Versão Online ISBN Cadernos PDE VOLUME I O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Versão Online ISBN 978-85-8015-054-4 Cadernos PDE VOLUME I O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE"

Transcrição

1 Versão Online ISBN Cadernos PDE VOLUME I O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE 2009

2 Universidade Estadual de Londrina ARTIGO CIENTÍFICO PERCEPÇÃO DO MUNDO E RECEPÇÃO DA OBRA DE LYGIA BOJUNGA NUNES Autora: Rosangela Sanches Teixeira Orientador: Jaime dos Reis Sant'Anna BELA VISTA DO PARAÍSO 2011

3 GOVERNO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PDE ROSANGELA SANCHES TEIXEIRA ARTIGO CIENTÍFICO Um texto não lido é um nada nesse horizonte tão infinito de expectativas e imaginações possíveis Bela Vista do Paraíso, Paraná 2011

4 RESUMO A leitura é um meio estratégico de aprendizagem para o desenvolvimento de muitas capacidades do aluno, sejam as cognitivas, sejam as críticas. Essa pesquisa procurou demonstrar o quão fascinantes são os personagens da nossa autora, Lygia Bojunga Nunes, que viaja entre o mundo real e imaginário, trabalhando numa linha tão estreita entre o real e o irreal, assim construindo narrativas de alto valor literário para que o leitor possa, através de suas vivências, aproximar-se das vidas das personagens, tornando-se um coautor de suas histórias. Segundo as DCEs, o leitor tem um papel ativo no processo da leitura, procurando pistas, formulando e reformulando hipóteses, levando suas próprias experiências e vivências para dentro do texto, tornando-se assim, um viajante nessas leituras. A escolha de fragmentos de obras da Lygia B. Nunes (Os Colegas, A Casa da Madrinha e Sapato de Salto) foi essencial porque ela constrói uma narrativa impregnada de fantasia, que tem por base elementos tomados do real, numa linguagem coloquial e dialógica, para discutir comportamentos sociais que possibilitam a reflexão sobre onde vivemos, quem somos nesse universo tão complexo, fazendo com que o leitor mergulhe em emoções e sensações que podem vivenciar no seu cotidiano e, fazendo interação com outros tipos de textos (verbais e não-verbais), dá condição ao leitor de comparar, discutir,tomar partido, tornando a leitura um meio estratégico de aprendizagem mais prazeroso, oportunizando a ele os bons textos do projeto. Abstract THE reading is a strategic environment for learning and development in many capacities of the student, are the cognitive, are the criticisms. This research sought to demonstrate how fascinating are the characters of our author, Lygia Bojunga Nunes, who "travels" between the real world and imaginary, working in a row so close between the real and the unreal, thus constructing narratives of high literary value for the reader can, through their experiences, approaching the lives of the characters. According to the DCEs, the reader plays an active role in the process of reading, looking for clues, formulating and reformulating hypotheses, bringing their own experiences to the inside of the text, thus becoming a traveller in these readings. The choice of excerpts from works of Lygia B. Nunes (Colleagues, The House of the Godmother and high heels) was essential because it builds a narrative steeped in fantasy, which is based on elements taken from real, colloquial language and a dialogue to discuss social behaviors that enable reflection on where live, who we are in this universe so complex, so that immerse the player in emotions and feelings that they can experience in their daily lives and making interaction with other types of texts (verbal and nonverbal), gives the reader a condition to compare, discuss, taking sides, making reading a strategic means of learning more enjoyable, giving the students good texts of the project. Palavras-chave: leitura; reflexão; estética da recepção; Lygia Bojunga Nunes 1Pós-graduação em Metodologia do Ensino, Graduação em Letras, Professora de Língua Portuguesa no Colégio Estadual Brasílio de Araújo 2 Bacharel em Letras (FFLCH-USP); Licenciado em Letras (FE-USP) ; Mestrado e Doutorado (FFLCH-USP) Professor Adjunto da UEL Universidade Estadual de Londrina (desde 2008). Disciplinas: Literatura Brasileira II; Lit. Port. I; Lit. Infantil e Juvenil e Ensino; Prática de Ensino de Literatura

5 1 Introdução Este artigo tem como objetivo problematizar os encaminhamentos teóricometodológicos aplicados ao ensino de Literatura, na Educação básica, mais especificamente no Ensino Fundamental (5ª a 8ª séries), a fim de aprofundar discussões sobre as diversas possibilidades de trabalho com textos literários, que estejam em concordância com as linhas teóricas propostas nos documentos norteadores para esse nível de ensino, com relação à leitura, compreensão e reflexão dos mesmos. Partindo do ensino da Literatura na Educação Básica nos últimos anos, percebemos que o professor perdeu-se um pouco entre tantas linhas, ou por falta de conhecimento de teorias que subsidiassem sua prática pedagógica ou pelas mudanças de governos que alteram os olhares frente à Educação Básica em nosso país. Essas mudanças, não criando raízes pedagógicas mais sólidas acerca de quê e como trabalhar a Literatura dentro das aulas de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental fez com que cada educador entendesse e trabalhasse da sua forma, não mantendo critérios, objetivos e metodologias que, na práxis do seu trabalho, tivesse um encontro interessante com novas teorias surgidas nos últimos anos. Sabemos que a leitura é um meio estratégico de aprendizagem para o desenvolvimento de muitas capacidades do aluno, sejam as cognitivas, sejam as críticas; porém as estatísticas e as nossas vivências pedagógicas nos mostram que cada vez mais os alunos leem menos, no que compete aos textos literários. A falta do hábito de leitura tem sido apontada como uma das causas do fracasso escolar do aluno e, em consequência, do seu fracasso enquanto cidadão, concomitantemente ao insucesso da escola. Refletindo sobre isso, serão os textos apresentados a eles que não têm uma significação? Ou o modo como são apresentados? Terá sido sempre assim? Onde a escola, em termos gerais, e os professores de Língua Portuguesa, em particular, podem mudar suas práticas e estratégias para formarem leitores de fato, que compreendam o que leem e consigam relacionar as leituras com o mundo ao seu redor? Será que existe unidade, sequenciação e integração curricular para o desenvolvimento da leitura e de leitores? Procurar e encontrar novos rumos e saídas satisfatórias para inserir a literatura infanto-juvenil na escola são objetos de estudos e práxis que devem ser inseridas na escola durante toda a vida escolar dos alunos. A leitura deve ser acompanhada de questionamentos, debates e reflexões à

6 respeito do seu conteúdo e processo de construção, no caso do gênero romance, focalizar os elementos da narrativa usados, pois a autora vai e vem, do real ao imaginário, com personagens personificados, tornando essa leitura bem próxima do leitor. Devemos destacar alguns objetivos a se levar em consideração durante o processo da leitura: Mostrar ao aluno que ler é mais do que decodificar signos, mas sim dar às palavras as suas significações que vão ajudá-lo a compreender melhor toda a mensagem textual; Proporcionar ao aluno, através da leitura de textos de Lygia B. Nunes, o conhecimento de outros mundos, lugares, costumes, realidades, ideologias e, com isso, que ele possa repensar o seu próprio modo de viver; Confirmar o valor da leitura para o desenvolvimento social e pessoal do aluno do Ensino Fundamental. Criar novas expectativas para que a leitura se torne um prazer e estimular no aluno a vontade (ou curiosidade) em ler as obras completas da autora estudada e também obras de outros bons autores da nossa literatura infanto-juvenil. 2 Teoria da Estética da Recepção Da reflexão à criticidade, este projeto está embasado na Teoria da Estética da Recepção, onde a leitura de fragmentos de textos literários se dá sob a perspectiva de um ato dialógico e interlocutivo, com o objetivo de auxiliar o professor PDE e outros professores da área, no seu trabalho em sala de aula, a fim de que haja uma maior homogeneidade sobre o ato de leitura de textos literários, na escola, ampliando, assim, o número de professores e estudantes preparados para o ato de ler. Segundo as DCEs, o leitor terá um papel ativo no processo da leitura, procurando pistas, formulando e reformulando hipóteses, levando suas próprias experiências e vivências para dentro do texto, tornando-se assim, um co-autor dessas leituras: Ler é familiarizar-se com diferentes textos produzidos em diferentes práticas sociais notícias, crônicas, piadas, poemas, artigos científicos, ensaios, reportagens, propagandas, charges, romances, contos etc,

7 percebendo em cada texto a presença de um sujeito, de um interesse. Entretanto, tal interesse não é determinante da leitura. A construção de significados de um texto é de responsabilidade do leitor. (DCE, 2006, p.31) Considerando que toda obra literária é um objeto social, haja vista que, para que ela exista, é preciso que alguém a escreva e, principalmente, que alguém dê vida a essa obra, lendo-a. Segundo Marisa Lajolo (2002): É a literatura porta de um mundo autônomo, que, nascendo com ela, não se desfaz na última página do livro, no último verso do poema, na última fala da interpretação. Permanece ricocheteando no leitor, incorporado como vivência, erigindo-se em marco do percurso da literatura de cada um. (Marisa Lajolo, 2002) Geralmente, as crianças gostam de ler narrativas, recheadas de fantasias e apresentam um interesse natural pelo lúdico proporcionado por essas histórias. Neste momento, o gosto pela leitura começa a ser construído. Práticas de leitura errôneas impostas pelas escolas acabam interferindo negativamente nesse processo de formação de leitores. Sobre isso, Zilberman comenta: O desempenho incipiente da criança não retrata a sua concepção real do ato de ler, pois a escola, muitas vezes, pautando-se apenas no desempenho observável do aprendiz, pode tentar ajudá-lo com tarefas mais fáceis, menos desafiadoras, usando textos simplificados, absolutamente artificiais e pouco significativos para a criança. Se essa estratégia de imbecilização dos textos (cf.kato, 1986) pode aparentemente resultar em um melhor desempenho na parte mecânica da leitura, ela, ao mesmo tempo, bloqueia o desenvolvimento e a aprendizagem por não oferecer desafios motivadores e por ir contra o objetivo do letramento, que é a apreensão do mundo criado pela escrita. A literatura é criada, vendida, lida e estudada. Ela ocupa as estantes de livrarias e bibliotecas e preenche os índices dos programas de educação do país. Ainda assim, nossos alunos leem pouco, talvez pelo fato de não serem mais instigados a isso. (Zilberman e Theodoro da Silva, 2005) De acordo com a lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, proposta na lei da Diretrizes e Bases da Educação Nacional, trata de que em todos os níveis da educação

8 brasileira contemporânea é a de que todo cidadão enquanto ser humano, deve ter uma formação que lhe permita o seu desenvolvimento em sentido amplo, perpassa que a literatura e as demais representações artísticas podem se responsabilizar pelo gosto estético dos cidadãos e que a leitura literária, em caso específico, poderia se encarregar desta tarefa ( REVISTA MÁTHESIS). Apesar de a Literatura Infantil aparecer desde o século XVII, quando os primeiros livros foram escritos, o campo de trabalho na escola, desse gênero tão especial, é ainda bem superficial nas aulas de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, como se a leitura de bons textos literários fosse um projeto de ordem secundária. Pouco se tem na escola, em termos de Literatura Infantil, um acervo vivo, quantitativo e qualitativo, para que essa faixa de alunos do Ensino Fundamental seja contemplada de forma responsável, prazerosa e significativa. E, com isso, ficam prejudicados em relação à leitura e compreensão de várias realidades que podem ou não terem relação com a sua, mas que de alguma forma nos mostra o mundo em que vivemos. Ao tratar de Literatura, pensamos nos limites entre realidade e ficção. Para Cândido (1972), a literatura não fica restrita A sua estrutura, pois é capaz de atender e saciar as necessidades de ficção e fantasia do homem, tanto daquele que produz como daquele que recebe. Essa fantasia é relacionada à realidade do leitor no momento da realização da leitura, pois a criação literária, segundo o autor, serve para revelar sua função integradora e transformadora dessa realidade. Assim, o leitor interage com a leitura reconhecendo-se nesse meio e modificando-se em seguida, não conseguindo discernir com exatidão qual a influência das leituras ficcionais na formação da sua personalidade. Baseando-me nessas questões, tomei como aporte para transformar a leitura num ato contínuo e significativo, os documentos mais recentes de orientação teóricometodológica para essa área do conhecimento, destacando a teoria da estética da recepção, onde o aluno não é mero expectador da história e sim, um vivenciador da mesma. A partir da teoria da recepção, o espaço da criação do texto literário passou a ter mais liberdade, já que autor e leitor se unem para contar a mesma história, mesmo que sob visões diferentes. A seleção de palavras, a construção dos temas e o modo de organização da narrativa são algumas das peculiaridades de cada escritor para exteriorizar os fatores cotidianos e exprimir os pensamentos da humanidade. Para

9 Barthes (1996), a escritura ou o modo de escrever, é o que desencadeia a fruição da linguagem, visto que se encontra inserido em um sistema desconjuntado, que espera para ser organizado pelo escritor e, posteriormente, pelas inferências do leitor. Assim, o escritor apela à liberdade do leitor para que este colabore na produção de sua obra (SARTRE, 1993). Sendo uma forma de comunicação, a literatura é o veículo de ligação entre o mundo exterior e o interior, pois amplia a capacidade de percepção de si mesmo e do mundo. A possibilidade de a obra se atualizar como resultado da leitura é o sintoma de que está viva; porém, como as leituras diferem a cada época, a obra mostra-se mutável, contrária à sua fixação numa essência sempre igual e alheia ao tempo (ZILBERMAN, p. 33). Para que se efetive um método consistente da leitura da literatura, que leve os estudantes à competência da leitura literária, deve-se considerar: as especificidades temáticas e formais do texto literário, a natureza artística da literatura e o lugar do leitor no processo de comunicação literária (CICILIATO,Revista Máthesis ) A escolha de fragmentos de obras de Lygia Bojunga Nunes, retiradas do livro da mesma autora Dos Vinte 1,foi essencial por perceber que ela não transforma a Literatura Infantil num gênero de menor importância, e sim constrói uma narrativa impregnada de fantasia, que tem por base elementos tomados do real, numa linguagem coloquial e dialógica, que confere dinamismo ao texto, tornando-o mais interessante, para discutir os comportamentos sociais advindos da ideologia dominante, sem deixar empobrecer a função lúdica do texto, fazendo uma abordagem de temas sociais, que possibilitam a reflexão sobre onde vivemos, como vivemos, quem somos nesse universo tão complexo, esperando com isso formar um leitor contínuo e que faça do livro um amigo, como nos ensina a autora. Na tendência de alguns autores quererem-se artistas e não pedagogos ou moralistas e em busca de inovação, surge Lygia Bojunga Nunes, fazendo da inversão de valores ideológicos seu compromisso com a modernidade. Transitando nessa tendência,

10 encontramos a tentativa de desmascaramento das ideologias e a aproximação da realidade histórica e social do leitor infanto-juvenil. (MAGNANI, p.88) Bojunga: criadora e leitora, suas cores, fantasias, viagens. Quem lê Lygia, lê o mundo. Um mundo de viagens para o passado e futuro, cheio de imagens, cores, portas e janelas. Ela utiliza-se da ficção para realizar um mergulho na realidade, aguçando os pensamentos e propondo aos leitores uma parada para refletirem a sua própria vida e identidade. Nascida em Pelotas, RS, vive entre o Rio de Janeiro e Londres e foi autora premiada, em 1982, com o famoso prêmio Hans Christian Andersen, o mais importante dentro da literatura infantil. Ainda teve suas obras publicadas em várias línguas e também transportadas para o teatro. É uma leitora apaixonada e possui uma íntima ligação com os livros, desde a infância, como veremos num dos seus textos: Pra mim, livro é vida; desde que eu era muito pequena os livros me deram casa e comida. Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava num outro e fazia telhado. E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro. De casa em casa eu fui descobrindo o mundo (de tanto olhar pras paredes). Primeiro, olhando desenhos; depois, decifrando palavras. Fui crescendo; e derrubei telhados com a cabeça. Mas fui pegando intimidade com as palavras. E quanto mais íntimas a gente ficava, menos eu ia me lembrando de consertar o telhado ou de construir novas casas. Só por causa de uma razão: o livro agora alimentava a minha imaginação. Todo dia a minha imaginação comia, comia e comia; e de barriga assim toda cheia, me levava pra morar no mundo inteiro: iglu, cabana, palácio, arranha-céu, era só escolher e pronto, o livro me dava. Foi assim que, devagarinho, me habituei com essa troca tão gostosa que no meu jeito de ver as coisas é a troca da própria vida; quanto mais eu buscava no livro, mais ele me dava. Mas, como a gente tem mania de sempre querer mais, eu cismei um dia de alargar a troca: comecei a fabricar tijolo pra em algum lugar uma criança juntar com outros, e levantar a casa onde ela vai morar. (Mensagem de Lygia Bojunga para o Dia Internacional do Livro Infantil e Juvenil, traduzida e divulgada nos 64 países membros do IBBY).

11 Nesse ínterim, foram inseridos outros textos que se utilizam do mesmo tema, para haver uma maior e melhor discussão sobre os assuntos. O método utilizado foi o da Estética da Recepção, de Jauss, juntamente com a colaboração de outros autores, pois esse atende às expectativas em se formar mais e bons leitores, que leiam por prazer, mas que também reflitam e opinem sobre as situações encontradas nos textos, sempre buscando relações com o seu eu e a sociedade em geral. Em suma, Jauss reafirma sempre a necessidade do dialogismo entre texto e leitor, capaz de alterar a obra, transformá-la, confronto da obra com seu contexto histórico e social (percebendo também o leitor de cada época) e, por fim, reiterando que o texto incorpora as interpretações e recepções acumuladas no tempo e por isso, obra e leitor se modificam. Nesse método, cinco passos foram trabalhados e desenvolvidos, através de textos previamente selecionados: 2.1 determinação do horizonte de expectativas; 2.2 atendimento do horizonte de expectativas; 2.3 ruptura do horizonte de expectativas; 2.4 questionamento do horizonte de expectativas; 2.5 ampliação do horizonte de expectativas. 2.1DETERMINAÇÃO DO HORIZONTE DE EXPECTATIVAS Sobre essa questão,foram averiguados, através de conversas e questionário com os alunos, quais os horizontes de expectativas que eles traziam consigo, como valores, preconceitos, lembranças para se poder chegar a um diagnóstico em relação à leitura entre eles. Para atraí-los, foi confeccionado um cartão, em forma de um coração, com um pirulito acoplado e a seguinte pergunta: Para que amigo(a) você daria o seu coração? Após essa discussão, os alunos leram a Lenda da Amizade e colocaram suas impressões no caderno, que teve intitulada Viagem pela leitura. Após isso, foram apresentadas aos alunos uma charge sobre solidariedade e uma lenda sobre a amizade, para que os interpretassem e dessem seus pareceres

12 críticos à respeito de nossa sociedade; em relação a essa questão, também postaram suas observações na caderneta da Viagem. Em seguida, fazendo um contraponto, foi mostrado a eles um texto não-verbal, que tinha como assunto o trabalho infantil, no qual o aluno teria que ser capaz de decifrar e compreender a mensagem, postando suas observações. Como complemento, elaboraram cartazes denunciando esse fato tão corriqueiro em nosso país. No texto verbal e não-verbal, que aborda a manipulação de pessoas, pretendeu-se comparar a linguagem de um blog com a linguagem formal, além de analisar o texto nãoverbal. Também houve a sessão pipoca, com o filme A Onda, (baseado em caso real, uma aula prática sobre autocracia e as origens do totalitarismo), onde puderam assistir e analisar como as pessoas manipulam as outras e como as outras se deixam manipular, fazendo uma interdisciplinaridade com História, no caso da 2ª grande guerra mundial. 2.2 ATENDIMENTO DO HORIZONTE DE EXPECTATIVA Após ter despertado no aluno o interesse pelo assunto e pela leitura, foram apresentados a eles textos mais elaborados sobre os mesmo temas, uma fábula e um poema, a fim de que eles se apropriassem melhor dessas leituras, para ter um embasamento melhor antes de ler os textos da Lygia B. Nunes, atendendo assim, no método recepcional, os seus horizontes de expectativas. Nessa etapa, entrou um novo tema, que aparece em Sapato de Salto, sobre pedofilia, que é polêmico, e está sendo bastante destacado na mídia. Foi feito um estudo de uma imagem representativa do tema acima e também leitura e debates de notícias de jornais. 2.3 RUPTURA DO HORIZONTE DE EXPECTATIVA Nesta unidade do método recepcional, foram utilizados os fragmentos de obras de Lygia B. Nunes, a fim de abalar as certezas e costumes dos alunos. Para a 5ª série foi escolhido um fragmento do livro Os Colegas ; para a 6ª, A Casa da Madrinha (fragmento); e, para a 7ª, Sapato de Salto (fragmento).

13 Após essas leituras, foram debatidos, oralmente, os temas em comum com os outros já lidos e a identificação de posturas comuns ou diferentes de cada autor. Como esses fragmentos são mais complexos, foram dadas aos alunos algumas atividades para que eles pudessem identificar as pistas dos textos, e, com isso, interpretálos de forma adequada. A investida em temas mais polêmicos possibilitou ao aluno tornar-se mais ciente e crítico em relação a eles mesmos e ao mundo em sua volta. Como eram textos mais longos, foram repartidos em etapas até chegar ao todo, fazendo assim, a ruptura dos seus horizontes, para que observassem o meio em que vivem de outra forma. 2.4 QUESTIONAMENTO DO HORIZONTE DE EXPECTATIVAS Nesse ponto do projeto foram feitas comparações e observações mais profundas entre os textos que tinham em comum o mesmo tema, inserindo aqui as particularidades de cada gênero textual, para que percebessem diferenças e semelhanças, fazendo uma análise mais rigorosa sobre os aspectos do texto e, principalmente, sobre o conteúdo e ideologias. 2.5 AMPLIAÇÃO DO HORIZONTE DE EXPECTATIVAS Para que realmente se observasse um novo olhar mais crítico, novas visões e possibilidades que o mundo nos apresenta através da literatura, muitos questionamentos foram feitos e ouvidos, em debates e apresentações, dando vida às personagens, seus ideais, como eram tratados, elaborando, assim, algo mais real em suas vidas, pois puderam perceber o quanto a literatura está ligada ao seu cotidiano e ao mundo em que vivem. Para finalizar, a escola, como ambiente humanizador e referencial de uma parte do conhecimento humano, não pode se abster de sempre incentivar o hábito da leitura,

14 principalmente de bons textos literários, pois é nesse mundo tão magnífico, em que se pode ter experiências várias, sem sair do lugar, que nossos educandos podem aprender mais sobre si mesmos e o mundo a sua volta, refletir sobre vários temas e ideologias, para poder, num futuro próximo, eles mesmos terem segurança e aprendizados vários que os tornem mais críticos acerca da natureza humana e de nossas realidades, surgindo assim, quem sabe, novas vozes que combatam alguns moldes dessa nova sociedade em que vivemos.

15 REFERÊNCIAS BORDINI, Maria da Glória e AGUIAR, Vera Teixeira de. Literatura A Formação do Leitor. Mercado Aberto. 2ª ed., 1993 Série Novas Propostas 27, Porto Alegre RS, p A Formação do Leitor. Interesses de Leitura e Seleção de Textos. Mercado Aberto. 2ª ed., 1993 Série Novas Propostas 27, Porto Alegre RS, p A Formação do Leitor. Necessidade de Metodologia. Mercado Aberto. 2ª ed., 1993 Série Novas Propostas 27, Porto Alegre RS, p A Formação do Leitor. Método Recepcional. Mercado Aberto. 2ª ed., 1993 Série Novas Propostas 27, Porto Alegre RS, p BAMBERGER, Richard. Como Incentivar o Hábito da Leitura. Editora Ática,7ª ed., São Paulo, CÂNDIDO, Antônio. A Literatura e a Formação do Leitor. Ciência e Cultura, São Paulo, vol. 4, n 9, set./1972. CECILIATO, Neuza. A Leitura Literária e a Formação do Leitor Competente. Revista Máthesis, vol. 8, n 1, jan./ junho, 2007, p DIRETRIZES CURRICULARES DA REDE PÚBLICA BÁSICA DO ESTADO DO PARANÁ Língua Portuguesa Secretaria do Estado da Educação SEED. JAUSS, Hans Robert. A Estética da Recepção considerações gerais. In: A Literatura e o Leitor textos de estética da recepção. Trad.: Luiz Costa Lima, Paz e Terra, Rio de Janeiro, LAJOLO, MARISA e ZILBERMAN REGINA. Literatura Infantil Brasileira. História & Histórias. Ática, 2ª ed., São Paulo, MAGNANI, Maria do Rosário Mortatti. Leitura, Literatura e Escola sobre a formação do gosto. Martins Fontes, São Paulo, 2001, p NUNES, Lygia Bojunga. Dos Vinte 1. Casa Lygia Bojunga, Rio de Janeiro, A Casa da Madrinha (fragmento). Casa Lygia Bojunga, Rio de Janeiro, 2009, p. 35 a 46. Os Colegas (fragmento). Casa Lygia Bojunga, Rio de Janeiro, 2008, p. 9 a a a 24) Dos Vinte 1. Sapato de Salto (fragmento). Casa Lygia Bojunga, Rio de Janeiro, 2007, 245 a 262. SILVA, Ezequiel Theodoro da. A Produção da Leitura na Escola pesquisas e propostas. Ática, 2ª ed., São Paulo, 2005, p ZILBERMAN, Regina. A Literatura Infantil na Escola. Global, 11ª ed.revista, atualizada e ampliada, São Paulo, 2003.

16 Estética da Recepção e História da Literatura. Ática, 1ª ed., São Paulo, Sites : Texto: Livro-a troca

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência

A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência Ana Raquel da Rocha Bezerra, UFPE Andressa Layse Sales Teixeira, UFRN RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS Resumo DO ENSINO FUNDAMENTAL MARTINS, Esilda Cruz UEPG maria.esilda@hotmail.com Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas. Agência Financiadora:

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua Marechal Floriano Peixoto, 61 Cep:84430-000 Fone/Fax:(42)34361327 e-mail: iuvalcidesmunhoz@seed.pr.gov.br Imbituva - Paraná Projeto de Leitura

Leia mais

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE:

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: Encontro com o Livro no Colégio Coração de Maria Me. Maria Aparecida da Costa Bezerra - Bibliotecária escolar e universitária Resumo: O Colégio Coração de Maria proporciona

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano VIII Número 15 Janeiro de 2010 Periódicos Semestral

REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano VIII Número 15 Janeiro de 2010 Periódicos Semestral ENSINANDO A LER: AS ESTRATÉGIAS DE LEITURA SILVA, Joice Ribeiro Machado da 1 RESUMO Buscamos nessa pesquisa compreender como a criança poderá se tornar uma leitora competente através do letramento literário.

Leia mais

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES Simone de Souza Burguês (PIBIC/CNPq-UEM), Mirian Hisae Yaegashi Zappone (Orientadora), e-mail: mirianzappone@gmail.com Universidade Estadual de Maringá/Departamento

Leia mais

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA Suellen Lopes 1 Graduação Universidade Estadual de Londrina su.ellen23@hotmail.com Rovilson José da Silva 2 Universidade Estadual de Londrina rovilson@uel.br

Leia mais

Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário

Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário Estratégias didático-metodológicas para o ensino da leitura do texto literário Sharlene Davantel Valarini (Doutoranda em Estudos Literários/UEM-PR) Resumo: Nos dias de hoje, o ensino da literatura ainda

Leia mais

A LITERATURA ESCOLARIZADA

A LITERATURA ESCOLARIZADA Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia N. 12, JAN/JUN 2012 A LITERATURA ESCOLARIZADA Raylla Portilho Gaspar 1 RESUMO Esse artigo

Leia mais

LITERATURA PARA TODOS: UMA EXPERIÊNCIA DE OFICINAS DE LEITURA NA AMAZÔNIA

LITERATURA PARA TODOS: UMA EXPERIÊNCIA DE OFICINAS DE LEITURA NA AMAZÔNIA 1 LITERATURA PARA TODOS: UMA EXPERIÊNCIA DE OFICINAS DE LEITURA NA AMAZÔNIA Maria de Nazaré da Silva Correa Jediã F. Lima Maria do Carmo S. Pacheco Maria do P. Socorro R. de Lima Maria Rita Brasil Raiolanda

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

ESTRATÉRIAS DE LEITURA RUMO AO LETRAMENTO

ESTRATÉRIAS DE LEITURA RUMO AO LETRAMENTO ESTRATÉRIAS DE LEITURA RUMO AO LETRAMENTO Marivete Souta (marivete.souta@gmail.com) Sirley De Jesus Oliveira Hey De Jesus Oliveira Hey (sirleyhey@yahoo.com.br) Sandra do Rocio Ferreira Leal RESUMO: Pesquisas

Leia mais

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM Adriana Bragagnolo i ( Universidade de Passo Fundo) 1. NOTA INICIAL O presente texto objetiva socializar reflexões a respeito da literatura infantil no cenário

Leia mais

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO SILVA, Hayana Crislayne Benevides da. Graduanda Pedagogia - UEPB/Campus I hayana_benevides@yahoo.com.br SILVA, Alzira Maria Lima da. Graduanda

Leia mais

Projetos. Outubro 2012

Projetos. Outubro 2012 Projetos Outubro 2012 Assunto de gente grande para gente pequena. No mês de outubro os brasileiros foram às urnas para eleger prefeitos e vereadores e a Turma da Lagoa não poderia ficar fora deste grande

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Alfabetização e Letramento. Formação do Leitor. Leitura.

PALAVRAS-CHAVE Alfabetização e Letramento. Formação do Leitor. Leitura. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Fabiana Fernandes França Bibliotecária da Prefeitura de Vitória fabianaff@terra.com.br. Penha Maria Cordeiro de Quadros Barreto

Fabiana Fernandes França Bibliotecária da Prefeitura de Vitória fabianaff@terra.com.br. Penha Maria Cordeiro de Quadros Barreto O encantamento entre a criança e o livro: algumas tentativas/ações dos/das bibliotecários/as que atuam nas escolas de ensino fundamental da prefeitura de Vitória ES Fabiana Fernandes França Bibliotecária

Leia mais

AULAS DE LEITURA: UMA PRÁTICA DESMOTIVADORA? Gisele de Sales SILVA; Cinthia da Costa MOTA; Daise Fernanda NUNES/graduandas Letras/UFMS

AULAS DE LEITURA: UMA PRÁTICA DESMOTIVADORA? Gisele de Sales SILVA; Cinthia da Costa MOTA; Daise Fernanda NUNES/graduandas Letras/UFMS AULAS DE LEITURA: UMA PRÁTICA DESMOTIVADORA? Gisele de Sales SILVA; Cinthia da Costa MOTA; Daise Fernanda NUNES/graduandas Letras/UFMS 1 Introdução Objetivamos apontar e questionar a prática exercida nas

Leia mais

Literatura na escola: um projeto de incentivo à leitura

Literatura na escola: um projeto de incentivo à leitura Literatura na escola: um projeto de incentivo à leitura Renata Cavalcanti Eichenberg (PUCRS) Orientadora: Vera Teixeira de Aguiar (PUCRS) De acordo com Bruno Bettelheim (1980), a criança, à medida que

Leia mais

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Rita de Cássia Rangel Alves Rita.alves_2007@hotmail.com Paula Sabrina Barbosa de Albuquerque Paulasabrina.ba@hotmail.com

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB.

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. Cinema como ferramenta de aprendizagem¹ Angélica Moura CORDEIRO² Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. RESUMO Este artigo pronuncia o projeto Criancine que

Leia mais

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I:

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I: Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Unidade I: 0 Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Olá Alunos, Na unidade anterior conhecemos e discutimos um pouco a respeito

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

AÇÃO COMPLEMENTAR EM LEITURA E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um caminho para a formação do professor/educador.

AÇÃO COMPLEMENTAR EM LEITURA E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um caminho para a formação do professor/educador. AÇÃO COMPLEMENTAR EM LEITURA E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um caminho para a formação do professor/educador. MARISTELA PITZ DOS SANTOS SEMED BLUMENAU 1 Janela sobre a utopia Ela está no horizonte

Leia mais

A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA.

A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA. A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA. Francisca Fabiana Ferreira da Silva 1 fabiana.igor@hotmail.com Francisca Mônica Paz de Sousa Dantas 2 monnyka@hotmail.com

Leia mais

PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA

PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA Escola de Ensino Médio João Barbosa Lima PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA DESPERTANDO O GOSTO PELA LEITURA E A ARTE DE ESCREVER Projeto na Sala de PCA da Área de Linguagens e Códigos PROEMI -Programa

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO USO DE TEXTOS LITERÁRIOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CONTRIBUIÇÕES DO USO DE TEXTOS LITERÁRIOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL CONTRIBUIÇÕES DO USO DE TEXTOS LITERÁRIOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Fabiana de Menezes Silva¹ Albertina Marília Alves Guedes² ¹Graduada em Pedagogia da Universidade de Pernambuco, Campus Petrolina. E-mail:

Leia mais

FILOSOFIA PARA CRIANÇAS - EDUCAÇÃO PARA O PENSAR : UM OLHAR PEDAGÓGICO.

FILOSOFIA PARA CRIANÇAS - EDUCAÇÃO PARA O PENSAR : UM OLHAR PEDAGÓGICO. FILOSOFIA PARA CRIANÇAS - EDUCAÇÃO PARA O PENSAR : UM OLHAR PEDAGÓGICO. Ana Maria Miranda Pedroso 1 Vilmar Malacarne 2 RESUMO: Este artigo apresenta um estudo sobre limites e possibilidades da Filosofia

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO AO HÁBITO DE LEITURA NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO MENEZES DE SOUSA EM SOBRAL-CE

A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO AO HÁBITO DE LEITURA NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO MENEZES DE SOUSA EM SOBRAL-CE UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ-UVA KARLYANE PIMENTA DE CARVALHO A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO AO HÁBITO DE LEITURA NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO MENEZES DE SOUSA EM SOBRAL-CE SOBRAL- CE

Leia mais

O MUNDO ENCANTADO DA LITERATURA INFANTIL: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA FORMAÇÃO DE LEITORES

O MUNDO ENCANTADO DA LITERATURA INFANTIL: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA FORMAÇÃO DE LEITORES 1 O MUNDO ENCANTADO DA LITERATURA INFANTIL: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA FORMAÇÃO DE LEITORES Priscila Dantas Fernandes (UFS) INTRODUÇÃO Hoje, sabe-se o valor exercido pela leitura no dia-a-dia de uma pessoa,

Leia mais

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos.

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Diogo Vieira do Nascimento 1 (UERJ/EDU) Fabiana da Silva 2 (UERJ/EDU)

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM

CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM CARRENHO, Silvanira migliorini 1 KIMURA, Marcia Regina de Souza 1 VEGAS, Dirce Aparecida Izidoro 1 ANTONIO, Fernanda Peres 2 RESUMO

Leia mais

Um Menino Igual a Todo Mundo

Um Menino Igual a Todo Mundo elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Um Menino Igual a Todo Mundo escrito por & ilustrado por Sandra Saruê Marcelo Boffa Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

OS DESAFIOS DA LEITURA E DA ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL

OS DESAFIOS DA LEITURA E DA ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL OS DESAFIOS DA LEITURA E DA ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL Ana Maria Quixaba Brito dos Santos 1 RESUMO A leitura e a escrita são os dois principais fundamentos das práticas educativas no Ensino Fundamental.

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO A Cobronça, a Princesa e a Surpresa escrito por & ilustrado por Celso Linck Fê Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português

Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português Paulo Coimbra Guedes e Jane Mari de Souza A tarefa de ensinar a ler e a escrever um texto de história é do professor de história

Leia mais

PRODUÇÃO LITERÁRIA PARA CRIANÇAS E JOVENS NO BRASIL: Perfil e desdobramentos textuais e paratextuais

PRODUÇÃO LITERÁRIA PARA CRIANÇAS E JOVENS NO BRASIL: Perfil e desdobramentos textuais e paratextuais PRODUÇÃO LITERÁRIA PARA CRIANÇAS E JOVENS NO BRASIL: 1 Perfil e desdobramentos textuais e paratextuais Autora: Carlanne Santos Carneiro (Graduada em Letras e mestranda em Educação/UFMG) Co-autores: Maria

Leia mais

A FORMAÇÃO DE LEITORES: O CASO DO GRUPO AIMIRI OS CONTADORES DE HISTÓRIAS

A FORMAÇÃO DE LEITORES: O CASO DO GRUPO AIMIRI OS CONTADORES DE HISTÓRIAS XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 A FORMAÇÃO DE LEITORES:

Leia mais

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários.

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários. PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS Zeni Aguiar do Nascimento Alves i Zênio Hélio Alves ii O SESC LER Zona Norte de Natal desenvolve atividades que evidenciam a questão da

Leia mais

TRABALHO COM MONTEIRO LOBATO NAS SÉRIES INICIAIS

TRABALHO COM MONTEIRO LOBATO NAS SÉRIES INICIAIS TRABALHO COM MONTEIRO LOBATO NAS SÉRIES INICIAIS EVANGELISTA, E.V.; GERALDO, S.A.; MIQUELAO, M.G.F.; SILVA, N.C. VILELA, J.V.; Resumo Este trabalho tem como objetivo demonstrar a contribuição das obras

Leia mais

Revista Nº 60 COLÉGIO SANTA MARIA. Leitura. tratada como prioridade prazerosa

Revista Nº 60 COLÉGIO SANTA MARIA. Leitura. tratada como prioridade prazerosa Revista Nº 60 COLÉGIO SANTA MARIA Leitura tratada como prioridade prazerosa Destaque Leitura levada a sério Ilustrações: 123RF Leitur Um saldo extraordinário, principalmente se comparado com o número de

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA INOVAR AS PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NO ENSINO MÉDIO. PALAVRAS CHAVE: PIBID, Interação, Construção, Leitura, Projeto.

A CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA INOVAR AS PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NO ENSINO MÉDIO. PALAVRAS CHAVE: PIBID, Interação, Construção, Leitura, Projeto. A CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA INOVAR AS PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NO ENSINO MÉDIO Fabiana Maria da Silva Nascimento 1 Fabiana Pereira de Oliveira 2 Prof.Esp.Gleison Carlos Souza de Morais 3 Prof. Ma.

Leia mais

CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN

CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN Autoras: Claydianne dos Santos Freitas - Estudante do Curso de Pedagogia

Leia mais

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA BORTTOLIN, A. M. P. LITTERA/UNESC SILVEIRA, R. de F. K. da LITTERA/UNESC O presente texto mostra uma experiência de leitura literária na escola

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

INCENTIVO, APERFEIÇOAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA LEITURA: RELATOS E VIVÊNCIAS DA ARTICULAÇÃO CONEXÕES-ABERTAS

INCENTIVO, APERFEIÇOAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA LEITURA: RELATOS E VIVÊNCIAS DA ARTICULAÇÃO CONEXÕES-ABERTAS INCENTIVO, APERFEIÇOAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA LEITURA: RELATOS E VIVÊNCIAS DA ARTICULAÇÃO CONEXÕES-ABERTAS RESUMO Jaqueline da silva Alencar 1 Maria rosa de Almeida 2 Joelma Melo de Araújo 3 O presente

Leia mais

COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL. Emanuel Carvalho

COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL. Emanuel Carvalho COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL Emanuel Carvalho 2 Prefácio * Edivan Silva Recebi o convite para prefaciar uma obra singular, cujo título despertou e muita minha atenção: Como escrever um livro infantil,

Leia mais

Os Amigos do Pedrinho

Os Amigos do Pedrinho elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Os Amigos do Pedrinho escrito por & ilustrado por Ruth Rocha Eduardo Rocha Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE ARTIGO DE OPINIÃO : UM OLHAR INCLUSIVO E UM SER MAIS CIDADÃO

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE ARTIGO DE OPINIÃO : UM OLHAR INCLUSIVO E UM SER MAIS CIDADÃO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SEQUÊNCIA

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA Connie, a Vaquinha 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): A Ponte 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio A Ponte faz parte da série Connie,

Leia mais

ISSN: 1981-3031 PROJETO BAÚ DE LEITURA : O IMPACTO DA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA ESCOLA PRESIDENTE DUTRA NO MUNICÍPIO DE SENADOR RUI PALMEIRA.

ISSN: 1981-3031 PROJETO BAÚ DE LEITURA : O IMPACTO DA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA ESCOLA PRESIDENTE DUTRA NO MUNICÍPIO DE SENADOR RUI PALMEIRA. PROJETO BAÚ DE LEITURA : O IMPACTO DA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA ESCOLA PRESIDENTE DUTRA NO MUNICÍPIO DE SENADOR RUI PALMEIRA. Gilmária Silva dos Santos 1 RESUMO O presente artigo foi elaborado a partir do

Leia mais

A FORMAÇÃO DE LEITOR NO ENSINO FUNDAMENTAL: OS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS E O COTIDIANO DAS ESCOLAS

A FORMAÇÃO DE LEITOR NO ENSINO FUNDAMENTAL: OS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS E O COTIDIANO DAS ESCOLAS A FORMAÇÃO DE LEITOR NO ENSINO FUNDAMENTAL: OS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS E O THE READER FORMATION IN BASIC EDUCATION: THE NATIONAL CURRICULAR PARAMETERS AND THE DAILY ROUTINE AT PRIMARY SCHOOLS.

Leia mais

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 SILVEIRA, Lidiane 2 ; LIMA, Graziela Escandiel de 3 1 Relato de experiência 2 Pedagoga, Especialista em Alfabetização, professora

Leia mais

Projeto de leitura; estratégias, prazer de ler.

Projeto de leitura; estratégias, prazer de ler. 13 Parada da leitura: projeto Ler é Tri Legal 1 Circe Helena Rodrigues 2 Resumo O projeto Ler é Tri Legal foi elaborado a partir das inquietudes advindas da prática profissional junto aos alunos do ensino

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO O CONTATO COM A LITERATURA NO CONTEXTO ESCOLAR Cursistas: Gean Carlos Lunelli

Leia mais

Literatura infantil e juvenil Formação de leitores

Literatura infantil e juvenil Formação de leitores Coleção educação em análise A literatura é um campo privilegiado para ocultar/desocultar sentidos, e os livros contemporâneos (muitas vezes plenos de mensagens que vão além do texto literário, estabelecendo

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Gasparelo Voltani, Gisele Daniel Pennac na Sala de Leitura

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA GT 13 - DIÁLOGOS ABERTOS SOBRE A EDUCAÇÃO BÁSICA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA Daniella

Leia mais

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa 1 MAPLE BEAR INTERMEDIATE - LP Introdução ao Programa de Língua Portuguesa Português é a língua falada no Brasil e é, primeiramente, com ela que pensamos, falamos, brincamos, cantamos e escrevemos. É a

Leia mais

CURTINDO VIDAS SECAS EM MEIO ÀS REDES SOCIAIS

CURTINDO VIDAS SECAS EM MEIO ÀS REDES SOCIAIS 1 Resumo CURTINDO VIDAS SECAS EM MEIO ÀS REDES SOCIAIS Rafael Barros dos Santos (UNEB) i Diante da ampla presença da literatura como universo de ficção e poesia, essa tem sido um instrumento poderoso de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA O APRIMORAMENTO DA ESCRITA NO ENSINO MÉDIO RESUMO

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA O APRIMORAMENTO DA ESCRITA NO ENSINO MÉDIO RESUMO A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA O APRIMORAMENTO DA ESCRITA NO ENSINO MÉDIO Heliton Manys 1 RESUMO Este trabalho apresenta uma pesquisa que tem como seu principal objetivo investigar a importância da leitura

Leia mais

Projeto Quem sou eu? Tema: Identidade e Autonomia Público alvo: Educação Infantil Disciplina: Natureza e Sociedade Duração: Seis semanas

Projeto Quem sou eu? Tema: Identidade e Autonomia Público alvo: Educação Infantil Disciplina: Natureza e Sociedade Duração: Seis semanas Projeto Quem sou eu? Image URI: http://mrg.bz/q6vqo3 Tema: Identidade e Autonomia Público alvo: Educação Infantil Disciplina: Natureza e Sociedade Duração: Seis semanas Justificativa: Tendo em vista a

Leia mais

LEITURA, LITERATURA E LETRAMENTO LITERÁRIO: UM PROJETO EM AÇÃO.

LEITURA, LITERATURA E LETRAMENTO LITERÁRIO: UM PROJETO EM AÇÃO. LEITURA, LITERATURA E LETRAMENTO LITERÁRIO: UM PROJETO EM AÇÃO. Kelly Cristina Costa Martins 1 Simônica da Costa Ferreira 2 Rosicléia Moreno Leal 3 Renata Junqueira de Souza 4 Resumo Neste texto, de cunho

Leia mais

MEDIANDO A LEITURA: RUMO À AUTONOMIA DO LEITOR

MEDIANDO A LEITURA: RUMO À AUTONOMIA DO LEITOR MEDIANDO A LEITURA: RUMO À AUTONOMIA DO LEITOR MÁRCIA REGINA MACEDO (PREFEITURA MUNICIPAL DE ANDRADINA), MARISA ARAÚJO DA SILVA OLIVEIRA, MÁRCIA MARIA DE ALBUQUERQUE (PREFEITURA MUNICIPAL DE ANDRADINA),

Leia mais

PROJETO LER E ESCREVER É DA HORA! : LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL SOB A PERSPECTIVA INTERACIONISTA

PROJETO LER E ESCREVER É DA HORA! : LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL SOB A PERSPECTIVA INTERACIONISTA PROJETO LER E ESCREVER É DA HORA! : LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL SOB A PERSPECTIVA INTERACIONISTA Patrícia Cristina de Oliveira (UEM UENP/Jacarezinho) Vera Maria Ramos Pinto (UEL UENP/Jacarezinho) Introdução

Leia mais

Palavras-chaves: tecnologia, blog, comunicação, conhecimento, matemática.

Palavras-chaves: tecnologia, blog, comunicação, conhecimento, matemática. LINGUAGEM VIRTUAL COMO INSTRUMENTO DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO MATEMÁTICO. Maria Ângela de Oliveira Oliveira Colégio Uirapuru Sorocaba/SP. olangela@terra.com.br. Orientadora: Zilá A. P. Moura e Silva,

Leia mais

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA MARÇO 2013 Expectativas de Aprendizagem de Língua Portuguesa dos anos iniciais do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NARRATIVOS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NARRATIVOS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NARRATIVOS Resumo LUCAS, Maria Angélica Olivo Francisco 1 - UEM Grupo de Trabalho - Formação de professores e

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

O OLHAR DAS CRIANÇAS SOBRE A ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL

O OLHAR DAS CRIANÇAS SOBRE A ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL O OLHAR DAS CRIANÇAS SOBRE A ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL Resumo DEBOVI, Andreia Kirsch UNISUL andreiadebovi@branet.com.br GOULART, Mariléia Mendes UNISUL marileia.goulart@unisul.br Eixo Temático: Didática:

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM: CANTIGAS INFANTIS E SUA CONTRIBUIÇÃO PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM: CANTIGAS INFANTIS E SUA CONTRIBUIÇÃO PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS O LÚDICO NA APRENDIZAGEM: CANTIGAS INFANTIS E SUA CONTRIBUIÇÃO PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS Elisângela da Silva França -Professora da Rede Estadual/MT COEDUC/UNEMAT Joeli Auxiliadora França Ramos

Leia mais

PROJETO MALA VIAJANTE: UM INCENTIVO À LEITURA NA ESCOLA MUNICIPAL SETE DE SETEMBRO EM LAMARÃO-BA.

PROJETO MALA VIAJANTE: UM INCENTIVO À LEITURA NA ESCOLA MUNICIPAL SETE DE SETEMBRO EM LAMARÃO-BA. PROJETO MALA VIAJANTE: UM INCENTIVO À LEITURA NA ESCOLA MUNICIPAL SETE DE SETEMBRO EM LAMARÃO-BA. Nadjane Gonçalves de Oliveira. Universidade Estadual de Feira de Santana - Mestrado em Educação - nadjaneoliveira@gmail.com

Leia mais

Na sala de aula com as crianças

Na sala de aula com as crianças O CD Rubem Alves Novas Estórias, volume 3, abre novas janelas de oportunidade para quem gosta da literatura. Através do audiolivro podemos apreciar encantadoras histórias e deixar fluir a imaginação. Rubem

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO TEXTUAL REBECCA TAVARES DE MELO TOSCANO DE BRITO (UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA). Resumo Nos dias atuais a prática da leitura está se tornando cada vez mais rara

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO DE CONTO EM CONTO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE Maria Helena Cunha de Andrade SILVA RESUMO Esse trabalho relata uma experiência de leitura e produção textual realizada no decorrer do ano letivo de

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

CAIXA DE LEITURA - UM MUNDO DE FANTASIAS E DESCOBERTAS: UMA EXPERIÊNCIA DE CAMPO NUMA CRECHE MUNICIPAL

CAIXA DE LEITURA - UM MUNDO DE FANTASIAS E DESCOBERTAS: UMA EXPERIÊNCIA DE CAMPO NUMA CRECHE MUNICIPAL CAIXA DE LEITURA - UM MUNDO DE FANTASIAS E DESCOBERTAS: UMA EXPERIÊNCIA DE CAMPO NUMA CRECHE MUNICIPAL Márcia da Silva Cavalcanti, Graduanda de Pedagogia, UEPB O trabalho, Caixa de leitura um mundo de

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

LEITURA LITERÁRIA NA SALA DE AULA SILVA, R. L.; RUTHES, A. F.; PIRES, R.; HARSCH, M. A.; SILVA, E.C.G. Resumo

LEITURA LITERÁRIA NA SALA DE AULA SILVA, R. L.; RUTHES, A. F.; PIRES, R.; HARSCH, M. A.; SILVA, E.C.G. Resumo LEITURA LITERÁRIA NA SALA DE AULA SILVA, R. L.; RUTHES, A. F.; PIRES, R.; HARSCH, M. A.; SILVA, E.C.G Resumo O objetivo deste trabalho é conhecer mais profundamente o que acontece no espaço da sala de

Leia mais

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE Literatura Infantil aspectos a serem desenvolvidos A natureza da Literatura Infanto-Juvenil está na Literatura e esta é uma manifestação artística. Assim,

Leia mais