nº 26. ano VII.Departamento de Assuntos Legislativos. 08 de julho de 2011 Notícias Federais

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1 1 Notícias Federais Assuntos Econômicos... 4 CAE debate desindustrialização e competitividade industrial... 4 Perda de participação da indústria na economia preocupa empresários... 5 Finanças aprova redução de taxas para farmácias de pequeno porte... 6 Aprovada lei que cria empresa só com um sócio... 7 CDEIC aprova projeto que altera as regras de substituição tributária para o Simples Nacional CMA aprova projeto que exige venda de meia-entrada na internet... 9 Meio Ambiente Código Florestal debatido no Senado à luz da Ciência e Tecnologia Comissão mantém decreto que define punições para infrações ambientais Comissão aprova incentivo para agricultor que promover reflorestamento Infraestrutura Senado autoriza empréstimo do BID ao município de Paranaguá Senado aprova MPV 527 Secretaria de Aviação Civil e Regime Diferenciado de Contratações (RDC) Prorrogação de concessões no setor elétrico opõe empresas de energia e indústria Tributos Deputados rejeitam correção das tabelas do IR pelo INPC mais 1%... 17

2 Relações do Trabalho Grupo apresenta projeto de atualização da CLT Responsável por pessoa deficiente ou com doença grave poderá ausentar-se do trabalho para cuidar do dependente Deputada quer penas mais duras para empresas que não contratam deficientes Comissão de Trabalho da Câmara derruba ponto eletrônico Comissão aprova emenda do Senado para restringir periculosidade CESP do Trabalho Terceirizado realiza 3ª Audiência Pública Partes poderão nomear advogado durante audiência na justiça trabalhista Contratação de menor aprendiz Câmara aprova redução da contribuição à Previdência de empreendedor individual Aposentadoria especial poderá ser facilitada para trabalhadores de empresas falidas Notícias Estaduais Assuntos Econômicos FIEP homenageia o BRDE pelo seu cinquentenário BB tem R$ 150 Bi para financiar agronegócios e micro e pequenas empresas, afirma Osmar Dias CCJ aprova projeto que regulamenta cobrança de diárias em hotéis do Paraná Indústria têxtil pede igualdade de condições para concorrer com importados Paraná registra o quarto maior crescimento na produção industrial Infraestrutura CREA-PR lança Agenda Parlamentar na FIEP... 32

3 Questões Institucionais Assembleia elege Bonilha para vaga de Conselheiro do TCE Política Social Aprovado projeto que determina reserva de vagas para deficientes em empresas terceirizadas... 35

4 Notícias Federais 4 Assuntos Econômicos Política Industrial: CAE debate desindustrialização e competitividade industrial Os riscos da desindustrialização em diversos setores da economia brasileira foram objeto de debate na Comissão de Assuntos Econômicos. Representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (ABIT), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados (CONACCOVEST) estivera no Senado para discutir a criação de uma agenda em favor da competitividade industrial, focada na redução do custo Brasil e no estímulo à inovação. José Augusto Coelho Fernandes, Diretor Executivo da CNI, afirmou que, embora os números superestimem a queda, o PIB industrial perdeu participação no PIB: em 1984 a participação era de 35,9%, comparada com atuais 15,8%. O representante da CNI mostrou que a indústria vem perdendo espaço na economia: ao mesmo tempo em que houve queda na participação do emprego e das exportações, ocorreu aumento do coeficiente de importação: de 11,4% em 2000 para 18,7% atualmente. De acordo com o Diretor Executivo da CNI, os manufaturados também perderam importância na pauta de exportações do Brasil: se no início da década dos anos 1990 produtos manufaturados correspondiam a 54,2% da pauta (enquanto produtos básicos eram 27,8%), em 2010 a situação inverteu-se, com os produtos básicos passando a compor 44,6% da pauta e manufaturados, 39,4%. Fernandes destacou que o Brasil é um país de alto custo: câmbio valorizado em 39% frente ao dólar desde 2003, tributos aumentam o custo do investimento em mais de 20%, salários dobraram em dólar nos últimos 5 anos, custo de energia só inferior ao da Itália e maior juros entre os principais países do mundo. Para ele, é também preciso investir na qualidade da educação e na inovação, aperfeiçoar a política macroeconômica garantindo maior controle dos gastos públicos e melhorar os mecanismos de defesa e negociação comercial para a situação se reverter. Diagnóstico semelhante foi feito pelo presidente da ABIMAQ, Luiz Aubert Neto. Segundo Neto, o processo de desindustrialização iniciou-se na década de 1980 e se acelerou na

5 última década. Na opinião dele, o efeito China na economia brasileira é recente, acelera o processo, mas não é responsável pela desindustrialização, e que a reversão do processo só é possível com um projeto de país que equacione: juros, câmbio, custo Brasil e educação. O presidente da ABIMAQ defendeu uma agenda de curto prazo com os seguintes pleitos: defesa comercial (focada nas licenças não-automáticas, nos preços de referência e em salvaguardas), compras governamentais (obrigatoriedade de conteúdo nacional mínimo nas compras do Governo, nas concessões públicas e nos projetos privados financiados com recursos públicos), desoneração tributária (crédito imediato de PIS/COFINS e ICMS, desoneração do INSS na folha de pagamento e IPI zero para produtos ainda onerados) e financiamento (taxa de juros competitivas em relação aos concorrentes internacionais). Aguinaldo Diniz Filho, presidente da ABIT, mostrou que o saldo da balança comercial do setor têxtil e de confecção, que era positivo em 2004 (US$ 411 milhões), hoje é negativo no valor de US$ 5,2 bilhões. De acordo com Diniz, estima-se que, no ano de 2011, 200 mil postos de trabalho deixarão de ser gerados no país em função do déficit da balança comercial do setor. O presidente da ABIT também afirmou que a importação de vestuário, que mata toda a cadeia produtiva do setor têxtil e de confecção, aumentou 16 vezes em menos de uma década. Para Aguinaldo Diniz Filho, é necessário: ampliar os programas de combate ao contrabando e descaminho nas importações; contrapor-se às arbitrariedades do governo argentino com relação às exportações brasileiras; reduzir o custo da energia elétrica; criar, em caráter de urgência, regime diferenciado de tributação para a Confecção que permita ao setor ganhar escala e recuperar sua competitividade. Para o vice-presidente da CONACCOVEST, Sérgio Marques, a saída para combater a desindustrialização está no investimento da formação profissional e no combate à pirataria 5 Fonte: CNI Perda de participação da indústria na economia preocupa empresários A participação da indústria no produto interno bruto (PIB) brasileiro, que já foi de 35,9% em meados dos anos 1980, caiu para 15,8% este ano. Os dados foram citados pelo diretorexecutivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Jose Augusto Fernandes, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), como prova de que o país passa por um processo de desindustrialização. Por sua vez, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, disse que as commodities já representam 71% das exportações brasileiras. A economia passa por um processo de "reprimarização", ou seja, de retorno a

6 uma época caracterizada pela exportação de matérias-primas e importação de produtos elaborados. Geradora de um terço dos empregos, em 1984, a indústria só emprega hoje 17,4% dos trabalhadores - os demais estão em setores como serviços e agronegócio. 6 China O grande obstáculo para a indústria nacional, além de juros, câmbio, carga tributária e produtividade, chama-se China. Pesquisa da CNI revela que 45% das empresas que concorrem com a China no Brasil perderam participação. No mercado externo, 67% das empresas nacionais que competem com a China ficaram sem seus clientes. Um dos setores que mais sofrem com essa concorrência é o de vestuário, cujas importações cresceram 16 vezes de 2003 a O presidente do conselho de administração da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Aguinaldo Diniz Filho, estima em 200 mil o número de postos de trabalho que deixarão de ser criados, este ano, em função do déficit da balança comercial no setor. - Esses empregos serão gerados na Ásia - disse. Defesa O presidente do conselho da Abit sugeriu uma série de medidas de defesa comercial, em busca de uma competição isonômica, como a aprovação do projeto de lei da Câmara (PLC 176/08) que dispõe sobre a importação e o fornecimento de produtos sujeitos à regulamentação técnica federal. O objetivo é barrar, ainda nos portos, a importação de produtos que não passem nos testes de conformidade do Inmetro. Hoje, segundo Diniz, o Inmetro só pode tomar alguma providência quanto a esses produtos depois que eles entram no mercado brasileiro. Para demonstrar a importância dessa proposta, que se encontra na CAE, o presidente da Abimaq afirmou que a Alemanha barra tecnicamente a entrada de carros chineses no país, sob alegação de que eles não cumprem uma série de normas de segurança. O relator na CAE é Eduardo Suplicy (PT-SP), que pediu a opinião dos participantes do debate antes de dar seu parecer. A Receita Federal já se manifestou contrária à aprovação. Fonte: Blog RT Finanças aprova redução de taxas para farmácias de pequeno porte A Comissão de Finanças e Tributação aprovou a redução dos valores de taxas cobradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para autorização e alteração de autorização para funcionamento de farmácias e drogarias. A redução vai beneficiar as

7 farmácias enquadradas como microempresas ou empresas de pequeno porte, de acordo com o Projeto de Lei 842/07, do deputado Lúcio Vale (PR-PA). Para as pequenas empresas, o projeto reduz os valores cobrados para alterar autorizações já concedidas, que atualmente podem custar até R$ e passarão a ter o valor máximo de R$ 400. No caso das microempresas, a proposta prevê dois benefícios. As taxas de funcionamento serão reduzidas de R$ 500 para R$ 50 e as taxas para modificar autorizações de funcionamento cairão de R$ 200 para R$ 40. O relator, deputado João Dado (PDT-SP), votou pela adequação financeira da proposta, apesar de o projeto não demonstrar no seu texto as medidas de compensação para a diminuição da arrecadação, como requer a legislação. João Dado explica que foi incluída no Orçamento de 2011 uma emenda de sua autoria que reserva R$ 75,5 milhões para compensar perdas originadas por vários projetos em tramitação no Congresso, o que inclui a proposta de redução das taxas cobradas das farmácias. Segundo o relator, com a redução das duas taxas a Anvisa deve perder R$ 29,2 milhões - o que representa 8,3% do total que a agência arrecadará em 2011 com taxas. Ao verificarmos que a agência arrecadará R$ 360 milhões com taxas, conclui-se que o impacto do projeto é insignificante diante da economia que propiciará às empresas, argumenta. Dado avalia que a aprovação do projeto será um paradigma na redução da carga tributária em um dos setores essenciais à qualidade de vida da população. 7 Tramitação A proposta, que tramita em caráter conclusivo, já foi aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família e agora será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias Microempresa: Aprovada lei que cria empresa só com um sócio O Congresso Nacional aprovou e aguarda agora a sanção de um projeto de lei que permite que uma única pessoa abra uma empresa de sociedade limitada no país. Pelas regras atuais, uma empresa nesse formato precisa ter, no mínimo, dois sócios. Relator da proposta, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) defende que a nova figura, chamada de Empreendedor Individual de Responsabilidade Limitada (EI), incentiva a formalização.

8 O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, defende a proposta e diz que ela é importante para estimular pessoas a continuarem atuando no mercado. Ele lembra que muitos profissionais como engenheiros ou advogados querem abrir consultorias e para isso vão atrás de outras pessoas que nada têm a ver com a atividade apenas para poderem começar uma empresa. 8 CUT vai pedir a Dilma que vete a lei Centrais sindicais, no entanto, alegam que o projeto pode criar brechas para a redução de direitos trabalhistas na relação entre patrões e empregados. O secretário-geral da CUT, Severo Quintino, afirmou que a nova lei não garante proteção aos trabalhadores caso as empresas queiram que eles se tornem pessoas jurídicas para reduzir encargos. Segundo ele, a CUT vai enviar um ofício ao Palácio do Planalto sugerindo que a presidente Dilma Rousseff vete a lei. Fonte: Blog RT CDEIC aprova projeto que altera as regras de substituição tributária para o Simples Nacional A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, por unanimidade, o parecer do relator, dep. Renato Molling, ao PLP 586/2010, que altera a Lei Geral para determinar que no caso do Simples Nacional o recolhimento mensal do ISS será realizado no local do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço; da execução dos serviços de diversão, lazer, entretenimento e congêneres; bem como entre outras hipóteses previstas na Lei Complementar 116/2003 que regulamenta o ISS. Para a CNI a proposta de delimitação do cálculo do ISS às tabelas aplicáveis à faixa em que se encontra o contribuinte optante pelo SIMPLES nacional é de grande interesse para micro e pequenas empresas. A medida caminha na mesma direção de restringir a utilização do mecanismo da substituição tributária, reforçando os benefícios previstos na legislação do Simples Nacional, elevando a competitividade e estimulando empresas varejistas a adquirir mercadorias de micro e pequenos empresários. Quanto ao cálculo do ICMS interno e interestadual o PLP 586 de 2011 estabelece que a diferença entre a alíquota interna e a interestadual e no regime estadual de substituição tributária será calculada tomando-se por base as alíquotas do ICMS correspondentes das tabelas aplicáveis à faixa em que se encontram as pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional, no mês anterior ao da aquisição. Em regra, e como destacado no voto, as alíquotas do Simples Nacional para o ICMS são

9 inferiores às alíquotas interestaduais. Assim, se considerado que a diferença não apenas seria diminuída, mas seria expressa por um valor negativo, muito embora as consequências da apuração de um resultado menor que zero não sejam tratadas no projeto teríamos o Simples como uma barreira ao desenvolvimento local. Nas palavras do relator, Apesar desse aspecto, o cerne da proposição refere-se claramente à correção de distorções na legislação fiscal que elevam a carga tributária incidente sobre as microempresas e empresas de pequeno porte. Essas distorções revelam-se, ademais, contrárias ao princípio constitucional que assegura tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte que sejam constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. Neste sentido, merecerá o projeto adaptações sob o ponto de vista fiscal. Agora a matéria será objeto de discussão e análise na Comissão de Finanças e Tributação CFT. 9 Fonte: CNI Direito do Consumidor: CMA aprova projeto que exige venda de meia-entrada na internet O projeto de lei que exige a venda de meia-entrada nos ingressos vendidos pela internet foi aprovado, em decisão terminativa, pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado (CMA). A comissão está analisando se a matéria deverá retornar à Câmara ou se poderá seguir diretamente para sanção. Essa matéria se baseia em uma proposta do deputado federal Felipe Bornier. Ela tramitou no Senado como PLC 35/09 e, na Câmara, como PL 2.125/07. Quando apresentou o projeto, em 2007, o deputado ressaltou que há empresas que se recusam a vender a meia-entrada quando a venda é feita pela internet. De acordo com a proposta, a empresa que não oferecer a possibilidade de meia-entrada fica sujeita às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, ). Também se determina que, para ter direito à meia-entrada, o consumidor precisa apresentar - no momento do evento - os documentos exigidos para o benefício. Modificação O texto original apresentado na Câmara denomina a empresa que vende esse tipo de ingresso como "fornecedor de produto ou serviço cultural". Mas, de acordo com o relatório aprovado, isso pode levar a uma interpretação ambígua e, por isso, foi alterado para "fornecedor de ingresso para evento cultural".

10 Outra modificação feita no Senado prevê que o consumidor, quando não puder comprovar - com os respectivos documentos - que tem direito à meia-entrada, poderá complementar o pagamento do ingresso em seu valor integral. 10 Fonte: Agência Senado Meio Ambiente Código Florestal debatido no Senado à luz da Ciência e Tecnologia A comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCT) do Senado Federal realizou audiência pública para debater as alterações propostas ao Código Florestal (PLC 30/2011) à luz da ciência, da tecnologia e da inovação. A audiência, proposta pelo presidente da comissão, senador Eduardo Braga (PMDB/AM), contou com apresentações dos Ministérios da Ciência e Tecnologia MCT, do Meio Ambiente MMA e da Agricultura MAPA, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência SBPC, da Academia Brasileira de Ciências ABC e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA. O senador Eduardo Braga justificou-a dizendo que o debate necessita de um aporte maior de dados e informações científicas, por exemplo, na decisão dos valores apropriados para extensão de áreas de preservação permanente (APPs) e percentual a ser mantido como reserva legal, evitando-se a discussão baseada em diferenças de caráter ideológico esse aporte científico foi defendido pelos diversos palestrantes convidados. Carlos Nobre, do MCT, diferenciou as motivações para preservação das APPs nos ambientes urbano e rural, particularmente, na prevenção de desastres naturais. Lembrou que o texto aprovado na Câmara se concentrou na conciliação da agricultura com a preservação da água, das florestas e do solo, mas que a vida humana ainda não é parte basilar deste Código Florestal. Como exemplo de contribuição da ciência e tecnologia, apresentou ações do governo federal para evitar, segundo critérios técnicos, a ocupação de áreas inundáveis planas e encostas das regiões urbanas, bem como o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, criado em 1 de julho. Citou, também, o potencial que áreas degradas pela agropecuária no passado, se recuperadas, tem para tornarem-se grandes sumidouros de carbono o que precisará de tecnologia, mecanismos de incentivo e políticas públicas. João de Deus Medeiros, do MMA, também defendeu um modelo de agricultura sustentável, de baixo carbono, e a proteção de APPs e a manutenção da RL como forma de preservar o meio ambiente para uma utilização econômica do grande potencial da biodiversidade

11 brasileira. Ele elencou pontos em que o texto atual pode ser aperfeiçoado para diminuir a insegurança jurídica. Helena Bonciani Nader, da SBPC, apresentou a preocupação de que um novo código florestal aprovado de forma precipitada, sem incorporar a contribuição científica e uma visão plural e propositiva, possa resultar em maior degradação ambiental, reduzir os instrumentos de proteção das florestas remanescentes e perder a oportunidade de conduzir a agricultura brasileira à sustentabilidade ambiental. A SBPC reconhece que não se pode deixar agricultores e cidadãos brasileiros na ilegalidade, mas quer subsidiar alteração do código com ciência. Márcio Pochmann, do IPEA, apresentou o estudo sobre a excepcionalidade das propriedades de até 4 módulos fiscais não serem objeto da exigência de recomposição de reserva legal. Um cenário estudado mostrou que a anistia do passivo de reserva legal existente não causa impacto significativo no balanço das emissões e sequestro de carbono. Por outro lado, um segundo cenário revela que a anistia poderia levar à perda de vegetação adicional, chegando a até 47 milhões de hectares, 18,2% do que é requerido na forma de reserva legal no país pelo código em vigor. Roberto Lorena, do MAPA, informou que a maior parte desse passivo está nas grandes propriedades, e que na proposta aprovada pela Câmara apenas 14% do passivo deixará de ser recuperado. E reafirmou que essa desobrigação de recuperação de passivo de não influenciaria em nada o compromisso brasileiro com a redução de emissões de CO2. Tal como na audiência com a ministra do meio ambiente, a oportunidade da nova lei contemplar a adoção de instrumentos econômicos e políticas publicas que fomentem a recuperação de áreas degradas e valorizem ações de preservação de áreas nativas, sob a forma de pagamento por serviços ambientais, foi lembrada nos debates. Houve menção, novamente, ao fato da agricultura de baixo carbono brasileira não requerer a expansão em áreas de floresta ou novos desmatamentos para se desenvolver. A dicotomia entre a floresta e a produção agrícola precisa ser evitada, concluiu o senador Eduardo Braga. 11 Fonte: CNI Comissão mantém decreto que define punições para infrações ambientais A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável rejeitou a suspensão dos efeitos de um decreto do Executivo (6.514/08) que define as punições para infrações contra o meio ambiente. O decreto regulamenta a Lei 9.605/98 e prevê sanções que vão de advertência à multa diária de até R$ 50 milhões. Sua suspensão está prevista no Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 982/08, apresentado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e

12 Desenvolvimento Rural. A relatora, deputada Rebecca Garcia (PP-AM), defendeu a rejeição do PDC. Ela explicou que a proposta foi motivada pelo potencial impacto financeiro que o decreto causaria ao setor agropecuário, em razão dos valores das multas. Os proprietários rurais argumentam que a lei ignora a realidade e não pode ser cumprida, disse. Ela ponderou, porém, que o problema não é o decreto. No nosso entendimento, se isso for verdade, o que precisa mudar é a legislação vigente, uma vez que o decreto apenas viabiliza sua aplicação, declarou. Rebecca Garcia defendeu ainda, e a comissão aprovou, a rejeição do PDC 2824/10, do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), que susta um trecho do mesmo decreto e tramita apensado. Tramitação O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Plenário. 12 Fonte: Agência Câmara de Notícias Comissão aprova incentivo para agricultor que promover reflorestamento A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou proposta que prevê incentivos a ações de recuperação florestal e de implantação de sistemas agroflorestais em áreas degradadas ou em áreas rurais desapropriadas pelo poder público. O texto aprovado é um substitutivo do deputado Josias Gomes (PT-BA) ao Projeto de Lei 18/11, dos deputados Maurício Rands (PT-PE) e Weliton Prado (PT-MG). O relator alterou a proposta para determinar que os incentivos econômicos decorrentes das ações de reflorestamento sejam ampliados para agricultores familiares, comunidades quilombolas e indígenas. O projeto original beneficiava apenas famílias assentadas, trabalhadores rurais e pequenos produtores. Segundo o texto, caberá ao governo federal definir a forma de concessão dos incentivos. O relator tornou explícitas, no entanto, as possíveis fontes de financiamento das ações de reflorestamento. De acordo com o novo texto, os recursos poderão vir de fundos nacionais como o de Mudança do Clima; o da Amazônia; o do Meio Ambiente; e o de Desenvolvimento Florestal; além de verbas do Orçamento da União e de contratos de gestão e convênios celebrados com órgãos e entidades da administração pública federal, estadual ou municipal, entre outros. Tramitação O projeto, que tem caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Meio

13 Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. 13 Fonte: Agência Câmara de Notícias Infraestrutura Senado autoriza empréstimo do BID ao município de Paranaguá Os senadores aprovaram autorização para o município de Paranaguá, no Estado do Paraná, contrair empréstimo internacional no valor de US$ 16,6 milhões, aproximadamente R$ 26,5 milhões, e deve ser usado para financiamento parcial do Programa Integrado de Desenvolvimento Social e Urbano - Paranaguá no Rumo Certo. O Projeto de Resolução do Senado (PRS) 29, de 2010, autoriza o município a contrair empréstimo internacional com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Paranaguá, no litoral do Paraná, tem aproximadamente 130 mil habitantes. Seu programa de desenvolvimento foi dividido em três áreas distintas: infraestrutura urbana, com obras de mobilidade, transporte e macrodrenagem; desenvolvimento social, com investimentos em educação e saúde; e fortalecimento institucional, com melhorias na gestão da prefeitura. Seu investimento total será de US$ 37 milhões, sendo US$ 16,6 milhões do BID e o restante proveniente da contrapartida municipal. O pagamento da dívida começa cinco anos após a assinatura do contrato e deverá ser paga em até 25 anos. O PRS 29/2010 foi votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) com parecer favorável do relator Cristovam Buarque (PDT-DF). Um requerimento de urgência, aprovado em Plenário a pedido do líder do PSDB, senador Álvaro Dias (PR), garantiu a votação do projeto em Plenário. A matéria agora segue para promulgação. Fonte: Agência Senado Senado aprova MPV 527 Secretaria de Aviação Civil e Regime Diferenciado de Contratações (RDC) O Senado Federal aprovou o projeto de lei de conversão (PLV 17/2011) à MPV 527/2011, que cria a Secretaria de Aviação Civil, altera a legislação da ANAC e INFRAERO, dispõe sobre a contratação de controladores de tráfego aéreo e promove alterações na organização da Presidência da República. No projeto de lei de conversão aprovado, foi inserido ainda na Câmara o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC).

14 O relator, sen. Inácio Arruda (PCdoB/CE), apresentou parecer favorável ao texto vindo da Câmara, com apenas uma emenda de redação. O texto aprovado seguirá para sanção presidencial. Destacam-se seus principais aspectos: Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) Procedimento Licitatório preferencial - o procedimento de licitação deverá ser feito preferencialmente sob a forma eletrônica. Inversão de fases - as fases do procedimento de licitação são, em ordem cronológica: fase preparatória; publicação do instrumento convocatório; apresentação das propostas e lances; julgamento; habilitação; recursal; e encerramento. A fase de habilitação poderá, mediante previsão expressa no instrumento convocatório, anteceder as fases de julgamento e de apresentação de propostas e lances. Os documentos relativos à regularidade fiscal serão exigidos em momento posterior ao julgamento das propostas, apenas em relação ao licitante mais bem classificado. Contratação integrada - nas licitações de obras e serviços de engenharia no âmbito do RDC poderá ser utilizada a contratação integrada, desde que técnica e economicamente justificado. A contratação integrada compreende a elaboração e o desenvolvimento dos projetos básico e executivo, a execução de obras e serviços de engenharia, a montagem, a realização de testes, a pré-operação e todas as demais operações necessárias e suficientes para a entrega final do objeto. Indicação de marca e modelo - na aquisição de bens por licitação, a Administração Pública poderá indicar marca e o modelo: quando houver justificada necessidade de padronização do objeto; quando determinada marca ou modelo for à única capaz de atender as necessidades da contratante; ou quando a descrição de determinado objeto possa ser melhor compreendida pela referência de determinada marca ou modelo. Orçamento oculto - fornecimento do orçamento previamente estimado pela Administração somente após o encerramento da licitação art. 6º do PLV. 14 Secretaria de Aviação Civil Competências - competirá à Secretaria de Aviação Civil, entre outras tarefas: formular, coordenar e supervisionar as políticas para o desenvolvimento do setor de aviação civil e das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil, em articulação, no que couber, com o Ministério da Defesa. Com a criação da Secretaria, a infraestrutura aeroportuária, bem como todas as questões relacionadas à aviação civil, deixa de ser assunto de competência do Ministério da Defesa. Foi retirada da ANAC a competência para aprovar a construção, reforma e ampliação de aeródromos, mantendo sua atribuição de fiscalizar a observância dos requisitos técnicos nesses processos e aprovar sua abertura ao tráfego. Também sai da ANAC a competência para promover estudos sobre a logística do transporte aéreo e do transporte intermodal, ao

15 longo de eixos e fluxos de produção, em articulação com os demais órgãos governamentais competentes. A ANAC estará ligada a Secretaria de Aviação Civil, e não mais ao Ministério da Defesa, para fins de apresentação de proposta de orçamento e de relatório de atividades, bem como de instauração de processos administrativos de seus diretores, entre outros aspectos. Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) - institui o FNAC, de natureza contábil, vinculado à Secretaria de Aviação Civil para destinação dos recursos do sistema de aviação civil. Serão recursos do FNAC aqueles referentes ao Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Lei n /1992) e demais recursos que lhe forem atribuídos. Esses recursos serão aplicados no desenvolvimento e fomento das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil. 15 Fonte: CNI Energia Prorrogação de concessões no setor elétrico opõe empresas de energia e indústria A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) realizou uma audiência pública em conjunto com a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para tratar da renovação de concessões no setor elétrico. Nos anos de 2014 e 2015, 65% dos contratos de concessão das usinas hidrelétricas vencerão e a Constituição e a lei determinam que sejam feitas novas licitações. Os atuais concessionários querem que a legislação seja modificada e os contratos prorrogados. A presidente da CI, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), lamentou que o governo federal ainda não tenha definido o que pretende fazer ou ao menos sinalizado quais serão as suas diretrizes. Ela disse que essa indefinição está "gerando angústia" entre os concessionários, acrescentando que o tema é complexo e que "o futuro do país está em jogo". Os representantes das entidades que reúnem as empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica foram unânimes na defesa da prorrogação dos atuais contratos de concessão. Eles reclamaram de "insegurança jurídica", e apresentaram pesquisas mostrando que 75% da população aprova o serviço de fornecimento de energia elétrica. Para eles, o fato de o Brasil ter a terceira mais cara energia elétrica do mundo deve-se à grande quantidade de impostos e encargos. Segundo essas entidades, para a maioria das usinas a remuneração projetada não foi alcançada e não há flexibilidade para baixar os preços das tarifas. Participaram do debate o presidente da Associação Brasileira das Empresas Geradores de Energia Elétrica (Abrage), Flávio Antônio Neiva; o diretor-executivo da Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate), Cesar de Barros Pinto; e

16 o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite. Também foi ouvido o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaff, que se colocou contra a prorrogação das concessões. Ele assinalou que são 110 usinas, das quais 95% com idade média de 56 anos, que já amortizaram todo o investimento feito. Skaff frisou que já existe uma lei obrigando a realização de leilões (licitações) ao final dos contratos de concessão e que a lei deve ser respeitada. - Pelos argumentos que foram colocados, nunca mais devemos fazer concessões, porque a concessão nova gera insegurança jurídica e inconvenientes. Então tem que mudar a lei e dizer que as "concessões são eternas". Mas, não é isso o que diz a lei e nem a Constituição. Falta de segurança jurídica é discutir lei que já existe. Quando se discute se vai haver prorrogação ou não, isso é que gera insegurança jurídica. É fundamental que se cumpra a lei - afirmou. Skaff disse também que o alto preço das tarifas de energia elétrica é uma das razões da perda de competitividade na indústria brasileira. Ele observou que o Brasil produz a energia mais barata, que é a hidrelétrica, mas tem uma das tarifas de energia mais caras do mundo para o consumidor final. O presidente da FIESP disse que "há alguma coisa errada nisso", acrescentando que, como cidadão, não quer dar procuração a ninguém para negociar uma possível prorrogação desses contratos de concessão, que significam R$ 900 bilhões para os próximos 30 anos. O senador Delcídio Amaral (PT-MS), também autor do requerimento para a realização da audiência pública, disse que o vencimento dos contratos é o maior problema enfrentado pelo setor elétrico. Para ele, "cada caso é um caso" e a solução está se encaminhando na direção do desejo dos concessionários. - Eu duvido muito que nós não caminhemos para uma prorrogação. As condições em que vai ocorrer são outros quinhentos. Eu tenho um feeling que isso vai acabar acontecendo - afirmou. O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) sugeriu que a Consultoria Legislativa do Senado elabore um estudo sobre o assunto, especialmente no que diz respeito a seus aspectos jurídicos, encaminhando-o também à comissão. Ele solicitou ainda que a CI e a CAE questionem o governo federal sobre os preparativos para a realização dos leilões, conforme prevê a lei. O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) sugeriu que a Consultoria Legislativa do Senado elaborasse um estudo sobre a questão, especialmente no que diz respeito ao aspecto jurídico, encaminhando-o também à comissão. Ele também solicitou que a CI e a CAE questionassem o governo federal sobre os preparativos para a realização dos leilões, conforme prevê a lei. O senador Ivo Cassol (PP-RO) disse que, no final, a sociedade precisa ser a principal beneficiada. 16

17 - Eu brigo por uma tarifa melhor - disse. 17 Fonte: Agência Senado Tributos Deputados rejeitam correção das tabelas do IR pelo INPC mais 1% O Plenário rejeitou simbolicamente a emenda do deputado Reguffe (PDT-DF), objeto do destaque do PDT à Medida Provisória 528/11 e que propunha o reajuste das tabelas do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 1% ao ano a partir de Os deputados já aprovaram o projeto de lei de conversão do deputado Maurício Trindade (PR-BA) para a MP, que reajusta o imposto em 4,5%, e analisam os destaques apresentados ao texto. No momento, está em debate o destaque do DEM para emenda do deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) que propõe o reajuste das deduções com educação pelo INPC mais 5% ao ano. Fonte: Agência Câmara de Notícias Relações do Trabalho Grupo apresenta projeto de atualização da CLT A comissão temporária, criada em maio deste ano, para apresentar propostas de atualização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) entregou à vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, no exercício da Presidência, o resultado de seus trabalhos: a proposta de anteprojeto de lei neste sentido, que será analisada pelo tribunal pleno e, posteriormente, encaminhada ao Legislativo. A comissão, instituída por meio da Resolução Administrativa nº 1456 pelo presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, é integrada pelos ministros Carlos Alberto Reis de Paula (presidente), Ives Gandra Martins Filho e José Roberto Freire Pimenta. A finalidade

18 específica de sua criação foi a de apresentar proposta de anteprojeto de lei para atualizar terminologia da CLT no tocante às locuções Junta de Conciliação e Julgamento, juiz presidente de Vara do Trabalho e análogas. Na exposição de motivos apresentada junto com a proposta de anteprojeto de lei à vice presidente no exercício da Presidência, os ministros da comissão observam que, ao longo das décadas, várias emendas constitucionais e leis ordinárias alteraram o texto da CLT ao introduzir várias inovações. Entre elas estão: a Lei 7.701/1988 que criou as seções especializadas em dissídios coletivos e em dissídios individuais no TST e nos tribunais regionais do trabalho; Emenda Constitucional 24/1999, que extinguiu a representação classista e alterou a nomenclatura de órgãos de primeiro grau; a Emenda Constitucional 45/2004, que modificou de forma substancial a legislação trabalhista e ampliou a competência e a estrutura da Justiça do Trabalho; Lei /2003, que permitiu aos TRTs fixarem a jurisdição de varas do trabalho e transferir sedes de um município para outro. Além destas, a exposição de motivos trata ainda em leis esparsas decorrentes das sucessivas mudanças na política econômica e a implantação do processo eletrônico na Justiça do Trabalho. Tais alterações, observam os ministros da comissão, não se refletem no texto da CLT, e a consulta às normas é dificultada pela remissão a diversos outros diplomas legais, entre outros inconvenientes. É imperioso, portanto, trazer ao Decreto-Lei 5.454/1943 (CLT) a realidade atual do País e dos órgãos da Justiça do Trabalho, incorporando a seu texto as modificações acumuladas por décadas, conclui a comissão. 18 Fonte: Blog RT Responsável por pessoa deficiente ou com doença grave poderá ausentar-se do trabalho para cuidar do dependente O trabalhador poderá ausentar-se do serviço, sem prejuízo do salário, para atender às necessidades de pessoa portadora de deficiência ou acometida por doença que exija tratamento especial, que esteja sob sua responsabilidade legal. Projeto de lei com essa finalidade foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa. A proposta (PLS 369/09), de autoria do ex-senador Raimundo Colombo (DEM-SC), altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43) para estabelecer que empresas com mais de 15 funcionários concedam ausência por até dez horas durante a jornada semanal para o trabalhador atender as necessidades de pessoa portadora de deficiência física, sensorial ou mental que esteja sob sua responsabilidade. O benefício também poderá ser gozado caso o trabalhador seja responsável por pessoa com doença que exija atenção permanente ou tratamento educacional, fisioterápico ou terapêutico ambulatorial tanto em instituição especializada como na própria residência.

19 Para ter direito ao afastamento, o trabalhador deverá apresentar laudo médico com o tipo e o grau de deficiência e respectivo Código Internacional de Doenças (CID), bem como o tempo diário que precisará ficar afastado da empresa. As horas em que o empregado ficar ausente, determina o projeto, deverão ser compensadas, desde isso não leve o trabalhador a trabalhar mais do que duas horas extras na duração normal da sua carga horária. Na hipótese de não ser fornecido laudo, o empregador poderá descontar as horas não trabalhadas nem compensadas do salário do empregado. O relator da matéria, senador Waldemir Moka (PMDB-MS), observou que o benefício já é garantido aos servidores públicos, bem como, por meio de acordos coletivos, a trabalhadores de categorias cujos sindicatos são fortes e atuantes. Na avaliação de Moka, a proposta vai oferecer melhores condições a todos os trabalhadores que precisam oferecer assistência contínua aos dependentes em razão de deficiência ou doença. 19 Fonte: Agência Senado Deputada quer penas mais duras para empresas que não contratam deficientes A deputada Erika Kokay (PT-DF) defendeu há pouco o aumento da progressão das penalidades para as empresas que não cumprem a Lei de Cotas (8.213/91) para contratação de deficientes. Na opinião dela, as multas pagas por essas companhias deveriam ser destinadas à capacitação das pessoas com deficiência. A lei obriga as empresas com 100 ou mais funcionários a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou indivíduos com deficiência. Ainda de acordo com a deputada, é necessário assegurar o Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC-Loas) mesmo para as pessoas que entrem no mercado de trabalho. Capacitação Erika também defendeu a capacitação dos peritos que avaliam, para fins do benefício, as pessoas com deficiência, principalmente as que possuem transtornos mentais. Muitas vezes, os peritos acham que esses indivíduos [com transtornos mentais] não têm deficiência e querem burlar a lei, afirmou. A deputada destacou que as sugestões apresentadas por ela já estão sendo analisadas pela frente parlamentar em defesa dos direitos da pessoa com deficiência e podem se tornar projetos de lei. Fonte: Agência Câmara de Notícias

20 20 Comissão de Trabalho da Câmara derruba ponto eletrônico A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o projeto de decreto legislativo que derruba a portaria do Ministério do Trabalho, que obriga as empresas a implantarem o ponto eletrônico para controlar a frequência dos seus empregados. A proposta será enviada à Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) e depois ao plenário da Casa. Editada em agosto de 2009 pelo ministro Carlos Lupi, a portaria que já foi adiada duas vezes entra em vigor em setembro de Na última prorrogação, em fevereiro deste ano, foi baixada uma nova portaria, criando um grupo de trabalho tripartite (representantes do governo, dos empregadores e trabalhadores), para aperfeiçoar o ponto eletrônico, mas até agora, os membros não foram indicados. Criado pela pasta com objetivo de inibir fraudes, o ponto eletrônico é criticado pelos empresários, sob alegação de ser pouco eficiente, além de aumentar custos. O equipamento é formado por um relógio certificado pelo Ministério, munido de impressora, que emite um ticket a cada entrada e saída do trabalhador. Fonte: Blog RT Comissão aprova emenda do Senado para restringir periculosidade A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou emenda do Senado ao Projeto de Lei 1033/03 para restringir as hipóteses de caracterização de atividade perigosa, condição que garante ao trabalhador um adicional de 30% sobre o salário. A proposta da ex-deputada Vanessa Graziotin altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43). O texto aprovado pela Câmara em 2009 garantia o pagamento do adicional a trabalhadores envolvidos em atividades ou operações que implicassem o contato permanente com inflamáveis, explosivos, energia elétrica; roubos ou outras espécies de violência física; acidentes de trânsito; e acidentes de trabalho em condições de risco acentuado. A emenda do Senado restringiu o adicional de periculosidade, em virtude de exposição permanente do trabalhador a roubos ou outras espécies de violência física, às atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial. Além disso, suprimiu a possibilidade de concessão do adicional de periculosidade em virtude de exposição permanente do trabalhador a acidentes de trânsito e trabalho. Os deputados concordaram com o relator da proposta, deputado João Campos (PSDB-GO), para quem a emenda apresentada no Senado alterou satisfatoriamente o atual modelo de

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