TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO

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1 LILIAN FERNANDES DA SILVA TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Anhembi Morumbi no âmbito do Curso de Engenharia Civil com ênfase Ambiental. SÃO PAULO 2004

2 LILIAN FERNANDES DA SILVA TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Anhembi Morumbi no âmbito do Curso de Engenharia Civil com ênfase Ambiental. Orientador: Prof. Fernando José Relvas SÃO PAULO 2004

3 i Dedico esse trabalho aos meus pais e ao Pedro que sempre me apoiaram em todas as minhas decisões.

4 ii AGRADECIMENTOS Esse trabalho é fruto do apoio recebido da Universidade Anhembi Morumbi, na pessoa de seu professor Fernando José Relvas e do estímulo dos demais professores do curso de Engenharia Civil. Deve-se ressaltar o trabalho das professoras coordenadoras, profª Dra. Gisleine Coelho de Campos e profª. Jane L. Vieira. Agradecimentos à empresa CONCREJATO Serviços Técnicos de Engenharia S.A. pela atenção dispensada pelos seus colaboradores, em especial a Engª Maria Aparecida Soukef Nasser, que contribuíram com manuais de técnicas de restauração, informações gerais, empréstimos de projetos e autorização de visita às suas obras.

5 iii RESUMO Esse trabalho aborda o que é um bem tombado, como funcionam as leis de incentivo à cultura, focando a preservação do patrimônio histórico no Brasil e indicando órgãos onde é possível obter maiores esclarecimentos sobre o assunto. Além disso, trata sobre o desenvolvimento de obras em prédios tombados relacionando algumas técnicas de restauração, entre elas, restauro de argamassa, granito e vitral. Por fim, apresenta dois estudos de caso que visam traçar um comparativo entre a realidade e a bibliografia encontrada sobre esse assunto. Palavras Chave: incentivo à cultura; patrimônio histórico; restauração

6 iv ABSTRACT This monograph treats about tumble building, how does work the cultural incentive laws, focusing the historical patrimony preservation in Brazil and pointing departments where is possible to obtain information about this subject. In addition, treats about the development of works in tumble buildings relating some restoration techniques, for example, mortar and granite restoration. Finally, presents two cases with the objective to compare the reality and the bibliography about this subject. Key Words: cultural incentive; historical patrimony, restoration

7 v LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - Consolidação dos vidros danificados...25 Figura 2 - Pintura com grisalha castanha...26 Figura 3 - Montagem com calha de chumbo...28 Figura 4 - Montagem dos fragmentos de vidro da figura...29 Figura 5 Fixação das varetas de reforço...30 Figura 6 Antiga Igreja da Sé...38 Figura 7 Praça da Sé tendo ao fundo a Catedral em construção...39 Figura 8 Antiga Igreja da Sé...41 Figura 9 Desenho da matriz feito no começo do séc. XIX...41 Figura 10 Foto da Catedral antes do início dos serviços de restauração...45 Figura 11 Ilustração sobre a as principais intervenções...48 Figura 12 Exemplo de trinca encontrada...49 Figura 13 Exemplo de trinca encontrada em alvenaria...50 Figura 14 Serviços de reparo em trincas...50 Figura 15 Limpeza do granito...51 Figura 16 Situação do granito após a limpeza...52 Figura 17 Remoção do vitral...54 Figura 18 Restauração do vitral...55 Figura 19 Vitral após restauração...56 Figura 20 Foto antiga do grupo escolar Rodrigues Alves...58 Figura 21 Situação antes do início das obras de restauração...64 Figura 22 Remoção da argamassa deteriorada...64 Figura 23 Situação da argamassa...65 Figura 24 Execução de requadros das esquadrias...65 Figura 25 Execução de frisos da fachada...66 Figura 26 Vista geral da obra...67 Figura 27 Restauro da argamassa concluído...67 Figura 28 Instrumentos...72 Figura 29 Diversos tipos de pincéis e escovas utilizadas na limpeza do vitral...72 Figura 30 Ferramentas para limpar o vidro e chegar ao cantos mais difíceis...73

8 vi Figura 31 Consolidação dos vidros danificados...73 Figura 32 Retirada do caixilho removendo o betume que o segura...74 Figura 33 Desmontagem do vitral...74 Figura 34 Detectar o local exato de cada peça sobre prancha de vidro incolor..75 Figura 35 Montagem dos fragmentos de vidro da figura...75 Figura 36 Fixação dos pedaços de vidro sobre a prancha transparente...76 Figura 37 Pintura das peças contra a luz Figura 38 Pintura com grisalha castanha e posterior colocação em forno 600º C.77 Figura 39 Situação após ser retirada do forno...77 Figura 40 Restituição da peça ao seu lugar correspondente no vitral...78 Figura 41 Painel montado com calhas de chumbo e pronto para sua colocação...78 Figura 42 Fixação do arame de suporte aos reforços do painel...79 Figura 43 Fixação das varetas de reforço...79 Figura 44 Vitral a ser restaurado...80 Figura 45 Extração do betume que segura o vitral...80 Figura 46 Desmontagem do vitral e montagem do mesmo sobre o decalque...81 Figura 47 Situação após desmontagem das calhas de chumbo...81 Figura 48 Montagem com calha de chumbo...82 Figura 49 Colocação dos reforços...82 Figura 50 Colocação do vitral no caixilho com a ajuda de cunhas de madeira...83 Figura 51 Aplicação de cordão de betume no perímetro do vitral...83 Figura 52 Restauração do vitral concluída...84

9 vii LISTA DE TABELAS Tabela 5.1: Dedução de Imposto de Renda Doador ou Patrocinador...12 Tabela 5.2: Exemplo de Aplicação da Lei Rouanet...12

10 viii LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS IPHAN DPH MinC CONPRESP CONDEPHAAT PRONAC FNC Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Departamento do Patrimônio Histórico Ministério da Cultura Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo Programa Nacional de Apoio à Cultura Fundo Nacional da Cultura

11 ix SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico METODOLOGIA DA PESQUISA JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Tombamento e Leis de Incentivo a Cultura Histórico Processo de Tombamento Restauração Lei Rouanet Lei Mendonça Técnicas de Restauração Argamassa Vitral Limpeza de Sujidades do Granito Remoção de Eflorescências Tratamento de trincas em abóbadas alvenaria ESTUDO DE CASO Caso 1 Catedral da Sé Um pouco de história Uma Nova Sé...45

12 x 6.2 Caso 2 Grupo Escolar Rodrigues Alves Histórico do Grupo Escolar Rodrigues Alves Restauração do Grupo Escolar Rodrigues Alves ANÁLISE CRÍTICA CONCLUSÕES...69 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...71 APÊNDICE...72

13 1 1 INTRODUÇÃO Em alguns países, notadamente na Europa, a conservação do patrimônio histórico faz parte do cotidiano das pessoas, tanto como usuários quanto como representantes de iniciativa privada e governo. No Brasil, esta prática está dando os seus primeiros passos, porém com chances e incentivos de atingir patamares de destaque. Sendo assim, restaurar e conservar o patrimônio torna-se uma atividade, do ponto de vista operacional, de muita responsabilidade, pois trata-se da história de um povo, de uma determinada época ou situação, o que não admite erros na sua execução, ou seja, a qualidade dos serviços deve ser acompanhada com muito critério. Todo o processo está ligado a um estudo e investigação de como a edificação foi construída, quais materiais foram utilizados e a partir dessa análise, traçar um planejamento de como executar uma obra de restauração fazendo um paralelo com as técnicas e materiais disponíveis atualmente no mercado. Pensando nisso, esse trabalho apresenta as leis de incentivo que estão envolvidas em tombamento, conservação e restauração do patrimônio, bem como algumas técnicas de execução desse serviço. Os materiais de destaque escolhidos argamassa, granito e vitral foram motivados pela sua presença em quase todas obras que envolvem restauração.

14 2 A argamassa pode ser vista em grande parte das fachadas, o vitral e o granito principalmente nas obras que envolvem monumentos religiosos. Com esse trabalho, espera-se despertar o interesse de engenheiros para esse assunto, tendo em vista que, é cada vez mais comum encontrar esse tipo de obra e a literatura existente ainda é bastante escassa.

15 3 2 OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Há pouco tempo, no Brasil, iniciou-se uma movimentação a fim de preservar o patrimônio histórico, como por exemplo, edificações que de algum modo contam uma história e merecem serem preservadas para que gerações futuras tenham a chance de conhecê-las, admirá-las e identificar qual sua parcela de contribuição para os dias de hoje. 2.2 Objetivo Específico O desenvolvimento do projeto de preservação do patrimônio histórico é realizado normalmente por um arquiteto, porém a execução necessita de engenheiros capacitados e especializados, pois, além de restauros artísticos existem serviços de recuperação estrutural, ampliações, retrofit, enfim um conjunto de serviços que requer harmonia entre os profissionais envolvidos. Esse trabalho apresenta trâmites gerais, tais como, locais onde pesquisar sobre patrimônio histórico, como funcionam as leis de incentivo e as técnicas existentes para esse tipo de serviço.

16 4 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Para o desenvolvimento dessa pesquisa foram lidas as leis que regem o patrimônio histórico tombado, bem como alguns livros técnicos que tratam de restauração de edifícios. Essa literatura é bastante escassa, pois a prática de restauração no nosso país ainda é muito recente. Em conversa com especialistas foi possível detectar técnicas que estão sendo utilizadas nas obras que envolvem restauração. Para verificar e complementar os estudos descritos acima, foram realizados dois estudos de caso, onde por um período pequeno, foi possível acompanhar o dia-a-dia de uma obra onde essas técnicas estão sendo aplicadas e com essa experiência estabelecer um paralelo entre a teoria e a prática. É interessante dizer que as atividades descritas acima se complementam, sendo que a ausência de algum deles poderia comprometer as conclusões aqui apresentadas.

17 5 4 JUSTIFICATIVA A busca na preservação dos bens históricos é uma prática comum nos países desenvolvidos. No Brasil, ainda está apenas começando, porém o interesse está cada vez mais intenso. Considerando que qualidade, preço e prazo formam o tripé de sustentação de um empreendimento de sucesso, o engenheiro responsável pelo mesmo deve saber onde encontrar informações sobre processos de tombamento, bem como, as técnicas utilizadas em obras de restauração e seus respectivos resultados. Pensando nesses aspectos, esse trabalho tenta despertar o interesse dos engenheiros falando um pouco sobre esse o assunto. O que está aqui descrito pode ser considerado apenas o começo de muitos outros estudos que poderão surgir a partir daqui, pois a diversidade do assunto faz com que o mesmo não seja esgotado tão facilmente.

18 6 5 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 5.1 Tombamento e Leis de Incentivo a Cultura Antes da abordagem das técnicas de restauração propriamente ditas, segue um breve relato sobre o que significa um prédio tombado e as leis de incentivo a cultura que prevêem em seus artigos os imóveis considerados patrimônios históricos (imóveis tombados) Histórico Em 1936, Mário de Andrade elaborou um anteprojeto de Lei para proteger os bens históricos a pedido de Gustavo Capanema, então Ministro da Educação e Saúde. E Rodrigo Melo Franco de Andrade ficou com a responsabilidade de implantar o Serviço do Patrimônio. Para isso redigiu, com a ajuda de ilustres da época, como Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade, uma legislação específica, preparou técnicos e realizou tombamentos, garantindo assim a permanência da maior parte do nosso acervo arquitetônico e urbanístico brasileiro. Em 13 de janeiro de 1937, pela Lei nº 378, no governo de Getúlio Vargas, criou-se o IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, com a finalidade de fiscalizar, proteger, identificar, restaurar e revitalizar sítios e bens móveis do país. Atualmente, o IPHAN está vinculado ao Ministério da Cultura MinC. Em 30 de novembro de 1937, foi promulgado o Decreto-Lei nº 25, que passa a organizar como deveria acontecer a proteção do nosso patrimônio histórico e

19 7 artístico, que diz constitui o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no País e cuja conservação seja de interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico (art 1º). Além da legislação nacional específica, a legislação ambiental, de arqueologia e de turismo cultural também auxilia o trabalho do IPHAN. A preservação de bens culturais também é orientada por Cartas, Declarações e Tratados Nacionais e Internacionais Processo de Tombamento O tombamento é um ato administrativo, realizado pelo Poder Público, a fim de preservar bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e afetivo impedindo que sejam descaracterizados ou destruídos. A legislação permite que o tombamento seja aplicado aos bens móveis e imóveis, de interesse cultural ou ambiental. A responsabilidade dessa ação, pela União, é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e pelo Governo Estadual, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado, no caso do Estado de São Paulo, pelo CONDEPHAAT, ou pelas administrações municipais, utilizando leis específicas ou a legislação federal, no caso da cidade de São Paulo, pelas Leis nº de 27 de dezembro de 1985 e nº de 16 de dezembro de 1986.

20 8 O primeiro passo é fazer um pedido de abertura de processo, por iniciativa de qualquer cidadão ou instituição pública. Este processo, após avaliação técnica preliminar, é submetido à deliberação dos órgãos responsáveis pela preservação. Caso a intenção de proteger o bem em questão seja aprovada, faz-se uma notificação ao proprietário. A partir desta notificação, o bem já se encontra protegido legalmente, contra destruições ou descaracterizações, até que seja tomada a decisão final. A última fase do processo acontece com a inscrição no Livro Tombo e comunicação formal aos proprietários. O Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional possuirá quatro Livros do Tombo, nos quais serão inscritas as obras a que se refere o art. 1º desta lei, sendo que as obras do nosso estudo são registradas no Livro do Tombo Histórico, (coisas de interesse histórico e as obras de arte histórica); categoria das artes aplicadas, nacionais ou estrangeiras (Decreto Lei nº 25 - art 4º) Todas e quaisquer obras que sejam necessárias a partir de então deverão passar primeiramente pela aprovação do órgão responsável pelo tombamento do mesmo. As coisas tombadas não poderão, em caso nenhum, ser destruídas, demolidas ou mutiladas, nem, sem prévia autorização especial do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ser reparadas, pintadas ou restauradas, sob pena de multa de cinqüenta por cento do dano causado (Decreto Lei nº 25 art 17).

21 9 Essa aprovação depende do nível de preservação do bem e da necessidade de serem mantidas as características que justificaram o tombamento. Os órgãos de preservação costumam atender as pessoas que tenham dúvidas sobre os trâmites legais de se executar obras de conservação ou restauração em bens tombados. Além do IPHAN, já citado anteriormente, existem: CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo criado pela Constituição do Estado em 1967, é o órgão estadual responsável pela identificação, classificação, restauração e preservação dos bens móveis e imóveis existentes no território do Estado, e que integram o patrimônio histórico, arqueológico, artístico e turístico. Estes bens que compõem o patrimônio são preservados através do instrumento jurídico tombamento. DPH - Departamento do Patrimônio Histórico tem a atribuição de preservar e divulgar os documentos relativos à memória da cidade de São Paulo, formular e implementar políticas de preservação e valorização dos conjuntos documentais, dos acervos tridimensionais e do patrimônio edificado e ambiental de significado histórico e cultural. CONPRESP - Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo - é o órgão municipal responsável pela preservação dos bens culturais paulistanos, está vinculado à

22 10 Secretaria Municipal de Cultura e tem como órgão técnico de apoio o DPH (Departamento do Patrimônio Histórico) Restauração Executar obras em prédios de valor cultural, com a finalidade de conservar e revelar seus valores estéticos ou históricos é chamado de restauração. O ideal é que exista uma conservação constante para que a necessidade de restauração ocorra excepcionalmente. O dinheiro gasto na conservação se justifica, pois se o imóvel encontra-se muito deteriorado, por falta de manutenção, torna-se necessário executar intervenções de maior porte, o que com certeza significarão investimentos maiores. Quando o prédio contém materiais, elementos decorativos, ou técnicas construtivas excepcionais, a mão-de-obra utilizada também deverá ser especializada, elevando o custo dos serviços. Além das obras relativas ao prédio em si, qualquer obra na vizinhança também deverá ser aprovada previamente pelo IPHAN, pois a construção não pode impedir ou reduzir a visibilidade do prédio tombado Lei Rouanet A Lei nº 8313, 23 de dezembro de 1991 (Brasil, 1991), que restabelece os princípios da Lei nº 7505 ( Lei Sarney ) de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura PRONAC e dá outras providências. Após a leitura da lei, destacam-se alguns pontos, relativos a patrimônio histórico, que são relevantes para o entendimento da mesma:

23 11 O PRONAC tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor, entre eles, preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro (art 1º). A lei estabelece diversos critérios para o incentivo da cultura nos mais variados campos (cinema, televisão, exposições, cursos, festivais de arte, e o aspecto do patrimônio cultural) No art 3º, aparece como um dos objetivos que deve ser atendido pelo projeto cultural, a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico mediante: o Conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais tombados pelo poder público; o Restauração de obras de arte e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural Fundo Nacional da Cultura (FNC) capta e destina recursos para projetos culturais compatíveis com as finalidades de o PRONAC dentre elas contribuir para a preservação e proteção do patrimônio cultural e histórico brasileiro O FNC é administrado pelo Ministério da Cultura MinC. Os recursos só podem ser utilizados com o parecer de órgão técnico competente. O FNC financia até 80% do valor do projeto (art 6º).

24 12 Com o objetivo de incentivar as atividades culturais, os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido, as quantias efetivamente despendidas nos projetos. O contribuinte, tanto pessoa física quanto jurídica, pode fazer uma doação ou patrocinar uma obra de restauração (ver Tabela 5.1), sendo que a doação é uma transferência. A diferença entre doação e patrocínio é que a doação é uma transferência gratuita, caráter definitivo, vedado o uso de publicidade, já o patrocínio tem finalidade promocional, ou seja, propaganda. Uma Medida Provisória - MP n 1.589/97 - veio permitir o abatimento do valor integral, até os tetos estabelecidos em relação ao imposto devido, para projetos considerados especiais. (ver comparativo na Tabela 5.2) Tabela 5.1: Dedução de Imposto de Renda Doador ou Patrocinador Física Jurídica Tipo de Pessoa % de dedução de imposto de renda 80% para doações e 60% para patrocínio 40% para doações e 30% para patrocínio As empresas poderão, ademais, incluir o valor total das doações e patrocínios como despesa operacional, diminuindo, assim, o lucro real da empresa no exercício, com conseqüências na redução do valor do imposto a ser pago.

25 13 Tabela 5.2: Exemplo de Aplicação da Lei Rouanet LALUR Sem incentivo Com incentivo Lei Rouanet Com incentivo via MP cultural convencional: "30% de 1.739/98: "Rouanet dedução" 100%" Lucro antes do incentivo à cultura , , ,00 (-) Incentivo à Cultura ,00 4% do IRPJ ,00 4% do IRPJ =Lucro Antes do IR , , ,00 (+) Adições ,00 (-) Exclusões =LUCRO REAL , , ,00 IRPJ (15% sobre o Lucro Real) , , ,00 (-) dedução do incentivo no IR , ,00 (-) Adicional do IR (Lucro Real - R$ 240,000 x 10%) , , ,00 =LUCRO LÍQUIDO , , ,00 SOMA DOS IMPOSTOS (IR + AIR) , , ,00 Economia nos impostos promovido pelo incentivo à cultura , ,00 Percentual de dedução do incentivo no IRPJ 55,00% 100,00% Os projetos são apresentados no MinC, em formulário próprio, com uma justificativa e com um demonstrativo de custos. Esse projeto será submetido à análise de viabilidade e idoneidade do mesmo, bem como sua real importância do ponto de vista cultural.

26 14 O Ministério da Cultura promove a publicação dos projetos aprovados em Portaria, determinando o montante e o prazo de captação previsto, que pode ser prorrogável. Cada captação deverá ser informada ao Ministério da Cultura no prazo de cinco dias úteis da data de sua efetivação e, encerrada a captação, deverá ser encaminhada, no prazo de trinta dias, a prestação de contas referente ao projeto. Existe uma conta específica para a movimentação desse dinheiro e uma regra para prestação de contas com o poder público. O valor total a ser abatido do imposto devido não pode ultrapassar a 4% do valor total no caso das pessoas jurídicas, percentual que se eleva a 6% no caso das pessoas físicas. Há um teto da renúncia fiscal, que é definido anualmente pelo Presidente da República, sendo que os últimos valores foram: o milhões o milhões Lei Mendonça A Lei nº de 30 de Dezembro de 1990 lei municipal (São Paulo,1990) Prevê a associação de recursos privados com os do Município de São Paulo, por meio de incentivos fiscais, com a finalidade de patrocinar iniciativas culturais de todos os gêneros.

27 15 Para se valer dos benefícios fiscais, os projetos devem ser encaminhados para aprovação de uma comissão, formada por membros indicados pela Secretaria Municipal da Cultura e por Entidades Culturais, a qual também será responsável pelo acompanhamento do desenvolvimento desses projetos. A Lei Mendonça (São Paulo, 1990) oferece como benefício fiscal à pessoa física ou jurídica a dedução de 70% do valor investido no projeto, até o limite de 20% do total devido de ISS (Imposto Sobre Serviço) e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). O contribuinte pode lançar a diferença entre o investimento e o desconto do imposto, a seu favor, em outros pagamentos de impostos, num prazo de 24 meses, podendo nesse período resgatar o total de descontos a quem tem direito. O que diz a lei: Fica instituído, no âmbito do Município de São Paulo, incentivo fiscal para a realização de projetos culturais, a ser concedida a pessoa física ou jurídica domiciliada no Município. (art 1º) A Câmara Municipal de São Paulo fixará anualmente, o valor que deverá ser usado como incentivo cultural, que não poderá ser inferior a 2% (dois por cento) nem superior a 5% (cinco por cento) da receita proveniente do ISS e do IPTU. Acervo e patrimônio histórico e cultural, museus e centros culturais são áreas abrangidas por esta lei (art 2º).

28 16 É criada uma Comissão, independente e autônoma, formada maioritariamente por representantes do setor cultural a serem enumerados pelo Decreto regulamentador da presente lei e por técnicos da administração municipal que ficará incumbida da averiguação e da avaliação dos projetos culturais apresentados, analisando principalmente os aspectos orçamentários do projeto (art 3º). A Comissão receberá cópia do projeto cultural, com uma explicação dos objetivos e recursos financeiros e humanos envolvidos, para fins de fixação do valor do incentivo e fiscalização posterior. Aprovado o projeto o Executivo providenciará a emissão dos respectivos certificados para a obtenção do incentivo fiscal. (art 5º) Os certificados terão prazo de validade para sua utilização, de 2 (dois) anos, a contar de sua expedição, corrigidos mensalmente pelos mesmos índices aplicáveis na correção do imposto.(art 6º) As obras resultantes dos projetos culturais beneficiados por esta lei, serão apresentadas, prioritariamente, no âmbito territorial do Município, devendo constar a divulgação do apoio institucional da Prefeitura do Município de São Paulo. (art 9º) Com esse breve relato sobre tombamento e leis de incentivo a cultura é possível saber o que existe e onde procurar maiores informações sobre o assunto.

29 17 Agora, seguem alguns desafios encontrados em obras de restauração e respectivas técnicas que vêem sendo utilizadas com sucesso. 5.2 Técnicas de Restauração Esse trabalho tem o objetivo de abordar técnicas de restauração de alguns elementos: argamassa, vitral, granito, trincas em abóbodas de alvenaria. Vale lembrar que esse assunto é muito diversificado, existindo, portanto inúmeros outros elementos que possam necessitar de restauro. Só para citar alguns: restauração de madeira, ferro, elementos escultóricos, mármore, móveis, pintura artística, entablamentos em ouro, cobertura em telha francesa, elementos em cobre, fachadas em pastilhas, entre outros Argamassa Breve Histórico Segundo os historiadores, os egípcios foram um dos primeiros povos a utilizarem um elemento ligante, o gesso, nas suas argamassas. A civilização grega não contribuiu significativamente para o desenvolvimento e à aplicação das argamassas, pois em sua arquitetura o trabalho de aparelhamento da pedra ficou tão bom que as alvenarias dispensavam o uso da camada regularizadora de argamassa.

30 18 Já a civilização romana, criou novas técnicas de construção melhorando os processos de fabricação da cal e de aplicação das argamassas. Conforme Pimenta (1992, pág.21) Foram os romanos que descobriram as propriedades hidráulicas das argamassas, quando adicionaram cinzas vulcânicas às cais, obtendo-se assim o que os romanos chamavam de concretum. A maioria das argamassas que constituem edifícios históricos é à base de cal. A cal era obtida facilmente através da queima das rochas calcárias, de conchas marinhas, cascas de ostras. Misturada com areia e água, formava uma argamassa, com a qual se assentavam tijolos e pedras. O processo era bastante rudimentar: formavam-se montes, cobertos de areia e palha, com as ostras extraídas do fundo do mar e depois esses montes eram queimados durante dias até que o resultasse pó de cal. Com a descoberta do cimento - no início do século XIX a cal entra em desuso, sendo substituída por ser esse novo material de maior trabalhabilidade, pega rápida e grande resistência mecânica. A cura lenta destas argamassas deve ter colaborado bastante para favorecer a substituição da mesma pelo cimento Restauro da argamassa Ao se deparar com uma obra de restauro de argamassa é necessário primeiramente que sejam executados testes na argamassa do imóvel em questão. Esses testes

31 19 servem para definir qual será o traço compatível que deverá ser desenvolvido para que não ocorram problemas quando do contato entre a argamassa nova e a antiga. As amostras das argamassas existentes são submetidas à caracterização química, física, mineralógica e mecânica. Definir exatamente o traço original é bastante difícil, pois as argamassas antigas eram misturadas manualmente o que as tornavam heterogêneas, conforme Oliveira (1995). Segundo Pimenta (1992), é necessário lembrar que nem sempre o material retirado para análise é representativo de uma parede, devido aos problemas de heterogeneidade da massa. Para se rebocar ou assentar uma parede, eram necessárias várias preparações de argamassa devido à grande quantidade de material exigida aumentando assim a heterogeneidade da amostra. Dos estudos em documentos antigos pode-se observar o uso freqüente do traço 1:3. A homogeneidade é praticamente impossível de se obter, principalmente no século passado, quando as tecnologias construtivas eram rudimentares e a argamassa era misturada à mão (PIMENTA, 1992 pág.08). Um dos problemas das argamassas de cal é a cura muito lenta e provavelmente esse fator foi decisivo na hora da substituição pelo cimento. Conhecer as composições e as proporções dos componentes das argamassas tradicionais e tentar estabelecer uma cronologia da sua utilização é um recurso

32 20 indispensável a uma correta abordagem do processo de restauração, de leitura e avaliação de um organismo arquitetônico. O engenheiro deve ter ciência da existência desses aspectos. A definição do traço da argamassa é um serviço especializado que, portanto será subcontratado para uma empresa especializada no assunto. Cabe ao engenheiro fazer com que as definições obtidas em laboratório sejam aplicadas na obra de forma correta utilizando materiais de qualidade garantida e mão de obra qualificada. Existem grupos de estudo desenvolvendo pesquisas, com objetivo de estabelecer uma correlação entre as características que determinam a época do edifício, a idade das argamassas nele utilizadas e suas características. A partir daí caracterizar a argamassa a ser usada na restauração. Para que uma obra de restauro tenha sucesso é necessário que exista uma preocupação com o estudo de como proceder a interferência, o aproveitamento do material, a busca de materiais compatíveis e o impacto dos materiais novos com os antigos. Segundo Pimenta (1992), com base nos resultados encontrados nas análises de caracterização química, prepara-se em laboratório uma argamassa com características químicas semelhantes a analisada, e depois molda-se corpos de prova de acordo com as exigências das normas técnicas para então determinar suas características mecânicas e físicas.

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