TERCEIRIZAÇÃO NA LOGÍSTICA

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1 TERCEIRIZAÇÃO NA LOGÍSTICA Ailton EUGÊNIO 1 Renato Francisco Saldanha SILVA 2 Hélio Rubens Jacintho PEREIRA JUNIOR 3 Resumo A logística é o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, de modo a maximizar a lucratividade, através do atendimento de pedidos a baixo custo. É necessário fazer a integração da produção, serviço personalizado e relacionamento com o cliente, encurtar o fluxo logístico, atendimento ao cliente com pontualidade e confiabilidade na entrega de materiais; melhor acessibilidade, acompanhamento de cumprimento do pedido e disponibilidade de peças de reposição. À medida que a tecnologia inova, a maneira de administrar os estoques de uma empresa se transforma junto com ela, pois agora a facilidade em manter um estoque organizado e ter a precisão dos produtos que nele estão, trazem vantagens como: manter estoques baixos, atender a demanda sem custo adicional, manter contatos e parcerias diretas com os fornecedores, trazer respostas cada vez mais rápidas aos clientes, alem da certeza da verificação do estoque físico com o sistemático grande vilão dos centros de distribuição da atualidade, para que todos esses itens citados se integrem é necessário que o transporte, que na maioria das vezes é terceirizado tenha um fluxo normal. Palavras-chave: terceirização, roteirização, Transporte. Introdução Buscar novas formas de atender bem ao que se propõe e compromete-se é importante, para que os profissionais da área logística e demais, de uma empresa busque o aprimoramento de suas técnicas. Inovar é acreditar que as mudanças podem dar certo, dar máxima atenção para o que o seu cliente quer e espera é o grande passo para o sucesso. As mudanças tecnológicas estão para ajudar, simplificar e facilitar o cotidiano de uma empresa ou até mesmo dos que visam atender de forma mais rápida e eficiente seus clientes garantindo aos mesmos a qualidade de serviço prestado e por consequência fidelizando e conquistando os clientes que procuram por eficácia nos serviços que contratam. A terceirização com qualquer modelo de gestão apresenta vantagens e desvantagens para a empresa são elas: Vantagens da terceirização - Segundo Giosa, (1994), as vantagens que a logística traz a uma empresa é a focalização dos negócios da empresa na sua área de atuação; 1 MBA pela ESAMC, Campinas/SP, Professor Universitário no CEUNSP 2 Especialista em Administração Financeira pelo CEUNSP; Professor Universitário no CEUNSP. 3 Doutorado em Ciências Biológicas pela UNESP, SP; Professor Universitário no CEUNSP

2 diminuição dos desperdícios, redução das atividades meio, aumento da qualidade, ganhos de flexibilidade, aumento da especialização do serviço, aprimoramento do sistema de custeio, maior esforço de treinamento e desenvolvimento profissional; maior agilidade nas decisões, menor custo, maior lucratividade e crescimento, favorecimento da economia de mercado, otimização dos serviços, redução dos níveis hierárquicos, aumento da produtividade e competitividade, redução do quadro direto de empregados e diminuição da ociosidade das máquinas, maior poder de negociação, ampliação do mercado para as pequenas e médias empresas, possibilidade de crescimento sem grandes investimentos, economia de escala, diminuição do risco de obsolência das máquinas, durante a recessão. Desvantagens da terceirização - Giosa (1994), também destaca algumas desvantagens, onde a empresa pode correr risco de desemprego e não absorção da mão-de-obra na mesma proporção; resistências e conservadorismo; risco de coordenação dos contratos; falta de parâmetros de custos internos; demissões na fase inicial; custo de demissões; dificuldade de encontrar a parceria ideal; falta de cuidado na escolha dos fornecedores; aumento do risco a ser administrado; conflito com os sindicatos; mudanças na estrutura do poder; aumento da dependência de terceiros; Perca do vínculo para com o empregado; Desconhecimento da legislação trabalhista; dificuldade de aproveitamento dos empregados já treinados e perda da identidade cultural da empresa, a longo prazo por parte dos funcionários. Note-se que as duas primeiras desvantagens refletem uma realidade (o desemprego como consequência terceirização) da qual nem sempre se pode escapar, e também, refletem uma característica própria de nossa cultura (uma situação também, às vezes, difícil de contornar). Com o exposto, Giosa (1994), leva a reflexão empresários, sobre os mais relevantes fatores positivos e restritivos da terceirização. Diretrizes básicas para a terceirização - Segundo Giosa (1994) as diretrizes propostas para guiar a terceirização são: - Terceirizar, primeiramente, atividades não diretamente relacionadas à cadeia de valor; - Investir maiores recursos na atividade essencial da empresa, almejando maior competitividade; - Racionar e otimizar os sistemas produtivos; - Escolher empresas prestadoras de serviço que possam se ajustar às necessidades e especificações do tomador do serviço;

3 - Ao terceirizar atividades da cadeia produtiva, observar um perfeito entrosamento entre contratante contratada, a fim de evitar o surgimento de gargalos, subi ou sobre utilizações em uma das duas firmas; - Comparar os custos da atividade a ser terceirizada, com seus custos após a terceirização; - Escolher empresas-destino bem administradas, mas menos poderosas que a organização contrata; - Prestar atenção na tecnologia de produção e de gestão da empresa a ser contratada; - Comparar os preços oferecidos pela empresa prestadora do serviço; - Transferir o saber fazer para a empresa contratada, desde que esta transferência se traduza em benefícios futuros para a empresa contratante, e não venha a gerar desvantagens estratégicas posteriores; - Certificar-se de que a terceirização não acarretará em aumentos de custos de atividades para outros setores da empresa; - Visitar e observar as instalações do fornecedor; - Analisar o relacionamento do prestador de serviço para com seus clientes e fornecedores; - Vislumbrar um possível interesse do fornecedor em vir a ser um parceiro; A Terceirização se enquadra e se caracteriza, no contexto das técnicas modernizantes, inserida naturalmente nos conceitos e bases científicas da Administração. A ação da Administração se revela presente na aplicação da Terceirização, quando incorpora-se à argumentação, a seguinte equação: administração = coragem de mudar x risco. Assim, a premissa que se coloca neste contexto é exatamente caracterizar uma realidade conjuntural: para o administrador da empresa, a visão estratégica que deverá ter passa pela ação prática de decidir por um programa de Terceirização. E isto o leva, naturalmente, a praticar as mudanças necessárias para a empresa buscar novos rumos, planejadamente. Cabe ao administrador a missão inerente de enfrentar o processo, com coragem, avaliando, de forma plena, os riscos das mudanças da organização. Algumas empresas estão mais preparadas que outras para a terceirização. A cultura e o clima organizacional reinantes, a situação econômica e de mercado mo qual estão presentes servirão de elementos balizadores e facilitadores ou não desta definição.

4 A alta administração caberá perceber se o processo será um avanço para a empresa e se os elementos estratégicos envolvidos se firmarão com muito mais base para subsidiar a decisão. Para Giosa (1994), a Terceirização é uma estratégia atuante na administração moderna. Com o processo de gestão moderna, este modelo assumiu o seu papel no cenário da administração e vem contribuindo para o fortalecimento do novo conceito que caracteriza hoje o mercado e a sociedade globalizada. A utilização de conceitos como o da Terceirização instrumentaliza esta posição e abre ao Brasil oportunidades de avançar através de suas empresas, pelo mesmo caminho que estão sendo viabilizados no primeiro mundo. O importante é perceber que a modernização dos métodos de gestão é um desafio para se atingir maior competitividade e para retomar o desenvolvimento econômico e social do país. A Terceirização não deve ser absorvida como modismo pelas empresas, mudando apenas porque se achou que era o momento. É necessário verificar-se a viabilidade da mudança, à luz do plano estratégico, e encarar estes processos como um meio para administrar melhor as empresas e não como um fim em si mesmo. A Terceirização se enquadra neste cenário, e poderá, ser para aqueles que a adotarem com precisão, competência e excelência, o caminho certa para o êxito empresarial. Nesta perspectiva, este trabalho abordará diante do exposto, sobre um ramo da Logística, a terceirização do transporte. Motivos para terceirizar De acordo com Soares e Abrahão (2007) a elevada participação dos custos logísticos no faturamento fez com que muitas empresas buscassem, na terceirização dos serviços dessa área, oportunidades de redução de custos. No Brasil acompanha-se a tendência tanto dos EUA como da Europa. Nessas regiões, as empresas buscam também uma redução de custos logísticos ao terceirizarem suas atividades. Já na China, o principal motivador de terceirização seria melhorar o nível de serviço ao cliente. Para os chineses, a redução de custos aparece apenas em oitavo lugar, o que é compreensível, devido aos baixos custos envolvidos em suas operações. Muitos embarcadores acreditam que, ao entregar suas atividades logísticas aos prestadores de serviços logísticos, estas empresas, por serem focadas em logística, poderiam com maior habilidade e conhecimento aperfeiçoar suas operações e, com isso, gerar alguma economia. Por exemplo, ao terceirizar a atividade de distribuição, os

5 embarcadores esperam que seus prestadores de serviço logístico, por agrupar suas cargas com outras empresas, consigam reduzir o custo da tonelada transportada. De fato, isso pode acontecer, principalmente quando a operação sem o prestador se serviço logístico envolvido apresenta ociosidade. Em outros casos, como na terceirização da armazenagem, as empresas esperam transformar em custo variável o que antes era custo fixo e, desta forma, gastar mais apenas quando necessário, em períodos de alta demanda ou elevado estoque. Outro motivo bastante mencionado pelas empresas para terceirizar as atividades logísticas é o foco na parte central do negócio realizado. Muitas indústrias acreditam que devem se concentrar exclusivamente em sua atividade-fim, terceirizando assim todo o resto, inclusive a logística. Para Barros (2009) esse perfil de terceirização do mercado brasileiro, ou seja, atividades básicas mais terceirizadas e as sofisticadas menos terceirizadas podem ser explicadas tanto devido ao receio de muitas empresas em entregar a gestão da operação logística aos prestadores de serviços logísticos, quanto à própria experiência do mercado, que muitas vezes não tem a avaliação adequada para absorver tarefas mais complexas. Ainda de acordo com Barros (2009) após terceirizarem suas atividades, muita empresas percebem que, mesmo com processos de seleção estruturados, nem sempre prestadores de serviço logístico escolhido executa o serviço da forma desejada. Quando isso ocorre, as indústrias se vêem obrigadas a substituir seus prestadores de serviços logísticos. O principal motivo alegado pelas empresas embarcadoras na hora de substituir um prestador de serviço logístico é a má qualidade dos serviços, com 90% de citações. Ou seja, se a contratação é por preço, a substituição é por qualidade. Ocorre que vários prestadores participam de concorrências tendo uma percepção irreal da operação a ser executada, sem ter as informações necessárias. Dessa forma, prometem níveis de serviço incompatíveis com a realidade futura da operação. O não atendimento do nível de serviço desejado e, por consequência, do contrato, pode suceder devido a diversos fatores como, por exemplo, a falta de experiência, de capacitação ou até mesmo por indisponibilidade financeira. Muitos operadores logísticos se defendem alegando que preços muito baixos representam alguma queda no nível de serviço. Como precauções, as indústrias, por sua vez, tentam através de contratos cada vez mais amarrados estabelecer quais serão os indicadores de desempenho a serem cumpridos por seus parceiros. Muitas empresas ainda estipulam

6 prazos em contrato para que os Prestadores de serviço logístico sejam capazes de resolver possíveis problemas e, ao término do prazo, como penalidade, o contrato pode ser rescindido sem ônus para o contratante. Transportes Terceirizados A definição de transporte tem suas raízes nas palavras latinas "trans" e "portare", que significam "levar para". Este significado tem importância para as cadeias de abastecimento, pois a função do transporte é providenciar as ligações físicas - o "levar para" entre os componentes de uma complexa estrutura funcional. O transporte é somente uma - apesar de quantitativamente relevante - das muitas funções que compõem a logística. No entanto, o transporte pode ser encarado não somente como parte da função logística dentro da cadeia de abastecimento, mas também como o mecanismo para lidar com três movimentos dimensionais no espaço e no tempo. Esta última perspectiva focaliza as utilidades de tempo e de lugar para fazer com que os produtos estejam no lugar e momento certos, em resposta aos requisitos e especificações dos clientes, ao mesmo que considera fatores competitivos e a necessidade de lucro. O foco principal deste trabalho é entender como acontece o processo de terceirização do transporte nas empresas. Segundo Bowersox e Closs (2001) o transporte é a área operacional da logística que posiciona geograficamente o estoque. No decorrer dos anos o transporte tem recebido atenção gerencial pela facilidade de apuração de seus custos, além de sua importância fundamental em qualquer negócio. Dividem-se de três maneiras básicas: Privado, contratado e transporte comum (eventual). Custo, velocidade e consistência, são fatores fundamentais para o desempenho. Abrahão e Soares (2007) destacam que 60% dos custos logísticos do Brasil são compostos por custos com transportes. Kotler (2006) e Ballou (2006) afirma que as opções de transportes afetam os preços dos produtos, a pontualidade e as condições de entrega ao destino; todos esses fatores afetam a satisfação do cliente. Ballou (1993) afirma que uma alternativa possível é providenciar transportes através de frota e equipamentos próprios ou contratar serviços diretamente. Idealmente, o usuário espera ganhar melhor desempenho operacional, maior disponibilidade e capacidade de transporte com menor custo. Ao mesmo tempo, parte da flexibilidade

7 financeira é sacrificada, pois a companhia deve investir numa capacidade de transporte ou deve comprometer-se com um arranjo contratual de longo prazo. Ballou (2006) destaca que algumas empresas acabam obrigadas a possuir transportes mesmo com custos maiores em função de manter padrões de atendimento, como uma entrega rápida com confiabilidade, atender necessidade de equipamentos indisponíveis, cargas que requerem manuseios especiais e outros serviços que precisam estar disponíveis assim que necessários, senão perdem seu propósito. Muitas vezes o incentivo por, não só transporte próprio com também armazenagem por possuir maior controle e menor custo, ocorrem em função de obter-se boa taxa de retorno para o investimento, porém tal medida também acarreta em maiores responsabilidades e risco de capital o que leva muitas empresas a não optarem por manter espaço e transporte próprio. Segundo Nazário (2000), muitas empresas buscam atingir o objetivo logístico considerado como o produto certo, em quantidade certa, no momento e local adequado ao menor custo possível, aprimorando suas atividades logísticas e muitas vezes na função transporte, obtendo diferencial competitivo, investindo muitas vezes em tecnologia da informação como principal aliado, proporcionando melhor planejamento e controle das operações, que possibilita redução de perdas e queda dos custos. Para transportes terceirizados, de acordo com Ballou (1993, p; ), pode-se verificar que: Negociar fretes favoráveis com os transportadores é atividade que costuma consumir boa parte do tempo do gerente de tráfego. Fretes publicados por transportadores nunca devem ser considerados como fixos. Muitos deles são valores médios derivados de condições médias. Portanto se o gerente de transporte considera que existe uma condição que favorece as circunstâncias operacionais este é o caso de solicitar redução nos fretes. Existem pelo menos quatro ocasiões típicas onde fretes menores podem ser negociados com transportadoras: Competição, Produtos semelhantes, Maior volume de carga, e Grandes volumes. Fleury (2002) destaca que uma vez decidida à utilização de terceiros, torna-se necessário estabelecer critérios para seleção de transportadores. Os principais critérios utilizados na seleção dos prestadores são: confiabilidade; preço; flexibilidade operacional; flexibilidade comercial; saúde financeira; qualidade profissional; e informações de desempenho. No mundo dos negócios, onde nada pode ser transportado

8 ou comprado antes da hora, nos dias atuais, qualquer ação fora do planejado pode impactar substancialmente a operação do destinatário. Ao contratar um terceiro para executar suas operações, as empresas correm o risco de perder contato com seu desempenho no campo. Para garantir que isto não aconteça, torna-se necessário selecionar um prestador de serviço com capacidade de medir desempenho e disponibilidade de informações. Com isso fica mais ágil identificar problemas ocorridos durante a entrega e a causa destes problemas. Barros (2009) afirma que diversas indústrias optaram por terceirizar suas atividades logísticas, passando para as prestadoras desde responsabilidades operacionais até as estratégicas e de gestão. Cada vez mais prestadores de serviços logísticos aumentam suas atividades e interpretam as necessidades de seus clientes aumentando seu portifólio e por consequência sua receita. Entre 2000 e 2007 foi registrado um crescimento anual de 30% nas receitas de prestadores. No Brasil, anualmente, são gastos cerca de R$ 192 bilhões, ou 11,7% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, com logística. Deste montante, aproximadamente 63% são direcionados para pagamento de terceiros, ou seja, para os prestadores de serviços logísticos. Soares e Abrahão (2007) destacam que entre 1998 e 2003, o índice de terceirização logística saltou de 41% para 60%, um crescimento relativo de 47% num período de cinco anos. Enquanto as atividades básicas apresentam 92% de terceirização, nas intermediárias o índice é de 45% e, nas sofisticadas, de apenas 31%, ou seja, a terceirização logística no Brasil está fortemente baseada em atividades de transporte e desembaraço aduaneiro. A atividade terceirizada com mais frequência é o transporte, que é delegado totalmente ou parcialmente a terceiros por 97% dos embarcadores que atuam no país. Dentre os motivos para este elevado nível de terceirização, deve se considerar a grande oferta de transporte rodoviário, predominante na matriz de transporte brasileira, e os baixos preços que, em média, são insuficientes para cobrir o custo real dos transportadores. Os objetivos do gerenciamento do transporte são: assegurar que os recursos estejam disponíveis para satisfazer os níveis planejados da empresa; satisfazer as movimentações diárias de produtos e planejar e monitorar todos os recursos para fornecer um serviço custo-eficaz dentro dos critérios acordados. Os aspectos estratégicos incluem considerar futuros produtos, volumes, fornecedores, clientes e o que apóia as necessidades da estrutura da distribuição. Os aspectos operacionais

9 incluem métodos e alocação de recursos para coletar e entregar produtos. Tais operações, frequentemente, estão tentando encontrar um equilíbrio que: minimize o tempo e a distância de viagem e faça o melhor uso dos veículos disponíveis. As principais questões dos coordenadores de transportes, portanto, são: estrutura da distribuição; roteirização e programação; equipamentos de veículos e métodos operacionais. Fatores determinantes no valor do transporte Diversas variáveis podem influenciar o estabelecimento do preço do transporte, entre elas: distância percorrida; custos operacionais; possibilidade de carga de retorno; carga e descarga; sazonalidade de demanda por transporte; especificidade da carga transportada e do veículo utilizado; perdas e avarias; vias utilizadas; pedágios e fiscalização; prazo de entrega; e aspectos geográficos. Contudo, a maioria dos trabalhos que aborda a estrutura dos transportes praticados considera a distância como principal fator de determinação de valores, independentemente do modal utilizado. Entretanto outros fatores que influenciam esta questão, a maior concorrência entre as empresas, tem exigido melhores níveis de serviço no atendimento aos clientes. Essa melhoria na qualidade é traduzida na prática em diversas formas como: entrega mais rápida, confiabilidade (pouco ou nenhum atraso em relação ao prazo estipulado), existência do tipo desejado de produto na hora da compra, segurança (baixa ocorrência de extravios, produtos sem defeitos), entre outros. Com a evolução da tecnologia, rastreadores, roteirizadores, gerenciadores de frotas, códigos de barras, e outros que permitam fazer melhor as rotas, com economia de custos, baseado numa malha geográfica de distribuição otimizada, com redução da quilometragem, combustível e tempo, considerando horários mais recomendáveis para descarregamento, horários de livre circulação, aproveitamento maior da capacidade dos veículos, redução do número de veículos utilizados, entre outros. Uma roteirização adequada contribuirá para a minimização destes problemas, e consequentemente para a redução dos custos necessários para o desenvolvimento da melhor distribuição. Roteirizadores Para Soares e Abrahão (2007), no universo dos sistemas de gerenciamento de transporte, os roteirizadores podem ser adaptados como módulos específicos, tornando a

10 solução ainda mais completa, já que os mesmos podem incorporar funcionalidades específicas ao Sistema de Gerenciamento de Transporte: determinação das melhores rotas a serem utilizadas; integração da sequência de entrega proposta com o sistema de gerenciamento de armazém que direcionará a separação de pedidos respeitando-se a sequência de carregamento; análise da distribuição a partir de mais de um centro de distribuição, consolidando o melhor cenário; gerenciamento do tempo de entrega por cliente a fim de identificar as dificuldades específicas de carga e descarga em cada empresa; reprogramações de entrega em função de imprevistos ocorridos (problemas de quebras, acidentes, congestionamentos). O processo de distribuição física de produtos incorpora, nas pontas, um roteiro de coleta ou de entrega, em que o veículo visita um certo número de clientes localizados numa determinada zona. Alguns tipos de distribuição física apresentam pontos fixos a serem visitados. Por exemplo, a distribuição de cigarros, nos pontos de venda, segue roteiros fixos, em que os clientes (varejistas) já foram previamente cadastrados e são visitados periodicamente. No extremo oposto, estão as grandes lojas de departamento, em que os pontos de entrega (os domicílios dos clientes que adquiriram produtos nas lojas) variam diariamente. O processo tradicional de roteirização dos veículos de coleta e de entrega se baseia na experiência do encarregado do depósito. Com base na prática de muitos anos, e conhecendo as condições viárias e de tráfego da região atendida, o encarregado define os roteiros, indicando o número e a sequência de clientes a serem visitados em cada percurso. Ainda hoje, muitos depósitos e terminais de carga no Brasil se apóiam em funcionários com esse tipo de experiência para elaboração dos roteiros de distribuição de produtos. O rápido desenvolvimento da informática nos últimos anos é responsável pelo surgimento de programas voltados à solução desse tipo de problema. Os programas levam em consideração as coletas e entregas de cada rota, permitindo o uso de diferentes tipos de veículos, controlando o carregamento por peso, volume ou por número de paradas, e estabelecendo horários de partida e de chegada ao depósito. Segundo Nazário (2000), como os problemas de roteirização são variados em sua natureza, com facetas diversas que afetam a forma de resolução do problema, nem sempre os pacotes disponíveis resolvem satisfatoriamente os problemas da empresa. Por exemplo, há casos em que os pontos de entrega estão muito concentrados, sendo atendidos muitos clientes por roteiro. Contudo, existem métodos sofisticados para

11 resolver problemas de roteirização com restrições diversas (de tempo, de capacidade, outros.). Considerações Finais Nos dias atuais, as empresas dos vários setores da economia globalizada são obrigadas a enfrentar um ambiente interno e externo que muda com uma velocidade nunca antes vista. A globalização é um fenômeno que afeta todas as áreas, desde a Informática até a Logística. Conforme é notório, em acontecimentos históricos, a Logística tem papel fundamental em grandes empreendimentos, mas somente há poucos anos as organizações começaram a dar a real importância a este processo facilitador. Diante do objetivo do trabalho, que foi focar a o transporte terceirizado, todo o conteúdo bibliográfico e pesquisa realizada, foi possível verificar que a terceirização de transportes logísticos é uma tendência, como forma de obter melhor minimização de custos e melhor desempenho logístico, criando diferenciais competitivos. Com a intenção de reduzir custos logísticos, as empresas investem em terceirização dos transportes, porém de forma muito consciente, sem a intenção de cair o padrão de qualidade do serviço prestado; muito pelo contrário, muitas investem em terceirização especificas em busca de maior conhecimento técnico para a operação, enquanto que áreas mais estratégicas são assumidas pelas empresas como a preocupação de manter a identidade da organização. O mercado atual, além de comoditizado, está cada vez mais competitivo, com isso a importância cada vez maior de empresas buscarem estratégias diferenciadas. Como afirma Taboada (2002) após diversos aspectos como qualidade, funcionalidade, preço e outros mais, se esgotaram como forma de se diferenciar, a logística surgiu como peça fundamental. Portanto, a logística, assim como percebido pelos autores pesquisados, é fundamental para sustentabilidade de um negócio, e ferramenta indispensável para criar diferencial competitivo, o que não se pode negar nesse mundo globalizado em que se vive. Referências Bibliográficas ABRAHÃO, Fábio; SOARES, Nilton. Estratégia de terceirização de serviços de transporte-parte 1, Disponível em:

12 BALLOU, Ronaldo H., Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Logística Empresarial. 5. ed..são Paulo: Bookman, 2006 BALLOU, Ronaldo H., Logística Empresarial: transportes, administração de marketing e distribuição física. São Paulo: Atlas, BARROS, Monica. Terceirização Logística no Brasil. Rio de Janeiro, Disponível em: <http://www.ilos.com.br>. Acesso em: 25/09/2010 BOWERSOX, Donald, CLOSS, David. Logística Empresarial. O processo de integração da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, BOWERSOX, Donald, COOPER, Bixby, CLOSS, David. Gestão logística da Cadeia de Suprimentos. Porto Alegre: Bookman, CAMALIONTE, Edilberto, MORAES, Adriana. Marketing Aplicado: Casos e exemplos para profissionais de marketing. São Paulo: Saint Paul, 2008 CHING, Hong. Gestão de Estoques na Cadeia de Logística Integrada. São Paulo: Atlas, CHRISTOPHER, Martin. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: estratégias para a redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Pioneira, FLEURY, Paulo. Gestão estratégica do Transporte. Rio de Janeiro, n 1, Disponível em: <http://www.ilos.com.br>. Acesso em: 01/12/09. GIOSA, Lívio A. Terceirização: Uma Abordagem Estratégica.Livraria Pioneira Editora, 1994 KOTLER, Philip, KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing. 12. ed.. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing. 7. ed..são Paulo:LTC, NAZÁRIO, Paulo, WANKE, Peter, FLEURY, Paulo. O Papel do Transporte na Estratégia Logística. Rio de Janeiro, NOVAES, Antonio Galvão N.; ALVARENGA, Antonio Carlos. Logística Aplicada: suprimentos e distribuição física. 2. ed.. São Paulo: Pioneira, NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição. Rio de Janeiro: Campus, 2007 TABOADA, Carlos. Logística: o diferencial da empresa competitiva. Revista FAE Business, n.2, jun TRINTA, José Luiz (Org.). Descobrindo o Marketing. Rio de Janeiro: Opus, 2008.

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