O GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 86, inciso XVII, da Constituição do Estado.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 86, inciso XVII, da Constituição do Estado."

Transcrição

1 DECRETO N.º DE 04 DE JUNHO DE Aprova o Regulamento que fixa os procedimentos relativos a cadastramento, licenciamento, fiscalização do uso e sua aplicação, imposição de penalidades e recursos na distribuição e comercialização de produtos agrotóxicos, seus componentes e afins no território do Estado da Paraíba, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 86, inciso XVII, da Constituição do Estado. D E C R E T A: Art. 1º - Fica aprovado o anexo Regulamento, que faz parte integrante deste decreto e que fixa os procedimentos relativos a cadastramento, licenciamento, fiscalização de uso e sua aplicação, imposição de penalidades e interposição de recursos, referentes aos produtos agrotóxicos e afins produzidos e comercializados em território do Estado da Paraíba. Art. 2º - A Secretaria da Agricultura, Irrigação e Abastecimento promoverá, junto a técnicos, engenheiros agrônomos e florestais, respectivas escolas, entidades de classe, comerciantes, agricultores e demais operários produtores, manipula dores, exportadores e importadores de agrotóxicos, ampla divulgação sobre a obrigatoriedade do cumprimento das normas e penalidades instituídas por Lei e pelo anexo Regulamento. Art. 3º - Fica estabelecido o prazo de 180(cento e oitenta)dias, a contar da publicação deste decreto, para as empresas do setor solicitar o seu cadastramento junto ao órgão competente da Secretaria de Agricultura, Irrigação e Abastecimento do Estado da Paraíba. Art. 4º - O licenciamento ambiental das empresas referidas no artigo anterior, deverá ser efetuado junto ao Órgão Estadual competente, integrante do SISNAMA. Art. 5º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 04 de junho de 1991; 103º da Proclamação da República. RONALDO CUNHA LIMA Governador MIGUEL BARREIRO NETO Secretário da Agricultura, Irrigação e Abastecimento PUBLICADO NO DOE DO DIA 05 DE JUNHO DE REGULAMENTO FIXANDO OS PROCEDIMENTOS RELATIVOS A CADASTRAMENTO, LICENCIAMENTO,FISCALIZAÇÃO DO USO E SUA APLICAÇÃO, IMPOSIÇÃO DE PENALIDADES E RECURSOS NA DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS AGROTÓXICOS, SEUS COMPONENTES E AFINS NO TERRITÓRIO DO ESTADO DA PARAÍBA. S E Ç Ã O I DO CADASTRAMENTO Art. 1º - Para fins de cadastramento deverão ser inscritos, perante a Secretaria da Agricultura, Irrigação e Abaste cimento(saia) do Estado da Paraíba, todos os produtos agrotóxicos, seus componentes e afins que tenham sido registra dos, com todas as suas alterações posteriores, pelos órgãos federais competentes, a serem produzidos e comercializados no Esta do da Paraíba. Art. 2º - Para efeito deste regulamento, consideram-se: I - Agrotóxicos e afins: a) os produtos e os agentes de processos físicos químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas e florestais, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou implantadas, e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos; b) substancias e produtos, empregados como desfolhantes, dessecantes, estimuladores e inibidores de crescimento. II - Componentes: Os princípios ativos, os produtos técnicos, suas matérias primas, os integrantes inertes e aditivos usados na fabricação de agrotóxicos e afins. Art. 3º - O cadastramento referido no artigo 1º deste regulamento deverá ser efetuado junto ao órgão competente da Secretaria de Agricultura, Irrigação e Abastecimento (SAIA) mediante a apresentação dos seguintes documentos: I - requerimento dirigido ao Coordenador do órgão competente da SAIA, firmado pelo representante legal da empresa, onde conste, no mínimo, as informações do anexo I do Decreto /90. II - cópia integral de toda documentação exigi da para registro do produto, incluindo o rótulo, no caso de empresa produtora. 1º - Em caso de dúvida sobre a nocividade ambiental e tecnológica do produto, o Coordenador do órgão competente da SAIA poderá requisitar, dos órgãos públicos ou priva dos, informações ou pesquisas adicionais. 2º - A empresa produtora, manipuladora e importadora deverá fornecer método e padrão analítico do produto, quando solicitados pelo órgão competente da SAIA, que poderá determinar exames laboratoriais às expensas do requerente.

2 2º - O receituário referido neste artigo só poderá ser prescrito após a vista do profissional ao local do problema e deverá ser emitido em 05(cinco) vias; a 1º permanecendo em poder do estabelecimento comercial, a 2º com o usuário, a 3º com o profissional que a prescreveu, a 4º com o Conselho Regional Profissional e a 5º com o órgão estadual competente. 3º - O cancelamento do registro do produto junto ao Ministério da Agricultura, acarreta a retirada "ex-oficio" do mesmo perante o órgão competente da SAIA. 4º - O cadastramento terá validade de, no máximo 05(cinco)anos, sujeito a renovação obrigatória após decorrido esse período com observância da legislação federal competente, exceto o primeiro cadastramento que corresponderá ao período de registro do mesmo produto junto ao Ministério da Agricultura, até seu vencimento. 5º - Apresentando o pedido de inscrição no cadastro, o Coordenador do órgão competente da SAIA, fará publicar, por edital, no Diário Oficial do Estado e em jornal de grande circulação estadual, a síntese do pedido. 6º - Os representantes das pessoas jurídicas previstas no artigo 5º, da Lei 7.802/89, poderão examinar a documentação exigente e solicitar cópias que serão fornecidas gratuitamente. Art. 4º - Qualquer alteração no registro referente ao produto já cadastrado deverá ser imediatamente comunicado ao coordenador do órgão competente da SAIA, considerando-se neste caso, procedimento do artigo 3º deste regulamento. Art. 5º - Atendido o disposto no artigo 3º e seus parágrafos, deste regulamento, será fornecido ao interessado o certificado de cadastro no prazo de até 30(trinta) dias. Art. 6º - Para o efeito de cumprimento do art.5º da Lei 7.802/89, combinado com o art.23, do decreto nº98.816/90, o pedido poderá, em petição fundamentada, solicitar a impugnação do cadastramento do produto objeto deste regulamento, arguindo prejuízos ao meio ambiente, a saúde humana e dos animais e outros ecossistemas. - 1º A solicitação de impugnação poderá ser feita a qualquer tempo, após a publicação do cadastramento, mediante petição escrita dirigida ao Secretário da Agricultura, Irrigação e abastecimento, que a remeterá ao Coordenador do órgão competente da mesma Secretaria, sendo devidamente instruída com laudo técnico firmado no mínimo por 02(dois) profissionais habilitados na área de biociência, acompanhado dos resulta dos das análises de laboratórios credenciados ou oficiais. - 2º Apresentando o pedido de impugnação, dele será notificada por via postal, com aviso de recebimento(ar), a empresa cadastrante, para oferecer a contradita, que terá o prazo de até 30(trinta) dias, a contar do efetivo recebimento da notificação, para oferecer a contradita. Art. 7º - Fica criada a Comissão Técnica, junto ao órgão competente da SAIA, com atribuições para decidir sobre pedi do de impugnação apresentado conforme o artigo anterior deste regulamento. 1º - A Comissão Técnica se constituirá do Coordenador do órgão competente da SAIA, como seu membro nato; de um representante da SAÚDE; de um representante da EMATER-PB; de um representante da EMEPA; de um representante da EMBRAPA; de um representante da SUDEMA; de um representante do IBAMA; de um representante da UFPB; de um representante do CREA; de um representante do CRM-PB; de um representante do CRMV-PB; de um representante da APAN e de um representante da AEA-PB. 2º - A Comissão Técnica será convocada sempre que julgado necessário e decidirá por maioria absoluta de votos dos presentes. 3º - Além do indicado oficial de cada instituição, poderão ser convidados, sem direito a voto, outros representantes da UFPB e de outras instituições, conforme a conveniência da presença, nas reuniões, de especialistas nas áreas de ecologia, entomologia, fitopatologia, herbicida e toxicologia. 4º - Por ocasião da 1º reunião, o Coordenador do órgão competente da SAIA convidará os órgãos integrantes da Comissão Técnica referida no parágrafo 1º deste artigo, para que indiquem representante e suplentes relacionados com a matéria, sendo que os órgãos públicos deverão apresentar os nomes dos representantes e suplentes no prazo de 30(trinta)dias contados a partir da data de recepção do convite, ao fim do qual a Comissão Técnica deverá reunir-se, independentemente de repostas dos órgãos convidados. 5º - Contra a decisão da Comissão criada por este artigo poderá ser oferecido recurso ao Secretário da Agricultura, Irrigação e Abastecimento, no prazo de 30(trinta) dias, a contar da publicação do ato no Diário Oficial do Estado. 6º - Do recursos interposto de caráter suspensivo, o Secretário da Agricultura, Irrigação e Abastecimento terá 10 (dez) dias, a contar da data da entrada do protocolo da Secretaria, para acolher ou não, ouvido o parecer da Procuradoria Jurídica da SAIA. 7º - As decisões dos recursos serão publicados no Diário Oficial do Estado e comunicadas ao recorrente, por via postal, com Aviso de Recebimento(AR). Art. 8º - Toda pessoa física ou Jurídica que produza, manipule, comercialize, importe, exporte ou preste serviço na aplicação de produtos agrotóxicos e afins deverá ter obtido cadastramento junto ao órgão competente da SAIA e manter sistema de escrituração onde constarão todas as operações comerciais relacionadas a esses produtos, juntando prova da observância da legislação específica para cada setor profissional. 1º - O sistema de escrituração das operações comerciais com agrotóxicos clorados será distinto daquele a que se refere o "caput" deste artigo, e nele constarão além dos dados comuns, os que caracterizem o uso ou destino excepcionalmente permitido pela legislação federal vigente. 2º - A documentação exigida neste regulamento legível e autenticada, deverá ser apresentada, também, nos locais onde o produto for depositado ou armazenado. Art. 9º - Os produtos a que se refere o presente regula mento, cadastrado no Estado da Paraíba, somente poderão ser entregues ao uso para toda e qualquer forma de aplicação inclusive vendas aplicadas, mediante prescrição por profissional legalmente habilitado, dentro de suas atribuições específicas, por meio de utilização de receituário próprio, salvo casos excepcionais que forem previstos na Lei Federal nº 7.802/89, e o Decreto, nº98.816/90, que a regulamentou. 1º - O receituário deve ser específico para cada problema e deverá conter, no mínimo, nome e endereço do técnico responsável e o seu registro no Conselho Regional de profissão; nome do usuário; local da aplicação; quantificação da cultura, em hectares ou pés, ou sendo produto armazenado, o volume a ser tratado; agente causal provável; nome comercial do agrotóxico; concentração; formulação; classe toxicológica; intervalo de segurança; época de aplicação; número de vezes de aplicação; cuidados gerais; uso de equipamento de proteção individual; grupo químico do produto; sintomas de alarme de intoxicação e antídoto e/ou tratamento.

3 3º - O descarte das embalagens e resíduos de agrotóxicos e afins deverá atender as recomendações técnicas apresentadas na bula, relativas ao processo de incineração, enterrio e outros, observadas as exigências dos setores da saúde, da agricultura e do meio ambiente. 4º - É de responsabilidade do usuário do agrotóxico informar ao emitente do receituário, o nome da cultura, o local de aplicação, o nº de pés ou área total da cultura ou volume a ser tratado ou expurgado. Art O uso, a aplicação, a guarda, o destino final das embalagens e das sobras do produto não deverão causas da nos à saúde pública, ao meio ambiente e a outros ecossistemas. Art A Secretaria da Agricultura, Irrigação e Abastecimento, em colaboração com a Secretaria da Saúde e a SUDEMA, desenvolverá ações de instrução, divulgação e esclarecimento que estimulem o uso seguro e eficaz dos agrotóxicos e afins. Art O órgão competente da SAIA deverá elaborar e publicar, a cada 12(doze)meses, a listagem dos agrotóxicos de uso permitido no Estado da Paraíba, de acordo com o cadastro existente. 1º - Da listagem a que se refere o "caput" deste artigo deverão constar, no mínimo, o nome técnico, a concentração, a formulação, o tipo, o nome comercial, dose do produto comercial para cada agente causal, intervalo de segurança, classe toxicológica, informações sobre deslocamento no ambiente e informações sobre persistência no ambiente. 2º - A Secretaria da Agricultura, Irrigação e Abastecimento, Secretaria da Saúde e a SUDEMA, coletarão quando necessário, amostras de produtos agrícolas, água, solo, etc., para análises residuais de agrotóxicos e enviados a laboratórios especializados Instituto Biológico, Instituto Adolfo Lutz, Laboratório de Análise do Estado da UEPB, etc. De posse das análises, o órgão competente da SAIA publicará, no Diário Oficial do Estado e nos principais jornais de circulação esta dual, os resultados das respectivas análises. S E Ç À O III DA FISCALIZAÇÃO Art A fiscalização do cumprimento da legislação estadual referente a agrotóxico e afins deverá ser exercida pela Secretaria da Agricultura, Irrigação e Abastecimento, Secretaria da Saúde e SUDEMA, segundo a tipicidade de cada uma. 1º - Respeitada as esferas de atuação de cada um dos órgãos citados no "caput" deste artigo, os três articularão suas ações, sempre que isso se fizer necessário, evitando assim a frustação das medidas fiscalizatórias. 2º - No caso de denúncia, constatação ou averiguação de infrações a este regulamento, qualquer dos órgãos supracitados, é competente para conhecer a irregularidade e iniciar a ação fiscalizadora convocará o outro, ou outros órgãos, para atuar na esfera de sua competência. 3º - A fiscalização será exercida por agentes devidamente credenciados, que no exercício das suas atribuições, poderão coletar amostras de produtos agrotóxicos e de produtos agrícolas, podendo inclusive para essa finalidade, romper lacres ou embalagens. 4º - Ocorrendo a hipótese do parágrafo anterior o agente devidamente credenciado certificará o procedi mento efetuado e vedará o produto procedendo-se de acordo com o que estabelece a Legislação Federal. 5º - As ações de inspeção e fiscalização se efetivarão em caráter permanente e constituirão atividade de rotina dos órgãos responsáveis pela agricultura, saúde e meio ambiente. Art Ao agente credenciado incumbe: I - efetuar vistorias em geral e emitir os respectivos laudos. II - lavrar autos de infração e demais documentos referentes à fiscalização III - fiscalizar o cumprimento das normas relativas à produção, distribuição, comercialização, uso, aplicação, transporte interno, o destino final das embalagens e das sobras do produto. IV - enviar ao Ministério Público do Estado cópia dos autos de infração. Art O agente devidamente credenciado identificar-se-á no início da fiscalização e deverá ter livre entrada a qualquer momento do dia, em locais públicos ou privados e, encontrando dificuldade para efetuar a fiscalização, poderá solicitar o apoio da autoridade policial mais próxima. DAS COMPETÊNCIAS S E Ç À O IV Art compete à Secretaria da Agricultura, Irrigação e Abastecimento - SAIA: I - cadastrar, controlar, fiscalizar e inspecionar a produção, comercialização, uso, aplicação e a distribuição de agotóxicos, seus componentes e afins, com finalidade fitossanitária, a serem utilizados na produção, armazenamento e beneficiamento de material proveniente do setor agropecuário, destinado a plantio, alimento ou transformação. Art Compete à Secretaria da Saúde: I - cadastrar, controlar, fiscalizar e inspecionar os agrotóxicos, seus componentes e afins destinados a higienização, desinfecção ou desinfestação de ambientes domiciliares, públicos ou coletivos, ao tratamento de água e uso em campanhas de saúde pública. Art Compete à SUDEMA: I - licenciar, controlar, fiscalizar, inspecionar, sobre o ponto de vista ambiental, os estabelecimentos que lidam com: produção, comercialização, distribuição, aplicação, transporte e armazenamento de agrotóxicos seus componentes e fins, destinados ao uso na proteção de florestas, ambientes hídricos e outros ecossistemas.

4 II - analisar e aprovar projetos de construção, instalação, ampliação e funcionamento de estabelecimentos referidos no Artigo 228º da Constituição Estadual, bem como os de natureza agrícola e/ou pecuária, para fins de licenciamento. III - Acompanhar a execução dos projetos aprova dos a fim de verificar a destinação final de resíduos, embalagens e outros condicionamentos da licença concedida. S E Ç À O V DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES Art A inobservância das disposições legais específicas sujeita o estabelecimento, o produto e o infrator às medidas cautelares, às sanções e às responsabilidades civil e penal previstas nos artigos 16 e 17, da Lei nº 7.802/89,e nos artigos 71 a 75, do Decreto nº /90. Parágrafo Único - Os casos de prescrição de agrotóxicos de forma errada, indevida, displicente, irregular e ilegal, devem ser notificados e encaminhados ao Conselho Fiscalizador da Profissão, para as providências cabíveis. Art Cometidas, concomitantemente, duas ou mais infrações, aplicar-se-á a pena correspondente a cada uma delas. Art A aplicação de penalidades não desobriga o infrator de reparar a falta que lhe deu origem. Art Considera-se reincidência a prática da mesma infração, pelo mesmo agente. S E Ç Ã O VI DA MULTA E SUA DESTINAÇÃO Art A multa pecuniária poderá variar de 100(cem) a 1.000(mil) MVR, aplicável em dobro em caso de reincidência. 1º - A multa deverá ser recolhida mediante guia no prazo de 30(trinta) dias, a contar do recebimento da notificação de sua imposição. 2º - Imposto a multa, o infrator será notifica do, por via postal, com aviso de recebimento(ar). 3º - Havendo defesa (artigo 27),o prazo para recebimento será de 15(quinze) dias, a contar da publicação da decisão, segundo o artigo 31,Parágrafo Único, deste regulamento. 4º - O não recebimento da multa nos prazos previstos acarretará a inscrição no débito da dívida ativa do Estado. Art As multas serão recolhidas à Tesouraria de cada órgão que a aplicar, e terão como finalidade a promoção de cursos de capacitação e reciclagem dos profissionais ligados ao setor e a realização de eventos para a divulgação e informação da população sobre os efeitos danosos causados à saúde da população, aos animais, ao meio ambiente e a outros ecos sistemas, decorrentes do uso indiscriminado de agrotóxicos. S E Ç Ã O VII DO PROCESSO ADMINISTRATIVO SUBSEÇÃO I DA ATUAÇÃO Art Constatada a infração, será lavrado o auto de in fração pelo agente devidamente credenciado. Parágrafo Único - sempre que o autuado se negar a assinar o auto de infração, será o fato nele consignado, remetendo-lhe, uma das vias posteriormente, por via postal com aviso de recebimento(ar). Art A autuação será feita em 03(três) vias, sendo uma delas entregue ao infrator. Art No processo iniciado pelo auto de infração, constarão as provas e demais termos se houver, que lhe servirão de instrução. Art O autuado ou seu representante legal pode requerer vista ao processo dentro do prazo de apresentação de defesa nas Assessorias e Procuradorias Jurídicas dos órgãos responsáveis pelas autuações Art A defesas poderá ser apresentada no prazo de 15 (quinze) dias, contado da lavratura do auto de infração, quando assinado pelo autuado ou da data do recebimento do auto remetido por via postal com aviso de recebimento(ar). 1º - No ato de apresentação da defesa poderão ser indicadas testemunhas, com as respectivas qualificação e o protesto da futura produção de outras provas, se houver. 2º - No caso de cominação de multa, simples ou cumulada com outra penalidade, o prazo para defesa começará a fluir a partir da notificação de que cuida o artigo 27 deste regulamento. Art A defesa será protocolada nas Assessorias de cada órgão, responsável pela autuação. SUBSEÇÃO II DA INSTRUÇÃO DO PROCESSO Art O agente devidamente credenciado que lavrar a autuação deverá instruir o processo com relatório circunstanciado sobre a

5 infração e outros eventuais documentos. Art O órgão competente de cada instituição, motivadamente, decidirá pela admissão das provas, determinando a sua produção no caso de deferi-las. Parágrafo Único - Concluída a fase de instrução, será o infrator julgado, no prazo de 30(trinta)dias, pelo órgão competente. Art A súmula da decisão proferida será publicada no Diário Oficial do Estado, correndo, a partir da publicação, o prazo de 15(quinze) dias para interposição de recursos. Parágrafo Único - Para conhecimento de seu inteiro teor, cópia da decisão será encaminhada ao interessado, via postal, com aviso de recebimento(ar). SUBSEÇÃO III DO RECURSO Art.34 - Das penalidades aplicadas caberá recurso aos órgãos competentes estabelecidos na estrutura. Parágrafo Único - O recurso poderá ser interposto no prazo de 15(quinze) dias, a contar da publicação da súmula na decisão segundo o artigo 31 deste regulamento, devendo ser instruído com o comprovante de recolhimento da multa, quando esta houver sido aplicada. Art Recebido e protocolado o recurso na sede do órgão competente será formalizado, após o que receberá a decisão por quem de direito. 1º - As decisões dos recursos serão publicadas no Diário Oficial do Estado e comunicadas ao recorrente, por via postal, com aviso de recebimento(ar). 2º - Acolhido o mérito do recurso o órgão competente expedirá "incontinente", ordem de devolução da multa ou deliberação do produto apreendido e do estabelecimento interditado ou embargado. Art A defesa e recurso de que tratam os artigos 27 e 32 deste regulamento, quando produzidos por procurador, de verão estar acompanhados do competente instrumento de mandato. S U B S E Ç Ã O IV DA EXECUÇÃO Art Decorrido o prazo estabelecido no parágrafo único do artigo 32 deste regulamento, sem pagamento da multa aplicada, os órgãos envolvidos na autuação do processo remeterá à Procuradoria Geral do Estado, para inscrição do débito respectivo na Dívida Ativa do Estado. S E Ç Ã O VIII DAS DISPOSIÇÒES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art Na ocorrência de pragas e doenças, em áreas contínuas acima de 500 hectares, que justifique o uso de agrotóxicos e afins, o laudo técnico para sua aplicação deverá ser expedido por 02(dois) profissionais legalmente habilitados onde conste orientação sobre o uso dos produtos, incluindo o período e os limites da área objeto da aplicação. Parágrafo Único - Quando recomendada por laudo técnico, a aplicação de agrotóxico deve ser efetivada com o respectivo receituário e todas as medidas, no sentido de evitar possíveis casos de intoxicação e de contaminação ambiental, deverão ser tomadas pelas Secretaria da Agricultura, Irrigação e Abastecimento, Secretaria da Saúde e pela SUDEMA. Art As Comissões Permanentes da Assembléia Legislativa poderão solicitar do Estado análises físicas, químicas e biológicas a serem realizadas por laboratórios oficiais e/ou credenciados, visando detectar contaminação com qualquer substancia poluente em água de consumo público e em alimentos. Art As empresas e os prestadores de serviços que já exercem atividades no ramo de agrotóxicos, seus componentes e afins, tem o prazo de 06(seis) meses para se adaptarem às exigências do presente regulamento. Art Ficam autorizados os órgãos da Agricultura, da Saúde e do Meio Ambiente, a baixarem normas legais, nas áreas de suas respectivas competências, para o fiel cumprimento deste regulamento. Art Aplica-se subsidiariamente, no que couber, a Legislação Federal sobre agrotóxicos, no silêncio ou omissão da Legislação Estadual. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 04 de junho de 1991, 103º da Proclamação da República. RONALDO CUNHA LIMA GOVERNADOR MIGUEL BARREIRO NETO Secretario de Agricultura

REPUBLICA-SE POR TER VEICULA DA INCORRETA A LEI Nº 1.238 DE 18 DE DEZEMBRO DE 1991, PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 3201, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1991

REPUBLICA-SE POR TER VEICULA DA INCORRETA A LEI Nº 1.238 DE 18 DE DEZEMBRO DE 1991, PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 3201, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1991 REPUBLICA-SE POR TER VEICULA DA INCORRETA A LEI Nº 1.238 DE 18 DE DEZEMBRO DE 1991, PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 3201, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1991 LEI Nº 1.238, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1991 Dispõe sobre o

Leia mais

FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL. Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários

FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL. Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários 1 O que são agrotóxicos e afins? DEFINIÇÃO (Art. 1, inciso

Leia mais

DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE 2002:

DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE 2002: Circular nº 006/2.002 São Paulo, 09 de Janeiro de 2.002 DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE 2002: REGULAMENTA A LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989, QUE DISPÕE SOBRE A PESQUISA, A EXPERIMENTAÇÃO, A

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2015 - DIVIS/DESEG APLICAÇÃO DE PENALIDADES

Leia mais

DECRETO. nº 41.258, de 31 de outubro de 1996. (*) Alterado pelo Decreto nº 50.667, de 30de março de 2006

DECRETO. nº 41.258, de 31 de outubro de 1996. (*) Alterado pelo Decreto nº 50.667, de 30de março de 2006 1 de 6 DECRETO nº 41.258, de 31 de outubro de 1996 (*) Alterado pelo Decreto nº 50.667, de 30de março de 2006 Aprova o Regulamento dos artigos 9 o a 13 da Lei n o 7.663, de 30 de dezembro de 1991 Mário

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.963, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre a Defesa Sanitária Vegetal no Estado do Acre. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado do Acre

Leia mais

O Prefeito Municipal de Ribas do Rio Pardo, Estado de Mato Grosso do Sul, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a Seguinte Lei.

O Prefeito Municipal de Ribas do Rio Pardo, Estado de Mato Grosso do Sul, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a Seguinte Lei. LEI MUNICIPAL Nº. 947/2010 Institui a Política Municipal de Meio Ambiente, cria o Conselho e Fundo Municipal de Meio Ambiente e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Ribas do Rio Pardo, Estado

Leia mais

DECRETO Nº. 2.469 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2009

DECRETO Nº. 2.469 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o procedimento de fiscalização para fins de SUSPENSÃO e CANCELAMENTO de Alvará de Funcionamento e INTERDIÇÃO em estabelecimentos empresariais e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

DECRETO Nº 50.446 DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009

DECRETO Nº 50.446 DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009 DECRETO Nº 50.446 DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009 REGULAMENTA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS por veículos de carga nas vias públicas do Município de São Paulo, nos termos da legislação específica. GILBERTO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 ALTERADA PELA IN MPA Nº 16/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 Dispõe sobre o Registro e a Licença de Aquicultor, para o Registro Geral da Atividade Pesqueira - RGP. A MINISTRA DE

Leia mais

DECRETO N. 41.258, DE 31 DE OUTUBRO DE 1996

DECRETO N. 41.258, DE 31 DE OUTUBRO DE 1996 DECRETO N. 41.258, DE 31 DE OUTUBRO DE 1996 Aprova o Regulamento dos artigos 9º a 13 da Lei n. 7.663, de 30 de dezembro de 1991 Alterações: Decreto n. 50667, de 30.03.06 Decreto n. 61117, de 06.02.15 MÁRIO

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO N 25, DE 25 DE ABRIL DE 2008.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO N 25, DE 25 DE ABRIL DE 2008. -0> AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO N 25, DE 25 DE ABRIL DE 2008. Dispõe sobre o processo administrativo para a apuração de infrações e aplicação de penalidades, no âmbito da competência da

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná LEI Nº 12493-22/01/1999 Publicado no Diário Oficial Nº 5430 de 05/02/1999. Estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios referentes a geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte,

Leia mais

Brasil: Autorização de Funcionamento de Empresas Farmoquímicas

Brasil: Autorização de Funcionamento de Empresas Farmoquímicas Brasil: Autorização de Funcionamento de Empresas Farmoquímicas Portaria nº 231 de 27/12/1996 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 231, DE 27 DE DEZEMBRO DE 1996 O Secretário

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 490, DE 24 DE JANEIRO DE 2008 REGULAMENTO DE CONSELHO DE USUÁRIOS DO STFC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras básicas para implantação,

Leia mais

Certificado de Origem

Certificado de Origem Mercadores Certificado de Origem Coletânea (Versão Histórica) Versão 2.00 - Maio de 2010 Atualizada até: Instrução Normativa RFB nº 777, de 19 de outubro de 2007 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com www.mercadores.com.br

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 Altera a Resolução Normativa - RN nº 48, de 19 de setembro de 2003, que dispõe sobre o

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A CEUA Comissão de Ética no Uso de Animais

Leia mais

SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES SILVIO MOURE CICERO. 1. Introdução

SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES SILVIO MOURE CICERO. 1. Introdução 1 SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SEMENTES SILVIO MOURE CICERO 1. Introdução A Lei n 10.711, sancionada em 05/08/2003 e regulamentada pelo Decreto n 5.153 de 23 de julho de 2004, instituiu o Sistema Nacional de

Leia mais

O Prefeito Municipal de Resende, no exercício das atribuições, que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município, em seu artigo 74, inciso XV,

O Prefeito Municipal de Resende, no exercício das atribuições, que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município, em seu artigo 74, inciso XV, DECRETO Nº 5218 DE 09 DE NOVEMBRO DE 2011. EMENTA: Regulamenta os procedimentos de declaração, avaliação, emissão de guias de recolhimento, processo de arbitramento e a instauração do contencioso fiscal

Leia mais

DECRETO N.º 187, DE 09 DE AGOSTO DE l991

DECRETO N.º 187, DE 09 DE AGOSTO DE l991 DECRETO N.º 187, DE 09 DE AGOSTO DE l991 Regulamenta a Lei n.º 6.446, de 5 de outubro de 1977, que dispõe sobre a inspeção e fiscalização obrigatórias do sêmen destinado à inseminação artificial em animais

Leia mais

ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS

ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS ASPECTOS LEGAIS DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE SEMENTES E MUDAS CURSO SOBRE PROTEÇÃO E REGISTRO DE CULTIVARES 27 A 28 DE MAIO 2010 LONDRINA-PR SAMIRA OMAR MOHAMAD EL TASSA COLODEL FISCAL

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 333 DISPOSIÇÕES GERAIS

LEI COMPLEMENTAR Nº 333 DISPOSIÇÕES GERAIS DISPÕE SOBRE A INSTALAÇÃO, CONSERVAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE ELEVADORES E APARELHOS DE TRANSPORTE AFINS, REGULAMENTA A HABITAÇÃO DAS EMPRESAS PRESTADORAS DESSES SERVIÇOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI COMPLEMENTAR

Leia mais

RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002. (D.O.U. de 19/12/02)

RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002. (D.O.U. de 19/12/02) RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002 (D.O.U. de 19/12/02) Dispõe sobre a aprovação do Regulamento Técnico para a Autorização de Funcionamento de empresas interessadas em prestar serviços

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011.

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011. O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA, o SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

LEI Nº 1766/10 De 16 de novembro de 2010. LEO MIGUEL WESCHENFELDER, Prefeito Municipal de Porto Lucena, Estado do Rio Grande do Sul,

LEI Nº 1766/10 De 16 de novembro de 2010. LEO MIGUEL WESCHENFELDER, Prefeito Municipal de Porto Lucena, Estado do Rio Grande do Sul, LEI Nº 1766/10 De 16 de novembro de 2010. DISPÕE SOBRE O LICENCIAMENTO AMBIENTAL, AS INFRAÇÕES E PENALIDADES AMBIENTAIS NO MUNICÍPIO DE PORTO LUCENA E INSTITUI TAXAS DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL. LEO MIGUEL

Leia mais

LEI N.º 10.348 DE 4 DE SETEMBRO DE 1987

LEI N.º 10.348 DE 4 DE SETEMBRO DE 1987 LEI N.º 10.348 DE 4 DE SETEMBRO DE 1987 Dispõe sobre instalação e funcionamento de elevadores e outros aparelhos de transporte, e dá outras providências. Jânio da Silva Quadros, Prefeito do Município de

Leia mais

Assembléia Legislativa do Estado do Paraná Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury Comissão de Constituição e Justiça

Assembléia Legislativa do Estado do Paraná Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury Comissão de Constituição e Justiça SUBSTITUTIVO GERAL AO PROJETO DE LEI 307/2003. SÚMULA: Veda o cultivo, a manipulação, a importação, a industrialização e a comercialização de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) no Estado do Paraná,

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 32, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 311. DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07)

RESOLUÇÃO Nº 311. DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07) RESOLUÇÃO Nº 311 DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07) 758 Ementa: Dispõe sobre a Inscrição, Averbação e Âmbito Profissional do Auxiliar Técnico

Leia mais

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Regulamenta as condições para o funcionamento de empresas sujeitas

Leia mais

CRIA OS FISCAIS VOLUNTÁRIOS DO MEIO AMBIENTE NO MUNICÍPIO DE VIAMÃO.

CRIA OS FISCAIS VOLUNTÁRIOS DO MEIO AMBIENTE NO MUNICÍPIO DE VIAMÃO. LEI MUNICIPAL Nº 2305/93 CRIA OS FISCAIS VOLUNTÁRIOS DO MEIO AMBIENTE NO MUNICÍPIO DE VIAMÃO. PEDRO ANTÔNIO PEREIRA DE GODOY, Prefeito Municipal de Viamão, no uso de suas atribuições legais, Faço saber

Leia mais

Lei nº 7.802, de 11.07.89

Lei nº 7.802, de 11.07.89 Lei nº 7.802, de 11.07.89 Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação,

Leia mais

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO Orientador Empresarial Despachante Aduaneiro e Ajudante de Despachante Aduaneiro-Exercício das Profissões INSTRUÇÃO NORMATIVA

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E TERMINAIS

ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E TERMINAIS ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E TERMINAIS RESOLUÇÃO N o 03/06 Aprova Manual de Instrução para Inscrição de Créditos do DETER, em Dívida Ativa.

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSSUNTOS JURÍDICOS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSSUNTOS JURÍDICOS DECRETO N o 525, DE 11 DE JULHO DE 2013. Regulamenta a utilização de veículos oficiais pela administração direta e indireta do Município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso de suas atribuições que

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 672, DE 16 DE SETEMBRO DE 2000

RESOLUÇÃO Nº 672, DE 16 DE SETEMBRO DE 2000 RESOLUÇÃO Nº 672, DE 16 DE SETEMBRO DE 2000 Fixa normas de fiscalização de procedimentos administrativos, e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA-CFMV, no uso das atribuições

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Petrópolis 2013 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho é um resumo

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011 CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011 Resolução CMAS nº 16, 26 de setembro de 2011, revoga a Resolução CMAS nº 01/2002 e define os parâmetros para

Leia mais

LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012.

LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012. LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012. INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL DE COLETA, RECICLAGEM DE ÓLEOS E GORDURAS USADAS DE ORIGEM VEGETAL E ANIMAL, NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009.

DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009. DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009. Regulamenta o Capítulo VII da Lei nº 4.257, de 02 de dezembro de 2008 e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC nº 6, de 2 de janeiro de 2001(*).

RESOLUÇÃO - RDC nº 6, de 2 de janeiro de 2001(*). RESOLUÇÃO - RDC nº 6, de 2 de janeiro de 2001(*). Dispõe sobre o sistema de Recolhimento da Arrecadação de Taxas de Fiscalização de Vigilância Sanitária e dá outras providências. A Diretoria Colegiada

Leia mais

Ministério da Indústria e do Comércio EMPRESA BRASILEIRA DE TURISMO DECRETO Nº 84.910, DE 15 DE JULHO DE 1980

Ministério da Indústria e do Comércio EMPRESA BRASILEIRA DE TURISMO DECRETO Nº 84.910, DE 15 DE JULHO DE 1980 EMBRATUR - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO DEC 84.910/80 1 Ministério da Indústria e do Comércio EMPRESA BRASILEIRA DE TURISMO DECRETO Nº 84.910, DE 15 DE JULHO DE 1980 Regulamenta dispositivos da Lei

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL LEI N. 1.486, DE 17 DE JANEIRO DE 2003 Dispõe sobre a Defesa Sanitária Animal no Estado do Acre e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa

Leia mais

Quadro comparativo da Medida Provisória nº 673, de 2015 (Projeto de Lei de Conversão nº 8, de 2015)

Quadro comparativo da Medida Provisória nº 673, de 2015 (Projeto de Lei de Conversão nº 8, de 2015) ( 2015) 1 Art. 24. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: Altera a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 - Código de Trânsito Brasileiro,

Leia mais

SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011. Ricardo Carneiro Junho/2014

SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011. Ricardo Carneiro Junho/2014 SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 Ricardo Carneiro Junho/2014 Constituição da República Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal

Leia mais

INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL

INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL 1 RECEITA AGRONÔMICA 1.1. É registrada uma Anotação de Responsabilidade Técnica ART, para aquisição de cada bloco de 30 receitas (Ato 01/85 CREA-RJ), cujos dados formarão seu

Leia mais

DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015

DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015 DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015 Estabelece regras e padronização de documentos para arrecadação de multas

Leia mais

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004.

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. APROVA A NORMA PARA A HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE EMPRESAS BRASILEIRAS E ESTRANGEIRAS DE NAVEGAÇÃO PARA TROCA DE ESPAÇOS NO TRANSPORTE MARÍTIMO

Leia mais

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Ementa: Dispõe sobre as instruções para Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

Atribuições estaduais e municipais na fiscalização ambiental

Atribuições estaduais e municipais na fiscalização ambiental Atribuições estaduais e municipais na fiscalização ambiental Rodolfo Torres Advogado Assessor Jurídico do INEA Especialista em Direito Ambiental pela PUC/RJ Fiscalização: noções gerais Manifestação do

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Lei Nº 4.769, de 09 de setembro de 1965 O Presidente da República Dispõe sobre o exercício da profissão de Administrador e dá outras providências (*) (**). Faço saber que o Congresso Nacional decreta e

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 Dispõe sobre a atividade de corretor de seguros, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil

Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil Seminário Legislação de Agrotóxicos, Receituário Agronomico, Comercialização e Uso - Aspectos Técnicos e Legais Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil Engº Agrº Júlio Sérgio

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 89, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 89, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 89, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2011 Estabelece procedimentos para apreensão e guarda de documentos, livros, materiais, equipamentos e assemelhados por Auditor- Fiscal do Trabalho e aprova

Leia mais

Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011. Considerando o disposto no artigo 8º da Lei nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999;

Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011. Considerando o disposto no artigo 8º da Lei nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999; Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011

Leia mais

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997.

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997. LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997. CAPÍTULOXV DAS INFRAÇÕES Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código, da legislação complementar ou das resoluções

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 Dispõe sobre o recebimento de documentos a serem protocolados junto ao Tribunal de Contas da União. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 O Diretor do Departamento de Polícia Federal, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo ítem III, do Artigo 30 do Regimento

Leia mais

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Dispõe sobre a NBC P 5 sobre o Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA imprimir Norma: RESOLUÇÃO Órgão: Conselho Federal de Medicina Número: 1980 Data Emissão: 07-12-2011 Ementa: Fixa regras para cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento para as pessoas

Leia mais

Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009.

Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009. 1 Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009. GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (COEMA) RESOLUÇÃO COEMA nº. 018/2009 Dispõe sobre os procedimentos para a concessão

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO

RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO Dispõe sobre os procedimentos, critérios, condições de elegibilidade, normas de campanha eleitoral e pressupostos de proclamação dos eleitos nas eleições do

Leia mais

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003 Regulamenta disposições da Lei n 13.478, de 30 de dezembro de 2002, alterada pela Lei nº 13.522, de 19 de fevereiro de 2003, que instituiu a Taxa de Resíduos Sólidos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES DECRETO Nº 6.106/2013 REGULAMENTA AS LICENÇAS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE, DE QUE TRATAM OS ARTS. 80, I; 82 A 100, DA LEI MUNICIPAL Nº 1.132, DE 02 DE JULHO DE 1990 (ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo)

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre o licenciamento para o exercício de atividades econômicas e sem fins lucrativos no âmbito do

Leia mais

LEI Nº 4.876 DISPÕE SOBRE A LIMPEZA DE FAIXA DE DOMÍNIO E DE TERRENOS URBANOS BALDIOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

LEI Nº 4.876 DISPÕE SOBRE A LIMPEZA DE FAIXA DE DOMÍNIO E DE TERRENOS URBANOS BALDIOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. 1 LEI Nº 4.876 DISPÕE SOBRE A LIMPEZA DE FAIXA DE DOMÍNIO E DE TERRENOS URBANOS BALDIOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Povo do Município de Varginha, Estado de Minas Gerais, por seus representantes na Câmara

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (11) 3256-1321 abraidi@abraidi.com.br www.abraidi.com.br 1ª. Edição 2014 REGIMENTO

Leia mais

Instrução Normativa nº 008, de 08 de agosto de 2014.

Instrução Normativa nº 008, de 08 de agosto de 2014. Instrução Normativa nº 008, de 08 de agosto de 2014. O diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo - IDAF, usando das atribuições que lhe confere o artigo 48 do

Leia mais

Lei nº 14.592, de 19 de outubro de 2011. Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:

Lei nº 14.592, de 19 de outubro de 2011. Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei: Lei nº 14.592, de 19 de outubro de 2011 Proíbe vender, ofertar, fornecer, entregar e permitir o consumo de bebida alcoólica, ainda que gratuitamente, aos menores de 18 (dezoito) anos de idade, e dá providências

Leia mais

DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014.

DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014. DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014. Regulamenta a Lei nº 2.054 de 12 de junho de 2014 para dispor sobre o custeio de transporte, hospedagem e alimentação do colaborador eventual e do profissional técnico

Leia mais

Art. 4º. Esta lei complementar entrará em vigor na data de sua publicação, devendo ser regulamentada no prazo de 60 (sessenta) dias.

Art. 4º. Esta lei complementar entrará em vigor na data de sua publicação, devendo ser regulamentada no prazo de 60 (sessenta) dias. B. Passe Livre Lei Complementar do Estado de São Paulo nº 666, de 26/11/1991, regulamentada pelo Decreto Estadual n 34.753, de 01/04/92, e Resolução STM nº 101, de 28 de maio de 1992, que disciplina as

Leia mais

PORTARIA n 072 /2014/GAB/SEDAM Porto Velho-RO, de de 2014.

PORTARIA n 072 /2014/GAB/SEDAM Porto Velho-RO, de de 2014. PORTARIA n 072 /2014/GAB/SEDAM Porto Velho-RO, de de 2014. Estabelece procedimento para conversão de multas simples em serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente, e dá

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. Acresce o 7 ao artigo 9º da Instrução Normativa nº 003, de 23 de setembro de 2009, que estabelece

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. (Publicado no DODF, Nº 78 de 19 de abril de 2012).

RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. (Publicado no DODF, Nº 78 de 19 de abril de 2012). RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. Disciplina os procedimentos a serem observados nos processos administrativos instaurados pelo prestador de serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento

Leia mais

COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA

COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1 - A Comissão de Ética no Uso de Animal da Universidade Federal do Pampa (Unipampa/CEUA),

Leia mais

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ DECRETO Nº 600/2014 Súmula:- Regulamenta a aquisição de Bens Permanentes, de Consumo e Serviços destinados a Administração Direta, Indireta e Fundacional do Município de Sengés, através de Pregão, tendo

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA Nº- 12

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA Nº- 12 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA Nº- 12.620, DE 13 DEZEMBRO DE 2012 (Alterada pela Portaria nº 30.536/13

Leia mais

LEI ESTADUAL Nº 5.760 DE 02 DE DEZEMBRO DE 1998, ALTERADA PELA LEI ESTADUAL Nº 6.469 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI ESTADUAL Nº 5.760 DE 02 DE DEZEMBRO DE 1998, ALTERADA PELA LEI ESTADUAL Nº 6.469 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI ESTADUAL Nº 5.760 DE 02 DE DEZEMBRO DE 1998, ALTERADA PELA LEI ESTADUAL Nº 6.469 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2000. Disciplina o uso, a produção, o consumo, o comércio, o armazenamento e o transporte interno

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTÂNCIA VELHA

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTÂNCIA VELHA DECRETO MUNICIPAL N.º 102/2014, de 11 de dezembro de 2014. REGULAMENTA PROCEDIMENTOS, RELATIVOS A AIDOF, NOTAS FISCAIS DE SERVIÇO, ESCRITURAÇÃO FISCAL E REQUERIMENTOS E APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS

Leia mais

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre a conservação e a proteção das águas subterrâneas no Estado de Pernambuco e dá outras providências Capítulo I - Da conservação e proteção das águas subterrâneas

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 309, DE 18 DE MARÇO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 309, DE 18 DE MARÇO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 309, DE 18 DE MARÇO DE 2014. Regulamenta a aplicação da Convenção da Cidade do Cabo e seu Protocolo Relativo a Questões Específicas ao Equipamento Aeronáutico. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Arnaldo Versiani Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010 Define os parâmetros nacionais para a inscrição das entidades e organizações de assistência social, bem como dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

Leia mais

Ética na Pesquisa Animal. Dra. Arlene Pessoa

Ética na Pesquisa Animal. Dra. Arlene Pessoa Ética na Pesquisa Animal Dra. Arlene Pessoa A questão dos direitos dos animais e a sua utilização em pesquisas vem sendo discutida desde o século XVII. Em 1789 o filósofo Jeremy Bentham, já questionava:

Leia mais

RESOLUÇÃO 942 / 99. Assunto: Aprovação das "NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA", e revogação da Resolução nº 823/94, de 13.4.94.

RESOLUÇÃO 942 / 99. Assunto: Aprovação das NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA, e revogação da Resolução nº 823/94, de 13.4.94. RESOLUÇÃO 942 / 99 Assunto: Aprovação das "NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA", e revogação da Resolução nº 823/94, de 13.4.94. Referência: INFORMAÇÃO PADRONIZADA SD/CCE - 01 /99, de

Leia mais

LEI Nº 124/95. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 124/95. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: Alterado pela Lei 495/01, 656/04 e 782/07. LEI Nº 124/95 Dispõe sobre o serviço de transporte de passageiros em veiculos automóveis de aluguel - táxi, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 7.102, DE 20 DE JUNHO DE 1983. Dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição

Leia mais

RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014

RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014 RESOLUÇÃO CRMV-DF Nº 06, de 24 de Março de 2014 Aprova as Normas de orientação técnico-profissional, destinadas ao médico veterinário e ao zootecnista que desempenham a função de Responsável Técnico junto

Leia mais

Portaria DAEE nº 2407, de 31 de Julho de 2015

Portaria DAEE nº 2407, de 31 de Julho de 2015 Portaria DAEE nº 2407, de 31 de Julho de 2015 O Superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE, no uso de suas atribuições legais e com fundamento no artigo 11, incisos I e XVI do Decreto

Leia mais

RESOLUÇÃO N 2.025. 10. número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);

RESOLUÇÃO N 2.025. 10. número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF); RESOLUÇÃO N 2.025 Altera e consolida as normas relativas à abertura, manutenção e movimentação de contas de depósitos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, LEI Nº 12.128, de 15 de janeiro de 2002 Procedência - Governamental Natureza PL 509/01 DO- 16.826 DE 16/01/02 * Revoga Leis: 11.403/00; 11.463/00; e 11.700/01 * Ver Lei Federal 8.974/95 Fonte ALESC/Div.Documentação

Leia mais

5º A emissão de CFOC se dará quando da certificação em unidade centralizadora.

5º A emissão de CFOC se dará quando da certificação em unidade centralizadora. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 6, DE 13 DE MARÇO DE 2000 Revogado(a) pelo(a) Instrução Normativa nº 38/2006/MAPA O SECRETÁRIO DE DEFESA

Leia mais

LEI Nº 1.726 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008

LEI Nº 1.726 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 LEI Nº 1.726 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 Dispõe sobre a acessibilidade no transporte público coletivo no Município de Rio Branco e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO - ACRE, usando

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA N.º 33.284, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2015 (DOU de 06/02/2015 Seção I Pág.

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais