MEMBRANA ORGÂNICA NATURAL A BASE DE AMIDO PARA TRATAMENTO DE FERIDAS LIMPAS INDUZIDAS EM COELHOS-DADOS PARCIAIS

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1 MEMBRANA ORGÂNICA NATURAL A BASE DE AMIDO PARA TRATAMENTO DE FERIDAS LIMPAS INDUZIDAS EM COELHOS-DADOS PARCIAIS LOCATELLI, Gabriela Maria 2 ; AMPESSAN, Jonathan 2 ; ALBRING, Caren Lis 2 ; DALMAGO, Douglas 2 ; SCHARDONG Ester Da Silva 2 ; VIEIRA Francieli 2 ; ROSSI, Kaue Cesar 2 ; ZANELLA, Giovanni Tiago 2 ; OLSSON, Débora Cristina 1 2 Instituto Federal Catarinense, Concórdia/SC INTRODUÇÃO A pele apresenta diversas funções importantes para o organismo como manter sua integridade e impedir a penetração de microorganismos pela perda de líquidos essenciais à manutenção da vida. Por estar constantemente exposta ao meio é altamente suscetível a traumas que podem acarretar em soluções de continuidade (ROSA et al., 1983). A cicatrização de feridas dérmicas deve ser rápida para garantir o retorno de sua integridade, entretanto, algumas complicações podem ocorrer em lesões nos membros ou pacientes com grandes áreas de queimadura, prejudicando o tempo de cicatrização colocando em risco a vida do paciente (BLANES, 2002). Tendo em vista as dificuldades encontradas para o tratamento de extensas lesões cutâneas, procura-se por alternativas, visando maior praticidade, melhores resultados, menor tempo de tratamento e menor custo (PARK et al., 2008). Embora existam muitas metodologias para auxiliar no processo de cicatrização, estas nem sempre são eficazes e por inúmeras vezes o custo elevado torna o tratamento inviável (HUSSNI et al., 2004). Diversas alternativas visam à redução do tempo de reparo para garantir uma cicatriz funcional e esteticamente aceitável. Uma opção cada vez mais viável para reparar tecidos danificados é a utilização de adesivos transdérmicos com ou sem bioativos como método adjuvante à cicatrização (CUZZEL et al,. 2003). Os sistemas transdérmicos oferecem vantagens significativas sobre outras formas de administração de medicamentos, pois a além de fácil aplicação, não é um método invasivo e 1 Professor orientador do curso de Medicina Veterinária do IFC-Campus Concórdia 2 Curso de Bacharelado em Medicina Veterinária do IFC-Campus Concórdia Trabalho contemplado pelo edital Nº 106/2013 PIBITI

2 pode proporcionar uma liberação contínua de substâncias medicamentosas por um período constante e prolongado sobre a pele (URURAHY, 2010). Portanto, pode tornar-se um material facilitador da cicatrização, porém, carece-se de informação científica que comprove sua eficácia. O objetivo do presente trabalho consistiu em avaliar macro e microscopicamente um scaffold à base de amido em feridas cirúrgicas de coelhos, visando potencializar o processo de regeneração dos tecidos para futuramente constituir em um adesivo transdérmico. MATERIAL E MÉTODOS O experimento foi realizado no bloco cirúrgico do Centro Prático Clínico e Cirúrgico de Instituto Federal de Santa Catarina- Campus Concórdia. A membrana em teste, produzida no IFC-Campus Concórdia, é um biofilme que contém 60% de amido e 40% de polietileno. Para realização deste experimento, 20 coelhos foram divididos aleatoriamente em quatro grupos com cinco animais cada. O grupo A1, controle dérmico negativo, não recebeu o biomaterial na ferida; grupo A2, controle intradérmico negativo, recebeu gel em água, sem aplicação de membrana. O grupo B contou com o uso da membrana scaffold, a base de amido, que foi aplicada de forma dérmica sobre a ferida e no grupo C, foi aplicada de forma intradérmica a mesma membrana na ferida induzida cirurgicamente. A medicação pré-anestésica foi constituída de cloridrato de cetamina, na dose de 4mg.kg -1, maleato de midazolam, na dose de 2mg.kg -1, e sulfato de morfina, na dose de 5mg.kg -1, por via intramuscular e manutenção anestésica inalatória com Isoflurano. A fluidoterapia intravenosa foi realizada com solução de ringer com lactato, por meio de canulação da veia auricular caudal, durante todo o procedimento cirúrgico, em gotejamento venoso de 10 a 15ml.kg -1 /1h -1. Para a realização do defeito cutâneo os animais foram devidamente tricotomizados na região dorsal do pescoço e posicionados em decúbito esternal, com os membros pélvicos direcionados caudalmente, foi realizada antissepsia com álcool-iodo-álcool e colocação de panos de campo. Utilizou-se um molde de plástico quadrado, vazado em seu interior, numa dimensão de 2 x 2 cm, foi demarcado na pele a área que foi excisada, na região cervical dorsal, com o auxílio de um lápis dermatográfico. Foi realizada uma incisão cutânea em todos os grupos. 2

3 O grupo A1, controle dérmico negativo, não recebeu nenhum tratamento para fechamento do defeito criado, apenas curativo com gaze e atadura, trocados diariamente. Os animais do grupo B, de aplicação dérmica, o scaffold foi posicionado sobre a lesão. Para os animais do grupo C, de aplicação intradérmica, foi utilizado scaffold e o fragmento de pele foi suturado no leito da ferida com pontos interrompidos simples utilizando fio mononailon 4-0. Os animais do grupo A2, de controle intradérmico negativo, passaram pelo mesmo processo descrito para o grupo C, porém sem a aplicação do scaffold,foi realizado o procedimento para criação do defeito cirúrgico, e o fragmento de pele foi suturado ao leito da ferida utilizando fio mononailon 4-0. No pós operatório foi administrado meloxican (0,2mg.kg -1 ) como anti-inflamatório, via subcutânea, uma vez ao dia, durante três dias. Para analgesia dos animais foi utilizado sulfato de morfina (5mg.kg -1 ), via intramuscular (IM), quatro vezes ao dia, durante três dias. Em todos os grupos foi realizado curativo com gaze sobre a lesão, o qual foi trocado diariamente. Os animais foram submetidos à avaliação fotográfica, mensuração de suas feridas e biópsia aos 7 e 14 dias de pós-operatório. Para a realização da biópsia tecidual, os animais foram anestesiados conforme o protocolo já descrito e submetidos ao procedimento cirúrgico asséptico, nos dias 7 e 14 após a criação do defeito, foi retirado um fragmento cutâneo, na interface da lesão criada e do tecido não lesado de todos os grupos. Os fragmentos colhidos foram devidamente acondicionados e encaminhados para o Laboratório de Patologia Veterinária do IFC-Concórdia. As lâminas de microscopia, contendo os cortes histológicos das amostras, serão coradas com hematoxilinaeosina e analisados quanto à formação de colágeno, fibroblastos e presença de células polimorfunucleares. RESULTADOS E DISCUSSÃO A partir da observação dos resultados macroscópicos obtidos dos dois grupos tratados com o scaffold, aparentemente não apresentaram diferença macroscópica na característica morfológica da pele e não houve sinais de rejeição ao material utilizado, sendo que o tempo do processo cicatricial foi semelhante aos grupos controle. São necessários os resultados dos exames microscópicos para que seja possível confirmar estes resultados e verificar, além disso, se ocorreu uma possível facilitação do processo cicatricial nos grupos teste, pois, 3

4 segundo Cuzzel e Krasner (2003) o amido do biofilme por ser um bioativo possui potencial para interferir de forma ativa nas diversas fases do processo cicatricial, acelerando o processo de cicatrização de diferentes tipos de feridas. CONCLUSÕES Conclui-se que macroscopicamente o scaffold a base de amido não causou contaminação e induziu macroscopicamente a cicatrização. REFERÊNCIAS BLANES, L. Perfil do portador de úlcera por pressão internado no Hospital São Paulo. Dissertação (Mestrado). São Paulo: Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP; CUZZEL, J.; KRASNER, D. Curativos. In: Gogia P. Feridas tratamento e cicatrização, Rio de Janeiro: Revinter. Cap. 9, p , DEALEY, C. Cuidando de feridas: um guia para enfermeiras. São Paulo: Atheneu, 2ed, 2001, capítulo 3: p , capítulo 4: p ; capítulo 9: p FERREIRA, A. et al. Mensuração de área de cicatrização por planimetria após aplicação do ultra-som de baixa intensidade em pele de rato. Revista Brasileira de Fisioterapia, v. 12, n. 5, p , FONSECA, N.M.; GOLDENBERG, S.; GOMES, P.O.; LIMA, A.P. Anestesia em coelho. Acta. Cir. Bras., v.11, p , HEDLUND, C.S. Cirurgia do sistema tegumentar. In: FOSSUM, T.W. Cirurgia de Pequenos Animais. 2. ed. São Paulo: Roca, HUSSNI, C. A.; GIANINI, C. G. et al. Second intention skin wound healing in equines under vedaprofen treatment. ArchivesofVeterinary Science, v. 9, n. 1, p , MANDELBAUM, S. H. Cicatrização: conceitos atuais e recursos auxiliares Parte II. An. Bras. Dermatol.v.78, n.5, Rio de Janeiro,

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