TributAção. Janeiro/Fevereiro de Edição nº 78. Ações Populares questionam decisões do CARF

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1 TributAção Janeiro/Fevereiro de Edição nº 78 Ações Populares questionam decisões do CARF Confira mais detalhes a respeito dessas ações e de seus desdobramentos na página 2. LEGISLAÇÃO Novos limites de dedutibilidade de juros pagos a partes relacionadas no exterior (pág. 2) TRIBUNAIS STF admite cobrança progressiva de ITCD, tema com repercussão geral (pág. 6) Município do Rio de Janeiro aprova e regulamenta Programa de Anistia e Parcelamento (pág. 3) Estado do Rio de Janeiro altera as penalidades e os critérios de atualização do ICMS/RJ (pág. 4) STJ decide que a cessão de direito autoral não está sujeita à incidência do ISS (pág. 6) CARF afasta a incidência de IRPJ, CSL, PIS e COFINS sobre incentivos fiscais regionais (pág. 7) Direito Comentado Judiciário começa a liberar empresas de divulgar dados empresariais na Nota Fiscal e FCI (pág. 8) Alteração na tributação das remessas ao exterior para pagamento por licença de software (pág. 9) Este Boletim foi redigido meramente para fins de informação e debate, não devendo ser considerado opinião legal para qualquer operação ou negócio específico. TRIBUTAÇÃO é elaborado mensalmente pela Área Tributária de PINHEIRO NETO ADVOGADOS, composta por 115 integrantes, sendo 14 sócios, 4 consultores, 59 associados e 38 estagiários.

2 AÇÕES POPULARES QUESTIONAM DECISÕES DO CARF Dezenas de ações populares foram ajuizadas na Justiça Federal do DF contra acórdãos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais ( CARF ) que exoneravam créditos tributários. Como autora de todas as ações, figura Fernanda Soratto Rangel, representada por seu marido Renato Chagas Rangel, um exprocurador da Fazenda exonerado do cargo após processo administrativo disciplinar. A propositura dessa enxurrada de ações causou grande movimentação no meio jurídico, levando o CARF a suspender seus julgamentos da Primeira Seção em fevereiro. O órgão estuda medidas de oficializar sua posição contra tal iniciativa e a Advocacia Geral da União já manifestou seu interesse em combater as ações populares. Alguns contribuintes já apresentaram defesa, defendendo o não cabimento de rediscussão de decisões do CARF no Judiciário. Até o momento já foram proferidas algumas sentenças favoráveis aos contribuintes no âmbito da Justiça Federal do Distrito Federal. Basicamente, essas decisões concluíram que as ações não apontaram ilegalidade nos acórdãos do tribunal administrativo ou qualquer ato que causasse lesão ao erário. LEGISLAÇÃO Novos limites de dedutibilidade de juros pagos a partes relacionadas no exterior Em regra, atendidos certos requisitos, juros pagos por empresas brasileiras são considerados despesas dedutíveis do IRPJ e da CSL. No entanto, quando o pagamento de juros se dá para partes estrangeiras consideradas vinculadas à empresa brasileira, por estarem em seu mesmo grupo econômico, por exemplo, ou ainda quando o beneficiário está localizado em Paraíso Fiscal, a dedutibilidade de juros deve observar as chamadas regras de Preços de Transferência. Tais regras sofreram modificações com a edição da MP nº 563/2012, posteriormente convertida na Lei nº /2012 e, finalmente, com a Lei nº /2012. Ao -2- final, para contratos de empréstimo e operações que já estivessem em vigor até , a regra permanece a mesma válida anteriormente, qual seja, pode ser deduzida, para fins das regras de Preços de Transferência, a taxa de juros registrada no Banco Central do Brasil ou, em caso de ausência desse registro, a taxa de Libor + 3%. Por outro lado, para operações celebradas a partir de , o novo limite de dedutibilidade passa a ser equivalente a uma Taxa de Referência, mais um spread fixo a ser divulgado pelo Ministro da Fazenda com base em taxas de mercado. A Taxa de Referência será a taxa de mercado dos títulos

3 soberanos do Governo Brasileiro, em Reais ou em Dólares norte-americanos, conforme a moeda de contratação da operação. Caso a operação seja contratada em outra moeda, a Taxa de Referência será a taxa Libor válida para essa moeda, ou a taxa Libor para Dólares norte-americanos. Deve-se atentar para o fato de que a repactuação ou novação de operações contratadas antes de pode levar à sua caracterização como uma nova operação, caso em que esta ficaria sujeita às novas regras acima. As mudanças soam positivas ao buscar adequar às taxas de mercado as regras de Preços de Transferência para o pagamento de juros, embora seja necessário ainda que se aguarde a divulgação do citado spread pelo Ministro da Fazenda, de modo a que se tenha uma posição clara a respeito da dedutibilidade de juros pagos por empresas brasileiras em suas captações de recursos no exterior junto a partes vinculadas. Município do Rio de Janeiro aprova e regulamenta Programa de Anistia e Parcelamento O projeto de lei de anistia e parcelamento enviado pelo Prefeito à Câmara Municipal, como noticiado na edição de novembro do boletim, foi aprovado e convertido na Lei Municipal nº 5.546/2012, a qual foi, agora, regulamentada pelos Decretos nºs e , de , instituindo um programa de anistia e parcelamento incentivado ( PPI Carioca ) para quitação de débitos municipais do Imposto sobre a Prestação de Serviços ("ISS"), do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana ("IPTU") e da Taxa de Coleta Domiciliar de Lixo ("TCL"). Podem ser incluídos no programa débitos tributários vencidos, constituídos por Auto de Infração ou Nota de Lançamento, inscritos ou não em dívida ativa, de IPTU e TCL, relativos a fatos geradores ocorridos até , e de ISS, relativos a fatos geradores ocorridos até Esses débitos podem ser pagos à vista, com remissão e anistia de 70% dos acréscimos moratórios e das multas de ofício ou podem ser parcelados, com a redução de 50% dos juros e das multas de ofício, sendo que o número de parcelas estabelecido na legislação de regência poderá ser estendido até o dobro daquele a que o contribuinte normalmente faria jus, desde que respeitado o limite mínimo do valor da parcela e o limite máximo de oitenta e quatro parcelas. Cabe destacar que o Município concedeu ainda remissão dos débitos de Taxa de Iluminação Pública e de Taxa de Coleta de Lixo e Limpeza Pública, correspondentes a fatos geradores anteriores a 1999 e de débitos de IPTU correspondentes à parcela que superasse a aplicação da alíquota mínima relativa à tipologia do imóvel, em relação a fatos geradores anteriores ao exercício de 2000 ( IPTU progressivo antes da Emenda Constitucional 29/2000 ), em linha com as decisões jurisprudenciais que consideraram inconstitucionais essas exações. -3-

4 Débitos Abrangidos pelo PPI Carioca Débitos de IPTU e de TCL, relativos a fatos geradores ocorridos até , e de ISS, relativos a fatos geradores ocorridos até , vencidos, constituídos por meio de Auto de Infração ou Nota de Lançamento, inscritos ou não em Dívida Ativa. Pagamento à vista Redução de 70% dos acréscimos moratórios e, se for o caso, da multa de ofício. Parcelamento Redução de 50% dos acréscimos moratórios e, se for o caso, da multa de ofício. Débitos inscritos em dívida ativa: até 84 parcelas. Débitos não inscritos em dívida ativa: ISS até 84 parcelas; IPTU e TCL até 20 parcelas. Honorários devidos com o ajuizamento da execução fiscal Caso o contribuinte pague o débito à vista ou efetue seu parcelamento, os honorários advocatícios da Procuradoria na execução fiscal serão reduzidos na mesma proporção da redução aplicável ao débito. Prazo para adesão: Estado do Rio de Janeiro altera as penalidades e os critérios de atualização do ICMS-RJ Em , foi publicada a Lei do Estado do Rio de Janeiro nº 6.357/2012 ( Lei RJ 6.357/2012 ) que, entre outras providências, altera as penalidades previstas na Lei Estadual nº 2.657/1996 ( Lei do ICMS-RJ ), nessa parte com previsão de entrar em vigor em 1º de julho de De acordo com a Lei RJ 6.357/2012, a penalidade pelo crédito, dedução, compensação, falta de destaque, ausência de débito, não retenção, falta de estorno ou pagamento em desacordo com a legislação passará a ser de 75%. Na hipótese de o imposto retido por substituição não ser declarado à fiscalização e pago no prazo, a multa aplicável será de 120%. A penalidade será de 150% contra aquele que, por ação ou omissão, tiver concorrido em casos de não pagamento do imposto nas quais se constate adulteração, vício, falsificação ou simulação. -4-

5 Além das alterações nas penalidades, a Lei RJ 6.357/2012 também possibilita que as obrigações acessórias descumpridas até , envolvendo omissões ou erros na entrega de GIAs, DECLAN-IPMs, SINTEGRA e outras declarações, sejam regularizadas até , com a dispensa das multas e o cancelamento dos autos de infração porventura lavrados para aplicação das penalidades previstas nos incisos XVIII, XIX, XX e XXXIII, do art. 59 da Lei do ICMS-RJ (com a redação ainda em vigor). Por fim, vale lembrar que, em , entraram em vigor as Leis do Estado do Rio de Janeiro nºs 6.127/2011 e 6.269/2012, as quais afastaram a aplicação da UFIR-RJ como índice de correção monetária, além de alterarem a regra de incidência de juros de mora de 1% ao mês, a fim de adotar taxa SELIC na correção dos débitos tributários com a Fazenda Pública do Estado do Rio de Janeiro. Nessa nova sistemática, os contribuintes em atraso terão os débitos corrigidos pela taxa SELIC, mais multa de mora de 0,33% por dia de atraso, limitada a 20%. -5-

6 DIREITO TRIBUTÁRIO NOS TRIBUNAIS STF admite cobrança progressiva de ITCD Por maioria dos votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal ( STF ) assegurou a constitucionalidade da cobrança do Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCD), tema com repercussão geral. O leading case foi apreciado em conjunto com outros nove processos semelhantes. O Governo do Estado do Rio Grande do Sul, autor dos recursos, contestou decisão que entendeu inconstitucional a progressividade da alíquota do ITCD (de 1% a 8%) prevista no artigo 18, da Lei nº 8.821/89, e determinou a aplicação da alíquota de 1%. A discussão foi retomada com a apresentação de voto-vista do Ministro Marco Aurélio, que acompanhou o relator, Ministro Ricardo Lewandowski, afastando a progressividade. Contudo, prevaleceu o entendimento divergente do Ministro Eros Grau, na seguinte linha: todos os impostos estão sujeitos ao princípio da capacidade contributiva, mesmo os que não tenham caráter pessoal. O que o dispositivo estabelece é que os impostos, sempre que possível, deverão ter caráter pessoal. Ou seja, a Constituição prescreve como devem ser os impostos, todos eles, e não somente alguns. Assim, todos os impostos, independentemente de sua classificação como de caráter real ou pessoal, podem e devem guardar relação com a capacidade contributiva do sujeito passivo. O Ministro Eros foi seguido pelos Ministros Ayres Britto, Menezes Direito, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie, Carmen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello. STJ: A cessão de direito autoral não está sujeita à incidência do ISS Por unanimidade de votos, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça ( STJ ), no julgamento do Recurso Especial ( Resp ) nº , concluiu que a cessão de direito autoral não está sujeita à incidência do Imposto sobre Serviços ( ISS ). Neste caso, o Município do Rio de Janeiro buscava o reconhecimento da incidência do ISS sobre a cessão de direito autoral com base, dentre outros argumentos, em uma interpretação extensiva da Lista Anexa à Lei Complementar nº 116/03, que, em seu item 3.0, prevê a incidência do imposto sobre a cessão de direito de uso e congêneres. No entanto, o Ministro Arnaldo Esteves Lima, relator do caso, após destacar em seu voto as diferenças entre o direito autoral e o direito de uso, concluiu que não há falar que cessão de direito autoral é congênere à de direito de uso, hábil a constituir fato gerador do ISS. Este importante precedente se mostra em linha com o entendimento de que a lista de serviços anexa à Lei Complementar nº 116/03, ao contrário do que entendem as autoridades fiscais municipais, deve ser interpretada de forma taxativa, não comportando interpretação extensiva. Vale destacar que, embora seja um importante precedente, essa decisão ainda poderá ser revista pela Primeira Seção do STJ, que reúne os Ministros da Primeira e Segunda -6-

7 Turmas e tem a função de uniformizar o entendimento do STJ. CARF AFASTA A INCIDÊNCIA DE IRPJ, CSL, PIS E COFINS SOBRE INCENTIVOS FISCAIS REGIONAIS Em julgamento realizado na sessão de 5 de dezembro de 2012, a 2ª Turma Ordinária da 2ª Câmara da 1ª Seção de Julgamento do CARF decidiu, em posicionamento unânime, que a concessão de empréstimos subsidiados e créditos presumidos de ICMS, com a finalidade específica de incentivar a instalação de empreendimentos consideradas de fundamental interesse para o desenvolvimento de municípios no interior da Bahia e do Ceará, não estão sujeitos à incidência de IRPJ, CSL, PIS e Cofins (acórdão nº ). A disputa decorre de uma divergência de entendimentos entre o contribuinte e fiscalização da Receita Federal do Brasil ( RFB ), devido ao fato de o contribuinte não ter adicionado ao lucro líquido dos períodosbase de 2004 a 2006 valores recebidos a título de empréstimos e créditos presumidos de ICMS, decorrentes de acordos celebrados com as Fazendas Estaduais da Bahia e do Ceará, sob a alegação de que tais valores seriam, com base no artigo 433 do RIR, subvenções para investimento e, por consequência, não tributáveis. A RFB, por outro lado, entendeu que tais incentivos seriam, na verdade, destinados ao capital de giro da empresa, conforme, inclusive, constava na redação dos protocolos de intenções celebrados junto às Fazendas Estaduais; dessa forma, eles não se adequariam à regra do artigo 443 do Regulamento do Imposto de Renda ( RIR ), fugindo ao conceito de subvenção para investimentos. A fiscalização federal, dessa forma, autuou o contribuinte, cobrando o IRPJ, CSL, PIS e Cofins incidentes sobre os valores em discussão, acrescidos de multa de ofício e juros. -7- O assunto foi levado ao CARF, oportunidade em que o Conselheiro Relator Carlos Alberto Donassolo trouxe, a princípio, conceitos da legislação societária, a fim de diferenciar subvenções para investimento, que devem ser registradas diretamente nas contas de reservas de capital e não afetam o resultado do exercício, de subvenções correntes, para custeio ou operação, que transitam pelas contas de resultado e devem ser caracterizadas como receitas da empresa. Nesse sentido, o conselheiro destacou que, para fins societários, verbas recebidas por companhias que prestam serviços ou realizam obras de interesse público deveriam ser consideradas como subvenções para investimento. Em seguida, apontou que a interpretação das regras fiscais, nesse caso, deve seguir o que determina a legislação societária. Corroborando com seu entendimento, destacou o Parecer Normativo CST nº 112/78, que define subvenções para investimento como aquelas nas quais o Estado retorna ao particular uma quantia já incorporada à receita pública, devendo o contribuinte, como contrapartida, aplicar tais recursos em empreendimentos de interesse público. Na análise do caso concreto, o conselheiro destacou que os incentivos em discussão consistiam, basicamente, em devoluções, para o contribuinte, do ICMS já recolhido por ele próprio aos cofres públicos, via empréstimos e créditos presumidos; ademais, apontou que a própria autoridade autuante já reconhecera que o contribuinte havia cumprido com suas obrigações de investir no desenvolvimento econômico regional, nos termos do que foi

8 acordado junto aos Estados. Com isso, entendeu que as condições necessárias para se caracterizar tais verbas como subvenções para investimentos haviam sido devidamente cumpridas pelo contribuinte, sendo descabida sua tributação pelo IRPJ. Por fim, destacou que os lançamentos de CSL, PIS e Cofins deveriam ser sujeitos ao mesmo tratamento conferido ao IRPJ, pois subvenções para investimento não integram a receita bruta e, por conseqüência, não compõem o faturamento, base de cálculo do PIS e da Cofins, tampouco o lucro líquido do exercício, base de cálculo da CSL. O conselheiro votou, com isso, pelo integral cancelamento dos lançamentos, sendo acompanhado, unanimemente, pelos demais membros da turma. manifestado anteriormente tanto pelas câmaras baixas do CARF como por sua câmara superior, a Câmara Superior do CARF, relativamente ao conceito de subvenções para investimento posicionamento, este, mais abrangente do que aquele defendido pela RFB. Dessa forma, nos parecem cada vez mais fortes os argumentos a favor dos contribuintes a fim de afastar a tributação incidente sobre incentivos fiscais que demandem, como contrapartida, investimentos em empreendimentos econômicos de interesse público. Vale notar que esta decisão indica a tendência à consolidação do entendimento já JUDICIÁRIO COMEÇA A LIBERAR EMPRESAS DE DIVULGAR DADOS EMPRESARIAIS NA NOTA FISCAL E FCI Muito embora o Ajuste SINIEF nº 27/12 tenha adiado o prazo para a entrega da Ficha do Conteúdo de Importação ( FCI ) para o dia e esclarecido que as fiscalizações realizadas até essa data terão caráter exclusivamente orientador, diversas empresas têm buscado o Judiciário para reconhecer o direito de não mencionar na nota fiscal e na FCI o valor da importação ou do conteúdo importado, regra prevista na cláusula sétima do Ajuste SINIEF n 19/12. Desde o início do ano, os contribuintes têm obtido decisões liminares que lhes autorizam o não cumprimento de mencionada regra com base no sigilo empresarial e na livre iniciativa. Vale mencionar que, no Estado de São Paulo, houve a regulamentação do Ajuste SINIEF n 19/12 pela Portaria CAT n 174/12. Entre as suas disposições, foi determinado que o número do FCI e o valor da importação devem ser mencionados inclusive nas operações internas e que a nova alíquota do ICMS e sistemática de apuração será aplicável para todas as mercadorias importadas existentes em estoque no dia

9 DIREITO TRIBUTÁRIO COMENTADO Alteração na tributação das remessas ao exterior para pagamento por licença de software: Cuidados a serem observados pelas empresas Luiz Roberto Peroba Barbosa William Roberto Crestani Sócio e Associado da Área Tributária de Pinheiro Neto Advogados Já há alguns anos os contribuintes vêm discutindo com as autoridades fiscais a efetiva natureza jurídica dos valores que são remetidos pelas empresas brasileiras ao exterior para pagamento pelo licenciamento de software detido por empresas estrangeiras. Em linhas gerais, a discussão se concentra em definir se o licenciamento de software seria um serviço ou uma licença de uso de direitos autorais, a depender dessa definição, as referidas remessas podem ser tratadas como um pagamento por um serviço prestado ou como pagamento de royalties. remessas teriam natureza de pagamento de royalties. Por se tratar de um entendimento federal, ele se aplica apenas ao PIS/COFINS- Importação, não abrangendo o ISS, cuja cobrança é feita pelos municípios. A primeira vista a decisão é positiva para os contribuintes, porém é necessário atentar que ela pode ter impactos diferentes a depender da situação específica de cada contribuinte. A seguir listamos duas situações mais comuns que têm chamado a atenção das autoridades fiscais e por isso merecem a atenção das empresas. Se for enquadrado como serviço, o pagamento estará sujeito, pelo menos, ao imposto sobre serviços (ISS municipal) e ao PIS/COFINS- Importação (Federal). No segundo caso (royalties), porém, o ISS e o PIS/COFINS- Importação não deveriam incidir. Evoluindo nessa discussão, no ano de 2011 a Receita Federal do Brasil, por meio da Coordenação-Geral de Tributação (COSIT), uniformizou o entendimento do órgão em relação à natureza jurídica dessas remessas, tendo definido através da Solução de Divergência nº 11/2011 que não deveria incidir o PIS/COFINS-Importação sobre as remessas ao exterior para pagamento de licença de software, por considerar que tais (a) Contrato de Licenciamento de Software A primeira situação que merece ser vista com cuidado se refere à forma como foi elaborado o contrato de licenciamento de software. É comum que além do licenciamento de software propriamente dito, o contrato preveja uma assistência técnica para o caso de problemas no funcionamento do software ou de treinamento para a sua utilização. Esses adicionais constituem serviços conexos ao licenciamento de software e justamente por isso devem ter o seu custo claramente segregado do preço do licenciamento e individualizado dentro do contrato, de modo -9-

10 que sejam tributados como serviços (e não royalties). Trata-se de uma exigência feita pelo próprio COSIT na Solução de Divergência nº 11/2011. Caso essa segregação não tenha sido observada pela empresa, existe o risco de o contrato ser totalmente descaracterizado, de modo que o seu valor integral será tratado como serviço e, como consequência, estará sujeito ao recolhimento do PIS/COFINS- Importação. As autoridades fiscais têm seguido rigidamente essa exigência e autuado as empresas que não a observam. (b) Recolhimento de PIS/COFINS- Importação no passado A segunda situação concerne ao passado. Cumpre lembrar que antes da uniformização realizada pelo COSIT, a própria Receita Federal exigia o recolhimento do PIS/COFINS- Importação sobre os valores remetidos ao exterior para pagamento da licença de software, o que foi observado por muitos contribuintes que adotaram uma postura mais conservadora em relação ao assunto. Ao recolher o PIS/COFINS-Importação nessas situações, essas empresas posteriormente utilizavam os valores recolhidos como crédito fiscal para compensar com as contribuições ao PIS/COFINS incidentes sobre o seu faturamento, como autoriza a Lei nº /2004. Como consequência, a partir do momento em que o COSIT definiu que não deveria incidir o PIS/COFINS-Importação nas remessas em comento, duas situações surgiram: (i) o direito das empresas pedirem a restituição dos valores recolhidos indevidamente no passado, cujo prazo é de cinco anos; e (ii) a perda do direito ao crédito fiscal utilizado no pagamento do PIS/COFINS sobre seu faturamento. Ocorre que, enquanto o direito à restituição depende de um pedido de iniciativa do contribuinte, a glosa do crédito fiscal utilizado indevidamente pode ser realizada pela própria fiscalização de forma independente e separada da restituição. Essa diferença tem começado a gerar problemas práticos para algumas empresas, as quais têm sido autuadas em relação ao crédito utilizado indevidamente, acrescido de multa de 75% e juros. Apesar do direito à restituição, essas empresas acabam tendo problemas quando são autuadas, já que a restituição não é automática e por vezes demora meses ou anos para ocorrer, enquanto que a cobrança decorrente do Auto de Infração é feita imediatamente pelas autoridades fiscais. Outro problema é a cobrança da multa de 75% que não será coberta pelo valor da restituição. Assim, as empresas acabam sendo obrigadas a realizar um desembolso de caixa que pode afetar o planejamento financeiro, ao mesmo tempo em que acabam arcando com uma multa de 75%. Isso pode ser evitado se a própria empresa se antecipar à fiscalização e excluir os créditos fiscais utilizados indevidamente por conta própria. Embora isso também gere um desembolso de caixa imediato, pode evitar a autuação e a cobrança da multa de 75%. Portanto, para evitar as situações descritas acima é importante que as empresas analisem o seu caso específico e avaliem se devem (i) rever seus contratos de licenciamento de software em vigor e (ii) retificar suas declarações fiscais para excluir os créditos de PIS/COFINS utilizados indevidamente no passado e pedir a restituição dos valores de PIS/COFINS-Importação recolhidos no passado sobre suas remessas para pagamento pelo licenciamento de software. -10-

11 O Informativo TributAção é desenvolvido mensalmente pelos profissionais que integram a Área Tributária de Pinheiro Neto Advogados. Sócios da Área Tributária: São Paulo: José Roberto Pisani, Sérgio Farina Filho, Marcelo Mazon Malaquias, Ricardo Luiz Becker, Luciana Rosanova Galhardo, Mauro Berenholc, Eduardo Carvalho Caiuby, Luiz Roberto Peroba Barbosa, Tércio Chiavassa, Marcelo Marques Roncaglia e Giancarlo Chamma Matarazzo. Rio de Janeiro: Carlos Henrique T. Bechara, Marcos de Vicq de Cumptich e Emir Nunes de Oliveira Neto. Colaboraram com esta edição: Ana Teresa L. Rosa, Alan Araujo, Andréa Mascitto, Andrey Biagini, Bruno Matos Ventura, Diego Casseb, Guilherme Villas Boas e Silva, Gustavo Andrejozuk, João Rafael Gândara de Carvalho, Jorge N.F. Lopes Junior, José Márcio Rego, Laura Castello Branco R. Araujo, Luiz Paulo Romano, Luiz Roberto Peroba Barbosa, Marcos de Vicq de Cumptich, Saul Tourinho Leal, Stephanie Galvão Bueno, William Roberto Crestani. RUA HUNGRIA, 1.100, SÃO PAULO, SP T.: +55 (11) F.: +55 (11) BRASIL RUA HUMAITÁ, 275, 16º ANDAR RIO DE JANEIRO, RJ T.: +55 (21) F.: +55 (21) BRASIL SAFS QUADRA 2, BLOCO B, 3º ANDAR, ED. VIA OFFICE, , BRASÍLIA, DF T.: +55 (61) F.: +55 (61) BRASIL R -11-

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