RELATÓRIO COMPLETO. Não é mais possível fazer medicina sozinho!

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1 RELATÓRIO COMPLETO Carlos Alberto Sá Marques, presidente da Comissão de Defesa Profissional da SOGOPE faz a abertura do Fórum e apresentação dos membros da mesa e convida cada um para fazer suas considerações específicas. Etelvino Trindade, presidente da FEBRASGO explana sobre as dificuldades do exercício da especialidade, sob a visão da FEBRASGO, mas pondera que não adianta confronto com o Governo. Inicia sua apresentação comentando que os ginecologistas e obstetras estão insatisfeitos, preocupados e sem esperança. Dados da Datafolha mostram que a insatisfação se deve à baixa remuneração, baixo salário, condições de trabalho e infraestrutura do local do trabalho inadequadas, falta de reconhecimento, jornada de trabalho excessiva, relacionamento difícil com os planos de saúde e risco de judicialização. O atendimento ao parto centrado no médico não é mais suportável. Todavia, com as mudanças na medicina, por exemplo a especialização e incorporação de tecnologias, no contexto atual de populações urbanas, principalmente nas grandes cidades, com deslocamentos difíceis entre o local de habitação dos médicos e das parturientes, o parto domiciliar ficou quase impossível. Entretanto, a assistência ao parto normal nesse contexto fica inviável, uma vez que o trabalho de parto podendo demorar mais de 12h e algumas operadoras remunerando o médico com R$300,00 (trezentos reais) por essa assistência, gera alguns problemas relacionados ao bem estar familiar e social, manutenção da própria saúde e de sobrevivência financeira. Não é mais possível fazer medicina sozinho! Surgem problemas como as altas taxas de cesariana e divulgações na mídia - "o obstetra não ouve a gestante; o obstetra impõe sua vontade; o obstetra manipula a gestante em seu interesse intervencionista; a cesariana é indicada pela conveniência e por permite maior ganho ao obstetra". Mas a mídia não divulga que: "cesarianas salvam vidas de gestantes e conceptos; muitas cesarianas são realizadas por pedido da gestante; a remuneração do parto cesariano ou normal é praticamente idêntica; existem interesses de grupos organizados em mercado de trabalho; a redução de custos é o foco principal". Comenta sobre a Pesquisa da Fiocruz quanto ao Processo de decisão pelo tipo de parto no Brasil: da preferência inicial das mulheres à via de parto final (Cadernos de Saúde Publica, Vol. 30, Supl 1 Rio de Janeiro 2014), e sobre as pressões sociais quanto ao direito da mulher na escolha do seu parto, quando grupos sociais organizados e segmentos do governo dizem que: "a episiotomia é lesão corporal; manobras para facilitar o parto são indevidas 'a natureza é sábia'; a indicação de parto cesariano pós cesariana prévia é feita por interesse do obstetra; no parto em apresentação pélvica pode ser feita a versão externa e também pode haver nascimento espontâneo, desde que não haja intervenção do obstetra".

2 Cita o Projeto de Lei de autoria do Deputado Jean Wyllys, no qual "o médico que realiza uma episiotomia comete um crime e será preso". Mas os grupos sociais organizados e segmentos do governo não dizem que: "nos países nórdicos a incontinência fecal aumentou em 20% e a causa sugerida é a não realização da episiotomia em casos que deveria ser indicada; parto vaginal após cesariana tem risco acrescido para a gestante e para o concepto; no parto com apresentação pélvica a versão externa tem risco para a gestante e para o concepto, bem como o parto pélvico envolve maior risco para ambos". Discorre sobre as pressões do governo para o parto domiciliar e parto em casas de parto, citando a Portaria Nº 11, de 7 de janeiro de E contrapõe sobre o parto domiciliar que estudos europeus demonstraram que o risco para o neonato é maior e que a ACOG (EUA) desaconselha e expõe a visão da Febrasgo sobre parto domiciliar: "o risco de realizar o parto no ambiente domiciliar é de quem assume fazê-lo, com todas as implicações civis e criminais cabíveis, o diagnóstico ou conduta inicial pouco adequados podem gerar situações alarmantes e de difícil controle, a Febrasgo desaconselha, pelos riscos envolvidos", semelhantemente à posição do CFM e disponíveis em ambos os sites. Comenta a posição da Febrasgo por uma mudança do modelo: "apoia a incorporação do enfermeiro obstétrico na equipe de atendimento ao parto; apoia a organização hospitalar que incorpora o acompanhamento constante da gestante pela equipe de saúde; não concorda com o modelo da Casa de Parto desvinculada fisicamente do hospital; não concorda que o obstetra seja excluído do atendimento e acompanhamento ao parto". Faz críticas ao Protocolo de Condutas e Diretrizes e Terapêuticas (PCDT) de Cesariana do Ministério da Saúde (MS), que recentemente esteve sob consulta pública, o qual dispensa a presença do pediatra na sala de parto, minimiza o risco de parto vaginal após cesariana prévia e não mensura os riscos do parto vaginal após mais de uma cesariana prévia. E descreve as atitudes da FEBRASGO em resposta ao citado PCDT: "ofício ao MS solicitando retirar a assinatura da FEBRASGO da Diretriz, Carta pública conjunta com AMB e SBP repudiando a retirada do pediatra da sala de parto, homologação da diretriz sobre parto após cesariana prévia realizado pela AMB. Emilton de Melo Alves, médico obstetra, gestor da central de regulação e membro do Comitê de Obstetrícia e do Comitê de Estudos de Mortalidade Materna da Secretaria Estadual de Saúde, comenta sobre a realidade local junto à central de regulação de leitos, iniciando sua apresentação conceituando a Central de Regulação (CR) como "órgão regulador da assistência médica de forma a receber as solicitações de regulação, orientando e organizando o fluxo de paciente ao sistema SUS" que possui como instrumentos de regulação "Protocolos clínicos (que facilitam o fluxo de pacientes, pois define regras para os encaminhamentos e são revistos regularmente), resoluções ou diretrizes clínicas (como por exemplo, recentemente a determinação do Secretário de que só se fecha plantão por determinação do Diretor na Unidade), disponibilidade de oferta e software ( ligações/mês, todas gravadas). Os objetivos da CR são: "registrar e dar seguimento às solicitações de regulação; órgão sanitário para atuar com VAGA ZERO, órgão de informação (porta de entrada do Sistema SUS) e orientador das ações. Utiliza como estratégias "o monitoramento diário das escalas

3 de plantão; monitoramento diário do quantitativo de pacientes reguladas; monitoramento da procedência das pacientes; visita in loco nas maternidades de forma sistematizada, e educação continuada sobre o processo de regulação. Dentre os problemas enfrentados pela CR cita: "pré-natal deficiente, déficit de profissionais (obstetras, neonatologistas e anestesiologistas), fechamentos das unidades municipais, migração das pacientes para o SUS, e o custo da saúde cada vez mais alto. Comenta que quando foi criada a CR, em 2002, a proposta era regular 12 mil leitos, e hoje existem menos de 10 mil leitos na Rede. E lista as Maternidades privadas fechadas nos últimos 10 anos: Hospital Albert Sabin, Hospital Ana Nery, Hospital João XXIII, Hospital Jaime da Fonte, Prontolinda, Maternidade Santa Cecília, Hospital São Marcos, Maternidade Santa Clara e Hospital São Lucas. Quanto à Rede pública de atenção obstétrica o total de maternidades sob gestão Estadual e Municipal (em 2014) são 183 (33 Estaduais), com 2271 leitos (832 Estaduais) e foram realizados (até nov/14) partos (49463 nos hospitais Estaduais, dos quais nas maternidades regionais). Apresentou o mapa de Pernambuco, dividido nas suas quatro Macrorregionais, de acordo com os estabelecimentos de saúde que possuem leitos obstétricos por gestão (Estadual, Municipal e Dupla), e a distribuição espacial das maternidades que realizaram os maiores quantitativo de parto por Região de Saúde. Listou as maternidades de acordo com dias em que permaneceu aberta, motivos de fechamento ou de restrição e números de pacientes transferidas para maternidades de alto risco. Cláudia Beatriz de Andrade, Diretora do SIMEPE, plantonista da Maternidade Barros Lima e conselheira do CREMEPE, discorreu sobre os aspectos sindicais (visão do SIMEPE), inicialmente solicitando que passemos a abolir o termo "violência obstétrica" para reduzir a marginalização do obstetra. Para a busca do modelo ideal, o enfrentamento das dificuldades perpassa pela VAGA ZERO, jornadas exaustivas, escalas incompletas, peregrinação de pacientes por todo o Estado. O SIMEPE conta o apoio e articulação do CREMEPE e Associações Médicas, pela luta por uma Rede hierarquizada, resolutiva, com equipe completa, evitando a migração de pacientes do interior para a capital, e com pediatra em sala de parto, posicionando-se contra o PCDT da cesárea do MS. Cita como principais vertentes para o novo modelo assistencial ao parto: qualificar a assistência à mulher e a valorização do profissional. Enaltece o principal problema atualmente das maternidades, ou seja, a superlotação por leitos em número suficiente. Clama aos gestores pela finalização das obras das maternidades do Estado, Municipais e da RMR, com centros regionalizados. Contesta na fala de Emilton o fato do fechamento das maternidades com autorização do Diretor na Unidade, porque quem mais está ciente da situação diária é a equipe médica plantonista, e chama atenção que o CREMEPE tem parecer favorável para isso.

4 Destaca que muitos obstetras estão adoecendo com esta série de dificuldades enfrentadas, o ensino médico fica comprometido e alerta para o fato que "a definição de parto eutócico é retrospectivo". Chama atenção para o fato de que no setor privado a Comissão de Honorários Médicos do SIMEPE, tem desempenhado um trabalho muito sério e importante na defesa profissional e remuneração aproveita a oportunidade para referir que o SIMEPE sente a falta da SOGOPE nas reuniões da Comissão. A tabela da CBHPB com inversão de valores O SIMEPE luta pela valorização da carreira pública, concurso, com nomeação imediata e remuneração justa para toda a categoria. Carlos Vital Correia Lima, presidente do CFM, aborda os aspectos éticos em Ginecologia e obstetrícia (visão do CFM), iniciando sua apresentação com um vídeo veiculado pela Rede Globo em 10/02/15, que retrata as grandes dificuldades em hospitais e maternidades do DF, como superlotação e desfalque na equipe de plantonistas, incluindo neonatologistas e equipe de enfermagem, dificuldades estas que sintetizam as vivenciadas por todo o país. Descreve o diagnóstico da assistência obstétrica no Brasil, representado pela "falta de leitos, insumos, medicamentos e recursos humanos (médicos e outros profissionais), equipes médicas desvalorizadas com baixa remuneração, sem condições de trabalho e ausência de perspectivas. Comenta que o Brasil perdeu entre julho/10 e julho/14 um total de leitos, dentre estes, leitos de obstetrícia, que a crise afeta a rede pública (própria e conveniada/filantrópica), que a dívida das Santas Casas chega a R$ 17 bilhões de reais e as perdas na Tabela SUS chegam, em média, a 470%. Destaca a NOTA DE ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE, divulgada em Brasília, 7 de janeiro de 2015, na qual o CFM e a Febrasgo reiteram seu empenho no estímulo ao aumento no número de partos normais no País, inclusive por meio de campanha, e cobram das autoridades maior atenção aos problemas centrais que afetam a assistência obstétrica na saúde suplementar: o equilíbrio nas relações entre operadoras e os médicos e a garantia de ampla cobertura hospitalar às gestantes pelos planos de saúde. Em maio/15 o MS apresenta o PCDT de cesárea para consulta pública, no qual prevê a possibilidade de partos sem pediatras/neonatologistas e imediatamente o CFM e Febrasgo reagiram às proposta com nota pública e gestões junto ao Governo. Através de Nova NOTA DE ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE, Brasília, 15 de maio de 2015, o CFM divulga que "Os problemas que afetam a segurança do parto no Brasil decorrem, sobretudo, de questões como a falta de leitos obstétricos (nas redes pública e suplementar), a ausência de condições de trabalho, a falta de concursos públicos para a contratação de profissionais e a desvalorização dos recursos humanos em saúde". E após críticas, o MS recua e se diz contra parto sem pediatra.

5 Informa que o Plenário do CFM, com o apoio de sua Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia, se mantém atento às necessidades da especialidade, em busca de melhores resultados para o médico e a população. Finaliza solicitando a permuta do termo "violência obstétrica" por "parto seguro". Jailson de Barros Correia, pediatra, professor da UPE, Secretário da Saúde da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR), abordou as perspectivas da Secretaria fazendo uma breve introdução resgatando da fala de Vital a questão da cidadania, cujo exercício deve ser durante as 24h do dia e clama para que o debate sobre o nosso sistema de saúde, buscando estratégias claras junto à sociedade brasileira, perpasse pelo orçamento destinado à saúde. Destaca o papel que muitos municípios, como o Recife e o Estado vem adotando, com gastos além dos 15% do limite constitucional, chamando a importância de se investir em saúde. Destaca a partir da fala de Etelvino, a importância da evidência, de forma que cada um possa se desvencilhar de conflitos entre categorias. "A situação não está boa para ninguém", "a situação é de desespero" e precisamos de fato, a partir da discussão das boas práticas com evidência, ambiência, lutar contra a violência, criando assim um trocadilho. Discorre sobre os altos índices de morbimortalidade materna e neonatal, sendo as causas de mortalidade materna mais frequentes consideradas evitáveis, como hipertensão, hemorragia, infecção e complicações de aborto. E as principais causas de mortalidade neonatal são igualmente consideradas reduzíveis e evitáveis, como falhas na atenção adequada à mulher durante a gestação e parto, bem como ao recém-nascido. Chama a atenção para o direito igualitário da mulher "parir e nascer com dignidade e segurança", tendo a humanização como abordagem ética, com práticas baseadas em evidência, o que inclui o alívio da dor, não ser tratada com insultos e constrangimentos e não se submeter a procedimentos desnecessários. Comenta que a violência obstétrica perpassa por questões institucionais, por más práticas, insultos, constrangimentos, restrições da escolha do local do parto. Ilustra os índices de cesarianas nas três maternidades do Recife (Barros Lima, Bandeira Filho e Arnaldo Marques) em torno de 22%, todas com muitas dificuldades, cujo principal problema é a equipe incompleta, aguardando a homologação do último concurso, que será em julho/15. Mas chama para uma reflexão, questionando "qual é a pior imagem, a mais dura, a que mais dói": a de uma enfermaria vazia (por hospital fechado), ou de uma enfermaria lotada? Apresenta dados que mostram gastos de R$ 13 milhões da PCR com partos de munícipes de outras cidades.

6 Cita como estratégias municipais para o enfrentamento da violência obstétrica: fortalecimento da atenção ao pré-natal (acolhimento com classificação de risco na ESF; identificação e priorização dos exames no pré-natal; grupos de gestantes; sala de situação; apoiadores temáticos, e implantação do Programa Mãe Coruja Recife); instituição de espaço ampliado de discussão da Rede Materna e Infantil (Fórum Perinatal e Colegiados Distritais); formação e educação continuada (capacitação no modelo de assistência humanizada dos preceptores do Programa da Residência; Residência em Enfermagem Obstétrica e capacitação dos profissionais da rede em Boas Práticas Obstétricas ); humanização e organização da assistência hospitalar (implantação do Acolhimento com Classificação de Risco; fortalecimento do Programa Municipal de Doulas Comunitárias ; garantia da presença do acompanhante e regularização das escalas de plantão com concurso público) e ampliação e qualificação da Rede Materna e Infantil (implantação do Hospital da Mulher, hoje com 70% da obra concluída; de Centro de Partos Normais; de Casa de Gestante, Bebê e Puérpera; e requalificação das maternidades - berçários para Unidades de Cuidados Intermediários Neonatais; melhoria da ambiência e estrutura física). José Iran Costa Jr., Secretário da Secretaria Estadual de Saúde do Estado de Pernambuco, abordou as Perspectivas da Secretaria, inicialmente destacando a importância do debate e que implantou um programa "Integra SES", no qual a SES está indo para dentro dos hospitais, ouvir as pessoas, as propostas, de forma que tem toda a noção do que está havendo nas maternidades, e que esta "luta é de todos". Os problemas com as maternidades antecederam sua posse, recebeu esta herança e está disponível para trabalhar. Apresenta a Rede Materno-Infantil de Pernambuco, constituída pelo risco habitual e alto risco, composta pelos centros de atendimento primário, secundário e terciário. Comenta que do total de 183 maternidades sob gestão Estadual e Municipal (em 2014) 33 são de gestão Estadual, e do total de 2271 leitos, 832 são Estaduais. Dos partos realizados (até nov/14), ocorreram nos hospitais Estaduais, dos quais nas maternidades regionais. Há uma proposta da SES para aumentar para o número de maternidades sob gestão estadual para 50. Reapresentou o mapa de Pernambuco, previamente ilustrado por Emilton, dividido nas suas quatro Macrorregionais, de acordo com os estabelecimentos de saúde que possuem leitos obstétricos por gestão (Estadual, Municipal e Dupla), comentando que na I Macrorregional estão situadas 60% das maternidades e 90% das de alto risco, o que considera um erro de estratégia e que há um projeto de extensão de maternidades de alto risco para Caruaru, Serra Talhada e Petrolina, para reduzir a sobrecarga para a I Macrorregional. Narra que na 1a semana após sua posse na SES preocupou-se em identificar as maternidades que se distanciam até 150 km de Recife, Caruaru, Serra Talhada e Petrolina, e propôs dar recursos para estas maternidades, desde que se mantivessem abertas por sete dias na semana e ao realizar este levantamento e estudou os motivos pelos quais elas eram

7 fechadas, com profissionais trabalhando em condições não ideais, fazendo mais do que podem, muitas vezes eram por comodidade de várias pessoas, inclusive gestores. Informa que com a crise financeira que afeta o país, decidiu priorizar os incentivos para a Saúde Materno Infantil, incluindo suporte para o Hospital da Mulher de Recife e de Caruaru. Comenta que existem quatro estado do pais, dentre eles, RJ, ES e SC que nem sequer regulam os leitos de obstetrícia. Defende que o percentual do orçamento destinado à saúde seja repensado. Cita as perspectivas da SES: recompor escalas de plantão nos hospitais da rede estadual; garantir o financiamento da Rede Cegonha de forma tripartite; implantar a Especialização em Enfermagem Obstétrica; ampliar e interiorizar a Residência para os profissionais da rede; qualificar o Pré-natal (cita as altas taxas de sífilis congênita); pactuações e parcerias: consórcios; implementar a Rede de Atenção Obstétrica e Neonatal Regionalizada e concluir a obra do Hospital da Mulher de Caruaru (80% concluída) e do Hospital da Mulher de Recife. E finaliza dizendo que é URGENTE a discussão da Legislação pela qual o gestor de saúde está sujeito, facilitando, por ex. as leis de licitação. Comenta, inclusive que alguns Secretários estão sendo notificados na Justiça por falta de medicamentos. Encerradas as falas dos membros da mesa, Carlos Alberto Sá Marques abriu a discussão com a plenária: Nadeje comenta sobre a falta de cirurgias ginecológicas, que mulheres estão morrendo com miomas, hemorragias por pólipos, chegam às maternidades com prolapsos genitais enormes, complexos, e não são beneficiadas com cirurgias ginecológicas. Outro tema abordado é que o CREMEPE e o SIMEPE fiscalizem a responsabilidade sanitária de Serviços que foram fechados ou se mantém inoperantes. Iran (Secretário SES) responde que de fato as cirurgias eletivas são um problema, e comenta como um dos motivos, nos grandes hospitais que tem urgências abertas, a epidemia de traumas, que demandam um gasto enorme do orçamento superior ao de todas as maternidades juntas, comenta também o fato de muitas maternidades municipais terem sido fechadas e que inclusive apontou o fato para o Ministério Público de Pernambuco, citando o exemplo de Camaragibe, cujo acordo foi de que a mesma seja reaberta em 120 dias. Lamenta que a Lei de Responsabilidade Sanitária está "parada" no Congresso Nacional. Roberto Magliano (relator do Fórum, presidente da SOGOPA e Conselheiro do CRM- PB): parabeniza os dois Secretários, e questiona-os, se com o corte do orçamento do Governo Federal para a área da saúde vai ser possível conduzir o que se pretende? Vital (CFM) argumenta que o corte do orçamento foi de R$ 121 para 109 milhões. O Ministério da Saúde só realizou ao longo dos últimos anos 40%.

8 Jailson (PCR) Defende uma reforma no Estado Brasileiro. Cláudia (SIMEPE): acompanha diariamente o fechamento de plantões e hospitais e se articula com CREMEPE e faz comunicados ao MP-PE e MP Federal e clama por uma solução conjunta com gestores. Berta (obstetra plantonista do CISAM) amplia a definição de violência obstétrica para violência institucional e que a pressão do gestor é mais burocrática e a do profissional é uma pressão humana, olho no olho, cita a elevação da Mortalidade Materna comentando que em 2014 ocorreram 13 mortes e em 2015, nos primeiros 5 meses, já ocorreram 11 mortes maternas. Solicita um pragmatismo maior dos gestores no sentido de definir datas para que as novas maternidades estejam concluídas. Olímpio Moraes (debatedor do Fórum, Diretor do CISAM, Vice-presidente da FEBRASGO-Região Nordeste): comenta o desespero da gestão do CISAM e comenta que a situação está muito pior do que há 30 anos. O Brasil pela classificação da CEDAW é o 4o pior país do mundo na redução da MM, fica atrás de países que estão em guerra, situação extremamente preocupante. Comenta o congelamento do ressarcimento pelo SUS do valor da média e alta complexidade. Fica estarrecido com a quantidade de maternidades fechadas e cita o exemplo da Maternidade de Olinda. Cláudia Beatriz (SIMEPE) reitera a solicitação de se rechaçar o termo violência obstétrica, pois marginaliza o obstetra. Não concorda também com o termo violência institucional. Que o papel do Sindicato é de "apitar" e o do gestor é de "providenciar". A judicialização está aí. Não é o gestor que responde na mídia. O nome que aparece maculado na mídia é o do profissional que assiste. Luiza Menezes (relatora do Fórum, Presidente da SOGOPE): contesta a fala de Berta, comentando que o termo violência obstétrica usado neste já foi de forma ampla a todos os vivenciam o trabalho nas maternidades que sofrem pela crise na saúde materno-infantil no Brasil. Comenta também o papel do gestor de uma forma também ampla e as diferentes pressões, mas que não se restringe ao gestor de saúde apenas a pressão burocrática, e sim uma pressão moral, ética, emocional, estando sempre sob judice, nas diversas instâncias, quer seja do Conselho de Medicina, do MPPE, ou instâncias maiores, quaisquer que sejam, e pasmem os senhores, que nós gestores do CISAM, instigamos o MP-PE, diversas Secretarias e Conselhos de Classe quanto às precárias condições vivenciadas por superlotação, déficit de recursos humanos e de insumos, recebemos várias fiscalizações coletivas de diversos Conselhos e um dos Conselhos nos classificou como categoria D, o que implica automaticamente numa abertura de sindicância. E obviamente, quem vai responder por esta sindicância? A Diretora Técnica, esta que vos fala! Desta forma ilustra que todos estão sob pressão e respondem por suas responsabilidades profissionais, a despeito dos Conselhos de Medicina isentarem os gestores de Secretarias de saúde de responsabilidade ética.

9 Iran (SES): comenta que a pressão sobre os gestores é enorme e estes estão sujeitos a responderem diversos processos. Contesta a fala de Claudia sobre "quem apita e quem responde", enaltecendo de que o momento de gravidade extrema é de todos, que devem estar juntos. Carlos Alberto Sá Marques solicita propostas da plenária. Cláudia Miranda (Diretora do HAM): sugere um modelo mutiprofissional para assistência ao parto, com boas práticas e comenta que a CR não é composta de obstetras. Emilton (CR): refuta dizendo que muitos médicos da CR são obstetras e toda a regulação é baseada em protocolos, por médicos experientes. Aline Girão: comenta sobre UBS com insumos básicos (p. ex. falta tensiômetro!), falta profissionais para parto normal adequado, deve-se investir na educação escolar básica e no planejamento familiar, buscando reduzir a taxa de adolescentes grávidas. Carlos Alberto Sá Marques: acrescenta que as altas taxas ainda existentes de sífilis congênita - vergonha nacional retrata a má qualidade do pré-natal em especial o desconhecimento sobre a interpretação dos resultados de testes treponêmicos e do VDRL. Adriana Scavuzzi (gerente do CAM-IMIP, vice-presidente da SOGOPE, conselheira do CFM): comenta que 18% as maternidades do Estado fazem 40 partos/mês. Cita a estratégia da parceria da SES com a Maternidade Santa Lúcia e questiona se há possibilidade real e rápida de novas estratégias semelhantes. Iran (SES): informa a proposta de abertura de 120 leitos de maternidades até 150 km de Recife (RMR) - Ipojuca, Camaragibe, Paudalho e Vitória (três deverão voltar a funcionar: Palmares, Ipojuca e Camaragibe). Faz a proposta de projeto que foi encaminhado ao CREMEPE para estimular a formação de especialistas em áreas carentes; cita 10 especialidades, dentre elas a obstetrícia, neonatologia e anestesiologia, que tem tido buscas reduzidas pelas Residências Médicas. Pedro Gonzales (Sertão do Pajeú): sugere um plano para fixação dos profissionais no interior, gratificação de interiorização para repor as equipes desfalcadas. Outra proposta é verificar as deficiências de cada hospital que possam ser sanadas. Cita exemplo recente vivenciado pelo mesmo, de parturiente ex-cesariada que apresentava hipercontratilidade uterina, e que se encontrava sozinho de plantão, sem anestesista e sem pediatra, e se viu obrigado a anestesiar a paciente, operá-la e assistir ao RN. Felizmente deu tudo certo, mas poderia, se algo tivesse dado errado, ter sido morto pelo marido e pai da criança, que na recepção o ameaçava de morte, se um dos dois morresse, porque no sertão é assim "ninguém espera a polícia para fazer justiça". Carla (Diretora do HBL): defende que há falta de pressão do Ministério da Saúde de campanhas educacionais para combater o machismo e reduzir a falha de tratamento do parceiro da gestante com sífilis. Comenta ainda a falta da penicilina no Brasil e as altas

10 taxas de adolescentes grávidas. Deve o MS tecer esforços para os laboratórios farmacêuticos nacionais produzam a penicilina. Helaine Rosenthal (Profa. da FCM/UPE, plantonista do HBL e Diretora do HMG- Prazeres): comenta a situação da Faculdade de Medicina de Garanhuns, a dificuldade de interiorização, a necessidade de aumentar salários ou produtividade ou agir como nas maternidades conveniadas que agem com produção, a situação crítica de superlotação no HBL e reforça a sugestão que os médicos de plantão tenham autonomia de fechar os plantões. Iran (SES): comenta a fala de Pedro Gonzales, informando que na reunião do CONASS foram defendidas a proposta de interiorização e valorização dos profissionais que estão em falta, que se encontram sob análise na PGE. Defende o pagamento por produtividade. Mas ações judiciais no SIMEPE e CREMEPE iriam "chover" porque outras especialidades não seriam beneficiadas. Quanto a contratação dos anestesistas por cooperativas, os tribunais de conta não autorizam e as vigentes atualmente são ilegais. Acha que o processo de interiorização da UPE vai ajudar, mas esse processo foi feito sem um mínimo de planejamento. Helio Costa (Prof. da FCM/UPE): propõe aumentar impostos sobre as motos e que este dinheiro fosse colocado para a saúde, VAN (transfer) de puérperas cujos RN permanecem nas Unidades Neonatais, participação efetiva da enfermagem no parto. Liliana (obstetra de Caruaru): defende a melhoria da capacitação dos profissionais que atuam na formação de novos especialistas, como os preceptores de residência médica, nas novas faculdades de medicina. Luiza Menezes: propõe: 1) ao Secretário da PCR um intercâmbio com hospitais do município para que RN com perfil de enfermaria (não de UTI ou UCI) que necessitem tratar sífilis congênita ou outras antibioticoterapias pudessem ser realizadas fora das maternidades e de unidades neonatais; 2) diante da falta do sal (matéria prima) necessária para a produção da penicilina no país, qual poderiam ser as ações Municipais e Estaduais no sentido de viabilizar a importação da penilicilina; 3) CGBP para mães que moram distantes (interior) serviços sociais para viabilizar transporte para puérperas cujos RN permanece internados na unidade neonatal (UTI ou UCI); 4) ao SES - uma força tarefa junto à UPE e SAD no sentido de flexibilizar um erro no edital do último concurso UPE/SAD para médicos neonatologistas e intensivistas da UTI materna (este ponto já foi discutido em diversas instâncias junto à UPE, no Conselho Universitário e está estagnado, o edital exigia o título de neonatologista e intensivista para os médicos assumirem seus cargos, ferindo Resoluções e Portarias); 5) porque não vincular aos egressos da residência médica um período de serviço na Rede Estadual de Saúde, reduzindo assim, custos de editais, provas de concursos, etc. Jefferson Valença (obstetra do CISAM): defende a valorização salarial dos plantonistas do interior e dos finais de semana, monitorar o tempo de espera para atendimento pela CR

11 (comenta sobre uma foto de seu celular registrando o tempo superior a 1h de espera em uma única ligação para a CR). Luis Lippo (tocoginecologista do CISAM): gratificação maior para o plantonista em comparação ao diarista e proteção individual aos plantonistas, talvez através de um convênio com a SSP. George Conrado (Serra Talhada): propõe rediscussão sobre o financiamento federal para a saúde, com um reajuste correto, a carreira de Estado e a capacitação dos profissionais, incluindo as equipes das UBS. Letícia Katz (gerente de Atenção à Saúde da Mulher da SES): dá informes de ações da gerência, dentre elas que recentemente a SES contratou 77 enfermeiras obstetras e que a GASM está aberta para sugestões. Olímpio Moraes: informa que o Estado tem muitos DIU e sugere a ampla divulgação e inserção do DIU pós-parto e pós-curetagem. Iran (SES): a CONASS cobrou ao MS e a penicilina vai ser produzida novamente e a regularização está a caminho. Na 2a. feira (02/06) terá uma conversa com a SAD para resolver a questão da neonatologia do CISAM. Jailson (PCR): parabeniza a estratégia e participação de todos neste Fórum. Informa que as vagas de residência na Prefeitura aumentaram de duas para 138 vagas para residência, das quais 10 para enfermagem obstétrica, sendo cinco para 1 o ano e cinco para 2 o ano. Informa como uma vitória para o enfrentamento da sífilis, a retirada pelo COFEN de qualquer Resolução que proibisse a aplicação da penicilina nas UBS. E por fim, convoca a SOGOPE para projeto de capacitação de profissionais da atenção básica na assistência ao pré-natal. Propõe que a FEBRASGO e CFM pudessem provocar as instâncias jurídicas para que um concurso vinculado para residência e serviço público pudesse ser vigorado na PCR e no Estado de Pernambuco.

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