PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 08, DE 17 DE AGOSTO DE 2015

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 08, DE 17 DE AGOSTO DE 2015"

Transcrição

1 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 08, DE 17 DE AGOSTO DE 2015 EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS Excelentíssimo Senhor Presidente, Excelentíssimos Senhores Vereadores, A energia elétrica no Brasil é gerada predominantemente por usinas hidrelétricas. Para funcionar, essas usinas dependem das chuvas e do nível de água nos reservatórios. Quando há pouca água armazenada, as usinas termelétricas podem ser ligadas com a finalidade de poupar água nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, o custo de geração aumenta, pois essas usinas são movidas a combustíveis como gás natural, carvão, óleo combustível e diesel. Por outro lado, quando há muita água armazenada, as térmicas não precisam ser ligadas e o custo de geração é menor. Desde janeiro de 2015, as contas de energia passaram a contar com um novo mecanismo: o Sistema de Bandeiras Tarifárias. As bandeiras verde, amarela e vermelha indicam se o custo de energia está maior ou menor em função das condições de geração de eletricidade. Estas inovações foram implantadas por decisão do Ministério de Minas e Energia e da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEL). Esta nova composição da fatura de energia elétrica possui três bandeiras: verde, amarela e vermelha e indicam o seguinte: Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo; Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 2,50 para cada 100 quilowatt-hora (kwh) consumidos (mais o acréscimo de impostos); Bandeira vermelha: condições mais custosas de geração. A tarifa sobre acréscimo de R$ 5,50 para cada 100 kwh consumidos (mais o acréscimo de impostos). A aplicação das bandeiras é realizada conforme os valores do Custo Marginal de Operação (CMO) e do Encargo de Serviço de Sistema por Segurança Energética (ESS_SE) de cada subsistema. O Custo Marginal de Operação (CMO) equivale ao preço de unidade de energia produzida para atender a um acréscimo de demanda de carga no sistema, uma elevação desse custo indica que a geração de energia elétrica está mais custosa. Um CMO elevado pode indicar níveis baixos de armazenamento de água nos reservatórios das hidrelétricas e

2 condições hidrometeorológicas desfavoráveis, isto é, poucas chuvas nas bacias dos rios. O CMO também é impactado pela previsão de consumo de energia, de forma que o aumento de consumo em decorrência, por exemplo, do aumento da temperatura, poderá elevar o CMO. Quando isso acontece, as usinas termelétricas entram em operação para compensar a falta de água dos reservatórios das usinas hidrelétricas ou o aumento de consumo e assim preservar a capacidade de geração de energia dessas hidrelétricas nos meses seguintes. Já os Encargos de Serviço do Sistema (ESS) são aqueles decorrentes da manutenção da confiabilidade e da estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). Os custos de ESS por segurança energética advêm da solicitação de despacho do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para realizar geração fora da ordem de mérito de custo, ou seja, despachar geração mais custosa (térmicas), visando garantir a futura segurança do suprimento energético nacional. Juntos, o CMO e o ESS_SE determinam a bandeira a ser adotada em cada mês, por subsistema: Bandeira verde: CMO + ESS_SE menor que R$ 200,00/MWh (duzentos reais por megawatt-hora); Bandeira amarela: CMO + ESS_SE igual ou superior a R$ 200,00/MWh e inferior a R$ 350,00/MWh; Bandeira vermelha: CMO + ESS_SE igual ou superior a R$ 350,00/MWh. Uma vez por mês, o ONS calcula o CMO nas reuniões do Programa Mensal de Operação (PMO) - quando também é decidido se haverá ou não a operação das usinas termelétricas e o custo associado a essa geração. Após cada reunião, com base nas informações do ONS, a ANEEL aciona a bandeira tarifária vigente no mês seguinte. O valor final da Bandeira, já considerando os impostos, é obtida a partir da seguinte fórmula: Tarifa Homologada Tarifa = [ ( % Cofins + % ICMS + % PIS/PASEP)] / 100 É oportuno salientar que quando da instituição desta nova modalidade de cobrança (faixa de bandeiras) decidiu-se que a mesma também teria impacto sobre a fatura de energia elétrica de iluminação pública, a qual é custeada pelos Municípios, mediante a cobrança da Contribuição para Custeio da Iluminação Pública COSIP.

3 Entretanto, no momento em que foi feito o anúncio da instituição das bandeiras de cobrança, os municípios já estavam com seus orçamentos consolidados, os quais não previram o incremento de mais esta despesa. Nesta senda, desde o início do ano todos os Municípios brasileiros vêm pagando a respectiva bandeira sobre as contas de energia elétrica da iluminação pública. O Estado de Santa Catarina, por estar inserido no subsistema da Região Sul, tem sido impelido a pagar a bandeira da cor vermelha, ou seja, aquela com maior valor. Os órgãos vinculados à energia elétrica (CELESC) não preveem a mudança desta cobrança num futuro próximo. Por este motivo a Municipalidade precisa encontrar caminhos para equacionar o déficit mensal que vem sendo apurado nas faturas de energia elétrica. Os últimos números nos mostram que nossa receita média com a COSIP neste ano tem sido na casa de R$ ,00 (cento e setenta e cinco mil reais). Já nossas despesas com a iluminação perfazem uma média de R$ ,00 (cento e quarenta mil reais). Já a bandeira vermelha tem consumido cerca de R$ ,00 (vinte e sete mil reais) mensais. Devemos somar ainda a este valor as despesas com os serviços de manutenção (mão-de-obra e substituição das lâmpadas), além, é claro, dos novos investimentos, tais como o aumento da potência das lâmpadas instaladas e as expansões de rede. A COSIP, conforme estabelecido na Lei Complementar nº 236/2002 1, corresponde ao custeio mensal do serviço de iluminação pública, sendo aquele destinado a iluminar as vias e logradouros públicos, bem como quaisquer outros bens públicos de uso comum, assim como de atividades acessórias de instalação, manutenção e expansão da rede de iluminação, e tem seu reajuste realizado conforme os custos de operação nos moldes estabelecidos no art. 3º da mencionada norma municipal, onde: Art. 3º - O valor da contribuição de que trata esta Lei Complementar será reajustado, na mesma ocasião e percentual aplicado às tarifas de fornecimento de energia elétrica, definido pela Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A - CELESC. Diante da incidência da Bandeira Vermelha sobre a fatura de iluminação pública, se faz necessária a Administração proceder a um acréscimo pontual no valor da COSIP atualmente cobrada, na ordem de 16% (dezesseis por cento), de modo a não comprometer o custeio da fatura, bem como a manutenção na rede e investimentos já previstos. Assim, o presente projeto busca revisar os valores cobrados pela COSIP no Município de Timbó, atualizados nos termos do art. 3º da Lei Complementar nº 236/2002 2, nos seguintes moldes: 1 Institui a contribuição para o custeio dos serviços de iluminação pública - COSIP, e dá outras providências. 2 Institui a contribuição para o custeio dos serviços de iluminação pública - COSIP, e dá outras providências.

4 Classe Residencial Valor atual da COSIP Valor atualizado da COSIP kw R$ 3,17 R$ 3, kw R$ 7,39 R$ 8, kw R$ 10,56 R$ 12,25 Acima de 501kw R$ 21,13 R$ 24,51 Classe Comercial Valor Atual da COSIP Valor atualizado da COSIP 0-100kw R$ 10,56 R$ 12, kw R$ 17,75 R$ 20,59 Acima de 501kw R$ 32,60 R$ 37,82 Classe Industrial Valor Atual da COSIP Valor atualizado da COSIP 0-100kw R$ 10,56 R$ 12, kw R$ 17,75 R$ 20,59 Acima de 501kw R$ 32,60 R$ 37,82 Classe Poder Público Valor Atual da COSIP Valor atualizado da COSIP 0-100kw R$ 18,32 R$ 21, kw R$ 36,65 R$ 42,51 Acima de 501kw R$ 48,84 R$ 56,65 Classe Primária Grupo "A" Valor Atual da COSIP Valor atualizado da COSIP kw R$ 18,32 R$ 21, kw R$ 36,65 R$ 42,51 Acima de 10001kw R$ 48,84 R$ 56,65 Ante o exposto, submetemos à apreciação de Vossas Excelências o presente Projeto de Lei, solicitando sua aprovação, EM REGIME DE URGÊNCIA, por ser de interesse público. MUNICÍPIO DE TIMBÓ, em 17 de agosto de 2015; 145º ano de Fundação; 81º ano de Emancipação Política. DARCÍZIO BONA Prefeito em Exercício 3 Valor atualizado correspondente ao valor reajustado em 2015 acrescido de 16% (dezesseis por cento).

5 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 08, DE 17 DE AGOSTO DE 2015 Altera a tabela de valores do art. 2º da Lei Complementar nº 236, de 23 de dezembro de Art. 1º A tabela de valores da COSIP estabelecida no art. 2º, da Lei Complementar nº 236, de 23 de dezembro de 2002, passa a vigorar de acordo com os seguintes valores: Residenciais kw R$ 3, kw R$ 8, kw R$ 12,25 Acima de 501kw R$ 24,51 Comercial 0-100kw R$ 12, kw R$ 20,59 Acima de 501kw R$ 37,82 Industrial 0-100kw R$ 12, kw R$ 20,59 Acima de 501kw R$ 37,82 Poder Público 0-100kw R$ 21, kw R$ 42,51 Acima de 501kw R$ 56,65 Primária Grupo "A" kw R$ 21, kw R$ 42,51 Acima de 10001kw R$ 56,65 Art. 2º - O valor da contribuição atualizado pela presente Lei Complementar será reajustado na mesma ocasião e percentual aplicado às tarifas de fornecimento de energia elétrica, definido pela Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A - CELESC. Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. MUNICÍPIO DE TIMBÓ, em 17 de agosto de 2015; 145º ano de Fundação; 81º ano de Emancipação Política. DARCÍZIO BONA Prefeito em Exercício

Audiência Pública nº 005 Data: 10/03/2016 Cidade: Presidente Prudente/SP

Audiência Pública nº 005 Data: 10/03/2016 Cidade: Presidente Prudente/SP Audiência Pública nº 005 Data: 10/03/2016 Cidade: Presidente Prudente/SP AUDIÊNCIAS PÚBLICAS Abrimos nossas portas para a sociedade... Antes de expedições de atos administrativos (resolução normativa,

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE LEI Nº 760/CMSR/2015

PROPOSIÇÃO DE LEI Nº 760/CMSR/2015 DISPÕE SOBRE A CONTRIBUIÇÃO PARA CUSTEIO DO SERVIÇO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O povo de Santana do Riacho, através de seus legítimos representantes, aprova e eu, André Ferreira Torres,

Leia mais

ANÁLISE REGULATÓRIA EXCELÊNCIA ENERGÉTICA

ANÁLISE REGULATÓRIA EXCELÊNCIA ENERGÉTICA HÁ RISCO DE RACIONAMENTO? O título desta análise é a pergunta mais frequente neste início de 2013, e o objetivo deste artigo é aprofundar a discussão em busca de uma resposta. Desde setembro de 2012 há

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.683, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2014.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.683, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2014. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.683, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2014. Homologa as Tarifas de Energia TE e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD referentes

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO N 152, DE 3 DE ABRIL DE 2003 Altera a metodologia de cálculo das tarifas de uso dos sistemas de distribuição de energia elétrica, atendendo o disposto

Leia mais

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

O QUE ESTÁ ACONTECENDO? O QUE ESTÁ ACONTECENDO? MINHA CONTA AUMENTOU! Todos os anos ocorrem reajustes nas tarifas de energia elétrica. Esse aumento é autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL e no caso de Goiás

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.931, DE 11 DE AGOSTO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.931, DE 11 DE AGOSTO DE 2015 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.931, DE 11 DE AGOSTO DE 2015 Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2015, as Tarifas de Energia TE e as Tarifas de Uso do

Leia mais

Eletrobrás CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE MOVIMENTAÇÕES 2006 CARVÃO MINERAL NACIONAL DIRETORIA DE ENGENHARIA - DE

Eletrobrás CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE MOVIMENTAÇÕES 2006 CARVÃO MINERAL NACIONAL DIRETORIA DE ENGENHARIA - DE Centrais Elétricas Brasileiras S/A DIRETORIA DE ENGENHARIA - DE CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE MOVIMENTAÇÕES 2006 CARVÃO MINERAL NACIONAL JANEIRO/2006 CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO TÍTULO

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.855, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2015.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.855, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2015. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.855, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2015. Voto Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2014 e fixa as Tarifas de Energia TE e as

Leia mais

O COMERCIALIZADOR E A GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NO NOVO PANORAMA DO SETOR ELÉTRICO. Walfrido Avila - 06/2002

O COMERCIALIZADOR E A GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NO NOVO PANORAMA DO SETOR ELÉTRICO. Walfrido Avila - 06/2002 O COMERCIALIZADOR E A GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NO NOVO PANORAMA DO SETOR ELÉTRICO Walfrido Avila - 06/2002 1 1 - CENÁRIOS DE EVOLUÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO CENÁRIO DE REFERÊNCIA (1) Critérios com base na Resolução

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 639, DE 17 DE ABRIL DE 2008.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 639, DE 17 DE ABRIL DE 2008. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 639, DE 17 DE ABRIL DE 2008. Homologa o resultado provisório da segunda revisão tarifária periódica e fixa as Tarifas de Uso dos

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA N 311, DE 6 DE ABRIL DE 2006

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA N 311, DE 6 DE ABRIL DE 2006 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA N 311, DE 6 DE ABRIL DE 2006 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica, estabelece a receita anual das instalações de

Leia mais

Desenvolvimento de projetos de geração na indústria

Desenvolvimento de projetos de geração na indústria Desenvolvimento de projetos de geração na indústria Fabio Dias Agenda Processos industriais e a geração de energia Autoprodução para a indústria Alternativas e viabilidade de projetos de geração distribuída

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Atualmente, a fonte biomassa representa quase 9% da potência outorgada pela Agência Nacional de Energia Elétrica

Leia mais

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA - CÂMARA DOS DEPUTADOS 10 de abril de 2013

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA - CÂMARA DOS DEPUTADOS 10 de abril de 2013 REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA - CÂMARA DOS DEPUTADOS 10 de abril de 2013 1 Estrutura da apresentação O SIN - Sistema Interligado Nacional Robustez do SIN Ações em curso para aprimorar

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Semana Operativa de 17/12/2016 a 23/12/2016 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS Na semana de 10 a 16/12/2016 ocorreu chuva fraca nas bacias dos

Leia mais

Bandeiras Tarifárias DEZEMBRO 2014

Bandeiras Tarifárias DEZEMBRO 2014 DEZEMBRO 2014 Sumário Bandeiras Tarifárias... 2 O sistema hidrotérmico brasileiro... 2 A tarifa de energia no Brasil... 3 Por que bandeiras tarifárias?... 6 PERGUNTAS E RESPOSTAS... 7 1. Como funcionarão

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, MINERAÇÃO E ENERGIA - SEDEME. Energia Elétrica Impacto do ICMS- Visão da SEDEME

SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, MINERAÇÃO E ENERGIA - SEDEME. Energia Elétrica Impacto do ICMS- Visão da SEDEME SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, MINERAÇÃO E ENERGIA - SEDEME Energia Elétrica Impacto do ICMS- Visão da SEDEME Contexto Geral do Sistema Elétrico Brasileiro O Sistema Elétrico apresenta

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.589, DE 20 DE AGOSTO DE 2013.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.589, DE 20 DE AGOSTO DE 2013. AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.589, DE 20 DE AGOSTO DE 2013. Homologa as Tarifas de Energia TEs e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSDs referentes à

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 414/2010 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 414/2010 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 414/2010 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO Atualizada até a REN 499/2012 Resolução Normativa nº 414 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL A ANEEL consolidou os direitos e deveres

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010. Nota Técnica nº 254/2010-SRE/ANEEL Relatório Voto Homologação das tarifas de fornecimento de energia

Leia mais

Energia faturada por classe de consumidores (em GWh)

Energia faturada por classe de consumidores (em GWh) 1 Perfil A AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S.A. ( Companhia ) é uma companhia de capital aberto, de direito privado, autorizada a operar como concessionária do Serviço Público de Distribuição de

Leia mais

GERAÇÃO DISTRIBUIDA MODELO E LEGISLAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL Nº 482/2012. Secretaria de Energia Elétrica SEE

GERAÇÃO DISTRIBUIDA MODELO E LEGISLAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL Nº 482/2012. Secretaria de Energia Elétrica SEE GERAÇÃO DISTRIBUIDA MODELO E LEGISLAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL Nº 482/2012 Secretaria de Energia Elétrica SEE MODELO ATUAL DO SETOR ELÉTRICO PILARES SEGURANÇA ENERGÉTICA UNIVERSALIZAÇÃO

Leia mais

6 Expansão Energética: custos a longo prazo

6 Expansão Energética: custos a longo prazo 6 Expansão Energética: custos a longo prazo 6.1 Idéia Central Para garantir o suprimento, é necessário trazer investimentos, e o investidor precisa de garantias para a recuperação de seu capital. O Novo

Leia mais

ANÁLISE REGULATÓRIA EXCELÊNCIA ENERGÉTICA

ANÁLISE REGULATÓRIA EXCELÊNCIA ENERGÉTICA BANDEIRAS TARIFÁRIAS: MAIS TRANSPARÊNCIA PARA O CONSUMIDOR A partir de 1º de janeiro de 2014 entrará em vigor o sistema de bandeiras tarifárias, que busca sinalizar preço que reflita os custos da compra

Leia mais

COMGÁS ATUALIZAÇÃO TARIFÁRIA 16 DE DEZEMBRO DE 2013

COMGÁS ATUALIZAÇÃO TARIFÁRIA 16 DE DEZEMBRO DE 2013 N O T A T É C N I C A GÁS GEF 004/2013 INTRODUÇÃO COMGÁS ATUALIZAÇÃO TARIFÁRIA 16 DE DEZEMBRO DE 2013 Em maio/2013, a taxa de câmbio foi atualizada para R$ 2,03/US$. A partir da publicação da Deliberação

Leia mais

Otmar Josef Müller Presidente da Câmara de Assuntos de Energia. Joinville 16 de Setembro de 2015

Otmar Josef Müller Presidente da Câmara de Assuntos de Energia. Joinville 16 de Setembro de 2015 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA Otmar Josef Müller Presidente da Câmara de Assuntos de Energia Joinville 16 de Setembro de 2015 Ações da FIESC no campo de Energia Energia Elétrica:

Leia mais

Consequências para a Operação Metroferroviária Devido a uma Eventual Crise de Geração do Setor Elétrico

Consequências para a Operação Metroferroviária Devido a uma Eventual Crise de Geração do Setor Elétrico Consequências para a Operação Metroferroviária Devido a uma Eventual Crise de Geração do Setor Elétrico COMISSÃO METROFERROVIÁRIA GRUPO DE TRABALHO DE ENERGIA Associação Nacional de Transportes Públicos

Leia mais

Resume-se a seguir o desempenho econômico-financeiro da Companhia no primeiro trimestre de 2015 e 2014: Descrição 1T15 1T14 Variação %

Resume-se a seguir o desempenho econômico-financeiro da Companhia no primeiro trimestre de 2015 e 2014: Descrição 1T15 1T14 Variação % Resultados do 1º trimestre de 2015 São Paulo, 15 de maio de 2015 A Administração da Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S/A ( EDEVP ou Companhia ) apresenta os resultados do primeiro trimestre

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº DE 2 DE AGOSTO DE 2011.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº DE 2 DE AGOSTO DE 2011. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.183 DE 2 DE AGOSTO DE 2011. Nota Técnica nº. 207/2011-SRE/ANEEL Relatório e Voto Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.580, DE 6 DE AGOSTO DE 2013

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.580, DE 6 DE AGOSTO DE 2013 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.580, DE 6 DE AGOSTO DE 2013 Homologa o resultado da terceira Revisão Tarifária Periódica RTP da Cooperativa Aliança Cooperaliança, fixa

Leia mais

ANEXO I - TARIFAS DE APLICAÇÃO - ELETROPAULO QUADRO A - MODALIDADE TARIFÁRIA CONVENCIONAL TE SUBGRUPO/CLASSE/SUBCLASSE

ANEXO I - TARIFAS DE APLICAÇÃO - ELETROPAULO QUADRO A - MODALIDADE TARIFÁRIA CONVENCIONAL TE SUBGRUPO/CLASSE/SUBCLASSE ANEXO I - TARIFAS DE APLICAÇÃO - ELETROPAULO QUADRO A - MODALIDADE TARIFÁRIA CONVENCIONAL /CLASSE/SUBCLASSE VERDE AMARELA VERMELHA B1 - RESIDENCIAL 103,58 134,43 134,43 149,43 164,43 B1 - RESIDENCIAL BAIXA

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.522, DE 7 DE MAIO DE 2013

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.522, DE 7 DE MAIO DE 2013 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.522, DE 7 DE MAIO DE 2013 Homologa as Tarifas de Energia TEs e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSDs referentes à Companhia

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 26/11 a 02/12/2016 ocorreu precipitação nas bacias hidrográficas

Leia mais

Sumário. Expediente. Estatísticas e Mercado Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano VI - Nº 52 - Outubro/Novembro 2012

Sumário. Expediente. Estatísticas e Mercado Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano VI - Nº 52 - Outubro/Novembro 2012 Sumário...04 Expediente Conselho Deliberativo ABEGÁS - Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado Presidente: Luis Domenech Vice-Presidente: Aldo Guedes Conselheiros: Bruno Armbrust,

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.779, DE 19 DE AGOSTO DE 2014

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.779, DE 19 DE AGOSTO DE 2014 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.779, DE 19 DE AGOSTO DE 2014 Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2014 e fixa as Tarifas de Energia TEs e as Tarifas de

Leia mais

Renewable Energy Projects

Renewable Energy Projects Grid Connectivity for Renewable Energy Projects 2nd REFF Latin America 2009 28 de abril de 2009 Roberto Gomes Diretor ONS Operador Nacional do Sistema Elétrico Sumário Estrutura do Setor Elétrico Brasileiro

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.151, DE 27 DE SETEMBRO DE 2016

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.151, DE 27 DE SETEMBRO DE 2016 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.151, DE 27 DE SETEMBRO DE 2016 Texto Original Homologa o resultado da segunda Revisão Tarifária Periódica RTP da Cooperativa de Eletrificação

Leia mais

Regulação do Setor Elétrico Brasileiro Contexto e Desafios Atuais

Regulação do Setor Elétrico Brasileiro Contexto e Desafios Atuais Regulação do Setor Elétrico Brasileiro Contexto e Desafios Atuais Seminário Internacional Desafios da Regulação do Setor Elétrico Romeu Donizete Rufino Diretor-Geral da ANEEL 12 de fevereiro de 2015 Universidade

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 67, DE 29 DE MARÇO DE 2000

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 67, DE 29 DE MARÇO DE 2000 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 67, DE 29 DE MARÇO DE 2000 Homologa as Tarifas de Fornecimento de Energia Elétrica para a Empresa Força e Luz de Urussanga Ltda. O DIRETOR-GERAL

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.119, DE 16 DE AGOSTO DE 2016

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.119, DE 16 DE AGOSTO DE 2016 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.119, DE 16 DE AGOSTO DE 2016 Texto Original Homologa o resultado da Quarta Revisão Tarifária Periódica RTP da Empresa Luz e Força Santa

Leia mais

RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009

RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009 RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009 2009/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT- 016/2009 RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO

Leia mais

ANEXO I - TARIFAS DE APLICAÇÃO CAIUÁ-D TARIFAS APLICADAS À BAIXA TENSÃO

ANEXO I - TARIFAS DE APLICAÇÃO CAIUÁ-D TARIFAS APLICADAS À BAIXA TENSÃO ANEXO I - TARIFAS DE APLICAÇÃO CAIUÁ-D TARIFAS APLICADAS À BAIXA NSÃO /CLASSE/SUBCLASSE QUADRO A - MODALIDADE TARIFÁRIA CONVENCIONAL VERDE VERMELHA B1 - RESIDENCIAL 126,68 141,18 141,18 156,18 171,18 B1

Leia mais

As mudanças na tarifa. Abril de 2015

As mudanças na tarifa. Abril de 2015 As mudanças na tarifa Abril de 2015 1 Visão Geral da Energia Usina Térmica Usina Eólica 2 Visão Geral da Energia Usina Térmica Usina Eólica TARIFA Energia Transporte Encargos Distribuição Impostos 3 Irrigantes

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 254, DE 2 DE JULHO DE 2001

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 254, DE 2 DE JULHO DE 2001 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 254, DE 2 DE JULHO DE 2001 Homologa o reajuste das tarifas de fornecimento de energia elétrica da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.728, DE 6 DE MAIO DE 2014

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.728, DE 6 DE MAIO DE 2014 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.728, DE 6 DE MAIO DE 2014 Homologa as Tarifas de Energia TEs e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSDs referentes à Caiuá

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016 1. APRESENTAÇÃO Findo o primeiro bimestre do período chuvoso nas regiões Norte, Nordeste

Leia mais

Portal G1 (Globo.com) 05/02/2015 Governo estuda estender o horário de verão para economizar energia

Portal G1 (Globo.com) 05/02/2015 Governo estuda estender o horário de verão para economizar energia Portal G1 (Globo.com) 05/02/2015 Governo estuda estender o horário de verão para economizar energia http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/02/governo-estuda-estender-o-horario-de-verao-paraeconomizar-energia.html

Leia mais

A Competitividade do Carvão Mineral Nacional na Produção de Energia Elétrica

A Competitividade do Carvão Mineral Nacional na Produção de Energia Elétrica A Competitividade do Carvão Mineral Nacional na Produção de Energia Elétrica Associação Brasileira do Carvão Mineral Rio de Janeiro 18 de maio de 2009 Agenda Motivação Balanço Energético SIN Matriz Energética

Leia mais

BANDEIRAS TARIFÁRIAS. Superintendência de Gestão Tarifária SGT/ANEEL

BANDEIRAS TARIFÁRIAS. Superintendência de Gestão Tarifária SGT/ANEEL Superintendência de Gestão Tarifária SGT/ANEEL Brasília, 09 de abril de 2015 SINAL ECONÔMICO DA TE INÍCIO DOS ESTUDOS DAS BANDEIRAS TARIFÁRIAS: AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 120/2010: Aperfeiçoamento da Estrutura

Leia mais

Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM estatui e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM estatui e eu sanciono a seguinte Lei: Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de Belém, para o exercício de 2016. O PREFEITO MUNICIPAL DE BELÉM, Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM estatui e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º

Leia mais

Jornal Oficial do Município - Sousa, Edição Nº.71, em 16 a 30 de Dezembro de 2015.

Jornal Oficial do Município - Sousa, Edição Nº.71, em 16 a 30 de Dezembro de 2015. LICITAÇÕES Extrato de 2º Aditivo Processo: Concorrência 0003/2015 Contratante: Prefeitura Municipal de Sousa/PB Contratada: R & R CONSTRUÇOES LTDA ME - CNPJ 05.052.764/0001-44 Data da Assinatura: 18/12/2015

Leia mais

Instituto Acende Brasil Estudo sobre a Carga Tributária & Encargos do setor elétrico brasileiro

Instituto Acende Brasil Estudo sobre a Carga Tributária & Encargos do setor elétrico brasileiro www.pwc.com Instituto Acende Brasil Estudo sobre a Carga Tributária & Encargos do setor elétrico brasileiro Ano Base 2015 Outubro 2016 Sumário Item Descrição Página - Sumário Executivo 3 1. O setor 4 2.

Leia mais

ENERGIA:Fator de Competitividade para o Brasil

ENERGIA:Fator de Competitividade para o Brasil ENERGIA:Fator de Competitividade para o Brasil Diversificação da Matriz Termelétrica Outubro de 2009 A Importância da Diversificação das Fontes no Sistema Elétrico Brasileiro Diversificação das Fontes

Leia mais

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para 2015 Hermes Chipp Diretor Geral FGV Rio de Janeiro, 02/06/2014 1 Visão de Curto Prazo Avaliação das Condições Meteorológicas

Leia mais

Sumário Executivo Ótica do Consumidor. Brasília, 16 de Dezembro de 2010

Sumário Executivo Ótica do Consumidor. Brasília, 16 de Dezembro de 2010 S U P E R I N T E N D Ê N C I A D E R E G U L A Ç Ã O E C O N Ô M I C A S U P E R I N T E N D Ê N C I A D E R E G U L A Ç Ã O D O S S E R V I Ç O S D E D I S T R I B U I Ç Ã O Sumário Executivo Ótica do

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.059, DE 12 DE ABRIL DE 2016

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.059, DE 12 DE ABRIL DE 2016 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.059, DE 12 DE ABRIL DE 2016 Texto Original Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2016, as Tarifas de Energia TE e as Tarifas

Leia mais

Balanço Energético. Versão 1.0

Balanço Energético. Versão 1.0 ÍNDICE BALANÇO ENERGÉTICO 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento do Cálculo do 10 2.1. Cálculo do 10 2 Controle de Alterações Revisão Motivo da Revisão Instrumento

Leia mais

PROJETO DE LEI N 020/2013

PROJETO DE LEI N 020/2013 PROJETO DE LEI N 020/2013 Plano Municipal de Incentivo a Projetos Habitacionais Programa Minha Casa Minha Vida Desoneração - Condições Interesse Social. O Prefeito do Município de Carmo do Cajuru, Estado

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 25 03 5 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) Fonte: PLD: CCEE / PLD médio: PONDERAÇÃO COMERC. PLD médio é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2.

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016 1. APRESENTAÇÃO No início da semana de 02 a 08/01/2015, ocorreu chuva fraca nas bacias

Leia mais

CENTRAIS GERADORAS TERMELÉTRICAS (BIOMASSA E GÁS NATURAL), EÓLICAS, HIDRÁULICAS E PCH PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS

CENTRAIS GERADORAS TERMELÉTRICAS (BIOMASSA E GÁS NATURAL), EÓLICAS, HIDRÁULICAS E PCH PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS INSTRUÇÕES PARA REQUERIMENTO AO ONS DE PARECER OU DOCUMENTO EQUIVALENTE SOBRE ACESSO AO SISTEMA DE TRANSMISSÃO PARA FINS DE CADASTRAMENTO NA EPE COM VISTAS À HABILITAÇÃO TÉCNICA AOS LEILÕES DE ENERGIA

Leia mais

Caderno Algébrico. Reajuste da Receita de Venda de CCEAR. Versão ersãoerro! Fonte de referência não encontrada.

Caderno Algébrico. Reajuste da Receita de Venda de CCEAR. Versão ersãoerro! Fonte de referência não encontrada. Caderno Algébrico Reajuste da Receita de Venda de CCEAR Versão 2013.3.1 ersãoerro! Fonte de referência não encontrada. ÍNDICE 1. O Esquema Geral 3 2. Etapas da atualização da Receita de Venda dos empreendimentos

Leia mais

XVII Simpósio Jurídico ABCE Tributos e Encargos do Setor Elétrico

XVII Simpósio Jurídico ABCE Tributos e Encargos do Setor Elétrico XVII Simpósio Jurídico ABCE Tributos e Encargos do Setor Elétrico São Paulo, 20.09.2011 CONFIDENCIAL 0 0 Agenda Introdução Carga Tributária do Setor Elétrico Encargos Setoriais Críticas e Desafios Tarifas

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 282/20104

PROJETO DE LEI Nº 282/20104 PROJETO DE LEI Nº 282/20104 Concede adicional de periculosidade para o servidor do poder legislativo municipal e dá outras providências. Art. 1 Fica instituído no Poder Legislativo Municipal de Jaboticabal,

Leia mais

Procedimento para ligações provisórias

Procedimento para ligações provisórias Procedimento para ligações provisórias Da Resolução Art. 44. É de responsabilidade exclusiva do interessado o custeio das obras realizadas a seu pedido nos seguintes casos: I extensão de rede de reserva;

Leia mais

Painel: Desafios e Caminhos para a Operação das Instalações Elétricas e do SIN

Painel: Desafios e Caminhos para a Operação das Instalações Elétricas e do SIN Ministério de Secretaria de Energia Elétrica Painel: Desafios e Caminhos para a Operação das Instalações Elétricas e do SIN 7º SENOP Brasília, junho de 2016. 1 Ambiente Institucional 2 Ambiente Institucional

Leia mais

Perfil Energia gerada

Perfil Energia gerada 1. Perfil A AES Tietê, uma das geradoras do grupo AES Brasil, é uma Companhia de capital aberto com ações listadas na BM&FBovespa e está autorizada a operar como concessionária de uso do bem público, na

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Em 2014, de acordo com a International Renewable Energy Agency (IRENA), a fonte biomassa apresentou 80.227

Leia mais

Em 18 de dezembro de 2015, a PGA emitiu Parecer, de fls. 56/67, em que expôs o seguinte:

Em 18 de dezembro de 2015, a PGA emitiu Parecer, de fls. 56/67, em que expôs o seguinte: NOTA TÉCNICA Nº : Nº 018/2015 Destinatário : Gabinete do Conselheiro Dr. Cesar Mastrangelo Número do Processo : E-12/004.386/2015 Data : 21 de dezembro de 2015 Assunto : Supervia Reajuste Tarifário 2016

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604 Dispõe sobre o ajuste provisório dos valores das Margens de Distribuição, a atualização do Custo do gás e do transporte, o repasse das variações dos preços

Leia mais

TUSD TE TUSD TE R$/kW R$/MWh R$/MWh R$/kW R$/MWh R$/MWh AZUL P 27,35 199,80 60,49 29,79 216,38 65,65 FP 9,00 129,12 35,32 9,80 139,42 38,32 AZUL APE

TUSD TE TUSD TE R$/kW R$/MWh R$/MWh R$/kW R$/MWh R$/MWh AZUL P 27,35 199,80 60,49 29,79 216,38 65,65 FP 9,00 129,12 35,32 9,80 139,42 38,32 AZUL APE TABELA 1 TARIFAS DE APLICAÇÃO E BASE ECONÔMICA PARA O GRUPO A. - CERIPA TARIFAS DE APLICAÇÃO BASE ECONÔMICA SUBGRUPO MODALIDADE POSTO TUSD TE TUSD TE R$/kW R$/MWh R$/MWh R$/kW R$/MWh R$/MWh AZUL P 27,35

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO N o 218, DE 18 DE ABRIL DE 2002 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica, fixa os valores da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia

Leia mais

Panorama Geral do Setor Elétrico

Panorama Geral do Setor Elétrico 11º CONSTRUBUSINESS Congresso Brasileiro da Construção 2015 Panorama Geral do Setor Elétrico Ministro Eduardo Braga São Paulo, 09 de março de 2015 2 Condições Hidrológicas Desfavoráveis 29.909 21.438 22.413

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.971, DE 20 DE OUTUBRO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.971, DE 20 DE OUTUBRO DE 2015 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.971, DE 20 DE OUTUBRO DE 2015 Texto Original Voto Nota Técnica n 274/2015-SGT/ANEEL Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual

Leia mais

Tarifas CELPA. Audiência Pública CINDRA Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia

Tarifas CELPA. Audiência Pública CINDRA Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia Audiência Pública CINDRA Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia Tarifas CELPA Davi Antunes Lima Superintendente de Gestão Tarifária - ANEEL 22 de abril de 2015 Brasília

Leia mais

Análise PLD 2ª semana operativa de dezembro

Análise PLD 2ª semana operativa de dezembro www.ccee.org.br Nº 219 2ª semana de dezembro/15 8 1 8 O InfoPLD é uma publicação semanal que traz uma análise dos fatores que influenciam na formação do Preço de Liquidação das Diferenças - PLD, calculado

Leia mais

JANEIRO RV0 1º Semana

JANEIRO RV0 1º Semana JANEIRO 2015 RV0 1º Semana JANEIRO RV0 Sumário INTRODUÇÃO... 3 INFORMAÇÕES ESTRUTURAIS PARA CONSTRUÇÃO DA FUNÇÃO DE CUSTO FUTURO... 4 1 - Armazenamento inicial dos reservatórios equivalentes... 4 2 - Tendência

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº DE 5 DE NOVEMBRO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº DE 5 DE NOVEMBRO DE 2015 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.982 DE 5 DE NOVEMBRO DE 2015 Texto Original Voto Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2015, as Tarifas de Energia TE e

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.514, DE 16 DE ABRIL DE 2013

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.514, DE 16 DE ABRIL DE 2013 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.514, DE 16 DE ABRIL DE 2013 Homologa o resultado da terceira Revisão Tarifária Periódica RTP da AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 357

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 357 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 357 Dispõe sobre as Tabelas Tarifárias a serem aplicadas pela concessionária de distribuição de gás canalizado Gás Natural São Paulo Sul S.A. A Diretoria da ARSESP,

Leia mais

INFORMATIVO MENSAL DEZ.2014

INFORMATIVO MENSAL DEZ.2014 INFORMATIVO MENSAL.214 Preço de Liquidação das Diferenças 8, PLD Médio /214 8 PLD Médio Anual - Seco x Úmido 7, 7 6, 6 5, 4, 3, 2, 1,, MÉDIA SEMANA 1 29/ a 5/ NORTE SEMANA 2 6/ a 12/ SEMANA 3 13/ a 19/

Leia mais

MUDANÇA CLIMÁTICA E CRESCIMENTO VERDE

MUDANÇA CLIMÁTICA E CRESCIMENTO VERDE MUDANÇA CLIMÁTICA E CRESCIMENTO VERDE POLÍTICA PARA OS COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS Segundo Diálogo Nacional Rio de Janeiro (21/11/2014) CINDES Professor Adilson de Oliveira adilson@ie.ufrj.br ROTEIRO Novo contexto

Leia mais

Sumário. Expediente. Estatísticas e Mercado...4. Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano VI - Nº 47 - Fevereiro/Março 2012

Sumário. Expediente. Estatísticas e Mercado...4. Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano VI - Nº 47 - Fevereiro/Março 2012 Sumário...4 Expediente Conselho Deliberativo ABEGÁS - Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado Presidente: Luis Domenech Vice-Presidente: Aldo Guedes Conselheiros: Bruno Armbrust,

Leia mais

Panorama do Setor Elétrico Brasileiro. Adriano Pires Janeiro/2015

Panorama do Setor Elétrico Brasileiro. Adriano Pires Janeiro/2015 Panorama do Setor Elétrico Brasileiro Adriano Pires Janeiro/2015 1 Índice Contextualização e Perspectivas para o Setor Elétrico: Mudança no perfil do setor elétrico Questão regulatória (MP 579) Momento

Leia mais

CENTRAIS GERADORAS TERMELÉTRICAS, EÓLICAS, HIDRELÉTRICAS E PCH PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS

CENTRAIS GERADORAS TERMELÉTRICAS, EÓLICAS, HIDRELÉTRICAS E PCH PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS INSTRUÇÕES PARA REQUERIMENTO AO ONS DE PARECER, OU DOCUMENTO EQUIVALENTE, SOBRE ACESSO AO SISTEMA DE TRANSMISSÃO PARA FINS DE CADASTRAMENTO NA EPE COM VISTAS À HABILITAÇÃO TÉCNICA AOS LEILÕES DE ENERGIA

Leia mais

A seguir são apresentadas as informações básicas referentes às características técnicas e de operação das UHEs integrantes do Lote C.

A seguir são apresentadas as informações básicas referentes às características técnicas e de operação das UHEs integrantes do Lote C. ANEXO II CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DAS USINAS HIDRELÉTRICAS INTEGRANTES DO LOTE C O Lote C é composto pelas Usinas Hidrelétricas Garcia, Bracinho, Cedros, Salto e

Leia mais

Lâmpadas LED e Lâmpadas Fluorescentes Compactas Um estudo de viabilidade econômica

Lâmpadas LED e Lâmpadas Fluorescentes Compactas Um estudo de viabilidade econômica Lâmpadas LED e Lâmpadas Fluorescentes Compactas Um estudo de viabilidade econômica Júlia Corrêa Reis, Teófilo Miguel de Souza - Campus de Guaratinguetá - Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá - Engenharia

Leia mais

São apresentadas a seguir as principais características do comportamento da carga:

São apresentadas a seguir as principais características do comportamento da carga: A diversidade de comportamento dos consumidores de energia elétrica é uma característica que ameniza variações bruscas na curva de carga do sistema. Mas o que pode acontecer se, em todo o país, todos os

Leia mais

Setor Elétrico: perspectivas do mercado, legislação, comercialização de energia e estratégia de precificação. Luiz Fernando Leone Vianna

Setor Elétrico: perspectivas do mercado, legislação, comercialização de energia e estratégia de precificação. Luiz Fernando Leone Vianna Setor Elétrico: perspectivas do mercado, legislação, comercialização de energia e estratégia de precificação Luiz Fernando Leone Vianna 04.07.2013 A APINE 60 associados Geradores privados e concessionárias

Leia mais

XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil. A atuação da CCEE como operadora do mercado brasileiro. 15 de agosto de 2012

XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil. A atuação da CCEE como operadora do mercado brasileiro. 15 de agosto de 2012 XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil A atuação da CCEE como operadora do mercado brasileiro 15 de agosto de 2012 Luiz Eduardo Barata Ferreira Presidente do Conselho de Administração

Leia mais

LEI Nº 4.595, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1964

LEI Nº 4.595, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1964 LEI Nº 4.595, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1964 Dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, Cria o Conselho Monetário Nacional e dá outras providências. CAPÍTULO IV DAS INSTITUIÇÕES

Leia mais

A bioeletricidade no setor sucroenergético

A bioeletricidade no setor sucroenergético A bioeletricidade no setor sucroenergético Zilmar Souza Bioeletricidade Audiência Pública Comissão de Serviços de Infraestrutura Senado Federal Brasília DF 22 de agosto de 2016 Sobre a UNICA http://www.unica.com.br/

Leia mais

Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF

Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF BRAZIL WINDPOWER O&M 2015 Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2015 Dalmir Capetta Agenda Quadro Institucional Sistema de Medição para Faturamento

Leia mais

Audiência Pública nº 006/2015

Audiência Pública nº 006/2015 Audiência Pública nº 006/2015 Aprimoramento do sistema de Bandeiras Tarifárias e da regulamentação da Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifária Contribuições do Grupo Energisa Rio de Janeiro,

Leia mais

A Experiência da Espanha na Operação de Parques Eólicos

A Experiência da Espanha na Operação de Parques Eólicos A Experiência da Espanha na Operação de Parques Eólicos Pablo Motta Ribeiro Neoenergia Plácido Nieto Ostos Iberdrola Hugo Nunes Neoenergia José Eduardo Tanure Neoenergia 1 2 Mudança de Paradigma no Brasil

Leia mais

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas Nº de usinas www.cceorg.br Nº 008 Agosto/2014 0 10 00 08 Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia

Leia mais

DECRETO Nº 2.655, DE 02 DE JULHO DE 1998

DECRETO Nº 2.655, DE 02 DE JULHO DE 1998 DECRETO Nº 2.655, DE 02 DE JULHO DE 1998 Regulamenta o Mercado Atacadista de Energia Elétrica, define as regras de organização do Operador Nacional do Sistema Elétrico, de que trata a Lei n o 9.648, de

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 21, DE 21 DE JANEIRO DE 2000.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 21, DE 21 DE JANEIRO DE 2000. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 21, DE 21 DE JANEIRO DE 2000. Estabelece os requisitos necessários à qualificação de centrais cogeradoras de energia e dá outras providências.

Leia mais