IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR AGÊNCIA ESTADUAL DE GESTÃO DE EMPREENDIMENTO - AGESUL

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2 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR AGÊNCIA ESTADUAL DE GESTÃO DE EMPREENDIMENTO - AGESUL CNPJ: / End.: Des. José N. da Cunha, s/n Bl. 14 Pq. dos Poderes - Campo Grande/MS Fone: (67) ) Representante Legal: EDSON GIROTO Cargo: Secretário de Estado de Obras Públicas e de Transporte CPF: Fone: (67) Contato: PEDRO CELSO DE O. FERNANDES Cargo: Chefe da Unidade de Meio Ambiente CPF: Fone: (67) IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA CONSULTORA RESPONSÁVEL PELO PROJETO DE RESTAURAÇÃO DYNATEST ENGENHARIA LTDA CNPJ: Resp. Técnico: Ernesto Simões Preussler End: Rua Peixoto Gomide, 996 Conj. 810 Bairro Cerqueira Cesar São Paulo/SP Fone: (11) IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA CONSULTORA RESPONSÁVEL PELO RAA CITTÀ PLANEJAMENTO URBANO E AMBIENTAL S/S LTDA CNPJ: / Resp. Técnico: Rogéria Biella Coleti CREA: 4625 D/MS End.: Rua Gonçalo Alves 276 Vivendas do Bosque - Campo Grande/MS Fone: (67)

3 Coordenação Técnica: ROGÉRIA CRISTINA FERREIRA BIELLA COLETI Engenheira Sanitarista CREA: 4625 D/MS Especialista em Gerência de Cidades Equipe Técnica: ANDERSON FILIU DE SOUZA Engenheiro Sanitarista CREA: 4112 D/MT Visto MS Especialista em Planejamento e Gerenciamento de Recursos Hídricos Bióloga CRBIO: 68434/01-P Advogado OAB /SP Especialista em Direito Público e Especializando em Direito Constitucional ÉRIKA DE LIMA DURANES GUEVARA BIELLA MIGUEL HERMINIO AFONSO FERREIRA Engenheiro Sanitarista e Ambiental CREA: D/MS Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho MAGDALENA FERNANDES DA SILVA Bióloga CRBIO: 4.060/01-D Mestre em Educação Doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento Engenheiro Civil CREA: D/MG Visto MS 189 REINALDO GUIMARÃES NASCIMENTO Programação Visual MIX 360 PROPAGANDA Revisão de Texto PRICILA FERNANDES E SILVA

4 Apoio Técnico: FERNANDA LUCKMANN SARATT Estagiário Curso: Direito TATIANA MELLO DE SOUZA ROSA Estagiário Curso: Direito JÚLIA BIELLA COLETI Estagiário Curso: Arquitetura e Urbanismo RENATO DE OLIVEIRA YONAMINE Estagiário Curso: Arquitetura e Urbanismo Apoio Administrativo: GLEICE LAURA VIEIRA BRAGA Auxiliar Administrativo

5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 1 1 CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO IDENTIFICAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO SERVIÇOS E INFRAESTRUTURA Canteiro de obras Sinalização provisória Restauração de pavimento Dispositivos de drenagem Sinalização Obras complementares Obras de artes especiais Ocorrência de materiais Desapropriação/reassentamento ASPECTOS JURÍDICO-LEGAIS PERTINENTES 9 2 DIAGNÓSTIVO AMBIENTAL DA ÁREA DE INFLUÊNCIA ASPECTOS DO MEIO NATURAL ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS 17 3 IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS E PROPOSIÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE AMBIENTAL 4 ANÁLISE CONCLUSIVA 25 REFERÊNCIAS 26 19

6 Figura 1 LISTA DE FIGURAS Mapa de situação do Trecho Naviraí Ivinhema da rodovia MS 141, com extensão de 94 km. Figura 2 Croqui de ocorrência de materiais 8 Figura 3 Figura 4 Figura 5 Mata ciliar do interceptada pela MS 141, localizada entre as coordenadas S ;W e S ; , na rodovia MS 141. Fragmento de vegetação representativo localizado entre as coordenadas S ;W e S ; , na rodovia MS 141. Zona de Amortecimento do Parque Natural do Córrego Cumandaí interceptada pela MS LISTA DE QUADROS Quadro 1 Quadro 2 Cursos d água interceptados pelo traçado da rodovia MS 141 e que correspondem aos locais com obras de arte especiais (pontes) a serem restauradas Matriz de identificação e avaliação dos impactos ambientais do Empreendimento 12 21

7 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS AGESUL APP CBUQ CONAMA CONTRAN DNER DNIT FUNAI IBAMA IMASUL OIT PDE/MS PIB PPA REPAR SEMAC SNUC Agência de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul Área de Preservação Permanente Concreto Betuminoso Usinado a Quente Conselho Nacional de Meio Ambiente Conselho Nacional de Trânsito Departamento Nacional de Estradas de Rodagem Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes Fundação Nacional do Índio Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul Organização Internacional do Trabalho Programa de Transportes e Desenvolvimento Sustentável do Estado do Mato Grosso do Sul Produto Interno Bruto Plano Plurianual Refinaria Presidente Getúlio Vargas Araucária, PR. Secretaria de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza

8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 1 1 CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO IDENTIFICAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO SERVIÇOS E INFRAESTRUTURA Canteiro de obras Sinalização provisória Restauração de pavimento Dispositivos de drenagem Sinalização Obras complementares Obras de artes especiais Ocorrência de materiais Desapropriação/reassentamento ASPECTOS JURÍDICO-LEGAIS PERTINENTES 9 2 DIAGNÓSTIVO AMBIENTAL DA ÁREA DE INFLUÊNCIA ASPECTOS DO MEIO NATURAL ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS 18 3 IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS E PROPOSIÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE AMBIENTAL 4 ANÁLISE CONCLUSIVA 26 REFERÊNCIAS 27 21

9 Figura 1 LISTA DE FIGURAS Mapa de situação da do trecho entre o entroncamento da rodovia BR 163 Indápolis Deodápolis, da rodovia MS 276, com extensão de 62,45 km. Figura 2 Croqui de ocorrência de materiais 8 Figura 3 Figura 4 Figura 5 Figura 6 Figura 7 Fragmento de vegetação representativo localizado entre as coordenadas S ;W e S ; , na rodovia MS 276. Mata Ciliar interceptada pela MS 276, localizada entre as coordenadas S ;W e S ; , na rodovia MS 276. Mata Ciliar interceptada pela MS 276, localizada entre as coordenadas S ;W e S ; , na rodovia MS 276. Unidades de Conservação na área de influência do Empreendimento. Terras Indígenas no entorno do Trecho Indápolis - Deodápolis da rodovia MS LISTA DE QUADROS Quadro 1 Curso d água interceptado pelo traçado da rodovia MS Quadro 2 Matriz de identificação e avaliação dos impactos ambientais do Empreendimento 22

10 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS AGESUL APP CBUQ CONAMA CONTRAN DNER DNIT FUNAI IBAMA IMASUL OIT PDE/MS PIB PPA REPAR SEMAC SNUC Agência de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul Área de Preservação Permanente Concreto Betuminoso Usinado a Quente Conselho Nacional de Meio Ambiente Conselho Nacional de Trânsito Departamento Nacional de Estradas de Rodagem Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes Fundação Nacional do Índio Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul Organização Internacional do Trabalho Programa de Transportes e Desenvolvimento Sustentável do Estado do Mato Grosso do Sul Produto Interno Bruto Plano Plurianual Refinaria Presidente Getúlio Vargas Araucária, PR. Secretaria de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza

11 INTRODUÇÃO Este Relatório de Avaliação Ambiental tem por objetivo apresentar as considerações referentes ao Projeto de Restauração do Trecho entre o entroncamento da rodovia BR 163 Indápolis Deodápolis, da rodovia MS 276, já pavimentado, com extensão de 62,45 km, contemplando a Reabilitação Funcional do Pavimento, a Recuperação dos Dispositivos de Drenagem e a Recuperação dos Dispositivos de Sinalização, visando avaliar a eventual ocorrência de impactos ambientais decorrentes destas atividades. Com este propósito, o Empreendimento é descrito para identificar suas principais ações impactantes e, com base em dados e informações secundários, é feita uma descrição sucinta dos aspectos mais relevantes dos meios físico e socioeconômico no entorno imediato do traçado do Trecho de rodovia a ser reabilitado. Dessa forma, foi possível identificar e avaliar os eventuais novos impactos decorrentes das obras de implantação e das novas condições de utilização da rodovia, em especial no que concerne à incidência sobre as Unidades de Conservação; as Áreas de Preservação Permanente, as Terras Indígenas; o potencial de uso do solo e a necessidades de desapropriação e/ou reassentamento nas proximidades do Trecho de rodovia a ser restaurado. Também se atentou para a interação do Projeto de Restauração com as obras em desenvolvimento de pavimentação de rodovias no contexto do Programa de Transportes e Desenvolvimento Sustentável do Estado do Mato Grosso do Sul (PDE/MS), que busca a melhoria do desempenho do sistema de transportes do Estado, tendo em vista sua alta relevância para a consecução dos objetivos e metas de médio e longo prazos estabelecidos para o processo de desenvolvimento socioeconômico do Estado e sua integração aos Eixos Nacionais de Integração e Desenvolvimento.

12 2 1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 1.1 IDENTIFICAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Consiste na restauração do Trecho entre o entroncamento da rodovia BR 163 Indápolis Deodápolis, da rodovia MS 276, já pavimentado, com extensão de 62,45 km, contemplando a Reabilitação Funcional do Pavimento, a Recuperação dos Dispositivos de Drenagem e a Recuperação dos Dispositivos de Sinalização. A restauração desse Trecho da rodovia visa dotar a mesma de condições de segurança para o tráfego, além de corrigir problemas de drenagem existentes, quer pela manutenção inadequada dos dispositivos de drenagem ou, pela necessidade de adequação dos mesmos. Tendo em vista o volume e características dos serviços, os veículos, máquinas e equipamentos necessários para a execução da restauração, serão em número reduzido. Tendo em vista o volume e características dos serviços, os veículos, máquinas e equipamentos necessários para a execução da restauração, serão em número reduzido. A metodologia utilizada e as definições das soluções ou intervenções necessárias estão em conformidade com as diretrizes metodológicas e o Manual Técnico de Procedimentos e Execução de Obras do DNIT e também com os procedimentos padronizados pela Agência de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul). O Trecho da rodovia objeto deste Relatório é localizado na Figura 1.

13 Figura 1. Mapa de situação da do Trecho entre o entroncamento da rodovia BR 163 Indápolis Deodápolis, da rodovia MS 276, com extensão de 62,45 km. Fonte: Agesul/Dynatest,

14 4 1.2 SERVIÇOS E INFRAESTRUTURA infraestrutura a seguir. Para a restauração da rodovia, são necessários os serviços e Canteiro de obras Local destinado a abrigar as instalações provisórias necessárias à execução das obras e serviços, compreendendo áreas apropriadas para depósito de materiais e ferramentas, além de pátio para abrigar máquinas, veículos e equipamentos, concentrando a estrutura e o apoio logístico para o gerenciamento e a execução dos serviços. A escolha do local para a sua implantação é de responsabilidade da empresa executora, devendo ser levado em consideração na escolha da área a topografia do terreno, as condições de acesso, a disponibilidade de água e energia, a distância em relação aos cursos d água e unidades de conservação, entre outros. A concepção do canteiro deve contemplar todas as instalações necessárias para atendimento à obra, incluindo locais para revisão e manutenção de veículos, atendendo as legislações pertinentes e diretrizes do órgão ambiental e de segurança do Ministério do Trabalho. A área do canteiro de obras será cercada, visando à segurança em suas instalações, com o controle de entrada e saída de pessoas, veículos e equipamentos. Deve-se considerar que em virtude da extensão e das características do Empreendimento, próxima a áreas urbanas, com facilidade de locomoção de pessoal, a empresa responsável poderá optar por instalar-se em imóvel dentro do perímetro urbano, inclusive alojando o seu pessoal nesses municípios, com vistas a uma melhor estruturação logística de apoio à execução das obras e serviços.

15 Sinalização provisória Tendo em vista que a execução dos serviços será realizada com a manutenção do tráfego na rodovia, com o fechamento somente de meia pista, todo Trecho em obras deverá ser devidamente sinalizado, com placas orientativas e de advertências, além da manutenção de pessoal nas extremidades do Trecho, com a finalidade de sinalizar e orientar os motoristas da liberação ou interrupção do tráfego em intervalos alternados Restauração de pavimento São intervenções descontínuas (executadas apenas em parte da área do pavimento, compreendendo reparos em partes defeituosas do mesmo, com execução apenas no local de ocorrência do defeito ou dano), ou contínuas (executadas em toda a área do pavimento num dado segmento de comportamento homogêneo), realizadas para a restauração do pavimento no local. As intervenções descontínuas serão do tipo: reparo localizado: correção localizada do pavimento onde há panelas ou remendos defeituosos; reperfilamento: compreende a execução de camada delgada com CBUQ, com massa fina, espalhada com vibroacabadora, para promover a recuperação de segmentos excessivamente danificados, em que haja: deformação na trilha de roda; falha de bico severa; irregularidade longitudinal; desgaste excessivo; e excesso de panelas ou remendos defeituosos; reconstrução localizada: executada nos segmentos em que há rupturas generalizadas do pavimento, com pavimento destruído, geralmente com grande incidência de panelas de grandes dimensões. A reconstrução compreende demolição de camadas existentes e construção de novas

16 6 camadas - para segmentos com pavimento destruído, ou base tão contaminada, em que não é possível seu aproveitamento ou não há camada que possa ser reciclada. Na reconstrução será executada a remoção do pavimento, a execução de sub-base de solo, a execução de base de solo-brita, a imprimação com asfalto diluído CM-30 e a execução do revestimento em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). As intervenções contínuas previstas são: micro-revestimento asfáltico em 1 camada com espessura de 8 mm; micro-revestimento asfáltico em 2 camadas com espessura de 12 mm; camada de CBUQ com espessura de 3, 4 ou 5 cm; reciclagem de Base com adição de brita, para segmentos com deformações plásticas Dispositivos de drenagem São os dispositivos profundos (bueiros e galerias) e superficiais (sarjetas, meio-fios, tomadas e descidas d água, caixas coletoras, dissipadores de energia, valetas de proteção de corte e aterro) implantados com a finalidade de proteção da pista e do correto escoamento das águas em sua faixa de domínio. O projeto contempla a limpeza, a desobstrução, o reparo e a reconstrução desses dispositivos, serviços definidos após vistoria técnica realizada na rodovia.

17 Sinalização O Projeto de Sinalização e Dispositivos de Segurança foi elaborado conforme o Manual de Sinalização Rodoviária do DNER, edição de 1999 e a Resolução nº 160/04 do Contran, sendo considerados os seguintes elementos: Sinalização Horizontal: constituída de pintura de linhas, setas, zebrados, símbolos e dizeres no pavimento; Sinalização Vertical: constituída de placas de regulamentação, placas de advertência, placas de indicativas, placas de educativas, delineadores e balizadores com seus respectivos suportes; Dispositivos de Segurança: constituídos de tachas, tachões, balizadores, delineadores, barreiras de concreto e defensas metálicas Obras complementares Serão executadas cercas e defensas metálicas. As cercas serão executadas nos trechos lindeiros com a faixa de domínio, onde encontram-se danificadas ou são consideradas insuficientes para a proteção da faixa e a segurança dos usuários. Serão executadas com fios de arame farpado, fixados em suportes de madeira. Para a rodovia em questão, foi detectada somente a necessidade de implantação de novas defensas metálicas em alguns trechos em curva e cabeceiras de pontes de concreto Obras de artes especiais Nas pontes de concreto existentes ao longo da rodovia, serão executados somente os serviços de reabilitação do revestimento asfáltico em CBUQ e a recuperação e/ou instalação de defensas metálicas nas cabeceiras.

18 Ocorrência de materiais As ocorrências de materiais foram estudadas com o objetivo de se obter areia, solos e materiais pétreos adequados para destinação das camadas do pavimento, ao sistema geral de drenagem, às obras-de-arte correntes e às obras complementares, ou seja, materiais para emprego na restauração do pavimento. Para constituição das camadas do pavimento e execução das obras de restauração de rodovia apresentam-se disponíveis os materiais provenientes dos seguintes locais e denominação: Pedreira Santa Maria Ltda. - localizada a 19 km do início do Trecho, no km 19 no lado esquerdo da MS-156 (município de Itaporã); Areia: localizado a 240 km do final do Trecho na cidade de Guaíra PR; Material Betuminoso: será fornecido pela refinaria de Araucária (REPAR), no estado do Paraná a uma distância de 787 km do final do Trecho. Figura 2. Croqui de ocorrência de materiais. Fonte: Agesul/Dynatest, 2009, p. 19.

19 Desapropriação/reassentamento Para a implantação do Projeto de Restauração deste Trecho de rodovia não haverá necessidade de desapropriação de terras e reassentamento de pessoas. 1.3 ASPECTOS JURÍDICO-LEGAIS PERTINENTES A seguir, são apresentados de maneira sucinta os principais dispositivos legais que concernem mais diretamente com os aspectos ambientais a serem considerados para o Empreendimento em pauta. Inicialmente, ressalta-se que as principais diretrizes com relação ao licenciamento ambiental no Brasil concentram-se na Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/1981), bem como nas Resoluções do Conama nº 01/1986 e nº 237/1997. Esta última, no caso de Empreendimento não causador de significativa degradação do meio ambiente, reserva ao órgão ambiental a competência para definir os estudos ambientais necessários no processo de licenciamento. No Estado do Mato Grosso do Sul a competência para a expedição de licenças ambientais é do Imasul. Nesse sentido, ressalta-se que a Resolução nº 12, de 25 de junho de 2007, da Secretaria de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac), isentou de licenciamento ambiental as atividades de rotina de manutenção, restauração e conservação de rodovias. A mesma Resolução responsabiliza a empresa concessionária do serviço público e ou da empresa contratada para a manutenção, restauração ou conservação, por todo e qualquer dano ambiental decorrente dessas atividades. Com relação às atividades de apoio situadas em locais sem restrições ambientais disciplinadas por legislação e não abrangidas pela faixa de domínio, seu licenciamento foi normatizado pela Resolução nº 15/2009 do Imasul. A Lei Federal nº 9.503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro) conceitua em seu artigo 2º, vias terrestres urbanas e rurais, como sendo aquelas ruas, avenidas,

20 10 logradouros, caminhos, passagens, estradas e rodovias, que possuem seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre elas, de acordo com as peculiaridades locais e as circunstâncias especiais. O Plano Nacional de Viação (Lei Federal nº 5.917/1973) foi instituído com o objetivo de permitir o estabelecimento da infraestrutura de um sistema viário integrado, assim como as bases para planos globais de transporte que atendam, pelo menor custo, às necessidades do País sob múltiplo aspecto econômico, social, político e militar. Os municípios devem apresentar seus planos rodoviários aos órgãos competentes dos Estados em que se situam, sendo que a competência executiva e político-administrativa das rodovias vicinais intermunicipais, não consideradas rodovias estaduais, caberá aos respectivos municípios em que se situem (Lei nº /2001). As obras essenciais de infraestrutura destinadas aos serviços públicos de transporte, tal como o Empreendimento em pauta, são consideradas de utilidade pública conforme prescreve a Lei nº 4.771/1965. Quanto à desapropriação de bens por utilidade pública, esta é regulada pelo Decreto-Lei nº 3.365/1941, que estabelece que, mediante declaração de utilidade pública, todos os bens poderão ser desapropriados pelo Poder Público. A Lei Estadual nº 3.344/2006 dispõe sobre a utilização e ocupação das faixas de domínio em rodovias estaduais e das federais delegadas ao Estado de Mato Grosso do Sul, considerando uma faixa de 20 metros de cada lado, contando do eixo da rodovia. A metragem dessa faixa pode ser modificada por ato do Poder Executivo, em decorrência de motivos técnicos ou executivos, ambientais ou de segurança. Ressalta-se que os proprietários lindeiros às faixas de domínio ficam obrigados a reserva de faixas não edificáveis de 15 metros de cada lado, ao longo das rodovias estaduais e federais delegadas. Já o órgão público responsável pelas obras e seu respectivo gerenciamento, incluindo a de rodovias, é da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos do Mato Grosso do Sul (Agesul). Este órgão é parte integrante da Secretaria de Estado de Obras Públicas e de Transportes que tem entre seus objetivos

21 11 planejar, executar e fiscalizar obras, bem como responder pela manutenção de prédios públicos de propriedade ou em uso pela Administração Estadual. A Lei Estadual nº 755/1987, torna obrigatória a inclusão no Plano Rodoviário Estadual de corredores fechados, que devem ser feitos paralelos as rodovias sob a jurisdição estadual. Estes corredores devem ser apropriados para o trânsito de gado, máquinas e implementos agrícolas e veículos de tração animal. Quanto à proteção de áreas naturais, destaca-se a Lei 9.985/2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), as quais dividem-se em dois grupos: Unidades de Proteção Integral e Unidades de Uso Sustentável. O Decreto Federal nº /1990 dispõe, que nas áreas circundantes das Unidades de Conservação, num raio de 10 km, qualquer atividade que possa afetar a biota ficará subordinada às normas editadas pelo Conama, o que foi feito pela Resolução nº 13/1990, estipulando normas referentes ao entorno das Unidades de Conservação, visando à proteção dos ecossistemas existentes. Quanto às Áreas de Preservação Permanente localizadas em cada posse ou propriedade, são bens de interesse nacional e espaços territoriais especialmente protegidos, cobertos ou não por vegetação, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas, conforme dispõe a Resolução nº 369 do Conama. Esta mesma Resolução estipula os casos excepcionais em que o órgão ambiental competente pode autorizar a supressão de vegetação em APP. Quanto às disposições relativas às Terras Indígenas, desde que não haja solução alternativa,, a União pode intervir quando for com a finalidade de se realizar obras públicas que interesse ao desenvolvimento nacional, conforme preconiza a Lei nº 6.001/1973 (Estatuto do Índio). A Resolução nº 237/1997 do Conama estabelece a competência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para licenciar obras com significativo potencial poluidor em Terras Indígenas.

22 12 Destacam-se ainda: a ratificação pelo Brasil da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre Povos Indígenas e Tribais (Decreto Legislativo nº 143/2002); e a Instrução Normativa da Funai nº 02/Pres./2007, que estabelece sobre a participação deste órgão no processo de licenciamento ambiental concernente a atividades ou empreendimentos potencialmente causadores de impacto ambiental em Terras Indígenas. 2. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DA ÁREA DE INFLUÊNCIA Neste item é apresentada a descrição integrada do meio físico (recursos hídricos), biótico (flora) e socioeconômico (uso e ocupação) na área de influência do Empreendimento, incluindo aspectos necessários para embasar a identificação e avaliação dos impactos decorrentes do Empreendimento, levando-se em consideração, em especial, os aspectos relacionados à presença no entorno da rodovia de Unidades de Conservação, Áreas de Preservação Permanente e Terras Indígenas, além do potencial de uso do solo nas proximidades do Trecho de rodovia a ser restaurado. Os métodos e técnicas para a realização do diagnóstico basearam-se em dados e informações secundários, relacionados com os projetos. 2.1 ASPECTOS DO MEIO NATURAL O traçado da rodovia MS 276 que será restaurada insere-se totalmente na sub-bacia do rio Ivinhema. Este Trecho da rodovia corta apenas um grande curso d água, conforme o Quadro 1 a seguir. Quadro 1. Curso d água interceptado pelo traçado da rodovia MS 276. Obra de Arte Início Fim Extensão Curso de água (km) (km) (m) Rio Dourados Ponte 44,476 44, ,0 Fonte: Agesul/Dynatest, 2009; Cartas topográficas DSG, escala 1:

23 13 Vale salientar que neste curso de água não haverá intervenção, somente serão feitas intervenções na ponte para a recuperação funcional e as condições operacionais gerais, sem necessidade de reforço estrutural ou alargamentos. Esse curso de água está enquadrado na classe 2, conforme a Resolução Conama 357/2005. A vegetação ciliar desse curso de água está bem preservada e que aliado ao não lançamento de águas residuárias, favorece a manutenção da qualidade boa da água. O rio Dourados, no Trecho que será interceptado pela rodovia MS 276, possui largura de aproximadamente 70 metros e grande volume de água. Como não haverá intervenção na área de preservação permanente e na coluna de água, não são esperadas alterações na qualidade e na quantidade de água. A fisionomia vegetal predominante no entorno do Trecho em pauta da rodovia MS 276 é representada, em sua maior parte, por áreas antropizadas. Entretanto em alguns trechos da rodovia, existem fragmentos de vegetação e matas ciliares representativas, que são compostos por diferentes fisionomias vegetais. As Figuras 3, 4 e 5 a seguir mostram fragmentos de vegetação significativos na área interceptada pela rodovia.

24 Figura 3. Fragmento de vegetação representativo localizado entre as coordenadas S ;W e S ; , na rodovia MS

25 Figura 4. Mata Ciliar interceptada pela MS 276, localizada entre as coordenadas S ;W e S ; , na rodovia MS

26 16 Figura 5. Mata Ciliar interceptada pela MS 276, localizada entre as coordenadas S ;W e S ; , na rodovia MS 276. A cobertura vegetal encontrada na área de influência do Empreendimento encontra-se bastante descacterizada; entretanto, o fragmento presente em um trecho da rodovia e as matas ciliares dos rios interceptados pela mesma formam corredores ecológicos para a fauna da região, possibilitando o deslocamento destes animais para ambos os lados da rodovia. Quanto às Unidades de Conservação, o traçado da rodovia MS 276, intercepta duas área de proteção ambiental (Figura 6).

27 17 Figura 6. Unidades de Conservação na área de influência do Empreendimento. Fonte: Imasul, Á Área de Proteção Ambiental Municipal de Deodápolis, localizada no município de Deodápolis, é interceptada pela rodovia MS 276 em 4,04 km. Esta unidade de conservação foi criada pelo decreto municipal n 013/2006, tendo como objetivo principal recuperar áreas com erosões e voçorocas presentes no município, produzindo e plantando mudas nativas da flora local. A Área de Proteção Ambiental do Rio Dourados, localizada no município de Dourados, é interceptada pela rodovia em e em 4,69 km. Estas unidades de conservação, de acordo com a Lei n 9.985, que criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), são consideradas de uso sustentável, as quais têm por objetivo básico compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais.

28 18 A Área de Proteção Ambiental é uma área em geral extensa, com um certo grau de ocupação humana, dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas, e tem como objetivos básicos proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. 2.2 ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS O Empreendimento intercepta os municípios de Deodápolis e Ivinhema. O primeiro integra a Região de Desenvolvimento da Grande Dourados e o segundo a Região Leste, sendo ambos centros importantes de desenvolvimento baseado na agropecuária, em especial a bovinocultura de corte, tida como de alta qualidade. O solo fértil e o capim abundante, aliados às novas técnicas de criação, permitiram que se desenvolvesse um importante e numeroso rebanho, considerado no mercado nacional como de alta qualidade, entre outras coisas, pela incorporação de tecnologias relacionadas com genética, sanidade e manejo alimentar dos animais. Além da bovinocultura de corte, a suinocultura é uma outra atividade muito importante, assim como na atualidade, a criação de aves. Destaca-se, porém, a forte tendência agrícola e, nesse sentido a Região de Dourados, que vem se destacando entre os maiores produtores de grãos do Estado, apresentando elevada produção e produtividade principalmente nas culturas de soja, e milho e cana de açúcar (MATO GROSSO DO SUL, 2002). O clima propicia dois ciclos de produção anualmente. O ciclo de verão, mais expressivo, concentra as grandes culturas como soja, milho, arroz, mandioca, algodão, feijão, cana-de-açúcar e outras. Durante o inverno, as áreas exploradas no verão cedem espaço para as culturas do trigo, do milho safrinha, do girassol, do sorgo, da aveia e de outras culturas.

29 19 Ressalta-se o passivo ambiental presente, com destaque para a degradação dos solos e a conseqüente queda da capacidade de suporte das pastagens, em face do uso permanente sem a reposição compensatória decorrente de reforma e rotação de culturas. No que se refere ao setor secundário, há algumas indústrias voltadas principalmente para as atividades de esmagamento de soja, produção de açúcar e álcool, criação, abate e frigorificação de animais, setores estes que imprimem dinâmica peculiar à economia regional. Outra constatação pertinente diz respeito à expressiva parcela da produção regional que é comercializada in natura, com baixo valor agregado e sujeita a elevadas perdas no processo produtivo, em razão do baixo desenvolvimento tecnológico a que se acha submetida essa produção e da inexistência de indústrias regionais para o seu processamento. Quanto à malha viária de transporte na região, pertinente neste Estudo, encontra-se atualmente integrada aos sistemas nacional e continental de fluxos de mercadorias e passageiros. É servida por estradas municipais que promovem o escoamento da produção, quando se integram com as rodovias estaduais e principais eixos de fluxos de mercadorias. Nesse sentido, é importante observar as restrições representadas pela precariedade de parte da rede viária, tal como o Trecho em pauta da rodovia MS 276, tal como se apresenta atualmente, com o pavimento, dispositivos de drenagem e pontes necessitando de restauração. Entre os fatores que vêm dificultando o aproveitamento do potencial de incorporação da região do entorno da rodovia ao processo de desenvolvimento sustentável regional, destaca-se no que interessa a este Relatório, a carência de infraestruturas e apoio à produção, que colaboram para que haja poucos investimentos de capital nos setores de produção regional, resultando numa ainda baixa diversificação produtiva. Isto contribui para o subaproveitamento do potencial produtivo.

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