Tarifas CELPA. Audiência Pública CINDRA Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia

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1 Audiência Pública CINDRA Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia Tarifas CELPA Davi Antunes Lima Superintendente de Gestão Tarifária - ANEEL 22 de abril de 2015 Brasília DF

2 Estrutura Institucional do Setor Elétrico Políticas Congresso Nacional Presidência da República CNPE MME Regulação e Fiscalização AGÊNCIAS ESTADUAIS ANP/ANATEL/ANA Mercado CCEE G T D C ONS CONSELHOS DE CONSUMIDORES SENACON/MP/ PROCON SDE /SEAE/CADE CNRH/MMA Agentes Institucionais EPE Concessionárias CMSE BNDES/ outros bancos e FI

3 Papel Institucional da ANEEL Da obrigação de cumprir os contratos Lei 9.427/1996 Institui a ANEEL. Art. 15. Entende-se por serviço pelo preço o regime econômico-financeiro mediante o qual as tarifas máximas do serviço público de energia elétrica são fixadas: I - no contrato de concessão ou permissão resultante de licitação pública, nos termos da Lei n o 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; II - no contrato que prorrogue a concessão existente, nas hipóteses admitidas na legislação vigente; (Redação dada pela Lei nº , de 2013) III - no contrato de concessão celebrado em decorrência de desestatização, nos casos indicados no art. 27 da Lei n o 9.074, de 7 de julho de 1995; IV - em ato específico da ANEEL, que autorize a aplicação de novos valores, resultantes de revisão ou de reajuste, nas condições do respectivo contrato.

4 Do cumprimento dos Contratos O que dizem os Contratos de Concessão Contratos assinados entre 1995 e Realizado anualmente e visa preservar o equilíbrio econômicofinanceiro da concessão Repasse das variações dos custos com compra de energia, usos dos sistemas de transmissão e encargos setoriais Parcela de distribuição reajustada pelo IGPM menos o Fator X CVA (Portaria MF/MME 25/2002) Reajuste Tarifário Revisão Tarifária Periódica Revisão Extraordinária Realizada em média a cada 4 anos. Novas tarifas a partir de padrões de eficiência. Modicidade tarifária na Parcela de Distribuição. Pode ser aplicada quando algo extraordinário desequilibra o contrato de concessão.

5 Reajuste das Tarifas Como são processados? As tarifas devem ser suficientes para cobrir os custos de produção, transporte e distribuição de energia. Geração (Produção) Transmissão (Transporte) Distribuição Encargos Setoriais Além desses custos, as tarifas incluem os encargos setoriais, que decorrem de políticas públicas.

6 Reajuste das Tarifas Como são processados? As tarifas devem ser suficientes para cobrir os custos de produção, transporte e distribuição de energia. Geração (Produção) Transmissão (Transporte) Distribuição Encargos Setoriais Parcela A Repasse de custos para as tarifas Parcela B Atualizada pelo IGP-M

7 Composição da tarifa (Média Brasil) Valor Final da Energia Elétrica 29,5% Tributos: ICMS e PIS/COFINS 17,0% Parcela B: Distribuição de Energia 53,5% Parcela A: Compra de Energia, Transmissão de Energia e Encargos Setoriais Mercado livre 25% Mercado regulado 75% Composição Tarifária sem os impostos Parcela B: Distribuição de Energia 24,2% Compra de Energia (A) 51,9% Encargos Setoriais (A) 20,1% Fonte: SGT - Resultados da RTE 2015 e Reajustes de 2014 Transmissão de Energia (A) 3,9% Parcela A

8 ABR/12 ABR/13 ABR/14 MAR/15 Reservatório Sudeste Fonte: ONS R$350,00 Tarifa Média Brasil R$300,00 R$65,28 R$250,00 R$31,73 R$18,40 R$200,00 R$14,92 R$15,68 R$150,00 R$120,08 R$107,74 R$123,06 R$148,83 R$162,55 Encargos Energia Transporte R$100,00 R$22,32 R$9,66 R$9,74 R$12,28 R$12,35 Parcela B R$50,00 R$79,39 R$79,39 R$71,72 R$76,05 R$75,35 R$ RTE RTE 2015

9 R$450,00 Tarifa Média CELPA R$400,00 R$350,00 R$25,42 R$50,14 R$31,23 R$300,00 R$17,68 R$15,01 R$250,00 R$200,00 R$162,27 R$133,56 R$149,79 R$211,71 R$201,86 Encargos Energia Transporte Parcela B R$150,00 R$22,30 R$8,29 R$9,14 R$14,20 R$14,20 R$100,00 R$50,00 R$118,82 R$118,82 R$124,44 R$129,81 R$129,81 R$ RTE RTE 2015

10 R$600,00 Tarifa Média CELPA com tributos R$500,00 R$38,11 R$39,60 R$21,75 R$112,82 R$117,22 R$400,00 R$300,00 R$200,00 R$93,36 R$31,23 R$162,27 R$17,92 R$76,92 R$15,01 R$133,56 R$18,67 R$94,83 R$17,68 R$149,79 R$25,42 R$211,71 R$50,14 R$201,86 PIS/COFINS ICMS Encargos Energia Transporte Parcela B R$100,00 R$22,30 R$8,29 R$9,14 R$14,20 R$14,20 R$118,82 R$118,82 R$124,44 R$129,81 R$129,81 R$ RTE RTE 2015

11 R$450,00 Tarifas Médias Comparadas (RTE 2015) R$400,00 R$50,14 R$47,36 R$350,00 R$300,00 R$250,00 R$65,28 R$201,86 R$166,95 R$74,95 Encargos Energia R$200,00 R$150,00 R$162,55 R$14,20 R$10,59 R$158,41 Transporte Parcela B R$100,00 R$50,00 R$12,35 R$75,35 R$129,81 R$172,37 R$15,82 R$56,69 R$- BRASIL CELPA CELTINS ELETROPAULO

12 Razões para as diferenças A tarifa média de Parcela B da CELPA é maior que a média Brasil porque a área de atuação é grande e a densidade de carga é pequena aumentar consumo médio? A tarifa média de energia da CELPA é maior que a média Brasil porque o percentual de perdas regulatórias é alto (área com maior complexidade socioeconômica) mais eficiência no combate às perdas

13 Revisão Tarifária Extraordinária O que dizem os Contratos de Concessão A possibilidade de RTE nos Contratos de Concessão.

14 Revisão Tarifária Extraordinária 2015

15 Revisão Tarifária Extraordinária 2015

16 Revisão Tarifária Extraordinária 2015 Metodologia - Adequar a cobertura tarifária aos custos com: CDE Compra de Energia Principal: Itaipu Outros: leilões de energia existente e ajuste, novas cotas e contratos por disponibilidade conforme patamar de bandeira verde (para que haja coerência entre RTE e as Bandeiras Tarifárias)

17 Revisão Tarifária Extraordinária 2015 Itaipu: razão da elevação do preço 100% 98% 96% 94% 92% 90% 88% 86% 84% 82% 80% Geração/Garantia Física MRE 96% 98% 94% 99% 94% 89% 86% 82% 86% 88% 88% 88% PLD médio mensal (R$/MWh) Geração abaixo da Garantia Física do MRE em 2014 (regime hidrológico adverso) Elevados preços no mercado de Curto Prazo A regra previa que a Eletrobrás deveria arcar com os custos em 2014 para repassar em 2015 (~R$4bilhões) Além disso, o câmbio também afeta o valor a ser pago em R$/MWh.

18 Revisão Tarifária Extraordinária 2015 CDE: razão da elevação do custo DEFINIÇÃO DAS COTAS DA CDE (em R$ milhões) Diferença DESPESAS 2015/2014 Restos a pagar do ano anterior Indenização de Concessões Subsídios Tarifários SubvençãoRedução Tarifária Equilibrada Baixa Renda Universalização - PLpT Carvão Mineral Verba MME CCC Total RECEITAS Saldo UBP Multas RGR - Quotas Reposição de Financiamentos Parcelamentosa receber Tesouro CDE - Quota TE (Devolução Dec. 7945/2013) CDE - Quotas Tusd Total Principal razão: falta de aporte do Tesouro Nacional (R$ 11,8 bilhões no orçamento de 2014 e zero em 2015).

19 Revisão Tarifária Extraordinária 2015 Diferenças Regionais Os consumidores das regiões Sul/Sudeste e Centro-Oeste pagam uma cota (em R$/MWh) aproximadamente 4,5 vezes maior que os das Regiões Norte e Nordeste. Art. 13 da Lei nº /2002 (alterado pela Lei /2013): 3 o As quotas anuais da CDE deverão ser proporcionais às estipuladas em 2012 aos agentes que comercializem energia elétrica com o consumidor final. Itaipu somente as distribuidoras das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste são cotistas de Itaipu.

20 Revisão Tarifária Extraordinária 2015 Diferenças por Nível de Tensão Os consumidores de Alta Tensão tem tarifas mais baixas de uso das redes de distribuição. Como a CDE é cobrada em R$/MWh de todos os consumidores, o impacto percentual para os de Alta Tensão é maior.

21 BANDEIRA VERDE BANDEIRA AMARELA BANDEIRA VERMELHA Bandeiras Tarifárias

22 Bandeiras Tarifárias Aprimoramento do Sinal de preço para o consumidor cativo. As tarifas são definidas considerando bandeira verde. Se a situação for adversa, podem ser acionadas as bandeiras amarela e vermelha. Se a situação melhora, a bandeira pode voltar a ficar verde e, automaticamente, o consumidor tem redução da conta. Esses custos já eram pagos pelo consumidores, mas com defasagem de 1 ano. Com as bandeiras, a conta fica mais transparente e o consumidor tem oportunidade de reagir no momento em que os custos ocorrem e 2014 foram anos testes.

23 Bandeiras Tarifárias Acionada conforme o Custo Variável Unitário CVU da mais cara térmica despachada. Bandeira Verde Amarela Vermelha Acionar CVU < <=CVU <388 CVU >388 R$/MWh

24 Bandeiras Tarifárias Porque houve elevação dos valores das bandeiras em março/2015? Bandeira Verde Amarela Vermelha Antes Depois As bandeiras foram inicialmente dimensionadas para cobrir a variação dos custos com despacho térmico. No entanto, outros custos dependem do cenário hidrológico, como exposição involuntária e o risco hidrológico (GSF). As Bandeiras foram, então, aprimoradas para cobrir todos os custos com compra de energia que variam com o cenário hidrológico. Sem isso, esses custos teriam que ser considerados na RTE.

25 Campanha Publicitária das Bandeiras

26 Conta ACR Financiamentos utilizados no ano de 2014 para cobertura dos custos com exposição involuntária e térmicas. O prazo de amortização dos empréstimos foi ampliado de 24 para 54 meses. Isso trará um alívio de aproximadamente 6% nos reajustes de 2015.

27 Proporcionar condições favoráveis para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade. Obrigado!

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