Versão Online ISBN Cadernos PDE VOLUME I O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Versão Online ISBN 978-85-8015-054-4 Cadernos PDE VOLUME I O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE"

Transcrição

1 Versão Online ISBN Cadernos PDE VOLUME I O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE 2009

2 Universidade Estadual de Londrina ARTIGO CIENTÍFICO PERCEPÇÃO DO MUNDO E RECEPÇÃO DA OBRA DE LYGIA BOJUNGA NUNES Autora: Rosangela Sanches Teixeira Orientador: Jaime dos Reis Sant'Anna BELA VISTA DO PARAÍSO 2011

3 GOVERNO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PDE ROSANGELA SANCHES TEIXEIRA ARTIGO CIENTÍFICO Um texto não lido é um nada nesse horizonte tão infinito de expectativas e imaginações possíveis Bela Vista do Paraíso, Paraná 2011

4 RESUMO A leitura é um meio estratégico de aprendizagem para o desenvolvimento de muitas capacidades do aluno, sejam as cognitivas, sejam as críticas. Essa pesquisa procurou demonstrar o quão fascinantes são os personagens da nossa autora, Lygia Bojunga Nunes, que viaja entre o mundo real e imaginário, trabalhando numa linha tão estreita entre o real e o irreal, assim construindo narrativas de alto valor literário para que o leitor possa, através de suas vivências, aproximar-se das vidas das personagens, tornando-se um coautor de suas histórias. Segundo as DCEs, o leitor tem um papel ativo no processo da leitura, procurando pistas, formulando e reformulando hipóteses, levando suas próprias experiências e vivências para dentro do texto, tornando-se assim, um viajante nessas leituras. A escolha de fragmentos de obras da Lygia B. Nunes (Os Colegas, A Casa da Madrinha e Sapato de Salto) foi essencial porque ela constrói uma narrativa impregnada de fantasia, que tem por base elementos tomados do real, numa linguagem coloquial e dialógica, para discutir comportamentos sociais que possibilitam a reflexão sobre onde vivemos, quem somos nesse universo tão complexo, fazendo com que o leitor mergulhe em emoções e sensações que podem vivenciar no seu cotidiano e, fazendo interação com outros tipos de textos (verbais e não-verbais), dá condição ao leitor de comparar, discutir,tomar partido, tornando a leitura um meio estratégico de aprendizagem mais prazeroso, oportunizando a ele os bons textos do projeto. Abstract THE reading is a strategic environment for learning and development in many capacities of the student, are the cognitive, are the criticisms. This research sought to demonstrate how fascinating are the characters of our author, Lygia Bojunga Nunes, who "travels" between the real world and imaginary, working in a row so close between the real and the unreal, thus constructing narratives of high literary value for the reader can, through their experiences, approaching the lives of the characters. According to the DCEs, the reader plays an active role in the process of reading, looking for clues, formulating and reformulating hypotheses, bringing their own experiences to the inside of the text, thus becoming a traveller in these readings. The choice of excerpts from works of Lygia B. Nunes (Colleagues, The House of the Godmother and high heels) was essential because it builds a narrative steeped in fantasy, which is based on elements taken from real, colloquial language and a dialogue to discuss social behaviors that enable reflection on where live, who we are in this universe so complex, so that immerse the player in emotions and feelings that they can experience in their daily lives and making interaction with other types of texts (verbal and nonverbal), gives the reader a condition to compare, discuss, taking sides, making reading a strategic means of learning more enjoyable, giving the students good texts of the project. Palavras-chave: leitura; reflexão; estética da recepção; Lygia Bojunga Nunes 1Pós-graduação em Metodologia do Ensino, Graduação em Letras, Professora de Língua Portuguesa no Colégio Estadual Brasílio de Araújo 2 Bacharel em Letras (FFLCH-USP); Licenciado em Letras (FE-USP) ; Mestrado e Doutorado (FFLCH-USP) Professor Adjunto da UEL Universidade Estadual de Londrina (desde 2008). Disciplinas: Literatura Brasileira II; Lit. Port. I; Lit. Infantil e Juvenil e Ensino; Prática de Ensino de Literatura

5 1 Introdução Este artigo tem como objetivo problematizar os encaminhamentos teóricometodológicos aplicados ao ensino de Literatura, na Educação básica, mais especificamente no Ensino Fundamental (5ª a 8ª séries), a fim de aprofundar discussões sobre as diversas possibilidades de trabalho com textos literários, que estejam em concordância com as linhas teóricas propostas nos documentos norteadores para esse nível de ensino, com relação à leitura, compreensão e reflexão dos mesmos. Partindo do ensino da Literatura na Educação Básica nos últimos anos, percebemos que o professor perdeu-se um pouco entre tantas linhas, ou por falta de conhecimento de teorias que subsidiassem sua prática pedagógica ou pelas mudanças de governos que alteram os olhares frente à Educação Básica em nosso país. Essas mudanças, não criando raízes pedagógicas mais sólidas acerca de quê e como trabalhar a Literatura dentro das aulas de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental fez com que cada educador entendesse e trabalhasse da sua forma, não mantendo critérios, objetivos e metodologias que, na práxis do seu trabalho, tivesse um encontro interessante com novas teorias surgidas nos últimos anos. Sabemos que a leitura é um meio estratégico de aprendizagem para o desenvolvimento de muitas capacidades do aluno, sejam as cognitivas, sejam as críticas; porém as estatísticas e as nossas vivências pedagógicas nos mostram que cada vez mais os alunos leem menos, no que compete aos textos literários. A falta do hábito de leitura tem sido apontada como uma das causas do fracasso escolar do aluno e, em consequência, do seu fracasso enquanto cidadão, concomitantemente ao insucesso da escola. Refletindo sobre isso, serão os textos apresentados a eles que não têm uma significação? Ou o modo como são apresentados? Terá sido sempre assim? Onde a escola, em termos gerais, e os professores de Língua Portuguesa, em particular, podem mudar suas práticas e estratégias para formarem leitores de fato, que compreendam o que leem e consigam relacionar as leituras com o mundo ao seu redor? Será que existe unidade, sequenciação e integração curricular para o desenvolvimento da leitura e de leitores? Procurar e encontrar novos rumos e saídas satisfatórias para inserir a literatura infanto-juvenil na escola são objetos de estudos e práxis que devem ser inseridas na escola durante toda a vida escolar dos alunos. A leitura deve ser acompanhada de questionamentos, debates e reflexões à

6 respeito do seu conteúdo e processo de construção, no caso do gênero romance, focalizar os elementos da narrativa usados, pois a autora vai e vem, do real ao imaginário, com personagens personificados, tornando essa leitura bem próxima do leitor. Devemos destacar alguns objetivos a se levar em consideração durante o processo da leitura: Mostrar ao aluno que ler é mais do que decodificar signos, mas sim dar às palavras as suas significações que vão ajudá-lo a compreender melhor toda a mensagem textual; Proporcionar ao aluno, através da leitura de textos de Lygia B. Nunes, o conhecimento de outros mundos, lugares, costumes, realidades, ideologias e, com isso, que ele possa repensar o seu próprio modo de viver; Confirmar o valor da leitura para o desenvolvimento social e pessoal do aluno do Ensino Fundamental. Criar novas expectativas para que a leitura se torne um prazer e estimular no aluno a vontade (ou curiosidade) em ler as obras completas da autora estudada e também obras de outros bons autores da nossa literatura infanto-juvenil. 2 Teoria da Estética da Recepção Da reflexão à criticidade, este projeto está embasado na Teoria da Estética da Recepção, onde a leitura de fragmentos de textos literários se dá sob a perspectiva de um ato dialógico e interlocutivo, com o objetivo de auxiliar o professor PDE e outros professores da área, no seu trabalho em sala de aula, a fim de que haja uma maior homogeneidade sobre o ato de leitura de textos literários, na escola, ampliando, assim, o número de professores e estudantes preparados para o ato de ler. Segundo as DCEs, o leitor terá um papel ativo no processo da leitura, procurando pistas, formulando e reformulando hipóteses, levando suas próprias experiências e vivências para dentro do texto, tornando-se assim, um co-autor dessas leituras: Ler é familiarizar-se com diferentes textos produzidos em diferentes práticas sociais notícias, crônicas, piadas, poemas, artigos científicos, ensaios, reportagens, propagandas, charges, romances, contos etc,

7 percebendo em cada texto a presença de um sujeito, de um interesse. Entretanto, tal interesse não é determinante da leitura. A construção de significados de um texto é de responsabilidade do leitor. (DCE, 2006, p.31) Considerando que toda obra literária é um objeto social, haja vista que, para que ela exista, é preciso que alguém a escreva e, principalmente, que alguém dê vida a essa obra, lendo-a. Segundo Marisa Lajolo (2002): É a literatura porta de um mundo autônomo, que, nascendo com ela, não se desfaz na última página do livro, no último verso do poema, na última fala da interpretação. Permanece ricocheteando no leitor, incorporado como vivência, erigindo-se em marco do percurso da literatura de cada um. (Marisa Lajolo, 2002) Geralmente, as crianças gostam de ler narrativas, recheadas de fantasias e apresentam um interesse natural pelo lúdico proporcionado por essas histórias. Neste momento, o gosto pela leitura começa a ser construído. Práticas de leitura errôneas impostas pelas escolas acabam interferindo negativamente nesse processo de formação de leitores. Sobre isso, Zilberman comenta: O desempenho incipiente da criança não retrata a sua concepção real do ato de ler, pois a escola, muitas vezes, pautando-se apenas no desempenho observável do aprendiz, pode tentar ajudá-lo com tarefas mais fáceis, menos desafiadoras, usando textos simplificados, absolutamente artificiais e pouco significativos para a criança. Se essa estratégia de imbecilização dos textos (cf.kato, 1986) pode aparentemente resultar em um melhor desempenho na parte mecânica da leitura, ela, ao mesmo tempo, bloqueia o desenvolvimento e a aprendizagem por não oferecer desafios motivadores e por ir contra o objetivo do letramento, que é a apreensão do mundo criado pela escrita. A literatura é criada, vendida, lida e estudada. Ela ocupa as estantes de livrarias e bibliotecas e preenche os índices dos programas de educação do país. Ainda assim, nossos alunos leem pouco, talvez pelo fato de não serem mais instigados a isso. (Zilberman e Theodoro da Silva, 2005) De acordo com a lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, proposta na lei da Diretrizes e Bases da Educação Nacional, trata de que em todos os níveis da educação

8 brasileira contemporânea é a de que todo cidadão enquanto ser humano, deve ter uma formação que lhe permita o seu desenvolvimento em sentido amplo, perpassa que a literatura e as demais representações artísticas podem se responsabilizar pelo gosto estético dos cidadãos e que a leitura literária, em caso específico, poderia se encarregar desta tarefa ( REVISTA MÁTHESIS). Apesar de a Literatura Infantil aparecer desde o século XVII, quando os primeiros livros foram escritos, o campo de trabalho na escola, desse gênero tão especial, é ainda bem superficial nas aulas de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, como se a leitura de bons textos literários fosse um projeto de ordem secundária. Pouco se tem na escola, em termos de Literatura Infantil, um acervo vivo, quantitativo e qualitativo, para que essa faixa de alunos do Ensino Fundamental seja contemplada de forma responsável, prazerosa e significativa. E, com isso, ficam prejudicados em relação à leitura e compreensão de várias realidades que podem ou não terem relação com a sua, mas que de alguma forma nos mostra o mundo em que vivemos. Ao tratar de Literatura, pensamos nos limites entre realidade e ficção. Para Cândido (1972), a literatura não fica restrita A sua estrutura, pois é capaz de atender e saciar as necessidades de ficção e fantasia do homem, tanto daquele que produz como daquele que recebe. Essa fantasia é relacionada à realidade do leitor no momento da realização da leitura, pois a criação literária, segundo o autor, serve para revelar sua função integradora e transformadora dessa realidade. Assim, o leitor interage com a leitura reconhecendo-se nesse meio e modificando-se em seguida, não conseguindo discernir com exatidão qual a influência das leituras ficcionais na formação da sua personalidade. Baseando-me nessas questões, tomei como aporte para transformar a leitura num ato contínuo e significativo, os documentos mais recentes de orientação teóricometodológica para essa área do conhecimento, destacando a teoria da estética da recepção, onde o aluno não é mero expectador da história e sim, um vivenciador da mesma. A partir da teoria da recepção, o espaço da criação do texto literário passou a ter mais liberdade, já que autor e leitor se unem para contar a mesma história, mesmo que sob visões diferentes. A seleção de palavras, a construção dos temas e o modo de organização da narrativa são algumas das peculiaridades de cada escritor para exteriorizar os fatores cotidianos e exprimir os pensamentos da humanidade. Para

9 Barthes (1996), a escritura ou o modo de escrever, é o que desencadeia a fruição da linguagem, visto que se encontra inserido em um sistema desconjuntado, que espera para ser organizado pelo escritor e, posteriormente, pelas inferências do leitor. Assim, o escritor apela à liberdade do leitor para que este colabore na produção de sua obra (SARTRE, 1993). Sendo uma forma de comunicação, a literatura é o veículo de ligação entre o mundo exterior e o interior, pois amplia a capacidade de percepção de si mesmo e do mundo. A possibilidade de a obra se atualizar como resultado da leitura é o sintoma de que está viva; porém, como as leituras diferem a cada época, a obra mostra-se mutável, contrária à sua fixação numa essência sempre igual e alheia ao tempo (ZILBERMAN, p. 33). Para que se efetive um método consistente da leitura da literatura, que leve os estudantes à competência da leitura literária, deve-se considerar: as especificidades temáticas e formais do texto literário, a natureza artística da literatura e o lugar do leitor no processo de comunicação literária (CICILIATO,Revista Máthesis ) A escolha de fragmentos de obras de Lygia Bojunga Nunes, retiradas do livro da mesma autora Dos Vinte 1,foi essencial por perceber que ela não transforma a Literatura Infantil num gênero de menor importância, e sim constrói uma narrativa impregnada de fantasia, que tem por base elementos tomados do real, numa linguagem coloquial e dialógica, que confere dinamismo ao texto, tornando-o mais interessante, para discutir os comportamentos sociais advindos da ideologia dominante, sem deixar empobrecer a função lúdica do texto, fazendo uma abordagem de temas sociais, que possibilitam a reflexão sobre onde vivemos, como vivemos, quem somos nesse universo tão complexo, esperando com isso formar um leitor contínuo e que faça do livro um amigo, como nos ensina a autora. Na tendência de alguns autores quererem-se artistas e não pedagogos ou moralistas e em busca de inovação, surge Lygia Bojunga Nunes, fazendo da inversão de valores ideológicos seu compromisso com a modernidade. Transitando nessa tendência,

10 encontramos a tentativa de desmascaramento das ideologias e a aproximação da realidade histórica e social do leitor infanto-juvenil. (MAGNANI, p.88) Bojunga: criadora e leitora, suas cores, fantasias, viagens. Quem lê Lygia, lê o mundo. Um mundo de viagens para o passado e futuro, cheio de imagens, cores, portas e janelas. Ela utiliza-se da ficção para realizar um mergulho na realidade, aguçando os pensamentos e propondo aos leitores uma parada para refletirem a sua própria vida e identidade. Nascida em Pelotas, RS, vive entre o Rio de Janeiro e Londres e foi autora premiada, em 1982, com o famoso prêmio Hans Christian Andersen, o mais importante dentro da literatura infantil. Ainda teve suas obras publicadas em várias línguas e também transportadas para o teatro. É uma leitora apaixonada e possui uma íntima ligação com os livros, desde a infância, como veremos num dos seus textos: Pra mim, livro é vida; desde que eu era muito pequena os livros me deram casa e comida. Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava num outro e fazia telhado. E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro. De casa em casa eu fui descobrindo o mundo (de tanto olhar pras paredes). Primeiro, olhando desenhos; depois, decifrando palavras. Fui crescendo; e derrubei telhados com a cabeça. Mas fui pegando intimidade com as palavras. E quanto mais íntimas a gente ficava, menos eu ia me lembrando de consertar o telhado ou de construir novas casas. Só por causa de uma razão: o livro agora alimentava a minha imaginação. Todo dia a minha imaginação comia, comia e comia; e de barriga assim toda cheia, me levava pra morar no mundo inteiro: iglu, cabana, palácio, arranha-céu, era só escolher e pronto, o livro me dava. Foi assim que, devagarinho, me habituei com essa troca tão gostosa que no meu jeito de ver as coisas é a troca da própria vida; quanto mais eu buscava no livro, mais ele me dava. Mas, como a gente tem mania de sempre querer mais, eu cismei um dia de alargar a troca: comecei a fabricar tijolo pra em algum lugar uma criança juntar com outros, e levantar a casa onde ela vai morar. (Mensagem de Lygia Bojunga para o Dia Internacional do Livro Infantil e Juvenil, traduzida e divulgada nos 64 países membros do IBBY).

11 Nesse ínterim, foram inseridos outros textos que se utilizam do mesmo tema, para haver uma maior e melhor discussão sobre os assuntos. O método utilizado foi o da Estética da Recepção, de Jauss, juntamente com a colaboração de outros autores, pois esse atende às expectativas em se formar mais e bons leitores, que leiam por prazer, mas que também reflitam e opinem sobre as situações encontradas nos textos, sempre buscando relações com o seu eu e a sociedade em geral. Em suma, Jauss reafirma sempre a necessidade do dialogismo entre texto e leitor, capaz de alterar a obra, transformá-la, confronto da obra com seu contexto histórico e social (percebendo também o leitor de cada época) e, por fim, reiterando que o texto incorpora as interpretações e recepções acumuladas no tempo e por isso, obra e leitor se modificam. Nesse método, cinco passos foram trabalhados e desenvolvidos, através de textos previamente selecionados: 2.1 determinação do horizonte de expectativas; 2.2 atendimento do horizonte de expectativas; 2.3 ruptura do horizonte de expectativas; 2.4 questionamento do horizonte de expectativas; 2.5 ampliação do horizonte de expectativas. 2.1DETERMINAÇÃO DO HORIZONTE DE EXPECTATIVAS Sobre essa questão,foram averiguados, através de conversas e questionário com os alunos, quais os horizontes de expectativas que eles traziam consigo, como valores, preconceitos, lembranças para se poder chegar a um diagnóstico em relação à leitura entre eles. Para atraí-los, foi confeccionado um cartão, em forma de um coração, com um pirulito acoplado e a seguinte pergunta: Para que amigo(a) você daria o seu coração? Após essa discussão, os alunos leram a Lenda da Amizade e colocaram suas impressões no caderno, que teve intitulada Viagem pela leitura. Após isso, foram apresentadas aos alunos uma charge sobre solidariedade e uma lenda sobre a amizade, para que os interpretassem e dessem seus pareceres

12 críticos à respeito de nossa sociedade; em relação a essa questão, também postaram suas observações na caderneta da Viagem. Em seguida, fazendo um contraponto, foi mostrado a eles um texto não-verbal, que tinha como assunto o trabalho infantil, no qual o aluno teria que ser capaz de decifrar e compreender a mensagem, postando suas observações. Como complemento, elaboraram cartazes denunciando esse fato tão corriqueiro em nosso país. No texto verbal e não-verbal, que aborda a manipulação de pessoas, pretendeu-se comparar a linguagem de um blog com a linguagem formal, além de analisar o texto nãoverbal. Também houve a sessão pipoca, com o filme A Onda, (baseado em caso real, uma aula prática sobre autocracia e as origens do totalitarismo), onde puderam assistir e analisar como as pessoas manipulam as outras e como as outras se deixam manipular, fazendo uma interdisciplinaridade com História, no caso da 2ª grande guerra mundial. 2.2 ATENDIMENTO DO HORIZONTE DE EXPECTATIVA Após ter despertado no aluno o interesse pelo assunto e pela leitura, foram apresentados a eles textos mais elaborados sobre os mesmo temas, uma fábula e um poema, a fim de que eles se apropriassem melhor dessas leituras, para ter um embasamento melhor antes de ler os textos da Lygia B. Nunes, atendendo assim, no método recepcional, os seus horizontes de expectativas. Nessa etapa, entrou um novo tema, que aparece em Sapato de Salto, sobre pedofilia, que é polêmico, e está sendo bastante destacado na mídia. Foi feito um estudo de uma imagem representativa do tema acima e também leitura e debates de notícias de jornais. 2.3 RUPTURA DO HORIZONTE DE EXPECTATIVA Nesta unidade do método recepcional, foram utilizados os fragmentos de obras de Lygia B. Nunes, a fim de abalar as certezas e costumes dos alunos. Para a 5ª série foi escolhido um fragmento do livro Os Colegas ; para a 6ª, A Casa da Madrinha (fragmento); e, para a 7ª, Sapato de Salto (fragmento).

13 Após essas leituras, foram debatidos, oralmente, os temas em comum com os outros já lidos e a identificação de posturas comuns ou diferentes de cada autor. Como esses fragmentos são mais complexos, foram dadas aos alunos algumas atividades para que eles pudessem identificar as pistas dos textos, e, com isso, interpretálos de forma adequada. A investida em temas mais polêmicos possibilitou ao aluno tornar-se mais ciente e crítico em relação a eles mesmos e ao mundo em sua volta. Como eram textos mais longos, foram repartidos em etapas até chegar ao todo, fazendo assim, a ruptura dos seus horizontes, para que observassem o meio em que vivem de outra forma. 2.4 QUESTIONAMENTO DO HORIZONTE DE EXPECTATIVAS Nesse ponto do projeto foram feitas comparações e observações mais profundas entre os textos que tinham em comum o mesmo tema, inserindo aqui as particularidades de cada gênero textual, para que percebessem diferenças e semelhanças, fazendo uma análise mais rigorosa sobre os aspectos do texto e, principalmente, sobre o conteúdo e ideologias. 2.5 AMPLIAÇÃO DO HORIZONTE DE EXPECTATIVAS Para que realmente se observasse um novo olhar mais crítico, novas visões e possibilidades que o mundo nos apresenta através da literatura, muitos questionamentos foram feitos e ouvidos, em debates e apresentações, dando vida às personagens, seus ideais, como eram tratados, elaborando, assim, algo mais real em suas vidas, pois puderam perceber o quanto a literatura está ligada ao seu cotidiano e ao mundo em que vivem. Para finalizar, a escola, como ambiente humanizador e referencial de uma parte do conhecimento humano, não pode se abster de sempre incentivar o hábito da leitura,

14 principalmente de bons textos literários, pois é nesse mundo tão magnífico, em que se pode ter experiências várias, sem sair do lugar, que nossos educandos podem aprender mais sobre si mesmos e o mundo a sua volta, refletir sobre vários temas e ideologias, para poder, num futuro próximo, eles mesmos terem segurança e aprendizados vários que os tornem mais críticos acerca da natureza humana e de nossas realidades, surgindo assim, quem sabe, novas vozes que combatam alguns moldes dessa nova sociedade em que vivemos.

15 REFERÊNCIAS BORDINI, Maria da Glória e AGUIAR, Vera Teixeira de. Literatura A Formação do Leitor. Mercado Aberto. 2ª ed., 1993 Série Novas Propostas 27, Porto Alegre RS, p A Formação do Leitor. Interesses de Leitura e Seleção de Textos. Mercado Aberto. 2ª ed., 1993 Série Novas Propostas 27, Porto Alegre RS, p A Formação do Leitor. Necessidade de Metodologia. Mercado Aberto. 2ª ed., 1993 Série Novas Propostas 27, Porto Alegre RS, p A Formação do Leitor. Método Recepcional. Mercado Aberto. 2ª ed., 1993 Série Novas Propostas 27, Porto Alegre RS, p BAMBERGER, Richard. Como Incentivar o Hábito da Leitura. Editora Ática,7ª ed., São Paulo, CÂNDIDO, Antônio. A Literatura e a Formação do Leitor. Ciência e Cultura, São Paulo, vol. 4, n 9, set./1972. CECILIATO, Neuza. A Leitura Literária e a Formação do Leitor Competente. Revista Máthesis, vol. 8, n 1, jan./ junho, 2007, p DIRETRIZES CURRICULARES DA REDE PÚBLICA BÁSICA DO ESTADO DO PARANÁ Língua Portuguesa Secretaria do Estado da Educação SEED. JAUSS, Hans Robert. A Estética da Recepção considerações gerais. In: A Literatura e o Leitor textos de estética da recepção. Trad.: Luiz Costa Lima, Paz e Terra, Rio de Janeiro, LAJOLO, MARISA e ZILBERMAN REGINA. Literatura Infantil Brasileira. História & Histórias. Ática, 2ª ed., São Paulo, MAGNANI, Maria do Rosário Mortatti. Leitura, Literatura e Escola sobre a formação do gosto. Martins Fontes, São Paulo, 2001, p NUNES, Lygia Bojunga. Dos Vinte 1. Casa Lygia Bojunga, Rio de Janeiro, A Casa da Madrinha (fragmento). Casa Lygia Bojunga, Rio de Janeiro, 2009, p. 35 a 46. Os Colegas (fragmento). Casa Lygia Bojunga, Rio de Janeiro, 2008, p. 9 a a a 24) Dos Vinte 1. Sapato de Salto (fragmento). Casa Lygia Bojunga, Rio de Janeiro, 2007, 245 a 262. SILVA, Ezequiel Theodoro da. A Produção da Leitura na Escola pesquisas e propostas. Ática, 2ª ed., São Paulo, 2005, p ZILBERMAN, Regina. A Literatura Infantil na Escola. Global, 11ª ed.revista, atualizada e ampliada, São Paulo, 2003.

16 Estética da Recepção e História da Literatura. Ática, 1ª ed., São Paulo, Sites : Texto: Livro-a troca

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE:

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: Encontro com o Livro no Colégio Coração de Maria Me. Maria Aparecida da Costa Bezerra - Bibliotecária escolar e universitária Resumo: O Colégio Coração de Maria proporciona

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA Connie, a Vaquinha 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): A Ponte 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio A Ponte faz parte da série Connie,

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Histórias do Senhor Urso 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): O piado da coruja 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio O piado da Coruja

Leia mais

REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA

REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA 178 REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA FEBA, Berta Lúcia Tagliari 1... ler é solidarizar-se pela reflexão, pelo diálogo com o outro, a quem altera e que o altera (YUNES, 2002,

Leia mais

PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA

PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA Escola de Ensino Médio João Barbosa Lima PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA DESPERTANDO O GOSTO PELA LEITURA E A ARTE DE ESCREVER Projeto na Sala de PCA da Área de Linguagens e Códigos PROEMI -Programa

Leia mais

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I:

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I: Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Unidade I: 0 Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Olá Alunos, Na unidade anterior conhecemos e discutimos um pouco a respeito

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos.

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Diogo Vieira do Nascimento 1 (UERJ/EDU) Fabiana da Silva 2 (UERJ/EDU)

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: A PERCEPÇÃO DE LUZ E SOMBRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Palavras-chave: Conhecimentos físicos. Luz e sombra. Educação Infantil.

RELATO DE EXPERIÊNCIA: A PERCEPÇÃO DE LUZ E SOMBRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Palavras-chave: Conhecimentos físicos. Luz e sombra. Educação Infantil. RELATO DE EXPERIÊNCIA: A PERCEPÇÃO DE LUZ E SOMBRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo Camille Cistina Witsmiszyn de Souza 1 Dulce Stela Schramme 2 Neila Tonin Agranionih 3 Lucilene Paixão 4 Percepção de luz e

Leia mais

A LITERATURA ESCOLARIZADA

A LITERATURA ESCOLARIZADA Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia N. 12, JAN/JUN 2012 A LITERATURA ESCOLARIZADA Raylla Portilho Gaspar 1 RESUMO Esse artigo

Leia mais

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC TÍTULO: O TRABALHO COM OS PARADIDÁTICOS EM SALA DE AULA: Estratégias

Leia mais

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Rita de Cássia Rangel Alves Rita.alves_2007@hotmail.com Paula Sabrina Barbosa de Albuquerque Paulasabrina.ba@hotmail.com

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua Marechal Floriano Peixoto, 61 Cep:84430-000 Fone/Fax:(42)34361327 e-mail: iuvalcidesmunhoz@seed.pr.gov.br Imbituva - Paraná Projeto de Leitura

Leia mais

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS RESUMO Juliana Candido QUEROZ (Bolsista) 1 ; Natália SILVA (Bolsista) 2, Leila BRUNO (Supervisora) 3 ; Sinval Martins S. FILHO (Coordenador)

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM

CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM CARRENHO, Silvanira migliorini 1 KIMURA, Marcia Regina de Souza 1 VEGAS, Dirce Aparecida Izidoro 1 ANTONIO, Fernanda Peres 2 RESUMO

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?)

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ação nº41/2012 Formadora: Madalena Moniz Faria Lobo San-Bento Formanda: Rosemary Amaral Cabral de Frias Introdução Para se contar histórias a crianças,

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Kelly Cristina Costa Martins 1 Simônica da Costa Ferreira 2 Introdução Nos dias atuais percebemos

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Projeto Quem sou eu? Tema: Identidade e Autonomia Público alvo: Educação Infantil Disciplina: Natureza e Sociedade Duração: Seis semanas

Projeto Quem sou eu? Tema: Identidade e Autonomia Público alvo: Educação Infantil Disciplina: Natureza e Sociedade Duração: Seis semanas Projeto Quem sou eu? Image URI: http://mrg.bz/q6vqo3 Tema: Identidade e Autonomia Público alvo: Educação Infantil Disciplina: Natureza e Sociedade Duração: Seis semanas Justificativa: Tendo em vista a

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental Pedro Bandeira Pequeno pode tudo Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA

Leia mais

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Adriana M. das Virgens Chagas (adrianachagas3@hotmail.com) Aluna de graduação do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Aracruz Luciana C.

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS Driely Xavier de Holanda Kátia Fabiana Lopes de Goes Valmira Cavalcante Marques Regina Celi Mendes Pereira Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL. Emanuel Carvalho

COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL. Emanuel Carvalho COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL Emanuel Carvalho 2 Prefácio * Edivan Silva Recebi o convite para prefaciar uma obra singular, cujo título despertou e muita minha atenção: Como escrever um livro infantil,

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE ALMEIDA 1, Leonardo Rodrigues de SOUSA 2, Raniere Lima Menezes de PEREIRA

Leia mais

Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário

Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário Sharlene Davantel Valarini (Doutoranda em Estudos Literários/UEM-PR) Resumo: Nos dias de hoje, o ensino da literatura ainda

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

O Programa de Desenvolvimento Educacional e suas Interfaces

O Programa de Desenvolvimento Educacional e suas Interfaces 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO Autores: Rúbia Ribeiro LEÃO; Letícia Érica Gonçalves

Leia mais

ANÁLISE DOS TEXTOS PRODUZIDOS POR UMA TURMA DO 3ºANO DO ENSINO MÉDIO À LUZ DOS CRITÉRIOS DO ENEM

ANÁLISE DOS TEXTOS PRODUZIDOS POR UMA TURMA DO 3ºANO DO ENSINO MÉDIO À LUZ DOS CRITÉRIOS DO ENEM ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ANÁLISE DOS TEXTOS PRODUZIDOS POR UMA TURMA DO 3ºANO DO ENSINO

Leia mais

Objetivo: Relatar a experiência do desenvolvimento do software Participar. Wilson Veneziano Professor Orientador do projeto CIC/UnB

Objetivo: Relatar a experiência do desenvolvimento do software Participar. Wilson Veneziano Professor Orientador do projeto CIC/UnB Transcrição do vídeo Projeto Participar Duração: 10 minutos e 43 segundos Objetivo: Relatar a experiência do desenvolvimento do software Participar Wilson Veneziano Professor Orientador do projeto CIC/UnB

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PARANÁ GOVERNO DO ESTADO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS - DPPE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PDE Anexo I Professor PDE FORMULÁRIO DE ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Histórico do livro Menino brinca de boneca?

Histórico do livro Menino brinca de boneca? Histórico do livro Menino brinca de boneca? Menino brinca de boneca? foi lançado em 1990, com grande aceitação de público e crítica, e vem sendo referência de trabalho para profissionais, universidades,

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA MARÇO 2013 Expectativas de Aprendizagem de Língua Portuguesa dos anos iniciais do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez.

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. PROJETO DE LEITURA E ESCRITA Era uma vez... E conte outra vez. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO TEMA; PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. INSTITUIÇÃO Escola Estadual Lino Villachá

Leia mais

O MUNDO DAS FORMIGAS LAMANA, Isabel C. A. C. MESSIAS, Leidi Renata SPRESSOLA, Nilmara H.

O MUNDO DAS FORMIGAS LAMANA, Isabel C. A. C. MESSIAS, Leidi Renata SPRESSOLA, Nilmara H. O MUNDO DAS FORMIGAS LAMANA, Isabel C. A. C. MESSIAS, Leidi Renata SPRESSOLA, Nilmara H. Resumo O tema das formigas foi escolhido de maneira espontânea devido ao grande número das mesmas em nossa escola,

Leia mais

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES Simone de Souza Burguês (PIBIC/CNPq-UEM), Mirian Hisae Yaegashi Zappone (Orientadora), e-mail: mirianzappone@gmail.com Universidade Estadual de Maringá/Departamento

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA Dayvyd Lavaniery Marques de Medeiros Professor do IFRN Mestrando do PPGEP

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA. Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha

RELATO DE EXPERIÊNCIA. Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Silvana Bento de Melo Couto. Público Alvo: 3ª Fase

Leia mais

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com Entrevista ENTREVISTA 146 COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com * Dra. em Letras pela PUC/RJ e professora do Colégio de Aplicação João XXIII/UFJF. Rildo Cosson Mestre em Teoria

Leia mais

A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência

A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência Ana Raquel da Rocha Bezerra, UFPE Andressa Layse Sales Teixeira, UFRN RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo

Leia mais

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Me. Tony Aparecido Moreira tony.educ@gmail.com Denise Watanabe de.wtnb@gmail.com Dr. José Milton de Lima miltonlima@fct.unesp.br

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

Comunicação CONSTRUINDO CONHECIMENTOS ATRAVÉS DE IMAGENS CULTURAIS: A OBRA DE ARTE COMO FERRAMENTA DE ESTUDO NA EDUCAÇÃO

Comunicação CONSTRUINDO CONHECIMENTOS ATRAVÉS DE IMAGENS CULTURAIS: A OBRA DE ARTE COMO FERRAMENTA DE ESTUDO NA EDUCAÇÃO Comunicação CONSTRUINDO CONHECIMENTOS ATRAVÉS DE IMAGENS CULTURAIS: A OBRA DE ARTE COMO FERRAMENTA DE ESTUDO NA EDUCAÇÃO Palavras-Chave: Arte, Educação e cultura. Carline Schröder Arend 1 Amarildo Luiz

Leia mais

USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM

USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM Introdução USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM Paula Priscila Gomes do Nascimento Pina EEEFM José Soares de Carvalho EEEFM Agenor Clemente dos Santos paulapgnascimento@yahoo.com.br

Leia mais

OS MEDIADORES NAS HISTÓRIAS DE LEITURA DOS PROFESSORES Jeovana Alves de Lima Oliveira Secretaria de Educação do Estado da Bahia

OS MEDIADORES NAS HISTÓRIAS DE LEITURA DOS PROFESSORES Jeovana Alves de Lima Oliveira Secretaria de Educação do Estado da Bahia OS MEDIADORES NAS HISTÓRIAS DE LEITURA DOS PROFESSORES Jeovana Alves de Lima Oliveira Secretaria de Educação do Estado da Bahia INTRODUÇÃO: A proposta desse trabalho é apresentar a pesquisa de Mestrado,

Leia mais

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático. A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA Fabricio Santos Almeida 1 Márcia Cristiane Eloi Silva Ataide 2 1 Licenciando em Química, Universidade Federal do Piauí - UFPI. 2 Professora

Leia mais

Um na Estrada Caio Riter

Um na Estrada Caio Riter Um na Estrada Caio Riter PROJETO DE LEITURA 1 O autor Caio Riter nasceu em 24 de dezembro, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM Justificativa ABREU,Tamires de Sá 1 BARRETO, Maria de Fátima Teixeira² Palavras chave: crenças, matemática, softwares, vídeos.

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

Cais da Leitura: leitura em ação

Cais da Leitura: leitura em ação Cais da Leitura: leitura em ação Conceição Flores. Universidade Potiguar (UnP). Carla Rosiane C. Andrade. Universidade Potiguar (UnP). Nos últimos tempos, estamos sendo quase que cotidianamente bombardeados

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso: Pedagogia - vespertino Disciplina: EDM0323 - Metodologia do ensino de português: a alfabetização. Docente: Prof.ª Nilce da Silva Aluna (nºusp): Flávia

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: O ciclo do pão Autoras: Cristina Quental e Mariana Magalhães Currículo das autoras: Cristina Quental é educadora infantil e alterna o trabalho na escola

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano VIII Número 15 Janeiro de 2010 Periódicos Semestral

REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano VIII Número 15 Janeiro de 2010 Periódicos Semestral ENSINANDO A LER: AS ESTRATÉGIAS DE LEITURA SILVA, Joice Ribeiro Machado da 1 RESUMO Buscamos nessa pesquisa compreender como a criança poderá se tornar uma leitora competente através do letramento literário.

Leia mais

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários.

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários. PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS Zeni Aguiar do Nascimento Alves i Zênio Hélio Alves ii O SESC LER Zona Norte de Natal desenvolve atividades que evidenciam a questão da

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Um Menino Igual a Todo Mundo

Um Menino Igual a Todo Mundo elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Um Menino Igual a Todo Mundo escrito por & ilustrado por Sandra Saruê Marcelo Boffa Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Atividade: Leitura e interpretação de texto. Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto

Atividade: Leitura e interpretação de texto. Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto Atividade: Leitura e interpretação de texto Português- 8º ano professora: Silvia Zanutto Orientações: 1- Leia o texto atentamente. Busque o significado das palavras desconhecidas no dicionário. Escreva

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1201 RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1202 RESUMOS DE PROJETOS ENSINO, APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM LETRAS: IDENTIDADES E CRENÇAS

Leia mais

Palestras e Cursos da Área Pedagógica

Palestras e Cursos da Área Pedagógica Portfólio Palestras e Cursos da Área Pedagógica Pedagogia dos Projetos Construir um cenário para demonstrar que os projetos podem ser uma solução e não um serviço a mais para o professor. Enfatizar a necessidade

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS

A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS 1 A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS RESUMO: Este trabalho apresenta a pesquisa, que está em andamento, que tem como objetivo

Leia mais

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º 18. DICAS PARA A PRÁTICA Orientação para o trabalho A- Conhecimento de si mesmo Sugestão: Informativo de Orientação Vocacional Aluno Prezado Aluno O objetivo deste questionário é levantar informações para

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Por que a criança de seis anos no ensino fundamental? Porque, pelo que entendi, em minha vida inteirinha, para umas coisas serei grande, para outras, pequenininha.

Leia mais