Estudo comparativo das API s JAX-RPC e JAXM na construção de Web Services

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estudo comparativo das API s JAX-RPC e JAXM na construção de Web Services"

Transcrição

1 Estudo comparativo das API s JAX-RPC e JAXM na construção de Web Services Danielle Corrêa Ribeiro 1, Elizabeth Mª Martinho da Silva 1, Francisco A. S. Júnior 1, Thatiane de Oliveira Rosa 1, Madianita Bogo 1 1 Curso de Sistemas de Informação Centro Universitário Luterano de Palmas (CEUL/ULBRA) Teotônio Segurado 1501 SUL Palmas TO Brasil {danielle, elizabeth, franciscojr, mbogo, Resumo. Este artigo apresenta um breve estudo sobre a tecnologia Web Service, relatando seu conceito, suas características e vantagens; e sobre o pacote desenvolvido pela empresa Sun para aplicações Web Services JWSDP, apresentando as API s JAX-RPC e JAXM, por ser o objetivo deste trabalho um posterior comparativo entre essas API s. 1. Introdução Quando surgem novas tecnologias Java, estas são desenvolvidas com o intuito de inovar a programação visando à facilidade e promover eficiência. Em 12 de novembro de 2001, a empresa Sun, com a aprovação da Comunidade Java JCP lançou os pacotes JAXs, formando o JWSDP (Java Web Services Developer Packet), com o intuito de aprimorar a implementação em Web Services com a utilização do SOAP Simple Object Access Protocol (LACERDA, 2005). Dentre estes pacotes, pode-se encontrar o JAX-RPC, uma aplicação que utiliza o RMI sobre SOAP/HTTP e, por possuir um alto nível de abstração, possibilita que o cliente obtenha uma interface para comunicação com o serviço dinamicamente, em tempo de execução. Outro pacote encontrado é o JAXM, desenvolvido com o intuito de prover um protocolo SOAP através de uma API Java permitindo, de uma forma padronizada, a emissão de mensagens originadas do XML pela Internet sobre uma plataforma Java. Esse pacote já fez parte do JWSDP, mas atualmente é independente do mesmo. A utilização do Web Serices vem crescendo bastante por ser um conjunto de tecnologias com elevado potencial, eficaz em termos de custos e poderoso, o qual promete integração de computação distribuída interoperável. Dentre as várias tecnologias que oferecem recursos para a implementação de Web Services, pode-se destacar o pacote JWSDP, que oferece um conjunto de soluções para construir aplicações distribuídas utilizando documentos XML e está disponível gratuitamente através da Internet. A API JAX-RPC, encontrada neste pacote, é utilizada para a comunicação entre cliente e servidor, com a troca de mensagens SOAP. Existe uma outra API, a JAXM, que, como dito anteriormente, fazia parte do JWSDP, que possui algumas características JAX- RPC, mas não usa a idéia dos mecanismos de RPC. Existem poucos estudos referentes a

2 API JAXM, principalmente no que diz respeito à relação com o JAX-RPC e quais são as situações mais apropriadas para usar cada uma das API s. Assim, a realização de um estudo aprofundado das duas API s, no que diz respeito ao funcionamento básico, recursos oferecidos e principais características, para fazer um paralelo entre as mesmas é de grande relevância, pois auxiliará os desenvolvedores na definição de qual é a API mais apropriada, no momento do planejamento dos Web Services, suas diferenças, vantagens e desvantagens. 2. Web Services Com o desenvolvimento tecnológico, houve um crescimento no número de pessoas que acessam a Internet surgindo, então, a necessidade das mesmas trocarem informações entre aplicações disponíveis na Web, o que contribuiu para o surgimento de aplicações baseadas em Web Services. Web Services são aplicações implementadas estaticamente ou dinamicamente, através de tecnologias da Internet, que formam um conjunto de especificações de interface independentes do mecanismo de transporte, da arquitetura de hardware ou sistema operacional (BASIURA, 2003), baseado nos cinco padrões definidos pela W3C: UDDI Universal Description Discovery and Integration: consiste em um protocolo padrão, criado pela indústria de desenvolvimento de software, que possibilita a publicação e busca de informações sobre Web Services (UDDI, 2002). É composto por um conjunto de registros baseados na Internet, fornecendo informações sobre negócios ou entidades ou quem desejar obter informações sobre serviços Web publicados. WSDL Web Service Description Language: é uma linguagem de marcação, a qual descreve um Web Service, informando qual o serviço que ele oferece, como é realizada a sua comunicação e onde localizá-lo. Disponibiliza um mecanismo estruturado para detalhar as operações que pode executar, o formato das mensagens que processa, os protocolos que suporta e o ponto de acesso de uma instância de um Web Service. SOAP Simple Object Access Protocol: consiste em um protocolo responsável pela invocação de aplicações remotas através de RPC ou trocas de mensagens em ambientes desprendidos de plataforma e linguagem de programação, sendo, portanto, um padrão freqüentemente aceito na utilização de Web Services, garantindo a interoperabilidade e intercomunicação entre sistemas distintos, através da utilização de uma linguagem XML e mecanismo de transporte HTTP padrões, com a grande vantagem de ser desprovido de restrições de algum tipo de implementação para os pontos de acesso. XML Extensible Markup Language: é um padrão que possibilita descrever, armazenar, intercambiar e manipular dados estruturados (XML, 2003). É considerado uma linguagem de marcação de dados, o qual facilita declarações

3 precisas de conteúdo e resultados, possibilitando a geração de novas aplicações de manipulação e visualização de dados via Web. HTTP Hyper Text Transfer Protocol: é um protocolo que possibilita que servidores Web e browsers troquem dados pela Web, utilizando confiáveis conexões TCP através da porta 80. Figura 1. Modelo genérico de um Web Services modificado de (CBDI Web Services Roadmap, 2005). Na figura 1 é possível observar o modelo genérico do funcionamento de Web Services, no qual o provedor publica um serviço na Web através de um registro UDDI, sendo pesquisado por um consumidor, que possui um vínculo com o provedor, possibilitando, assim, total acessibilidade aos serviços Web registrados no UDDI. Desta forma, BASIURA (2003) afirma que o ciclo de vida de um Web Service é composto por 6 itens: 1. criação do Web Service; 2. divulgação do Web Service em um registro UDDI; 3. localização do Web Service; 4. obtenção da descrição do Web Service através da WSDL a partir do acesso do consumidor do Web Service em um provedor Web Service; 5. criação do Proxy e do cliente; 6. chamada do Web Service através do SOAP. Pode-se encontrar, ainda, várias outras tecnologias que possibilitam o desenvolvimento de Web Services, como Asp.Net, que oferece vários recursos avançados, mas que necessita de um investimento para ser utilizado; e o pacote JWSDP, uma plataforma gratuita, tornando, assim, sua utilização mais acessível.

4 3. JWSDP O pacote desenvolvido pela Sun Microsytems, conhecido como JWSDP Java Web Services Developer Pack oferece um conjunto de recursos para a construção de Web Services. Neste pacote estão concentradas as principais tecnologias para processamento de documentos XML, sendo essenciais para criação de Web Services. O JWSDP disponibiliza um grupo de API s e várias ferramentas para a elaboração dos artefatos imprescindíveis tanto para o desenvolvimento quanto para a publicação de serviços. Estas API s se dividem em dois conjuntos: Baseadas no processamento de documentos XML: são API s que trabalham ao lado do cliente e do servidor, manipulando documentos XML. São elas: o JAXP Java API for XML Processing: permite a interpretação de documentos XML a partir da utilização do modelo DOM (Document Object Model) ou SAX (Simple API for XML Parsing), sendo utilizada para interpretar, criar e alterar mensagens. o JAXB Java Architeture for XML Binding: possibilita a criação de classes utilizando XML Schemas, suprindo a necessidade de codificação de classes para a manipulação de XML. Esta API mapeia as classes Java e documentos XML, permitindo a geração de JavaBeans a partir de esquema XML possibilitando a serialização de objetos para XML e vice e versa. o SAAJ SOAP with Attachments API for Java: composta por um conjunto de API s para a manipulação de envelopes SOAP, permite a comunicação baseada em eventos e em RPC. Baseadas na comunicação: são API s que realizam a comunicação entre o cliente e o servidor. São elas: o JAX-RPC Java API for XML-based RPC: é considerada a principal API para o desenvolvimento de Web Services, por permitir a geração de infra-estrutura similar ao Java RMI (Remote Metod Invocation) facilitando a utilização de Web Services no modelo RPC. o JAXR Java API for XML Registries: oferece uma forma padrão de acessar registros de negócio e informações compartilhadas. No próximo tópico será feita uma maior análise sobre a API JAX-RPC, para um posterior comparativo com a API JAXM JAX-RPC Como mencionado anteriormente, a API JAX-RPC se encarrega em auxiliar o desenvolvimento de Web Services, tendo como base o modelo de comunicação RPC, que permite a elaboração da infra-estrutura de comunicação entre as aplicações cliente e servidor. Semelhante ao RMI, o JAX-RPC possui um desenvolvimento simples e

5 baseado em geração de código de forma automática, não precisando ser manipulado, ou seja, não há a necessidade do desenvolvedor se preocupar com detalhes de comunicação, diferenciando-se por enviar mensagens SOAP sobre o HTTP (JWSDP, 2004). Ao implementar um Web Service utilizando a API JAX-RPC toda a complexidade da comunicação é transparente para o programador devido ao fato desta API fornecer mecanismos que realizam todas as ações necessárias para a troca de informações entre as aplicações. Para desenvolver uma aplicação utilizando a API JAX-RPC é necessário, no lado do servidor, implementar os métodos necessários em uma classe Servidor e uma interface Java em que estarão especificados os métodos que serão utilizados pelo Web Service. Ainda no lado do servidor, será necessário utilizar algumas ferramentas como a wsdeploy, que é responsável por compilar e gerar os skeletons e produzir automaticamente o arquivo WSDL. Já no lado do cliente a ferramenta utilizada é o wscompile que gera os stubs, que representam o serviço remoto. Desse lado é implementado um programa que chama os métodos com um objeto local stub. Os stubs e skeletons são classes de baixo nível responsáveis pela a comunicação entre o cliente e o servidor e como essas classes são criadas na compilação dos programas, a implementação da comunicação se torna totalmente transparente para o desenvolvedor. A figura 2 apresenta a arquitetura da API JAX-RPC, ilustrando o processo de comunicação entre o cliente e o servidor. Figura 2. Arquitetura da API JAX-RPC modificada de (IST, 2004). De forma geral, a comunicação entre o cliente e o serviço é realizada da seguinte forma: o cliente descobre um determinado Web Service. Através do stub, que se comunica através do SOAP sobre HTTP, realiza a solicitação de um serviço ao skeleton, que passará o pedido para a aplicação servidora e depois que receber a reposta retorna para o stub. A principal vantagem de utilizar a API JAX-RPC é que esta possui total independência de plataforma devido à linguagem de programação Java, o que possibilita que a aplicação cliente acesse um Web Services que não tenha sido implementado na

6 plataforma Java e vice-versa. Isto se torna possível pelo fato desta API basear-se em padrões que são definidos pela W3C HTTP, SOAP e XML JAXM A API JAXM Java API for XML Messaging assim como JAX-RPC é utilizada para implementar sistemas cliente/servidor e permite a transmissão de documentos XML pela Internet baseados em SOAP, porém não segue o modelo RPC, o que significa que o desenvolvedor deve implementar a forma como a transmissão será realizada, fazendo a manipulação direta das mensagens XML. Segundo alguns autores, a API JAXM pode ainda ser definida como um conjunto de API s que possibilitam a manipulação de envelopes SOAP, sendo estes transportados através de protocolos como HTTP, SMTP entre outros. Para melhor compreensão do conceito da API JAXM, pode-se dividir esta tecnologia em quatro elementos funcionais: A mensagem; O remetente da mensagem; O receptor da mensagem; A troca da mensagem. A figura 3 apresenta os quatro elementos funcionais do JAXM. Figura 3. Elementos Funcionais modificado de (CEDRO, 2005). Existem determinadas situações em que é preferível utilizar o JAXM, pois a possibilidade de adaptar aplicações é maior, considerando que esta não possui uma solução pronta e transparente. Existem duas formas de enviar mensagens utilizando a API JAXM usando messaging provider e standalone message, mensagens enviadas ponto a ponto (MENÉNDEZ, 2002). Mensagens que não fazem uso do messaging provider forçam o cliente JAXM a enviar o documento XML diretamente para o Web Services o qual implementa solicitações request/response, que consiste em uma mensagem síncrona, ou seja, são realizados na mesma operação o envio e o recebimento da mensagem. A utilização do messaging provider permite que mensagens assíncronas sejam enviadas. O transporte dessas mensagens acontece da seguinte forma: o messaging provider executa o encaminhamento para o destino, caso aconteça algum problema na entrega, reenvia-a. Outra atividade executada pelo messaging provider é o envio de mensagens para messaging providers intermediários antes que esta chegue ao seu destino final.

7 A figura 4 apresenta a arquitetura da API JAXM, ilustrando o envio e recebimento de mensagens. Figura 4. Arquitetura da API JAXM (SUN, 2005). A API JAXM pode ser utilizada com os protocolos do messaging de um nível superior, tais como o serviço de mensagem do ebxml negócio eletrônico XML, incrementando a funcionalidade do protocolo no alto do SOAP. 4. Comparativo entre as API s JAX-RPC e JAXM A seção anterior apresentou uma breve descrição sobre as API s JAX-RPC e JAXM, em que foram abordados conceitos, características e arquiteturas. Com isso, pôde-se perceber que estas possuem a mesma finalidade, ou seja, o envio de mensagens XML utilizando o protocolo SOAP, porém em certos domínios a utilização de JAX-RPC torna-se mais viável do que a utilização da JAXM, e vice-versa. Portanto, pode-se enfim, realizar um breve comparativo entre estas API s: 1. O API JAX-RPC, é recomendada para ambientes que trocam mensagens de forma síncrona, ou seja, o envio e o recebimento de mensagens são realizados na mesma operação, pois, por ser um mecanismo RPC, a criação da mensagem e as rotinas para comunicação são feitas automaticamente. Já o JAXM, é recomendado para ambiente que trocam mensagens de forma assíncrona, onde a aplicação não fica bloqueada aguardando uma resposta e que não precise ser retornada imediatamente, ou nem enviada. 2. O JAX-RPC implementa a linguagem WSDL, pois esta gera automaticamente a descrição dos serviços disponibilizados, possibilitando que o cliente acesse métodos de forma remota, enquanto o JAXM não faz uso desta linguagem, por utilizar dois tipos de conexão: ponto-a-ponto e de um provedor de mensagens. 3. Enquanto a API JAX-RPC trata de esconder a implementação das mensagens SOAP com RMI, tornando-a transparente, a JAXM trabalha de forma direta com a estrutura dos documentos XML utilizados na comunicação entre Web Services.

8 4. A implementação realizada na API JAX-RPC é de alto nível, diferenciando da JAXM por esta apresentar uma implementação de baixo nível, pois nesta as mensagens SOAP devem ser manipuladas pelo desenvolvedor. 5. Pelo fato da implementação na API JAX-RPC ser de alto nível, esta se torna mais simples e sua análise mais conceitual. Por outro lado, pelo fato da implementação na API JAXM ser de baixo nível, esta se torna relativamente mais complexa, sendo sua análise mais detalhada. 6. As mensagens na JAX-RPC são estruturadas para um único destinatário, pois segue o modelo requisição resposta. Já na JAXM suas mensagens possuem uma estrutura para um ou vários destinatários, pois as mensagens podem ser mandadas de forma assíncrona. 7. Na API JAX-RPC, as aplicações cliente e servidor devem estar ativas no momento da comunicação, e se por alguma razão o serviço não estiver disponível no momento em que o cliente realiza o pedido, a conexão com o servidor não poderá ser criada, enquanto na API JAXM é oferecido um serviço de entrega de confiança sem que exista a necessidade da aplicação cliente se preocupar com a forma com que a confiabilidade é fornecida e permite ainda a distribuição de mensagens SOAP entre aplicações que não estejam diretamente conectadas. 8. Na maioria das aplicações pode-se usar tanto a API JAX-RPC quanto a JAXM. Mas deve-se considerar que a aplicação da API JAX-RPC é mais bem utilizada em sistemas locais ou sistemas Web. Por ora, a API JAXM é sugerida para a comunicação business to business B2B, por ser comum situações em que não é necessário processamento imediato de resposta enviadas e que a mensagem tenha que ser enviada para vários destinatários. A tabela 1 apresenta o paralelo entre as API s JAX-RPC e JAXM. JAX-RPC Mensagens Síncronas. Implementa WSDL. JAXM Mensagens síncronas e assíncronas. Não usa WSDL. Mensagem SOAP transparente. Permite manipulação da mensagem SOAP. Implementação alto nível. Estruturação de uma mensagem para somente um destinatário. Sem resposta de erro. Implementação mais simples. Indicada para sistemas Web ou sistemas locais. Implementação baixo nível. Estruturação de uma mensagem para mais de um destinatário. Mensagem confiável, como garantia de entrega. Implementação relativamente complexa. Indicada para comunicação business to business (B2B).

9 5. Conclusões Este trabalho foi realizado com o intuito de promover um comparativo entre as API s JAX-RPC Java API for XML-based RPC, encontrada no pacote JWSDP e JAXM Java API for XML Messaging. Para isso, foi necessária a compreensão de assuntos como: Web Services, o pacote JWSDP e suas API s, realizando um maior estudo sobre uma delas JAX-RPC, a API JAXM, e o conhecimento de desenvolvimento de aplicações em Java. De acordo com os estudos apresentados neste trabalho, pôde-se perceber que com a utilização da tecnologia Web Service não há a necessidade em preocupar-se com a compatibilidade de plataformas, pois esta segue os padrões definidos pela W3C. Com relação ao comparativo realizado entre as API s JAX-RPC e JAXM, pôde-se observar algumas diferenças, tais como: a questão do sincronismo de suas mensagens, de transparência, nível de implementação, estruturação das mensagens, confiabilidade quanto ao transporte de mensagens e sobre a questão da performance em determinados ambientes. De forma geral, a escolha da utilização da API JAX-RPC é sugerida para criação de aplicações SOAP-RPC utilizando o padrão WSDL. Enquanto para a utilização da API JAXM como um provedor de mensagem, juntamente com SAAJ, é sugerida quando há necessidade da manipulação da mensagem. Assim, de acordo com o comparativo apresentado, pode-se afirmar que é interessante usar a API JAXM como provedor de mensagens em aplicações que necessitam se comunicar assincronamente ou que seja necessário o envio de mensagens para mais de um destinatário, enquanto a API JAX- RPC é ideal para Web Services que trocam mensagens síncronas, devido à facilidade de implementação. 6. Referências Bibliográficas BASIURA, Russ et al. Profissional ASP.NET Web Service. São Paulo: Pearson Education, CBDI Web Services Roadmap, The Web Services Protocol Stack, Disponível em<http://roadmap.cbdiforum.com/reports/protocols>. Acessado em setembro de CEDRO, Daniela Medeiros; MOURA, Hélio Augusto Sabóia; SOUZA, Viviane Maria da Conceição de. Java API for XML Messaging: JAXM API em Rede Ponto-a- Ponto. Disponível em <http://www.flf.edu.br/files/rev/33.pdf >. Acessado em julho de IST, Instituto Superior Ténico: Universidade Técnica de Lisboa. Disponível em <http://www.ist.utl.pt/>. Acessado em setembro de JWSDP, Tutorial Java Web Service. Sun Microsystem, Disponível em <http://java.sun.com>. Acessado em setembro de LACERDA, Rogério Lourenco Lima de Araújo; PINHEIRO, Cleidson de Macedo; SERRUYA, Moyses Isaac. Estudo e Aplicação de Ferramentas para a

10 Construlção de Web Services. Belém, Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciência da Computação) Universidade da Amazônia Centro de Ciências Exata e Tecnologia, Belém, Disponível em <http://www.cci.unama.br/margalho/portaltcc/tcc2004/cleidsonmoyses&rogerio.pdf >. Acessado em setembro de MENÉNDEZ, Andrés Ignácio Martinez. Uma Ferramenta de Apoio ao Desenvolvimento de Web Services. Campina Grande, Dissertação (Pósgraduação em Informática) Universidade Federal de Campina Verde, Campina Verde, SUN, Over of JAXM. Disponível em <http://java.sun.com/j2ee/1.3/docs/tutorial/doc/jaxm3.html>. Acessado em setembro de UDDI, Programmer s API 1.0 UDDI.org, jun Disponível em <http://uddi.org/pubs/programamersapi-v1.01-published pdf>. Acessado em setembro de XML, Extensible Markup Language (XML). Word Wide Web Consortion. Disponível em <http:www.w3.org/xml/>. Acessado em setembro de 2005.

A utilização do JSWDP para construção de Web Services

A utilização do JSWDP para construção de Web Services A utilização do JSWDP para construção de Web Services Fabiana Ferreira Cardoso 1, Francisco A. S. Júnior 1, Madianita Bogo 1 1 Centro de Tecnologia da Informação Centro Universitário Luterano de Palmas

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Programação Cliente em Sistemas Web

Programação Cliente em Sistemas Web Programação Cliente em Sistemas Web WEBSERVICES Cap 18. - Sistemas distribuídos e serviços web em Deitel, H.M, Sistemas Operacionais, 3 ª edição, Pearson Prentice Hall, 2005 Fonte: Rodrigo Rebouças de

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

Introdução a Web Services

Introdução a Web Services Introdução a Web Services Mário Meireles Teixeira DEINF/UFMA O que é um Web Service? Web Service / Serviço Web É uma aplicação, identificada por um URI, cujas interfaces podem ser definidas, descritas

Leia mais

Criando Web Services. Palestrante: Daniel Destro do Carmo

Criando Web Services. Palestrante: Daniel Destro do Carmo Criando Web Services com Apache Axis Palestrante: Daniel Destro do Carmo Tópicos do Tutorial Introdução O que são Web Services? Padrões Web Services SOAP WSDL Web Services com Java O que é Apache Axis?

Leia mais

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Jhonatan Wilson Aparecido Garbo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil jhowgarbo@gmail.com jaime@unipar.br

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com Mecanismos de Comunicação Protocolos de Aplicação Mecanismos de comunicação

Leia mais

Serviços Web: Arquitetura

Serviços Web: Arquitetura Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado Web Services Autor: Rômulo Rosa Furtado Sumário O que é um Web Service. Qual a finalidade de um Web Service. Como funciona o serviço. Motivação para o uso. Como construir um. Referências. Seção: O que

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1 Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTRODUÇÃO Atualmente empresas de diversos portes estão encontrando nos web services soluções para seus

Leia mais

Introdução Serviços Web WSDL SOAP UDDI Ferramentas. Serviços Web. (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello

Introdução Serviços Web WSDL SOAP UDDI Ferramentas. Serviços Web. (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello 1/39 Serviços Web (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina 22 de Maio de 2007 2/39 Arquitetura Orientada a Serviços Arquitetura

Leia mais

Extensões MIDP para Web Services

Extensões MIDP para Web Services Extensões MIDP para Web Services INF-655 Computação Móvel Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática MIDP Architecture MIDP = Mobile Information Device Profile Connection Framework HttpConnection

Leia mais

FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS JUNIOR. Web Services com JWSDP: melhorias no Servidor HelpNet e Implementação do Cliente

FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS JUNIOR. Web Services com JWSDP: melhorias no Servidor HelpNet e Implementação do Cliente FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS JUNIOR Web Services com JWSDP: melhorias no Servidor HelpNet e Implementação do Cliente Palmas 2004 ii FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS JUNIOR Web Services com JWSDP: melhorias

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

Kassius Vargas Prestes

Kassius Vargas Prestes Kassius Vargas Prestes Agenda 1. Introdução Web Services 2. XML, SOAP 3. Apache Tomcat 4. Axis 5. Instalação Tomcat e Axis 6. Criação de um Web Service 7. Criação de um cliente Baixar http://www.inf.ufrgs.br/~kvprestes/webservices/

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Comunicação- Protocolos, Tipos, RPC Capítulo 4 Agenda Protocolos em Camadas Pilhas de Protocolos em Sistemas Distribuídos Tipos de Comunicação

Leia mais

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB WEBSERVICES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender o que é um WebService e sua utilidade Compreender a lógica de funcionamento de um WebService Capacitar

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Web Service Plínio Antunes Garcia Sam Ould Mohamed el Hacen Sumário Introdução conceitual O Web Service

Leia mais

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML.

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. Web services Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. XML é utilizado para codificar toda a comunicação de/para um web service. Web services

Leia mais

Anexo VI Edital nº 03361/2008. Projeto de Integração das informações de Identificação Civil. 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP

Anexo VI Edital nº 03361/2008. Projeto de Integração das informações de Identificação Civil. 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP Anexo VI Edital nº 03361/2008 Projeto de Integração das informações de Identificação Civil 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP A Senasp procura adotar os padrões de interoperabilidade

Leia mais

JXTA. Alessandro Vasconcelos Ferreira de Lima. avfl@cin.ufpe.br

JXTA. Alessandro Vasconcelos Ferreira de Lima. avfl@cin.ufpe.br JXTA Alessandro Vasconcelos Ferreira de Lima Roteiro Motivação Introdução Arquitetura de JXTA Elementos de JXTA Os Protocolos Comparações e Desvantagens Conclusão Motivação Limitações do Modelo Cliente

Leia mais

Invocação de Métodos Remotos

Invocação de Métodos Remotos Invocação de Métodos Remotos Java RMI (Remote Method Invocation) Tópicos Tecnologia RMI Introdução Modelo de camadas do RMI Arquitetura Fluxo de operação do RMI Passos para implementação Estudo de caso

Leia mais

Sistemas distribuídos:comunicação

Sistemas distribuídos:comunicação M. G. Santos marcela@estacio.edu.br Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 16 de abril de 2010 Formas de comunicação Produtor-consumidor: comunicação uni-direccional, com o produtor entregando ao consumidor.

Leia mais

Chamadas Remotas de Procedimentos (RPC) O Conceito de Procedimentos. RPC: Programa Distribuído. RPC: Modelo de Execução

Chamadas Remotas de Procedimentos (RPC) O Conceito de Procedimentos. RPC: Programa Distribuído. RPC: Modelo de Execução Chamadas Remotas de Chamada Remota de Procedimento (RPC) ou Chamada de Função ou Chamada de Subrotina Método de transferência de controle de parte de um processo para outra parte Procedimentos => permite

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

Adriano Reine Bueno Rafael Barros Silva

Adriano Reine Bueno Rafael Barros Silva Adriano Reine Bueno Rafael Barros Silva Introdução RMI Tecnologias Semelhantes Arquitetura RMI Funcionamento Serialização dos dados Criando Aplicações Distribuídas com RMI Segurança Exemplo prático Referências

Leia mais

Exemplos práticos do uso de RMI em sistemas distribuídos

Exemplos práticos do uso de RMI em sistemas distribuídos Exemplos práticos do uso de RMI em sistemas distribuídos Elder de Macedo Rodrigues, Guilherme Montez Guindani, Leonardo Albernaz Amaral 1 Fábio Delamare 2 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande

Leia mais

Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento. Lúbia Vinhas 13/05/2008

Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento. Lúbia Vinhas 13/05/2008 Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento Lúbia Vinhas 13/05/2008 Desejo saber estatísticas sobre áreas queimadas. Desejo fazer análises por localização, por classes de uso ou ainda por seleção

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

INE5380 - Sistemas Distribuídos

INE5380 - Sistemas Distribuídos INE5380 - Sistemas Distribuídos Object Request Broker e CORBA Por: Léo Willian Kölln - 0513227-4 Novembro de 2006 ORB Object Request Broker ORB aqui será tratado como um Middleware que permite a construção

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br

e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br e PING: Segmentação Interconexão Segurança Meios de acesso Organização e intercâmbio de informações

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos 11 Objetivos Este capítulo apresenta uma introdução aos sistemas distribuídos em geral Arquiteturas de cliente servidor Características das arquiteturas de 2 e 3 camadas Ambiente

Leia mais

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor Cliente/Servidor Desenvolvimento de Sistemas Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Desenvolvimento de Sistemas Cliente/Servidor As metodologias clássicas, tradicional ou orientada a objeto, são aplicáveis

Leia mais

3. Comunicação em Sistemas Distribuídos

3. Comunicação em Sistemas Distribuídos 3. Comunicação em 3.1.Troca de mensagens As mensagens são objetos de dados cuja estrutura e aplicação são definidas pelas próprias aplicações que a usarão. Sendo a troca de mensagens feita através de primitivas

Leia mais

RMI: Uma Visão Conceitual

RMI: Uma Visão Conceitual RMI: Uma Visão Conceitual Márcio Castro, Mateus Raeder e Thiago Nunes 11 de abril de 2007 Resumo Invocação de Método Remoto (Remote Method Invocation - RMI) trata-se de uma abordagem Java para disponibilizar

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 Eduardo Laguna Rubai, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR- Brasil eduardorubay@gmail.com, bonetti@unipar.br Resumo.

Leia mais

Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos em Sistemas Distribuídos: Middleware de comunicação Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Comunicação em sistemas distribuídos é um ponto fundamental

Leia mais

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares.

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Teste de Áudio Quero adaptar os softs que já temos e você não sabe como faz e diz que não é

Leia mais

Comunicado Técnico 11

Comunicado Técnico 11 Comunicado Técnico 11 ISSN 2177-854X Maio. 2011 Uberaba - MG Web Services e XML Comunicação Inteligente entre Sistemas Responsáveis: Daniela Justiniano de Sousa E-mail: dsol_dani21@hotmail.com Graduada

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Tópicos Motivação e Objetivos LP e SOA Processo ADESE

Leia mais

Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático

Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático Nyl Marcos Soares Barbosa, Moisés Lima dos Anjos, Madianita Bogo Curso de Sistemas de Informação Centro universitário Luterano de Palmas (CEULP/ULBRA) Teotônio

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Sistemas Distribuídos na Web. Pedro Ferreira DI - FCUL

Sistemas Distribuídos na Web. Pedro Ferreira DI - FCUL Sistemas Distribuídos na Web Pedro Ferreira DI - FCUL Arquitetura da Web Criada por Tim Berners-Lee no CERN de Geneva Propósito: partilha de documentos Desde 1994 mantida pelo World Wide Web Consortium

Leia mais

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Aula passada Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos Servidores Aula de hoje Clusters de Servidores Migração de Código Comunicação (Cap. 4) Fundamentos

Leia mais

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1 1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva

Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva 1. O que são Serviços Web (Web Services)? Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva A ideia central dos Web Services parte da antiga necessidade

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Comunicação Inter-Processos Sockets e Portas Introdução Sistemas distribuídos consistem da comunicação entre processos

Leia mais

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 Controle de Revisões Micropagamento F2b Web Services/Web 18/04/2006 Revisão Data Descrição 00 17/04/2006 Emissão inicial. www.f2b.com.br

Leia mais

5 Framework para coordenação e mediação de Web Services para ambientes de aprendizado à distância

5 Framework para coordenação e mediação de Web Services para ambientes de aprendizado à distância 5 Framework para coordenação e mediação de Web Services para ambientes de aprendizado à distância O capítulo anterior apresentou uma discussão sobre a inclusão dos chamados learning services no processo

Leia mais

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento.

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento. SOA Arquitetura Orientada a Serviços Conceitos e Aplicações Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com/ http://edilms.eti.br Gestão de TI Conceitode SOA SOA - Service OrientedArchitecture (Arquitetura

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Arquitetura de Redes: Camadas de Protocolos (Parte I) Prof. Eduardo

Arquitetura de Redes: Camadas de Protocolos (Parte I) Prof. Eduardo Arquitetura de Redes: Camadas de Protocolos (Parte I) Prof. Eduardo Introdução O que é Protocolo? - Para que os pacotes de dados trafeguem de uma origem até um destino, através de uma rede, é importante

Leia mais

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2 AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA CONTEÚDO DA AULA Tipos de Software Serviços Web Tendências 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica Desenvolvimento de Web Services com SOAP. 1. Introdução. Com a tecnologia de desenvolvimento

Leia mais

Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software. Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl

Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software. Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Gerência de Configuração

Leia mais

Paradigma Cliente/Servidor

Paradigma Cliente/Servidor Paradigma Cliente/Servidor Mário Meireles Teixeira UFMA Departamento de Informática Dezembro, 2012 Comunicação em Sistemas Distribuídos! Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam

Leia mais

CORBA Common Object Request Broker Architecture. Carolina de Oliveira Cunha Lenita Martins Ambrosio Victor da Fonseca Santos

CORBA Common Object Request Broker Architecture. Carolina de Oliveira Cunha Lenita Martins Ambrosio Victor da Fonseca Santos CORBA Common Object Request Broker Architecture Carolina de Oliveira Cunha Lenita Martins Ambrosio Victor da Fonseca Santos Introdução OMG (Object Management Group): uma organização formada por empresas

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

Sistemas Distribuídos Arquiteturas Middlewares

Sistemas Distribuídos Arquiteturas Middlewares Sistemas Distribuídos Arquiteturas s Arquitetura Arquitetura de um sistema é sua estrutura em termos dos componentes e seus relacionamentos Objetivo: garantir que a estrutura satisfará as demandas presentes

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Aula 4 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Migração de Código Em

Leia mais

LUIZ WAGNER ARAÚJO NUNES ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DA API JAXR PARA ACESSO A REGISTROS XML

LUIZ WAGNER ARAÚJO NUNES ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DA API JAXR PARA ACESSO A REGISTROS XML LUIZ WAGNER ARAÚJO NUNES ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DA API JAXR PARA ACESSO A REGISTROS XML Palmas 2005.2 LUIZ WAGNER ARAÚJO NUNES ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DA API JAXR PARA ACESSO A REGISTROS XML Trabalho apresentado

Leia mais

REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos

REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos Márcio Alves de Araújo¹, Mauro Antônio Correia Júnior¹ 1 Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Monte Carmelo MG Brasil

Leia mais

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB Ederson dos Santos Cordeiro de Oliveira 1,Tiago Bonetti Piperno 1, Ricardo Germano 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR- Brasil edersonlikers@gmail.com,

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Comunicação Remota Gustavo Reis gustavo.reis@ifsudestemg.edu.br 1 Comunicação entre processos está no coração de todo sistema distribuído. Não tem sentido estudar sistemas distribuídos

Leia mais

JAVA API FOR XML MESSAGING - JAXM API EM REDE PONTO-A-PONTO

JAVA API FOR XML MESSAGING - JAXM API EM REDE PONTO-A-PONTO JAVA API FOR XML MESSAGING - JAXM API EM REDE PONTO-A-PONTO Daniela Medeiros Cedro Viviane Maria da Conceição de Souza Hélio Augusto Sabóia Moura danielacedro@bol.com.br viviannesouza@hotmail.com heliomoura@larces.uece.br

Leia mais

ANDERSON LIBERATO DA SILVA

ANDERSON LIBERATO DA SILVA FUNDAÇÃO DE ENSINO EURÍPIDES SOARES DA ROCHA CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPIDES DE MARÍLIA UNIVEM CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ANDERSON LIBERATO DA SILVA IMPLEMENTAÇÃO DE WEB SERVICE EM PLATAFORMA JAVA LADO

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 10 Persistência de Dados

Leia mais

LUIZ WAGNER ARAÚJO NUNES

LUIZ WAGNER ARAÚJO NUNES LUIZ WAGNER ARAÚJO NUNES IMPLEMENTAÇÃO DE UM WEB SERVICE PARA UMA LOCADORA DE VEÍCULOS - RELAÇÃO B2B Palmas 2006.1 LUIZ WAGNER ARAÚJO NUNES IMPLEMENTAÇÃO DE UM WEB SERVICE PARA UMA LOCADORA DE VEÍCULOS

Leia mais

Web Services: Metodologias de Desenvolvimento Carlos J. Feijó Lopes José Carlos Ramalho Fevereiro de 2004

Web Services: Metodologias de Desenvolvimento Carlos J. Feijó Lopes José Carlos Ramalho Fevereiro de 2004 Web Services: Metodologias de Desenvolvimento Carlos J. Feijó Lopes José Carlos Ramalho Fevereiro de 2004 1 Contextualização e arquitetura de funcionamento de um Web Service Os Web Services [PRV+01, Cer02]

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: comunicação orientada por mensagem e comunicação orientada por fluxo Prof. MSc. Hugo Souza Continuando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre

Leia mais

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte O TCP/IP, na verdade, é formado por um grande conjunto de diferentes protocolos e serviços de rede. O nome TCP/IP deriva dos dois protocolos mais

Leia mais

Padrões Arquiteturais. Sistemas Distribuídos: Broker

Padrões Arquiteturais. Sistemas Distribuídos: Broker Padrões Arquiteturais Sistemas Distribuídos: Broker Sistemas Distribuídos Tendências: Sistemas Comp. com múltiplas CPUs Redes locais com centenas de hospedeiros Benefícios Economia Desempenho e escalabilidade

Leia mais

CORBA. Common Object Request Broker Architecture. Unicamp. Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br

CORBA. Common Object Request Broker Architecture. Unicamp. Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br CORBA Common Object Request Broker Architecture Unicamp Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br Objetivos Apresentação Tecnologia CORBA Conceitos Básicos e Terminologia Considerações

Leia mais

Etc & Tal. Volume 2 - Número 1 - Abril 2009 SBC HORIZONTES 44

Etc & Tal. Volume 2 - Número 1 - Abril 2009 SBC HORIZONTES 44 Armazenando Dados em Aplicações Java Parte 2 de 3: Apresentando as opções Hua Lin Chang Costa, hualin@cos.ufrj.br, COPPE/UFRJ. Leonardo Gresta Paulino Murta, leomurta@ic.uff.br, IC/UFF. Vanessa Braganholo,

Leia mais

Modelagem de Sistemas Web. Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web

Modelagem de Sistemas Web. Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Modelagem de Sistemas Web Aula 4 Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Ferramentas CASE Fontes: Sarajane e Marques Peres Introdução

Leia mais

5 Estudo de caso: utilizando o sistema para requisição de material

5 Estudo de caso: utilizando o sistema para requisição de material 61 5 Estudo de caso: utilizando o sistema para requisição de material A fim de avaliar as características da arquitetura proposta e a corretude da implementação, realizamos experiências com cenários de

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Desenvolvimento de aplicações web com JSP

Desenvolvimento de aplicações web com JSP Desenvolvimento de aplicações web com JSP Leandro Soares de Sousa, Paulo Henrique de Sousa Sistemas de Informação Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP/ULBRA) Cx. Postal 160 77054-970 Palmas TO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES

DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES Hugo Henrique Rodrigues Correa¹, Jaime Willian Dias 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil hugohrcorrea@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais