Assunto: Esgotamento Sanitário

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1 Local de visita Local: Parque de Exposição de Paris Data: Evento: POLLUTEC 2005 Grupo 1:Valério M. G. Parreira COPASA José Élcio de Pinho Melo COPASA Maria Martinelli CAESB Eduardo B. Carvalho CORSAN Assunto: Esgotamento Sanitário Com o objetivo de conhecer tecnologias relativas ao esgotamento sanitário em países europeus, o Grupo selecionou a ala referente a resíduos/dejetos/reciclagem da feira para visitação. Em uma visão geral do setor visitado, ficou constatado que o grande interesse dos expositores relacionava-se a resíduos sólidos e resíduos líquidos industriais, em ordem de prioridade. Assim sendo, pode-se concluir que na Europa (com ênfase na França) o tema esgotamento sanitário não constitui-se em problema a ser solucionado, visto que cerca de 95% da população possui sistemas de coleta e tratamento. Pelo exposto, evidencia-se que tecnologias e sistemas referentes a resíduos sólidos e reciclagem são assuntos prioritários no continente europeu. Apresentamos a seguir, algumas evidências obtidas durante a visita: sistema de separação/segregação de resíduos sólidos utilizando tecnologia de scanner automático; tecnologia de reciclagem de lâmpadas e tubos fluorescentes, com separação de metais (incluindo mercúrio) e materiais como vidro e baquelite; sistemas de trituração e prensagem de resíduos; tecnologias de reaproveitamento de resíduos (ex.: resíduos de pneus sendo reaproveitados na industria de asfalto, revestimento de paredes, pisos brinquedos, agricultura (cobertura de solos), entre outros. Com relação a efluentes líquidos domésticos e industriais podemos descrever algumas tecnologias que referem-se direta ou indiretamente ás atividades das empresas de saneamento brasileiras, quais sejam: Geomembranas -Solução para contenção de taludes e revestimento de reatores e lagoas. Além de grades, telas e mantas, verificamos a existência de membrana de alta resistência com alombamento em concreto, com ótima utilidade na construção de reatores, garantindo a estanqueidade e durabilidade do sistema; sistema LINDOX (Linde Engincering) de tratamento de efluentes líquidos (domésticos e industriais), utilizando reator fechado com introdução de oxigênio (sistema de tratamento biológico);

2 sistemas compactos de tratamento de esgotos, utilizando unidades moduladas para atendimento de pequenas comunidades e residências, a fim de atender demandas em áreas rurais e locais isoladas dos centros urbanos; sistemas de amostragem automática de efluentes líquidos, através de equipamento com diversos frascos (em local refrigerado), sendo a coleta realizada a partir de critérios de tempo e vazão, objetivando o monitoramento em amostras compostas; Outrossim, alguns membros da delegação (não integrantes do nosso grupo), relataram que na ala relativa à água da exposição, foram identificadas algumas tecnologias inerentes ao esgotamento sanitário para comunidades rurais (pequenas populações situadas em locais afastados dos centros urbanos). Por fim, o Grupo concluiu que, sob a ótica do esgotamento sanitário, a POLLUTEC 2005 apresentou poucas novidades tecnológicas. No entanto, pode ser observada a excelência européia em questões relativas a tecnologias limpas e reaproveitamento/senso de resíduos, o que indica a consciência ambiental e a otimização de processos (redução de desperdícios), temas que podem ser incorporados aos processos e à gestão das empresas de saneamento no Brasil. o o o

3 Local de visita Organização:L Office Internacional de L Eau (Rede Internacional dos Organismos de Bacia) Data: 28/11/2005 Local: 21 Rue de Madrid Paris Dados para contato: Web: ou Mail: ou Sr Alain Bernard, Adjunto del Secretario Técnico Permanente Ph. (33-4) Fax (33-4) O Sr. Alain Bernard, Adjunto del Secretario Técnico Permanente, realizou uma apresentação sobre a L Office Internacional de L Eau - OIE o Sistema de Gestão e regulação dos serviços de gestão de bacia, abastecimento de água e esgotamento sanitário, sendo a Gestão da água por Bacia hidrográfica. L Office Internacional de L Eau - OIE é uma organização que foi declarada de utilidade pública, sem fins lucrativos, criada em Composta por parceiros : Organizações publicas estrangeiras: 35; Organizações públicas francesas e Ministérios; Autoridades locais; Empresas especializadas do setor do saneamento; ONGs (ciência/meio ambiente). A OIEau é encarregada de ações de interesse público: sob controle do Governo - Sem fins lucrativos - Controle financeiro, com os seguintes objetivos: I - Reunir os organismos públicos e privados do setor da água II - Gerir quatro grandes serviços coletivos: a) O Centro Nacional de Formação das Profissões da Água, principalmente os operacionais. > 5000 políticos locais em 3 anos; > 4000 estagiários profissionais por ano. b) O Serviço Nacional de Informação e de Documentação sobre a Água (S.N.I.D.E.) >Biblioteca com referências II- Gerir quatro grandes serviços coletivos: c) O Banco Nacional de Dados sobre a Água (B.N.D.E.) >Animação da Rede Nacional dos Dados sobre a Água (R.N.D.E.); >Secretaria de Administração Nacional de Dados sobre os Recursos Hídricos (S.A.N.D.R.E.).

4 d) O inventário permanente dos estudos e pesquisas sobre a água. III- Organizar a cooperação internacional: e)para proporcionar uma especialização institucional aos Poderes Públicos para o aprimoramento: - da gestão e do aproveitamento das grandes bacias hidrográficas e aqüíferas; - da organização dos serviços urbanos de água potável e de saneamento. III- Organizar a cooperação internacional: f) Para ajudar a criação ou a modernização, no país que assim o desejar: - de centros de formação; - de serviços de documentação; - de sistemas de informação e de bancos de dados. Considera os seguintes aspectos: Gestão integrada dos recursos hídricos; Envolvimento dos usuários da água com o processo de tomada da decisão; Instrumentos : Cobrança ; Planejamento Organização atual do Sistema de Gestão da água na França O Sistema francês gerencia seus sistemas de abastecimento de água por bacias, em torno das quais são formados Sindicatos por municípios, já que na França não existem Estados como no Brasil, atendendo uma população de 60 milhões de habitantes numa extensão de m 2. A coerência da política nacional é definida pelo Ministério do Meio Ambiente, que também acompanha: Aplicação das leis e dos regulamentos; Fiscalização da água; Informação ao público sobre os problemas da água; Finalidades e objetivos. Existem hoje em operação serviços de água e serviços de esgotamento sanitários. A gestão é realizada por 01 Comitê e 01 Parlamento. Esses sistemas são geridos de duas formas: Pelo próprio município ou por agrupamentos de municípios, sendo que a gestão em si pode ser pública ou delegada. Na gestão delegada, empresas privadas fazem a operação e a gestão dos sistemas com concessão que variam de 05 a 20 anos. Gestão por Bacia A gestão por Bacia tem os seguintes objetivos: Proteger os recursos hídricos; Lutar contra a poluição; Manter o equilíbrio dos ecossistemas; Conciliar atividades econômicas e proteção do ambiente. A gestão é realizada pelo Comitê de Bacia Parlamento das águas e Agência da água que aplica as decisões.

5 O Comitê de Bacia é composto de 100 membros aproximadamente, sendo: 33% Estado + sócio-profissionais; 33% Políticos eleitos; 33% Usuários da água. O Comitê de Bacias é a união das diferentes categorias dos usuários da água: Comunidades locais; Indústrias; Agricultura; Associações de proteção da natureza. Concilia o interesse dos usuários e a proteção dos recursos hídricos através de assembléias (não permanentes) que se reúnem duas vezes ao ano para: Planejar e arbitrar; Aprovar o Plano Diretor da Bacia; Opinar sobre a contribuição financeira dos usuários (cobrança); Definir os Programas de ações. Pequeno parlamento das águas em nível de Bacia, estabelecimento público de caráter administrativo encarregado de : Arrecadar a cobrança (poluição e captação); Distribuir fundos obtidos sob forma de ajuda financeira aos órgãos executores de obras hídricas; Conhecer a Bacia; Informar o público; A cobrança paga pelos poluidores e pelos usuários da água (Cidades, Indústrias, Agricultores) constitui um sistema de estímulo econômico, sendo distribuídos da seguinte forma: 10% = custos de funcionamento e 90% dos fundos são distribuídos Funcionamento dos organismos de bacias Do ponto de vista institucional, interesse principal do dispositivo: Flexibilidade; Agências de Bacia conquistaram seu espaço; Participação dos Usuários da Água no processo de tomada de decisão; Articulação, consenso. Do ponto de vista financeiro Oitavo programa plurianual da intervenção das agências de água ( ) Montante das obras financiadas: 24 bilhões de $ US; Montante da participação financeira das agências: 11 bilhões de $ US; Assim distribuídos: Industria: 13%; Abastecimento de água: 20%; Maio natural e melhoramentos das práticas agrícolas: 10%, e Esgotamento: 57%. Preço da Água

6 A estrutura tarifária é composta, pelo custo dos serviços, investimentos, lucro do operador e por fundo do Sindicato de Bacia. A tarifa é bastante diferenciada, inclusive para municípios vizinhos. Os investimentos são realizados pelos Sindicatos provenientes das tarifas, sendo então os Sindicatos responsáveis pela definição dos investimentos prioritários. Além disso quando a tarifa não cobre os investimentos os governos municipais complementam os investimentos. O custo da tarifa é de US $ 3 por m3 (água e esgotos), assim composto: Saneamento: 38%; Agência de Bacia: 15%; Imposto com Valor Agregado - I.V.A: 5%; Água Potável: 42%. Indicadores da evolução do preço da água: Raridade da água, construção de reservas artificiais, complexidade do tratamento. Mercado Hoje o Sistema Francês de Abastecimento de Água tem 75% de seu mercado atendido por três empresas privadas, e aqueles que são de pequenos municípios e não rentáveis são geridos pelo Poder Municipal, portanto subsidiados. Os Sistemas de Esgotamento Sanitário que são menos rentáveis são 50% operados pela iniciativa privada e 50% público. O mercado é dominado por três grandes companhias que dividem entre si 75% do mesmo. Já 25% do mercado são administrados pelos municípios. Este modelo está amadurecido há mais de 40 anos na França. Em números, podemos sintetizar estas informações da seguinte maneira: 60 milhões de pessoas atendidas por serviços de água e saneamento na França, sendo que destas, 45 milhões são atendidas pelas empresas privadas Veólia, Suez e Saul, cada qual com seus respectivos contratos no quesito água e 30 milhões no quesito esgoto. Portanto, observa-se que o setor público responde por 15 milhões com água tratada e 30milhões com esgotamento sanitário. Trata-se de parcela da população do meio rural e/ou pequenos sistemas. Estes, sabidamente deficitários, do ponto de vista de seus ativos econômico-financeiros. Por outro ângulo, o país se organiza em 36 mil municípios, que se arranjam em sindicatos ou de forma isolada, para delegar a concessão dos serviços de água e/ou esgoto. Institucionamente, 1/3 dos contratos são privados e 2/3 são públicos. Do modelo francês, temos que a intervenção estatal na questão da gestão integrada das bacias é aplicável estando regulamentada. 0s indicadores de desempenho estão em desenvolvimento visando maior controle e fiscalização dos sistemas.

7 Local de visita Organização:UBIFRANCE (Agência francesa para o desenvolvimento internacional das empresas). Local: 10 Avenue d léna Paris 6º andar Data: 28/11/2005 Apresentação do Programa de visita Dados para contato: Sra. Sophie Diebold, Chefe de projeto UBIFRANCE Office:14, avenue d Eylau Paris Ph. (33-1) Fax (33-1) A Sra. Sophie Diebold, chefe de projeto da UBIFRANCE desejou a Delegação Brasileira boas vindas, na seqüência realizou uma apresentação sobre a UBIFRANCE. Empresa semi -pública (Economia Mista), sob a tutela do Ministério da Economia, das Finanças e da industria, cujo objetivo é fomentar o comércio exterior das empresas francesas. A agência francesa UBIFRANCE focada no desenvolvimento internacional das empresas, situa-se nos dispositivos público de apoio ao comércio exterior, cujos serviços são: Oferece uma linha completa de produtos e serviços de acompanhamento para as empresas francesas em seu desenvolvimento nos mercados estrangeiros, alinhada com os serviços comerciais das Embaixadas da França no estrangeiro. Presta apoio às concessionárias de serviços públicos delegados e as empresas privadas. Presta serviço de aconselhamento empresarial, aspectos legais, alfandegários e de vigilância para a elaboração de sua estratégia de desenvolvimento no âmbito internacional. Promove parcerias entre empresas francesas e estrangeiras. Divulga as tecnologias, produtos, Know-how e serviços franceses na imprensa profissional internacional, através de seus escritórios. Gera as campanhas de Imagem da França Organiza eventos específicos na área de Meio Ambiente Possui uma rede de 13 escritórios de Relações Públicas em diversos países, inclusive um em São Paulo Brasil, para apoiar as empresas francesas com informações do mercado internacional. É responsável pelo projeto que aboliu a obrigatoriedade do serviço nacional limitar, instituindo o Programa de Voluntariado Empresarial (VIE). O programa visa parceria com as empresas públicas ou privadas numa rede de mais de 100 países. O projeto é voltado para jovens recém formados em curso de graduação, cujo estágio com durabilidade de dois anos e com alto grau de efetivação destes novos profissionais, promovido num intercâmbio entre empresas visando adquirir novos conhecimento e experiência internacional.

8 ƒ ƒ ƒ Um aspecto importante do projeto é a iniciativa e adesão expontânea dos jovens. Os recursos do projeto são viabilizados da seguinte forma: 50% provem do orçamento do Ministério da Economia e das Finanças; 30% do VIE; 20% são viabilizados entre as empresas parceiras. Também é responsável por: Programas de parceria industrial e tecnológica, parceria industriais no âmbito de programas europeus, participações coletivas de empresas francesas e atividades de promoção nos salões profissionais internacionais. Organização de exposições e de semanas francesas, de apresentações de produtos franceses. Animação da rede de associações e clubes de profissionais estrangeiros em 39 países.

9 Apresentação do Serviço de Animação da Rede Internacional Organização:UBIFRANCE (Agência francesa para o desenvolvimento internacional das empresas). Dados para contato: Sra. Stéphanie Langais, Chefe de projeto Office:14, avenue d Eylau Paris Ph. (33-1) Fax (33-1) A Sra. Stéphanie Langais, Chefe de Projeto, realizou uma apresentação para a Delegação Brasileira explicando que a promoção do Serviço de Animação da Rede Internacional ocorre em parceria, por meio de programas específicos, a exemplo de: Organização de viagens de estudos para pequenos grupos, aproximando os interessados e as empresas identificadas pela UBIFRANCE como referência de melhores práticas no setor de interesse. Promoção de Seminários Regionais, abordando temáticas especificas como: Gestão Hospitalar, Lixo Hospitalar, Meio Ambiente, Bio Combustível, Vitivinicultura, etc... Organização de Grandes Feiras visando o intercâmbio entre pessoas de diversos países. O Serviço de Animação da Rede Internacional disponibiliza as informações através de reuniões, da intranet (para clubes e associações), livros, revistas. Com representação na maioria dos países, sendo 15 associações na América Latina e sete no Brasil. Destaque para o número de pessoas recebidas: Grupo: Alexandre Susin Amadeu Montenegro Neto Aparecida de Oliveira João Carlos Machado Nilton de Paulo Silva - CORSAN - EMBASA - SABESP - MINISTÉRIO DAS CIDADES - COPASA

10 Local de visita ASSOCIATION FRANÇAISE DE NORMALISATION - AFNOR Fone 33(0) Data 02/12/2005 Fax 33(0) ) Groupe AFNOR Apresentadora: Sra. Pascale Mienwille A AFNOR é a organização responsável pela elaboração de normas, certificação, informação e relações internacionais com organismos normativos globais. Observamos que a organização visa se antecipar aos sistemas de normas europeu e internacional marcando presença e liderando parte importante dos processos de formulação de normas em andamento. A organização promove a participação de todos os atores dos mercados normalizados e possui um conjunto de valores pré-definidos: promoção do consenso, abertura a todos os atores, transparência, coerência intersetorial, dimensão internacional. A AFNOR lidera 10% dos TCs da ISO contra 17% dos EUA, 13% da Inglaterra, 10% da Alemanha e 5% do Japão. Os principais produtos da UAI (Unidade AFNOR de Informação) são cadernos técnicos, normas impressas e eletrônicas, destacando-se como best-sellers o Sistema de Normas e publicações técnicas de água e saneamento, promovendo receitas de copyright. 2) Normalização do Setor de Água na França Apresentador: Sr. Jean Midel Remy Responsável pelo desenvolvimento de Água: Ambiente e Aplicação departamento de desenvolvimento da AFNOR Standandization Campos de abrangência da normalização: 12, entre eles água, ambiente, construção e lazer. O principal influenciador da normalização da água e esgoto é a Regulação da Comunidade Européia e harmonia de norma com o cenário internacional, particularmente a ISO. A normalização cobre todo o ciclo da água e definição de níveis aceitáveis da qualidade da água. A meta da comunidade européia estabelece retorno dos mananciais à condição original, em Outros vetores são impulsionadores do processo de desenvolvimento de normas: Metas do Milênio, Fórum Mundial da Água, desenvolvimento sustentável, qualidade da água e riscos para a saúde, segurança da sociedade e cenários de risco, qualidade e desenvolvimento. O foco das normas migrou de normas de processo para normas de gestão, que incluem boas práticas e envolvimento de todas as partes interessadas. O projeto nacional das águas (para a França) encontra-se em discussão e incluirá as demandas da regulação européia e as especificações da França e, definirá as responsabilidades da coletividade, operadores públicos, operadores privados e administração pública. Dois terços dos contratos de concessão são firmados com operadores privados enquanto a mesma proporção dos consumidores são atendidos pelos operadores

11 privados. Nas regiões urbanas (com mais densidade demográfica) prevalece o operador privado. Os temas que são incluídos no sistema de normas da água são: água potável, qualidade da água, esgoto, irrigação, metais pesados, equipamentos, poços e medidas para assegurar o abastecimento contínuo. Incluirá ainda os temas relativos aos serviços públicos locais, serviços aos usuários, gestão dos sistemas, tratamento de esgoto, águas pluviais e saneamento autônomo. Haverá um anexo com sugestões de indicadores de performance, incluindo métodos de avaliação. Esses indicadores já estão sendo aplicados em caráter piloto por algumas localidades para validar o modelo. A norma mais solicitada para eles é a NF P series-guidelines for services activities related to water supplies and wastewater systems. 3) A normalização internacional de água e saneamento no âmbito da ISSO Apresentador: Sra. Laurence Thomas (séc. do ISO) TC 224 AFNOR O trabalho do TC iniciou-se em 1995, tendo sido concluído o draft em 2000, previsto para ser publicado em Está na etapa de consulta pública desde Sugerem indicadores de desempenho (atualmente entre 20 e 25). A norma complementa a ISO 9000 para o setor. O TC se divide em 5 grupos de trabalho terminologia, serviços ao usuário, águas potáveis, águas residuais e o GT de países em desenvolvimento. O TC possui 44 comitês, 28 países participantes e 18 países observados. Das Américas como participantes (Argentina, México, Trindade e Tobago) e como observadores (Colômbia, Cuba e Equador). Possui 8 organizações setoriais participando (AAE, AIDIS, Consumidor Internacional, Banco Mundial, IWA, OMS, EUREAN, NORMAPME). A família de normas é : ƒ ISO Avaliação de serviços aos usuários ƒ ISO Avaliação de serviços de esgoto ƒ ISO Avaliação de serviços de água Em 2006, em Punta del Leste haverá a 6ª reunião do TC ) Temas Complementares Sr. Jean Michel e Sra. Laurence Thomas Em relação à água e saneamento, encontra-se em desenvolvimento na França a definição de normas para as redes: condições contrutiva, gestão, operação, manutenção e reabilitação. No âmbito europeu encontra-se em discussão: gestão integrada, segurança e saúde, retrabalho, estação de bombas e sistemas não coletivos. Na França encontra-se também em discussão os sistemas não coletivos e esgoto industrial. A França participa da definição da norma SD (Sustainable Development), que inclui os temas ambiente, sociedade e economia. Essa norma terá a forma de um guia de implementação. O posicionamento francês está sendo construído com a participação de 88 empresas.a guia servirá para orientar os processos decisórios internos às empresas. Relatores: João Carlos Machado Ministério das Cidades

12 Carlos A. Schauff Consultor Técnico do PNQS Sra. Laurence Thomas, Sr. Jean Michel Remy, Sra. Pascale Mienwille da AFNOR e Sra. Cassilda Teixeira da ABES à mesa (02/12/05)

13 Missão de Benchmark a França PNQS 2005 Local: Parque de Exposições Paris Nord Villepinte Data: 30 de novembro de 2005 Evento: POLLUTEC 2005 Tema: Água Seguindo a programação da delegação brasileira relativa à missão de benchmark do PNQS 2005 a França, no dia 30/12/2005, em seu terceiro dia realizou-se a visita ao 21º Salão Internacional de Equipamentos, Tecnologias e Serviços para o Meio Ambiente - POLLUTEC Realizada no Parque de Exposições Paris Nord Villepinte no período de 29/11 a 02/12/2005, a Feira reuniu um grande número de empresas especializadas em temas ligados ao meio ambiente, tais como: poluição do ar, controle da poluição, reciclagem, água, energia, engenharia, assuntos institucionais, entre outros. Dentro do que foi determinado ao Grupo 4 realizar, várias empresas relacionadas com a questão da água foram visitadas. Adotou-se como prioridade o contato com aquelas que no guia da exposição já se destacavam como empresas que tinham novidades/inovações a apresentar. A seguir, um breve relato a respeito das empresas visitadas: NEOTEK (www.neotek-web.com) A NEOTEK é uma empresa especializada em monitoramento de sistemas, apresentando diversos equipamentos voltados para a medição de parâmetros físico-químicos da água, tais como o apresentado na visita (AQUACLIP). Este equipamento trabalha com 6 parâmetros (PH, temperatura, oxigênio dissolvido, redox, condutividade e nível) e a partir do ano que vem será incluído o parâmetro turbidez perfazendo-se assim sete parâmetros de medição. Expertise da empresa é a miniaturização dos sensores para a medição. Contato na França: Fone: Fax: Representação no Brasil: Atenburger e Associados Ltda Fone: (21) Responsável: Dieter Altenburger ASSISTEAUX (www.assisteaux.fr)

14 Empresa francesa, criada em 1972, especializada em processos de tratamento, abastecimento, aquecimento e tratamento de esgotos. O negócio da empresa está voltado para unidades industriais e pequenos sistemas de abastecimento de água e esgotamento. Contato na França: Fone: Fax: Representação no Brasil: Não tem. ENDRESS + HAUSER (www.endress.com) Empresa suíça especializada em solução e materiais para instrumentação e automação de sistemas. Tem 52 anos de existência e 6000 empregados. Disponibiliza no mercado equipamentos de medição, destacando-se o medidor por ultra-som para tubulações com diâmetro de 50mm a 4000mm. Tem como vantagens principais a facilidade de instalação, a mobilidade, e com a utilização da rede em carga. Contato na França: Fone: Fax: Representação no Brasil: Santa Catarina Schuermann Maquinas e Equipamentos Ltda Fone: (47) Fax: (47) E.mail: - Web: Contatos: Avelino - Jorge Interior do estado de São Paulo (consulte regiões especificas) AS Representações S/C Ltda. Fone: (11) ou (11) Fax.: (11) Contato: Antonio Soares Filho Rio de Janeiro TECHNIC Campo de São Cristóvão, n sala 402 Cep Rio de Janeiro - RJ Fone/Fax: (21) /

15 Contatos: Juan Caballero ou Karla Acemano Bahia TECHNIC Rua José Ernesto dos Santos, n loja 3 - Centro Cep Lauro de Freitas - Bahia Fone/Fax: (71) Contatos: Juan Caballero ou Verônica Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande de Norte, Ceará, Maranhão ZK MEASUREMENT Rua F1, 23, Sétimo - RO - Ouro Preto - Olinda - PE - Cep: Fone: (81) Cel: (81) E Contato: Daniel Lopes COMPAGNIE INDUSTRIELLE DE FILTRATION ET D'EQUIPEMENT CHIMIQUE - CIFEC (www.cifec.fr) Trata-se de empresa francesa com 40 anos de existência, especializada em monitoramento de sistemas e fornecimento de equipamentos, voltados para tratamento de água, tais como: desinfecção através de eletrocloração e ultra-violeta (UV), dosadores de cloro, de flúor e outros. Destaca-se a válvula de segurança para cilindro de cloro, constituída de cloraflon, apresentada durante a visita como inovação. Contato na França: Antoinne DERREUMAUX Fone: Fax : Representação no Brasil: Não tem KROHNE - (www.cifec.fr) Trata-se de empresa francesa especializada em medidores por ultra-som. Tem como vantagem a alta precisão e a possibilidade de medição com meia seção em tubulação até 1000mm. Contato na França:

16 Fone: Fax: Representação no Brasil: CONAUT Controles Automáticos (www.conaut.com.br) Matriz: Estrada Louis Pasteur, 230 CEP Embu - SP Tel (11) Fax (11) Filial: Av. Mal. Câmara, 160 sala 1009 CEP Rio de Janeiro - RJ Tel (21) Fax (21) VEOLIA - WATER (www.veoliawater.com) Visitada durante a missão, trata-se de grupo francês especializado na gestão de serviços de água (abastecimento ou esgotamento) municipais e industriais. Durante a visita ao seu stand foram apresentados ao grupo três processos por ela adotados. - Filtração por carvão ativado à base de casca de coco, fabricado pela PICA Carbon, empresa subsidiária da VEOLIA. Como subproduto destaca-se ainda o tecido à base de carvão ativado, utilizado como proteção contra acidentes químicos. - Filtração por membrana, utilizada em substituição à decantação. - Injeção de micro-areia no processo de floculação, permitindo a redução do tempo de decantação. Contato na França: Fone: Fax: Representação no Brasil: PROACTIVA Clovis Betti

17 Fone: Fax: DANFOSS SOCLA (www.watervalves.com) Trata-se de empresa inglesa especializada na fabricação de válvulas e registros para sistemas de adução e abastecimento de água. Embora de alta qualidade, não se detectou qualquer inovação tecnológica que merecesse destaque. Contato na França: Fone: Fax: Representação no Brasil: Danfoss do Brasil Rua Nelson Fransisco 26 CEP São Paulo SP Phone: Fax: Paris, 02 de Dezembro de 2005 Grupo 4: Oswaldo Serrano de Oliveira Caixa Econômica Federal Francisco José Araujo Andrade EMBASA Dante Antonio Maieron CORSAN Rogério Costa Cedraz EMBASA

18 Missão de Benchmark a França PNQS 2005 Local: Parque de Exposições Paris Nord Villepinte Data: 30 de novembro de 2005 Evento: Seminário promovido pela Saint-Gobain Canalização e pelo Ministério da Saúde da França Tema: Regulamentação francesa para materiais utilizados em contato com a água para consumo humano Participantes: - Sophie Hierault Diretora do Ministério da Saúde - Marc Jillant Diretor de Marketing da Saint-Gobain Canalização Seguindo a programação da delegação brasileira relativa à missão de benchmark do PNQS 2005 a França, na tarde do dia 30/12/2005, terceiro dia da missão, realizou-se o Seminário promovido pela Saint-Gobain Canalização e pelo Ministério da Saúde da França. O Seminário teve lugar no 21º Salão Internacional de Equipamentos, Tecnologias e Serviços para o Meio Ambiente - POLLUTEC A Diretora do Ministério da Saúde da França, Mme. Sophie Jillant, fez uma apresentação objetiva e bastante consistente sobre a regulamentação francesa para a qualidade dos materiais em contato com a água para consumo humano, a qual pode ser assim resumida: 1 O CONTEXTO DA REGULAMENTAÇÃO FRANCESA: - Decreto n 89-3, de 3 de janeiro de 1989: "Os materiais utilizados nos sistemas de produção ou de distribuição e que tenham contato com a água destinada ao consumo humano não devem ser susceptíveis de alteração da qualidade da água." Deliberação de 29 de Maio de 1997: determina as modalidades de verificação da conformidade sanitária dos materiais que entram ao contacto de água. - Código da Saúde Púbica (CSP), artigos R* R* e 61: - Os materiais não devem alterar a qualidade da água. - Sua utilização está sujeita à autorização do Ministro responsável pela Saúde, após pareceres de l ' AFSSA. Obs.: A deliberação de 29 de Maio de 1997, acima citada, alterada em 16 de Setembro de 2004, foi emitida em conformidade com o CSP 1.1 A Deliberação de 29 de Maio de 1997 Artigo 1:

19 Refere-se aos materiais e objetos utilizados nas instalações fixas de produção/ tratamento/ distribuição de água potável desde a captação da água até a torneira do consumidor. Aplica-se às instalações novas ou objeto de renovação. Não se aplica o efeito retroativo para as instalações antigas. Artigo 2: A obrigação dos responsáveis da comercialização produtos ou materiais é assegurar-se da conformidade sanitária dos materiais. Os materiais e objetos [... ] não devem, nas condições normais ou previsíveis de emprego, ser susceptíveis de degradar a qualidade das águas, seja conferindo-lhes um caráter nocivo para a saúde ou alterando as suas propriedades organolépticas, físicas, químicas e microbiológicas, de modo que as exigências de qualidade definidas no anexo I do decreto de 3 de Janeiro de 1989 alterado não sejam respeitadas. Artigo 3: A obrigação dos operadores é verificar a conformidade com regulamentação dos materiais utilizados. Qualquer operador chamado a intervir na realização de instalações fixas de produção, tratamento e distribuição de águas destinadas ao consumo humano deve assegurar-se junto dos seus fornecedores, por qualquer meio adequado, de que os materiais ou objetos que lhe são entregues estão conformes com as disposições da aludida deliberação. Artigo 5: Disposições técnicas Define as regras de composição para: - os metais, misturas e revestimentos metálicos - os materiais e produtos orgânicos - os materiais e produtos à base de faixas hidráulicas Em resumo, antes da comercialização de um material ou um produto o responsável deve dispor de provas de conformidade sanitária do produto ou o material, em relação às disposições da deliberação de 29 de Maio de Estas provas devem abordar: - a composição química do material ou o produto; - a estimativa da degradação da qualidade da água ligada ao material ou ao produto. 1.2 O Sistema Francês de Aceitação dos Materiais Em 1999 foi instaurado na França o Sistema de Certificação de Conformidade Sanitária (ACS), com o objetivo de verificar a conformidade sanitária dos materiais que entram em contato com a água potável. O ACS é emitido com base em: Conformidade da formulação à listas positivas de substâncias autorizadas; Testes de inércia do material; Conformidade do material aos critérios de aceitabilidade.

20 Na França, atualmente, 4 laboratórios estão habilitados a efetuar as análise e a emitir o ACS. São eles: Crecep - Paris IP - Lille IRH Environnement (ex LHRSP) - Nancy CARSO-LSEHL - Lyon 1.3 Resumo Normativo do Sistema Francês de Aceitação dos Materiais Metais: Deliberação de 29 de Maio de anexo I Produtos minerais: Deliberação de 29 de Maio de anexo II Produtos orgânicos: ACS - Circulares de 12 de Abril de 1999 e de 27 de Abril de 2000 Produtos montados (contendo 1 elemento orgânico ao contacto da água): ACS - Circular de 25 de Novembro de 2002 Produtos à base de faixas hidráulicas: ACS - Circular em curso Obs.: A certificação tem validade de 5 anos, devendo então ser renovada. 2 A UNIFICAÇÃO DA REGULAMENTAÇÃO NA EUROPA - EUROPEAN ACCEPTANCE SCHEMA - EAS Em 1988 constatou-se: existência de vários sistemas nacionais de aceitabilidade dos materiais ao contacto da água na União Européia; não equivalência dos sistemas nacionais entre si; riscos de obstáculos no âmbito do mercado comum; crescimento das despesas de certificação da indústria. Diante desse quadro, foi instaurado pela Comissão Européia um sistema único de aceitabilidade dos materiais que entram ao contacto da água (EAS). São princípios do EAS: nível elevado de protecção sanitária nível elevado de certificação dos materiais nível de exigências idêntico para todos os materiais, com possibilidade de protocolo de ensaios diferentes exigência de transparência, de flexibilidade e informação, de confidencialidade ligada à fabricação dos materiais; definição de medidas transitórias São benefícios do EAS: Livre circulação dos Produtos da Construção/Água Potável Nível idêntico de proteção dos consumidores Nível elevado de proteção Redução dos custos para os industriais (1 único EAS Europeu em vez de 1 por país) Melhor acompanhamento da qualidade de fabricação dos produtos.

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