Declaração de Imposto de Renda Pessoas Físicas São Paulo 26/03/2014

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1 Declaração de Imposto de Renda Pessoas Físicas São Paulo 26/03/2014

2 ROTEIRO DE APRESENTAÇÃO 1. REGRAS BÁSICAS IRPF 1.1. Quem deve declarar? Prazo? O que deve ser declarado? 1.2. Tipos de Declaração 1.3. Pagamento do Imposto 1.4. Tabela do Imposto de Renda 2. NOVIDADES DA DECLARAÇÃO SISTEMA DE MALHA FINA E CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES 4. PONTOS DE ATENÇÃO 4.1. Ganho de Capital 4.2. Isenções 4.3. Operações em Bolsa de Valores, Mercadoria e Mercados Futuros 4.4. Doação e Herança 4.5. Rendimentos, Ativos no Exterior e DCBE 5. DEDUÇÕES: 5.1. Previdência Privada PGBL e Previdência Privada VGBL

3 REGRAS BÁSICAS Quem deve apresentar declaração de IRPF 2014? Aquele considerado fiscalmente residente no Brasil que: obteve, rendimentos tributáveis (salário, aposentadoria, aluguel, etc.) acima de R$ ,70; recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ ,00; obteve, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto (ainda que isento), ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; tinha, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ ,00 (bens em comunhão com cônjuge ou companheiro podem constar na declaração deste apenas); Residente Tipos Rendimento Ganho de Capital

4 REGRAS BÁSICAS Quem deve apresentar declaração de IRPF 2014? Aquele considerado fiscalmente residente no Brasil que: passou à condição de residente no Brasil em 2013; obteve receita bruta da atividade rural em valor superior a R$ ,50; pretenda compensar, no ano-calendário de 2013 ou posteriores, prejuízos da atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2013 OBS: Caso o contribuinte conste como dependente em Declaração de Ajuste Anual de outra pessoa física, na qual tenham sido informados seus rendimentos, bens e direitos, não haverá a necessidade de apresentar declaração própria. Dependentes

5 REGRAS BÁSICAS Prazo para entrega da Declaração. Entre 06 de março e 30 abril de 2014, por meio digital apenas. A entrega da Declaração após o prazo, ou sua não apresentação, sujeita o contribuinte à multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido nela apurado, ainda que integralmente pago (valor mínimo R$ 164,74 e valor máximo 20% do imposto devido). Caso a pessoa física constate que cometeu erros, omissões ou inexatidões em sua Declaração já entregue, poderá, no prazo de 5 anos, apresentar declaração retificadora, desde que não esteja sob fiscalização.

6 REGRAS BÁSICAS O que deve ser declarado? Bens e direitos que, no Brasil ou no exterior, constituam o patrimônio do contribuinte e o dos seus dependentes. Bens e direitos adquiridos e alienados no decorrer do ano-calendário de Dívidas e os ônus reais do declarante e de seus dependentes, bem como os constituídos e extintos no decorrer do ano-calendário de Tanto os bens e direitos, quanto as dívidas e ônus reais serão informados com data de referência de 31 de dezembro de 2013 e de Devem ser declarados os rendimentos auferidos durante o ano de 2013, pelo contribuinte e por seus dependentes ainda que sejam isentos ou tributados exclusivamente na fonte.

7 REGRAS BÁSICAS Tipos de Declaração O contribuinte pode optar por apresentar a Declaração Completa e realizar as deduções previstas em lei ou a Declaração com Desconto Simplificado de 20% do valor dos rendimentos tributáveis na Declaração de Ajuste Anual, limitado ao valor R$ ,02. A opção pela Declaração Completa ou pela Declaração com Desconto Simplificado de 20% do valor dos rendimentos tributáveis não poderá ser alterada após 30/04/2014. O desconto simplificado de 20% aplica-se apenas aos rendimentos tributáveis e substitui as deduções legais cabíveis, independe, portanto, das isenções concedidas e analisadas a seguir. OBS: É vedada a opção pelo desconto simplificado na hipótese de o contribuinte pretender compensar prejuízo da atividade rural ou imposto pago no exterior.

8 REGRAS BÁSICAS Pagamento do imposto devido O imposto de renda referente ao ano de 2013 poderá ser pago em até 8 quotas mensais e sucessivas, sendo que a primeira parcela ou parcela única deverá ser quitada até o dia 30 de abril de as demais quotas devem ser pagas até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acumulada mensalmente, calculados a partir da data prevista para a apresentação da Declaração de Ajuste Anual até o mês anterior ao do pagamento, e de 1% (um por cento) no mês do pagamento. Caso o pagamento da parcela única ou das quotas venha a ser efetuado posteriormente ao prazo legal, incide a multa de mora de 0,33% ao dia, limitada a 20%, mais juros à taxa Selic acumulada até o mês anterior ao do pagamento, mais 1% no mês do pagamento.

9 REGRAS BÁSICAS Progressividade da tributação do Imposto de Renda. Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para o exercício de 2014, ano-calendário de Base de cálculo mensal em Parcela a deduzir do imposto Alíquota R$ em R$ Até 1.710, De 1.710,79 até 2.563,91 7,5% 128,31 De 2.563,92 até 3.418,59 15% 320,6 De 3.418,60 até 4.271,59 22,5% 577 Acima de 4.271,59 27,5% 790,58 Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para o exercício de 2013, ano-calendário de Base de cálculo mensal Parcela a deduzir do imposto Alíquota em R$ em R$ Até 1.637, De 1.637,12 até 2.453,50 7,5 122,78 De 2.453,51 até 3.271, ,8 De 3.271,39 até 4.087,65 22,5 552,15 Acima de 4.087,65 27,5 756,53

10 Tabela Progressiva exercício 2015 ano calendário 2014 Base de cálculo mensal em R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto em R$ Até 1.787, De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08 De 2.679,30 até 3.572,43 15,0 335,03 De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96 Acima de 4.463,81 27,5 826,15

11 REGRAS BÁSICAS Renda Anual Isenta X Valor Mínimo a ser Declarado O valor de renda anual isenta (R$ ,36) é inferior ao valor mínimo a partir do qual o contribuinte está obrigado a declarar (R$ ,70). Embora quem tenha auferido renda entre esse dois valores não esteja obrigado a declarar, caso queira ser restituído de eventual valor de imposto retido na fonte, terá de fazê-lo. Há discussões sobre a correção da tabela do Imposto de Renda e das deduções autorizadas pela legislação. De fato a alíquota nominal aplicável no Brasil é baixa, mas a base de cálculo, descontos e deduções é bastante desfavorável ao contribuinte quando comparamos com o cenário internacional.

12 REGRAS BÁSICAS Telas da Declaração

13 NOVIDADES DA DECLARAÇÃO 2014 A DIRPF somente poderá ser apresentada por meios digitais programa Receitanet disponibilizado no site da Receita Federal ou aplicativo m- IRPF para tablets e smartphones disponíveis na App Store e no Google play. Não poderá ser utilizado o m-irpf em algumas situações listadas no art. 5º da Instrução Normativa nº 1445/2014. Ex.1: caso o declarante ou seu dependente tenha auferido rendimentos tributados exclusivamente na fonte, cuja soma seja superior a R$ ,00; Ex.2: caso o declarante ou seu dependente tenham se sujeitado ao imposto pago no exterior ou ao recolhimento do IR na fonte de que tratam algumas operações no mercado de capital (0,005%) previstas na Lei /2004, art. 2º, 1º e 2º.

14 NOVIDADES DA DECLARAÇÃO 2014 A Receita Federal disponibilizará ao contribuinte que tiver apresentado Declaração de Ajuste Anual referente ao ano de 2013 uma Declaração de Ajuste Anual já pré-preenchida, caso as empresas que pagaram rendimentos àquele contribuinte já tenham encaminhado suas próprias Declarações de Imposto Retido na Fonte DIRF. É de responsabilidade do contribuinte conferir os dados constantes de sua declaração pré-preenchida, podendo alterá-los, e seu acesso somente será concedido àqueles que possuem certificação digital ou por procurador com procuração eletrônica.

15 NOVIDADES DA DECLARAÇÃO 2014 O contribuinte que se enquadrar nas situações abaixo deverá utilizar certificação digital para transmitir sua Declaração de Ajuste Anual: Recebeu rendimentos tributáveis, isentos e não tributáveis, ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ ,00, em pelo menos uma dessas categorias; Realizou pagamentos de rendimentos a PJs, quando constituam dedução na declaração, ou a PFs, quando constituam, ou não, dedução na declaração, cuja soma foi superior a R$ ,00, em cada caso ou no total. Embora o art. 7º, da Instrução Normativa nº 1.445/2014, determine que a entrega dessas Declarações seja feita com certificação digital, entendemos que é possível nomear representante por procuração eletrônica. Procuração

16 SISTEMA DE MALHA FINA E CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES Malha Fina" é a revisão sistemática de todas as declarações do imposto de renda dos contribuintes, efetuada de forma eletrônica. São realizadas sequências de verificações nos dados declarados pelo contribuinte e efetuados os devidos cruzamentos das informações com os demais elementos disponíveis nos sistemas da Secretaria da Receita Federal (DIRF, DIMOF, outras DIRPF, etc). O objetivo é identificar erros de preenchimento e informações inconsistentes que podem caracterizar infração à legislação tributária federal.

17 o que fazer para evitar que a minha declaração pare na malha fina? Preencher corretamente a Declaração de Ajuste Anual DIRPF!

18 o que fazer para evitar que a minha declaração pare na malha fina? 1. Imposto de Renda Retido na Fonte: Empresas e valores de imposto retido na fonte declarados na DIRPF devem ser os mesmos dos declarado na declaração das empresas que realizaram os pagamentos/retenções; A empresas encaminham à Receita Federal informações quanto a pagamentos efetuados e valores de imposto retido. Essas informações são reproduzidas no informe de rendimentos que é entregue ao contribuintes por seus empregadores, bancos, empresas investidas, etc. 2. Resgate de Previdência Privada: Empresas de Previdência informam à Receita Federal sobre os valores resgatados e seus proprietários. Declarações

19 o que fazer para evitar que a minha declaração pare na malha fina? 3. Não deixar de declarar: Aluguéis recebidos Imobiliárias informam à Receita Federal os valores pagos aos locadores cujos imóveis estão sob sua administração. Imóveis adquiridos Incorporadoras e pessoas físicas e jurídicas em geral informam à Receita Federal os dados de seus compradores, inclusive os valores pagos no ano. Veículos automotores, embarcações e aeronaves adquiridos - montadoras e concessionárias de veículos informam à Receita Federal os dados dos adquirentes de veículos.

20 o que fazer para evitar que a minha declaração pare na malha fina? 4. Movimentação bancária elevada: As instituições financeiras informam à Receita Federal toda a movimentação bancária superior a R$ 5.000,00 semestrais (DIMOF). Os depósitos bancários devem estar de acordo com os rendimentos declarados (venda de bens, transferências bancárias, etc); 5. Despesas com cartões de crédito: Administradoras de cartões de crédito informam gastos superiores a R$ 5.000,00 mensais. A renda deve ser suficiente para suportar tais gastos. 6. Variação Patrimonial: Deve haver compatibilidade entre a renda declarada e a variação patrimonial do contribuinte, considerando inclusive suas despesas como o cartão de crédito, aluguel, etc.

21 o que fazer para evitar que a minha declaração pare na malha fina? 7. Dedução de Despesas: As deduções autorizadas pela lei não devem passar do limite imposto pela legislação. Ex: Despesas com educação. As deduções que não possuem limite imposto pela lei não devem ser incompatíveis com a receita bruta auferida pelo contribuinte. Ex: Despesas médicas. Quem possui seguro/plano saúde não costuma possuir muitas despesas médicas, mas os contribuintes podem deduzir a parte das despesas que não foram reembolsadas pelo plano/seguro de saúde.

22 GANHO DE CAPITAL Ganho de Capital é a diferença positiva entre o valor de transmissão do bem ou direito e o valor de aquisição do bem ou direito Alíquota 15%. Estão sujeitas à apuração de ganho de capital as seguintes operações: 1. alienação, a qualquer título, de bens ou direitos ou cessão ou promessa de cessão de direitos à sua aquisição, tais como as realizadas por compra e venda, permuta, adjudicação, desapropriação, dação em pagamento, procuração em causa própria, promessa de compra e venda, cessão de direitos ou promessa de cessão de direitos e contratos afins;

23 GANHO DE CAPITAL 2. transferência a herdeiros e legatários na sucessão causa mortis, a donatários na doação, inclusive em adiantamento da legítima, ou atribuição a ex-cônjuge ou ex-convivente, na dissolução da sociedade conjugal ou união estável, de bens e direitos por valor superior àquele pelo qual constavam na Declaração de Ajuste Anual do de cujus, do doador, do ex-cônjuge ou ex-convivente que os tenha transferido; 3. alienação de bens ou direitos e liquidação ou resgate de aplicações financeiras, de propriedade de pessoa física, adquiridos, a qualquer título, em moeda estrangeira.

24 ISENÇÕES DO GANHO DE CAPITAL Principais Isenções do Ganho de Capital a) Indenização da terra nua por desapropriação para fins de reforma agrária; b) Indenização por liquidação de sinistro, furto ou roubo, relativo ao objeto segurado; c) Alienação, por valor igual ou inferior a R$ ,00, do único bem imóvel (qualquer imóvel) que o titular possua, individualmente, em condomínio ou em comunhão, desde que não tenha efetuado, nos últimos cinco anos, outra alienação de imóvel a qualquer título, sendo o limite considerado em relação: à parte de cada condômino ou co-proprietário, no caso de bens possuídos em condomínio; ao imóvel possuído em comunhão, no caso de sociedade conjugal ou união estável (salvo contrato escrito entre os companheiros).

25 ISENÇÕES DO GANHO DE CAPITAL d) o ganho auferido por pessoa física residente no Brasil na venda de imóveis residenciais, desde que o alienante, no prazo de 180 dias contado da celebração do contrato, aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País; A opção pela isenção de que trata este item é irretratável e o contribuinte deve informá-la no respectivo Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital da Declaração de Ajuste Anual. Não integram o produto da venda, para efeito do valor a ser utilizado na aquisição de outro imóvel residencial, as despesas de corretagem pagas pelo alienante. e) Restituição de participação no capital social de empresa, mediante a entrega à pessoa física, pela pessoa jurídica, de bens e direitos de seu ativo avaliados por valor de mercado;

26 ISENÇÕES DO GANHO DE CAPITAL f) Alienação de bens ou direitos de pequeno valor, considerado em relação: ao valor do bem ou do conjunto dos bens ou direitos da mesma natureza, alienados em um mesmo mês, tais como automóveis e motocicletas, imóvel urbano e terra nua, quadros e esculturas; à parte de cada condômino ou coproprietário, no caso de bens possuídos em condomínio; ao valor de cada um dos bens ou direitos possuídos em comunhão e ao valor do conjunto dos bens ou direitos da mesma natureza, alienados em um mesmo mês, no caso de sociedade conjugal ou união estável (salvo contrato escrito entre os companheiros). OBS: Considera-se bem de pequeno valor: R$ ,00, no caso de alienação de ações negociadas no mercado de balcão; R$ ,00, nos demais casos.

27 ISENÇÕES DO GANHO DE CAPITAL g) Permuta de unidades imobiliárias, sem recebimento de torna (diferença recebida em dinheiro). h) Variação cambial decorrente das alienações de bens ou direitos adquiridos e das liquidações ou resgates de aplicações financeiras realizadas com rendimentos auferidos originariamente em moeda estrangeira; i) variação cambial dos saldos dos depósitos mantidos em instituições financeiras no exterior; j) Alienação de moeda estrangeira mantida em espécie, cujo total de alienações, no ano-calendário, seja igual ou inferior ao equivalente a cinco mil dólares dos Estados Unidos da América;

28 ISENÇÕES DO IMPOSTO DE RENDA Principais Isenções do Imposto de Renda i. Os rendimentos de aposentadoria ou pensão recebidos por contribuinte maior de 65 anos no ano de 2013, até o valor de R$ 1.787,77, por mês, a partir do mês que o contribuinte completar essa idade; ii. Valores recebidos a título de indenização; iii. Seguros recebidos de entidades de previdência privada decorrentes de morte ou invalidez permanente do participante; iv. Capital das apólices de seguro ou pecúlio pago por morte do segurado, bem como os prêmios de seguro restituídos em qualquer caso, inclusive no de renúncia do contrato.

29 ISENÇÕES DO IMPOSTO DE RENDA v. Valores resgatados dos Planos de Poupança; vi. Valor dos bens adquiridos por doação ou herança; vii. Diferença entre o valor de aplicação e o de resgate de quotas de fundos de aplicações de curto prazo; viii. A correção monetária de investimentos, calculada aos mesmos índices aprovados para os Bônus do Tesouro Nacional - BTN, e desde que seu pagamento ou crédito ocorra em intervalos não inferiores a trinta dias;

30 OPERAÇÕES DE BOLSA DE VALORES, MERCADORIA E MERCADOS FUTUROS Contribuinte que realizou esse tipo de operação está obrigado a entregar a Declaração de Ajuste Anual, independentemente de lucro ou prejuízo. Os bens e direitos mantidos pelo contribuinte junto a Bolsa de Valores, Mercadorias e Mercados Futuros deverão ser declarados na Tabela de Bens e Direitos da Declaração Anual, informando no campo Discriminação a variação relacionada. Toda operação realizada na Bolsa de Valores possui imposto retido na fonte (IRRF) Alíquota de 0,005%, para que a Receita Federal saiba quem deverá ou não pagar IR sobre essas operações. O IR nesse tipo de operação deve ser recolhido mensalmente e não apenas na Declaração de Ajuste Anual.

31 OPERAÇÕES DE BOLSA DE VALORES, MERCADORIA E MERCADOS FUTUROS prejuízos acumulados em meses anteriores poderão ser deduzidos de lucro atual, de modo que o imposto será cobrado sobre uma base menor. Operações de day-trade e demais devem ser declaradas separadamente. Dividendos devem ser declarados na tabela de Rendimentos Isentos e não Tributáveis, no campo Lucros e dividendos recebidos pelo titular e dependentes. Juros sobre Capital Próprio deverão ser declarados na tabela Rendimentos Sujeitos a Tributação Exclusiva, no campo Outros Rendimentos recebidos pelo titular.

32 OPERAÇÕES DE BOLSA DE VALORES, MERCADORIA E MERCADOS FUTUROS Rendimentos tributados (operações de day-trade e venda superior a R$ ,00 ao mês) devem ser declarados na tabela Operações Comuns/Day-Trade, dentro do menu Renda Variável da Declaração Anual. Na tabela Operações Comuns/Day-Trade, dentro do menu Renda Variável da Declaração Anual deverá ser informado os valor de IR já recolhidos mês a mês para que seja averiguado se o contribuinte está ou não em dia com os pagamentos devidos.

33 Declaração de Herança e Doação Bens e direitos recebidos no Brasil: Os bens e direitos recebidos por herança poderão ser declarados pelo mesmo valor pelo qual foram declarados na última Declaração Anual do de cujus/espólio ou pelo valor de aquisição, se for o caso, ou por valor superior. Mesmo valor Situação na qual não há imposto a pagar. Valor Superior Ocorrência de Ganho de Capital e incidência de IR à alíquota de 15%. A opção pela manutenção ou não do valor deverá ser feita em relação a cada um dos bens individualmente e será considerada como data de aquisição dos bens e direitos a data do falecimento do de cujus.

34 Declaração de Herança e Doação Os bens recebidos em doação, ao serem declarados, deverão indicar o CPF do doador no campo Discriminação, em Bens e Direitos. No campo Situação em 31/12/2012 (R$) e Situação em 31/12/2013 (R$), informe o valor em reais dos bens e direitos recebidos em herança ou doação no exterior. O doador deverá preencher o campo Discriminação com as informações do bem doado e o nome e CPF de quem recebeu a doação, deixando em branco o campo Situação em 31/12/2013 (R$). A doação de bens ou direitos caracteriza alienação e sujeita-se à apuração de ganho de capital, se efetuada por valor superior ao constante na última Declaração de Bens e Direitos do doador.

35 Declaração de Herança e Doação A doação efetuada em dinheiro (moeda nacional) não é tributada pelo imposto sobre a renda, para o doador, e está sujeita à comprovação da sua efetivação, bem como da disponibilidade econômico-financeira para tal liberalidade. O doador também deverá preencher a tabela Doações efetuadas. Poderão ser deduzidas cumulativamente as seguintes contribuições, até o limite de 6% do imposto devido: feitas aos fundos controlados pelos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente; realizadas em favor de projetos culturais, aprovados na forma da regulamentação do Programa Nacional de Apoio à Cultura PRONAC; e investimentos feitos a título de incentivo às atividades audiovisuais.

36 Declaração de Herança e Doação Bens e direitos recebidos no exterior: Declarar na Tabela Bens e Direitos, inserindo no campo Discriminação, as informações sobre os bens e direitos e o valor de aquisição em moeda estrangeira, constante nos instrumentos de transmissão do país onde ocorreu a partilha. OBS: O documento de transmissão deverá ser traduzido por tradutor juramentado. A conversão do valor de aquisição dos bens e direitos, deverá ser feita primeiro para dólares dos Estados Unidos da América, pelo valor fixado pela autoridade monetária do país emissor da moeda utilizada na aquisição e, em seguida, em reais pela cotação do dólar fixada, para venda, pelo Banco Central do Brasil, para a data da aquisição.

37 Declaração de Herança e Doação Bens e direitos recebidos em herança ou doação no Brasil ou no exterior: Declarar em Rendimentos Isentos e Não tributáveis. Na linha Transferências Patrimoniais doações e heranças, informe o valor em reais dos bens e direitos recebidos em herança ou doação no Brasil ou no exterior.

38 Declaração de Herança e Doação Tela de Doações

39 Rendimentos e Ativos no Exterior Os rendimentos recebidos de fontes situadas no exterior, por residente no Brasil, possui o seguinte tratamento: 1. Resultado da atividade rural O resultado da atividade rural exercida no exterior, caso seja positivo, integra a base de cálculo do imposto devido na Declaração de Ajuste Anual. 2. Ganhos de Capital Tributação definitiva: Alienação de bens ou direitos e a liquidação ou resgate de aplicações financeiras, inclusive depósito remunerado, adquiridos, em moeda estrangeira, bem assim a alienação de moeda estrangeira mantida em espécie, de propriedade de pessoa física 15%.

40 Rendimentos e Ativos no Exterior 3. Demais rendimentos recebidos Os demais rendimentos recebidos de fontes situadas no exterior, transferidos ou não para o País, estão sujeitos à tributação sob a forma de recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão), no mês do recebimento, e na Declaração de Ajuste Anual, de acordo com a tabela progressiva do imposto de renda. OBS: Países com os Quais o Brasil mantém acordos para evitar a bitributação da renda: África do Sul China Finlândia Japão Portugal Argentina Coreia França Luxemburgo República Eslovaca Áustria Dinamarca Hungria México República Tcheca Bélgica Equador Índia Noruega Suécia Canadá Espanha Israel Países Baixos (Holanda) Ucrânia Chile Filipinas Itália Peru

41 Rendimentos e Ativos no Exterior 4. Bens e Direitos no Exterior Deverão ser declarados na Tabela de Bens e Direitos. no campo Discriminação, deverão ser detalhados os bens e direitos e o valor de aquisição em moeda estrangeira, constante nos instrumentos de transferência de propriedade. No campo Situação em 31/12/2012 (R$) e Situação em 31/12/2013 (R$), deverá ser informado o valor em reais dos bens e direitos adquiridos. A conversão do valor de aquisição dos bens e direitos, deverá ser feita primeiro para dólares dos Estados Unidos da América, pelo valor fixado pela autoridade monetária do país emissor da moeda utilizada na aquisição e, em seguida, em reais pela cotação do dólar fixada, para venda, pelo Banco Central do Brasil, para a data da aquisição.

42 Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior DCBE Deve ser entregue ao Banco Central. Obrigatória e anual para os residentes no País detentores de ativos (bens e direitos) no exterior (incluindo imóveis, depósitos, disponibilidades em moeda estrangeira, entre outros ativos) que totalizem montante igual ou superior ao equivalente a US$ ,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos) em 31 de dezembro de Trimestral para aqueles que detiverem US$ ,00 (cem milhões de dólares dos Estados Unidos) em 31 de março, 30 de junho e 30 de setembro de cada ano-base.

43 Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior DCBE O não fornecimento ou prestação de informações falsas, incompletas, incorretas ou fora dos prazos estabelecidos sujeitam os infratores a multa de até R$ ,00. O patrimônio declarado na DCBE deverá estar expresso na moeda do país onde está localizado o bem ou direito. O programa disponibilizado pelo Banco Central para preenchimento da DCBE efetua o cálculo de conversão dos valores automaticamente. O valor final do mesmo patrimônio declarado em ambas as Declarações DCBE X DIRPF pode possuir pequena diferença em função dos programas adotado pelas diferentes instituições.

44 Deduções na Declaração Anual As deduções legais somente podem ser utilizadas na Declaração Anual Completa. O abatimento de 20% na Declaração Anual Simplificada substitui todas as deduções legais da declaração completa. Principais valores que podem ser deduzidos da base de cálculo do IR: a) Valor por dependente R$ 2.063,64; b) Gastos com educação do contribuinte ou dependente R$ 3.230,46; c) Gastos médicos do contribuinte ou dependente Não há limitação; d) Gastos com 1 funcionário doméstico registrado R$ 1.078,08

45 Deduções na Declaração Anual e) importâncias pagas a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão ou acordo judicial (não arbitral) ou por escritura pública, inclusive a prestação de alimentos provisionais (dinheiro); f) contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; g) contribuições para as entidades de previdência privada domiciliadas no Brasil ou aos Fundos de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), cujo ônus tenha sido do contribuinte, destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social, limitado a 12% do total dos rendimentos computados na determinação da base de cálculo do imposto devido na declaração de rendimentos;

46 Deduções na Declaração Anual - Tela de Deduções e Rendimentos Tributáveis

47 Planos de Previdência Privada PGBL X VGBL O Plano Gerador de Benefício Livre - PGBL e Vida Gerador de Benefício Livre VGBL possuem formas diferentes de tributação. Contribuições feitas ao VGBL não são dedutíveis do IR Indicado para contribuinte com Declaração Simplificada. Contribuições feitas ao PGBL são dedutíveis do IR em até 12% da renda bruta anual Indicado para contribuinte com Declaração Completa. No VGBL o imposto incide apenas sobre os rendimentos obtidos no momento do resgate alíquota de 15% na fonte com ajuste na DIPJ (tabela progressiva) ou tributação definitiva (tabela regressiva 35% a 10%). No PGBL o imposto incide sobre o valor total acumulado no momento do resgate idem.

48 Planos de Previdência Privada PGBL X VGBL Como declarar o PGBL e o VGBL? VGBL Tabela de Bens e Direitos sob o código referente a Vida Gerador de Benefício Livre. Deverá ser declarado o valor encontrado no informe de rendimentos. PGBL Tabela de Pagamentos Efetuados sob o código referente a Previdência Complementar. Deverá ser declarado o valor encontrado no informe de rendimentos. Os resgates feitos em ambas aplicações deverão ser informados no campo Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica e Rendimentos Sujeitos a Tributação Exclusiva/Definitiva na linha Outros rendimentos recebidos pelo titular Todas as informações a serem preenchidas constam do informe de rendimentos. OBS: Caso o contribuinte possua mais de um plano VGBL ou PGBL, deverá declará-los separadamente.

49 Tela de cálculo do imposto.

50 Informações Complementares

51 Declarações utilizadas para cruzamento de informações DIRF Declaração de Imposto Retido na Fonte; DIMOF - Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira; DIRPF Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física; DECRED - Declaração de Operações com Cartões de Crédito; DPREV - Declaração sobre a Opção de Tributação de Planos Previdenciários; DIMOB - Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias; DOI - Declaração sobre Operações Imobiliárias (Cartórios) GFIP/SEFIP - Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social; DTTA - Declaração de Transferência de Titularidade de Ações (negociadas fora de bolsa); voltar DMED Declaração de Serviços Médicos; ETC

52 Conceito de Dependentes para fins de Declaração de Ajuste Anual Filhos menores ou enteados até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; filho(a) ou enteado(a) até 24 anos de idade, se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau; Cônjuge; Companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos; Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador.

53 Conceito de Dependentes para fins de Declaração de Ajuste Anual Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem amparo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem amparo dos pais, com idade de 21 anos até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos; Pais, avós e bisavós que, em 2013, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ ,36; Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;

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