SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 36/2014, DE 18 DE JUNHO DE 2014

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1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 36/2014, DE 18 DE JUNHO DE 2014 Dispõe sobre a aprovação da Resolução Ad Referendum nº 30/2014. Processo nº / O CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso das atribuições que lhe conferem as Portarias nº. 35 de 12/01/2012, publicada no DOU de 13/01/2012, 569 de 30/07/2012, publicada no DOU de 31/07/2012, 1023-I de 22/11/2012, publicada no DOU de 23/11/2012, 1028-I de 23/11/2012, publicada no DOU de 26/11/2012, 916 de 14/08/2013, publicada no DOU de 15/08/2013, 930 de 21/08/2013, publicada no DOU de 22/08/2013, 943 de 26/08/2013, publicada no DOU de 27/08/2013, em sessão realizada no dia 18 de junho de 2014, RESOLVE: Art. 1º - Aprovar a Resolução Ad Referendum nº 30/2014, que versa sobre o Projeto Pedagógico do Curso de Formação Inicial e Continuada de Operador de Processamento de Frutas e Hortaliças do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Campus Uberaba 2014, conforme anexo. Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor nesta data. Uberaba, 18 de junho de Eurípedes Ronaldo Ananias Ferreira Presidente Substituto do Conselho Superior do IFTM

2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO - Campus Uberaba - PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE OPERADOR DE PROCESSAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS UBERABA MG 2014

3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO - Campus Uberaba - PRESIDENTE DA REPÚBLICA Dilma Vana Rousseff MINISTRO DA EDUCAÇÃO José Henrique Paim Fernandes SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Aléssio Trindade de Barros REITOR Roberto Gil Rodrigues de Almeida PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO Eurípedes Ronaldo Ananias Ferreira DIRETOR GERAL Rodrigo Afonso Leitão DIRETORA DE ENSINO Danielle Freire Paoloni COORDENADOR DE EXTENSÃO Cláudio Márcio de Castro UBERABA MG 2014

4 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO - Campus Uberaba - PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE OPERADOR DE PROCESSAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS ELABORAÇÃO Carlos Antônio Alvarenga Gonçalves Elisabete Ferreira Borges Estelamar Maria Borges Teixeira UBERABA MG 2014

5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO - Campus Uberaba - Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Paulo Freire

6 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO - Campus Uberaba - SUMÁRIO 1 DADOS DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO DADOS DO CURSO JUSTIFICATIVAS OBJETIVOS GERAL ESPECÍFICOS PÚBLICO ALVO PERFIL PROFISSIONAL E ÁREA DE CONCENTRAÇÃO PRÉ-REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO MATRIZ CURRICULAR ESTRUTURAÇÃO EMENTAS E CARGA HORÁRIA DOS MÓDULOS/DISCIPLINAS AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM QUADRO DOS DOCENTES ENVOLVIDOS NO CURSO INFRA-ESTRUTURA LABORATÓRIOS Laboratório de Microbiologia Laboratório de Análise de Alimentos Laboratório de Processamento de Carnes EQUIPAMENTOS E MATERIAL DE CONSUMO MATERIAL DIDÁTICO... 23

7 6 1 DADOS DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, RAZÃO SOCIAL CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO CNPJ / ESFERA ADMINISTRATIVA Federal ENDEREÇO Rua João Batista Ribeiro, 4000 Bairro Mercês CIDADE/UF/CEP Uberaba/MG/ RESPONSÁVEL PELO CURSO Supervisor do Pronatec no câmpus DDD TELEFONE (34) DDD FAX (34) SITE 2 DADOS DO CURSO CURSO Formação inicial e continuada de operador de processamento de frutas e hortaliças EIXO TECNOLÓGICO Produção Alimentícia CERTIFICAÇÃO Formação Inicial e Continuada de Operador de Processamento de Frutas e Hortaliças NÚMERO DE VAGAS 30 MODALIDADE Presencial FREQUÊNCIA OFERTA Conforme Demanda CARGA HORÁRIA TOTAL 270 h PERIODICIDADE 16 horas semanais TURNO E HORÁRIO Multiperiódico LOCAL Câmpus Uberaba e instituições parceiras 3 JUSTIFICATIVAS O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro - IFTM, criado em 29 de dezembro de 2008, pela Lei n , é uma Instituição de Educação Superior, Básica e Profissional, pluricurricular e multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com as suas práticas pedagógicas. No

8 7 seu processo instituinte estão presentes na composição de sua estrutura organizacional uma Reitoria localizada em Uberaba, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Uberaba, a Escola Agrotécnica Federal de Uberlândia e as Unidades de Educação Descentralizadas de Paracatu e de Ituiutaba que, por força da Lei, passaram de forma automática, independentemente de qualquer formalidade, à condição de campus da nova instituição, passando a denominar-se respectivamente: Campus Uberaba, Campus Uberlândia, Campus Paracatu e Campus Ituiutaba. A missão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro é ofertar a Educação Profissional e Tecnológica por meio do Ensino, Pesquisa e Extensão promovendo o desenvolvimento na perspectiva de uma sociedade inclusiva e democrática. O curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) operador de processamento de frutas e hortaliças vem atender o mercado devido à produção frutícola da região em larga escala ter atraído para os pólos produtores um novo segmento econômico em desenvolvimento, com grande potencial de movimentação de capital e impacto social, o setor agroindustrial. O processamento agroindustrial agrega valor econômico aos produtos agrícolas, melhorando os padrões de qualidade, como a conservação das propriedades organolépticas e a melhoria nos padrões de higiene, aumentando o período de conservação dos produtos em prateleira, viabilizando seu transporte e comercialização nos lugares mais distantes dos centros produtores, proporcionando uma expansão de mercado. Os frutos por serem produtos altamente perecíveis geram altos índices de desperdício, ocasionando redução de lucros para os produtores. O processamento agroindustrial possibilita o aproveitamento de frutos com estágio de maturação avançados, não aceitos pelo mercado para o consumo in natura, maximizando o aproveitamento e otimizando os lucros. O setor de processamento de frutos e hortaliças além da movimentação financeira com a comercialização dos produtos processados a um valor superior aos produtos in natura, gera renda para a população das regiões onde se instala através da contratação de mão de obra local. Diante disso cresce a demanda por mão de obra qualificada no estado, havendo a necessidade de profissionais cada vez mais especializados nas atividades referentes à agroindústria. Este curso será oferecido na modalidade presencial e gratuitamente a trabalhadores, estudantes e pessoas em vulnerabilidade social em conformidade com Lei vigente. Este curso poderá atender a este programa e poderá ser oferecido a qualquer outro público de acordo com a demanda da comunidade externa, interna e/ou de outros programas e

9 8 projetos. Essa atividade agroindustrial tornou-se um grande negócio para o produtor, por ser o segmento mais rentável e dinâmico do complexo rural, com um investimento relativamente pequeno e retorno rápido. É de fundamental importância para o processo de desenvolvimento econômico e social, pois desempenham o papel de alavancar vários outros segmentos da indústria de alimentos. Apresenta, ainda, outras vantagens, pois é uma maneira prática e simples de aproveitar e estocar o excesso de frutas produzidas na safra, quando normalmente baixam de preço, passando a ser comercializadas na entressafra, possibilitando o aproveitamento daqueles produtos que não atendem aos padrões de comercialização, em forma de fruta in natura, geralmente desperdiçadas na fazenda. Dentro deste contexto, este curso visa atender as demandas da cidade e região com o máximo de competitividade e técnicas, levando em conta os pilares da educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser. Devemos sempre ressaltar qualidades como as de comunicar-se bem, trabalhar em equipe, solucionar conflitos, tomar decisões, planejar e definir metas e estratégias, estes são requisitos cada vez mais importantes para que se obtenha sucesso na profissão. Além do atendimento a demanda regional por profissionais operador de processamento de frutas e hortaliças, o referido curso visa ainda valorizar a educação de jovens e adultos. Considerando que os ingressantes deste curso são pessoas que geralmente não tiveram acesso a educação básica na idade adequada e agora buscam recuperar esse tempo perdido, ainda que por meio de uma qualificação profissional. No entanto o educador Paulo Freire defendia a ideia de que a leitura da palavra deve ser precedida pela leitura de mundo, para a conscientização da real situação do sujeito e sua possível modificação. Assim este curso almeja propiciar aos seus educandos um pouco da leitura da palavra, uma vez que estes trazem muito da leitura de mundo, proporcionando momentos de reflexão de auto-crítica que levarão o educando a mudanças.

10 4 OBJETIVOS Geral Executar e desenvolver habilidades relacionadas aos processos de beneficiamento de frutas e hortaliças, respeitando os procedimentos e técnicas de identidade e qualidade, de saúde, de higiene e segurança do trabalho e de meio ambiente a fim de proporcionar uma alternativa de desenvolvimento sustentável na região qual estão inseridas. Específicos Formar e certificar o profissional operador de processamento de frutas e hortaliças Aplicar tecnologias relacionadas à Produção de derivados de frutas e hortaliças. Produzir derivados de frutas e hortaliças com conhecimento técnico e sustentabilidade Fornecer noções de práticas empreendedoras e associativistas; Aplicar as normas reguladoras das atividades pertencentes ao Processamento de Frutos e Hortaliças; Fornecer informações sobre normas técnicas, sanitárias, de saúde e segurança no trabalho na organização na indústria desenvolvendo atividades com zelo, higiene e limpeza; Fornecer noções básicas sobre comunicação, direito do consumidor, atendimento ao cliente e operações matemáticas básicas; Treinar para utilização correta dos equipamentos de segurança e utilizados nas etapas de processamento. 5 PÚBLICO ALVO Trabalhadores beneficiários do seguro-desemprego e dos programas de inclusão produtiva do Governo Federal. Trabalhadores e/ou pessoas em situação de vulnerabilidade social, da comunidade externa ligados à área do curso ou que almejam a qualificação

11 profissional de operador de processamento de frutas e hortaliças e que possuam no mínimo o ensino fundamental incompleto PERFIL PROFISSIONAL E ÁREA DE CONCENTRAÇÃO O curso visa formar e certificar o profissional operador de processamento de frutas e hortaliças para o mercado de trabalho para atuar de forma autônomo ou em indústria atividades relacionadas ao Processamento de Frutos; Estruturar seu próprio negócio e ser um agente impulsionador do desenvolvimento sustentável, integrando formação técnica e humana; Trabalhar em equipe, sem abrir mão de sua criatividade e do espírito de iniciativa e de empreendedorismo. Além das habilidades específicas da qualificação profissional. A área de concentração é a Educação Profissional e Tecnológica, e o eixo tecnológico é a Informação e Comunicação com uma abordagem disciplinar direcionada à prática necessária para o bom condicionamento da profissão e, consequentemente, à inserção no mercado de trabalho. Desta forma, o projeto buscará discutir conteúdos teóricos e práticos, visando desenvolver capacidades técnico-profissionais. 7 PRÉ-REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO Os ingressantes deverão ter, no mínimo, o ensino fundamental incompleto. As turmas serão formadas em atendimento à demanda da instituição, da comunidade externa ou de programas e/ou projetos. O ingresso de alunos no curso FIC de Operador de Processamento de Frutas e Hortaliças poderá ocorrer por meio de Edital, por meio de processo seletivo, classificatório e não eliminatório, ou Edital com inscrição livre, quando os cursos forem demandados por uma determinada comunidade, ou com inscrição livre, quando os cursos forem oriundos de um projeto e/ou programa. Para participar do processo de seleção dos cursos FIC, os candidatos deverão entregar os documentos solicitados de acordo com o edital e/ou programa.

12 8 MATRIZ CURRICULAR Estruturação O Curso operador de processamento de frutas e hortaliças será organizado em torno da área de concentração: Educação Profissional e Tecnológica. Com uma organização curricular compreendendo até dez horas de aulas semanais que somadas ao final do curso compreenderão 270 horas-aula. O curso está estruturado com os seguintes módulos de aprendizagem: Disciplina I - Noções de Direito (Direito do Consumidor, Ética e Cidadania e Redação e Comunicação); Disciplina II Noções de Gestão (Atendimento ao cliente, Empreendedorismo; Operações matemáticas básicas, porcentagem e unidade de medida de massa); Disciplina III Higiene alimentar (Legislação aplicada à fabricação de alimentos. Conceitos de boas práticas de fabricação de alimentos.) Disciplina IV - Segurança no trabalho Disciplina V Tecnologia e Processamento de Frutas e Hortaliças. DISCIPLINAS CONTEÚDOS CH I Noções de Direito Direito do Consumidor; Ética e Cidadania; 20h Redação e Comunicação. II Noções de Gestão Atendimento ao cliente; Empreendedorismo; Operações Matemáticas Básicas (Porcentagem e unidade de 20h medida de massa). III Higiene alimentar Legislação aplicada ao processamento de frutas e hortaliças. Conceitos de boas práticas de fabricação de 40 alimentos. Noções de microbiologia. Acidentes no trabalho. Linhas de defesa da saúde do trabalhador. Equipamentos de proteção individuais e IV coletivos. Proteção contra incêndios. O ambiente e as Segurança no doenças do trabalho (agentes físicos, químicos e biológicos). Trabalho Normalização e legislação. Proteção em máquinas e equipamentos, em ferramentas manuais e motorizadas. Sistematização do SGQ e do SHT. 20 V Tecnologia e Processamento de Frutas e Hortaliças Fisiologia pós-colheita de frutas e hortaliças. Recepção da matéria prima, limpeza e seleção. Tecnologia de elaboração de frutas desidratadas. Tecnologia de fabricação de licores. Parâmetros de qualidade em frutas e hortaliças. Tecnologia de fabricação de doces em barra e pastoso. Processamento mínimo de frutas e hortaliças. Tecnologia de conservas vegetais. Tecnologia de fabricação de doces em calda e cristalizados. Tecnologia de fabricação de geléias. Tecnologia de fabricação de polpas de fruta 170

13 12 Total carga horária do curso 270h As Disciplinas I e II e seus respectivos conteúdos estão vinculadas ao aprofundamento de temas e questões relativas aos fundamentos sociais, boas maneiras e direitos estabelecidos no desenvolvimento e atuação prática da profissão de auxiliar de cozinha. Já o módulo III visa à compreensão das atividades de higiene, conservação e acomodação de alimentos, bem como conceitos de boas práticas de fabricação dos mesmos. O módulo IV trata da segurança do trabalho que é o conjunto de medidas que serão adotadas visando minimizar e prevenir os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador. O módulo V trata das técnicas usadas na execução do processamento de frutas e hortaliças. Espera-se que os módulos propostos propiciem os conhecimentos e práticas necessários para o desempenho profissional desenvolvendo condições para a inserção no mercado de trabalho enquanto vida social e cotidiana. 8.2 Ementas e Carga Horária dos Módulos/Disciplinas NOÇÕES DE DIREITO Módulo I Carga Horária 20 EMENTA Noções básicas do Direito: conceito, normas de controle social, personalidade e capacidade civil; responsabilidade civil; relação jurídica, fato e ato jurídico. Introdução ao Direito do Consumidor e Das práticas comerciais. A Ética, como parte da Filosofia, constitui-se como uma reflexão filosófica sobre o agir humano. Compreender o homem em suas dimensões e em seu agir ético é entender as relações que os indivíduos estabelecem entre si na sociedade. A linguagem como interação e Elementos da Comunicação. BIBLIOGRAFIA Básica: NUNES RIZZATTO, Luiz Antônio. Curso de Direito do Consumidor. 2. ed. São Paulo: Saraiva, OLIVEIRA, M. A. Correntes Fundamentais da Ética Contemporânea. São Paulo: Vozes, ANTUNES, I. Língua, Texto e Ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, p. Complementar: OLIVEIRA, James Eduardo. Código de Defesa do Consumidor: anotado e comentado, doutrina e jurisprudência. São Paulo: Atlas, APPEL, Karl Otto. Estudos de Moral Moderna São Paulo: Vozes, MORAIS, A. G. Ortografia: ensinar e aprender. 4. ed. São Paulo: Ática, p.

14 NOÇÕES DE GESTÃO Módulo II Carga Horária 20 EMENTA Proporcionar capacitação e oportunidade de identificação e utilização de conceitos, fórmulas e princípios matemáticos, de atendimento e empreendedores, os quais o aluno utilizará como subsídio na gestão das empresas, na vida profissional e pessoal. BIBLIOGRAFIA Básica: ALMEIDA, Sérgio. Ah! Eu não Acredito. Salvador: Casa da Qualidade, DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando idéias em negócios. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contextos e aplicações. 3 vols. São Paulo: Ática, Complementar: ALMEIDA, Sérgio; CANDELORO, Raúl. Correndo pro Abraço. Salvador: Casa da Qualidade, MAXIMINIANO, Antônio Carlos Amaru. Administração para empreendedores: fundamentos da criação e gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, DANTE, Luiz Roberto. Tudo é Matemática. 4 vols. São Paulo: Ática, NOME DA DISCIPLINA Higiene alimentar Módulo III Carga Horária 40 EMENTA: Instruções de trabalho dos setores processamento de frutas e hortaliças. Redução de geração de resíduos e de utilização de recursos naturais. Legislação aplicada à fabricação de alimentos de origem vegetal; Conceitos de boas práticas de fabricação de alimentos; Fundamentos da Higiene dos Alimentos; Noções básicas de Microbiologia Toxiinfecções alimentares; Higiene Pessoal dos manipuladores de alimentos; Preparação higiênica dos alimentos; Limpeza e sanificação de superfícies (tipos de detergentes e de sanificantes); Métodos de limpeza e sanificação. BIBLIOGRAFIA Básica: Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução nº 216 de 15/09/2004. ARRUDA, G. A. Manual de boas práticas: hotéis e restaurantes Volume I. São Paulo: Ponto Crítico, ARRUDA, G. A. Manual de boas práticas: unidades de alimentação e nutrição Volume II. São Paulo: Ponto Crítico, Banco de alimentos e colheita urbana: Manipulador de Alimentos l Perigos, DTA, Higiene Ambiental e de Utensílios. Rio de Janeiro: SESC/DN, pág. (Mesa Brasil SESC Segurança Alimentar e Nutricional). Programa Alimentos Seguros. Convênio CNC/CNI/SENAI/ANVISA/SESI/SEBRAE; BEZERRA, Luciana Pereira. SILVA, Gleucia Carvalho. PINHEIRO, Andrea Nunes. Manipulação segura de alimentos. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, FRANCO. B. D. G.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo: Atheneu, Garcia, Evie Mandelbaum. Atendimento sistematizado em nutrição. São Paulo: Editora ATHENEU, Organização Mundial de Turismo. Manual de Qualidade, Higiene e Inocuidade dos Alimentos no Setor de Turismo. Editora Roca, 2003.

15 HAZELWOOD, D.; M. C. LEAN, A. C. Manual de higiene para manipuladores de alimentos. São Paulo: Varela, Acesso em 30/11/2012. Complementar: A.C. Mclean, D. Hazelwood, Manual de Higiene para Manipuladores de Alimentos, Editora: Varela, Edição: 1998, 140p. 14 NOME DA DISCIPLINA Segurança no trabalho Módulo IV Carga Horária 20h EMENTA: Acidentes no trabalho. Agentes ambientais. Linhas de defesa da saúde do trabalhador. Equipamentos de proteção individuais e coletivos. Proteção contra incêndios. O ambiente e as doenças do trabalho (agentes físicos, químicos e biológicos). Normalização e legislação. Segurança no transporte de produtos químicos e de materiais. Proteção em máquinas e equipamentos, em ferramentas manuais e motorizadas. Sistematização do SGQ e do SHT. Bibliografia Básica: Manual de segurança e saúde no trabalho: normas regulamentadoras NRS, Lei nº 6.514, de dezembro de 1977, portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho NR 1 a NR ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, (Série: Segurança e Saúde no Trabalho). Segurança e medicina do trabalho: NR-1 a 33, CLT - arts. 154 a lei nª 6.514, de , Portaria nº 3.214, de , Legislação complementar, índices remissivos. 64. ed. São Paulo, SP: Atlas, p. (Manuais de legislação atlas). Bibliografia Complementar: CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade, preservação ambiental e desenvolvimento de pessoas. São Paulo, SP: Atlas, p. HARRINGTON, H. James; KNIGHT, Alan. A implementação da ISO 14000: como atualizar o SGA com eficácia. São Paulo, SP: Atlas, p. NOME DA DISCIPLINA Tecnologia e Processamento de Frutas e Hortaliças Módulo V Carga Horária h EMENTA: Recepção da matéria prima, limpeza e seleção. Parâmetros de qualidade em frutas e hortaliças Processamento de frutas e olerícolas. Fisiologia Pós-colheita. Processamento Mínimo. Disposição e sistemática de funcionamento de equipamentos.. Disposição e sistemática de funcionamento de equipamentos.

16 15 Bibliografia Básica: ITAL. Industrialização de polpas, sucos e néctares de frutas, p. ITAL. Desidratação de frutas e hortaliças p.(cópia encadernada) ITAL. Processamento de compotas, doces em massa e geléias: fundamentos básicos p. CHITARRA, I B. Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças - Fisiologia e Manejo, 2ª ed. Editora UFLA Bibliografia Complementar: EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos, 2 ed. São Paulo: Atheneu, SOUZA, C.M.de.; BRAGANÇA, M.G.L. Doces de Minas - Processamento artesanal de frutas. 2ª ed. Belo Horizonte: Cultura Ltda, ITAL. Frutas: compotas, doce em massa, geléias e frutas cristalizadas para a micro e pequena empresa. Campinas: ITAL, CHITARRA, M.I.F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras: UFLA/FAEPE 9 AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM A avaliação na concepção formativa deve ser feita de forma diversa e múltipla, de modo que o número de atividades de avaliação a ser aplicado deverá ser de, no mínimo, três (3) para Unidades Curriculares e/ou Módulos com carga horária igual ou superior a cinquenta (50) horas e, no mínimo dois (2) para as demais. A avaliação poderá ser realizada por meio dos seguintes instrumentos e atividades, a saber: relatórios descritivos de tarefas realizadas, provas, trabalhos, relato de experiências e de saberes anteriores ao curso, oficinas, portfólios, seminários, visitas técnicas, e da aplicação prática dos conhecimentos em laboratórios, unidades de produção e unidades referenciais comunitárias, ficando o docente livre para a distribuição e aplicações destes instrumentos avaliativos. A freqüência dos alunos às atividades escolares é obrigatória, considerando-se reprovado o aluno que não comparecer a, pelo menos, setenta e cinco (75) por cento da carga horária total do curso, compreendendo aulas teóricas e/ou práticas. O registro da freqüência ocorre a partir da efetivação da matrícula pelo aluno assumindo as possíveis faltas. Caso o aluno seja reprovado não receberá certificado. Em caso de não comparecimento do aluno, logo após a efetivação da matrícula, durante o período de uma semana de atividades escolares, o mesmo será considerado desistente, exceto mediante apresentação de justificativa legal protocolada junto à Coordenação de Registro e Controle Acadêmico (CRCA) Campus Uberaba, dentro do prazo de até quarenta e oito (48) horas, a contar do primeiro dia de aula perdido, respeitando o limite de vinte e cinco (25) por cento da carga horária prevista para o curso.

17 Para os casos de dependência de conteúdo de algum módulo, poderão, em comum acordo, o orientador e professor estabelecerem formas de reposição. Poderão ser chamados alunos classificados em lista de espera para preenchimento das vagas remanescentes do curso. O resultado final da avaliação quanto ao alcance de objetivos e/ou construção de competências é expresso em conceitos com sua respectiva correspondência percentual, de acordo com a tabela a seguir: 16 CONCEITO DESCRIÇÃO DO DESEMPENHO PERCENTUAL (%) A O aluno atingiu seu desempenho com excelência. De 90 a 100 B O aluno atingiu o desempenho com eficiência. De 70 a 89 C O aluno atingiu o desempenho mínimo necessário. De 60 a 69 R O aluno não atingiu o desempenho mínimo necessário. De 0 a QUADRO DOS DOCENTES ENVOLVIDOS NO CURSO O corpo docente dos cursos de Formação Inicial e Continuada FIC será composto por servidores docentes e técnico-administrativos integrantes do Quadro de Pessoal do IFTM ou de outros órgãos públicos. Eles serão selecionados através de edital institucional, devendo atender ao seguinte perfil: DISCIPLINA/UNIDADE FORMAÇÃO MÍNIMA PROFESSOR RESPONSÁVEL CURRICULAR Professor de Noções de Direito Bacharelado em Direito Selecionado através de edital institucional Professor de Noções de Gestão Graduação em Administração, ou Ciências Contábeis ou Economia. Selecionado através de edital institucional Higiene Alimentar Graduação em Nutrição, Economia Doméstica, Engenharia de Selecionado através de edital institucional Alimentos, Tecnologia em alimentos, mestrado ou doutorado na área de alimentos. Segurança do Trabalho Graduação em Engenharia de Alimentos,Tecnologia em Selecionado através de edital institucional Alimentos, Saúde e Segurança do Trabalho,Técnico em segurança do trabalho, mestrado ou doutorado na área de alimentos. Tecnologia e Graduação em Nutrição, Economia Selecionado através de edital

18 Processamento de Frutas e Hortaliças Doméstica, Engenharia de Alimentos, Tecnologia em alimentos, mestrado ou doutorado na área de alimentos. institucional INFRA-ESTRUTURA 11.1 Laboratórios Laboratório de Microbiologia LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA ÁREA (M 2 ) M 2 POR ALUNO 40 2 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) Qtde. Especificações 01 Capela de fluxo laminar 01 Autoclave vertical capacidade 14 L, 110 V w 01 Contador manual de colônias com lente e lâmpada. 10 Microscópios óticos elétricos, objetivas 4, 10, 40 e 100 vezes, filtro externo, marca Taimin 06 Microscópios óticos elétricos, objetivas 4, 10, 40 e 100 vezes, filtro interno. 01 Microscópio ótico elétricos, objetivas 4, 10, 40 e 100 vezes, sem filtro de luz. 05 Estereoscópios marca Taimin simples 02 Esteromicroscópios marca Taimin com filmadora 01 Geladeira duplex capacidade aproximada 400L, marca Whitewestinghouse 01 Triturador de amostras com copo de vidro 110V. 01 Conjunto para análise de líquidos por membrana filtrante. 01 Balança digital com capacidade gramas, precisão 0,1g, marca Marte, 110 volts. 01 Banho-maria com capacidade para 42 tubos, tanque de aço inox, com termostato programável de ambiente a 110ºC, precisão +/- 1ºC, digital com timer programável. Centrífuga com balanceamento preciso e alta resistência, motor de indução, carcaça em 01 alumínio fundido e tampa fabricada com chapas de aço repuxado, velocidade de 0 a rpm, rotor horizontal, dimensões 300x290mm, 110 volts. 01 Estufa BDO para aquecimento e resfriamento de - 5 C a 38 C, 220V 02 Estufa de incubação com termostato, temperatura de ambiente a 45ºC, alimentação 110 volts. 01 Estufa para esterilização e secagem com termostato, temperatura de ambiente a 200ºC, alimentação 110 volts. 01 Estufa de incubação com termostato, temperatura de 1 a 45ºC, alimentação 220volts Laboratório de Análise de Alimentos LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE ALIMENTOS ÁREA (M 2 ) M 2 POR ALUNO 54 1,8 Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias)

19 18 Ítem Quant. Especificações 1 1 Estufa elétrica modelo 311-CG, marca FANEM, estereliza e seca com termo regulador até temperatura de 200ºC, plateleiras removíveis. 2 1 Forno mufla, registro de temperatura por sistema automático, até 1200 ºC, modelo Q , Quimis. 3 1 phmetro mod. Q-400 bancada 110/220V Manta aquecedora para balões de 1000 ml, 220V., modelo Q-321 a 25 Quimis. Destilador de água tipo pilsen 2 litros/hora, 110 V, 1600W, modelo Q , Quimis. Centrífuga de bancada acompanha: cruzeta horizontal 08 x 15 ml, marca FANEM Modelo 206. Agitador magnético com aquecimento, 110V, acompanha barra magnética vestida de te-flon modelo 258-FANEM. 8 1 Manta aquecedora para balões de 500ml, 220V, modelo Q-321, Quimis. 9 1 Bomba de vácuo, 220V, modelo 355B2, Quimis Capela para exaustão de gases, 220V, modelo Q , Quimis Chapa aquecedora 30 x 40 cm, em plataforma de aço inox 110V modelo Banho Maria para balões volumétricos com 4 bocas Biomatic, modelo Aparelho digestor para determinação de fibra bruta em produtos alimentícios, gorduras, óleos e materiais vegetais, modelo Dessecador de vidro grande com tampa e luva com dimensão de 250 mm de diâmetro Thermex. Microdigestor de Kjeldahl, modelo bancada para 06 provas, 110V, 80 cm de largura, 50 cm de profundidade e 70cm de altura, modelo Q-329 Quimis Frigobar, capacidade de 120L, 110V, marca Cônsul Balança eletrônica de precisão, carga de 200 g, sensibilidade de 0,001g, reprodutibilidade de +-0,0005g modelo A-200, marca Marte Módulo de química composto por 2 armários, cor verde, equipados Cálice graduado 1000ml Dessecador em vidro temperado completo com tampa e luva, diâmetro de 50 mm Thermex Balão de fundo chato, junta esmerilhada 250 ml Thermex Banho Maria retangular, com tampa, 8 bocas, anéis de redução, com temperatura de até 100ºC e termostato 110V V. Biomatic cód Balão de fundo chato, junta esmerilhada 500 ml Thermex Balão de fundo chato, junta esmerilhada 1000 ml Thermex Balão volumétrico 100ml, vidro Thermex Balão volumétrico 200ml, vidro Thermex Bureta com torneira 10ml JB.

20 19 ÁREA (M 2 ) M 2 POR ALUNO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE ALIMENTOS 54 1,8 Descrição (Materiais, Equipamentos, Vidrarias) Ítem Quant. Especificações Bureta com torneira 25ml JB Bureta com torneira 50ml JB Frasco Erlenmyer Boca Estreita, graduado +-0,5%, com junta esmerilhada 24/40, capacidade 100ml, com rolha, Thermex. Frasco Erlenmyer Boca Estreita, graduado +-0,5%, com junta esmerilhada 24/40, capacidade 250ml, com rolha, Thermex. Frasco Erlenmyer Boca Estreita, graduado +-0,5%, com junta esmerilhada 24/40, capacidade 500ml, com rolha, Thermex Suporte universal base e haste de 60 cm Universal Suporte metálico para bureta Universal Chapa aquecedora elétrica com controle infinito de 50 a 300c, 31x31cm, em alumínio maciço, 110V Ética Modelo Conjunto de lavador de pipetas composto por: 04 peças, 02 depósitos, 01 cesto e 1 depósito sifão Prodocil, modelo Deionizador de água capacidade 50L/hora, com coluna intercambial, lâmpada indicadora de saturação da coluna, modelo Refratômetro de bolso 0 a 32% bríx precisão de +-0,5, estojo protetor com escala em porcentagem, marca Biobrix Agitador magnético marca Nova Técnica NT Colorímetro freqüência 50 a 60 Hz, consumo 55VA, temperatura de operação 10 a 40 ºC FENTO modelo 430. Refratômetro de campo, automático, 0 a 80% bríx, precisão +- 0,5, peso 530g, marca Briobrix Balão de titulação 250ml marca Pirex Frasco Erlenmyer Boca Estreita, graduado +-0,5%, com junta esmerilhada 24/40, capacidade 100ml, Marca Ilmabor Suporte para bureta e pipeta, haste de 75 cm, marca Ical Analisador de umidade por infravermelho, marca Gehaca mod IV Lavador automático de pipetas, marca Permution modelo LPO Capela para exaustão de gases marca Scientech Balão volumétrico classe A com rolha de polipropileno, cap 500ml, vidro borossilicato, marca vidroquímica. Balão volumétrico classe A com rolha de polipropileno, cap 1000ml, vidro borossilicato, marca vidroquímica. Frasco Erlenmyer graduado, em borossilicato, com junta cônica esmerilhada, capacidade 250ml, marca Vidroquímica.. Frasco Erlenmyer graduado, em borossilicato, com junta cônica esmerilhada, capacidade 500ml, marca Vidroquímica..

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