DESCRIÇÃO DO PCMAT PARA EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS

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1 i UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI MAURÍCIO CAMARGO ROMANO DESCRIÇÃO DO PCMAT PARA EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS SÃO PAULO 2007

2 ii MAURÍCIO CAMARGO ROMANO DESCRIÇÃO DO PCMAT PARA EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado apresentado como exigência parcial para obtenção do titulo de graduação do curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Orientadora: Professora Doutora Adir Janete Godoy dos Santos

3 iii MAURICIO CAMARGO ROMANO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado apresentado como exigência parcial para obtenção do titulo de graduação do curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi DESCRIÇÃO DO PCMAT PARA EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS Trabalho em: de de Nome do Orientador Nome do professor da banca Comentários: SÃO PAULO 2007

4 iv RESUMO Este trabalho de conclusão de curso á segurança do trabalho, relativo ao canteiro de obra civil. Este setor é regulamentado, sob ponto de vista ocupacional pela norma regulamentadora NR-18 Condições e Meio Ambiente na Indústria da Construção Civil. A NR-18 prevê a implantação do PCMAT (Programa de Condições e meio Ambiente na Industria da Construção Civil). Este programa ao ser implantado prevê ações e riscos, inerentes a determinadas causas. O estudo de caso descreve passo a passo os riscos e as medidas mitigadoras de todas as etapas de uma obra, previstas na NR-18, para um edifício residencial de 14 pavimentos, térreo e 3 subsolos. A metodologia de execução do PCMAT divide o processo em etapas e utiliza técnicas de identificação de riscos. Tal execução deve ser conduzida por engenheiro habilitado. Palavra chave PCMAT - Risco

5 v ABSTRACT This final assignment refers on safety work, relative on workmanship. This section is regulated by NR-18 Conditions and Environment on the Civil Construction Industry. The NR-18 presupposes the implantation of the PCMAT (Conditions and Environment on the Civil Construction Industry Program). This program to be introduted preditcs caution and actions, inherent on determined cause. The study case describe carefully the warns and next steps on a construction, according with NR-18, on a residential building with 14 floors, ground floor and 3 basement floors. The execution methodology from the PCMAT divides the process on stages and use techincs of warning identification. This exeution should be leaded by a qualified engeneering. Keyword PCMAT - Caution

6 vi LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 6.1 Entrada da Obra 13 Figura 6.2 Ilustração da Proteção do poço do elevador cremalheira 19 Figura 6.3 Ilustração da fixação do cabo de aço na laje 22 Figura 6.4 Ilustração das medidas do cabo de aço 23 Figura 6.5 Ilustração das medidas da bandeja de proteção 25 Figura 6.6 Ilustração do modo de fixação da bandeja de segurança 25 Figura 6.7 Ilustração de uma bandeja pronta 26 Figura 6.8 Ilustração da proteção do poço do elevador 26

7 vii LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS PCMAT DRT PPRA AR EPI EPC CIPA PCMSO NR PVC SESMET Programa de condições e meio ambiente na industria da construção civil. Delegacia regional do trabalho. Programa de prevenção de riscos ambientais. Aviso de recebimento. Equipamento de prevenção individual. Equipamento de prevenção coletiva. Comissão interna de prevenção de acidentes. Programa de condições de medicina e saúde ocupacional. Normas regulamentadoras. Poli cloreto de vinila Serviços especializados em engenharia de segurança e medicina do trabalho

8 viii LISTA DE SÍMBOLOS m mm db Metro Milímetro Decibel

9 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO Objetivo Geral Objetivo Específico METODOLOGIA DO TRABALHO JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRAFICA Objetivos do PCMAT Em quais obras e necessária a elaboração do PCMAT Como é elaborado o PCMAT Roteiro para elaboração do PCMAT ESTUDO DE CASO Descrição da obra Metodologia de execução do PCMAT Demolição Fundação Estrutura Concretagem Guincho da obra Desforma Maquinas e equipamentos Marcação de alvenaria Fechamento da alvenaria Andaimes Plataforma de proteção Fechamento do poço do elevador Cronograma de implantação Conclusão Bibliografia 29

10 2 1 INTRODUÇÃO Uma pesquisa do Sinduscon-sp e do Ministério do Trabalho e Emprego, com base em informações coletadas pela Fundacentro (Fundação Jorge Duprat de Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho), estima em o número de acidentes fatais na construção civil brasileira em 2005, o que representa uma média de 342 ocorrências por mês. Apenas para se ter uma idéia, esse número de óbitos, que foi analisado e avalizado pelos trabalhadores, seria suficiente para dizimar toda a população residente no balneário fluminense de Armação de Búzios em dois anos. Além de elevadas em termos absolutos, as estatísticas indicam que o setor possui uma média de acidentes fatais - 0,259 por mil trabalhadores - superior à média internacional, estimada em 0,201 mortes por mil empregados. Uma tragédia para milhares de famílias, amigos e para as empresas das vítimas, visto que as construtoras são quase unânimes em afirmar que o impacto psicológico de um óbito em um canteiro de obras é devastador. A indústria da construção exerce um importante papel na economia do país. Considerando o aspecto da segurança no trabalho esta indústria encontra-se como um setor dos mais deficitários, levando-se em conta os altos índices de acidentes. Partindo dessa realidade o programa sobre condições e meio ambiente na indústria da construção preconizado pela NR-18, vem sendo apresentado pelas empresas apenas como forma de cumprimento da legislação e não como forma de apresentação de um programa de gestão de segurança ocupacional para o controle de riscos ambientais de trabalho. O custo de acidentes aumenta o custo de qualquer atividade produtora, é neste sentido que este trabalho se justifica devido a urgência das necessidades de melhoria das condições de trabalho, reduções de acidentes e efetivamente implementar uma gestão de segurança e saúde do trabalho na indústria da construção civil.

11 3 Mostrou-se nesse trabalho como se elabora um programa de segurança bem planejado antecipando todos os possíveis riscos sem comprometer o custo e o prazo da obra.

12 4 2 OBJETIVOS O presente trabalho de conclusão de curso tem por objetivo abordar o tema segurança do trabalho, focando em especial a descrição da elaboração do PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente na Indústria da Construção Civil) para obras de edifícios residenciais. 2.1 Objetivo Geral Apresentar a seqüência e os tópicos de elaboração de um PCMAT para obras de edifício residencial, contemplando todos os aspectos dispostos na Norma Regulamentadora 18 (norma de segurança e medicina do trabalho referente às condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção civil); (MTE, 1978 a). 2.2 Objetivo Específico O objetivo do trabalho é descrever as ações, os riscos qualitativamente, causas e medidas preventivas sob a responsabilidade da equipe que irá administrar a obra, implantar e manter o PCMAT.

13 5 3 METODOLOGIA DO TRABALHO Este trabalho foi realizado por uma pesquisa bibliográfica. As informações técnicas foram obtidas em sites, publicações como revistas da área de segurança e saúde ocupacional, livros e cartilhas escritas por profissionais da área e publicadas pela Fundacentro e relatórios de empresas de assessoria a segurança e saúde do trabalho. A Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego; (MTE, 1978a) que contempla a Norma Regulamentadora nº. 18 (NR-18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção; (MTE 1978b) foi utilizada para demonstração das diretrizes que devem ser seguidas para os trabalhos realizados neste tema). Foram feitas visitas no empreendimento (Condomínio Edifício Bellagio) para obtenção de dados, tanto dos processos, quanto das informações técnicas dos equipamentos a serem utilizados nos serviços de cada etapa da obra. Como aplicação prática da pesquisa abordada, foi apresentado um estudo de caso.

14 6 4 JUSTIFICATIVA O engenheiro civil, na sua atuação profissional, exerce atividades de projeto, montagem e manutenção, diretamente relacionadas ao canteiro de obra. Tal atribuição profissional requer capacitação para interagir de modo satisfatório, como inúmeros agentes atuantes no canteiro, tais como materiais, estoques, áreas de vivencia, riscos, prevenção e diagnósticos de saúde ocupacional. O engenheiro civil, portanto, deve preocupar-se com o pratimonio material e humano, sob suas responsabilidades. Entender as exigências de implantação de um PCMAT, seu cumprimento, manutenção e dinâmica de fiscalização contribui para a habilitação, tomada de decisões rápidas, gestão de riscos inerentes a atividades da construção civil, em operações normais e acidentais. Não faltam opções para as construtoras interessadas na implementação de programas de segurança. Tampouco existe qualquer limitação, nem mesmo financeira. De acordo com o Sinduscon-Pr, o custo da implantação de sistemas de saúde e segurança nos canteiros costuma girar em torno de 1,5 a 2,5% sobre o valor total da obra. A questão parece ser mais de iniciativa. O sindicato paranaense tem credenciais para falar sobre o assunto: desenvolve, há mais de três anos, com grande sucesso, o PSS (Programa de Segurança e Saúde), que reúne mais de cem empresas e perto de seis mil trabalhadores. Uma saída coletiva que poderia servir de exemplo para todas as construtoras brasileiras.

15 7 5 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 5.1 Objetivos do PCMAT Garantir, por ações preventivas, a integridade física e a saúde do trabalhador da construção, funcionários terceirizados, fornecedores, contratantes, visitantes, etc. Enfim, as pessoas que atuam direta ou indiretamente na realização de uma obra ou serviço; Estabelecer um sistema de gestão em Segurança do Trabalho nos serviços relacionados à construção, através da definição de atribuições e responsabilidades à equipe que irá administrar a obra. 5.2 Em quais obras é necessária a elaboração do PCMAT e implantação do SESMET A legislação aplicável ao assunto é a Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego, que contempla a Norma Regulamentadora nº. 18 (NR-18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção). Esta, em seu item , especifica a obrigação da elaboração e implantação do PCMAT em estabelecimentos (incluindo frente de obra) com 20 trabalhadores (empregados e terceirizados) ou mais. A implantação do SESMET (serviços especializados em engenharia de segurança e medicina do trabalho) são apresentados na norma regulamentadora do ministério do trabalho NR-4, que é dimensionada através de 2 dados numero de funcionários x grau de risco.como pode ser visto no quadro abaixo. No caso de canteiro de obra o grau de risco é quatro para as empresas que atuam no ramo da construção civil, então de acordo com a tabela abaixo com o numero de funcionários superior a 50 já é obrigatória a presença de um técnico em segurança do trabalho no período de 08 horas/dia.

16 8 5.3 Como é elaborado o PCMAT A elaboração do programa se dá pela antecipação dos riscos inerentes à atividade da construção civil. De modo semelhante à confecção do PPRA, (item O PCMAT deve contemplar as exigências contidas na NR-9 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ), são aplicados métodos e técnicas que têm por objetivo o reconhecimento, avaliação e controle dos riscos encontrados nesta atividade laboral. A partir deste levantamento, são tomadas providências para eliminar ou minimizar e controlar estes riscos, através de medidas de proteção coletivas ou individuais. É importante que o PCMAT tenha sólida ligação com o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional), uma vez que este depende do PCMAT para sua melhor aplicação.

17 9 5.4 Roteiro para elaboração do PCMAT A elaboração do PCMAT é realizada em cinco etapas: Análise de projetos São as verificações dos projetos que serão utilizados para a construção, com o intuito de conhecer quais serão os métodos construtivos, instalações e equipamentos que farão parte da execução da obra Vistoria do local A vistoria no local da futura construção serve para complementar a análise de projetos. Esta visita fornecerá informações sobre as condições de trabalho que efetivamente serão encontradas na execução da obra. Por exemplo: verificar o quanto e em que local haverá escavação, se há demolições a serem feitas, quais as condições de acesso do empreendimento, quais as características do terreno, etc Reconhecimento e avaliação dos riscos Nesta etapa é feito o diagnóstico das condições de trabalho encontradas no local da obra. Surge, então, a avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos, para melhor adoção das medidas de controle. Neste trabalho de conclusão de curso foram discutidos os riscos, apenas sob o ponto de vista qualitativo, ou seja, a identificação Elaboração do documento base O documento base é a elaboração do PCMAT propriamente dito. É o momento onde todo o levantamento anterior é descrito e são especificadas as fases do processo de produção. Na etapa do desenvolvimento do programa têm de ser demonstradas quais serão as técnicas e instalações para a eliminação e controle dos riscos Implantação do programa É a transformação de todo o material escrito e detalhado no programa para as situações de campo. Vale salientar que, de nada adianta possuir um PCMAT se este servir apenas para ficar na gaveta.

18 10 O processo de implantação do programa deve contemplar: Desenvolvimento/aprimoramento de projetos e implementação de medidas de controle; Adoção de programas de treinamento de pessoal envolvido na obra, para manter a chama da segurança sempre acesa; Especificação de equipamentos de proteção individual; Avaliação constante dos riscos, com o objetivo de atualizar e aprimorar sistematicamente o PCMAT; Estabelecimento de métodos para servir como indicadores de desempenho; Aplicação de auditorias em escritório e em campo, de modo a verificar a eficiência do gerenciamento do sistema de Segurança do Trabalho. 5.5 Elementos que devem constar no documento base Comunicação prévia à DRT (Delegacia Regional do Trabalho) Informar: Endereço correto da obra, endereço correto e qualificação do contratante, empregador ou condomínio, tipo de obra, datas previstas de início e conclusão da obra, número máximo previsto de trabalhadores na obra O local Entorno da obra Moradias adjacentes, trânsito de veículos e pedestres, Se há escolas, feiras, hospitais, etc. A obra Memorial descritivo da obra, contendo basicamente: Número de pavimentos; área total construída; área do terreno sistema de escavação; fundações; estrutura; alvenaria e acabamentos; cobertura.

19 Áreas de vivência Instalações sanitárias, vestiário, local de refeições, cozinha, lavanderia, alojamento, área de lazer, ambulatório Máquinas e equipamentos Relacionar as máquinas e equipamentos utilizados na obra, definindo seus sistemas de operação e controles de segurança Sinalização Vertical e horizontal (definindo os locais de colocação e demarcação) Riscos por fase da obra Descrever a atividade executada na obra, identificar qualitativamente o risco inerente e propor as medidas para o controle efetivo, com diminuição do risco identificado. Fases da obra Limpeza do terreno, escavações, fundações, estrutura, alvenaria e acabamentos, cobertura Procedimentos de emergência Para acidentes: Registrar todos os acidentes e incidentes ocorridos na obra, criando indicadores de desempenho compatíveis. Anexar mapa para hospital mais próximo; Disponibilizar telefones de emergência.

20 Treinamentos Listar os assuntos que serão abordados considerando os riscos da obra (preferencialmente a cada mudança de fase de obra); Emitir Ordens de Serviço por função; CIPA: Constituir se houver enquadramento. Caso contrário indicar pessoa responsável Procedimentos de saúde Referenciar a responsabilidade da execução do PCMSO; Encaminhar ao médico coordenador os riscos na execução da obra Cronograma Cronograma físico/executivo; Estimativa de quantidade de trabalhadores por fase ou etapa da obra; Cronograma de execução de proteções coletivas; Cronograma de uso de EPI's; Cronograma das principais máquinas e equipamentos Croquis/ilustrações Layout do canteiro de obras, equipamentos de proteção coletiva EPC's, EPI's, proteções especiais, detalhes construtivos e materiais.

21 13 6 ESTUDO DE CASO 6.1. Descrição da Obra O estudo de caso foi realizado em uma obra da Construtora Tarjab Ltda, identificada com os seguintes casos; - Rua Nogueira Martins, Bairro Saúde; - Condomínio Edifício Bellagio; - 14 pavimentos e térreo; - 3 subsolos; - 4 apartamentos por andar; - Apartamentos de 128m2; - Início da obra ; - Término da obra ; A figura 6.1 apresenta a entrada da obra, coma sua respectiva identificação. Cabe salientar que o PCMAT deve ser elaborado antes do inicio dos serviços e protocolado na Delegacia regional do trabalho (DRT) estando sujeito á fiscalização regional. Figura 6.1 Entrada da obra

22 Metodologia de execução do PCMAT Nesta obra adotou-se subdividir o processo em etapas (fases) menos complexas, e utilizar técnicas de avaliação e identificação qualitativa dos riscos. Este processo deve ser conduzido por Engenheiro habilitado e deve procurar envolver o corpo técnico da empresa. Este estudo de caso, cuja proposta foi descrever e identificar os riscos inerentes a obra, segundo o PCMAT, adotou o seguinte modo de execução. Identificar a atividade ou estádio na execução em canteiro. Identificar os riscos inerentes, verificar as suas causas mais plausíveis e propor as medidas preventivas mitigadoras cabíveis. Portanto, para maior entendimento do trabalho foi utilizado uma linguagem de modo a salientar cada tema abordado, conforme itens a Demolição Na fase da demolição os serviços serão executados com uma bobquet, onde surgirão alguns riscos ao grupo de funcionários presentes na obra; Analisamos os principais riscos; - arrumação e movimentação de materiais; - queda de materiais na operação da maquina; - queda de pessoas por desmoronamento da edificação; As causas nessa etapa da obra são acomodação e movimentação de entulhos, varredura do local, serviço em altura, ruído excessivo, partes move sem proteção e projeção de partículas. MEDIDAS PREVENTIVAS Procedimentos Analisar previamente a situação de trabalho, com medidas de segurança como isolamento de área, vizinhança, modo operacional com utilização de andaimes, patamares, calhas de escoamento e outros.

23 15 Conhecimento, arrumação e umedecimento prévio dos entulhos antes da remoção/utilização de máscara respiratória protetora para partículas sólidas / óculos segurança e luva de raspa de couro. Procedimentos seguros no processo de demolição, com utilização de proteções coletivas onde se fizer necessário (bandeja, plataforma, guarda-corpo) e uso de E.P.I. específico (cinto de segurança tipo pára-quedista, devidamente ancorado) e E.P.I. básico (capacete, botina de segurança e eventualmente luva de raspa de couro). Manutenção e condições gerais dos equipamentos com relação ao funcionamento e proteção das partes móveis e de contato / pessoa habilitada - qualificada para operação, bem como uso de E.P. I específico (protetor de ouvido, tipo concha ou plug, óculos de segurança ) e rodízio na operação dos equipamentos com nível de ruído intermitente, acima do limite de tolerância - 85 db ( A ) Fundação Nesta obra será utilizada uma fundação direta serão usadas sapadas, foi utilizada uma mini-bobquet para abrir as caixas. Detectados nesta fase da obra os seguintes riscos: - operação com máquinas e equipamentos; - trânsito no canteiro (interno / externo) quedas e abalroamento; - trabalho físico pesado / desmoronamento de encosta; As causas desses riscos são, maquinas e equipamentos em condições inseguras de utilização, projeção de partículas, partes moveis sem proteção, ruído excessivo, aberturas de caixas profundas sem proteção, posturas incorretas. MEDIDAS PREVENTIVAS Procedimentos

24 16 Equipamentos em condições seguras de utilização, com operador habilitado / qualificado na operação, usam de E.P.I.s básicos (Capacete e botina de segurança) e E.P.I. específico (protetor de ouvido tipo concha ou plug e óculos de segurança) onde se fizer necessário. Sinalização e proteção nas aberturas no piso devido ao processo de fundação, bem como na sinalização interna e externa do canteiro, quanto à entrada / saída de veículos e materiais. Proceder à postura correta na atividade, com rodízio de pessoas e diminuição do tempo de exposição, onde não for possível / proceder a escoramento de encosta com proteção segura e dispor materiais e equipamentos afastados da abertura com no mínimo a uma distância superior à metade da profundidade da escavação. OBS: Em profundidade superior a 1,25 m, deve ser adotado o uso de escada de mão para saída em caso de urgência. Em caso de profundidade excessiva em serviços de tubulões abertos ( 6m, 8m,...) deve haver provisão de ar mandado, através de máscara respiratória acoplada a compressor com filtro separador de óleo ou máscara autônoma Estrutura Nesta fase da obra os serviços serão executados através de formas de madeira fabricadas na própria obra e escoramento metálico alugado, nesta etapa detectamos os seguintes riscos aos funcionários: - prensagem, perfuração e escoriações das mãos; - queda de pessoas e materiais; - projeção de partículas; - esforço excessivo / postura; As causas analisadas nessa fase são, transporte e manuseio de armadura de ferro, formas de madeira com pregos expostos, falta de proteção coletiva, ruptura de

25 17 materiais durante o travamento de pilares, postura incorreta e transportes de cargas excessivas. MEDIDAS PREVENTIVAS Procedimentos Orientação e supervisão no transporte e manuseio das ferragens com relação a volume e peso corretos / utilização de E.P.I. específico (luva de raspa de couro). Confecção de plataformas de proteção sob área de forma / desforma, guarda-corpo periférico na estrutura (ou fechamento de alvenaria) sinalização de segurança e uso de E.P.I. específico (cinto de segurança tipo pára-quedista, devidamente ancorado) obrigatório. Orientação e supervisão na execução das atividades e uso de E.P.I. específico (óculos de proteção). Treinamento / uso de equipamentos auxiliares Concretagem A concretagem dessa obra em estudo será feita em duas maneiras, da fundação até o terceiro pavimento será utilizado uma bomba lança e do quarto pavimento para cima será utilizada uma bomba estacionária, a partir desses dados detectamos os seguintes riscos: - ruptura da canalização ou emendas de concretagem; - queda de pessoas e materiais; - uso do vibrador de concreto; - contato com o concreto; As causas desses riscos são, tubulação comprometida, instalação inadequada da canalização, ruptura das emendas da canalização, falta de proteção nas aberturas de piso, vibrador sem aterramento elétrico adequado e falta de EPI adequado. MEDIDA PREVENTIVA Procedimentos

26 18 A cargo da empresa prestadora de serviços. Inspeção periódica das emendas e situação geral da mesma. Canalização de concretagem montada dimensionalmente e corretamente, com apertos / encaixes certos de seus segmentos, em bom estado e com manutenção periódica. Materiais - efetuar passarela com guarda-corpo sempre que possível desde o abastecimento do concreto até a área a ser concretada. Pessoas - prover através de proteções periféricas (guarda-corpo) com tela de nylon evitando eventual descuido e queda de pessoas ou na montagem de bandejas especiais de proteção (plataformas) no pavimento inferior, ou similar. Operador habilitado e treinado / equipamento em bom estado de utilização, aterrado ou com duplo isolamento. Uso obrigatório de E.P.I.s básicos (capacete de segurança) e específicos (bota de borracha, óculos de proteção e luva de látex / P.V.C. onde for necessário) Guincho de obra Este equipamento será utilizado na obra a partir terceiro pavimento, detectamos os seguintes riscos na utilização desse equipamento: - tombamento da torre/soltura dos elementos estruturais; - acidente devido à falha de comunicação (operador / usuário); - queda de pessoas na abertura dos poços do elevador de carga - guincho de carga; - queda de materiais; As causas analisadas nessa etapa são, falta de ancoragem e estaiamento correto na torre de materiais e contrapinamento dos elementos de encaixe da estrutura, comunicação deficiente do guincheiro e usuário (uso do arame de comunicação de subida e descida), falta de proteção no acesso a torre de materiais, falta de proteção lateral na prancha de carga do elevador de materiais e acidentes devido a operação. MEDIDAS PREVENTIVAS Procedimentos

27 19 Efetuar assentamento e nivelamento da base da torre de materiais corretamente, efetuar encaixe dos elementos estruturais da torre, ancorar com cabo de aço de 3/8 ao nível de cada pavimento, efetuar estaiamento dos montantes posteriores da torre com cabo de aço de 3/8 " a cada 2 pavimentos ou 6m equivalentemente, proceder telamento de toda a estrutura da torre com tela de arame galvanizado fio 14. Proceder à comunicação entre guincheiro e usuário, através de sistema conjugado de painel luminoso indicativo de andares e companhia em nível de cada pavimento, com conhecimento prévio e mútuo de comunicação (toques). Proceder à instalação de cancela móvel em altura em torno de 1,0 m do nível da laje, recuado a no mínimo 1,0 m da abertura do poço da torre de materiais, com dispositivo de segurança, que impeça a abertura da cancela, quando o elevador não estiver no nível do pavimento. Proceder à treinamento teórico prático de capacitação do operador de guincho - elevador de materiais com habilitação comprovada. Montagem e manutenção com os procedimentos de seguranças corretos, documentados em livro próprios, com data e assinatura. Fazer uma proteção em todo o perímetro da base do guincho de acordo com a ilustração 6.2. Figura 6.2 Ilustração da proteção do poço do elevador cremalheira

28 Desforma Nesta fase da obra é feita a desmontagem das formas dos pilares e vigas, também e feita a retirada de todo o cibramento e escoras e uma etapa da obra onde há um cuidado grande quanto a queda de materiais, pois em variais ocasiões as formas ficam grudadas no concreto e é necessário ser puxada com um pé de cabra. Riscos detectados nesta fase da obra: - projeção de partículas e perfuração de membros; - quedas de pessoas e materiais durante processo; As causas analisadas nesse serviço são, exposição a materiais pontiagudos na retirada das formas e no piso (material já retirado), falta de organização e limpeza, falta de utilização de EPI especifico (luva de raspa e óculos de segurança), EPI básico (botina e capacete), não utilização de cinto de segurança tipo pára-quedista em shafts, escadas e aberturas na laje sem proteção e quedas de pessoas. MEDIDAS PREVENTIVAS Procedimentos Uso obrigatório de cinto de segurança tipo pára-quedista em todo processo de desforma / organização e limpeza da laje / supervisão dos trabalhos e treinamento periódico / proteção de escadas, shafts, poços de elevadores e periferia da laje. Colocação de plataformas de proteção / evacuação e isolamento da área sob os trabalhos / amarração de madeiras e painéis e periféricos / proteção dos sarilhos e organização do material desformado (empilhamento seguro com os pregos rebatidos) Maquinas e equipamentos Na obra serão utilizados os seguintes equipamentos: - serra poli corte - serra circular - vibrador - serra mármore

29 21 Riscos detectados no manuseio desse equipamento são, ruptura do disco de corte, emissão de partículas e poeiras, choque elétrico e principio de incêndio. As causas analisadas nessa fase são, disco montado errado, ausência ou proteção inadequada, corte de materiais inadequados, ausência ou sistema de exaustão insuficiente, contato com partes energizadas, falta de isolamento e aterramento e presença de material inflamável. MEDIDAS PREVENTIVAS Procedimentos Montar disco dentro das especificações e em bom estado. Operação com a máxima atenção, com operador habilitado e materiais específicos para o corte. Utilização de protetor facial ou óculos de proteção e verificação da existência de protetor (capa) do disco de corte. Instalações elétricas adequadas, com aterramento da serra policorte. Proteção das partes inferiores da bancada da serra elétrica, com calha para depósito do subproduto e também com comando liga e desliga por meio de botoeira (duplo isolamento) Marcação de alvenaria Nesta fase da obra são executadas as primeiras fiadas de bloco de alvenaria os principais riscos estão concentrados nas paredes externas (que vão formar a fachada), pois o funcionário é obrigado a desmanchar a proteção do fim da laje para executar a marcação da alvenaria como mostra a ilustração da figura 6.3. Riscos detectados nesta fase da obra: - queda de pessoas; - queda de materiais; - contato manual com cimento e argamassa;

30 22 As causas analisadas nessa etapa são, desatenção na marcação das paredes junto as aberturas no piso, falta de procedimento preliminares corretos e falta de EPI especifico no manuseio de blocos e massa. MEDIDAS PREVENTIVAS Procedimentos Uso de proteções individuais, cinto de segurança, tipo pára-quedista - quando da marcação de alvenaria na periferia das lajes e junto às aberturas no piso, bem como a máxima atenção na execução das atividades, quando da retirada das proteções coletivas (guarda-corpo, bandeja). Armazenar os blocos a serem utilizados, afastados a no mínimo 1,5 mts da periferia da laje, e a proceder na execução com a máxima atenção, para evitar eventual queda dos blocos. Usar luva de P.VC. / látex flexível quando da operação de marcação para evitar contato com cimento / argamassa. Figura 6.3 Ilustração do cabo de aço para segurança de laje

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