Requisitos para Modelo de Melhoria do Processo de Software nas Micro e Pequenas Empresas

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1 Requisitos para Modelo de Melhoria do Processo de Software nas Micro e Pequenas Empresas Tarciane de Castro Andrade Fabrício Gomes de Freitas Jerffeson Teixeira de Souza Universidade Estadual do Ceará (UECE) Universidade Estadual do Ceará (UECE) Universidade Estadual do Ceará (UECE) Resumo Neste trabalho são identificados, inicialmente, os fatores de dificuldades encontradas por micro e pequenas empresas - MPEs de desenvolvimento de software na implantação de modelos de melhoria de processo. Em seguida, são apresentados diversos tipos de abordagens voltadas para as MPEs, ou seja, como a comunidade de software está tentando atender às demandas dessas empresas. A partir disso, são levantados os requisitos necessários para que um modelo seja adequado ao contexto específico dessas empresas, bem como a discussão de como os modelos existentes atendem a tais requisitos. 1. Introdução A produção de software de qualidade é um desafio para empresas de desenvolvimento em todo o mundo. Esta qualidade está relacionada à produção de software menos propensos a falhas e mais eficientes, ao cumprimento de prazos, dentro do orçamento previsto e com as funcionalidades desejadas. Nas últimas duas décadas, o SPI (Software Process Improvement) tem se tornado um fator chave no aumento da produtividade e qualidade no desenvolvimento do software, interferindo na competitividade das empresas de software e até mesmo na sobrevivência no mercado. Neste sentido, organismos empresariais, universidades e entidades de pesquisa têm proposto metodologias de desenvolvimento, técnicas e modelos que objetivam a melhoria do processo de desenvolvimento do software e, portanto, do produto de software. Dessa forma, existem, atualmente, diversos modelos de qualidade focados na melhoria do processo de desenvolvimento, entre eles: ISO 9000:2000 [9], ISO/IEC [11], CMMI [26], PSP [24], TSP [25], MPS.BR [23] e PMBOK [17] os quais funcionam como guia de boas práticas durante o processo de produção de software. As grandes organizações brasileiras de software (segundo [15], empresas com mais de 100 empregados) que atuam na área de desenvolvimento de software têm obtido êxito na implantação de tais modelos. Isso se deve, principalmente, da disponibilidade de recursos humanos e financeiros para tal investimento. Por outro lado, as MPEs (segundo [15], empresas com até 50 empregados), representam uma parcela significativa no percentual de empresas brasileiras desse ramo (cerca de 80%) e podem encontrar dificuldade na tentativa de implantação de tais modelos devido a diversos fatores [1][2][4][6][8][19], como: Elevado custo financeiro: os modelos de qualidade demandam investimento a longo prazo tanto para a estruturação dos processos quanto para a avaliação, além da necessidade de investir em treinamentos para todos os envolvidos; Recursos humanos limitados: característica da própria definição do contexto dessas empresas; Ausência de tempo: os processos necessitam de tempo para serem executados. Esta dificuldade é conseqüência da limitação dos recursos humanos; Alto nível de formalismo: as áreas de processos de tais modelos são muito formais, com definição de processos de forma abstrata, o que exige acompanhamento de profissionais com conhecimentos específicos; Ausência de hierarquização: os modelos demandam muitos níveis hierárquicos de papéis para o correto funcionamento dos processos; Falta de flexibilidade: os modelos, em sua maioria, não são flexíveis para permitir a escolha e adaptação dos processos de acordo com o perfil de negócio de cada empresa; Grande quantidade de processos: os modelos possuem alguns processos que não se aplicam ao contexto das MPEs; Ausência de um guia: para satisfazer às necessidades dos projetos e da equipe de

2 desenvolvimento, com o passo-a-passo do que deve ser feito e como; Sobrecarga de documentação e excesso de revisões: os modelos atuais exigem a documentação e revisão excessiva dos artefatos. Outro problema crítico enfrentado pelas MPEs está relacionado à própria cultura organizacional, onde os funcionários estão acostumados à informalidade ou até mesmo ausência de processos. Em alguns casos, a implantação de SPI é vista como aumento da burocracia e restrição à liberdade individual [13]. Esta ausência de processos bem definidos caracteriza um dos fatores para a grande quantidade de falências nessas MPEs. No Brasil, cerca de 50% das MPEs fecham após os três primeiros anos de vida [15]. Este cenário também se repete em vários outros países em todo o mundo [19]. Em contrapartida, MPEs mesmo enfrentando todos estes problemas, principalmente os relacionados com recursos limitados, podem disseminar rapidamente os processos implantados, dado o reduzido número de funcionários. Baseado na análise da situação acima, as MPEs necessitam de uma abordagem diferenciada para melhoria de processo em comparação com as grandes organizações. Nesse contexto, este artigo enumera algumas soluções específicas de melhoria de processos de software para MPEs, determina, diante disso, os requisitos necessários para que um modelo de qualidade seja adequado para atender às restrições de tais empresas e mostra como os requisitos são resolvidos em cada uma das soluções apresentadas 2. Soluções para Melhoria do Processo de Software nas Pequenas Organizações Em todo o mundo, diversas MPEs enfrentam dificuldades para implantação da melhoria do processo de software. Com isso, empresas e instituições de pesquisa têm se voltado para determinar quais ajustes podem ser realizados nos modelos de referência para atender a essas demandas. De acordo com pesquisas realizadas em artigos publicados, encontramos dois tipos de diferentes abordagens para a implantação de SPI nas MPEs. A primeira delas é a criação de um novo modelo tendo como base os modelos de referência existentes. A outra abordagem é a adaptação dos modelos existentes para o contexto das MPEs, através da implantação ou customização de um conjunto de processos Criação de Novos Modelos A comunidade de software em todo o mundo trabalha constantemente para conseguir criar modelos de qualidade específicos para as MPEs e assim, assegurar qualidade no processo de desenvolvimento, no produto final e, consequentemente, maior competitividade no mercado. A seguir são listados alguns exemplos de novos modelos para implantação de SPI em empresas desse porte. O modelo de processos MoProSoft [16] foi desenvolvido para as pequenas empresas do México, baseado nas melhores práticas dos modelos CMMI, ISO 9000:2000, ISO/IEC [10] e ISO/IEC O modelo é complementado com o processo de avaliação chamado de EvalProSoft o qual é baseado na parte 2 do ISO/IEC O primeiro passo para a criação do MoProSoft foi a definição da estrutura dos processos e para tal foi necessário conhecer as estruturas das pequenas empresas. Com isso os processos foram divididos em três grandes grupos: Top Management, Management e Operations. O segundo passo foi a definição do Padrão de Documentação dos Processos que contém três seções: General Process Definition, Practices e Tailoring Guidelines. O terceiro passo foi a definição do relacionamento entre os processos. Cada produto de saída gerado pelo processo é explicitamente identificado como um produto de entrada nos outros processos. O quarto e o quinto passo são a melhoria dos processos e a avaliação do processo, chamada de EvalProSoft. O Rapid-Q [18][29] foi desenvolvido para melhoria inicial de processos nas MPEs. O Rapid-Q é um conjunto adaptável de processos que podem ser diretamente desenvolvidos pelas empresas com o mínimo esforço possível. Ele possui uma biblioteca de processos, templates, procedimentos e guias. Permite introduzir novos processos que podem, inclusive, serem processos do CMMI, ISO 9001:2000 entre outros, além da clara definição dos papéis. Lardy e Orci em [14] desenvolveram um modelo de melhoria de processo de software para MPEs chamado de Dynamic CMM. O modelo tem como base o CMM. Para a construção do modelo a equipe escolheu as KPAs do nível 2 do CMM, são elas: Gerência de Requisitos, Planejamento de Projeto de Software, Acompanhamento e Supervisão de Projeto de Software, Gerência de Subcontratação de Software, Garantia da Qualidade de Software e Gerência de Configuração de Software. Em Madri, Seco et. al. [20] desenvolveram o RAMALA, um provedor de serviços para MPEs. O RAMALA é um framework para SPI e possui uma base de conhecimento com as melhores práticas pertencentes aos modelos de referência CMMI, ISO e PMBOK. Para cada modelo de referência de software, o RAMALA armazena uma definição de meta processo de software baseado no PMBOK. A empresa, então, seleciona apenas um conjunto de processos que quer avaliar.

3 Allen et. al. em [1] criaram um modelo, o processo PRISMS, baseado no CMM, para SPI cujo foco principal é o objetivo de negócio da empresa. Esses objetivos guiam a melhoria do processo, especialmente na seleção e priorização das áreas de processos de melhoria e das medições. O MPS.BR é um modelo de qualidade brasileiro criado pela Softex [23] para SPI nas pequenas empresas nacionais. O MPS.BR é totalmente compatível com o CMMI e em conformidade com as normas ISO/IEC e ISO/IEC O modelo é formado por três componentes: modelo de referência (MR-MPS), o método de avaliação (MA-MPS) e o modelo de negócios (MN- MPS). Em relação aos processos, o modelo define 19 processos, classificados em processos fundamentais, de apoio organizacional. Para cada um dos processos, o MR- MPS define o seu nível de maturidade, propósito, resultados esperados, informações adicionais para implementação e bibliografia de apoio Adaptação aos Modelos Existentes Assim como algumas instituições de pesquisa e organismos empresariais focam na criação de modelos de processos voltados para atender às demandas das MPEs, existem aqueles que optam por realizar apenas adaptações dos modelos existentes. A seguir nós listamos alguns exemplos de adaptações aos diversos modelos de referência existentes atualmente. Em [22] o Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA) construiu um modelo de qualidade de software baseado no PMBOK:2000 e ISO/IEC O modelo é constituído de seis etapas: 1) Iniciar o ciclo e definir metas; 2) Avaliar as práticas atuais; 3) Planejar Melhorias; 4) Implementar as melhorias; 5)Verificar os resultados e 6) Institucionalizar as melhorias. O CenPRA se baseou no perfil da empresa para a escolha dos processos a serem implantados. Os processos escolhidos da norma ISO/IEC foram: Fornecimento, Elicitação de Requisitos, Gerenciamento de Projeto, Teste do Software e Medição. O CenPRA ao final do projeto conseguiu implantar as boas práticas do modelo no processo de desenvolvimento de software em algumas empresas. Serrano et. al. em [21] descreve a implantação do CMMI em uma pequena empresa de desenvolvimento de software a partir da prévia implantação do PSP e do TSP como melhoria dos processos individuais e por equipes, respectivamente. O modelo IDEAL [27] foi escolhido como guia para o planejamento e implementação das ações de melhorias. A fase de Iniciação é responsável por assegurar o comprometimento dos executivos da empresa. A fase Diagnóstico avalia a implantação das áreas de processo do CMMI e estuda eventuais lacunas com os processos TSP já implantados. A fase Estabelecimento inclui ações específicas, cronogramas, marcos, artefatos, recursos, responsabilidades, gerências, entre outros. Na fase de Ação, as atividades são: pesquisa, criação da primeira versão dos processos, desenvolvimento de padrões e criação de novos processos. As métricas são coletadas na fase Aprendizado e os indicadores para registro e posterior comparação. A Universidade de Medicina de Pittsburg [5] decidiu implantar o CMMI como forma de reduzir os riscos e custos organizacionais, conhecer os requisitos mais efetivamente e tornar mais consistente a entrega de produtos de software. Para tal, escolheu um subconjunto de áreas de processos através da representação continuada do CMMI. As seguintes áreas de processos foram escolhidas para serem analisadas o grau de maturidade nível 2: Planejamento de Projeto, Acompanhamento e Controle do Projeto, Desenvolvimento de Requisitos, Gerência de Requisitos, Gerência de Configuração. Em paralelo foi criado o SEPG ( Software Engineering Process Group ) o qual exerce o papel de treinar a equipe, realizar melhoria contínua no processo, receber retorno dos projetos, departamentos e gerências. A Silicon & Software Systems em [13] também apresenta uma adequação do CMM a pequenas empresas. Antes de iniciar o processo de melhoria de software foi avaliado o processo existente tendo como comparação as KPAs do CMM. A avaliação ajuda a endereçar o processo de melhoria de software através de CMM de forma mais objetiva e atacando primeiro os pontos mais fracos. Com isso foi possível definir as KPAs do CMM que seriam utilizadas para a melhoria do processo de software na Silicon & Software Systems. As KPAs escolhidas foram: Gerência de Requisitos, Planejamento de Projeto de Software, Acompanhamento e Supervisão de Projeto de Software, Garantia da Qualidade de Software e Gerência da Configuração. Jonhson e Broadman [12] citam o LOGOS Tailored CMM, uma adaptação do CMM para pequenas empresas. Para tanto, foi realizado um trabalho de pesquisa das dificuldades enfrentadas por tais empresas na tentativa de implantação do CMM. Com isso, o LOGOS tem o objetivo de reescrever, aprimorar e criar práticas alternativas para as áreas de processo do CMM, fazendo com que o CMM seja 82% modificado. A escolha de uma destas abordagens depende, entre outros fatores, do intuito de cada empresa ou instituição, do orçamento reservado e da existência ou não de algum processo de melhoria no desenvolvimento de software da empresa. Diante do cenário descrito anteriormente, levantamos os requisitos que consideramos necessários para a implantação da melhoria do processo de software nas MPEs e verificamos como as soluções de melhoria do

4 processo de software atuais estão resolvendo tais requisitos. 3. Requisitos para um Modelo de SPI no Contexto das Micro e Pequenas Empresas Os requisitos a seguir foram obtidos a partir da análise das dificuldades enfrentadas por empresas desse porte, do vasto levantamento bibliográfico realizado e das diversas soluções que instituições de pesquisa e empresas de todo o mundo estão adotando para implantar o SPI nas MPEs. O conjunto de requisitos permite delimitar o escopo de um modelo ou método de SPI para atender às demandas das MPEs de forma que maximize a produtividade com qualidade e minimize os custos [1][3][7][8][12][28]: Custo compatível: a implantação do modelo e os treinamentos necessários não devem despender altos custos financeiros para a empresa. Os custos devem ser compatíveis com o porte da empresa; Rápida implantação: redução do esforço necessário para implantação, seja através da automatização dos processos e criação de guias ou da redução do número de práticas de processos. É essencial a geração de resultados rápidos de forma incremental, possibilitando a melhoria contínua dos processos; Fácil e rápido entendimento: o modelo deve ser fácil de compreender, com itens importantes em destaque e uso de linguagem de fácil leitura. Deve possuir guias de auxílio; Alto grau de flexibilidade: o modelo deve possibilitar a aplicação de práticas de processos de acordo com o perfil de cada empresa, não obrigar, portanto, a implantação de sua totalidade e permitir cenários alternativos, manutenções e melhorias; Reduzido número de processos: com foco apenas nos processos de desenvolvimento de software mais utilizados por empresas com esse perfil. Assim, deve possuir baixos níveis de maturidade. Quantidade de documentação compatível: a quantidade de documentos a serem preenchidos durante o processo de desenvolvimento do software deve ser compatível com a quantidade limitada de recursos humanos presente em tais empresas. Devem ser simplificados para atender a tarefas produtivas; Nível de detalhamento: os processos devem ser descritos de forma clara e indicar os papéis de cada um e suas atividades, bem como quando é possível ou não que um papel exerça mais de uma atividade; Modelagem voltada para os objetivos de negócio: observar e preservar algumas características marcantes da empresa, principalmente os objetivos de negócio. Com isso, o modelo pode oferecer baixo risco estratégico para a organização; Práticas reconhecidas internacionalmente: o modelo deve ser compatível com as boas práticas dos modelos existentes e bem conceituados; Avaliação rápida: deve possuir um método de avaliação rápida dos processos para verificação da aderência dos processos executados aos processos previstos no modelo Como as Soluções Resolvem os Requisitos Diante dos requisitos levantados, realizamos, nos modelos de SPI, uma análise de quais requisitos estão sendo atendidos. Vale destacar que tal análise foi baseada apenas nas referências bibliográficas aqui citadas, logo, alguns requisitos podem não serem citados como pertencentes aos modelos. O modelo de processos mexicano, chamado de MoProSoft [16], possui baixo custo de adoção e avaliação, é considerado específico para desenvolvimento de software, foi definido como um conjunto de processos baseados em práticas reconhecidas internacionalmente e possui baixos níveis de maturidade. Revankar et. al. em [18] realizou um estudo de caso com o Rapid-Q [29]. A completa customização do framework para as necessidades da empresa escolhida ocorreu em 12 semanas com a criação de 24 processos flexíveis. Por já definir um conjunto de processos padronizados e integrados com práticas reconhecidas internacionalmente, o Rapid-Q facilitou a melhoria do processo e reduziu o tempo de implantação em mais de 50% possibilitando a reutilização de artefatos. O RAMALA [20] é baseado em práticas reconhecidas internacionalmente, possui baixo custo de implantação, o que permite às pequenas empresas soluções customizadas aos seus perfis de negócio e rápida implantação. O modelo PRISMS, descrito em [1], foca na modelagem voltada para os objetivos de negócio dos processos ao observar o contexto em que a empresa está inserida. O modelo, segundo os resultados apresentados, possui fácil e rápido entendimento, fácil adaptação e é baseado em práticas reconhecidas internacionalmente. Reduzido número de processos ao possibilitar a escolha das áreas de processos a serem implantadas. O Dynamic CMM segundo [14], tem como objetivos a flexibilidade. O modelo possui um fácil e rápido entendimento dos processos ao oferecer representação gráfica dos papéis, responsabilidades e atividades de cada papel, bem como a lista dos tipos de artefatos. O modelo de referência para SPI brasileiro, MPS-BR [23], é baseado em práticas reconhecidas internacionalmente, possui baixos níveis de maturidade e consequentemente possibilita a implantação de um

5 reduzido número de processos e fácil e rápido entendimento das áreas de processos. 4. Conclusões e Análise A comunidade de software vem, nos últimos anos, tentando introduzir nas MPEs a melhoria do processo de software de forma a torná-las mais produtivas e competitivas no mercado. Apesar de tais tentativas, ainda não foi construído um modelo de melhoria de processos que atenda completamente ao conjunto de requisitos aqui apresentados, por exemplo. As MPEs de software, maioria em todo o mundo, necessitam de mais e mais iniciativas de SPI e de um modelo de processos específico para atender de forma clara e objetiva as suas dificuldades. O conjunto de requisitos listados neste artigo fornece pontos essenciais para a construção de modelo de SPI com foco nas MPEs. Apesar disso, outros fatores devem se ponderados ao construir e implantar um modelo de SPI nesse contexto, como: oferecer certificação para aumentar a competitividade no mercado, analisar e avaliar previamente os processos atuais da empresa para propor a melhoria, adequar os processos à quantidade de recursos humanos de acordo com o perfil da empresa e prever a melhoria contínua através da avaliação dos processos e dos produtos de trabalho (garantia da qualidade) durante o ciclo do desenvolvimento do software. Com isso, esperamos contribuir com pesquisas relacionadas à área de SPI para MPEs de software, permitindo o amadurecimento dessas empresas no mercado. 5. Referências [1] P. Allen, M. Ramachandran, H. Abushamam, PRISMS: an Approach to Software Process Improvement for Small to Medium Enterprises, em Proceedings of the Third International Conference on Quality Software, IEEE, [2] F. Alvarez, A. Weintzefeld, CMM Compliance in Small Organizations, in 15th Annual IRMA International, New Orleans, USA, [3] A. Anacleto, C. Wangenheim, Método e Modelo de Avaliação para Melhoria de Processos de Software em Micro e Pequenas Empresas, em IV Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software, Porto Alegre, [4] T.C. Andrade, F.G. Freitas, J.T. Souza, Modelo de Melhoria do Processo de Software para Micro e Pequenas Empresas baseado em Padrões Discussão e Levantamento Preliminar, SugarLoafPloP, Recife, [5] C. Carmody, A Giant Taking Small Steps, in proceedings of the First International Research Workshop for Process Improvement in Small Settings Selected Case Studies, January, [6] P. Griinbacher, A Software Assessment Process for Small Software Enterprises, IEEE, [7] N. Habra, E. Niyitugabira, A.C. Lamblin, e A. 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Culleton, Process Improvement for Small Organizations, IEEE Computer, vol. 32, no. 10, pp 41-47, October [14] A. Laryd, T. Orci, Dynamic CMM for Small Organizations, in Proceedings of the First Argentine Symposium on Software Engineering, Tandil, Argentina, [15] Ministério da Ciência e Tecnologia, Indicadores do Setor Tecnologia da Informação, [16] H. Oktaba, MoProSoft: A Software Process Model for Small Enterprises, in Proceedings of the First International Research Workshop for Process Improvement in Small Settings Process Improvement Approaches and Models, January, [17] Project Management Institute. A Guide to the Project Management Body of Knowledge - PMBOK Guide, [18] A. Revankar, R. Mithare, V. Nallagonda, Accelerated Process Improvements for Small Settings, in Proceedings of the First International Research Workshop for Process Improvement in Small Settings Process Improvement Approaches and Models, January, [19] I. Richardson, C. Wangenheim, Why Are Small Software Organizations Different? IEEE Software January/February 2007 [20] A. Seco, J. Guzman, e G. Cuevas, RAMALA: A SPI Service Provider for SMEs, in Proceedings of the First International Research Workshop for Process Improvement in Small, January, [21] M. Serrano, C. Oca, e K. Cedilho, An Experience on Implementing the CMMI in a Small Organization Using the Team Software Process, in Proceedings of the First International Research Workshop for Process Improvement in Small Settings Process Improvement Approaches and Models, January, [22] O. Silva, C. Borges, C. Salviano, A. Crespo, A. Sampaio, e A. Roullier, Aplicação da ISO/IEC TR na Melhoria do

6 Processo de Desenvolvimento de Software de uma Pequena Empresa, Simpros, [23] Softex. MPS.BR Melhoria de Processo do Software Brasileiro-Guia Geral, Junho, [24] Software Engineering Institute. The Personal Software Process PSP, [25] Software Engineering Institute. TSP The Team Software Process, Technical Report, [26] Software Engineering Institute. Capability Maturity Model Integration - CMMI, [27] Software Engineering Institute. IDEAL - Initiating, Diagnosing, Establishing, Acting, Learning, [28] S. Werber, J.C. Hauck, e C. Wangenhein, Estabelecendo processos de Software em Micro e Pequenas empresas, IV Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software, Porto Alegre, [29] Wipro Technologies Ltd. Rapid-Q-Quality System Tool,

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