Benedicto Silva de Carvalho. Contos de Algibeira

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1 Benedicto Silva de Carvalho Contos de Algibeira 2

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3 Dedicatória Dedico estes escritos para as pessoas que, não apreciaram na vida, o que sou. Respeito, no entanto, os que demonstraram suas escolhas. Compreendo porém, os que mesmo sorrindo para mim, não alimentaram sentimentos de aceitação. O autor 2 3

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5 Registro CARVALHO, Benedicto S. Contos de Algibeira Belo Horizonte CARVALHO, Benedicto Silva (1934-xx) I. Contos 2 5

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7 Introdução Percorri vários caminhos para escrever este livro. Falo da experiência com DEUS, vivida por pessoas que conheci. Elas me transmitiram exemplos concretos que nos asseguram que, neste mundo, nossos caminhos são abertos não por acaso. Nele, usei da ficção e do imponderável. Registrei diversas denúncias de agressões que o homem realiza no próprio mundo em que vive. Dei nomes fictícios aos elementos da natureza, mas que assim podem ser identificados: Praia da Concha- praia de oceanos e mares, que existem na terra, por mais longínquo que sejam Baía do Peixe- Baia de qualquer oceano que banha as costas de qualquer continente do mundo. Monte Azul- Parte mais elevada das montanhas, que compõem qualquer região, em qualquer lugar da terra. Não dei nomes verdadeiros aos agressores da Natureza; chameios apenas de: Donos Homens que comandam as atividades e serviços em benefício próprio, e do suposto desenvolvimento industrial, destruindo os pilares de 2 7

8 sustentação da própria vida. Dragões conjunto de ferramentas desenvolvidas pelo homem e que representa as indústrias, os equipamentos e máquinas, usadas nas ações que, quando usadas, geram as agressões ao meio ambiente. Deste modo, o que o leitor encontrar neste livro, referese naturalmente a qualquer lugar do mundo. Isto porque, a ação do homem na natureza é a mesma em toda a parte da terra em que ele se encontra. O momento atual, não é diferente daquele de algumas décadas atrás. Falo do personagem que adormece nas areias da praia e vê claramente, as agressões que o homem faz ao nosso mundo. Ele questiona: Será que um dia, a Terra irá revidar tanta maldade? Estamos preparados para tal revide? Certamente ele virá, mas quando? Neste ano ou no próximo? Daqui a dez anos? Que dia? No Natal, Ano Novo? Quando? Descrevo também um diálogo interior, do personagem, numa fase de grandes desafios pela integridade dos seus valores, em relação à vida e dentro de certa confusão mental vivida. Mostro a supremacia do eu vermelho arquétipo de sabedoria, equilíbrio e sensatez que existe na natureza humana em relação ao eu cinza exemplo do desequilíbrio, desencontro consigo mesmo e de descompaixão. Falo ainda da sabedoria do Pato, ave tão conhecida nossa. Ao usar os seus dons para nadar e sobreviver, mantém-se flutuante na superfície das águas. Falo do velho sonho de escrever livros e contar estórias que tivessem o Dom de ensinar. Pura pretensão Descrevo um assalto a mão armada, que, pelas características do acontecido, revelam a inabilidade do assaltante e a pureza e simplicidade da vítima. Aproveitei também, momentos em que, um dia, o personagem se dirigia para o trabalho. Ele 82

9 observa durante a curta viagem, a pobreza de pessoas, que pela condição e desconhecimento das consequências de seus atos, mais uma vez agridem o mundo em que vivemos. Áreas de Mangue são invadidas e esgotos são lançados sem o mínimo conhecimento de suas conseqüencias. Abordo também a relação de amor entre um pai e sua filha, em busca da sobrevivência, em meio à turbulência da cidade grande. Uma terna demonstração de que, apesar do que acontece no mundo de hoje, nem tudo está perdido. Falo do diálogo entre um casal, que antes de dormir desentende-se por causa de um ventilador. Descrevo também a luta de pessoas sem recursos para conquistar melhor posição na sociedade e que somente com destemor, confiança, perseverança e mercê da misericórdia de Deus. poderão levá-los a atingir seus objetivos. Faço também abordagens de cunho pessoal e de significativa relevância para mim. Ah! Por que Algibeira? È o nome dado ao pequeno bolso colocado, próximo ao cós e na parte da frente da calça dos homens. Serve para guardar moedas de pequeno valor. No livro, os contos, de valor relativo, possuem também relativos significados para o autor. 2 9

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