Zona Ribeirinha do Rio Este PROGRAMA DE ACÇÃO

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1 Política de Cidades POLIS XXI Parcerias para a Regeneração Urbana PO Região Norte Concurso para Apresentação de Candidaturas de Programas de Acção PRU/2/2008 Grandes Centros PARCERIA PARA A REGENERAÇÃO URBANA Zona Ribeirinha do Rio Este PROGRAMA DE ACÇÃO Outubro de 2008

2 ÍNDICE Enquadramento 4 A. Apresentação da área de intervenção 5 A.1. Delimitação da zona de intervenção e integração na Cidade 5 A.2. Diagnóstico sintético 7 A.3. Balanço de algumas actuações anteriores nesta área 12 B. Estratégia de intervenção 14 B.1. Contextualização do Programa de Acção na visão estratégica de desenvolvimento da cidade 14 B.2. Estratégia integrada de desenvolvimento, objectivos e prioridades de intervenção 16 C. Descrição das operações e dos projectos 18 C.1. Operações âncora 18 C.2. Outras operações elegíveis 20 C.3. Síntese global das Operações 24 D. Outras intervenções públicas em curso ou projectadas para a área de intervenção 27 E. Breve avaliação dos instrumentos de política com incidência na área de intervenção e da sua articulação com a intervenção proposta 29 E.1. Política de Cidades POLIS XXI 29 E.2. Política de ordenamento do território 30 E.3. Políticas ambientais 32 E.4. Igualdade de oportunidades entre homens e mulheres 34 E.5. Políticas sociais (acessibilidade, desenvolvimento urbano, emprego) 35 E.6. Política cultural 36 F. Efeito multiplicador dos projectos financiados 37 F.1. Perspectiva do investimento 37 F.2. Perspectiva do estímulo a projectos complementares 37 2 de 96

3 G. Metas de realização e de resultados 38 G.1. Indicadores de realização 38 G.2. Indicadores de resultado 38 H. Plano de monitorização do Programa de Acção e do funcionamento da Parceria Local 39 H.1. Introdução 39 H.2. Níveis de monitorização 39 H.3. O sistema de informação e os indicadores 41 I. Descrição dos procedimentos de preparação do Programa de Acção 44 J. Organização da Parceria Local e estrutura de implementação do Programa de Acção 47 J.1. Enquadramento 47 J2. Estrutura de implementação do Programa de Acção 48 K. Plano de divulgação e comunicação. 51 K.1. Objectivos de Comunicação 51 K.2. Segmentos -alvo da comunicação 52 K.3. Estratégia de Comunicação 53 K.4. Tácticas Comunicacionais 54 K.5. Orçamento 56 K.6. Síntese do Plano de Comunicação 57 ANEXO 1: FICHAS DE PROJECTO 60 ANEXO 2: PROTOCOLO DE PARCERIA LOCAL 87 3 de 96

4 Enquadramento É indiscutível a importância que os espaços ambientalmente nobres têm na concepção de cidade contemporânea e de território urbano sustentável, seja do ponto de vista da competitividade das cidades, seja da qualidade percebida e usufruída pelos residentes e visitantes. Nesta linha de pensamento, a Política de Cidades POLIS XXI, através da sua linha Parcerias para a Regeneração Urbana, assume como objectivos específicos, entre outros: Reforçar a atractividade das cidades através da preservação e valorização de espaços de excelência urbana. Qualificar o ambiente urbano e os factores determinantes da qualidade de vida da população; A Câmara Municipal de Braga responde ao desafio que consta no Concurso para Apresentação de Candidaturas nº PRU/2/2008/Grandes Centros apresentando um programa de acção que aposta nestes objectivos gerais, mas fazendo-o num quadro em que outra das finalidades da Política POLIS XXI está fortemente representada. Referimo-nos a: Promover a coesão e a inclusão sociais, a integração e a igualdade de oportunidades das diferentes comunidades que constituem a cidade. O Programa de Acção, que será desenvolvido por uma Parceria Local que integra o Município, a BRAGAHABIT, EM, a TUB, EM, a PACTOINVEST, SA, a Companhia de Teatro de Braga, a QUERCUS, a Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte, a Associação Unidos da Ponte e a Associação Juvenil Synergia, contempla algumas tipologias de projectos que correspondem às prioridades da Política nacional: Valorização de áreas de excelência urbana, nomeadamente ( ) frentes ribeirinhas ( ); Qualificação ( ) de outros espaços relevantes para a estruturação urbana; Renovação das funções e dos usos de áreas abandonadas ou com usos desqualificados; Requalificação e reintegração urbana de bairros críticos, onde a situação social e económica ou a degradação urbana justifiquem uma intervenção especial. Neste sentido, a Câmara Municipal de Braga está convicta de que se trata de uma intervenção de grande importância para a Cidade e os seus Cidadãos, mas também um projecto que permitirá difundir novas práticas de intervenção urbana, tanto mais que o Programa de Acção incide numa área actualmente marcada por factores de desqualificação muito relevantes. 4 de 96

5 A. Apresentação da área de intervenção A.1. Delimitação da zona de intervenção e integração na Cidade A zona de intervenção proposta para este Programa de Acção é uma área com uma extensão de quase 3 quilómetros e uma superfície total de cerca de 75 hectares ao longo das margens do Rio Este, entre a Av. Frei Bartolomeu dos Mártires e a Ponte Pedrinha. Engloba ainda algumas áreas naturais integradas no perímetro urbano da Cidade de Braga, com destaque para o conjunto formado pelo Monte do Picoto e pelo Parque de S. João da Ponte. Trata-se, essencialmente, de uma extensa área verde, a sul do Centro Histórico, pressionada urbanisticamente pela Cidade que tem crescido à sua volta. 5 de 96

6 Como é bem visível na imagem, o Rio Este atravessa, no seu percurso urbano, uma área consolidada em quase toda a sua extensão, que se foi desenvolvendo por iniciativa da autarquia ou de agentes privados, ao longo dos anos, num modelo nem sempre enquadrado por instrumentos de gestão territorial. Dada a sua extensão física e geográfica e a proximidade imediata de alguns elementos estruturantes do desenvolvimento da Cidade (Estádio Primeiro de Maio, Parque de S. João da Ponte, Monte Picoto, Parque de Exposições, Mercado Cultural do Carandá, Escolas e Equipamentos de Saúde, pequenas zonas industriais, para além de áreas residenciais de diferentes épocas e configurações), este percurso ribeirinho é um eixo estruturante vital na malha urbana, marcante e incontornável. No entanto, a maioria da população percebe-o sobretudo como um problema e muito raramente como uma mais valia. Esta visão assenta nas conclusões imediatas de qualquer diagnóstico urbanístico, ambiental ou social, que mostram uma área com um grau generalizado de desqualificação, em alguns casos especialmente agravado. De forma genérica, as manifestações da degradação correspondem a deficientes inserções urbanísticas (ocupação das margens, traseiras de edifícios residenciais, oficinas ou indústrias), a descargas de efluentes líquidos e resíduos no leito do Rio, a abandono, degradação e vandalismo de algumas estruturas construídas (moinhos, sanitários públicos, edifícios ocupados por associações de idosos e lago no Parque S. João da Ponte), degradação natural (vegetação degradada no Monte Picoto ou no Parque S. João da Ponte), descontinuidade de sectores com qualidade de tratamento do espaço público e acessibilidade, insegurança, presença de bairros com habitação degradada e problemas de integração de minorias étnicas. Há, simultaneamente, a percepção do grande potencial desta área, traduzida pela grande quantidade de referências ao (desejado) Parque da Cidade que se pode encontrar na imprensa ou em blogues locais. Ou seja, a vocação da área Rio Este+Parque S. João da Ponte+ Monte do Picoto é reconhecidamente a de uma área de ambiente urbano de excelência, reforçada pela proximidade imediata ao Centro Cívico. 6 de 96

7 A.2. Diagnóstico sintético A generosa dimensão da área permite descortinar nuances significativas ao longo dos diversos sectores da área de intervenção, que nos proporciona uma certa diversidade em termos da situação ambiental, se bem que, infelizmente e de uma forma quase generalizada, com características de acentuado pendor negativo. Na área designada como zona dos Galos encontramos uma malha urbana que possui uma relação directa com o rio desde os primórdios da sua remotíssima existência. O rio motivou, condicionou e determinou a sua fundação e o seu modus vivendi, marcado por uma ruralidade ainda persistente. Outrora, este sítio possuía uma relação íntima e directa com o rio, razão única da sua existência e factor determinante do género arquitectónico, caracterizado por edifícios acoplados a engenhos de água, associadas à transformação de cereal. A perda progressiva da viabilidade e vitalidade económica conduziu à degradação e decadência global deste sítio ribeirinho, único na área urbana do Município. Por outro lado a pressão urbanística que se registou a partir da década de 70, fez-se de costas para o rio e para este núcleo rural popular histórico. O que hoje nos é dado a ver é uma envolvente urbanística sufocante que se vem consolidando e um sítio outrora vivo e dinâmico, hoje, degradado e velho nas suas múltiplas dimensões, constituindo o rio mais um problema, nas extremamente deficientes condições de vida da população dos Galos. Refira-se que a situação é de tal forma grave que a CMB propôs e obteve a classificação do chamado Sítio dos Galos como Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística (Dec. n.º 11/97 de 19 de Fevereiro). 7 de 96

8 Na proximidade da Zona dos Galos encontra-se o edifício do antigo Mercado do Carandá, actualmente em requalificação e transformação em Mercado Cultural. A instalação do Mercado Cultural do Carandá é uma acção estruturante para esta área da Cidade, cujo modelo de ocupação é desordenado e dificulta a circulação fluida entre as margens do rio e o tecido urbano. Seguindo para poente, temos uma extensa área verde, formada pelo Monto do Picoto e pelo Parque de S. João da Ponte. Também aqui são visíveis alguns sinais de degradação, no caso do Picoto com um coberto vegetal a necessitar de recuperação e no caso do Parque da Ponte com o abandono a que foi votado em anos recentes, inclusive pelos seus utentes mais habituais. O projecto de requalificação deste Parque está já em curso, e prevê-se que da intervenção conjunta no Rio Este, Picoto e Parque da Ponte resulte uma área verde contínua de grande dimensão, prolongandose ainda pela zona desportiva envolvente do Estádio 1º de Maio e Parque de Campismo. 8 de 96

9 Outra zona a intervencionar, designada como zona do Parque de Exposições, mereceu já da parte da edilidade algum investimento na regularização do leito do rio, dada a proximidade do edificado, através da construção de delimitadores em betão e no tratamento das margens. Apesar desta acção e olhando a que esta zona é uma área com elevada afluência de pessoas por força da localização do Parque de Exposições, do Parque de S. João da Ponte (parque urbano), da proximidade do Estádio 1º de Maio e da realização da Feira semanal, o rio é um mero espectador passivo deste forte movimento de pessoas, não induzindo qualquer uso digno desse nome. A Zona de Ponte Pedrinha compreende uma área que integra núcleos habitacionais recentes e outros mais antigos, e uma pequena área industrial, desenvolvendo-se o leito do rio, entre duas vias afastadas cerca de cem metros. Tal como nas zonas anteriores a ocupação do solo fez-se ignorando o rio, pelo menos em termos do seu uso positivo, ignorando-se da mesma forma o potencial que a envolvente próxima do mesmo, poderia proporcionar mesmo no que se refere a um equipamento desportivo, direccionado para a prática do futebol. 9 de 96

10 Transversalmente a toda a área de intervenção, verifica-se em termos ambientais a existência de um rio poluído, por força sobretudo, não da descarga de poluentes por via do saneamento, mas sim, por uso indevido, clandestino e inaceitável, das redes de águas pluviais. De facto, a CMB encetou um processo de ordenamento dos colectores de saneamento, ligando-os a um colector geral que os remete para a ETAR. Contudo, a situação de poluição do rio mantém-se por força do mau uso da rede de águas pluviais, quer devido a edifícios de habitação, quer devido a instalações industriais. 10 de 96

11 Outro problema que inibe a utilização desta vasta área, é o facto de a mesma estar interrompida, por força de vias de circulação que lhe retiram uma dimensão una e uma utilização como parque, situação que a implementação do presente plano se propõe resolver, através de múltiplos pontos de ligação entre as zonas que constituem a área de intervenção, possibilitando uma circulação ao longo de todo o eixo do futuro parque. No plano social e numa acepção lata, já sugerimos que o rio não é um factor de coesão, antes se apresentando como um elemento inibidor ou limitador de determinadas práticas sociais de matriz urbana. Para além dos aspectos físicos que fomos abordando (dificuldade de acesso e circulação, degradação ambiental), reforça esta ideia a situação de insegurança que prevalece em grande parte da área de intervenção e uma imagem de progressivo abandono pelas camadas de população que deveriam garantir uma utilização mais constante: os residentes, os idosos e reformados, os jovens. Num plano mais específico, impõe-se sobretudo a necessidade de uma actuação sobre o designado Sítio dos Galos por força da sua dimensão patrimonial, das péssimas condição do edificado e do facto de este se encontrar na sua quase totalidade ocupado. Trata-se de uma área global de cerca de 3 hectares, que integra 22 fracções habitacionais, conciliando 3 delas esta função como a de moagem e 2 fracções ligadas à actividade comercial Este sítio regista uma população de 29 famílias que abrange 76 pessoas, na sua maioria idosos. As condições de habitabilidade e as consequentes condições de vida, variam na quase totalidade entre o mau e o muito mau, quer ao nível da inexistência de condições mínimas de habitabilidade para os parâmetros actuais, dada a inexistência de casas de banho, água potável e saneamento em muitos das fracções, quer sobretudo, devido à degradação física do edificado. Todo o quadro socio-urbanístico e patrimonial descrito, motivou a já referida classificação deste sítio como área crítica de recuperação e reconversão urbanística, constando no PDM como uma unidade operativa de planeamento e gestão, subordinada à aplicação do Regulamento Municipal de Salvaguarda e Revitalização do Município. 11 de 96

12 Considera-se pois que só através de uma acção global idêntica aquela que se adoptou para o Centro Histórico se viabiliza a efectiva recuperação deste sítio, e só no âmbito de uma operação integrada se poderá efectivamente reabilitar este sítio, na sua dimensão ambiental, devolvendo-lhe a sua condição de zona ribeirinha. A.3. Balanço de algumas actuações anteriores nesta área De forma muito geral, pode considerar-se que a zona se foi desenvolvendo através de uma combinação nem sempre feliz de transformação de solo rural em solo urbano, por iniciativa pública (planos e projectos de intervenção ou construção de equipamentos) ou privada, muitas vezes informal e ilegal. Podemos considerar vários tipos de intervenções que foram, de forma mais deliberada e progressiva, controlando e invertendo o processo de degradação ambiental e desintegração social e urbana. Há, por exemplo, uma actuação clara de instalação de equipamentos colectivos de grande escala, que permitem requalificar pontualmente alguns trechos do percurso fluvial. São exemplos o Parque de Exposições de Braga e o seu Auditório, a área de equipamentos sociais e culturais (Mercado Cultural do Carandá, Escolas e Centro de Saúde) na proximidade da Zona dos Galos, o campo de futebol na zona da Ponte Pedrinha, o Parque de Campismo e o próprio Estádio Primeiro de Maio e o Pavilhão Flávio Sá Leite, que, apesar da recente construção do Novo Estádio Municipal, têm sido mantidos em actividade, diversificando o seu uso e ampliando-o a segmentos da população méis generalizados. No caso do Estádio, refira-se mesmo a transformação de alguns espaços debaixo das bancadas em áreas para acolhimento e ensaio de bandas de garagem, promovendo por esta via a integração social. A experiência tem tido bons resultados e está em preparação a adaptação de novos espaços, agora para grupos de teatro amador. Estas intervenções, mesmo cumprindo o seu objectivo de atribuir alguma centralidade urbana à área e combater alguns fenómenos mais acentuados de exclusão, contribuem muito moderadamente para criar uma área verde de excelência e dimensão relevante e não actuam directamente ao nível das vivências permanentes. Há também a actuação por via de intervenções de ordenamento e requalificação de algumas áreas marginais, que já referimos atrás, ou da infra-estruturação (como é exemplo a instalação do colector de saneamento. Estas actuações também se podem considerar positivas no sentido em que foram já passos no sentido de um projecto mais definitivo e estruturante, que está decididamente em marcha. Esta intervenção inscreve-se, para já, nos instrumentos legais e nos de gestão do território. O Plano Director Municipal de Braga prevê duas UOPG para a área de intervenção do projecto: o Sítio dos Galos, subordinado à aplicação do Regulamento Municipal de Salvaguarda e Revitalização do Município e o Monte Picoto. 12 de 96

13 De forma mais operacional, no programa de execução do PDM estão inscritos o Plano de Reabilitação do Rio Este e o projecto do Parque Urbano do Monte Picoto e de São João da Ponte. Este Programa de Acção para a Regeneração Urbana permitirá executar as intervenções principais destes dois projectos, já em curso e com algumas componentes realizadas. Num balanço geral, pode considerar-se que as diversas intervenções têm sido contributos positivos e vistos numa perspectiva de continuidade para a qualificação e a integração desta área marginalizada como parte nobre da Cidade de Braga. O que tem, então, faltado para que os passos sejam mais decisivos e não perdure a imagem global de degradação e abandono, ou de oportunidade perdida? Em primeiro lugar, só recentemente se avançou para projectos mais globais, de estruturação conjunta do espaço, criando um contínuo verde planeado da forma integrada. Em segundo lugar, porque, para além de se olhar pontualmente, à medida de cada intervenção específica, essa visão fez-se normalmente no sentido longitudinal ao vale do rio, e não se cuidou tanto da ligação transversal, de criação de elementos físicos ou imateriais de articulação com o resto da Cidade, em especial com a área central, ali tão próxima. Em terceiro lugar porque os projectos, mesmo os que foram concebidos tendo em vista segmentos de utilizadores locais, numa perspectiva essencialmente de intervenção social, não atendem à necessidade de envolver as organizações representativas desses utentes ou as que possam realizar actividades diversificadas, abertas, capazes de enraizar hábitos de utilização permanente da área. Em quarto lugar, porque as intervenções mais pontuais olharam sobretudo de fora para dentro, pensando em melhorar a área e não de dentro para fora, pensando em melhorar a Cidade. O presente Programa de Acção vem responder a estas debilidades através da execução de projectos de intervenção de requalificação física (Rio Este, Parque da Ponte, Monte do Picoto); da criação de infraestruturas de apoio às actividades das populações locais e dos utentes (Escola de Música do Carandá, instalações para Associações, Bar do Lago); do apoio a um conjunto de actividades lúdicas, desportivas, culturais, de educação ambiental e para a cidadania; da integração desta área em redes da Cidade, sejam físicas (rede de equipamentos culturais, como o Mercado Cultural do Carandá/ Escola de Música, de mobilidade sustentável, com o Tubiclas), sejam imateriais (manifestações artísticas como a Linha Verde do projecto BragaCult); de criação de factores de excelência que contribuam, para além da qualidade da área, para a qualidade e competitividade global da Cidade de Braga (um Parque da Cidade, local de convivência, indutor de práticas físicas e sociais tendentes a melhorar o bem estar geral e a saúde pública). 13 de 96

14 B. Estratégia de intervenção B.1. Contextualização do Programa de Acção na visão estratégica de desenvolvimento da cidade Num capítulo posterior faremos uma apresentação mais detalhada do Programa de Acção, mas ficou já claro que ele se refere a um conjunto de intervenções de regeneração de um espaço ambientalmente muito valioso, actualmente com marcas claras de degradação. Compreende-se também que esta degradação, e portanto o âmbito da resposta, não é apenas ambiental. Os aspectos sociais e de coesão urbanística estão também muito presentes. Convém recordar que Braga é um dos municípios com taxa de crescimento mais elevada a nível nacional (actualmente tem quase 175 mil habitantes e cresceu, entre 2001 e 2006, a uma taxa anual superior a 1%, dupla da média nacional e cerca do quádruplo da média regional do Norte) e que a Cidade de Braga, nas suas freguesias do perímetro urbano, tem cerca de 75 mil residentes, podendo considerar-se que a sua dimensão funcional (residentes+emprego+utentes regulares diários) ultrapassa as 100 mil pessoas. Sendo mais ambicioso (mas mais realista, também), devemos ter em conta que Braga é o principal centro urbano de uma área territorial (o Cávado -Ave) que tem cerca de 1 milhão de habitantes, e que integra um projecto de cooperação de grande fôlego e, neste momento, imparável: a Rede Urbana para a Competitividade, Inovação e Internacionalização do Quadrilátero Barcelos Braga Famalicão - Guimarães. Na temática central de cooperação dessas quatro cidades é decisiva a criação de áreas urbanas contemporâneas, saudáveis, atractivas para residentes de elevados padrões de exigência. Apesar de apresentar ainda padrões etários relativamente jovens, mesmo na Cidade (por via da capacidade de atracção das escolas e da Universidade do Minho, em especial), as tendências de envelhecimento seguem a tendência nacional e, particularmente, a das áreas centrais das cidades. Se esta questão não se coloca de forma directa na área de intervenção, pois esta é um espaço sobretudo natural, importa observar de outra perspectiva: a da dotação da Cidade em áreas verdes de qualidade e de espaços confortáveis e seguros, de integração social e promoção de vida saudável. O Programa de Acção visará, portanto, mais do que qualificar a área: ele pretende criar um novo factor de competitividade da Cidade, directamente assente na matriz social e urbana endógena A estratégia específica assumida para este Programa de Acção assenta, assim, directamente no balanço que se faz das intervenções recentes e em curso, visando melhorá-las, no quadro de uma estratégia mais geral de desenvolvimento da Cidade de Braga, a qual está devidamente assumida no Plano Director Municipal de Braga, que actualmente está em processo de revisão. 14 de 96

15 Na fundamentação dessa revisão estão aspectos da natureza estratégica, actualizando as orientações de desenvolvimento territorial ao modelo de desenvolvimento social e económico actual para o concelho, que pretende responder aos novos desafios da coesão e da competitividade dos territórios. Entre outros, o novo PDMB assume como domínio estratégico uma aposta em BRAGA CONCELHO ATRACTIVO PARA VIVER, o qual aponta para diversos objectivos específicos, entre os quais: Promoção da Imagem da Cidade Definição da Estrutura Ecológica Urbana e Municipal Continuando a citar, destacamos algumas orientações para o PDMB: A promoção da Imagem da Cidade, aqui defendida, não se esgota numa visão bucólica e romântica encerrada na estética do seu edificado, mas sim na necessidade de se promover uma imagem de cidade estruturada. Ou seja, torná-la perceptível aos seus transeuntes, habitantes, trabalhadores, etc., criando no seu imaginário uma cidade estruturada em termos urbanos. Nesta perspectiva, ganha relevância o papel das estruturas territoriais e a sua articulação entre si e com as partes (estrutura ecológica, estrutura viária, estrutura de espaços públicos, etc.), bem como a coerência urbana ao nível das funções, cérceas, tipologias, morfologia, etc. [ ] Neste âmbito urge a definição de um sistema integrado de espaços públicos, capaz de garantir a integração urbana não descurando uma intervenção mais activa do município nesta matéria. Algumas questões de requalificação do espaço urbano, deverão ser resolvidas através da integração da rede de espaços públicos existentes na estrutura ecológica urbana e os problemas detectados deverão ser abordados, consoante os casos, através de regulamentação, definição de programas, ou medidas de acupunctura urbana remetidas para unidades de execução de prioridade máxima e assumidas pela autarquia como uma bandeira na competitividade urbana. Com a elaboração de uma carta de espaços públicos (identificando os espaços existentes e propondo novas áreas) será, então possível definir um sistema de espaços públicos integrado, capaz de concertar a iniciativa privada com uma estratégia de planeamento municipal [ ]. A EEM é composta pela Estrutura Ecológica Urbana, e pela Estrutura Ecológica Rural. No primeiro caso faz parte integrante da Classe de Solo Urbano sendo, dentro deste, uma categoria de espaço, a par dos solos urbanizados e dos solos cuja urbanização é possível programar, em regra espaços verdes e/ou espaços livres de uso publico que se pretende organizar numa rede consistente, interligando-os através de novos espaços a criar, corredores verdes e alamedas arborizadas. Julgamos, portanto, que fica amplamente demonstrada a contextualização do Programa de Acção na estratégia de desenvolvimento da Cidade. E fica-o da forma mais adequada, pela sua plena coerência com o principal referencial da política e da gestão do território municipal, como deveria ser exigido a qualquer 15 de 96

16 intervenção que se pretenda estruturante e não penas uma resposta conjuntural ou oportunista à disponibilização de fundos públicos. B.2. Estratégia integrada de desenvolvimento, objectivos e prioridades de intervenção Como vimos, o percurso urbano do Rio Este, entre a Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires e a Ponte Pedrinha, atravessa uma área urbana consolidada em quase toda a sua extensão. Dada a sua dimensão física e geográfica e a proximidade imediata de alguns elementos estruturantes do desenvolvimento da Cidade (Estádio Primeiro de Maio, Parque da Ponte, Monte Picoto, Parque de Exposições, Mercado Cultural do Carandá, Escolas e Equipamentos de Saúde, pequenas zonas industriais, para além de áreas residenciais de diferentes épocas e configurações), este percurso ribeirinho é um eixo estruturante vital na malha urbana. No entanto, por diferentes motivos, condições e realidades, existe um claro alheamento da Cidade relativamente ao rio, o único elemento desta faixa territorial verdadeiramente autóctone e cuja presença, nomeadamente na área urbana, é marcante e incontornável, se bem que apareça aos olhos da maioria sobretudo como um problema e muito raramente como uma mais valia. Como referimos também, não é de agora esta preocupação, e podem invocar-se diversas intervenções, do planeamento à concretização de acções no terreno, que visam responder às dinâmicas negativas identificadas. A estratégia específica adoptada para este Programa de Acção é, verdadeiramente, uma estratégia integrada, entendendo por integrada a resposta simultânea a diversas dimensões de acção: contextualização numa estratégia mais ampla de desenvolvimento urbano (cf. capítulos anteriores). diversidade de objectivos e multi-dimensionalidade das áreas de acção: social, cultural, ambiental e urbanística; interligação das acções concretas: contiguidade dos projectos de requalificação física e ambiental, integração de equipamentos nestes espaços, acções de animação e dinamização para amplificar e fazer perdurar práticas de uso sustentável dos mesmos; convergência de uma Parceria Local muito diversificada: autarquia, empresas municipais, associações diversas, uma empresa privada, uma Fundação; O Programa de Acção visa contribuir para alcançar novos padrões de urbanidade para Braga, constituindo-se como um projecto modelo na promoção da qualidade ambiental, da saúde e bem-estar, da integração social e da tolerância. Podemos definir assim os seus objectivos: Qualificar ambiental, urbanística, cultural e socialmente o território urbano definido pelo percurso do Rio Este e espaços envolventes (Parque da Ponte e Monte Picoto), promovendo a 16 de 96

17 sua integração com a restante malha urbana e renovando funções e usos de algumas áreas abandonadas ou desqualificadas. Valorizar uma área que se pretende de excelência urbana, apoiada num contínuo de grande valor ambiental, gerando uma nova centralidade e um espaço de representação de cidadania e de uma nova forma de viver a Cidade de Braga, mais saudável e partilhada. Criar amenidades urbanas atractivas (cultura, lazer, convívio, prática regular e informal de desporto). Contribuir para a coesão social e a tolerância: o o Integrar áreas e populações desfavorecidas com sectores mais privilegiados da sociedade a partir de um mesmo projecto. Promover a partilha de espaços numa perspectiva de transversalidade etária. Resolver de forma definitiva alguns problemas prementes que prejudicam a qualidade de vida e a imagem da cidade. Criar factores imateriais de sustentabilidade da intervenção, através de práticas de trabalho em parceria. 17 de 96

18 C. Descrição das operações e dos projectos Dado que foram já sendo abordados diversos aspectos da fundamentação estratégica para a intervenção deste Programa de Acção, fazemos neste capítulo uma abordagem mais sistemática às operações que o integram. C.1. Operações âncora Sob esta designação encontram-se três operações de requalificação de espaços naturalizados, todas da responsabilidade técnica e financeira da Câmara Municipal de Braga. No seu conjunto, permitirão criar um extenso espaço de grande valor ambiental, uma área verde praticamente contínua com 76 hectares, pontuada por equipamentos e infra-estruturas de apoio ao lazer e à prática de uma vida saudável. Operação 1: Requalificação do Rio Este e das suas margens O projecto centra-se em duas áreas de intervenção: regularização e renaturalização do leito do rio, revestimento das margens, criação de açudes e muros de suporte e despoluição do rio. ordenamento da zona ribeirinha, criando vias pedonais cicláveis e não cicláveis, sinalética e mobiliário urbano. Com uma extensão de quase 3 quilómetros, o projecto requalificará uma superfície total de metros quadrados. O projecto de execução foi concluído e está em apreciação pela Agência Portuguesa do Ambiente um conjunto de adaptações decorrentes do processo de Avaliação de Impacte Ambiental a que foi submetido. A obra será iniciada no primeiro semestre de 2009 e terá a duração de um ano. O valor global de investimento é de , suportado integralmente pela CM Braga, prevendo-se uma comparticipação de do FEDER. Operação 2: Regeneração e revitalização do Parque da Ponte Este projecto tem como objectivos: Reordenamento espacial e funcional do Parque Adequação do espaço às necessidades e exigências actuais da população Criação de um espaço mais multifuncional e que responda às necessidades de todos as faixas etárias As principais componentes do projecto são: Criação de um parque de estacionamento no jardim de S. João da Ponte Construção de um auditório ao ar livre 18 de 96

19 Criação de um parque infantil no jardim de S. João da Ponte Instalação de infra-estruturas eléctricas e telecomunicações Construção das sedes de duas Associações Locais Construção de um Bar/Restaurante do Lago, executado através de uma concessão a uma entidade privada. Este Parque, tipicamente um parque urbano com uma área total de metros quadrados, faz a transição entre o espaço urbano (ligando à Av. da República) com a principal mancha verde da Cidade: o parque desportivo envolvente do Estádio 1º de Maio, o Parque de Campismo, o Monte Picoto e o Vale do Rio Este. Será, assim, a principal charneira de coesão de toda a intervenção. Este aspecto também e reforçado pelo facto de se incluir no projecto a construção de novas instalações para duas das instituições que integram a Parceria Local, a partir das quais se desenvolverão diversos projectos de dinamização da zona. O projecto técnico está aprovado e a obra será integralmente realizada até ao final de Esta operação, cujo custo total é de integra duas componentes: Uma de investimento público, da responsabilidade da autarquia, com um custo de , elegível para apoio FEDER, com uma taxa de comparticipação de 70%. Outra de investimento privado, a cargo da PactoInvest, Lda, empresa vencedora do Concurso Público para a construção -concessão do Bar/Restaurante. O investimento a realizar é de , na construção do edifício, na recuperação dos barcos existentes para passeio no Lago e para aquisição de bicicletas de uso público pelos utentes do Parque. Este montante de investimento não se considera elegível para apoio FEDER no quadro desta candidatura. Operação 3: Parque do Monte Picoto Localizado a sul do centro da Cidade, o Monte Picoto é uma extensa área natural, que sofre alguma pressão urbanística na sua base. Este projecto corresponde a uma primeira fase da criação de um Parque Urbano com vocação de área de lazer, desporto radical e aventura, e portanto complementar da oferta mais convivial do parque da Ponte ou mais da prática de actividade física informal do percurso do Rio Este. Tem como objectivos: Criação de uma área relevante de estrutura ecológica urbana Implementação das infra-estruturas necessárias para a criação de um Parque Urbano na cidade, com espaços lúdicos, de desporto e lazer. As principais componentes deste projecto são as seguintes: Percursos pedonais, ciclovias e percursos em terra para BTT, Four Cross,, Downhill, Trial, percursos em passadiço. Parque de estacionamento automóvel Mirante e parque de merendas Jardins d arte e jardins temáticos (labirinto, exóticos, sazonais) 19 de 96

20 Parque infantil Terreiro de jogos tradicionais Recinto dos sentidos Redes de infra-estruturas de abastecimento de água, saneamento, electricidade, iluminação, instalações telefónicas, net -wireless Projecto e obra de paisagismo O projecto abrange uma área total de metros quadrados, e a obra inicia-se no primeiro semestre de 2009, após aquisição dos terrenos pela autarquia. Esta primeira fase terá um custo de , suportados pela autarquia, prevendo-se um apoio do FEDER de Este projecto relaciona-se com um conjunto de intervenções privadas que serão descritas no próximo capítulo deste Programa de Acção. C.2. Outras operações elegíveis Partindo da dinâmica gerada pela criação de uma área de excelência urbana desta dimensão, a Parceria Local desenvolverá diversos projectos cujos objectivos genéricos são a sustentação dos efeitos positivos das áreas verdes na estrutura e na vida urbanas e a integração plena desta área, hoje degradada e quase periférica, em espaços privilegiados da Cidade. Operação 4: Escola de Música do Carandá O Mercado Cultural do Carandá, um projecto do arquitecto Eduardo Souto Moura, resulta da conversão de um mercado convencional em espaço multidisciplinar que visa potenciar a oferta municipal de espaços culturais, apresentando-se, ele próprio, como obra de arte de arquitectura. Concluída a primeira fase do projecto, este integra actualmente os seguintes espaços: Cores do Chá, Associação de Artesãos do Minho, Wabi Sabi e Arte Total - Centro de Educação pela Arte. O Mercado, que se localiza próximo do Rio Este e se integra na rede de espaços culturais da Cidade, é um espaço que pode funcionar como uma boa interface de ligação entre o Parque da Cidade e o Centro, seja do ponto de vista do percurso urbano, seja do ponto de vista das dinâmicas socioculturais. Neste sentido, a conclusão da segunda fase da obra de reabilitação e a instalação da Escola de Música, cuja instalação e funcionamento está já protocolada com a Fundação Bomfim, uma IPSS/ONG para um período de 10 anos, gera a oportunidade para associar o projecto à dinâmica de requalificação do Rio Este e, em especial, da zona desfavorecida dos Galos. Um espaço nobre, atractor de eventos e de utilizadores, trará a esta zona da Cidade novas dinâmicas qualificadas e integradoras. A operação integrará assim duas componentes: A reabilitação do edifício, da responsabilidade da Câmara Municipal de Braga, pelo valor de , que estará concluída até final de Esta componente é elegível nesta candidatura, solicitando-se um apoio FEDER de (70% de comparticipação). 20 de 96

21 A instalação e o funcionamento da Escola de Música, a cargo da Fundação Bomfim, que investirá entre 2009 e 2010 um valor de , que não se propõe para co-financiamento FEDER. Além do investimento, e de acordo com o protocolo assinado com a CM Braga, a Fundação compromete-se na realização de 3 recitais e uma ópera infantil anuais, de 12 eventos culturais de carácter pedagógico anuais para as Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico e da concessão de 35 bolsas de estudo anuais, 10 das quais gratuitas e 25 com redução de custo, durante 10 anos. Operação 5: TUBICLAS no Rio Este Este projecto integra-se num projecto mais amplo, a desenvolver pela Empresa Municipal dos Transportes Urbanos de Braga, criando uma rede de estações de aluguer/recolha de bicicletas e segways articulada com os percursos dos autocarros, os quais serão também preparados para o transporte de bicicletas. O projecto tem como objectivos: Dinamizar novos modos de transporte alternativos, que respondam às necessidades de mobilidade dos cidadãos Promover o desporto ao ar livre, usufruindo da paisagem Dinamizar a zona ribeirinha do rio Este A componente a realizar nesta área de intervenção é a seguinte: Criação de 4 estações de aluguer e recolha ao longo das margens do Rio Este Disponibilização dos meios de mobilidade (80 bicicletas, 2 segways, 8 bicicletas eléctricas) nessas estações Complementaridade com os transportes colectivos, por adaptação dos autocarros. O investimento total a realizar pela TUB, EM é de , prevendo-se um apoio FEDER de 70% deste valor. O projecto inicia-se em 2009, com o estudo dos locais de implantação das estações, a aquisição dos equipamentos e a adaptação dos autocarros. O sistema entrará em funcionamento em 2010, após conclusão das obras do Parque da Ponte e das margens do Rio Este. Operação 6: Dinamização da área de intervenção Esta operação, composta por um conjunto de projectos de natureza e dimensão bastante diversa, pretende criar dinâmicas de animação e apropriação dos espaços reabilitados, dando espessura a uma verdadeira estratégia de regeneração. Primeira linha de reflexão: são os próprios utentes da área os primeiros interessados em que ela se mantenha com padrões de qualidade, conforto e segurança de nível superior. São também os primeiros interessados na existência de actividades diversificadas, não de folclore a animação gratuita, mas com carácter regular e destinadas a um usufruto tranquilo de um espaço que é, antes de mais, de convívio e urbanidade. Segunda linha de reflexão: a área não é reabilitada só para estes utentes habituais. Pretende ser o grande Parque da Cidade, aberto a outros residentes e a visitantes, uma imagem de marca qualificada e factor de competitividade da Cidade de Braga. Por isso, as acções a desenvolver não são unicamente de carácter lúdico e de convívio, apelando para consumos mais sofisticados e exigentes. 21 de 96

22 Terceira linha de reflexão: a geração de usos sustentados não se esgota na frequência de eventos. É necessário formar públicos, educar e enraizar hábitos de civismo e gosto pelos espaços colectivos. Da convergência destas três linhas nascem os diversos projectos que integram esta operação: i. Dinamização recreativa e cultural da Associação dos Reformados do Interior do Parque da Ponte ii. Dinamização recreativa e cultural da Associação dos Unidos do parque da Ponte Estes dois projectos, da responsabilidade das associações que ficam instaladas nos edifícios construídos no parque da Ponte, destinam-se a contribuir para a confraternização e partilha de experiências e conhecimentos entre jovens e idosos e a minimizar o sentimento de solidão dos idosos, gerando factores de sociabilização. No primeiro caso (ARIPP) trata-se da organização de diversas actividades cíclicas (concursos de malha, damas, xadrez, dominó e cartas e organização de actividades de educação física para seniores). No segundo caso (AUPP), da aquisição de mobiliário, e organização de actividades (concursos de malha, damas, xadrez, dominó e cartas, organização de jogos do peão com as escolas da cidade, cursos de renda e bordados, cursos de informática para principiantes em parceria com a Videoteca e apoio a turistas que visitem o parque). Cada uma das acções custará 1.500, prevendo-se que o FEDER comparticipe em 70%. Serão programadas de forma articulada, ao longo dos três anos de execução do programa de Acção. iii. Projecto de sensibilização e educação ambiental Este projecto, da responsabilidade da QUERCUS, consiste na organização de sessões de sensibilização temáticas, de mostras de agricultura biológica, sobretudo através de parcerias com as escolas do concelho. Tem como objectivos sensibilizar a população para os problemas ambientais, demonstrando soluções ecológicas para aplicar no quotidiano e integrar a população, em especial o grupo etário em idade escolar, no meio ambiente, suscitando-lhes o gosto pela realização de actividades ao ar livre. O orçamento do projecto é de 4.500, distribuindo-se o investimento pelos 3 anos do programa. Prevê-se uma comparticipação FEDER de 70%. iv. Dinamização do Bar do Lago No contrato de concessão do Bar do Lago, o concessionário (PactoInvest, Lda.) compromete-se a realizar actividades artísticas (música e outras) nas noites de fim-de-semana de verão. A PactoInvest afectará uma despesa de a estas acções durante os 3 anos de duração do programa de Acção, prevendo-se que o FEDER comparticipe em 70%. v. BragaCult, Projecto de Intervenção Cultural /Linha Verde Da responsabilidade da Companhia de Teatro de Braga, CRL., esta acção é a extensão no Parque da Cidade e ao Mercado Cultural do Carandá de um projecto de maior fôlego, que integra num mesmo circuito o Centro Histórico e esta área. Pretende potenciar práticas e conhecimentos, para um melhor rendimento escolar e associativo e estimular os destinatários a novas práticas de lazer onde as novas tecnologias estejam presentes. Realização de acções/ actividades culturais como entrevistas, trabalho de registo áudio e vida sobre a Memória, oficinas de fixação de narrativas, escrita, vídeo, som, cinema, fotografia, teatro, sensibilização e memória musical. O custo global é de , repartidos entre 2010 e 2011, prevendo-se uma comparticipação FEDER de 70%. 22 de 96

23 vi. Acções de dinamização cultural do corredor verde urbano de Braga Esta acção é da responsabilidade da BragaHabit, Empresa Municipal, que tem um conjunto de actividades de intervenção sociocultural enquadradas no Rede Social de Braga. Pretende-se ampliar o enfoque até agora centrado na qualidade de vida da população beneficiária de apoio habitacional, focando desta feita a qualidade de vida na cidade, numa perspectiva de prevenção dos problemas e de promoção da população local. É composta por acções de carácter permanente, tendo uma Unidade Itinerante como suporte, e outras acções de carácter pontual sobre três grandes temas: Cidadania e Participação Multiculturalismo Relação com o ambiente e preservação de espaços A BragaHabit despenderá com estas acções, prevendo-se que o FEDER possa comparticipar com 70% deste montante. O projecto realiza-se entre 2009 e vii. Projecto SYNERGIA Este projecto, da responsabilidade do Centro Jovem Santo Adrião, pretende oferecer aos cidadãos bracarenses um leque diversificado de actividades (radicais, hip hop, ginástica, skate, dj s, caminhada, BTT) no espaço do Parque do Monte Picoto e no Parque da Ponte. Ao longo dos 3 anos do programa de Acção, os promotores despenderão um total de na organização destas actividades, solicitando um apoio FEDER de 70%. viii. Realização de eventos de animação Este projecto visa a melhoria da qualidade de vida da comunidade em geral, a nível social, intelectual e cultural, em particular de jovens de comunidades em risco de exclusão social. É promovido pela Equipa Espiral - Associação Humanitária, Recreativa e Cultural de Braga e integra provas de foto-orientação, workshops relacionados com as tradições populares e espectáculos musicais "Sons do Mundo". O custo total previsto é de 3.000, com apoio FEDER de 70%. As acções decorrem em 2009 e No total, esta operação de Dinamização da área de intervenção corresponde a um investimento total de , dos quais serão de comparticipação FEDER. Operação 7: Gestão, monitorização e comunicação Esta operação, de carácter instrumental, destina-se à realização das acções de gestão e monitorização do Programa de Acção e à concretização do plano de comunicação e divulgação. De forma genérica, visa: gerir a intervenção de forma eficiente avaliar os resultados e as práticas de trabalho em rede animar os trabalhos da Parceria e alargá-la a outros projectos comunicar a públicos diversificados os objectivos, a natureza e os resultados da intervenção. 23 de 96

24 Na primeira linha de acção (gestão e monitorização) estão previstas verbas de para aquisição de materiais, comunicações, despesas de representação e outras despesas logísticas de apoio aos trabalhos do Conselho Directivo, secretário técnico e equipa de apoio técnico. Inclui ainda os valores necessários à contratação de consultorias externas à monitorização, avaliação e comunicação. Na segunda linha prevê-se um montante total de para as acções promocionais e de comunicação, para públicos internos (das instituições parceiras) e externos, de acordo com o estabelecido no plano de comunicação e divulgação. A despesa será assegurada pela CM Braga, com apoio FEDER de 70%, e distribui-se entre 2009 e Os valores referidos representam 3,7% do investimento elegível, o que é um valor moderado face à importância deste tipo de acções, até porque delas resultam não apenas resultados operativos, mas a consolidação de práticas de trabalho em rede e de projecção da imagem da área intervencionada. Gestão e comunicação Total Total FEDER C.3. Síntese global das Operações Despesa pública nacional Gestão Comunicação O Programa de Acção integra acções no montante global de investimento de , dos quais correspondem a investimento elegível. A comparticipação FEDER solicitada é, assim, de ,50 (70% do total elegível). A tabela seguinte identifica as despesas previstas de acordo com as fontes de financiamento. Total FEDER , , , ,00 Câmara Municipal de Braga , , , ,00 Associação dos Unidos da Ponte 450,00 150,00 150,00 150,00 Associação dos Reformados do Interior do Parque da Ponte 450,00 150,00 150,00 150,00 Pactoinvest 9.000, , , ,00 Quercus 1.350,00 450,00 450,00 450,00 TUB, E.M , , ,00 - CTB , , ,00 BragaHabit , , , ,00 Centro Jovem Santo Adrião 6.000, , , ,00 Equipa Espiral 900,00 300,00 600,00 - Elegível , , , ,00 NE PactoInvest , ,00 0,00 0,00 NE Fundação Bomfim , , ,00 0,00 Total , , , ,00 De forma mais desenvolvida, apresenta-se nas páginas seguintes a programação global do investimento. No anexo 1, no final deste relatório, são apresentadas fichas detalhadas das diversas operações. 24 de 96

25 Promotores Estimativa orçamental Operação Componentes (% participação financeira) TOTAL Requalificação do Rio Requalificação do Rio Este CMB (100%) , , ,00 Este e das suas margens Sub-total elegível , , ,00 - Regeneração e revitalização do Parque da Ponte Requalificação do Parque de S. João da Ponte Construção do Bar do Lago - construção do café/ bar e esplanada CMB (100%) , ,00 Pactoinvest (100%) NÃO ELEGÍVEL , ,00 Sub-total elegível , , Sub-total , , Requalificação do Infra-estruturação de base do Parque do Monte Parque do Monte do Picoto CMB (100%) , , ,00 Picoto Sub-total elegível , , ,00 - Escola de Música do Carandá Projecto TUBiclas no Rio Este Remodelação do edifício do Mercado Instalação da Escola de Música - equipamento, mobiliário e instrumentos CMB (100%) , , Fundação Bonfim (100%) NÃO ELEGÍVEL Estado de maturação da operação Projecto de execução elaborado Obra já adjudicada e em curso Concluído o processo de concessão Projecto em conclusão (2008) Obra adjudicada (em curso) , , ,00 - Protocolo assinado Sub-total elegível , , Sub-total , , ,00 - Criação das estações de aluguer e recolha, implementação de um sistema de gestão, aquisição dos meios de mobilidade e TUB, E.M. (100%) , , ,00 adaptação de plataformas de transporte em autocarros dos TUB Sub-total elegível , , ,00 - Projecto e aquisição de equipamentos: 1º semestre de de 96

26 Operação Dinamização da área de intervenção Componentes Dinamização recreativa e cultural da Associação dos Reformados do Interior do Parque da Ponte Dinamização recreativa e cultural da Associação dos Unidos da Ponte Projecto de sensibilização e educação ambiental no parque Dinamização cultural do Bar do Lago Projecto de Intervenção Cultural: Linha Verde Promotores (% participação financeira) Associação dos Reformados do Interior do Parque da Ponte Associação dos Unidos da Ponte Estimativa orçamental TOTAL Estado de maturação da operação 1.500,00 500,00 500,00 500,00 Protocolo assinado 1.500,00 500,00 500,00 500,00 Protocolo assinado QUERCUS 4.500, , , ,00 Ideia Pactoinvest , , , ,00 CTB , , ,00 Acções de dinamização do corredor verde urbano de Bragahabit , , , ,00 Braga Projecto SYNERGIA Centro Jovem Santo Adrião , , , ,00 Realização de eventos de animação Equipa Espiral 3.000, , ,00 Sub-total elegível , , , ,00 Gestão, animação e comunicação da parceria CMB (100%) , , , ,00 Sub-total elegível , , , ,00 Total elegível , , , ,00 Total , , , ,00 IVA incluído conforme elegibilidade para apoio FEDER Plano de Comunicação disponível. 26 de 96

27 D. Outras intervenções públicas em curso ou projectadas para a área de intervenção Neste ponto referem-se sobretudo algumas acções complementares cuja concretização articulada com a do presente Programa de Acção permitirá ampliar os efeitos esperados. i. Construção de dois cafés com esplanada e quiosque nas margens do Rio Este O projecto de execução elaborado pela CMB para a requalificação do Rio Este e das suas margens prevê a construção destes dois equipamentos na sua margem: um café com cerca de 100 m2 e um outro com esplanada e quiosque com 150 m2. Os dois equipamentos serão construídos através de um modelo de concessão, semelhante ao que permite executar o Bar do Lago, incluído nesta candidatura (como investimento não elegível). O valor previsto para o investimento é de 150 mil. ii. Construção de um Hotel na base do Monte Picoto Investimento privado em terrenos junto à EN101, na base do Monte Picoto, para construção de um Hotel de 4 ou 5 estrelas, com uma oferta de alojamento na ordem dos 250/ 300 quartos. Espera-se que este projecto privado permita qualificar uma área significativa e trazer novos segmentos de procura para a área de intervenção. Trará também um novo elemento de centralidade e reconhecimento desta área no contexto urbano. O valor de investimento não é ainda conhecido. iii. Construção do complexo multifuncional do Picoto, com equipamentos para desportos radicais, zonas comerciais e de serviços, parque de estacionamento. Construção de um restaurante/ bar panorâmico no Monte Picoto (incorporando praça multiusos na cobertura). Instalação do Hortizoo do Picoto. Trata-se de um conjunto de intervenções privadas na vertente oriental do Monte Picoto, previstas no projecto geral para a sua requalificação. Permitirão atrair público e utentes diversificados. Valores de investimento desconhecidos. iv. Conclusão do projecto de requalificação do Monte Picoto A intervenção incluída na candidatura corresponde à fase inicial dos trabalhos (preparação dos terrenos, infra-estruturação e espaços naturalizados), a desenvolver em Por limitações orçamentais, as intervenções referentes à construção de equipamentos complementares de apoio ao parque do Monte Picoto (biblioteca, passagens pedonais superiores de ligação ao Parque de S. João da Ponte e reconversão de edificado), bem como a colocação de 27 de 96

28 mobiliário urbano e de jardim, sinalética, equipamentos de lazer e parque infantil, serão financiados de forma autónoma pela autarquia ou candidatados a outras fontes de financiamento comunitário. O investimento previsto é de cerca de 1 milhão. v. Projecto TUBICLAS no Centro Histórico e na Periferia Urbana Este projecto dos TUB pretende estabelecer uma rede ampla e interligada de estações de recolha/aluguer de bicicletas, bicicletas eléctricas e segways, abrangendo o percurso ecológico do Rio Este, a Zona Central/ Histórica da Cidade e a periferia urbana, até ao Campus de Gualtar da Universidade do Minho. O programa de Acção do Rio Este prevê um investimento de para 4 estações, cada uma com 20 bicicletas, 8 bicicletas eléctricas e 2 segways. Na restante malha urbana serão criadas mais 5 estações, correspondendo a um investimento de adicionais. vi. Requalificação do Sítio dos Galos O projecto, da responsabilidade da BragaHabit, prevê a demolição de parte do edificado, renovação de infra-estruturas eléctricas, saneamento e abastecimento de água e drenagem de águas pluviais, repavimentação e renovação de equipamentos urbanos e construção de edificações destinadas a habitação (tipologias rcº +1/rcº+2) de 70 famílias, bem como edifícios para equipamentos públicos ou privado de uso colectivo. O investimento não está ainda quantificado. Prevê-se que no ano de 2009 se inicie o processo de intervenção. 28 de 96

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