 2003 atribuída a granted to: Margarida Garcia Projecto Project: And I wake to the perfect patience of mountains Menções Honrosas Special Mention: Helder Luís e Ricardo Jacinto Júri Jury: Phill Niblock, Katherine Liberovskaya, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta, João Paulo Feliciano e Isabel Soares Alves 11ª BES 2004 atribuída a granted to: Ruben Verdadeiro Projecto Project: Silêncio Azul / Blue Silence Menções Honrosas Special Mention: Patrícia Portela e Jorge André Gonçalves Júri Jury: Phill Niblock, Georg Dietzler, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta, David Maranha e Isabel Soares Alves 12ª BES 2005 atribuída a granted to: André Gonçalves Projecto Project: Resonating Objects Menções Honrosas Special Mention: Ivan Franco e Ricardo Jacinto Júri Jury: Phill Niblock, Ulrich Krieger, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta, Manuel Mota e Isabel Soares Alves 13ª BES 2006 atribuída a granted to: yella (Daniela Abelaira Roxo) Projecto Project: Body of Work Júri Jury: Phill Niblock, Andrew Fenchel, Nuno Faria, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta, Adriana Sá e Isabel Soares Alves 14ª BES 2007 atribuída a granted to: Luis Miguel Girão Projecto Project: First Series of AudioVisual Studies for Body in Sensory Space Menção Honrosa Special Mention: Filipa Guimarães Júri Jury: Phill Niblock, Astrid S. Klein, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta, Sónia Rodrigues, Isabel Soares Alves 15ª BES 2008 Júri Jury: Thomas Ankersmit, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta, Margarida Garcia, Isabel Soares Alves 8ª BES 2001 atribuída a granted to: João Castro Pinto Projecto Project: A Sense of Flow Menções Honrosas Special Mention: Margarida Garcia e Susanne Themlitz Júri Jury: Phill Niblock, Maria Blondeel, Manuel Costa Cabral, Rui Eduardo Paes, Emanuel Dimas Pimenta e Isabel Soares Alves

11 92 JOÃO PAULO FELICIANO 94 RAFAEL TORAL 95 MANUEL MOTA 96 PAULO RAPOSO 97 DAVID MARANHA 99 ADRIANA SÁ 00 SÓNIA RODRIGUES 01 JOÃO CASTRO PINTO 02 ELGA FERREIRA 03 MARGARIDA GARCIA 04 RUBEN VERDADEIRO 05 ANDRÉ GONÇALVES 06 YELLA 07 LUÍS GIRÃO

12 1992 JOÃO PAULO FELICIANO PROJECTO PROJECT João Paulo Feliciano nasceu em Caldas da Rainha, em Artista visual e músico, é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade de Lisboa. O seu trabalho atravessa múltiplos campos de expressão: artes plásticas (pintura, desenho, fotografia, vídeo, instalação, objectos); música (rock, improvisada, experimental e electrónica); design gráfico, multimédia e de comunicação; direcção artística, comissariado e concepção de eventos, entre muitas outras formas de trabalho individual e em equipa. Expõe regularmente desde De entre as numerosas exposições, individuais e colectivas, destacam-se as individuais no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto (2004), "The Possibility of Everything: João Paulo Feliciano, Selected Works " na Culturgest (2006) e "The Blues Quartet" no Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA (2007), bem como a sua participação na XXVI Bienal de São Paulo, Brasil (2004). Foi responsável pela direcção artística do espectáculo Acqua Matrix (Expo 98, Lisboa). Desde 1990, colabora com o músico Rafael Toral no projecto "No Noise Reduction". De 1989 a 1998, integrou a banda "Tina and the Top Ten". Colaborou ainda com os músicos Lee Ranaldo, Phill Niblock, David Toop, Christian Fennez, entre outros. João Paulo Feliciano was born in Caldas da Rainha, Portugal in An artist and musician, he has a degree in Modern Languages and Literature from the University of Lisbon. His work touches upon multiple modes of expression: fine arts (painting, drawing, photography, video, installation, objects); music (rock, improvisation, experimental and electronic); graphic design, multimedia and communication; artistic direction, curating, organizing events; among several other forms of individual and team work. Feliciano exhibits regularly since The show at the Museu de Arte Contemporânea de Serralves in Porto (2004), "The Possibility of Everything: João Paulo Feliciano, Selected Works " at Culturgest (2006) and "The Blues Quartet" at the Contemporary Arts Center, Cincinnati, USA (2007), alongside the artist s participation in the XXVI São Paulo Biennial in Brazil (2004), are all stand out in a vast career of group and solo exhibitions. He was also artistic director of the Acqua Matrix (Expo 98, Lisboa). Since 1990, the artist has collaborated with musician Rafael Toral on the "No Noise Reduction" project. From 1989 to 1998 he was part of the band "Tina and the Top Ten". He has also collaborated with the musicians Lee Ranaldo, Phill Niblock, David Toop, Christian Fennez, among others. Sem título Enquanto vencedor da Bolsa Ernesto de Sousa, João Paulo Feliciano apresentou na Experimental Intermedia Foundation, em Nova Iorque, um projecto interactivo para guitarra, computador e vídeo. A apresentação aconteceu em 1993 e constituía-se como um verdadeiro work-in-progress. A ideia inicial baseava-se na exploração do movimento, produzido na execução da guitarra, para acções objectivas num computador, através de software e câmara de vídeo. Feliciano levou o projecto para outros campos, usando ainda som, imagem e movimento em diferentes interacções de tempo real. Na apresentação da performance em Nova Iorque foi acompanhado por David T. Dienes, Roger Kleyer e Anne Gosfield. Durante as sua permanência nos Estados Unidos, fez também um estágio nos IEar Studios Rensselear Polytechnic Institute (Troy), onde desenvolveu os seus primeiros trabalhos em áudio digital. Untitled While awarded the Ernesto de Sousa Scholarship, João Paulo Feliciano presented an interactive project for guitar, computer and video at the Experimental Intermedia Foundation in New York. This took place in 1993 and was presented as a true work in progress. The initial concept centred on the exploration of movement, produced while playing the guitar, as objective actions on a computer and achieved by using software and a video camera. During the process of working on this project, Feliciano opened it out to other fields, using sound, image and movement in different real-time interactions. At the presentation of the performance in New York he was accompanied by David T. Dienes, Roger Kleyer and Ann Gosfield. During his stay in the United States, he also interned at the IEar Studios Rensselear Polytechnic Institute (Troy), where he developed his first digital audio works. Performance na Experimental Intermedia Foundation, Nova Iorque, 1993 Performance at the Experimental Intermedia Foundation, New York, 1993 p. 25 Blitz, 1 de Dezembro, 1992 Blitz, December 1, 1992 Expresso, 19 de Dezembro 1992 Expresso, December 19, 1992

13 24

14 1994 RAFAEL TORAL PROJECTO PROJECT Rafael Toral nasceu em Lisboa em Músico e artista plástico, desenvolveu um trabalho extenso conjugando guitarra e música electrónica. Considerado um dos guitarristas mais dotados e inovadores dos anos 90, editou discos cuja importância reuniu consenso a nível internacional e apresentou o seu trabalho em concertos por todo o mundo. Em 2004 lança o "Space Program", uma pesquisa de longo curso sobre performance, silêncio, disciplina e estruturação do discurso musical com instrumentos electrónicos experimentais, numa abordagem informada pelo jazz. Traçando uma linha de trabalho sem precedentes conhecidos, estabelece a "música electrónica pós-free jazz" como terreno. Colaborou, entre outros, com Jim O'Rourke, David Toop, Evan Parker e Keith Rowe, mantendo uma importante e duradoura relação de trabalho com Sei Miguel. É membro da orquestra electrónica europeia Mimeo desde 1998 e produziu em 2003 a primeira Antologia de Música Electrónica Portuguesa. O seu trabalho no campo das artes plásticas assume a forma de instalações, cujo comportamento é imprevisível e interactivo, frequentemente recorrendo a sistemas de feedback generativo. Obras recentes questionam as relações entre dispositivos de geração, captação, registo, transporte e distribuição de som. Rafael Toral is a musician and artist formerly noted for his work with guitar and electronics. Having been considered by the Chicago Reader in the 1990's to be "one of the most gifted and innovative guitarists of the decade", he has released records internationally taken as milestones in their genre and performed concerts around the world. In 2000 he decided that such line of work was completed, terminating a path of worldwide recognition. In 2004 launches the "Space Program", a long term research on performance, silence, discipline and musical discourse structuring, using experimental electronic instruments with an approach informed by jazz. Treading a new path without known precedents, he established "post-free jazz electronic music" as a working ground. Collaborated with Jim O'Rourke, David Toop, Evan Parker and Keith Rowe, among many, and keeps an important and lasting collaboration with Sei Miguel. He is a member of the Mimeo European electronic orchestra since 1998 and in 2004 he produced the first Anthology of Portuguese Electronic Music. His installations usually display an interactive and unpredictable behavior, often using generative feedback systems. Recent works question relations between sound generating, capturing, recording, distribution devices and perception. Electrical Guitarmedia Perception Performance intermédia que utiliza guitarra com electrónica, osciloscópio, vídeo, células fotoeléctricas, meios de gravação e filtros dinâmicos. Rafael Toral propõe que as alterações tímbricas dos sons possam ser observadas em monitores de vídeo (exibindo a leitura pelos osciloscópios das ondas áudio) e que as variações de intensidade da luz tenham efeito sobre o tecido sonoro (usando filtros activados por circuitos fotossensíveis), de modo a que todos os eventos se manifestem em simultâneo nas esferas de percepção visual e auditiva, num ambiente imersivo. A apresentação do projecto conta com a colaboração de Ben Manley, que efectua processamento de sinal com dois velhos computadores Apple modificados, por meio de linhas de programação em texto. Naturalmente, isto não é um fim em si. O que está realmente a ser feito é um mergulho na poesia da electricidade. Electrical Guitarmedia Perception Intermedia performance using guitar with electronics, oscilloscope, videotape, photo-electric cells, recording media, dynamic filters and one assistant. These components are brought into play not only simultaneously, but closely interacting with each other. The oscilloscope permits the visual observation of the shapes of sound. The sounds produced by both the guitar system and the videotapes cause variations in a lighting system, while being recorded, altered and played back by the assistant. The result of the assistant's actions is affected by a dynamic filter, in a way determined by the intensity of the lights. Lastly, the guitarist and the assistant are performing music in interaction with each other and with the audio on the videotapes. This performance has the effect of bringing up an enhanced way of perceiving events, that may be both heard and seen. Sounds which timbre's changes can be observed on video monitors, lights which intensity variations have an audible effect on sound events. Of course this is not an ending in itself. What is really being done is a dip into the poetry of electricity. Diagrama Técnico do Projecto Technical Diagram of Project

15 Leitura por osciloscópio de sinal áudio em vídeo Video of oscilloscope reading from audio signal p. 29 Noticias Toral Público, 19 de Janeiro 1994 Village Voice, March 15, 1994

16

17 1995 MANUEL MOTA 32 PROJECTO PROJECT Manuel Mota nasceu em Lisboa em Com formação em Arquitectura, exerce actividade pública como guitarrista desde 1989, apresentando-se ao vivo na Europa e nos Estados Unidos. Entre 1989 e 1997 estudou e desenvolveu experiências com guitarra preparada, em especial com guitarra acústica. Desde então tem-se concentrado no desenvolvimento de uma linguagem pessoal para guitarra eléctrica fingerstyle. Trabalha regularmente desde 1997 com a contrabaixista Margarida Garcia e colaborou desde então e até 2005 com o trompetista Sei Miguel. Outros nomes com quem tem colaborado: Noel Akchoté,Tetuzi Akiyama, Alexandre Bellenger, Gust Burns, Chris Corsano, Ernesto Diaz-Infante, Toshio Kajiwara, Okkyung Lee, David Maranha, Donald Miller, Alfredo Costa Monteiro, Phill Niblock, Gabriel Paiuk, Gino Robair, Ernesto Rodrigues, Michael J. Schumacher, Afonso Simões, Blaise Siwula, Michael Thieke, Rafael Toral, Dan Warburton, Barry Weisblat. Fundou a editora Headlights em Manuel Mota was born in Lisbon in Having studied Architecture, he is a guitarist with public activity since From 1989 to 1997 Mota studies and experiments with prepared guitar, mainly acoustic. Since then his interests shifted to the development of a personal language for fingerstyle electric guitar and started working in a regular basis with bassist Margarida Garcia. Collaborated closely with Sei Miguel from 1997 to Other artists with whom has collaborated: Noel Akchoté,Tetuzi Akiyama, Alexandre Bellenger, Gust Burns, Chris Corsano, Ernesto Diaz-Infante, Toshio Kajiwara, Okkyung Lee, David Maranha, Donald Miller, Alfredo Costa Monteiro, Phill Niblock, Gabriel Paiuk, Gino Robair, Ernesto Rodrigues, Michael J. Schumacher, Afonso Simões, Blaise Siwula, Michael Thieke, Rafael Toral, Dan Warburton, Barry Weisblat. Founded the record label Headlights in Treated Spatial Pain Reflex Numa pequena sala predeterminada: disposição aleatória no pavimento de numerosos objectos reconhecíveis que os visitantes possam pontapear. Ligação ao chão de dois acelerómetros piezoeléctricos, protegidos de contacto físico que não com o pavimento, através de duas caixas transparentes que medem a vibração, ligados directamente a pré-amplificadores para conversão da alta impedância da saída dos transdutores de vibração para um sinal de menor impedância. Cada um destes é ligado a processadores de som: a) equalizador, b) controlador de pitch, c) reverbs, delays e distorções; dois grupos, iguais, são dispostos na mesa onde o performer vai trabalhar, sentado numa cadeira. O resultado acústico é difundido na sala por duas colunas colocadas sobre a mesma mesa, depois de amplificado e misturado. Treated Spatial Pain Reflex In a pre-determined small visitable room: random displacement in the pavement of several recognizable objects that people can kick. Attachment of two piezoelectric accelerometers on the pavement s surface protected by two transparent boxes; these measure vibration and are directly connected to preamplifiers to convert the high-impedance output of vibration transducers to a lower impedance signal. Each one is connected to a set of sound processors: a) equalizer, b) pitch controller, c) reverbs, delays and distortions; the two sets are equal and displaced on a table where the artist is working, sitting on a chair. The acoustic result is spread in the room by two loudspeakers placed on the table, after being amplified and mixed. p. 33 Performance na Experimental Intermedia Foundation, Nova Iorque, 1995 Performance at the Experimental Intermedia Foundation, New York, 1995

18 Diagrama Técnico do Projecto Technical Diagram of Project 35

19 Público, 2 de Junho, 1995 Público, June 2,

20 1996 PAULO RAPOSO PROJECTO PROJECT Paulo Raposo nasceu em Lisboa, em Estudou Filosofia e Cinema na Universidade Católica Portuguesa e na Escola Superior de Teatro e Cinema. Desde o início dos anos 1990 que tem vindo a desenvolver uma actividade constante nas áreas da sound art e dos new media, interessando-se pelo uso das novas tecnologias e pelo desenvolvimento de software interactivo para performances em tempo real. A sua abordagem procura empreender a construção de espaços sonoros e visuais orgânicos a partir de objectos, espaços arquitectónicos e field-recordings. Desde o final da década de 90, começa a explorar intersecções em tempo real entre som e imagem, a solo e com Jeremy Bernstein. Esta colaboração culminou na realização de um programa de uma hora para a Unity Gain TV, o canal local de Nova Iorque. Mais recentemente, apresentou na Fundação de Serralves a obra "Penumbra", a partir da obra de Paulo Nozolino e de uma pesquisa de longo curso efectuada nos Países Bálticos. Especialista em linguagem de programação Max/MSP, tem realizado vários workshops e seminários sobre a concepção e o desenvolvimento de software para fins artísticos. Foi co-fundador e director das associações Granular e Binaural entre 2002 e 2006, e como curador foi responsável por eventos como o Pushing the Medium com especial ênfase na transversalidade dos media e na articulação entre a produção artística e o contexto envolvente. Desde 2001, dirige a editora "Sirr" onde publicou dezenas de artistas internacionais prestigiados e coordenou obras em redor de Chris Marker e Maurice Blanchot. Colabora no programa 2 ao Quadrado, RDP/ Antena2 e é autor e realizador para a Rádio Zero do programa Sound Of Space, tendo concebido ainda diversos programas e peças comissionadas para o medium da rádio. Paulo Raposo was born in Lisbon in He studied Philosophy and Cinema at the Universidade Católica Portuguesa and at the Escola Superior de Teatro e Cinema. Since the early 90s Raposo has worked in the areas of sound art and new media and has been interested in the use of new technologies and the development of interactive software to be used in real-time performances. His approach aims to attempt the construction of organic visual and audio spaces from objects, architectural spaces and field-recordings. Since the late 90s he has explored intersections between sound and image in real-time, either solo or in collaboration with Jeremy Bernstein. This collaboration culminated in an hour long program for Unity Gain TV, a local New York TV station. More recently he exhibited, at the Serralves Foundation, "Penumbra", a piece based on the work of Paulo Nozolino and long-term research conducted in the Baltic states. Expert in Max/Msp programming languages, Raposo has run several workshops and seminars on the conception and development of software for artistic uses. He was co-founder and director of the Binaural and Granular associations between 2002 and 2006, and curated events such as Pushing The Medium with particular emphasis placed on the transversality of media and language and the articulation between artistic production and the surrounding context. Since 2001, he runs the publishing label Sirr featuring an acclaimed collection of international sound artists and coordinated works based in Chris Marker and Maurice Blanchot. Currently, works regularly in the radio medium directing creative and commissioned works, produces the show Sound Of Space for Radio Zero and collaborates with 2 ao Quadrado in RDP/ Antena2. Rizoma Paulo Raposo apresentou em Nova Iorque o projecto "Rizoma", baseado num conceito filosófico desenvolvido por Gilles Deleuze e Félix Guattari em "Mille Plateaux". Com ele explorou as implicações audiovisuais e a interacção em tempo real, controlando som e imagem. RIZOMA é um termo botânico. É o nome dado a um caule alongado subterrâneo, que se expande por um lado crescendo ramos, e escamas, enquanto por outro se destrói. "Um rizoma não começa e não acaba, está sempre no meio, entre as coisas, inter-ser, intermezzo. (...) o rizoma é unicamente uma aliança. Uma das características mais importantes do rizoma é ter sempre entradas múltiplas. Diferentemente de uma estrutura arborescente, o rizoma conecta um ponto com outro ponto qualquer, e cada um dos seus traços coloca em jogo regimes de signos muito diferentes. Neste sentido, diferentes materiais sonoros manifestam-se num fluxo autónomo, em perpétuo movimento e transformação. E este permanente estado de estratificação onde os segmentos evoluem revelam o sentido antigenealógico do rizoma. Procede-se por variação e expansão. Anti-memória. O fluxo audiovisual procura e engendra conectividades e rupturas a-significantes onde cada identidade se multiplica e destrói em múltiplos heterogéneos. Os sons são transformados em tempo real, interactivamente, controlando o "compositor" a trama de intensidades e densidades. Além da criação sonora, "Rizoma" envolve a projecção vídeo de imagens transformadas em tempo real e geradas a partir dos controladores sonoros. As imagens são manipuladas via MIDI através de processos algorítmicos especialmente concebidos em Linguagem Max e as acções sonoras reflectem-se no modo como o sintetizador de cor actua, modulando por sua vez a(s) imagens bem como a percepção sonora no espaço. Rizoma Paulo Raposo presented the Rizoma project in New York based on a philosophical concept developed by Gilles Deleuze and Félix Guattari in "Mille Plateaux". Through it, Raposo explores the musical/visual implications and real-time interaction between the performer and the computer controlling sound and image in terms of processing and response. RHIZOME is a botanical term. It is the name given to an elongated subterranean stem which expands and grows branches, leaves, and scales on one end and on the other it destroys itself. "A rhizome does not begin nor end, it is always in the middle, in between things, inter-being, intermezzo. (...) the rhizome is a link, solely a link. One of the rhizome's most important traits is that it always has multiple entries. Unlike the arborescent structure, the rhizome connects any point with any other point and each of its lines does not necessarily refer to lines of the same nature which brings into play very different systems of signs. In this sense, different sound materials manifest themselves in an autonomous flux continuously in movement and transformation. This permanent state of multiple stratification where the segments evolve, reveals the anti-genealogical meaning of the rhizome. One proceeds by variation, expansion, capture. Anti-memory. The sounds are created/processed interactively in real time and the "composer controls the plot of intensities and densities. Besides the creation of sound, "Rizoma" includes the video projection of images manipulated via MIDI through algorithmic processes especially conceived in Max Language and the sound actions are reflected in the way the colour synthesizer acts, modulating the images as well as the acoustic perception of the space. Diagrama Técnico do Projecto Technical Diagram of Project

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